Arquivo da tag: alimentação saudável

Como usar a alimentação a favor do crescimento capilar

Ir ao dermatologista para tratamentos de clínica e manutenção em casa é o melhor caminho para tratar a queda capilar, mas você pode usar a alimentação do dia a dia para potencializar a ação e favorecer o crescimento dos fios

Os fios dos nossos cabelos crescem em média 1cm por mês, quando bem cuidados. Há diversos tratamentos, cada um mais indicado para tipos específicos de queda, mas em casa há muita coisa a fazer.

“Em casa o que podemos fazer é primeiramente, usar xampus e condicionadores de boa qualidade, selecionados para o nosso tipo de cabelo e de couro cabeludo. Lavar os cabelos em dias alternados também é importante, pois não deixa o couro cabeludo sujo por muito tempo porque isso gera irritação e entope os orifícios dos fios com oleosidade e queratina, o que irá prejudicar o crescimento”, explica a dermatologista Letícia Bortolini, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Mas você também pode adequar sua alimentação. Abaixo, selecionamos os melhores meios de usar a alimentação ao favor das suas madeixas:

Pixabay

Mais proteínas no prato: “Os cabelos são formados basicamente de queratina, que é uma proteína. Então, aposte no consumo de alimentos ricos nesse nutriente, como peixe, frango, carne magra, ovos e feijão”, recomenda a médica nutróloga Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Hidrate-se: “A gente já sabe, mas é sempre bom lembrar: quanto mais hidratado seu corpo estiver, mais hidratada será a sua pele, cabelo e unhas. O líquido ajuda a remover todas as toxinas do seu organismo, deixando tudo mais saudável. Além disso, ela é fundamental para a absorção dos nutrientes dos demais alimentos, garantindo pele e cabelos radiantes”, explica o médico nutrólogo Juliano Burckhardt, membro Titular da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) e da International Colleges for Advancement of Nutrology.

Adicione minerais e vitaminas: silício orgânico, zinco e cálcio (além do ferro) e vitaminas (como a vitamina E e o complexo B) podem ser encontrados em produtos para o cabelo, assim como outros ingredientes naturais são bem-vindos, mas a ingestão de alimentos que são fontes desses nutrientes faz muito mais efeito. “Alimentos como semente de linhaça, castanha-de-caju e amendoim são exemplos”, explica Burckhardt. “Além das proteínas, minerais metálicos como ferro e cobre, presentes, por exemplo, no fígado, também possuem participação importante na saúde capilar, da mesma maneira que as vitaminas do complexo B, como a biotina”, completa a médica Marcella. “O magnésio também é essencial para a formação das proteínas que fortalecem os fios; os frutos do mar são ricos em minerais”, conta o Burckhardt .

Invista na soja e em alimentos com ferro: a soja melhora a circulação no couro cabeludo, diminuindo o risco da queda e que os cabelos fiquem opacos e quebradiços. “Tudo o que for rico em ferro, como carnes vermelhas, fígado e leguminosas, como feijão é importante para a saúde capilar. A falta de ferro é uma das principais causas da queda, pois este mineral faz parte da formação dos glóbulos vermelhos, e nutre os folículos capilares, o que deixa os fios mais fortes”, explica Burckhardt .

Aposte nos aminoácidos do arroz e lentilhas: quando combinados, esses aminoácidos dão origem a proteínas que formam o colágeno e a queratina, componentes que fortalecem os cabelos. “Se consumidos regularmente, estes alimentos protegem os fios da queda”, explica o nutrólogo.

Afaste-se do excesso de açúcar: o aumento de insulina provocado pela ingestão de açúcar faz com que sejam liberados hormônios que inibem a divisão celular da raiz capilar, além de provocar um processo inflamatório que afeta o couro cabeludo, favorecendo o afinamento dos fios e a queda capilar. “O excesso de açúcar e carboidratos de alto índice glicêmico na dieta pode comprometer a saúde dos folículos capilares aumentando a possibilidade de eflúvio (queda de cabelos)”, explica Marcella.

Os alimentos podem ser ingeridos in natura, mas quando existe uma dificuldade de absorção ou uma adesão inadequada a esses alimentos, os médicos podem indicar suplementação exógena. “Se o organismo tem uma deficiência de algo, e precisar ‘escolher’ qual parte do corpo ele vai priorizar com o nutriente, ele vai entregar para os rins, coração, pulmões, cérebro etc., que são órgãos vitais, e por último para o cabelo porque este não é necessário para a sobrevivência, então será o primeiro a sentir a deficiência (parar de crescer, ter queda) e o último a receber o nutriente tornando-se saudável novamente”, explica.

“Podemos suplementar com o silício orgânico, compostos com ácido pantotênico, extrato de acerola, sílica, extrato de cavalinha, D-Biotina, feno negro e extrato de fígado de bacalhau”, explica o Burckhardt. “Dentre os ativos orais mais poderosos para estimular o crescimento capilar estão Exsynutriment e Fosfolipídeos de Caviar (FC Oral), que podem ajudar no tratamento contra queda capilar, conferindo ancoragem e sustentação aos fios, e diminuindo a inflamação”, esclarece a farmacêutica Maria Eugenia Ayres, gestora técnica da Biotec Dermocosméticos. “Procure sempre um médico”, finaliza.

Vegetarianismo: tudo que é preciso saber para considerar esta dieta

Uma dieta pode ser saudável mesmo sem a presença de proteína animal

Embora faça parte da mesa do brasileiro, as proteínas de origem animal não são as únicas fontes de aminoácidos essenciais que necessitamos para o bom funcionamento do organismo. É possível encontrar o mesmo nutriente em combinações simples.

Segundo a nutricionista da clínica Atual Nutrição, Cátia Medeiros, é perfeitamente possível alcançar as necessidades orgânicas diárias, por meio de substituições. “A famosa dupla do arroz e feijão consegue nos dar um suporte no consumo de um bom perfil proteico, pois o que falta em um alimento está no outro, e quando os unimos na refeição, chegamos ao que era esperado vir por meio de uma carne, por exemplo”.

Isso quer dizer que, apesar do nosso organismo precisar dos nutrientes que a proteína animal fornece, ela não é a única fonte. Com as adaptações corretas, o corpo com uma dieta vegetariana é totalmente saudável.

De olho nas vitaminas

Para retirar de vez o consumo de proteína animal da dieta, é preciso buscar orientação para substitui-la com alimentos que forneçam os nutrientes necessários para o corpo, e não se tenha o risco de ter uma deficiência proteica, desenvolvimento de anemia, alteração de sistema nervoso, entre outros.

Ao serem excluídos alimentos de origem animal, nutrientes como vitamina B12, cálcio, ferro e zinco, podem ter seu consumo comprometido. Também pode ocorrer deficiência de ácido graxo ômega-3, fornecido pelos peixes e ovos, por exemplo.

“Além disso, a grande ingestão de fatores antinutricionais, presentes em inúmeros alimentos vegetais que, se não forem inativados corretamente, ou tiverem sua ingestão devidamente orientada, poderão comprometer a absorção de vários nutrientes, aumentando o risco de deficiências nutricionais”, comenta Cátia.

Substituições que dão certo

Problemas nutricionais podem ocorrer com qualquer pessoa, por isso atentar-se às substituições é fundamental para oferecer ao organismo tudo que ele precisa, e com os vegetarianos não é diferente.

“Para substituição desses alimentos de origem animal, é preciso garantir um consumo diário de leguminosas (feijão de qualquer tipo, soja, ervilha, lentilha, grão-de-bico) junto aos cereais (milho, arroz, trigo etc.) é essencial para que se obtenha todos os aminoácidos necessários à síntese de proteínas pelo organismo”, explica Cátia.

Foto: Nicole Franzen

Quanto à ingestão de ferro, a nutricionista explica que as fontes vegetais do mineral não fornecem boa absorção como a de origem da proteína animal, por isso, é importante consumir alguma fonte de vitamina C para que o organismo consiga absorvê-lo.

Pixabay

“Para garantir a ingestão diária de ferro é necessário o consumo diário de cereais integrais, aumento da ingestão de leguminosas e oleaginosas em geral, de sementes e frutas secas, usar melado ou açúcar mascavo como adoçante, e ingerir mais fontes de vitamina C junto às refeições principais”, acrescenta Cátia.

Foto: Everyday Health

A nutricionista ainda explica que é preciso evitar o consumo exagerado de fibras, pois elas podem diminuir o consumo energético, pois oferecem grande sensação de saciedade, diminuindo a absorção de minerais como ferro, zinco, selênio. “A dica é utilizar uma mistura entre cereais integrais e refinados”, completa.

Para quem está considerando o vegetarianismo, Cátia salienta a importância de se conversar com um profissional especialista, pois a quantidade de nutrientes que precisa ser ingerido tem como base de cálculo, idade, metas como hipertrofia, emagrecimento e manutenção de massa magra. “Mas geralmente de 0,75g a 1g /kg de peso/dia, já é suficiente. Lembrando que este cálculo é feito não por grama do alimento, mas por grama de proteína presente no alimento”, finaliza.

Cátia Medeiros tem 13 anos anos de experiência na área, formada em Nutrição pela Unitri – Centro Universitário do Triângulo, com especialização em Nutrição Clínica pelo Ganep – Centro de Nutrição Humana de São Paulo, especialista em Fitoterapia e Nutrição Esportiva pelo Cefit, assim como em atendimento Gestacional e Pediatria. É fundadora da clínica Atual Nutrição.

Como e por que turbinar o consumo de fibras

Com efeitos positivos no controle de peso e na saúde intestinal, as fibras podem ser encontradas em alimentos naturais e industrializados

Você provavelmente não está consumindo a quantidade mínima de fibras diárias! Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), adultos devem ingerir pelo menos 25 gramas por dia, média bem distante da realidade dos brasileiros, que consomem cerca de 12,5 gramas de fibras diariamente, segundo o IBGE.

Apesar de longe do consumo ideal, o brasileiro almeja aumentar esta média, é o que revela uma pesquisa da Tate & Lyle, fornecedora global de ingredientes e soluções para alimentos, bebidas e outros mercados. De acordo com o levantamento, 61% dos consumidores desejam consumir mais fibras, apontando como principal motivo os benefícios à saúde.

Por que consumir fibras?

Pixabay

As fibras alimentares são carboidratos resistentes às enzimas digestivas humanas. Elas passam pelo estômago e intestino delgado e chegam ao intestino grosso sem sofrer digestão. Isto quer dizer que elas têm baixo valor calórico, seu impacto na glicemia é desprezível, ajudam a prolongar a sensação de saciedade e ainda dão aquela forcinha na saúde intestinal.

“As fibras são aliadas da saúde por uma série de razões. O consumo dentro das médias recomendadas ajuda a controlar o peso corporal, e os níveis de colesterol, de glicose e de insulina no sangue, o que colabora com o controle e com a redução do risco de desenvolver enfermidades como diabetes e doenças cardiovasculares. Além disso, são conhecidas por seu benefício clássico para o funcionamento regular do intestino. Mais recentemente, pesquisas indicam que algumas fibras podem auxiliar no bom funcionamento do sistema imunológico”, explica Renata Cassar, nutricionista da Tate & Lyle.

Como consumir mais fibras?

Frutas, legumes, verduras e grãos (leguminosas como o feijão e cereais como o arroz integral) são as fontes de fibras mais comuns, mas a lista do que você pode consumir para turbinar sua média diária não para por aí. Uma análise rápida nos rótulos dos produtos disponíveis no supermercado pode abrir um leque de novas opções ricas em fibras.

“A fibra adicionada a alimentos e bebidas também ajuda a alcançar a ingestão recomendada, trazendo benefícios comprovados que impactam positivamente a saúde”, destaca Cassar. A indústria alimentícia oferece diversas opções de produtos adicionados de fibras, tais como bebidas, iogurtes e itens de panificação, então, para fazer uma escolha consciente, vale checar o rótulo.

Segundo a nutricionista, as informações referentes à presença de fibras constam na lista de ingredientes, na tabela nutricional e na face principal do rótulo, com alegações do tipo “fonte de fibras” e “rico em fibras”. Na lista de ingredientes, por determinação dos órgãos reguladores, elas podem aparecer com nomenclaturas técnicas, tais como polidextrose, maltodextrina resistente, amido de milho resistente, inulina, pectina, betaglucanos, entre outras, mas são fibras alimentares como as presentes em verduras, frutas e grãos.

“É sempre válido pesquisar os nomes que constam na lista de ingredientes para entender o que se está consumindo. Por exemplo, a polidextrose é uma fibra alimentar, mas muita gente, por não conhecer o nome técnico dessa fibra, acha que é algum tipo de açúcar. A maltodextrina resistente, por sua vez, é uma fibra solúvel obtida a partir do milho. Por isso a importância de conhecer os ingredientes”, aponta a especialista em nutrição.

A análise da tabela nutricional também é fundamental para fazer escolhas conscientes no supermercado, já que nela estão detalhadas a quantidade de fibra alimentar em gramas por porção e a porcentagem que essa quantidade representa no valor diário que um adulto saudável necessita. Segundo as normas da Anvisa, para ser considerado fonte de fibras o alimento precisa conter pelo menos 2,5 gramas por porção e para ser comunicado como rico em fibras a quantidade deve ser ainda maior: 5 gramas por porção.

Outra dica é variar o cardápio. “Há diversos tipos de fibras e muitas delas trazem benefícios específicos. Para potencializar os efeitos positivos no nosso organismo, o ideal é consumir não apenas a quantidade mínima, mas variar as fontes, incluindo frutas, legumes, verduras, feijão e outras leguminosas, cereais integrais e outros alimentos enriquecidos com fibras. E beber muita água, pois a água ajuda na ação das fibras”, conclui a profissional.

Fonte: Tate & Lyle

Morango é fruta da época e traz benefícios surpreendentes à saúde

Uma fruta universalmente amada, o morango encontra consumidores em todas as faixas etárias. Esta rainha de todas as frutas, é fonte de vitaminas e minerais como vitaminas K e C, potássio, folato e magnésio, além de compostos bioativos como flavonoides, antocianinas e ácidos fenólicos. Todos esses compostos exercem efeito sinérgico na promoção da saúde e no suporte a imunidade.

Congelados ou frescos, os benefícios para a saúde são muitos. O ideal é consumir uma porção três vezes por semana. Inclua no iogurte com aveia, smoothies, saladas ou em lanches com amêndoas ou nozes.

Confira algumas funções:

=Fortalece o sistema imunológico.
=O morango é fonte de vitamina C, um nutriente que desempenha papel fundamental no suporte a imunidade.
=Quando se trata de imunidade, a vitamina C é uma celebridade.

Melhora a função cardíaca

AlexasFotos/Pixabay

Segundo a nutricionista Adriana Stavro, morangos são fontes de antioxidantes saudáveis para o coração, como ácido elágico, flavonoides, antocianina, catequina e quercetina. Estudos mostram que esses compostos fenólicos diminuem o risco de doenças cardiovasculares, inibindo a formação de colesterol total e LDL (ruim).

Além disso, uma extensa pesquisa comprova que, as mulheres que comem três ou mais porções de morangos por semana, têm 34% menos probabilidade de sofrer um ataque cardíaco. Isso foi atribuído aos altos níveis de antocianinas que relaxam os vasos sanguíneos, o que ajuda a diminuir a pressão arterial e evita problemas cardiovasculares. Além disso, o alto teor de fibras, vitamina C e folato, reduz efetivamente o colesterol nas artérias e vasos.

Previne o Câncer

Os morangos são um dos muitos alimentos associados à redução do risco de câncer. São ricos em antioxidantes, incluindo vitamina C e flavonoides. Os antioxidantes ajudam a reduzir o estresse oxidativo, reduzindo a inflamação e, portanto, reduzindo o risco de doenças inflamatórias, como câncer, doenças cardíacas e doenças autoimunes. Os flavonoides presentes nos morangos, assim como em outras frutas e legumes, não apenas ajudam a reduzir a inflamação, mas também se mostraram promissores na redução da proliferação celular associada ao câncer.

Melhora a função cerebral

Pixabay

Pesquisas mostraram que comer morango todos os dias é ótimo para o bom humor, pois ajuda na liberação dos neurotransmissores serotonina. “Além disso, o folato presente nos morangos melhora os níveis de memória e concentração.” Explica a nutricionista.

Ajudam a combater a inflamação

Hiamag

A ingestão regular de morangos pode reduzir o risco de inflamação crônica, de acordo com uma revisão de estudos publicados em 2016 no Journal of Agricultural and Food Chemistry. Para a nutricionista, para aumentar os benefícios, combine morangos com outros alimentos anti-inflamatórios como grãos integrais, folhas verdes e gorduras saudáveis como abacate, nozes, amêndoas e azeite.

Saúde dos olhos

Enquanto a maioria das pesquisas sobre saúde ocular se concentra na vitamina A (encontrada em abundância nas cenouras), o antioxidante (vitamina C) encontrado nos morangos demonstrou reduzir o risco de catarata , de acordo com a American Optometric Association.

Cuida da pele


O ácido salicílico e o ácido elágico presentes nos morangos, ajudam a reduzir a hiperpigmentação, prevenir a acne e remover células mortas da pele. Como resultado, a pele fica clara e brilhante.

Propriedades antienvelhecimento

A exposição contínua ao sol e à poluição está acelerando o envelhecimento da pele. Os morangos minimizam esses danos, pelo poder antioxidante que combatem os radicais livres.

Evitam doenças como diabetes tipo 2

A American Diabetes Association observa que os morangos e outras frutas são fontes de vitaminas, antioxidantes e fibras alimentares, o que significa que são bons para a saúde em geral e podem prevenir doenças. Comer alguns morangos na hora da refeição pode diminuir o estresse oxidativo, inflamação e resposta à insulina.

Fonte: Adriana Stavro é Nutricionista Funcional e Fitoterapeuta Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein – Mestranda do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Promoção da Nutren Senior distribui amostras grátis

Nutren Senior, complemento alimentar da Nestlé desenvolvido especialmente para quem tem mais de 50 anos, está com uma campanha para distribuição de amostras grátis do produto. Veja abaixo como participar.

Nutren Senior contém uma combinação exclusiva de cálcio, proteína e nutrientes que podem auxiliar no sistema imunológico e na manutenção de ossos e músculos fortes, além de ajudar na absorção de cálcio.

Os interessados em receber uma amostra do produto devem se cadastrar no site, clicando aqui, para receber gratuitamente, no endereço desejado.

Os participantes poderão escolher entre os sabores baunilha, chocolate e o exclusivo café com leite, para ser misturado ao leite. Ou optar pela versão sem sabor e zero lactose. A promoção é válida enquanto durarem os estoques, com disponibilização de um produto por CPF.

Fonte: Nestlé

O que torna a carne vermelha menos saudável e como corrigir isso

Vários dos nutrientes e constituintes da carne vermelha têm sido associados a piora nos resultados de saúde, como doenças cardiovasculares e câncer. As gorduras saturadas de origem animal, por exemplo, estão associadas a risco elevado de inflamação e doença cardiovascular.

Ultimamente, vários estudos têm avaliado que dietas baseadas no aumento do consumo de vegetais e na diminuição da carne estão ligadas à longevidade saudável, reduzindo a chance de ter doenças cardiovasculares e câncer. Por que será, afinal, que o consumo da carne vermelha está em xeque?

“A carne vermelha conta a com presença de ácidos graxos saturados, monoinsaturados e pequenas quantidades de poli-insaturados. Quando há uma alta proporção de ácidos graxos saturados de origem animal na dieta, alguns estudos mostram que há um aumento no risco de complicações de saúde, como obesidade, doenças hepáticas e cardiovasculares. O consumo de ácidos graxos saturados é considerado um importante fator para o aumento das concentrações séricas de colesterol total e LDL e na redução de HDL, o colesterol bom, o que caracteriza um perfil lipídico inflamatório e aterogênico, fator de risco para as doenças cardiovasculares”, explica a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Foto: Tarasov/Pixabay

“As carnes brancas, especialmente os peixes, são melhores para a saúde do que as carnes vermelhas porque, em geral, possuem menos gorduras e colesterol, sendo também mais fáceis de digerir”, completa.

Além disso, o consumo de gorduras saturadas proporciona uma menor liberação de proteínas relacionadas à saciedade, quando comparadas a outros ácidos graxos, o que pode levar a uma maior ingestão calórica e um balanço energético positivo, uma das principais causas da obesidade. Segundo a médica, uma forma de ‘corrigir’ esse problema é balancear a dieta.

“Com uma melhor compreensão de que as carnes vermelhas podem ser prejudiciais à saúde, há uma oportunidade de diminuir a ingestão e as substituir por outras carnes, como peixes, carnes brancas e outras fontes proteicas mais saudáveis”, sugere a médica. Os benefícios para a saúde de uma dieta bem elaborada são mais bem documentados, incluindo redução da inflamação e menor risco de doença arterial coronariana, e associados ao aumento do consumo de fontes proteicas sem grandes concentrações de gorduras saturadas.

Esse equilíbrio na dieta pode ser feito por meio do aumento do consumo da proteína vegetal ou ovo e carnes magras. “A carne vermelha pode ser consumida duas vezes por semana. É interessante lembrar que, embora associada a problemas de saúde, esse tipo de carne vermelha também contém nutrientes benéficos como aminoácidos essenciais, ferro, zinco e vitaminas do complexo B, particularmente a B12 e vitamina K”, afirma a médica.

As carnes vermelhas incluem as de vaca, de vitela, de porco, de cordeiro, de carneiro, de cavalo, de cabra, de coelho e de avestruz, enquanto as carnes brancas são as de frango, pato, peru, ganso e peixes. “A carne vermelha contém maior quantidade de ferro na sua composição, por isso é bem indicada no combate à anemia, principalmente nos grupos de risco, que incluem crianças, gestantes e idosos. O zinco que se apresenta em boas concentrações nesse tipo de carne é importante para o crescimento e funcionamento do sistema imune”, diz a médica.

Sanduíche vegano

Por fim, as evidências crescentes de que o conteúdo nutricional das carnes pode ser influenciado pelo processo de produção que recebem, embasam argumentos para esse fator também impactar as recomendações dietéticas. Vários países, como Austrália, EUA e Noruega, emitiram recomendações aos seus cidadãos nos últimos dez anos para reduzir o consumo de carne vermelha, tanto por causa das preocupações ambientais associadas ao consumo de carne vermelha quanto por aspectos de saúde.

“Pessoas com níveis de colesterol alterados, altos níveis séricos de ferro, portadores de doenças cardiovasculares e doenças metabólicas devem reduzir as quantidades de carne vermelha na dieta. É importante lembrar que as carnes com mais gordura e as processadas, como bacon, toucinho, salsicha, linguiça e salame, são as mais prejudiciais à saúde e devem ter seu consumo restrito”, finaliza.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Alimentos indicados para ter um inverno mais saudável

Bio Mundo listou algumas opções para ajudar na manutenção do corpo durante a estação mais fria do ano; frutas, legumes e chás são recomendados

Com a chegada do inverno e a brusca mudança de temperatura, o corpo também sente a necessidade de se adaptar aos dias frios. Para isso, há alguns alimentos que podem ajudar e garantir o bom funcionamento do organismo. A Bio Mundo , franquia de alimentos naturais e saudáveis, separou alguns desses alimentos que são recomendáveis para proteger o corpo, ganhar energia e curtir as baixas temperaturas que estão chegando. Confira:

Frutas e legumes ricos em vitamina C

Como já diriam nossos avós, tomar suco de laranja previne a gripe, principalmente no inverno. Além da laranja, frutas como a mexerica, morango, carambola e alguns legumes, como abóbora, batata doce e brócolis, por exemplo, possuem propriedades antioxidantes, melhoram o sistema circulatório e fornecem energia.

Bebidas quentes
Muito procurados no inverno, os chás naturais, além de ajudarem na hidratação, também possuem propriedades antioxidantes que protegem o corpo de doenças. Vale ressaltar que no inverno, é muito comum a imunidade ficar mais baixa. Por isso, os alimentos antioxidantes são muito importantes nessa época do ano.

Chá de carqueja: ajuda na circulação

No inverno, é mais comum ficar sem coragem para ir treinar. Os reflexos de se movimentar menos podem prejudicar a circulação do corpo. Para evitar esse problema, o chá de carqueja ajuda a evitar o acúmulo de gorduras nas artérias, além de facilitar a digestão.

Chá de camomila com hortelã: para relaxar


O chá de camomila com hortelã pode ser um bom aliado na hora de relaxar. A combinação das duas ervas oferece uma boa dose de vitamina A e do complexo B, elementos antioxidantes naturais.

Chá de hibisco e gengibre: ajuda na retenção de líquidos

Cook Fot Your Life

Com a diminuição do consumo de líquidos em dias frios, o corpo retém mais o sal dos alimentos consumidos, por exemplo, fazendo com que as pessoas, principalmente mulheres, se sintam mais inchadas. O chá de hibisco e gengibre é diurético, combatendo a retenção de líquidos.

Lentilha

Livre de glúten e colesterol, sendo uma alternativa perfeita para os alérgicos e intolerantes aos ingredientes, além dos seus benefícios como melhorar a saúde do coração, faz bem para os ossos, aumenta a saciedade, previne a prisão de ventre, controla os níveis de açúcar no sangue e fortalece o sistema imune.

Alimentos integrais

Na hora de escolher os alimentos, como por exemplo, arroz ou biscoitos, prefira os integrais pois eles são ricos em fibras que deixam o corpo mais imune a doenças e melhoram o funcionamento do intestino.

Fonte: Bio Mundo

Hábitos alimentícios e saúde mental estão interligados

Consumo de certos alimentos pode auxiliar na prevenção ou até mesmo agravar quadros de depressão e ansiedade devido à conexão entre o cérebro e o intestino

É cada vez mais natural falarmos sobre saúde mental. Ao contrário de antigamente, quando o assunto era reprimido, hoje sabemos da importância de se discutir sobre doenças que afetam a mente, como a depressão e a ansiedade, que são extremamente comuns e até mesmo perigosas. Mas mesmo com esse tema ganhando mais espaço na mídia e nas redes sociais, pouco se fala sobre um fator que possui influência direta sobre a saúde mental: a alimentação.

“O intestino, por onde absorvemos os nutrientes dos alimentos, possui uma relação direta com o cérebro, sendo inclusive chamado de segundo cérebro. Nós podemos até mesmo observar essa ligação no dia a dia quando, por exemplo, sentimos ‘borboletas na barriga’ em momentos de nervosismo. Isso ocorre porque existe uma complexa rede de comunicação em nosso corpo que liga os centros emocionais e cognitivos do cérebro às funções intestinais. O sistema nervoso intestinal se conecta ao cérebro por meio do nervo vago, que entre suas várias funções, é também responsável pelo controle do humor e da ansiedade”, afirma Marcella Garcez, médica nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia.

Segundo a especialista, é no intestino também que estão 90% dos receptores de serotonina. “A serotonina é uma substância química sintetizada principalmente pelo sistema nervoso central e trato gastrointestinal, que está envolvida no processo de regulação do humor e processamento das emoções e, quando ineficiente, pode causar ansiedade e depressão”, explica.

Por meio da conexão entre o intestino e o cérebro, é possível entender então de que forma a alimentação influencia na saúde mental, o que vai muito além de apenas se alimentar saudavelmente ou não, já que alimentos específicos possuem impacto positivo ou negativo em nosso cérebro.

By Pink

Por exemplo, o consumo de prebióticos e probióticos é uma ótima maneira de começar a regular a saúde mental por meio do bom funcionamento intestinal. “Isso porque prebióticos, presentes em alimentos como aveia, alho, cebola, frutas vermelhas e banana, são componentes naturais que ao chegarem no intestino promovem o crescimento de bactérias benéficas para a saúde intestinal e do organismo em geral. Por sua vez, são os probióticos, que podem ser encontrados em alimentos fermentados, como kombucha e missô, e alguns queijos e iogurtes”, destaca a nutróloga.

“Para melhorar a saúde mental, é interessante apostar também no consumo de frutas e legumes, pois são alimentos ricos em vitaminas, minerais, fibras prebióticas e antioxidantes, nutrientes fundamentais para que as bactérias benéficas para o intestino prosperem, melhorando o humor, aumentando a sensação de bem-estar, aliviando o estresse e reduzindo a inflamação. É especialmente interessante investir em alimentos ricos em magnésio, vitamina C e fibras, que ajudam a reduzir a ansiedade.”

Em contrapartida, guloseimas, alimentos fritos em imersão e ultraprocessados, ricos em sal, açúcar refinado, gordura saturada e trans podem piorar quadros de depressão, ansiedade e estresse. “Esses alimentos favorecem a proliferação de bactérias prejudiciais para a saúde intestinal, piorando a inflamação e o humor”, alerta a médica.

“A ingestão excessiva de cafeína e bebidas alcoólicas também pode prejudicar a saúde mental e fazer com que você se sinta mais ansioso ou depressivo. Por isso, é importante consumir essas substâncias com moderação. No geral, até 400mg de cafeína, o que equivale a cerca de 4 xícaras de café, é o consumo máximo diário e seguro para adultos. Já a ingestão de bebidas alcoólicas deve ser restringida a duas doses diárias para homens e uma para mulheres”, completa.

Mas vale ressaltar que condições como depressão e ansiedade são doenças e devem ser diagnosticadas e tratadas por um profissional especializado, já que suas causas vão muito além da alimentação, podendo incluir fatores como eventos traumáticos, doenças preexistentes, desequilíbrios hormonais, uso de certos medicamentos e até mesmo genética.

“Já reconhecida como uma doença hereditária, a depressão é uma condição extremamente complexa que envolve a interação de diversos genes e uma série de fatores ambientais que podem modular e acionar a predisposição genética. Para se ter uma ideia, estudos apontam que a influência genética para o desenvolvimento da depressão é de 30 a 40%, sendo que o risco dessa condição entre parentes de primeiro grau é três vezes maior do que na população geral”, afirma o geneticista Marcelo Sady, Pós-Doutor em Genética e diretor geral Multigene.

Existem inclusive exames capazes de identificar a presença de variantes genéticas que aumenta a predisposição à depressão, ajudando assim na prevenção da condição por meio do monitoramento de fatores ambientais que podem desencadeá-la. “Esses exames genéticos podem até mesmo avaliar as respostas aos tratamentos para a depressão. Mas é fundamental consultar profissionais especializados, como psiquiatras e psicólogos, já que apenas eles serão capazes de avaliar corretamente o exame e indicar o tratamento mais adequado para cada caso”, finaliza o especialista.

Fontes:
M
arcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.
Marcelo Sady é pós-doutor em genética com foco em genética toxicológica e humana pela UNESP- Botucatu, o Dr. Marcelo Sady possui mais de 20 anos de experiência na área. Speaker, diretor Geral e Consultor Científico da Multigene, professor, orientador e palestrante.

Gaya Food oferece alimentos zero, fit e opções para vegetarianos e veganos

Aplicativo leva empresas e restaurantes que produzem alimentos diferenciados à consumidores que buscam uma alimentação mais natural e saudável

A pandemia vem provocando mudanças nos hábitos alimentares de grande parte dos brasileiros que passaram a consumir produtos mais saudáveis, a maioria feitos com ingredientes frescos e orgânicos. Além da busca por uma refeição natural, sem componentes químicos ou agrotóxicos, tendências como vegetarianismo e veganismo também vem crescendo por aqui.

Conforme pesquisa realizada pelo Ibope em 2020, 47% dos brasileiros reduziram o consumo de carne devido ao aumento dos preços, enquanto o interesse por matérias ligadas ao vegetarianismo e ao veganismo também vem crescendo. Em 2018 cerca de 30 milhões de brasileiros se declararam vegetarianos, resultado que indicou crescimento de 75% em relação a 2012, quando apenas 8% da população era adepta a esse tipo de alimentação.

Em paralelo ao vegetarianismo, outra corrente que vem ganhando força é o veganismo que exclui por completo o consumo de qualquer componente de origem animal, em esferas que vão além da alimentação, prova disso é o Estudo da NutriNet Brasil, realizado pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (Nupens/USP) em 2020, que detectou um aumento generalizado na frequência de consumo de frutas, hortaliças e feijão de 40,2% para 44,6% durante a pandemia.

Essa mudança positiva no comportamento alimentar pode ser explicada principalmente pela preocupação das pessoas em melhorar a alimentação e, consequentemente, as defesas imunológicas do organismo, pois o consumo de alimentos in natura ou minimamente processados fortalece os mecanismos de defesa, enquanto a ingestão de comidas ultraprocessadas, por serem pobres em vitaminas e minerais, favorecem o aparecimento de doenças crônicas como obesidade, diabetes e hipertensão que aumentam a letalidade da Covid-19.

Para a indústria de alimentos, esses novos hábitos de consumo vem estimulando a criação de novas marcas e de produtos mais saudáveis, nutritivos e fáceis de preparar que trazem, além dos ingredientes e dados nutricionais, informações sobre a procedência das matérias-primas em suas embalagens.

Segundo o Euromonitor, o Brasil ocupa hoje a quarta colocação mundial no ranking de vendas de alimentos e bebidas saudáveis, um mercado que movimenta US$ 35 bilhões e vem registrando crescimento médio de 12,3% ao ano. Por aqui, 22% da população opta por comprar alimentos naturais e sem conservantes e, para 28% dos brasileiros, consumir alimentos nutricionalmente ricos é muito importante.

Dentro deste segmento há setores que têm se destacado como os de alimentos plant based, com matéria-prima de origem vegetal, clean label, que significa rótulo limpo, e free from, sem a adição de glúten, açúcar, lactose e aditivos químicos.

De olho nesse movimento surgiu o Gaya Food, um aplicativo voltado para intolerantes a glúten, açúcar e lactose, vegetarianos, veganos e pessoas que querem se alimentar melhor sem perder tempo. Ele combina a praticidade do delivery com restaurantes, hortifrútis orgânicos, açougues veganos e mercados que produzem opções para quem quer manter o equilíbrio do corpo e mente através da alimentação.

“O Gaya Food é o primeiro e único aplicativo voltado para alimentação consciente. Reunimos empresas que produzem comida inclusiva, independente do tipo de cozinha, integrando toda cadeia produtiva, desde fazendas orgânicas e indústrias, até restaurantes e redes de varejo especializadas”, explica Paulo Silveira, fundador e diretor da Gaya Food.

Além do delivery especializado, a empresa também quer proporcionar aos usuários experiências diferenciadas com dicas de dietas, receitas, eventos e suporte especializado de médicos e nutricionistas fornecendo conteúdo associado a esse universo através do portal Mundo Gaya.

Para aderir ao Gaya Food, as empresas devem entrar no site e fazer o cadastro. No App, elas poderão acrescentar seus menus, acompanhar pedidos e gerenciar cancelamentos e faturamento.

Já, para os consumidores, o aplicativo permite a busca de restaurantes e lojas por região, o acompanhamento e pagamento dos pedidos, além de oferecer benefícios e conteúdo personalizado para os membros da Comunidade Gaya.

O serviço de delivery é feito diretamente pelos parceiros, o que possibilita o controle de todo o processo e flexibilidade nas entregas, uma vez que podem ser feitas sob demanda e também em horários diferenciados, conforme a necessidade de cada cliente.

Empresas como Casa Celi, Delícias Fit, Vital Sucos, Organic 4, Cajuí, Colher de Mel, Gula Fit, Cozinha as Loli e Brownie da Re já aderiram ao Gaya Food que começou a funcional no início de abril.

Informações: Gaya Food