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Como a produção da vacina a torna segura

O Brasil tornou-se referência mundial em vacinação, disponibilizando 19 vacinas para 20 doenças em seu Calendário Nacional de Vacinação. Anualmente, o Ministério da Saúde trabalha em campanhas para garantir que a cobertura de pessoas vacinadas atinja as metas necessárias para evitar epidemias de certas doenças.

Porém, algumas coberturas sofreram quedas nos últimos anos e, por conta disso, doenças ameaçam a população depois de anos de controle. Para que as pessoas não deixem de se vacinar, parte do objetivo das campanhas é garantir o entendimento de que a vacinação, além de muito necessária, é segura.

Por dento de etapas do processo de produção de algumas vacinas, o farmacêutico Henrique Silva explica como funciona esta fabricação para que o produto chegue seguro para a população. Hoje, Silva trabalha na área de Life Science da Merck, que fornece insumos para alguns fabricantes de vacina, e separou os principais processos que garantem a sua segurança:

Inativação do vírus

virus sarampo

A maior parte das vacinas contém o micro-organismo causador da doença, ou parte deste, para que o corpo crie imunidade contra ele. A aplicação de um vírus no corpo, por exemplo, pode gerar estranhamento, porém, o farmacêutico explica que este vírus passa por um processo de atenuação ou inativação antes de ser aplicado na vacina.

A inativação envolve tratamento químico ou a exposição a uma temperatura elevada, desta maneira, o vírus perde a capacidade de se reproduzir e logo, infectar a pessoa com a doença. “Os vírus são parasitas intracelulares obrigatórios, ou seja, não possuem todas as estruturas necessárias para se multiplicar sozinhos, para isso, ele precisa utilizar uma célula para duplicar o seu DNA. Quando está inativado, perde esta capacidade, garantindo que a pessoa recebedora da vacina não desenvolverá a doença”.

Uma vez que o processo é validado e submetido a constante controle de qualidade, o risco de produzir um lote de vacina com vírus ativado é nulo.

Eliminação de contaminantes

Com filtração e tratamentos químicos, o vírus e os componentes presentes na vacina são separados de qualquer contaminante externo que possa apresentar algum risco ao organismo.

São várias as etapas que passam por validação, inclusive as de filtração, visando garantir que cumpram efetivamente com a sua função. Desta maneira, serão removidas todas as demais substâncias produzidas pelas células e eventuais impurezas, as quais não devem estar presentes na vacina.

Armazenamento

Uma etapa importante para garantir a eficácia das vacinas é o armazenamento adequado. Durante toda a produção, as vacinas são armazenadas em tanques de aço ou bolsas plásticas. Essas bolsas são produzidas com um material de alta qualidade e tecnologia para que nenhum componente presente no plástico contagie o conteúdo. Isto garante que a vacina fique livre de qualquer contaminante.

Vigilância e controle de qualidade

A segurança da vacina é principalmente garantida pela pesquisa clínica, realizada previamente a autorização para comercialização de toda substância medicamentosa. Na manufatura, a segurança é compartilhada pela vigilância e controle de qualidade. “Para começar, as fábricas precisam de uma licença de funcionamento que é concedida após rigorosas e necessárias inspeções das agências regulatórios do país”, explica Silva.

Durante todo o desenvolvimento do processo, diversas avaliações são executadas para cada etapa de produção, garantindo que cada uma cumpra com o objetivo a que se destinam e assim garantam a segurança.

Além disso, todas as vacinas devem ser registradas e conseguem aprovação de comercialização apenas após a apresentação de diversos documentos que garantem as boas práticas e a comprovação que existe segurança para o uso humano.

Mas afinal, como funciona a vacina?

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Foto: Portal Brasil

Ao chegar no organismo, a bactéria ou vírus inativado estimula o sistema imunológico a criar uma memória. Desta maneira, o organismo já entendeu que aquele vírus representa uma ameaça para ele e consegue responder muito mais rápido caso o vírus original e ativado aparecer no corpo.

“O nosso corpo tem a capacidade de gravar que uma célula é perigosa para ele e criar ferramentas para se proteger contra ela, e é assim que a vacina funciona. Antes mesmo de você adquirir uma doença, o seu organismo já aprendeu a se proteger dela e assim, você ficará protegido”, complementa o farmacêutico.

Fonte: Merck

Gel antisséptico Mahogany hidrata e protege contra vírus e bactérias

Basta o inverno se aproximar para que os surtos de gripe e doenças respiratórias comecem a surgir. O mais famoso dos vírus que aparecem nessa época do ano é o da Influenza A, conhecido como H1N1. Para evitar a contaminação, o melhor remédio é a prevenção.

Existem diversas maneiras de se proteger desses vírus, uma delas é a higienização das mãos com álcool em gel. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o uso de um produto antisséptico, por exemplo, o álcool 70% em gel ou líquido, ameniza o risco de contaminação pelo vírus.

Para hidratar e proteger as mãos ao mesmo tempo, a Mahogany apresenta o Gel Antisséptico Hidratante com álcool 70%, nas versões de 440 g, própria para deixar na entrada de casa, escritório e consultório e 75 g, em forma de bisnaga ideal para se ter na bolsa e prática para qualquer momento do dia.

A eficácia é testada e aprovada pela eliminação de até 99,99% dos micróbios em até 60 segundos, e o melhor de tudo: sem ressecar a pele. Além disso, a composição traz ativos altamente hidratantes como a manteiga de karité e extrato de amêndoas, que conferem maciez e suavidade à pele, além da função de proteção contra vírus e bactérias, que é característica do gel antisséptico.

Preços sugeridos: R$ 19,00 (75 g) e R$ 49,00 (440 g).

Informações: Mahogany – SAC: (11) 3686-6999