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Confira dicas valiosas para conservar de modo seguro a carne de peixe

O pescado é uma carne extremamente delicada que exige muita atenção em sua conservação para não ocasionar problemas de saúde. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo se preocupa desde a qualidade do peixe aos consumidores até ideias de preparo com novas receitas. O livro gratuito “Pescado: Saúde e Nutrição” traz todas as dicas que você precisa (baixe clicando aqui).

De acordo com a nutricionista Katlly Evillim Sousa, da Coordenaria de Desenvolvimento do Agronegócios (Codeagro) da Secretaria, trata-se de um alimento muito importante com baixo teor de gordura saturada e rico em ácido graxo poli-insaturado, o ômega-3, que auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares e com ação anti-inflamatória. Segundo ela, “o ideal é que o peixe esteja presente na nossa alimentação por pelo menos duas vezes na semana”.

Veja abaixo as dicas:

pescado

– Se preferir o peixe fresco, sempre pegue no fim das compras, para manter a temperatura;

– As escamas devem estar brilhantes;

– O odor deve ser suave;

salmão peixe congelado pixabay

– O peixe fresco e o peixe congelado contêm os mesmos nutrientes se mantidos em temperaturas adequadas a cada tipo;

– Na hora da compra do peixe congelado prestar atenção a sua situação. Não compre se estiver com água acumulada ou cristais de gelo, pois pode significar que houve o descongelamento, prejudicando a qualidade;

– A validade de qualquer peixe fresco, se for congelar, é de três meses;

– Na hora do descongelamento sempre descongelar dentro da geladeira, pois fora pode desenvolver micro-organismos deteriorantes;

peixe cozinhando pixabay
Pixabay

– Retire o couro/pele antes de cozinhar. Todos os nutrientes do peixe estão dentro da carne;

– Evitar temperos industrializados. Use temperos naturais como a salsinha, manjericão, coentro, louro etc.

mulher comendo peixe

– Quando preparado, consumir dentro de, no máximo, 48 horas, se mantido na geladeira.

Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

Mantenha a boa forma durante o inverno sem alterar a alimentação

Médico explica quais tipos de alimentos são indicados para a estação

Durante o inverno, costumamos consumir alimentos mais calóricos. Isso ocorre, na maioria das vezes, por uma associação emocional a tipos de alimentos consumidos na estação, como chocolate quente e caldos. Alguns vegetais, frutas e hortaliças são ricos em vitaminas e minerais importantes para a saúde humana, pois possuem compostos bioativos que auxiliam no bom funcionamento dos órgãos. Em geral os alimentos perdem parte do seu valor nutricional quando submetidos ao calor.

Estudos realizados pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) avaliaram o impacto de diferentes técnicas no preparo dos alimentos. Por exemplo, na couve, a forma de cozimento menos prejudicial foi o refogado. Não existe uma regra válida e uma melhor forma de cozimento para todos os alimentos. Mas em termos de atividade antioxidante, podemos dizer que o melhor é consumir os alimentos cozidos no vapor.

O diretor médico do Spazio Essenza, Bruno Menezes, explica que não é necessário trocar as frutas durante o inverno, mas o ideal é sempre consumir as frutas da estação, que mudam conforme a sazonalidade. O médico avalia que, em geral, as frutas e legumes da estação são:

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Abacate: rico em ferro, magnésio e vitamina C, é rico em gorduras boas, auxilia a aumentar o colesterol bom e diminuir o ruim. Além disso, é rico em fibras, o que melhora também o fluxo intestinal.

banana

Banana: rica em potássio e magnésio, a banana é excelente para os músculos e o coração. Ela também possui vitaminas C e B6, que são antioxidantes. A banana acaba tendo um efeito antidepressivo e calmante, pois é uma fonte de Triptofano, um aminoácido precursor de serotonina no cérebro, o que pode reduzir a vontade de comer doces, além de melhorar o sono.

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Caqui: rico em ferro, cálcio, vitaminas A, B e C, essa fruta também é uma excelente fonte de antioxidantes.

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Foto: Pippalou/MorgueFile

Carambola: além de refrescante, a carambola também é rica em vitaminas A, B e C. Possui propriedades diuréticas. Deve ser consumida com moderação por pessoas que possuam problemas renais.

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Pixabay

Figo: fonte de zinco e fibras, a fruta é um poderoso antioxidante. Uma excelente combinação é acrescentá-lo na salada.

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Maçã: rica em vitaminas do complexo B e C, é uma fruta excelente para a saúde. A casca possui uma grande quantidade de fibras, o que ajuda a melhorar o funcionamento do intestino.

tangerina pixabay
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Tangerina: essa fruta que pertence às cítricas possui uma grande quantidade de potássio, um mineral que auxilia na prevenção das câimbras e demais contrações musculares. Além de muito gostosa, ela também combate a prisão de ventre, resfriados e gripes.

Sopas costumam ser calóricas. Quais tipos de caldo são indicados?

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Muita gente acredita que sopas são sinônimos de poucas calorias, mas isso não é necessariamente assim. Em geral, caldos feitos com legumes e hortaliças são menos calóricos.

“A dica é utilizar ervas frescas ou secas para reduzir a ingestão de sal, evitar acrescentar carnes ou queijos gordurosos, dando preferência a alimentos como a batata baroa, batata doce, inhame, aipim e cenoura. Evite o creme de leite e use uma pequena quantidade de azeite”, orienta Bruno Menezes.

No inverno é comum bebermos menos água. O que fazer?

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Bruno Menezes alerta: “No inverno, em geral, as temperaturas são mais baixas, o que faz a sensação de sede ser menor. Mas um consumo adequado de água é fundamental, pois ela é importante para a manutenção da temperatura corporal”.

Trocar achocolatado por cacau em pó pode ser mais saudável?

leite vegetal

O médico explica que o termo achocolatado é utilizado na maioria das vezes por não poder ser utilizado o termo chocolate. “Devido a enorme quantidade de açúcar presente nestes achocolatados, o nome correto deveria ser açúcar achocolatado, então, uma excelente substituição seria utilizar leites vegetais, como o de castanha, amêndoas ou coco e acrescentar cacau. Uma opção para adoçar seria utilizar tâmaras ou uvas passas batidas junto ao leite vegetal”, finaliza Bruno Menezes.

Fonte: Spazio Essenza

O que são alimentos energéticos, reguladores e construtores?

A pirâmide alimentar é um esquema gráfico que indica a proporção que cada tipo de alimento deve ser consumido, de acordo com os seus nutrientes e as suas funções – energética, reguladora e construtora. Ela funciona como um “roteiro” para quem deseja uma alimentação saudável e uma dieta eficaz no controle do peso.

Para reforçar a importância do esquema e facilitar a tarefa de equilibrar os alimentos diariamente durante as várias refeições diárias, a nutricionista e consultora da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), Mariana Nacarato, explica o a diferença entre os grupos de alimentos que formam a pirâmide:

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Energéticos – são os carboidratos, que fornecem energia e disposição para o dia a dia e podem ser encontrados no macarrão, arroz, biscoitos, pães, entre outros. Prefira as versões integrais, ricas em fibras, que promovem sensação de saciedade, fornecimento gradual de energia e melhora do funcionamento do intestino;

Reguladores – ricos em vitaminas e sais minerais, são responsáveis por regular as funções do organismo e manter o sistema imunológico forte, prevenindo doenças como gripes e resfriados. Encontram-se neste grupo as frutas, legumes e verduras;

Construtores – alimentos ricos em proteínas, que auxiliam na construção, crescimento e restabelecimento dos tecidos, ossos, pele e outras partes do corpo. Como exemplos, todos os tipos de carne, leite e derivados.

Apesar das variações em função de questões culturais, regionais e até religiosas, todos os modelos de pirâmide alimentar – brasileira, mediterrânea, latino-americana, asiática, africana e vegetariana – têm por objetivo mostrar que uma alimentação saudável deve ser variada e moderada para promover o bem estar nutricional da população.

Fonte: Abimapi

Iogurte Grego 0% lactose produzido exclusivamente com leite de búfala

Pioneira na fabricação de laticínios produzidos com o puro leite de búfala, a Búfalo Dourado inova mais uma vez e lança no mercado brasileiro o primeiro Iogurte Grego elaborado exclusivamente com leite de búfala, sem adição de açúcar, e com 0% de gorduras e 0% lactose.

Disponível em cinco sabores – Natural, Damasco, Blueberry, Morango e Maracujá – o Iogurte Grego Búfalo Dourado é preparado com ingredientes de origem garantida e com cuidados peculiares na técnica de fabricação, desde a criação do rebanho até a ordenha e transporte para as fábricas da marca.

Com 15g de proteína na versão natural e 14g nos demais sabores, um pouco mais que o equivalente a dois ovos – cada ovo possui cerca de 6,3 g –, o Iogurte Grego Búfalo Dourado apresenta, em 130g, a maior concentração de proteína entre as marcas disponíveis no mercado. Para efeito de comparação, os iogurtes gregos tradicionais apresentam, em média, de 5g a 7g de proteína em suas embalagens.

Fundamental para a saúde e boa qualidade de vida, a proteína é um nutriente que promove, entre outros benefícios, a tonificação dos músculos, redução da gordura abdominal, regulação da glicemia, fortalecimento dos ossos e do sistema imunológico.

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A linha completa do Iogurte Grego Búfalo Dourado chega ao preço médio de R$ 6,50 a unidade e pode ser encontrada nos supermercados Hortisabor Itaim, St. Marche, Varanda, Santa Luzia, Empório Santa Maria e Emporium São Paulo.

Informações: Búfalo Dourado

 

Como montar cardápios divertidos e nutritivos no período das férias escolares

Sem abusar de alimentos prejudiciais à saúde das crianças é possível, com criatividade, criar pratos saudáveis, mesmo no período das férias

As férias escolares chegaram e com elas muita diversão e passeios para as crianças. Nesta época do ano, elas gastam muita energia e uma boa alimentação é fundamental para garantir o agito da garotada. Como neste período alguns hábitos alimentares e horários das refeições são alterados por conta das atividades, é preciso que os pais fiquem atentos.

De acordo com a gerente de Nutrição Assistencial do HCor, Rosana Perim, os alimentos calóricos não precisam ser completamente abolidos durante as férias, desde que sejam oferecidos em pequenas porções. “O ideal é consumir bolachas integrais no lugar das recheadas, alimentos grelhados ao invés de frituras, além de verduras, frutas e legumes, que não podem faltar no cardápio dos pequenos”, esclarece.

Durante as férias, outra brincadeira divertida é envolver as crianças no preparo dos alimentos, contando sempre com a imaginação. “O brócolis, por exemplo, pode ser transformado em árvores. Já na sobremesa, a sugestão é utilizar frutas cortadas no formato de estrelas ou coração, para despertar a atenção e criatividade da criançada”, explica a nutricionista.

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Foto: Philmech

Atualmente há uma série de discussões sobre a alimentação infantil. O aumento no consumo de alimentos gordurosos e o excesso de sal e açúcar na dieta da criança e do adolescente traz diversos danos à saúde e, em alguns casos, tornam-se irreversíveis do ponto de vista médico e nutricional.

“Por isso é preciso tomar alguns cuidados no período das férias, pois as crianças fogem da rotina e há um aumento no consumo de fast foods, produtos industrializados, refeições congeladas, que contém alto teor de sódio, gordura saturada e açúcar”, aconselha Rosana.

Para a nutricionista, nesta época do ano, os problemas de saúde para esse público ficam por conta de resfriados, gripes e crises respiratórias, por causa do inverno e poluição: “Comer bem e corretamente favorece o organismo e o deixa mais resistente, além de garantir energia para toda diversão. Além disso, alimentos nutritivos, como verduras, legumes e frutas mantêm a saúde, aumentam a imunidade e auxiliam no desenvolvimento das crianças”, afirma.

MILKSHAKE DE GELATINA ZERO

Uma das alternativas que os pais podem fazer para incentivar a ingestão de nutrientes saudáveis no período das férias é sempre deixar estes alimentos prontos para o consumo. Isso inclui desde frutas frescas como morango, banana, maçã, pera, saladas de frutas, até gelatina, bolo preparado com flocos de aveia, bolo de cenoura, biscoitos caseiros integrais, suco de fruta natural e água de coco.

“É muito comum o aumento do consumo de refrigerantes e doces neste período. Os responsáveis pelas crianças devem controlar a ingestão desses alimentos começando por limitar a compra deles”, completa.

Dicas do Serviço de Nutrição do HCor para as férias escolares:

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Evite o exagero: nas férias escolares, até mesmo o excesso de pipoca – alimento bastante presente neste período -, pode trazer para a criança complicações digestivas pelo excesso de gordura e sal. Os doces com cremes, chocolate e chantilly também devem ter consumo controlado.

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Criatividade na produção da refeição: usar a criatividade decorando os pratos é uma alternativa para chamar atenção das crianças menores. Fazer uma flor com parte do tomate ou montar um boneco com ovo cozido, por exemplo, pode auxiliar a prender a atenção da criança para a alimentação correta.

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Para os maiores: o ideal é introduzir verduras e legumes na massa e no recheio de tortas. Preparar pastéis assados e recheados com verduras e queijo, fazer sobremesas à base de iogurte ao invés de creme de leite e chantilly, colocar torradinhas de pão integral nas saladas e queijo magro ao invés de parmesão são algumas sugestões.

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Variar e colorir para despertar o interesse: como as crianças costumam acordar um pouco mais tarde neste período, o ideal é que o café da manhã seja nutritivo e leve, para não atrapalhar o apetite do almoço. Um copo de leite com achocolatado ou iogurte é o mais recomendado. Assim, pães e cereais podem ser adicionados ao lanche da tarde, com sucos ou leite fermentado.

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Refeições principais, como almoço e jantar: o ideal é que o prato seja bastante colorido e variado. Legumes e vegetais não podem ficar de fora, complementando o arroz com feijão e carnes grelhadas ou ensopados. “Para as crianças que tem receio a certos alimentos, a dica é tentar tornar a alimentação divertida. Para as meninas, o suco de morango, por exemplo, pode ser da personagem moranguinho. Já pra os meninos, a vitamina de frutas pode ser do homem-aranha”, finaliza a nutricionista.

Fonte: HCor

Especialistas dão dicas para não ganhar quilinhos a mais durante o inverno

Já se perguntou por que fugimos da dieta durante o inverno? Isso acontece porque a baixa temperatura do ambiente e do corpo faz com que passemos a consumir mais alimentos ricos em açúcar e gordura.

A nutricionista funcional e oncológica Michelle Mendes, da Aliança Instituto de Oncologia, explica que no frio o corpo gasta mais energia para se manter aquecido e isso pode levar a um aumento da necessidade de ingerir mais calorias.

Segundo a especialista, cada época do ano requer cuidados específicos de acordo com suas características. “No inverno é muito importante reforçar a imunidade para evitar doenças típicas desta estação, como gripes e resfriados”, afirma. Ela complementa que, além disso, é importante ter uma dieta equilibrada, pois o fato de ficarmos mais quietos pode aumentar o consumo de alimentos mais calóricos, o que favorece o ganho de peso.

“Não é necessário mudar a alimentação em cada época do ano. Mas é preciso variar as refeições e dar preferência a alimentos da estação, seguindo uma alimentação saudável e balanceada ao longo do ano”, comenta Michelle.

A nutricionista separou algumas dicas para aproveitar a estação sem culpa:

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– Prefira alimentos quentes como sopas e chás.

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Sopa Caldo Verde

– Não deixe de comer legumes e verduras, inclua-os nas sopas, caldos, cozidos e ensopados.

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Karê

– Prefira sopas sem adição de queijo, creme de leite e outros alimentos que podem deixá-la mais calórica.

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– Nos fondues, se forem de queijo, dar preferência para queijos mais brancos ao invés dos amarelos e mais gordurosos. Se for de carne, substitua o óleo por água e o de chocolate dê preferência para um chocolate mais amargo, que inclusive possui propriedades antioxidantes.

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– Dê preferência para alimentos integrais, pois trazem mais saciedade.

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Pixabay

– Frutas frescas como maçã e banana ficam deliciosas quando levadas ao forno com uma pitada de canela e são ótimas opções para matar a vontade de doce.

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– Mantenha-se hidratado.

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– Evite longos períodos sem se alimentar.

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Shutterstock

– Evite cometer excessos alimentares.

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– Mantenha uma alimentação balanceada e não deixe de praticar atividade física.

Saia de casa

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Segundo o professor de musculação da Bodytech Asa Norte Welbert Lucas, quando aliado com atividade física, o frio também pode ajudar a eliminar as gordurinhas indesejadas. Ele ressalta que durante a estação, para se manter aquecido, o metabolismo acelera e o corpo queima mais calorias.

Seja qual for a atividade escolhida, o importante é conciliar o exercício com uma boa alimentação. “As pessoas precisam procurar um exercício que elas mais se adequem. Não existe uma atividade específica. Escolha aquela que goste mais”, finaliza o educador físico

Alimentos que aumentam a imunidade no inverno

Especialista sugere alimentos aliados no combate de doenças

Está aberta a temporada das gripes, resfriados, rinites, asma, bronquite e outras infecções respiratórias. Com as mudanças bruscas de temperatura associadas à baixa umidade do ar, as pessoas ficam mais susceptíveis ao desenvolvimento de doenças. Por isso é importante redobrar os cuidados com a alimentação para ajudar a aumentar a imunidade.

Segundo a coordenadora do curso de Nutrição da Anhanguera de São Bernardo, unidade Rudge Ramos, Walquiria Aguiar, os alimentos podem ser aliados no combate de doenças típicas de do inverno.

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Nutrientes como ômega-3, vitamina A, vitamina C, zinco, selênio, ferro e glutamina podem ajudar na resposta imunológica. Os alimentos fontes destes nutrientes são: peixes, em especial a sardinha, linhaça, chia, vegetais vermelhos e alaranjados, frutas cítricas e as oleaginosas.

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O consumo de proteínas de alto valor biológico também é muito importante, como as carnes e os ovos. A recomendação diária destes alimentos é de 3 frutas diferentes, 1 porção de carne, peixe ou ovo e 1 punhado pequeno na palma da mão de oleaginosas.

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Os probióticos, que são micro-organismos vivos presentes nos iogurtes, leites fermentados, coalhada e kefir, possuem papel destaque, já que a saúde intestinal também está associada à proteção imunológica.

Fonte: Anhanguera

Vida Veg lança novos leites vegetais

A Vida Veg, maior produtora de produtos lácteos veganos do Brasil, anuncia a chegada de uma nova linha de leites vegetais frescos nos sabores de coco, amêndoas e castanha-de-caju. A nova fórmula oferece ao consumidor a experiência de um produto mais fresco, cremoso e natural, além de entregar três gramas de proteína em um copo de 200 ml.

Os leites vegetais são muito mais saudáveis, pois não contém lactose – que causa intolerância – e caseína – que é inflamatória e causa alergia –, entretanto são ricos em cálcio, vitaminas B6 e B12, sem conservantes, glúten e nem adição de açúcares.

“Esta é uma linha que vai revolucionar o mercado de leites animal e vegetal no Brasil por ser mais natural (vem da terra), saudável, saboroso e porque será mais acessível em relação aos outros leites vegetais do mercado”, afirma Anderson Rodrigues, diretor executivo da Vida Veg.

Segundo ele, o produto também é diferenciado do ponto de vista ambiental, uma vez que a produção de cada litro de leite de amêndoas ou de coco demanda 70% menos água em comparação ao leite de vaca – além de não precisar explorar nenhum animal. O lançamento foi feito durante a feira Natural Tech 2019 e a expectativa é que o leite chegue aos supermercados no início de agosto.

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Alta tecnologia e leite fresco

A tecnologia de ponta usada na produção da nova linha de leites vegetais Vida Veg conta com processo diferenciado, resultando em um produto mais fresco, natural e mais acessível para o consumidor. Para Anderson, esta é a primeira etapa de uma revolução que está chegando ao mercado de lácteos veganos do Brasil. De acordo com ele, a Vida Veg está prestes a inaugurar a maior e mais moderna fábrica de substitutos lácteos do país, o que irá causar um grande impacto no segmento de produtos veganos, nos próximos anos.

Informações: Vida Veg

Conheça alimentos que trabalham em harmonia com seu cabelo

Investir em uma alimentação nutritiva e rica em vitaminas auxilia na redução da queda de cabelo

A saúde dos cabelos reflete-se pela manutenção de bons hábitos, o que inclui uma alimentação saudável e rica dos nutrientes mais benéficos aos fios o que ajuda no combate a queda de cabelo e outros problemas comuns.

Assim como uma alimentação balanceada ajuda na saúde dos fios, uma dieta pobre e inadequada pode ser responsável pelo surgimento de problemas capilares, como queda, ressecamento e fios opacos.

A seguir conheça os nutrientes e alimentos que são benéficos aos cabelos.

Quais alimentos ajudam na prevenção da queda de cabelo?

queda de cabelo

A queda de cabelo é um dos primeiros indicativos de que a alimentação não está em harmonia com os fios e é preciso revê-la. Alguns nutrientes são os mais importantes na dieta e podem ser encontrados em vários alimentos. Confira quais os nutrientes mais valiosos para a nutrição capilar e quais alimentos incluir na dieta para obter bons resultados!

Ômega 3

O ômega 3 é um ácido graxo importante por desenvolver uma ação anti-inflamatória. Ele contribui para dar maior flexibilidade os fios e contribui para a absorção de nutrientes como a vitamina A. Esse ácido graxo não é produzido pelo organismo, sendo que a quantidade adequada ao organismo deve estar presente na alimentação.

Entre os alimentos ricos em ômega 3 destacam-se:

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· peixes de água fria, como salmão, sardinha e truta;
· abacate;
· semente de abóbora;
· nozes, linhaça e chia.

O salmão, por exemplo, também é rico em proteína de qualidade e selênio, o que aumenta a proteção do couro cabeludo contra a radiação ultravioleta e melhora a circulação sanguínea, ajudando na chegada de nutrientes ao bulbo capilar.

Sais minerais

Também é importante que uma alimentação voltada à saúde capilar e redução da queda de cabelo seja rica em sais minerais como zinco, ferro e selênio. Esses nutrientes ajudam na nutrição dos folículos capilares e crescimento dos fios. A ausência, por sua vez, pode resultar em fios quebradiços, secos, finos e opacos, causando problemas como caspa e queda.

Entre os alimentos ricos em sais minerais que devem compor a dieta estão:

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· lentilhas;
· espinafres;
· brócolis;
· couve;
· ovos;
· carnes;
· feijão e soja;
· sementes de girassol e de abóbora;
· cereais integrais;
· chia;
· castanha-do-pará e castanha-de-caju.

Ao inserir duas unidades de castanha-do-Pará ou castanha-de-caju na dieta diariamente já é possível obter o zinco necessário à saúde tanto capilar quanto do organismo.

Proteínas

A principal composição dos fios de cabelo é queratina, um tipo de proteína. Na verdade, 97% dos fios são compostos desse nutriente. A deficiência proteica ocasiona problemas como ressecamento, opacidade e quebra dos fios.

Para garantir o consumo adequado de proteínas para dar mais saúde aos fios insira na dieta:

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· carnes;
· peixes;
· produtos lácteos, como leite e queijos;
· ovos;
· legumes;
· soja;
· nozes.

Lembre-se que para não desequilibrar a saúde o importante é consumir proteínas magras, como de carnes, frango e peixe. Sem a reposição proteica o organismo não consegue repor os fios que caem, reduzindo o volume.

Vitaminas

As vitaminas são essenciais melhorar o fluxo sanguíneo no couro cabeludo garantindo a chegada de oxigênio e nutrientes às células. A deficiência delas pode resultar na quebra dos fios, queda de cabelo e lento crescimento.

Saiba quais são as principais vitaminas para manter a saúde dos cabelos e em quais alimentos elas podem ser encontradas:

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Foto: Nutri Living

· a vitamina C é antioxidante e auxilia na produção do colágeno que fortalece os fios. Ela pode ser encontrada em: acerola, kiwi, abacaxi, laranjas, tangerinas, mamão papaia, pimentões, limão, folhas verde-escuras e morangos;
· a vitamina A contribui na produção de glândulas sebáceas do couro cabeludo, evitando o ressecamento. Ela é encontrada em abundância em: cenoura, batata doce, abóbora, tomate, beterraba, melancia e folhas verde-escuras;
· as vitaminas do complexo B ajudam a evitar a queda de cabelo, sendo possível encontrá-las em alimentos como: folhas verde-escuras, brócolis, grão-de-bico, aveia, tomates, ovos, salmão, amêndoas, nozes, framboesas, abacate, lentilhas e grãos integrais;
· a vitamina E tem ação antioxidante e ajuda no crescimento dos cabelos, melhora da circulação sanguínea, equilíbrio do pH capilar e hidratação. Ela pode ser encontrada em nozes, sementes de girassol e abacate.

Portanto, as diversas vitaminas devem fazer parte da alimentação, pois garantem uma série de benefícios aos fios. Destaca-se que alguns alimentos oferecem diferentes nutrientes, sendo importante ampliar o consumo deles, como salmão, folhas verde-escuras, sementes, oleaginosas, grãos e outros.

Além de conhecer os alimentos benéficos, é relevante conhecer quais evitar. Os principais vilões para os cabelos são os açúcares, carboidratos refinados como massas e pão branco e álcool. Esses alimentos elevam a insulina no sangue, causando um desequilíbrio hormonal que resulta em prejuízos aos folículos capilares.

Logo, se o objetivo é melhorar a saúde dos fios por meio de uma alimentação adequada que ajude a reduzir a queda de cabelo e outros problemas capilares, invista nos alimentos ricos em nutrientes que atuam em harmonia com os cabelos.

Caso a queda de cabelo ou demais problemas permaneçam ou intensifiquem-se, busque auxílio especializado em uma clínica de cuidados capilares.

Fonte: Clínica Doppio