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Linha de chocolates veganos é novidade da Lindt

Produtos inéditos no Brasil, Hello Vegan é feito à base de leite de aveia nos sabores cookie e caramelo flor de sal

A Lindt traz um lançamento inédito para o Brasil: Hello Vegan. A linha que ganhou prêmio de melhor chocolate vegano na Alemanha, em 2021, tem em sua composição apenas ingredientes plant-based de origem vegetal, substituindo o tradicional leite lácteo por leite de aveia, e chega por aqui em barras de 100g, nos sabores cookie (biscoito) e salted caramel (caramelo e flor de sal).

A marca projeta que este lançamento representará 15% das vendas de Lindt Excellence, linha de tabletes mais vendida da Lindt no Brasil. “Somos uma marca que busca constantemente a inovação e atender os desejos de nossos consumidores. Por isso, estamos trazendo para o mercado brasileiro chocolates especialmente desenvolvidos para aqueles que seguem uma dieta vegetariana ou vegana. A escolha dos sabores cookie e caramelo com flor de sal têm como objetivo agradar o paladar dos brasileiros, pois sabemos que ambos são grande sucesso no país”, comenta Bruno Dal Forno, gerente de marca da Lindt Brasil.

Outra novidade é a embalagem produzida com papel feito de grama. A matéria prima, a base de capim seco, é oriunda de uma fazenda sustentável e certificada para produção de papel, ideal para embalagens de alimentos. Além disso, Hello Vegan é um produto que utiliza cacau 100% rastreável e sustentável, que faz parte do Lindt & Sprüngli Farming Program, programa da marca que assume o compromisso de preservar o meio ambiente, com foco na qualidade de vida e melhores condições de trabalho das pessoas envolvidas em todas as etapas do processo de produção de seu chocolate.

Segundo a Sociedade Vegetariana Brasileira, 14% da população do Brasil se declara vegetariana ou vegana. E este tipo de produto também é tendência para consumidores que passam a buscar alimentos menos industrializados e que façam bem a saúde.

A linha Hello Vegan pode ser encontrada no e-commerce e nas lojas Lindt localizadas nas seguintes cidades: São Paulo, São Caetano do Sul, Santo André, Ribeirão Preto, São José dos Campos, São Roque, Barueri, Campinas, Santos, Piracicaba, Jundiaí, Belo Horizonte, Uberlândia, Rio de Janeiro, Niterói, Curitiba, Londrina, Brasília, Goiânia, Porto Alegre, Florianópolis, Balneário Camboriú, Salvador, Recife e Fortaleza.

Vendas nas lojas e e-commerce da marca:
Lindt Hello Vegan Caramelo e Flor de Sal 100g – R$ 36,90
Lindt Hello Vegan Cookie 100g – R$ 36,90

Dia das Mães: Puravida sugere cheesecake de caramelo salgado vegano

Aprenda como fazer um delicioso cheesecake de caramelo salgado vegano. A receita é da Puravida que sugere que a escolha dos ingredientes seja feita de forma consciente, valorizando produtores locais e as produções orgânicas de frutas e verduras. Além de incentivar a busca por um mundo mais sustentável você estará deixando de ingerir pesticidas e alimentos geneticamente modificados.

Cheesecake de caramelo salgado vegano

Ingredientes da base:
120g de castanhas de caju;
100g de creme de coco caseiro;
3 colheres de sopa de pasta de castanhas de caju;
Pitada de canela
1 colher de sopa de melaço de cana, néctar de coco ou do adoçante que preferir;
1 colher de chá de limão;
Pitada de sal.

Ingredientes da crosta:
½ xícara de nuts;
3 tâmaras ou damascos desidratados.

Ingredientes do fudge (cobertura):
2 colheres de sopa de pasta de castanhas;
1 colher de sopa de óleo de coco.

Toppings:
Nibs de cacau;
Flor de sal.

Modo de preparo:
Deixe as castanhas em uma tigela com água por 8h, depois descarte a água e em um processador ou liquidificador adicione as castanhas hidratadas junto com os outros ingredientes da base e bata até ficar homogêneo e cremoso. Para fazer a crosta adicione as tâmaras e as nuts em um processador até que fique tudo em pedacinhos pequenos.
Para fazer o Fudge basta misturar a pasta de castanhas com o óleo de coco em estado líquido.
Depois de fazer estas 3 etapas é só montar! Em uma forminha de muffin adicione um pouco da mistura da crosta e pressione com os dedos para ficar firme, depois complete com o creme da base e por último finalize com uma camada do Fudge de pasta de castanhas! Leve ao freezer por aproximadamente duas horas. Antes de servir salpique um pouco de flor de sal e nibs de cacau.

Fonte: Puravida

Campanha no metrô: “Ser vegano é uma delícia” desmistifica os sabores da comida vegana

Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) lança movimento para mostrar que existe muito sabor e possibilidades em uma alimentação à base de vegetais

Se você não é familiarizado com a variedade de opções veganas, já deve ter ficado na dúvida se existe bolo, chocolate, pizza, sorvete, hambúrguer e até sobremesas como cheesecake em versões sem leite, ovos e carnes. Pois saiba que tem. E são muito saborosas.

É com essa intenção que a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) lançou na terça-feira (26), a campanha “Ser vegano é uma delícia” que visa aproximar quem não experimentou alimentos veganos e está aberto a aprender – e conhecer – o mundo de sabores inigualáveis que a alimentação vegetal oferece.

A mensagem da campanha está, em um túnel adesivado, ao longo de mais de 25 metros, da Estação Paulista, acesso da Av. Angélica do metrô e em diversos edifícios comerciais, nas redes sociais da SVB e no site da ação, com e-books de receitas disponíveis para quem quer não só provar, mas também preparar as delícias.

“Cada vez mais as pessoas estão descobrindo os sabores e as infinitas possibilidades das comidas veganas, seja em um prato mais natural, ou em novas versões lançadas quase que diariamente por restaurantes, lanchonetes e a indústria”, comenta o presidente da SVB, Ricardo Laurino.

Para ele, um complemento incomparável às opções veganas é o benefício às comidas gostosas é o benefício de saber que estará se nutrindo de um alimento que respeita os animais, o meio ambiente e cuida da saúde.

Além disso, ser vegano hoje é muito mais fácil. As prateleiras dos supermercados oferecem, cada vez mais, uma ampla variedade de produtos prontos para o consumo, como maionese, hambúrguer, queijos e carnes 100% vegetais. São opções que auxiliam, especialmente, a transição para a nova alimentação.

Por isso a SVB facilita a vida de todo vegano – ou de quem deseja experimentar uma das tantas delícias 100% vegetais – com o mapa “Onde tem opção vegana”. Nele, estão cadastrados mais de 3,5 mil estabelecimentos de todo Brasil.

Conforme o levantamento realizado pelo Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec) em 2021 e encomendado pela SVB, 32% dos entrevistados disseram escolher uma opção vegana quando essa informação é destacada pelo restaurante ou estabelecimento. Uma prova de que, no Brasil, tem demanda para as comidas deliciosas e sem ingredientes de origem animal.

Informações: SVB

“O veganismo é inevitável”, diz presidente da SVB em audiência no Senado Federal

Ao falar sobre alimentação plant-based, Ricardo Laurino ressaltou os impactos positivos dessa escolha não só para os animais, mas também à saúde da população e do planeta

Uma audiência pública da Comissão de Assuntos Sociais do Senado, realizada na quarta-feira (27), serviu de aviso aos políticos e à sociedade sobre a urgência de informar as pessoas a respeito dos benefícios de uma alimentação sem carne, ovos e leite, e a necessidade de criar políticas públicas que abordem o tema.

Conforme pesquisa de 2018 do Ibope, 14% da população brasileira se considera vegetariana, escolha que, para o presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), Ricardo Laurino, é cada vez mais inevitável.

“Se temos a possibilidade de consumir produtos que evitam a morte e a exploração de bilhões de animais, que contribuem com uma menor pegada ambiental, tema importantíssimo atualmente, que podem facilitar a uma transição para uma alimentação mais saudável e reduz os riscos de pandemias, estamos sim lidando com um tema inevitável para a realidade atual”, explicou Laurino.

Realizada a pedido do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), a audiência contou com especialistas em saúde e representantes de organizações da causa animal e ambiental. A nutricionista Shila Minari informou que as dietas vegetarianas são nutricionalmente adequadas e podem reduzir em até 74% as chances de ter diabetes.

Para embasar as falas, foram citadas pesquisas, que também mostraram que a alimentação plant-based ainda reduz os riscos de hipertensão, depressão e doenças mentais.

Outra contribuição importante da alimentação sem produtos de origem animal é o menor impacto ambiental em relação à pecuária. Tema extremamente urgente, pois conforme documento publicado em abril por cientistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas Globais (IPCC), a última década teve o maior crescimento de emissões de gases do efeito estufa da história e os países têm só até 2025 para reduzi-las drasticamente para que a temperatura do planeta suba entre 1,5°C e 2°C.

“Em relação aos impactos ambientais, eles não se limitam às emissões de gases do efeito estufa. Vão desde o consumo de água, passando pelo uso excessivo de terras e a ineficiência na produção de comida. Ao colocar um alimento de origem animal no prato, muitas pessoas não entendem que, a cada 10 calorias que aquele alimento traz, em torno de 100 calorias foram utilizadas para produzir aquele bife. Quanto mais nós incentivamos a produção de origem vegetal, maior é a nossa eficiência na produção de alimentos”, alertou Laurino.

Para o presidente da SVB, os aspectos envolvendo a saúde do planeta e das pessoas se somam à questão ética, afinal, é difícil lidar com a realidade de que mais de 70 bilhões de animais terrestres são mortos anualmente para o consumo humano.

Por tantos motivos relevantes, Laurino acredita que a escolha por uma alimentação sem produtos de origem animal faz parte de um processo natural de desenvolvimento da sociedade humana que, diante de novos questionamentos, deverá renovar diversas posturas.

Fonte: Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB)

Carne vegetal: será modismo ou tendência portadora de futuro?

É amplamente conhecida a ocorrência na sociedade de grupos denominados vegetarianos ou veganos. De forma simplificada, pode-se dizer que os primeiros são os que excluem qualquer tipo de carne (incluindo peixes e frutos do mar) de sua alimentação; os veganos vão além, evitando qualquer produto animal, como manteiga, leite, ovos ou mel, além de não usar roupas e acessórios de couro, pele, lã, seda e cosméticos testados em animais. Em 2018, a Sociedade Vegetariana Brasileira realizou um levantamento, com o apoio do Ibope, constatando que 14% da população brasileira se declara vegetariana o que, provavelmente, inclui veganos.

Mas quem desenvolve ou comercializa a carne vegetal, conhecida nos Estados Unidos pela sigla PBM (plant based meat) não busca atingir apenas os adeptos do veganismo ou os vegetarianos. Os produtos PBM, que imitam o sabor e a textura da carne bovina, focam especialmente nos consumidores que gostam de carne, mas que acreditam que a diminuição de seu consumo pode ter impactos econômicos, ambientais e de bem-estar animal significativos e positivos, por reduzirem a produção pecuária.

Como é feita a carne vegetal?

A carne é composta, fundamentalmente, de tecido muscular dos animais. As plantas não têm músculos. Então, como as plantas se tornam um pedaço de carne que parece, cheira, tem gosto e cozinha como carne?

Para responder, precisamos aprofundar a análise. A carne é composta de proteínas, gorduras, vitaminas, minerais e água. Embora as plantas não tenham músculos, elas também contêm proteínas, gorduras, vitaminas, minerais e água. Então, o processo se baseia na semelhança bioquímica entre plantas e animais para obter um produto vegetal que imita a carne. Para cada proteína, lipídio ou composto funcional encontrado na carne existe um análogo ou substituto no reino vegetal. Se um substituto não existir na natureza, podemos tentar obtê-lo por meio de tratamento mecânico, químico ou biológico de um ingrediente vegetal. Ou introduzir em vegetais um gene responsável pelo composto ausente, que esteja presente em animais, utilizando técnicas de transgenia.

O arranjo espacial das proteínas no tecido muscular cria a textura típica da carne. Quando moída, a carne tem uma textura mais simples e é mais fácil de replicar do que pedaços maiores como a picanha, o filé, o peito de frango ou costeletas de porco, feitas de tecido muscular intacto. Facilita a produção de hambúrgueres, mas há desafios técnicos a serem superados para imitar a textura dos cortes inteiros de carne, utilizando ingredientes vegetais.
O processo genérico para produzir carne à base de plantas envolve três etapas principais. A primeira é a seleção e o cultivo das plantas que produzirão as matérias-primas. A seguir ocorre o seu processamento para separar as proteínas, gorduras, fibras e outros ingredientes necessários à produção da PBM. Finalmente ocorre a mistura dos ingredientes, nas proporções adequadas para criar a textura, o aspecto e o sabor tão próximos quanto possíveis da carne.

Qual o foco mercadológico da carne vegetal?

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O conceito de carne à base de plantas vem sendo trabalhado há tempos. No entanto, os primeiros produtos à base de plantas, que imitavam carne, tinham em mente atingir consumidores vegetarianos, e não tentaram replicar a carne convencional.
O impulso recente tem como pano de fundo temas como sustentabilidade, segurança alimentar e os impactos ambientais e de saúde pública que seriam provenientes da pecuária industrial. No caso, buscam atrair os consumidores em geral, em vez de nichos de mercado. Isso levou a uma série de inovações durante a última década. Atualmente, as opções de carne à base de vegetais atraem o segmento de consumidores em rápido crescimento, que vem sendo denominados pelos estudiosos de “flexitarianos”, em livre tradução do termo inglês “flexitarian”.

Os consumidores “flexitarianos” buscam opções de alimentos à base de plantas que criem a mesma experiência sensorial da carne de origem animal. Digamos que esses consumidores reduzem o consumo de carne, mas não desistem completamente da experiência sensorial dos produtos de origem animal. Essa decisão de comer mais vegetais geralmente se deve a preocupações com a saúde, o meio ambiente ou a proteção dos animais. Também pode ser, simplesmente, uma forma de obter novidade e variedade com refeições saborosas e acessíveis. O aumento do flexitarianismo está na base do crescimento do mercado de alimentos à base de plantas.

Qual o futuro previsível da carne vegetal?

Apesar do crescimento recente do mercado, a carne à base de plantas representa, atualmente, apenas 1% do mercado de carnes no varejo dos EUA. Tudo indica que o mercado deverá crescer se o produto agradar em cheio os consumidores, desligando-se do fundamento inicial da menor emissão de gases do efeito estufa (GEE). Chamamos a atenção para esse aspecto, porque o argumento pode ser falacioso pois, segundo um artigo publicado pelo Prof. Jayson Lusk (Purdue University), para cada 10% de redução no preço de PBM, estima-se que o decremento nas emissões equivale a 0,34% das emissões dos EUA devidas à produção de carne bovina e 1,14% se incluída a redução das emissões devidas às mudanças no uso da terra.
Assim, é improvável que mesmo reduções substanciais nos preços das alternativas de PBM tenham impactos ponderáveis sobre as emissões da pecuária nos EUA. O artigo do Prof. Lusk e colaboradores pode ser acessado aqui.

Considerando que os sistemas de produção pecuária no Brasil são menos intensivos em emissões de GEE que os americanos, o mesmo poderia ser afirmado para o Brasil. Apoiando esse fato está um sistema de produção bovino desenvolvido pela Embrapa, denominado Carne Carbono Neutro, que garante que os animais que deram origem ao produto tiveram as emissões de metano entérico compensadas durante o processo de produção, pelo crescimento de árvores no sistema (ver mais aqui).

Isto posto, desapareceria o argumento de menor emissão de GEE com a redução do consumo de carne. Assim, entendemos que o futuro do mercado será modulado por quatro fatores principais:
a) a adesão dos consumidores aos produtos BPM, em especial dos jovens recém ingressos no mercado, sem hábitos de consumo arraigados e dispostos a novas experiências, atribuíveis a um diversificado conjunto de razões que inclui desde modismo, sensações organolépticas favoráveis e crença em maior sustentabilidade;
b) o avanço da tecnologia de produção, que será tanto mais bem-sucedida quanto mais a textura e o sabor de um produto BPM se aproximar da carne;
c) o custo dos produtos BPM comparativamente aos produtos cárneos;
d) a agressividade dos lobbies comerciais e o sucesso do marketing dos produtos BPM.

*Por Décio Luiz Gazzoni, engenheiro agrônomo, pesquisador da Embrapa Soja e membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS)

De napolitano a chocolate com amendoim: como fazer ovo de Páscoa vegano em casa com apenas R$ 15

Em parceria com a Mercy For Animals, influenciadora digital ensina passo a passo para celebrar a data com muito sabor e sem usar ingredientes de origem animal

Que tal preparar em casa ovos de Páscoa deliciosos e veganos com apenas R$ 15? As receitas fáceis de fazer – nos sabores bentô napolitano e chocolate com amendoim e caramelo salgado – são sugestão da influenciadora digital Maria Clara Paludetto, do Vixe Virei Vegana (@vixevireivegana), em parceria com a Mercy For Animals (MFA).

Maria Clara, que tem 18 anos, conta que criou o perfil de receitas nas redes sociais para quem busca uma transição para o veganismo. Segundo ela, a iniciativa mostra que é possível se alimentar com qualidade, sabor e sem deixar de celebrar as datas comemorativas tradicionais por falta de opções sem ingredientes de origem animal. Confira aqui o vídeo com a receita.

“Sou amante e aprendiz da culinária à base de plantas e busco descomplicar a cozinha vegetal, ensinando receitas práticas, acessíveis e deliciosas para todas as pessoas. Minha intenção é promover o consumo consciente em prol do planeta Terra, dos animais e dos seres humanos”, afirma a jovem.

Natural de Araçatuba, no interior de São Paulo, a estudante de Publicidade e Propaganda conta que decidiu mudar sua alimentação pelo bem dos animais, e que a Mercy For Animals foi uma grande inspiração para essa decisão.

“Encontrei no veganismo os valores que acreditava, de que a minha existência não deve causar nenhum tipo de violência e exploração sobre as outras espécies. Compreendi que os animais possuem direito à vida e que isso deve ser respeitado. E, de brinde, entendi que, sendo vegana, posso viver de maneira mais sustentável, igualitária e benéfica para a minha saúde e do planeta”, finaliza.

Ovo Bentô Napolitano

Ingredientes

Para a base dos 3 recheios:
1 xícara de água
1 xícara de leite vegetal (usei o de coco)
1 xícara de castanha-de-caju demolhada
1 xícara de açúcar
1 colher de sopa de óleo de coco
Pitada de sal

Para o brigadeiro preto:
1/3 dessa base
50g de chocolate em barra
1 colher de sopa de cacau em pó

Para o brigadeiro branco:
1/3 dessa base
1 colher de chá de essência de baunilha

Para o brigadeiro de morango:
1/3 dessa base
100g de morango
Um pedaço pequeno de beterraba para colorir

Para finalização:
15g de chocolate
Granulado colorido

Modo de preparo:
O primeiro passo é derreter o chocolate, colocar na forma do ovo junto com as outras peças e levar à geladeira até endurecer e/ou ficar esbranquiçado por fora.
Para a base dos recheios, coloque no liquidificador a água, o leite vegetal, a castanha, o óleo de coco, o açúcar e a pitada de sal, e bata bem até ficar tudo homogêneo.
Separe esse creme em três partes iguais.
Para o brigadeiro preto, junte 1/3 dessa base com o chocolate em barra e o cacau em pó. Para o brigadeiro branco, junte 1/3 dessa base com a essência de baunilha. Para o brigadeiro de morango, bata os morangos e a beterraba com o 1/3 dessa base e despeje na panela.
Cozinhe todos os brigadeiros até o ponto “de colher”, ou seja, desgrudando da panela.
Transfira-os para um recipiente, deixe-os esfriar e leve-os para geladeira.
Para montagem, coloque primeiro o brigadeiro preto no fundo, depois o brigadeiro de morango e, por último, o brigadeiro branco.
Derreta o chocolate e coloque dentro de um saquinho de confeitar ou em algum outro limpo, escreva o que quiser, e finalize com granulado colorido.

Ovo de Chocolate com Amendoim e Caramelo Salgado

Ingredientes

Para a casca do ovo de 350g:
130g de chocolate

Para o leite de amendoim:
1 xícara de água
2 colheres de sopa de pasta de amendoim

Para o caramelo:
1/2 xícara de açúcar para caramelizar
1/2 xícara (cerca de 90g) de leite de amendoim
1/2 colher de chá de Sal
1 colher de sopa de óleo de coco
1/2 xícara de amendoim torrado

Para a ganache:
80g de chocolate
3 colheres de sopa de leite de coco (ou algum outro que seja cremoso)
Amendoim para decorar

Modo de preparar:
A primeira etapa é derreter o chocolate, despejar na forma do ovo, colocar as outras peças e levar para geladeira até endurecer e/ou estiver esbranquiçado por fora.
Para o caramelo, faça um leite de amendoim batendo no liquidificador a água e a pasta de amendoim. Depois, derreta o açúcar, junte esse leite na panela e cozinhe até desgrudar do fundo da panela (como mostrado no vídeo). Desligue o fogo, acrescente o sal e o óleo de coco, e transfira para outro recipiente. Quando estiver em temperatura ambiente, leve à geladeira e depois misture o amendoim torrado.
Para a ganache, junte o chocolate e o leite de coco em um recipiente e leve ao micro-ondas de 30 em 30 segundos até derreter tudo. Coloque na geladeira para endurecer e ficar no ponto de bico.
Para a montagem, coloque todo o caramelo dentro do ovo, decore fazendo bicos com a ganache e finalize com amendoim no meio e chocolate derretido, usando uma colher para riscá-lo por cima.

Sobre a MFA
Mercy For Animals é uma das maiores organizações sem fins lucrativos do mundo dedicada ao fim da exploração animal em fazendas industriais e na indústria da pesca. Fundada há 21 anos nos EUA e presente no Brasil desde 2016, a MFA atua em outros países da América Latina, no Canadá, na Índia e está expandindo operações no leste e sudeste asiático, para construir um sistema alimentar mais justo e sustentável.

Love Beauty and Planet apresenta linha completa para cacheadas e crespas

Que tal aproveitar um momento off para reforçar os cuidados com os fios? Love Beauty and Planet, uma marca de beleza vegana para cuidados com os fios e higiene pessoal, possui diferentes linhas que atendem todos os tipos de cabelos. Além disso, com certificados PETA e VeganAct, os frascos são 100% recicláveis e 100% reciclados.

Os cabelos ondulados, crespos e cacheados representam mais de 50% das brasileiras e necessitam de cuidados especiais no seu dia a dia. Pensando nisso, a linha Curls Intensify foi criada exclusivamente para as brasileiras, apresentando uma gama completa de produtos, com shampoo (sem sulfato), condicionador, máscara de tratamento, creme de limpeza e creme de pentear.

A fragrância especial da linha conta com Manteiga de Murumuru da Amazônia e extratos de pétalas de rosa da Bulgária, ingredientes que ajudam a nutrir e hidratar os fios, deixando-os mais definidos, proporcionando movimento e brilho.

Além dos produtos certos, é preciso ter cuidados específicos com esses tipos de fios, como não os friccionar na toalha após a lavagem, evitar prende-los para que não fiquem marcados e também não ficar passando a mão nos fios ao longo do dia para que não percam sua forma natural.

Love Beauty and Planet é a primeira marca de beleza vegana do grupo Unilever

Abril Vegano: SVB desafia influenciadores e seguidores a provar 30 dias de alimentação à base de vegetais

Nova edição da campanha online incentiva as pessoas a darem o primeiro passo para uma vida de refeições sem carne, leite e ovos   A Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) dá a largada no novo mês com uma proposta acolhedora e atual convidando milhares de pessoas a passarem o mês de abril sem nada de produtos de origem animal, como carne, ovos, leite e derivados.


Em nova edição, o desafio Abril Vegano quer incentivar as pessoas a participarem dessa experiência e conhecer um novo mundo de possibilidades e benefícios à saúde, com uma alimentação repleta de leguminosas, cereais, frutas, legumes e verduras.  

Para orientar os participantes, a campanha online vai contar com publicações, lives e um site específico, onde e-books gratuitos estão disponíveis para baixar. Conteúdos que dão suporte à mudança alimentar, como receitas e informações nutricionais serão compartilhadas nas redes sociais e também em um grupo do Telegram.  

Os quatro influenciadores digitais que toparam o desafio de serem embaixadores da campanha são: os atores e atrizes Day Mesquita, José Trassi, Henrique Camargo e Rayssa Bratillieri. Eles receberam um kit com vários produtos veganos e irão compartilhar as dicas e a rotina em seus perfis. Alguns restaurantes de São Paulo e Rio de Janeiro se aliaram a campanha e receberão os embaixadores para provar pratos veganos do restaurante, sem custo (confira lista abaixo).  

 “Topei o Abril Vegano para melhorar minha alimentação, experimentar coisas novas e, também, pela contribuição e amor pelos animais e para o bem do planeta”, comenta o ator Henrique Camargo.   Os embaixadores convidados serão acompanhados pela Renata Victoratti, nutricionista do Departamento de Campanhas da SVB, garantindo o aporte necessário de nutrientes, além de incluir nas refeições o resgate da memória afetiva dos alimentos presentes na rotina deles e, claro, muito sabor.

“O Abril Vegano é uma oportunidade para as pessoas que estão buscando a exclusão ou redução do consumo de carnes ou derivados do leite a dar esse primeiro passo, contribuindo muito com a saúde. Diversas pesquisas afirmam que, a redução do consumo de carnes e a ampliação do consumo de frutas, legumes, verduras, leguminosas e cereais integrais estão ligadas a menores taxas de obesidade, níveis de colesterol, pressão arterial, diabetes e doenças coronarianas“, explica a nutricionista.  

A SVB defende e estimula a alimentação à base de vegetais por entender que ela é a melhor opção para a saúde, os animais e o planeta. Estudos já identificaram que o consumo de carnes, por exemplo, está diretamente associado ao risco aumentado de doenças crônicas e degenerativas como diabetes, obesidade, hipertensão e alguns tipos de câncer.   

Pelo lado do meio ambiente, a pecuária usa quase 80% das terras aráveis do planeta, mas fornece apenas 37% das proteínas (18% das calorias) consumidas, sendo a maior responsável pela erosão de solos, perda de biodiversidade e contaminação de mananciais aquíferos do mundo. A ONU estima que cerca de 14,5% das emissões de gases do efeito estufa oriundas de atividades humanas têm origem nesse setor.   

Já na questão ética, muitas pessoas não têm ideia do sofrimento e número de animais afetados por essa indústria. São abatidos mais de 10 mil animais terrestres por minuto no Brasil, a maioria frangos, porcos e bois – animais com uma complexa capacidade cognitiva e capazes de sentir dor, medo e alegria da mesma forma que os cães.   Além disso, a produção de carne contribui significativamente para o desperdício global de alimentos, uma vez que são consumidos de 2 a 10 kg de proteína vegetal para produzir apenas 1 kg de proteína de origem animal.    

Site oficial da campanha: abrilvegano.com.br
Restaurantes apoiadores:
https://www.instagram.com/popveganfood/ SP
https://www.instagram.com/hitovegano/ SP
https://www.instagram.com/greenkitchenbr/ SP
https://www.instagram.com/purana.co/ SP
https://instagram.com/restbananaverde/ SP
https://www.instagram.com/orgbistro/ RJ
https://www.instagram.com/sushimarlaranjeiras/ RJ
https://www.instagram.com/tevavegetal/ RJ
https://www.instagram.com/revubr/ RJ  

Fonte: Sociedade Vegetariana Brasileira

Ovo de Páscoa vegano é novidade Cacau Show para a Páscoa 2022

Ovo Bendito Cacao Reserva da Família Dedo de Deus é resultado do processo “bean to bar”, que vai do cultivo do cacau até o produto final

A Páscoa deste ano promete grandes novidades aos chocólatras de plantão. Como de costume, a Cacau Show, maior rede de chocolates finos do mundo, está em constante inovação e atenta aos desejos e necessidades dos consumidores. Pela primeira vez em sua campanha, a marca inclui no portfólio de Páscoa um produto vegano e certificado pela SVB, Sociedade Vegetariana Brasileira.

Produzido com 67% de cacau, o Ovo Bendito Cacao Reserva da Família Dedo de Deus 200g irá agradar a todos que buscam um chocolate mais intenso. Fabricado inteiramente pela Cacau Show no processo conhecido como “bean to bar”, que vai do cultivo do cacau até o produto final, a embalagem do produto faz uma homenagem aos colaboradores que fazem parte do processo de produção e desenvolvimento do chocolate na Fazenda Dedo de Deus, localizada em Linhares, no Espírito Santo.

“A paixão pelo cacau nos motivou a desafiar os moldes tradicionais e a realizar o nosso próprio cultivo de matéria-prima. Como resultado desse propósito, pudemos lançar para a Páscoa deste ano um produto inédito, que promete trazer aos nossos clientes uma experiência sensorial única, pois reúne não apenas a qualidade já reconhecida da linha Bendito Cacao, mas também um chocolate vegano muito saboroso”, afirma Ana Costa, Gerente de Produtos da Cacau Show.

Para quem deseja experimentar o ovo de chocolate Bendito Cacao Reserva da Família Dedo de Deus 67%, basta adquiri-lo pela loja virtual ou nas mais de 2.800 lojas físicas Cacau Show. O ovo custa a partir de R$ 59,90 para quem é Cacau Lover, programa de benefícios da marca.

Use Orgânico lança o Creme Dental Natural e Vegano de Menta e Melaleuca

Após um ano de pesquisas e desenvolvimento do produto, a marca inova no mercado trazendo um creme dental com sabor agradável, não nocivo à natureza e benéfico para a saúde bucal

A Use Orgânico, loja física e virtual especializada em cosméticos naturais, orgânicos e veganos, visando ampliar sua atuação e fomentar o segmento, inova mais uma vez e lança no mercado o Creme Dental Natural e Vegano de Menta e Melaleuca.

Após mais de um ano de pesquisa, a Use traz seu produto sem flúor, parabenos, triclosan, corantes e aromas artificiais, e com xilitol, que auxilia na prevenção de cáries e óleos puros de menta, eucalipto, melaleuca orgânica e coco orgânico, antibacterianos naturais que também promovem sabor e refrescância ao hálito, além de cuidar da saúde das gengivas.

Outro ponto favorável do lançamento é o fato de ser vegano e não testado em animais; sua embalagem é ‘verde’ e faz parte do programa Eu Reciclo, que tem como base o modelo de compensação ambiental como solução para a logística reversa de embalagens. Oriundos da cana-de-açúcar, uma fonte renovável, os tubos têm o selo “I’m green (Bio-based)”.

“Nossa embalagem verde foi mais uma das preocupações da Use Orgânico em oferecer um conjunto de melhores escolhas, em um único produto. O novo Creme Dental Natural da Use Orgânico é consciente!”, afirma José Youssef, CEO da Use Orgânico.

Disponível tanto no e-commerce da marca, como na loja física de São Paulo, a fórmula do Creme Dental Natural e Vegano de Menta e Melaleuca é composta por óleo de tea tree orgânico, óleo de coco orgânico, água, sorbitol, dióxido de silício, carbonato de cálcio, lauril sulfato de sódio, xilitol, goma xantana, óleo de folha de menta arvensis, gliceril caprilate, óleo da folha de eucalipto glóbulos, óleo de coco (orgânico), glicerol, menthol, sucralose, ácido caprilhidroxâmico, óleo da folha de melaleuca alternifolia (orgânica).

Em 2020, a Use Orgânico cresceu 170% e em 2022 pretende expandir mais 72%, portanto o lançamento do creme dental é fundamental para essa estratégia. “Buscamos desenvolver um creme dental com sabor agradável, não nocivo à natureza e benéfico para a saúde bucal, e conseguimos. Estamos muito otimistas em entrar no segmento de saúde bucal”, finaliza José Youssef, CEO da Use Orgânico.

Informações: Use Orgânico