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Por que vinhos orgânicos são mais caros?

Cada vez mais em voga no Brasil, vinhos orgânicos acabam tendo um preço mais elevado, mas entregam uma experiência única ao consumidor

Produtos orgânicos estão cada vez mais em voga. Ao ir a um supermercado, por exemplo, é cada vez maior a oferta desse tipo de produto, que traz muitos benefícios por ser cultivado dentro de uma cadeia mais sustentável.

Esse movimento também está muito presente no mundo dos vinhos. São mais e mais rótulos que chegam ao mercado brasileiro de vinhos e que são produzidos com uvas orgânicas e por processos muito mais naturais, com ausência de conservantes e produtos químicos sintéticos que tanto prejudicam a saúde do ser humano.

A cadeia de produção de uma vinícola orgânica

O professor e sommelier Jonas Martins, gerente da MMV Importadora, explica um pouco como funciona a produção de vinhos em uma vinícola orgânica.

“Normalmente as vinícolas orgânicas são menores que as vinícolas tradicionais, e os processos de plantio, colheita e produção do vinho são muito mais artesanais, com ausência de máquinas e produtos químicos que facilitam o processo”, explica o professor.

Ele dá o exemplo dos vinhos Barril por Barril, da Paso a Paso Wines, produzidos pelos enólogos e agrônomos Norberto Páez e Sebastián Bisole. Os dois amigos literalmente “garimpam” antigos vinhedos, alguns centenários, e arrendam essas terras para a produção de vinhos. São pequenos produtores que, a partir de processos orgânicos, produzem vinhos muito especiais e marcantes, que chegam ao Brasil via MMV Importadora.

O Barril por Barril Skin Contact, por exemplo, é um vinho laranja produzido a partir de uvas brancas que fermentam com suas cascas, o que confere um sabor mais pegado e estruturado. Apesar de ter um aroma alegre e vivaz, é um vinho branco mais “pesado” que surpreende pela adstringência à boca.

Já o Barril por Barril Cabernet Franc, uva que tem ganhado bastante destaque no Brasil e Uruguai, é um tinto de corpo médio. O rótulo da garrafa chama a atenção pela beleza, pois conta todo o processo natural de produção do vinho em imagens. O vinho é certificado com selo de vinhos naturais.

Um dos grandes desafios da vinícola é a produção do Barril por Barril Pinot Noir, já que esta uva é de difícil cultivo mesmo com processos mais industrializados. Porém, todo o trabalho “extra” é recompensado com um vinho de presença singular, sendo um dos únicos existentes no mercado nacional.

Benefícios dos vinhos orgânicos

Martins ressalta que além de ser um produto natural e livre de conservantes, os vinhos orgânicos geram uma cadeia muito mais sustentável para todo o sistema de produção.

“Vinícolas orgânicas buscam uma harmonia muito maior com o ecossistema. Além de gerar menos desperdício, como, por exemplo, os barris, que podem ser utilizados por até 7 anos; o não uso de produtos químicos é um benefício ao meio ambiente”. Martins explica que, em uma vinícola tradicional, um barril não é utilizado por mais de 3 anos.

Outra vantagem é que, por não haver conservantes, os efeitos colaterais diminuem, como a velha e conhecida “dor de cabeça” no dia seguinte, caso haja um pouco de exagero no consumo do vinho.

Porém, por conta dessa forma mais “natural” de produção, existe um “preço” a se pagar. Assim como outros tipos de produtos, os vinhos orgânicos costumam ser mais caros. O consumidor certamente nota isso, seja em restaurantes e bares ou mesmo em lojas de vinhos ou supermercados, e existem alguns fatores que justificam o preço mais elevado.

Por esta razão a MMV sempre acaba “garimpando” vinícolas que possam oferecer produtos mais em conta. O Barril por Barril Grand, produzido com a uva branca Sémillon, chega ao cliente por um preço na casa dos 250 reais. Alguns rótulos orgânicos de guarda podem chegar a custar até 2 mil reais a garrafa.

Isso se aplica ao Barril por Barril Cabernet Franc, que é um vinho especial vinificado em ovo de concreto, o que faz com que não exista a necessidade de abrir o tanque durante a fermentação ou durante o processo de remontagem. Este vinho envelhece por três anos e chega ao consumidor por 300 reais.

“Sabemos que uma garrafa de vinho de 300 reais é um pouco cara dado o nosso contexto econômico atual, mas em virtude da qualidade do produto e do potencial dele, acaba sendo um investimento válido para quem quiser apreciar um produto exclusivo”, finaliza o sommelier.

Jantar do Vinho dos Mortos será no próximo sábado em São Roque

Quinta do Olivardo promove evento recheado de cores e sabores com pratos da gastronomia portuguesa e muito fado

O primeiro jantar do Vinho dos Mortos de 2022 acontece no próximo sábado (19/02), a partir das 19h na Quinta do Olivardo, tradicional vinícola e restaurante localizado em São Roque. O evento é uma experiência que nos remete ao século XIX, com música ao vivo e pratos típicos da culinária da Ilha da Madeira, onde os participantes enterram uma garrafa de vinho, preenchendo uma ficha com o lote e a data em que a garrafa foi enterrada, e após 6 meses voltam para desenterrar a garrafa.

A prática surgiu em Portugal no ano de 1807, quando o país foi invadido pelas tropas de Napoleão Bonaparte, o que levou os portugueses a enterrarem seus bens, incluindo garrafas de vinho. Posteriormente, com a saída dos soldados franceses, os lusitanos recuperaram suas propriedades e desenterraram os vinhos. Embora esperassem encontrar a bebida estragada, foram surpreendidos pelo sabor realçado. Surgiu daí a expressão “vinhos dos mortos”.

“Nossa casa iluminada apenas com tochas e velas, a gastronomia portuguesa e o fado com clássicos da música portuguesa, fazem da noite uma experiência inesquecível. O vinho dos mortos que alegra os vivos”, diz o proprietário, Olivardo Saqui.

Bacalhau à Lagageiro

A Quinta do Olivardo segue todos os protocolos sanitários de acordo com as recomendações das autoridades de saúde, como OMS, Anvisa e Ministério da Saúde.

Jantar do Vinho dos Mortos
Quando: 19 de fevereiro (sábado)
Horário: a partir das 19h
Local: Quinta do Olivardo
Endereço: Estrada do Vinho Km 4 – São Roque
Encomendas: WhatsApp (11) 97088-5401

Livro “Malbec Mon Amour” é lançamento para amantes de vinho

Catapulta Editores apresenta o primeiro guia geológico das regiões e dos solos de Mendoza, na Argentina

Indicado para todos os públicos, o livro “Malbec Mon Amour” é o mais novo título da Catapulta Editores. Com a história e evolução do Malbec, o livro leva o leitor a uma viagem fascinante pelos diferentes solos de Mendoza, na Argentina, onde a uva se desenvolveu e adquiriu características únicas de território Argentino.

Unindo informações detalhadas de especialistas com belas ilustrações e imagens, Laura Catena e Alejandro Vigil, duas referências no mundo do vinho na Argentina, apresentam também fatos divertidos e curiosidades no decorrer da narrativa, como estudos de DNA realizados para identificar a “família” da uva.

Os autores contam como e por que a Malbec se tornou uma marca de identidade e excelência do vinho argentino no mundo, com envelhecimento em carvalho e aromas complexos. “Além de imergir os leitores nos detalhes da produção do vinho, o título oferece experiência ímpar em cada página, com histórias e explicações detalhadas sobre o solo Argentino”, explica Carmen Pareras, diretora da Catapulta Editores Brasil.

O livro pode ser encontrado na loja virtual e nas principais livrarias do país, tanto em lojas físicas quanto online, com preço sugerido ao varejo de R$ 119,90.

Prosecco Mionetto: versatilidade na composição de coquetéis e drinques

Frescor é a marca registrada do prosecco, o tradicional espumante italiano que vem para conquistar seu espaço no verão. Uma das principais combinações do prosecco é na preparação de drinques.

Leve e com teor alcoólico menor do que a vodka, os coquetéis com prosecco são mais amenos. Por isso, vale a pena incorporar o espumante nas receitas de alguns drinques. De volta às prateleiras, Mionetto, do Grupo Henkell Freixenet, chega para resgatar o prestígio do Prosecco no Brasil.

Para isso, além de sugerir o consumo convencional, a marca também se posiciona no mercado como um produto versátil para coquetelaria. Nesse verão, Mionetto aposta em dois drinques fáceis de preparar e que podem ser feitos em casa, o Mango Mimosa e o Negroni Sbagliato.

Mango Mimosa

Ingredientes
3 doses de Prosecco Mionetto
3 doses de Suco de laranja
2 colheres de purê de manga
1 dose de xarope de framboesa
1 colher de suco de limão
½ colher de açúcar
Pedaços de manga e alecrim para decorar

Modo de preparo:
Misture tudo e sirva

Negroni Sbagliato

Ingredientes
1 dose de vermute tinto
1 dose de Campari
1 dose de Prosecco Mionetto
Metade de uma fatia de laranja
Gotas de Angostura a gosto (opcional)
Cubos de gelo a gosto

Modo de preparo:
Misture tudo e sirva

Prosecco Mionetto está à venda na loja na versão Brut de 750 ml e 200 ml ao preço sugerido de R$ 99,90 e R$ 36,90 respectivamente.


Especialista dá dicas para evitar exageros na ceia

Especialista sugere estratégias para comer menos e reduzir os efeitos do álcool nas festividades

Embora as festas de fim de ano sejam sempre um gatilho para a busca por dietas, também são comuns os exageros durante a ceia, seja no Natal ou no Réveillon. Apesar da alta nos preços no supermercado, o avanço da vacinação contra o coronavírus tem deixado as famílias brasileiras ansiosas para as festas. Para a nutricionista Maíra Azevedo, além dos cuidados com o vírus, também é importante adotar medidas para evitar extremos com comida e bebida.

Exceções sim, mas com moderação

Como recomenda a especialista, independente da pessoa estar ou não seguindo algum tipo de dieta com o objetivo de perder peso, não há problema em se permitir sair um pouco da rotina enquanto comemora com parentes e amigos. Contudo, Maíra reforça que isso não significa que tudo é permitido e que os excessos não vão trazer impactos negativos para o seu organismo. Assim, ela afirma que é normal querer desfrutar da ceia com liberdade, mas é preciso ser honesto consigo mesmo na hora de definir o que é celebração e o que é apenas exagero.

“O que eu sempre recomendo para meus pacientes é abrir exceção apenas no jantar do dia 24 e no almoço do dia 25, por exemplo. Já nas outras refeições é importante tentar comer o mais equilibrado possível. Afinal, não há necessidade de abrir exceção de dois dias inteiros”, argumenta.

Como não pode faltar, a nutricionista também aponta uma estratégia para limitar a compulsão. “Sugiro começar a refeição pela salada. Assim, a pessoa conseguirá ter moderação ao comer os outros itens”, aconselha.

Cuidado com a bebida

Foto: Pressfoto/Freepik

Indo além dos pratos postos à mesa, Maíra Azevedo também dá dicas para evitar o excesso com a bebida alcoólica. De fato, o gasto do brasileiro com bebidas cresceu mais de 4% durante a pandemia e esse é um item que também não costuma faltar durante as festas de fim de ano.

Sendo assim, a primeira recomendação da nutricionista é intercalar os drinques, vinho, espumantes ou a cerveja com a ingestão de água. “Assim, além acabar bebendo menos, a pessoa também não terá ressaca no dia seguinte, que é consequência da desidratação causada pelo álcool”, explica a especialista.

Como outra estratégia apontada por ela para limitar os exageros alcoólicos, Maíra sugere que a pessoa faça um consumo consciente e dê preferência para bebidas que normalmente consegue ingerir em menores quantidades. Da mesma forma, a nutricionista destaca que é importante lembrar que a bebida também contribui para o ganho de peso. “Também é possível reduzir as calorias de drinques usando energético zero, água tônica zero e adoçante ao invés de açúcar”, salienta.

Mentalidade saudável

De acordo com o relatório “Estatísticas da Saúde Mundial de 2021”, da Organização Mundial de Saúde (OMS), 22% da população adulta do Brasil está obesa. Assim, Maíra aproveita para frisar a necessidade de ter autorresponsabilidade na hora da ceia.

“Ninguém precisa comer para passar mal. Coma bem devagar, saboreando cada garfada. Além de perceber melhor o sabor da comida, a pessoa sentirá saciedade e comerá menos”, afirma.

Da mesma forma, embora os exageros ainda sejam tão comuns durante as festas, dados como o da OMS servem para reforçar a necessidade de manter hábitos alimentares saudáveis. Para a especialista, isso acaba refletindo em longo prazo também.

“Ter uma alimentação saudável e equilibrada precisa ser um estilo de vida, afinal sua saúde depende disso. Quando a pessoa aprende a comer por fome e a identificar sua saciedade, ela tem liberdade de comer o que quiser, sem perder o controle. Então, as festas de final de ano nunca mais serão um problema”, completa.

Drinques que pesam menos na balança

Por fim, a nutricionista Maíra Azevedo dá dicas para quem não abre mão dos drinques nas festas, mas quer opções que pesem menos na balança:

  • Gin + suco de limão + gengibre + pepino + água com gás;
  • 50 ml de gin + 150 ml de água tônica zero açúcar + gelo e fatia de limão para decorar (Gin Tônica);
  • 250 ml de água de coco + 250 ml de suco de laranja + 250 ml de água tônica zero + suco de cranberry + hortelã a gosto;
  • 50 ml de gin + 1 ramo de alecrim + 4 zimbros levemente amassados + água tônica zero + gelo;
  • 50 ml de gin + 1 saquinho de chá de frutas vermelhas + água tônica zero + gelo.

Vinho é a bebida preferida dos brasileiros em viagens

Levantamento da plataforma on-line ainda mostra quais outras experiências sensoriais são fatores decisivos para uma boa ou má experiência de viagem

O brasileiro não deixou de apreciar uma boa cerveja, principalmente em um país onde o verão é marcado por temperaturas altas e a preferência de viagens é para o litoral. Mas uma pesquisa* recente da Booking.com revelou que a gelada não é a preferência nacional quando se trata de férias: 33% dos participantes do estudo afirmaram que o vinho tem mais a ver com o sabor de viagens, à frente dos 24% que preferem a cerveja. Até mesmo o cheiro do vinho (21%) os remete mais às viagens do que o da cerveja (16%).

O questionário encomendado pela plataforma on-line foi respondido por 1.000 brasileiros que pretendem viajar nos próximos 12 meses. Destes, três a cada quatro (76%) afirmam que uma boa experiência gastronômica faz a diferença em uma viagem. Para 43%, o sabor que mais os remete às viagens de férias é o de “comidas de rua”. Seguido desta preferência vêm as massas e pizzas (42%), o churrasco (41%), e o café da manhã de hotel ou comidas típicas (38%).

Apesar de as comidas típicas não figurarem no topo do ranking dos sabores de férias, 92% dos participantes revelam que preferem experimentar uma comida tradicional do local a fazer refeições internacionais. E a gastronomia também se revela uma protagonista das preferências quando 67% chancelam que gostam mais de visitar um mercado local com cheiros específicos da culinária do lugar do que uma rua comercial com lojas perfumadas.

Sentidos e sensações mais aguçados

As experiências sensoriais são fatores decisivos para uma boa ou má experiência de viagem. Quando se trata de aromas, por exemplo, ficou comprovado que o olfato não é o sentido que os viajantes mais utilizam na associação às férias (apenas 6% afirmaram a relação), quando comparado aos outros sentidos. No entanto, 59% dos participantes disseram que gostam de prestar atenção nos cheiros específicos dos lugares que visitam. Ainda, 42% afirmam que um cheiro desagradável os incomoda bastante em uma viagem, e 33% afirmam que um local com odor ruim os faz querer ir embora.

Quanto à audição, 84% dos brasileiros revelam que gostam de prestar atenção aos sons de um destino. Eles mostram, também, que preferem visitar um local tranquilo com sons da natureza (71%) do que um local barulhento.

Já quando se trata da visão, 74% preferem apreciar uma paisagem natural à vista de uma grande cidade, e 65% dos brasileiros preferem visitar lugares icônicos e turísticos em vez de lugares menos conhecidos. Por fim, o principal achado sobre o sentido do tato refere-se ao fato de que 68% preferem destinos quentes a lugares com temperaturas frias.

*Pesquisa encomendada pela Booking.com e realizada com um grupo de adultos que pretende viajar nos próximos 12 meses. No total, 1.000 entrevistados no Brasil responderam a uma pesquisa on-line em outubro de 2021.

Mambo oferece vinho português com exclusividade

A rede de supermercados Mambo está distribuindo com exclusividade um vinho produzido na região de Cantanhede, em Portugal. É um vinho de cor rubi escuro, aroma misto de frutos vermelhos e notas de evolução, tem sabor frutado, macio, com elegantes taninos e boa persistência.

Acompanha bem massas com molho vermelho, carnes vermelhas, pizzas e queijos de massa dura. Teor alcoólico: 13%. Acidez total: 5,5g/l.

Vinho Português Tinto Cantanhede – 750ml – Preço Sugerido – R$ 49,90

Onde encontrar: Supermercados Mambo

Linha de espumantes Henkell recebe certificação vegana

A União Vegetariana Europeia (EVU) concedeu à alemã Henkell a certificação V-Label. O título confirma que os espumantes da marca são veganos, ou seja, produzidos sem nenhum componente de origem animal.

A certificação oferece para Henkell o direito de usar em suas garrafas o selo V-Label, um símbolo registrado usado internacionalmente para identificar os produtos veganos e vegetarianos.

A marca solicitou a certificação para atender os consumidores que estão preocupados com a origem dos itens consumidos e se posicionar como uma opção para eles. No Brasil, Henkell está presente com o Henkell Brut, Blanc des Blanc, Trocken e o Zero Álcool.

“Nossos espumantes já eram veganos, e agora passam a ser certificados. Estamos crescendo no mercado nacional e investindo na comunicação da marca. Nosso Instagram já está no ar e até o final do ano também investiremos na ampliação de portfólio. Em 2021, a nossa meta é fechar o ano com 44.000 garrafas vendidas”, declarou Fabiano Ruiz, Diretor Executivo da Henkell Freixenet Brasil.

Fonte: Henkell Freixenet

Zebrah: vinho em lata carbono neutro chega ao mercado

Lançamento da bebida reforça tendência de latas de alumínio no setor

Bem alinhado às tendências ambientais e práticas de produção e comércio sustentáveis, a marca Zebrah chega ao mercado com um vinho rosé em lata, vegano e carbono neutro. A bebida é produzida na Serra Gaúcha e feita 100% de uvas Pinot Noir, o que dá ao vinho um leve e refrescante aroma de frutas vermelhas e boa acidez.

No formato de 269 ml, o equivalente a duas taças de vinho, a embalagem foi desenvolvida pela Ball Corporation, líder mundial em embalagens sustentáveis de alumínio e uma fortaleza na indústria de vinho em lata, com um laboratório para testes da bebida em Denver, nos EUA.

Ideal para diferentes momentos de consumo, o vinho em lata Zebrah chega para pessoas que confiam que sustentabilidade e praticidade podem somar-se à tradição, expandindo o consumo dessa bebida atemporal para situações que dispensam taças, abridores e maiores cerimônias. Sem regras de como o vinho deve ser consumido, o conceito de Zebrah busca novidade, assim como a expressão que inspirou seu nome. “Deu Zebrah!”: uma escolha surpreendentemente positiva e fora do comum.

“Zebrah é pra quem quer fugir do óbvio pela via da autenticidade. É para quem quer simplificar e manter a qualidade com uma boa dose de confiança. É para quem gosta de reunir pessoas, gargalhar e criar boas memórias.”, afirma Gordon Murphy, fundador da Zebrah.

A marca já chega com o desejo de gerar impacto positivo na sociedade e se mostra atenta à responsabilidade ambiental. Para isso, firmou parceria com o projeto Carbonext, que tem como propósito a proteção e preservação da Floresta Amazônica por meio da geração de créditos de carbono de alta qualidade e de estímulos à bioeconomia.

Nessa parceria, a Carbonext calcula a pegada de carbono de Zebrah, desde a plantação das uvas até o descarte da lata, para entender qual o impacto no meio ambiente de cada unidade produzida e como diminuí-lo. Para as emissões que não conseguir evitar durante o ciclo de vida do produto, a marca compensa com créditos de carbono. Além disso, quem preferir Zebrah faz a opção pelo vinho na embalagem mais amiga do meio ambiente: a latinha de alumínio 100% e infinitamente reciclável.

O mercado de vinho em lata se mostra como uma tendência no segmento de bebidas alcoólicas que veio para ficar. Segundo pesquisa* da Ball, mais da metade (56%) dos entrevistados revela a curiosidade em provar algo diferente como o principal motivo para consumirem o vinho em lata, e 43% destacam que a novidade permite novas ocasiões de consumo.

“Assim como a Zebrah propõe um consumo descomplicado, na latinha os benefícios são diversos: fácil de carregar, gela mais rápido, ideal para qualquer evento e sem desperdício. Inovação, praticidade e conveniência para um público curioso por novidades e super conectado com novas tendências de consumo.”, afirma Hugo Magalhães, diretor de Marketing e Novos Negócios da Ball América do Sul.

O lançamento já está disponível nos sites: Beba Zebrah, Vá de Lata Store e Amazon.

*Pesquisa encomendada pela Ball e conduzida pela Nielsen com 1.000 brasileiros, consumidores de vinhos e outras bebidas alcoólicas, entre 25 e 50 anos de idade. Os participantes responderam a um questionário online em novembro de 2020.

Instinto Chardonnay 2020 é novidade da Cristofoli

Lançamento nasce de vinhedo único da família, estagia em carvalho francês e é engarrafado sem filtragem

O pequeno vinhedo da Chardonnay, cultivado pela Família Cristofoli na Rota Cantinas Históricas, em Faria Lemos, interior de Bento Gonçalves, fez nascer um grande vinho: o lançamento da vinícola, Instinto Chardonnay 2020.

Esta é uma das preciosidades da família, que hoje produz apenas 27 mil garrafas por ano. É um vinho que seguiu o ritmo do vinhedo, expressando a qualidade da ‘Safra das Safras’. E assim, a história se repete todos os anos, sempre escrita em vinho, mas expressando o que a natureza entrega a cada colheita. “Não se faz vinho de qualidade sem matéria prima de qualidade. E 2020 foi espetacular, merecendo este grande vinho com uma produção extremamente limitada”, destaca a enóloga Bruna Cristofoli.

O Instinto Chardonnay 2020 estagiou em uma única barrica de carvalho francês de 500 litros, especial para vinhos brancos, onde concluiu sua fermentação malolática, estagiando por oito meses na madeira. Concluído o estágio, o vinho não foi filtrado e foi engarrafado, permanecendo por três meses em garrafas antes da venda. De coloração amarelo palha com reflexos dourados, apresenta notas de favo de mel, coco tostado e damascos, além de muita presença de abacaxi em calda.

Com perfeito equilíbrio entre a acidez das uvas e as notas de manteiga e especiarias, é um vinho untuoso e persistente em boca.

As ‘700 garrafas numeradas’ estão à venda no site da marca.