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Fogos de artifício causaram mais de 5 mil internações em 10 anos

Está dada a largada para as festas de fim de ano e uma das maneiras mais tradicionais de celebrar o  Ano-Novo é com a queima de fogos de artifício. Mas as comemorações podem acabar mal – e muito – com o manuseio inadequado desses artefatos. Em 10 anos (de 2008 a 2018), foram registradas 5.586 internações e 85 óbitos em decorrência do ato. Neste ano, de janeiro a outubro, já foram 409 internações e 3 mortes. Os dados são do DataSUS (banco de dados do Ministério da Saúde).

Mais do que queimaduras, os fogos de artifício podem causar lesões com lacerações, cortes e até amputações de membros. “Os fogos de artifício são um espetáculo para os olhos, mas um grande perigo para as mãos”, fala o presidente da SBCM (Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão), Marcelo Rosa de Rezende.

As mãos e punhos têm estruturas complexas, de grande importância no corpo, pois são formados por muitos ligamentos, ossos, nervos que propiciam sensibilidade e comandam os movimentos dos músculos e tendões, além de importantes artérias que irrigam os membros. “Uma lesão, trauma ou amputação traz graves consequências para a vida das pessoas, como por exemplo, o afastamento do trabalho, o que causará um impacto econômico para família”, pontua o especialista.

Se cercar de cautela e atenção é essencial para que as festas possam seguir em segurança. “O ideal é que os artefatos sejam acionados com o uso de suportes, algum objeto prolongável entre a mão e o artefato, mas nunca segurados diretamente nas mãos”, salienta.

Cuidado com as crianças

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Pixabay

A curiosidade das crianças e o fascínio que o colorido dos fogos exerce sobre elas fazem com que os pequenos queiram estar próximos dos adultos no momento do lançamento dos artefatos. Mas elas devem ser mantidas afastadas do local e os pais ou responsáveis precisam ficar atentos sobre onde estão e de que forma estão se divertindo, para evitar acidentes. “Cuidado também com as biribinhas (bombinhas que estouram quando lançadas ao chão). As faíscas podem atingir substâncias com potencial para incêndio e provocar acidentes”, alerta o médico.

Cuidados com os olhos

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2019 já está acabando e o Ano-Novo movimenta a rotina de muitas pessoas que viajam ou procuram lugares bacanas para compartilhar seus momentos com pessoas queridas e especiais para celebrar o início de uma nova fase.

Nesse período, os fogos de artifício fazem parte de uma tradição admirada por muitos ao redor do mundo. Porém, essa prática exige uma série de cuidados que precisam ser seguidos para evitar acidentes e para que todos curtam a chegada de um ano novo com segurança.

A Transitions Optical destaca a importância do autocuidado e apresenta algumas precauções que se deve ter com os olhos durante o Réveillon, para curtir “o espetáculo” sem colocar em risco a saúde dos olhos.

Para Márcia Tartarella, diretora da Sociedade de Oftalmologia Pediátrica da América Latina, o uso errado desses objetos podem causar acidentes graves que vão desde pequenas queimaduras, até a perda total da visão. Confira os principais cuidados:

Cuidado com os produtos

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Se você for escolher participar desta brincadeira, o primeiro cuidado está relacionado à compra dos fogos de artifícios. É preciso escolher os itens em lojas especializadas e estar atento aos produtos legalizados! Além disso, as embalagens não podem apresentar nenhum tipo de dano, como estar amassado ou armazenado em algum ambiente que possa ter umidade. Essas características são básicas para o que produto esteja em boas condições de uso.

Se beber, não solte rojões

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As festas de fim de ano estão sempre regadas a bebidas alcoólicas. Mas o ideal é que a pessoa que responsável por soltar os rojões esteja sóbria e prestando atenção em cada detalhe para que nenhum tipo de acidente possa acontecer. Nem com ela e nem com quem está ao seu redor. Os fogos só podem ser utilizados em lugares abertos.

Eu me machuquei. E agora?

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Caso algum acidente aconteça, principalmente se estiver relacionado aos olhos, o ideal é procurar um hospital imediatamente. Enquanto isso, lave os olhos com bastante água ou soro durante alguns minutos e evite coçar. A aplicação de qualquer outro produto sem orientação de um profissional pode causar danos permanentes na visão e não são recomendados. Em caso de acidentes mais graves e com forte dor ocular ou queimaduras, não use nada e mantenha o olho protegido com uma compressa limpa. Se necessário, o Corpo de Bombeiros pode ser acionado (193).

“Os olhos são a parte do corpo humano que mais são prejudicados pelas explosões. O seu calor e a fumaça podem causar muito ardor, queimação, vermelhidão, lacrimejamento e até mesmo coceira. Alguns casos pode trazer irritações que podem evoluir para doenças como conjuntivite ou até mesmo lesões graves nos olhos”, conta a médica.

“A Transitions tem o compromisso de propagar a importância do cuidado diário com olhos desde a primeira infância e, dessa forma, contribuir para o bem-estar em todas as situações. O bom senso deve prevalecer nos festejos de fim de ano, principalmente com brincadeiras que podem ser perigosas e trazer algum tipo de perigo para a saúde ocular”, finaliza Tatiana Nardez, gerente de marketing da Transitions Optical no Brasil.

Fogos de artifício e som alto nas festas de fim de ano pedem cuidados com a  audição

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Em meio a alegria e comemoração, a tendência é se jogar nas festividades sem pensar em problemas. Porém, para evitar dores de cabeça futuras, é fundamental ter cuidado com a audição devido ao intenso volume das músicas e dos fogos de artifício.

Estudiosos apontam que poluição sonora excessiva pode lesar o ouvido de qualquer pessoa. Dependendo da exposição ao som alto, o indivíduo pode ter sua saúde gravemente afetada. “O barulho excessivo prejudica a audição e essas queimas de fogos de final de ano são um perigo, especialmente aquelas feitas por ‘amadores’ – a pessoa que sai na rua e fica estourando rojão”, explica a fonoaudióloga Érica Bacchetti, especialista em audiologia da clínica Para Ouvir.

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Empresários que comercializam fogos de artifício destacam que as festas deste período elevam em 80% a demanda por equipamentos pirotécnicos. Esses produtos fazem parte dos itens controlados e regulamentados pelo Exército Brasileiro. Já para a fiscalização, o órgão conta com a parceria do Corpo de Bombeiros e das administrações regionais. No Distrito Federal, a Divisão de Controle de Armas, Munições e Explosivos da Polícia Civil também ajuda na fiscalização do tema.

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Bacchetti destaca que a dica para evitar problemas auditivos é manter distância do barulho dos artefatos explosivos e do som alto das festas. “É importante ficar afastado das fontes de muitos barulho. Em lugares com música ao vivo, ficar longe da caixa de som, do local onde o ruído se projeta”. A especialista completa que, se for manusear algum fogo de artifício em casa, é interessante procurar os produtos que não são muito barulhentos. “Toda atenção é necessária, porque uma vez que a audição é prejudicada, não tem como recuperar. Ou seja, se o indivíduo sofre um trauma acústico, como chamamos, ele não se recupera mais”.

Sintomas

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Em caso de muita exposição, a fonoaudióloga orienta um repouso auditivo, após a saída do ambiente fechado da festa barulhenta. “Caso haja algum dano à audição, os sintomas podem ser zumbido, dificuldade para ouvir, como se o ouvido estivesse tampado. É sinal de uma hipoacusia”, afirma Érica. Segundo ela, se for uma alteração temporária, a audição da pessoa voltará ao normal após o descanso. Mas, em casos dos sintomas persistirem, é preciso procurar um médico otorrinolaringologista para fazer um diagnóstico.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que atualmente cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo já têm algum tipo de deficiência auditiva. No Brasil, há 10,7 milhões de pessoas com deficiência auditiva, segundo um estudo feito em conjunto pelo Instituto Locomotiva e a Semana da Acessibilidade Surda. Desse total, 2,3 milhões têm deficiência severa. A surdez atinge 54% de homens e 46% de mulheres.

Nota da redação: como se todos os motivos acima não sejam suficientes para que as pessoas desistam de soltar fogos, há o agravante do mal que o som causa aos animais, que se perdem, se machucam e chegam a ir a óbito por causa do medo que os sons causam. E há as pessoas autistas, doentes e idosas. Pense neles antes de soltar fogos!

10 de novembro: Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez

Saiba quais são os cuidados para evitar a perda de audição precoce

Você já ouviu falar do Dia Nacional de Prevenção a Surdez? Pois é, este dia 10 de novembro foi escolhido para conscientizar a população sobre como é importante cuidar bem da audição.

De acordo com o Ministério da Saúde, a perda ou diminuição da capacidade de ouvir pode ser causada por uma série de fatores: otites mal cuidadas ou de repetição; uso de remédios ototóxicos (prejudicais à audição); problemas no tímpano, tumores, envelhecimento, trabalho em locais barulhentos; uso contínuo de fones de ouvido em volume alto; e hereditariedade, entre outros fatores.

Para evitar a perda auditiva precoce, os cuidados com a audição devem ser os mesmos que temos com o restante de nosso corpo. Achar que surdez é preocupação somente na terceira idade é coisa do passado. Apesar do distúrbio ser frequente em idosos devido à degeneração das células sensoriais da audição ou do nervo auditivo, também pode atingir crianças, adolescentes e adultos; e em escala cada vez maior, por causa da ‘overdose’ sonora que nos rodeia.

“Sempre que sentirem uma diminuição na audição ou zumbido – que pode ser o primeiro sinal de perda auditiva -, devem buscar a orientação de um especialista para evitar o agravamento do problema”, alerta a fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas.

A boa notícia é que podemos tomar precauções para evitar a perda de audição precoce. Existem várias formas de prevenção. Ter conhecimento delas é fundamental. Colocá-las em prática é mais importante ainda. Marcella Vidal, especialista em audiologia, dá várias orientações.

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• Em casa, modere o som da televisão e de aparelhos sonoros (em volume de até 60 decibéis);

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• Não ligue a TV, rádio, máquina de lavar, liquidificador e outros eletrônicos ao mesmo tempo;

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• Evite o som muito alto no carro e circule com os vidros fechados para evitar os ruídos externos;

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• Não deixe seus ouvidos se costumarem ao som alto, nem em casa, nem no carro, nem no trabalho. Preste atenção e proteja-se;

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Foto: Casuarinas Casa de Festas

• Evite permanecer por longos períodos em ambientes fechados com música alta;

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Pixabay

• Em festas, shows ou micaretas, fique longe das caixas de som. Se houver zumbido é sinal de alerta que deve ser investigado.

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• Use protetores auditivos, em você e principalmente nas crianças, quando estiverem em locais muito barulhentos;

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Pixabay

• Adolescentes e adultos que usam fones de ouvido correm mais risco de perda auditiva, principalmente ao ouvirem música em volume elevado e por horas seguidas. O limite máximo é de 85 decibéis por 45 minutos. Para redução dos riscos, a opção são os headphones, que vedam melhor o som ambiente, possibilitando que se escute música em volume menor;

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Pixabay

• Dê um descanso aos ouvidos. Mantenha-se em silêncio sempre que possível, principalmente depois de dias agitados. A prática traz uma série de benefícios, inclusive para a audição.

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• Cuidado com objetos pontiagudos ou hastes flexíveis na região da orelha. Eles podem empurrar a cera para o tímpano ou até perfurar a membrana timpânica, afetando a audição.

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iStock

• Cuidado com gripes, otites e sinusites mal curadas. Infecções frequentes e que não forem devidamente tratadas podem causar danos à audição. Qualquer sensação incômoda, procure logo um otorrinolaringologista.

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• Cuidado com medicamentos que podem causar danos à audição, como anti-inflamatórios e até aspirina, que tomada em excesso pode levar à perda auditiva.

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• Cuidado com a música alta nas academias. O barulho pode chegar a 110 decibéis. Proteger a audição também é cuidar do corpo.

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• No ambiente de trabalho, não esqueça de utilizar protetores auriculares sempre que exposto a ruídos elevados.

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• Atenção motoqueiros! Motocicletas, principalmente as de média e alta cilindradas, emitem ruídos em torno ou acima de 95 decibéis.

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Foto: Eldecare.org

• Quem tem mãe e/ou pai com problemas auditivos deve procurar um especialista com antecedência. Em muitos casos, a perda de audição é fator genético.

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Cartaz campanha do Teste da Orelhinha

• Faça o teste da orelhinha logo após o nascimento do bebê, mas avalie também a audição na época da alfabetização. Criança que não ouve bem tem dificuldades na aprendizagem.

Fonte: Telex Soluções Auditivas

Quais problemas de saúde repentinos devemos observar após os 50 anos

Supere sua idade

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Mais de 9 em 10 adultos de meia idade ou idosos têm algum tipo de doença crônica e quase 8 em 10 têm mais de uma. Então, é provável que você tenha uma mais cedo ou mais tarde. Mas há coisas que você pode fazer para viver uma vida mais saudável.

Pressão alta

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À medida que você envelhece, seus vasos sanguíneos ficam menos flexíveis e isso pressiona o sistema que transporta sangue pelo seu corpo. Isso pode explicar porque cerca de 2 em cada 3 adultos acima de 60 anos têm pressão alta. Mas existem outras causas que você pode controlar: observe seu peso, faça exercícios, pare de fumar, encontre maneiras de lidar com o estresse e coma de forma saudável.

Diabetes

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Desde 1980, o número de adultos de meia-idade e mais velhos com diabetes quase dobrou. Nos Estados Unidos, já consideram a doença uma epidemia. O risco de contrair a doença aumenta após você atingir os 45 anos, e isso pode ser sério. Pode levar a doenças cardíacas, renais, cegueira e outros problemas. Converse com seu médico sobre a verificação de seu açúcar no sangue.

Doença cardíaca

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O acúmulo de placa nas artérias é uma das principais causas de doenças cardíacas. Começa na infância e piora com a idade. É por isso que as pessoas de 40 a 59 anos têm mais de cinco vezes mais chances de sofrer de doenças cardíacas do que as de 20 a 39 anos.

Obesidade

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Pixabay

Se você pesa muito mais do que é saudável para a sua altura, pode ser considerado obeso – não está apenas com alguns quilos a mais. Obesidade está ligada a pelo menos 20 doenças crônicas, incluindo cardíacas, derrame, diabetes, câncer, pressão alta e artrite. A taxa mais alta entre todas as faixas etárias é em adultos com idades entre 40 e 59 anos – 41% dos quais são obesos.

Osteoartrite

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Os médicos atribuíram essa doença das articulações ao desgaste da idade, e isso é um fator (37% das pessoas com 45 anos ou mais têm osteoartrite do joelho). Mas genética e estilo de vida provavelmente têm algo a ver com isso também. E lesões articulares anteriores, falta de atividade física, diabetes e excesso de peso também podem desempenhar um papel.

Osteoporose

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Cerca de metade das mulheres com mais de 50 anos e até 25% dos homens nessa faixa etária têm fraturas porque perderam muita massa óssea e seus corpos não a substituíram. Algumas coisas que podem ajudar: uma dieta saudável rica em cálcio e vitamina D (você precisa de ossos fortes) e exercícios regulares de sustentação de peso, como dançar, correr ou subir escadas.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)

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Essa doença causa inflamação e bloqueia o ar dos pulmões. É uma doença lenta que você pode ter durante anos sem saber – os sintomas geralmente aparecem nos seus 40 ou 50 anos. Isso pode causar problemas para respirar e tossir, chiar e cuspir muco. Exercício, dieta saudável e evitar fumaça e poluição podem ajudar.

Perda de audição

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Talvez nada diga “você está envelhecendo” mais do que ter que perguntar: “O que você disse?”. Cerca de 18% dos americanos de 45 a 64 anos, por exemplo, têm algum tipo de problema de audição e tende a piorar com a idade. Barulho alto, doença e seus genes desempenham um papel. Alguns medicamentos também podem causar problemas auditivos. Consulte o seu médico se você não conseguir ouvir o que costumava ouvir.

Problemas de visão

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Esse borrão irritante quando você tenta ler o tipo pequeno em rótulos ou menus não é a única ameaça à sua visão à medida que envelhece. Cataratas (que ofuscam as lentes do seu olho) e glaucoma (um grupo de doenças oculares que danificam seu nervo óptico) podem prejudicar sua visão. Consulte seu oftalmologista para exames regulares.

Problemas de bexiga

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Foto: Trestletech

Você não pode ir ao banheiro quando precisa, ou precisa ir com muita frequência, são os problemas com o controle da bexiga que tendem a acontecer à medida que envelhecemos. Eles podem ser causados por problemas nos nervos, fraqueza muscular, tecido espessado ou aumento da próstata. Exercícios e mudanças no estilo de vida – beber menos cafeína ou não levantar coisas pesadas, por exemplo – geralmente ajudam.

Câncer

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A idade é o maior fator de risco para o câncer. A doença também afeta os jovens, mas suas chances de tê-la mais que dobram entre 45 e 54 anos. Você não pode controlar sua idade ou seus genes, mas pode ter algo a dizer em coisas como fumar ou passar muito tempo tomando sol.

Depressão

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Pessoas entre 40 e 59 anos têm uma taxa mais alta de depressão do que qualquer outra faixa etária. Muitas pessoas caem à medida que surgem problemas de saúde, perdem ou se afastam de entes queridos e outras mudanças na vida acontecem. No entanto, após 59, os números caem para apenas 7% das mulheres e 5% dos homens.

Dor nas costas

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Quanto mais velho você fica, mais comum essa dor se torna. Muitas coisas podem torná-lo mais propenso a tê-lo: estar acima do peso, fumar, não fazer exercícios suficientes ou ter doenças como artrite e câncer. Observe seu peso, exercite-se e obtenha bastante vitamina D e cálcio para manter seus ossos fortes. E fortaleça os músculos das costas – você precisará deles.

Demência

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A doença de Alzheimer, uma forma de demência, geralmente não aparece até os 65 anos. Uma em cada nove pessoas nessa faixa, ou mais, tem Alzheimer, mas a taxa sobe para 1 em cada 3 para as idades de 85 anos ou mais. Alguns fatores de risco (como idade e hereditariedade) são incontroláveis. Mas as evidências sugerem que uma dieta saudável para o coração e observar sua pressão e açúcar no sangue podem ajudar.

Fonte: WebMD

Hoje é o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez

É muito barulho. Na rua, no trabalho ou em casa temos a constante sensação de que o “volume da vida” aumentou. Buzinas, carros de som, camelôs, obras, fones de ouvido, eletrodomésticos, pessoas conversando em tom alto, gritaria de crianças, cachorro, telefone, equipamentos eletrônicos… Ufa!

São tantos sons ao redor que às vezes fica difícil até saber de onde vem cada um. E nós seguimos aumentando o volume para ouvirmos melhor o que realmente nos interessa. Essa overdose sonora que nos afeta voluntária ou involuntariamente pode trazer sérios riscos à saúde dos ouvidos. Neste dia 10 de novembro, Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez, que tal abaixar o volume e ficar alerta para algumas dicas?

Já se sabe que a perda auditiva começa a surgir mais cedo entre os moradores de grandes cidades e o trânsito pode ser um dos vilões. Para fugir do barulho do tráfego intenso e da movimentação nas ruas muitas pessoas recorrem aos fones de ouvido. Eles são nossos parceiros para ouvir música. Mas esse companheiro inseparável pode ser muito perigoso se o volume do som nos fones estiver em níveis acima do recomendado. Dê preferência aos fones estilo concha, que além de serem mais confortáveis, se ajustam ao ouvido garantindo maior isolamento do barulho ambiente e permitindo que você mantenha o volume da música em nível adequado aos ouvidos.

“O problema relacionado ao uso de fones de ouvidos está ligado ao volume do som e ao tempo diário das pessoas em contato com o ruído. A exposição intensa e frequente acima de 85 decibéis pode provocar danos irreversíveis à audição com o passar do tempo”, conta a fonoaudióloga Isabela Papera, da Telex Soluções Auditivas.

A especialista em audiologia ressalva, no entanto, que as consequências do uso frequente de fones de ouvido não são as mesmas para todos. Além de variar de acordo com o período de exposição ao ruído, a perda aditiva está ligada também à predisposição genética de cada um. “Recomendamos aos jovens que usam fones com frequência que façam uma audiometria. É o exame que informa se há perda de audição e como proceder para evitar o agravamento do problema”, aconselha.

O nível de barulho em casa também tem grande impacto na saúde auditiva. TV, rádio, liquidificador, aspirador de pó, secador de cabelos, aparelhos de som, jogos de videogame, smartphones e tablets fazem parte do nosso cotidiano e podem facilmente extrapolar os limites de decibéis. É fundamental estar atento ao barulho que eles emitem em benefício da saúde auditiva. Se perceber que o barulho está incomodando, uma solução barata e inteligente é usar protetores de ouvido.

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Outra situação em que vale usar protetores auriculares é se você é amante do ronco de um motor. Estudo do Instituto Nacional de Surdez e Outras Doenças de Comunicação, dos EUA, constatou que uma moto emite ruídos em torno de 95 decibéis. Lembrando que ruídos acima de 85 dB podem causar alterações na estrutura interna do ouvido e perda permanente de audição com o decorrer dos anos. Imagina o estrago que o hábito de pilotar diariamente a moto pode causar!

Os danos à audição podem começar até mesmo no ambiente escolar, trazendo riscos às crianças desde a sua formação. O barulho típico da criançada fazendo algazarra no pátio, na sala de aula, gritando e correndo pelos corredores é um cenário natural na infância, mas que esconde um problema.

O excesso de ruído que envolve os alunos – e os professores – pode causar estresse, falta de concentração e até uma progressiva perda auditiva, que não será sentida de imediato, mas terá reflexos mais tarde. Além disso, é importante que os pais examinem a audição de seus filhos logo no início da vida escolar. Crianças com dificuldades para ouvir não aprendem direito, costumam ter conflitos de relacionamento e apresentam distúrbios de comportamento como distração ou retraimento em excesso. É preciso investigar para que isso não afete o aprendizado.

“A grande preocupação é que a ‘Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados’ (PAINPSE) tem efeito cumulativo. Dependendo do volume e do tempo de exposição ao som elevado, além de uma predisposição genética, o indivíduo pode sofrer danos auditivos cada vez mais severos, de forma contínua e elevada ao longo da vida. E as novas gerações serão as maiores vítimas dessa perda precoce, em razão do uso de fones, boates, da vida cada vez mais barulhenta”, alerta a fonoaudióloga da Telex, que é especialista em audiologia.

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Quanto mais cedo for detectada a perda auditiva, melhor. Quando o dano ainda é pequeno, é mais fácil devolver os sons ao indivíduo, geralmente com o uso de aparelhos auditivos. O problema é que a maioria das pessoas que têm problemas de audição não reconhece que ouve mal. A falta de informação e o preconceito fazem com que a consulta ao médico seja protelada por muitos anos. A boa notícia é que, graças aos avanços da tecnologia, os aparelhos auditivos hoje são minúsculos, discretos, alguns são até invisíveis, pois ficam dentro do canal auditivo, como os da Telex.

Ao desconfiar de dificuldades para ouvir, consulte um médico otorrinolaringologista para obter um diagnóstico preciso. A partir de avaliações como a audiometria, é indicado o tratamento mais adequado.

Fonte: Telex Soluções Auditivas

As principais causas da surdez

A audição complementa os nossos demais sentidos, assim, sendo fundamental para vida humana. Desempenha um importante papel para fazermos amigos e manter nossos relacionamentos com outros, além de ter uma função de nos fornecer equilíbrio.

Assim, cuidar da saúde auditiva continua a ser o melhor modo de evitar doenças que acarretam na perda da audição. Tanto jovens quanto idosos devem procurar desenvolver uma rotina de testes de audição, visto a perda auditiva acontecer por diversas causas. No infográfico preparado pela  Clínica Sadeb, são abordamos as seis principais causas de surdez, conhecê-las pode nos ajudar a lidar com esse problema e preservar a saúde auditiva.

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É preciso buscar ajuda assim que a perda auditiva for constatada

Dia Nacional do Surdo e do Deficiente Auditivo: fonoaudióloga alerta sobre a necessidade de buscar ajuda assim que a perda auditiva for constatada

Censo do IBGE realizado em 2010 mostra que cerca de 9,7 milhões de brasileiros possuem deficiência auditiva, o que representa 5,1% da população brasileira. Uso do aparelho auditivo – a solução para a maioria dos casos – ajuda a pessoa a redescobrir o prazer do convívio social e a sentir-se mais confiante no trabalho ou na escola

A data de hoje, 26 de setembro, deve servir como alerta: comemora-se o Dia Nacional do Surdo e do Deficiente Auditivo. No Brasil, eles representam 5,1% da população brasileira – 9,7 milhões de pessoas – de acordo com o último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, em 2010. Deste total, cerca de 2 milhões possuem deficiência auditiva severa (1,7 milhões têm grande dificuldade para ouvir e 344,2 mil são surdos), e 7,5 milhões apresentam alguma dificuldade auditiva. No que se refere à idade, cerca de 1 milhão de deficientes auditivos são crianças e jovens até 19 anos.

De acordo com a fonoaudióloga Andrea Campos Varalta Abrahão, fonoaudióloga e diretora técnica da Direito de Ouvir Amplifon – empresa global especialista em aparelhos auditivos – os problemas auditivos podem ter causas congênitas, ser adquiridos pela superexposição a ruídos ou mesmo surgir em decorrência do avanço da idade. “Se olharmos os dados do IBGE, as pessoas surdas, ou seja, que não têm capacidade de ouvir representam um índice bem menor do que aquelas que têm perda auditiva. E este problema pode ser resolvido com o uso do aparelho auditivo”, reforça.

Observando os sinais

Mas quais são os sinais que mostram que a pessoa não está ouvindo adequadamente? Andrea explica: “Dificuldade de ouvir e compreender conversas individuais e em grupos; de falar ao telefone e acompanhar conversas com ruído de fundo; ouvir música ou TV em um volume mais elevado do que outras pessoas; pedir para repetir com frequência o que lhe é falado e não conseguir em identificar de onde os sons estão vindo são indícios fortes”, ilustra. “Se o otorrinolaringologista confirmar a perda e indicar o aparelho auditivo, é preciso ser ágil: quanto mais cedo adotar o aparelho, menos o cérebro se ‘esquece’ dos sons e a adaptação é mais fácil”.

Os benefícios dos aparelhos auditivos são diversos e agem diretamente no bem-estar e autoestima de quem os usa. “Com ele, a pessoa redescobre o prazer de encontrar os amigos e familiares, sente-se mais confiante no trabalho e passa a melhor aproveitar os momentos de lazer”, observa a diretora técnica da Direito de Ouvir.

Na maioria das vezes, a adaptação ao aparelho auditivo requer paciência, pois com o uso das próteses o paciente começará a captar sons que antes não ouvia. Andrea explica que pode levar algum tempo para que o cérebro comece a reconhecer estes sons de forma amplificada.

“Durante o processo de adaptação, é fundamental a realização de ajustes no dispositivo. Além disso, esta etapa também requer o apoio e a persistência familiar”, ensina. “Ações simples, como falar de frente para o paciente, não colocar a mão sobre o rosto e não falar rápido, ajudam muito nesta fase”.

Vale ressaltar que, atualmente, a tecnologia e a qualidade dos aparelhos são excelentes. Há opções dos mais variados tipos e preços. A Direito de Ouvir Amplifon vem transformando a vida de muitas pessoas com perda auditiva por facilitar o acesso da população a aparelhos auditivos em mais de 300 cidades brasileiras.

Informações: Direito de Ouvir Amplifon Brasil