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Momil Alimentos lança nova receita de produtos em versão 100% natural e sem transgênicos

Indústria, que tem sede em Gaspar (SC) e é voltada à produção de polentas congeladas além de linha seca com farinhas de milho, renova receitas e investe em produtos de fórmula vegana. Estratégia comercial também inclui mudanças nas embalagens dos produtos

Promover mudanças em uma empresa alimentícia que tem 95 anos de trajetória não é das tarefas mais fáceis – mas quando o processo está bem alinhado e as questões de saúde do consumidor falam mais alto, as transformações acabam sendo um marco positivo e promovem um salto de qualidade em todos os sentidos. É esse caminho que vem trilhando a Momil Alimentos, indústria sediada em Gaspar (SC), especializada na produção de polentas congeladas e farinhas de milho.

Agora, as polentas congeladas e a linha seca de farinhas de milho Momil são 100% naturais, consideradas veganas. Não possuem conservantes, nem glúten, nem colesterol, além de não carregarem em sua composição matéria-prima transgênica. “Percebemos a necessidade de fazer essas alterações na fórmula dos nossos produtos para dar mais segurança à saúde do consumidor. Queremos levar à mesa do consumidor polentas e farinhas de milho com ainda mais qualidade, saborosos e que não lhe causem danos a longo prazo”, comenta Edemar Ênio Wieser, diretor da indústria.

O crescimento do mercado de produtos saudáveis no Brasil também foi determinante na decisão da indústria em produzir produtos livres de aditivos químicos. Uma pesquisa da Euromonitor International (empresa de pesquisa de mercado) aponta que, entre 2015 e 2020, o setor de alimentos e bebidas saudáveis cresceu 33% no país, que ocupa a sétima colocação do mercado mundial deste segmento. “O estudo também indica um crescimento de mais 27% deste mercado até 2025. Ou seja, é importante seguirmos essa tendência, até porque o consumidor percebeu o quanto a alimentação saudável pode estar aliada à praticidade, com ganhos para sua qualidade de vida”, destaca Edemar.

Mudança por dentro, mudanças por fora

Além da mudança na fórmula dos produtos, outra marca dessa nova fase da Momil são as embalagens. A linha seca de farinhas ganha um pacote que facilita a exposição dos produtos nos pontos de venda. “A proposta é que as embalagens fiquem nas gôndolas na posição vertical, de forma que a visualização das farinhas de milho fique mais ao alcance do consumidor”, explica o diretor da Momil. Outra mudança é o destaque para os selos das novas receitas.

“As informações da nova fórmula estão bem evidentes. O indicativo de produto 100% natural ficou realçado na embalagem, além dos ícones que informam a receita vegana, livre de conservantes e todos os demais atributos que fazem do nosso produto uma opção saudável para a mesa do brasileiro”, esclarece Edemar.

Informações: Momil Alimentos

Dieta sem glúten é realmente mais saudável? Emagrece?

Mestre em nutrição Susan Bowerman explica por que a alimentação glúten free nem sempre é eficaz para a perda de peso

Cada vez mais produtos sem glúten estão surgindo nas prateleiras. Para ser ter ideia, espera-se que, em 2027, o tamanho do mercado global dessa categoria chegue a US$ 43,65 bilhões, segundo o relatório da Grand View Research. Alimentos preparados sem glúten são perfeitos para quem sofre com intolerância ou sensibilidade a ele.

No entanto, muitas outras pessoas deixaram de consumi-lo acreditando ser uma ótima estratégia para perder peso. “Mas um alimento sem glúten não significa necessariamente que tenha menos calorias ou seja mais saudável”, coloca a mestre em Nutrição Susan Bowerman, diretora sênior global de Educação e Treinamento em Nutrição da Herbalife Nutrition.

O glúten é uma proteína encontrada no trigo, no centeio e na cevada. Quando consumido, é usado pelo organismo para construir e reparar o tecido muscular ou sintetizar outras proteínas do corpo, como hormônios e enzimas.

Na culinária, esse ingrediente fornece estrutura para produtos assados, mas também pode ser isolado para se tornar um substituto da carne vegetariana, conhecida como seitan ou “carne de trigo”. Como outras proteínas derivadas de cereais, o glúten fornece boa parte dos aminoácidos essenciais – aqueles que o corpo não é capaz de produzir, portanto devem ser consumidos pela alimentação.

Por esse motivo, as pessoas que consomem o seitan como substituto da carne são aconselhadas a incluir outras proteínas vegetais na dieta, como feijão e lentilha, para complementar com outros aminoácidos necessários.

Dieta sem glúten faz perder peso?

Muitas pessoas acham que não conseguem lidar bem com o glúten porque se sentem estufadas ou com gases quando comem grãos ou porque se percebem menos inchadas quando param de comer esses alimentos. Elas também afirmam muitas vezes que perdem peso quando os tiram da dieta.

Mas a questão é que, provavelmente, elas estariam cortando os fast food, alimentos processados e os substituindo por frutas e vegetais ricos em fibras, o que estaria promovendo uma melhor digestão e ajudando na perda de peso.

Como a principal fonte de glúten ainda é o trigo e qualquer coisa feita a partir dele, alguém que evita consumi-lo renuncia alimentos como pão, arroz, macarrão, bolos, tortas e biscoitos e passa a obter mais carboidratos de frutas e vegetais, que é uma estratégia para perder peso.

No entanto, um grande número de produtos glúten free, entre eles, brownies, granola, bolos, biscoitos e até pizza, usam farinha de arroz refinado, amido de milho e fécula de batata no lugar da tradicional farinha de trigo. É carboidrato no lugar de carboidrato. “Portanto, evitar o glúten não vai necessariamente ajudar a reduzir calorias, por isso é tão importante prestar atenção às informações nutricionais da embalagem. Aliás, algumas versões sem glúten ainda podem carregar mais gordura do que a versão regular e, consequentemente, prejudicar a perda de peso”, alerta Susan.

Daí a importância de não seguir uma dieta da moda sem fazer algumas pesquisas antes e também entender que a nutrição é complexa e deve ser específica para cada pessoa.

Fonte: Herbalife Nutrition

Ceia saudável: receitas sem glúten e sem lactose para as festas de fim de ano

Dicas levam ingredientes como as proteínas vegetais e a farinha de arroz, opções para quem tem uma dieta restritiva ou optou por excluir o glúten e a lactose da alimentação

As festas de fim de ano estão chegando e muitas pessoas buscam opções de pratos saudáveis também para este período. Pensando nos que seguem uma dieta livre de glúten e lactose, seja por opção ou por intolerância a esses elementos e seus derivados, a Josapar desenvolveu algumas receitas que levam, como substitutos, as proteínas vegetais e a farinha de arroz, ingredientes que ajudam a garantir que os pratos sejam mais leves, sem abrir mão do sabor no preparo das ceias tão esperadas como as de Natal e Ano Novo. Confira.

Salada de Maionese com Vegetais Sem Lactose

Ingredientes

Maionese:
3 ovos cozidos
½ xícara (chá) de Azeite Nova Oliva
1 colher (sopa) de SupraSoy Sem Lactose Original
2 colheres (sopa) de sumo de limão
1 pitada de sal

Salada:
2 batatas médias cozidas e cortadas em cubos
1 cenoura pequena cozida cortada em cubos
50 g de vagem cozida picada
Sal e pimenta a gosto
Salsa picada a gosto

Modo de Preparo
Maionese: em um liquidificador, bata os ovos, o azeite e o SupraSoy Sem Lactose Original. Continue batendo e acrescente o sumo de limão e o sal e misture até ficar homogêneo. Coloque em uma tigela pequena e leve à geladeira por 2 horas ou até engrossar e ficar mais firme.
Montagem: em uma saladeira, coloque os legumes cozidos, tempere com o sal, a pimenta e a salsa. Adicione a maionese, misture bem e sirva.
Dica: sirva com folhas verdes e torradas. A mesma maionese pode ser utilizada para o preparo de um salpicão.

Focaccia de Tomates e Manjericão Sem Glúten

Ingredientes
1 embalagem de Mistura Para Pão Caseiro Tio João
100 g de tomate cereja cortados ao meio
Sal grosso a gosto
¼ de xícara (chá) de Azeite Nova Oliva (60 ml)
Folhas de manjericão a gosto

Modo de Preparo
Prepare a massa de pão caseiro de acordo com as instruções da embalagem e deixe descansar por 15 minutos. Com as mãos, espalhe a massa em uma assadeira e deixe descansar por mais 15 minutos. Com os dedos, pressione alguns buracos na massa e coloque os tomates. Com ajuda de um moedor, coloque o sal grosso triturando-o diretamente em cima da massa. Em seguida regue com o azeite. Preaqueça o forno e asse a 180° C por 40 minutos ou até dourar. Finalize espalhando as folhas de manjericão.

Dica: você pode variar os sabores da focaccia preparando com cebolas ou com tomates e alecrim. Fica deliciosa!

Pão Recheado de Maçã, Canela e Nozes Sem Glúten

Ingredientes
1 embalagem de Mistura Para Pão Multigrãos Tio João Sem Glúten
1 colher (chá) de óleo vegetal para untar a forma (5ml)

Crumble:
½ xícara (chá) de aveia em flocos (40 g)
2 colheres (sopa) de Farinha de Arroz Tio João Sem Glúten (20 g)
2 colheres (sopa) de açúcar (30 g)
50 g de nozes picadas
50 g de manteiga
100 g de nozes picadas

Recheio:
4 maçãs médias vermelhas
Sumo de 1 limão
4 colheres (sopa) de açúcar demerara (60 g)

Modo de preparo
Pão: prepare a mistura de acordo com as instruções da embalagem.
Crumble: em uma tigela, coloque a aveia, a farinha de arroz, o açúcar, as nozes e a manteiga. Misture bem com as pontas dos dedos até formar uma farofa e reserve.
Recheio: Rale a maçã com casca com ajuda de um ralador grosso e em seguida misture o sumo de limão e o açúcar.

Montagem: unte uma fôrma de pão retangular com um pouco de óleo e adicione metade da mistura para pão. Adicione ¾ do recheio de maçã e cubra com o restante da massa. Leve ao forno preaquecido e asse a 240° C por 20 minutos. Retire a fôrma do forno e, por cima, espalhe o restante do recheio e o crumble reservados. Volte ao forno por mais 30 minutos até terminar de assar e dourar.

Dicas: substitua a maçã do recheio por banana e o limão por laranja para fazer um pão de banana e sirva com mel.

Pudim de Leite Sem Lactose

Ingredientes

Calda:
1 xícara (chá) de açúcar (160 g)
1 xícara (chá) de água (100 ml)

Pudim:
1 ½ xícara (chá) de SupraSoy Sem Lactose Original (234 g)
1 xícara (chá) de açúcar (160 g)
2 xícaras (chá) de água (400 ml)
6 ovos
1 colher (chá) de essência de baunilha

Modo de preparo
Calda: Em uma panela grande, derreta o açúcar, em fogo médio, mexendo até que dissolva completamente. Acrescente a água e deixe ferver até obter uma calda viscosa.
Pudim: leve ao liquidificador o SupraSoy Sem Lactose Original, o açúcar, a água e bata por alguns segundos. Acrescente os ovos, a essência de baunilha e bata novamente. Caramelize uma fôrma própria para pudim com parte da calda e reserve o restante. Coloque o pudim e cubra com papel alumínio. Leve ao forno preaquecido e cozinhe em banho-maria por cerca de 1 hora e 30 minutos. Deixe esfriar e leve à geladeira até atingir textura firme para desenformar. Sirva acompanhado do restante da calda.

Dica: Se preferir um pudim com coco, no momento do preparo adicione ½ xícara (chá) de coco ralado ao pudim.

Para conferir essas e outras receitas, clique aqui.

Restrição alimentar: como seguir uma dieta equilibrada sem perder nutrientes

A lista de tipos de dietas existentes é enorme. Muitos estão em busca de uma nova alimentação por estilo de vida, como é o caso do vegetarianismo ou veganismo, por exemplo, que vem ganhando adeptos nos últimos tempos. Também há dietas mais restritivas para tratar algumas doenças, como celíacos e os intolerantes à lactose. Em todas elas, é importante ficar atento aos cuidados para poder manter uma alimentação equilibrada e sem perder nutrientes.

Intolerância ao glúten e à lactose

Nos últimos anos foi possível notar um crescimento nos diagnósticos de alergia e intolerância ao glúten e a lactose. No dr. consulta, por exemplo, o número de pacientes com intolerância à lactose aumentou desde 2018. Considerando os dados cadastrados entre janeiro e agosto ano a ano, foram 490 diagnósticos em 2018, 512 em 2019, 524 em 2020, e 658 em 2021.

No caso da intolerância ou alergia à lactose, tem basicamente aqueles indivíduos que são desde o nascimento e aqueles que se tornam ao longo da vida, por problemas absortivos decorrentes de algumas condições patológicas ou alterações da microbiota ou, caso mais frequente, por um decréscimo na produção da lactase, a enzima que digere a lactose. Com isso, esse açúcar natural de alguns alimentos deixa de ser bem digerido e pode começar a provocar sintomas como dores abdominais, gases, diarreia.

O tratamento da intolerância à lactose consiste na exclusão da lactose da dieta ou sua significativa redução, dependendo do caso. Quando não bem planejada, pode acarretar deficiência de cálcio e vitamina D na dieta. Para obter o diagnóstico correto é indicado procurar um gastroenterologista que irá avaliar o caso e a conduta mais adequada.

No caso da intolerância ao glúten, a doença celíaca, é uma doença autoimune, que se desenvolve em indivíduos com predisposição, caracterizada pela permanente sensibilidade ao glúten, uma proteína do trigo e de outros cereais (centeio, malte, cevada, por exemplo). A ingestão pode resultar em sintomas gastrointestinais e em inflamação no intestino.

Foto: Shutterstock

Entre os nutrientes associados às deficiências em pacientes celíacos não tratados, destacam-se as vitaminas do complexo B, D, E e os minerais cálcio, zinco, ferro e magnésio. O único tratamento para os indivíduos é uma dieta rigorosa, isenta de glúten, que implica em abolir produtos como, por exemplo, macarrão, pães, bolos, bolachas, cervejas, entre outros. Apenas a eliminação do glúten da alimentação permite que o intestino se regenere por completo da lesão e o organismo se recupere. Contudo, se houver reintrodução do glúten, as inflamações regressam e os sintomas reaparecem.

Vegetarianismo e veganismo

De acordo com uma pesquisa do The Good Food Institute (GFI) Brasil realizada em parceria com o Ibope, 49% dos brasileiros teriam reduzido o consumo de carne, sendo que 39% declararam já consumir alternativas vegetais pelo menos três vezes por semana e 59%, ao menos uma vez por semana. No entanto, a ausência da proteína de origem animal na dieta pode trazer algumas consequências caso não tenha uma orientação adequada para alimentos que possam substituir possíveis carências

Segundo Mariana Maciel, nutricionista referência do dr. consulta, principalmente os mais jovens vêm adotando o vegetarianismo e o veganismo, mas nessa faixa etária é importante ter uma alimentação adequada, já que o corpo ainda está em fase de desenvolvimento.

“Uma pessoa que decide retirar a carne, ou mesmo qualquer tipo de alimento de origem animal, deve procurar uma orientação profissional adequada para evitar possíveis problemas desbalanceamentos da dieta que poderiam levar a deficiência de ferro, cálcio, gorduras do tipo ômega, proteína, além das vitaminas D e B12, que podem ocasionar anemia, queda de cabelo, fraqueza e até problemas de memória”, alerta Mariana.

Reposição de nutrientes

É possível encontrar nos alimentos de origem vegetal a maioria dos nutrientes. A proteína e o ferro, por exemplo, podem ser encontrados na quinoa, soja e seus derivados (tofu, leite de soja), as leguminosas (feijões, lentilha, grão-de-bico, ervilha), os cogumelos, a chia e a linhaça. Aliás, a chia e a linhaça também são algumas das melhores provedoras de ômega-3 entre os vegetais – só é importante que elas sejam batidas para que a liberação da gordura seja mais eficiente.

Embora o leite seja o mais conhecido como principal fonte de cálcio, vegetais também podem conter a vitamina: couve, rúcula, quiabo e brócolis. As bebidas vegetais fortificadas com cálcio também são boas escolhas. E para quem tem intolerância, já existe opções de leite especialmente desenvolvidos sem a lactose.

Já as dietas sem glúten podem implicar na redução do consumo de vitaminas do complexo B e podem ser deficientes em ferro, devido a maioria das farinhas de trigo serem enriquecidas com o mineral. É recomendado incluir hortaliças e alimentos ricos em fibras na alimentação. Quem tem intolerância deve estar sempre atento aos rótulos, os fabricantes precisam informar se há presença ou não de glúten

A maior parte de vitamina D necessária para o organismo é produzida por meio da exposição da pele aos raios de sol, por cerca de 15 minutos diariamente. Além disso, ela é encontrada na gema do ovo, leite enriquecido, nata, manteiga e peixes com alto teor de gordura, como salmão e sardinha. Já a vitamina B12 é majoritariamente encontrada em alimentos de origem animal, como carnes, leites e ovos. “Por isso, é importante buscar orientação profissional para que seja possível avaliar a melhor forma de obter esse nutriente”, pontua a nutricionista do dr. consulta.

Fonte: dr. consulta

Conheça os principais sintomas da doença celíaca e aprenda a driblar a má digestão

Nutricionista do Oba Hortifruti explica os principais sinais que o corpo apresenta devido ao problema

O glúten faz parte de um composto de proteínas que estão presentes, especialmente, em cereais como o trigo, centeio, malte e cevada. Ao consumi-lo, o organismo é capaz de digerir a substância de forma natural, entretanto, esse processo se torna mais complexo para quem sofre com a doença celíaca. A enfermidade, considerada autoimune, atinge cerca de duas milhões de pessoas apenas no Brasil, segundo a Federação Nacional das Associações de Celíacos (Fenacelbra).

Por essa razão, é importante estar atento aos sinais do próprio corpo. “É comum ocorrer, com mais frequência, problemas relacionados à diarreia, distensão abdominal, anemia, fadiga, dor abdominal e flatulências. O consumo de fontes com a proteína pode favorecer o desenvolvimento de manifestações clínicas, como alergias, irritação e inflamação intestinal, má absorção de nutrientes e até aumento na predisposição para doenças como câncer de intestino”, esclarece Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti.

O diagnóstico da doença deve ser feito por um médico especialista que, ao ouvir as queixas do paciente, irá solicitar exames capazes de indicar a irritação do organismo. Quando o problema é identificado, o paciente deve estar atento às mudanças que devem ser feitas na alimentação para minimizar o desconforto durante o dia a dia e, além disso, diminuir as chances de desenvolver o quadro.

Segundo a nutricionista, a dieta desses indivíduos deve ser rigorosamente restrita no consumo de glúten. Isso porque, mesmo quando consumido minimamente, os alimentos são capazes de desencadear os sintomas. Portanto, torna-se fundamental cortar as fontes de trigo, centeio, cevada e malte. Alimentos comumente processados também devem ser deixados de lado.

Além disso, outros tipos de cereais, como a aveia, precisam ser avaliados antes de ingeridos.
Os cuidados não param por aí: até com os pets é preciso ter mais atenção, visto que algumas rações podem ter o glúten presente. O animal, que tem o costume de lamber os donos, pode transferir a proteína para pessoas celíacas, aumentando os riscos dos sintomas surgirem novamente.

Mas não há motivo para desespero. A alimentação dos celíacos pode ser adaptada para melhorar a qualidade de vida de quem possui a doença. A nutricionista do Oba destaca que é fundamental manter uma alimentação saudável, com consumo adequado de proteínas, sendo eles carnes, ovos, queijos e iogurtes.

Os vegetais e as oleaginosas devem, igualmente, fazer parte do cardápio do dia a dia. Além disso, é interessante investir em alimentos frescos para garantir uma boa nutrição e favorecer o equilíbrio do sistema imunológico, assim como a saúde do intestino.

“Cuidar da flora intestinal também deve ser uma preocupação e isso é possível com o consumo de alimentos frescos, probióticos e baixa ingestão de alimentos ultraprocessados e açúcares. Para substituir o glúten é necessário evitar suas fontes e optar por produtos elaborados especialmente para dietas com restrição de glúten”, complementa a especialista em Nutrição.

Sabe-se que, cada vez mais, as marcas investem nessa área, com opções saborosas e nutritivas, em alternativa para quem não pode consumir a versão convencional dos alimentos. “Pães, bolachas, torradas, farinhas para bolos e tortas podem ser encontradas com facilidade atualmente e as farinhas alternativas, como a de arroz, de castanhas, de mandioca, ajudam na hora do preparo de receitas caseiras”, informa Renata.

Para facilitar a criação dos pratos dentro de casa, a nutricionista indica quatro receitas saborosas, diferentes e “gluten free” para serem apreciadas. Confira:

Pãozinho de Liquidificador

Ingredientes
2 ovos
3 colheres de sopa de azeite
½ xícara de chá de leite desnatado ou leite de vegetal
1 colher de café de sal
1 colher de sopa de pissiliun em pó
2 colheres de sopa de semente de gergelim branco
2 colheres de sopa de semente de linhaça dourada
½ xícara de farinha de arroz
¼ de xícara de polvilho doce
¼ de xícara de fécula de batata
1 colher de sopa de fermento em pó

Modo de preparo
Bata tudo no liquidificador, exceto a linhaça e o gergelim. Coloque em forma de bolo inglês untada ou de silicone. Finalize com as sementes e leve para assar até que o pão fique dourado.

Massa para torta

Ingredientes
3 ovos
250 ml de água
1/3 de xícara de chá de azeite
2 xícaras de chá de farinha de arroz
1 colher de sopa de amido de milho
1 colher de sopa de fermento em pó
1 colher de chá de sal

Preparo:
Bata tudo no liquidificador.
Sugestões de recheio: frango desfiado com legumes, atum com tomate, cogumelos com espinafre, palmito com orégano, legumes variados.

Tomates Recheados

Foto ilustrativa/Yummi Mummy Kitchen

Ingredientes
4 tomates médios, não muito maduros
4 colheres de sopa de quinoa em flocos
2 ovos
1 colher de sopa de bacon picadinho
2 colheres de sopa de cheiro verde picadinho
2 colheres de sopa de parmesão ralado

Modo de preparo:
Corte as tampas dos tomates e retire a polpa, abrindo espaço para o recheio. Em uma panela, frite o bacon na própria gordura. Quando o bacon estiver bem sequinho, desligue o fogo e acrescente os ovos, o cheiro verde e a quinoa em flocos. Faça um mexidinho, acrescentando também sal e pimenta a gosto. Recheie os tomates com o preparo da panela e finalize com o parmesão ralado. Leve ao forno por cerca de 15 minutos ou até que os tomates fiquem macios.

Almôndega sem Glúten

Ingredientes
500g de patinho moído
3 colheres de sopa de cheiro verde picado bem fininho
2 colheres de sopa de farinha de arroz
1 ovo
½ colher de café de noz-moscada ralada na hora

Modo de preparo
Sal e pimenta a gosto. Misture todos os ingredientes, formando uma massa homogênea. Faça bolinhas e leve para assar. Sirva com molho de tomate caseiro.

Fonte: Oba Hortifruti

Veganos: pasta de amendoim com chocolate branco é novidade em edição limitada

A Zenfoods, fabricante das geleias e pasta de amendoim saudáveis, e única no mercado de produtos feitos com proteínas vegana, lançou uma edição limitada da Amendozen com Chocolate Branco Vegano.

A empresa está apostando em inovação, fazendo várias parcerias e tendo em sua mira o crescente mercado de consumidores veganos e os que buscam uma alimentação equilibrada e saudável, segundo informa a empreendedora Maysa Archinto, sócia da Zenfoods.

Essa é a novidade: por ser a primeira pasta vegana, mesmo sendo zero açúcar, zero lactose, zero glúten, zero conservante em sua composição, ela é dez em doçura, como o brasileiro aprecia e gosta.

Se a pasta de amendoim era uma delícia, com essa mistura ficou extraordinariamente melhor, são pedaços e mais pedaços de chocolate branco.

Por ser uma edição limitada, o Amendozen com Chocolate Branco Vegano está disponível somente pelo site, em pote de 390g, hoje no valor de R$ 39,93.

Receita: aprenda a fazer pizza sem glúten em casa

Saborosa e leve, receita sem glúten é simples e prática

Brasileiro ama pizza, não é mesmo? Restrições alimentares e dietas não são mais um empecilho para quem gosta de comer uma boa e suculenta pizza. Não é difícil encontrar em uma pizzaria receitas diferenciadas para pessoas com restrições alimentares ou até os que querem se manter em forma.

O pizzaiolo João Bispo, da Todo Sabor Pizzaria é conhecido pelas receitas autorais e pelo carinho que dedica a cada uma. São mais de 90 sabores entre doces e salgadas, incluindo massas integrais, sem glúten e tradicionais, em pizzas, esfihas e até calzones.

Entre as novas criações está uma receita leve e saborosa, que pode surpreender os mais exigentes paladares. A pizza de chuchu sem glúten é prática e barata para fazer em casa. Por essa razão, Bispo decidiu compartilhar a receita para quem adora inovar na cozinha. Confira agora a receita:

Pizza de Chuchu Sem Glúten

Ingredientes

Massa sem glúten:
300g de farinha de trigo sem glúten;
150ml de água;
2 colheres de sopa de azeite;
1 colher de sopa de melado de cana;
10g fermento.

Recheio:
Chuchu;
alcaparra in natura;
cebola;
parmesão (pode ser substituído por um queijo sem lactose para intolerantes);
Sal e pimenta a gosto.

Modo de preparo:
Pique o chuchu e tempero com sal e pimento do reino e reserve. Em seguida pique a cebola. Coloque sobre o disco o chuchu cru temperado, cubra com a cebola roxa e alcaparras. Para finalizar salpique parmesão e leve ao forno a 180°C. Depois é só se deliciar.

Fonte: Todo Sabor

Receita de Muffin de Banana com Aveia Vegano

A receita é do chef Rodrigo Albano

Este Muffin de Banana com Aveia é inexplicável. Fácil de ser preparado, leva poucos ingredientes, é muito versátil e uma ótima opção para lanches, café da manhã ou doce saudável. É vegano e sem glúten. Um dos grandes protagonistas dessa receita é a bebida Caju+Para da A Tal da Castanha, elaborada apenas com apenas três ingredientes: água, amêndoa de castanha-de-caju orgânica e castanha-do-pará. A receita é uma sugestão do chef Rodrigo Albano.

Muffin de Banana com Aveia

Ingredientes:
• 1 banana grande (aproximadamente 110g), bem madura;
• ¼ de xícara de pasta de castanha ou amendoim;
• ½ colher (chá) de fermento químico em pó;
• ¼ de colher (chá) de sal;
• 1 xícara de Caju+Pará da A Tal da Castanha;
• 1 xícara de aveia em flocos grossos ou farinha;
• ⅓ de xícara de castanhas da A Tal da Castanha;
• 2 colheres (sopa) de açúcar de coco ou adoçante (opcional).

Modo de preparo:
Prequeça o forno a 180 ºC e unte 10 fôrmas de muffins. Reserve. Em um recipiente, amasse uma banana bem madura até virar um purê. Adicione, então, a pasta de castanhas, o fermento em pó, o sal e o leite vegetal da A Tal da Castanha e misture bem até que fique bem homogêneo. Em seguida, incorpore a aveia (ou farinha) em flocos grossos e as castanhas. Misture. Distribua a massa igualmente em 10 forminhas de muffins reservadas. Leve para assar por aproximadamente 20 minutos, ou até que os muffins fiquem firmes e dourados. Espere esfriar por alguns minutos antes de desenformar e servir.

Fonte: A Tal da Castanha

Bolo de Beterraba Zero Glúten e Zero Lactose para quem deseja inovar

Elaborado com Açúcar Mascavo Light Magro, o bolo é feito com Farinha de Arroz e fica pronto em 40 minutos

Vamos aproveitar o início do ano para ampliar nossas receitas e deixar as opções mais saudáveis? O Bolo de Beterraba Zero Glúten e Zero Lactose é uma sugestão que fica pronta em 40 minutos. Elaborada com Açúcar Mascavo Light Magro o bolo vai surpreender até mesmo os paladares mais exigentes. Acompanhe a receita:

Bolo de Beterraba Zero Glúten e Zero Lactose

Ingredientes
1 beterraba pequena descascada e picada (100g)
3 ovos (150g)
½ xícara (chá) de Açúcar Mascavo Light Magro com Stevia (50g)
1 xícara (chá) de farinha de arroz (120g)
½ xícara (chá) de óleo (100ml)
2 colheres (sopa) de óleo de coco (30g)
1 colher (sobremesa) de fermento químico em pó (8g)

Modo de preparo
Coloque no liquidificador a beterraba, os ovos, o óleo, o óleo de coco, o açúcar mascavo e bata por aproximadamente 2 minutos. Em seguida transfira para uma vasilha, adicione a farinha e mexa. Por último acrescente o fermento e misture delicadamente. Coloque em uma forma com furo no meio de 18cm de diâmetro, untada com óleo. Leve ao forno preaquecido a 180ºC por aproximadamente 40 minutos.

Rendimento: 10 porções 50g
Dificuldade: fácil
Tempo preparo: 1 hora
Calorias: 195 por porção de 50g.

Fonte: Magro

Danone Nutricia traz ao mercado brasileiro a maior marca plant-based do mundo

Vega Protein & Greens chega ao país visando atender a demanda cada vez maior por produtos 100% à base de proteínas vegetais

Estamos vivendo um movimento global de redução no consumo de proteína animal. Segundo dados do estudo “Veganos: um mercado de futuro no Brasil”, da Anufood Brasil, 63% dos brasileiros querem reduzir o consumo de carne. Diante disso, a Danone Nutricia, divisão de nutrição especializada da Danone, acaba de anunciar a chegada da maior marca plant-based do mundo: VEGA.

A preocupação com a saúde é um dos principais fatores que levam ao aumento da procura por itens plant-based. A minimização dos impactos ao meio ambiente é outro fator que leva ao aumento das dietas à base de proteínas vegetais, pois sua produção requer menos terra, água e energia em comparação à produção de proteínas animais.

Mais do que um shake proteico, Vega possui ingredientes reais a base de plantas e proteínas vegetais – o produto é composto por uma combinação de proteínas de ervilha e de arroz e vegetais como espinafre e couve em pó. Além disso, a linha não contém glúten, é sem adição de açúcar e feito com aromatizante natural. Ele é importado dos EUA, onde é produzido em uma fábrica certificada e dedicada a produtos veganos.

Os produtos da linha VEGA podem trazer benefícios para as atividades do dia a dia e, também, são cada vez mais utilizados para quem busca mais disposição e energia em suas atividades físicas. De acordo com dados do OliveTree Institute Report, 72% dos consumidores frequentes de produtos à base de plantas são ativos 4 ou mais vezes na semana. VEGA foi fundada por um ex-triatleta profissional que entende o poder dos nutrientes que vêm da terra para melhorar a motivação e inspiração diária.

Para Fernando Lopes, Diretor de Marketing da Danone Nutricia, a entrada no segmento de produtos veganos está alinhada com a tendência crescente de consumidores e, também, com o propósito da Danone Nutricia. “Com o lançamento de Vega, ofereceremos uma solução que, ao mesmo tempo, contribui para uma vida mais saudável e com o meio ambiente”, complementa.

A nova linha de suplementos Vega Protein & Greens pode ser usada para preparar shakes pré e pós treino, smoothies e, até mesmo, em receitas de panificação, como panquecas, waffles e biscoitos. Os produtos podem ser encontrados em farmácias, supermercados, e-commerces e lojas de produtos naturais em São Paulo e da região sul do país, nos sabores de chocolate e baunilha.

Informações: Danone Nutricia