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Pesquisa mostra que 90% dos brasileiros têm interesse em alimentos vegetais

 Consumir produtos saudáveis é principal fator de atração

Estudo sobre hábitos de consumo divulgado recentemente pela Ingredion, líder mundial no mercado de soluções em ingredientes, mostra que 90% dos brasileiros se dispõem a ingerir alimentos derivados de plantas e vegetais (plant-based). É a taxa mais alta entre os países pesquisados (Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e Peru).

A pesquisa, feita em conjunto com a consultoria Opinaia, abordou também questões como qualidade de vida e sustentabilidade.

“Há um consenso geral sobre a importância da alimentação na qualidade de vida. Hoje, comer bem significa ser saudável. Por isso, no consumo de alimentos e bebidas, busca-se saudabilidade, indulgência e acessibilidade econômica, ao mesmo tempo em que há grande interesse em saber a origem dos ingredientes consumidos diariamente”, explica Marcelo Palma, Gerente da Plataforma de Plant- Based Protein, América do Sul da Ingredion. Nesse contexto, os alimentos vegetais têm um terreno fértil para se desenvolver.

Tendências e hábitos alimentares

Um dos pontos mais marcantes do relatório revela que, em 2020, mais de um terço dos Sul- Americanos se identificam com alguma alternativa alimentar atual, sendo que 37% dos entrevistados da região se reconhecem seguindo o veganismo, o vegetarianismo, o flexitarianismo ou o pescetarianismo; 80% consideram essas correntes mais saudáveis, 44% o adotam para prevenir doenças e 39% para ter opções mais variadas.

O estudo mostra que a predisposição para o consumo de alimentos derivados de plantas e vegetais é alta, contabilizando 89% de interessados. Os maiores países a apontarem esse interesse foram registrados no Brasil (90%) e Peru (89%). Já na Argentina, observam-se níveis de relevância um pouco mais baixos (78%), os quais 22% indicam diretamente que não têm interesse em consumir esse tipo de produto.

Em relação aos fatores de decisão, o principal motivo da compra de alimentos plant-based é o cuidado com a saúde (56%); depois, porque são mais nutritivos (28%) e para experimentar novos sabores (26%). No Brasil, Argentina, Chile e Peru, a possibilidade de ter opções variadas também se destaca.

No sentido oposto, nos países pesquisados, o principal motivo da não compra de alimentos plant-based está relacionado ao alto preço (59%). Quando falamos de aceitação de produtos, as categorias mais aceitas são: massas (74%), iogurtes (73%), biscoitos (69%) e sorvetes (69%).

Para entender melhor as barreiras do consumidor, os atributos que eles esperam são: preço acessível (61%), sabor agradável (57%) e facilmente encontrado nas prateleiras (32%).

Saúde e qualidade de vida

Foto: Pablo Merchan Montes/Unsplash

Em um contexto global sensibilizado pela pandemia da Covid-19, saúde e cuidados pessoais são os temas de maior interesse na região (42%). Com exceção da Argentina, nos demais países alcançados pela pesquisa, alimentação ou culinária figuram entre as 5 primeiras dimensões.

Dos entrevistados, 42% afirmam que saúde e cuidados pessoais são os temas de maior interesse em meio ao cenário da pandemia da Covid-19. Ainda 73% dos entrevistados da América do Sul afirmam que o tema “alimentação” lhes interessa muito. No Brasil, apenas 1% diz não ter interesse sobre o assunto.

O estudo mostra que 81% dos brasileiros se consideram satisfeitos com a saúde e também satisfeitos com a alimentação. Além disso, existe um consenso geral sobre a importância de se alimentar bem para ser saudável.

Em todos os países analisados, a alimentação é apontada como o aspecto mais relevante para o bom estado de saúde (65%), seguida da atividade física (47%).

Consumo e alimentação

Freepik

“A crise global provocada pela Covid-19 não só colocou a questão da saúde no radar da população, mas também tem provocado uma reflexão sobre sustentabilidade e impactos ao meio ambiente. Nesse sentido, a opinião pública brasileira não é diferente. Hoje os cidadãos-consumidores exigem qualidade e confiabilidade das suas marcas, além de saudabilidade e respeito ao meio ambiente”, analisa Marcelo Palma, Gerente da Plataforma de Plant-Based Protein, América do Sul.

Qualidade, saudabilidade e confiança são os três atributos mais levados em conta pelos consumidores na hora da compra de alimentos ou bebidas, segundo os indicadores do estudo. O brasileiro considera importante que as marcas informem sobre a origem dos ingredientes.

A nível regional, 67% dos entrevistados consideram a sustentabilidade das marcas muito importante, porém quando avaliamos a Argentina separadamente esse número cai para 45%, sendo a mais baixa dos países avaliados. No Brasil e Peru, mais de 70% exigem uma postura responsável da marca em relação à sustentabilidade. Na Argentina, apenas 58% consideram importante saber a origem dos alimentos, enquanto no Peru esse número sobe para 87%, seguido do Chile (74%) e Brasil (73%).

Tanto para alimentos em geral quanto para alimentos de origem vegetal, o sabor e a capacidade de reconhecer os ingredientes no rótulo são os atributos mais relevantes. No Brasil, o sabor é o fator mais importante para os alimentos em geral, com 43%, já para os alimentos de origem vegetal, esse número cai para 40%. Quando se trata de um alimento geral, 29% consideram importante reconhecer todos os ingredientes, enquanto para os de origem vegetal a importância cai para 25%.

Sobre a pesquisa

Foram ouvidas 5.705 pessoas nos 5 países, de 6 a 24 de março deste ano. No Brasil houve 1.545 entrevistas. A margem de erro é de 1,3 ponto percentual, para mais ou para menos.

Sobre Ingredion

Ingredion Incorporated, com sede em Chicago, é a fornecedora líder mundial para o mercado de soluções de ingredientes, com clientes em mais de 120 países e vendas anuais de quase US﹩ 6 bilhões. A empresa converte grãos, frutas, vegetais e outros materiais à base de plantas em ingredientes de valor agregado para as indústrias de alimentos, bebidas, nutrição animal, cervejaria, entre outras. Possui centros de inovação INGREDION IDEA LABS® em todo o mundo e mais de 11.000 funcionários. Junto com seus clientes, desenvolve soluções inovadoras para cumprir seu propósito de unir pessoas, natureza e tecnologia para melhorar a qualidade de vida.

Dicas para fazer doces veganos

Especialista ensina a substituir leite, achocolatados e manteiga em receitas de guloseimas veganas

Eliminar alimentos de origem animal do cardápio como os veganos fazem não significa abrir mão do sabor, principalmente das sobremesas que representam uma tentação para muitas pessoas. Pelo contrário, fazendo escolhas inteligentes é possível preparar doces veganos saborosos e ainda saudáveis.

Chocolate em pó, manteiga, leite e ovo são alguns dos ingredientes de origem animal comumente utilizados em receitas de doces, mas fáceis de serem substituídos por opções veganas.

Abaixo a nutricionista da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, elenca dicas de ingredientes veganos para receitas de sobremesas:

Cacau em pó: os achocolatados comumente utilizados em receitas podem ceder lugar ao cacau em pó, que além de ser vegano, é mais saboroso e rico em ferro, potássio, fósforo, sódio e cálcio. “Como o sabor do cacau é mais forte, ele deve ser usado em menor quantidade do que o achocolatado”, recomenda.

Leite vegetal: algumas bebidas vegetais como leite de aveia, de coco e de arroz podem substituir o leite de vaca e até são mais nutritivos. É possível comprar esses produtos prontos em supermercados e empórios ou fazê-los em casa.

Canadutch

Banana: sim, apesar de parecer inusitado, ½ xícara de banana madura amassada substitui um ovo. “Por ter sabor marcante, a banana combina mais com receitas de bolos e panquecas. Já em outros preparos uma colher de sopa de bicarbonato de sódio e uma de vinagre branco podem cumprir o papel de um ovo na receita”, indica.

Manteiga: já existem algumas opções de manteigas veganas no mercado brasileiro como a de coco ou de amendoim, sendo está última conhecida também como pasta de amendoim e encontrada pronta em supermercados. “A pasta de amendoim harmoniza muito bem com cacau, por isso ambos podem ser combinados em uma única receita”, explica.

Fonte: Superbom

Transição para o vegetarianismo: cuidados nutricionais

O número de pessoas aderindo a uma alimentação vegetariana, vegana ou simplesmente reduzindo o consumo de produtos de origem animal, cresce a cada dia. Os vegetarianos são definidos como pessoas que não comem carne, frango ou peixe. Dependendo da inclusão ou exclusão dos derivados animais, a dieta recebe uma definição específica: ovo-lacto-vegetariana (inclui ovos, leites e derivados), ovo-vegetariana (inclui ovos), lacto-vegetariana (inclui leites e derivados), vegetariana estrita (não inclui nenhum produto de origem animal) ou vegana (exclui produtos de origem animal na alimentação, higiene e vestuário).

Para a nutricionista Adriana Stavro, quer você escolha seguir uma dieta vegana, vegetariana ou flexiterian (reduz o consumo de carne), os benefícios para sua saúde são muitos. As dietas com foco em plantas são naturalmente ricas em fibras, pobres em gordura saturada e fontes de fito químicos, que ajudam a diminuir o risco de várias doenças. Estudos mostram que os vegetarianos são 40% menos propensos a desenvolver câncer, quando comparado aos onívoros. Alimentação à base de vegetais podem reduzir o risco de doenças cardíacas, hipertensão, osteoporose e diabetes mellitus do tipo 2.

Porém, antes de adotar um regime alimentar vegetariano, é aconselhável examinar se existem carências nutricionais. Para isso, devem ser realizadas exames de rotina que incluam os níveis de ferro, vitamina D, complexo B (em especial destaque para a vitamina B12), cálcio e iodo. Na presença de uma deficiência, esta deve ser corrigida através da combinação correta de alimentos ou suplementos alimentares, e com monitoração de um profissional da saúde qualificado.

Após a exclusão de possíveis carências nutricionais, a eliminação do consumo de carne e pescado pode ser imediata. No entanto, a transição para um regime alimentar vegetariano deve ser adaptada a cada indivíduo. Algumas pessoas preferem eliminar as carnes de um dia para o outro, enquanto outras preferem uma redução gradual.

O regime alimentar “flexitarian diet” corresponde às expectativas das pessoas que pretendem uma transição gradual. Esta é uma dieta baseada em produtos de origem vegetal, com um consumo ocasional de carne e pescado. Quem adota esta prática, aumenta progressivamente o número de refeições vegetarianas.

Tendo em consideração que a adaptação de uma dieta vegetariana requer uma modificação dos hábitos alimentares, a organização assume um papel importante. Este planejamento permite a adoção de uma alimentação equilibrada, o que significa que deve fornecer proteínas completas, ou seja, que contenham todos os aminoácidos essenciais, gorduras de boa qualidade (amêndoas, nozes, azeite, abacate), carboidratos integrais (grãos, farináceos integrais), vitaminas e minerais (frutas, verduras, legumes).

Os ovo-lacto-vegetarianos podem facilmente obter proteínas de qualidade, através do consumo de ovos e de lacticínios. Para os vegetarianos estritos e veganos, que excluem todos os alimentos de origem animal, o desafio é maior, uma vez que necessitam combinar diferentes fontes de proteína vegetal ao longo do dia. Alguns alimentos fontes são: lentilha, feijão, grão-de-bico, soja, tofu, tempeh, bebidas à base de soja, nozes e sementes. Os grãos integrais e os vegetais também fornecem alguma proteína.

A Academia de Nutrição e Dietética afirmou que, uma dieta vegetariana ou vegana pode fornecer todos os nutrientes essenciais para crianças, adolescentes, adultos, gestantes e nutrizes. Porém, obter proteína, cálcio , ferro vitamina B-12 e ômega3 pode ser um pouco mais difícil. Por isso, planejar é fundamental para garantir um aporte adequado e evitar deficiências.

A suplementação alimentar destes nutrientes pode ser considerada (com destaque para a vitamina B12, ferro e o ômega 3), porém é importante o acompanhamento de um médico ou nutricionista.

Os vegetarianos, assim como a população em geral, devem estar atentos a um conjunto de sinais e sintomas. Por exemplo:

● Fadiga, cansaço e falta de energia podem indicar carência de ferro ou vitamina B12.
● Problemas relacionados com a imunidade, como cansaço excessivo, febre e calafrios frequentes, náuseas, vômitos ou diarreia, gripes que duram semanas, otites, herpes, estomatite, amigdalite, infecções respiratórias persistentes, perda de peso, queda de cabelo, unhas fracas, estresse e depressão, pode ser deficiência de vitamina C, D, E, ácido fólico, zinco, selênio.
● Se os níveis de iodo estiverem baixos, os sintomas são cansaço, sonolência e pele seca.
● Por fim, a queda de cabelo, unhas fracas e quebradiças, podem indicar ingestão insuficiente de proteínas de alto valor biológico.

Por isso uma monitorização contínua da alimentação e dos vários indicadores do estado nutricional, através da realização de análises sanguíneas e de consultas médicas é fundamental.

Por fim, a alimentação vegetariana não deve ser monótona. O consumo variado de alimentos é fundamental, e devem estar especialmente atentos à ingestão de alguns nutrientes, como:

● Cálcio: leite e derivados, extratos vegetais fortificadas, vegetais de folha verde-escura
● Ferro: ovos, vegetais de folha verde-escura, leguminosas, cereais integrais, semente de girassol, abóbora, nozes
● Iodo: algas marinhas, sal iodado
● Vitamina D: laticínios, ovos, bebidas vegetais fortificadas, exposição solar
● Vitamina B12: laticínios, ovos

Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta. Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein – Mestranda do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Dicas valiosas para reduzir o consumo de carne

Nutricionista explica como substituir a carne animal do cardápio

As mudanças de hábitos alimentares parece ser um dos principais objetivos dos brasileiros nos últimos anos. De acordo com pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha, em 2018, 63% dos brasileiros querem reduzir o consumo de carne.

Para ajudar quem faz parte desta estatística, Jessica Santos, nutricionista da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, lista algumas dicas para reduzir o consumo de carne e ter uma alimentação mais saudável:

Começar aos poucos: a melhor forma do organismo se acostumar com a nova alimentação é mudar gradualmente, começando por um dia da semana. “Quando tentamos introduzir novos costumes na rotina bruscamente há maior chance de não nos adaptarmos e desistirmos”, explica. “Carnes 100% plant-based que imitam a carne animal, além de serem enriquecidas com nutrientes, são algumas opções de alimentos que podem ajudar no novo hábito alimentar sem abrir mão do sabor e da nutrição”, sugere.

Ter refeições mais equilibradas: a nutricionista comenta que o consumo equilibrado de verduras, grãos, frutas e, principalmente, leguminosas, pode ser suficiente para suprir os nutrientes da carne.

Comer com moderação: para quem está acostumado a comer em grandes quantidades, reduzir as porções de comida aos poucos também ajuda a estabelecer o novo hábito. Outra dica é se alimentar nos horários certos, estabelecendo uma rotina. “Com isso, a pessoa evita a ingestão exagerada de alimentos quando for comer e até dos famosos snacks entre uma refeição e outra”, explica.

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Preparar as refeições: outra dica é montar o próprio cardápio e até deixar marmitas prontas para a semana, tornando as refeições mais práticas durante o dia a dia. “Além disso, o hábito de cozinhar a própria comida ajuda na descoberta desse novo paladar e na criação de pratos diferentes de acordo com o gosto pessoal de cada um”.

Sugestão de produtos para quem busca reduzir o consumo de carne

O Burger Gourmet Vegan Superbom é semelhante ao de origem animal, porém feito à base de ervilha e saboroso, ideal para composição de lanches saborosos e nutritivos.

Outras opções de proteínas plant-based são: a minicoxinha vegana, a steak vegano sabor peixe e o frango vegano em pedaços. Todos feito à base de proteína da ervilha com características e sabor semelhantes dos produtos de origem animal.

Informações: Superbom

NeüPop: KVD Vegan Beauty traz minipaleta para linha Kittens

Novidade chega com opções coloridas e neutras para levar na bolsa

A marca premium vegana KVD Vegan Beauty lança no Brasil a minipaleta NeüPop para completar a linha Kittens de produtos em travel size. São quatro cores versáteis, com acabamentos matte e cintilante, que possibilitam criar os mais variados visuais.

Entre os neutros, o tom “New Wave” é um marrom claro matte e o “Love Anthem” um rosa holográfico. Já os mais vibrantes são o “Electro”, vermelho alaranjado matte e “Deep Tracks”, cor uva com acabamento cintilante.

Três looks, uma paleta

Toque de cor: passe “New Wave” pela pálpebra móvel e côncavo. Use o “Love Anthem” para iluminar o canto da sobrancelha. Aplique “Electro” no canto interno dos olhos.

Color block: comece com “New Wave” no côncavo e “Electro” na pálpebra móvel. Passe “Deep Tracks” na linha inferior dos cílios. Use “Love Anthem” para iluminar o canto da sobrancelha e o canto interno dos olhos.

Pôr do sol: aplique “Electro” pela pálpebra móvel. Defina o côncavo com “Deep Tracks”. Esfume e dê acabamento com “New Wave” e passe “Love Anthem” gentilmente no centro da pálpebra para o efeito holográfico.

#Vegan! A maquiagem KVD Vegan Beauty é feita com amor, não com animais – o que significa que somos 100% veganos e cruelty-free.

A minipaleta Neüpop estará disponível no site e nas lojas SephoraPreço: R$ 139,00.

 

Laari Michelin ensina receita de tortinha de chocolate vegana

A influencer fitness Laari Michelin dá dica para quem não que cair na tentação de comer muito chocolate, mas que não quer abrir mão dessa delícia: tortinha de chocolate vegana. Confira abaixo o passo a passo:

Tortinha de Chocolate Vegana

Ingredientes
250g de tofu macio (ela usou o sem tempero da marca Lacmax)
3 colheres (de sopa) de café coado
4 colheres (de chá) de cacau em pó
2 colheres (de sopa) de melado de cana
150g de cocodensado de brigadeiro ou 150g de chocolate vegano derretido
Uma pitada de sal

Modo de preparo
Em um processador ou liquidificador potente, coloque o tofu macio, o café coado, o cacau em pó, o melado de cana, a pitada de sal e bata bem. Adicione o cocodensado ou o chocolate derretido e bata bem. Depois de pronto você pode colocar em tacinhas e deixar na geladeira por 2h ou fazer colocar na massa das tortinhas (receita a seguir)

Massa das Tortinhas

Massa
1 xícara de aveia em flocos
1/2 xícara de nozes
1/4 de colher de chá de sal
1 colher de sopa de azeite de oliva
2 colheres de sopa de farinha de linhaça
1/2 xícara de água morna

Modo de fazer
Misture todos os ingredientes para a massa em uma tigela me até que estejam todos agregados. Jogue a massa em forminhas de silicone e pressione bem, principalmente na lateral. Leve ao forno por 15 minutos a 200 graus (pode ser também na airfryer). Retire do forno, espere esfriar um pouco e tire das forminhas.

Fonte: Laari Michelin

Prato colorido é mesmo sinônimo de alimentação saudável?

Nutricionista da Superbom desmistifica os conceitos da crença popular e explica os benefícios de uma refeição mais elaborada no dia a dia

Não é de hoje que o prato colorido é um dos conceitos mais discutidos na nutrição moderna. O incentivo à sua inclusão na alimentação das pessoas surgiu com força quando, em 1991, o programa “5 ao Dia” foi implementado nos Estados Unidos a partir da aliança de diversas instituições de saúde.

Apoiado pela Organização Mundial da Saúde, o programa que estimula o consumo diário de cinco porções de hortaliças, legumes e frutas de diferentes cores foi amplamente disseminado ao redor do mundo até chegar no Brasil, difundido pelo Instituto Brasileiro de Orientação Alimentar, é até hoje uma pauta em alta nos consultórios de nutricionistas.

Cyntia Maureen, nutricionista parceira da Superbom, marca alimentícia focada na produção de produtos saudáveis, explica que, quando fala-se em prato colorido, deve-se considerar principalmente os alimentos in natura como frutas, verduras e legumes. Segundo a profissional, além de nutrientes essenciais, esses alimentos contam também com compostos bioativos e fibras que são os responsáveis pela ação protetora do organismo, sendo ideal que em todas as refeições frutas ou vegetais crus tenham presença confirmada.

“Quando o prato é colorido naturalmente, e não com conservantes ou corantes alimentares, nós temos uma grande quantidade de nutrientes e substâncias funcionais que vão trazer diversos benefícios para nossa saúde. E isso inclui a prevenção do câncer e de doenças crônicas não transmissíveis, o aumento da imunidade e a melhora na qualidade de vida” explica Cyntia.

No entanto, ainda existe uma dúvida geral sobre quais alimentos de fato devem estar presentes em um prato colorido. Segundo a nutricionista, para que seja nutricionalmente equilibrado, ele deve conter vegetais crus ou cozidos e assados, carboidratos (de preferência os integrais) e proteínas animais e vegetais. No caso de uma alimentação vegetariana, é importante atentar-se ainda mais à inclusão de fontes de proteínas vegetais na dieta. As leguminosas como feijões, grão de bico, lentilha e ervilha são uma ótima alternativa para aqueles que não comem carne, proporcionando-os uma alimentação que favorece a saciedade e supre as necessidades do organismo.

Mas será que um prato tão elaborado e com tantos elementos é superior em valores calóricos? Segundo Cyntia, não necessariamente. Com mais vegetais e frutas, o prato colorido tende a ser até menos calórico, dependendo do que se coloca nele. Ela explica que folhas como couve e agrião, por exemplo, têm uma quantidade de nutrientes acima da média e valor calórico baixo, mas reitera a importância de não se prender apenas às calorias do alimento, mas focar principalmente nos nutrientes presentes nos mesmos.

Ainda segundo a nutricionista, a variedade de alimentos é fundamental para criar novos estímulos ao organismo, fazendo com que ele trabalhe da forma mais eficiente e protetora possível.

“Não tenha medo de ‘comida de verdade’! Desfrute das cores que a natureza nos oferece e ganhe a vida que está contida nos alimentos vivos. Cuidado com os produtos ultra processados que encontramos nos mercados, pois muitos dizem ser saudáveis, mas na realidade, não são. Fique atento aos rótulos e prefira sempre aqueles que são feitos com produtos naturais, como é o caso da Superbom. Estes são feitos com base em alimentos de verdade para que você tenha uma alimentação equilibrada e saudável!”.

Sugestão de produtos disponíveis no catálogo da Superbom para turbinar suas refeições:

Frango Vegano em Pedaços à Base de Ervilha

O Frango Vegano à base de ervilha Superbom é uma inovação para o mercado vegetariano. Depois da versão ovolactovegetariana, demos um upgrade e apresentamos a versão de frango vegano que substitui o frango de carne animal. Enriquecido com vitaminas A, B9 e B12, bem como dos minerais ferro e zinco, o frango vegano pronto é prático e permite excelentes combinações na elaboração de diferentes receitas, como aperitivos, saladas ou pratos quentes. Com textura macia e sabor único, o frango sem carne animal vem em pedaços e está disponível em embalagem de 400g.

Suco de Uva Integral 1 litro

O suco de uva integral Superbom é um produto 100% natural, produzido a partir de uma única variedade de uva: a Isabel. Tendo características próprias e extremamente marcantes dessa uva, esse saboroso suco de uva tem um sabor único desde 1925. Excelente como acompanhamento para refeições, lanches, também é indicado para pré e pós treino, o suco de uva integral Superbom é uma bebida saudável que oferece muitos benefícios à saúde e também está disponível em 300 ML ou 1 L.

Suco de Tangerina Integral 1 litro

O Suco de Tangerina Integral da Superbom é um suco produzido 100% da fruta, feito especialmente para quem deseja ter uma vida mais equilibrada. Saboroso, o suco de tangerina é uma bebida saudável feita a partir de frutas selecionadas que oferecem a doçura característica da tangerina somada ao valor energético da vitamina C, ajudando a prevenir inflamações no sistema respiratório.

Geleia de Amora

Além da qualidade, a geleia de amora dá um toque especial aos pratos, é fonte de fibras solúveis, importante na atuação reguladora do intestino. E para aqueles que praticam atividades físicas, também são excelentes fontes de energia. Geleia 100% fruta de amora com sementes.

Geleia de Morango com Chia

Além da qualidade, a geleia de morango com chia dá um toque especial aos pratos, é fonte de fibras solúveis, importante na atuação reguladora do intestino. E para aqueles que praticam atividades físicas, também são excelentes fontes de energia. Geleia 100% fruta de morango com chia.

Fonte: Superbom

 

Receita vegana para curtir o friozinho

O Chef Renato Amaral, do hotel Slaviero Baia Norte (Florianópolis) destaca uma receita vegana do  menu de sopas para ser feita em casa e curtida com o friozinho do inverno.

Creme de Espinafre com Cardamomo e Tofu

Ingredientes:
400ml de caldo de legumes
3 maços de espinafre (somente as folhas)
250g de batata-doce cozida (cozinhe no caldo de legumes )
15g de alho picado
50g de cebola picada
Azeite o suficiente para refogar
Sal e pimenta-do-reino moída na hora
3 cardamomos em grãos (abra os grãos e utilize apenas as sementinhas, descarte as cascas)

Modo de preparo:
Escalde as folhas de espinafre por 30 segundos em água fervente. Deixe escorrer e esfriar. Com as mãos, aperte as folhas para retirar o excesso de água. Pique grosseiramente. Refogue o alho e a cebola no azeite. Acrescente o espinafre e deixe refogar um pouco. Inclua a batata-doce, o caldo de legumes e as sementes de cardamomo. Tempere com sal e pimenta e deixe cozinhar por cinco minutos depois que pegar fervura. Mexa durante o processo para não grudar no fundo da panela. Transfira a sopa para o liquidificador e bata até obter um creme liso e homogêneo. Volte para a panela e deixe cozinhar por mais dois minutos. Tempere a gosto.

Rede de fish & chips brasileira é primeira a vender “peixe” vegano no Brasil

O “Fakie Fish”, do Sirène Fish & Chips, é feito a partir da proteína texturizada de soja e está disponível nas lojas da rede nas cidades de Balneário Camboriú, Curitiba e São Paulo

Receita típica da Inglaterra, o fish n’ chips está conquistado o paladar dos brasileiros e, agora, ganha uma versão vegana na descolada rede Sirène Fish & Chips. O “Fakie Fish” é a incomparável e surpreendente aposta da rede para os clientes que reduziram ou não consomem proteína animal. Feito à base de soja não transgênica, o preparo utiliza técnicas chinesas aprimoradas pelos séculos.

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Dados da última pesquisa Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), divulgada em 2018, apontam que cerca de 30 milhões de brasileiros já se declaram vegetarianos, cerca de 14% da população. Segundo a mesma pesquisa, nas regiões metropolitanas de São Paulo, Curitiba, Recife e Rio de Janeiro, esse valor sobe ainda mais, chegando a 16%.

A releitura do fish n’ chips, intitulada “Fakie n’ Chips”, leva o “Fakie Fish” acompanhado pelas deliciosas batatas do Sirène. O preparo exclusivo será comercializado nas unidades da rede espalhadas pelo Brasil com preços a partir de R$ 33,00. “É a nossa manobra para a galera que não curte muito carne voltar a se sentir em casa no Sirène”, comenta o sócio fundador da rede Sirène, Alexandre Lopes. Além do “Fakie n’ Chips”, entram no cardápio molhos, também veganos, e o Sandufish, tradicional sanduíche do empreendimento que ganha uma versão vegetariana.

“Estamos confiantes, pois além de resgatar clientes antigos que deixaram de frequentar o Sirène por falta de opção vegana/vegetariana (mas que ainda gostam da nossa atmosfera), também poderemos atender outros tipos de público que talvez nunca chegassem a conhecer nosso empreendimento. Nos tornaremos, assim, um lugar ainda mais democrático e aumentaremos a diversidade”, complementa Lopes.

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A origem do “Fakie”

Nos esportes de prancha, a palavra “fakie” significa andar para trás com a cauda ou “rabeta” voltada à direção da viagem. Comumente usada em conjunto com o nome de uma manobra, como “fakie ollie” ou “fakie to fakie 900”, o termo dá a entender que a manobra foi realizada de forma correta, porém com sentido contrário. As manobras realizadas de fakie geralmente recebem uma maior pontuação nos campeonatos por conta do grau de dificuldade elevado.

No universo do skate, a palavra dá sentido ao que não é normal, que não é usual ou que é incomum, ou seja, algo autêntico. Além disso, a palavra “fake”, de grafia similar, significa “falso” em inglês e, atualmente, é usada para denominar contas ou perfis usados na internet para ocultar a identidade real de um usuário.

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Dessa forma, o peixe vegano do Sirène foi batizado de “fakie” para fazer essa conexão com o universo do skate que a marca já está inserida e, também, dar sentido ao peixe que não é proveniente do animal, podendo ser entendido como um “peixe falso”.

“Identificamos a necessidade de oferecer ao nosso público alguma outra opção vegana além de apenas batatas fritas. Percebemos que, a cada dia que passa, temos mais pessoas adeptas ao vegetarianismo e veganismo que deixam de frequentar o Sirène por um tempo, por falta de opções. Nós já tínhamos essa vontade, mas levamos cerca de dois anos para encontrar substitutos ideais de proteína não animal, que atendessem as nossas exigências de qualidade. Agora, em parceria com a Germinou, incluímos esse surpreendente alimento feito de à base de soja não transgênica ao nosso cardápio”, finaliza Lopes.

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O “Fakie n’ Fish” está disponível nas unidades de Balneário Camboriú (SC), Curitiba (PR) e São Paulo (SP).

Informações: Sirène

Splash Bebidas Urbanas abre novas lojas em São Paulo

A marca de bebidas e alimentos portáteis Splash Bebidas Urbanas ganhou dois novos endereços na capital paulista, no Shopping Metrô Santa Cruz e no Shopping Metrô Tucuruvi. As novas lojas, assim como as demais da rede, irão atender no modelo take away (retirada), e também por delivery nos principais aplicativos iFood, Rappi e UberEats.

splash

Em plena expansão, a Splash Bebidas Urbanas ainda abrirá mais cinco novas unidades nos próximos três meses, localizadas em Pinheiros (SP), Mogi das Cruzes (SP), Andradina (SP), Ribeirão Preto (SP) e Campos de Goytacazes (RJ). Com um modelo de negócio que já foi concebido para o foco da experiência delivery a marca tem registrado crescimento nas entregas com um aumento de 75% nos pedidos de delivery.

A rede que conta com 21 unidades franqueadas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, também obteve crescimento na solicitação de aberturas de franquias, com uma expansão de 135% em relação ao mesmo período do ano passado.

Nas novas unidades, os consumidores irão encontrar as famosas delícias exclusivas como os frappuccinos da marca os Fraplashs, nas versões de Nutella, Café, Paçoca e Brigadeiro, Coco, Morango, Mirtilo e Iogurte Grego. Além das bebidas conhecidas por sua textura única, a Splash também conta com o menu totalmente vegano, com opções de bebidas, salgados e sobremesas.

splash bebida

A marca também é uma perdição para os apaixonados por Nutella, com pães de queijos, croissants, além de variações de bebidas com cafés e cappuccinos com o creme de avelã. A versão bebida do típico doce inglês Banoffe também é outro grande hit da marca, servido quente, é feito à base de leite, banana e finalizado com espuminha de leite e calda de avelã.

Informações: Splash Bebidas Urbanas