Arquivo da categoria: sustentabilidade

Reserva e Positiv.a sugerem presentes sustentáveis no Dia dos Namorados

Que tal sugestões de presentes sustentáveis para este Dia dos Namorados? A primeira sugestão é a assinatura de camiseta simples da Reserva: ao longo de um ano o cliente recebe três camisetas e, ao final de cada ciclo, devolve as peças para a Reserva, que as encaminhará para o processo de reciclagem, no qual o fio é desfibrado para virar um novo produto. Já o segundo é o kit de produtos de autocuidado da Positiv.a, todos são ecológicos, feitos com base vegetal, hipoalergênicos e veganos. Confira:

O básico sempre é a melhor e mais certeira opção de presente. A Reserva, marca de roupas masculinas, apostou no modelo simples e criou a Camiseta Simples para homens e mulheres. Sem estampas e com 12 cores diferentes, a camiseta foi pensada para vestir a todos, por isso está disponível nos tamanhos do 4P ao 4G. Com o pilar sustentável, a camiseta também pode ser adquirida por meio de um serviço de assinatura anual. Durante o período de um ano o cliente receberá três camisetas, a primeira no ato da compra e as demais a cada cinco meses. Ao final de cada ciclo, o cliente retorna as camisetas para a Reserva, que encaminhará as peças para o processo de reciclagem, no qual o fio é desfibrado para virar um novo produto. Camiseta Simples da Reserva – Mensalidade de R$ 24,99

Neste Dia dos Namorados, a Positiv.a convida os clientes a comemorarem com um kit para ser usado em par e em sintonia com o mar, afinal junho também é o mês do oceano. No total são sete itens de autocuidado, todos são feitos de base vegetal, hipoalergênicos e veganos, com embalagens e caixa de presente zero plástico e que fomentam a economia de pequenos produtores. 10% das vendas de cada kit será destinado à ONG Sea Shepherd Brasil, que defende, conserva e protege oceanos e a vida selvagem marinha.

Fazem parte do kit: uma Água Bioativa de Ylang Ylang, conhecida por suas propriedades afrodisíacas, algumas borrifadas florais podem ser usadas para esquentar o clima; um Óleo Hidratante de Coco, o lubrificante natural mais recomendado por especialistas, por ser natural, não afeta a saúde sexual com substâncias químicas e sintéticas, e ainda tem ação antifúngica e antibactericida, reduzindo o risco de infecções vaginais (não é recomendado o uso de óleo de coco com camisinha de látex, pois pode ocasionar o rompimento da mesma); um Óleo Hidratante de Gergelim, que pode ser usado para massagens; um Sabonete de Capim-limão, que promove um banho cheiroso em sintonia com a Natureza; duas Escovas de Dente de bambu; uma Pasta de dente Natural e uma caixa de presente para deixar tudo ainda mais bonito. O kit é vendido no site da Positiv.a por R$ 185,33.

Conheça o jeans produzido com um copo d’água

Malwee dá um novo passo em direção a um jeans com menor impacto para a natureza, com redução de 98% de água no processo fabril

Anunciado no fim do ano passado, o reposicionamento de marca da Malwee, Moda Sem Ponto Final, defende uma moda mais durável, versátil, sustentável e consciente. Com o Lab Malwee Jeans, a primeira lavanderia 5.0 da América Latina, a marca produz todos os jeans com redução de mais de 80% de água no processo de fabricação. Agora, o jeans mais sustentável do Brasil evoluiu. Em 20 de maio último, Dia Mundial do Jeans, a Malwee lançou oficialmente, nas lojas físicas e online, as primeiras peças produzidas com um único copo d’água, que equivale a uma redução de 98% deste líquido.

São dois modelos de calça; skinny feminina e slim masculina, que chegam ao mercado com o preço semelhante aos demais produtos da marca. “O fato de ser produzida com tecnologia que permite tamanha economia de água, não significa que o valor do produto será elevado. Elas custam o mesmo preço de uma calça jeans produzida da forma convencional. Além disso, todas as peças são confeccionadas com a mesma garantia flex jeans, trazendo, além da sustentabilidade, o conforto e a qualidade do jeans que não laceia”, explica Jaqueline Devegili, Coordenadora de Estilo do Jeans da Malwee.

O processo fabril do novo jeans da Malwee apresentou uma economia de mais de 7 milhões e 600 mil litros de água na produção de 127 mil peças. Essa quantidade de água seria suficiente para abastecer uma família de três pessoas pelo período de 63 anos. Sobre a tecnologia utilizada, Luiz Thiago de Freitas, Gerente Industrial Têxtil da Malwee, explica que esse resultado pôde ser alcançado a partir da junção de diferentes processos.

Tecnologia ditando tendências

“Ao contrário do modo tradicional de produzir o jeans, no qual muitos processos químicos usam água para obter os efeitos de lavagem, puídos e rasgos na peça, no Lab Malwee Jeans esses efeitos são produzidos com laser. Eles são desenhados em um software e aplicados por um equipamento de alta precisão. Os feixes de laser, nessa fase do processo, substituem grande parte da água e os químicos nocivos, que seriam utilizados num processo convencional”, afirma Freitas.

Já no processo úmido, a água é substituída por ozônio para obter os efeitos de clareamento das peças. A aplicação de amaciantes é feita através de uma tecnologia de nanobolhas, que ao invés de aplicar o produto com água, o aplica diretamente na peça por meio de uma nuvem de nanopartículas. Além disso, toda a água usada nesse processo é tratada internamente por um equipamento chamado H2Zero, para então voltar ao sistema. “Essa água fica num circuito fechado e é reaproveitada na produção de novas peças. A reposição necessária é feita apenas pela perda em evaporação”.

Para produzir as roupas em jeans com um processo muito mais sustentável que o convencional, a Malwee investiu 9 milhões de reais e montou um laboratório de desenvolvimento, que conta com tecnologia inédita na América Latina, embarcada da Espanha e desenvolvida pela empresa Jeanologia. Segundo a companhia, além da Malwee, apenas outras quatro empresas no mundo possuem esse tipo de processo completo para a fabricação de jeans, conhecido como “Lavanderia 5.0”.

A Moda Sem Ponto Final da Malwee

Todo esse investimento tem como objetivo viabilizar o desenvolvimento de práticas mais sustentáveis, e possibilitar que a moda seja feita de forma mais limpa e com menos impacto para o planeta. O Lab Malwee jeans é mais uma iniciativa que busca revolucionar o jeito de fazer jeans, possibilitando o consumo de um produto pelo mesmo preço de antes, mas feito de uma forma completamente diferente. “Água é vida e sem esse recurso não há futuro. A indústria da moda precisa buscar alternativas para desenvolver produtos com menos impacto e, mais do que isso, buscar formas de conscientizar os consumidores para um novo jeito de vestir”, diz Guilherme Moreno, Gerente de Marketing da Malwee.

As calças jeans da Malwee produzidas com apenas um copo d’água estão disponíveis nos tamanhos 34 a 48 no modelo feminino e do 36 ao 48 no modelo masculino. Elas podem ser encontradas no e-commerce da marca e nos mais de 20 mil pontos de vendas do Brasil, entre multimarcas e lojas fidelizadas Malwee.

Dia da Terra: para 67%, governo decepcionará se não agir agora para combater mudanças climáticas

Pesquisa da Ipsos também apontou que 3 em cada 4 entrevistados do Brasil cobram ações de empresas no combate às mudanças climáticas

Quase sete entre cada dez brasileiros (67%) acreditam que, se o governo não agir agora para combater as mudanças climáticas, estará deixando a desejar com o povo do país. O dado faz parte do levantamento Earth Day 2021, realizado pela Ipsos com entrevistados de 30 nações na ocasião do Dia da Terra, celebrado em 22 de abril. Considerando os respondentes do mundo todo, o percentual é ligeiramente menor (65%).

Pixabay

Ainda que responsabilize a esfera governamental, a população do Brasil também cobra ações do setor privado. Três em cada quatro pessoas (75%) afirmam que se as empresas locais não agirem agora para combater as mudanças climáticas, elas estarão falhando com seus clientes e funcionários. No mundo, são 68%.

Além disso, 77% dos entrevistados brasileiros concordam que falharão com as gerações futuras se, enquanto indivíduos, não agirem para combater as mudanças climáticas neste momento. Levando em conta os respondentes das 30 nações, o índice é de 72%.

Apesar da ampla cobrança por iniciativas, no Brasil, 45% das pessoas acham que o governo não tem um plano claro de como vai trabalhar, em conjunto com as empresas e a própria população, para enfrentar as mudanças climáticas. Por outro lado, 26% acreditam que o governo possui, sim, ações planejadas para lidar com a questão. Globalmente, a média de respondentes que não deposita confiança no plano de ação de seu governo é de 34%, contra 31% que acreditam haver um plano claro traçado por seus governantes para o combate das mudanças climáticas.

Pinterest

“Enquanto 67% dos brasileiros concordam que se o governo não agir agora para combater a mudança climática estará decepcionando as pessoas, apenas 26% dizem que o governo realmente tem um plano claro de como fazer com que o próprio governo, empresas e pessoas atuem juntas nessa questão. Com o tema de meio ambiente ganhando cada vez mais espaço no noticiário, principalmente por conta da Amazônia, isso traz um claro alerta”, analisa Ronaldo Picciarelli, diretor de clientes na Ipsos no Brasil.

“75% dos brasileiros também esperam das empresas privadas ações de combate à mudança climática, do contrário estarão decepcionando seus clientes e empregados. Isso mostra que mesmo no cenário de pandemia e seus respectivos reflexos no bolso do consumidor, as ações verdes lideradas pelas marcas e empresas ainda continuam com alta relevância para seus consumidores”, completa.

Impactos no pós-Covid

Freepik

No Brasil, 37% das pessoas acreditam que o enfrentamento das mudanças climáticas deve ser uma prioridade do governo na retomada econômica pós-pandemia, enquanto 35% afirmam o contrário. Quando perguntados a respeito de quais comportamentos pessoais esperam mudar quando as restrições impostas pela crise humanitária acabarem, 45% dos entrevistados no país disseram que irão fazer o possível para evitar o desperdício de alimentos.

Além disso, 41% falaram que vão passar a fazer mais trajetos a pé ou de bicicleta, em vez de usar o carro. A queda no consumo foi a terceira opção mais citada, empatada com a adesão ao trabalho remoto. 35% dos brasileiros afirmaram que vão comprar somente o que realmente precisam, em vez de comprar roupas, sapatos e outras coisas só por diversão, e 35% disseram que vão trabalhar mais em casa, em vez de se deslocar até ao trabalho.

“A informação de que 41% dos entrevistados no Brasil têm intenção de se locomover menos de carro e mais a pé ou de bicicleta conversa com o fato de que 35% dos brasileiros pretendem trabalhar de casa após a pandemia, uma tendência que se intensificou bastante no último ano e que parece ter se estabelecido dentro do grupo de pessoas que tem essa possibilidade. Isso também afeta a diminuição da mobilidade nas cidades, migração de consumo em comércios mais próximos do lar, maior uso de entrega em domicílio (delivery), consumo de serviços e produtos dentro do lar, assim como uma possível migração de moradias longe dos centros comerciais”, comenta Picciarelli.

O que pode ser feito?

Pensando nas atitudes que podem ser tomadas a fim de limitar a própria contribuição para a mudança climática, 54% dos respondentes no Brasil afirmam que é provável que evitem produtos que tenham muita embalagem; 46% devem passar a reciclar materiais como vidro, papel e plástico; 46% revelam a possibilidade de consumir menos laticínios ou substituí-los por alternativas, como leite de soja; e 40% pretendem comer menos carne ou substituí-la por alternativas como feijão.

A pesquisa on-line foi realizada com 21.011 entrevistados sendo mil brasileiros, com idades entre 16 e 74 anos de 30 países. Os dados foram colhidos entre os dias 19 de fevereiro a 05 de março de 2021. A margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais.

Fonte: Ipsos

Dia da Terra: o quê os produtos que você tem dentro de casa dizem sobre o planeta?

No Dia da Terra, selecionamos 5 fatores para levar em consideração na hora de escolher os produtos que entram em sua rotina para garantir um consumo sustentável

O que te faz escolher uma marca para chamar de “sua”? Qualidade, praticidade e valor são tópicos que pesam na hora de escolher o que colocar no carrinho de compras, mas cada escolha carrega em si impactos positivos ou negativos para o mundo e para o planeta. A diferença entre causar impacto positivo e negativo pode estar em cada escolha e em cada um dos itens que levamos ao caixa.

A pesquisa “Who Cares, Who Does”, da Kantar, feita em 2020, mostra que 67% dos consumidores têm intenção de comprar de modo ambientalmente responsável. O público está mais exigente tanto com a qualidade dos produtos e serviços quanto com a procedência deles.

Sustentabilidade, especialmente na esfera ambiental, é uma necessidade urgente e depende de todos nós: empresas, governos e sociedade. Mudar hábitos não é fácil. Mudar sistemas e cadeias inteiras também não é. Mas podemos começar fazendo escolhas mais conscientes no dia a dia, mudando pequenas atitudes para fazer a nossa parte e contribuir com o todo. A mudança está à distância de um clique, de um “enviar para o carrinho”. Em comemoração ao Dia da Terra, selecionamos 5 critérios para levar em consideração no momento de montar a lista de compras, garantindo um consumo responsável. Vamos lá?

Propósito da marca vs propósito pessoal

Se o seu propósito é cuidar do meio ambiente, para um futuro mais seguro e limpo para as próximas gerações, é necessário escolher marcas que sigam o mesmo caminho, os mesmos princípios. É possível ter a casa e as roupas limpas e bem cuidadas, por exemplo, sem prejudicar o planeta. Por isso, escolha marcas que tenham preocupação com o meio ambiente no centro das suas estratégias de negócios. Pesquise, busque informações, e tome decisões de forma consciente!

Escolha produtos com embalagem sustentável

O plástico tem o seu lugar e este lugar não é o meio ambiente. Por isso, escolha produtos que tragam em sua embalagem materiais que possam ser reutilizados, reciclados e/ou compostáveis. Um exemplo disso são os produtos da marca Sétima Geração – lançada em 2019, com um portfólio de sabão líquido, limpadores e lava-louças, seus produtos são biodegradáveis e fabricados com 99% de matérias-primas vegetais e nenhum ativo petroquímico. Todas as embalagens são feitas de plástico reciclado e plástico verde proveniente da cana-de-açúcar.

Escolha produtos com fórmulas inteligentes

Grande parte dos consumidores têm hábitos fundamentais para evitar o desperdício de água, como fechar as torneiras enquanto escova os dentes, enquanto ensaboa o corpo ou o cabelo no banho, durante a lavagem da louça etc., mas você sabe quanto de água se utiliza no desenvolvimento dos produtos que consome? É fundamental escolher produtos que proporcionem os benefícios funcionais necessários ao consumidor, enquanto beneficia o planeta. Um exemplo disso é a marca Love Beauty and Planet, que utiliza a tecnologia de enxágue rápido em seus condicionadores, ajudando as pessoas a evitar o desperdício, pois precisam de menos água para funcionar de maneira eficaz.

Carbono Zero

Você sabia que produtos químicos fabricados a partir de combustíveis fósseis representam 12% da demanda global de petróleo, e respondem por mais de 1/3 do crescimento da demanda do mesmo até 2030, e quase 50% até 2050 (Fonte: International Energy Agency)? Por essa razão, a indústria deve, urgentemente, acabar com a dependência dos combustíveis fósseis, inclusive como matéria-prima nos produtos. Omo, por exemplo, marca presente em 8 de cada 10 lares brasileiros, está em processo de transição para ingredientes biodegradáveis, reduzindo as emissões de carbono de seu processo produtivo, além de reduzir o plástico de suas embalagens. Com Omo para Diluir, por exemplo, a marca entrega uma fórmula seis vezes mais concentrada, ativo biodegradável e embalagens com 72% menos plástico na comparação com o Omo Líquido 3L, por exemplo.

Marcas que pensam a longo prazo

Por último, mas não menos importante, os consumidores devem apostar em empresas e marcas com compromissos ambientais a curto, médio e longo prazo, para que mudanças consistentes e estruturais possam ocorrer. A Unilever, uma das maiores fabricantes de bens de consumo, presente em 100% dos lares brasileiros, anunciou recentemente dois compromissos importantes para o meio ambiente, consumidores, indústria e cadeia dos negócios em que atua.

“Os problemas ambientais são urgentes e complexos. Queremos que, ao comprar nossos produtos, os consumidores façam parte de uma mudança sistêmica, significativa e real em prol de um futuro mais limpo e seguro para o meio ambiente e consequentemente para a sociedade. Um dos nossos objetivos é conscientizar a população a fazer escolhas mais sustentáveis no momento do consumo, mostrando que nossas marcas impactam positivamente a sociedade. Queremos que todos façam parte de um projeto de transformação que começa dentro de casa, no cotidiano, na gôndola do supermercado. Afinal, quando um consumidor escolhe um de nossos produtos, ele não compra apenas um produto. Ele apoia iniciativas”, conta Juliana Marra da Unilever.

Um dos anúncios foi referente ao movimento Beleza Positiva, sua nova visão e estratégia para a categoria de beleza e cuidados pessoais ao redor do mundo para os próximos dez anos. Os compromissos que se dividem em dois pilares – Pessoas e Planeta – e estabelece metas e ações progressivas para marcas como Dove, Seda, Lux, Rexona e Love Beauty and Planet em prol de uma indústria mais inclusiva. Outra iniciativa é o Programa Futuro Limpo, que teve investimento global de 1 bilhão de euros para promover, entre outras mudanças, o fim do uso de substâncias químicas derivadas de combustíveis fósseis até 2030. O Programa adota como estratégia os princípios da economia circular nas fórmulas e embalagens dos produtos para reduzir a pegada de carbono.

Vamos juntos tomar decisões de consumo mais responsáveis, tornando a sustentabilidade algo comum nas nossas vidas e carrinhos de compras?

Dia Mundial da Água: mais de 6 milhões de famílias brasileiras não recebem água encanada

ONG faz alerta para a falta de acesso a esse recurso em meio à segunda onda da pandemia

Hoje, no Dia Mundial da Água (22), o acesso a esse importante recurso natural é celebrado. Com dia instituído em 1992 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e protagonista de um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS 6), o direito à água segue sendo negado a milhões de pessoas no mundo todo. No Brasil, 6,1 milhões das casas brasileiras não contam com abastecimento diário de água (IBGE, 2019). São 18,4 milhões de brasileiros sem poder lavar as mãos e se higienizar todos os dias. Situação que é agravada pela segunda, e mais forte, onda da pandemia do Coronavírus.

Pia comunitária instalada em São Paulo -foto: Bianca Moreira/Habitat Brasil

Diante desse cenário, a Habitat para a Humanidade Brasil, organização que atua para combater as desigualdades e garantir que pessoas em condições de pobreza tenham um lugar digno para viver, segue trabalhando para apoiar quem mais está sendo impactado pela pandemia.

ClipStock

Desde o ano passado, a organização vem desenvolvendo projetos com foco em acesso à água, saneamento básico e higienização. Mais de 450 pias comunitárias já foram instaladas em favelas e regiões periféricas para que mais de 130 mil pessoas possam higienizar as mãos todos os dias. A Habitat Brasil também está beneficiando famílias de baixa renda com melhorias em suas casas a fim de eliminar as precariedades que podem agravar a transmissão do novo vírus. As obras emergências vão desde a instalação de caixas d’água, como a reforma de banheiros, e adequação nas casas para melhorar a circulação de ar. Talita mora na comunidade do Boqueirão, em São Paulo, e foi uma das beneficiadas pelo projeto.

Talita posa em frente ao novo baheiro – Foto: Bianca Moreira/Habitat Brasil

“Minhas crianças tinham medo de usar o vaso porque ele não estava bem fixado, tinham medo de usar o banheiro à noite porque não tinha luz de madrugada. Antes nem pia tinha pra gente escovar os dentes. A gente tinha que escovar no chuveiro. Também não tinha descarga, toda vez que a gente usava o banheiro tínhamos que encher um balde. A Habitat reformou tudo. Eu agradeço imensamente. Essa reforma fez muita diferença na minha vida e na dos meus filhos”, conta Talita. Cerca de 110 famílias já foram atendidas desde setembro de 2020.

No Nordeste, a organização ainda atua com a construção de cisternas para coleta e armazenamento da água da chuva. Mais de 500 cisternas já foram construídas na região do semiárido pernambucano, beneficiando famílias que convivem com a seca.

“Além disso, seguimos monitorando e pautando o poder público pela garantia desses direitos. Neste Dia Mundial da Água, queremos lembrar que a democratização do saneamento básico e da água potável são demandas urgentes do nosso país e não descansaremos até que esses direitos sejam garantidos a todas e todos”, conclui Socorro Leite, Diretora Executiva da Habitat para a Humanidade Brasil.

Sobre a Habitat para a Humanidade Brasil

Habitat para a Humanidade Brasil é uma organização da sociedade civil que, desde 1992, atua para combater as desigualdades e garantir que pessoas em condições de pobreza tenham um lugar digno para viver. Presente em mais de 70 países, a organização promove incidência em políticas públicas pelo direito à cidade e soluções de acesso à moradia, água e saneamento, em articulação com diversos setores e comunidades.

Natura Ekos e Gisele Bündchen se unem pela causa Amazônia Viva e pela beleza consciente

Em seu aniversário de 20 anos, a marca celebra suas ações na Amazônia, reforça seu compromisso em promover a conexão do indivíduo com a natureza através de seus produtos e modelo de negócios e anuncia Gisele Bündchen como embaixadora da marca na conservação da floresta

Há 20 anos, Natura Ekos surgia como uma marca vanguardista que, por acreditar na importância de compreendermos que somos natureza, trouxe uma proposta inédita: promover a união entre beleza, inovação e natureza, em uma rede sustentável de economia de floresta em pé.

Em 2021, Ekos celebra seu bem-sucedido modelo de negócio, que contribuiu ao longo desse período, para conservar dois milhões de hectares de floresta e reforça o seu papel como precursora do conceito de Biobeleza, trazendo Gisele Bündchen como aliada e embaixadora da marca. Pelo seu reconhecimento internacional e ativismo ambiental, Gisele assume esse posto para a marca Ekos, reforçando a causa “Amazônia Viva” da Natura.

Natura Ekos acaba de relançar toda a sua linha de produtos com fórmulas até 3x mais potentes, tornando ainda mais eficaz a categoria de produtos que constrói há anos, a de biocosméticos que ampliam o senso de beleza ao considerar o impacto positivo gerado nas pessoas e no planeta.

Com isso, a chegada de Gisele como embaixadora faz parte desse novo capítulo na história de Ekos. “Buscamos demonstrar que é possível desenvolver produtos excepcionais em performance e sensorial, ao mesmo tempo em que estabelecemos modelos de negócios que geram impacto positivo para toda a sociedade. Por essa razão, é com muito entusiasmo que anunciamos nossa parceria com Gisele Bündchen. Assim como Ekos, ela representa uma busca por uma beleza mais consciente e é engajada em causas urgentes relacionadas ao planeta e, especialmente, à Amazônia”, afirma Andrea Alvares, vice-presidente de Marca, Inovação, Internacionalização e Sustentabilidade da Natura.

“Para mim, é fundamental escolher produtos que façam bem para a nossa pele, mas que, em seu processo de fabricação, não prejudiquem o planeta. É importante ressaltar que podemos preservar o meio ambiente ao escolhermos produtos que valorizem a floresta e as pessoas que moram nela, empoderando as comunidades, gerando renda e construindo oportunidades de negócios sustentáveis”, comenta Gisele.

“Biobeleza é a combinação de fórmulas potentes que beneficiam nosso corpo, mas também ajudam a natureza a se regenerar”, completa a modelo e ativista que vê na parceria com Natura Ekos a possibilidade de amplificar a divulgação da mensagem sobre a importância de preservarmos a natureza: “Defendo a natureza porque sou parte dela e viver conectada e em harmonia com ela me traz alegria, faz parte da minha essência, de meu propósito de vida. Somos todos parte da natureza, por isso precisamos unir forças para promover mudanças significativas para que a floresta fique em pé e a natureza possa estar em equilíbrio e continuar nutrindo a todos nós”.

A vice-presidente da Natura lembra que a parceria entre Gisele e Ekos simboliza a importância da união para promover uma transformação positiva no planeta, que começa no indivíduo. “Há um poder transformador dentro de nós, no indivíduo, e que ganha força no coletivo que precisa ser ampliado”, conclui Andrea.

Desde o lançamento de Natura Ekos, nos anos 2000, a marca de cuidados pessoais estabelece um modelo de negócios que respeita os ciclos da natureza e contribui para a manutenção da floresta em pé. Atualmente, mais de sete mil famílias agroextrativistas fornecem insumos para o desenvolvimento das fórmulas e todo o processo produtivo é certificado pelo selo UEBT – que garante comércio justo, conservação da biodiversidade e relacionamento de confiança com a comunidade. Em 2019, a marca Natura lançou uma causa pública chamada “Amazônia Viva” que tem o intuito de promover a economia de floresta em pé como vetor de desenvolvimento para a Amazônia.

Pelo compromisso histórico da marca Natura com a sustentabilidade, as metas pela defesa da Amazônia foram intensificadas. No documento “Visão 2030: Compromisso com a Vida”, o grupo Natura &Co (que reúne Avon, Natura, The Body Shop e Aesop) mantém o compromisso público de zerar o desmatamento da Amazônia até 2025 ao manter articulação constante com diversas empresas, organizações e poder público em prol desse objetivo.

Fonte: Natura

Beleza consciente: você sabe escolher cosméticos sustentáveis?

Especialista explica termos e expressões para ajudar adeptas do consumo consciente na hora da compra

Muitas reflexões importantes vieram à tona no ano da pandemia, e uma delas foi o consumo consciente. Munidos de informação e postos a refletir sobre questões chave em decorrência das mudanças provocadas pela Covid-19, mais consumidores passaram a optar por produtos sustentáveis, que agridem menos o meio ambiente e também respeitem o bem estar dos animais. No mercado de beleza, sempre atento ao comportamento de compra, já se encontram produtos que atendem ao requisito, mas os rótulos ainda causam dúvidas entre o público.

Expressões como cosmético natural, orgânicos, veganos, biodinâmicos e cruelty free estão cada vez mais presentes nas embalagens, mas o que significam e o que está por trás da produção da elaboração dos produtos? Para ajudar, o especialista no assunto, Rafael Zarvos, especialista em Gestão de Resíduos Sólidos e fundador da Oceano Resíduos, criou um pequeno dicionário explicando tudo o que há para saber sobre os produtos eco-friendly. Confira!

Cosmético Natural – no Brasil não existe norma, portaria e nem diretrizes que regulamentem a classificação de “Cosmético Natural”. Adotamos aqui os conceitos da IBD, maior Certificadora da América Latina. Para que o cosmético possa receber um Selo de “Natural”, precisa utilizar matérias-primas naturais cujas substâncias sejam de origem vegetal, inorgânica-mineral ou animal (exceto vertebrados) e suas misturas. As matérias-primas derivadas do natural devem preferencialmente ser oriundas de insumos orgânicos. Insumos não naturais ou a partir de reações não permitidas a partir de uma substância natural, desqualifica seu uso em produtos cosméticos orgânicos ou naturais. São exemplos de matérias-primas proibidas: corantes sintéticos, fragrâncias sintéticas, polietilenoglicóis (PEGs), quaternários de amônio, silicones, conservantes sintéticos, dietanolamidas, derivados de petróleo etc. Os cosméticos naturais deverão destacar em seu rótulo quais ingredientes são naturais e/ou orgânicos e/ou oriundos de extrativismo certificado.

Cosméticos Orgânicos – baseado na sustentabilidade, usam produtos naturais e o seu manuseio não agride o meio ambiente. Precisam ser certificadas para receberem a denominação “Orgânico”. O cosmético a ser classificado como orgânico deve conter pelo menos 95% de matérias-primas orgânicas. Os cosméticos orgânicos devem destacar quais são os ingredientes orgânicos utilizados e deverão obrigatoriamente apresentar o selo do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica (SISOrg) ou então o selo “IBD Orgânico”.

Cosméticos Veganos – produção que não utiliza matéria-prima de origem animal. Além disto, a empresa que cria o produto não pode fazer o teste final em animais bem como os fornecedores dos insumos devem comprovar que os ingredientes não foram testados em animais. É preciso prestar atenção na etiqueta para ver se o fabricante não está usando substancias derivadas do petróleo. Em 2013 a Sociedade Vegetariana Brasileira (SBV) criou um selo para certificar os produtos veganos.

Cosméticos Cruelty-free – produtos desenvolvidos e que não foram testados em animais. Exige-se ainda que a empresa implemente um sistema de monitoramento da cadeia de fornecedores. Atualmente existe um selo internacional, o “Leaping Bunny”,que garante que o produto é “Cruelty-Free”.Contudo, não significa que em sua composição não haja ingrediente de origem animal.

Stocksy

Cosméticos Biodinâmicos – precursor do conceito orgânico, surgiu em 1924 na Polônia com uma abordagem holística, onde o produtor utiliza os conceitos da Homeopatia e do calendário lunar para cultivar a matéria-prima que será usada na produção. A agricultura biodinâmica utiliza os mesmos meios de produção orgânica, praticando a compostagem e utilizando substâncias vegetais e minerais para fazer a adubação. A sua produção é mais restrita. É considerado uma espécie de “Orgânico Premium”. Somente são considerados biodinâmicos se tiverem o selo “Demeter”.

Oceano Resíduos

Rafael Zarvos, 44 anos, empresário carioca e defensor do meio ambiente, fundou em junho de 2019 a Oceano Gestão de Resíduos como uma forma de ajudar a população no descarte de lixo poluente de maneira correta e contribuir com a diminuição de agentes poluentes nos mares e rios. A empresa faz a gestão de resíduos e coleta inteligente, responsável pela correta destinação do lixo produzido no dia a dia. O foco é principalmente nos chamados micropoluentes, substâncias de uso comum em nosso dia a dia que constituem uma ameaça emergente à qualidade de águas, rios, lagos, reservatórios, mares e oceanos, uma vez que inexiste tecnologia para remoção destas substâncias provenientes de esgotos sanitários e hospitais, com coleta domiciliar e planos adequados para cada necessidade.

Natura lança Kaiak Oceano Feminino e convida o público a refletir sobre sua relação com os oceanos

Depois do lançamento de Kaiak Oceano Masculino, a Casa de Perfumaria do Brasil inova mais uma vez ao trazer o frescor do fundo do mar em uma fragrância feminina que reforça o convite a reflexão sobre o impacto dos lixos nas águas

Após o sucesso do recém lançado Kaiak Oceano Masculino, a Casa de Perfumaria do Brasil apresenta o Kaiak Oceano Feminino, fragrância que traz a sensação de um mergulho profundo nos jardins de corais do fundo do mar, com sua nota floral aquosa combinada ao frescor das algas e da pataqueira, ingrediente da Biodiversidade Amazônica, e suas nuances frutadas, que unem-se à densidade do âmbar marinho e madeiras escuras.

Desde 1996, Kaiak se inspira no universo aquático e marinho para desenvolver seu portfólio refrescante, e agora reforça seu convite para um olhar mais consciente sobre a poluição e o impacto que ela tem sobre as águas.

A nova fragrância, assim como a versão masculina, possui parte das embalagens feitas com plástico retirado do litoral e propõe novas formas sustentáveis e viáveis de lidar com a poluição dos oceanos. Até 50% da maior peça plástica que compõe a embalagem do produto, os chamados “ombros” da fragrância, é feita de plástico reciclado – os frascos de todas as fragrâncias do portfólio de Kaiak já são feitos com até 30% de vidro reciclado. Parte desse plástico reciclado, cerca de 8%, vem do litoral, coletado por cooperativas. Além disso, o filme plástico que envolve os cartuchos da nova fragrância foi eliminado para reduzir ainda mais o uso do material. Agora, a caixa do produto é mais resistente e o lacre é feito com cola.

Com a iniciativa, cerca de sete toneladas de plástico reciclado, considerando volumes projetados para um ano, serão utilizadas – o que equivale a 3 milhões de tampas de garrafas de água. Se colocadas em comparação, as tampas formam uma distância capaz de cruzar o Brasil de norte a sul.

Com o lançamento do Kaiak Oceano Feminino, Natura Kaiak apresenta também sua campanha “Ouça o Chamado do Oceano” – um verdadeiro tributo às águas do mar. A agência DPZ&T assina a campanha e o filme, que entra no ar nesta semana, destacando a causa da mesma forma que a versão lançada em setembro (para anunciar o Kaiak Oceano Masculino), mas, agora, com foco na chegada do novo produto. A narração do filme é de Bruno Gagliasso. Assista aqui.

A campanha ainda terá desdobramentos no ambiente digital e ações com influenciadores, inclusive uma postagem especial sobre a nova fragrância com Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso.

“Kaiak é uma marca que se preocupa com a saúde do oceano, chamando atenção para dados impactantes de sua poluição. Nosso objetico é oferecer um olhar mais consciente sobre a quantidade de lixo que impacta o mar e convidar as pessoas a pensarem como podemos melhorar a relação com a natureza. Novamente, trazemos inovação e sustentabilidade ao fazer parte da peça do lançamento com plástico reciclado, promovendo um verdadeiro tributo aos oceanos”, afirma Fernanda Rol, diretora de marketing Brasil da Natura.

Kaiak Oceano se une à Família Schurmmann em nova expedição

Comprometida com a reflexão sobre a importância de cuidar dos mares, Kaiak Oceano, da Casa de Perfumaria do Brasil, embarcará com a Família Schurmman em sua próxima expedição. “Voz dos Oceanos” tem o apoio global do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e terá início em agosto de 2021. O trajeto passa por cerca de 40 destinos ao redor do mundo e os navegadores farão registros da condição atual dos mares para aumentar a conscientização e o engajamento do público para questões contemporâneas urgentes, como o descarte de resíduos e o consumo consciente.

“Ter a bordo uma empresa como a Natura, que se preocupa com a situação dos mares, do nosso lar, nos deixa ainda mais animados na missão de encontrar soluções que ajudem a reverter esse cenário”, diz David Schurmann, um dos líderes da “Voz dos Oceanos”.

Sobre a fragrância

Kaiak Oceano feminino é sobre o fascínio que a imensidão azul dos oceanos desperta em nós. Sua fragrância traz toda a liberdade de um mergulho profundo entre os deslumbrantes recifes de coral. Um mundo subaquático colorido, reproduzido pela mescla de notas aquosas florais e frutas amarelas e vermelhas. A atmosfera âmbar e mineral também está presente, assim como as notas super frescas das algas marinhas e da Pataqueira, ingrediente da biodiversidade Amazônica.

Kaiak Oceano Feminino – 100 ml – R$ 124,90

Onde encontrar: os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as consultoras, por meio do e-commerce, do app Natura, nas lojas próprias ou nas franquias “Aqui tem Natura”.

Mitos e verdades sobre comprar roupas de brechós

Confira tudo que é fato e o que é fake sobre o uso de peças de segunda mão e conheça mais sobre a moda consciente

Não é raro escutar que as peças compradas em brechós podem carregar consigo histórias dos antigos donos; que pertenceram a pessoas falecidas; ou mais, que não estão cuidadas e podem transmitir maus fluidos. A resposta? Fake. Para além do incentivo à moda sustentável, questões econômicas, sociais e culturais também devem consideradas na hora da escolha do look do dia.

Quem tem a memória de brechós localizados apenas nos bairros, a novidade: os e-commerces de peças de segunda mão. Neles, o consumidor tem acesso às roupas vindas de todo Brasil, com preços competitivos no mercado e pode realizar as compras online.

No Repassa, startup de moda consciente e maior brechó online do Brasil, o processo de curadoria é minucioso para garantir a comodidade do vendedor e transparência em todas as etapas. Com a proposta virtual, o vendedor não precisa sair de casa para repassar suas peças: o site cuida de todo o processo, desde a etapa de fotografia, cadastro, publicação na plataforma e ainda ajuda a destinar o valor recebido de acordo com sua preferência.

Além da economia para o bolso e cuidados com o planeta, o brechó online participa ativamente na moda circular, promove peças exclusivas e ajuda causas sociais. Por isso, a startup destaca as dúvidas e recomendações no momento de comprar roupas de segunda mão. Confira abaixo:

• Os principais receios dos clientes: de acordo com o gerente de Experiência do Cliente do Repassa, Fabiano Lima, as principais dúvidas dos consumidores que desejam repassar suas peças sem uso ou entender o modelo de negócio da startup são vindas pelas redes sociais da marca – que realiza o atendimento por lá mesmo. “Querendo ou não, os clientes ainda podem ficar inseguros sobre o processo de acompanhamento da Sacola do Bem até seu recebimento no Repassa, por tratar-se de um processo novo. Eles querem vender, mas ainda não sabem como”, explica. Para as dúvidas sobre o processo de venda, a marca busca desenvolver respostas didáticas sobre cada etapa e transparência no envio de e-mails de comunicação. “Procuramos abordar o tema de forma simples, para que o consumidor consuma a informação por completo”, diz Fabiano.

• O que recomendam as marcas: segundo pesquisa do site Modefica, referência no assunto, hoje em dia, o descarte das peças sem uso ocorre muito mais pelo excesso de roupas existentes no armário do que pela perda de função. Para questões sobre a qualidade das peças disponíveis e suas formas de uso para ainda estar na moda, o Repassa explica com imagens. Com uma estética de moda informativa e atual, o Instagram da marca se preocupa em trazer conteúdos conscientes e também o melhor uso nas combinações das peças – e conta ainda com o Blog com publicações de moda e sustentabilidade.

• Dica de ouro para encontrar as melhores peças e ainda ajudar o meio ambiente: para melhor garimpar – verbo usado para a atividade de extrair pedras preciosas e que também indica a exclusividade presente nas compras de roupas de brechó -, o site indica filtros específicos com as principais categorias, como tipos, tamanhos, cores e até marcas já conhecidas. Ao receber a mercadoria em casa, você também pode mudar de ideia. Quanto a isso, a devolução é gratuita e promete ser facilitada. O comprador solicita a troca pelo site e pode conversar com o time de atendimento disponível para todo suporte, se necessário.
Como maior benefício sustentável, há a diminuição significativa de 82% do impacto ambiental causado pela produção de cada peça, além do incentivo ao aumento do ciclo de vida das roupas para que possam contar novas histórias.

Sobre o Repassa

Criado pelo empresário Tadeu Almeida, o Repassa é uma startup de moda consciente e maior brechó online do Brasil. Fundada em 2015, a empresa já economizou mais de 553 milhões de litros de água, evitou que 2,4 toneladas de CO2 fossem emitidas e reduziu 13 milhões de kW/h de energia. Desde o início da operação, em 2015, a marca já recebeu mais de R﹩ 10 milhões de aportes provenientes de fundos de venture capital e investidores-anjos.

“Especial Mulher” Americanas aposta em produtos sustentáveis e com ativos naturais

Evento traz itens para cuidados da pele e cabelos

Cuidar da beleza e da saúde se tornou um hábito. Aliada da rotina diária de cuidados, a Americanas promove, até o dia 26 de outubro, o “Especial Mulher”, trazendo uma seleção de produtos para higiene e cuidados pessoais a preços bem acessíveis. Dentre os destaques do evento, estão lançamentos do mercado que oferecem alternativas mais sustentáveis e naturais para a saúde da pele e dos cabelos.

Recém-chegada no mercado, a Linha Pantene Bambu vem com itens que nutrem e hidratam por meio de ativos naturais, como o extrato de bambu, o óleo de rícino e a cafeína. Os itens podem ser adquiridos individualmente ou por meio de um kit com shampoo + condicionador por apenas R$ 19,99. Além disso, a embalagem de papel do kit é feita de material reciclado. A linha conta ainda com o creme de pentear de 240 g, por R$ 14,99, e o creme de tratamento de 270 ml, por R$ 15,99.

Outra novidade são as ‘hair masks’ ou máscaras capilares. Disponíveis nas versões nutrição e hidratação, da marca Aussie, e hidratação e reparação, da marca Pantene, as máscaras também contam com produtos naturais, como óleo de coco, e podem ser encontradas por R$ 20,99 cada na versão 300 ml. Para completar a rotina de cuidados, o evento aposta também em produtos para a pele, com destaque para as recém-lançadas máscaras faciais da Garnier que podem ser encontradas por apenas R$ 18,99 . São cinco opções de máscaras baseadas em princípios ativos naturais que acalmam (camomila), reduzem a oleosidade (carvão puro), hidratam (chá verde e romã) e uniformizam a pele (vitamina C).

As promoções são válidas para produtos das lojas físicas da Americanas. Para uma compra com mais rapidez e segurança, os clientes também podem adquirir os produtos das lojas físicas da Americanas pelo app ou site da marca, por meio da opção de entrega “pegue ou receba hoje”, ou pelo WhatsApp (21-40420321). Em pedidos realizados até às 16h, é possível comprar na unidade mais próxima e receber o produto no mesmo dia. Além disso, quem pagar com o app Ame Digital, sem contato físico, poderá receber parte do dinheiro de volta.