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A Tal da Castanha lança novas bebidas em collab com a 3 Corações

A novidade para consumir quente ou gelada por ser encontrada sabores de café com leite e cappuccino

A Tal da Castanha, marca líder em produção e comercialização de bebidas vegetais, em collab com a 3 Corações, apresenta ao mercado duas opções de bebidas prontas que misturam café com leite e cappuccino, em embalagens de 200 ml envasadas com a tecnologia da TretaPak para serem consumidas quente ou gelada de acordo com o gosto. A novidade foi formulada a partir da aveia e da castanha-de-caju, juntando a expertise dos líderes de café do Brasil em uma combinação sem adição de açúcares, além de ser fonte de fibras, vegana, sem glúten e com baixo teor de carboidrato e gordura saturada.

Essa parceria garante ao consumidor uma bebida saborosa e natural que pode ser saboreada em diferentes momentos do dia, incluindo o café da manhã.

Para Felipe Carvalho, que junto com seu irmão Rodrigo Carvalho gerenciam o negócio com base familiar, a entrada de mais uma linha de produtos voltada para o setor de bebidas demonstra que o mercado está em franca expansão. “O nosso portfólio atende um setor que aguarda novidades a todo momento. Os nossos produtos primam pela excelência e com a parceria da 3 Corações, tenho certeza que vamos conquistar não só os consumidores tradicionais da empresa, mas uma fatia muito maior de pessoas que são apaixonadas por café”, aponta.

Os novos produtos seguem a cartilha da marca, formulados à base de oleaginosas, com ingredientes 100% vegetais. “A bebida também é mais uma opção para aquele consumidor final que procura um produto mais saudável, sem adição de açúcares, livre de colesterol, fontes de fibras, sem glúten e com baixo teor de carboidrato e gorduras saturadas. Hoje as pessoas estão à procura de uma alimentação mais equilibrada e vão encontrar essas opções com os nossos produtos”, enfatiza Felipe Carvalho.

A Tal da Castanha tem um portfólio grande de produtos, como creme vegetal à base de amêndoas, leites vegetais, pastas e snacks. “Estamos ligados diretamente às necessidades do mercado vegano, que cresce de forma exponencial no Brasil e no mundo. Vamos continuar trabalhando para atender essa demanda e oferecer o que há de melhor ao mercado alimentício brasileiro”, finaliza Felipe Carvalho.

Informações: A Tal da Castanha

6 dicas práticas para evitar ultraprocessados que podem causar 30% de perda cognitiva

Pesquisa recente revelou que comer alimentos ultraprocessados leva até 30% de perda cognitiva, publicado pelo Jornal da USP e pela CNN dos Estados Unidos. Para ajudar a melhorar a alimentação e a performance do cérebro, a Profª Drª Camila Rocha Olivieri, docente nos cursos de nutrição e tecnologia em gastronomia do Centro Universitário Unasp, traz algumas dicas práticas. Confira.

Pixabay

1Lista de compras de produtos in natura semanal: é importante que se tenha organização na compra semanal de alimentos in natura, como frutas e hortaliças, já que são alimentos que estragam com rapidez. Separe um dia da semana para sua ida ao supermercado ou hortifruti.

2-Disciplina na higienização e armazenamento de alimentos in natura: outra dica importante da docente é ter disciplina para higienizar e armazenar as frutas e hortaliças na geladeira.

  • Lave as folhas das hortaliças como alface, seque-as com ajuda de um papel toalha e deixe-as armazenadas dentro de um recipiente com tampa na geladeira;
  • Higienize as frutas e já deixe algumas picadas em recipientes fechados também, na geladeira. Assim você terá sempre alimentos frescos para o consumo.

3-Analise do rótulo dos alimentos industrializados: ao comprar alimentos industrializados, prefira sempre aqueles que não tenham ou que possuam menor número possível de aditivos químicos, como corantes, conservantes e realçadores de sabor.

4-Preparação dos alimentos em casa e adotar o consumo de marmita: o hábito de cozinhar em casa e preparar seus alimentos é, sem dúvida, a garantia de uma alimentação mais saudável. Você pode levar sua própria comida ou lanche ao trabalho e foge dos alimentos industrializados e fast foods, ricos em gorduras, açúcares e sal. Tendo alimentos higienizados e prontos em sua geladeira, fica fácil colocá-los em sua marmita ou lancheira pela manhã antes de sair de casa!

Foto: Goshadron/Pixabay

5-Substituir snacks por frutas secas: aposte na substituição dos famosos snacks, como salgadinhos de pacote, biscoitos recheados, barras de cereais e refrigerantes, por frutas frescas ou secas, nozes e castanhas, tomatinho cereja, cenoura baby, minibatatinhas cozidas, sucos de frutas naturais, além de granola e iogurte caseiros.

6-Consumir alimentos que melhoram performance cerebral: alguns alimentos auxiliam em nossa saúde mental, melhorando a performance cerebral, além da memória e concentração, por conterem substâncias naturais que atuam como neuroativadores. Dessa forma, agem aumentando o fluxo sanguíneo e o fornecimento de nutrientes para o cérebro, favorecendo as novas conexões e sinapses entre os neurônios. Alguns exemplos de alimentos que podem oferecer esses efeitos são as sementes de gergelim, de abóbora e de girassol; castanha-de-caju e do Brasil, amêndoa, aveia, cúrcuma, além de frutas como mirtilo, morango, framboesa, cereja, cacau e abacate.

Fontes:
Camila Rocha Olivieri: Graduada em Nutrição pela Universidade Metodista de Piracicaba – Unimpe (2005). Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela Unesp/Ibilce. Doutorado em Ciências pelo programa de Nutrição em Saúde Pública, da Faculdade de Saúde Pública – USP (2016). Docente dos cursos de Nutrição e Tecnologia em Gastronomia no Centro Universitário Adventista de São Paulo.
Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp)

Alimentação saudável, baseada em vegetais, ganha cada vez mais adeptos no Brasil

Preocupações com a saúde, com o meio ambiente, e o bem-estar animal mudam hábitos alimentares

Há alguns anos o mundo assiste ao despertar de uma nova geração de pessoas que opta por um estilo de vida mais sustentável, essa turma vem mudando conceitos e, em especial, o da alimentação.

A mais recente pesquisa realizada no Brasil pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), data de 2018 e aponta que 14% da população brasileira se declarou vegetariana, isso significa que pelo menos de 30 milhões de pessoas não comem carne em nosso país e estima-se que desse total, cerca de 7 milhões sejam veganos, ou seja, não utilizam nenhum tipo de produto ou insumo de origem animal e nada que tenha sido testado em animais.

Hoje, esse número pode ser bem maior e essas pessoas têm optado por uma dieta mais saudável, com menor ingestão de carne e de produtos industrializados e maior consumo de vegetais.

Tipos de dietas

O primeiro passo é entender as diferenças entre os diversos tipos de vegetarianismo, separados pela ingestão de certos tipos de alimentos:

  1. Ovolactovegetariano: é o vegetariano que não consome carnes, mas come ovos, leite e derivados.
  2. Ovovegetariano: não comem carnes, leite e derivados. Só comem ovos;
  3. Lactovegetariano: não ingerem carnes e ovos, mas consomem leite e derivados;
  4. Vegetariano estrito: não come nenhum alimento de origem animal, como carnes, ovos, leite e derivados;
  5. Vegano: igual ao vegetariano estrito, mas também não usa nenhum produto que tenha origem ou que foi testado em animais, como lã, couro, seda ou produtos de cosmética.

Para conhecer um pouco mais sobre o vegetarianismo e suas versões e esclarecer as dúvidas sobre a eficácia e a segurança dessas dietas, procuramos a ajuda de Thamara Spada, especialista em nutrição clínica do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Antes de tudo, uma dica que vale para todo e qualquer tipo de dieta. “Uma alimentação diversificada, com pratos coloridos, inclui diariamente a ingestão de frutas, verduras, legumes, carboidrato, proteínas e lipídios (gorduras saudáveis) e é importante para todos, tanto para onívoros (que se alimentam de carne e vegetais), quanto — e de maneira particular — para os vegetarianos ou veganos, que buscam com a ingestão de vegetais a absorção de todos os nutrientes que o organismo necessita”.

Para quem já é adepto de uma alimentação vegetariana ou vegana, a especialista reforça conceitos fundamentais. “Para vegetarianos e veganos é importante, em todas as refeições, consumir carboidratos (encontrados em batatas, mandioca, mandioquinha, cará, inhame, arroz integral), proteínas (encontradas em leguminosas como o feijão e oleaginosas — como castanhas e linhaça), lipídios (presentes também nas oleaginosas), fibras (encontradas nas frutas e hortaliças em geral) – que possuem as vitaminas e os sais minerais que o organismo necessita para funcionar bem”, aconselha a nutricionista.

Turbine a dieta com as escolhas certas

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Alguns cuidados devem ser tomados na escolha dos alimentos para potencializar seus efeitos. “Verduras verde-escuras (brócolis, espinafre, catalonha, escarola) são excelentes fontes de ferro, que para ser melhor absorvido deve ser ingerido com um alimento fonte de vitamina C, como laranja, tangerina, limão e acerola”, esclarece a especialista.

Outra precaução importante diz respeito ao consumo de alimentos que contém cálcio (leite e derivados), que não devem ser ingeridos com as verduras verde-escuras, porque diminuem a absorção do ferro. “O cálcio para quem é vegetariano pode ser encontrado no leite e seus derivados, já para o vegano, em leites vegetais, que são enriquecidos com cálcio. Além de ser encontrado também no gergelim (tahini, pasta de gergelim ou a semente)”, exemplifica.

Sobre o ômega 3, considerada uma gordura saudável, a nutricionista afirma que a experiência de deficiência desse ácido graxo não é uma exclusividade só do vegano e do vegetariano, mas sim da população em geral, porque não consome em sua rotina alimentos fontes de ômega 3. “Para os vegetarianos a ingestão de ômega 3 vem das oleaginosas e sementes. Em geral não precisa de suplementação encapsulada, basta consumir do próprio alimento.”, orienta.

A deficiência de Vitamina B12, que é essencial para a produção dos glóbulos vermelhos e atua diretamente no sistema nervoso, pode causar vários prejuízos à saúde, com sintomas como sensação de fraqueza, tontura, fraqueza muscular. “As fontes alimentares de vitamina B12 para os vegetarianos são as algas, produtos fermentados, ovos e leite”, sugere a especialista.

Porém, quando a deficiência já está instalada, somente a alimentação não é suficiente para correção, e neste caso, é necessária a suplementação.

Cuidados importantes na aquisição de alimentos

Alguns cuidados devem ser tomados na hora de armazenar os alimentos e “Se você vai guardar frutas, verduras e legumes em geladeira, aproveite para limpá-los antes, lembrando que tudo o que for consumido cru deve ser higienizado com hipoclorito ou água sanitária, mas é importante ler o rótulo e seguir a diluição adequada indicada pelo fabricante do produto”, orienta.

Outra dica da nutricionista é não deixar frutas abertas na geladeira por mais de dois dias. “Depois desse prazo os produtos começam a sofrer alterações nutricionais e microbiológicas (proliferação de fungos e bactérias), que podem transformar um alimento sadio em algo nocivo ao organismo”, adverte.

Quando for comprar produtos como palmito, é importante prestar atenção ao local onde estão armazenados, depois averiguar a procedência e a validade e ainda observar se a água de salmoura está translúcida. “Quando a água estiver turva, significa que o produto não está tão bom. Mas se houver dúvida quanto à qualidade do palmito, por exemplo, o ideal é ferver por 15 minutos antes de ingerir porque microrganismos, como os responsáveis pelo botulismo, não sobrevivem em altas temperaturas”, elucida a nutricionista.

Antes de mudar a dieta, procure um especialista

Por se tratar de uma alimentação que pode ter redução na ingestão de alguns nutrientes encontrados mais facilmente em alimentos de origem animal, como vitamina B12 e cálcio, é importante que quem quer fazer a transição para a alimentação vegetariana ou vegana seja acompanhado por um médico e, de preferência, por um nutricionista. Assim, pode ser prescrita uma dieta individualizada e balanceada, e ser feito um rastreamento sobre alguma deficiência nutricional pré-existente e se há necessidade de suplementação. “É muito comum deficiências nutricionais em onívoros e esta deve ser corrigida/suplementada concomitante a transição para o veganismo. Então é importante avaliar nos exames de sangue os níveis de vitamina B12, ácido fólico, ferritina, transferrina, cálcio e vitamina D e avaliar a necessidade de suplementação”, esclarece a especialista.

Fonte: Hospital Alemão Oswaldo Cruz

Linha Soul Good Kopenhagen perfeita para quem não abre mão do estilo de vida equilibrado

Produtos com zero adição de açúcares, opções zero lactose e sem glúten passaram a fazer parte da rotina dos brasileiros

Não é de hoje que as pessoas começaram a se preocupar mais com a saúde e a pandemia abriu os olhos para esses cuidados. A prática regular de atividade física, a conquista de um corpo e mente saudável, e uma boa alimentação, são as grandes aspirações da atualidade.

Não à toa, o Brasil ocupa a 7ª posição no mercado de alimentos e bebidas saudáveis no mundo, com consumidores que buscam aliar praticidade a boa alimentação. De acordo com a Euromonitor internacional, o setor cresceu 33% entre 2015 e 2020. E a expectativa é que até 2025 cresça mais 27%. O mesmo levantamento mostra que a indústria de bebidas e comidas saudáveis atingiu um tamanho de mercado de R$ 100,2 bilhões em 2020.

De olho nessa tendência, a Kopenhagen destaca a linha Soul Good, com bombons, tabletes e cremes, sem glúten e com opções zero lactose, zero adição de açúcares e sem adoçantes artificiais, perfeitos para aqueles que não abrem mão de um estilo de vida mais equilibrado e saudável, e que valorizam itens com ingredientes naturais e muito sabor, além de ser fonte de fibras. A clássica Língua de Gato da marca também ganha a versão Soul Good e os Spreads deixam o portfólio completo, seja para comer no café da manhã ou ao longo do dia.

A linha faz parte da rotina dos consumidores e vem se solidificando no ponto de venda. “Isso reforça a tendência de que as pessoas estão em busca de bem-estar e optam por um estilo de vida mais leve e equilibrado, consumindo alimentos mais saudáveis, mas sem abrir mão de produtos saudáveis e gostosos”, afirma Maricy Porto, diretora executiva da Kopenhagen.

A marca SoulGood, que já conta com 16 produtos, foi criada com a finalidade de inserir a Kopenhagen cada vez mais na rotina do consumidor que, muitas vezes, consumia os outros produtos mais indulgentes com certa moderação. Com a linha Soul Good o cenário mudou e agora mesmo aqueles que são amantes de atividades físicas ou que possuem uma dieta mais restritiva, podem consumir chocolate todos os dias.

Hoje estamos nas academias, nas corridas de rua e cada vez mais presente na vida e na rotina de milhares de brasileiros, seja porque tem alguma restrição alimentar ou porque optaram por um estilo de vida mais saudável”, conta Maricy.

Soul Good está investindo forte em comunicação e marketing, ampliando a exposição de seus produtos em diversas frentes: “Hoje somos patrocinadores oficiais das corridas Santander Track&Field 2022 e temos grandes collabs em andamento. Estamos voltando nossos esforços para mostrar para o consumidor que é possível comer chocolate sem culpa, destacando os benefícios que ele oferece para o corpo”, conclui Maricy.

Hoje é o Dia do Amendoim: leguminosa garante inúmeros benefícios à saúde

O amendoim apresentou crescimento de 8% na produção nacional em 2021 e pode ser destaque no prato dos brasileiros
 

Hoje, 13 de setembro, é o Dia do Amendoim. A data comemorativa –que teve origem nos Estados Unidos devido à popularidade do grão na alimentação norte-americana — não poderia deixar de ser celebrada também no Brasil, uma vez que a leguminosa sempre esteve inserida na dieta e na cultura nacional por seu alto valor nutricional, sua boa relação custo-benefício e por movimentar nossa economia. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab) a produção nacional do grão no ano passado atingiu 726,4 mil toneladas, indicando um crescimento de 8% comparado ao ano anterior. 

Apesar de ser uma leguminosa, o amendoim compartilha inúmeras propriedades e benefícios com as oleaginosas como as nozes e amêndoas, porém, com um valor muito mais acessível aos consumidores. Segundo a nutricionista, Patricia Leite, o amendoim contém gorduras saudáveis, principalmente as mono e poli-insaturadas, além de boa quantidade de proteínas vegetais. É um alimento baixo em carboidratos (low carb), pois possui somente 15% deles em sua composição. A profissional explica ainda que, “por ser um alimento baixo em carboidratos e, simultaneamente, alto em proteínas, gorduras saudáveis e fibras, ele apresenta baixo índice glicêmico. Esse fator auxilia no processo de emagrecimento, além de evitar flutuações glicêmicas, ajudando a controlar os níveis de açúcar do sangue”.

Patricia salienta que o amendoim também apresenta muitos micronutrientes (vitaminas e minerais), como a vitamina E, biotina, vitaminas do Complexo B, fósforo, magnésio, dentre outros, se mostrando um alimento bastante nutritivo. A leguminosa é rica em vários antioxidantes, como os fitoesteróis (que podem ajudar a controlar o nível de colesterol no sangue), isoflavonas, resveratrol, dentre outros.

“O amendoim é um alimento que dá saciedade e nutre, podendo ajudar pessoas em reeducação alimentar. No café da manhã, o amendoim vai muito bem com iogurte ou como pasta de amendoim em uma torrada integral. Na hora do lanche, ele pode ser a base para um delicioso biscoito integral ou ser consumido puro. Já no almoço e jantar, confere sabor e crocância às saladas, ou servir como base para um delicioso molho usado em carnes e vegetais folhosos”, indica Patricia. A nutricionista também sugere que o consumidor pode escolher ingerir amendoim em todas as refeições ou apenas em uma delas, devendo levar em consideração as necessidades individuais de cada um.

Em adição à versatilidade para a saúde, o grão dá origem também a um mix de produtos como paçoca, pé de moleque, pralinê, petiscos, ovinho, entre outros, que podem ser colocados em receitas típicas doces ou salgadas, sem deixar de lado as versões sem açúcar e veganas. Considerando o consumo doméstico de amendoim em 2021, é possível inferir que há espaço para crescimento da demanda no Brasil, que por enquanto representa 1,6 kg por habitante ao ano, segundo dados do IBGE/PAM/LSPA, enquanto a média mundial está em 6,0kg/hab/ano. 

Há 21 anos, a Abicab implementou o Programa Pró-Amendoim, responsável por garantir a segurança dos produtos de amendoim, tornando o Brasil reconhecido por atestar a qualidade e segurança do alimento — cumprindo os requisitos da legislação em relação aos níveis de aflatoxinas e fabricação de produtos à base de amendoim totalmente seguros (auditados e monitorados).

“Estamos acompanhando um movimento muito positivo tanto para o setor quanto para os consumidores, que podem encontrar produtos com garantia de qualidade em decorrência do comprometimento da cadeia com todo o processo. Destacamos a importância do programa Selo de Qualidade Certificada Pró-Amendoim Abicab, que monitora o setor e promove a qualidade dos produtos, afirma Ubiracy Fonsêca, presidente da Abicab.

Fonte: Pró-Amendoim Abicab

Confira os principais alimentos que auxiliam a saúde mental

Cacau, castanhas, vegetais e peixes são algumas das opções que oferecem magnésio e triptofano, elementos importantes na prevenção de ansiedade, estresse e depressão; Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti, explica como a dieta do mediterrâneo também pode contribuir e dá dicas de receitas práticas para incluir os alimentos no dia a dia

Atualmente, discussões importantes sobre saúde mental ganham cada vez mais espaço. E, além do acompanhamento profissional, os alimentos também exercem um papel fundamental na prevenção de quadros que afetam o bem-estar. Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti, ressalta que o estresse é um dos quadros mais presentes na vida das pessoas. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) ele atinge cerca de 90% da população mundial. No país, a taxa é de 70%.

Por isso, a especialista explica que uma alimentação balanceada é um dos principais fatores que contribuem para o equilíbrio da saúde mental, pois melhora a disponibilidade de energia, favorece uma boa produção de neurotransmissores e ajuda na qualidade do sono.

Alguns exemplos de alimentos mais indicados são as fontes de ômega-3, como salmão, sardinha e semente de linhaça, que possuem ação antioxidante e atuam na proteção direta das células do sistema nervoso. Já os vegetais são ricos em fitoquímicos – substâncias com propriedades antioxidantes, que auxiliam na redução do estresse oxidativo. “Cacau, banana, cereais integrais, carnes, castanhas e chás de ervas também são ótimas opções para incluir no dia a dia”, conta Renata.

Além disso, a nutricionista ressalta que esses grupos alimentares são ótimas fontes de magnésio e triptofano. “O magnésio é um mineral essencial ao nosso corpo e atua principalmente no relaxamento muscular, na melhora da qualidade do sono e nas sinalizações do sistema nervoso central. Já o aminoácido triptofano trabalha diretamente na produção de neurotransmissores relacionados ao bem-estar, como a serotonina. Ambos são muito importantes na prevenção de ansiedade, estresse e depressão, por exemplo”, explica.

Os benefícios da dieta do mediterrâneo

Você sabia que a dieta mediterrânea também pode ser uma grande aliada? Rica em vegetais, carnes magras, laticínios, azeites e castanhas, estudos científicos realizados em 2018 apontam que ela promove uma grande proteção ao nosso organismo, incluindo questões cerebrais. As pesquisas também sugerem que uma dieta equilibrada, rica em alimentos frescos, garante todos os nutrientes que nosso corpo precisa e minimiza o surgimento de diversas doenças.

Outro estudo publicado no PubMed, em 2020, analisou mais de 6 mil pessoas e mostrou que o consumo de 5 porções de frutas, legumes e/ou verduras por dia promove uma melhor qualidade de vida e reduz os sintomas relacionados a problemas de saúde mental.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a relação entre alimentação e bem-estar mental, que tal experimentar as dicas de receitas práticas e deliciosas que a nutricionista separou? Encontre o Oba Hortifruti mais próximo e cuide-se com alimentos variados e fresquinhos todos os dias!

Salada de rúcula com figo e nozes

Ingredientes:
½ maço de rúcula baby
½ manga cortada em cubos
½ xícara de nozes picadas
½ xícara de tomatinhos cereja
2 colheres de sopa de mel
2 colheres de sopa de mostarda Dijon
4 colheres de sopa de água
Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:
Para o molho, basta misturar o mel, a mostarda, a água, o sal e a pimenta. Monte a salada acomodando primeiro a rúcula, depois a manga e os tomatinhos. Finalize com as nozes e sirva com o molho de acompanhamento.

Docinho de tâmara

Ingredientes:
1 xícara de tâmaras sem caroço
2 bananas nanicas
1 colher de chá de cacau em pó
½ xícara de coco ralado

Modo de preparo:
Hidrate as tâmaras por 20 minutos. Em seguida, bata no liquidificador até formar uma pasta. Acrescente a banana, o cacau e o coco e bata até formar uma pasta ainda mais consistente. Se necessário, adicione mais coco ralado para chegar ao ponto de enrolar. Faça bolinhas e sirva em forminhas de brigadeiro.

Bolo integral de banana

Ingredientes:
2 xícaras de farinha de aveia
4 bananas nanicas
4 ovos
1 xícara de uvas passas
1 xícara de leite desnatado ou leite vegetal
1 colher de sopa de canela
1 colher de sopa de fermento em pó

Modo de preparo:
Deixe as uvas passas hidratando no leite por 20 minutos. Logo após, bata com os demais ingredientes no liquidificador, deixando apenas duas das quatro bananas para decoração.
Despeje a massa em uma forma, corte as duas bananas em rodelas e coloque por cima. Leve ao forno médio por cerca de 30 minutos.

Granola caseira

Ingredientes:
50g de quinoa em flocos
50g de aveia em flocos
50g de coco em lascas
50g de uva passa roxa
50g de damasco seco picado
50g de nozes picadas
50g de amêndoas picadas
50g de castanhas-do-pará picadas
1 colher de chá de canela
4 colheres de sopa de mel

Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes e coloque em uma assadeira untada com manteiga sem sal. Leve ao forno médio por 20 minutos e mexa ao chegar na metade do tempo. Guarde em um pote tampado e consuma em até 10 dias.

Fonte: Obra Hortifruti

Incluir peixe na dieta traz benefícios para a saúde

Alimento é rico nutricionalmente, ajuda a prevenir e combater doenças e promove saúde e bem-estar

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a ingestão de peixe de 3 a 4 vezes por semana, por ser rico nutricionalmente. Entre os mais benéficos estão o bacalhau, o linguado, o salmão, o dourado, a garoupa e a sardinha, que possuem propriedades semelhantes e podem ajudar na prevenção do Alzheimer, melhora o sono, fortalece a visão, aumenta a disposição, atua na circulação sanguínea e ainda ajuda na perda de peso.

Segundo o nutricionista do Uninassau — Centro Universitário Maurício de Nassau Recife, campus Graças, Diego Ricardo, incluir peixe no cardápio também ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares e controla os níveis de colesterol. “Esse alimento é rico em proteína, vitaminas, minerais e ainda possui gordura saudável, a chamada insaturada. Ainda possui ômega3, fósforo, cálcio”, conta.

O professor também ressalta a importância da forma como o peixe é feito. “Sei que muitas pessoas preferem o peixe frito. Inclusive, é um dos pratos que mais fazem sucesso nas praias, mas a fritura não é a melhor opção para consumir diariamente”, comenta. Os peixes também são bastante consumidos crus, como o salmão, na culinária japonesa.

“A garoupa é um peixe que não é tão popular, mas seu valor nutricional é bastante rico porque contém selênio, potássio, vitaminas B6 e B12, sendo excelente para crianças, porque estão em fase de desenvolvimento e crescimento. Importante frisar que é importante consumir peixes e que existem opções mais em conta, então a pessoa pode optar por um tipo mais barato, porque as propriedades nutricionais são parecidas”, finaliza o nutricionista.

Fonte: Uninassau — Centro Universitário Maurício de Nassau Recife

Hábito de tomar chá pode reduzir risco de morte, indica estudo

Segundo pesquisadores, consumidores de chás são menos propensas a ter doenças cardiovasculares, doenças isquêmicas do coração ou acidente vascular cerebral (AVC)

Estudo publicado recentemente na revista científica “Annals of Internal Medicine”, do Colégio Americano de Médicos. mostrou que tomar duas ou mais xícaras de chá preto por dia está associado a um menor risco de morte em geral.

Os resultados são com base em uma análise feita com 500 mil homens e mulheres com idades entre 40 e 69 anos que participaram da pesquisa durante seis anos, mas tiveram um acompanhamento por cerca de dez anos após o trabalho original. Assim, descobriram que pessoas que bebiam duas ou mais xícaras de chá diariamente eram menos propensas a morrer por causas como doenças cardiovasculares, doenças isquêmicas do coração ou acidente vascular cerebral (AVC).

Dado os benefícios, o alerta do farmacêutico homeopata Jamar Tejada (Tejard), da capital paulista, é para o consumo adequado da bebida:

Temperatura da água

Essa parte tão simples requer um cuidado especial: não deve ser aquecida no micro-ondas já que assim fica impossível controlar a temperatura da água e isso será determinante no resultado final. Ao esquentar a água, a mesma não deve chegar a ferver, ou seja, é preciso deixar no fogo até que ela chegue perto do ponto de ebulição e quando as primeiras bolinhas começarem a surgir, antes de borbulhar, já é hora de tirar.

Saber conservar

O armazenamento correto é o que vai assegurar o frescor, aroma, paladar e garantir todos os benefícios. Cada erva possui características específicas, por isso não é possível estabelecer um período de validade para os chás, mas depois de feito, nenhum deles deve ser consumido depois de 12 horas após a preparação e, neste período, deve ficar armazenado em recipiente de vidro e com tampa. “Isso porque, as bebidas tendem a perder as propriedades medicinais pelo processo de fermentação causado pelo ar. Sendo assim, quanto menos ar o recipiente possuir, melhor. E sempre: guardá-los na geladeira, caso contrário, as chances de ingerir bactérias é bem maior do que as chances de conseguir colher os benefícios dos chás”, fala Tejard.

Não exagerar

Para tudo existe limite e com os chás não deve ser diferente. As ervas também podem fazer mal se consumidas fora de controle. Algumas podem fazer desencadear doenças e para saber a quantidade certa, é preciso consultar um especialista. Exagerar na hora de preparar o chá e deixá-lo muito forte também pode causar problemas. Seja qual for a erva e o objetivo escolhido, o consumo do chá não deve ultrapassar a dose de três xícaras por dia. Afinal, tudo o que ingerimos, necessariamente precisa ser metabolizado e eliminado pelo fígado e rins. Se consumido em excesso, o fígado pode não ter condições de eliminar totalmente as toxinas, levando à sobrecarga e intoxicação do organismo.

Não comprar pronto

Sempre a preferência deve ser ao chá caseiro, pela confiança em relação à origem dos ingredientes. As versões de saquinho, por exemplo, não têm a mesma qualidade de uma erva cultivada no seu jardim.

Saber escolher bem as ervas

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O poder das plantas medicinais que os chás proporcionam é graças a extração do princípio ativo que se dissolvem na água quente e assim, podem aliviar, tratar e até curar algumas doenças. Sejam folhas, raízes ou ervas, os ingredientes naturais possuem ações antioxidantes, anti-inflamatória e antibacteriana e ainda auxiliam no processo metabólico, mas existem algumas contraindicações para algumas pessoas – por isso devem ser consumidos com orientação.

Fonte: Jamar Tejada é farmacêutico graduado pela Faculdade de Farmácia e Bioquímica pela Universidade Luterana do Brasil, RS (ULBRA), Pós-Graduação em Medicina Esportiva pela (FAPES), Pós-Graduação em Formação para Dirigentes Industriais com Ênfase em Qualidade Total – Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul-(UFRGS) e Pós-Graduação em Ciências Homeopáticas pelas Faculdades Associadas de Ciências da Saúde. Proprietário e Farmacêutico Responsável da Anjo da Guarda Farmácia de manipulação e homeopatia desde agosto 2008. @tejard

Alternativas à carne vermelha sem que o organismo sofra com falta de nutrientes importantes

Alta acumulada de mais de 70% no preço da carne faz brasileiro procurar por opções mais baratas

A população brasileira é conhecida por amar um churrasco e a carne também ganha destaque nos pratos do cotidiano do brasileiro, mas a alta dos preços da carne bovina, que atingiu o patamar de 78% de 2018 até julho de 2022 no Brasil, está modificando os estes hábitos alimentares. Um levantamento realizado pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) – vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – projeta que o consumo do produto atingirá o menor nível nos últimos 26 anos: 24,8kg de carne bovina por pessoa. Em 2018, cada brasileiro comeu, em média, 34 quilos de carne.

A saída para driblar a inflação sem deixar de consumir proteína de origem animal está na substituição da carne bovina por outros produtos, e uma das estrelas da mesa do brasileiro têm sido os ovos. De acordo com ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), o consumo do ovo vem crescendo, em média, 10% ao ano. Em 2007, o consumo médio era de 120 ovos por pessoa, e em 2022 já chegou a ficar entre 262 unidades/ano. Embora o produto também venha sofrendo reajustes constantes de preço, ainda assim o torna uma opção mais em conta do que a carne de boi.

A nutricionista Marcella Tamiozzo explica que a preocupação ao substituir a carne deve ser a reposição dos nutrientes presentes neste alimento, como proteína, ferro, vitaminas do complexo B, zinco, magnésio entre outros.

“Opções mais baratas como frango, fígado bovino e de frango, coração de frango, ovos e sardinha possuem esses nutrientes e são bons substitutos. Contudo, em se tratando de vitamina B12, a carne vermelha é a maior fonte, sendo esta encontrada em menores quantidades nos outros alimentos de origem animal”, destaca a professora do curso de Nutrição da Estácio.

A nutricionista aponta que existem ainda algumas opções de vegetais, ricos em proteínas e outros nutrientes e que, diferentes da carne, são pobres em gordura saturada, como a soja, o grão-de-bico, o tofu, a quinoa, lentilha, ervilha e castanha-de-caju, contudo afirma que é preciso levar em conta que estes alimentos não possuem a vitamina B12, e o ferro neles encontrado é de baixa absorção. Além disso, a proteína vegetal não se compara à proteína animal por ser menos biodisponível e possuir menor taxa de cada aminoácido.

“Com o acompanhamento de um profissional de Nutrição, que irá realizar os cálculos nutricionais necessários de acordo com o perfil do paciente, é possível chegar a uma dieta equilibrada levando em conta também o alto preço da carne. Como a quantidade de vitamina B12 é menor nos outros produtos animais, como no ovo e na carne branca, o nutricionista incluirá uma quantidade maior desses alimentos na dieta para que seja possível suprir a necessidade do paciente. Quanto ao ferro, vale o mesmo raciocínio: já que nos vegetais a absorção é menor, incluímos uma quantidade maior para que absorva a quantidade necessária. E temos uma dica específica que ajuda a aumentar a absorção dele: consumir os alimentos fontes de ferro junto com alimentos fontes de vitamina C, pois essa vitamina ajuda na sua absorção”, orienta a professora da Estácio.

Fonte: Estácio

Final de semana: dicas fit da Herbalife Nutrition para seu café da manhã

Receitas saudáveis e rápidas para a primeira refeição do dia: panqueca de banana funcional, mingau de aveia proteico, shake proteico de baunilha e bisnaguinha proteica

Sabia que o café da manhã é uma das refeições mais importantes do dia? Isso porque, após sete ou oito horas de descanso, o corpo precisa da energia e dos nutrientes dos alimentos para cumprir adequadamente suas funções e garantir disposição. Sem contar que essa refeição vai impactar na sua sensação de fome ao longo do dia, por isso é importante consumir proteínas e fibras logo cedo.

Para ajudar você a ter opções saudáveis e saborosas, a Herbalife Nutrition desenvolveu quatro receitas deliciosas, fontes de fibras e proteínas, para você preparar nas suas manhãs. Confira as receitas! 

Panqueca de banana funcional 

Ingredientes

1 ovo

6 colheres (sopa) de água

2 colheres (sopa) de Shake de Banana Caramelizada¹

3 colheres (sopa) NutreV²

1 colher (chá) de fermento químico

Modo de preparo: em uma tigela, misture todos os ingredientes com o auxílio de um fouet. Aqueça uma frigideira antiaderente e, com o auxílio de uma concha, despeje uma pequena porção de massa, cozinhe em fogo baixo até as bordas da panqueca começarem a mudar de cor e dourar. Vire as panquecas e faça o mesmo. Repita o processo com o restante da massa. Sirva a seguir.

Tempo de preparo: 15 minutos / Rendimento: 2 porções (ou 6 minipanquecas) / Calorias: 140 kcal / Carboidratos: 13,0 g / Proteínas: 13,6 g / Fibras: 3,1g


Mingau de aveia proteico

Ingredientes

1 ¼ xícaras (chá) de aveia em flocos

1 colher (sopa) de Whey Protein 3W3 Sabor Chocolate

½ xícara (chá) de água

1 colher (sopa) de NutreV2

1 colher (sopa) de Protein Crunch4 Sabor Chocolate

Modo de preparo: em uma panela adicione a água, a aveia, o Whey Protein 3W e o NutreV. Misture bem. Cozinhe em fogo baixo mexendo sempre até atingir a consistência desejada. Finalize com o Protein Crunch e sirva a seguir.

Tempo de preparo: 15 minutos / Rendimento: 2 porções (ou 6 minipanquecas) / Calorias: 140 kcal / Carboidratos: 13,0 g / Proteínas: 13,6 g / Fibras: 3,1 g

Shake Proteico de Baunilha
 

Ingredientes

2 ½ colheres (sopa) de Shake de Baunilha Cremoso¹

1 xícara (chá) de água

4 colheres (sopa) de NutreV²

4 pedras de gelo

1 colher (chá) de mel

1 colher (chá) de Protein Crunch4 Sabor Chocolate

Modo de preparo: em um liquidificador, coloque o Shake de Baunilha, o NutreV, a água, o gelo, o mel e bata por um minuto. Despeje o Shake em um copo e finalize com o Protein Crunch.

Tempo de preparo: 5 minutos / Rendimento: 1 porção / Calorias: 281 kcal / Carboidratos: 33,9 g / Proteínas: 26,7 g / Fibras: 7,8 g


Bisnaguinha Proteica

Ingredientes 

2 colheres (sopa) de Nutri Soup sabor Frango com Legumes5

2 colheres de sopa de NutreV²

1 ovo

1 colher (sopa) de água

1 colher (sopa) de Fiber Powder6

½ colher (chá) de fermento químico

Óleo de coco para untar a mão

Modo de preparo: em um recipiente, coloque o ovo, a Nutri Soup, o NutreV e a água. Misture com o auxílio de uma espátula até obter uma massa homogênea. Então, adicione o fermento e misture levemente. Unte as mãos com o óleo de coco e modele a massa. Leve para assar em forno preaquecido a 180ºC por cerca de 30 minutos.

Tempo de preparo: 10 minutos + 30 minutos de forno / Rendimento: 1 porção (2 bisnaguinhas)/ Calorias: 267 kcal / Proteínas: 19,5 g/ Fibras: 8,8 g

1Pó para o preparo de bebida para controle de peso sabor banana caramelizada e sabor baunilha cremoso. Este produto pode ser usado em receitas; para utilizar como substituto de refeição, prepare conforme o rótulo. Somente quando preparado conforme o rótulo, o produto entrega todos os benefícios nutricionais, de qualidade e segurança. ²Alimento com proteína isolada de soja fortificado com vitaminas e minerais. 3Suplemento alimentar de proteínas em pó sabor chocolate. 4Alimento de proteína isolada de soja sabor chocolate. 5Pó para o preparo de sopa para controle de peso sabor frango com legumes. Este produto pode ser usado em receitas; para utilizar como substituto de refeição, prepare conforme o rótulo. Somente quando preparado conforme o rótulo, o produto entrega todos os benefícios nutricionais, de qualidade e segurança. 6Fibra alimentar em pó sabor neutro.