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5 nutrientes essenciais para a saúde feminina

Tentar equilibrar as demandas da família e do trabalho, pode tornar difícil para qualquer mulher manter um estilo de vida saudável. Mas a comida certa pode não só melhorar a beleza da pele, cabelo, aumentar a energia e ajudar a manter um peso saudável, mas também apoiá-la nas diferentes fases da vida.

Quando crianças, as necessidades alimentares de meninos e meninas são muito semelhantes. Mas na puberdade, as mulheres começam a desenvolver necessidades nutricionais específicas e à medida que envelhecem o aporte nutricional também muda.

A nutricionista Adriana Stavro explica que as mulheres tendem a precisar de menos calorias ao longo da vida, mas a necessidade de vitaminas e minerais vão aumentando. As alterações hormonais associadas à menstruação, à gravidez e à menopausa significam que as mulheres têm maior necessidade de alguns nutrientes, ela cita quais são:

Cálcio – entre outras coisas, o cálcio é necessário para formação e fortalecimento dos ossos e dentes, regular o ritmo cardíaco e garantir que seu sistema nervoso funcione adequadamente. A deficiência de cálcio pode levar a problemas de humor, como irritabilidade, ansiedade, depressão e dificuldades para dormir. “A ingestão insuficiente faz com que o corpo retire cálcio de seus ossos para garantir o funcionamento normal das células, o que pode levar osteoporose. Boas fontes alimentares incluem laticínios, vegetais verdes folhosos, certos peixes, grãos, tofu, repolho e abobrinha.” esclarece Adriana Stavro.

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Magnésio – aumenta a absorção de cálcio do sangue para os ossos. Na verdade, o corpo não pode utilizar cálcio sem magnésio. Boas fontes incluem vegetais verdes folhosos, abobrinha, brócolis, alabote, pepino, feijão verde, aipo e uma variedade de sementes.
Vitamina D: A vitamina D também é fundamental para o metabolismo adequado do cálcio. “Você pode obter vitamina D a partir da luz solar, e de alguns alimentos como salmão, camarão, leite fortificado com vitamina D, bacalhau e ovos.” ressalta Adriana.

Ferro – ajuda a formar hemoglobina que transporta oxigênio no sangue. Ele é importante para manter a pele, o cabelo e as unhas saudáveis. Devido à quantidade de sangue perdido durante a menstruação, as mulheres em idade fértil precisam de um aporte maior do mineral, assim como durante a gestação e amamentação. A deficiência de ferro leva a anemia ferropriva, muito comum em mulheres. Adriana relata,que a anemia causa fraqueza, exaustão, baixo rendimento físico e mental, problemas emocionais como depressão, irritabilidade e dificuldade de concentração. Boas fontes incluem proteínas de origem animal, verdes folhosos e feijões.

Folato ou vitamina B9 – é outro nutriente que muitas mulheres não recebem o suficiente. “O folato pode reduzir muito a chance de defeitos neurológicos congênitos quando ingerido antes da concepção e durante as primeiras semanas de gravidez. A B9 também pode diminuir o risco de uma mulher ter doenças cardíacas e certos tipos de câncer. O folato pode ser encontrado naturalmente nos alimentos, como vegetais folhosos verde-escuros, feijões, grão-de-bico e frutas cítricas”, finaliza Adriana.

Adriana Stavro é nutricionista Mestre pelo Centro Universitário São Camilo. Curso de formação em Medicina do Estilo de Vida pela Universidade de Harvard Medical School. Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto Valéria Pascoal (VP) Pós-graduada EM Fitoterapia pela Courses4U.

Hoje é o Dia do Tomate; descubra os benefícios que ele traz à saúde


Hoje, 1º de fevereiro é comemorado o Dia do Tomate, um dos alimentos mais versáteis e nutritivos. Presente em uma infinidade de saladas e molhos, é apreciado cru, cozido ou processado, conferindo sabores diferentes às receitas. Além da versatilidade, vale destacar os benefícios do consumo do tomate.

A nutricionista Adriana Stavro explica que entre as principais propriedades do tomate, por exemplo, estão o licopeno, vitaminas A e C, vitaminas do complexo B e minerais como o potássio, fósforo e magnésio. A nutricionista Adriana cita alguns benefícios do fruto, abaixo, e afirma que “quando mais maduro, maior a concentração desses nutrientes”. Confira:

Proteção solar: tomates tem licopeno, um antioxidante que ajuda a proteger a pele contra os danos causados pelo sol tornando a pele menos sensível aos danos da luz ultravioleta, uma das principais causas de linhas finas e rugas no rosto, explica Adriana.

Pele sempre saudável: o consumo regular de tomates ajudará no aspecto da sua pele, já que ajuda a minimizar poros dilatados, curar a acne e erupções cutâneas ou tratar pequenas queimaduras.

Melhora a visão: segundo a nutricionista, com uma alta quantidade de vitaminas A e C, nossa visão também é muito beneficiada com o consumo deste fruto. O tomate também pode reduzir o risco de desenvolver cataratas.

Foto: Max Straeten/Morguefile

Saúde dos ossos: devido à presença de vitamina K e cálcio, que ajudam a fortalecer e reparar os ossos. O licopeno é antioxidante e ajuda a melhorar a massa óssea, que é uma ótima maneira de combater a osteoporose.

Foto: Uwe Tuchen / Pixabay

Reduz os problemas capilares: acidez e vitaminas do tomate ajudam no equilíbrio dos níveis de pH no seu cabelo, além de fortalecer, proporciona brilho para fios opacos, danificados e sem vida.

Ajuda a reduzir níveis de açúcar no sangue: é fonte do mineral cromo, que pode ajudar os diabéticos a regular os níveis de açúcar no sangue. Além disso, por ser um alimento de baixa caloria, se torna um aliado para às pessoas que estão tentando perder peso, ressalta Adriana.

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Previne o câncer: estudo publicado no Jornal do Instituto Nacional do Câncer sugere que comer mais tomates reduz o risco da doença em órgãos como: próstata, pulmão, estômago, entre outros.

Ajuda a melhorar as noites de sono: de acordo com um estudo da Universidade da Pensilvânia, aqueles que consomem mais licopeno dormem melhor em comparação com pessoas que não o fazem.

Reduz a pressão arterial: licopeno, vitamina C e outros antioxidantes são os principais encontrados no tomate e são conhecidos por melhorar a saúde cardiovascular. Outro fator importante é que ele é rico em potássio, ajudando assim a baixar a pressão arterial.

Diminui as dores crônicas: devido à presença de agentes anti-inflamatórios como bioflavonoides e carotenoides, tomates podem reduzir dores crônicas. O consumo do fruto ajuda a reduzir a inflamação e ainda traz alívio da dor.

Curiosidades sobre o tomate

Fruta, legume ou verdura? Muitos acham que o tomate é um legume por fazer parte da salada, mas ele é uma hortaliça do tipo fruta, mesmo sem o sabor doce.

Pode ajudar a evitar alguns tipos de câncer? Por ser rico em licopeno (que confere a cor vermelha típica dos frutos), o tomate tem propriedades que evitam o desenvolvimento de diversos tipos de câncer de próstata, ovário e na redução de doenças cardiovasculares.

Demorou para chegar a Europa. Apesar da fama dos molhos italianos, o tomate só chegou à Europa no século XVI. E no início, eles não eram comidos, mas usados como decoração nas mesas de banquetes. Os italianos foram os primeiros a usar tomate como comida. Por lá, chamaram a fruta de “promo d’oro” (pomo de ouro), que também deu origem ao nome da receita de molho de tomate pomodoro.

Diferenças para o consumo das variedades de tomate

Na hora de escolher qual tomate comprar, leve em consideração que alguns tipos são melhores para molhos, in natura nas saladas ou outros usos. Confira algumas dicas da nutricionista:

Tomate caqui (longa-vida ou convencional): consumo in natura;
Tomate Santa Cruz/Santa Clara/Débora: consumo in natura e molhos caseiros;
Tomate italiano/saladette: consumo in natura, molhos caseiros e tomate seco;
Tomate mesa rasteiro e tomateiro industrial: consumo in natura, molhos caseiros, extratos, ketchup;
Tomates cereja e grape: consumo in natura

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista mestre pelo Centro Universitário São Camilo. Com curso de formação em Medicina do Estilo de Vida pela Universidade de Harvard Medical School
Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto Valéria Pascoal (VP) Pós-graduada EM Fitoterapia pela Courses4U.

Qual é a diferença entre frutas e vegetais?

Frutas e vegetais constituem a base de uma dieta nutritiva, eles contêm vitaminas, minerais, fibras e outros nutrientes. Ambos têm classificação botânica e culinário. Botanicamente as frutas são a estrutura portadora de sementes das plantas com flores, enquanto os vegetais consistem em caules, folhas e outros componentes de plantas comestíveis.

Segundo a nutricionista Adriana Stavro, do ponto de vista culinário, frutas e vegetais são classificados com base no sabor. As frutas geralmente têm sabor doce ou azedo e podem ser utilizadas em sobremesas, lanches ou sucos. Os vegetais têm um sabor mais suave e geralmente são consumidos como acompanhamento ou prato principal.

Neste sentido é fácil conceituar quais alimentos são frutas e quais são considerados vegetais. No entanto, existem diversas plantas que são tecnicamente frutas, embora sejam frequentemente classificadas como vegetais. Os tomates são o exemplo mais conhecido e controverso disso.Outros exemplos comuns de frutas que são confundidos com vegetais incluem o pepino, pimentões, berinjelas, azeitonas, abóboras, vagens de ervilha e quiabo

Embora haja muitas frutas que são confundidas com vegetais, há poucos vegetais que são considerados frutas. No entanto, algumas variedades de vegetais têm um sabor naturalmente mais doce e são usados de forma semelhante às frutas em sobremesas, tortas e assados. Abatata-doce é um deles. Apesar de seu sabor doce, ela é, na verdade, um tipo de raiz vegetal, não uma fruta. A torta de batata doce é uma sobremesa tradicional do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. Outros vegetais com sabor naturalmente mais doce incluem beterraba e cenoura.

Nutricionalmente, quais são as semelhanças?

Frutas e vegetais têm muitas semelhanças em termos de nutrição.Ambos são ricos em fibras, vitaminas, minerais, antioxidantes e naturalmente pobres em sódio e gordura.Devido ao seu sabor doce, as frutas tendem a ter uma quantidade maior de açúcar natural (frutose) e calorias em comparação com a maioria dos vegetais.

Para cada 100g de frutas, as Kcal variam entre 90-646kcal, e a quantidade de açúcar entre 4-34,8g,bem mais que os vegetais folhosos, que a cada 100g contém em média 65-177kcal e 1,4-4,9g de açúcar.

Em comparação com os vegetais, as frutas também podem conter mais fibras . Para cada 100g, a quantidade de fibras varia de 2-15g, enquanto os vegetais folhosos fornecem 1,2-4g. Quando comparamos a quantidade de fibras das frutas com as dos tubérculos as diferenças são menores. Para 100g de frutas, a quantidade de fibras é2-15g e de 1,1-9,5 para os tubérculos.

O conteúdo de água também é altamente variável. Os vegetais folhosos podem ser compostos de 84-95% de água, enquanto as frutas contêm um pouco menos, entre 61-89%, já os tubérculos variam entre 62,3 a 94,6%.

Existem também diferenças de nutrientes entre as diferentes categorias de frutas e vegetais.

Tubérculos: existem inúmeras raízes que constituem uma extensa biodiversidade, assim, eles adicionam variedade à alimentação, além de oferecer vários benefícios, como atividades antioxidantes, diminuição da glicemia, hipocolesterolêmicas, antimicrobianas e imunomoduladoras. Vários constituintes bioativos, como compostos fenólicos, saponinas, proteínas, e ácidos fíticos, são responsáveis pelos efeitos observados. Os tubérculos têm imenso potencial como alimentos funcionais e ingredientes nutracêuticos a serem explorados na redução do risco de doenças e no bem-estar geral. Cenoura, batata, mandioca, beterraba e nabo são tubérculos.

Frutas cítricas: os componentes bioativos presentes nas frutas cítricas incluem vitamina C, betacaroteno, flavonoides, limonoides, ácido fólico e fibra alimentar. São frutas cítricas: abacaxi, acerola, cupuaçu, laranja, lima, limão e tangerina.

Vegetais crucíferos: os vegetais crucíferos ganharam popularidade devido às suas propriedades aparentes de combate ao câncer. Este grande grupo de plantas é diversificado e inclui: rúcula, brócolis, couve-de-bruxelas, repolho, couve. Entre os vários vegetais, o brócolis parece estar mais intimamente associado à redução do risco de câncer em órgãos como o colo, pulmão, próstata e mama. Os efeitos foram atribuídos, às suas quantidades de glicosinolatos,uma classe de glicosídeos contendo enxofre, e seus produtos de degradação, como os isotiocianatos que os diferenciam de outros vegetais.

Frutas vermelhas: as frutas vermelhas são baixas em calorias e ricas em fibras. Eles contêm antioxidantes, como vit C e E, e micronutrientes, como ácido fólico, cálcio, selênio, betacaroteno e luteína. Os fitoquímicos encontrados incluem os polifenóis, juntamente com altas proporções de flavonoides, incluindo antocianinas. As mais consumidas incluem as amoras, framboesa, mirtilo, morangos, açaí e groselha.

Folhas verdes: a família dos vegetais de folhas verdes escuras, fornece muitos nutrientes, como vit A , C, K, antioxidantes, fibras, folato, magnésio, cálcio, ferro, potássio, luteína e a zeaxantina. A ingestão diária destes vegetais indicam relação inversa entre a degeneração macular relacionada à idade, podem ajudar a reduzir o risco de certos tipos de câncer, particularmente os de mama e pulmão, além de contribuir para a prevenção de doenças cardíacas e derrame.

Vegetais verde-escuros: brócolis, espinafre, alface, couve, nabo e mostarda

Vegetais vermelhos e laranja: tomates, pimentão vermelho, cenoura, batata doce, abóbora, abóbora

Feijão e ervilha: feijão vermelho, lentilha, grão de bico e feijão preto. Não inclui feijão verde ou ervilha verde.

Vegetais com amido: batata branca, milho, ervilhas

Outros vegetais: alface americana, feijão verde, cebola

Fruta: todas as frutas frescas, congeladas, enlatadas e secas e sucos de frutas (laranja e suco de laranja, maçã e suco de maçã, banana, uva, melão, frutas vermelhas e passas).

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista mestre pelo Centro Universitário São Camilo. Curso de formação em Medicina do Estilo de Vida pela Universidade de Harvard Medical School
Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto Valéria Pascoal (VP) Pós-graduada EM Fitoterapia pela Courses4U.

A importância de escolher bem os alimentos

A nutricionista mestre pelo Centro Universitário São Camilo Adriana Stavro tira algumas dúvidas sobre a importância de uma boa alimentação:

O primeiro grande passo para comer saudável é escolher uma dieta que consiga seguir à risca? Por isso é importante comer o que gosta?
Sim. Muitas pessoas acham que uma alimentação saudável significa mudar radicalmente sua dieta e desistir de todos os alimentos que gosta. Vamos pensar diferente. Melhorar a saúde pode ser tão fácil quanto mudar de pão branco para pão integral, adicionar uma colher de sopa de semente de linhaça moída no iogurte (um iogurte com menos açúcar e gordura e mais proteína), pedir seu café favorito com leite desnatado em vez de integral, comer frango ou peixe grelhado em vez de carne, comer massa com molho à base de tomate em vez de molho branco.
Fazer pequenas mudanças pode resultar em grandes resultados e benefícios.

Ter uma variedade de opções é importante para comer melhor?
Sim. Uma das razões pelas quais a variedade de alimentos é incluída nas recomendações é porque diferentes alimentos têm diferentes nutrientes. Pensar na variedade nas refeições é importante, pois pesquisas mostram que as pessoas comem mais vegetais quando eles diferem em aparência, sabor e textura.

Qual a importância de organizar o cardápio da semana? Isso ajuda a evitar comer besteira?
O planejamento das refeições é importante se você estiver cozinhando para você ou para uma família. Ao planejar com antecedência, você se alimenta melhor, economiza tempo e gasta menos dinheiro.
Sugestões:
=Comece tornando o planejamento das refeições um hábito.
=Tente reservar um tempo a cada semana para anotar suas ideias de cardápio (ou contrate um profissional qualificado para preparar isso para você) e fazer sua lista de compras.
=Pense nas suas refeições em torno de um prato saudável com vegetais, frutas, grãos integrais e alimentos proteicos.
=Assim que suas ideias de refeições estiverem prontas, verifique o que tem na geladeira e armários para ver o que ainda precisa comprar.

Pode eleger quatro dicas para comer melhor e explicar cada uma delas (podem ser dicas que você usa no dia a dia)?
-Escolha carboidratos ricos em fibras. Estes incluem pão, arroz, massas e cereais integrais. Eles contêm mais fibras que os carboidratos refinados e podem ajudá-lo a se sentir satisfeito por mais tempo.
-Coma muitas frutas e vegetais. É recomendável comer pelo menos 5 porções todos os dias. Eles são fontes de vitaminas, minerais, antioxidantes e fibras.
-Coma mais peixes. Os peixes mais gordurosos são ricos em ômega-3, o que pode ajudar a prevenir doenças cardíacas. Estes incluem:salmão, truta, arenque, sardinhas
-Reduza a gordura saturada. O excesso de gordura saturada pode aumentar o colesterol, o que aumenta o risco de desenvolver doenças cardíacas.A gordura saturada é encontrada em muitos alimentos, como:cortes gordurosos de carne, salsichas, manteiga, bolos, biscoitos, banha, tortas
-Reduza o açúcar. O consumo regular de alimentos e bebidas com alto teor de açúcar aumenta o risco de obesidade. Evite refrigerantes açucarados, cereais matinais açucarados, bolos, biscoitos, pastéis e pudins, doces e chocolate
-Diminua o consumo de sal. Comer muito sal pode aumentar sua pressão arterial. Pessoas hipertensas têm maior probabilidade de desenvolver doenças cardíacas ou ter um derrame.
-Não fique com sede. Você precisa beber líquidos para evitar desidratação. O ideal é beber 35ml por quilo de peso de água ao dia.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista mestre pelo Centro Universitário São Camilo. Curso de formação em Medicina do Estilo de Vida pela Universidade de Harvard Medical School
Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto Valéria Pascoal (VP) Pós-graduada EM Fitoterapia pela Courses4U.

Novembro: frutas, legumes e verduras de época bons para a alimentação

Confira os benefícios em consumir alimentos da safra do mês com a nutricionista Adriana Stavro

As frutas da estação geralmente são mais frescas, mais saborosas e mais nutritivas. Quando comemos alimentos da maneira que a natureza planejou, desfrutamos não apenas de um melhor sabor, como também dos ingredientes adequados às necessidades do corpo com aquela época do ano, como frutas de verão com alto teor de líquidos. Além disso, costumam ter o melhor preço, o que significa que é possível comer de forma saudável sem prejudicar seu orçamento.

Frutas e vegetais são fonte de vitaminas e minerais. Com todos os seus sabores únicos e interessantes, os alimentos vegetais permitem criatividade na cozinha. Experimente sabores fortes como cebola, azeitona e pimentão, ou opções mais suaves, como berinjela e cenoura. Sabores doces abacaxi, manga, ou pêssego são ótimas, enquanto maracujá e laranjas são mais azedos.

Ricos em fibras, baixos em calorias e gordura, e com muitos nutrientes que protegem de inúmeras doenças como diabetes tipo 2, derrame, doença cardíaca, hipertensão, câncer entre muitas outras.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta. Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis – Mestre do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Safra do mês de outubro: nutricionista lista quais os alimentos saudáveis

Frutas e vegetais (FV) estão disponíveis durante o ano todo, mas você sabia que cada estação tem sua própria lista de frutas e vegetais?

Consumir alimentos da safra tem muitos benefícios dentre eles:

=São mais abundantes, portanto, custam menos.
=Comprar sazonalmente, garantirá o consumo de variedade, o que o ajudará a ter uma alimentação balanceada.
=Recebem menos pesticidas porque estão dentro do seu ciclo natural de cultivo
=São mais saborosos e nutritivos
=Têm aroma mais acentuado

Confira os alimentos da safra de outubro

Frutas

-Abacaxis são deliciosos, com poucas calorias e ricos em nutrientes e antioxidantes.

-Acerola é fonte de vitamina C e minerais importantes

-Banana-nanica: mais doce e muito aromática. É mais rica em potássio de todas as variedades de banana.

-Banana prata: não é tão doce quanto a maioria das outras bananas. É a variedade mais consumida no Brasil. Assim como a banana-maçã, é importante fonte de manganês além do potássio.

Foto: Giovanni42/Pixabay

-Cajus são ricos em fibras e gorduras saudáveis. Eles também contêm vitaminas e minerais benéficos à saúde

-Mangas contêm alto nível de vitamina C, fibras e pectina tornando-se uma fruta perfeita que ajuda no controle do alto nível de colesterol

-Caqui é uma fruta de clima tropical, e por isso é cultivado em praticamente todo o país. É uma excelente fonte de vitaminas C e E que, ambas auxiliam na defesa e no bom funcionamento do organismo. Além disso, possui um elevado teor de fibras, o que contribui para o bom funcionamento do intestino.

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-Jabuticaba: fonte de fito químicos que ajudam a prevenir o câncer, ótimo para a saúde do fígado e previne o envelhecimento.

-Laranja lima é uma fruta para bebês e gestantes. É muito recomendada por ser menos ácida e com vitamina C em abundância, possuindo ainda antioxidantes e características com ação anti-inflamatória.

Legumes

-Alcachofra, aspargo, berinjela, beterraba, ervilha, fava, pepino, tomate caqui.

Verduras

-Almeirão, catalonha, cebolinha, coentro, espinafre, hortelã, mostarda.

É importante comer verduras e legumes pois estes alimentos fornecem nutrientes vitais para a saúde e manutenção do corpo:

-São naturalmente pobres em gordura e calorias e sem colesterol.

-Os vegetais são fontes de vitaminas e minerais.

-Dieta rica em verduras e legumes pode reduzir o risco de várias doenças, dentre elas, problemas cardíacas, derrame, diabetes, hipertensão e muitas outras.

Pescados:

Foto: Tarasov/Pixabay

Atum, bonito, corvina, lambari, linguado, pintado, robalo, salmão, tilápia.

O peixe é uma excelente fonte de proteína de alta qualidade. As espécies gordurosas também contêm ácidos graxos ômega-3 saudáveis para o coração e outros benefícios, incluindo proteção da visão e melhora da saúde mental. Além disso é fácil de preparar e muito gostoso.

Fonte: Adriana Stavro é Nutricionista Mestre pelo Centro Universitário São Camilo. Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein, Pós-graduada em Nutrição funcional pela VP e em Fitoterapia pela Courses4U

Transição para o vegetarianismo: cuidados nutricionais

O número de pessoas aderindo a uma alimentação vegetariana, vegana, ou simplesmente reduzindo o consumo de produtos de origem animal, cresce a cada dia. Os vegetarianos são definidos como pessoas que não comem carne, frango ou peixe. Dependendo da inclusão ou exclusão dos derivados animais, a dieta recebe uma definição específica: ovolactovegetariana (inclui ovos, leites e derivados), ovovegetariana (inclui ovos), lactovegetariana (inclui leites e derivados), vegetariana estrita (não inclui nenhum produto de origem animal) ou vegana (exclui produtos de origem animal na alimentação, higiene e vestuário).

Para a nutricionista Adriana Stavro, quer você escolha seguir uma dieta vegana, vegetariana ou flexiterian (reduz o consumo de carne), os benefícios para sua saúde são muitos. As dietas com foco em plantas são naturalmente ricas em fibras, pobres em gordura saturada e fontes de fito químicos, que ajudam a diminuir o risco de várias doenças. Estudos mostram que os vegetarianos são 40% menos propensos a desenvolver câncer, quando comparado aos onívoros. Alimentação à base de vegetais podem reduzir o risco de doenças cardíacas, hipertensão, osteoporose e diabetes mellitus do tipo 2.

Porém, antes de adotar um regime alimentar vegetariano, é aconselhável examinar se existem carências nutricionais. Para isso, devem ser realizadas exames de rotina que incluam os níveis de ferro, vitamina D, complexo B (em especial destaque para a vitamina B12), cálcio e iodo. Na presença de uma deficiência, esta deve ser corrigida através da combinação correta de alimentos ou suplementos alimentares, e com monitoração de um profissional da saúde qualificado.

Após a exclusão de possíveis carências nutricionais, a eliminação do consumo de carne e pescado pode ser imediata. No entanto, a transição para um regime alimentar vegetariano deve ser adaptada a cada indivíduo. Algumas pessoas preferem eliminar as carnes de um dia para o outro, enquanto outras preferem uma redução gradual.

O regime alimentar “flexitarian diet”, corresponde às expectativas das pessoas que pretendem uma transição gradual. Esta é uma dieta baseada em produtos de origem vegetal, com um consumo ocasional de carne e pescado. Quem adota esta prática, aumenta progressivamente o número de refeições vegetarianas.

Tendo em consideração que a adaptação de uma dieta vegetariana requer uma modificação dos hábitos alimentares, a organização assume um papel importante. Este planejamento permite a adoção de uma alimentação equilibrada, o que significa que deve fornecer proteínas completas, ou seja, que contenham todos os aminoácidos essenciais, gorduras de boa qualidade (amêndoas, nozes, azeite, abacate), carboidratos integrais (grãos, farináceos integrais), vitaminas e minerais (frutas, verduras, legumes).

Os ovolactovegetarianos podem facilmente obter proteínas de qualidade, através do consumo de ovos e de lacticínios. Para os vegetarianos estritos e veganos, que excluem todos os alimentos de origem animal, o desafio é maior, uma vez que necessitam combinar diferentes fontes de proteína vegetal ao longo do dia. Alguns alimentos fontes são: lentilha, feijão, grão de bico, soja, tofu, tempeh, bebidas à base de soja, nozes e sementes. Os grãos integrais e os vegetais também fornecem alguma proteína.

A Academia de Nutrição e Dietética afirmou que, uma dieta vegetariana ou vegana pode fornecer todos os nutrientes essenciais para crianças, adolescentes, adultos, gestantes e nutrizes. Porém, obter proteína, cálcio , ferro vitamina B-12 e ômega3 pode ser um pouco mais difícil. Por isso, planejar é fundamental para garantir um aporte adequado e evitar deficiências.

A suplementação alimentar destes nutrientes pode ser considerada (com destaque para a vitamina B12, ferro e o ômega 3), porém é importante o acompanhamento de um médico ou nutricionista. Os vegetarianos, assim como a população em geral, devem estar atentos a um conjunto de sinais e sintomas. Por exemplo:

=Fadiga, cansaço e falta de energia podem indicar carência de ferro ou vitamina B12.
=Problemas relacionados com a imunidade, como cansaço excessivo, febre e calafrios frequentes, náuseas, vômitos ou diarreia, gripes que duram semanas, otites, herpes, estomatite, amigdalite, infecções respiratórias persistentes, perda de peso, queda de cabelo, unhas fracas, estresse e depressão, pode ser deficiência de vitamina C, D, E, ácido fólico, zinco, selênio.
=Se os níveis de iodo estiverem baixos, os sintomas são cansaço, sonolência e pele seca.
=Por fim, a queda de cabelo, unhas fracas e quebradiças, podem indicar ingestão insuficiente de proteínas de alto valor biológico.

Por isso uma monitorização contínua da alimentação e dos vários indicadores do estado nutricional, através da realização de análises sanguíneas e de consultas médicas é fundamental.

Por fim, a alimentação vegetariana não deve ser monótona. O consumo variado de alimentos é fundamental, e devem estar especialmente atentos à ingestão de alguns nutrientes, como:
=Cálcio: leite e derivados, extratos vegetais fortificadas, vegetais de folha verde escura
=Ferro: ovos, vegetais de folha verde escura, leguminosas, cereais integrais, semente de girassol, abóbora, nozes
=Iodo: algas marinhas, sal iodado
=Vitamina D: laticínios, ovos, bebidas vegetais fortificadas, exposição solar
=Vitamina B12: laticínios, ovos

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta. especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Mestranda do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Primavera: alimentos da estação e seus benefícios nutricionais

A primavera chegou. Os dias estão cada vez mais longos, o ar cada vez mais fresco e todos parecem estar de bom-humor. Esta mudança de estação marca um momento em que todas as coisas ganham vida e experimentam renovação. Na natureza, isso significa crescimento, flores e deliciosos produtos coloridos. E para nossos corpos, significa deixar para trás a alimentação pesada do inverno e iniciar um novo ciclo.

Na primavera, é a alimentação mais leve do ano e deve conter alimentos refrescantes como brotos, folhas verdes, grãos integrais, frutas, raízes em especial beterraba e cenoura. Sabores doces pouco concentrados e pungentes como mel, hortelã, manjericão, erva-doce, manjerona, alecrim, endro e louro podem criar uma primavera interna com muita proteção. Use cebola, alho e hortelã com arroz, Sopas leves de vegetais são preparações simples, que ajudam a limpar e refrescar o organismo. Esta ampla variedade de produtos frescos fará você se sentir nutrido, ao mesmo tempo que limpam e reconfiguram suavemente o sistema digestivo e imunológico evitando o aparecimento de doenças.

Para ajudá-lo a desfrutar esta estação maravilhosa, cheia de vida, a nutricionista Adriana Stavro fez uma lista dos alimentos da primavera e como usá-los.

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Rúcula e outras folhas verdes como alface romana: rico em vitaminas A, K e ácido fólico, além de clorofila, fibra e água, essas folhas ajudam a reduzir inflamação, ao mesmo tempo que hidratam e desintoxicam o corpo.
Como comer: basta misturar as verduras cruas em uma tigela com outros vegetais e algumas nozes ou sementes. Regue com um pouco de azeite de oliva extra virgem e vinagre balsâmico ou suco de limão.

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Alcachofras: aproveitando um alimento da safra (de setembro a novembro), as alcachofras são ricas em ácido fólico, vitamina C, vitaminas do complexo B e muitos minerais. Esses nutrientes ajudam a diminuir o colesterol, garantem uma gravidez saudável e reduzem os radicais livres.
Como comer: há uma arte na forma básica de cozinhar e comer alcachofra. Eu gosto de fervê-las por + ou – cerca de 20 minutos com muito alho e cebola e um pouco de sal entre suas folhas. Depois sirvo uma inteira para cada convidado, é só descascar e comer a parte comestível do fundo do folhas.

Aspargos: abundante em vitamina K, fundamental para a coagulação do sangue, saúde do coração e dos ossos, bem como cobre, selênio, vitaminas B e muitos outros nutrientes importantes.
Como comer: são deliciosos salteados com um alho, sal e azeite. Fique atento para não cozinhar demais. + ou -10 minutos é o suficiente.

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Beterraba: são suculentos, adocicados, saboroso. Eles podem reduzir a pressão arterial, aumentar sua resistência e ajudar a desintoxicação devido seu fitonutriente chamado betaína.
Como comer: você pode adicioná-los a um smoothie, assá-los como acompanhamento, usar cru em saladas.

Cenouras: estamos todos familiarizados com este vegetal clássico, mas quando estão na estação, as cenouras são absolutamente deliciosas. Rico em vitamina A e outros antioxidantes, eles são ótimos para manter cabelos, pele e unhas saudáveis, portanto considerado um alimento antienvelhecimento, da beleza.
Como comer: são muitas maneiras diferentes de consumir, cru, cozido, assada, em sopas, picar, fatiar, usar em lanches, e até mesmo como uma alternativa à junto com a abobrinha para fazer macarrão.

Hortelã: esta erva tem propriedades curativas. A hortelã contém um antioxidante chamado ácido rosmarínico, que pode aliviar os sintomas da alergia sazonal. O mentol que contém é um descongestionante natural e também pode aliviar dores de estômago.
Como comer: a hortelã é delicada, por isso é melhor não cozinhá-la. Eu adoro adicioná-la à água ou ao chá gelado para um sabor natural refrescante, ela também é uma ótima guarnição comestível e pode ser picado e adicionado a saladas de frutas.

Morangos: ricos em polifenois vão apoiar a imunidade, renovação das células e muitas outras funções.
Como comer: poder comer cru, adicioná-los aos smoothies, pode colocá-los em pudim de chia, fazer uma geleia e muitas outras receitas

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Cebolinhas: a cebola contém grande quantidade de polifenois, principalmente, flavonoides, compostos que desempenham papel importante na prevenção de doenças e na redução do estresse oxidativo. Eles também são anti-histamínicos naturais e têm propriedades antibacterianas e antifúngicas.
Como comer: adicione cebolinhas cruas para finalizar preparações. Molhos, arroz, patês, arroz etc.

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Rabanetes: os rabanetes são ótimos para remover resíduos e toxinas do estômago e do fígado. Eles também são um diurético natural e ajudam a tratar problemas urinários e renais.
Como comer: o ideal é consumir crua. Fatiar em fatias finas para salada, adicioná-los a uma salada de quinua ou em outra salada de sua preferência.

Lembre-se, variedade maior que quantidade, e boa primavera para você.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta. Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis – Mestre do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Nutricionista lista 9 benefícios em consumir batata-doce

A batata-doce é um vegetal nutritivo, delicioso e muito versátil. Pode ser preparada como purês, assada, cozida em pães e até em tortas. Rica em vitamina A, B5, riboflavina, niacina, tiamina e carotenoides. É encontrada em vários tamanhos e cores incluindo laranja, branco e roxa. Estas joias coloridas oferecem vários benefícios à saúde. Confira:

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Melhora o sistema imunológico – a polpa alaranjada da batata-doce é uma das fontes naturais mais ricas de betacaroteno, um composto que é convertido em vitamina A que é fundamental para o sistema imunológico e para manter as membranas mucosas saudáveis, especialmente o revestimento do intestino. O intestino é onde o corpo é exposto a muitos patógenos potencialmente causadores de doenças. Portanto, cuidar do intestino é importante para imunidade. Estudos demonstraram que a deficiência de vitamina A aumenta a inflamação intestinal e reduz a capacidade imunológica de responder adequadamente a ameaças potenciais a patógenos.

É fontes de antioxidantes – as vitaminas A e C do tubérculo funcionam como antioxidantes que protegem as células contra o envelhecimento e várias doenças. Escolha batata-doce roxa. O pigmento que lhes dá sua cor tem propriedades antioxidantes ainda mais potentes.

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Ajuda no controle de peso – a batata-doce contém fibras solúveis que aumentam a saciedade e oferece ao corpo um mecanismo natural e autossustentável para a regulação do peso corporal. Estudos mostraram que uma das principais fibras dietéticas da raiz, a pectina, é eficaz na redução da ingestão de alimentos, redução do ganho de peso e aumento da atividade dos hormônios da saciedade.

Beleza da pele – a cor laranja da batata-doce vem de um antioxidante chamado betacaroteno, que é convertido em vitamina A que ajuda a restaurar a elasticidade da pele, promove a renovação das células mortas e contribui para uma pele macia e com aparência saudável. A batata doce também é rica em vitamina C e vitamina E, ambas muito importantes para manter a cútis saudável, brilhante e flexível. A vitamina C ajuda a aumentar o colágeno, que fortalece os tecidos. O tubérculo também é fonte de antocianinas que ajudam a prevenir manchas escuras, mantendo a atividade dos radicais livres sob controle.

Saúde ocular – a vitamina A, é um nutriente que ajuda a prevenir olhos secos, cegueira noturna, infecções oculares, além disso é usado para formar receptores detectores de luz dentro dos olhos. A deficiência severa de vitamina A é uma preocupação nos países em desenvolvimento e pode levar a um tipo especial de cegueira conhecida como xeroftalmia. Comer alimentos ricos em betacaroteno, como batata-doce, pode ajudar a prevenir essa condição.

Possui propriedades anti-inflamatória – a batata-doce possui alta concentração de colina. Um dos principais benefícios da colina é a resposta anti-inflamatórias.

Reduz o risco de câncer – estudos sugerem que os antioxidantes da casca da batata-doce roxa , podem reduzir o processo de oxidação, reduzindo o risco de câncer. Para obter o máximo de nutrição das batatas não descasque, apenas esfregue e lave bem antes de cozinhar. Os antioxidantes ajudam a reduzir o estresse oxidativo, reduzindo a inflamação, reduzindo o risco de doenças inflamatórias, como câncer, doenças cardíacas e doenças autoimunes.

Promove saúde intestinal – a batata-doce contém quantidades significativamente altas de fibras, que são essenciais para promover o bom funcionamento do trato digestivo e prevenir a constipação em crianças e adultos.

Prevenção da deficiência de vitamina A – a deficiência pode causar problemas oculares e até mesmo levar à cegueira. Também pode suprimir a função imunológica e aumentar a mortalidade, especialmente entre crianças, mulheres grávidas e lactantes. A batata-doce é uma excelente fonte de betacaroteno, que o corpo converter em vitamina A. A intensidade da cor laranja ou roxa da raiz está diretamente ligada ao seu teor de betacaroteno.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta; especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis; mestre do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Ervas e especiarias, entenda a diferença e saiba mais sobre elas

Nutricionista Adriana Stavro ensina a usar 33 ervas e especiarias para tornar suas refeições ainda mais deliciosas

Qualquer pessoa conhece a importância das ervas e especiarias, usadas há séculos, tanto para fins culinários quanto medicinais.Elas acrescentam cor, textura, sabor, aroma e são basicamente a alma de qualquer cozinha.

Definir o que é uma erva e o que é uma especiaria pode ser complicado. De um modo geral, as ervas são usadas frescas e têm uma vida útil mais curta. Já as especiarias são secas e podem ser armazenadas em recipiente de vidro hermético por muito mais tempo (máximo 1 ano). Mas vamos descrevê-las um pouco melhor.

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Erva – É uma planta ou parte de uma planta, que é usada como medicamento ou para dar sabor aos alimentos. Os botânicos descrevem as ervas como uma planta pequena com sementes e partes carnudas, amigas dos médicos e elogiadas por cozinheiros. As ervas acrescentam sabor e aroma com sutileza.

Foto: Atul Prajapati/Pixabay

Especiarias – São a parte seca da planta como as sementes, cascas, raízes e frutas. Por exemplo, canela (casca), pimenta (fruta), noz-moscada (semente), alho (raiz). As especiarias acrescentam sabores fortes por isso, menos é sempre mais.

Algumas plantas podem ser consideradas ervas e especiarias. Por exemplo, o coentro, sua folha é a erva, enquanto a semente é a especiaria.

Especiarias, inteiras ou moídas?

Os especialistas dizem que, poucas horas depois de serem moídas, as especiarias podem começar a perder o aroma e o sabor. Por isso, o melhor seria moer conforme necessário.Um bom exemplo disso é a pimenta-do-reino moída na hora e a versão pré-moída. No entanto, no mundo real, quando procuram o salgo rápido para dar sabor a um molho, ensopado ou refogado, os temperos pré-moídos são realmente convenientes e, desde que estejam dentro da validade, proporcionam um bom sabor, portanto, não hesite em usá-los.

Em meio a este universo, alho, sal e cebola são a trilogia básica. Porém, na hora de preparar uma refeição especial, o básico já não serve. Para aguçar ainda mais o paladar, é preciso inovar, trazer à tona novos sabor e, incitar novas sensações. Aí surgem as combinações que podem criar uma sintonia de aromas e sabores inesquecíveis,que valem a pena ser exploradas.

Uma mistura famosa é o buquê garni, típica da cozinha francesa. Já a culinária indiana é reconhecida por suas misturas de especiarias, como o Garam Masala. Veja aqui algumas combinações clássicas:

Cinco especiarias (chinesas) – anis estrelado, canela, cravo, pimentão e sementes de erva-doce.
Ervas da Provença (sul da França) – alecrim, semente de erva-doce, manjerona, estragão, tomilho, orégano e lavanda
Tempero italiano – manjericão, orégano, alecrim, tomilho
Tempero Jerk (Caribe) – pimenta da Jamaica, cravo, canela, noz-moscada, tomilho, alho e as pimentas fortes
Garam Masala (indiano) – sementes de coentro, cominho, pimenta preta, cardamomo, canela, cravo, pimentão vermelho seco e açafrão
Bouquet garni (francês) – salsa, tomilho, folhas de louro e aipo

E como combinar sem exagerar?

Na cozinha, escolher as combinações e quantidades corretas dos condimentos para cada tipo de alimento,é um verdadeiro desafio. O truque é obter a mistura certa, para que nenhuma erva ou especiaria domine o sabor do prato.

Por isso, antes de sair misturando tudo com tudo, vale a pena conferir algumas sugestões sobre quais temperos combinam como que. Com o tempo e a vivência na culinária, é possível desenvolver o chamado “bom senso”. Com essa habilidade, só de cheirar e provar o alimento vai saber se exagerou na quantidade ou se precisa complementar. Para quem ainda não chegou neste estágio, confira  algumas ervas e especiarias e explore suas combinações em suas receitas.

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Curry: é uma mistura de especiarias incluindo açafrão-da-índia, cardamomo, coentro, gengibre, cominho, noz-moscada, cravo, pimenta e canela. Algumas marcas de Curry chegam a levar setenta plantas diferentes. Inicialmente o Curry servia para temperar exclusivamente o arroz, mas atualmente é usado em inúmeras receitas, como o frango ao Curry.

Cravo: de sabor intenso e ligeiramente picante, combina bem com canela, pimenta do reino, noz-moscada e gengibre. O cravo pode incrementar o sabor de doces, assados e bebidas em geral.

Cominho (moído ou inteiro): adiciona um sabor terroso ligeiramente amargo, e é popular em pratos da América Latina, Oriente Médio, Marrocos e Espanha. Combina bem com coentro, pimenta do reino e gengibre. Sementes recém-moídas têm mais sabor que moídas.

Canela: é uma casca, popular por seu aroma doce e quente. Acrescenta uma nota doce e perfumada a sobremesas e bolos (é essencial para torta de maçã e crumble). Canela em pó tem mais sabor que ramas, que precisam ser quebrados para liberar o aroma .Combina muito bem com cravo e pimenta-do-reino.

Pimenta-do-reino: vinda da Índia, a pimenta do reino além de dar um sabor picante à comida, ajuda o organismo a absorver os nutrientes e facilita a digestão. Ela é encontrada nas variedades verde, vermelha, branca e preta. A cor varia de acordo com a fase em que é colhida. O tempero combina com carnes e molhos, mas não exagere na quantidade.

Pimenta da Jamaica: como o nome sugere, é nativa da América Central e a principal produção vem da Jamaica. É uma especiaria apimentada e quente, vai bem em marinados, picles,e receitas de bolo com mel.Pode ser combinada com canela em pratos doces.

Pimenta calabresa seca: é excelente para dar sabor picante a molhos e temperar carnes. Deve ser usada em pequenas quantidades.

Páprica: de sabor picante ou doce, esse condimento deriva de um tipo de pimentão de cor vermelha e cura e costuma ser usada para adicionar um toque de cor aos alimentos. No entanto, nos últimos anos, fomos apresentados à páprica espanhola, que tem sabor e aroma intensos e defumados. Embora mais caro, vale a pena experimentar. Uma pequena quantidade transforma muitos pratos,molhos, ensopados, sopas e assados com um delicioso sabor de churrasco defumado. Ela vem em variedades quentes, doces e agridoces.

Açafrão da Terra (cúrcuma): além de deixar os pratos com uma cor linda, o sabor do açafrão é único. A especiaria é famosa desde a antiguidade, principalmente na culinária mediterrânea. É indicado para temperar risotos, aves, caldos, massas e doces.

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Açafrão: um dos condimentos mais caros do mundo, é essencial na paella espanhola, no risoto alla milanese e em pratos marroquinos. É encontrado também em pó.

Anis estrelado: de sabor forte e aroma doce, vai bem com peixes, frutos do mar, frango, pães, biscoito e doces

Cardamomo: a essência aromática está nas sementes dentro das cápsulas. Usada para aromatizar doces, salgados e algumas bebidas, como chás.

Noz-moscada: possui um sabor adocicado e um aroma bastante forte. Ela é nativa das Ilhas Moluccas e é muito utilizada na índia. Combina com queijos, abóboras, sopas, espinafres, massas, caldos, molho branco, risotos, pratos indianos etc. Além de dar um sabor único a bebidas, como cappuccino e vinhos.

Erva doce – Foto: Hheidi/Pixabay

Erva Doce: de aroma adocicado, as sementes entram no preparo de infusões, peixes, legumes, bolos e biscoitos.

Papoula: é uma semente bem miudinha, crocante e saborosa. São ótimas polvilhadas em pães, bolos, bolachas antes de ir ao forno ou em massas de pudins, pães e tortas salgadas. Pode ser misturada com manteiga Ghee derretida, e usada em preparações com batatas, cenouras, macarrão, risotos, carnes e peixes. Também pode ser misturada com mel e limão e ser usada em recheios de bolos, caldas de sobremesas ou simplesmente ser consumida com frutas e iogurtes. n

Louro: embora seja muito usado no Brasil como tempero aromático do feijão, ele também pode ser adicionado no preparo do arroz e caldos. Basta colocar uma folha lavada na água borbulhando.

Mostarda – Foto; Rieth/Pixabay

Mostarda: os grãos podem ser usados para realçar o sabor de conservas, batatas cozidas e receitas de carne de porco. Já a mostarda em pó é ótima opção para caldos, sopas e molhos.

Ervas frescas

Foto: Gulzer Hossain/Pixabay

Salsa: ou salsinha combina muito com canapés, molhos de ervas, pães, tomates, omeletes, grelhados, recheios e aromatizar manteiga. É encontrada salsa lisa e salsa crespa. A crespa é muito utilizada para decoração de pratos. Também pode ser encontrada na forma desidratada. Porém o ideal é utilizá-la fresca.

Cebolinha: muito utilizada em omeletes, molho vinagrete e molhos à base de creme de leite para peixes. Ótimo também em patês de ricota, queijo cremoso, sopas e saladas. Geralmente é combinada com a salsinha.

Tomilho: aromatize queijos, licores, carnes de churrasco, peixes, tomates ao forno, pizzas e grelhados. Use-o em pó quando quiser só seu sabor e aroma. É ótimo para compor marinadas.

Alho: pode ser utilizado de diversas formas, cru, refogado, picado ou em rodelas. Em geral, os povos mediterrâneos são os maiores apreciadores, empregando-o, geralmente, junto com o tomate e a cebola. Fica ótimo em carnes assadas e para temperar o arroz e feijão.

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Alho-poró: é o alho verde, com bulbos e folhas grandes. Bom para o preparo de sopas, ensopados e saladas.

Gengibre: a raiz é quente, doce e picante. Moída, é ideal para bolos, pães, molhos, sopas, aperitivos, carnes, peixes, aves, legumes, saladas, frutas e sucos. Experimente usá-lo junto com o alho no arroz branco, fica uma delícia.

Foto: CreativeCommons

Manjericão: existem mais de cinquenta tipos de manjericão. A maioria das pessoas pensam no manjericão com tomate ou pesto ou usado como guarnição de sobremesa e pratos salgados. Pense além, eles podem ser usados com outras ervas como alho, zimbro, mostarda, páprica, alecrim e adicionado em sopas, saladas e tortas.

Orégano: pode ser usado para os mesmos fins que o manjericão, embora seu aroma seja diferenciado. É tempero típico de cobertura de pizzas, dos molhos italianos para massas. Aromatize saladas de frutos do mar, coloque nos antepastos de azeitonas pretas, em queijos, use no feijão branco em recheios para carnes, aves e carneiro. Podemos utilizar as folhas secas ou frescas, fica ao critério de cada um.

Hortelã: tem um aroma forte e fresco e é um dos sabores mais populares do mundo. Nativa do sul da Europa e mediterrâneo, se adaptou com facilidade ao Brasil. Na culinária ocidental é usada para dar sabor a berinjelas, abobrinhas, ervilhas, batatas e tomates. Vai bem com carnes de frango, porco e vitela. Na culinária árabe a hortelã é essencial para o tabule e o quibe.Combinam bem com sementes de coentro e cominho.

Coentro – Foto: Hans Braxmeier/Pixabay

Coentro: enquanto as folhas são usadas como erva, a semente é uma especiaria. Tem um sabor muito suave e não é nada picante. Esta é provavelmente uma das especiarias mais suaves. É o principal ingrediente do Garam Masala.

Manjerona: é outro tempero que vem das terras mediterrâneas. Possui uma folha semelhante com a do orégano, porém o sabor é diferente. Ela é ideal para aromatizar simples saladas e para valorizar carnes e aves, assim como pratos à base de tomate, sopas, saladas e em peixes grelhados. Vale a pena experimentá-la no feijão preto, o sabor é incomparável.

Alecrim: bata o alecrim seco no pilão com sal e use para temperar batata. Coloque na carne de carneiro para grelhar. Acrescente ao alecrim salsa em pó, alho e pimenta-do-reino para marinar por meia hora carnes brancas que serão grelhadas ou cozidas. Dica: Faça um molho com tomates cozidos e amassados. Misture salsa, cebola picada, açúcar de coco ou demerara (opcional) e pimenta malagueta socada. Sirva o molho com verduras, legumes cozidos e carnes.

Endro (dill ou aneto): muito usado para marinar peixes. É o tempero do famoso bufê de frios dos povos nórdicos, composto de vários peixes marinados. Fica ótimo em cremes de queijos, omeletes, molhos e sopas frias. Sempre colocar no final da preparação.

Foto: CreativeCommons

Salvia: o ideal é usá-la sempre fresca. Basta adicioná-la à comida, seja no início do preparo, no final, ou um pouco nos dois momentos. Desse modo, ela sempre liberará o máximo de seu aroma e sabor. Também não pode ser cortada muito antes de usar para que não escureça e perca suas características. A sálvia libera o máximo de sabor e aroma quando aliada a um tipo de óleo ou gordura, como azeite e manteiga. Combinações clássicas: Carne de porco, vitela, frango, pato, ganso, peru, grãos, ovos, queijos, sobretudo o grana pada no, pecorino e os queijos de cabra. A combinação de abóbora e sálvia é um clássico italiano. Manteiga e sálvia também são acompanhamentos ideais para massas recheadas.

Dica: derreta um pouco de manteiga junto com algumas folhas inteiras de sálvia, e quando a massa estiver pronta, misture a essa manteiga e um pouco da água de cozimento. É simples, mas delicioso. Para aromatizar um azeite com sálvia, é só colocar algumas folhas dentro do azeite e aquecê-lo bem levemente (cerca de 50º C). Depois deixe o azeite esfriar e passe para uma garrafa.

Cerefólio: é um tempero agradável, de sabor sutil. Combina muito bem com saladas, peixes, mariscos cozidos, sopas, omeletes, ovos mexidos, frango, arroz, molhos suaves de manteiga e queijos macios.

Quantidades sugeridas para uso em vários pratos: 2 colheres (sopa) de Cerefólio desidratado para 1 ½ kg de peixe e carnes; 1 colher (chá) de Cerefólio fresco em sopa, em caldos, arroz, omeletes e arroz

Estragão: é uma erva típica da cozinha francesa, usada para realçar o sabor de alguns ingredientes e alimentos. Pode ser combinada com o tomilho e a salsa. O sabor do estragão é adocicado e levemente picante. Lembra um pouco o cheiro e gosto do funcho (erva-doce). Combina muito com saladas, conservas, molhos (como o clássico molho Béarnaise, que acompanha carnes grelhadas e peixes), frango, ovos e tomates. Pode ser usado fresco ou seco, tudo depende da receita.

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Dill: também chamado de endro, é muito usado na culinária escandinava e do leste europeu. Suas folhas podem ser delicadas, mas o aroma e sabor são marcantes. As folhas do dill perdem muito seu sabor quando secas, por isso, o ideal é usar sempre fresco. Se acrescentá-lo a um prato quente, prefira fazê-lo no final da preparação, para manter as características da erva. Fica ótima com peixes, creme azedo, maionese, queijos frescos, legumes, verduras, tubérculos, sopas e caldos. Sementes levemente tostadas podem aromatizar manteigas e azeites.

Dicas gerais:

• Todas as ervas frescas podem ser congeladas picadas. Para isso, basta colocá-las em formas de gelo e completar com água ou azeite. Uma vez congeladas, guarde os cubos com as ervas em um pote no freezer. Quando precisar, é só colocar os cubos com as ervas no final da cocção.
• Prefira sempre a versão fresca ao invés da desidratada, são mais saborosas e saudáveis.
• Não compre em grandes quantidades, pois as ervas frescas estragam rapidamente e as especiarias perdem sua cor e o sabor.
• A maioria das ervas não deve ser cozida por muito tempo. É sempre recomendado acrescenta-las no momento final da preparação.
• Alguns temperos podem ser usados crus no final do cozimento, como a pimenta, mas outros ficam mais saborosos quando cozidos, como o cominho e o louro. Se estiver seguindo uma receita, preste atenção na ordem em que os ingredientes são adicionados ao prato.
• Verifique os temperos em sua despensa regularmente. Qualquer especiaria com mais de um ano deve ser descartada.
• As ervas devem ser retiradas do prato no momento de servir.

Receita de Salmão Marinado com Endro

Ingredientes:
700g de salmão fresco
2g de endro liofilizado
50 ml de suco de limão
100 ml de vinagre de framboesa
2 colheres de sopa de azeite de oliva
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:
Fatie finamente o filé de salmão e coloque-o numa vasilha. Polvilhe com sal, pimenta-do-reino e endro. Junte o suco de limão, o vinagre de framboesa e regue com azeite de oliva. Leve à geladeira em recipiente fechado por no mínimo duas horas. Sirva em travessa decorada com ramos de endro.

Receita com Tomilho

Faça uma base com fatias de batatas, coloque o peixe sobre elas, regue com azeite, acrescente sal, vinho branco, ramos de tomilho, feche com papel alumínio e leve ao forno para assar.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista mestre pelo Centro Universitário São Camilo Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Pós-graduada em Nutrição funcional pela VP e em Fitoterapia pela Courses4U