Arquivo da categoria: Vegetariano

Conheça o rodízio de hambúrguer vegetariano

Localizado em Moema, a hamburgueria aposta em um rodízio de mini-hambúrgueres fofos.

O dia do vegetarianismo está chegando e a Mais Burguinho tem um cardápio inteiramente adaptado para os vegetarianos, trazendo opções diversificadas para todos os gostos.

A casa é conhecida por ter rodízios de mini-hambúrgueres, milk-shakes servidos em uma boia de unicórnios e por seu drive-in inaugurado em julho. Alguns dos lanches que fazem parte do cardápio vegetariano são: MB Veget Falafel (pão, burguer de Falafel, queijo prato, maionese artesanal, alface e tomate) e o MB Veget Alho-Poró (pão, burguer de alho-poró, cream cheese, tomate seco e rúcula).

O preço é o mesmo que o de carne, R$ 49,90; no drive-in é R$ 60,00 de terça a sexta e R$ 65,00 nos fins de semana.

Mais Burguinho: Alameda dos Anapurus, 1991 – Moema – São Paulo. Telefone: 11 94593-1890
Salão: terça a domingo – das 18h às 23h e, aos sábados, das 14h às 23h
Drive-in: sexta, sábado e domingo: das 19h às 23h59

Pesquisa mostra que 90% dos brasileiros têm interesse em alimentos vegetais

 Consumir produtos saudáveis é principal fator de atração

Estudo sobre hábitos de consumo divulgado recentemente pela Ingredion, líder mundial no mercado de soluções em ingredientes, mostra que 90% dos brasileiros se dispõem a ingerir alimentos derivados de plantas e vegetais (plant-based). É a taxa mais alta entre os países pesquisados (Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e Peru).

A pesquisa, feita em conjunto com a consultoria Opinaia, abordou também questões como qualidade de vida e sustentabilidade.

“Há um consenso geral sobre a importância da alimentação na qualidade de vida. Hoje, comer bem significa ser saudável. Por isso, no consumo de alimentos e bebidas, busca-se saudabilidade, indulgência e acessibilidade econômica, ao mesmo tempo em que há grande interesse em saber a origem dos ingredientes consumidos diariamente”, explica Marcelo Palma, Gerente da Plataforma de Plant- Based Protein, América do Sul da Ingredion. Nesse contexto, os alimentos vegetais têm um terreno fértil para se desenvolver.

Tendências e hábitos alimentares

Um dos pontos mais marcantes do relatório revela que, em 2020, mais de um terço dos Sul- Americanos se identificam com alguma alternativa alimentar atual, sendo que 37% dos entrevistados da região se reconhecem seguindo o veganismo, o vegetarianismo, o flexitarianismo ou o pescetarianismo; 80% consideram essas correntes mais saudáveis, 44% o adotam para prevenir doenças e 39% para ter opções mais variadas.

O estudo mostra que a predisposição para o consumo de alimentos derivados de plantas e vegetais é alta, contabilizando 89% de interessados. Os maiores países a apontarem esse interesse foram registrados no Brasil (90%) e Peru (89%). Já na Argentina, observam-se níveis de relevância um pouco mais baixos (78%), os quais 22% indicam diretamente que não têm interesse em consumir esse tipo de produto.

Em relação aos fatores de decisão, o principal motivo da compra de alimentos plant-based é o cuidado com a saúde (56%); depois, porque são mais nutritivos (28%) e para experimentar novos sabores (26%). No Brasil, Argentina, Chile e Peru, a possibilidade de ter opções variadas também se destaca.

No sentido oposto, nos países pesquisados, o principal motivo da não compra de alimentos plant-based está relacionado ao alto preço (59%). Quando falamos de aceitação de produtos, as categorias mais aceitas são: massas (74%), iogurtes (73%), biscoitos (69%) e sorvetes (69%).

Para entender melhor as barreiras do consumidor, os atributos que eles esperam são: preço acessível (61%), sabor agradável (57%) e facilmente encontrado nas prateleiras (32%).

Saúde e qualidade de vida

Foto: Pablo Merchan Montes/Unsplash

Em um contexto global sensibilizado pela pandemia da Covid-19, saúde e cuidados pessoais são os temas de maior interesse na região (42%). Com exceção da Argentina, nos demais países alcançados pela pesquisa, alimentação ou culinária figuram entre as 5 primeiras dimensões.

Dos entrevistados, 42% afirmam que saúde e cuidados pessoais são os temas de maior interesse em meio ao cenário da pandemia da Covid-19. Ainda 73% dos entrevistados da América do Sul afirmam que o tema “alimentação” lhes interessa muito. No Brasil, apenas 1% diz não ter interesse sobre o assunto.

O estudo mostra que 81% dos brasileiros se consideram satisfeitos com a saúde e também satisfeitos com a alimentação. Além disso, existe um consenso geral sobre a importância de se alimentar bem para ser saudável.

Em todos os países analisados, a alimentação é apontada como o aspecto mais relevante para o bom estado de saúde (65%), seguida da atividade física (47%).

Consumo e alimentação

Freepik

“A crise global provocada pela Covid-19 não só colocou a questão da saúde no radar da população, mas também tem provocado uma reflexão sobre sustentabilidade e impactos ao meio ambiente. Nesse sentido, a opinião pública brasileira não é diferente. Hoje os cidadãos-consumidores exigem qualidade e confiabilidade das suas marcas, além de saudabilidade e respeito ao meio ambiente”, analisa Marcelo Palma, Gerente da Plataforma de Plant-Based Protein, América do Sul.

Qualidade, saudabilidade e confiança são os três atributos mais levados em conta pelos consumidores na hora da compra de alimentos ou bebidas, segundo os indicadores do estudo. O brasileiro considera importante que as marcas informem sobre a origem dos ingredientes.

A nível regional, 67% dos entrevistados consideram a sustentabilidade das marcas muito importante, porém quando avaliamos a Argentina separadamente esse número cai para 45%, sendo a mais baixa dos países avaliados. No Brasil e Peru, mais de 70% exigem uma postura responsável da marca em relação à sustentabilidade. Na Argentina, apenas 58% consideram importante saber a origem dos alimentos, enquanto no Peru esse número sobe para 87%, seguido do Chile (74%) e Brasil (73%).

Tanto para alimentos em geral quanto para alimentos de origem vegetal, o sabor e a capacidade de reconhecer os ingredientes no rótulo são os atributos mais relevantes. No Brasil, o sabor é o fator mais importante para os alimentos em geral, com 43%, já para os alimentos de origem vegetal, esse número cai para 40%. Quando se trata de um alimento geral, 29% consideram importante reconhecer todos os ingredientes, enquanto para os de origem vegetal a importância cai para 25%.

Sobre a pesquisa

Foram ouvidas 5.705 pessoas nos 5 países, de 6 a 24 de março deste ano. No Brasil houve 1.545 entrevistas. A margem de erro é de 1,3 ponto percentual, para mais ou para menos.

Sobre Ingredion

Ingredion Incorporated, com sede em Chicago, é a fornecedora líder mundial para o mercado de soluções de ingredientes, com clientes em mais de 120 países e vendas anuais de quase US﹩ 6 bilhões. A empresa converte grãos, frutas, vegetais e outros materiais à base de plantas em ingredientes de valor agregado para as indústrias de alimentos, bebidas, nutrição animal, cervejaria, entre outras. Possui centros de inovação INGREDION IDEA LABS® em todo o mundo e mais de 11.000 funcionários. Junto com seus clientes, desenvolve soluções inovadoras para cumprir seu propósito de unir pessoas, natureza e tecnologia para melhorar a qualidade de vida.

É possível conciliar low carb e vegetarianismo

Os nutrientes necessários para manutenção da saúde do organismo devem ser buscados em boas fontes de proteínas e gorduras provenientes dos vegetais

É muito comum as pessoas atestarem que não é possível conciliar o vegetarianismo à estratégia alimentar low carb. Isto porque a prática se caracteriza por reduzir o consumo de carboidratos, e por buscar as calorias necessárias para o corpo humano em proteínas, principalmente, as encontradas em produtos de origem animal.

Ao contrário da impressão corrente, a Associação Brasileira LowCarb (ABLC) afirma que é perfeitamente possível adaptar a estratégia low carb aos hábitos alimentares dos vegetarianos. Como no vegetarianismo é excluído total ou parcialmente um grupo de macronutrientes que provem aminoácidos e ácidos graxos essenciais à vida humana, a ABLC recomenda que, quem optar por adotar esta estratégia alimentar, seja em um contexto low carb ou não, busque ajuda de um nutricionista e/ou profissional da área de saúde para que sua dieta seja adequada às suas necessidades.

Além de ser uma estratégia que restringe carboidratos, a low carb é uma prática alimentar que se baseia no consumo de alimentos naturais e na restrição de alimentos ultraprocessados. Então, se alguém deseja aderir à prática deve evitar açúcares, farináceos e o excesso de amido, que se transformam em glicose no sangue, levando ao aumento do hormônio insulina e, consequentemente, ao maior armazenamento de gordura no corpo.

Foto: Jerzy Gorecki

Segundo o diretor-presidente da ABLC, José Carlos Souto, muitos vegetarianos quando iniciam a prática sem acompanhamento de um profissional de saúde tendem a optar por uma dieta baseada em pães, massas, bolos e batatas fritas, a fim de buscarem a energia necessária para o bom funcionamento do corpo, já que folhas verdes tais como couve, espinafre, alface, agrião e rúcula, não apresentam calorias significativas e, isoladamente, não conferem saciedade.

Foto: Sunnysun0804/Pixabay

Com a proteína da carne banida de sua dieta, Souto esclarece que os vegetarianos devem ter como principal fonte de calorias, não os carboidratos refinados e industrializados, mas as boas gorduras, que podem ser encontradas em diversos produtos vegetais, como: frutas (abacates); oleaginosas (nozes, castanhas, macadâmias, amêndoas); laticínios (principalmente queijos e manteiga) e azeite de oliva e óleo de coco. Além disso, o aporte proteico adequado também deve ser garantido em uma dieta vegetariana bem formulada.

Pixabay

De acordo com o médico, ovos também são importantes aliados nessa estratégia alimentar, pois, além de serem excelente fonte de gordura, são ricos em proteína. “Para quem não apresenta problemas de digestibilidade e autoimunidade, comer feijões e lentilhas é recomendável, pois também colaboram no aporte de proteínas”, explica o diretor-presidente a ABLC.

Pessoas que aderiram à low carb e optaram por não consumir carnes podem achar que o vegetarianismo é incompatível com essa prática alimentar. Como dito, não é viável ter como base da alimentação humana somente folhas verdes. Conforme Souto, quando combinados a boas fontes de proteínas vegetais, os vegetais folhosos e, também, os vegetais de baixo amido (couve-flor, berinjela, brócolis, cenoura, cebola, alho etc.) são unanimidade em termos nutricionais, estando universalmente associados a bons desfechos de saúde em 100% dos estudos clínicos.

Frutas devem ser ingeridas com parcimônia

Enquanto hortaliças podem fazer parte basicamente de qualquer dieta, a ingestão de frutas deve estar de acordo com a necessidade de cada pessoa. O diretor-presidente da ABCL explica que se o objetivo não é a necessidade de controle de peso, o consumo de frutas sem restrições é uma opção.

“Se a pessoa precisa perder peso ou já tem resistência à insulina, glicose no sangue se alterando, mas não tem diabetes, é recomendado consumir frutas com moderação”, diz Souto. Neste caso, é melhor optar por frutas menos açucaradas. As campeãs nesse quesito são coco e abacates. As frutas vermelhas, tais como morango, mirtilo, framboesa e amora, também têm poucos açúcares e são boas opções. Outras, como ameixa, melão, pêssego, laranja, maçã, e mamão, contêm níveis moderados de açúcar e podem se adequar à dieta.

Steve Buissinne/Pixabay

Entre as frutas contendo mais açúcares estão banana, figo, uva, manga, abacaxi e melancia. Caso não haja problemas de saúde, estas frutas podem ser consumidas, desde que tenha atenção às quantidades. Essas questões são individuais, e um nutricionista pode ajudar a calcular as porções adequadas, de acordo com as necessidades e objetivos de cada um. Para os adeptos de very low carb (VLC), essas frutas devem ser evitadas. A banana, por exemplo, é tão açucarada que equivale neste quesito a mais de 20 morangos.

Apesar de não serem proibidas em uma estratégia alimentar low carb, Souto destaca que frutas não são bons lanches para se fazer de estômago vazio. Isto porque os níveis de glicose no sangue podem se elevar rapidamente, ocasionando fome uma ou duas horas depois, assim que os níveis voltarem a baixar. Conforme o diretor-presidente da ABLC, a melhor opção de lanche numa estratégia low carb é aquela que une boa proteína e boa gordura.

Assim como em qualquer outra dieta, é possível conciliar a opção pessoal de restringir o consumo de produtos de origem animal, como no caso do vegetarianismo. Contudo, recomenda-se que haja acompanhamento de um nutricionista com experiência no assunto a fim de garantir que a estratégia seja corretamente formulada e bem-sucedida.

Fonte: Associação Brasileira LowCarb (ABLC) 

Dicas para fazer doces veganos

Especialista ensina a substituir leite, achocolatados e manteiga em receitas de guloseimas veganas

Eliminar alimentos de origem animal do cardápio como os veganos fazem não significa abrir mão do sabor, principalmente das sobremesas que representam uma tentação para muitas pessoas. Pelo contrário, fazendo escolhas inteligentes é possível preparar doces veganos saborosos e ainda saudáveis.

Chocolate em pó, manteiga, leite e ovo são alguns dos ingredientes de origem animal comumente utilizados em receitas de doces, mas fáceis de serem substituídos por opções veganas.

Abaixo a nutricionista da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, elenca dicas de ingredientes veganos para receitas de sobremesas:

Cacau em pó: os achocolatados comumente utilizados em receitas podem ceder lugar ao cacau em pó, que além de ser vegano, é mais saboroso e rico em ferro, potássio, fósforo, sódio e cálcio. “Como o sabor do cacau é mais forte, ele deve ser usado em menor quantidade do que o achocolatado”, recomenda.

Leite vegetal: algumas bebidas vegetais como leite de aveia, de coco e de arroz podem substituir o leite de vaca e até são mais nutritivos. É possível comprar esses produtos prontos em supermercados e empórios ou fazê-los em casa.

Canadutch

Banana: sim, apesar de parecer inusitado, ½ xícara de banana madura amassada substitui um ovo. “Por ter sabor marcante, a banana combina mais com receitas de bolos e panquecas. Já em outros preparos uma colher de sopa de bicarbonato de sódio e uma de vinagre branco podem cumprir o papel de um ovo na receita”, indica.

Manteiga: já existem algumas opções de manteigas veganas no mercado brasileiro como a de coco ou de amendoim, sendo está última conhecida também como pasta de amendoim e encontrada pronta em supermercados. “A pasta de amendoim harmoniza muito bem com cacau, por isso ambos podem ser combinados em uma única receita”, explica.

Fonte: Superbom

Transição para o vegetarianismo: cuidados nutricionais

O número de pessoas aderindo a uma alimentação vegetariana, vegana ou simplesmente reduzindo o consumo de produtos de origem animal, cresce a cada dia. Os vegetarianos são definidos como pessoas que não comem carne, frango ou peixe. Dependendo da inclusão ou exclusão dos derivados animais, a dieta recebe uma definição específica: ovo-lacto-vegetariana (inclui ovos, leites e derivados), ovo-vegetariana (inclui ovos), lacto-vegetariana (inclui leites e derivados), vegetariana estrita (não inclui nenhum produto de origem animal) ou vegana (exclui produtos de origem animal na alimentação, higiene e vestuário).

Para a nutricionista Adriana Stavro, quer você escolha seguir uma dieta vegana, vegetariana ou flexiterian (reduz o consumo de carne), os benefícios para sua saúde são muitos. As dietas com foco em plantas são naturalmente ricas em fibras, pobres em gordura saturada e fontes de fito químicos, que ajudam a diminuir o risco de várias doenças. Estudos mostram que os vegetarianos são 40% menos propensos a desenvolver câncer, quando comparado aos onívoros. Alimentação à base de vegetais podem reduzir o risco de doenças cardíacas, hipertensão, osteoporose e diabetes mellitus do tipo 2.

Porém, antes de adotar um regime alimentar vegetariano, é aconselhável examinar se existem carências nutricionais. Para isso, devem ser realizadas exames de rotina que incluam os níveis de ferro, vitamina D, complexo B (em especial destaque para a vitamina B12), cálcio e iodo. Na presença de uma deficiência, esta deve ser corrigida através da combinação correta de alimentos ou suplementos alimentares, e com monitoração de um profissional da saúde qualificado.

Após a exclusão de possíveis carências nutricionais, a eliminação do consumo de carne e pescado pode ser imediata. No entanto, a transição para um regime alimentar vegetariano deve ser adaptada a cada indivíduo. Algumas pessoas preferem eliminar as carnes de um dia para o outro, enquanto outras preferem uma redução gradual.

O regime alimentar “flexitarian diet” corresponde às expectativas das pessoas que pretendem uma transição gradual. Esta é uma dieta baseada em produtos de origem vegetal, com um consumo ocasional de carne e pescado. Quem adota esta prática, aumenta progressivamente o número de refeições vegetarianas.

Tendo em consideração que a adaptação de uma dieta vegetariana requer uma modificação dos hábitos alimentares, a organização assume um papel importante. Este planejamento permite a adoção de uma alimentação equilibrada, o que significa que deve fornecer proteínas completas, ou seja, que contenham todos os aminoácidos essenciais, gorduras de boa qualidade (amêndoas, nozes, azeite, abacate), carboidratos integrais (grãos, farináceos integrais), vitaminas e minerais (frutas, verduras, legumes).

Os ovo-lacto-vegetarianos podem facilmente obter proteínas de qualidade, através do consumo de ovos e de lacticínios. Para os vegetarianos estritos e veganos, que excluem todos os alimentos de origem animal, o desafio é maior, uma vez que necessitam combinar diferentes fontes de proteína vegetal ao longo do dia. Alguns alimentos fontes são: lentilha, feijão, grão-de-bico, soja, tofu, tempeh, bebidas à base de soja, nozes e sementes. Os grãos integrais e os vegetais também fornecem alguma proteína.

A Academia de Nutrição e Dietética afirmou que, uma dieta vegetariana ou vegana pode fornecer todos os nutrientes essenciais para crianças, adolescentes, adultos, gestantes e nutrizes. Porém, obter proteína, cálcio , ferro vitamina B-12 e ômega3 pode ser um pouco mais difícil. Por isso, planejar é fundamental para garantir um aporte adequado e evitar deficiências.

A suplementação alimentar destes nutrientes pode ser considerada (com destaque para a vitamina B12, ferro e o ômega 3), porém é importante o acompanhamento de um médico ou nutricionista.

Os vegetarianos, assim como a população em geral, devem estar atentos a um conjunto de sinais e sintomas. Por exemplo:

● Fadiga, cansaço e falta de energia podem indicar carência de ferro ou vitamina B12.
● Problemas relacionados com a imunidade, como cansaço excessivo, febre e calafrios frequentes, náuseas, vômitos ou diarreia, gripes que duram semanas, otites, herpes, estomatite, amigdalite, infecções respiratórias persistentes, perda de peso, queda de cabelo, unhas fracas, estresse e depressão, pode ser deficiência de vitamina C, D, E, ácido fólico, zinco, selênio.
● Se os níveis de iodo estiverem baixos, os sintomas são cansaço, sonolência e pele seca.
● Por fim, a queda de cabelo, unhas fracas e quebradiças, podem indicar ingestão insuficiente de proteínas de alto valor biológico.

Por isso uma monitorização contínua da alimentação e dos vários indicadores do estado nutricional, através da realização de análises sanguíneas e de consultas médicas é fundamental.

Por fim, a alimentação vegetariana não deve ser monótona. O consumo variado de alimentos é fundamental, e devem estar especialmente atentos à ingestão de alguns nutrientes, como:

● Cálcio: leite e derivados, extratos vegetais fortificadas, vegetais de folha verde-escura
● Ferro: ovos, vegetais de folha verde-escura, leguminosas, cereais integrais, semente de girassol, abóbora, nozes
● Iodo: algas marinhas, sal iodado
● Vitamina D: laticínios, ovos, bebidas vegetais fortificadas, exposição solar
● Vitamina B12: laticínios, ovos

Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta. Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein – Mestranda do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Dicas valiosas para reduzir o consumo de carne

Nutricionista explica como substituir a carne animal do cardápio

As mudanças de hábitos alimentares parece ser um dos principais objetivos dos brasileiros nos últimos anos. De acordo com pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha, em 2018, 63% dos brasileiros querem reduzir o consumo de carne.

Para ajudar quem faz parte desta estatística, Jessica Santos, nutricionista da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, lista algumas dicas para reduzir o consumo de carne e ter uma alimentação mais saudável:

Começar aos poucos: a melhor forma do organismo se acostumar com a nova alimentação é mudar gradualmente, começando por um dia da semana. “Quando tentamos introduzir novos costumes na rotina bruscamente há maior chance de não nos adaptarmos e desistirmos”, explica. “Carnes 100% plant-based que imitam a carne animal, além de serem enriquecidas com nutrientes, são algumas opções de alimentos que podem ajudar no novo hábito alimentar sem abrir mão do sabor e da nutrição”, sugere.

Ter refeições mais equilibradas: a nutricionista comenta que o consumo equilibrado de verduras, grãos, frutas e, principalmente, leguminosas, pode ser suficiente para suprir os nutrientes da carne.

Comer com moderação: para quem está acostumado a comer em grandes quantidades, reduzir as porções de comida aos poucos também ajuda a estabelecer o novo hábito. Outra dica é se alimentar nos horários certos, estabelecendo uma rotina. “Com isso, a pessoa evita a ingestão exagerada de alimentos quando for comer e até dos famosos snacks entre uma refeição e outra”, explica.

iStock

Preparar as refeições: outra dica é montar o próprio cardápio e até deixar marmitas prontas para a semana, tornando as refeições mais práticas durante o dia a dia. “Além disso, o hábito de cozinhar a própria comida ajuda na descoberta desse novo paladar e na criação de pratos diferentes de acordo com o gosto pessoal de cada um”.

Sugestão de produtos para quem busca reduzir o consumo de carne

O Burger Gourmet Vegan Superbom é semelhante ao de origem animal, porém feito à base de ervilha e saboroso, ideal para composição de lanches saborosos e nutritivos.

Outras opções de proteínas plant-based são: a minicoxinha vegana, a steak vegano sabor peixe e o frango vegano em pedaços. Todos feito à base de proteína da ervilha com características e sabor semelhantes dos produtos de origem animal.

Informações: Superbom

Aprenda a fazer hambúrguer gourmet vegano

Com diversas opções de substitutos da carne animal disponíveis nas prateleiras, as possibilidades de criar novos pratos veganos e saudáveis também aumentaram. Para ajudar na missão de diversificar o cardápio de quem deseja reduzir ou já eliminou o consumo de carne animal, a Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, traz como sugestão a receita de hambúrguer gourmet vegano, um lanche saboroso e prático de fazer.

“Rica em proteína e em vitaminas A, B9 e B12, a receita ainda traz benefícios para a saúde quando consumida dentro de uma alimentação equilibrada”, aponta a nutricionista da Superbom, Jéssica Santos.

Hambúrguer Goumet Vegano

Ingredientes:
• 1 Burger Gourmet Vegan Superbom
• 1 pão de hambúrguer
• Folhas de rúcula e/ou alface
• 2 rodelas de tomate
• 2 fatias de queijo Vegan Cheese Gourmet Brie
• Cebola em rodela

Modo de preparo:
Em uma frigideira com um fio de azeite, frite o burger gourmet vegan e reserve. Depois, coloque o hambúrguer, o queijo brie vegano, a rúcula (e/ou alface) e a cebola no pão. Consuma enquanto estiver quente.

Rendimento: 1 lanche

Fonte: Superbom

Prato colorido é mesmo sinônimo de alimentação saudável?

Nutricionista da Superbom desmistifica os conceitos da crença popular e explica os benefícios de uma refeição mais elaborada no dia a dia

Não é de hoje que o prato colorido é um dos conceitos mais discutidos na nutrição moderna. O incentivo à sua inclusão na alimentação das pessoas surgiu com força quando, em 1991, o programa “5 ao Dia” foi implementado nos Estados Unidos a partir da aliança de diversas instituições de saúde.

Apoiado pela Organização Mundial da Saúde, o programa que estimula o consumo diário de cinco porções de hortaliças, legumes e frutas de diferentes cores foi amplamente disseminado ao redor do mundo até chegar no Brasil, difundido pelo Instituto Brasileiro de Orientação Alimentar, é até hoje uma pauta em alta nos consultórios de nutricionistas.

Cyntia Maureen, nutricionista parceira da Superbom, marca alimentícia focada na produção de produtos saudáveis, explica que, quando fala-se em prato colorido, deve-se considerar principalmente os alimentos in natura como frutas, verduras e legumes. Segundo a profissional, além de nutrientes essenciais, esses alimentos contam também com compostos bioativos e fibras que são os responsáveis pela ação protetora do organismo, sendo ideal que em todas as refeições frutas ou vegetais crus tenham presença confirmada.

“Quando o prato é colorido naturalmente, e não com conservantes ou corantes alimentares, nós temos uma grande quantidade de nutrientes e substâncias funcionais que vão trazer diversos benefícios para nossa saúde. E isso inclui a prevenção do câncer e de doenças crônicas não transmissíveis, o aumento da imunidade e a melhora na qualidade de vida” explica Cyntia.

No entanto, ainda existe uma dúvida geral sobre quais alimentos de fato devem estar presentes em um prato colorido. Segundo a nutricionista, para que seja nutricionalmente equilibrado, ele deve conter vegetais crus ou cozidos e assados, carboidratos (de preferência os integrais) e proteínas animais e vegetais. No caso de uma alimentação vegetariana, é importante atentar-se ainda mais à inclusão de fontes de proteínas vegetais na dieta. As leguminosas como feijões, grão de bico, lentilha e ervilha são uma ótima alternativa para aqueles que não comem carne, proporcionando-os uma alimentação que favorece a saciedade e supre as necessidades do organismo.

Mas será que um prato tão elaborado e com tantos elementos é superior em valores calóricos? Segundo Cyntia, não necessariamente. Com mais vegetais e frutas, o prato colorido tende a ser até menos calórico, dependendo do que se coloca nele. Ela explica que folhas como couve e agrião, por exemplo, têm uma quantidade de nutrientes acima da média e valor calórico baixo, mas reitera a importância de não se prender apenas às calorias do alimento, mas focar principalmente nos nutrientes presentes nos mesmos.

Ainda segundo a nutricionista, a variedade de alimentos é fundamental para criar novos estímulos ao organismo, fazendo com que ele trabalhe da forma mais eficiente e protetora possível.

“Não tenha medo de ‘comida de verdade’! Desfrute das cores que a natureza nos oferece e ganhe a vida que está contida nos alimentos vivos. Cuidado com os produtos ultra processados que encontramos nos mercados, pois muitos dizem ser saudáveis, mas na realidade, não são. Fique atento aos rótulos e prefira sempre aqueles que são feitos com produtos naturais, como é o caso da Superbom. Estes são feitos com base em alimentos de verdade para que você tenha uma alimentação equilibrada e saudável!”.

Sugestão de produtos disponíveis no catálogo da Superbom para turbinar suas refeições:

Frango Vegano em Pedaços à Base de Ervilha

O Frango Vegano à base de ervilha Superbom é uma inovação para o mercado vegetariano. Depois da versão ovolactovegetariana, demos um upgrade e apresentamos a versão de frango vegano que substitui o frango de carne animal. Enriquecido com vitaminas A, B9 e B12, bem como dos minerais ferro e zinco, o frango vegano pronto é prático e permite excelentes combinações na elaboração de diferentes receitas, como aperitivos, saladas ou pratos quentes. Com textura macia e sabor único, o frango sem carne animal vem em pedaços e está disponível em embalagem de 400g.

Suco de Uva Integral 1 litro

O suco de uva integral Superbom é um produto 100% natural, produzido a partir de uma única variedade de uva: a Isabel. Tendo características próprias e extremamente marcantes dessa uva, esse saboroso suco de uva tem um sabor único desde 1925. Excelente como acompanhamento para refeições, lanches, também é indicado para pré e pós treino, o suco de uva integral Superbom é uma bebida saudável que oferece muitos benefícios à saúde e também está disponível em 300 ML ou 1 L.

Suco de Tangerina Integral 1 litro

O Suco de Tangerina Integral da Superbom é um suco produzido 100% da fruta, feito especialmente para quem deseja ter uma vida mais equilibrada. Saboroso, o suco de tangerina é uma bebida saudável feita a partir de frutas selecionadas que oferecem a doçura característica da tangerina somada ao valor energético da vitamina C, ajudando a prevenir inflamações no sistema respiratório.

Geleia de Amora

Além da qualidade, a geleia de amora dá um toque especial aos pratos, é fonte de fibras solúveis, importante na atuação reguladora do intestino. E para aqueles que praticam atividades físicas, também são excelentes fontes de energia. Geleia 100% fruta de amora com sementes.

Geleia de Morango com Chia

Além da qualidade, a geleia de morango com chia dá um toque especial aos pratos, é fonte de fibras solúveis, importante na atuação reguladora do intestino. E para aqueles que praticam atividades físicas, também são excelentes fontes de energia. Geleia 100% fruta de morango com chia.

Fonte: Superbom

 

Por que deveríamos adotar uma dieta à base de vegetais?

Mais do que nunca, manter uma alimentação mais verde deveria fazer parte de nossa vida cotidiana não apenas para melhorar a nossa saúde, mas também para ter mais sustentabilidade

Nos últimos anos, cada vez mais pessoas estão aderindo à ideia de reduzir o consumo de carne e manter uma alimentação à base de vegetais, também conhecida como plant-based diet. Para se ter ideia, uma pesquisa recente realizada nos Estados Unidos com 2 mil pessoas mostra que 71% delas estão dispostas a incorporar alimentos plant-based no dia a dia. Além disso, 53% afirmaram que as carnes já não compõem a maior parte do cardápio e outros 23% se consideram flexitarianos por consumirem carnes apenas em alguns dias da semana.

Aqui no Brasil, os números seguem a mesma tendência. De acordo com dados da Sociedade Vegetariana Brasileira, 14% da população já se declara vegetariana, o que equivale a 30 milhões de pessoas. Um aumento de 75% desde 2012.

Essa mudança de comportamento acontece por vários motivos. Além de ser uma alimentação livre de colesterol e relativamente baixa em gorduras saturadas, a proposta traz um apelo ecológico por se tratar de alimentos que consomem menos água e energia para serem produzidos, além de ter menor emissão de carbono.

No caso dos norte-americanos, a pesquisa mostra que “contribuir com o meio ambiente” é o principal fator para 40% dos entrevistados deixarem a carne de lado, seguido pelo fato de pais serem guiados pelas escolhas de seus filhos que estão deixando de consumi-la (36%) ou a busca das pessoas por se sentirem mais éticos em suas escolhas alimentares (30%). Ainda segundo a pesquisa americana, boa parte dessas pessoas (65%) buscam fontes de proteína vegetal ao consumir barras de proteína e shakes e 56% das pessoas entrevistadas obtêm proteína por meio da ingestão de alimentos conhecidos por serem uma alta fonte de proteína.

Entre os pontos de atenção para quem segue uma alimentação sem carne está o consumo adequado de proteína, que deve ser de cerca de 1g por quilo de peso* – quantidade que precisa ser maior no caso dos esportistas. No entanto, cada vez mais pessoas tomam consciência de que as dietas à base de plantas não são desprovidas desse nutriente.

Nesse quesito, a proteína isolada da soja se destaca pelo seu alto valor biológico, já que possui todos os aminoácidos essenciais e tem excelente biodisponibilidade, ou seja, é bem aproveitada pelo organismo. Por este motivo, ela é cada vez mais incluída em alimentos que vêm atender as necessidades desse público.

Seja verde

Salada grega

De acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, a produção mundial de alimentos precisará aumentar em cerca de 70% para ser suficiente para todas as pessoas até 2050. E, para dar conta dessa demanda, precisará superar questões ambientais, como a disponibilidade de terra, água e recursos energéticos.

A agência ainda aponta que a criação de animais para consumo de carne, ovos e leite é responsável por gerar 14,5% dos gases de efeito estufa, sendo a segunda maior fonte de emissões e maior que todos os meios de transporte combinados.

Não é à toa que entidades, como a The American Society of Clinical Nutrition (Sociedade Americana de Nutrição Clínica), orienta desde já que a maioria das pessoas adote uma dieta à base de plantas. Afinal, além dos benefícios nutricionais oferecidos pelas proteínas vegetais, há várias vantagens ambientais sendo, assim, mais sustentável:

1. Exige menos água

horta cenouras
Foto: Pixabay

A produção de proteína isolada de soja, por exemplo, usa muito menos água do que a carne de porco ou bovina. Para se ter ideia, são 38 litros por kg de proteína vegetal produzida, enquanto a carne exige mais de 1.600 litros de água por quilo.

2. Tem menor emissão de carbono

mulher fertilizando jardim plantas freepik
Freepik

A produção de proteína isolada de soja emite de oito a 80 vezes menos carbono do que a carne bovina e outras proteínas de origem animal, incluindo gases, como dióxido de carbono e metano. São 2,4 kg em comparação a 178 kg.

3. Faz o uso mais eficiente da terra

mulher podando plantas jardim poda leek garden
São necessários 8 m2 de terra por quilo da proteína vegetal em comparação com 1.311 m² de terra para a carne bovina.

Confira o infográfico com os dados da pesquisa:

info

*Reference: Román, D. D. L., Guerrero, D. B., & Luna, P. P. G. (2012). Dietoterapia, nutrición clínica y metabolismo. Ediciones Díaz de Santos.

 

O poder dos alimentos contra a queda de cabelo

Soja, cenoura e castanhas são alguns exemplos de alimentos que ajudam a fortalecer os fios

Estudos apontam que a queda excessiva de cabelo pode ser sinal de alguma disfunção no organismo, inclusive causada pela má alimentação. Por isso, Jessica Santos, nutricionista da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, lista algumas comidas que podem ajudar a manter a saúde dos fios:

rachel-gorjestani ervilhas pixabay
Rachel Gorjestani/Pixabay

Soja, ervilha e feijão: as proteínas de leguminosas como soja, ervilha e feijão são essenciais para diminuir a queda de cabelo e ajudar na reposição de fios novos. Além disso, o nutriente também evita que o cabelo fique opaco e sem vida.

AVELÃ PIXABAY

Oleagionosas: a especialista aponta que castanhas, nozes e avelãs são fontes de zinco, mineral que contribui para o crescimento saudável dos fios, deixando-os mais fortes e resistentes à queda e quebra.

espinafre

Vegetais de folhas verde-escuras: devido à alta concentração de vitaminas A e C, que possuem ação antioxidante, vegetais como espinafre, brócolis e couve ajudam a evitar o envelhecimento das células capilares e, por consequência, na queda dos fios e caspa.

aveia pixabay
Pixabay

Grãos integrais: alimentos como a aveia são ricos em vitaminas do complexo B, fundamentais para acelerar o crescimento dos fios e prevenir a queda. “Os grãos integrais inclusive possuem a vitamina B5, também conhecida por pantenol, substância presente em poderosos dermocosméticos para hidratar pele e cabelos”, esclarece.

Pouring water from bottle into glass on blue background
Pouring water from bottle into glass on blue background

Água: por último, mas não menos importante, está a importância de manter todo o organismo hidratado para evitar o ressecamento dos fios. “O consumo diário de água e de sucos integrais também contribuem para a hidratação dos fios”, completa.

Sugestões de produtos – Superbom

Abaixo a nutricionista indica alguns alimentos prontos, fáceis de serem encontrados em comércios que possuem os nutrientes necessários para deixar os cabelos livre de queda e com vida.

Proteínas da soja – Superbom

proteina-de-soja-nova

A proteína presente na soja é essencial para a vitalidade dos cabelos. A Superbom tem uma linha de substitutos da carne feitas à base de soja que estão disponíveis nas versões: Bife, Carne, Salsicha, Almôndegas ao molho sugo, Vegan Meat, Salsicha defumada aperitivo, Hambúrguer, Salsicha defumada, Medalhão ao molho madeira, Molho bolonhesa, Cubinhos ao molho mexicano, Escalope ao molho caseiro e Jardineira ao molho caseiro.

Proteínas da ervilha – Superbom

Burger-GourmetSuperbom-para-press-manager

Alimentos à base de proteína da ervilha também são benefícios para as madeixas. As opções de carnes 100% plant-based feitas a partir da proteína da ervilha da Superbom estão disponíveis nas versões: Frango Vegano, Coxinha Vegana, Steak sabor Peixe e Burger Gourmet vegan.

Fonte: Superbom