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Plataforma de vinhos conta com tecnologia que auxilia na assertividade na hora da compra

Sistema ordena rótulos de acordo com o gosto pessoal dos usuários

Novamente com a necessidade de isolamento e fechamento temporário de estabelecimentos físicos, as compras online são opções seguras e atrativas. O mesmo acontece no mercado de vinhos, que ganhou 3 milhões de novos consumidores regulares entre 2019 e 2020, segundo dados da Wine Intelligence. Na onda da digitalização, uma plataforma brasileira de serviços e produtos para os amantes de vinho, a Eniwine.com, conta com uma tecnologia inovadora que ordena os rótulos de acordo com o gosto pessoal dos usuários para vinhos que eles sequer beberam ainda.

Atualmente, cerca de 15% dos mais de 2.200 vinhos ofertados na Eniwine.com já tiveram suas características mapeadas – estão diferenciados pela cor lilás. Foram um a um decupados em mais de 100 itens, tais como aromas, estrutura e potência. Ou seja, se passa por madeira ou não, se conta com notas aromáticas de maracujá ou de cerejas, e por aí em diante. Desta forma, mediante a pontuação prévia do consumidor em outros vinhos, o sistema reconhece com base nestas notas anteriores as preferências pessoais de cada um de seus clientes.

“A Eniwine é o único site do mundo que você compra vinhos por indicação de uma inteligência artificial”, explica Marcelo Abrileri, fundador e idealizador da plataforma. A funcionalidade, que faz com que as pessoas escolham vinhos sem sair de casa com mais chances de acerto, é o Digital Sommelier que consegue indicar avaliações para vinhos que ainda não foram tomados através do Enoperfil (características pessoais referente a vinhos) do usuário. Com ajuda das mais recentes tecnologias, o diferencial agora está na ordenação da vitrine, que ocorre com base no Enoperfil pessoal de cada um, que ordena os vinhos da vitrine de modo apresentar nas primeiras posições os vinhos que o usuário específico dará as notas mais altas.

Para criar o Enoperfil, basta acessar o aplicativo da Eniwine, fotografar o rótulo do vinho, experimentar e dar uma nota. Depois de umas 8 a 10 notas, o Enoperfil terá sido criado. Após isso, tanto pela vitrine do app quanto pela do desktop o usuário já poderá visualizar que nota ele dará para vinhos que ainda nem tomou e agora, pode ordenar a vitrine por estas notas e buscar os vinhos que aparecem com melhores notas.

Neste vídeo, Abrileri explica detalhadamente o funcionamento da tecnologia. “Importante dizer que, a ordenação pelo Enoperfil construirá uma vitrine diferente para cada pessoa que entrar no site da Eniwine. Ainda, importante ressaltar que estamos aumentando a quantidade de rótulos mapeados e nosso objetivo é ter 100% da vitrine mapeada até os próximos meses. Comprar orientado pelo Digital Sommelier aumenta as chances de não errar na hora da compra e melhora muito a experiência do mundo do vinho”.

Segundo pesquisa da Ideal Consulting, empresa de auditoria de importação e inteligência de mercado, especializada no segmento de bebidas e alimentos, o consumo de vinhos na quarentena foi de 72% em comparação com o primeiro trimestre de 2020. Em resumo, o consumo per capita de vinhos alcançou 2,37 litros por brasileiro com idade acima de 18 anos por ano. Para os próximos dias, a Eniwine.com pretende expandir a quantidade de rótulos mapeados e disponibilizá-los para compra. “Nós temos uma exclusividade no mundo do vinho e no mundo inteiro”, finaliza Abrileri.

Fonte: Eniwine

Vinícola argentina La Celia apresenta seus vinhos

Com mais de 130 anos de tradição, produtora é a mais antiga do Vale do Uco em Mendoza, Argentina

Chega ao Brasil uma das marcas de vinho mais prestigiadas na América Latina, a La Celia. A vinícola, que é a mais antiga do Vale do Uco, em Mendoza, na Argentina, foi fundada em 1890 por Eugenio Bustos – o primeiro a plantar uva Malbec originária da França na região.

A produtora, que conta com a experiência da Enóloga Chefe Andrea Ferreyra, com mais de 20 anos de experiência no setor, já atende mercados importantes na Colômbia e em alguns países europeus, como a Irlanda. No Brasil, a La Celia chega com três linhas: Reserva, Pioneer, Elite e Heritage. A série não é nova, mas essa é a primeira vez que seus rótulos chegam com regularidade ao mercado brasileiro, trazidos pela Interfood, importadora de bebidas.

Dentre os rótulos selecionados está o premiado La Celia Heritage Malbec, elaborado com uvas aromáticas altamente expressivas. Antes de sua abertura, ele tem uma passagem por barris franceses por 12 meses e 8 meses na garrafa. Sua colheita é manual, feita em caixas, no ponto ótimo de maturação, com seleção de cachos em vinhedo e adega.

Já o La Celia Elite Malbec, de cor vermelha-rubi intensa, conta com aromas que evocam frutos silvestres e notas de grafite, cereja preta, mocha e especiarias. Por fim, o La Celia Pioneer Cabernet Franc apresenta um forte aroma amadeirado, unido a toques de tabaco, café e minerais, proporcionando uma sensação forte e vigorosa ao paladar, com final de boca longo e intenso.

A La Celia conta ainda em seu portfólio com mais 7 rótulos, ainda não disponíveis no mercado brasileiro. Entre eles, variedades como o Cabernet Sauvignon, Pinot Grigio, Malbec Cabernet Franc e Chardonnay.

Pioneirismo

As origens da La Celia se remontam a 1882 quando o seu fundador, Eugenio Bustos, se instala ao sul do rio Tunuyan para se dedicar a uma fazenda onde planta o primeiro Malbec originário da França. Em 1890 começa a construção da La Celia, a primeira adega do Vale do Uco, que tem este nome em homenagem a sua filha, Celia Bustos.

Anos depois, ela herda esta propriedade e com um forte espírito arrojado e visão de futuro, trabalha nas terras até transforma-las em vinhedos de qualidade mundial.

Enóloga Chefe

Andrea Ferreyra nasceu em Mendoza, Argentina, em 1972. Formou-se na Universidade de Juan Agustín Maza, onde fez também uma pós-graduação em Gestão da Qualidade de Vineyard.

Andrea tem 20 anos de experiência no setor, e já passou por diferentes vinícolas, como a Bodegas y Viñedos La Rural e a Bodega y Cavas de Weinert. Depois de sua vasta carreira na indústria do vinho, ingressou na La Celia em 2006. A sua dedicação, habilidade e o grande amor pelos vinhos, a fez ser nomeada, em 2012, Enóloga Chefe da marca pioneira do Vale do Uco.

Em cada dia de trabalho, Andrea busca a excelência, contribuindo com todo o seu conhecimento e sua paixão pelo mundo dos vinhos, para elaborar os melhores expoentes de linhas destacadas.

Vale do Uco

Com 400 hectares plantados, a La Celia está localizada no Vale do Uco, a 100 kms ao sul da cidade de Mendonza, na Argentina, entre os bairros de La Consulta, Eugenio Bustos e Altamira. É um terroir único, com grande prestígio mundial. Seus solos aluviais, com alta composição de carbonato de cálcio (que se assemelham aos solos da Borgonha, La Rioja e Barolo), estão entre os níveis 1.000 e 1.100 m de altitude, o que significa que as condições climáticas continentais de Mendonza, com baixa pluviosidade (150 a 200mm/ano, concentrado no verão), são adicionadas características únicas de alta variação térmica entre o dia e a noite (média de 17º).

Essas condições se traduzem em vinhos longos e verticais, minerais na boca e taninos elegantes com características calcárias. A diversidade de microclimas, as grandes amplitudes térmicas, e os diferentes solos e alturas, favorecem um ecossistema único para o crescimento de uvas Malbec da mais alta qualidade do Vale do Uco – região internacionalmente conhecida por sua produção de vinhos premium.

Conheça os rótulos

La Celia Heritage Malbec

Ficha técnica
Região: Vale do Uco, Mendonça (1100m de altitude)
Composição varietal: Malbec 100%
Álcool: 14,5%
Acidez: 5,65g/l em ácido tartárico
Açúcar residual: 2,80
pH: 3,65
Notas de degustação
Cor: vermelha arroxeada, com lágrimas densas.
Aroma: o vinho é a expressão máxima em elegância: frutos maduros na forma de geleia, notas balsâmicas, sutis aportes florais, típicos do Malbec La Celia. O envelhecimento em carvalho surge de forma clássica, com marcantes notas tostadas.
Paladar: Na boca, o vinho tem uma entrada doce, com estrutura firme e equilíbrio entre taninos, álcool e acidez. Tem um final persistente.
Recomenda-se decantação de 40 minutos antes da degustação. Sirva a 18ºC. Ideal para acompanhar costela de boi na brasa, legumes grelhados e marquise de chocolate e laranja.

La Celia Elite Malbec

Ficha técnica
Composição varietal: 88% Malbec, 8% Cabernet Franc e 4% Tannat
Região: Vale do Uco, Mendonça (1050 m de altitude)
Colheita: 2011
Álcool: 14,4%
Acidez: 5,5g/l como ácido tartárico
Açúcar residual: 4,50 g/l
Notas de degustação
Cor: vermelho profundo e intenso com tons de roxo.
Aromas: aromas complexos, onde a fruta madura se destaca na forma de geleia, complementada pelos atributos balsâmicos do Tannat e pelas notas picantes do Cabernet Franc. Tudo isto em perfeita harmonia com as notas contribuídas pelo envelhecimento em barris; baunilha e coco.
Paladar: começa com as notas doces do Malbec; muito boa estrutura e equilíbrio.
Servir a 18ºC. Ideal para acompanhar ojo de bife com batatas rústicas e mousse de chocolate. 100% do vinho envelhece em barris de carvalho francês para primeiro e segundo uso durante 12 meses.

La Celia Pioneer Cabernet Franc

Ficha Técnica
Região: Vale do Uco, Mendoza (média de 1000 m de altitude)
Composição varietal: 100% Cabernet Franc
Álcool: 14,1%
Acidez: 5,75g/l em ácido tartárico
Açúcar residual: 3,80
pH: 3,62
Notas de degustação
Cor: vermelho profundo intenso com reflexos rubi.
Aromas: complexo, onde se sobressai a parte frutada, com destaque para a fruta preta fresca: guias pretos e amoras; o picante e a entrada do grafite (mineral). Tudo isso em conjunto com a baunilha e a mocha, entregue pelo envelhecimento em barris.
Paladar: textura muito suave, de taninos doces, com final elegante na boca. Recomendamos decantar 40 minutos antes de servir a 18ºC. Ideal para acompanhar carré de porco e empanadas de cabra assadas no forno de barro.

Fonte: Interfood

Vinhos para harmonizar com os pratos típicos da Páscoa

Vinícola Góes preparou dicas de vinhos para combinar com pratos tradicionais desta época

Faltam poucos dias para a Páscoa e já é o momento de pensar nas receitas que podem ser preparadas em casa para as celebrações da Semana Santa.

Nesta data, o bacalhau aparece com frequência na mesa das famílias brasileiras, então, que tal combinar um bom vinho e deixar a Páscoa com sabores ainda mais apetitosos?

A sommelier Silvia Mascella Rosa, da Vinícola Góes de São Roque (SP), preparou dicas de harmonização de vinho com este peixe reconhecido pelo sabor marcante.

Vinho Tinto Simis Carménère Reserva 2018

O bacalhau ao forno, com pimentão, tomate, batata, azeite e, em algumas preparações, com azeitonas e couve, é uma das receitas mais tradicionais aqui no Brasil. Os sabores intensos dos legumes, do azeite e dos temperos pedem, como acompanhamento, um vinho tinto com boa acidez, como o Carménère Simis.

Vinho fino tinto seco, da uva Carménère, tem origem na Viña Santa Irene, região do Vale do Curicó, a 200 km ao sul de Santiago no Chile, local considerado um dos melhores terroirs para essa uva. Em 2018, a Vinícola Góes e a Viña Santa Irene se uniram para produzir este vinho de corpo médio, taninos macios e de fácil consumo.

Vinho Branco Tempos de Góes Trópicos Lorena Seco

Uma iguaria que faz sucesso não só na Páscoa, em bares e restaurantes ou em casa, é o bolinho de bacalhau. Servido como aperitivo ou no começo da refeição, seu acompanhamento é, também, um vinho indicado para os aperitivos e até para uma torta de bacalhau como prato principal (ou até mesmo uma torta vegetariana): o vinho branco Trópicos Lorena Tempos de Góes. A uva Lorena é produzida nos vinhedos próprios da Vinícola Góes em São Roque (SP). Leve, aromático, muito refrescante, é um vinho bastante versátil e com menor teor alcoólico.

Vinho Branco Tempos de Góes Sauvignon Blanc Reserva 2019

Pra fechar com chave de ouro, que tal preparar uma receita com lombo de porco para o domingo de Páscoa? Se esta for a sua escolha, principalmente se o prato for preparado ao forno com ervas, a combinação sugerida é o Sauvignon Blanc Tempos de Góes. Seus aromas que lembram ervas e ligeiro frutado, vão harmonizar perfeitamente com a carne de porco branca. Com bom frescor e acidez, o paladar encontrará um delicioso equilíbrio entre a carne e a intensidade do vinho. Uma dica preciosa para temperar a carne de porco é utilizar um vinho branco seco. Evite os vinhos suaves, pois eles vão interferir no sabor final da carne.

Nem é preciso sair de casa para procurar o vinho, pois todos os rótulos da Vinícola Góes são encontrados na loja virtual. Basta clicar aqui.

Vinho e sobremesa: saiba como harmonizar corretamente

Não é segredo para ninguém que o universo da confeitaria proporciona experiências únicas através da combinação infindável de ingredientes. Uma receita bem elaborada tem o poder de melhorar o dia de qualquer um – um pedaço de bolo acalenta corações tal qual um abraço apertado.

Mas é claro, toda experiência gastronômica pode, e deve, ficar mais completa e especial. Uma das formas de celebrar a complexidade da confeitaria é adicionar um toque de outro universo igualmente mágico e cheio de possibilidades: o do vinho. Engana-se, aliás, quem pensa que a harmonização de vinhos restringe-se tanto a receitas salgadas como a eventos altamente refinados. O vinho é, acima de tudo, amplo e democrático.

Nessa arte de harmonizar vinhos com comidas, a experiência adocicada no paladar pode ser verdadeiramente enriquecedora. Para comprovar essas possibilidades, Cake By Yu, Ateliê de Bolos e Doces na Vila Mariana, e o sommelier de vinhos e cervejas Elias Varella, dão dicas incríveis. Confira:

Quais são os vinhos que mais harmonizam com receitas adocicadas?

Existem combinações clássicas com os chamados “vinhos licorosos”, que também são conhecidos como “vinhos de sobremesa”. Dentre eles, destacamos o famoso húngaro Tokaji e o francês Sauternes. Também não poderia deixar de citar os famosos vinhos fortificados, como o icônico Vinho do Porto nas suas versões Tawny e Ruby, os Late Harvest, ou vinhos de colheita tardia, em que as uvas são maturadas por um longo período, concentrando grande quantidade de açúcar. Outra boa opção são os espumantes mais adocicados, como o italiano Asti, assim como Champagne ou Cava nas suas classificações mais doces (Sec, Demi-Sec e Doux).
Apesar de essas serem algumas das opções de vinhos doces que combinam com sobremesas, não se prenda somente a eles. Dependendo da sobremesa, alguns vinhos secos, como um Sauvignon Blanc da Nova Zelândia, um Chardonnay californiano com longo envelhecimento em barricas, um Riesling alemão ou até mesmo alguns vinhos tintos como o Pinot Noir, Cabernet Sauvignon e Zinfandel, podem criar harmonizações surpreendentes!

Na gastronomia brasileira, temos muitos doces com alto teor de açúcar entre os queridinhos, principalmente aqueles com cobertura de brigadeiro. Nesse caso, o vinho ajuda a quebrar esse excesso? Quais cepas equilibram o paladar?

Depende muito da sobremesa. Mas pensando na cobertura com brigadeiro, que é um chocolate doce, eu sugeriria um Vinho do Porto Ruby, por combinar pela semelhança, ou um espumante tinto do Piemonte chamado Brachetto d’Acqui, que possui perlage e acidez suficientes para equilibrar o dulçor da sobremesa.

Quais são os “no go’s” da harmonização entre vinhos e pratos adocicados?

Tudo depende do tipo da sobremesa. Temos que pensar na intensidade, na quantidade de açúcar e nas notas complementares, como a adição de frutas ou especiarias. A comida e a bebida têm que interagir de forma harmônica para que uma não se sobressaia em relação à outra. É uma questão de bom senso e de conhecer bem a sobremesa e o vinho que se deseja harmonizar. Para citar um exemplo: uma sobremesa delicada à base de frutas cítricas não combina com um vinho tinto encorpado e adstringente; assim como um bolo de chocolate amargo não harmoniza em nenhum aspecto com um vinho branco delicado.

Quais dicas você daria para um couvert levemente ‘açucarado’, com vinho, e equilibrado para abrir o paladar?

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Uma boa escolha são os espumantes adocicados. Além de ser uma tradição iniciar uma refeição com um espumante, a perlage e a acidez ajudam a abrir o paladar. A melhor opção vai depender do couvert e do gosto do cliente, mas um espumante com Moscatel, um Cava ou Champagne costumam agradar bastante.

Por fim, após o isolamento social e pensando em um evento completo, com entrada, prato principal e sobremesa com vinhos, quais escolhas são certeiras do começo ao fim?

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Temos que pensar numa escala de intensidades, que vá do mais leve para o mais encorpado. E claro: tudo vai depender do menu de comidas proposto. De modo geral, abrimos o evento com um espumante, já que a perlage e acidez ajudam abrir o paladar, como já mencionado. Para entradas leves, saladas ou carnes brancas, podemos harmonizar com vinhos brancos vibrantes. No prato principal, se pensarmos em carnes vermelhas e pratos intensos e estruturados, os tintos amadeirados e encorpados, como um Syrah ou um Cabernet Sauvignon, podem ser uma boa opção. Por fim, para as sobremesas, podemos aproveitar todas as dicas que foram passadas aqui, seja um vinho fortificado, de colheita tardia, licoroso ou até mesmo um belo espumante!

Fonte: Cake By Yu

Grand Cru apresenta promoção especial para a Páscoa

A partir do dia 24, ao comprar 3 rótulos dos vinhos selecionados para a promoção, a quarta garrafa sai de graça

A Grand Cru, umas das principais importadoras e distribuidoras de vinhos do país, celebra as tradições da Páscoa com uma ação para os amantes dos melhores vinhos. Na campanha especial para a data, que começa no próximo dia 24, ao escolher quatro rótulos, o cliente paga apenas 3 e recebe o quarto de graça. O desconto é aplicado no vinho de menor valor.

A ativação é válida nas mais de 90 lojas da marca espalhadas pelo Brasil e também no seu e-commerce, que conta com 1600 rótulos do mundo todo. Os clientes também poderão aproveitar a promoção no Grand Cru ao Vivo, o primeiro live commerce de vinhos do país em que um sommelier te ajuda na escolha do melhor rótulo para harmonizar com as receitas da Páscoa.

Confira abaixo quatro rótulos, todos de vinícolas portuguesas, indicados pelos nossos sommelier e que fazem parte da promoção. Ao todo são mais de 34 rótulos para escolher.

Churchills Estate Douro Tinto 2017 750ml (R$ 179,90) – um vinho jovem, com aromas frescos de amora, picante no paladar com uma acidez natural no final. Vai muito bem com receitas como rabada com agrião e ravióli de cordeiro.

Quinta Do Vesuvio Pombal Do Vesuvio 2017 750ml (R$ 317,90) – encorpado, mas ao mesmo tempo redondo com sabores de fruto maduro, apresenta frutas vermelhas e notas minerais com recorte de xisto bem definido. Uma ótima pedida para quem vai preparar um Bacalhau à brás para a data.

Vinha Do Mouro 2015 750ml (R$ 115,90) – vindo do Alentejo, apresenta aroma de frutas negras e toques vegetais com taninos mais rigorosos e persistentes. Harmoniza perfeitamente com tapas espanholas, espaguete caccio peppe e chouriço.

Niepoort Dry White 750ml (R$147,90) – vinho do Porto com paladar doce equilíbrio entre o fresco e frutado. Ideal com aperitivos ou sobremesas feitas com nozes e amêndoas.

Informações: Grand Cru

Wine lança linha exclusiva de vinhos com a Miolo

Os cinco rótulos brasileiros da Ballade são produzidos nas regiões Nordeste e Sul do país

A Wine vem investindo cada vez mais na diversificação de seu portfólio e acaba de lançar mais uma linha de vinhos brasileiros, chamada Ballade, em uma parceria exclusiva com a Miolo, vinícola com o maior portfólio de vinhos finos do Brasil. Os rótulos, produzidos na região Sul e Nordeste do país, irão agradar a todos os gostos de consumidores, pois a linha inclui cinco vinhos: Merlot, Cabernet Sauvignon, Riesling, Frisante Moscatel e Rosé. Os vinhos são da Campanha Central/RS e o Frisante é do Vale do São Francisco/BA.

Segundo German Garfinkel, Diretor de B2B e Supply da Wine, a linha Ballade foi elaborada a quatro mãos, em um trabalho que envolveu diversas degustações e conversas com o time de enologia até chegarem ao resultado do produto final.

“A nossa expertise e entendimento do consumidor de vinhos, aliados ao conhecimento e saber-fazer da Miolo, resultaram nesta linha incrível que se destaca na relação custo benefício também. Elaboramos um Merlot muito moderno e amável, um Cabernet Sauvignon divertido e com bastante tipicidade, um Riesling delicado e elegante, um Rosé moderno e com acidez crocante que surpreenderá até os mais céticos quanto ao potencial do vinho brasileiro, e ainda um Frisante Moscatel Branco descontraído e agradável de ser consumido”, conta German.

Os sócios que assinam o Clube Winebox do Seu Jeito serão os primeiros a conhecer a linha Ballade, como uma forma de agradecimento, devolvendo a eles a confiança que nos é depositada mês a mês. Em março, o clube será composto pelos vinhos Merlot, Cabernet Sauvignon, Riesling e o Frisante Moscatel. Em abril, será a vez do Rosé. Depois, os cinco rótulos estarão disponíveis em nosso e-commerce para todos os apaixonados por vinho.

“Em 2020, tivemos um grande sucesso com vinhos brasileiros no Clube Essenciais, também em parceria com a Miolo, em homenagem ao mês da independência do Brasil. A Wine sempre reforçou a relevância do vinho brasileiro e, em 2021, não será diferente, até mesmo pelo fato de termos tido uma safra incrível recentemente. A Ballade veio para ser uma linha irreverente, acessível, para a pessoa curtir o vinho brasileiro e aproveitá-lo do seu jeito. A Miolo possui muitos estudos e tecnologia para fazer vinhos únicos”, afirma Cibele Siqueira, sommelière da Wine.

No e-commerce, os rótulos da Ballade poderão ser adquiridos individualmente, por R$ 34,90 cada garrafa. Confira abaixo as informações completa da linha:

Ballade Cabernet Sauvignon

Cultivado em vinhedos próprios localizados na região da Campanha Central (RS), no Sul do país, o Ballade Cabernet Sauvignon possui a coloração rubi e é ideal para acompanhar comidas de média estrutura, petiscos salgados, lasanhas, massas, risotos, pizzas, galeto assado ou carnes vermelhas assadas ou grelhadas. Um vinho jovem e equilibrado, de taninos finos e harmônicos.

Ballade Merlot

Este rótulo, também cultivado na região da Campanha Central (RS), possui um sabor frutado e equilibrado, com textura aveludada e médio corpo. É uma excelente opção para degustar com petiscos, massas, risotos, pizzas, galeto assado e carnes vermelhas grelhadas.

Ballade Riesling


Este é para os amantes de vinhos brancos. Uma opção descontraída, jovem, alegre e com bom frescor devido à sua acidez equilibrada. O Ballade Riesling é refrescante e harmoniza muito bem com saladas, peixes, aves, pizzas, massas de molhos leves e queijos frescos de massa mole.

Ballade Cabernet Rosé


Este Rosé é uma opção fácil para agradar todos os paladares. É um vinho leve, oriundo de um clima quente, que pode ser consumido com comidas leves, como saladas, peixes e mariscos, e de média estrutura, como carnes brancas, pizzas vegetarianas e queijos leves.

Ballade Frisante Moscatel Branco

O Moscatel é elaborado com uvas cultivadas na região do Vale do São Francisco, na Bahia, em vinhedo próprio, pelo método de fermentação natural Charmat. É a opção ideal para acompanhar antepastos, sobremesas e drinks.

Para Adriano Miolo, Diretor Superintendente da Miolo, a linha Ballade vai bem com tudo. “Já faz algum tempo que a experiência de beber vinho mudou, mas a melhor parte é que ela continua mudando e essa é a essência da Ballade: um vinho que acompanha o seu ritmo, o seu jeito e o seu momento. Ele é ideal para o agora, seja ele onde ou como for. Pode ser no jantar de hoje ou no momento descontraído do final de semana. Com perfil jovem, a linha apresenta duas opções de tinto, uma branca, uma rosé e um vinho frisante. Vai bem com tudo, sempre”, comenta o enólogo.

Informações: Wine

Brasileiro se consolida entre os melhores produtores de vinho no Chile

O brasileiro David Giacomini e sua vinícola chilena de boutique La Recova, situada no Vale de Casablanca, celebram mais um ano de excelentes resultados no Guia Descorchados

Na edição 2021 da publicação, assinada pelo especialista Patricio Tapia e que será disponibilizada no Brasil ainda este ano, o Avid Sauvignon Blanc 2017 recebeu 94 pontos e o Avid Sauvignon Blanc 2018 alcançou 95 pontos. Esta safra mais recente também foi listada na categoria Vinho Revelação e entrou no Ranking dos Melhores Sauvignon Blanc do Chile

O rótulo, que vem sendo premiado desde sua primeira safra, em 2014, vem de um vinhedo de 4 hectares cultivado em escala humana. 

“Hoje a Sauvignon Blanc é a segunda uva mais produzida no Chile, ficando atrás apenas da Cabernet Sauvignon, com 11,2% de toda a área de vitis vinifera no país. É trabalhada pelos melhores e mais renomados enólogos chilenos. Para nós, da pequena La Recova, estar entre os melhores do Chile é um enorme reconhecimento”, conta David Giacomini, engenheiro e empreendedor que criou a marca.

Ainda segundo David, esses resultados são graças à busca incessante pela boa qualidade da uva no campo, pela expressão do terroir e pela diferenciação do seu produto.

“Não tinha a intenção de lançar mais um varietal ao estilo neozelandês, jovem, com os clássicos aromas de maracujá e grama cortada. Queria algo mais e alcançamos esta diferenciação com o AVID. Muito nos alegra alcançar essas altas pontuações (mais comumente vistas em tintos)”, complementa.

Feeling e paciência

Natural de Porto Alegre (RS) e descendente de italianos, David Giacomini já era um apaixonado estudioso de vinhos quando, em 2005, passou de enófilo para enólogo autodidata. 

“Morava há alguns anos neste sítio frio no setor de Las Dichas, a 11 km do Oceano Pacífico e em meio ao Vale de Casablanca – região famosa pela sua vocação para excelentes brancos. Comecei a estudar para produzir vinho, fiz alguns cursos no Brasil e na Califórnia, até que decidi plantar a Sauvignon Blanc em 4 hectares”, recorda.

Por puro feeling e contrariando o “modus operandi” dos demais viticultores chilenos, decidiu implantar um vinhedo de alta densidade, de trato orgânico e com 9,8 mil plantas por hectare (quase o triplo da média no país). “Soube que assim era feito na Borgonha e em Bordeaux, na França, então decidi apostar”, relembra David. 

As videiras estão em encostas de alta inclinação e com exposição leste, protegidas da incidência solar vespertina. Além de pouca água via irrigação, elas recebem a vaguada costera, uma neblina matinal oriunda do Oceano Pacífico e que protege os vinhedos dos primeiros raios solares da manhã. 

Um terroir quase extremo e que levou 5 anos para produzir sua primeira safra, a qual acabou sendo vendida à Viu Manent. Naquele ano, as uvas comercializadas entraram no blend do rótulo Secreto, que recebeu destaque no Guia Descorchados 2011 como Melhor Vinho da renomada vinícola ao lado do Viu 1. 

“Foi quando descobri, enfim, que estava em um terroir especial”, conta David. Em 2013 construiu sua cantina e, no ano seguinte, passou a vinificar na própria La Recova. Os primeiros vinhos nasceram em um contêiner próximo à sua casa, hoje repletos de tanques de inox e ovos de cimento. Hoje Giacomini produz também o Obstinado, um rosé meio seco de Sauvignon Blanc “tingido” com cascas de Syrah; e o Orquídea Late Harvest, também com a mesma cepa. 

Vinhos distintos

Além de toda a influência do terroir, ambas as colheitas do AVID foram realizadas quando as uvas estavam com sua maturação ideal. Isso garantiu aos vinhos maior complexidade aromática, excelente acidez e equilíbrio, mesmo com teor alcoólico mais elevado, de 14%. 

Mas as semelhanças entre as safras param por aí. A colheita de 2017 foi 100% elaborada em tanques de inox; e após o término da fermentação, os vinhos ficaram quase um ano em contato com as leveduras. O resultado foi um vinho branco de guarda, mineral, untuoso e com notas de salsa e endro.

Já o 2018 teve 50% do seu volume estagiando por 12 meses em ovos de cimento, fazendo dele um vinho ainda mais untuoso e com excelente volume em boca. Este AVID chegará ao mercado mais suculento, cremoso e complexo; com aromas de frutas cítricas; frutas brancas como maçã e pêssego; toques herbáceos de capim limão, goiaba e aspargo; além de nuances minerais.  

Harmonize-os com Moqueca de Siri Mole, Escondidinho de Camarão, Nhoque ao Pesto com Lascas de Parmesão, Camarão na Moranga, Atum Selado com Crostas de Gergelim e Purê de Mandioquinha, e Risoto de Limão Siciliano. O AVID 2017 custa R$ 102,00 no site DaGirafa e também pode ser adquirido nas melhores adegas e lojas especializadas do país. O AVID 2018 chega ao Brasil em maio de 2021.

Terroir hunter chilena, BOWines chega ao Brasil

Já estão disponíveis no Brasil os rótulos produzidos pela BOWines – Best Origin Wines. Trazidos pela importadora Novo Chile, os tintos desta vinícola são sustentáveis, focados na expressão do terroir e na preservação de castas patrimoniais chilenas.

Destaque para o Fillo Carignan (R$ 133 no ecommerce Da Girafa), primeiro rótulo lançado pela empresa e que carrega o DNA da BOWines: equilíbrio, sustentabilidade e identidade chilena. 

Fillo significa “filho” na língua aragonesa e homenageia a origem da Carignan na Espanha, onde o renomado enólogo e sócio-proprietário da BOWines, Alvin Miranda, viveu por 13 anos antes de retornar ao Chile. O vinho nasceu a partir do primeiro terroir encontrado por Miranda e seus parceiros: um vinhedo com mais de 70 anos na região de Peumal, no Maule, que persistiu sem irrigação ou qualquer tipo de manejo. 

“Sentimos a necessidade de preservar estas uvas, pois são patrimônio da humanidade e se formaram em ecossistemas complexos. Vinificá-las é, inclusive, ir na contramão da indústria — que trabalha com imediatismo, busca somente o resultado econômico e acaba destruindo esses vinhedos. Nosso propósito hoje é criar vinhos de qualidade, com senso de respeito e origem”, revela Alvin. 

Bastante floral e frutado, Fillo Carignan tem excelente acidez e também um certo caráter mineral, com final longo e intenso. Combina com peixes mais gordurosos, carnes brancas, vermelhas e sobremesas contendo frutas e cremes.

Deste mesmo terroir, nasceu alguns anos depois o Carae Carignan (R$ 212 no ecommerce Da Girafa) — rótulo premium da BOWines. Assim chamado em referência a um assentamento espanhol pré-românico homônimo, que originou o nome da uva, este tinto estagiou por 18 meses em barricas francesas de 2º e 3º uso. Na análise sensorial, expressa um bouquet requintado e complexo, com frutas vermelhas, tabaco, especiarias e um toque terroso. Na boca é fresco e macio.

O caráter “terroir hunter” da BOWines

A BOWines tem, entre seus principais propósitos, preservar “terroirs” únicos ameaçados para gerar vinhos com personalidade. E Peumal foi só o primeiro território adotado. O Fillo Malbec (R$ 133 no ecommerce Da Girafa), por exemplo, é elaborado com uvas provenientes de um vinhedo sustentável de 30 anos em Lolol, no Vale de Colchagua, a 40 km do Oceano Pacífico. Trata-se de um vinho jovem, picante, direto, com aromas varietais puros e toques sutis de lavanda e menta.

Malcriado (R$ 178 no ecommerce Da Girafa), por sua vez, é um assemblage elaborado com 25% de Cabernet Sauvignon de Requinoa, no Vale de Cachapoal, também de vinhedos com mais de 30 anos resgatados pela BOWines. Complementando o blend, é adicionado 75% da Carignan dos mesmos vinhedos do Fillo.

Com estágio de 12 meses em barricas francesas, o corte de Carignan deu o tom deste tinto fresco e equilibrado, com aromas frutados e elegantes notas de envelhecimento. No olfato, revela notas de morangos, cerejas, defumados, tabaco e mentolado; e no paladar, mostra-se fresco, untuoso e frutado.

“Além destes, devem chegar ao Brasil nos próximos anos os exemplares de Tempranillo do Maule e um Carménère de Marchigüe. Seguimos explorando e fazendo testes para incorporar novos terroirs”, conta Alvin Miranda, que não esconde o desafio em orquestrar as produções em diversos locais. 

Escala humana na BOWines

Atualmente a BOWines trabalha com 10 hectares e produz 25 mil garrafas ao ano com uma estrutura reduzida: em escala humana e ainda sem vinícola própria. Desde 2012, ano em que o projeto foi iniciado, os profissionais fazem quatro vinificações em três adegas parceiras distintas; que ficam distantes até 300 km umas das outras.

“Já iniciamos um projeto vinícola em Requinoa, onde estão nossos vinhedos de Cabernet Sauvignon; mas hoje ainda seguimos atuando quase de maneira artesanal. É pesado, mas é um trabalho que nos move. Nosso time está unido por um espírito inquieto, que nos incentiva a assumir novos desafios”, revela Miranda.

Novo Chile: grandes vinhos de pequenos produtores

Os vinhos chilenos lideram o ranking de vinhos importados no Brasil há mais de 10 anos. Mas o brasileiro ainda está alheio à verdadeira revolução – como bem citou Jancis Robinson – iniciada por pequenos vinhateiros. Os dados não mentem: menos de 0,5% dos rótulos andinos que chegam ao país são de vinícolas independentes.

São brancos, rosés, tintos e espumantes elaborados em pequena escala; a partir de terroirs selvagens, microclimas diferenciados, com resgate de uvas centenárias e modelos de produção livres e sustentáveis. E o mais interessante: têm seus rótulos anualmente premiados por publicações e especialistas, como Patricio Tapia (Descorchados), Tim Atkin (Master of Wine), James Suckling e Robert Parker. A importadora Novo Chile surgiu para representar ícones deste movimento. Atualmente, também traz ao Brasil vinhos das vinícolas Alchemy, Erasmo, Laura Hartwig, La Recova, OWM Wines, Trapi del Bueno e Villalobos. Para mais informações, acesse o site do Novo Chile.

Hipervinho nasce como único marketplace de vinhos no Brasil com mais de 4.500 rótulos

Hipervinho possui produtos em seu catálogo oriundos desde o Chile até o Líbano

Para oferecer os melhores produtos e as melhores experiências aos seus clientes, a Hipervinho tem realizado diversos estudos e investimentos em seu marketplace, que hoje é o maior gestor de vendas de vinhos no Brasil.

Antes mesmo de seu lançamento, a empresa já contava com mais de 80 lojas parceiras que juntas disponibilizam ao mercado mais de 4.500 rótulos de vinhos de diferentes países, aromas, intensidades e complexidades. Tudo para que o cliente tenha opções de escolhas para todo e qualquer tipo de evento, ou seja, desde um bom vinho para o dia a dia, até os mais refinados para comemorações especiais, como noivados e casamentos.

E se surgir dúvidas em relação à escolha, a plataforma conta ainda com filtros que ajudam a saber mais sobre os produtos com base na opinião de um sommelier.

Segundo o CEO da Hipervinho, André Maciente, a empresa preenche uma lacuna no segmento: “O consumidor pode realizar buscas a partir de filtros diferenciados e avançados. Com isso, o cliente encontrará diversas harmonizações, sabores e dicas, além de poder consultar sommeliers que estão à disposição para ajudar e instruir na escolha do produto”, analisa Maciente.

O marketplace conta com rótulos de países como a Áustria, Chile, Grécia, Líbano e Nova Zelândia, além dos nacionais. “Nosso propósito era trazer para o mercado um canal com ampla possibilidade de escolha e consultoria não só de compra, como também de vendas e com o aumento do consumo nos últimos meses, tivemos a certeza de que além de consultores e especialistas, a Hipervinho vem para o mercado como uma solução para quem busca encontrar tudo em lugar só com os melhores preços, sem ter que sair de casa”, finaliza o CEO.

Informações: Hipervinho

Vinícola Guatambu lança vinho em lata Mysterius

A nova bebida pretende descomplicar o consumo de vinhos para o público jovem brasileiro e para os jovens de espírito de todas as idades

Sim, os jovens brasileiros estão bebendo mais vinho desde o início da pandemia. Estudo realizado pela Dotz, afirma que o jovem de até 30 anos passou a consumir mais vinho, o aumento nessa faixa etária foi de 38%, o que indica uma mudança no comportamento de compra e hábitos de consumo.

Para aproveitar o momento e ajudar na democratização do vinho, a Vinícola Guatambu, juntamente com um grupo de empresários, desenvolveu o vinho Mysterius.

Como tudo começou

Ariel Kogan é de Mendoza, Argentina, e trabalha no universo do vinho desde 2009. Tem grande histórico no ativismo socioambiental em prol do desenvolvimento sustentável, e, em uma conversa sobre esse cenário e sobre a mudança de consumo de vinhos com o produtor da Vinícola Guatambu – uma das mais modernas do Brasil – Valter Potter, começaram a amadurecer a ideia sobre a produção de um vinho em lata, visto que a vinícola, tecnologicamente por meio de seus parceiros, estava pronta para encarar essa produção, porém em uma versão diferente: um vinho produzido especificamente para esse projeto.

Para completar o projeto, Ariel convidou o argentino Pablo, publicitário especializado em construção de marca e o empresário brasileiro Rafael Donatiello, com ampla expertise em vendas on-line e marketing digital. Assim se formou um time que deu origem à criação do Vinho Mysterius.

“O Brasil tem um potencial enorme para comportar essa nova tendência. Tanto para as novas gerações, quanto consumidores mais assíduos têm consumido vinho cada vez mais, sempre buscando novas experiências de formatos e sensoriais”, explica Ariel Kogan, diretor comercial.

A vinícola desenvolveu os vinhos especialmente para a versão em lata. “O lançamento da Mysterius é um marco para nós, da Guatambu. Além da praticidade, tem como diferencial o cuidado com o meio ambiente e a grande qualidade dos produtos”, declara Valter Potter, proprietário da vinícola.

Essência

Os vinhos Mysterius não se revelam de uma vez. Não são óbvios. Suas uvas amadurecem lentamente no silêncio e imensidão do pampa gaúcho. São cuidadosamente selecionadas e escondem uma sutileza que precisa ser investigada, descoberta. Para entender o enigma dos vinhos Mysterius, é preciso chegar de mansinho, de coração aberto, que o sabor oculto irá, aos poucos, se mostrar em todas suas nuances e delicadeza.

Além disso, o Mysterius é um vinho em lata, que traz inúmeros benefícios: é reciclável e diminui o desperdício daquele restinho chato que sobra na garrafa. Além disso, devido ao isolamento com o ambiente externo, a vedação à entrada de luz, a lata esfria mais rápido, protege o vinho dos raios UV e preserva todo o seu sabor. São democráticas e descomplicadas. As belas ilustrações são do artista plástico Fabio Issao. “A lata deixa a experiência mais despretensiosa, colocando de lado a cultura de ter de escolher a melhor taça ou harmonizar com o prato correto.” – explica Donatiello, diretor de marketing.

São duas opções:

Mysterius Veraz é um vinho tinto seco (com 14% de graduação alcoólica) e surpreendente, um corte de Cabernet Sauvignon, Tempranillo e Tannat.

Mysterius Intuição é um sedutor espumante (com 11,5% de graduação alcoólica), como deve ser: com aromas, borbulhas e todo o frescor.

“O Mysterius nasce para fazer um convite a todos sobre um novo estilo de beber vinho, sem muitas formalidades”, declara Pablo Nobel, sócio responsável pela comunicação.

Fonte: Musterius