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Mulheres que viajam sozinhas: histórias para conhecer e se inspirar

O hábito de viajar sozinha tem ganhando força entre as mulheres. Os números mostram que, ao longo dos anos, elas têm optado cada vez mais por se aventurar em viagens sem companhia.

Um levantamento feito pela empresa MaxMilhas, demonstra que entre os anos de 2019 e 2020 houve um aumento de 8% no número de mulheres que compraram voos sem acompanhante.

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Esse movimento é corroborado por uma pesquisa do Ministério do Turismo, que aponta que o porcentual de mulheres que desejam viajar sozinhas (17,8%) é maior do que o de homens que desejam fazer o mesmo (11,8%).

Porém, em comparação ao resto do mundo, esse índice ainda é baixo. Uma pesquisa realizada pela British Airways, batizada de (Don’t) Come Fly With Me, mostrou que, no mundo todo, 50% das mulheres estão optando por viajar sem acompanhante. Ou sejam, trata-se de um hábito mais recorrente mundo afora.

Porém, partir para uma viagem solo nem sempre é uma tarefa fácil para mulheres, o que acaba desencorajando muitas a fazê-lo. Ainda há muito receio, uma vez que explorar o mundo sozinha pode significar correr riscos, devido à cultura machista disseminada em muitos países do globo.

Para inspirar e incentivar quem deseja embarcar solo, separamos histórias de algumas mulheres com dicas que podem ser o empurrãozinho que faltava para tirar a viagem – seja curta ou longa – do papel.

Assédio e outras violências

A jornalista Kívia Costa, de 33 anos, tem o hábito de viajar sozinha e já conheceu 70 países. Para ela, uma das grandes preocupações da mulher que viaja sozinha é o assédio.

Kívia é uma das diversas viajantes que já sentiu na pele a dificuldade de transitar sozinha pelos lugares. “Sempre tem assédio. Na América Latina é particularmente preocupante, sobretudo no Caribe. No leste e centro da Europa o machismo também é bem forte”, afirma.

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Kívia Costa em frente ao Taj Mahal, na Índia, em 2015 | (Arquivo Pessoal)

A historiadora da arte, Laís Daflon, de 28 anos, relata que o assédio foi um problema em alguns dos destinos visitados. “Onde mais senti isso foi em Roma. Havia homens que puxavam assunto ou faziam algum comentário e, se eu ignorasse, continuavam falando e até me seguindo”, afirma a jovem, que já esteve em países como Tailândia, Camboja e Singapura.

“No Peru também ocorria bastante de ouvir cantadas insistentes na rua, mesmo estando em grupo”, completa.

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Laís Daflon em 2014 durante sua visita pela Caboja | (Arquivo Pessoal)

Já Patrícia Matos, tradutora e doutoranda em Comunicação, de 34 anos, teve uma experiência diferente: “nunca sofri assédio em nenhum local que visitei, só onde moro, no Rio de Janeiro”.

No entanto, para além do assédio, o machismo pode transparecer sob outras formas.

O sexismo por exemplo, pode se manifestar quando tentam impedir uma mulher de fazer algo, sem justificativa além do gênero ou quando há um entendimento de que a viajante não será capaz de fazer alguma atividade que um homem conseguiria.

Kívia diz que isso é uma realidade quando se está sozinha em outro lugar do mundo. “Muitos desconhecidos tentam me impedir de fazer algo porque aquilo ‘é perigoso para uma mulher’. Também há questionamentos constantes sobre onde está meu marido, meu namorado, meu pai… Enfim, onde está o homem”, afirma a jornalista.

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Kívia registrou muitos momentos de seu passeio pelo Deserto do Saara em 2014 | (Arquivo Pessoal)

Laís viveu experiência parecida. “Me perguntaram algumas vezes se meus pais tinham me deixado viajar, mas eu não precisava pedir a permissão deles. Talvez essa pergunta não fosse feita a um homem da minha família”, reflete.

Apesar de conseguir ter lidado bem com o machismo em viagens mundo afora, Patrícia ainda tem receio de viajar para alguns destinos específicos.

“A única coisa que realmente deixo de fazer por ser mulher e ainda não ter companhia é viajar para países reconhecidamente mais difíceis para mulheres, como o Marrocos, que é um sonho que tenho”, lamenta a tradutora.

A desconfiança de Patrícia tem razão de ser, de acordo com o site internacional sobre viagens Asher Fergusoon & Lyric. O veículo levantou dados de diversos países sobre desigualdade de gênero, a fim de enumerar destinos que seriam mais perigosos para as mulheres que viajam sozinhas. Na lista, o Marrocos aparece como a oitava pior nação para uma mulher visitar só.

A pesquisa leva em conta índices de feminicídio, ocorrências de estupros e a porcentagem de mulheres que se sentem confortáveis andando sozinhas na rua em seus próprios países.

Apesar de muitas mulheres temerem territórios mais longínquos, o Brasil figura na lista como segundo pior país do mundo para receber mulheres viajantes. O número, provavelmente é impulsionado pela taxa alarmante de feminicídio no país: a quinta maior do mundo, com uma média de 4,8 assassinatos para cada 100 mil mulheres, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Por outro lado, os países considerados mais seguros para mulheres que viajam sozinhas foram a Espanha, Singapura, Irlanda, Áustria e Suíça respectivamente.

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Patrícia em sua viagem pela Espanha, país que chegou a ser sua casa por alguns anos | (Arquivo Pessoal)

Por que viajar sozinha?

Para muitas mulheres, tomar a decisão de viajar sozinha é um processo complicado. Mas, para essas três viajantes, a escolha veio da forma mais tranquila possível.

Kívia, que realizou o desejo de dar a volta ao mundo entre 2013 e 2014, relembra que encarou todo o processo com naturalidade. “Era um sonho antigo e sempre via minha mãe viajando sozinha, achava isso muito normal”, afirma.

Laís decidiu voar sem companhia depois de acompanhar várias histórias de pessoas que viajavam sozinhas em fóruns virtuais. Porém, a jovem admite que essa escolha chocou algumas pessoas que conhecia.

“Ouvi muitas perguntas sobre minha coragem. As pessoas ficavam chocadas e diziam que nunca teriam a mesma coragem ou que achavam que não iriam gostar da experiência”, relembra.

Viajar sozinha pode garantir uma experiência enriquecedora. Além de ser mais fácil planejar a viagem – visto que não é preciso conciliar agendas e gostos para comprar a passagem aérea – a vivência do destino pode ser mais completa, pois é preciso estar mais atenta aos detalhes, se informar bem sobre o que fazer e como chegar.

Outros benefícios são a possibilidade de conhecer pessoas novas e o amadurecimento. Afinal, especialmente em viagens longas, é preciso tomar decisões e fazer acompanhamento do orçamento.

Patrícia tinha certeza de sua vontade de viajar sozinha desde cedo. “Nunca considerei viajar de outra forma. Valorizo muito minha independência e a minha liberdade, difícil pra mim é viajar com outras pessoas, ter que conciliar planos e expectativas”, afirma a tradutora.

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Na Espanha, Patrícia conheceu várias cidades como Sevilha, Granada, Madri, Salamanca e Barcelona | (Arquivo Pessoal)

Dicas para as viajantes solo

Além de escolher um destino que passe segurança, uma boa dica é procurar outras mulheres que já passaram por essa experiência, para conhecer um pouco mais sobre sua vivência.

Se for o caso de não conhecer ninguém pessoalmente, há fóruns digitais destinados para isso.

“Existem muitos grupos online para falar sobre o assunto, com dicas de hospedagem, indicações de lugares mais seguros, além de haver mulheres combinando de se encontrar em alguma cidade”, indica Laís.

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Laís conheceu o mar tailandês em 2015 | (Arquivo Pessoal)

Quando se opta por serviços como o Airbnb, por exemplo, um passo essencial é checar várias vezes as referências e avaliações sobre a hospedagem e o hóspede.

Se a mulher for viajar sozinha pela primeira vez e pretende se hospedar em um hostel, procurar locais que disponibilizem quartos exclusivamente femininos pode ser uma boa ideia. Eles costumam ser um pouco mais caros do que os mistos mas podem ajudar muito no sentimento de confiança da viajante.

Seguem outras dicas para viajar sozinha que podem ser bastante úteis:

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Bagagem leve: como será preciso monitorar a mala a todo momento, inclusive indo com ela a locais como o banheiro, carregar muito peso pode atrapalhar bastante. Nesse caso, vale considerar levar a boa e velha mochila.

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Informação salva: logo ao chegar ao destino, vale checar com o hotel se há pontos da cidade perigosos para andar sozinha. Na rua, priorizar famílias, mulheres e funcionários de lojas e restaurantes ao pedir informação é mais seguro.

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Mantenha-se conectada: é essencial ter em mãos contatos de emergência e da embaixada, caso a viagem seja para outro país.

“Não dá pra ser ingênua e é sempre bom estar atenta, mas deixar de viajar por medo definitivamente não é a solução”, afirma Patrícia, que lança mão de aplicativos e grupos digitais, como o ‘Couchsurfing das Minas’, para buscar hospedagem entre mulheres. “Tem mais gente boa do que ruim no mundo e durante minhas viagens sempre fui muito bem acolhida por todos”, conclui otimista.

Carnaval de Holambra: carros alegóricos com flores e distribuição de rosas e sorvetes

Antiga colônia holandesa, localizada a 40 quilômetros de Campinas e a 140 da capital paulista, promove na terça, dia 25, um desfile bem diferente que chega a atrair cerca de 10 mil turistas por ano para a pequena cidade de apenas 15 mil habitantes.

Tem holandeses no samba. Para encontrá-los, basta seguir os carros alegóricos decorados com flores, cujo desfile acontece na terça-feira de Carnaval (25), às 14h, na Alameda Maurício de Nassau, em Holambra, antiga colônia localizada a 140 km da capital paulista e que reponde, hoje, pela metade do comércio floricultor do país. A cidade de 15 mil habitantes deve receber 10 mil turistas no Carnaval.

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Doze mil hastes e 20 mil vasos de flores e plantas ornamentais serão doados pela Cooperativa Veiling Holambra e pela Cooperflora para decorar cinco carros alegóricos. Obviamente, pelo fato de a cidade ser agrícola, eles serão puxados por tratores. Os moradores e comerciantes organizam-se em blocos – cerca de 30 – que trazem temas e fantasias divertidas, somente reveladas no momento das inscrições que são feitas uma hora antes do início do desfile. Os jurados são escolhidos aleatoriamente entre o público para que não haja nenhum tipo de favorecimento.

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A Parada de Flores e Cores ainda tem como atrações banda ao vivo, tocando marchinhas de Carnaval, artistas com pernas-de-pau, cospe-fogo e distribuição de flores, picolés e bolachinhas tradicionais holandesas para o público. O cortejo concentra-se às 13 horas na Praça dos Pioneiros e segue pela Alameda Maurício de Nassau até a sede administrativa da Expoflora, quando ingressa na área do Clube Fazenda Ribeirão para a dispersão no campo de futebol.

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Organização voluntária

O Carnaval das Flores é organizado, em Holambra, por voluntários do Raad van Elf (Grupo dos Onze), que deixam seus afazeres profissionais para organizar o desfile. Tem produtor de flores (Geraldo Barendse), agricultores (Richard Van Den Broek, Junior Granchelli e Mariella Schut), agrônomo (Carlo de Block), empresários (Joanes Eltink e Paco van der Louw), paisagista (Yuri Graat), dentista (Celso Quiles), educadora física (Daniela Fonseca) e consultor (Aryan Schut). O ambiente é bem familiar.

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A decoração dos carros alegóricos é também feita por dezenas de voluntários, cidadãos de Holambra, sob a coordenação do artista floral Jan Willen, responsável pela Exposição de Arranjos Florais da Expoflora. As carretas já estão sendo montadas no Parque da Expoflora, mas as flores – por serem perecíveis – somente serão colocadas na segunda-feira.

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Segundo Geraldo Barendse, do “Grupo dos Onze”, o divertido é não saber o que esperar dos blocos, que sempre trazem temas atuais ou de protesto. “Como não há inscrição antecipada, todo ano é uma surpresa”, comenta.

Carnaval na Holanda

Na Holanda tem Carnaval, mas com suas peculiaridades. Como o Norte do país é mais protestante, apenas o Sul – de maioria católica – comemora a data. As cidades nas quais o Carnaval é mais animado são Tilburg, Den Bosch, Breda, Eindhoven e Maastricht. O pré-carnaval começa em meados de novembro – com a escolha do Príncipe e do Conselho dos Onze (Raad van Elf), e, em alguns lugares, das Damas de Companhia (hofdames) – e só termina em fevereiro, mesma época em que o brasileiro.

Neste período, o Príncipe do Carnaval ganha a chave da cidade e a governa no lugar do prefeito. O nome da cidade e a sua bandeira são alteradas. Tilburg vira Kruikenstad, Den Bosch torna-se Oeteldonk e Eindhoven é Lampegat, por exemplo. O Príncipe do Carnaval é acompanhado pelo Conselho dos Onze (Raad van Elf) e, em alguns lugares, pelas Damas de companhia (hofdames). Não há feriado, mas as instituições de ensino chegam a suspender as atividades para que todos possam curtir o Carnaval.

As bandas (brass bands) também acompanham o Príncipe, sua corte e cortejo, tocando marchinhas e outras músicas alegres, mas de outros estilos pelas ruas, entrando nos bares para atrair foliões. As fantasias são fundamentais. No entanto, como é inverno, com temperaturas em torno de 3 graus centígrados, elas são muito bem elaboradas ou divertidas e complementadas com gorros, meias e luvas. A maquiagem bem carregada faz parte dos figurinos.

Carnaval em Holambra
Desfile de carros alegóricos
Data: 25 de fevereiro, terça-feira
Hora: 14h
Local: Concentração às 13h na Praça dos Pioneiros, horário em que haverá a inscrição dos blocos

Vai curtir o Carnaval? Cuidado com os alimentos de rua!

Durante os dias de folia do Carnaval, quem se diverte ou trabalha acaba consumindo produtos e bebidas clandestinos na rua. Além de intoxicações alimentares, ingerir alimentos de origem animal não fiscalizados pode ser a porta de entrada para doenças transmitidas dos animais aos homens, as chamadas zoonoses, como tuberculose e brucelose, além de outras enfermidades.

Para garantir a segurança alimentar da população, os médicos-veterinários das Vigilâncias Sanitárias (Visa) reforçam, nesta época, a fiscalização do comércio de produtos de origem animal, como carne, queijos, ovos, peixes e mariscos. O objetivo é prevenir a venda e o consumo de alimentos sem adequações sanitárias, que ofereçam riscos à saúde pública e transmitam doenças.

Na hora de comprar esses produtos, o ideal é conferir as condições de higienização, embalagem e refrigeração do produto, além de verificar se nos rótulos há o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), dos municípios (SIM) ou estados (SIE). É importante também prestar atenção se existe um funcionário exclusivo para manusear dinheiro, para não haver a contaminação cruzada.

“Todo produto de origem animal deve ser registrado no órgão de agricultura federal, estadual ou municipal. Quando não há registro, ele certamente vem de um estabelecimento clandestino, onde não há qualquer controle de qualidade, programa de autocontrole e presença de um responsável técnico médico-veterinário. É um risco ao consumidor”, explica a médica-veterinária Aline Pinheiro Borges, integrante da Comissão Nacional de Tecnologia e Higiene Alimentar do Conselho Federal de Medicina Veterinária (Contha/CFMV).

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A melhor opção, sugere Aline, “é evitar o consumo desses alimentos quando manipulados por ambulantes, pois, normalmente, a conservação não é feita sob temperatura adequada e não há água para higienização das mãos antes e após a manipulação. Quando já preparados previamente, não tem como ter a rastreabilidade do produto e não há como saber quem é o fornecedor”.

Carnaval no Rio de Janeiro (RJ)

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Aline Borges atua, desde 2003, como coordenadora de Alimentos da Vigilância Sanitária do Município do Rio de Janeiro. Ela explica que, no Rio, na época do carnaval, são realizadas ações de fiscalização em todos os estabelecimentos localizados nas rotas dos principais blocos. Bares, restaurantes, hotéis e quiosques da orla são visitados.

Durante as inspeções, são verificadas as condições estruturais e higiênico-sanitárias do local, assim como o fluxo de manipulação e características sensoriais dos alimentos. Além disso, são realizadas verificações prévias na Cidade do Samba. Ali os médicos-veterinários avaliam a manipulação e higiene dos refeitórios dos trabalhadores. Terreirão do Samba e Sambódromo também estão na rota.

“O objetivo do nosso trabalho é orientar a montagem das instalações para os dias do evento. Realizamos reuniões de alinhamento com os organizadores do evento, fornecedores de alimentos e bebidas esclarecendo os pontos que serão cobrados durante o evento, sempre pautados nas legislações sanitárias vigentes”.

Folia em Salvador (BA)

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Em Salvador, a ação da Vigilância começou em janeiro, com a intensificação das inspeções prévias em restaurantes, bares, lanchonetes, hotéis, motéis, drogarias e outros estabelecimentos situados em todos os percursos da folia.

Profissionais de diversas áreas de atuação e técnicos da Visa vão se revezar dia e a noite, durante o período do carnaval. Neste ano serão mais de 20 médicos-veterinários inspecionando estabelecimentos e orientando ambulantes.

“O objetivo é prevenir a venda e o consumo de alimentos sem adequações sanitárias, que ofereçam riscos à saúde pública e transmitam doenças”, explica a médica-veterinária Elenaide de Paula Lyra, da Comissão de Alimentos do Conselho Regional de Medicina Veterinária da Bahia (CRMV-BA), fiscal de controle sanitário da capital.

Elenaide explica que dez pontos dos circuitos da folia contam com pórticos, que são estruturas fixas da Vigilância Sanitária para as ações de inspeção. “Diariamente, serão fiscalizadas e notificadas as irregularidades nos trios elétricos, carros de apoio, camarotes, bares, restaurantes e hotéis, além dos comércios informais, como balcões de alimentos, baianas de acarajé e ambulantes. Serão verificadas as condições de higiene, manipulação e comercialização de alimentos; se há ponto de água potável; se estão comercializando produtos clandestinos, bebida sem rótulo, fora do prazo de validade, gelo de indústrias clandestinas, mercadoria deteriorada. Enfim, o trabalho dos fiscais visa evitar surtos alimentares e intoxicações causadas pelo consumo de produtos sem as adequações sanitárias exigidas por lei”, completa.

Maceió (AL)

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Cinco médicos-veterinários das equipes da Gerência de Alimentos de Maceió (AL) iniciaram os trabalhos de inspeção, na semana passada, no Jaraguá Folia, no tradicional bloco do Pinto da Madrugada, nas Pecinhas de Maceió e no Vulcão. Durante os dias de Carnaval, os profissionais vão trabalhar em oito polos da prefeitura, junto aos ambulantes, por meio de inspeções. Eles vão verificar questões como acondicionamento, manipulação dos alimentos, higiene pessoal dos vendedores e condições de utensílios e caixas térmicas.

Boa Vista (RR)

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Na capital de Roraima, as fiscalizações serão realizadas na Praça Fábio Marques Paracat, local tradicional das festas de carnaval da cidade, onde há mais de cem espaços reservados para oferecer comidas típicas e bebidas.

A equipe é coordenada por um médico-veterinário mais dez profissionais que atuam como agentes de fiscalização. Eles observarão as condições de higiene, manipulação e acondicionamento dos alimentos. A festa vai de sexta-feira (21) até quarta-feira de Cinzas (26).

Fonte: Assessoria de Comunicação do CFMV, com a colaboração das equipes de comunicação dos CRMVs Bahia, Alagoas e Roraima

Pisa da Uva na Quinta do Olivardo termina neste fim de semana

Evento tradicional da cultura portuguesa acontece em São Roque

Um dia diferente, cheio de tradição é o que oferece a 9ª Pisa da Uva da Quinta do Olivardo em São Roque. O evento tem sua última data desta edição no dia 8 de fevereiro, das 10h30 às 16h, e traz uma experiência incrível aos visitantes. O valor é de R$ 259,00 por pessoa, criança de 8 a 12 anos paga meia, menor não paga.

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A tradição portuguesa já encanta os visitantes logo na entrada, quando todos recebem um chapéu de palha, uma cesta de vime e uma tesoura e, assim como os antigos colonos, são convidados a percorrer os caminhos entre as videiras para colher e provar os frutos.

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Depois da colheita, começa a Pisa. “Esse processo manual separa as uvas da casca do sumo e da semente. Nas prensas esse processo demora minutos, mas com os pés é um trabalho de horas, que vale cada minuto, pois a qualidade e o sabor do vinho são densos em cores e sabores”, afirma Olivardo Saqui, proprietário da Quinta do Olivardo.

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A festa é animada pelo Grupo Folclórico da Casa da Ilha da Madeira Infanto Juvenil, que encanta a todos com suas músicas tradicionais portuguesas. Logo após a Pisa os convidados seguem para o almoço que tem no cardápio Bacalhau à Moda e Espetada Madeirense (ambos à vontade), 2 bolinhos de bacalhau por pessoa e 1 pastel de Belém. Todos ganham uma caneca personalizada do evento. Vinho e suco à vontade o dia todo.

9ª Pisa da Uva na Quinta do Olivardo
Onde: Estrada do Vinho, km 4, com acesso pelo km 58,5 da Rodovia Raposo Tavares (SP-270)
Quando: 8 de fevereiro
Horário: das 10h30 às 16h
Quanto: Pisa da Família – R$ 259 por pessoa. Criança de 8 a 12 anos paga meia, menor não paga.

Vindima da Vila Don Patto tem passeio de jardineira à pisa de uvas

Turistas vivenciam uma experiência que começa com café da manhã, passeio de jardineira, colheita de uvas, pisa das uvas e almoço no restaurante mais renomado de São Roque

Para celebrar e agradecer a boa safra da uva, a Vila Don Patto em parceria com a vinícola Casa da Árvore promove a Vindima 2020. A colheita da uva, também conhecida como Vindima é tipicamente feita no mês de janeiro, período em que as uvas já terminaram o processo de amadurecimento e estão prontas para a colheita.

A Vindima é uma festa tradicional em São Roque, conhecida como a cidade do vinho, e na Vila Don Patto, a celebração desse momento começa bem cedo, para aproveitar todos os momentos. Pela manhã, os visitantes são recebidos com um café da manhã especial no complexo turístico e gastronômico, aproveitando toda a beleza e o charme da Mata Atlântica com opções variadas de pães, bolos, sucos, frios e diversas delícias para iniciar bem o dia e o menu gastronômico do passeio.

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Na sequência, os turistas farão um passeio até o vinhedo da vinícola Casa da Árvore, a bordo da jardineira Don Patto. Em meio aos parreirais, acontece um dos momentos mais mágicos do passeio: a colheita das uvas, que segue para a famosa, e divertida, pisa da uva, que é o ponto alto da festa.

Amassar a uva com os pés para fazer vinho, é um método comumente utilizado pelos antigos produtores artesanais de vinho. A técnica que foi passada de pai para filhos será reproduzida pelos participantes da vindima.

Na volta do passeio, os visitantes serão recebidos com um delicioso almoço que será no restaurante italiano La Pasta. Massas artesanais, frescas e risotos. Todas essas opções poderão ser servidas acompanhado do suco de uva e uma taça de espumante Vila Don Patto.

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Após o almoço, o redário da Vila é uma ótima opção para um descanso tranquilo. Enquanto dá uma pausa nas atividades do dia descansado nas redes pode contemplar a beleza da natureza da mata Atlântica.

As crianças podem aproveitar e ser divertir no playground da Vila com Cama elástica, Mini Roda Gigante, Mini Carrossel, Labirinto, Casinha de Boneca, Monoraill, Big Jump, Escorregador, e Gira-gira. Os menorzinhos também podem brincar no espaço Kids.

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No final da festa você pode levar os sabores da Vila Don Patto para casa. No empório e adega é possível encontrar vinhos, espumantes, sucos, geleias, massas e diversos produtos regionais, podendo preparar receitas com um leve toque de Vila Don Patto para a família.

A Vindima Vila Don Patto acontece nos dias 26 de janeiro e 01,02 e 08 de fevereiro. As vagas são limitadas, as reservas podem ser feitas através do Whatsapp: (11) 97563-9637 ou do email: eventosvdp@gmail.com.

Sobre a Vila Don Patto

Em São Roque, o centro gastronômico conta com restaurantes italiano e português, choperia e cervejaria, boulangerie, Café & Grelhados, sorveteria, pastifício, empório e adega. Para entreter toda a família, o espaço oferece playground e redários.

Cercado pela natureza, o local recebe eventos corporativos, eventos sociais como, aniversários e casamentos, além de dispor de comodidades como heliponto. Fundado em 2010 por Júlio Patto, o espaço tem como objetivo reviver as origens portuguesas e italianas da família.

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Vindima da Vila Don Patto 2020
Vila Don Patto: Estrada do Vinho Km 25 – São Roque – SP
Ingresso: R$ 245,00 (incluso: café da manhã, traslado com a Jardineira Don Patto, Colheita e Pisa das uvas, almoço no La Pasta Ristorante (incluso suco de uva e uma taça de espumante por pessoa).
Datas: 26 de janeiro e 1º, 2 e 8 de fevereiro
Reservas e mais informações: (11) 97563-9637 ou eventosvdp@gmail.com

Vindima Góes 2020 apresenta atrações para toda a família

O maior evento da Vinícola Góes acontece entre os vinhedos e a Mata Atlântica, com música, dança, wine bar e espaço kids com monitores

Todo começo de ano é tempo de celebrar a safra das uvas. A Vinícola Góes preparou, para 2020, atrações diferenciadas para quem participa da tão aguardada Vindima. Com o propósito de festejar a colheita da uva, os visitantes revivem as antigas tradições realizando a colheita e pisando as uvas. A Vindima Góes 2020 ocorre em quatro finais de semana entre os dias 18 de janeiro e 9 de fevereiro, sempre aos sábados e domingos, com horários das 10h, 11h30 e 13h.

“A experiência que a Vindima proporciona é empolgante, pois é o momento em que recebemos os turistas e suas famílias para um passeio que agrada e emociona diversas gerações. Conseguimos também mostrar nosso trabalho no campo e toda a produção dos rótulos Góes, oferecendo uma programação completa e exclusiva”, conta Luciano Lopreto, diretor comercial da Vinícola Góes.

A edição 2020 conta com Ilhas Interativas e atividades a céu aberto, em um espaço planejado especialmente para depois do almoço, onde adultos e crianças podem se entreter e estender o passeio, admirando a paisagem bucólica que envolve a Vinícola Góes.

O passeio

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Os visitantes são recebidos na sede da empresa, onde terão um breve contato com a história da Vinícola Góes. Neste momento inicia o encontro e a vivência com as tradições que fazem o mundo do vinho tão peculiar. Em seguida, o turista é levado para os parreirais no Wine Bus com música típica. Nesse caminho o participante já se desconecta da cidade e começa a aproveitar o clima agradável do interior. No breve percurso, um bate papo descontraído apresentada curiosidades sobre o plantio, as variedades de uvas e a colheita.

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Entrando no parreiral, os participantes colhem as uvas com tesouras e colocam nas cestas, como os antigos camponeses faziam. Em seguida conhecem todo o processo da elaboração dos vinhos. O responsável por revelar os segredos do plantio e da produção dos vinhos é o enólogo da quarta geração da família, Fábio Góes.

E claro, um dos momentos mais aguardados do passeio é a famosa pisa da uva, revivendo a história da maneira mais tradicional: pisando as uvas com os pés em grandes tinas e ao som de músicas típicas europeias.

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Um grande almoço sob uma tenda, localizada no alto dos vinhedos, acolhe os visitantes, com opções portuguesas e italianas, acompanhadas dos vinhos e sucos da Vinícola Góes.

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Após o almoço, o visitante escolhe quando quer retornar para a sede da empresa, utilizando o charmoso ônibus temático, que estará disponível a cada 30 minutos.

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Vindima Góes 2020 traz atrações para toda a família

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Os parreirais da Vinícola Góes são cercados pela Mata Atlântica. Por isso, a vinícola preparou um espaço especial para que os turistas sintam a presença da natureza em todos os aspectos.

No local, os visitantes desfrutam da nova área de entretenimento, onde estão dispostas as Ilhas Interativas, compostas por várias atividades, como: wine bar, apresentação de dança, música ao vivo, loja, espaço kids com monitores e muito mais. Para os que procuram descanso há vários pontos de repouso, entre outras opções de atividades.

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Local: Vinícola Góes
/endereço: Estrada do Vinho Km 9 – Canguera – São Roque
Datas: de 18 de janeiro a 9 de fevereiro (sempre aos sábados e domingos)
Horários: 10h, 11h30 e 13h
Preços: R$ 265,00 – por pessoa – incluindo almoço, taça especial, chapéu, foto personalizada e acesso a todas as atrações
Crianças de 05 a 12 anos – R$ 132,50
Crianças até 04 anos não pagam

Destilaria do Vale dos Vinhedos tem visitação guiada com degustação de uísques

Muito além do gelo, o uísque tem sido usado no preparo de drinques refrescantes para o verão. Coloridos e descontraídos, os coquetéis ganham espaço à beira da piscina, na praia, em bares e baladas e no aconchego da própria casa.

A Union Distillery, destilaria de uísque localizada na entrada do Vale dos Vinhedos, oferece visita guiada seguida por degustação e ainda dá dicas de como o visitante pode ampliar sua experiência em torno da bebida com drinques elaborados com os rótulos da casa.

Em tempos de diversidade, a pluralidade também chegou aos drinques à base de uísque. Eles já chamam a atenção pela apresentação, com diferentes cores conforme a receita. A combinação da bebida com frutas, sucos e licores ajuda a desmistificar a imagem de que o destilado é somente para ser apreciado puro ou com gelo.

Inspirado no famoso Manhattan, drinque favorito do Al Capone, a Union Distillery criou o Casa Rossa Classic, uma combinação entre uísque, vinho licoroso tinto, angostura e gelo. Há também Casa Rossa, Casa Rossa Orange, Oldfashioned e o Union Club. Esses drinques servem de dica para quem prefere comprar um dos uísques e fazer o drinque em casa.

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A visita

Genuinamente brasileira, a Union é a primeira destilaria do Brasil aberta ao turismo. Os visitantes podem conhecer as instalações e todo processo de elaboração do uísque. A planta é equipada com destiladores modernos e sistemas de segurança e controle que permitem operar dentro de padrões competitivos, assegurando o produto, reduzindo os riscos e preservando a beleza peculiar do local.

Na sala dos destiladores, por exemplo, é impossível não se surpreender com o tamanho dos três exemplares, com capacidades que variam de 16 a 18 mil litros cada. Feitos de cobre, eles atingem uma altura de oito metros.

De lá, o passeio segue para onde ficam os barris de carvalho americano, onde o aroma denuncia a atividade do local. São 10 mil barris somente na filial e outros 10 mil na matriz. A experiência se encerra no varejo, onde é oferecida a degustação de quatro rótulos. O valor por pessoa é R$ 40,00 e inclui uma taça personalizada de cristal que o turista leva como lembrança. No local, também é possível adquirir os uísques e os vinhos licorosos, além de acessórios.

Drinks Union Distillery

Casa Rossa
Casa Rossa: 170 ml (uísque, vinho licoroso tinto, licor de cacau, gelo)

Casa Rossa Orange
Casa Rossa Orange: 280 ml (uísque, vinho licoroso rosado, suco de laranja, gelo)

Casa Rossa Classic

Casa Rossa Classic: 140 ml (uísque, vinho licoroso tinto, angostura, gelo)

Oldfashioned
Oldfashioned: 140 ml (uísque, angostura, laranja, açúcar, gelo)

Union Club

Union Club: 140 ml (uísque, licor de uísque, gelo)

Union Distillery – Vale dos Vinhedos
Funcionamento: aberto de segunda a sábado, além de feriados (exceto aos domingos)
Visitação: inclui visita guiada à destilaria, uma taça personalizada de cristal e degustação de quatro produtos (Blended Whisky, Pure Malt Whisky, Pure Malt Whisky Turfado, Licor de Whisky)
Horários de visitação:
Segunda – 14h30min às 16h30min
Terças a sábados e feriados – 9h30min às 16h30min
Horários loja: segundas, das 14h às 18h; terças a sábados e feriados: das 9h às 18h
Observação: para grupos é necessário agendamento prévio.
Informações e agendamentos: Tel.: (54) 3452.5000 | WhatsApp: (54) 98432.7123

Fotos: Rodrigo Lermen / Divulgação Union

Saiba um pouco mais sobre o queijo grana padano

É um dos alimentos italianos mais apreciados e conhecidos na Itália e no exterior. O Grana Padano é um queijo com um sabor delicado e perfumado que, como o nome indica claramente, é produzido em grandes áreas do vale do Pó, incluindo 27 províncias que variam de Cuneo a Veneza, de Trento a Forlì.

Entre os queijos italianos Dop, a grana padano é a que possui maior produção. Existem dois tipos: “maggengo” produzido com leite da primavera e do verão e “vernengo” feito com leite do outono e do inverno.

Características

É um queijo duro semigordo produzido com leite de vaca a partir de duas ordenhas diárias. A forma vem com uma crosta dourada, oleada e grossa – pesa entre 24 e 40 kg.

A seleção do queijo Grana Padano exige que as formas sejam batidas com um martelo e uma agulha especial para verificar sua consistência e aroma. Somente aqueles que atendem aos padrões legais são marcados com a marca original do trevoque, que sinaliza a província e os laticínios, ambos com uma marca de qualidade em forma de diamante que atesta as características típicas e uma formulação repetida em toda a crosta de queijo.

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Foto: Italia.it

Processamento

O leite de vaca é aquecido, calorias e coalho são adicionados após atingir 31ºC-33°C. Em seguida, a coalhada é quebrada, purgada e cozida a 53ºC-55°C.

Quando a massa fica azeda e elástica é dividida em duas formas de salga, que ocorre imergindo as formas de salmoura saturada de sal por 25 a 30 dias, posteriormente os formulários entram em tempero por um período que varia de 12 a 14 meses ou mais.

História

O termo “grana” nasceu originalmente para indicar o queijo caracterizado pela estrutura granular da massa produzida no vale do Pó desde o século XI. A propagação progressiva deste queijo levou ao surgimento de diferentes variedades de Grana (Grana Lodigiano, Emiliano, Lombardo, Veneto etc.).

Nos anos 1950, as denominações de origem dos queijos foram estabelecidas e o reconhecimento da denominação de origem “grana padano” foi solicitado, desde então todas as variedades de grãos foram unificadas no termo “padano”.

À mesa

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Foto: Italia.it

Grana padano é usado principalmente ralado ou em flocos. Seu sabor não se sobrepõe a outros, portanto, é muito adequado para a preparação de recheios de carne, vegetais e omeletes, mas também é usado em flocos em aperitivos ou pratos principais de carne, como carpaccio e filé de carne.

Curiosidades

Nem todo mundo sabe que Grana Padano Trentino também existe . É um queijo semelhante ao Grana Padano, mas a especificação Trentino indica que é produzido na província de Trento usando leite de vacas que pastam nos vales alpinos circundantes. Possui sabor e aroma mais pronunciados.

Fonte: Agenzia Nazionale Turismo

Aprenda a receita do Tequila Sunrise, drinque que tem as cores do verão

O Tequila Sunrise é um verdadeiro nascer do sol. O efeito dégradé entre o amarelo e o vermelho que fica na taça após a mistura dos ingredientes é único. As cores, que se assemelham ao céu ensolarado, dão nome ao drinque, que não poderia ser mais perfeito para os dias de verão.

Além do seu visual, a leveza e o frescor da bebida combinam no jantar em família, em um churrasco com os amigos e até para curtir um dia na praia, deixando o clima da estação ainda mais alegre. Curtiu essa opção? O barman do Fazzenda Park Hotel, Wellington Antônio Castro Alencar, ensina a receita completa para os dias de calor. Acompanhe:

Tequila Sunrise

Ingredientes:
– Tequila
– Suco de laranja
– Grenadine
– Gelo a gosto

Modo de preparo:
O uso de uma coqueteleira trará um diferencial no resultado do drinque, mas não é obrigatório. Comece misturando o suco de laranja, a tequila e o gelo.  Despeje a mistura no copo em que será servido. Acrescente cuidadosamente o Grenadine, que deverá ir para o fundo do copo e fazer o efeito do nascer do sol. Decore como quiser, uma dica é usar rodela de laranja e cereja, e sirva bem gelado.

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Fonte: Fazzenda Park Hotel

 

Alentejo é eleito uma das seis melhores regiões vinícolas para visitar em 2020

Região foi a única de Portugal na lista da prestigiosa revista Condé Nast Traveler

O Alentejo, maior região de Portugal, foi eleito pela prestigiosa revista de turismo Condé Nast Traveler como uma das melhores regiões vinícolas para visitar em 2020. A publicação utilizou a opinião dos mais importantes especialistas em vinho dos Estados Unidos para a elaboração da lista.

20160623_GONCALO VILLAVERDE_0319 - QUINTADO QUETZALExperiência da vindima para turistas - Casa de Campo Vila Galé - Adega Santa Vitória - Crédito VictorCarvalho.com.brPiquenique - Alentejo - Credito Manuel Gomes da Costa

Segundo a matéria, tanto os vinhos tintos quanto os brancos, feitos principalmente com uvas autóctones, como a touriga nacional, aragonez e alicante bouschet, são as atrações mais importantes da região. A publicação também destacou as adegas alentejanas e o design vanguardista de algumas delas.

Prova de Vinhos na Quinta do Quetzal - CREDITO GONCALO VILLAVERDEProva de Vinhos - Herdade dos Grous - Credito Turismo do Alentejo

A revista conversou com Michele Gargiulo, sommelier do Jean Georges Philadelphia, restaurante do hotel Four Seasons. A especialista afirmou que há muitos produtores que fazem vinhos fantásticos no Alentejo, exaltando a qualidade excepcional das bebidas e seus preços excelentes.

Prova de vinhos no Alentejo_Crédito - Divulgação Turismo do Alentejo

A região tem muito a oferecer aos enófilos: não apenas é possível provar os vinhos locais, mas também conhecer onde e como são produzidos, participar de degustações variadas, fazer harmonizações de vinhos com a saborosa gastronomia local e mesmo, durante as vindimas, que acontecem em agosto ou setembro, participar da colheita ou da pisa das uvas.

Casal degustando vinhos em casa típica, Alentejo_Crédito - Divulgação Turismo do Alentejo

Há vinícolas espalhadas por todo o território alentejano. Além do enoturismo, o Alentejo convida os viajantes a conhecerem um vasto patrimônio histórico, vilas charmosas e restaurantes deliciosos.

Torre de Palma - Vinhos - Alentejo - DivulgacaoVariedade de vinhos alentejanos_Crédito - Divulgação Turismo do Alentejo

A Condé Nast Traveler também divulgou os resultados de sua tradicional premiação feita com votos dos leitores, e Portugal ficou em terceiro lugar no ranking dos melhores países do mundo de 2019. A pesquisa teve mais de 600 mil votos, e a revista indicou uma viagem pelo Alentejo e seus vinhos, uma região que afirmaram ser fantástica. Para conferir a lista completa clique aqui.