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Especialista ensina como melhorar a autoestima e ser mais confiante

Muitas vezes profissionais se sentem desmotivados, pressionados e desvalorizados, e acabam tendo uma queda de produtividade que está relacionada a sua autoestima em baixa, como consequência disto. O que fazer para recuperar a autoestima, elevar a confiança e dar a volta por cima?

A especialista em produtividade, palestrante e empresária Tathiane Deândhela revela que é preciso olhar mais para os seus pontos fortes! Ninguém é perfeito, mas para onde a gente olha, se para os talentos ou vulnerabilidades, pode impactar nossos resultados! Identificar seu potencial é importante no processo.

“Se você não é capaz, se você ainda não conseguiu pensar tão positivo ao seu respeito, ou se ainda não acredita no seu potencial, provavelmente vai se sentir inferior quando se deparar frente a situações que não conseguir resolver. A autoestima é fundamental para o sucesso. E isso é treinável. É preciso uma negociação interna e assumir o controle dos pensamentos e da mente pra que tenha sentimentos positivos e que estes te impulsionem a seguir pelo caminho certo”, afirma Tathiane.

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Tathiane Deândhela

Ela aponta que existem métodos para elevar a autoestima e se sentir pronto para o combate: “Uma psicóloga famosa, professora da Universidade de Harvard, começou a estudar os comportamentos do ser humano e percebeu que a comunicação não verbal, ou seja, os nossos gestos, interferem diretamente naquilo que nós pensamos e naquilo que nós sentimos. Assim como se eu penso que sou capaz, se penso positivo, tendo a ter sentimentos positivos que me impulsionam a ter um comportamento coerente com aquilo que penso e com aquilo que eu sinto. Também posso ter resultados com ações de dentro para fora. Logo, é possível, sim, por meio de atitudes mudar o mindset e reconquistar a autoconfiança necessária”.

Tathiane ensina como elevar a sua autoestima em apenas dois minutos. Confira:

Comece pelos seus comportamentos

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Procure observar uma pessoa que tem a autoestima muito elevada, ou alguém de sucesso. Geralmente elas andam com o corpo reto, pose de super-herói. Fique por dois minutos nesta mesma posição. Imagine como é ser uma pessoa que se sente poderosa, que tem autoconfiança e permaneça nesta postura.

Analise: como que essas pessoas andam? Como que elas agem? Qual é o comportamento em termos de gestos, a comunicação não verbal dessas pessoas? O que os estudos concluíram é que trabalhando a respiração e a postura, você terá modificações na forma da pessoa pensar e sentir. Ou seja: você pode se tornar um pouco mais autoconfiante de fato.

Procure estar feliz e motivado

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“Eu costumo dizer muito uma frase: ‘Os pássaros não cantam só quando estão felizes. Mas eles cantam para ficar felizes’. Ou seja: se em determinado dia você não acordou tão bem, não tá muito bem humorado, ou às vezes não está conseguindo se perceber ali com a autoestima legal, ou não sente orgulho de si mesmo, então experimente 2 minutos com uma postura melhor”.

Se acordou mal, capriche na maquiagem, vista a sua melhor roupa, passe o seu melhor perfume. Isso já interfere no nosso estado interior. Ou seja, muitas vezes a gente tem que se produzir mais quando não está tão bem. Isso ajuda.

Experimente

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“Se você não é capaz de pensar, sentir e ter esse comportamento, então tenha o comportamento para gerar em você um sentimento positivo. Esse sentimento vai te fazer pensar que você pode, que você é capaz. Experimente, leva só dois minutos”, finaliza.

 

Empreender enquanto se está empregado é cada vez mais comum entre os 50+

A solução encontrada por muitos brasileiros tem sido empreender e continuar empregado, como aponta estudo do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). A ideia é interessante, desde que o empreendedor faça um plano de negócios aprofundado, estudando o mercado, o consumidor e toda a concorrência

O empreendedorismo paralelo ganhou força no mercado brasileiro no último ano. Com a promessa de associar qualidade de vida e satisfação profissional, a prática de abrir um negócio e continuar empregado é um dos principais destaques apontados pelo Caderno de Tendências 2018/2019, divulgado pelo Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

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A ideia pode ser boa, sobretudo no estágio inicial de uma empresa. “Essa cautela em relação a empreender hoje no Brasil é explicada pelo atual cenário econômico, afinal o medo de se trocar o que parece certo, que é o emprego, pelo risco de um negócio novo, com os números atuais de desemprego e a recessão, faz total sentido”, explica Maurício Turra, consultor de negócios e empreendedorismo da Nextt 49+, que criou a empresa junto com os sócios Ismael Rocha e Luiz Fernando D. Garcia.

Então, como fazer para realizar o sonho de ser o dono do próprio negócio e, ainda, manter um emprego formal com carteira assinada? Turra explica que é fundamental que o futuro empreendedor faça um planejamento prévio, garantindo a sustentabilidade da operação, sobretudo no seu estágio inicial, quando o futuro é mais incerto em relação à aceitação de produtos e serviços do novo empreendimento.

Vale observar os dados do Sebrae mostrando que um terço das novas empresas abertas no País fecha em até dois anos. E mais: das empresas que ultrapassam os dois primeiros anos, apenas 40% delas conseguem se manter no mercado, após cinco anos.

“Sem dúvida, empreender traz consigo uma taxa de risco”, explica Turra. “Por isso, é importante investir em mentoria e cursos antes de se lançar em um negócio próprio. Em média, o investimento com o planejamento fica em torno de 5% do valor total do negócio, mas pode reduzir em muito o risco de insucesso”, indica Turra.

O consultor explica que é muito importante definir os custos da operação, sem esquecer de nada. “E, antes de se lançar em um empreendimento, tudo tem de ser colocado na calculadora. Por exemplo: se for montar uma loja, pensar sempre no aluguel do ponto, contratação de pessoal, compra de equipamentos, estoque etc.”, completa.

A etapa pré-abertura é a decisiva, sempre, pois é a fase primordial de qualquer negócio. E o consultor afirma que também é preciso ter uma reserva financeira que garanta, simultaneamente, os gastos pessoais (caso o emprego não o faça integralmente) e, pelo menos, de doze a dezoito meses iniciais da operação, garantindo os custos básicos e o fluxo de caixa necessários para manter a operação, dentro do pior cenário. “Se a lição de casa for bem-feita, antes de abrir as portas, o risco será minimizado”, comenta.

E além do plano de negócios e do planejamento financeiro, é preciso pensar em como será realizada a gestão à distância, quando não se está no local da empresa, no momento de sua operação. É fundamental contar com alguém competente e de confiança. “Atuar em duas frentes distintas, sendo que o horário comercial é apenas um, requer habilidade. É fundamental que cada uma das operações não afete a dedicação profissional esperada”, explica o consultor.

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Por fim, o especialista lembra que, após o período inicial, chegará a hora em que o empreendedor terá de se dedicar exclusivamente ao seu negócio próprio. “O ideal é se estabelecer uma meta para deixar o emprego atual, pois chegará uma hora em que a empresa exigirá muita dedicação”, diz.

Sobre a Nextt 49+

Primeiro hub de inovação do Brasil voltado para o público acima de 49 anos. Localizado na Vila Mariana, em São Paulo (SP), o hub fica em um casarão tombado do início dos anos 1930, e conta com todo suporte e estrutura para o sucesso de negócios de empresários seniores. A iniciativa pioneira conta com metodologia própria, desenhada para gerar valor e oportunidades para startups que tem por trás pessoas maduras.

O propósito é solucionar os principais dilemas dos empreendedores nessa faixa etária, oferecendo mentoria, incubadora, consultoria, coaching e educação. Todos os serviços são integrados em um ambiente desenhado para o networking e a conectividade. Por trás da Nextt 49+ estão Luiz Fernando Dabul Garcia, Ismael Rocha e Mauricio Turra Ponte, trio que tem em comum a direção em uma das mais renomadas instituições de ensino do país na área de negócios, propaganda e marketing.

Informações: Nextt 49+

 

Cresce 57% o número de empreendedores com mais de 50 anos no Brasil

Empreendedores seniores também são os que mais empregam no país, segundo estudo feito pelo Sebrae; donos de negócios com mais de 54 anos contratam pelo menos seis profissionais

A geração de empreendedores seniores brasileiros – com idade de 54 a 65 anos – reforça a propulsão da atividade do empreendedorismo no país, de acordo com estudo feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Segundo dados da instituição, a partir da pesquisa GEM, o Brasil tem a 33ª proporção de Empreendedores Iniciais nesta faixa etária (aqueles que – nos últimos 12 meses – fizeram alguma ação para ter um negócio próprio ou estão à frente de empreendimento com menos de 42 meses de existência). Esses empreendedores são os que apresentam maior rendimento mensal (14% ganham cinco salários mínimos ou mais), além de ser a faixa etária que mais emprega, em termos relativos.

É o que também aponta o último levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): em 13 anos, o número de empreendedores entre 50 e 59 anos cresceu 57% (2001- 2014).

Para os especialistas, isso ocorre principalmente em razão das condições impostas pelo mercado de trabalho, que prioriza a juventude em detrimento da experiência. Trata-se da “hora da virada” – especialmente para quem já se encontra estabilizado financeiramente e pode, agora, investir em algo novo. São aqueles que tiveram de adiar um sonho por anos, mas que entendem que, finalmente, chegou o momento certo para concretizar um trabalho com propósito.

“Atendi uma profissional que fez toda sua carreira no mercado financeiro e chegou a ser diretora de banco. Porém, aos 50 anos ela me procurou para se preparar para atuar na área que sempre quis, o terceiro setor. Fez cursinho, prestou vestibular, estudou pedagogia e, hoje, atua em uma ONG, sem ganhar nada. Isso só foi possível porque ela se preparou financeiramente, por anos, para fazer aquilo que realmente lhe daria prazer”, conta Edson Moraes, executive coach do Espaço Meio.

Empreender nesta nova etapa da vida nem sempre significa mudar de área, mas de posição. Muitos executivos, por exemplo, partem para a área da consultoria, mas dentro do mesmo tema que dominam. É o que aponta pesquisa da Maturijobs, plataforma que reúne oportunidades voltadas a profissionais maduros, que aponta que 20% dos 1.047 entrevistados, a maioria na faixa dos 50 anos, são consultores (freelancers ou autônomos).

Maturidade e conhecimento

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Empreender, no entanto, continua sendo um dos caminhos preferidos dos maduros. Na mesma pesquisa, 15% dos entrevistados se apresentaram como empreendedores e 9% estão se planejando para ser.

Moraes frisa que, independente da idade, um empreendedor deve possuir características e competências específicas. Por exemplo: atitude positiva, resiliência, habilidade de comunicação, conhecimento do negócio, capacidade de observação do mercado, dos concorrentes e das necessidades dos clientes. Disposição para planejar o futuro do negócio, pois a estagnação compromete a continuidade do empreendimento. Se não tiver algumas dessas competências, o melhor é desenvolvê-las ou delegá-las.

Para o Sebrae, essa preferência ocorre porque uma pessoa, aos 50 anos, costuma ter mais tranquilidade, conhecimento e segurança. Além disso, tem menos medo dos riscos e busca mais realização pessoal que rentabilidade. Nesta faixa etária predomina chefes de família. Segundo o estudo do Sebrae, o principal fator que motiva esses donos de pequenos negócios a abrir a própria empresa é conseguir uma fonte de renda adicional.

O caminho das pedras

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O Sebrae lembra que, para empreender, são quesitos básicos elaborar um bom plano de negócios, estudar o mercado e buscar capacitação. A entidade recomenda:

Busque ajuda: consulte especialistas para conseguir ajuda no amadurecimento da sua ideia e de sua viabilidade, além de saber por onde deve começar.

Invista em capacitação: o conhecimento e as competências adquiridas durante a vida profissional devem estar afiados, mas não dispense mais conteúdo. Especialize-se na área de interesse do negócio. Faça cursos, participe de seminários, feiras e exposições.

Inove: observe o que há de novidade no mercado para oferecer produtos ou serviços diferenciados. Inovação implica não só investir em tecnologia, mas buscar soluções que tornem a sua empresa sustentável.

Seja dedicado: investir em um negócio exige determinação em qualquer idade. Há muitas pessoas com ideias, mas é preciso ter coragem e determinação para colocá-las em prática. Não ter medo de errar é uma característica de empreendedores de sucesso.

Mulheres empreendedoras buscam propósito

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“Nos nossos eventos, percebemos o aumento no número de mulheres acima de 50 que buscam empreender. Hoje, quase metade dos micros e pequenos negócios são liderados por mulheres”, afirma Ana Lúcia Fontes, 52 anos, fundadora da Rede Mulher Empreendedora, que tem mais de 57 mil participantes em todo o país.

Ela explica que, diferentemente das mulheres que começam a empreender depois da maternidade para ter mais tempo com os filhos, as da faixa dos 50 anos buscam empreender como forma de se manter vivas, na ativa e fazer algo com o propósito que acreditam. Elas não têm mais filhos pequenos para cuidar, não querem mais o modelo tradicional de emprego ou ter de lidar com situações adversas dentro das empresas.

“A principal motivação não é dinheiro. Elas estão no auge da capacidade profissional. Além da experiência no mundo corporativo, têm experiência de vida e resiliência. Sabem lidar melhor com frustrações, possuem mais capacidade de perder, cair, levantar e superar dificuldades. Porque empreender tem muitos altos e baixos, e é preciso saber lidar com isso”, conclui Ana.

All Things Hair Brasil traz dicas de penteados para o trabalho

 

Assim como as roupas, estilos de cabelo também merecem atenção em ambiente profissional

Qual o melhor penteado para trabalhar? Mesmo que muitas mulheres profissionais pensem nesse assunto com frequência, geralmente as roupas ganham o papel principal na hora de considerar a aparência no ambiente de trabalho. Então, por que não focarmos também no penteado? O All Things Hair Brasil, site sobre cabelos patrocinado pela Unilever, dá diversas dicas de como arrumar as madeixas no dia a dia.

Partindo do ponto de vista da praticidade, os penteados para trabalho não devem abrir mão da elegância. E, ao mesmo tempo, caem melhor se adequados para o ambiente profissional de cada indivíduo, seja ele mais corporativo ou descontraído.

“É importante que o cabelo para o ambiente de trabalho seja prático ou rápido de fazer”, diz Erin Mizuta, Chief Content Officer (CCO) do All Things Hair Brasil. “Ainda que os ambientes de trabalho estejam cada vez mais flexíveis, ele deve respeitar o estilo pessoal de cada um. Então teste opções antes de escolher seu penteado favorito e que se encaixe no seu dia a dia”, completa.

 

Entre um dos penteados recomendados para uso no escritório está o cabelo partido no meio com franja presa. Versátil, ele combina com diversos tipos de cabelo. Deve ser partido igualmente e as presilhas colocadas simetricamente. Tem um ar anos 90 e fica elegante.

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Fotos: All Things Hair Brasil

Outra opção é o coque baixo. Sofisticado, fica melhor em cabelos longos e médios. Mas ao mesmo tempo apresenta uma certa versatilidade já que combina com fios lisos, ondulados, cacheados e crespos.Outro penteado propício para o ambiente profissional é o coque alto descontraído, que cai bem em cabelo cacheado. Prático, parte da ideia de ser todo prendido, somente com a franja de fora. Já para quem prefere os cabelos soltos, um penteado semipreso surge como opção. Elegante, pode ser complementado com uma bela presilha ou grampos invisíveis.

Fonte: All Things Hair Brasil 

 

Os maiores mentores do cinema

O aconselhamento pode ser fundamental para o desenvolvimento dos personagens

É normal que durante o desenvolvimento do protagonista em um filme ele passe por diversas provações e dificuldades. Muitas vezes, para que este progresso seja efetivo, é necessário que o personagem busque o aconselhamento de uma pessoa que já passou por alguma coisa parecida.

Reconhecendo a importância deste arquétipo, a Knowe, plataforma de mentoria e aconselhamento profissional sob demanda, preparou uma lista com alguns dos maiores mentores do cinema. Confira:

Yoda – Star Wars

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O sábio mestre Jedi, que por anos foi líder do Conselho, é responsável por auxiliar o jovem Luke Skywalker em seu processo de aprendizado para se tornar o principal guerreiro da Aliança Rebelde em Star Wars, a franquia mais rentável do cinema. Antes de se tornar professor de Luke, Yoda foi um dos mais sábios e poderosos Jedi de todos os tempos.

Gandalf – O Senhor dos Anéis

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Personagem das épicas histórias ambientadas na Terra Média de J.R.R.Tolkien, Gandalf é o responsável por orientar guerreiros, anões, elfos e hobbits na guerra contra Sauron, na trilogia “O Senhor dos Anéis”. Antes disso, o Mago ajudou um grupo de anões e um Hobbit na batalha contra o poderoso dragão Smaug em “O Hobbit”.

Lester Bangs – Quase Famosos

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Interpretado no cinema por Philip Seymour Hoffman (1967/2014), Lester Bangs é essencial para o crescimento pessoal e profissional do protagonista Russell Hammond no longa “Quase Famosos”. O filme acompanha a história de um garoto de 15 anos que deve acompanhar a banda Stillwater em sua primeira excursão pelos Estados Unidos para escrever uma matéria para a revista Rolling Stone.

John Keating – A Sociedade dos Poetas Mortos

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Em um dos seus papéis mais emblemáticos, Robin Williams (1951/2014) é John Keating, um professor de poesia diferente do tradicional no clássico “Sociedade dos Poetas Mortos”. Apoiado em uma metodologia bem diferente da habitual, ele usa as aulas revolucionárias para inspirar seus alunos a perseguirem suas paixões independente do que as outras pessoas querem impor.

Senhor Miyagi – Karatê Kid

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Para ensinar artes marciais ao jovem Daniel San em Karatê Kid, Senhor Miyagi, um mestre de karatê utiliza métodos nada ortodoxos, com atividades cotidianas, como pintar uma parede, consertar a cerca ou limpar um carro. Aos poucos, Daniel se especializa e enfrenta as pessoas que faziam bullying com ele em um campeonato de luta.

Frankie Dunn – Menina de Ouro

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Vivendo o ex-treinador de boxe que passou a vida nos ringues Frankie Dunn, Clint Eastwood decide ajudar a jovem lutadora Maggie Fitzgerald (Hilary Swank) em sua trajetória de determinação até se tornar uma lutadora profissional.

Fonte: Knowe

Saiba como se alimentar de forma saudável durante o expediente

Com a rotina corrida dos dias de hoje, fica cada vez mais difícil realizar as refeições de maneira adequada. Por isso, é importante buscar elementos que permitam adaptar uma alimentação saudável a esse estilo/ritmo de vida. De acordo com a nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, frutas oleaginosas, como castanhas, amêndoas e nozes, assim como barras de cereais de baixo valor calórico, frutas secas e biscoitos integrais são boas opções de lanche.

Ao longo do dia, o cansaço vai aumentando, com isso o corpo pede pra repormos energia. Como doces e carboidratos são as fontes mais rápidas de energia, é comum sentir vontade desses tipos de alimento. Por isso, a nutricionista recomenda o consumo de 30g de chocolate meio amargo, a partir de 60% de cacau, que pode fornecer, ao mesmo tempo, esse prazer momentâneo e a energia necessária.

“O chocolate meio amargo tem menos gordura e mais cacau, o que aumenta a concentração de componentes benéficos à saúde cardiovascular, além de dar energia”, explica.

Caso marmitas sejam uma opção viável no local de trabalho, a dica é montar uma alimentação balanceada, que inclua o maior número de fontes de nutrientes possível, como as indicadas pela especialista:

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=Carboidratos complexos, como arroz e massas integrais – são digeridos e absorvidos lentamente, prolongando a sensação de saciedade;
=Grãos integrais, como linhaça e quinoa – são fontes de fibra;
=Vitaminas e minerais, presentes em frutas e hortaliças;
=Gorduras de boa qualidade, como óleos e azeites;
=Proteínas – presentes em carnes magras e grãos, como feijão, soja, lentilha e grão-de-bico.

A especialista do Grupo São Cristóvão Saúde ainda alerta que, caso sofram aquecimento, alguns nutrientes podem se decompor, como a Vitamina C e algumas vitaminas do Complexo B. Portanto, alimentos frescos e não processados podem ser uma boa opção, uma vez que garantem melhor aproveitamento de todos os componentes nutritivos.

Se não for possível levar comida de casa, Cintya Bassi dá algumas sugestões para escolher de forma saudável, onde e o que almoçar. De acordo com ela, quando a escolha for por comida a quilo, é importante observar todas as opções oferecidas e pensar nos alimentos e nas quantidades antes de montar o prato.

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Latife Restaurante

“Comece preenchendo com saladas, evite molhos brancos e dê preferência ao simples e clássico, como arroz integral, feijão e frango grelhado”, orienta a nutricionista.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Quatro coisas que seu currículo não deve ter de jeito nenhum

Segundo pesquisa realizada pela Catho, dados de contato desatualizados são considerados o item de maior atenção de acordo com 74% dos recrutadores

Falar sobre currículo é sempre um tema inesgotável, e por vezes cercado por dúvidas: enviar foto? Exaltar características pessoais? Linguagem técnica ou informal? Segundo uma pesquisa realizada pela Catho com mais de 400 recrutadores, existem alguns itens que realmente não devem aparecer no documento de jeito nenhum.

“Por mais simples que pareça, é muito comum o recrutador receber currículos com número de telefone e e-mail desatualizados. Facilmente esse currículo é descartado, diminuindo as chances desse candidato de participar do processo seletivo e, consequentemente, de ser contratado”, afirma Bianca Machado, gerente da Catho.

Com base no levantamento realizado, a Catho fez um ranking com 4 itens que não devem ser colocados no currículo de jeito nenhum:

Dados de contatos desatualizados (74%)

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Ocupando a área mais nobre do currículo, o cabeçalho com os dados pessoais do candidato fica na base superior do documento e contém os principais meios de contato entre o recrutador e o profissional. Mesmo que pareça óbvio, é muito comum o entrevistador receber documentos com e-mail, endereço e número de telefone desatualizados. Não é à toa que o item ocupa o 1º lugar no ranking. Sem dados de contato, sem chances de contratação.

Fotos inadequadas (70%)

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Uma grande dúvida na hora de enviar o currículo é: colocar ou não uma foto? Bem, a resposta é simples. Se a empresa não solicitou o envio, não colocar é a melhor opção, afinal de contas, o objetivo do documento é destacar as qualificações profissionais do candidato. Algumas áreas em específico veem como diferencial o uso da foto. Nesses casos, dê preferência a fotos sóbrias, em formato 3×4, com fundo neutro. E claro, em boa qualidade.

Número de documentos como CPF, RG e CNH (40%)

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RG, CPF, CNH, título de eleitor, dentre outros documentos, não são necessários no preenchimento de um currículo. Normalmente só há necessidade desses dados no momento da contratação e não previamente. Logo, não se deve confundir a área de recrutamento de uma empresa com Departamento Pessoal. Além disso, vale ressaltar a importância de se manter em sigilo esses dados pessoais, que em currículo, pode cair em mãos de diversas pessoas.

Características pessoais (21%)

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Ambicioso, perfeccionista, dinâmico, dedicado, essas e outras características pessoais, muitas vezes, não convencem o recrutador. Busque sempre priorizar informações objetivas, tais como experiência, resultados alcançados e projetos liderados. E claro, aproveite o momento de contato da entrevista para potencializar as habilidades profissionais.

A soma dos itens não totalizam em 100% pois o recrutador, nesse campo da pesquisa, tinha a opção de marcar mais de uma alternativa.

Fonte: Catho

São Paulo sedia MaturiFest, festival de empreendedorismo para 50+

Levantando a bandeira da longevidade ativa, festival promoverá uma experiência única para quem quer manter-se relevante para o mercado e lançará a plataforma MaturiServices

A MaturiJobs, primeira e única plataforma de trabalho e desenvolvimento para pessoas acima de 50 anos do país, com mais de 80 mil profissionais cadastrados, é a idealizadora do evento MaturiFest 2019, o primeiro festival de empreendedorismo 50+ do Brasil, que se realizará de 26 a 28 de abril, e espera receber mais de 700 pessoas durante os três dias de evento.

Com workshops práticos, palestras e debates, o MaturiFest é uma oportunidade única para pessoas maduras se manterem ativas, atualizadas e relevantes no novo mundo do trabalho.

Entre os assuntos explorados serão debatidos mudança de carreira, autoconhecimento e propósito, economia compartilhada, presença digital, startups, vendas e comportamento do “maturi” de hoje e do futuro, além de cases de pessoas que se reinventaram profissionalmente após os 50 anos.

“Hoje fala-se muito do trabalho além do emprego: trabalho autônomo, freelancer, empreendedorismo individual, economia compartilhada e colaborativa. Vamos desbravar todas as possibilidades que os 50+ podem e devem usufruir no mundo do trabalho atual”, diz Mórris Litvak, fundador e CEO da MaturiJobs.

Durante o evento será lançada a MaturiServices, nova plataforma criada por Litvak, juntamente com os insights da pesquisa “Empreendedorismo 50+” realizada em conjunto com a NOZ Pesquisa e Inteligência. “Maturi é muito mais do que jobs. A tendência é que as pessoas empreendam e é esse o nosso foco: ajudar os maturis a empreender”, diz Litvak. A MaturiServices vai permitir que os 50+ ofereçam seus serviços e produtos por meio da plataforma, revolucionando o modo como esse público vive seu lado profissional.

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Com apoio do Sebrae, o festival vai ocorrer em dois lugares: no InovaBra Habitat, centro de tecnologia e startups do Bradesco localizado na Consolação, e na Unibes Cultural, que fica no Sumaré – ambos próximos e colados a estações de metrô, e deverá ser o maior encontro de empreendedorismo já realizado na América Latina para esse público. Todos os participantes poderão fazer networking na minifeira de negócios e na praça de food trucks montada no evento.

Alguns dos palestrantes e painelistas são: a fundadora da Rede Mulher Empreendedora, Ana Fontes; o empreendedor social e fundador da ONG Doutores da Alegria, Wellington Nogueira; o professor e colunista de inovação, startups e empreendedorismo Marcelo Nakagawa; a especialista em economia criativa Ana Carla Fonseca; a criadora do movimento O Poder da Colaboração, Izabella Ceccato, e o consultor e secretário municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Cid Torquato.

Os valores para participar do encontro vão de R$ 150,00 a R$ 289,00. As inscrições e a programação completa do evento, com os 12 workshops e 20 palestras e debates, estão no site Maturifest.

Profissionais mais maduros vêm ganhando espaço no mercado de trabalho

Essa tendência se deve ao envelhecimento progressivo da população mundial que passará de 606 milhões, no ano de 2000, para cerca de 2 bilhões, em 2050

Conhecimento, experiência, sabedoria, autoridade moral e capacidade de liderança são algumas das principais qualidades que podem ser encontradas em profissionais mais maduros ou ditos seniores. Mesmo, que em diversas situações ainda sejam vistos como pessoas improdutivas, desatualizadas, inflexíveis e desvinculadas de conceitos sociais, econômicos e sociais, os idosos vêm se tornando cada vez mais atuantes no mercado de trabalho e prometem estar ainda mais presentes nos próximos 30 anos.

Essa tendência de mercado se deve ao envelhecimento progressivo da população mundial que passará de 606 milhões (no ano de 2000), para cerca de 2 bilhões, em 2050, segundo dados do Relatório Mundial de Saúde e Envelhecimento, da Organização Mundial da Saúde (OMS). No mundo, esse aumento será mais marcante em países pobres, onde a população idosa quase quadruplicará, passando de 374 milhões para 1,6 bilhão.

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No Brasil, a estimativa aponta que de 21 milhões de idosos (11% da população) contabilizados em 2010, a população idosa somará cerca de 65 milhões (30% da população) em 2050, ou seja, em 2046, para cada 100 jovens, haverá 258 idosos. Entre os anos de 1940 e 2015, a expectativa de vida aumentou mais ou menos 30 anos, passando de 40,7 para 75,5 anos, com isso em 2050 se prospecta que a população viva até os 80,7 anos.

Levando em consideração os dados anteriores, somente um quarto dos brasileiros irá parar de trabalhar na idade da aposentadoria, já o restante continuará trabalhando em algum nível após a idade de se aposentar. Indo contra preconceitos, o mercado de trabalho está acolhendo um grande número de idosos que vem sendo contratados formalmente e sendo valorizados por seu potencial agregador, confiável e estimulante.

Segundo a consultora e diretora da empresa Leaders – HR Consultants, Astrid Vieira, o Ministério do Trabalho vem estudando métodos para cuidar de questões de discriminação, entre elas contra profissionais mais experientes no mercado de trabalho. “O objetivo é oferecer maior atenção ao combate ao preconceito no ambiente de trabalho”, afirma.

A consultora ainda explica que seja para complementar a renda familiar, cobrir despesas médicas ou se manter ativo, os idosos se mantêm no mercado de trabalho, atuando principalmente nas áreas de serviços, administração pública, indústria e comércio. “Evidenciando essa realidade, pesquisa recente informa que 36% dos brasileiros que possuem mais de 50 anos ainda estão em plena atividade, no mercado de trabalho”, comenta Astrid Vieira.

Ainda de acordo com Astrid, um dos maiores receios dentre as empresas é o de que um profissional mais maduro não possua o vigor necessário para desempenhar funções laborais intensas, mas hoje já se mostra evidente, que um profissional idoso possui as mesmas dificuldades e demanda o mesmo cuidado básico de um profissional mais jovem.

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“No entanto, as vantagens de se investir no desenvolvimento da carreira pós-corporativa de um profissional prestes a se aposentar, também vem sendo levada em consideração pelas empresas, que se beneficiam da habilidade de transmissão de conhecimento desse profissional e da difusão das práticas que possibilitam a continuidade dos negócios”, completa.

Fonte: Astrid Vieira, consultora e diretora da empresa Leaders – HR Consultants

Cinco passos para redirecionar a carreira

A maior dúvida de quem quer mudar o caminho profissional é: por onde começar? Claro que a ajuda profissional é fundamental nessa hora, porque muitas vezes não conseguimos enxergar os problemas sozinhos, e nem mesmo as soluções. Mas, para Tarsia Gonzalez, existem alguns passos que podem ajudar a tomar as primeiras decisões.

1. Invista no autoconhecimento

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Entender o que se quer é a primeira grande etapa da mudança e requer uma busca constante de questões que passam pelo que se ama de verdade, quais são as aspirações de vida, quais os propósitos que movem o caminho pessoal e profissional. “Autoconhecimento é algo que não tem fórmula e é um caminho sem fim. Somos seres mutáveis, em constante transformação e, por isso, precisamos ouvir sempre nossa voz interior”, explica Tarsia. Para ela, o primeiro passo para rever o caminho profissional é ter certeza do que se quer: “é preciso jogar fora a indecisão e desenvolver a ousadia, com integridade”.

2. Obtenha informação do mercado

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Esse passo é importante para entender como seus talentos serão recebidos e poderão ser utilizados pelo mercado. “Para buscar a melhor vaga ou até mesmo empreender, é preciso entender o que está acontecendo no mundo do trabalho, quais os setores mais prósperos e, mesmo naqueles que ainda estão se reerguendo, quais as funções mais necessárias e de que forma se pode contribuir. Conhecer o mercado é fundamental para gerar oportunidades”.

3. Busque as ferramentas

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Depois se decidir o que quer e entender de que forma o mercado pode receber sua força de trabalho, é importante buscar conhecimento, cursos, consultorias que vão ajudar no processo. “São essas as ferramentas que vão ajudar a construir o planejamento pessoal”, reflete a especialista, que completa: “sem um plano de voo, avião nenhum é autorizado a sair do chão. Da mesma forma, não dá para querer atingir um objetivo sem um planejamento de onde se quer chegar”.

4. Trace suas metas

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Planejamento traçado, é hora de determinar as metas, em curto, médio e longo prazo: “Construir metas reais dá mais força, ânimo e permite galgar os primeiros degraus, gerando coragem e autonomia para ir, aos poucos, aumentando os objetivos a atingir”, explica Tarsia. Ela enfatiza: “de nada adianta colocar metas grandiosas e desistir na primeira dificuldade. Com metas possíveis, reais, o potencial de vitória vai aumentando exponencialmente”.

5. Monte um planejamento anual

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Um planejamento, por melhor que seja, precisa ser revisado de tempos em tempos. “Sozinha ou com ajuda de um especialista, é ótimo rever anualmente seus objetivos e metas. O mercado muda, nós mudamos também, e a máxima ‘em time que está ganhando não se mexe’ não vale mais. Agora, o que sabemos, é que a palavra de ordem é transformação. Então, é preciso rever, de tempos em tempos, e readequar o caminho profissional”, finaliza.

Fonte: Tarsia Gonzalez é gestora, psicóloga, especialista em finanças, presidente do conselho de uma das maiores companhias do país, consultora e palestrante, Tarsia Gonzalez construiu uma carreira de sucesso observando as pessoas, angariando conhecimento e expertise para gerenciar com propriedade e criar times fortes e coesos. Seu esforço para equilibrar governança corporativa e profissionalização com a felicidade das pessoas que formam a empresa levou a Transpes, companhia fundada por seu pai, a receber por três anos consecutivos o prêmio da Revista Você S/A como Melhor Empresa para se Trabalhar do Brasil.