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Cobertor ou edredom: qual escolher quando se é alérgico?

Quando as temperaturas caem é comum que as alergias respiratórias apareçam. Isso se dá por conta do tempo seco, principalmente em regiões mais urbanizadas, como as grandes metrópoles. A baixa umidade, resfriamento do ar e falta de arborização permitem que o risco de contaminação aumente, já que as partículas poluentes estão dispersas no ar.

Segundo dados da Asbai (Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia), o principal alérgeno, no Brasil, é o ácaro da poeira domiciliar, responsável por cerca de 80% das alergias respiratórias. Como forma de precaução, cuidados com o lar e principalmente na hora de dormir podem fazer a diferença.

José Previero, especialista em higienização da Quality Lavanderia destaca: “Quem possui alergia precisa estar sempre atento à peça escolhida para dormir, dependendo da escolha, pode-se intensificar ainda mais o problema alérgico”.

O especialista aponta que o edredom é a peça ideal para quem tem alergia, pois seu tecido possui superfície plana e lisa, o que permite menor acúmulo de ácaros. Com isso, não prejudica a respiração e não ocasiona incômodos na pele. “Nos dias frios, a melhor escolha é o edredom, por ser menos alérgico, mais macio e causar menor incômodo na pele. Independente do cobertor ser sintético ou de lã, todos são mais felpudos, por isso acumulam maior número de ácaros que podem causar alergia, tanto de respiração quanto de pele”, relata Previero.

Além disso, a frequência e os cuidados com a lavagem também são fatores importantes, por isso, opte sempre por lavar antes de usar, principalmente se o edredom ficou guardado por muito tempo, com isso removem-se os ácaros e o possível odor de mofo, mantendo a peça mais apropriada para uso.

Edredom de malha/Zelo

“Estando em uso, o ideal é lavar a cada dois meses. Outra dica importante é o cuidado com o uso do amaciante, quanto menos perfume tiver, menor a chance de provocar alergias. Para realizar a higienização completa, inclusive para peças infantis, que exigem um cuidado especial, é indicado que o serviço seja realizado de forma profissional, por exemplo, com ajuda de uma lavanderia, contribuindo para saúde da família”, conclui Previero.

Fonte: Quality Lavanderia

Chegou a hora de tirar casacos do armário; veja como prevenir o ácaro

O inverno chegou, mas o frio mesmo parece que vai começar nos próximos dias, com a queda brusca da temperatura. Hora de começar a tirar dos armários cobertores e casacos. Mas cuidado, pois o ácaro pode estar escondido e desencadear crises de rinite e asma.

Com o diagnóstico do alergista em mãos, a sua saúde pode ganhar um aliado muito importante na prevenção das crises de rinite e asma: o controle ambiental, ou seja, retirar do ambiente o alérgeno desencadeador dessas doenças.

Segundo o médico Fábio Morato Castro, diretor da Clínica Croce, especializada no diagnóstico e tratamento nas áreas de alergia, imunologia, otorrinolaringologia, endocrinologia e reumatologia, vivemos cerca de 92% a 98% de nossas vidas dentro de um ambiente fechado. Desses, 60% dentro de casa, sendo 40% no quarto. Assim, o primeiro lugar que deve passar pelo controle ambiental é o quarto de dormir.

Castro elenca os cinco principais alérgenos causadores da rinite e asma. São eles:

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Wikilmages/Pixabay

1 – Ácaro, aquele bichinho invisível que vive na poeira domiciliar.
2 – Animais domésticos, como cachorro e gato.
3 – Fungos e bolor.
4 – Restos de insetos, como a barata.
5 – Pólen, em algumas regiões do país, mais no sul.

Como tirar o ácaro da sua casa?

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O ácaro precisa de três combinações ideais para sobreviver: umidade, temperatura e ambiente escuro. O sol é o inimigo número 1 do ácaro, portanto, a dica é manter a casa aberta, ventilada e deixar entrar a luz solar. “O melhor lugar para o ácaro se esconder é o colchão, porque lá são encontradas todas as condições favoráveis a ele, inclusive pele humana, a fonte de alimento do ácaro”, ressalta o diretor da Clínica Croce.

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O guarda-roupa é outro ponto focal, já que existe o hábito de deixar as blusas e cobertores nos armários durante meses e apenas retirá-los com a chegada do Inverno. Segundo o especialista, está errado. Acabou o inverno, lave blusas de frio e cobertores e embale-os para proteger dos ácaros.

Aspire o ambiente com frequência, com aspiradores preparados e que possuam filtros. Use capas protetoras de travesseiros e colchão e retire objetos que acumulem poeira, deixe o ambiente mais ‘clean’. Tudo isso ajudará no controle do ácaro.

No caso de alergia a animais domésticos, a dica do Castro é não deixar o animal frequentar o quarto e nem dormir na cama. Para combater o mofo, utilize produtos especiais para limpeza com ação antimofo.

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Para evitar restos de insetos (como baratas), aspire a casa com frequência e dedetize o ambiente.

Fonte: Clínica Croce

Cuidado com o ar-condicionado: ele pode causar choque térmico

Especialista do Hospital Cema explica o que fazer para minimizar os efeitos negativos do uso desse aparelho e quais danos à saúde ele pode causar

Temperaturas que chegam aos 36ºC facilmente. Pouca sombra, muito suor. Assim tem sido o verão no Brasil, e olha que só se passou um mês. Nessa situação, grande parte das pessoas recorre ao bom e velho ar-condicionado como forma de diminuir um pouco a sensação de calor. No entanto, a constante mudança de um ambiente quente para outro frio e vice-versa pode causar choque térmico, entre outros problemas.

“O choque térmico ocorre quando há uma mudança repentina na temperatura do corpo. A inversão da temperatura do ar inalado, por exemplo, causa ressecamento mucoso das vias aéreas, o que aumenta o risco de infecções”, explica o otorrinolaringologista do Hospital Cema, Leandros Sotiropoulos.

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Além do choque térmico, o ar-condicionado, quando usado inadequadamente, pode deixar o organismo muito mais suscetível a problemas respiratórios. Uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP), envolvendo mais de 1.500 pessoas de escritórios da cidade, mostrou que um terço dos participantes expostos diariamente ao ar-condicionado sofria, com frequência, com sintomas, como coceira no nariz, irritação nos olhos, secura na garganta e desconforto, em geral.

A pesquisa apontou ainda que a falta de limpeza desses aparelhos fazia com que o ar circulante dentro do prédio contivesse mais fungos e ácaros do que o de fora, aumentando em até 10 vezes o risco de provocar doenças respiratórias.

O grande problema, no caso do ar-condicionado, é a falta de higienização adequada dos filtros. A limpeza desses aparelhos é fundamental, pois evita o acúmulo de resíduos, que causam a proliferação de ácaros, fungos, mofo e bactérias, que facilitam o aparecimento de problemas respiratórios”, detalha o médico. Por isso, o recomendável é que seja feita uma limpeza periódica do ar-condicionado. Já para evitar o choque térmico, existem duas medidas muito simples, que podem fazer toda diferença.

É comum que nos dias muito quentes as pessoas usem o ar-condicionado na potência máxima, mas isso não é indicado. “O ideal é programar o aparelho para temperaturas um pouco mais baixas que a externa. Se lá fora está 35 graus, não é necessário deixar a 18. Por volta de 24 graus já é o suficiente para refrescar bem”, diz o médico. Essa ação também ajuda a diminuir o ressecamento das mucosas das vias respiratórias.

“Vale lembrar que nosso corpo não consegue compensar as bruscas mudanças de temperatura de um minuto para outro. Isso não é comum na natureza”, detalha. Outra ação simples para que o corpo não sinta tanto a mudança de clima é desligar o ar-condicionado um pouco antes de sair do ambiente climatizado. Dessa forma, o organismo se equilibra novamente, diminuindo as chances de choque térmico.

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Além das doenças respiratórias, a mudança de um ambiente frio para outro quente pode fazer a pressão sanguínea cair, por causa dos mecanismos de circulação em vasos centrais e periféricos. Na situação inversa, ou seja, do quente para o frio, a pressão pode aumentar, elevando os riscos de acidentes cardiovasculares

Fonte: Cema

Asma X Rinite: apesar dos sintomas diferentes, doenças possuem mesmos gatilhos

Uma pesquisa realizada pelo Ibope apontou que 44% dos brasileiros convivem com doenças respiratórias¹. Entre elas, a asma e a rinite parecem ser as mais comuns e fazem parte da rotina de milhares de brasileiros por meio de crises que, por causarem falta de ar e espirros persistentes, atrapalham tarefas diárias e geram visitas ao médico, como aponta o Datasus. Segundo o departamento, a asma chega a ser a terceira causa de hospitalização pelo SUS em algumas faixas etárias².

A asma é uma doença comum das vias aéreas causada pela inflamação dos brônquios. A doença não tem cura e provoca sintomas como falta de ar, dificuldade para respirar, sensação de aperto do peito, chiado e tosse². Já a rinite alérgica é uma inflamação do nariz causada por alergias respiratórias que podem variar de causa. Entre os sintomas estão espirros persistentes, obstrução nasal, coriza e coceira no nariz, que também podem ser acompanhados de coceiras nos olhos, garganta e ouvidos³.

Embora seus sintomas sejam diferentes, a asma e a rinite possuem gatilhos em comum. Conheça algumas das principais causas de crises:

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Wikilmages/Pixabay

Ácaros, fungos e pólen – podem provocar crises de rinite porque estressam o sistema respiratório como um todo e, consequentemente, causam reações alérgicas. Já os asmáticos, sofrem com o aparecimento de sintomas, pois passam por um processo de aumento da inflamação dos brônquios. Os ácaros são comuns em locais com acúmulo de poeira, como colchões, travesseiros e carpetes; os fungos, comuns principalmente no fim do verão e outono, crescem em locais escuros e úmidos; já o pólen se torna mais intenso na primavera²,³.

gato e cachorros na cama

Animais de estimação – a pelagem dos animais é o principal vilão. Por si só provocam reações alérgicas, mas também contribuem para o acúmulo de ácaros. O que diferencia é que o grau e a frequência da exposição podem causar mais ou menos crises e também influenciar na intensidade delas².

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Banco de imagens/Google

Fumaça de cigarro e poluição – mesmo que o paciente com asma ou rinite não fume, o contato com a fumaça que sai da ponta do cigarro, bem como aquela dissipada no ar de grandes metrópoles, é suficiente para provocar crises e aumentar a gravidade e frequência delas².

Por serem manifestações de uma mesma doença, a alergia respiratória, é comum o aparecimento de sintomas tanto da asma quanto da rinite de forma simultânea. Por isso é preciso estar atento para saber diferenciar as doenças³.

“Tanto a asma quanto a rinite são doenças crônicas que não têm cura. Algumas características que podem ajudar a identificar se a pessoa está tendo uma crise de asma ou de rinite são o chiado no peito e retrações intercostais, ou seja, a pele entre as costas repuxa durante a respiração”, explica o pneumologista Clystenes Odyr. “Já a rinite, embora possa produzir sintomas similares, desenvolve mais reações como espirros e coceira no sistema respiratório”, completa.

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O melhor a fazer é evitar o contato com esses gatilhos. Ácaros, fungos e pólen podem ser controlados com a limpeza e arejamento adequado do ambiente, bem como pela exclusão de tapetes, carpetes e objetos que favoreçam o acúmulo de poeira². Quanto aos animais de estimação, restrinja o contato a ambientes abertos e ventilados, evite dormir com os cães ou gatos na cama².

“O tabagismo é extremamente desencorajado para pacientes que convivem com essas doenças por motivos claros, já que o hábito sobrecarrega ainda mais o sistema respiratório. Já no caso da poluição, evite as janelas abertas no trânsito intenso e procure frequentar locais mais arborizados sempre que possível”, reforça o especialista.

Vale lembrar que manter a hidratação em dia, praticar atividades físicas regularmente e, mais importante, fazer o controle dessas doenças com o auxílio de um especialista, são medidas essenciais para manter a qualidade de vida².

Saiba mais sobre a asma

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Desenvolvida pela Chiesi, grupo farmacêutico que oferece soluções terapêuticas de ponta para o tratamento dos variados níveis de asma, a Campanha Você Sem Asma traz informações e conteúdos relevantes, compartilha dicas de controle da doença para que o paciente “dê um chega para lá na asma”. O espaço também oferece informações sobre a obtenção de medicamentos para asma de maneira gratuita via Farmácia Popular. Saiba mais por meio dos canais – website, fanpage e twitter.

Referências
1. https://veja.abril.com.br/saude/44-dos-brasileiros-sofrem-com-problemas-respiratorios/
2. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
3. Associação Brasileira de Alergia e Imunologia

Fonte: Grupo Chiesi

Cuidados com a higiene da casa evitam problemas respiratórios

Quando as temperaturas caem e o ar se mantém seco, o sistema respiratório é agressivamente prejudicado, sobretudo em ambientes fechados. Uma das doenças mais frequentes nesses casos é a rinite alérgica. Segundo dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI), o principal alérgeno, no Brasil, é o ácaro da poeira domiciliar, responsável por cerca de 80% das alergias respiratórias.

A dúvida para muitas pessoas é, justamente, como evitar esse mal, principalmente em períodos de baixas temperaturas, como nas épocas de outono e inverno. Ricardo Monteiro, Gerente Operacional da rede Quality Lavanderia, indica algumas precauções simples no cuidado com o lar:

O principal local para começar a se precaver é com o quarto. Os colchões, travesseiros e almofadas devem ser devidamente higienizados e trocados a cada cinco anos. As cortinas precisam ser lavadas a cada seis meses, enquanto as roupas de cama podem ser trocadas uma vez por semana. Recomenda-se usar aspirador e pano úmido em vez de vassouras, que espalham o pó por todo o ambiente.

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No frio, os primeiros itens que saem dos armários após longos meses sem uso são os cobertores e edredons, nesse caso, ainda antes do uso, é indicado a higienização das peças. Com isso, retira-se o possível odor de mofo e mantém a peça mais apropriada para uso.

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Com os tapetes, outro item muito usado nessas épocas, a higienização deve ocorrer a cada seis meses, pois acumula número elevado de fungos e bactérias. Cada tipo de material do tapete, seja corda, algodão ou seda, necessita de um método diferente na limpeza para evitar o desgaste dos fios e manter a durabilidade da peça. A manutenção pode ser feita semanalmente, com o aspirador de pó. Já, os tapetes de banheiro, por conta da umidade, devem ser lavados semanalmente.

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Com outros itens como poltronas, sofás e almofadas, tendem a acumular poeira, por isso devem ser higienizados adequadamente e com um período de tempo ideal, dessa forma, evita-se a proliferação de bactérias causadas pela poeira. As poltronas e sofás devem ser limpos, pelo menos, uma vez ao ano. Indica-se utilizar o aspirador de pó uma vez por mês para a manutenção. Já as capas das almofadas podem ser lavadas a cada dois meses. Se tiver pets em casa, deve-se usar o aspirador de pó duas vezes por semana em tapetes, por conta do acúmulo de pelos.

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“Dessa forma, com pequenos cuidados, é possível manter a casa devidamente higienizada e livre do ácaro causador das alergias respiratórias”, ressalta Monteiro.

Fonte: Quality Lavanderia

Dicas de higienização para sobreviver ao tempo seco

A vinda do tempo seco estimula as doenças respiratórias, como rinite, sinusite e bronquite, entre outras. Para um ambiente mais úmido muitos optam pelo uso dos umidificadores, porém, aí mora o perigo. De acordo com a sócia proprietária da Natureza & Limpeza, Ana Paula Barcena, o excesso de umidificação no local pode ocasionar a proliferação de ácaros e bactérias.

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De acordo com a empresária, a higienização com produtos biodegradáveis é a melhor escolha, pois “o serviço deixa a casa limpa, com ar fresco e livre de ácaros e bactérias, contribuindo com o meio ambiente, além de gastar no máximo cinco litros de água”.

Neste caso de tempo úmido é indicada a limpeza de sofá, pufe, cadeiras, poltronas, carpetes, cortinas, edredom e colchões. Ela elimina ácaros, fungos e bactérias, além de poder ser realizada a impermeabilização, que também contribui para uma maior proteção dos estofados.

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“Pensando em aliviar a sensação de secura no ambiente, muitas vezes nos esquecemos que a falta de limpeza em nossos estofados pode colaborar para mais dificuldades respiratórias do que apenas o tempo seco. A higienização a parte colabora para a saúde de todos da casa”, finaliza Ana.

Fonte: Natureza & Limpeza

 

Olhos também sofrem nesta época do ano

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Com este tempo seco típico do inverno e as mudanças bruscas na temperatura, lembramos de cuidar da pele, do cabelo e de nos hidratar. Ao sair de casa, tentamos evitar lugares muito cheios e horários em que a umidade relativa do ar não esteja tão baixa. Porém, quase todos se esquecem dos olhos, que são muito afetados pelo clima.

O oftalmologista Kleyton Barella explica que o inverno é caracterizado pelo clima frio e a queda da temperatura, e que isso pode levar o aumento da incidência de doenças oculares como a conjuntivite, blefarite, olho seco e alergias, conhecidas como doenças na superfície ocular. “O ideal é que façamos a prevenção para cada uma das doenças mais comuns nessa época do ano”, explica.

Para prevenir as doenças oculares típicas do inverno, confira as dicas a seguir:
Conjuntivite: inflamação na conjuntiva (membrana transparente que recobre o globo ocular e a parte interna da pálpebra). Para preveni-la é importante manter as janelas abertas e as mãos sempre higienizadas, não compartilhar toalhas ou outros itens que possam ser colocados nos olhos e evitar a manipulação ocular desnecessária (ou seja, coçar demais os olhos), explica Barella.
Blefarite: inflamação não contagiosa na região das pálpebras que se caracteriza pelo excesso de um óleo produzido por uma glândula localizada na pálpebra, o que cria uma condição favorável para o aparecimento e crescimento de bactérias. Para evitar a produção excessiva desse óleo, o ideal é ter uma dieta balanceada, sem excesso de gorduras, alimentos condimentados, enlatados e álcool. Além disso, é importante higienizar diariamente os olhos com produtos indicados pelo seu oftalmologista.
Síndrome dos olhos secos: anomalia na produção e qualidade da lágrima, pode provocar o ressecamento da córnea, conjuntiva e superfície dos olhos. Para prevenir esse quadro, é sempre importante usar óculos em ambientes de sol ou vento (com proteção UVA e UVB), além de lubrificantes oculares, caso seja receitado pelo seu médico.
Alergias: um dos grandes vilões dos alérgicos é o ácaro. Por isso, antes da chegada do inverno, lave e seque roupas e acessórios que ficaram muito tempo guardados, como blusas, casacos, cachecóis entre outros. Além disso, evite coçar os olhos e mantenha as janelas abertas o máximo que conseguir. O importante é que, ao apresentar sintomas de alguma dessas doenças, como ardência, coceira, sensação de corpo estranho ou areia nos olhos, o paciente procure um médico oftalmologista, para que se inicie o tratamento correto. “O importante é que as pessoas procurem atendimento especializado e não se automediquem ou utilizem colírios sem prescrição médica, o que pode comprometer o quadro clínico e dificultar o tratamento como um todo”, finaliza o médico.

Fonte: Hatsu