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Mitos e verdades sobre clareamento dental

Apesar do aumento da procura, ainda existem muitas dúvidas sobre este procedimento estético

A busca pelo sorriso perfeito aumenta cada vez mais a procura pelo clareamento dental nos consultórios odontológicos. Apesar de não existirem estatísticas sobre o assunto, os cirurgiões dentistas afirmam que atualmente os pacientes não priorizam apenas a saúde bucal, mas buscam também procedimentos estéticos para garantir, por exemplo, dentes alinhados e brancos.

O método, no entanto, ainda gera algumas dúvidas, por isso o especialista em dentística restauradora, mestre em prótese dentária e membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, Ricardo Luiz Annibelli, esclarece o que é mito e o que é verdade, quando se fala em clarear os dentes. Confira:

Qualquer pessoa pode fazer clareamento.

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Mito: o tratamento é contraindicado para pacientes gestantes, lactantes ou menores de 15 anos. Também deve ser evitado em pacientes com patologias periodontais (doenças na gengiva), com rizogênese incompleta (a raiz do dente permanente não completou sua formação) e pacientes com alergia aos peróxidos de carbamida e de hidrogênio, que são substâncias químicas presentes nos produtos utilizados para clarear os dentes.

O clareamento dental é apenas uma questão de estética.

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Mito: na maioria dos casos, sim. Porém, existem situações em que o procedimento é indicado para garantir um melhor resultado no tratamento dentário no que se refere ao aspecto visual dos dentes. Por exemplo, quando colocamos uma coroa com pino de metal no paciente. Essa peça contém substratos muito escuros e para minimizá-los, usamos zircônia. Com isso, recorremos ao clareamento dos outros dentes para que essa diferença na luminosidade passe despercebida.

Os dentes ficam mais sensíveis após o clareamento.

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Mito: isso acontece apenas se o protocolo de dessensibilização, com o uso de nitrato de potássio e Glu-hema, não for realizado antes do procedimento. Isso é fundamental para fechar os canalículos dentinários e as trincas.

Existem alimentos que devem ser evitados para não escurecer os dentes.

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Verdade: todos os alimentos e bebidas com corantes devem ser evitados ou ter consumo reduzido, após o clareamento dental, para não prejudicar o resultado e prolongar o efeito do tratamento. Entre eles, estão o café, vinho tinto, chás em geral, refrigerantes, sucos industrializados e alimentos com condimentos pigmentantes.

Clareamento dental pode ser feito em uma única sessão.

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Mito: quando feito no consultório, os resultados já começam a aparecer em uma única sessão, diferente do clareamento caseiro que necessita de uso do kit clareador. Depois de fazer o protocolo de dessensibilização dos dentes, o dentista aplica um gel clareador, com intervalo de sete dias entre uma sessão e outra. Em média, são realizadas duas sessões.

Clareamento caseiro tem o mesmo resultado do que realizado no consultório.

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Parcialmente verdade – “Na minha opinião, o melhor método é o tratamento combinado, no qual o paciente recebe uma sessão de clareamento no consultório, sob o acompanhamento do cirurgião dentista. Paralelamente a isso, ele recebe uma moldeira pré-fabricada para fazer a aplicação caseira por duas horas de gel de peróxido de hidrogênio. Feito isso, após sete dias, retorna ao consultório quando será reavaliado para ver se há necessidade de repetir o procedimento”, aponta Annibelli.

Os cremes dentais que prometem clareamento podem prejudicar o esmalte dos dentes.

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Verdade: os produtos disponíveis hoje no mercado contêm bicarbonato de sódio ou partículas abrasivas que desgastam a superfície do esmalte, por isso clareiam, então é necessário estar atento às fórmulas. A ação de clareamento é bem pequena. A indústria prevê lançamentos que prometem um bom clareamento. Vamos aguardar para ver essas novidades.

Fonte: Dental Cremer

Dia Mundial do Sorriso: como anda a saúde dos seus dentes?

Hoje é o Dia Mundial do Sorriso, e a saúde começa pela boca, por isso é importante estar com a saúde bucal sempre em dia

O ato de sorrir, além de ser contagiante e fazer bem a si mesmo e a quem está sendo influenciado, traz inúmeros benefícios para o corpo e mente, como fortalecimento do sistema imunológico, redução do estresse, melhora da pressão arterial e aumento do bom humor e produtividade. Para isso, é importante estar com o sorriso sempre saudável, pois a saúde começa pela boca. Cuidar dos dentes não é uma questão apenas para manter uma boa aparência, mas sim de cuidar da saúde de modo geral.

Por isso, a Philips Oral Health Care separou seis dicas de ouro para você ter um sorriso branquinho e saudável!

1. Escolha a escova de dente correta

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Uma ótima opção para quem quer dar up na saúde bucal, é investir em uma escova de dentes elétrica. O uso dessa tecnologia facilita a escovação, clareia os dentes naturalmente, melhora a saúde das gengivas e proporciona uma limpeza bem mais profunda do que a escova manual

2. Escove o dente após cada refeição

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Muitas vezes, em meio às rotinas do dia a dia, o tempo fica bem curto. Mas é fundamental não deixar de escovar os dentes após cada refeição, isso evita que os alimentos fermentem na boca, proliferando bactérias que podem causar mau hálito, cárie e outros problemas bucais.

3. Não deixa de escovar os dentes antes de dormir

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A escovação antes de dormir é a mais importante. Isso se dá porque durante a noite a produção de saliva diminui, propiciando uma proliferação muito maior de bactérias.

4. Tenha uma alimentação saudável

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Foto: Shutterstock

É bom repetir, a saúde começa pela boca! É fundamental ter uma alimentação equilibrada e à base de frutas, legumes e verduras e evitando doces em excesso.

5. Escove a língua

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Pixabay

A língua também é parte fundamental da escovação! Escová-la evita o acúmulo de resíduos de alimentos, proliferação de bactérias na boca e mau hálito.

6. Visite o dentista regularmente

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Foto: Zahnreinigung/Pixabay

O recomendado é ir ao dentista a cada seis meses, só um profissional pode dizer se há algo de errado com a saúde bucal do paciente.

Fonte: Philips

Mulheres são mais vulneráveis à perda dentária do que os homens

Flutuações hormonais são fatores de risco que podem ocasionar prejuízos irreversíveis ao sorriso. Veja aqui quais as causas e tratamento, segundo a especialista Bruna Ghiraldini

Por conta de condição hormonal, que varia muito ao longo da vida, as mulheres, são muito mais suscetíveis do que os homens a apresentarem problemas dentários e, em especial, a perda dos dentes.

 

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A cirurgiã-dentista Bruna Ghiraldini

O período da gravidez, por exemplo, é especialmente delicado para a saúde bucal, segundo a cirurgiã-dentista Bruna Ghiraldini, especialista em periodontia e coordenadora do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos da S.I.N. Implant System, referência global na área de implantes.

Nessa fase, o organismo recebe uma carga intensa de hormônios estrogênio e progesterona, substâncias que promovem modificações vasculares, facilitando o ataque de bactérias nas gengivas. “Pessoas mais suscetíveis podem desenvolver gengivite que, caso não seja tratada adequadamente, leva à perda dentária”, alerta.

Também na idade madura, conforme Bruna, com a modificação hormonal que reflete em todo o organismo, a incidência de danos à saúde bucal aumenta. Desde a proximidade do final do ciclo menstrual – o chamado climatério, que acontece a partir dos 45 anos – a cavidade oral se ressente sob muitos aspectos. “A gengiva, por exemplo, diminui de volume e se retrai, situação que se intensifica com a chegada da menopausa, o que pode afetar a sustentação dos dentes e aumentar as chances de perda”, explica.

Outros fatores de risco são osteoporose (frequente na menopausa), tabagismo, diabetes, mordida inadequada, hábito de ranger os dentes, estresse e até mesmo a anatomia da boca. “Isso porque os homens, em geral, apresentam maior diâmetro dos dentes, comparado com os das mulheres. Isso os torna, também, mais blindados contra os problemas dentários”, afirma a especialista.

“Para enfrentar essa perda óssea nos dentes, que muitas vezes ocorre a partir de uma aparentemente inocente inflamação da gengiva – e isso pode acontecer em qualquer idade, com agravante no envelhecimento –, existem algumas formas de cuidado que auxiliam na prevenção”, alerta a dentista. “Contudo, se a inflamação não for tratada corretamente, já no início, pode levar à perda dos dentes, pois o que ocorre é que irá faltar osso para apoiá-los”, pontua.

Solução: implante dentário, tratamento cada vez mais acessível

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Bruna adianta, ainda, que é muito difícil um tecido ósseo perdido vir a crescer novamente, independentemente do que ocasionou sua perda. A alternativa, quando isso não acontece, é a pessoa passar pelo procedimento de um implante dentário. “Felizmente a tecnologia hoje oferece possibilidades seguras, com custo acessível e bastante eficientes de tratamento”, diz.

Sorriso e mastigação preservados

Ela ressalta, ainda, que um implante adequado contribui para a estética da boca, mas esse não é o único motivo que deve levar alguém a procurar tratamento. “O implante garante a reabilitação da atividade mastigatória, com forte influência na saúde física e psíquica da pessoa que sofreu a perda óssea.”

Entre os produtos considerados de ponta no mercado hoje, existem implantes dentários produzidos no Brasil, com excelente performance de custo-benefício. Um desses exemplos é o Strong SW Plus, implante fabricado pela S.I.N. Implant System e que já começa a ser exportado para todo o mundo. Seu diferencial principal, entre outros, está na superfície revestida de nanocristais de hidroxiapatita, material desenvolvido a partir de nanotecnologia, capaz de otimizar a formação óssea.

Sobre perda óssea dos dentes em mulheres

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Foto: Kate Kozyrka

Causas:
=Flutuações hormonais;
=Osteoporose;
=Tabagismo;
=Diabetes;
=Mordida inadequada;
=Inflamações na cavidade bucal;
=Hábito de ranger os dentes;
=Estresse
=Anatomia da boca.

Como evitar:
=Fazer uma boa higiene bucal, com escovação e uso de fio dental;
=Visitar o dentista com frequência, especialmente durante o período de gestação e quando se aproxima a menopausa;
=Ter uma alimentação saudável e evitar os fatores de risco;
=Manter sob controle o estresse e doenças metabólicas;
=Caso o problema apareça, é possível restaurar a autoestima e a saúde bucal com um implante dentário, que substitui satisfatoriamente a raiz dos dentes e tem excelente durabilidade.

Fonte: S.I.N. Implant System

Infecção no dente é risco para doença cardíaca? Entenda a relação

Quando se pensa em cuidar da saúde do coração, automaticamente lembramos a necessidade de manter o monitoramento dos principais fatores de risco, como colesterol e hipertensão. Apesar de estes elementos serem de grande influência, o cardiologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Lucas Velloso Dutra, alerta que uma simples infecção de dente também pode gerar risco de doença cardíaca.

O especialista explica que o problema pode ser causado quando uma bactéria se dissemina pela corrente sanguínea e atinge o órgão, ocasionando, então, comprometimentos.

“A doença cardíaca relacionada a uma infecção na cavidade oral é chamada de endocardite infecciosa (EI), que consiste na inflamação das válvulas cardíacas. Em casos mais graves é necessária a troca dessas válvulas”, complementa.

Apesar de infecção secundária na boca ser algo comum, o médico esclarece que as consequências ao coração comumente atingem pacientes que já possuem alguma predisposição, como cirurgia cardíaca prévia, problemas congênitos das valvas ou quadros clínicos em que existe diminuição da imunidade.

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A rapidez no diagnóstico e tratamento adequado são fundamentais para evitar a piora do quadro e evitar comprometimento do coração e outros órgãos, sem deixar de lado, é claro, o cuidado com a saúde bucal. O alerta fica para os primeiros sinais que são febre, mal estar, taquicardia e falta de ar. Dutra esclarece que após a detecção, o problema pode ser tratado apenas com antibiótico ou, em casos mais graves, uma cirurgia cardíaca.

Fonte: Hospital Edmundo Vasconcelos

Dieta e saúde bucal, é preciso saber como manter essa relação

Segundo pesquisa da associação dos consumidores realizada com 2.400 pessoas, 68% mudaram seus hábitos alimentares nos últimos dois anos. E um dado ainda mais impactante, 80% tem vontade de levar uma vida mais saudável.

Esses números nos mostram que é uma tendência a procura por hábitos saudáveis e uma rotina alimentar mais equilibrada. E isso é muito importante, pois, hoje em dia, o Brasil é o terceiro país com mais obesos no mundo, cerca de 52%.

Porém, os cuidados com a saúde precisam ser pensados uniformemente, conciliando hábitos saudáveis, atividade física, saúde mental e saúde bucal também. E para ajudar nesses cuidados, a nutricionista Ariane Longo e o dentista Guilherme Espósito, da Lira Odonto, falam sobre dieta e saúde bucal.

Reeducação alimentar

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Segundo Ariane, reeducação alimentar consiste em um processo de aprendizagem e de mudança no comportamento exercido por meio de orientações nutricionais específicas em que o indivíduo conhece e incorpora novos hábitos alimentares saudáveis. Além disso, a pessoa aprende a comer em intervalos menores, em pequenas porções, o que diminui a fome e, consequentemente, a quantidade de alimento que a mesma ingere ao longo do dia. Ou seja, em intervalos de três horas, a pessoa faz seis refeições.

Nesse caso, a orientação de Espósito é que, após as refeições principais (café, almoço e jantar), seja realizada a higienização completa com escovação e fio dental. Nos intervalos com lanche, caso não haja consumo de carboidrato, não é necessário fazer a higienização, pois diminuímos risco de fermentação sobre a superfície dental. Porém, lembramos que o resíduo alimentar pode provocar pequenas inflamações gengivais.

Jejum intermitente

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Foto: JanFidler/Morguefile

É um método de emagrecimento que visa intercalar períodos de jejum com períodos de alimentação. Nesse método, a pessoa cumpre janelas alimentares de 8h, 10h ou 12h, portanto, ficando em jejum durante 12h, 14h ou 16h, afirma Ariane.

Para o dentista, o cuidado é proceder com a higienização ao acordar e antes de dormir, mesmo se não houver refeição. Isto ajuda a controlar o mau hálito, remover os resíduos que não foram retirados adequadamente nas outras higienizações e controlar a flora da microbiota oral. Após as refeições, a higienização é indicada sempre.

Além disso, é necessário ter atenção com relação ao suco gástrico, pois, dependendo da pessoa, pode ser sentido na boca, causa mau hálito e até desgaste na superfície do esmalte dental.

Confira algumas dicas:

=Água com limão em jejum – manter a escovação normalmente havendo ou não consumo do café da manhã e, quando necessário, realizar controle de pH bucal, seguindo a orientação do seu dentista, que pode realizar isso por meio de um creme dental com pH mais básico visando neutralizar o pH da boca, por exemplo.

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Foto: Izosoft’s

=Chá e café ao longo do dia – caso seja sem açúcar, não altera a rotina de escovação;

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Michael A. Keller/Corbis

=Substituir refeição por shake – novamente, não altera a rotina de escovação, exceto se for acrescentar uma refeição, nesse caso será necessário alterar também a rotina de higiene bucal;

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Foto: Isilaltay

=Mascar chiclete durante atividade física – essa prática é “moda de internet”, as pessoas dizem fazer isso porque melhoraria a concentração, mas essa prática não é indicada pelos dentistas nem pela nutricionista, pois, cientificamente, não traz ganho nenhum. Mascar chiclete pode estimular a produção de suco gástrico, e não havendo alimento para digestão, sobram efeitos deletérios.

Lembrando que a rotina de consulta com o dentista é tão importante quanto a rotina de consulta com a nutricionista para sua saúde.

Dicas para consumir alimentos ácidos sem prejudicar os dentes

Você sabia que hábitos como bochechar uma bebida ácida antes de engolir e consumir ácidos antes de dormir aceleram a degradação do dente?

Os ácidos presentes em comidas e bebidas, como sucos cítricos, refrigerantes, álcool e comida processada/refinada são um dos principais tipos de fontes responsáveis pela biocorrosão dos dentes, que é a perda da estrutura dental provocada por um processo químico de dissolução do esmalte por ácido, sem envolvimento de bactérias.

De acordo com Luis Calicchio, odontologista e sócio-diretor da Clínica Ateliê Oral, em São Paulo, a deficiência na produção de saliva, conhecida como xerostomia, é outro fator que predispõe pacientes à corrosão, pois ela tem um papel importante na proteção contra os agentes ácidos.

O especialista ainda alerta: “a biocorrosão, aliada à fricção e à tensão colocada na mordida, principalmente à noite durante o sono, período em que não existe um controle dos mecanismos conscientes, pode causar micro trincas na região cervical (próxima da gengiva e do esmalte dos dentes) e provocar, em pouco tempo, as chamadas lesões cervicais não cariosas (espécie de depressão no esmalte do dente) e a hipersensibilidade dentinária, que são, hoje, as doenças de maior incidência na boca do ser humano, chamadas de ‘mal do século’, com cerca de 80% da prevalência em pessoas jovens e de meia idade”, diz Calicchio.

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Para controlar a erosão, é indicado esperar 30 minutos para escovar os dentes depois de consumir ácidos, evitando, assim, a ação abrasiva das pastas dentais na superfície ainda amolecida do dente.

Outras recomendações para evitar a degradação são: evitar bochechar a bebida antes de engolir e também evitar consumir bebidas ácidas antes de dormir, quando os efeitos protetores da saliva estão reduzidos.

Para você não sofrer esse desgaste, o que pode ocorrer sem perceber, os especialistas do Ateliê Oral reuniram nove recomendações fáceis de adotar no dia a dia:

1. Evitar deixar bebidas ácidas por longo tempo na boca. Quando possível utilizar canudo.
2. Evitar escovar os dentes imediatamente após a ingestão de alimentos e bebidas ácidas e enxaguar a boca com água após a ingestão.
3. Encerrar as refeições com alimentos ricos em cálcio, como queijo, após a ingestão de alimentos ácidos.

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4. Evitar alimentos ácidos tarde da noite, período de diminuição do fluxo salivar.
5. Evitar jejum prolongado, a fim de manter o pH da saliva.
6. Beber água durante o dia para contribuir com a diluição de alimentos na boca.

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7. Evitar ingestão de frutas ácidas e fontes de fibras, barra de cereal, sem ingestão de água subsequente.
8. Evitar ingestão diária de gomas de mascar não cariogênica devido aos seus ingredientes ácidos.

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9. Ao comer frutas, escolha as menos ácidas e aquelas com textura mais macias.

Veja abaixo uma lista de alimentos e bebidas ácidas em ordem decrescente de acidez*

1- Refrigerante
2. Bebidas energéticas
3. Álcool
4. Açúcar
5. Bebidas gaseificadas
6. Comida processada/refinada

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7. Sucos Cítricos
8. Sorvete
9. Pipoca
10. Carne
11. Café
12. Queijo Amarelo
13. Chá

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Pixabay

14. Adoçantes artificiais
15. Massa
16. Pão
17. Suco de fruta pasteurizado
18. Ovos

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Foto: Tarasov/Pixabay

19. Peixe
20. Arroz
21. Leite de soja
22. Aveia

*Livro “Lesões cervicais não Cariosas e Hibersensibilidade dentária” – autor: Prof. Paulo Vinicius Soares e John Grippo (2017)

Fonte: Ateliê Oral

 

Consuma chocolate, sem esquecer de escovar os dentes depois

Se não é possível diminuir o consumo dessas delícias, pelo menos tente escovar os dentes ou fazer um bochecho sempre que colocar um pedacinho de chocolate na boca

Sabia que os flavonoides presentes no cacau são compostos fenólicos que funcionam no nosso corpo como antioxidantes? Eles neutralizam os radicais livres, famosos por apressar o envelhecimento e provocar câncer.

Segundo pesquisadores da Unicamp, quarenta gramas de chocolate convencional teriam mais compostos fenólicos que uma maçã ou uma taça de vinho tinto. Já pesquisadores espanhóis observaram recentemente que esses mesmos compostos fenólicos podem combater bactérias que provocam cáries e danos às gengivas. Os estudos foram publicados na revista americana Journal of Agricultural and Food Chems.

De acordo com Luis Calicchio, sócio-diretor da Made Me A, clínica de odontologia estética do Grupo Ateliê Oral, o ideal para os dentes é tentar controlar o consumo excessivo de chocolate nos dias que envolvem a Páscoa. Ou se não aguentar, o dentista faz uma recomendação.

“Escove os dentes com uma pasta dental com flúor entre 30 e 45 minutos depois, mas não se esqueça de passar o fio dental imediatamente ou, em último caso, pelo menos faça um bochecho com água após cada vez que comer chocolate para remover o excesso que fica parado nas superfícies dentárias entre os dentes”, diz.

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Calicchio completa dizendo que o açúcar do chocolate colabora para a sobrevivência das bactérias que vivem na boca. E elas produzem ácidos que são responsáveis pela formação do início da cárie. Portanto, cuidado.

Fonte: Made Me A

 

Mordida errada pode causar dores de cabeça e até disfunção na mandíbula

Cirurgia ortognática corrige os casos mais graves e o tratamento com fisioterapia auxilia na recuperação do paciente

A mordida errada é um dos problemas odontológicos mais frequentes e pode ser uma consequência de diversos fatores, como genéticos, endócrinos, ambientais ou consequência de maus hábitos (mastigar tampas de canetas ou roer unhas). O problema é estrutural e resulta nos desencontros dos arcos do maxilar no momento em que a boca se fecha.

Como consequência a mordida errada pode causar dificuldade na mastigação, na respiração, no desgaste dos dentes, dores de cabeça, gerar DTM (disfunções temporomandibulares) e desarmonia facial.

Segundo o serviço de Neurologia do Hospital das Clínicas da UFMG, cerca de 80% das pessoas com enxaqueca apresentavam algum tipo de DTM. A dificuldade em diagnosticar a disfunção ocorre porque o paciente procura tratamento para um único sintoma que o incomoda.

Algumas das principais mordidas erradas são: prognatismo (queixo se projeta para frente), retrognatismo (falta de desenvolvimento da mandíbula, aparência de “queixo pequeno”), mordida aberta (ausência de contato entre os dentes superiores e inferiores) e mordida assimétrica (algumas articulações ficam sobrecarregadas, trabalhando fora da sua posição adequada e confortável e isso ocasiona dor).

O tratamento para qualquer uma das mordidas erradas deve ser feito com um ortodontista. Porém se houver necessidade o paciente será encaminhado para um bucomaxilo e submetido à uma cirurgia ortognática para uma oclusão perfeita. Hoje no mercado o aparelho autoligado é o mais tecnológico e que prepara os pacientes para as cirurgias de correção.

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Apesar de pouco se falar sobre a fisioterapia, é esse tratamento o responsável por eliminar dores orofaciais, além de preparar o paciente para a cirurgia e garantir um pós cirúrgico de rápida recuperação. Fabiana Oliveira, fisioterapeuta especialista em disfunção temporomandibular e dor orofacial, explica como o tratamento pode ajudar: “A fisioterapia entra nestes casos para diminuir a inflamação e aliviar a tensão muscular. Os exercícios e recursos terapêuticos ajudam a relaxar a musculatura da face e melhoram os movimentos da mandíbula”.

Quando a pessoa tem que se submeter a cirurgia ortognática significa que irá fazer o procedimento para resultar em uma boa oclusão, colocar o maxilar no melhor encaixe e para promover estética facial, fazendo com que o rosto do paciente mude para melhor.

A cirurgia pode gerar várias sequelas como: edemas volumosos, paresias, parestesias, restrições severas ou moderadas do movimento bucal, alterações dos movimentos mandibulares e faciais, espasmos musculares, dores orofaciais e cefaleias. A fisioterapia, aliada ao tratamento desses casos, tem se mostrado fundamental.

“A fisioterapia realizada imediatamente pode melhorar o tempo de recuperação e agilizar o retorno do paciente a atividades cruciais como a mastigação e a deglutição em até 15 dias (sem esse tratamento é comum a pessoa recuperar a mastigação perfeita após dois meses). Por esse motivo desenvolvi o método New Smile, que possibilita eliminar ou reduzir a dor e os edemas, recuperar a amplitude do movimento, além de estimular e contribuir para o retorno da sensibilidade caso afetada”, explica Fabiana.

O New Smile acompanha os pacientes antes, durante e após a cirurgia, diminuindo o tempo de recuperação e aumentando a qualidade de vida de quem precisa passar pela cirurgia ortognática.

Após dois anos tentando corrigir a mordida com aparelho fixo, Silvana Aparecida dos Santos, de 50 anos, descobriu que o tratamento mais eficaz para o seu caso era se submeter a cirurgia ortognática. A mordida que não apresentava o encaixe perfeito dos arcos do maxilar, resultou também na dificuldade para dormir por conta da apneia. Silvana fez a cirurgia ortognática em janeiro de 2018 e, logo após o procedimento, começou o tratamento de fisioterapia com Fabiana.

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Depois da segunda seção já foi possível notar grande diferença na recuperação, com diminuição do inchaço e melhora da cicatrização. “O tratamento com a equipe de Fabiana foi muito importante, o laser cicatrizou os pontos e interrompeu os sangramentos, enquanto as massagens reduziram o inchaço e o choque teve efeito na recuperação da sensibilidade. Além da correção da maxila, o principal benefício que a cirurgia me proporcionou foi ter uma melhor respiração”, completa Silvana.

Fonte: Fabiana Oliveira, fisioterapeuta especialista em disfunção temporomandibular e dor orofacial

Alimentação adequada reflete na saúde da boca

Para quem está iniciando uma dieta, o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) traz recomendações com o intuito de manter a saúde bucal em dia

É no início do ano que muita gente resolve adotar hábitos mais saudáveis recorrendo às dietas. A mudança pode ser benéfica, mas se conduzida por um profissional da área. Do contrário, há riscos inclusive para a saúde bucal.

Quem adere a uma dieta da moda como a do jejum intermitente – no qual a pessoa fica horas sem se alimentar – está mais sujeito à diminuição do pH, importante para controlar a acidez da boca.

“Quando ficamos muito tempo sem comer ocorre uma queda acentuada no pH interferindo na acidez, e por consequência, na probabilidade do surgimento da cárie e erosão dental. Para amenizar o problema, a recomendação é beber bastante água”, explica a cirurgiã-dentista e conselheira do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), Sandra Kalil Bussadori.

Como a nutrição interfere em todo o funcionamento do corpo, qualquer alteração nos hábitos alimentares causa impactos. “Dietas muito restritivas, por exemplo, podem provocar diminuição ou ausência de alguns nutrientes e vitaminas essenciais para a manutenção da saúde bucal, favorecendo o aparecimento de infecções”, avisa a cirurgiã-dentista.

Outro cuidado necessário é com a ingestão exagerada de certos alimentos, mesmo sendo saudáveis. “As frutas ácidas, se consumidas em excesso, podem causar a erosão dental – que é o tipo de lesão em que ocorre perda de estrutura dental através de reação química”, conta a Sandra.

Para amenizar e até mesmo evitar o processo de erosão, a recomendação é tomar um copo de água ou realizar um bochecho com o líquido. Na sequência, recomenda-se fazer a higienização. “A indicação é esperar, pelo menos, uns 30 minutos para a escovação utilizando sempre uma escova de dente macia ou extramacia, fio e creme dental”, diz a cirurgiã-dentista.

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Dietas que podem trazer benefícios

Algumas dietas, por outro lado, podem ser bastante benéficas para a saúde bucal, com a inclusão de determinados grupos de alimentos. Entre eles, os que são ricos em fibras como os grãos, vegetais e algumas frutas. Os lácteos também são fontes importantes para manter a boca saudável.

“Os alimentos fibrosos evitam a formação de placa bacteriana e os lácteos contribuem para saúde por conta do cálcio e das proteínas. Tem ainda os que são ricos em vitamina C, excelentes antioxidantes para aumentar a imunidade, mantendo as gengivas saudáveis”, aponta a conselheira.

Vale ressaltar que além da dieta é necessário manter bons hábitos de higiene e a atenção deve ser redobrada com as crianças. “No caso delas, a higienização costuma ser menos eficiente e se elas têm uma dieta com muito açúcar podem ficar mais suscetíveis à cárie dental”.

Com a adoção de dietas saudáveis, higienização da forma correta e visitas regulares ao (a) cirurgião(ã)-dentista é possível manter a silhueta e a boca mais saudável.

Confira 10 alimentos que podem fazer bem para a saúde bucal

maçãs

· Maçã

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· Pera

morango do emiliano
· Morango

brocolis
· Brócolis

abobora
· Abóbora

GOIABA VERMELHA
· Goiaba

tomates
Foto: Max Straeten/Morguefile

· Tomate

espinafre
· Espinafre

raspberries framboesa iogurte vermelha
· Iogurte

kefir
· Kefir

Fonte: CROSP

SulAmérica oferece dicas para bem-estar e ressalta assistência especial para cães e gatos

Exercícios, alimentação adequada e consulta periódica ao veterinário contribuem para qualidade de vida dos pets; cobertura da SulAmérica complementa cuidados

Adotar hábitos de cuidados regulares com os pets é fundamental para garantir o seu bem-estar. SulAmérica, maior seguradora independente do país, dá dicas de atitudes simples que podem ser incorporadas ao cotidiano para que os animais domésticos tenham uma vida longa, saudável e equilibrada.

vacina gatos

Um dos primeiros cuidados com os cães e gatos é a correta vacinação do animal, que deve respeitar as suas características individuais, seguindo o calendário correspondente à idade. A vermifugação desde filhote é outra medida essencial para evitar que os pets tenham a saúde comprometida por parasitas, que podem causar queda de pelos, anemia e perda de peso.

cachorro brincando agility

Animais precisam se exercitar regularmente para a manutenção da saúde física e psicológica, evitando doenças como estresse e obesidade. No caso dos cães, passeios ao ar livre onde possa correr, socializar com outros cães, sentir cheiros e texturas diferentes são a melhor opção. Já no caso dos gatos, brincadeiras em casa com objetos indicados para esses animais, como bichinhos de feltro e arranhadores, são as ideais.

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Foto: Pethealthzone

A higiene adequada é outro cuidado que deve ser tomado para evitar diversas complicações na saúde animal. Cães devem tomar banho no máximo a cada quinze dias, intervalo que pode ser maior no caso dos gatos. Animais peludos devem ter a tosa realizada regularmente. Os produtos para limpeza devem ser específicos para pets, sem agentes agressivos que possam ocasionar alergia.

cachorrinho escova dente

O mesmo vale para a higiene bucal, que evita mau hálito e o aparecimento de lesões, e deve ser realizada com produtos adequados para pets. Além disso, é importante manter o ambiente onde o animal fica em boas condições de limpeza, utilizando produtos específicos que não contenham substâncias nocivas à saúde do pet.

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Ainda, programar os horários de alimentação dos pets cria uma rotina e exclui possíveis excessos. O veterinário irá indicar os alimentos, quantidades e horários ideais de alimentação para cada raça, tamanho e idade. A água deve ser disponibilizada e trocada ao longo de todo o dia para mantê-los hidratados e deve ser limpa e fresca, de preferência filtrada ou mineral.

Cat at veterinarian

A visita ao veterinário deve ocorrer com frequência, sendo, pelo menos, anual. Problemas específicos exigem o olhar atento de um profissional apto a orientar os tutores sobre os cuidados que devem ser tomados e o tratamento mais indicado.

Assistência para pets em casa

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Para que os tutores tenham mais comodidade e facilidade no cuidado com seus animais e para a execução das dicas apresentadas, a SulAmérica disponibiliza a Assistência Pet – voltada a cães e gatos que moram com o segurado, é uma das opções do Plano Superior de Assistência 24 horas, disponível no seguro SulAmérica Residencial. Esta assistência oferece uma série de serviços para complementar os cuidados com os animais domésticos ou para auxiliar em situações emergenciais.

Entre as opções estão o envio de ração, consulta veterinária, transporte veterinário emergencial, hospedagem de animais, aplicação de vacinas em domicílio e assistência funeral. Ao aderir, o cliente também poderá obter orientações por telefone, solucionar dúvidas em relação ao comportamento do animal e ser auxiliado em caso de pequenos acidentes domésticos com seu cão ou gato.

Além disso, o beneficiário também conta com um concierge que fornece informações sobre vacinas necessárias, pet shops, adestramento, laboratórios de análises clínicas, banho, tosa, e até onde encontrar reiki para pets.

Mercado em expansão

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem 132,4 milhões de animais de estimação no País – são mais de 52 milhões de cães e 22 milhões de felinos, considerando apenas os animais atendidos pelo serviço de Assistência Pet da SulAmérica.

O mercado pet cresceu 4,9% em 2017, na comparação com o ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). Conforme a entidade, o Brasil já é o terceiro maior mercado neste segmento, depois de ter faturado mais de US$ 5 bilhões em 2017. Cerca de 70% do faturamento deste mercado é referente a gastos com alimentação.

Fonte: SulAmérica