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É neste sábado a 31ª edição do McDia Feliz

Restaurantes McDonald’s terão programação especial durante todo o dia 24 de agosto

O momento de mobilização para a arrecadação de recursos em prol saúde e educação infantojuvenil acontece neste sábado, 24. Os restaurantes da marca darão largada para a solidariedade, destinando as vendas dos sanduíches Big Mac aos projetos sociais apoiados pelo Instituto Ronald McDonald e Instituto Ayrton Senna.

Restaurantes participantes da campanha de todo o país contarão com ações de entretenimento. Em São Paulo, a unidade da Avenida Henrique Schaumann, terá um espaço divertido para as famílias registrarem momentos de alegria e apoio à ação, atividades de lazer e música.

Além disso, a abertura oficial do evento contará com a participação de Paulo Camargo, presidente do McDonald’s Brasil, Bianca Provedel, Coordenadora de Mobilização Social do Instituto Ronald McDonald, Thiago Fernandes, Diretor de Negócios do Instituto Ayrton Senna e Sergio Petrilli, Superintendente Médico e um dos Fundadores do Graacc.

Influenciadores e o embaixador da campanha, Felipe Andreoli, também são esperados no evento, que tem a missão de distribuir milhares de sorrisos para crianças e adolescentes que sonham com educação de qualidade e tratamento humanizado contra o câncer.

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Programação McDia Feliz
Av. Henrique Schaumann, 80/124 – Pinheiros.
11h – 12h – Cerimônia de abertura com os representantes dos Institutos apoiados e do McDonald’s e presença do apresentador Felipe Andreoli
Durante todo o dia – atividades de lazer e apresentações de música e dança

Hoje é o último dia do Festival Churros do Bem em Santana

Evento gastronômico em prol de ONGs da região

A Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), em Santana, recebe até hoje (18), o Festival Churros do Bem, evento que destinará parte da venda para auxiliar no desenvolvimento de projetos sociais de ONGs da região Norte e Leste de São Paulo.

Para ajudar as ONGs, na compra de um churros o público poderá votar em qual área deseja auxiliar: educação, saúde, inclusão social e zeladoria. “Nosso objetivo é mais do que vender um churros, é contribuir com um ideal e despertar o espírito de solidariedade ao próximo”, diz Nícolas Dias, organizador do festival.

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Serão mais de 50 opções de sabores. Tem o tradicional doce de leite, chocolate, oreon, prestigio, beijinho, o excêntrico ChuVette, que é junção de uma deliciosa casquinha de churros com sorvete.

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Além das versões salgadas com patês variados (atum, frango, peito de peru, kani, calabresa, azeitonas, queijos, e com opção de coberturas de cheddar ou polvilhados de bacon) enfim tem para todo o gosto e vai deixar os fãs de churros com água na boca.

A criançada ganhou um espaço exclusivo com brinquedos infláveis, tobogã, pula-pula, kid play, além de personagens infantis e pintura facial que animarão a garotada. Ao longo do dia haverá sorteios de churros para os pequenos.

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E para os adultos, shows com apresentações de musicas de Pop, MPB, Rock e Pop Rock, além de food trucks com outras opções gastronômicas e cervejas artesanais.

O Festival Churros do Bem se estende durante o mês em outras regiões da cidade e com objetivos diferentes, mas sempre buscando fazer a diferença. Nos dias 23, 24 e 25 será realizado no Mandaqui (rua Rubens Fiorani) e o objetivo é revitalizar a praça. No final do mês, o evento será no Horto, de 30 de agosto a 1º de setembro, na rua Sargento João Joaquim Dias.

A história do Churros

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Acredita-se que a criação é espanhola, mas sua origem é incerta. Tradicionalmente é consumido no café da manhã em muitos países, junto de xícaras quentes de chocolate ou café com leite e sem recheio.

O churros só chegou ao Brasil em 1900 e ganhou popularidade em São Paulo a partir de 1974, com a chegada de um estabelecimento de origem espanhola. De início, ele era comercializado em pedaços, e como sugestão de clientes, passaram a recheá-lo com doce de leite. A aceitação foi grande e os churros ganharam novos recheios e formatos.

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Festival Churros do Bem, em Santana.
Dias: 16, 17 e 18 de agosto (sexta-feira, sábado e domingo) .
Horário: das 12h às 22h
Local: Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), Santana – São Paulo
Endereço: Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, 25-63 – Santana
Entrada Gratuita

Bazar Graacc aceita doações de produtos em bom estado

O espaço funciona na Vila Clementino, em São Paulo, e toda a renda com as vendas é revertida para o tratamento de crianças e adolescentes com câncer

O Graacc, hospital referência em oncologia pediátrica, promove constantemente diversas ações para mobilizar a sociedade e garantir todas as chances de cura para os seus pacientes. É por meio de doações que o Graacc consegue oferecer atendimento médico especializado e de excelência a crianças e adolescentes com câncer. O Bazar Graacc é uma dessas ações, uma vez que toda a renda obtida com as vendas dos itens no local é revertida para o Hospital, que atendeu mais de 4,2 mil pacientes em 2018.

Para funcionar, o Bazar Graacc precisa de doações de produtos, em bom estado, como roupas, acessórios, calçados, objetos decorativos, brinquedos, material escolar e qualquer outro tipo de utensílio. Os itens podem ser entregues na Rua Borges Lagoa, 565, Vila Clementino, São Paulo — SP, de segunda a sexta, das 8h30 às 16h30, e aos sábados, das 9h às 16h.

Empresas, condomínios e escolas também podem contribuir. O Graacc disponibiliza caixas de coleta para a realização de campanhas de arrecadação de produtos entre os alunos, professores, vizinhos e funcionários.

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Doações de produtos
Funcionamento: de segunda a sexta, das 8h30 às 16h30, e sábados, das 9h às 16h
Endereço: Rua Borges Lagoa, 565, Vila Clementino, São Paulo — SP

Solicitação de caixas de coleta: Telefone: (11) 5904-6579

Bazar Graacc
Funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 17h
Endereço: Rua Pedro de Toledo, 598. Ao lado do Hospital do Graacc

Informações: Graacc

Bacio di Latte faz parceria em prol da AACD com venda especial de gelato

As vendas, abertas para todos, serão realizadas exclusivamente ao lado da unidade Ibirapuera

Contribuir, colaborar faz parte do DNA da marca Bacio di Latte. Por isso, pela primeira vez, ela se alia à AACD para uma ação muito especial: até dia 4 de outubro, portanto durante dois meses, Bacio di Latte colocará um quiosque dentro da entidade, no Ibirapuera, e toda a renda será revertida para a instituição.

A AACD não tem fins lucrativos, por isso depende de doações e do engajamento da sociedade para continuar oferecendo os tratamentos sem custos a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Somente em 2018, foram realizados cerca de 800 mil atendimentos.

As vendas vão ocorrer de segunda a sexta, das 11 às 17 horas. E, detalhe, os valores cobrados correspondem à metade dos preços praticados em suas lojas. A ideia é que, dessa forma, os funcionários e as pessoas que se beneficiam da AACD possam saborear mais facilmente os gelatos da Bacio. E que se venda o máximo possível.

“Essa parceria de marketing de causa é um exemplo de como é possível pensar modelos de negócio criativos que envolvam marcas e ao mesmo tempo engajem o consumidor final. E o melhor é saber que milhares de pacientes da AACD serão beneficiados por essa ação”, explica Adriana Magalhães, gerente de Relações Institucionais da AACD.

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Segundo o diretor de Marketing da Bacio di Latte, Fabio Martins Medeiros, “é um privilégio ter a oportunidade de colaborar com a AACD, uma das mais importantes instituições do país. A parceria está muito ligada ao propósito da Bacio di Latte como empresa, que é fazer negócios de uma forma justa, retribuindo para a cidade e consumidores o que recebeu de forma tão carinhosa”.

AACD – Av. Professor Ascendino Reis, 724 – Ibirapuera, São Paulo – SP

Bazar da Troc permite ajudar causas sociais e moda sustentável

Começa hoje (16) e vai até dia 21 a Semana Bazar em Sale na Troc, maior brechó online do Brasil. Os bazares de famosas em prol de causas sociais estarão com ofertas especiais com mais de mil e quinhentas peças com descontos de 50% e opções nas categorias fast fashion, premium e luxo. O lucro total das vendas será revertido às instituições de caridade e, ao comprar na Troc, o cliente ainda estimula o consumo sustentável da moda. Esta é uma oportunidade de fazer o bem duas vezes.

Entre os bazares está o da musa Sabrina Sato. A renda da venda das peças será revertida para o seu próprio instituto e para ajudar o @guerreirinhonicholas. O menino de 2 anos nasceu com anomalia anorretal e duplicidade de vários órgãos, usou bolsa de colostomia e vai passar por sua quinta cirurgia.

Outro bazar em destaque é do Instituto Luisa Mell, fundado em fevereiro de 2015, que atua principalmente no resgate de animais feridos ou em situação de risco, recuperação e adoção. A ativista mantém um abrigo com cerca de 300 animais, entre cães e gatos, todos resgatados das ruas. Comprando as peças do Bazar da Luisa você possibilita que mais animais tenham uma vida feliz.

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A Fundação Amor Horizontal é uma iniciativa da Carol Celico que está há quase 5 anos ajudando crianças e adolescente em situação vulnerável em todo o país. A fundação trabalha com uma plataforma de e-donation (doações via web) para conectar diversas instituições. Hoje, a Amor Horizontal já ajudou milhares de crianças e com Bazar da Troc vai ajudar ainda mais. A ação conta com um time de mães influenciadoras que se propuseram a doar e ajudar com suas peças.

São elas: Mica Rocha, Lu Tranchesi, Dani Mattar e, é claro, da fundadora de todo o projeto, Carol Celico. Toda a renda arrecadada será revertida em doações para projetos e instituições que ajudam no desenvolvimento de crianças e adolescentes e no apoio a famílias que precisam de auxílio para a melhor criação dos seus filhos.

Para quem quer aproveitar as promoções e ainda ajudar os animais uma outra opção é comprar no Bazar dos Amigos de São Francisco, ONG destinada ao cuidados com os animais de qualquer raça e espécie e que acredita que uma sociedade só estará em equilíbrio quando souber tratar com dignidade seus animais.

Hoje, a Troc realiza por volta de 2 mil pedidos por mês e tem mais de 4 mil “lojinhas” ativas no site, páginas onde qualquer pessoa pode se tornar um vendedor. Já passaram pela plataforma nomes como Anitta, Bella Falconi, Flávia Pavanelli, Carol Celico, Dupla Carioca, Gabi Pugliesi e Ticiane Pinheiro. Segundo o CEO, Marcelo Iwakura, o objetivo é tornar a TROC o maior solucionador da moda consciente para o Brasil e para a América Latina.

Para quem quer vender, e mora em Curitiba ou São Paulo, a Troc retira as peças no local indicado, sem nenhum custo. Já para as outras regiões do país, é possível enviar por correio, também gratuitamente. As peças passam por uma curadoria e, se aprovadas, são incluídas na plataforma. “Um dos critérios para avaliação é analisar se você daria de presente para sua melhor amiga. Porque se tem algum defeito, um fio puxado, bolinha ou zíper emperrado, você não aceitaria como um presente para alguém especial”, explica Luanna Toniolo, fundadora da Troc, sobre o processo de seleção dos produtos.

Após aprovação final do valor sugerido pelas especialistas da startup, as peças ficam disponíveis para venda. Quando os itens não passam pela seleção – e os motivos vão desde mau estado, até mofo – , o cliente tem duas opções: pagar pelo frete de devolução ou autorizar a doação. Cerca de 12% das peças recebidas são destinadas para instituições de caridade.

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Luanna é advogada e apaixonada pelo universo da moda. A ideia de iniciar esse negócio veio após realizar uma especialização em Marketing em Harvard. “Mais do que permitir que todas as usuárias tenham acesso aos produtos que sempre sonharam, a startup tem como objetivo educar as brasileiras para que cada vez mais apostem na economia circular. A nossa alta taxa de recorrência mostra que estamos no caminho certo. Quem conhece a Troc começa a confiar na roupa de segunda mão, entende que essa é uma alternativa e que a roupa usada não é mais um tabu”, finaliza.

Informações: Bazar da Troc

Pesquisa mostra perfil do doador e potencial de doação do segmento maturidade

A pesquisa quantitativa online “Doador brasileiro: potencial de doação no segmento maturidade”, conduzida pela Noz Pesquisa e Inteligência – em parceria com a Trackmob e Pitanga.Mob -, traz um panorama inédito do doador no país e destaca o potencial de doação representado pelos brasileiros com mais de 50 anos. A pesquisa – apresentada, hoje, no Festival da Associação Brasileira dos Captadores de Recursos – contou com 1.212 entrevistas feitas em São Paulo (capital, interior, região metropolitana e litoral); e nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

Entre os brasileiros, 29% realizam doações mensais; na faixa etária acima de 50 anos, 26% costumam doar, em média, mais de R$ 100 mensais; entre os mais jovens, o índice é de 17%. Doadores há mais de três anos, para 50% desses cidadãos maduros as ações individuais somadas podem mudar o mundo; 81% dos entrevistados acreditam que é muito importante a transparência na prestação de contas para as organizações sem fins lucrativos e institutos; e 74% destacam o comprometimento de proteger informações financeiras e pessoais dos doadores contra violações de dados. Quando o tema abarca as principais causas, as primeiras posições são ocupadas pelas temáticas crianças e jovens (44%); animais domésticos (32%); causas humanitárias (27%); fome e sem teto (26%) e saúde (23%).

Essas são algumas das conclusões do mapeamento inédito Doador brasileiro: o potencial de doação no segmento maturidade, conduzida pela Noz Pesquisa e Inteligência em parceria com a Trackmob e Pitanga.Mob. Os dados foram apresentados no Festival de Captação da ABCR (Associação Brasileira de Captadores de Recursos), no dia 11 de junho.

Conduzida entre 17 de março e 25 de maio de 2019, a pesquisa Doador brasileiro: potencial de doação no segmento maturidade conta com 1.212 entrevistas – sendo 789 de pessoas com mais de 50 anos (65%); 5% dos entrevistados têm mais de 70 anos; 15% entre 60 e 69 anos; 45% entre 50 e 59 anos; 10% têm menos de 30 anos; 13% entre 30 e 39 anos; e 12% entre 40 e 49 anos. A pesquisa contou com 72% moradores da cidade de São Paulo; 9% na região metropolitana; 8% no interior e litoral; e 12% em cidades das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

No perfil da amostra, 82% são mulheres; 53% são casados/união estável; 24% solteiros; 16% divorciados; e 7% viúvos. A análise da situação profissional mostra que 28% têm vínculo empregatício; 22% são consultores, autônomos ou freelancer; e 18% são empreendedores. Sobre a escolaridade, 43% têm ensino fundamental, médio ou superior incompleto; 37% ensino superior; 16% possuem pós-graduação; 5% mestrado e/ou doutorado. Na análise da renda, 28% têm renda até R$ 2.500; 27% estão na faixa entre R$ 2.501 e R$ 5 mil; 14% entre R$ 5.001 e R$ 7.500; 8% mais de R$ 12.501; 7% entre R$ 7.501 e R$ 10 mil; e 12% não possuem renda própria. A pesquisa quantitativa online contou com questionário de autopreenchimento voluntário, sem incentivo.

O recorte do mapeamento será um dos destaques do Festival ABCR. Com o temaO futuro da captação de recursos no Brasil do futuro, o evento acontece de 9 a 11 de junho, no Centro de Convenções Frei Caneca. No painel que trará a pesquisa, o recorte que foca no doador prateado contará com a presença de Juliana Vanin, fundadora da Noz e coordenadora da pesquisa; Marcelo Jambeiro, desenvolvedor de projetos de captação de alto impacto para doadores, captadores e recebedores (Trackmob); Flávia Lang, fundadora da Pitanga.Mob (empresa especializada em engajamento e mobilização de indivíduos); e Amanda Fazano, responsável pelo programa de Retenção, Relacionamento e Desenvolvimento de Doadores da ACNUR (agência da ONU para Refugiados).

Principais conclusões da pesquisa

Cenário: com os avanços na expectativa de vida e queda na taxa de fecundidade, as faixas etárias de brasileiros com mais de 50 anos são as que mais crescem. Em 2019, o país conta com 24,21% de brasileiros sêniores; em 2030 o índice será de 31,18%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um quarto da população com mais de 60 anos está conectada à internet; metade da força de trabalho terá mais de 50 anos em 2040, segundo o IPEA. Diante desse significativo percentual da população que é prateada, a pesquisa buscou entender quais as oportunidades de ampliar as doações entre os 50+.

patas e maos

Causas abraçadas pelos 50+: entre os entrevistados com mais de 50 anos, 44% afirmam que a principal causa defendida envolve crianças e jovens; seguida de 32% de animais domésticos (gatos e cachorros); 25% causas humanitárias; 26% fome e sem teto; 23% saúde; 19% educação; 18% conservação e proteção ambiental; 14% desenvolvimento comunitário; 11% paz e não violência; 11% arte e cultura; 9% direitos humanos (mulheres, LGBT, equidade racial); e 5% investem em iniciativas de pesquisa e política pública.

Segundo Juliana Vanin, coordenadora da pesquisa, interessante notar que a causa “crianças e jovens” ocupa o primeiro lugar no ranking entre os maduros e os com menos de 50 anos – assim como a causa de animais domésticos. Em contrapartida, a temática de direitos humanos ocupa 11ª posição entre os prateados e é sétima no ranking entre os mais jovens.

É interessante notar que os entrevistados com menos de 50 anos disseram se interessar mais por causas de direitos humanos do que os acima de 50 anos que vivenciaram em sua grande maioria processos como o de redemocratização do país e luta por direitos, comenta Marcelo Jambeiro, executivo da Trackmob. “O interesse das pessoas com menos de 50 a causas ligadas aos direitos humanos me parece reflexo dos tempos atuais, porém, me intriga o apoio menor entre os acima de 50”, salienta.

celular redes sociais

Formas de apoio: a percepção de apoio efetivo às causas é feito por 68% dos entrevistados via doação de objetos, roupas e alimentos; 45% doam dinheiro; 41% realizam trabalhos voluntários; 38% participam de bazares ou compras produtos de organizações; 32% participam de rifas/bingos; 10% criam projetos; e 7% nunca ajudaram ou não lembram a forma de apoio. Quando perguntados sobre como divulgam as causas, 76% dos 50+ declaram que conversam com amigos, familiares ou pessoas próximas; 75% compartilhando informações nos grupos de WhatsApp; 74% no Facebook; 36% por e-mail; 31% por Instagram; e 16% em outras redes sociais. Apesar dos 45% citarem doação financeira como forma de apoio às causas, quando questionados se já realizaram doação financeira, 67% entre os entrevistados com menos de 50 anos afirmam que sim; entre os maduros o índice sobre para 74%.

mulher computador lendo

Informações sobre as causas: a indicação de amigos ou conhecidos é para 53% dos maduros a principal forma de tomar conhecimento sobre a causa; 43% apontam as redes sociais; 28% contatos telefônicos; 23% pela tevê; 14% em anúncios de jornais; 14% em WhatsApp; 13% em sites; e 13% são abordados nas ruas. Na análise da coordenadora da pesquisa, esse é um ponto relevante. “Entre os entrevistados com menos de 50 anos, a abordagem nas ruas é efetiva para 23% contra 13% dos maduros. Isso pode indicar que faltam captadores prateados para conversar com esse potencial doador de igual para igual”, analisa Flavia Lang, fundadora da Pitanga.Mob. A mala direta, instrumento tradicional, foi apontado por 8% dos entrevistados com menos de 50 anos e 11% dos 50+. Na última posição, o rádio com, respectivamente, 6% e 5%.

Segundo Flavia, a pesquisa mostra que 31% dos entrevistados com mais de 50 anos doam mensalmente e, mais da metade, também conduzem doações adicionais. Entre os entrevistados, 28% atualmente fazem doações pontuais, mas já fizeram mensais. “As organizações buscam aumentar a base de doadores recorrentes, pois isso garante a sustentabilidade e a previsibilidade da entrada do recurso. Temos um grande potencial de crescimento e, aliando à comunicação com uma boa jornada do doador, as organizações podem potencializar os recursos dos doadores atuais e dos novos”, afirma.

Frequência das doações: a pesquisa mostra que entre os com mais de 50 anos, 12% fazem doações mensais; 19% fazem mensais e pontuais; 28% já fizeram doações mensais e hoje somente pontuais; 29% nunca fizeram doações mensais; 12% não fazem nenhum tipo de doação financeira há mais de três anos. Entre os com menos de 50 anos, os índices são, respectivamente, 8%, 19%, 17%, 47% e 10%.

Motivos para não doar dinheiro: entre os 50+, os principais motivos apontados são a preferência em doar alimentos (34%); a falta de condições financeiras (28%); a preferência por realizar trabalhos voluntários (14%); o fato de não confiar em organizações que pedem doação em dinheiro (10%); não cultivar o hábito (4%); ter uma experiência negativa (3%); ninguém nunca pediu (2%); é complicado fazer doação em dinheiro ou não sei como fazer (1%); resolver problemas sociais é coisa do governo (1%); e nenhuma causa me sensibilizou (1%).

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Principal motivo para doar dinheiro: entre os doadores pontuais e mensais encontram-se diferenças nos principais motivos apontados para doar. Um trabalho tangível e clareza na utilização do dinheiro é para 27% dos doadores mensais o principal motivo; entre os doadores pontuais, o índice é de 20%. Estar alinhado ao propósito pessoal é o motivo para 19% dos doadores mensais e 23% dos pontuais; a boa reputação da organização é motivo para 18% dos doares mensais e 14% dos pontuais. Entre os demais motivos, destaque para “quero que todas as pessoas tenham os mesmos direitos que eu” – 14% pontuais e 18% mensais –; porque alguém pediu e me motivou a saber mais sobre a organização/causa (8% pontuais e 4% mensais); e os dados alarmantes me chamaram a atenção (6% pontuais e 4% mensais). O fato de uma pessoa da família ou conhecido ter precisado de ajuda semelhante à atuação da organização foi apontado por 6% dos doares pontuais e 4% dos mensais. A facilidade em realizar a doação financeira é apontada por 2% de ambos. Entre os 50+ o principal motivo, 21% dos entrevistados, é o trabalho tangível e clareza da utilização do dinheiro. Além disso, destaque para a “boa reputação da organização” como drive de doação para 17% dos entrevistados 50+ contra 12% dos mais jovens.

“Entre os doadores, os itens considerados mais importantes para uma organização sem fins lucrativos, ONG ou instituição de caridade são a transparência na prestação de contas (81%) e proteger informações financeiras e doadores contra violações de dados (74%)”, avalia Juliana.

Valor médio doado & modalidade: entre as modalidades preferidas pelos doadores pontuais, 52% dos maduros optam por dinheiro; 32% por boleto bancário; 25% transferência bancária, TED ou DOC; 12% cartão de crédito; 11% débito em conta. Entre os doadores mensais, 78% realizaram doações nos últimos 12 meses; o valor médio pontual foi de R$ 475 no período. “A pesquisa aponta que o potencial de doação dos prateados não está condicionada diretamente à renda, mas ao engajamento e aderência às causas”, avalia a coordenadora da pesquisa.

Sobre a Noz Pesquisa e Inteligência

Ateliê de pesquisa e inteligência de negócios, o trabalho desenvolvido pela Noz é baseado em ouvir, observar e integrar para entender desejos e comportamentos humanos que se tornam insumos para a construção de novas ideias. Por meio de metodologias de inteligência de mercado e pesquisas, atua em todo ciclo de negócio de empresas. A empresa foi fundada por Juliana Vanin, Especialista em estratégia empresarial, pesquisa, análise de mercado e concorrência. Há mais de 14 anos atua na área de Inteligência de Negócios, Planejamento Estratégico e Financeiro. A executiva é Economista formada pela Universidade de São Paulo (USP); pós-graduada em Finanças pelo Insper; moderadora de discussões em grupo certificada pela ABEP.

Sobre a Pitanga.Mob

Especializada em captação de recursos de indivíduos – visa o crescimento das organizações com custos por doador mais acessíveis. A empresa acredita no poder das pessoas para mudar o mundo, ou seja, trabalha para engajar e mobilizar pessoas a contribuírem com as causas que mais se importam e, com isso, fazerem a diferença. Fundada em 2018 por Flavia Lang Revkolevsky, profissional com mais de 20 anos de experiência na área de mobilização de recursos e engajamento, a Pitanga.Mob está antenada com o mundo de hoje, oferecendo soluções e programas baseados nas melhores opções de crescimento e a melhor otimização do seu investimento – ou seja, maior impacto possível com a verba disponível e pagamento atrelado a resultados.

Sobre a Trackmob

Ecossistema financeiro para impactar e conectar pessoas que queiram um mundo melhor, a Trackmob oferece soluções de ponta a ponta para todo o processo de doação – do momento em que o doador conhece a causa até a organização aplicar o dinheiro em uma ação social. Por meio de um conjunto de soluções de SaaS (Software as a Service), BI (Business Intelligence) e serviços financeiros, cria uma experiência de doação incrível, que estimula as pessoas a doarem mais, com mais frequência e por mais tempo. Já foram processados mais de R$ 100 milhões em doações de pessoas físicas destinados a diferentes tipos de causas, ONGs e projetos sócio ambientais. Dessa quantia, R$ 40 milhões foram processados somente em 2018. Isto representa mais de 400 mil doadores individuais cadastrados em nossa base e mais de 500 mil doações individuais realizadas.

Campanha do Agasalho 2019, confira alguns lugares que aceitam doações

Instituto CCR faz Campanha do Agasalho nas unidades do Grupo CCR

A arrecadação acontece em vários estados e voluntários podem doar em diversos postos. Na última edição, 170 mil peças foram entregues a instituições beneficentes

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O Instituto CCR iniciou no dia 29/04 a Campanha do Agasalho 2019. A iniciativa mobilizará as concessionárias do grupo: CCR AutoBAn, CCR ViaOeste e CCR RodoAnel, CCR SPVias, CCR NovaDutra, CCR MSVia, CCR ViaLagos, CCR Barcas, CCR Metrô Bahia, CCR RodoNorte, além do Centro Corporativo em São Paulo e as empresas de serviços: CCR Actua, CCR Engelog, CCR EngelogTec e SAMM. O Instituto, por intermédio das concessionárias e empresas do grupo, irá disponibilizar vários pontos de coleta, voltados a colaboradores e ao público externo.

A Campanha do Agasalho 2019 tem o objetivo de receber roupas e cobertores que estejam em bom estado. Todo esse material será entregue a instituições assistenciais nas áreas de atuação das unidades de negócio do Grupo CCR. A iniciativa também integra o trabalho do Instituto CCR de mobilizar seus colaboradores para a prática da solidariedade e da ação voluntária. A Campanha do Agasalho integra ainda o “Nosso Mundo Melhor”, programa que reúne todas as ações de voluntariado do Instituto CCR.

“Essa é uma iniciativa muito especial para o Instituto CCR, pois engaja colaboradores das concessionárias e o público externo formado pelos usuários dos seus serviços e ainda parceiros em outros projetos de Responsabilidade Social da companhia. A cada ano no número de doações é expressivo e, assim, são beneficiadas várias instituições dos municípios em trechos de atuação do Grupo CCR, reforçando nosso compromisso de contribuir para o desenvolvimento das comunidades”, destaca Marina Mattaraia, diretora do Instituto CCR.

Confira alguns dos postos de coleta clicando aqui.

Shoppings de São Paulo se unem para realizar campanha

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Foto: Pixabay

O período de inverno está chegando e, para auxiliar a quem mais precisa nesta época do ano, a Campanha do Agasalho 2019 inicia em Shoppings da Grande São Paulo. O Grupo Gazit Brasil, que administra diversos Shoppings Centers pelo Estado de São Paulo, é um dos participantes da ação como pontos de apoio de coleta. “Nosso objetivo é divulgar ao máximo a Campanha para conseguirmos um número de arrecadação superior ao de 2018. Precisamos mobilizar a população nessa causa tão importante e nossos shoppings serão potencializadores desta ação em prol da causa social”, diz Rhuann Destro, Gerente de Marketing Corporativo da Gazit Brasil.

A arrecadação acontece até o dia 22 de setembro em todos os Shoppings do Grupo Gazit Brasil na capital paulista: Mais Shopping (Santo Amaro), Morumbi Town Shopping (Vila Andrade), Shopping Light (centro) e Top Center Shopping (Av. Paulista), além do Internacional Shopping, em Guarulhos e Shopping Prado Boulevard em Campinas.

O tema da campanha, “Nosso superpoder contra o frio é um agasalho novo”, traz dois personagens amados pelo público infantil: Ben 10 e As Meninas Super Poderosas, que terão a grande missão de promover um inverno mais solidário. A Campanha do Agasalho é uma iniciativa do Fundo Social de São Paulo, ligado ao Governo do Estado, em parceria com entidades públicas, privadas e sociedade civil. As doações recebidas pelo Fundo Social serão destinadas para entidades sociais entre hospitais e centros de acolhida em todos os municípios do Estado de São Paulo.

“Nosso objetivo como participante da campanha é ampliar as possibilidades de arrecadação, para assim atender a uma quantidade ainda maior de pessoas e proporcionar um inverno mais agradável a todas elas. Nossos empreendimentos possuem um excelente fluxo em público, em regiões de importante acesso, e esse é um fator determinante para que a ação supere o sucesso de arrecadação das ações anteriores. É uma satisfação imensa colaborar com este projeto que é fundamental para tanta gente e faz parte de nosso conceito como empresa: promover o bem estar de todos”, completa Rhuann.

Criada em 1947, a campanha tem como principal objetivo coordenar ações de arrecadação de itens de inverno para ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade a enfrentar o período de frio. O recolhimento de agasalhos novos se dá pela disponibilização de coletores e cartazes em locais movimentados, convidando a participação da população.

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Faculdade de Direito de São Bernardo adere à campanha

Comprometida com a responsabilidade social, a Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo também aderiu à Campanha do Agasalho 2019 do Município e será posto de arrecadação de agasalhos, calçados, cobertores e roupas em geral em bom estado de conservação.

“Convidamos a todos a somarem esforços em atividades nobres, que auxiliam a população da nossa cidade”, comenta Rodrigo Gago Freitas Vale Barbosa, diretor da FDSBC. Organizada pela Prefeitura de São Bernardo, por meio do Fundo Social de Solidariedade, a ação se impõe um novo desafio: superar o recorde de doações alcançadas em 2018, quando foram arrecadadas 152.697 peças por todos os pontos de arrecadação. Nessa edição, houve também aumento no número de entidades atendidas, para 107. Entre elas, estão a Casa São Vicente de Paulo, CASA, Shekinah, Instituto J. Augusto e Aldeias Infantis.

Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo – Rua Java, 425 – Jardim do Mar – São Bernardo do Campo – Telefone (11) 3927-0222.

Grand Cru e Viña Cobos se unem em prol da campanha

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Ação solidária acontecerá simultaneamente nas 65 lojas da importadora espalhadas pelo Brasil entre os dias 13 de junho e 14 de julho

A Grand Cru, em parceria com a Viña Cobos – vinícola argentina fundada pelo enólogo americano Paul Hobbs, e com o apoio da Organização Não-Governamental Exército da Salvação realizam campanha de cunho social para arrecadar agasalhos, cobertores, roupas e calçados em bom estado, para a redistribuição em instituições e ONGS parceiras, que farão a doação dessas peças para pessoas em situação de vulnerabilidade em todo território nacional.

A campanha acontecerá simultaneamente em todas as lojas próprias e franquias da importadora espalhadas pelo Brasil, no período de 13 de junho a 14 de julho. A vinícola Cobos já iniciou a campanha com uma doação de mais de 200 cobertores novos e o objetivo da iniciativa é chegar a 10 mil peças arrecadadas, além de mobilizar a população sobre a necessidade de ajudar as pessoas carentes.

Para doar basta procurar o ponto de venda Grand Cru mais próximo – durante esse período – e fazer a contribuição. Para mais informações: marketing@grandcru.com.br

 

Junho Vermelho pretende conscientizar a população sobre doação de sangue

Nesta quarta-feira (12), Dia dos Namorados, a Avenida Paulista será palco de ação que visa conscientizar as pessoas sobre a importância da doação regular de sangue. Conduzida por alunos do Senac Tiradentes, em parceria com o Movimento Eu Dou Sangue, a iniciativa acontecerá em frente a Casa das Rosas, equipamento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerenciado pela Poiesis, com distribuição de flores em tecido e apresentação de dados sobre funciona a doação.

“É muito satisfatório ver jovens tão engajados nessa causa. Quando criamos o Junho Vermelho, em 2011, nosso objetivo era, justamente, fazer com que os outros entendessem a importância desse ato. Nosso futuro está na mão dos mais novos, ou seja, é reconfortante saber que existe pessoas que vão defender essa bandeira com a mesma garra que nós tivemos e ainda temos”, declara Debi Aronis, fundadora do Eu Dou Sangue.

sangue juralmin pixabay

Por que no mês de junho?

O mês, que tem baixas temperaturas, aumento na incidência de infecções respiratórias e marca o encerramento do período letivo em universidades e escolas como início das férias escolares, costuma registrar quedas significativas nos estoques dos bancos de sangue, públicos e privados.

O fato das pessoas estarem menos propensas a sair de casa não diminui, e por vezes até aumenta, a rotina dos hospitais que atendem desde vítimas de acidentes de trânsito e da violência urbana até os portadores de doenças que requerem transfusões sanguíneas com frequência, como câncer, anemia falciforme e outras patologias, incluindo os procedimentos cirúrgicos de alta complexidade, como transplantes e cirurgias cardíacas.

“É importante ressaltar que a demanda de sangue permanece inalterada, apesar da redução da oferta nos estoques dos hemocentros”, afirma Debi.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que cada país tenha entre 3% e 5% de sua população doadora de sangue frequente. No Brasil, o índice fica em 1,8%, enquanto em alguns países da Europa, está em cerca de 7%.

Como funciona a doação de sangue?

Interessados devem ir a um hemocentro e preencher a ficha de cadastro, para verificar os requisitos obrigatórios: é preciso estar em boas condições de saúde; ter entre 16 e 69 anos; pesar no mínimo 50 kg.

No dia da doação, é preciso estar descansado e ter se alimentado normalmente. O doador deve levar documento original com fotografia recente, que permita sua identificação.

Quem teve Hepatite A após os 11 anos de idade não pode doar. Também não está apto para a doação quem teve em qualquer idade Hepatite B ou C, doença de Chagas, Malária ou é portador do vírus HIV.

doação de sangue pixabay

Movimento Eu Dou Sangue
Data: 12 de junho (quarta-feira)
Horário: das 9h às 14h
Local: Casa das Rosas
Endereço: Av. Paulista, 37 – Bela Vista – São Paulo

Campanha do Agasalho: Pão de Açúcar, Extra, Assaí e CompreBem arrecadam doações

Cobertores e roupas em bom estado podem ser levados às lojas do GPA

O Pão de Açúcar, Extra, Assaí e CompreBem, por meio do Instituto GPA, junto às organizações Rotary, Cruz Vermelha, Exército da Salvação, Legião da Boa Vontade, Instituto SOS Gente, entre outras, anunciam a Campanha do Agasalho 2019, que será realizada até o dia 9 de junho (domingo).

A arrecadação de agasalhos faz parte da Agenda Solidária promovida anualmente, com o objetivo de mobilizar colaboradores(as) do GPA, clientes, fornecedores e organizações sociais, para atuarem como agentes de transformação social. Em 2018, cerca de 40 toneladas de roupas foram recolhidas em todo o Brasil, beneficiando mais de 29 mil pessoas vinculadas às instituições parceiras. Para este ano, a estimativa é arrecadar 50 toneladas. As doações podem ser realizadas no horário de funcionamento das lojas do Pão de Açúcar, Extra, Assaí e CompreBem de todo o Brasil.

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“Essa é mais uma ação que une colaboradores e clientes do GPA em prol da solidariedade, com números surpreendentes de arrecadações de roupas e cobertores que melhoram a cada ano. É importante nos espelharmos em práticas positivas, aumentando o nível de conscientização coletiva”, afirma Thatiana Pereira Zukas, Gerente de Investimento Social.

Cruz Vermelha de São Paulo lança 10ª edição da Campanha do Agasalho

Uma das celebridades mais carismáticas atualmente na mídia, Sabrina Sato é a madrinha da ação e convida a população paulistana a compartilhar solidariedade para ajudar a quem precisa

A Cruz Vermelha Brasileira – Filial de São Paulo inicia, nesta segunda-feira, 27 de maio, a 10ª edição da campanha de arrecadação de agasalhos e cobertores. Intitulada “Aqueça São Paulo”, a ação tem como objetivo engajar a população para atingir a arrecadação de 17 toneladas de roupas e ajudar mais de 25 mil pessoas a enfrentarem as baixas temperaturas do outono/inverno paulistano.

A iniciativa pretende beneficiar 115 comunidades em situação de vulnerabilidade da capital e municípios próximos como Limão, Pedreira, São Miguel Paulista, Jardim Damasceno, Carapicuíba e Ribeirão Pires.

Carisma e solidariedade

Neste ano, a Cruz Vermelha de São Paulo ganha uma importante aliada: Sabrina Sato será madrinha da iniciativa. Ícone de moda, beleza e carisma, a apresentadora doou sua imagem para incentivar a população e seus seguidores a “viralizarem” o ato de doar.

“No inverno, tudo esfria! Mas o nosso coração tem que estar aquecido com o calor da solidariedade para ajudar quem precisa. Conto com a participação de cada um para que mais de 25 mil pessoas enfrentem o inverno que está chegando. Doe agasalho. Com a ajuda de todos, o frio fica mais quente”, disse Sabrina.

A simpatia da apresentadora e a sua força para engajar os mais diferentes tipos de público em prol de uma mesma causa, foi o que motivou a instituição a convidá-la para a campanha, segundo a Gerente de Projetos Sociais e Voluntariado da Cruz Vermelha de São Paulo, Aline Rosa.

“Doar é um ato que faz bem tanto para quem pratica quanto para quem recebe. Ficamos muito felizes com a participação da Sabrina porque ela tem esse espírito solidário que queremos incentivar. Com a alegria que ela desperta nas pessoas, temos certeza que vamos conseguir fazer ‘bombar’ essa campanha e compartilhar mais atenção e calor com todos que precisam”, disse Aline.

Em 2018, a Cruz Vermelha de São Paulo bateu recorde de arrecadação: 44 toneladas de roupas chegaram à instituição, possibilitando beneficiar 41.446 pessoas em situação de vulnerabilidade. O resultado foi possível também graças à solidariedade da população, que doou ativamente para ajudar as vítimas de um incêndio na capital paulista. O remanescente das doações foi revertido para ajudar quem precisa, na Campanha do Agasalho.

Atenção sob medida

Um dos diferenciais da campanha “Aqueça São Paulo” é a doação sob medida. Os voluntários da instituição visitam as comunidades para fazer um cadastro prévio dos moradores, levantando dados socioeconômicos das famílias e informações sobre o vestuário de cada um. Entre as informações estão gênero, tamanho e preferência por saia ou calça (em respeito à tradição de algumas religiões).

Conforme os donativos chegam à Cruz Vermelha, são montados kits com camiseta, agasalho e calça ou saia, no tamanho exato de cada membro da família cadastrada, garantindo, também, o maior aproveitamento da doação e evitando descartes de peças que não sirvam no corpo.

“É um processo que leva mais tempo, mas, que, para nós, é muito importante, porque é um cuidado a mais com essas pessoas. Pensando nesses detalhes, conseguimos transmitir para elas toda a nossa atenção e amor por meio das doações”, afirmou Aline.

O cadastramento das primeiras comunidades teve início em fevereiro, realizado pelos voluntários da instituição em parceria com organizações sociais localizadas nas regiões periféricas.

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Como doar

A Cruz Vermelha de São Paulo conta com a parceria de grandes empresas, shopping centers, escolas e universidades, instituições religiosas, clubes, restaurantes e outros estabelecimentos comerciais para a arrecadação das doações. No site da campanha, é possível acessar a lista completa dos locais onde estão disponibilizadas as caixas de coleta.

As doações também podem ser entregues na sede da entidade, localizada na Av. Moreira Guimarães, 699 – Planalto Paulista.

Informações: Cruz Vermelha de São Paulo