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Guia da alimentação segura e adequada na quarentena

Segundo as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) os cuidados com a alimentação precisam ser redobrados durante a quarentena. Para a médica nutróloga Ana Luisa Vilela, de São Paulo, além da higienização correta dos alimentos, alguns ajudam a fortalecer o sistema imunológico.

“Cuidar da alimentação nesse momento é essencial para garantir a saúde, em especial os idosos, que já possuem o sistema imunológico mais debilitado pela idade e precisam reforçar as barreiras de proteção do organismo”, explica a médica.

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• Higienização: “É preciso ter cautela com o que levamos para casa, por isso desinfetar as embalagens quando chegar do mercado com álcool 70% ou água e sabão ou descartá-las em lixos lacrados”.

lavando os legumes

• Descontaminação de vegetais: “Lave-os vegetais com uma escovinha em água morna para retirar a sujeira visível a olho nu e mergulhe-os com a casca de molho em uma bacia com 1 litro de água e 1 colher de bicarbonato de sódio ou de água sanitária, durante 15 minutos e lavar abundante”.

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• Reduzir o consumo de bebida alcoólica que pode debilitar o organismo e atrapalhar a imunidade;

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• Controlar o sal e o açúcar de adição;

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Foto: Onehundreddollarsamonth

• Não estocar alimentos. “Além de não ter necessidade, quando há muita comida estocada é sinal de não ter comida fresca”.

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Pxfuel

• Aproveitar mais de todos os alimentos para não ter desperdício. “Cascas de legumes como beterraba, mandioquinha, batata podem ser assadas no forno e virarem saborosos chips”.

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Pixabay

• Aproveite os chás. “O consumo de bebidas quentes ajuda na expectoração dos fluídos, diminuindo assim a contaminação das vias aéreas além de ajudar no combate a gripes e resfriados em geral”.

GOIABA VERMELHA

• Reforçar a vitamina C, em frutas como acerola, laranja, goiaba, caju, limão. “Esses alimentos são capazes de turbinar o sistema imunológico”, finaliza Ana Luisa.

Fonte: Ana Luisa Vilela é graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Itajubá – MG, especialista pelo Instituto Garrido de Obesidade e Gastroenterologia (Beneficência Portuguesa de São Paulo) e pós graduada em Nutrição Médica pelo Instituto Ganep de Nutrição Humana também na Beneficência Portuguesa de São Paulo e estágio concluído pelo Hospital das Clinicas de São Paulo – HCFMUSP. Hoje, dedica-se a frente da rede da Clínica Slim Form a melhorar a autoestima de seus pacientes com sobrepeso com tratamentos personalizados que aliam beleza e saúde.

Quarentena: nutricionista dá dicas sobre alimentos saudáveis

Com a pandemia mundial do coronavírus, as medidas tomadas acerca da saúde da população catarinense foram de resguardo e higiene rigorosa. Pensando na maioria da população que está de quarentena, com a necessidade de uma alimentação saudável para melhorar a imunidade e com mais tempo para o preparo de alimentos, a nutricionista do Fort Atacadista, Bruna Janaina da Silva, que atua nas lojas da rede na Grande Florianópolis, separou dicas valiosas.

Recentemente, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) também informou sobre a relação entre nutrição e imunidade. A ABIA enfatizou que diariamente o corpo humano é exposto a uma ampla gama de estímulos com potencial para comprometer a saúde e o bem-estar. A exposição a vírus, bactérias, estresse e poluição do ar, por exemplo, pode contribuir para um risco aumentado de infecções e de doenças.

Por outro lado, o sistema imunológico é a defesa natural do organismo contra os agentes que prejudicam a saúde. A resposta imune envolve um processo complexo de moléculas, células e tecidos projetados para defender o corpo. Mas, para que esse sistema funcione ativamente, e em seu potencial máximo, é importante que ele esteja fortalecido. Existem evidências que uma alimentação equilibrada, contendo micronutrientes (vitaminas e minerais), ácidos graxos poli-insaturados ômega-3 e outros compostos bioativos (como os polifenóis) ajuda a manutenção do sistema imunológico.

Hábitos alimentares diretamente ligados à nossa saúde

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Segundo a nutricionista, para se prevenir de doenças contagiosas que se manifestam em pessoas com a imunidade baixa, uma das coisas mais importantes a se fazer é cuidar da alimentação. “Nós somos o que comemos. Os alimentos e seus nutrientes são responsáveis por manter o nosso corpo nutrido, e isso vai depender das nossas escolhas e hábitos”, destaca.

A grande dúvida está no que comer! A nutricionista da rede Fort Atacadista garante que não adianta comer qualquer alimento para manter uma boa imunidade; muitas vezes, as pessoas comem bastante, porém, alimentos pobres em vitaminas, minerais, fibras e gorduras de boa qualidade.

Quantidade faz toda a diferença

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“O primeiro ponto importante é pensar na quantia de alimentos a serem ingeridos, nem demais, nem de menos. O consumo alimentar deve ser equilibrado, de acordo com as necessidades de cada indivíduo, altura e atividades diárias”, destaca Bruna.

Quanto mais o indivíduo gasta energia, seja trabalhando, praticando atividades físicas ou até em atividades domésticas, mais necessidades energéticas ele terá. Quando consumimos uma quantia insuficiente, o corpo não consegue produzir anticorpos de maneira eficaz, e torna-se mais fácil contrair vírus, e então ficamos resfriados. Por isto é importante comer com consciência!

O que consumir?

Pensando em uma boa alimentação como meio de melhorar a imunidade, a nutricionista Bruna Janaina da Silva destaca quais alimentos merecem destaque neste momento:

A vitamina C tem função de antioxidante, e atua contra os radicais livres, que são responsáveis por causar oxidação nas células. Assim, o sistema imunológico fica melhor, e também previne o envelhecimento precoce, já que a oxidação das células acarreta neste envelhecimento. O ferro também é importante para a manutenção da imunidade, já que é um mineral responsável pelo aumento da hemoglobina no sangue.

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O licopeno, presente em alguns alimentos de cor vermelha e laranja, como tomate, mamão, goiaba e pimentão, também auxilia na imunidade e combate inflamações.

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O gengibre também é uma excelente opção: tem ação bactericida, é desintoxicante e ainda melhora o desempenho do sistema digestivo, respiratório e circulatório. Combate a proliferação de vírus e bactérias alojadas no organismo, tem ação anti-inflamatória, antibacteriana e antisséptica. Combate os radicais livres, melhora a imunidade, prevenindo gripes e resfriados.

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Foto: Pixabay

A cúrcuma é um poderosíssimo anti-inflamatório e pode ser adicionada em diversas preparações. Use a pimenta do reino junto para melhorar a absorção da cúrcuma no organismo.

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Outra opção é adicionar hortelã em preparações como sucos ou saladas refrescantes. O mentol presente na hortelã é conhecido no combate às bactérias e vírus, reforçando o sistema imunológico.

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O mel tem ação bactericida, antisséptica, cicatrizante e revigorante, por isto é incluído em chás quando estamos resfriados. Mas você pode tornar isto um hábito, para que previna a ocorrência de doenças.

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Alimentos ricos em ácido fólico também atuam na imunidade, pois auxiliam na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo. Vegetais verdes escuros alimentos como brócolis, couve, espinafre são ricos em ácido fólico, também pode ser encontrado no feijão, cogumelos (como o shimeji e o shiitake) e a carne de fígado.

grao de bico

Alimentos ricos em zinco também devem ser incluídos na alimentação: o zinco tem ação direta no funcionamento dos linfócitos, células de defesa do nosso organismo, melhorando a imunidade e ainda auxilia na cicatrização, porque age nas células que ajudam no processo de cicatrização, como os fibroblastos. Por isso, é importante incluir alimentos como carnes, castanhas, sementes e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico).

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Já o ômega 3 auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo. Podemos obter ômega 3 em peixes como o salmão, a sardinha e o arenque, óleos poli-insaturados como o azeite de oliva extravirgem e sementes como a chia e linhaça – que podem ser adicionadas a iogurtes, vitaminas, sucos ou até em preparações salgadas.

Dicas de preparo

Além de alimentos saudáveis e de qualidade, outro segredinho, segundo Bruna, está na forma de preparar os alimentos. A profissional do Fort Atacadista, rede de atacarejos do Grupo Pereira, separou algumas dicas práticas para o dia a dia:

frutas vermelhas

Uma opção é preparar porções saudáveis no início da semana e guardá-las na geladeira, e deixar as frutas lavadas e cortadas, prontas para quando precisar delas.

alface

Uma dica para o preparo de saladas é deixar a alface lavada, cenoura ralada ou cozida, ou algum grão cozido. Vale incluir outros tipos de folhas, como rúcula e agrião, porque folhas amargas têm mais nutrientes antioxidantes. Saladas cozidas, optando pelo brócolis refogado na manteiga, e a cenoura com azeite, também incrementam a nutrição.

sal de ervas

Molhos caseiros e o uso de temperos e ervas, que em alguns casos ajudam até mesmo no aumento de imunidade no organismo, são boas pedidas para dar sabor aos alimentos.

Molho pesto

Os grãos não devem ficar de fora, como o já citado grão-de-bico, ervilha e quinoa, ricos em proteínas. Nas saladas, dá pra fazer um molho pesto com manjericão, nozes, azeite ou ainda colocar um limãozinho e sal a gosto.

Fonte: Fort Atacadista

 

Intestino mais saudável graças às fibras

Entenda por que você deve investir no consumo de alimentos e suplementos ricos nelas

Você já deve ter ouvido falar que o intestino é o segundo cérebro, isso porque ele é responsável por funções importantes no nosso organismo. Para se ter ideia, além de ter o papel de absorver os nutrientes dos alimentos que passam pelo processo digestivo, o intestino produz 90% da serotonina do organismo, neurotransmissor responsável por melhorar o humor, regular o sono, fornecer saciedade entre outras funções. Além disso, também é o “abrigo” de trilhões de bactérias benéficas, que interferem diretamente na imunidade e também na nossa composição corporal.

Mas, para que todas essas funções aconteçam plenamente, é importante ter uma alimentação saudável, que priorize o consumo de frutas, legumes e verduras para garantir as vitaminas necessárias para o organismo e também a quantidade de fibras essenciais para o bom funcionamento do intestino.

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“As fibras são importantes para ajudar a prevenir quadros de prisão de ventre, contribuem para a saciedade, além de equilibrar os níveis de glicose e gorduras no sangue. Fora isso, ainda são o alimento para as bactérias benéficas, possibilitando um ambiente saudável que reflete em todo o organismo”, fala o médico nutrólogo Nataniel Viuniski, especialista em obesidade e membro do Conselho para Assuntos Nutricionais da Herbalife Nutrition do Brasil.

Dados mostram, no entanto, que a média de consumo de fibras pelo brasileiro está abaixo do recomendado, cerca de 15 g por dia, enquanto a Organização mundial de Saúde (OMS) indica entre 25 e 30 g diariamente. “Esse é um reflexo da vida moderna que, muitas vezes, faz com que as pessoas optem pela praticidade de um fast food, pobre em nutrientes e fibras ou ainda, de dietas monótonas, em que não há variedade de alimentos fontes desse nutriente”, fala o médico.

Para contribuir para uma vida mais saudável e com mais fibras, a Herbalife Nutrition oferece o Fiberbond, produzido a partir das fibras da aveia e da beterraba. O produto é produto uma forma prática de ter fibras sempre à mão, indicado para ser consumido antes das refeições.

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A embalagem de Fiberbond traz 180 tabletes e sai a um valor de R$ 126,00.

Informações: Herbalife Nutrition

 

 

Ingerir um ovo por dia traz benefícios à saúde e não aumenta risco de doenças

De acordo com estudo realizado por pesquisadores da universidade McMaster e publicado em janeiro no The American Journal, a ingestão de um ovo por dia não aumenta o risco de doença cardiovascular ou diabetes.

Afinal, o ovo faz bem ou mal à saúde? Este é um alimento que gera bastante controvérsia; você já deve ter ouvido (ou lido em algum lugar) alguma opinião de especialista dizendo para ter cuidado com a ingestão excessiva de ovos, assim como, provavelmente, já escutou o contrário.

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“De fato, o ovo possui propriedades muito benéficas, pois é uma ótima fonte de proteína de alta qualidade, minerais e possui vitaminas A, D e B12. No entanto, devido ao alto índice de gordura, alguns estudos já apontaram que o alimento pode estar relacionado ao aumento de colesterol no sangue, o que levaria a problemas cardíacos”, explica Marcella Garcez, médica nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Ocorre que, de acordo com um novo estudo, publicado em janeiro e conduzido na Universidade McMaster, a ingestão moderada de ovos – aproximadamente um por dia -, não aumenta o risco de doença cardiovascular ou de diabetes, nem mesmo para pessoas que já possuem histórico dessas doenças.

A pesquisa utilizou dados de três outros estudos anteriores de longo prazo. Assim, os pesquisadores avaliaram cerca de 177 mil pessoas, distribuídas em 50 países dos seis continentes, e constatou que a ingestão moderada de ovos não aumenta o risco de doenças cardiovasculares (DVC) ou mortalidade entre aqueles com ou sem histórico de DCV ou diabetes. Além disso, não foi encontrada associação significativa entre a ingestão de ovos e colesterol na dieta e lipídios no sangue.

“Um fator muito interessante desse estudo é o fato de ter incluído informações do sul da Ásia, África, Oriente Médio e América do Sul, pois, geralmente, os estudos se concentram na América do Norte, Europa, China e Japão – países de alta renda. É importantíssimo, para uma investigação efetiva, que os estudos contemplem uma variedade maior de contextos culturais e socioeconômicos”, afirma.

Para chegar à conclusão, os pesquisadores revisaram todos os dados dos três estudos anteriores e observaram diversas discordâncias entre as pesquisas, o que evidencia a possibilidade de que os efeitos dos ovos à saúde possam depender, também, da dieta de fundo. Dessa forma, os ovos forneceriam efeitos diferentes, dependendo da qualidade da proteína na dieta.

Como exemplo: em regiões do mundo que consomem dietas ricas em carboidratos, principalmente carboidratos refinados, é menor a probabilidade de os ovos serem os alimentos prejudiciais e causadores de doenças cardiovasculares. Por isso, segundo a nutróloga, é ideal manter sempre a alimentação equilibrada e sob acompanhamento profissional.

ovo cozido Gimme Some Oven

Segundo Marcella, apesar de não haver consenso sobre a questão, é possível consumir o alimento de modo a minimizar os possíveis riscos: “O ideal é cozinhar o ovo da forma mais natural possível, com água, por exemplo, evitando fritá-lo com gorduras processadas como óleo ou margarina. Como não há consenso, o ideal é que, principalmente pessoas com diabetes e problemas cardiovasculares, consumam o alimento sob acompanhamento nutrológico e, além disso, tenham uma dieta balanceada e saudável elaborada pelo especialista”, destaca.

Fonte: Marcella Garcez é Médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da ABRAN. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

 

Bolinha de Queijo vegana é novidade da Libre

Isento de glúten e lácteos, lançamento leva queijo NoMoo, à base de castanhas

Proporcionar a inclusão alimentar e oferecer produtos saudáveis é a proposta da Libre que está ampliando sua linha de produtos com o lançamento da Bolinha de Queijo 100% vegana, feita com massa de batata e queijo da Nomoo,que leva leite de castanhas em sua composição. O produto é resultado de uma ação de cobranding entre as duas empresas.

Livre de glúten e lácteos, a novidade não possui conservantes, corantes e óleo. Disponível em embalagens de 300g com 12 unidades, as Bolinhas de Queijo Libre vêm congeladas e são de fácil preparo. Basta aquecê-las em forno convencional a 180º C por 20 minutos para ficarem prontas.

A Bolinha de Queijo Libre já está disponível em empórios, lojas especializadas e nas redes Pão de Açúcar e Mundo Verde pelo preço médio de R$ 25,90.

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A Libre oferece uma ampla linha de salgados e doces feitos artesanalmente para alérgicos, público fitness, vegetarianos e veganos, atendendo principalmente pessoas com restrições alimentares.

Informações: Libre

Snacks Mundo Verde: opções leves preparadas com ingredientes naturais

Saber escolher comidinhas saudáveis e saborosas é um desafio constante para quem têm a rotina corrida. Para atender a necessidade crescente dos consumidores, o Mundo Verde, maior rede de lojas especializadas em produtos naturais e orgânicos da América Latina, apresenta cinco novos snacks crocantes e deliciosos da linha Mundo Verde Seleção que sempre podem ser levados na bolsa ou na mochila.

Perfeitos para momentos variados, do trabalho ao cinema, passando pelo Carnaval, piquenique e pela viagem, os snacks estão disponíveis em diversas versões: chips de batata doce com sal, chips de batata doce e mandioca com sal, tem também os Chips de Banana em três variações: sem sal, com sal e com canela. Vale destacar que todos os produtos são preparados com ingredientes naturais, sem conservantes, não contém glúten e são livres de gordura trans.

Excelente opção de lanchinho entre as refeições, os novos snacks Mundo Verde Seleção podem ser consumidos puros ou acompanhados de pastas como guacamole ou homus, entre outras. O valor médio dos lançamentos (40g cada embalagem) é de R$ 5,00.

“Os snacks são tendência na alimentação saudável e cada vez mais procurados nas nossas lojas em todo o país. São os produtos mais indicados para quem quer sabor e ao mesmo tempo se preocupa em experimentar opções leves e saudáveis no dia a dia”, afirma Flávia Morais, diretora de Pesquisa & Desenvolvimento de Produtos do Mundo Verde, acrescentando que a marca tem mais de 260 itens de marca própria, sendo 208 deles Mundo Verde Seleção.

Confira mais diferenciais de cada lançamento:

Mundo Verde_CHIPS BANANA SEM SALMundo Verde_CHIPS BANANA COM SALMundo Verde_CHIPS BANANA COM CANELA

Chips de Banana (sem sal, com sal e com canela): feitos com banana verde, os snacks têm menos de 120 kcal na porção, além de serem fonte de fibras.

Mundo Verde_CHIPS BATATA-DOCE E MANDIOCA

Chips de Batata Doce e Mandioca com Sal: menos de 130 kcal na porção

Mundo Verde_CHIPS BATATA-DOCE

Chips de Batata Doce com sal: menos de 130 kcal na porção

Fonte: Mundo Verde

Confira nutrientes e componentes ativos importantes para a saúde feminina

Nutricionista dá dicas de suplementos que auxiliam no dia a dia

Que o organismo feminino é único, isto todo mundo já sabe. A cada mês, as mulheres atravessam um ciclo hormonal que altera sua fisiologia e provoca sintomas específicos em seu corpo. Além disso, algumas disfunções tendem a acometer mais mulheres que homens, fato este que impulsiona a busca por cuidados especializados para com a saúde feminina.

Além da terapia com medicamentos, profissionais da saúde têm recorrido, cada vez mais, aos nutracêuticos e superfoods como terapias adjuvantes para minimizar sintomas e melhorar a qualidade de vida das pacientes. Pensando nisso, Thaiza Nunes, nutricionista gerente do Meeting Brasileiro de Nutrição Estética, listou algumas queixas femininas específicas e como a ciência por trás destes alimentos/suplementos pode ajudar a incrementar sua prescrição.

1. Coenzima Q10 e ação antirrugas

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Presente naturalmente nos alimentos, a coenzima Q10 (CoQ10) é um componente essencial para a geração de energia nas mitocôndrias. Muitos estudos apontam para benefícios cardiovasculares e neurodegenerativos obtidos a partir de sua suplementação. Apesar do organismo sintetizar coenzima Q10, à medida que envelhecemos, a produção em partes do corpo como a pele, tende a cair substancialmente.

Diversos produtos cosméticos contêm CoQ10 em sua composição, em razão desta ajudar a proteger a pele contra espécies reativas de oxigênio (ROS) e sinais do envelhecimento. Como suplemento nutricional, a CoQ10 também pode prevenir o envelhecimento e exercer ação antirrugas.

2. Cranberry e infecção urinária

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Caracterizada pela presença de sinais e sintomas bastante característicos, além da presença de bactérias na urina, a infecção urinária (UTI) é mais comum em mulheres, embora a maioria dos casos não apresentam grandes complicações. Entre os fatores que predispõem as mulheres a esse tipo de infecção, pode-se citar: a maior proximidade da uretra em relação à vagina e ao ânus, locais de ampla proliferação bacteriana; e o fato das mulheres passarem longos períodos forçados sem urinar.

Normalmente, a forma de tratamento da UTI é a antibioticoterapia. No entanto, mulheres que tendem a infecções urinárias de repetição, correm o risco de desenvolver resistência bacteriana. Dessa forma, métodos preventivos, sem o uso de medicamentos, são extremamente interessantes para tratar essas pacientes. Assim, a ingestão de suco de cranberry e de nutracêuticos à base do fruto têm sido usados para prevenir UTI, uma vez que seus polifenólicos e procianidinas são capazes de inibir a adesão de bactérias patogênicas.

3. Levedo de cerveja e queixas menstruais

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Sem dúvidas, uma das queixas mais comuns das mulheres envolve a tensão pré-menstrual (TPM) e seus sintomas característicos. Além de dificultar a vida diária, a TPM provoca sintomas físicos que são um verdadeiro pesadelo para muitas mulheres. Dores mamárias (mastalgia) e no corpo, cólicas, cefaleia e alterações no humor e no apetite são algumas das reclamações mais recorrentes.

A literatura aponta que a deficiência de nutrientes como vitamina B6 (ou piridoxina), cálcio, magnésio, triptofano, vitamina D, zinco e ômega-3 podem agravar os sintomas da TPM. Um dos alimentos que o nutricionista pode incluir no cardápio das pacientes que sofrem com a TPM é o levedo de cerveja, rico em vitamina B6. Através da ação do composto ativo da piridoxina – o piridoxal fosfato -, a vitamina atua na biossíntese de neurotransmissores como a serotonina, relacionada ao prazer e bem-estar, atenuando os sintomas e melhorando o humor.

Primeira “Superbom Aberta” de 2020 acontece em março

Evento realizado no próximo dia 8 terá mais de 150 alimentos saudáveis com valores promocionais

No dia 8 de março, domingo, a Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, abre as portas para comercializar mais de 150 produtos com descontos de até 50%, durante a primeira edição de 2020 da “Superbom Aberta”. O evento ocorre na sede da empresa, zona sul de São Paulo.

Superbom Aberta - Março 2020 - 1

As proteínas vegetais com características idênticas às da carne animal são os destaques das promoções, incluindo o Burger Gourmet, o Frango em pedaços e a Coxinha. Os queijos, muito procurados pelos consumidores, também estarão na promoção, disponíveis nos sabores Brie, Cheddar, Parmesão, Mussarela e outros.

“Além de encontrarem todo o portfólio de produtos da marca à preços mais baratos do que os praticados nos pontos de venda, os consumidores também terão degustação dos itens e food truck de lanches saudáveis e saborosos”, informa o diretor de marketing da Superbom, David Oliveira.

A fábrica da Superbom está localizada no Capão Redondo, em São Paulo. O evento ocorrerá no dia 8 de março, domingo, das 8 às 16 horas, com estacionamento gratuito.

Superbom Aberta - Março de 2020

“Superbom Aberta”
Local: Rua Domingos Peixoto da Silva, 245 — Capão Redondo/ SP
Data e horário: 8 de março, das 8h às 16h
Estacionamento gratuito

Nutrição comportamental é estratégia que auxilia a saúde feminina

Bruna Pavão, consultora nutricional da Cuida Bem, indica que é preciso identificar os gatilhos que levam à alimentação exagerada

Dentre as doenças crônicas não-transmissíveis que mais afetam o público feminino no Brasil, a maioria está relacionada ao estilo de vida, como alimentação inadequada ou a prática insuficiente de exercícios físicos. A conclusão foi apresentada ano passado no estudo Saúde Brasil 2018, realizado pelo Ministério da Saúde. Para a consultora nutricional Bruna Pavão, da marca Cuida Bem, o mês em que se comemora o Dia Internacional das Mulheres é uma oportunidade para repensar hábitos e adotar a nutrição comportamental, linha que procura mudar a relação das pessoas com a comida, o que, por consequência, pode impactar na melhoria da saúde da mulher.

Segundo a especialista, existem evidências de que situações estressantes, de ansiedade e mudanças hormonais interferem na dieta feminina: “Artigo intitulado Aspectos contextuais e pessoais influenciadores do consumo de chocolate faz um comparativo da experiência vivenciada pelas mulheres e pelos homens quando ingerem esse tipo de alimento, e fica comprovado que para eles alterações de humor e aspectos emocionais não afetam o consumo de chocolate, ou seja, não aumenta e nem diminui. Ao contrário do que ocorre com as mulheres.”

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E não é só por chocolates que as mulheres anseiam. Doces em geral costumam ser mais consumidos por elas. Por isso, substituições são um caminho indicado: ao invés de uma receita que leve açúcar refinado, opte por aquelas que tenham adoçantes naturais. Bruna indica que o consumo excessivo de doces contendo açúcar levam ao aparecimento de doenças como a diabetes, a obesidade, a hipertensão arterial e até mesmo ao Alzheimer. Os doces açucarados contêm também alta quantidade de radicais livres, substâncias que com o tempo provocam o envelhecimento precoce das células do corpo.

“Para driblar o desejo de consumir chocolate, ou qualquer outro doce, a dica é apostar na ingestão de outros alimentos mais naturais, tais como as frutas melancia, caqui, banana e maçã, ou ainda em produtos sem adição de açúcares como a Paçoca com Chia, Quinoa e Amaranto, a Cocada e o Tablete de Amendoim da linha Cuida Bem. Dessa forma, a vontade é satisfeita com bons ingredientes para a saúde”, enfatiza.

Para garantir uma dieta baseada na nutrição comportamental é importante identificar os gatilhos que despertam o desejo pela comida. Muitas vezes, ele nasce da gula, uma das principais causadoras do ganho de peso e da ocorrência de doenças evitáveis. Bruna explica que ela pode ser desencadeada por diversos fatores, inclusive pelas memórias afetivas que associam o prazer de ingerir determinado alimento a situações alegres ou a pessoas.

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A dica é se alimentar com mais atenção e, ainda, evitar comer de forma excessiva. “Para ajudar nesse processo, coma devagar e mastigue bem os alimentos. Aproveite para sentir os aromas da refeição antes de comer, pois o cheiro desempenha um papel importante na satisfação e alegria que sentimos. Assim o que for ingerido será apenas na medida necessária e de forma prazerosa. Além disso, evite associar o momento da refeição a atividades paralelas, como mexer no celular ou assistir TV.”

Uma outra vantagem de se comer bem, escolhendo corretamente os alimentos pelos nutrientes que oferecem, é beneficiar saúde como um todo, auxiliando dessa forma até mesmo a beleza da pele, o fortalecimento dos cabelos e das unhas devido à ação dos antioxidantes e das vitaminas E e C, do betacaroteno, do licopeno e do resveratrol. Para ter uma oferta maior de antioxidantes e vitaminas, vale apostar em diferentes tipos de alimentos. Tomate, nozes, amêndoas, manga, amendoim e mamão são algumas dentre várias opções disponíveis nos alimentos saudáveis.

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Ainda, dentre os principais nutrientes que o público feminino deve ingerir estão o ferro e o ácido fólico. “O primeiro porque muitas mulheres podem sofrer perdas significativas durante o período menstrual”, sinaliza Bruna. São boas fontes de ferro quinoa, amêndoa e castanha-do-pará, além do feijão, da beterraba e dos vegetais verdes, que possuem quantidades do mineral. Quanto ao ácido fólico, ele pode ser encontrado no espinafre e no abacate, por exemplo.

mulher frutas maçã

“Para mulheres entre 19 e 50 anos, o ideal é não fazer refeições volumosas e ao longo do dia realizar pelo menos três refeições principais diárias e pequenos lanches nos intervalos de cada refeição, apostando em snacks, frutas e lanches naturais. Para aquelas acima dessa faixa etária é preciso ter ainda mais cuidado com o excesso de sal por causa do elevado risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares ”, afirma a consultora nutricional.

Mature Woman Carrying Shopping Bag Full Of Vegetables

Bruna ainda pontua que para conseguir aplicar completamente a técnica da nutrição comportamental ao dia a dia é importante: pensar sobre o tipo de alimento que será ingerido e evitar fazer refeições de modo automático, sentir a textura dos diferentes tipos de alimentos, conhecer os sabores predominantes (doce, azedo, salgado, amargo e umami), compreender os sinais do corpo que podem indicar a deficiência de determinados nutrientes e por fim se concentrar ainda mais no ato de se alimentar, dedicando atenção plena ao momento.

Fonte: Santa Helena

Dieta pobre pode levar à perda da visão

A mídia destaca os riscos para a saúde cardiovascular, obesidade e câncer, associados à má alimentação, mas a má nutrição também pode danificar permanentemente o sistema nervoso, principalmente a visão

Um caso extremo de comer “exigente” causou perda da visão em um jovem paciente, de acordo com um novo estudo de caso publicado no Annals of Internal Medicine. Os pesquisadores da Universidade de Bristol, que examinaram o caso, recomendam que os médicos considerem a neuropatia óptica nutricional em pacientes com sintomas visuais inexplicáveis ​​e dieta pobre, independentemente do Índice de Massa Corporal (IMC), para evitar perda permanente da visão.

junk food

“A neuropatia óptica nutricional é uma disfunção do nervo óptico, importante para a visão. A condição é reversível, se detectada cedo. Mas, se não tratada, pode levar a danos estruturais permanentes no nervo óptico e perda da visão”, afirma o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do Instituto de Moléstias Oculares (IMO).

Em países desenvolvidos como o Reino Unido, as causas mais comuns de neuropatia óptica nutricional são problemas intestinais ou medicamentos que interferem na absorção de nutrientes importantes para o estômago. As causas puramente alimentares são menos comuns porque o suprimento de alimentos é bom, mas em outros lugares do mundo, pobreza, guerra e seca estão ligadas à desnutrição e a taxas mais altas de neuropatia óptica nutricional.

Cientistas clínicos da Bristol Medical School e do Bristol Eye Hospital examinaram o caso de um paciente adolescente que primeiro procurou um clínico geral com queixa de cansaço. A ligação entre seu estado nutricional e a visão não foi detectada muito mais tarde, quando sua deficiência visual tornou-se permanente.

Apesar de ser um “comedor exigente”, o paciente apresentava IMC e altura normais, sem sinais visíveis de desnutrição e não tomava medicamentos. Os testes iniciais mostraram anemia macrocítica e baixos níveis de vitamina B12, que foram tratados com injeções de vitamina B12 e orientação dietética.

Quando o paciente voltou ao hospital, um ano depois, os sintomas de perda auditiva e de visão haviam se desenvolvido, mas nenhuma causa foi encontrada. Aos 17 anos, a visão do paciente piorou progressivamente, a ponto de chegar à cegueira.

Investigações posteriores descobriram que o paciente apresentava deficiência de vitamina B12, baixos níveis de cobre e selênio, alto nível de zinco e acentuado nível reduzido de vitamina D e densidade mineral óssea. Desde o início do ensino médio, o paciente consumia uma dieta limitada a batatas fritas, pão branco e um pouco de carne de porco processada. No momento em que a condição do paciente foi diagnosticada, ele apresentava visão prejudicada permanentemente.

Os pesquisadores concluíram que a dieta junk food (alimentos com alto teor calórico, mas com níveis reduzidos de nutrientes) do paciente e a ingestão limitada de vitaminas e minerais nutricionais resultaram no aparecimento de neuropatia óptica nutricional. Eles sugerem que a condição pode se tornar mais prevalente no futuro, dado o consumo generalizado de junk food, em detrimento de opções mais nutritivas, e a crescente popularidade do veganismo (se a dieta vegana não for suplementada adequadamente para evitar a deficiência de vitamina B12).

That Vegan Brand - Gnocchi de Espinafre 4
Gnocchi de espinafre vegano

“A visão impacta nossa qualidade de vida, educação, emprego, interações sociais e saúde mental. O caso relatado no estudo destaca o impacto da dieta na saúde visual e física e o fato de que a ingestão de calorias e o IMC não são indicadores confiáveis ​​do estado nutricional”, afirma a neuro-oftalmologista Márcia Marques, que também integra o corpo clínico do IMO.

A equipe de pesquisadores recomenda que o histórico da dieta faça parte de qualquer exame clínico de rotina, como perguntar sobre tabagismo e ingestão de álcool. “Isso pode evitar que o diagnóstico de neuropatia óptica nutricional seja esquecido ou descartado, pois algumas perdas visuais associadas podem ser recuperadas totalmente se as deficiências nutricionais forem tratadas com antecedência suficiente”, afirma a oftalmologista Márcia Marques.

Fonte: IMO-Instituto de Moléstias Oculares