Inspirado na ilha grega de Corfu, perfume de Memo Paris traz envolvente e misteriosa fragrância solar

Criado pelo perfumista Philippe Paparella, o chipre moderno Corfu surpreende com notas florais, frutadas e uma overdose de almíscar

A Memo Paris continua sua jornada sensorial com o lançamento de mais uma fragrância da coleção Graines Vagabondes no Brasil, uma linha inspirada no poder de vida das mais raras sementes e todo seu potencial aromático, vegetal, botânico e vibrante.

Trazendo todos os mistérios da ilha grega de mesmo nome, o novo Corfu é um chipre moderno que deixa na pele um rastro tão quente quanto a lembrança de um mergulho no mar turquesa da paisagem rochosa, mesclando acordes, épocas, culturas, línguas e tradições de uma terra de encontros.

Elaborada pelo perfumista Philippe Paparella, a fragrância combina notas florais, frutadas e um almíscar ensolarado, representando as paisagens de beleza selvagem rodeadas pelo mar, pelas montanhas e pelo verde.

Com um frasco contemplativo e colecionável, Corfu traz em detalhes os penhascos majestosos e as curvas sensuais do relevo da região, complementado pelo branco e dourado, que expressam a refrescância da fragrância. Com embalagem sustentável, o perfume é facilmente reconhecido pela existência de cartões postais.

Notas de cabeça: ruibarbo, limão, toranja, groselha preta, cassis, mandarina, laranja, bergamota e manjericão.
Notas de coração: óleo de rosa, lírio-do-vale, gerânio, pêssego, framboesa, jasmim, lírio do vale, nardo do Himalaia e cravo-da-Índia.
Notas de fundo: almíscar, madeira de Cashmere, patchouli Sulawesi, ambreta, cedro, sândalo, âmbar, musgo e fava tonka.

Preço sugerido: R$ 2.639,00

Onde encontrar: Lojas Rivoli

Lily Lumière e a volta de Ma Chérie – em edição limitada – são novidades d’O Boticário

Lançamento do Boticário, Lily Lumière ilumina a melhor versão das mulheres com fragrância contemporânea e intensa

O lançamento traz ainda o exclusivo óleo essencial dos lírios, assinatura olfativa da marca característica da linha, que é obtido por meio da enfleurage, técnica de extração rara e artesanal que garante o aroma mais puro da flor

Lily, marca de perfumaria do Boticário, que é queridinha por suas fragrâncias clássicas com assinatura floral, acaba de receber mais uma versão em seu portfólio: o Eau de Parfum Lily Lumière, um floriental amadeirado que conta com a luminosidade e a intensidade da flor de laranjeira juntamente com a assinatura da marca, o exclusivo óleo essencial da flor de lírio. O lançamento combina as notas de saída de bergamota, neroli, mandarina e pimenta rosa, com o corpo de flor de laranjeira do Marrocos e osmanthus, com fundo de sândalo, âmbar, musk, patchouli, baunilha e praliné.

De uma criação que combina processos artesanais com as mais modernas tendências e tecnologias de perfumaria, surge um Eau de Parfum de extrema riqueza e sofisticação. Lily Lumière traz em sua composição uma intensa fusão de ingredientes naturais que conferem um caráter único a essa fragrância. “Lily Lumière foi pensada para iluminar a melhor versão das mulheres, que são protagonistas de suas vidas e escolhas. Por isso, combina a intensidade da flor de laranjeira com a suavidade da flor de lírio, tornando-se uma fragrância muito feminina, envolvente e marcante”, conta Leticia Schwartz, Diretora de Perfumaria feminina & Genderfluid, do Boticário.

Um dos grandes destaques e diferenciais dessa fragrância e de toda a linha Lily é a forma como é produzida, desde a primeira à última etapa, sobretudo pela técnica sofisticada denominada “enfleurage”, que indica o processo pelo qual o óleo essencial é extraído das flores naturais para se tornar um elemento marcante da fragrância. A técnica é tão complexa que, para extrair 1 kg do óleo essencial para fabricação da fragrância, são necessários cerca de 20 mil lírios. Criado pelos egípcios e aperfeiçoado pelos franceses, o método foi trazido para o Brasil e modernizado pelo Boticário.

O olhar cuidadoso e artesanal da enfleurage é tão importante e relevante para a marca, que há profissionais especializadas totalmente dedicadas a esse processo, as chamadas “Liletes” — colaboradoras da fábrica que se dedicam exclusivamente aos cuidados com os lírios e são responsáveis pela técnica. “As flores chegam ao Boticário ainda fechadas e desabrocham para que o perfume seja capturado pelo processo de enfleurage. Em seguida, as pétalas são extraídas e preparadas na caixa de gordura vegetal para captação do aroma mais puro da flor e ficam em descanso para obtenção da fragrância, que migra para a gordura vegetal. Após esse processo, é feita a lavagem da gordura vegetal no álcool, para a separação do óleo, passando depois pelo processo de destilação e purificação. Trabalho nesse processo desde 2013 e, muitas vezes, até converso com os lírios”, explica Helena Cristina, Lilete do Boticário.

Inspirado por todo esse cuidado e delicadeza da linha, Lily Lumière carrega a clássica assinatura de Lily, mas com nuances e notas modernas, que trazem para o portfólio da marca uma fragrância contemporânea, perfeita para a mulher que é protagonista da sua vida. O uso do EDP pode ser combinado ao uso do Creme Hidratante Desodorante Acetinado, que conta com a essência de Lily Lumière e garante uma pele macia e aveludada.

Lily Lumière é um floriental amadeirado que conta com a luminosidade e a intensidade da flor de laranjeira, juntamente com a assinatura marcante da marca, que conta com o exclusivo óleo essencial da flor de lírio, obtido por meio da enfleurage, técnica de extração rara e artesanal. Com notas de saída de bergamota, neroli, mandarina e pimenta rosa, corpo com flor de laranjeira do Marrocos e osmanthus e fundo de sândalo, âmbar, musk, patchouli, baunilha e praliné.

Lily Lumière Eau de Parfum 75 ml — Preço sugerido: R$ 259,90
Lily Lumière Eau de Parfum 30 ml — Preço sugerido: R$ 144,90

Creme Hidratante Desodorante Acetinado 250 g – Preço sugerido: R$ 104,90
O creme acetinado é a combinação perfeita da perfumação intensa e prolongada da sofisticada fragrância de Lily Lumière, com uma textura macia e aveludada. Desliza suavemente pela pele, deixando-a mais sedosa e hidratada por até 48 horas.

Ma Chérie: fragrância icônica dos anos 90 volta em edição limitada

Atendendo aos pedidos, marca retoma cheirinho nostálgico e fiel à fragrância que fez meninas e mulheres dos anos 90 se apaixonarem

Boticário atende a mais um pedido de consumidores e retoma uma das linhas mais queridas e aclamadas dos anos 90, que promete ser passaporte para uma viagem no tempo para todos os Botilovers. A partir do dia 29 agosto, Ma Chérie, fragrância originalmente lançada em 1997 e ícone de uma geração, estará disponível em edição limitada, carregando a leveza e alegria de memórias, pessoas e momentos inesquecíveis.

Compostos por notas de lavanda combinadas com o frescor natural de bergamota e fundo musk, o Desodorante Colônia Ma Chérie 100 ml e Loção Hidratante Ma Chérie 200 ml chegam ao Boti com aroma fiel à versão original e icônica dos anos 90.

Para Camila Arruda, Gerente Sênior de Growth do Grupo Boticário, a retomada atende ao pedido de inúmeros seguidores do Boti e destrava lembranças nostálgicas. “Queremos proporcionar a oportunidade de reviver bons momentos e criar experiências inesquecíveis para as meninas, mulheres e todos que se identificam com a fragrância leve e alegre”, complementa.

Além da fragrância, os cartuchos e design das embalagens são inspirados na versão original dos anos 90 e contam com os personagens da época. A novidade fica por conta de seus novos integrantes e da loção hidratante. “Por meio de testes de neurociência com os lovers de Ma Chérie, chegamos ao desenvolvimento do aroma e visual mais fiel possível desse produto tão querido e nostálgico”, pontua Camila.

Colônia Desodorante Ma Chérie 100 ml – Preço sugerido: R$ 119,90
Lançado originalmente em 1997, Ma Chérie é um gesto de carinho em forma de fragrância. Um cheirinho nostálgico, que traz leveza e alegria logo nas primeiras notas de lavanda, combinadas com o frescor natural de bergamota e fundo musk. Família olfativa: Floral musk. Composição vegana.

Loção Hidratante Ma Chérie 200 ml – Preço sugerido: R$ 44,90
A loção desodorante hidratante Ma Chérie deixa a pele macia, protegida e cheirosa, hidratando por até 48h. Um cheirinho nostálgico que traz leveza e alegria logo nas primeiras notas de lavanda, combinadas com o frescor natural de bergamota e fundo musk. Composição vegana.

Os produtos são encontrados em todas as lojas físicas e no e-commerce da marca, além do aplicativo do Boticário, disponível para as versões Android e iOS. Também é possível fazer pedidos via WhatsApp pelo número 0800 744 0010 — número oficial e seguro — diretamente na plataforma do dispositivo. Basta o cliente contatar a marca por esse número para verificar a disponibilidade na região dele. Há ainda a opção de contatar um revendedor da marca clicando aqui.

Tabasco e Pettiz lançam amendoim apimentado

O tradicional molho de pimenta Tabasco e a Dori Alimentos fecham parceria e anunciam ao mercado brasileiro uma nova versão de petisco. Criado como um snack diferenciado, a união das marcas nasce por meio de Pettiz, o clássico amendoim que faz parte do portfólio da empresa, que resulta em um produto de alta qualidade e de sabor único. A partir de setembro, o Amendoim Torrado e apimentado com Tabasco será vendido para distribuidores e redes varejistas de todo o Brasil.

O amendoim sem pele e torrado no forno, leva como ingrediente principal no seu preparo Tabasco Original, produto feito apenas com pimenta, sal e vinagre. Em embalagens que contemplam diferentes ocasiões de consumo, o produto será vendido nas gramaturas de 40 g, para apreciação individual; 90 g e 110 g, que servem até duas pessoas; e no tamanho 320 g, para ser compartilhado em maiores grupos.

Informações: Tabasco

6 dicas práticas para evitar ultraprocessados que podem causar 30% de perda cognitiva

Pesquisa recente revelou que comer alimentos ultraprocessados leva até 30% de perda cognitiva, publicado pelo Jornal da USP e pela CNN dos Estados Unidos. Para ajudar a melhorar a alimentação e a performance do cérebro, a Profª Drª Camila Rocha Olivieri, docente nos cursos de nutrição e tecnologia em gastronomia do Centro Universitário Unasp, traz algumas dicas práticas. Confira.

Pixabay

1Lista de compras de produtos in natura semanal: é importante que se tenha organização na compra semanal de alimentos in natura, como frutas e hortaliças, já que são alimentos que estragam com rapidez. Separe um dia da semana para sua ida ao supermercado ou hortifruti.

2-Disciplina na higienização e armazenamento de alimentos in natura: outra dica importante da docente é ter disciplina para higienizar e armazenar as frutas e hortaliças na geladeira.

  • Lave as folhas das hortaliças como alface, seque-as com ajuda de um papel toalha e deixe-as armazenadas dentro de um recipiente com tampa na geladeira;
  • Higienize as frutas e já deixe algumas picadas em recipientes fechados também, na geladeira. Assim você terá sempre alimentos frescos para o consumo.

3-Analise do rótulo dos alimentos industrializados: ao comprar alimentos industrializados, prefira sempre aqueles que não tenham ou que possuam menor número possível de aditivos químicos, como corantes, conservantes e realçadores de sabor.

4-Preparação dos alimentos em casa e adotar o consumo de marmita: o hábito de cozinhar em casa e preparar seus alimentos é, sem dúvida, a garantia de uma alimentação mais saudável. Você pode levar sua própria comida ou lanche ao trabalho e foge dos alimentos industrializados e fast foods, ricos em gorduras, açúcares e sal. Tendo alimentos higienizados e prontos em sua geladeira, fica fácil colocá-los em sua marmita ou lancheira pela manhã antes de sair de casa!

Foto: Goshadron/Pixabay

5-Substituir snacks por frutas secas: aposte na substituição dos famosos snacks, como salgadinhos de pacote, biscoitos recheados, barras de cereais e refrigerantes, por frutas frescas ou secas, nozes e castanhas, tomatinho cereja, cenoura baby, minibatatinhas cozidas, sucos de frutas naturais, além de granola e iogurte caseiros.

6-Consumir alimentos que melhoram performance cerebral: alguns alimentos auxiliam em nossa saúde mental, melhorando a performance cerebral, além da memória e concentração, por conterem substâncias naturais que atuam como neuroativadores. Dessa forma, agem aumentando o fluxo sanguíneo e o fornecimento de nutrientes para o cérebro, favorecendo as novas conexões e sinapses entre os neurônios. Alguns exemplos de alimentos que podem oferecer esses efeitos são as sementes de gergelim, de abóbora e de girassol; castanha-de-caju e do Brasil, amêndoa, aveia, cúrcuma, além de frutas como mirtilo, morango, framboesa, cereja, cacau e abacate.

Fontes:
Camila Rocha Olivieri: Graduada em Nutrição pela Universidade Metodista de Piracicaba – Unimpe (2005). Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela Unesp/Ibilce. Doutorado em Ciências pelo programa de Nutrição em Saúde Pública, da Faculdade de Saúde Pública – USP (2016). Docente dos cursos de Nutrição e Tecnologia em Gastronomia no Centro Universitário Adventista de São Paulo.
Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp)

Akan une culinária funcional e sofisticação

Localizado no bairro de Pinheiros, o charmoso restaurante Akan oferece o melhor da culinária funcional de forma diferenciada. A Chef Michelle Mística enaltece a cada receita as características dos principais ingredientes, estimulando ainda mais o paladar de quem prioriza uma alimentação saudável e saborosa.

Apesar de ser uma cozinha exclusiva que resgata os princípios da técnica dietética, o cardápio é contemplado por criações deliciosas zero açúcar, zero lactose e zero glúten, que atendem a todos os gostos, ou seja, onívoros, veganos, alérgicos, vegetarianos, carnívoros e flexitarianos. Além disso, diferente de outros restaurantes especializados em comida funcional, o menu do Akan também é composto por proteína animal, como carnes, aves e frutos do mar.

Os alimentos são preparados com foco na melhoria da qualidade de vida, bem-estar e longevidade, mantendo seus nutrientes ativos para o consumo correto. Com a filosofia de uma alimentação equilibrada e extremamente saborosa, os proprietários Fernando Leão e a chef Michelle Mística fazem questão em dispor de ingredientes adquiridos de pequenos produtores, gerando mais ganhos para economia local e garantindo menos chances de contaminação e agrotóxicos.

Tanto para consumo no espaço como em casa, os pratos possuem uma apresentação impecável, são minuciosamente produzidos e embelezados com flores comestíveis, deixando o aroma ainda mais marcante. As embalagens são 100% recicláveis, produzidas com fibras de mandioca, dissolvem na água e podem ser utilizadas como adubo ou em processo de compostagem.

Akan: Rua dos Pinheiros, 541 – Pinheiros, São Paulo. Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 17h e das 18h às 22h / Domingos, das 12h às 17h.

Dia Nacional de Doação de Órgãos: quase metade das famílias não autoriza doação

Um dos principais centros de transplantes pediátricos do Paraná, Pequeno Príncipe reforça a importância desse gesto para salvar vidas

O Brasil tem o maior sistema público do mundo para transplantes de órgãos, tecidos e células e é o segundo país em número de transplantes, de acordo com a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). Ainda assim, dados divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que o país tem quase 60 mil pessoas na fila de espera por um órgão. E, conforme a ABTO, no primeiro semestre de 2022, a taxa nacional de negativa da família em doar se manteve em níveis elevados, com 44%, sendo um dos principais motivos de impedimento à doação.

Por isso, neste Dia Nacional de Doação de Órgãos, lembrado em 27 de setembro, o Hospital Pequeno Príncipe, um dos principais centros de transplantes pediátricos do Paraná, reforça a importância desse gesto para salvar e transformar vidas. No caso de crianças, conseguir doadores cardíacos compatíveis, por exemplo, é ainda mais difícil pelas especificidades do procedimento. “A compatibilidade para esse público, em geral, o ideal é que o doador não seja cinco anos mais velho que o receptor, o peso geralmente é o dobro do doador e a estatura também”, explica o cardiologista pediátrico Bruno Hideo Saiki Silva, do Pequeno Príncipe.

Foto: Marieli Prestes/Hospital Pequeno Príncipe

Uma das vidas transformadas pelo sim de uma família foi a da pequena Vitoria. Diagnosticada com uma doença rara – acidúria argininosuccínica – que faz a amônia acumular-se no sangue, tornando-o tóxico e provocando hemorragias em diversas partes do corpo, ela precisava de um transplante hepático para se salvar. “Ela estava com 7 meses quando a equipe do transplante de fígado decidiu colocar ela na lista. Como é uma doença genética, nós não podíamos ser os doadores, e então ela foi colocada em segundo lugar na lista de espera do Paraná e em quarto lugar na lista brasileira. Em cerca de dois meses surgiu o órgão para transplantá-la”, conta a mãe, Inocência Dalbosco.

Hoje Vitória está com um ano e já pode retornar para sua cidade natal, Chapecó (SC). “Minha filha era uma aposta. Hoje ela está totalmente curada, sem nenhuma sequela, comendo de tudo, se desenvolvendo e ganhando peso”, comemora a mãe.

Para quem deseja ser um doador, vale avisar seus familiares de primeiro e segundo grau (pais, filhos, irmãos, avós e cônjuges) sobre essa disposição. Essa conversa pode fazer com que tenham força e motivação para assinar os documentos necessários, mesmo em um momento difícil. O adulto também pode deixar registrado a sua vontade de ser doador com uma identificação em sua carteira de identidade. “Por mais que a doação comece em um momento de sofrimento, ela também é um término de sofrimento para quem aguarda por um doador. Isso pode ser uma pontinha de alívio para as famílias que passam por uma perda tão dolorida”, diz o cirurgião do Serviço de Transplante Hepático do maior hospital exclusivamente pediátrico do país, José Sampaio.

Já no caso de crianças e adolescentes, a doação depende da decisão de seus responsáveis. Um único doador pode salvar a vida de várias pessoas, pois é possível doar mais de um órgão e tecidos. “Grande parte das recusas familiares acontecem pela dúvida em saber se algo ainda pode ser feito ou não. Por isso é importante explicar que o processo de doação de órgãos no Brasil é um dos mais seguros do mundo.

Para atestar a morte encefálica, o teste clínico é feito duas vezes com várias provas de testagem neurológica de maneira bastante criteriosa, sempre nos ambientes de UTI. Os profissionais fazem ainda exames complementares de comprovação de ausência de atividade cerebral ou de fluxo cerebral sanguíneo. Isso traz uma tranquilidade adicional em aceitar o processo de doação, pois ele começa no entendimento da família de que a morte encefálica aconteceu”, finaliza Sampaio.

Referência

Há 33 anos, o Pequeno Príncipe realiza transplante de órgãos (coração, fígado e rim) e tecidos pediátricos. Maior hospital exclusivamente pediátrico do Brasil, a instituição superou a previsão do número de transplantes que realizaria no segundo ano de pandemia de coronavírus. Em 2021, foram realizados 282 procedimentos, oito a mais do que em 2019. Ao todo, foram 43 de órgãos sólidos (coração, rim e fígado), 74 de medula óssea, 43 de válvula cardíaca e mais 122 transplantes de tecido ósseo. Neste ano, até agosto, o Pequeno Príncipe já realizou 183 procedimentos, consolidando a organização como um dos centros de referência para esse tipo de procedimento no país.

A instituição conta com a Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT), responsável por organizar rotinas e protocolos institucionais para viabilizar o processo de doação. Composta por uma equipe multiprofissional, a comissão atua para garantir agilidade e eficiência na doação de órgãos e tecidos, além de seguir os parâmetros éticos e morais que o processo requer.

“A doação de órgãos é um ato de amor ao próximo! Representa a vontade de doar parte de si, de forma incondicional. Todos os programas de transplantes do Pequeno Príncipe cumprem os valores éticos e morais estabelecidos pela instituição e corpo clínico. A cultura de doação de órgãos e tecidos deve estar presente na consciência da sociedade e, para tal, é fundamental a confiança nos serviços médicos transplantadores”, reitera o diretor-técnico do Pequeno Príncipe, o médico Donizetti Dimer Giamberardino Filho.

Fonte: Hospital Pequeno Príncipe

Lua crescente é a fase preferida para cortes de cabelo

A fase da lua pode influenciar o corte de cabelo? Pesquisa do Tudo pra Cabelo, hub de conteúdo da Unilever, em conjunto com a empresa Opinion Box, revelou quais são as fases favoritas para corte e as razões por trás dessas escolhas. O estudo abordou mulheres de todas as regiões do Brasil de diferentes grupos etários.

Robert Michael/Picture Alliance/Getty Images

A pesquisa mostra que a lua crescente é a favorita das brasileiras, com 72% das mulheres preferindo cortar as madeixas durante essa fase. Bem mais atrás, veio a lua cheia com, 15% das preferências. A minguante foi a que teve resposta mais baixa, registrando somente 3%.

A lua crescente é tradicionalmente uma fase popular para as mulheres que seguem o calendário lunar já que ela estimula o crescimento dos fios, sem aumentar o volume, torando-se ideal para quem procura brilho e crescimento. Não surpreende o fato de querer um crescimento mais rápido foi apontado como o principal motivo por quem prefere essa fase, 87%. O ciclo crescente também se mostra um bom período para quem deseja somente cortar as pontas.

Foto: Anete Lusina/Pexels

Já quem prefere cortar o cabelo na fase cheia, desejar mais volume foi apontado por 50% das mulheres como motivo de escolha desse ciclo. Querer fios mais grossos e resistentes aos tratamentos químicos foram outras razões de escolha. Por sua vez, as poucas pessoas que optam pela minguante disseram desejar essa fase para que o cabelo cresça mais devagar.

E existe uma lua que ninguém cortaria o cabelo? Sim, sem muitas surpresas, a pesquisa mostra que a fase minguante é a menos popular de todas, dita por 53% das respondentes. Entre os motivos apontados estão receio de que o cabelo não cresça mais, perda de volume e que ele fique mais fraco e fino.

Pexels

O estudo mostra que cortar o cabelo de acordo com as fases da lua pode ser considerado uma tradição e questão de hábito já que 76% aprendeu isso com a família e 49% das respondentes dizem fazer isso há mais de 10 anos. Essa percentagem salta para 57% quando analisado somente o grupo entre 30 e 40 anos.

Metodologia: foram entrevistadas 522 mulheres entre 24/08 e 08/09 em todas as regiões do Brasil, com representantes em todas as camadas sociais. Margem de erro: 4,3%.

Varizes e vasinhos: conheça os diferentes tipos e como tratá-los

A associação de técnicas é uma das formas mais efetivas do tratamento de cada caso, sempre com uma avaliação prévia de cada paciente

Você já deve ter ouvido falar de pessoas que fizeram tratamento de varizes e vasinhos. Mas você sabia que existem diferentes tipos e para cada um deles é recomendado um tratamento diferente? Basicamente, as varizes são classificadas em quatro tipos e para indicar o melhor tratamento é preciso antes identificar o tipo de cada uma delas.

A cirurgiã vascular e angiologista, Tatiana Losada, explica quais são eles:

Foto: Winzy Lee/Shuttestock

-Telangiectasias ou vasinhos: são vasos bem pequenos que estão localizados na pele. De coloração avermelhada ou arroxeada, são veias bem finas, superficiais e visíveis na pele.
-Reticulares ou microvarizes: de coloração azulada ou esverdeada, estão localizados logo abaixo da pele, mas são menores que as varizes. Possuem tamanho de 1-3mm.
-Varizes: são veias mais calibrosas, alongadas e, às vezes, tortuosas, que ficam localizadas entre a gordura e o músculo e possuem mais que 3mm de diâmetro.

As varizes surgem pela própria doença venosa, no entanto a forma de surgimento de cada tipo vai depender da pessoa, relacionado à genética, ganho de peso, gestação, entre outros fatores. “O tratamento é definido de acordo com o tamanho, localização do vaso, cor do vaso, tipo de pele, cor da pele, mas normalmente para os vasinhos menores, aquelas telangiectasias, tendemos a fazer aplicação e laser. Para os vasos maiores, espuma e laser. Porém, tudo isso vai depender realmente de todos esses parâmetros e o tipo de doença que o paciente tem e só conseguimos dizer qual será o tratamento adequado avaliando antes o paciente”, explica a cirurgiã.

Ela ainda afirma que normalmente é realizada uma associação de técnicas e não apenas uma para cada caso. A forma de prevenção será a mesma para todos: uma dieta adequada, prática de atividade física, acompanhamento vascular. Caso o paciente tenha algum histórico familiar, a recomendação é começar desde cedo a fazer o acompanhamento e, ao surgimento de pequenas lesões, o ideal é procurar o cirurgião vascular.

O alerta também fica para os casos de trombose. “A doença venosa, que são as varizes, quando está em estágios avançados, pode levar à trombose, mudança de coloração da pele da perna, inchaço e principalmente dor”, conta Tatiana. A doença venosa leva a uma dificuldade de retorno venoso, e essa dificuldade de retorno do sangue pode levar à trombose.

Para cuidar desses problemas, os tratamentos nos dias de hoje são os mais modernos, com uma associação de técnicas para evitar um procedimento cirúrgico e, principalmente, para o paciente também ter um resultado estético mais duradouro, há realmente um tratamento da doença.

“As técnicas que faço em consultório, como laser, aplicação, espuma, não precisam de repouso, o paciente faz e vai embora para casa. Antigamente existia apenas aplicação e cirurgia. Hoje temos diversos tipos de tratamento que posso fazer baseado no tipo de lesão que o paciente tem. O tratamento cirúrgico também é mais simples nos dias de hoje, já que o paciente opera de manhã e vai embora no final do dia. E mesmo os casos que precisam de um repouso maior, na verdade é relativo. O paciente não fica o tempo todo de repouso com a perna para cima, até estimulamos que o paciente ande para uma melhor recuperação”, conclui a especialista.

Fonte: Tatiana Losada é médica Formada pela Universidade de Uberaba – MG, especialista em Cirurgia Vascular e Angiologia. Especialista em tratamentos modernos de varizes e vasinhos. Cirurgiã Geral pela Secretária de Saúde do Distrito Federal. Cirurgiã Vascular pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto – FAMERP. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Vascular e Angiologia – @dratatianalosada

Casa de Bolos indica opções típicas da primavera

Com a proximidade da estação, vale desfrutar dos bolos com os insumos mais abundantes durante esta época do ano

Em 22 de setembro a primavera chegou, com dias menos frios e mais floridos. Para destacar os insumos da estação, frutas como abacaxi, banana, coco, laranja, manga, maracujá, além da cenoura da família das leguminosas, a Casa de Bolos, pioneira e maior rede no segmento de bolos caseiros, reuniu suas principais receitas com cada uma dessas delícias da estação. Confira:

Bolo de Laranja R$ 22,00

Bolo de Maracujá R$ 22,00

Bolo de Cenoura R$ 22,00

Toalha Felpuda R$ 28,00

Panna Cotta Manga R$ 40,00

Cuca de Banana R$ 18,00

Torta de Abacaxi R$ 25,00

Informações: Casa de Bolos

Dia Nacional de Doação de Órgãos: rim doado faz falta? Veja quem pode doar

Transplante renal é capaz de mudar a vida do receptor do órgão para muito melhor. E, acredite, se o doador for vivo, ele terá uma vida normal! Nefrologista explica tudo sobre o procedimento

Opção de tratamento para pacientes que sofrem com a doença renal crônica em estágio avançado, o transplante renal é uma cirurgia em que o paciente receptor recebe o órgão de um doador vivo ou falecido.

“A doença renal crônica consiste em lesão renal e perda progressiva e irreversível da função dos rins. Esses pacientes necessitam de diálise, mas aqueles que recebem um rim doado têm, geralmente, uma maior sobrevida ao longo dos anos. Por esse motivo, a doação de órgãos é uma atitude nobre e deve ser encorajada. E a boa notícia é que as funções renais do doador vivo podem ser realizadas de forma normal por um único rim”, explica a médica nefrologista Caroline Reigada, especialista em Medicina Intensiva pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira.

A médica explica que, no transplante renal, o rim saudável de uma pessoa viva ou falecida é retirado por meio de cirurgia e implantado no paciente, de forma que o órgão passa a exercer as funções de filtração e eliminação de líquidos e toxinas.

“É claro que toda pessoa que se submete a uma cirurgia e anestesia geral corre riscos, mas estes são minimizados com os exames pré-operatórios e os avanços nas técnicas anestésicas e cirúrgicas, que tornaram o procedimento muito seguro. Por outro lado, existem cuidados que o paciente receptor deve tomar. Após o transplante de rim, os remédios imunossupressores são prescritos para diminuir a chance de rejeição do órgão que ele recebeu. Os pacientes transplantados devem usar medicações durante todo o tempo que forem transplantados. O abandono da medicação pode ter sérias consequências como a perda do rim transplantado e outras complicações”, explica a médica nefrologista.

Quem pode ser um doador vivo?

Parentes e não parentes podem ser doadores, mas é necessária uma autorização judicial. “Vários exames são feitos pelo doador para se certificar que apresenta rins com bom funcionamento, não possui nenhuma doença que possa ser transmitida ao receptor e que o seu risco de realizar a cirurgia para retirar e doar o rim seja reduzido. O sangue do doador será cruzado com o dos receptores, para evitar riscos de rejeição”, explica a médica nefrologista. “As condições necessárias para ser um doador vivo é manifestar desejo espontâneo e voluntário de ser doador. É necessário enfatizar que a comercialização de órgão é proibida”, destaca Caroline.

Como é a doação de um falecido?

No caso de doadores falecidos, os rins são retirados após se estabelecer o diagnóstico de morte encefálica e após a permissão dos familiares. “O Conselho Federal de Medicina tem padrões rigorosos sobre a definição de morte encefálica”, explica a médica. Para receber um rim de doador falecido é necessário estar inscrito na lista única de receptores de rim, da Central de Transplantes do Estado onde será feito o transplante.

Quais são as orientações para o doador?

A vida de quem doa é mais comum do que se pode imaginar. “Não há comprometimento da vida e da saúde, desde que, o outro rim continue saudável. Mas orientamos o acompanhamento frequente junto ao médico nefrologista”, explica.

O doador pode beber?

O doador do rim pode consumir álcool, mas não é recomendado, uma vez que o consumo excessivo de bebidas alcoólicas é maléfico para os rins e pode ser perigoso para o doador e o receptor do órgão.

A doadora pode engravidar?

Não há restrição ou impedimento para as mulheres que doam o rim nesse sentido. “Elas podem engravidar normalmente (não haverá nenhum impedimento). Porém, é importante estar atenta à pressão arterial, buscar evitar a pré-eclâmpsia, diminuir e controlar ao máximo fatores de risco como a diabetes, obesidade etc.”, explica a médica nefrologista e intensivista.

Precisa tomar remédio após a doação?

Diferentemente do receptor, o doador não precisa tomar medicações contínuas. “Recomendamos apenas remédios para o alívio de dor e desconforto após a cirurgia”, diz a médica.

O rim transplantado dura para sempre?

Segundo Caroline, alguns pacientes permanecem com os rins transplantados funcionando por vários anos (mais de dez anos), mas em alguns casos o tempo de duração de funcionamento do órgão não é tão longa. “Características relacionadas ao paciente que recebeu o órgão, como número de transfusões sanguíneas, transplantes anteriores; intercorrências ocorridas no momento do transplante renal e ao próprio órgão que foi doado terão impacto na duração do funcionamento do órgão. O rim transplantado também pode ser acometido com algumas doenças que poderão alterar sua função, como as infecções urinárias, obstruções na via de saída de urina e rejeições agudas ou crônicas (nesta situação, o organismo do paciente passa a reconhecer o rim recebido como estranho). Cada uma dessas situações tem um tratamento específico, e quanto mais cedo for iniciado, maiores as chances de manter o funcionamento do rim. Bons hábitos de vida são indicados para preservar esse órgão”, finaliza a médica.

Fonte: Caroline Reigada é médica nefrologista formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro, com residência médica na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e em Nefrologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Especialista em Medicina Intensiva pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira. Participou do curso “The Brigham Renal Board Review Course” em Harvard. Integra o corpo clínico de hospitais como São Luiz, Beneficência Portuguesa de São Paulo e Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Instagram: @dracaroline.reigada.nefro