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Como limpar o celular para se proteger do coronavírus?

Os cuidados básicos que todos devem tomar para evitar a contaminação do novo coronavírus vão além do uso do álcool em gel nas mãos e o isolamento. Também deve-se levar em consideração a higienização correta de todos os objetos tocados no dia a dia, entre eles, o próprio smartphone, que tem potencial para ser um hospedeiro momentâneo do vírus.

O tempo de uso desses aparelhos pode aumentar devido ao número de profissionais trabalhando em casa, que estão em quarentena ou que utilizam o aparelho para se manter informado o tempo todo.

Segundo última pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), o Brasil tem hoje dois dispositivos digitais por habitante, incluindo smartphones, computadores, notebooks e tablets. Entre os aparelhos, o uso de smartphone se destaca: são 230 milhões de celulares ativos no país.

Para ajudar a conter o grande índice de contaminação, a Yesfurbe , plataforma de compra e venda de smartphones refabricados, separou algumas dicas sobre como fazer a limpeza correta do seu aparelho e combater o coronavírus:

1. Realize a limpeza com o aparelho desligado

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A umidade dos produtos usados para a limpeza pode se infiltrar no celular e percorrer circuitos eletrônicos causando grandes danos.

2. Use álcool isopropílico 70%

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Pinterest

O álcool isopropílico com concentração de 70% tem maior efeito bactericida. Não é recomendável submergir ou jogar diretamente o produto no aparelho. O ideal é aplicar com um pano apropriado.

3. Use somente panos que não soltem fios

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Foto: Technology and Us

Microfibra é o material mais recomendado para evitar acúmulo de fiapos nos plugs do celular.

4. Higienize as capinhas

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Se elas forem de plástico, silicone ou material semelhante, basta lavar com água e sabão e deixar secar. Outros materiais que nãos sejam os citados acima, como couro, por exemplo, devem ser limpos com produtos específicos.

Essas passos devem ser feitos diariamente e, apesar de o indicado ser não entregar o celular na mão de outra pessoa, caso isso ocorra, repita o procedimento imediatamente.

Fonte: Yesfurbe

Médica indica oito passos para aumentar a imunidade

A médica diretora do Kurotel, Mariela Silveira, dá orientações sobre como cuidar da saúde e melhorar a imunidade do organismo

Em tempos de grandes preocupações e cuidados com a saúde é imprescindível procurar aumentar a imunidade a fim de fortalecer o organismo contra eventuais doenças e infecções.

O sistema imunológico está diretamente ligado à proteção do organismo e nossos hábitos e situações cotidianas influenciam para que a imunidade esteja em níveis bons ou ruins.

Transforme o medo em atitudes preventivas e positivas! Quando sentimos muito medo, deprimimos o nosso sistema imunológico por razões neuroendócrinas. Ao fazer isso, acabamos colocando mais adrenalina e cortisol em nossa corrente circulatória e isso, por sua vez, baixa as resistências do organismo. Entretanto, o medo também pode ser benéfico, pois quando bem controlado, oportuniza, de fato, que as pessoas possam colocar atitudes preventivas e positivas na sua vida, cuidando-se para não se expor a perigos.

Confira abaixo, oito passos que irão auxiliar você a cuidar do organismo e, consequentemente, prevenir inúmeras patologias.

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Foto: SelfSetFreeLiving

Aliviando o estresse: sabemos que o acúmulo de tarefas e as rotinas cada vez mais estressantes contribuem para deixar a resposta do organismo comprometida. Agora, com a pandemia, tudo aumenta. Gerenciar as emoções e buscar estratégias para controlar e o estresse e a ansiedade contribuem para fortalecer a saúde. Procure investir em atividades como ioga, meditação e mindfulness que ajudam a reduzir o cortisol e melhorar a imunidade.

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Foto: Food Network

Ingerindo alimentação rica em nutrientes, balanceada: uma alimentação equilibrada é fundamental para que o organismo funcione bem. Aposte em alimentos como frutas cítricas, oleaginosas, sementes, leguminosas – como feijão, lentilha e ervilha, que são fontes de zinco e são grandes aliados para melhoras as defesas do organismo. Procure comer 7 porções de frutas, verduras e legumes (de preferência frescos e crus), todos os dias. Isto é, sem dúvida nenhuma, uma das medidas mais importantes de saúde que podemos adotar para diminuir a chances de qualquer doença. Se tiver a oportunidade, verifique os níveis de nutrientes no sangue junto a seu médico ou nutricionista para saber o que é essencial para você.

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Dormindo um sono reparador: uma boa noite de sono é capaz de auxiliar de forma muito eficiente o aumento da imunidade. Procure descansar, se possível, de sete a oito horas por dia e preze por ambientes calmos e tranquilos. Evite utilizar eletrônicos – celulares, tablets e computadores – por, no mínimo, uma hora antes de dormir. Essa prática contribui para um sono reparador.

Fazendo exercícios: a prática regular de atividades físicas é essencial para manter a boa saúde e também ajuda a aumentar os níveis de imunidade. Neste momento, opte por aqueles que você possa fazer em casa.

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Não abusando da ingestão de álcool: em caso de desejar tomar álcool é importante que não se abuse a quantidade, pois o excesso de bebida pode fazer o sistema ficar intoxicado e piorar a resistência.

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Não fumando: o cigarro deixa qualquer pessoa mais suscetível a qualquer infecção de vias aéreas superiores ou inferiores. Parar de fumar é uma medida pratica que impacta diretamente na melhora da imunidade e da saúde como um todo.

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Tendo um peso saudável: manter o índice de massa corporal e, especialmente, o percentual de gordura corporal controlado, faz com que haja menos resistência insulínica e, por sua vez, maior imunidade. Além disso, essa medida reduz comorbidades como doenças cardiovasculares e cânceres e a ausência dessas doenças favorecem a pessoa a ter casos mais brandos de infecções e a se recuperar mais rapidamente, caso venha a ser acometida de coronavírus ou de outra virose.

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Estando em contato com a natureza e com luz solar: se não houver contraindicação por parte de seu dermatologista, tomar sol cedo pela manhã ou no final do dia, é extremamente importante para manter os níveis adequados de vitamina D. E, quando for possível, fazer isto em locais abertos, aonde a natureza possa ser contemplada, é ainda mais benéfico.

Consulta da Imunidade:

Kurotel – Centro Contemporâneo de Saúde e Bem-Estar oferece, para os clientes hospedados, uma consulta específica para aumentar a imunidade de maneira rápida e eficaz. Neste momento, a nutricionista funcional verá o histórico de saúde pessoal e as condições clínicas.

A partir disso, a equipe médica e nutricional poderá solicitar exames para avaliar e prescrever suplementação apropriada para melhorar a imunidade, além de recomendar a alimentação mais adequada para isto, baseada nas últimas evidências científicas. Muito além do coronavírus, o ajuste nutricional para melhorar a imunidade é muito importante para se proteger de diversas viroses e bactérias.

Dra.-Mariela

Mariela Silveira é médica graduada pela Universidade Luterana do Brasil. Pós-graduada em Nutrologia pela Universidade de São Paulo e Especialista em Nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia, Pós-graduada em Acupuntura Médica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Pós- graduada em Terapia Cognitiva no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Presidente da ONG Mente Viva. Embaixadora do Global Wellness Day Brasil.

Olívio Bar oferece gelatos alcóolicos

Nada melhor que sorvete para refrescar no verão. E pensando nisso, o Olívio Bar, na Vila Madalena, transformou as receitas de drinques clássicos queridinhos em gelatos.

Negroni, Moscow Mule e Margarita agora são uma das opções de sobremesas geladas do bar, que ficam disponíveis até o final do verão.

Conheça as novidades:

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– Gelato de Moscow Mule: vodca, Ginger Beer, gengibre, limão e açúcar (R$ 22);
– Gelato de Negroni: gim, Vermute, Campari, laranja e açúcar (R$ 22);
– Gelato de Daiquiri de Manga: rum, manga, limão e açúcar (R$ 22);cocktails_Grupo DRK_foto Feltran fotografia_Leo Feltran_20_01_2019
– Gelato de Margarita: tequila, Cointreau, limão, sal e açúcar (R$ 22);
– Gelato de Prosecco com Morango e açúcar (R$ 22);

E para ter uma experiência completa, comece pedindo pelos drinques autorais do Olívio, como o divertido “Wilson”, feito com gim importado, gengibre, uva verde, limão, água de coco, capim santo e hortelã (R$ 32) e o instagramável “Um passeio na Tailândia”, com Rum Kraken, tangerina, limoncello, cranberry, pimenta, laranja kikan, gengibre e espuma de 3 limões (R$ 36).

Para acompanhar, as sugestões são Batata Rústica com pastrami, molho de queijos e creme azedo (R$ 57); Mini-hambúrguer prensado com 6 unidades (R$ 48); e a frigideira de polvo com batatas e páprica (R$ 89).

Fotos: Feltran Fotografia

Olívio Bar: Rua Delfina, 196 – Vila Madalena – São Paulo. Horários de funcionamento: terça e quarta, das 12h às 15h e das 17h às 24h. Quinta e sexta, das 12h às 15h e das 17h à 1h. Sábado das 12h à 1h. Domingo, das 14h às 22h.

Bebeu demais? Veja como diminuir os sintomas da ressaca

Hidratação e alimentação saudável são alternativas para aliviar os sintomas após ter ingerido álcool em excesso

Carnaval, época de rever os amigos, curtir os bloquinhos de rua, os trios elétricos e ver as escolas de samba. Com toda essa festa alguns foliões exageram na ingestão de bebidas alcoólicas e no dia seguinte sentem mal-estar, a famosa ressaca. “As indisposições começam de 6 a 8 horas após o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e os efeitos podem durar cerca de 24 horas. Isso acontece após um pico entre 0,11% e 0,12% de concentração de álcool no sangue”, explica Diana Lara, neurocirurgiã da BP – Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Segundo a especialista, os sintomas da ressaca variam de pessoa para pessoa: dependem de fatores genéticos, do quanto ela se alimentou e se hidratou. “O acúmulo de álcool no corpo interfere nos nossos hormônios e no sistema imunológico e essas alterações acabam contribuindo para a sensação de ressaca”, afirma ela.

Bebeu demais? A especialista da BP dá dicas para você amenizar os efeitos da ressaca:

1 – Você realmente estará indisposto

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Se você exagerou na bebida provavelmente sentirá indisposição. Existem vários sintomas e os mais comuns são náuseas, boca seca, tontura, desconforto gastrointestinal, cansaço, tremedeira, ausência de apetite, falta de concentração, sonolência e sudorese, além de dor de cabeça.

2 – No dia seguinte…

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Ingerir bastante líquido e ter alimentação balanceada é o grande segredo para se livrar da ressaca. O principal método para se proteger desse mal-estar é a hidratação. Por isso, após abusar da bebida é fundamental tomar bastante água, repousar e tirar o dia para fazer refeições leves a base de saladas, frutas, legumes e sucos naturais.

3 – Antes de beber, coma algo

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O ideal é nunca beber de estômago vazio e ingerir carboidratos e proteínas antes de consumir bebidas alcoólicas, pois a absorção do álcool fica mais lenta, minimizando os efeitos da ressaca.

4 – Remédios de farmácia contra ressaca

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Medicamentos como antiácidos, analgésicos e antieméticos podem ajudar a amenizar os sintomas, porém não há evidência científica de nenhum tipo de medicamento que cure a ressaca. Não há como afirmar se esses remédios tomados antes da ingesta alcoólica de fato ajudam no alívio dos sintomas da ressaca.

Quantidade de bebida alcoólica ingerida é determinante na intoxicação do organismo

“Quem já teve uma forte ressaca, nunca esquece”, brinca Carolina Novoa, Enfermeira Mestre em ciências da saúde pela Universidade de São Paulo (USP). Afinal, como ela pontua, os sintomas são bastante intensos: forte dor de cabeça, sensibilidade a ruídos e luminosidade intensa, tontura, náusea, vômito, palidez, tremores e sede significativa.

E por que isso acontece?

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Foto: edmontonfetalalcoholnetworkorg

“Já nos primeiros 10 minutos de ingestão de bebida alcoólica, o álcool chega à mucosa do estômago e começa a ser absorvido e transportado pela corrente sanguínea até o fígado. Ali, ele será metabolizado em uma substância chamada acetaldeído, tóxica para o organismo”, conta Carolina.

Como nosso corpo é feito para se “autodesintoxicar”, ele tenta se livrar do acetaldeído o quanto antes. “Quando a ingestão é baixa, o organismo consegue metabolizar a substância e transformá-la numa espécie de vinagre atóxica. Mas, se a pessoa exagerar, em 20 minutos após beber, o corpo não dá conta de neutralizar todo o acetaldeído – aí surgem os sinais da embriaguez”, detalha.

A embriaguez ocorre quando o acetaldeído chega ao sistema nervoso central. O resultado é alegria, excitação ou depressão e tristeza, comprometimento do julgamento, perda de equilíbrio, fala mole, entre outros sintomas.

“Após cerca de 1 hora do início do consumo de álcool, o sistema de depuração que controla o hormônio antidiurético entra em ação e surge a forte vontade de urinar”, explica a enfermeira, “como a pessoa não está ingerindo água, a desidratação ocorre mais rapidamente e agrava os sintomas da ressaca”. É por isso que o indicado é sempre alternar uma dose de bebida alcoólica com outra de água ou água de coco.

E quando a ressaca bater?

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Foto: Shutterstock

O ideal é prevenir este mal, bebendo de forma moderada, devagar e de estômago cheio para retardar a formação do acetaldeído.

Mas, se não deu para prevenir, dá para remediar!

Chá de Mate e Matcha

Carolina conta que é preciso reidratar o organismo para reduzir os sintomas ruins. Beber bastante água, chá, sucos é essencial. A alimentação também deve ser leve e não se deve ficar em jejum. A enfermeira orienta o consumo de carnes magras, verduras e legumes frescos, crus o cozidos e nada de frituras ou gorduras.

Dicas importantes

A enfermeira alerta para alguns cuidados extras:

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Pixabay

– Nunca misture bebida alcoólica com energético. A cafeína e a taurina, substâncias estimulantes presentes nessas bebidas, fazem com que o consumo de álcool seja maior e o trabalho cardíaco também. “A pessoa pode evoluir para um quadro de infarto, parada cardiorrespiratória e até morte”, alerta.

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– Álcool é fator de risco para alguns tipos de câncer, como os de fígado, cólon e esôfago, lesões hepáticas e pancreáticas. Beba sempre com moderação.

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– A substância também atrapalha a absorção de nutrientes, podendo causar desnutrição grave, alteração do metabolismo ósseo, causa de disfunção erétil e infertilidade, sobrepeso e dependência.

“Apesar de ser um tipo de droga legalizada e muito usada socialmente, o uso frequente de bebidas alcoólicas pode levar a situações de abuso e dependência química. Policie o seu consumo”, conclui a enfermeira.

Cardiologista do HCor alerta sobre os desgastes físicos no Carnaval

Em períodos como Carnaval, aumenta a ocorrência de arritmias cardíacas por conta de atitudes como o consumo exagerado de bebidas alcoólicas, cigarro, drogas e energéticos

Muitos blocos e foliões já estão comemorando o Carnaval. E para evitar o desgaste físico, que normalmente aparece quando acaba a festa, alguns cuidados podem ser tomados para aproveitar a folia sem complicações. Para curtir os dias de folia tranquilamente, é essencial manter o corpo hidratado e ter uma alimentação saudável.

“Fazer uma refeição balanceada antes de cair na folia é primordial para ter bastante energia. Os carboidratos devem ser a primeira fonte de energia, mas o consumo deve ser associado aos de proteínas e vitaminas. Já os lipídios devem ser evitados neste período”, explica Nabil Ghorayeb, cardiologista e médico do esporte do HCor.

Em períodos como no Carnaval, aumenta a ocorrência de arritmias cardíacas por conta de atitudes como o consumo exagerado de bebidas alcoólicas, cigarro, drogas e energéticos. “Além do desgaste físico, em muitos casos, o exagero contribui para o aparecimento ou agravamento de alguns sintomas ou até mesmo de doenças, entre elas as arritmias cardíacas que, apesar de muitas vezes apresentarem sintomas como cansaço, palpitações, falta de ar, tonturas ou desmaios, outras podem ser assintomáticas e acometer pessoas saudáveis”, alerta Ghorayeb.

A moderação e o equilíbrio são fatores importantes na prevenção de arritmias, especialmente em ocasiões como o Carnaval. Todos os excessos trazem malefícios, especialmente em indivíduos portadores de doenças cardíacas, os quais podem desenvolver complicações e evoluir para morte súbita. Essas situações poderiam ser evitadas por meio de informação, prevenção e bom senso”, esclarece.

Guia do Folião

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Mantenha as refeições nos horários habituais e se isso não for possível, tenha sempre disponível um lanche que lhe permita aguardar a próxima refeição. O certo é que não fique longos períodos sem se alimentar. E, ao se alimentar na rua, cuidado com os alimentos consumidos.

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Hidratação é fundamental. Use e abuse da água. O refrigerante, mesmo o zero, não é uma boa opção como bebida hidratante.

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Evite o excesso de bebida alcoólica, pois podem causar hipoglicemias graves. Se for consumir, não use as bebidas alcoólicas sem se alimentar e respeite seu limite. Intercale sempre uma bebida com água.

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Cuidado com as lesões nos seus pés. Atenção ao calçado adequado e não fique descalço.

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Evite frituras, maionese e alimentos de difícil digestão e preparações com creme de leite ou queijos muito gordurosos.

Cerca de 40% da população apresenta algum tipo de distúrbio do sono

Depois da folia procure dormir bem para repor as energias e evitar desgaste físico.

Na avenida:

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Salto alto: ficar em pé por muitas horas de salto alto pode ocasionar dor nas pernas e na planta dos pés, câimbras, inchaço nos pés, joanete, calos, problemas nas unhas, entre outros. Para evitar esses problemas, procure usar um salto com a base e o bico mais largos, assim os dedos não ficam apertados. Já para o dia seguinte, o conselho é ficar com as pernas esticadas.

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Durma bem: no dia seguinte, procure dormir pelo menos oito horas para reequilibrar o organismo.

Nos blocos de rua:

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Proteja sua pele: o excesso de exposição ao sol é a principal causa do câncer de pele, o mais comum no país. Por esse motivo, o protetor solar deve fazer parte da rotina do folião, retocando a cada duas horas, assim como o uso de chapéus e camisetas.

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Pixabay

Utilize calçados confortáveis: o ideal é usar tênis para proteger os pés e ter mais flexibilidade nos movimentos. Esse tipo de calçado amortece o impacto e é mais confortável.

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Calor: para evitar insolação, hidrate-se pelo menos de duas em duas horas, use filtro solar e prefira as roupas com tecidos leves (evite tecidos do tipo sintético) e use chapéus ou bonés para uma maior sensação de conforto.

Fonte: HCor

Carnaval: bebidas com alto teor alcoólico e corantes intensificam prejuízos ao organismo

As misturas prontas de bebidas com alto teor alcoólico e corantes se tornam as preferidas dos foliões por apresentarem praticidade e um melhor custo benefício. Mas a equação, que pode parecer positiva para a diversão e ao bolso, tem efeito contrário no corpo. De acordo com a cardiologista infantil e médica do esporte do Hospital Edmundo Vasconcelos, Silvana Vertematti, essas opções intensificam os efeitos negativos no organismo.

“Tudo que tem um teor mais alto de álcool e corante, nesta época de calor e carnaval, torna-se muito prejudicial por aumentar as chances de desidratação e desgaste muscular. Além de existir a chance de sobrecarga hepática, renal e do sistema imunológico, associado a alergias por conta do corante”, reforça a médica.

Outra consequência do consumo dessas bebidas é a alteração do funcionamento do sistema nervoso central, como lembra a especialista. “O neurônio, célula do sistema nervoso, precisa de hidratação para seu bom funcionamento, e com o consumo excessivo dessas misturas há uma predisposição à desidratação. Esse cenário, associado aos efeitos do álcool, pode piorar ainda mais os impactos no organismo conhecidos popularmente como ressaca”.

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Foto: Emilysimagery/Morguefile

Para evitar todos esses transtornos, é preciso ter cautela no consumo de álcool e ficar atento à hidratação. A médica ressalta a importância de intercalar a mesma quantidade de bebida alcoólica consumida com a de água ou líquidos como sucos e substâncias hidratantes. Aliado a isso, uma dieta saudável para garantir a energia necessária nos dias de festa.

Fonte: Hospital Edmundo Vasconcelos 

Como ter “boas festas” sem prejudicar o coração

Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp) salienta importância de se evitarem excessos alimentares e na ingestão de bebidas alcoólicas nas festas de final de ano

Nas festas de fim de ano, que incluem almoços e jantares de confraternização com a família, empresas e amigos, assim como as ceias de Natal e Ano Novo, recomenda-se bom senso e moderação no consumo de alimentos e bebidas alcoólicas. Pessoas com antecedentes de doenças cardiovasculares e/ou com fatores de risco, como obesidade, colesterol/triglicérides, diabetes, tabagismo, estresse e hipertensão, devem adotar cuidados redobrados, pois esses problemas podem agravar-se com a quebra da rotina alimentar e de hábitos.

Passado o Natal, a proximidade com a festa da virada do ano amplia ainda mais a necessidade de alerta. Isso porque o uso excessivo de bebida alcoólica pode causar arritmia cardíaca, principalmente em mulheres, que têm níveis menores de enzimas responsáveis pelo metabolismo da substância.

Confira a seguir os principais riscos neste período de diversão, descanso e, muitas vezes, excessos:

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• O uso demasiado de bebida alcoólica pode causar arritmia cardíaca, principalmente em mulheres — este público apresenta menos água no organismo, o que faz com que o álcool fique mais concentrado. As mulheres geralmente pesam menos e possuem níveis menores de enzimas responsáveis pelo metabolismo do álcool, como a aldeído desidrogenase (ADH) e a álcool desidrogenase (ALDH).

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• Exageros versus lesão no coração – exageros na alimentação e de esforço físico podem representar riscos imediatos de alguma lesão no coração. Para fazer exercícios físicos intensos, é preciso ter um precondicionamento físico, de modo que aquele futebol com os amigos no dia 31, excesso de esportes aquáticos ou em montanhas devem ser evitados por quem não está habituado à prática de exercícios. Podem ocorrer infartos e arritmias.

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• Em longo prazo, o álcool consumido em excesso pode levar a uma dilatação do coração ou uma miocardiopatia, doença no músculo cardíaco que dificulta o fornecimento de sangue do coração para o corpo e pode causar insuficiência cardíaca.

Como amenizar situações de lesão cardiovascular para aqueles que têm fatores de risco:

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• Ter feito avaliação prévia ou validada há menos de um ano.

• Manter a alimentação e a ingestão de álcool como nos períodos normais.

• Evitar lugares muito quentes ou muito frios.

• Não deixar de tomar nenhum dia as medicações habituais, mesmo em caso de uso de álcool.

Fonte: Socesp – Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo 

Descubra alimentos que aceleram o processo de envelhecimento e como substituí-los

Cirurgiã plástica Beatriz Lassance, membro do American College of LifeStyle Medicine e do Colégio Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida, explica qual a relação desses alimentos com os terríveis produtos avançados de glicação, agentes que envelhecem a pele

Existem dois principais culpados por acelerar o processo de envelhecimento da pele: a exposição solar e os produtos avançados de glicação (AGEs). “Os AGEs se formam quando a molécula de glicose (açúcar) reage com as proteínas do organismo. Isso gera a glicação que, somada ao excesso de radicias livres produzidos por má alimentação e outros hábitos como tabagismo e privação do sono, leva o organismo ao estresse oxidativo, que danifica o DNA das células provocando menor atividade celular, menor produção de colágeno e fibras elásticas, menor atividade de células de defesa e menor poder de cicatrização”, explica a cirurgiã plástica Beatriz Lassance, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Como resultado desse processo, há o aparecimento de rugas, manchas e flacidez.

Há outra parte ruim nessa história. Se não ficou claro, os AGEs são formados principalmente pela má alimentação, incluindo deliciosos bolos, tortas, doces, massas e frituras. Mas o problema é alavancado pelo excesso: é o açúcar excedente que faz mal. E além disso, segundo a cirurgiã plástica, devemos incluir também em nossa dieta os alimentos antirradicais livres, e começar a fazer exercícios físicos, que estimulam nosso sistema antioxidante endógeno a combater os radicais livres. Abaixo, a médica lembra os principais alimentos responsáveis pelo envelhecimento da pele:

Açúcar – o excesso de açúcar em doces e bolos contribui para a formação de AGEs prejudiciais ao colágeno, mas também está envolvido em processos inflamatórios, como a acne. Além de adequar o paladar, buscando consumir menos açúcar, é possível em muitas receitas substituir esse ingrediente por frutas mais doces e mel, que são fontes de vitaminas, ou versões mais ‘magras’, como o açúcar demerara ou o adoçante xylitol – também evitando o excesso.

Batatas fritas – ninguém discute o sabor, mas alimentos feitos em alta temperatura e baixa umidade causam a reação de glicação, com a formação de AGEs, além de aumentarem a produção de radicais livres que podem causar danos celulares à pele. “A exposição aos radicais livres acelera o processo de envelhecimento. A interligação afeta as moléculas de DNA e pode enfraquecer a elasticidade da pele”, diz a médica. O excesso de gorduras do óleo também causa danos ao organismo. Além disso, no caso das batatas fritas, elas são servidas com muito sal, sendo que o excesso de sódio pode tirar água do tecido cutâneo e levar à desidratação, tornando sua pele ainda mais propensa às rugas. Uma boa opção é substituir as batatas fritas por chips de babata doce assada.

Pão – o francês, de fôrma e o croissant são exemplos de alimentos com farinha branca, carboidrato de alto índice glicêmico. Além de envolvido no processo de glicação, seu excesso pode causar inflamação no corpo por aumentar muito a produção de radicais livres. Uma alternativa é apostar nas versões integrais e com grãos, que são excelentes fontes de fibra, e atingem a corrente sanguínea mais lentamente.

Margarina – se você já disse adeus ao pãozinho, mas ainda continua com a margarina, saiba que ela é rica em gordura hidrogenada e muitos aditivos químicos que tornam nossa pele mais vulnerável à radiação ultravioleta, que pode danificar colágeno e elastina, as proteínas de sustentação da pele. Em receitas, o azeite e até o abacate podem ser boas trocas. Para passar no pão, aposte no creme de gergelim (tahine), boa fonte de proteínas e fibras.

Carnes processadas – salsicha, calabresa, bacon e linguiça são exemplos de carnes processadas que podem ser prejudiciais à pele. “Essas carnes são ricas em sódio e gorduras saturadas, que podem desidratar a pele e enfraquecer o colágeno, causando inflamação”, lembra a médica. Esse tipo de proteína pode ser substituído por ovos e frangos ou proteínas vegetais como feijão, grão-de-bico e ervilha.

Sucos industrializados – os de caixinha, no geral, contam com açúcar e sódio em excesso, uma combinação perigosa para acentuar os danos de desidratação da pele e enfraquecimento do colágeno. Sempre que possível, em vez de sucos, o ideal é investir na ingestão da fruta, que traz o carboidrato e as fibras.

Álcool – embora não seja necessariamente um alimento, o álcool é muitas vezes o acompanhamento ideal, mas ele pode causar uma série de problemas quando se trata da pele, incluindo vermelhidão, inchaço, perda de colágeno e rugas. “O álcool esgota seus nutrientes, hidratação e níveis de vitamina A, os quais têm um impacto direto sobre as rugas. A vitamina A é especialmente importante no que diz respeito ao crescimento de novas células e à produção de colágeno, assegurando que a pele seja elástica e livre de rugas”, diz a médica. Uma boa dica é manter-se hidratado e fazer boas escolhas com moderação, como o vinho tinto, que traz a molécula de resveratrol, um poderoso anti-idade. “Essa molécula traz vários benefícios para a saúde em virtude da sua ação antioxidante, que funciona para combater o envelhecimento. Além disso, o resveratrol é capaz de ativar a sirtuína-1, proteína que age no aumento da longevidade celular”, explica. Mas o consumo de álcool deve ser em pequenas quantidades e em pessoas capazes de metabolizar o álcool, ou seja o benefício do vinho tinto não é para todos.

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De acordo com a médica, evitar o excesso desses alimentos é um hábito que deve ser aprendido o quanto antes a fim de impedir que os problemas de pele surjam de maneira precoce. “Consulte sempre seu médico ou nutricionista para adequar sua alimentação”, finaliza a médica.

Fonte: Beatriz Lassance é cirurgiã plástica formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e residência em cirurgia plástica na Faculdade de Medicina do ABC. Trabalhou no Onze Lieve Vrouwe Gusthuis – Amsterdam -NL , é Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery) e da American Society of Plastic Surgery. Além disso, é membro do American College of LifeStyle Medicine e do Colégio Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida.

Malefícios do álcool para a pele, em especial após procedimento estético

Álcool pode envelhecer a pele e é completamente contraindicado após a realização de um procedimento estético, principalmente no caso dos invasivos

Você já deve ter percebido que, após o consumo excessivo de álcool, sua pele fica naturalmente mais desidratada. Se isso acontece com frequência, há uma piora da qualidade da pele, que acelera o envelhecimento cutâneo.

“Quem ingere álcool em excesso, sente muita sede, principalmente no dia seguinte. Isso acontece porque o organismo precisa de água para metabolizar o álcool. No entanto, se não houver água suficiente, o organismo busca nos tecidos periféricos a água para realizar o seu trabalho. E esse é o grande problema, pois a perda d’água afeta a pele, diminuindo o viço e colaborando para o ressecamento e a descamação”, explica Paolo Rubez, cirurgião plástico e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

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“Além disso, o álcool é especialmente maléfico após a realização de um procedimento estético, afetando na recuperação e até mesmo nos resultados”, acrescenta. Segundo o médico, quanto mais elevado o teor alcoólico da bebida, mais difícil a recuperação da pele ou mais intenso o dano causado.

“A exceção é o vinho tinto, que contém altos níveis de polifenóis antioxidantes, dentre eles o resveratrol, e pode ser consumido moderadamente, com cerca de meia taça por dia. Ele traz benefícios para a pele”, afirma.

Abaixo, o especialista explica três razões para se afastar do álcool após os procedimentos estéticos:

Aumenta o inchaço – “O álcool dilata os vasos sanguíneos e o resultado disso é o inchaço do corpo. Como a desidratação também é uma consequência do álcool, isso faz com que o corpo retenha o máximo de água possível, piorando a sensação de inchaço. Uma área extremamente susceptível é o nariz, então o paciente deve redobrar atenção após rinoplastias.”

Aumenta o sangramento – “Em procedimentos que demandam tempo de recuperação, como as cirurgias invasivas, o álcool é especialmente maléfico, pois ele afina o sangue e aumenta o risco de pacientes terem sangramento e prolongando a recuperação.”

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Foto: Emilysimagery/Morguefile

Resseca a pele – álcool aumenta a perda de água no corpo e causa desidratação da pele (e nem sempre beber água serve como medida para combater isso). “Para resultados otimizados, os cirurgiões podem recomendar a suspensão do consumo duas semanas antes e depois da cirurgia plástica – o tempo pode variar de acordo com o procedimento a ser realizado”, finaliza.

Fonte: Paolo Rubez é cirurgião plástico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS) e da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (Isaps), Dr. Paolo Rubez é Mestre em Cirurgia Plástica pela Escola Paulista de Medicina da Unifesp. O médico é especialista em Cirurgia de Enxaqueca pela Case Western University, com Bahman Guyuron (em Cleveland – EUA) e em Rinoplastia Estética e Reparadora, pela mesma Universidade e pela Escola Paulista de Medicina/Unifesp.

Como não deixar a ressaca atrapalhar a folia

Já no ritmo de feriado e chegada do Carnaval, muita gente traçou planos para aproveitar os dias de folga. Seja em casa, no litoral ou no interior, as comemorações não param e, muitas delas, vêm acompanhadas de cerveja, drinques e outras bebidas alcoólicas. Mas, depois de muita festa, é importante pensar na chamada ressaca.

Sintomas comuns após a ingestão exagerada de bebidas alcoólicas são as dores de cabeça, sensibilidade à luz, enjoo e vômito, falta de apetite e sede. De acordo com o cardiologista Luiz Bettini, professor do curso de Medicina da Universidade Positivo, os efeitos são causados por conta da absorção do álcool no organismo.

Cocktail with Rio de Janeiro, Brazil beach background

“Para metabolizar o álcool, diversos órgãos do corpo, principalmente o fígado e o pâncreas, precisam trabalhar mais, causando os sintomas conhecidos da ressaca”, explica o cardiologista.

Outro efeito muito conhecido após a ingestão de bebidas alcoólicas é o aumento da necessidade de urinar. Esse sintoma é explicado pelo estímulo causado pelo álcool na diurese. “Quando a pessoa ingere altas doses de álcool, a bebida aumenta a vontade de ir ao banheiro e, não ocorrendo a ingestão adequada de líquidos, isso acelera o risco de desidratação”, conta Bettini.

A glicose também deve ser um ponto de atenção ao ingerir álcool. “A metabolização do etanol sobrecarrega as células do fígado, que acabam deixando de lado a produção de glicose e aumentam o risco de hipoglicemia”, explica Bettini. De acordo com o professor, o ideal, ao ingerir álcool, é não ultrapassar mais de dois drinques por dia. “A ingestão moderada corresponde a 30 ml de álcool, sendo, em média, 720 ml de cerveja, 300 ml de vinho ou 60 ml de uísque 100% puro”, ressalta.

E como evitar ou curar todos esses sintomas? Seguem algumas dicas do cardiologista:

agua e vinho pixabay
Pixabay

=Beba bastante água intercalando com a ingestão de álcool e também durante a ressaca.

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Foto: Dvir;/Morguefile

=Tome suco natural de frutas: um copo de suco de laranja, por exemplo, contém frutose, açúcar que ajuda o corpo a eliminar o álcool.

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=Repouso. Descansar bastante. A maioria das ressacas some dentro de 24 horas.

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=Azeite. Nos países do Mediterrâneo, um remédio popular é tomar uma colher de azeite de oliva antes de beber, para diminuir a absorção do álcool. Mas é preciso cuidado, pois a gordura pode levar ao desenvolvimento de outras doenças.

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Foto: Tulsa Lifestyle

=Uma das práticas adotadas em prontos socorros para tratar a intoxicação por álcool é a ingestão de compostos de carvão. Comer uma fatia de torrada queimada funciona como uma versão muito mais leve desse tratamento.

O principal conselho para evitar a ressaca é “beba com moderação!”.

Fonte: Universidade Positivo