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Beautification utiliza os padrões de proporções para embelezar o rosto – sem modificá-lo

O mundo da beleza está em constante evolução. Os estudos na área não param e, com eles, novos conceitos são criados. É o exemplo das intervenções faciais realizadas hoje, que diferem de anos atrás. A busca não é a perfeição do rosto e, sim, criar uma harmonia do todo, deixando-o com aspecto mais atraente e menos cansado.

É aí que entra o conceito de Beautification. Segundo a Merz, uma das principais empresas de estética do mundo, este termo refere-se a uma combinação de intervenções não cirúrgicas para obter equilíbrio estético e funcional da face.

De acordo com a dermatologista Bárbara Saavedra, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, é possível embelezar o rosto a partir de um estudo criterioso de proporções, medidas e ângulos.

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“A ideia é alcançar o embelezamento da face, com intervenções sutis, minimizando as assimetrias e realçando áreas que merecem destaque, sempre com naturalidade e preservando as características de cada pessoa. Para isso, é necessário um olhar individualizado e um conhecimento adequado de anatomia”, explica a médica.

Primeiro é importante fazer uma análise aprofundada dos pontos de sustentação da face. Segundo a dermatologista, é preciso dar atenção a três camadas diferentes: ossos, músculos e gordura. “Elas compõem a estrutura facial e são responsáveis por alterações que podem ocorrer ao longo do tempo. A partir daí, são definidas as áreas que devem ser melhoradas e os procedimentos adequados para cada caso – e até mesmo a combinação deles”, diz.

Muitas técnicas são usadas na abordagem de Beautification. O preenchimento à base de ácido hialurônico é uma delas. “Pode ser usado, por exemplo, para dar volume e/ou reposicionamento malar, é o caso do famoso ‘efeito blush’; melhorar o contorno do rosto e dar projeção para o queixo; e aperfeiçoar a proporção dos lábios”, explica. Neste último, é possível aplicar a Liplush Technique, um método inovador que utiliza produtos da linha Belotero, com diferentes densidades de ácido hialurônico, e atua em áreas e pontos pré-definidos para realçar a beleza dos lábios, com mudanças sutis.

Outro exemplo é a toxina botulínica. Ela é usada para melhorar o sorriso – pessoas que têm sorriso gengival ou invertido -, para suavizar rugas e modelar as sobrancelhas. “O Grid 21 é uma das grandes invenções aqui. Lançado recentemente, é uma técnica personalizada de aplicação da toxina botulínica purificada. É usado para modelar a sobrancelha e tratar a testa, funcionando como um guia de orientação para o médico”, explica Bárbara.

Por último, o bioestimulador de colágeno e o ultrassom microfocado são usados para tratar flacidez superficial e profunda e melhorar a qualidade da pele. “Muito vezes, utilizo a combinação do Ulthera e Radiesse para potencializar os resultados. Cada um atinge uma camada da pele e, juntos, estimulam uma quantidade maior de colágeno, deixando a pele mais firme e bonita”, explica.

“Além disso, em alguns casos, costumo usar o Radiesse para dar suporte para o rosto. Ele é um bioestimulador versátil e consegue atuar no contorno facial também, deixando-o mais definido. É ideal para interferências menores, nas quais o preenchedor não se faz necessário, já que a ideia não é volumizar”, acrescenta.

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A médica diz que o conceito está longe de propagar padrões ideais. Não existe um nariz ou uma boca que se adaptem a todas as pessoas. O importante é fazer um tratamento que valorize a beleza de cada um. “O objetivo é que o paciente conquiste uma face mais proporcional, com ângulos e contornos definidos, uma pele bonita e com frescor, sem exageros e respeitando a sua personalidade”, finaliza.

Fontes:

Bárbara Saavedra é médica dermatologist, membro da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia) inscrita no Cremesp sob número 143664.

Merz: uma das principais empresas de estética do mundo e oferece um portfólio completo para tratamentos estéticos minimamente invasivos. A farmacêutica é detentora das marcas Belotero (preenchedor e volumizador à base de ácido hialurônico, consagrado em mais de 50 países em todo o mundo), Radiesse (bioestimulador de colágeno) e Xeomin (toxina botulínica A purificada). 

Brasil: morte por câncer de mama está abaixo da média mundial, mas país enfrenta desafios

Especialistas do Inca apresentam análise comparativa da doença no país, em relação ao resto do mundo

Na cerimônia de celebração do Outubro Rosa, a área técnica do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apresenta uma análise da situação do câncer de mama no Brasil, que mostra que a mortalidade da doença no país é baixa, em relação a outros países, mas precisamos avançar na prevenção e diminuição das desigualdades regionais e socioeconômicas.

O Brasil figura, em 2018, na segunda faixa mais alta de incidência de câncer de mama entre os todos os países com uma taxa de 62,9 casos por 100 mil mulheres (taxa padrão utilizada mundialmente). Os países são agrupados em cinco faixas.

Quanto à taxa de mortalidade de câncer de mama, o Brasil está situado na segunda faixa mais baixa com uma taxa de 13 por 100 mil, ao lado de países desenvolvidos como EUA, Canadá e Austrália, e melhor de que alguns deles, como a França e o Reino Unido.

“O fato de a taxa de incidência ser relativamente alta e a de mortalidade ser relativamente baixa mostra que o nosso sistema de saúde, apesar de todos os problemas, está salvando muitas vidas. Mas temos imensos desafios pela frente,” afirma Liz Almeida, chefe da Divisão de Pesquisa Populacional do INCA.

Um dos desafios é a redução das desigualdades entre as regiões e classes sociais. A mortalidade por câncer de mama está ligada principalmente ao acesso a diagnóstico e tratamento adequado no tempo oportuno. O objetivo é diagnosticar o câncer o mais precocemente possível, ainda nos estágios iniciais da doença, quando o tratamento é mais efetivo. Ano a ano, o Brasil vem conseguindo aumentar o percentual de casos diagnosticados nos estágios in situ e I de 17,3% em 2000 para 27,6% em 2015. Mas essa proporção continua muita baixa na região Norte (12,7%), em contraste com as regiões Sul (29,2%) e Sudeste (30,8%).

A desigualdade regional e social também se evidencia no acesso ao exame de mamografia de rastreamento, que deve ser realizado a cada dois anos por todas as mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos. O percentual de mulheres brasileiras nessa faixa que fizeram o exame em 2013, de acordo com a última Pesquisa Nacional de Saúde, foi de 60%, mas de apenas 38,7% na região Norte e 47,9% no Nordeste, bem abaixo das regiões Sul (64,5%) e Sudeste (67,9%).

Por nível de instrução, o índice médio de mulheres brasileiras com nível superior nesse faixa etária que realizou uma mamografia foi de 80%, mas de 50% entre as mulheres sem instrução e fundamental incompleto.

Segundo o Inca, são estimados 59.700 casos novos de câncer de mama em 2019.

O desafio da obesidade

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Pixabay

Entre os fatores que aumentam o risco de desenvolvimento do câncer de mama, alguns podem ser evitados e outros não. O envelhecimento, histórico familiar da doença e mutações genéticas herdadas são fatores que não podem ser evitados pela mulher.

Quanto à exposição das mamas à radiação ionizante, outro fator de risco, é possível reduzi-lo ao não se realizar exames desnecessários. Em alguns casos, como nas sessões de radioterapia relacionada ao tratamento de um outro câncer, a exposição à radiação é inevitável.

Três dos fatores de risco evitáveis estão ligados a estilo de vida: estar acima do peso, levar uma vida sedentária e tomar mais do que uma dose de bebida alcoólica por dia. Outro fator de risco evitável é o uso de hormônios após a menopausa, opção que deve ser descartada pela mulher.

Os especialistas do Inca estão particularmente preocupados com o excesso de peso corporal e o sedentarismo, fatores de risco não só para mama, como também para vários outros tipos de câncer e outras doenças. Segundo a pesquisa Vigitel 2018, realizada nas capitais brasileiras e DF, 53,9% das mulheres estão com excesso de peso e 20,7% estão obesas, proporções que cresceram muito neste século. A recomendação é que todos se exercitem regularmente durante uma média de 3 a 4 horas por semana e adotem uma dieta saudável, de acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, que pode ser obtido clicando aqui.

Rede de solidariedade

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Cabe às instituições envolvidas com o cuidado do câncer de mama e à sociedade brasileira unirem esforços para reduzir as desigualdades socioeconômicas e regionais de acesso a informações de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama.

Profissionais de saúde e mulheres devem conhecer os sinais e sintomas de alerta para o câncer de mama e o sistema de saúde deve estar preparado para priorizar os casos suspeitos e fornecer investigação diagnóstica no tempo adequado.

As informações sobre riscos e possíveis benefícios dos exames de rotina devem ser amplamente divulgadas para toda a sociedade. As mulheres na faixa de 50 a 69 anos devem realizar mamografias de rotina uma vez a cada dois anos. É importante também que os profissionais estejam atualizados em relação às condutas relacionadas aos laudos da mamografia.

Amigos, vizinhos, colegas de trabalho, grupos religiosos, ONGs etc., todos podem, e devem, contribuir no apoio a pacientes e familiares de todas as formas possíveis, por exemplo, na multiplicação de informações corretas e encorajando a busca pelos serviços de saúde.

“A obrigação do Estado é indiscutível. Mas as pessoas podem ajudar muito. Por exemplo, ajudar uma mulher a obter informações online sobre um exame ou consulta, o que requer o uso de dispositivos eletrônicos e conhecimento digital. Um grupo de amigos e vizinhos pode apoiar uma paciente no deslocamento para sessões de tratamento ou ajudando com as tarefas de vida diárias. O apoio pode ser também psicológico. Este é o verdadeiro espírito do Outubro Rosa,” ressalta Ana Cristina Pinho, diretora geral do Inca.

Exposição

A exposição “A Mulher e o Câncer de Mama no Brasil” pode ser conferida até sexta-feira, 11 de outubro, no embarque superior da Rodoviária Novo Rio. Os 22 painéis ilustram aspectos históricos, médicos e culturais das mamas, com foco especial no câncer e ações para o seu controle. A exposição é uma iniciativa do Inca e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

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Campanha

O Inca e o Ministério da Saúde lançaram a campanha Outubro Rosa 2019, que reforça três pilares estratégicos no controle da doença: prevenção primária, diagnóstico precoce e mamografia A campanha, que inclui cartazes, folders, banners e cards para impressão e utilização nas redes sociais, foi criada para divulgação não apenas em outubro, mas sim ao longo do ano inteiro, porque o cuidado com as mamas deve ser uma preocupação permanente. O mote da campanha é “Cada corpo tem uma história. O cuidado com as mamas faz parte dela”.

Fonte: Inca

Outubro Rosa: cinco mitos e verdades sobre o tratamento do câncer de mama

Notícias falsas podem prejudicar pacientes em tratamento. Antes de repassar ou de seguir à risca informações que recebeu no WhatsApp ou redes sociais, é importante garantir que a orientação está correta

Neste mês de Outubro Rosa, o Instituto Oncoguia – ONG de apoio a pacientes com câncer, alerta para o risco que notícias falsas podem trazer para pacientes com câncer de mama.

“Quando uma mulher recebe o diagnóstico de um câncer, alguns segundos depois ela já estará cercada de notícias e dicas que, supostamente, irão ajudar nessa fase. Pedimos muito cuidado e cautela com isso, pois há o risco de algumas não serem verdadeiras e, pior, que envolvam tratamentos alternativos que podem prejudicar os tratamentos convencionais”, alerta a psico-oncologista e presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz.

Na opinião de Luciana, a principal forma de combater essas notícias falsas é garantindo o acesso a informação de qualidade, útil e adequada à fase do tratamento, engajando os pacientes ativamente em todas as decisões necessárias desse momento. “Fale com seu médico, procure por fontes confiáveis antes de acreditar em toda informação que você recebe”, orienta.

Para ampliar ainda mais as discussões sobre a importância da informação de qualidade, apoio e networking para pacientes com câncer de mama durante o Outubro Rosa, o Oncoguia realizará, no dia 12 de outubro, o “Encontro Oncoguia de Câncer de Mama para Pacientes em Tratamento: Inicial e Metastático”. O evento é gratuito e acontecerá em São Paulo, no Hotel Radisson Paulista. Para se inscrever e conferir a programação basta clicar aqui.

Abaixo, o Oncoguia separou algumas dúvidas bastante comuns recebidas pelo Oncoguia Confirma – canal de WhatsApp para o combate a fake news sobre câncer criado pela ONG em 2018, confira:

Crioablação é uma alternativa para curar o câncer de mama

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lustração: Drattai.com

Mito: crioterapia ou crioablação já é feita em casos muito selecionados, mas em nenhum centro (nem mesmo em Israel, de onde surgiu um vídeo que viralizou nas redes falando sobre esse procedimento) substitui o tratamento convencional de cirurgia, radioterapia, quimioterapia etc. A crioablação pode ser feita em alguns raros casos de metástases, com resultados equivalentes aos de uma radioablação ou de uma radiocirurgia. Porém, este ainda é um procedimento experimental em tumores primários de mama. “É uma técnica que, no futuro, é aceitável de imaginarmos. Porém, não sabemos quando este futuro será. Mais estudos são necessários. Estamos de olho nas pesquisas”, comenta Nivaldo Vieira, oncologista clínico e membro do comitê científico do Instituto Oncoguia.

Paciente com câncer de mama tem direito à cirurgia reparadora pelo SUS

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Verdade: é garantido por lei ao paciente com câncer de mama a realização da cirurgia plástica reparadora da mama retirada (total ou parcialmente) em decorrência do tratamento do tumor, assim como a realização da simetria. A reconstrução pode ocorrer no mesmo ato da cirurgia para retirada da mama, quando houver condições técnicas e clínicas. Ou seja, a indicação sempre dependerá do seu médico e do seu caso.

É possível tratar o câncer de mama com imunoterapia

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MedicalNewsToday

Verdade: em maio de 2019, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou a primeira imunoterapia para câncer de mama no Brasil. O tratamento pode beneficiar pacientes com câncer de mama triplo negativo. Outras possibilidades do uso de imunoterapia para pacientes com câncer de mama estão sendo discutidas e em breve poderá haver novidades.

Cuidado multidisciplinar faz a diferença no tratamento do câncer de mama

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Foto: Is-Med.com

Verdade: não só para pacientes com câncer de mama, mas com qualquer tipo de tumor, principalmente se for metastático, o envolvimento de uma equipe multidisciplinar pode garantir um tratamento mais integral e mais qualidade de vida aos pacientes oncológicos. Os especialistas que fazem parte da equipe multidisciplinar podem variar de acordo com as diferentes necessidades de cada paciente, mas podem compor esse time oncologista, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, nutricionista, psicólogo, paliativista, entre muitos outros.

Pacientes em tratamento de câncer não podem fazer atividade física

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Mito: há muito tempo acreditou-se que pacientes com doenças como o câncer deveriam fazer repouso. Mas isso já é passado e pesquisas científicas já comprovaram que a prática de atividade física por pacientes oncológicos é possível, segura e pode melhorar a disposição, reduzir dores e efeitos colaterais de tratamentos e garantir mais qualidade de vida aos pacientes. A única recomendação é que, antes de começar a se exercitar, o paciente peça orientações ao seu médico e as siga.

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Encontro Oncoguia de Câncer de Mama para Pacientes em Tratamento: Inicial e Metastático
Dia: 12/10/2019
Horário: das 8h às 18h30
Local: Radisson Paulista São Paulo
Alameda Santos, 85 – Cerqueira César
Inscrições gratuitas: Oncoguia

Dermatologista esclarece mitos e verdades sobre o botox

A toxina botulínica, popularmente conhecida como botox, é um dos procedimentos estéticos não cirúrgicos mais realizados no Brasil e no mundo, e não é à toa que surjam muitas dúvidas e inverdades sobre o assunto. Tendo em vista esta realidade, o dermatologista Gustavo Saczk desmistificou algumas questões sobre essa substância que é febre no mundo da estética.

Há oito anos atuando na dermatologia, o médico é chamado o ‘mestre do botox’ e surpreende por não fazer nenhuma marcação antes da aplicação, um dom aperfeiçoado com a prática.

Mitos e verdades

Botox  pode ser usado para preencher lábios, bigode chinês ou qualquer área que precise de volume.

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Mito: isso é feito por meio de preenchimento. A toxina botulínica não preenche ou aumenta o volume de determinada região. Ao contrário, o botox é usado para suavizar rugas e linhas de expressão por meio do relaxamento do músculo, sem preenchimento.

O efeito do botox não é permanente

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Verdade: ele dura de 4 a 6 meses. Lembrando que pacientes com muita expressão facial terão uma durabilidade menor da paralisação.

Sua expressão facial não vai ser alterada

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Verdade: isso se o dermatologista ou cirurgião plástico que fizer a aplicação respeitar os pontos corretos de aplicação. A ideia é diminuir as rugas sem alterar sua fisionomia.

 Cremes não substituem o botox

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Verdade: eles atuam junto, buscando melhorar sua beleza. O tratamento antissinais deve ser feito de forma global, em conjunto.

Nada substitui uma plástica se o paciente tem indicação, mas o botox será usado junto, assim como os cremes

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Verdade: não adianta achar que fazendo plástica você não precisará de botox caso ainda queira melhorar as rugas. As aplicações da toxina botulínica podem postergar a necessidade de uma intervenção cirúrgica, pois, além de atenuarem as rugas de expressão, podem prevenir o surgimento de novas rugas pela reeducação da mímica facial. Este tratamento também pode ser uma opção para pacientes com receio dos procedimentos mais invasivos ou mesmo para pacientes que buscam resultados eficazes sem períodos de recuperação.

Não existe uma idade mínima para o início do tratamento

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Verdade: o mais importante é ter a indicação apropriada para o tratamento. O Botox pode ser aplicado em qualquer idade, não causando resistência ou diminuindo seu efeito com o passar do tempo, se for aplicado corretamente. Assim, ele pode funcionar como preventivo no surgimento das rugas.

Seu efeito não é imediato

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Verdade: as primeiras mudanças são percebidas após 48 horas, entretanto, os efeitos podem ser notados de forma mais completa em até 15 dias após a aplicação.

Botox é diferente do preenchimento

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Verdade: como foi dito antes, ele faz a paralisação da musculatura no local em que é aplicado, não sendo capaz de corrigir rugas estáticas, que são mais profundas e que aparecem mesmo quando você não está movimentando o rosto. Mas pode suavizar rugas que estão começando a aparecer.

Se você tem excesso de pele nas pálpebras, o botox pode dar uma sensação de peso nos olhos

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Verdade: nesses casos, o dermatologista tem que ser criterioso na aplicação.

O tratamento tem duração, em média, de 6 meses

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Verdade: podendo ser mais ou menos tempo, dependendo do organismo de cada paciente. Ao término desse período é necessário procurar o dermatologista para fazer uma reaplicação.

Fonte: Gustavo Saczk é formado pela Universidade Federal do Paraná (2011), consolidou seu nome como um dos principais profissionais da área de saúde em Curitiba onde é considerado o ‘mestre do botox’ e surpreende por não fazer nenhuma marcação antes da aplicação, um dom aperfeiçoado com a prática. Também se destaca no tratamento de cicatrizes causadas pela acne. Criou o “Minuto de pele” – pílulas em vídeo de 1 minuto – onde ele fala sobre diversos assuntos da Dermatologia, seja estética, cirúrgica ou clínica. Também participa do quadro “Minuto de Pele”, uma vez por semana, na Rádio Clube FM, em Curitiba.

Saiba qual é o seu tipo de olheira e quais tratamentos podem ser adotados

Sabe aquelas manchas escuras, que aparecem embaixo dos olhos e tanto incomodam homens e mulheres quando o assunto é beleza facial? Agora não é mais preciso conviver com elas. As temidas e indesejadas olheiras podem ser tratadas e amenizadas por meio de uma série de técnicas, que vão desde a aplicação de cosméticos a um procedimento estético minimamente invasivo realizado em consultório.

A dermatologista e speaker da Sinclair Pharma, Jaciara Hunnicutt , alerta, no entanto, que antes de adotar qualquer tipo de tratamento, é importante conhecer a origem do problema. Segundo a especialista, existem quatro tipos de olheiras, que podem se manifestar pelos mais diversos motivos, como genética, exposição excessiva ao sol, noites mal dormidas, entre outros.

Confira agora os tipos de olheiras existentes e os tratamentos recomendados:

1. Olheiras vasculares:

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As olheiras vasculares são aquelas que apresentam coloração arroxeada, azulada ou até algo avermelhada. Também podem deixar a região abaixo dos olhos mais inchada em algumas circunstâncias. As principais causas são distúrbio do sistema circulatório, aumento dos vasos sanguíneos e pele muito fina na região. Retenção de líquidos, estresse, noites mal dormidas ou cansaço pioram a situação. O tratamento pode ser realizado com laser, drenagem linfática, dermocosméticos com cafeína, entre outros. “Laser e Luz pulsada são excelentes opções de tratamento”, explica Jaciara.

2. Olheiras pigmentares:

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As olheiras pigmentares possuem coloração amarronzada ou marrom-acinzentada, podendo ter a tonalidade parecida com outras manchas da face, como o melasma, por exemplo. São causadas pelo acúmulo de pigmentos na pele fina dos olhos. Geralmente, são mais comuns em pessoas que possuem a pele morenas a negra ou que tenham rinite. Segundo a dermatologista, o tratamento ideal depende do tipo de pigmento, que pode ser melanina ou hemossiderina, mas de forma geral, dermocosméticos despigmentantes, peelings e procedimentos a laser fazem parte do tratamento. Já a exposição solar pode piorar o aspecto das manchas ao longo do tempo.

3. Olheiras estruturais ou profundas:

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De coloração castanha ou marrom-acinzentada, as olheiras profundas costumam dar um ar de constante cansaço em quem as possui e, curiosamente, de todas as olheiras essas são as menos influenciadas pelos hábitos de vida do paciente. Na verdade, essas olheiras, que são como sombras na face, estão intimamente ligadas à estrutura do rosto; acontecem devido a maior profundidade do sulco nasojugal (goteira lacrimal) e, às vezes, do sulco palpebromalar. A boa notícia é que podem ser facilmente tratadas com preenchimento.

De acordo com a médica, os preenchimentos têm se mostrado bastante efetivos para estes casos. “Eu indico a linha Perfectha, uma geração de preenchedores de ácido hialurônico da Sinclair Pharma, empresa internacional de dermatologia. Entre as quatro apresentações do produto, voltadas para o tratamento de diferentes áreas do rosto e das mãos, a Perfectha Finelines, desenvolvida exclusivamente para a região dos olhos (pés de galinha e olheiras), apresenta um resultado realmente espetacular”, enfatiza.

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Jaciara ainda ressalta que, aplicado por um profissional capacitado e na medida certa, o preenchedor possui poucas contraindicações. “O produto traz em sua fórmula o acido hialurônico, um componente natural do nosso organismo, que promove sustentação, brilho e hidratação da pele. O Perfectha devolve ao paciente uma expressão realmente mais jovem e saudável”, finaliza.

4. Olheiras mistas

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Acontecem quando dois ou mais tipos se associam. Nesse caso, as olheiras apresentam características combinadas e, normalmente, exigem também tratamentos combinados.

Fonte: Sinclair

Quais problemas de visão podem ser corrigidos com cirurgias?

Dores de cabeça, perda da concentração, tonturas. Quem utiliza óculos sabe o quanto é ruim esquecê-los em casa. E pior do que os sintomas físicos, que causam diversos transtornos no trabalho e nos estudos, há aqueles famosos inconvenientes, como: sinalizar o ônibus errado e se passar por arrogante por não reconhecer amigos e parentes na rua. Tirando o fato de nunca enxergar por inteiro.

A boa notícia é que já é possível evitar este tipo de situação, eliminando por completo o uso de armações e lentes de contato. As cirurgias retrativas a laser estão se tornando cada vez mais comuns entre os brasileiros. Elas tratam as deficiências mais comuns entre a população, como: miopia, astigmatismo e hipermetropia, e podem ser encontradas em hospitais e clínicas de pequeno, grande e médio porte, espalhadas por todo o país.

“O procedimento é bem simples. Leva em torno de 20 minutos por olho, não existe internações e logo após o procedimento o paciente é liberado”, comenta Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica. A cirurgia refrativa trata-se de uma correção da visão com laser e existem duas técnicas de aplicação. A escolha dependerá da espessura da córnea, que varia de acordo com cada pessoa.

“Na maioria dos casos, o paciente retorna as suas atividades após três dias de repouso”, explica Korn. O tempo de descanso é importante para a regeneração do epitélio, que foi alterado para a correção visual. O acesso a este método tem se tornado mais acessível aos brasileiros devido ao aumento de especializações no assunto e da oferta de crédito no mercado, como ocorre pelo Centro Nacional – Cirurgia Plástica, entidade que fornece recursos, à base do crédito, para pacientes cirúrgicos. No caso, o cirurgião recebe do paciente, à vista, o valor de seus honorários e o paciente tem a opção de pagamento em parcelas.

Segundo análise do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mais de 35 milhões de pessoas no Brasil lidam com alguma dificuldade de visão, o número equivale a quase 19% da população. A pesquisa aponta também que torno de 500 mil pessoas receberam o diagnóstico de cegueira. Como diz o ditado, melhor prevenir do remediar. “As chances de sucesso das cirurgias refrativas são altíssimas. A maioria dos pacientes têm as expectativas atendidas, ficando livres de óculos”, finaliza Korn.

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Veja o quadro abaixo, que detalha as diferenças entre problemas de visão:

Miopia

Miopia é uma deficiência visual que dificulta a visualização de objetos que estão longe. A palavra miopia tem origem no grego “myopia”, que significa “olho fechado”, porque as pessoas com esta condição muitas vezes fecham ligeiramente os olhos na tentativa de ver o que está mais longe.

A miopia é causada por um aumento anormal do eixo ocular (miopia axial) ou por uma ação de refração demasiada intensa do cristalino (miopia de refração), fazendo com que a imagem se forme antes da retina.

Isto significa que em uma curta distância a visão ainda é possível, mas para além desta, a imagem não é nítida, sendo necessário o uso de lentes ou óculos. A miopia é geralmente congênita, embora com frequência se desenvolva só com o avançar dos anos, com tendência para aumentar durante a fase de crescimento.

Hipermetropia

A hipermetropia ocorre quando o olho é um pouco menor do que o normal, provocando uma focalização errada da imagem, que se forma após a retina. Ela também pode ser causada pela diminuição do poder refrativo do olho, causada por alterações no formato da córnea ou no cristalino.

Geralmente o paciente com hipermetropia tem boa visão de longe, pois se o seu grau não for muito elevado, é naturalmente corrigido pelo aumento do poder dióptrico do cristalino, em um processo chamado de acomodação. A maior parte das crianças apresenta hipermetropia, porque seus olhos normalmente são menores do que deveriam ser, porém elas têm um maior poder de acomodação e suportam graus muito mais elevados. São comuns casos de pessoas que necessitam de óculos na infância, mas deixam de usá-los na idade adulta, quando o olho atinge o tamanho ideal.

A hipermetropia também pode estar associada ao aparecimento de estrabismo acomodativo na infância, com o surgimento de sintomas ao redor dos dois anos de idade. Neste caso a correção total do problema pode ser feita com o uso de lentes de óculos adequadas.

Astigmatismo

Astigmatismo é uma imperfeição comum, leve e facilmente tratável na curvatura do olho. A maior parte do poder de foco no olho ocorre ao longo da superfície frontal, chamada córnea. A próxima estrutura envolvida na focagem é o cristalino, lente que fica atrás da íris, no interior do olho.

A córnea ideal tem uma superfície simetricamente curva, como uma bola de basquete. O astigmatismo é causado por uma córnea ou uma lente que não é simétrica. Como resultado, as pessoas com astigmatismo podem ter visão distorcida ou borrada.

O astigmatismo pode ocorrer em famílias e, na maioria dos casos, está associado com outros problemas de refração, como miopia ou hipermetropia. Ele também pode aumentar ao longo do tempo, devido à idade.

Segundo o diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica as chances de sucesso nos procedimentos oftalmológicos são altíssimas e a maioria dos pacientes têm suas expectativas atendidas, ficando livres de óculos.

Fonte: Centro Nacional – Cirurgia Plástica

 

 

Conheça quatro tipos de manchas na pele e como tratá-los

As manchas podem ter origem interna ou depender de fatores externos como a exposição solar. Produtos de tratamento devem primar pela renovação celular combinada com ação despigmentante e antioxidante

As manchas ou hipercromias ocorrem quando há produção excessiva de melanina (pigmento que dá cor à pele), o que confere à região afetada uma coloração mais escura que o restante do tom da pele ao redor.

“Essa coloração pode ser resultado de fatores externos, como a exposição solar excessiva, traumas na superfície cutânea ou até mesmo a utilização de certos medicamentos e uso de cosméticos inadequados. Como fatores internos, por exemplo, estão os de natureza genética, distúrbios endócrinos (hormonais), características raciais ou até mesmo fatores de fundo emocional”, explica Isabel Piatti, especialista em Estética e Cosmetologia, embaixadora do CIA — Centro e Instituto Internacional de Aprimoramento e Pesquisas Científicas, Membro do Conselho Científico da Academia Brasileira de Estética Científica – ABEC.

“As manchas, inclusive, podem ser causadas pela ação de cosméticos (como os que contém parabenos, justamente pela ação estrogênica da substância, assemelhando-se aqui à causa de origem hormonal”, completa a especialista. Com relação ao tipo, elas podem ser, segundo a especialista, melasma (ou cloasma), efélides (ou sardas), hiperpigmentação pós-inflamatória e melanose solar (ou mancha senil). Ela explica:

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Melasma — dermatose caracterizada por manchas escuras ou acastanhadas (e geralmente com padrão bilateral), o melasma afeta principalmente mulheres em idade fértil com peles mais morenas e que residem em países de climas quentes. Pode estar localizado em áreas como a região centro facial, mentoniana, buço, malar e até mesmo em todo o rosto. “Afeta frequentemente mulheres grávidas, pessoas com propensão genética ou que usam anticoncepcionais à base de estrógeno. Essas manchas pigmentadas, em tom castanho, desenvolvem-se e aumentam de intensidade com a exposição solar que é estimulante da formação da melanina”, explica. Segundo a especialista, o melasma classifica-se em epidérmico, quando o depósito de melanina ocorre nas camadas basais e suprabasais da epiderme e, ocasionalmente, entre as células da camada córnea; dérmico, quando atingem a derme superficial e profunda; e misto, quando os dois coexistem no mesmo tecido. “Atualmente, os tratamentos de melasma levam em consideração o gerenciamento e controle da mancha. Além da radiação, pessoas com melasma devem estar atentas, também, à luz visível, aquela emitida por lâmpadas, pela tela do computador, TV, tablet e celular e também pelo sol, e que pode piorar as manchas”, completa.

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Efélides — manchas castanho-claras que aparecem na infância, após exposição solar. “Com frequente caráter hereditário, aparece em ruivos e pessoas de pele clara”, explica Isabel.

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MedicalNewsToday

Hiperpigmentação pós-inflamatória — ocorre na pele após traumas ou processos inflamatórios como acne, dermatites, picadas de insetos, queimaduras, entre outros. Também é comum esse tipo de pigmentação em pós-procedimentos com lasers ablativos e mais agressivos, explica a especialista. “Costuma ser frequente nos pós-operatórios (cicatrizes) e os fototipos mais altos são os que apresentam maior tendência de serem atingidos”, completa.

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Basic Medical Key

Melanose solar —– manchas marrons variando de claras a escuras que surgem principalmente no dorso das mãos e antebraços em indivíduos com mais de 40 anos. “Fortemente relacionadas com a exposição solar sem a devida proteção ao longo da vida e com o envelhecimento cronológico, é mais comum em pessoas de pele e olhos claros”, comenta.

Tratamentos

Isabel explica que quanto mais profunda a localização do pigmento, mais difícil será o tratamento. “Para que o diagnóstico seja o mais preciso possível, é recomendado o uso da Lâmpada de Wood, que permite a visualização desse tipo de lesão e também ajuda a definir em que camada da pele se encontra a hipercromia”.

Para tratar as hipercromias o ideal, segundo a especialista, é combinar cosméticos que promovam a renovação celular – peelings, inclusive química (ácidos), com despigmentantes e ativos com finalidade inibidora, como os antioxidantes, sempre aplicados por profissionais especializados ou sob orientação dos mesmos.

“Essa sinergia é importante porque, no caso dos ativos de renovação celular expressiva e que provocam descamação, quando você associa o despigmentante, faz com que ele consiga penetrar mais facilmente”, explica. “Já o uso isolado do ácido de renovação celular remove apenas as manchas da camada superficial da pele, sem impedir que o melanócito (célula que produz melanina) continue produzindo pigmento em excesso”, conta.

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Isabel sugere a combinação sinérgica de ativos como a Vitamina C estável e o Ácido Ferúlico, à ação despigmentante de compostos como o Skin Whitening Complex e o Belides. Outro ativo de destaque no tratamento de melasma e manchas inflamatórias é o ácido tranexâmico — por agir nos mensageiros celulares que causam a inflamação e consequentemente a mancha.

Cada um deles apresenta uma finalidade específica e muito importante no tratamento da hipercromia, mas Isabel complementa: “Um tratamento completo, para ser realmente completo, deve atuar em todas as etapas da formação da mancha. Não adianta usar produtos com apenas um ou outro ativo, e sim uma sinergia deles, pois é a associação que vai proporcionar o clareamento efetivo, agindo nos diferentes mecanismos e fases da mancha. Por isso indico produtos que contenham os ativos belides, ácido ferúlico, skin whitening complex, TGP2, antipollon e B-white”.

Sobre as fases de formação da mancha, Isabel esclarece que o tratamento deve atuar inibindo a formação da mancha, durante a sua formação e também depois, inclusive na absorção do excesso de melanina que se formou, descolorindo o pigmento já depositado na pele.

“Funciona mais ou menos assim: antes, reduzindo a Endotelina-1, responsável por formar a tirosinase – enzima que dá início à formação da melanina; durante, inibindo a formação da tirosinase; e depois, impedindo a transferência dos grânulos de melanina já formada para os queratinócitos (camada superficial), dando resultado mais rápido e de efeito long lasting, ou seja, prolongado. A associação cosmética também deve ser capaz de inibir tanto a pigmentação de origem genética quando a que se dá por fatores epigenéticos – ação do ambiente – como fotoexposição em excesso. Dessa forma será reduzida a hiperpigmentação da pele e irregularidades de cor, como manchas causadas pela idade ou excesso de sol”.

A profissional também faz um alerta com relação ao Hidroquinona. “Ainda encontramos muitos profissionais que fazem tratamento com base na Hidroquinona, porém seu uso é muito perigoso, porque o paciente pode ter a chamada hipopigmentação, que é caracterizada por uma despigmentação irreversível de uma área da pele. Quando usada por muito tempo, deixa-se de produzir melanina naquele local, e a pele fica com manchas esbranquiçadas, efeito também conhecido por ‘confete branco’”, alerta.

Fonte: Buona Vita

Solon V: tecnologia para tratar todo tipo de vasinhos, varizes e manchas

Com o laser MultiStation (ND: Yag 1064nm), Vektra QS (Q-Switched 532 e 1064nm) e a Luz Intensa Pulsada Expert Light, Solon V reúne vários métodos que, juntos, possibilitam um resultado melhor e com menos efeito colateral

Acaba de chegar ao mercado a plataforma Solon V, equipamento que faz o tratamento de vasos sanguíneos e de hiperpigmentações pós-procedimento e dispõe de três tecnologias exclusivas: laser MultiStation (ND:Yag 1064nm), Vektra QS (Q-Switched 532 e 1064nm) e Expert Light (Luz Intensa Pulsada).

“Os vasos sanguíneos são multiformes: grandes, pequenos, tortuosos, profundos, superficiais, vermelhos, arroxeados e azulados. Cada tipo de vaso responde melhor a um tipo de tratamento. A plataforma reúne as tecnologias para tratar todos os tipos de vasos, desde os pequenos até os mais calibrosos. Para conseguir tratar o vaso sob medida, as três tecnologias ainda podem ser associadas a técnicas de espuma e aplicação líquida chegando em uma fórmula ideal para tratar o vaso especificamente de acordo com sua característica”, afirma o cirurgião vascular Marcelo Zanoni.

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Foto: Winzy Lee/Shuttestock

De acordo com o médico, o grande benefício dessas tecnologias em uma mesma plataforma é reunir vários métodos que, juntos, possam chegar em um resultado muito melhor que antigamente e com menos efeitos colaterais. “De uma forma geral, as tecnologias para tratamento vascular do equipamento provocam uma lesão térmica somente na parede de dentro da veia, que é absorvida pelo organismo, pois não passa mais sangue por ela”, explica Zanoni.

As três ponteiras têm características muito diferentes, segundo o médico. “A ponteira 1064 MultiStation faz os vasos mais calibrosos, profundos e arroxeados. Na mesma ponteira, nós temos spot sizes diferentes que vão tratar vasos mais finos e de uma coloração mais avermelhada”, afirma o cirurgião vascular.

A ponteira de luz pulsada, que é a MultiWave, é indicada para tratar vasos muito finos e superficiais. “A luz pulsada vai possibilitar o tratamento de vasinhos pequenos, aqueles que quase aparentam ser pequenas manchas avermelhadas na pele, mas que no fundo são microvasos”, diz o médico. A associação da Expert Light mais o MultiStation consegue tratar uma mescla de vasos grossos e finos em uma mesma região.

Além disso, o Vektra QS é indicado para o tratamento de manchas da pele, dermatite ocre e pigmentos de melanose, que pode ser associado ao tratamento dos vasos, clareando manchas no mesmo procedimento.

“O Vektra QS também vai nos ajudar no tratamento da dermatite ocre, que é aquela inflamação que a pele tem por insuficiência das veias. Essas pigmentações vão ser tratadas por ele principalmente em pacientes de fototipo elevado e manchas devido ao sangue acumulado nas porções mais profundas da pele, enquanto que a luz pulsada também vai ajudar no tratamento dessas manchas, mas nas hiperpigmentações mais superficiais de pele e nos fototipos mais claros, como 1, 2 e 3”, diz.

Como a doença venosa e os vasos sanguíneos são muito diferentes entre uma pessoa e outra, o tratamento em si, o número de sessões, vai depender da quantidade, da profundidade, do tipo de veia que a pessoa tem e dos métodos associados para fazer esse tratamento.

“Mas, de uma forma geral, o tratamento da paciente que vem tratar os vasos finos de pele, as telangiectasias, conseguimos com uma média de duas a três sessões resultados muito bons, sendo que na primeira sessão a pessoa já vai ver uma diferença. Então a média de sessões varia entre três e quatro sessões e conseguimos resultados muito bons. Elas são feitas com intervalo de 30 dias”, afirma o médico.

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A sessão dura, em média, de 30 a 45 minutos. E é possível associar a outros métodos, como espuma e aplicação líquida. “A combinação de métodos é a forma mais atual e que apresenta os melhores resultados”, finaliza Zanoni.

Fontes:

LMG – Laser Medical Group: é uma empresa experiente e transparente que atua e conhece o mercado nacional e tem, como objetivo, trazer soluções inovadoras à classe médica. Este segmento foi escolhido porque o sucesso no resultado dos tratamentos com os pacientes é o reflexo dos anos de estudo, comprometimento e respeito pela saúde. Portanto, trata-se de uma empresa realmente comprometida com esta classe, que trabalha constantemente para aumentar o escopo de tratamentos já realizados e melhorar a desempenho dos já existentes.

Marcelo Zanoni: cirurgião vascular

Tendências em cirurgia plástica: procedimentos para quem quer repaginar a face

Cirurgiã Plástica  Beatriz Lassance apontou as principais tendências no que diz respeito a cirurgias faciais para quem quer realizar os procedimentos e começar o próximo ano de cara nova

Com dezembro cada vez mais próximo, chega também a temporada de festas e as pessoas começam a se preparar para ela. Com isso, os consultórios dermatológicos e de cirurgia plástica começam a encher. Afinal, quem não quer começar o próximo ano de cara nova? Para ajudar quem ainda está em dúvida sobre quais são os melhores procedimentos para repaginar a face e arrasar nas festas de fim de ano, Beatriz Lassance, cirurgiã plástica e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, listou as principais tendências faciais em cirurgia plástica e explicou como cada uma delas funciona. Confira:

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– Rinoplastia:  procedimento que altera a estética do nariz por meio da manipulação de estruturas como cartilagem, osso e pele, visando proporcionar um aspecto natural e conferir harmonia à face. Com a rinoplastia é possível alterar o tamanho ou formato do nariz, mudar a largura das narinas, realinhar o ângulo entre o nariz e o lábio superior e até mesmo resolver problemas respiratórios.

“Devido às estruturas delicadas do nariz, a rinoplastia é um procedimento extremamente complexo e pode durar de uma a três horas. Feita sob anestesia geral, a rinoplastia pode ser realizada de duas maneiras: aberta ou fechada, sendo que ambas as técnicas envolvem incisões na região interna da narina e a decisão de qual técnica vai ser utilizada depende da complexidade da cirurgia”, explica a cirurgiã.

“Após a cirurgia é comum o surgimento de inchaço na região, por esse motivo só é possível visualizar o resultado definitivo depois de um ano da cirurgia, mas parte do resultado é visível após um mês da cirurgia.” O tempo de recuperação da cirurgia também vai depender da técnica, mas, normalmente, o downtime é de duas semanas e durante este período você deve permanecer em repouso, evitar exercícios físicos e o tabagismo.

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– Preenchimento facial: procedimento que utiliza substâncias como o ácido hialurônico para dar estrutura ao rosto, conferir volume aos compartimentos de gordura que perderam seu conteúdo com o tempo ou até mesmo preencher pequenas rugas. Segundo a especialista, o ácido hialurônico é o mais seguro dos preenchedores injetáveis, pois é uma substância produzida naturalmente pelo organismo e tratada com um processo de crosslink que dificulta sua absorção, deixando o gel por mais tempo no local em que é aplicado.

“As sessões demoram cerca de uma hora e, na maioria dos casos, o ideal é que o preenchimento seja realizado gradativamente e em mais de uma sessão, para que não haja o risco de hipercorreção”, completa. “O preenchimento não deixa cicatrizes e seu resultado é imediato, porém, devido aos edemas e inchaços comuns neste procedimento, o resultado definitivo pode levar alguns dias para aparecer.” Como as substâncias utilizadas normalmente são absorvíveis, o preenchimento não é permanente e dura cerca de 12 a 18 meses. Após esse período, o procedimento pode ser feito novamente de acordo com a vontade e necessidade do paciente.

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– Lifting: também conhecido como ritidoplastia, é a técnica que pode ser realizada no terço superior, médio ou inferior da face, reposicionando tecidos como ligamentos, musculatura e pele, para tratar flacidez de grau moderado ou grave, o que ameniza rugas e vincos e recupera os contornos faciais. O objetivo é deixar o rosto com aspecto mais descansado, saudável e o mais natural possível, sem parecer que foi operado.

“Feito sob anestesia, o procedimento, que pode durar de três a seis horas, é realizado a partir de incisões que vão ser feitas de acordo com o tipo de lifting ideal para cada paciente. E como os pacientes não querem que ninguém note que eles foram submetidos a um lifting facial, as cicatrizes são posicionadas de forma que fiquem perceptíveis. e os resultados naturais”, afirma a médica.

No pós-operatório o tempo de internação é de aproximadamente 24 horas, podendo ser maior dependendo da necessidade do paciente, e há um período de inchaço que tende a melhorar após uma semana do procedimento, quando os resultados ficam visíveis. Durante esse período é recomendado que o paciente não faça esforços físicos e evite a exposição solar.

Fonte: Beatriz Lassance é cirurgiã plástica formada na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e residência em cirurgia plástica na Faculdade de Medicina do ABC. Trabalhou no Onze Lieve Vrouwe Gusthuis – Amsterdam -NL e é Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery) e da American Society of Plastic Surgery.

Natura Lumina Cabelos Secos: tratamento que deixa os fios saudáveis

Linha nutre profundamente, dá brilho e reduz o frizz do cabelo seco com ajuda da exclusiva biotecnologia pró-teia aliada ao ativo nutrirrevitalização

O sistema de tratamento Natura Lumina Cabelos Secos conta com uma linha completa de produtos que prometem regenerar os fios de verdade, desde a primeira aplicação. Cabelos secos ou ressecados tendem a ter muito frizz e pouco brilho. Por isso, podem apresentar textura áspera se comparados a fios saudáveis. Esses são danos moderados e constantemente provocados por processos de lavagem, exposição ao sol, uso frequente de secadores, chapinhas ou babyliss, cloro, mar e vento.

A exposição dos fios a esses processos de agressão, assim como a falta de hidratação natural do cabelo, inicia o processo de perda de cutículas, que são a camada protetora externa dos fios. Com a parte externa danificada, o córtex capilar tende a ficar exposto. Daí a importância de incluir na rotina de cuidados produtos de tratamento que reparem o córtex com nutrição profunda e selem as cutículas.

Lumina Cabelos Secos: como funciona?

O sistema de tratamento para cabelos secos, de Lumina, conta com cinco itens: Shampoo Nutritivo, Condicionador Polinutrição, Máscara Reparadora, Creme de Pentear Selador de Cutículas e Óleo Leve Reparador.

Todos carregam na fórmula a combinação exclusiva da Biotecnologia Pró-teia – responsável por promover a recarga de proteína dos fios, preenchendo o cabelo de dentro para fora – com ativo nutrirrevitalização. Juntos, eles atuam no dano na medida certa.

O resultado do uso é comprovado: reparação com nutrição profunda, selagem dos fios, redução do frizz e cabelo saudável desde a primeira aplicação.

Acerte no uso

Entender o que seu cabelo precisa é o primeiro passo para identificar quais produtos vão entrar na rotina de tratamento. Comece pela lavagem, com o Shampoo Nutritivo – que dá 2X mais maciez e hidratação – combinado ao Condicionador Polinutrição – garantia de reparação intensa com três vezes mais resistência. Finalize com a Máscara Reparadora, que promete tratamento imediato e progressivo de dentro para fora dos fios, quando usada de uma a três vezes na semana.

Quer potencializar os efeitos? Produtos finalizadores são ótimos aliados, como é o caso do Creme de Pentear Selador de Cutículas e do Óleo Leve Reparador, ambos são sem enxágue e podem ser aplicados no cabelo seco ou úmido, evitando sempre a raiz.

Enquanto o Creme de Pentear Selador de Cutículas blinda os fios, reduz o volume e garante quatro vezes menos frizz, o Óleo Leve Reparador repara a estrutura da fibra capilar e dá brilho sem pesar, podendo ser reaplicado sempre que achar necessário. Eles podem ter o uso combinado ou não. Sinta-se livre para definir a própria rotina.

Biotecnologia pró-teia

A biomimética (“imitação da vida”) é uma área da ciência que utiliza a natureza como exemplo e fonte de inspiração para a tecnologia. Através da biomimética estuda-se as estruturas biológicas e suas funções para assim aprender com as estratégias e soluções da natureza. Por meio da biomimética, a Natura identificou que a proteína presente em teias tem formato similar à proteína do fio de cabelo – o que revela uma afinidade única e uma alta capacidade de recarga de proteína.

A partir desta descoberta, a empresa reproduziu a proteína em laboratório e criou uma tecnologia avançada e inédita no tratamento de cabelos: a Biotecnologia Pró-teia. Essa nova proteína, que mimetiza a proteína encontrada na teia, atua em nível profundo, preenchendo o fio de cabelo de forma inteligente de dentro para fora, reparando cada dano do fio na medida exata. O resultado são cabelos regenerados e saudáveis desde a primeira aplicação.

natura lumina

Conheça melhor os produtos para cabelos secos que compõe Natura Lumina, a nova marca de tratamento de cabelos da Natura:

Cabelos Secos

Reparação com nutrição profunda para controle do volume, selagem dos fios e redução do frizz.

O problema: fios opacos e as cutículas se abrem mais facilmente, deixando o cabelo mais vulnerável aos agentes externos (vento, sol, poluição…). Maior presença de volume, frizz, fios quebradiços, pouco brilho e pontas duplas.

Solução: nutrição profunda, recuperação da maciez, brilho e saúde. Efeito antifrizz e antiumidade por até 24 horas. Forma um microfilme protetor e promove selagem dos fios, com redução de pontas duplas e controle de volume.

Tecnologia: Biotecnologia pró-teia + Ativo Nutrirevitalização

Agente de hidratação, reparação e fortalecimento da fibra capilar. Penetra nos fios através da cutícula, promovendo o reparo e potencializando a recomposição do córtex capilar.

Shampoo nutritivo

shampoo
Cabelos limpos com nutrição profunda. Duas vezes mais maciez e hidratação.
Preço sugerido R$ 29,90

Condicionador polinutrição

condicionado cabelos secos
Reparação intensa. Três vezes mais resistência, seis vezes mais fáceis de pentear
Preço sugerido R$ 34,50

Máscara reparadora

mascara
Reparação imediata e progressiva do córtex à cutícula. Duas vezes menos pontas duplas.
Preço sugerido R$ 49,80

Creme de pentear selador de cutículas

creme de pentear
Blindagem dos cabelos; redução de volume; quatro vezes menos frizz e três vezes menos pontas duplas.
Preço sugerido R$ 37,80

Óleo leve reparador

oleo reparador
Reparação da estrutura interna da fibra. Efeito antiquebra. Três vezes menos frizz, duas vezes mais brilho, sem pesar.
Preço sugerido R$ 54,80

Onde encontrar: por meio de uma Consultora Natura, na Rede Natura ou nas Lojas próprias da Natura, em São Paulo, São Caetano do Sul, Ribeirão Preto, Alphaville São Paulo, Campinas, Florianópolis, Belo Horizonte, Goiânia, Brasília, Campo Grande, Curitiba e no Rio de Janeiro.