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Luvas descartáveis dão sensação enganosa de segurança

Nos supermercados, na feira semanal, na vida cotidiana: cada vez mais pessoas são vistas não apenas com máscaras faciais, mas também com luvas descartáveis para se protegerem do coronavírus Sars-Cov-2. Há semanas que as luvas estão esgotadas em muitas farmácias em todo o mundo.

O uso de luvas descartáveis é uma ideia óbvia, afinal, a infecção pelo coronavírus é causada por gotículas, por exemplo, através da tosse ou espirro, mas também pelo tato: quando se toca em alguma coisa, os patógenos passam para as mãos. Tocando o rosto, olhos, nariz ou boca com as mãos, o vírus acaba entrando no corpo.

Embora luvas descartáveis sejam usadas em consultórios médicos ou por paramédicos, ela protegem as mãos apenas de contaminação grosseira, como sangue ou outros fluidos corporais.

Elas só conseguem proteger da contaminação por bactérias e vírus por um período muito curto. Pois o material usado nas luvas descartáveis é poroso, e quanto mais elas são usadas, mais facilmente os patógenos podem penetrar por meio da membrana supostamente protetora.

Essa é uma das razões pelas quais uma equipe médica limpa e desinfeta as mãos cuidadosamente após o uso de luvas descartáveis. Elas não substituem, de forma alguma, essas simples regras de higiene.

Luvas descartáveis só protegem contra vírus e bactérias por muito pouco tempo

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Envato

Luvas de uso único feitas de vinil, látex ou nitrila transmitem uma sensação de esterilidade, mas essa sensação de segurança é enganosa. Embora muitas pessoas acabem tomando mais cuidado para não tocar no rosto quando usam luvas descartáveis, isso acontece acidentalmente com frequência.

Luvas descartáveis podem até aumentar o risco de uma infecção, pois a pele começa a suar muito rapidamente sob as luvas. E o clima quente e úmido é o ambiente ideal para bactérias e vírus de todos os tipos.

O pneumologista Jens Mathews descreve as luvas descartáveis como “espalhadoras” do coronavírus. Além de não oferecerem proteção, são contraproducentes, explica. Em muito pouco tempo, uma luva descartável usada tem muito mais bactérias em sua superfície do que uma mão recém-lavada, diz o médico.

Já há anos o médico Ojan Assadian, presidente da Sociedade Austríaca de Higiene Hospitalar, adverte contra o uso incorreto de luvas descartáveis. “Eu não recomendaria, de forma alguma, que pessoas sem treinamento médico usassem luvas descartáveis no dia a dia”, afirma.

“É preciso certo nível de conhecimento e prática para retirá-las de tal maneira que os microrganismos coletados permaneçam em suas superfícies e os usuários das luvas não os espalhem pelas mãos, pulsos ou mangas da camisa ao tirá-las”, explica o infectologista em entrevista ao site pflege-online.de.

luvas descartaveis

Quem quer proteger a si e aos outros do coronavírus pode, portanto, se ater às medidas de proteção e higiene e deixar as luvas descartáveis de lado. Quem mesmo assim preferir utilizar luvas de uso único deve ao menos descartá-las corretamente após o uso e não – como infelizmente é observado com frequência no momento – simplesmente jogá-las fora.

Jogar luvas descartáveis usadas na rua ou em espaço público ou “esquecê-las” em carrinhos de compras é um comportamento negligente e antissocial. Como as máscaras de proteção, elas devem ser descartadas em saco fechado no lixo não reciclável.

Fonte: Climatempo

Coronavírus e os objetos do dia a dia: saiba como se prevenir do contágio

Especialista Anhanguera de Guarulhos aponta quais são os objetos extremamente suscetíveis para disseminação da Covid-19 e como fazer para diminuir as chances de contaminação

De repente, tudo em nossa volta se tornou uma ameaça. Não é exagero pensar que estamos vivendo num ambiente atual completamente hostil, já que o coronavírus (Covid-19) tem um poder de disseminação altíssimo e a capacidade de ser levado para os quatro cantos de uma localidade em qualquer tipo de objeto. Por isso, em tempos de quarentena, sair de casa se tornou algo tão arriscado: voltar ao ambiente doméstico portando objetos pessoais contaminados pelo vírus é extremamente fácil de acontecer.

O professor do curso de Biomedicina da Anhanguera Guarulhos, Sergio de Mendonça, explica que o vírus não tem a capacidade de se replicar em contato com objetos, mas alerta. “Ele pode sobreviver por dias nesses locais e objetos e quando encontra uma célula animal (humana) começa a se replicar. O vírus é transmitido pelas gotículas respiratórias, mas acaba se fixando em objetos. Por isso, a transmissão comunitária não é apenas de pessoa para pessoa, mas também de pessoa e objeto contaminado”, ressalta.

bolsa aberta

E que fique bem claro: os nossos pertences pessoais são prato cheio para o Covid-19. “Roupas, bolsas, chaves, sapatos e celulares. Todos têm extrema propensão de fixar o vírus. Uma chave por exemplo pode cair no chão, o celular está em contato direto com a boca ou a mão e a bolsa pode ser colocada em qualquer canto, em cadeiras e no chão contaminado”, exemplifica o biólogo.

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Foto: Nuzree/Pixabay

A dica para resolver a situação é muito simples, mas poucos, segundo a especialista, fazem com eficiência. “O ideal é chegar em casa, tirar a roupa do corpo e colocar dentro de uma sacola ou direto para lavar. Já os sapatos, é possível colocar a sola numa solução diluída de água com hipoclorito de sódio (água sanitária) num pano embebido e deixar para fora de casa”, comenta.

smartphone limpeza celular

Para aqueles objetos que inevitavelmente vão para dentro do lar como embalagens de supermercados, chaves ou celulares, o álcool 70% é extremamente eficiente, mas aqui vai uma dica. “Não adianta só passar ou borrifar o álcool. O ideal é pegar um pano limpo e friccionar nos objetos para que a limpeza seja de fato eficiente”, pontua.

lavando maos lavar mãos pixabay

Outra dica está ligada à importância da água e sabão para a limpeza das mãos. De acordo com o coordenador, muitos estão apenas usando o álcool gel ou álcool líquido, o que pode gerar uma limpeza que não atinge os 100% de eficácia. “O álcool gel não tem a capacidade de tirar a gordura que está em nossa mão. Ele pode até reduzir o número de vírus, mas não exterminar completamente”.

Fonte: Anhanguera

Uso contínuo do álcool gel exige cuidados com a hidratação das mãos

Produto é um grande aliado na luta contra a Covid-19 e deve ser usado frequentemente. Para evitar o ressecamento que pode causar na pele das mãos, é recomendado o uso de hidratantes apropriados

Desde 31 de dezembro de 2019, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu o primeiro alerta do novo coronavírus, a Covid-19 se alastrou e o mundo vem travando uma intensa batalha para detê-lo. Entre as recomendações médicas, estão: evitar contato físico, etiqueta respiratória, não compartilhar objetos de uso pessoal, manter os ambientes ventilados, não frequentar locais com aglomerações e higienizar bem as mãos com água e sabão ou álcool gel.

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“Esse é um problema grave para a saúde pública do Brasil. Vemos os números aumentarem diariamente, mas manter-se calmo e informar-se corretamente são os recursos importantes para lidar com a doença neste momento”, afirma o dermatologista André Piancastelli. Assim como o Ministério da Saúde, a Sociedade Brasileira de Dermatologia, da qual Piancastelli faz parte, indica utilizar álcool gel na impossibilidade de lavar as mãos com água corrente e sabonete.

O álcool gel recomendado é o 70% medicinal, que é apropriado para a pele e diminui o tempo de vida do vírus para um minuto, em até 70% dos casos. Devido a sua alta sobrevivência em superfícies — nas de metal, vidro e plástico é de nove dias –, o cuidado com a higiene das mãos torna-se fundamental para evitar contaminações.

“Graças a eficácia e praticidade de uso, o álcool gel é um grande aliado na luta contra o Covid-19. É importante usá-lo continuamente, mas com atenção ao ressecamento que pode causar na pele”, completa Piancastelli.

O uso frequente do produto compromete a camada de gordura e reduz a umidade natural da pele. Além disso, lavar as mãos continuamente pode causar o ressecamento, pois, o excesso de água retira o NMF, sigla em inglês para fator de hidratação natural. Esse importante fator é solúvel em água e é fundamental para a descamação normal da pele.

As mãos, então, ficam com sensação de ressecamento, aspereza e aspecto descamativo. O ressecamento também compromete a função de barreira da pele, contribuindo para o surgimento de dermatites e outras patologias. Para contornar esse ponto, a Sociedade Brasileira de Dermatologia indica a aplicação de cremes e loções hidratantes de três a quatro vezes ao dia, sempre após o álcool gel evaporar por completo das mãos.

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Ao escolher o hidratante, é importante considerar o tipo de pele para que o efeito seja o desejado. A linha Cetaphil conta com produtos específicos e que podem evitar o ressecamento das mãos.

Fonte: Cetaphil

A importância de higienizar corretamente os pincéis de make

Infelizmente uma pandemia se espalhou pelo mundo e todo o cuidado que podemos ter para impedir que o vírus se espalhe ainda mais é necessário nesse momento. Ainda não foram desenvolvidos medicamentos para combater o novo coronavírus, mas sabemos que ele detesta limpeza e dificilmente se propaga em ambientes limpos.

Por isso, a importância de sempre lavar as mãos com água e sabão, na falta dele, pode usar álcool 70 e não levar as mãos sujas perto da boca, olhos e nariz. Além disso, superfícies como teclados, telefones e mesas que são usadas por muitas pessoas ao longo do dia também precisam ser higienizadas.

E essa regra vale para as maquiagens e pincéis! Não é hora de emprestar para a amiga o seu pincel, máscara de cílios ou batom favorito. O contato desses objetos com a mucosa da boca, olhos e nariz é suficiente para propagar o vírus. Mas, isso não é novidade para ninguém, afinal, por muitas vezes vemos casos de fungos, vírus e bactérias que são passados por conta de pincéis e itens de make emprestados. Além disso, mantenha os pincéis higienizados, com produtos próprios para isso.

Mas e quem trabalha com maquiagem, como lidar com o fluxo de clientes? É importante sempre higienizar os pincéis utilizados após realizar uma maquiagem. E se o próximo cliente está chegando, o ideal é pegar outro conjunto de pincéis enquanto o anterior é devidamente higienizado. Quantos aos produtos, é melhor optar sempre por passá-los com pincéis e não diretamente na pele, nos casos de corretivo e batom, principalmente. A máscara de cílios pode ser utilizada com pincéis descartáveis, assim como as sombras. Alguns maquiadores já adotam essa rotina, mas é importante que todos se atentem a esses detalhes durante esse surto.

Usar higienizadores de pincéis é simples e bem eficaz. A Koloss Cosméticos, por exemplo, tem um produto que é em spray, super prático para aplicar. O sabonete líquido higienizador foi formulado para retirar o acúmulo de maquiagem dos pincéis, limpando-os profundamente. O melhor é que ele não precisa de enxágue, portanto, rapidamente os pincéis poderão ser utilizados novamente.

Para usá-lo basta borrifar o produto em uma toalha ou papel absorvente e depois passar os pincéis com movimentos suaves em cima. Dessa forma, os pigmentos saem, deixando os pincéis livres do acúmulo de maquiagem.

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A melhor maneira de evitar a propagação de vírus é sempre limpando os pincéis corretamente após cada uso. Disponibilizar álcool 70 no ambiente de trabalho também é importante e ajuda no combate ao coronavírus.

A mortalidade das pessoas contaminadas com o novo coronavírus, segundo os pesquisadores, é baixa, atingindo principalmente idosos e pessoas com doenças crônicas. Porém, a propagação é muito rápida e em semanas, o Brasil deve ter muitos casos confirmados. Portanto, incluir maneiras de minimizar o problema é necessário e todos devem ficar atentos com as normas de segurança.

Informações: Koloss Cosméticos

Coronavírus: como reforçar o sistema imunológico para dificultar contaminação*

O coronavírus chegou ao Brasil e colocou governos e órgãos de saúde em alerta máximo. A propagação do covid-19, como vimos na China, é rápida e requer uma série de cuidados. A chave para a proteção não está somente em ter um ambiente esterilizado. É preciso que tenhamos cuidados diários para o fortalecimento do sistema imunológico, pois é ele o responsável por proteger nosso organismo e responder a ataques provocados por vírus e bactérias. E isso passa, necessariamente, pelo delicado equilíbrio entre o corpo e a mente.

O surgimento do novo vírus e a pandemia que enfrentamos hoje decorrem de um grande desequilíbrio ambiental, que permitiu a sua multiplicação em um ambiente lotado de pessoas com sistemas imunológicos debilitados ou incapazes de conhecerem esta classe de micro-organismos como sendo de alto risco.

Por isso, ações preventivas são a resposta para minimizar esses fatores. O melhor a fazer é reforçar as defesas do nosso organismo para tentar barrar as ameaças externas. Nos seres humanos, as baixas atividades imunológicas ocorrem quando há desequilíbrios fisiológicos e emocionais.

Neste processo de proteção, tudo começa na comida, já que o intestino representa 90% em um processo imune. Por isso, é necessário cuidar da qualidade dos alimentos que colocamos na nossa mesa e manter em equilíbrio as emoções e pensamentos. Esta, certamente, é a parte mais difícil.

Evitar alimentos industrializados e fontes de carboidratos simples, como açúcar refinado e os sucos industrializados compostos por néctar, e investir na reconstituição da microbiologia, são imprescindíveis, pois mais de 50% das pessoas estão com alguma deficiência em relação aos bacilos que formam e promovem a microbiota intestinal. Nesse sentido, alguns alimentos são indispensáveis: inhame, rabanete, nabo, couve, brócolis e vegetais escuros. Frutas cítricas, como limão e laranja, tomate e linhaça, são outros itens que não podem faltar na mesa durante o processo de fortalecimento da imunidade.

É possível, ainda, lançar mão dos complementos alimentares, como ômega-3, lactobacilos e fibras alimentares. Seja em cápsulas ou na forma de chás, a cúrcuma, a maca peruana, a equinácea, o ginseng, o gingko biloba, astragalus, anis estrelado e a erva-moura também são aliados de peso na construção da saúde.

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Outro passo importante é controlar o estresse, pois um dos hormônios liberado nestas condições é o cortisol, que, em desequilíbrio, interfere na qualidade do sono, o que resultará na predisposição a contaminações. Sabemos que, em tempos modernos, é difícil se manter livre do estresse e até mesmo desfrutar de uma boa noite de sono, mas estes são fatores preponderantes para que o nosso organismo esteja forte. Um caminho para quem precisa atingir esse estágio é a prática diária de atividade física. Além de preparar o corpo, a liberação de endorfina ajuda a combater o estresse e a melhorar a qualidade do sono. Tudo está interligado.

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Depois desses cuidados, entram em cena as dicas referentes ao ambiente. Deve-se tanto higienizar constantemente as mãos e evitar ambientes abafados quanto evitar pessoas, relacionamentos e ambientes emocionalmente “tóxicos”. Outro fator importante é evitar a contaminação eletromagnética, mantendo o celular longe do corpo sempre que possível e, à noite, fora do quarto.

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A exposição (com proteção) ao sol e a ambientes naturais é tão vital quanto selecionarmos melhor as informações e programas que assistimos, além das músicas que ouvimos. A boa noite de sono, cada vez mais rara, tem valor fundamental para o nosso equilíbrio. No mais, procure manter a mente em constante funcionamento, seja estudando idiomas, culturas ou tocando algum instrumento musical. E tente, sempre que possível, trabalhar menos e viajar mais. Sempre que possível, claro.

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*Fernando Facini é terapeuta quântico, especialista em saúde integral, diretor de prevenção a doenças no Instituto Mispá, bacharel em Educação Física pela PUC de Campinas.

Como proteger idosos do novo coronavírus

Grupo DG Sênior dá dicas de prevenção à doença para pessoas da terceira idade

Prevenção é a palavra de ordem quando o assunto é o novo coronavírus, especialmente quando se trata de pessoas acima de 60 anos. Um Estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China aponta que a letalidade progride de acordo com a faixa etária e, em pessoas com mais de 80 anos é de 15%.

Diante disso, o Grupo DG Sênior, que atua há 35 anos com residenciais especializados para pessoas idosas, criou uma cartilha dando dicas de prevenção.

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Dica 1: lavar bem as mãos com sabão até os cotovelos sem esquecer de esfregar entre os dedos. Dê preferência a sabonete líquido.

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Foto: Clean Hands JA

Dica 2: utilize álcool 70% para substituir a lavagem das mãos ou até para finalizar.

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Dica3: em ambiente público, evite passar a mão na boca, olhos e nariz já que o vírus é transmitido por vias aéreas e pelo contato com secreções respiratórias.

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Dica 4: manter limpos os ambientes. Higienizar superfícies, móveis e até o celular com produtos desinfetantes.

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Pixabay

Dica 5: prefira não cumprimentar as pessoas com beijo no rosto. O contato próximo e a saliva devem ser evitados.

vacina

Dica 6: estar com vacinas contra gripe em dia.

“Pegar uma gripe e o coronavírus ao mesmo tempo pode gerar uma infecção cruzada e potencializar as duas doenças. Isso proporciona a queda do sistema imunológico e consequentemente aumenta os riscos de letalidade”, explica Marcella dos Santos, enfermeira chefe do Grupo DG Sênior.

idosos

“É comum esquecermos de manter o controle sobre outras doenças quando aparece uma epidemia como coronavírus, no entanto, se o organismo estiver forte as chances de uma nova infecção levar o paciente à morte é muito menor”, conclui Marcella.

Manter-se saudável e no controle é a principal dica contra o coronavírus.

Fonte: Grupo DG Sênior

Coronavírus: como reforçar o sistema imunológico para dificultar contaminação*

O coronavírus chegou ao Brasil e colocou governos e órgãos de Saúde em alerta máximo. A propagação do COVID-19, como vimos na China, é rápida e requer uma série de cuidados. A chave para a proteção não está somente em ter um ambiente esterilizado. É preciso que tenhamos cuidados diários para o fortalecimento do sistema imunológico, pois é ele o responsável por proteger nosso organismo e responder a ataques provocados por vírus e bactérias. E isso passa, necessariamente, pelo delicado equilíbrio entre o corpo e a mente.

O surgimento do novo vírus e a pandemia que enfrentamos hoje decorrem de um grande desequilíbrio ambiental, que permitiu a sua multiplicação em um ambiente lotado de pessoas com sistemas imunológicos debilitados ou incapazes de conhecerem esta classe de micro-organismos como sendo de alto risco.

Por isso, ações preventivas são a resposta para minimizar esses fatores. O melhor a fazer é reforçar as defesas do nosso organismo para tentar barrar as ameaças externas. Nos seres humanos, as baixas atividades imunológicas ocorrem quando há desequilíbrios fisiológicos e emocionais.

Neste processo de proteção, tudo começa na comida, já que o intestino representa 90% em um processo imune. Por isso, é necessário cuidar da qualidade dos alimentos que colocamos na nossa mesa e manter em equilíbrio as emoções e pensamentos. Esta, certamente, é a parte mais difícil.

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Evitar alimentos industrializados e fontes de carboidratos simples, como açúcar refinado e os sucos industrializados compostos por néctar, e investir na reconstituição da microbiologia, são imprescindíveis, pois mais de 50% das pessoas estão com alguma deficiência em relação aos bacilos que formam e promovem a microbiota intestinal. Nesse sentido, alguns alimentos são indispensáveis: inhame, rabanete, nabo, couve, brócolis e vegetais escuros. Frutas cítricas, como limão e laranja, tomate e linhaça, são outros itens que não podem faltar na mesa durante o processo de fortalecimento da imunidade.

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Foto: Frontier-Co-op

É possível, ainda, lançar mão dos complementos alimentares, como ômega-3, lactobacilos e fibras alimentares. Seja em cápsulas ou na forma de chás, a cúrcuma, a maca peruana, a equinácea, o ginseng, o gingko biloba, astragalus, anis estrelado e a erva moura também são aliados de peso na construção da saúde.

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Outro passo importante é controlar o estresse, pois um dos hormônios liberado nestas condições é o cortisol, que, em desequilíbrio, interfere na qualidade do sono, o que resultará na predisposição a contaminações. Sabemos que, em tempos modernos, é difícil se manter livre do estresse e até mesmo desfrutar de uma boa noite de sono, mas estes são fatores preponderantes para que o nosso organismo esteja forte. Um caminho para quem precisa atingir esse estágio é a prática diária de atividade física. Além de preparar o corpo, a liberação de endorfina ajuda a combater o estresse e a melhorar a qualidade do sono. Tudo está interligado.

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Depois desses cuidados, entram em cena as dicas referentes ao ambiente. Deve-se tanto higienizar constantemente as mãos e evitar ambientes abafados quanto evitar pessoas, relacionamentos e ambientes emocionalmente “tóxicos”. Outro fator importante é evitar a contaminação eletromagnética, mantendo o celular longe do corpo sempre que possível e, à noite, fora do quarto.

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Pixabay

A exposição (com proteção) ao sol e a ambientes naturais é tão vital quanto selecionarmos melhor as informações e programas que assistimos, além das músicas que ouvimos. A boa noite de sono, cada vez mais rara, tem valor fundamental para o nosso equilíbrio. No mais, procure manter a mente em constante funcionamento, seja estudando idiomas, culturas ou tocando algum instrumento musical. E tente, sempre que possível, trabalhar menos e viajar mais. Sempre que possível, claro.

*Fernando Facini é terapeuta quântico, especialista em saúde integral, diretor de prevenção a doenças no Instituto Mispá, bacharel em Educação Física pela PUC de Campinas.

Coronavírus: SBI e AMB lançam documento para esclarecer dúvidas

A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), em parceria com a Associação Médica Brasileira (AMB), reuniu em um documento as principais perguntas e respostas sobre o novo Coronavírus, que surgiu na China e tem colocado o mundo todo em alerta. A ideia é esclarecer as dúvidas de profissionais da saúde e do restante da população sobre o assunto.

O documento** esclarece, por exemplo, o que são coronavírus, o que caracteriza o novo tipo, como ele foi identificado, as origens do surto atual, além de informações técnicas sobre transmissão, incubação, sintomas, tratamento, casos no Brasil e riscos de epidemia global.

No Brasil há um caso de coronavírus sob suspeita¹, registrado em Minas Gerais. Trata-se de uma mulher de 22 anos que esteve na China recentemente. Ela foi atendida em um hospital de Belo Horizonte com sintomas de doença respiratória e está isolada. O ciclo de 14 pessoas que tiveram contato com a paciente também está sendo observado. Estas pessoas próximas a ela não estão em isolamento, pois não manifestaram sintomas. A análise genômica da paciente que comprovará a existência do vírus tem a previsão de ser divulgada na próxima sexta-feira (31/1).*

Abaixo, o conteúdo do documento:

O que são coronavírus?
Os coronavírus (CoV) compõem uma grande família de vírus, conhecidos desde meados da década de 1960, que receberam esse nome devido às espículas na sua superfície, que lembram uma coroa (do inglês crown). Podem causar desde um resfriado comum até síndromes respiratórias graves, como a síndrome respiratória aguda grave (SARS, do inglês Severe Acute Respiratory Syndrome) e a síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS, do inglês Middle East Respiratory Syndrome). Os vírus foram
denominados SARS-CoV e MERS-CoV, respectivamente.

coronavirus

O que é este novo coronavírus?
Trata-se de uma nova variante do coronavírus, denominada 2019-nCoV, até então não identificada em humanos. Até o aparecimento do 2019-nCoV, existiam apenas seis cepas conhecidas capazes de infectar humanos, incluindo o SARS-CoV e MERS-CoV.
Recomendamos evitar os termos “nova gripe causada pelo coronavírus” porque gripe é uma infecção respiratória causada pelo vírus influenza.

Como este novo coronavírus foi identificado?
O novo coronavírus foi identificado em investigação epidemiológica e laboratorial, após a notificação de casos de pneumonia de causa desconhecida entre dezembro/2019 e janeiro/2020, diagnosticados inicialmente na cidade chinesa de Wuhan, capital da província de Hubei. Centenas de casos já foram detectados na China. Outros casos importados foram registrados na Tailândia, Japão, Coreia do Sul,
Taiwan, Vietnã, Cingapura, Arábia Saudita e Estados Unidos da América; todos estiveram em Wuhan.

Qual a origem do surto atual?
A origem ainda não está elucidada. Acredita-se que a fonte primária do vírus seja em um mercado de frutos do mar e animais vivos em Wuhan.

mercado chines
Primata conhecido como Slow Loris à venda no mercado de Wuhan –  Foto: Liz Bennett

Os coronavírus podem ser transmitidos de animais para humanos?
Sim. Investigações detalhadas descobriram que o SARS-CoV foi transmitido de civetas (gatos selvagens) para humanos na China, em 2002, e o MERS-CoV de dromedários para humanos na Arábia Saudita, em 2012. Porém, existem vários coronavírus que causam infecção animal. Na maioria, infectam apenas uma espécie ou algumas espécies intimamente relacionadas, como morcegos, aves, porcos, macacos, gatos,
cães e roedores, entre outros.

A transmissão do coronavírus acontece entre humanos?
Sim. Alguns coronavírus são capazes de infectar humanos e podem ser transmitidos de pessoa a pessoa pelo ar (secreções aéreas do paciente infectado) ou por contato pessoal com secreções contaminadas. Porém, outros coronavírus não são transmitidos para humanos, sem que haja uma mutação. Na maior parte dos casos, a transmissão é limitada e se dá por contato próximo, ou seja, qualquer pessoa que cuidou do paciente, incluindo profissionais de saúde ou membro da família; que tenha tido contato físico
com o paciente; tenha permanecido no mesmo local que o paciente doente.

Official Photo by Wang Yu Ching Office of the President
Official Photo by Wang Yu Ching / Office of the President

Há transmissão sustentada do novo coronavírus?
Até agora, não há evidências. Está limitada a grupos familiares e profissionais de saúde que cuidaram de pacientes infectados. Também não há evidências de transmissão de pessoa a pessoa fora da China, mas isso não significa que não aconteça.

Qual é o período de incubação desta nova variante do coronavírus?
Ainda não há uma informação exata. Presume-se que o tempo de exposição ao vírus e o início dos sintomas seja de até duas semanas.

Quais são os sintomas de uma pessoa infectada por um coronavírus?
Pode variar desde casos assintomáticos, casos de infecções de vias aéreas superiores semelhante ao resfriado, até casos graves com pneumonia e insuficiência respiratória aguda, com dificuldade respiratória. Crianças de pouca idade, idosos e pacientes com baixa imunidade podem apresentar manifestações mais graves. No caso do 2019-nCov, ainda não há relato de infecção sintomática em crianças ou adolescentes.

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iStock

Como ocorre o contágio e qual é a gravidade do novo coronavírus?
Não se sabe até o momento. Alguns vírus de transmissão aérea são altamente contagiosos, como o sarampo, enquanto outros são menos. Ainda não está claro com que facilidade o 2019-nCoV é transmitido de pessoa para pessoa. Até que tenhamos esta informação mais acurada, recomenda-se que as precauções e isolamentos sejam adotados. Quanto à gravidade, devemos acompanhar a evolução da epidemia. Pelos dados iniciais publicados, a estimativa inicial é de que a letalidade seja em torno de 3%
(26 mortes em 912 casos), inferior à do SARS-CoV e do MERS-CoV.

Como é feita a confirmação do diagnóstico do novo coronavírus?
Exames laboratoriais realizados por biologia molecular identificam o material genético do vírus em secreções respiratórias.

Existe um tratamento para o novo coronavírus?
Não há um medicamento específico. Indica-se repouso e ingestão de líquidos, além de medidas para aliviar os sintomas, como analgésicos e antitérmicos. Nos casos de maior gravidade com pneumonia e insuficiência respiratória, suplemento de oxigênio e mesmo ventilação mecânica podem ser necessários.

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Como reduzir o risco de infecção pelo novo coronavírus?
 Evitar contato próximo com pessoas com infecções respiratórias agudas;
 Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente e antes de se alimentar;
 Usar lenço descartável para higiene nasal;
 Cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir;
 Evitar tocar nas mucosas dos olhos;
 Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
 Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
 Manter os ambientes bem ventilados;
 Evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações.

Existe uma vacina para o novo coronavírus?
Como a doença é nova, não há vacina até o momento.

Tomei a vacina contra a gripe. Estou protegido contra o novo coronavírus?
Não. A vacina da gripe protege somente contra o vírus influenza.

Estão contraindicadas as viagens para a China e para os países com casos importados?
Com base nas informações atualmente disponíveis, a Organização Mundial da Saúde (OMS) não recomenda restrição de viagens ou comércio. Devemos acompanhar as recomendações, que são dinâmicas e podem mudar de um dia para outro.

Temos casos do novo coronavírus no Brasil?
*Na abertura do texto, comentamos sobre um caso suspeito, em Minas Gerais¹.

Qual é a definição de caso suspeito?
Febre acompanhada de sintomas respiratórios, além de atender a uma das duas seguintes situações: ter viajado nos últimos 14 dias antes do início dos sintomas para área de transmissão local (cidade de Wuhan) ou ter tido contato próximo com um caso suspeito ou confirmado. Febre pode não estar presente em casos de alguns pacientes, como idosos, imunocomprometidos ou que tenham utilizado antitérmicos.

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Qual é a orientação diante da detecção de um caso suspeito?
Os casos suspeitos devem ser mantidos em isolamento enquanto houver sinais e sintomas clínicos. Paciente deve utilizar máscara cirúrgica a partir do momento da suspeita e ser mantido preferencialmente em quarto privativo. Profissionais da saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção). Para a realização de
procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias, como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizada precaução por aerossóis, com uso de máscara profissional PFF2 (N95). Estas são as recomendações atuais do Ministério da Saúde.

Há risco de epidemia global?
Sim, mas não há motivo para pânico neste momento. O Comitê de Emergência da OMS declarou que é cedo para declarar a situação como emergência em saúde pública de interesse internacional neste momento, devido ao número limitado e localizado de casos e pelas medidas que já estão sendo tomadas para que o surto não se espalhe.

Fontes: Ministério da Saúde do Brasil / Organização Mundial da Saúde (OMS) / Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

**Documento elaborado pelos médicos infectologistas: Dr. Leonardo Weissmann, Dra. Tânia do Socorro Souza Chaves, Dr. Clóvis Arns da Cunha e Dr. Alberto Chebabo.

¹Após o fechamento deste post, mais dois casos suspeitos foram reportados pelo Ministério da Saúde, um em Curitiba, no Paraná e outro em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.

Como a produção da vacina a torna segura

O Brasil tornou-se referência mundial em vacinação, disponibilizando 19 vacinas para 20 doenças em seu Calendário Nacional de Vacinação. Anualmente, o Ministério da Saúde trabalha em campanhas para garantir que a cobertura de pessoas vacinadas atinja as metas necessárias para evitar epidemias de certas doenças.

Porém, algumas coberturas sofreram quedas nos últimos anos e, por conta disso, doenças ameaçam a população depois de anos de controle. Para que as pessoas não deixem de se vacinar, parte do objetivo das campanhas é garantir o entendimento de que a vacinação, além de muito necessária, é segura.

Por dento de etapas do processo de produção de algumas vacinas, o farmacêutico Henrique Silva explica como funciona esta fabricação para que o produto chegue seguro para a população. Hoje, Silva trabalha na área de Life Science da Merck, que fornece insumos para alguns fabricantes de vacina, e separou os principais processos que garantem a sua segurança:

Inativação do vírus

virus sarampo

A maior parte das vacinas contém o micro-organismo causador da doença, ou parte deste, para que o corpo crie imunidade contra ele. A aplicação de um vírus no corpo, por exemplo, pode gerar estranhamento, porém, o farmacêutico explica que este vírus passa por um processo de atenuação ou inativação antes de ser aplicado na vacina.

A inativação envolve tratamento químico ou a exposição a uma temperatura elevada, desta maneira, o vírus perde a capacidade de se reproduzir e logo, infectar a pessoa com a doença. “Os vírus são parasitas intracelulares obrigatórios, ou seja, não possuem todas as estruturas necessárias para se multiplicar sozinhos, para isso, ele precisa utilizar uma célula para duplicar o seu DNA. Quando está inativado, perde esta capacidade, garantindo que a pessoa recebedora da vacina não desenvolverá a doença”.

Uma vez que o processo é validado e submetido a constante controle de qualidade, o risco de produzir um lote de vacina com vírus ativado é nulo.

Eliminação de contaminantes

Com filtração e tratamentos químicos, o vírus e os componentes presentes na vacina são separados de qualquer contaminante externo que possa apresentar algum risco ao organismo.

São várias as etapas que passam por validação, inclusive as de filtração, visando garantir que cumpram efetivamente com a sua função. Desta maneira, serão removidas todas as demais substâncias produzidas pelas células e eventuais impurezas, as quais não devem estar presentes na vacina.

Armazenamento

Uma etapa importante para garantir a eficácia das vacinas é o armazenamento adequado. Durante toda a produção, as vacinas são armazenadas em tanques de aço ou bolsas plásticas. Essas bolsas são produzidas com um material de alta qualidade e tecnologia para que nenhum componente presente no plástico contagie o conteúdo. Isto garante que a vacina fique livre de qualquer contaminante.

Vigilância e controle de qualidade

A segurança da vacina é principalmente garantida pela pesquisa clínica, realizada previamente a autorização para comercialização de toda substância medicamentosa. Na manufatura, a segurança é compartilhada pela vigilância e controle de qualidade. “Para começar, as fábricas precisam de uma licença de funcionamento que é concedida após rigorosas e necessárias inspeções das agências regulatórios do país”, explica Silva.

Durante todo o desenvolvimento do processo, diversas avaliações são executadas para cada etapa de produção, garantindo que cada uma cumpra com o objetivo a que se destinam e assim garantam a segurança.

Além disso, todas as vacinas devem ser registradas e conseguem aprovação de comercialização apenas após a apresentação de diversos documentos que garantem as boas práticas e a comprovação que existe segurança para o uso humano.

Mas afinal, como funciona a vacina?

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Foto: Portal Brasil

Ao chegar no organismo, a bactéria ou vírus inativado estimula o sistema imunológico a criar uma memória. Desta maneira, o organismo já entendeu que aquele vírus representa uma ameaça para ele e consegue responder muito mais rápido caso o vírus original e ativado aparecer no corpo.

“O nosso corpo tem a capacidade de gravar que uma célula é perigosa para ele e criar ferramentas para se proteger contra ela, e é assim que a vacina funciona. Antes mesmo de você adquirir uma doença, o seu organismo já aprendeu a se proteger dela e assim, você ficará protegido”, complementa o farmacêutico.

Fonte: Merck

Gel antisséptico Mahogany hidrata e protege contra vírus e bactérias

Basta o inverno se aproximar para que os surtos de gripe e doenças respiratórias comecem a surgir. O mais famoso dos vírus que aparecem nessa época do ano é o da Influenza A, conhecido como H1N1. Para evitar a contaminação, o melhor remédio é a prevenção.

Existem diversas maneiras de se proteger desses vírus, uma delas é a higienização das mãos com álcool em gel. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o uso de um produto antisséptico, por exemplo, o álcool 70% em gel ou líquido, ameniza o risco de contaminação pelo vírus.

Para hidratar e proteger as mãos ao mesmo tempo, a Mahogany apresenta o Gel Antisséptico Hidratante com álcool 70%, nas versões de 440 g, própria para deixar na entrada de casa, escritório e consultório e 75 g, em forma de bisnaga ideal para se ter na bolsa e prática para qualquer momento do dia.

A eficácia é testada e aprovada pela eliminação de até 99,99% dos micróbios em até 60 segundos, e o melhor de tudo: sem ressecar a pele. Além disso, a composição traz ativos altamente hidratantes como a manteiga de karité e extrato de amêndoas, que conferem maciez e suavidade à pele, além da função de proteção contra vírus e bactérias, que é característica do gel antisséptico.

Preços sugeridos: R$ 19,00 (75 g) e R$ 49,00 (440 g).

Informações: Mahogany – SAC: (11) 3686-6999