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Confraria Gourmet é opção para casais que gostam de comida saudável

Para o próximo dia 12 de junho, a chef Jennifer Kreibich, que comanda as panelas do Confraria Gourmet no bairro da Bela Vista, preparou duas opções exclusivas para a data.

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Os pratos são totalmente saudáveis, com o equilíbrio certo entre os ingredientes. A primeira opção é o Peixe Namorado assado com ervas e especiarias com crosta de pão e raízes sobre purê de mandioquinha e limão siciliano grelhado.

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A outra opção é vegana: risoto cremoso com arroz cateto integral de abóbora cabotiá, especiarias e cogumelo recheado com molho branco, espinafre e ‘queijo mozarela’ vegan.

Cada prato tem o valor de R$ 34,00.A sobremesa Petit Gateau Vegano sem glúten de chocolate. R$ 34,00.

Confraria Gourmet: Rua Herculano de Freitas, 300 – Bela Vista. Horário de funcionamento: terça-feira a domingo, no almoço, das 11h30 às 15h. Jantar, das 19h às 22h

Sem glúten: aprenda a receita do Pão de Castanha-de-caju

Que tal surpreender com uma nova receita de pão para o café da manhã ou lanche da tarde? Sem glúten e sem adição de ingredientes de origem animal, a receita do Pão de Castanha-de-caju é a opção ideal para quem quer uma opção diferente no café da manhã ou lanche da tarde. Confira o passo a passo:

Pão de Castanha-de-caju

Ingredientes
400 gramas de farinha sem glúten – Multiuso Schär
100 gramas de farinha de castanha de caju
10 gramas de sal marinho
50 ml de azeite de oliva
300 ml de água morna
7 gramas de fermento biológico seco
50 gramas de castanha de caju

Modo de preparo
Misture a farinha de castanha, a farinha sem glúten, o sal e o azeite em uma tigela. Dissolva o fermento em água, adicione os outros ingredientes e amasse tudo junto durante 5 minutos. Finalmente, adicione as castanhas de caju quebradas.
Coloque em uma forma de pão de forma, cubra e deixe crescer em temperatura ambiente até dobrar de volume. Pincele com um ovo batido (opcional). Assar no centro de um forno pré-aquecido (180ºC) durante aproximadamente 45 minutos.

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Dica: para prevenir que a massa fique ressecada, coloque uma tigela com água no forno enquanto o pão assa.
Tempo de preparo: 1 hora
Tempo de descanso: 45 minutos
Temperatura: 180º C
Dificuldade: Média
Rendimento: 1 porção

Fonte: Schär

Que tal uma pizza deliciosa e sem glúten?

Que tal experimentar uma pizza diferente e que ainda é perfeita para quem não pode consumir glúten? A chef Ivy Oliveira, da Cozinha Experimental Camil preparou uma receita de minipizza com massa de grão de bico, ótima para um lanche ou pare um jantar informal.

Fácil de preparar, pode ser feita com o grão-de-bico da linha pronto Camil, que já vem cozido e não conta com adição de aditivos e conservantes. Confira abaixo e mãos na massa!

Minipizza com massa de grão-de-bico

Ingredientes
2 unidade de Grão-de-bico Pronto Camil
1 xícara (chá) de água
4 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (chá) de sal
15 gramas de fermento biológico fresco
3 xícaras (chá) de farinha de aveia
1/2 xícara (chá) de amido de milho
1 unidade de molho de tomate pronto
250 gramas de queijo muçarela ralado grosso
200 de presunto picado
Azeitona verde picada
Azeite de oliva para untar
Orégano seco para polvilhar

Modo de fazer
Bata no liquidificador o Grão de Bico Camil, a água, o azeite e o sal. Em uma tigela grande, adicione fermento, a farinha de aveia, o amido de milho e a mistura do liquidificador e amasse até soltar das mãos. Coloque a massa em uma superfície enfarinhada e sove até obter uma massa lisa e elástica. Cubra e deixe descansar por cerca de 30 minutos ou até dobrar de volume. Preaqueça o forno em temperatura média (180°C). Divida a massa em 10 porções e em uma superfície enfarinhada, abra cada porção no formato de um círculo com cerca de 15 cm de diâmetro. Distribua os discos em 2 assadeiras grandes untadas com azeite e preasse por cerca de 15 minutos ou até dourar o fundo ligeiramente. Espalhe o molho de tomate sobre os discos de massa, distribua a muçarela, o presunto, regue com azeite e polvilhe orégano e volte ao forno por mais 10 minutos ou até derreter o queijo. Sirva a seguir.

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Dica: você pode variar o recheio, substituindo o presunto por calabresa moída, frango desfiado, abobrinha etc…

Tempo de preparo: 1 hora e 15 minutos
Rendimento: 10 unidades

Fonte: Camil

Itzza abre segunda unidade na Vilaboim

Prestes a completar um ano, a Itzza – pizzaria conhecida pela variedade de massas de pizza e por uma proposta fast casual -, abriu seu segundo endereço na cidade de São Paulo em abril.

“A grande aceitação do público com o nosso produto e conceito possibilitou os planos de expansão antes do que projetávamos. O bairro de Higienópolis sempre esteve em nosso radar e faz todo sentido para nós, afinal, há universidades e muitos co-workings na região, além de um público residencial antenado com as tendências do mercado gastronômico”, diz Oscar Leite, um dos sócios do empreendimento, ao lado de Augusto Amaral, Fábio Seixas e René Gerin.

Com um terraço na calçada e mesas no espaço interno, o ambiente tem capacidade para 60 lugares. A expectativa é que passem pelo estabelecimento até 6 mil pessoas por mês. O novo endereço fica na charmosa praça Vilaboim, reduto gastronômico do bairro.

A casa oferece o mesmo cardápio da loja mãe (Itaim Bibi), porém com sabor um sabor exclusivo: Venice, preparada com queijo gruyere, corações de alcachofra, tomate cereja e grana padano (R$ 50). A consultoria do cardápio tem execução da chef Nadia Campeotto, referência em gastronomia funcional, que ajudou também na abertura da primeira unidade da marca.

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O menu enxuto é estratégico e reflete o diferencial da casa: atingir um público diversificado, desde amantes de uma boa pizza tradicional até como veganos, celíacos e intolerantes a lactose. Além da massa tradicional de farinha branca, que leva fermentação natural de 36 horas, são oferecidas quatro alternativas de criação própria: massas à base de batata doce e de mandioca, ambas sem glúten; além de couve-flor e brócolis, que possuem baixo teor de carboidratos e também não contém glúten. Complementa a proposta da casa a opção de substituir o queijo da pizza por uma versão vegana ou sem lactose, ao gosto do freguês.

O preço fixo de R$ 35 a pizza, permite que o cliente faça a combinação de coberturas e de bases, feitas 100% com produtos frescos, selecionados e preparados diariamente. Além delas, a casa ainda oferece entradas, saladas e sobremesas.

A fim de demonstrar um verdadeiro compromisso com a sustentabilidade, a marca adotou, desde a sua criação, medidas amigáveis ao meio ambiente: aboliu o uso de canudos de plástico e faz uso de embalagens descartáveis feitas de bagaço de cana e papel. Os resíduos plásticos, como recipientes de água, são direcionados para reciclagem, assim como papéis e latinhas.

O projeto de arquitetura é assinado pelo escritório Korman e segue o estilo despojado e casual da unidade número um, com cimento queimado, tubulação aparente, madeira de demolição, tijolos descascados e plantas.

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Itzza: Praça Vilaboim, nº 31 – Higienópolis – São Paulo – Horário de funcionamento: terça a sexta, das 12h às 15h e das 18h30 às 23h; quinta e sexta, até 24h. Sábado das 13h às 16h e das 18h30 às 24h. Domingo das 17h às 23h30.

Diarreia crônica pode ter várias causas, saiba identificar

Muito comuns e sem cura, as doenças podem atingir qualquer faixa etária e ainda causam prejuízos na qualidade de vida

A diarreia crônica é caracterizada pela redução na consistência das fezes, que podem ser amolecidas a líquidas, associada a um aumento do número de evacuações por mais de quatro semanas. Além do desconforto físico, também compromete a qualidade de vida, já que se torna um incômodo no dia a dia.

Segundo Matheus Freitas Cardoso de Azevedo, gastroenterologista da Rede de Hospitais São Camilo, de São Paulo, a diarreia crônica apresenta várias causas, como a síndrome do intestino irritável, intolerância à lactose, doença celíaca e diverticulite. “Elas podem acontecer em qualquer idade, sendo que algumas são mais comuns em fases específicas. A doença celíaca e síndrome do intestino irritável com adultos jovens, e a diverticulite, costuma atingir pessoas com mais de 50 anos”, explica.

O diagnóstico para a causa da diarreia crônica deve ser realizado pela consulta detalhada, analisando a rotina e histórico, além de exames complementares para direcionar o tratamento específico. Saiba mais sobre cada uma:

1) Intolerância à lactose

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O que é: a incapacidade de digestão da lactose – açúcar encontrado principalmente no leite e produtos lácteos – causada pela ausência da enzima responsável por esta função. Atinge cerca de 70% da população mundial.

Sintomas: dor e/ou distensão abdominal, diarreia, gases e náuseas. Em muitos casos pode ocorrer somente desconforto, sem diarreia.

Tratamento: dieta sem produtos com lactose na composição e suplementação da enzima lactase, encontrada em forma de pastilhas, em pó, comprimidos ou cápsulas, que deve ser adicionada aos produtos lácteos ou ingerida via oral antes da ingestão, possibilitando a digestão. “É importante colocar na dieta outros alimentos ricos em cálcio para suprir as necessidades do organismo”, ressalta Azevedo.

2) Intolerância ao glúten

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O glúten é um complexo proteico presente no trigo, centeio e cevada comum em alimentos como pães, massas e bolos. As principais doenças relacionadas à ingestão de glúten são doença celíaca e hipersensibilidade ao glúten:

O que é doença celíaca: doença autoimune que afeta o intestino delgado, desencadeada após a ingestão de alimentos que contêm glúten, dificultando a absorção de nutrientes, vitaminas, sais minerais e água.

Sintomas: dor abdominal, diarreia, gases, fraqueza, perda de peso, diminuição do apetite, lesões de pele, anemia, deficiência de ferro e atraso de crescimento em crianças.

Tratamento: dieta sem glúten por toda a vida. “É o único tratamento efetivo, pelo risco de complicações como anemia, déficit de crescimento, osteoporose e até câncer do intestino delgado”, explica o médico.

O que é hipersensibilidade ao glúten: reação intestinal logo após a ingestão de alimentos com glúten e que some com a retirada do alimento.

Sintomas: dor abdominal, diarreia, gases e náuseas.

O especialista reforça que não é possível diferenciar as doenças pelos sintomas, pois são muito parecidos. “Portanto, a triagem para a doença celíaca deve ocorrer antes de uma dieta sem glúten ser implementada, uma vez que a pessoa inicia uma dieta livre de glúten, o teste para doença celíaca não é mais confiável. Além disso, embora sejam tratadas com alimentação sem glúten, a distinção é muito importante pelo risco de complicações da doença celíaca a médio e longo prazo, principalmente naqueles que não aderem a dieta corretamente”, diz.

3) Síndrome do Intestino Irritável

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O que é: doença que causa desordem intestinal, mais comum dos 15 aos 45 anos, principalmente em mulheres. De acordo com o gastroenterologista, pode ser gerada por vários fatores, muitas vezes associada a problemas psicológicos como ansiedade, depressão, fibromialgia, enxaqueca e distúrbios do sono. “A doença é mais comum que se imagina, atingindo aproximadamente 20% da população mundial”, reforça o gastroenterologista.

Sintomas: dor abdominal, alteração do hábito intestinal com episódios de diarreia ou constipação, gases, sensação de urgência intestinal principalmente após as refeições.

Tratamento: medicamentos antiespasmódicos para controle da dor abdominal, laxativos para constipação, e medicamentos obstipantes, para controle da diarreia. Os antidepressivos também podem ser utilizados, pois apresentam ação no controle da dor abdominal e ajudam no hábito intestinal, além de tratar possíveis doenças psicológicas. “Nos últimos anos, dietas com baixo poder de fermentação têm sido estudadas como um tratamento eficaz. Além disso, também o acompanhamento em conjunto com nutricionista e/ou psicólogo e psiquiatra”, conta o médico.

4) Diverticulite

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O que é: inflamação dos divertículos, que são pequenas saculações ou “sacos” na parede do intestino grosso. É causada pela obstrução do divertículo por fezes ou restos de alimentos não digeridos e dieta pobre em fibras (legumes, verduras e frutas), que leva ao aumento da movimentação do intestino para eliminar o bolo fecal – histórico de prisão de ventre.

Sintomas: geralmente sem sintomas, mas em alguns casos, pode acontecer forte dor abdominal e diarreia. Segundo Alexander de Sá Rolim, cirurgião do aparelho digestivo e proctologista especialista em doença inflamatória intestinal da Rede de Hospitais São Camilo, de São Paulo, a diverticulite pode ser leve ou grave com necessidade de internação e cirurgia. “Normalmente, a entrada no pronto-socorro é com queixa de dor abdominal, e muitas vezes, já necessita de internação”, explica.

Tratamento: inclusão de fibras e água na dieta, e em casos mais graves, internação para controle da infecção abdominal e até cirurgia.

Fonte: Rede de Hospitais São Camilo

Conheça todos os tipos de chocolate e escolha o melhor para você

O período de Páscoa costuma servir de pretexto para que a gente coma mais chocolate do que o normal, sem aquele incômodo do sentimento de culpa. Para você não se deparar com resultados desagradáveis depois do feriado, a nutricionista Paula Castilho, dá dicas e alerta sobre o consumo deste saboroso alimento.

De acordo com ela, o chocolate é considerado saudável e nutritivo, mas deve-se ter cuidado com a quantidade. Pesquisas mostram que para se obter os benefícios nutricionistas, a quantidade ingerida não deve ultrapassar de 38 gramas por dia.

Na hora da compra, Paula recomenda optar pelos que têm maior teor de cacau e, consequentemente, menos açúcar. As opções com menor quantidade de gordura saturada e trans também devem ser priorizadas.

O chocolate mais escuro contém mais cacau e menos açúcar do que o ao leite. Há pesquisas que indicam que o leite e o alto teor de açúcar, normalmente adicionados aos chocolates mais claros, reduzem a capacidade do organismo de absorver antioxidantes. Dentre os tipos de chocolate que existem no mercado, deve-se dar preferência ao chocolate amargo, pois traz benefícios à saúde, desde que consumido com moderação. Isto porque ele é feito com o cacau puro e sem adição de gorduras do leite, contém alto teor de flavonoides, antioxidantes que combatem os radicais livres.

Para quem tem Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV), uma doença atinge cerca de uma a cada 20 crianças no Brasil, algumas marcas já produzem ovos de Páscoa isentos de proteínas e traços do leite. Porém, a alfarroba pode ser uma ótima alternativa ao chocolate. Os produtos feitos com ela são nutritivos, com sabor de chocolate, mas isentos de lactose, glúten e açúcar, podendo ser consumidos por quem tem alergia ao leite.

O ideal é consumir 30 gramas por dia. Essa quantia é equivalente a dois bombons ou um tablete pequeno. No caso do chocolate amargo (70% cacau), que é rico em substâncias que atuam prevenindo ou controlando a hipertensão, a indicação é ingerir de 3 a 4 quadradinhos diários do chocolate, pois ele é muito calórico e pode causar ganho de peso. Além disso, a ingestão em excesso pode provocar irritações no estômago e na mucosa intestinal.

Em contrapartida, o cacau possui uma substância denominada feniletilamina que ajuda a melhorar o humor. Uma dica é ingeri-lo no período da tarde que é quando o cortisol, o hormônio do estresse, está mais elevado.

Confira os benefícios de cada tipo de chocolate:

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Ao leite – possui menos gordura hidrogenada na sua composição e, portanto, é menos calórico (com exceção daqueles que contêm nozes, cremes, frutas cristalizadas, entre outros). Inclui cacau sólido, manteiga de cacau, mais de 12% de leite e açúcar. Um dos mais doces que existem, portanto representa um incremento bem grande de calorias na dieta, provenientes principalmente do açúcar, mas também da gordura do leite, da manteiga de cacau e de outras gorduras adicionadas. Aumenta as chances de engordar, se consumido em grande quantidade, ainda mais se sua dieta já for rica em outros carboidratos.

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Pixabay

Branco – produzido a partir da manteiga de cacau, é o que possui menor quantidade de propriedades benéficas à saúde. Além disso, são ricos em gorduras saturadas, que colaboram para a elevação do peso. Seus componentes principais são: leite, manteiga de cacau e açúcar. E, muitas vezes, a manteiga de cacau é quase totalmente substituída por gordura vegetal hidrogenada (a de pior qualidade biológica). Sendo assim, não traz benefícios relevantes para a saúde e deve ser consumido com bastante moderação.

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Amargo – fabricado com grãos torrados de cacau, ele contém pouco açúcar e não tem acréscimo de leite na composição. É considerado um dos mais benéficos à saúde, já que é rico em flavonoides, substâncias que agem melhorando a circulação.

 

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Foto: Her.ie

Meio amargo – possui composição bem diversificada, conforme a marca do chocolate, mas é comum conter bastante açúcar, a exemplo do chocolate ao leite, e gordura. No entanto, é uma opção muito boa para aqueles que não apreciam o sabor forte do extra-amargo e do amargo.

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Extra-amargo 90% cacau – contendo também a manteiga de cacau. Existem opções sem ou com pouquíssimo açúcar. O cacau possui propriedades que beneficiam as funções cardíacas, equilibram o colesterol bom e ruim e aliviam o estresse. Contém teobromina que melhora o humor e funciona de forma semelhante à cafeína (é devido a esta substância que o chocolate é tão viciante), e também apresenta antioxidantes, que previnem doenças e o envelhecimento precoce, além de fibras. É por este motivo que quanto mais cacau, maiores serão os benefícios do chocolate. Já as opções com percentual menor de cacau, em geral, contêm grandes quantidades de açúcar e gordura, o que diminui sua qualidade e traz inclusive efeitos contrários aos do cacau. Portanto, consuma todas as modalidades com moderação.

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Diet – é aquele que não contém algum nutriente. Usualmente, os chocolates diets são assim chamados por não possuírem o açúcar, mas cuidado. Muitas vezes, eles têm uma quantidade elevada de gordura. Outro fator a ser considerado, se você não é diabético, é que cada vez que sua boca sente o sabor doce, o corpo inteiro se prepara para receber o açúcar, só que neste caso o açúcar não vai chegar, então a vontade de comer o chocolate pode só aumentar. É isto o que acontece com os chocolates que contêm adoçantes. Porém, se ele não tiver adoçante e nem mesmo açúcar, e ainda for amargo, pode ser considerado.

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Light – aquele que contém algum nutriente em menor quantidade. Sua composição pode variar muito, por isso, fique atento ao rótulo, e veja qual nutriente ele tem menos, e se possui algum em altas quantidades, em comparação à um chocolate normal.

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Sem glúten – o chocolate puro é naturalmente sem glúten, já que esta proteína está presente em alguns cereais (centeio, cevada, triticale, trigo etc). O que ocorre com os chocolates é que muitas vezes eles sofrem contaminação cruzada, por passarem pelos mesmos recipientes e equipamentos nos quais alimentos que contêm glúten são processados. Sendo assim, é ideal para quem necessita de uma alimentação livre de glúten, esta modalidade de chocolate apresenta uma garantia maior da sua ausência, já que se pressupõe ter passado por cuidados especiais que evitassem a contaminação.

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Sem lactose – a lactose é um carboidrato presente no leite, com perfil inflamatório e bastante alergênico. Portanto, os chocolates “lactose free” são feitos para pessoas  intolerantes à lactose, que seguem uma dieta sem lactose por outros motivos de saúde ou até estéticos, para veganos, ou que seguem alguma tradição alimentar. Em geral, o leite é substituído pelo leite de soja, ou algum outro isento de lactose. Neste tipo de chocolate, a contaminação cruzada com alimentos que contenham leite, também deve ser uma preocupação.

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De soja – são fabricados com leite de soja, usualmente não contendo lactose. Os chocolates de soja com qualidade, que mantêm condições de processamento e temperatura adequadas, possuem as isoflavonas e fitoestrógenos intactos para benefício da saúde (efeito estrogênico). Cuidado: alérgicos à soja devem evitar, assim como homens e crianças, já que há estudos científicos que declaram a soja como um agente que desequilibra a função hormonal deles.

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Chocolate Proteico (com Whey Protein) – este tipo de chocolate sacia muito o apetite, em comparação aos tradicionais, e ainda incrementa o aporte proteico do dia. Isto se deve ao Whey Protein que é adicionado, também ajuda a tonificar a musculatura. Mas, cuidado: muitas vezes eles têm uma quantidade grande de gorduras, o que acaba anulando seus efeitos positivos. Por isto, fique atento sempre ao rótulo dos chocolates.

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Alfarroba – não é chocolate, apesar de seu gosto e aparência serem iguais. É utilizado como substituto do cacau. Os produtos feitos com alfarroba normalmente não possuem glúten, lactose e cafeína, e são ricos em vitaminas e minerais.

Se você exagerar na Páscoa, Paula recomenda que, na semana seguinte, coma alimentos mais leves, como frutas ricas em fibras, e beba bastante água para hidratar o corpo. Além disso, deve-se dar preferência a refeições com carne branca, legumes e saladas.

Outras dicas são fazer atividades físicas, acompanhadas de um profissional de saúde especializado e, se a “culpa” for muito grande, procurar um nutricionista para saber se não é o caso de fazer uma dieta de desintoxicação.

Fonte: Paula Castilho- Nutricionista

Ovos de Páscoa saudáveis na Bio Mundo

Ovos de alfarrobas, sem glúten, sem lactose, são opções para manter a saúde sem perder todo o sabor da data

A Páscoa é uma data conhecida por tirar muita gente da dieta. E com os deliciosos ovos de chocolate em evidência, fica realmente difícil pensar em manter o foco, não é mesmo? Porém, há uma boa notícia: é possível, sim, aproveitar toda a doçura da época e ainda manter uma alimentação regrada e saudável. Hoje existem uma grande opção de alimentos naturais, sem adição de açúcar, sem lactose, sem glúten, que são nutritivas e que não abrem mão do sabor.

A Bio Mundo, rede de franquia que busca gerar saúde e bem-estar por meio de produtos saudáveis, preparou para essa Páscoa algumas opções de ovos de chocolate para aproveitar a data e manter a saúde.

Confira os produtos disponíveis na Bio Mundo, com certificado vegano e aprovação Kosher Parve:

Ovo de Chocolate Branco com Nibs de Cacau Giunti 180g – a partir de R$ 51,99 nas lojas Bio Mundo*

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Para os amantes de chocolate branco que não querem fugir da dieta nessa Páscoa, a opção é aproveitar todo o sabor do Ovo de Chocolate Branco com Nibs de Cacau. Os nibs são pequenos pedaços de amêndoa de cacau torrados e triturados. O doce não tem adição de açúcar, além de ser sem glúten e sem lactose, ótima escolha para quem tem algum tipo de restrição alimentar.

Ingredientes: manteiga de cacau, amido resistente, bebida de arroz em pó, amêndoas de cacau e proteína de fava.

Ovo de Chocolate de Cacau + Alfarroba Giunti 180g – a partir de R$ 47,99 nas lojas Bio Mundo*

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Os ovos de alfarroba são ótimos para quem busca uma opção mais saudável e nutritiva nesta Páscoa. O fruto é conhecido por ser antioxidante e ajudar no combate de doenças crônico-degenerativas, além do benefício de não possuir agente alergênico ou estimulantes, como cafeína. O cacau e a alfarroba combinados trazem um sabor único para essa data especial.

Ingredientes: manteiga de cacau, liquor de cacau, alfarroba em pó, bebida de arroz em pó, goma acácia e proteína de fava.

*Os valores podem variar de acordo com a região.

Informações: Bio Mundo

Conheça a versão de Colomba Pascal sem glúten e sem lactose

Nutfree Alimentos Saudáveis, ganhadora do Shark Thank Brasil em 2018, prevê a produção de 10.000 Colombas Pascais para atender páscoa de pessoas com restrições alimentares

Segundo a lenda, a colomba pascal foi criada no século VI por um padeiro italiano do vilarejo de Pavia para ser oferecido ao rei Alboino de Lombardia em sinal de paz. O rei dos lombardos, como era conhecido Alboino, estava raivoso por causa da resistência militar do pequeno vilarejo localizado no norte da Itália. Após receber o presente, o rei optou por encerrar a guerra.

Era véspera do feriado da Páscoa, do ano de 572. Assim, o doce em formato de pomba selou a paz entre as duas cidades e recebeu o nome de Colomba Pascal. Sucesso na Itália desde então, o doce começou a ser produzido comercialmente pelo padeiro italiano Angelo Motta, a partir da década de 1970.

Assim como panetone, como mostrado acima, a colomba pascal também é uma tradição alimentar festiva ligada aos imigrantes italianos. Porém, até bem pouco tempo atrás, pessoas com restrições alimentares como doença celíaca, intolerância à lactose e veganos não encontravam no mercado uma versão comercial sem glúten e sem lactose do pão doce celebrizado no Brasil desde a década de 1970.

Atenta a essa demanda, a Nutfree Alimentos Saudáveis, estima produzir 10.000 Colombas Pascais em 2019. A empresa paranaense de alimentos saudáveis, que conquistou um episódio do Shark Thank Brasil em 2018, oferece duas versões da Colomba Pascal, uma delas possui frutas cristalizadas e damascos e, além de não ter glúten, lactose e gordura trans no preparo, é vegana, e a outra é de chocolate produzida com cacau 100%, sem glúten, gordura trans e com baixo teor de sódio.

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“O que mais nos motiva a produzir os itens sazonais como colombas pascais e panetones é podermos dar oportunidade às pessoas com restrições alimentares de confraternizarem com seus amigos e familiares durante as datas festivas. Já recebemos vários depoimentos emocionantes de mães que conseguiram pela primeira vez servir uma ccolomba pascal para o filho que é intolerante ao glúten”, conta Débora Trinkaus, sócia da Nutfree.

Assim como os demais itens produzidos pela empresa, as colombas pascais estão disponíveis em supermercados e empórios de alimentos naturais nos estados São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Distrito Federal. A relação completa de pontos de venda dos produtos da Nutfree pode ser acessada no site, clicando aqui. Os demais estados são atendidos por meio da loja virtual da empresa.

 

 

Verde Campo apresenta novo sabor de Natural Whey

Linha de iogurtes proteicos é sem lactose, zero açúcar e livre de conservantes, aromas e corantes artificiais

A Verde Campo apresenta, durante a Arnold Sports Festival (12 a 14 de abril), em São Paulo, o novo integrante da família Natural Whey, composta por iogurtes e shakes enriquecidos com proteína do soro do leite, whey protein. A linha ganha a versão com concentração de 21g de proteína no sabor Morango.

Seguindo o compromisso da empresa de oferecer apenas produtos 100% naturais, o lançamento é livre de conservantes, aromas e corantes artificiais. Em embalagem com 250g, fácil de levar para qualquer lugar, o produto não contém lactose e é zero açúcar, sendo adoçado naturalmente com stévia, assim como toda a linha. O novo iogurte é preparado com leite desnatado e fresco, produzido por fazendas certificadas em boas práticas produtivas e bem-estar animal.

A linha Natural Whey ajuda a aumentar a ingestão de cálcio e proteína de forma prática e saborosa. Os produtos são ideais para consumo em todas as idades, no café da manhã, intervalo das refeições e no pré ou pós-treino. A versão com 21g de proteína assegura saciedade por ainda mais tempo e contribui para o desenvolvimento de massa muscular magra.

A linha conta ainda conta com mais dois sabores de Natural Whey com 21g de proteína (Doce de Leite e Pasta de Amendoim), quatro sabores de Natural Whey com 14g de proteína (Morango, Cookies & Cream, Baunilha e Banana) e dois sabores da versão com embalagem de 500g.

A Verde Campo assumiu o compromisso de eliminar ingredientes artificiais de todo o seu portfólio e não apenas de uma linha. Para isso, descobriu novos ingredientes, alterou suas receitas, investiu na modernização da fábrica, certificou pecuaristas para melhorarem o leite e envolveu fornecedores de polpa de fruta, fermentos, e outros insumos para garantir que nada na elaboração dos produtos tenha origem artificial.

“Esse lançamento vai ao encontro de duas grandes tendências de mercado. A primeira é a demanda dos consumidores por produtos naturais. E a segunda tendência são os alimentos enriquecidos de proteína. Lançada em 2016, o Natural Whey foi pioneiro no mercado de lácteos com whey protein. Desde então, tivemos muito sucesso nas vendas e por isso, seu portfólio não para de crescer” – explica Arlindo Curzi, diretor de inovação da Verde Campo.

Ficha técnica do produto

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Natural Whey 21g – sabor morango

Ingredientes: leite desnatado pasteurizado, concentrado proteico de soro de leite, concentrado de beterraba, fermento lácteo, enzima lactase, estabilizante pectina, aroma natural, edulcorante glicosídeos de esteviol (stevia).

Alérgicos: contém leite. não contém lactose, não contém glúten.

Tabela Nutricional

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Informações: Verde Campo

 

Aprenda a fazer massa de pizza vegana e sem glúten

A chef Gabi Mahamud, professora dos cursos de gastronomia do Centro Europeu, preparou uma receita de pizza especial, vegana e sem glúten. Segue e anexo o material completo para sua análise.

Massa de Pizza Vegana e Sem Glúten pela Chef Gabi Mahamud

PIZZA VEGANA E SEM GLÚTEN 2

Ingredientes
· 3/4 xícara de farinha de farinha de arroz
· 1/2 xícara de farinha de grão-de-bico
· 1/3 xícara de farinha de linhaça
· 1/2 xícara de fécula de batata
· 1 colher de sopa de açúcar mascavo
· 1 colher de sopa de fermento biológico seco
· 3/4 xícara de água morna
· 1 colher de sopa de azeite
· Sal a gosto

Modo de preparo:
Em um recipiente, misture todas as farinhas, o fermento e o açúcar. Misture bem. Adicione a água e até que a massa fique homogênea. Se precisar, coloque um pouco mais de água. A massa precisa ficar um pouco grudenta. Acrescente o azeite e o sal e incorpore. Tampe a massa com um pano de prato e deixe descansar até crescer e ficar com o dobro do volume. Vai levar entre 15 e 20 minutos. Modele a pizza em uma forma untada com óleo (aconselho untar a mão com óleo também) e asse em forno preaquecido a 180° por aproximadamente 15 minutos. Retire do forno, coloque sua cobertura preferida e volte ao forno por mais uns 10 minutos.

PIZZA VEGANA E SEM GLÚTEN 1

Sugestões de coberturas:
· Cogumelos salteados no azeite, shoyu e salsinha
· Tomates confitados
· Sementinhas e manjericão salpicados por cima

Sobre a chef

Gabi_Mahamud_
aos 28 anos, a chef Gabi Mahamud é um dos grandes nomes nacionais quando o assunto é alimentação alternativa. Autora do livro Flor de Sal, a profissional assumiu o amor pelas panelas após lutar contra a depressão e perceber que deveria trabalhar com algo em que realmente acreditasse, que contribuísse para melhorar o mundo.

No final de 2016, a chef ganhou destaque em todo Brasil ao fundar o GoodTruck, projeto que leva comida de qualidade a quem não tem o que comer, recolhendo e preparando alimentos que iriam para o lixo em restaurantes e supermercados. Gabi, que atualmente atua como professora do Centro Europeu, uma das principais escolas de gastronomia do mundo, foca o seu trabalho em ensinar a reduzir o desperdício de alimentos por meio de mudanças de hábitos e da conscientização dos consumidores.

Fonte: Centro Europeu