Arquivo da tag: alimentação saudável

Principais dúvidas e erros de quem busca uma alimentação saudável

Carboidratos, glúten, gordura e colesterol, o que realmente faz mal e como melhorar a qualidade de vida

Comer ou não comer? Eis a questão. Esta é uma pergunta que acompanha as refeições de muita gente que busca seguir uma alimentação saudável. Dúvidas sobre dietas, consumo de gordura e carboidrato, preparo dos alimentos, entre outras se tornam comuns no dia a dia, principalmente no começo de uma reeducação alimentar.

Porém, como separar os mitos das verdades para manter uma alimentação saudável e de qualidade? A nutricionista Ellen D’arc, da Bio Mundo , rede de lojas que busca promover saúde e bem-estar por meio de produtos saudáveis, explica alguns dos mitos que envolvem uma alimentação saudável.

Posso retirar o carboidrato das refeições?

Foto: Everyday Health

A dieta Low Carb é muito procurada por quem planeja emagrecer. Consiste na redução drástica no consumo diário de carboidratos, retirada de alimentos como massas, tubérculos e açúcar e incluir mais fibras, gorduras e proteínas. “Reduzir drasticamente a ingestão de carboidrato pode ser prejudicial à saúde, o nutriente é importante fonte de energia para o corpo. Esse tipo de dieta pode levar a dificuldade de concentração, fadiga, afeta o humor, comprometimento no rendimento das atividades físicas e deficiência nutricional. A recomendação é uma dieta equilibrada para todos os indivíduos. Dietas restritivas devem ser feitas com acompanhamento nutricional e por um determinado período estrategicamente”, afirma Ellen. Uma dica da especialista é buscar o carboidrato em fontes saudáveis e de baixo índice glicêmico, como grãos integrais, vegetais e frutas, evitando assim o consumo excessivo de pães e massas refinados.

Devo dar adeus ao glúten?

Klacomas/Pixabay

Glúten é o nome dado a uma família de proteínas presentes naturalmente em grãos como trigo, centeio e cevada. É ele que dá a elasticidade em alimentos, como a massa e o pão. Esses alimentos carregam vitaminas e fibras, que ajudam a equilibrar o conjunto de bactérias que vivem em nosso sistema digestivo. O glúten deve ser realmente evitado para quem sofre com uma doença celíaca. “O organismo de um celíaco não produz uma enzima responsável por digerir a proteína, que desencadeia um processo inflamatório no intestino”, informa Ellen. Dietas sem glúten ganham espaço mesmo para aqueles não celíacos. As pessoas associam o glúten à retenção de liquido, dificuldade na digestão e enxaqueca. A recomendação é procurar um profissional para melhor orientá-lo.

Gorduda sempre faz mal?

Foto: Max Straeten / Morguefile

Existem três grupos de gordura, são elas saturadas, trans e insaturadas. As duas primeiras devem ser consumidas moderadamente ou até evitadas, devido ao aumento do colesterol ruim (LDL) entre outras implicações na saúde, como obstruções das artérias. As gorduras insaturadas são necessárias para o bom funcionamento do organismo. “Ela é capaz de reduzir os níveis de triglicérides e de possibilidade de infarto. Eles protegem os órgãos, liberaram ácidos graxos, sais biliares e produzem hormônios”, destaca. A nutricionista aconselha o consumo diário de fontes de gorduras boas, como castanhas, amêndoas, nozes, sementes, alguns tipos de peixe, abacate e azeite de oliva extravirgem.

Devo excluir o ovo da dieta?


Não! O ovo aumenta o HDL que é considerado o bom colesterol, por isso o consumo de ovo não é prejudicial. Além disso, é fonte de proteína e contém lecitina que dificulta a absorção do colesterol ruim no intestino, importante para saúde do coração. “A clara tem o valor calórico mais reduzido e é fonte de proteína, por isso criou-se a cultura de comer apenas a clara e jogar a gema fora, mas a gema é rica em nutrientes, contém 40% da proteína e a maior parte das vitaminas, minerais e antioxidantes”, explica a nutricionista. Além do bom colesterol, o ovo é rico em antioxidantes, proteína, fósforo, selênio, vitamina A e complexo B. Os nutrientes dele conferem saciedade, melhoram o perfil lipídico e o funcionamento do sistema imune. Porém, devido as calorias, ele deve ser consumido sem exageros.

Qual melhor forma de preparar os alimentos?

Fugir das frituras já é um bom começo para conquistar um estilo de vida mais saudável. A nutricionista aconselha o consumo de alimentos grelhados, cozidos ou assados, que são opções mais nutritivas e que não causam mal à saúde. “Em altas temperaturas e por longo período o óleo se torna gordura ruim, sendo prejudicial à saúde quando consumido em excesso”, destaca. Por outro lado, segundo Ellen, o processo de cozimento auxilia na absorção de alguns nutrientes pelo corpo, que o torna uma excelente opção para preparar os alimentos. “O passo mais importante para manter uma vida saudável é ter em mente que a alimentação deve ser equilibrada. Buscar comer alimentos nutritivos, não exagerar durante as refeições, aliado ao consumo de bastante água durante o dia”, conclui a nutricionista.

Fonte: Bio Mundo

Inhame é alternativa natural ao tratamento dos sintomas da menopausa

Nutricionista Adriana Stavro destaca os benefícios do tubérculo, também conhecido como cará

Muitas mulheres buscam alternativas às terapias hormonais para o tratamento dos sintomas da menopausa para amenizar os efeitos associadas a queda dos estrógenos, que causam fogachos, desordens do sono, dor nas articulações, instabilidade de humor, cefaleias e pode levar ao aparecimento de doenças como osteoporose, hipertensão e depressão.

Entre as opções mais populares está o inhame (Dioscorea villosa). A raiz do tubérculo contém um fitoestrógeno chamado diosgenina, uma substância vegetal que tem estrutura similar ao estrogênio humano. Estudos mostram que o consumo diário, é uma alternativa natural ao tratamento na melhora dos sintomas da menopausa.

Algumas sugestões de consumo:

Bernadette WurzingerPixabay

· Salada: cozinhar, ralar, e temperar com azeite, sal e limão. Acrescentar outros vegetais a gosto.

· Suco: cozinhar, descascar, ralar e adicionar em sucos de frutas.

Katharina Klinski/Pixabay

· Cozido: cozinhar sem casca, inteiro ou em pedaços, no vapor ou na pressão e temperar com azeite, cebolinha, salsinha e gengibre a gosto. Pode servir acompanhando uma proteína grelhada.

Chá de inhame

Foto meramente ilustrativa

Ingredientes
· casca de 1 inhame (bem lavada e higienizada)
· 250 ml de água filtrada.

Modo de preparo:
Leve a casca já lavada e higienizada com a água em um bule para chá e deixe ferver por cerca de 5 minutos. Tampe e deixe em infusão até esfriar. Sirva em seguida coado. Tomar 1 xícara ao dia.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta, especialista em doenças crônicas não transmissíveis, mestre do nascimento a adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Conheça seis nutrientes essenciais e entenda como seu corpo precisa deles

Uma dieta equilibrada é fundamental para que o nosso corpo tenha a quantidade suficiente dos nutrientes necessários. A nutróloga Marcella Garcez comenta um pouco sobre cada nutriente que não pode faltar ao organismo

Você sabe quais são os nutrientes essenciais para o nosso organismo? Esses nutrientes são compostos que o nosso corpo ou não produz, ou produz, mas em quantidade insuficiente. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, esses nutrientes devem vir dos alimentos e são vitais ao crescimento, à prevenção de doenças e à manutenção da boa saúde. Eles podem ser divididos em duas categorias: macronutrientes e micronutrientes.

“Os macronutrientes ajudam a fornecer energia e são necessários diariamente e em grandes quantidades. Água, carboidratos, gorduras e proteínas são classificados como macronutrientes. Já os micronutrientes são os minerais e as vitaminas. São necessários ao organismo, porém em menor quantidade se comparado aos macronutrientes”, explica Marcella Garcez, médica nutróloga e professora da Associação Brasileira de Nutrologia.

Stocksy

Proteínas: presentes em alimentos de origem vegetal e animal, contribuem para a formação dos tecidos. Integram diversas reações metabólicas (na forma de aminoácidos) e são utilizadas na síntese de alguns hormônios. “As proteínas constituem de 15 a 20% da dieta, e a quantidade exata de proteína necessária diariamente depende de uma variedade de fatores, incluindo a sua atividade física e a idade. Algumas fontes do macronutriente são: carne bovina, aves, peixes, ovos, leite, queijos, iogurtes, soja e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico)”, afirma Marcella.

Carboidratos: conhecidos como a principal fonte de energia do ser humano, os carboidratos são responsáveis por diversas funções de nosso metabolismo. Por atuarem como combustível para o corpo, seu baixo consumo pode causar diversos prejuízos. São classificados em 3 tipos: monossacarídeos (glicose, frutose e galactose), dissacarídeos (sacarose, maltose e lactose) e polissacarídeos (amido, glicogênio, dextrina e celulose). “A falta de carboidratos nos dificulta de realizar qualquer atividade física, já que são eles que fornecem energia para as células do organismo. A carência do macronutriente pode causar, além disso, dificuldade de concentração, fraqueza, cansaço excessivo, tonturas e dor de cabeça. Apesar de ser necessário ao organismo, o ideal é dar preferência para os alimentos desse grupo que contribuam para uma melhor qualidade de vida. Exemplos de boas fontes saudáveis de carboidratos: mandioca, batata doce, cereais integrais, aveia, abóbora, quinoa, centeio, amaranto, arroz integral, milho, legumes e frutas”, destaca.

Gorduras: “São moléculas complexas compostas por ácidos graxos e glicerol. O organismo precisa de gordura para se desenvolver e produzir energia, mas ela deve ser consumida de maneira consciente. O corpo também usa a gordura para sintetizar os hormônios e outras substâncias necessárias para realizar as atividades do organismo. As gorduras boas são aquelas de origem vegetal, insaturadas, e podem ser encontradas em: azeite de oliva, castanha-de-caju, nozes, chia, sementes oleaginosas, amendoim, abacate. Essas gorduras boas são fontes de ômega 3 e 6, que tem como vantagem a redução do colesterol ruim e o aumento do colesterol bom (HDL), além de auxiliar na prevenção cardíaca e metabólica e na absorção das vitaminas.”

Vitaminas: são substâncias orgânicas que o nosso organismo não consegue produzir. Necessárias em pequenas quantidades e obtidas através de uma alimentação equilibrada, são classificadas em dois grupos: as lipossolúveis (A, D, E, K) e as hidrossolúveis (H,C e complexo B). “Entre os benefícios das vitaminas, estão a melhora da pele e mucosas; fornecimento de energia; melhora da oxigenação celular; auxílio nos processos de cura e rejuvenescimento; ação nos glóbulos vermelhos, células nervosas e no equilíbrio hormonal; ação no tecido conjuntivo; poder oxidante; combate o estresse; e funciona como antibiótico natural e auxilia na cura de doenças e infecções. A melhor maneira de consumir todas as vitaminas necessárias para o bom funcionamento do corpo é fazendo uma alimentação saudável e variada, de preferência incluindo alimentos frescos e biológicos. A suplementação vitamínica também é uma alternativa para prevenir ou tratar a falta de vitaminas e suas consequências – embora o consumo não deva substituir uma boa alimentação”, detalha a médica.

Minerais: “São substâncias de origem inorgânica e possuem função reguladora, contribuindo para a função osmótica, equilíbrio do ácido-básico, estímulos nervosos, ritmo cardíaco, atividade metabólica, construção de ossos e dentes saudáveis, manutenção da hidratação, entre outros. Entre os principais minerais estão: cálcio, magnésio, sódio, potássio, fósforo, ferro, cobre, manganês, iodo e zinco.”

Adobe Stock

Água: é a substância mais abundante em nosso organismo, correspondendo a mais de 60% do nosso peso, e está presente em quase todos os alimentos, exceto em óleos, sais e açúcares. “A água é essencial para todas as funções do corpo, como: digestão, absorção e transporte de nutrientes, eliminação de resíduos, controle da temperatura corporal e para diversos outros processos químicos. Está presente em todos os tecidos do organismo e é a base do sangue e de todas as secreções fluídas, como lágrimas, saliva etc. Não existe uma quantidade correta de água a ser ingerida diariamente; isso depende de inúmeros fatores, como o seu nível de atividade física, o clima do local em que vive ou está, seu metabolismo, seu peso, sua dieta, suas condições físicas gerais, se consome álcool ou não, entre outras”, diz.

“Somente o médico poderá lhe ajudar a determinar qual o volume de água que é apropriado para você, assim como toda a sua dieta, que deve ser baseada nas recomendações de um nutrólogo responsável e de confiança. Ele saberá, por meio do acompanhamento clínico e dos exames, quais as necessidades alimentares e suplementares de cada paciente”, finaliza a nutróloga.

Fonte: Marcella Garcez é médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da ABRAN. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Invista em alimentos anti-inflamatórios para melhorar a saúde do corpo até o verão

Além da prática de exercícios, a alimentação deve ser o foco para quem quer chegar em forma no verão. Especialistas comprovam que uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais e gorduras saudáveis pode ajudar a proteger o corpo contra a inflamação e uma série de outros problemas de saúde.

A má alimentação gera a inflamação sistêmica do corpo, como explica a médica da Clínica Leger, Simone Henriques, pós-graduada em nutrição, metabolismo e exercício físico.

“Vários estudos mostram que a inflamação cerebral pode provocar Alzheimer e doenças neurodegenerativas. No coração, a alimentação inflamatória causa entupimento dos vasos sanguíneos. E na pele, o maior órgão do nosso corpo, as celulites são consequência desse processo”, pontua.

Pesquisas sugerem que alimentos processados como carboidratos refinados, refrigerantes, gorduras trans e carnes vermelhas podem promover a inflamação crônica. Para quem está de olho no verão e quer eliminar as celulites, vale apostar em uma alimentação menos inflamatória.

“Quando o paciente consegue ter uma alimentação balanceada e redução do acúmulo de gordura corporal, ele consegue não só amenizar o aspecto de casca de laranja na pele, mas também ter menor pressão subcutânea. Com isso, é possível melhorar a circulação de micro e macro nutrientes, diminuir a retenção hídrica, melhorar a drenagem linfática e, consequentemente, o aspecto geral da pele”, diz o cirurgião Roberto Chacur, especialista no combate às celulites.

Aumentar o consumo de fibras, frutas vermelhas, oleaginosas, sementes, peixes ricos em ômega 3, vinho e água é uma estratégia para quem quer diminuir o grau das celulites e melhorar o aspecto da pele até o verão. Para a médica Simone Henriques, a melhor forma de reduzir a inflamação do corpo é a mudança dos hábitos alimentares.

“Uma dieta pobre em açúcar, carboidratos simples, frituras, alimentos processados e industrializados faz bem à saúde do corpo como um todo”, diz Simone.

Vale destacar que uma alimentação anti-inflamatória alivia e previne o cansaço excessivo, dores de cabeça, inchaços, vermelhidão, lesões em vasos sanguíneos, dores nas articulações e músculos, além de aumentar a imunidade, evitando gripes e resfriados, e ajudar no controle do peso.

Fonte: Clínica Leger

Sete motivos que levam à procrastinação da dieta

Para o médico endocrinologista e especialista em emagrecimento, Rodrigo Bomeny, uma das causas é não estar ciente dos verdadeiros motivos que impulsionam a mudança de hábito

Demorar para adotar uma dieta e começar e largar uma estratégia de restrição alimentar – o que causa o famoso efeito sanfona – são problemas comuns de quem decide emagrecer. Ambos são maneiras de procrastinar as mudanças de estilo de vida que levarão à perda da gordura indesejada e à melhora de saúde.

O médico endocrinologista e especialista em emagrecimento, Rodrigo Bomeny, discorre sobre as razões pelas quais procrastinamos e sugere algumas estratégias para driblarmos estes obstáculos. As explicações fazem parte do Você+, método de acompanhamento multidisciplinar, desenvolvido por Bomeny, que foca no desenvolvimento de 5 Níveis considerados essenciais para a mudança do estilo de vida e emagrecimento.

Inicialmente, Bomeny destaca a relação entre procrastinação e motivação. De acordo com o médico endocrinologista, sem a motivação é impossível implementar qualquer mudança e para encontrá-la é preciso explorar três etapas: a primeira é encontrar um objetivo desafiador. “Ele precisa gerar entusiasmo”, diz. A segunda consiste na visualização do caminho a seguir. “Dificilmente, haverá clareza total do percurso, mas é importante ter uma ideia dele”, pondera. A terceira e última etapa passa pela confiança. “Você precisa acreditar que é capaz de alcançar seu objetivo”, afirma.

Dito isso, o especialista em emagrecimento aponta a primeira causa da procrastinação: não estar ciente dos verdadeiros motivos que te impulsionam a agir. “Muitos, por exemplo, não sabem porque desejam emagrecer. Normalmente a dor os impulsiona; a dor física, por alguma limitação ou doença, ou a dor emocional, de se sentir discriminado”, explica. Mas a dor não dura. Assim que o objetivo é alcançado, costuma-se perder esse estimulo e o risco de regredir é grande. Conforme Bomeny, o motor da ação necessita ser um fator positivo (propósito), atrelado a reais valores e necessidades. Uma dica é prestar atenção nas emoções. “Elas servem como um holofote iluminando o que se está negligenciando com o estilo de vida atual”, diz.

O segundo fator é a falta de incentivo. “Talvez você não valorize o resultado que irá obter suficientemente para agir”, diz Bomeny. E para que haja essa valorização, novamente, é essencial saber os verdadeiros motivos das mudanças que deseja implementar. No caso da dieta, por exemplo, é comum o dilema entre o prazer imediato (o que eu desejo comer) e a recompensa futura (o que eu devo fazer para alcançar meu objetivo). Desse modo, conforme o especialista em emagrecimento, é necessário ter muita firmeza sobre porque deseja emagrecer, para que as negativas em relação às tentações de furar a dieta sejam proferidas com confiança e sentidas sem culpa.

A terceira razão é não identificar os riscos da procrastinação. Quando não se tem isso muito evidente acaba-se por acreditar que mudar ou não é indiferente. Uma maneira eficaz de contornar esta situação é comprometer-se consigo mesmo e com as pessoas ao redor. Filhos de pais obesos têm muito mais risco de apresentarem o mesmo problema. A obesidade é fator de risco para várias doenças crônicas, como hipertensão e diabetes. De acordo com Bomeny, estar ciente destes efeitos nocivos pode ser um grande estímulo para adotar rapidamente um novo estilo de vida. “Se você não vê as consequências, não as valoriza e, na prática, subestima seu próprio futuro”, sentencia.

O quarto fator determinante está atrelado ao terceiro. Trata-se da presunção de que sempre haverá tempo de sobra para promover mudanças. “Ao procrastinar, assume-se que o eu futuro tem todo o tempo do mundo, o que não é verdade”, diz Bomeny. O que fica muito claro quando se pensa em perda de gordura. Segundo o médico endocrinologista, ao tomar tal atitude, a pessoa acaba por desvalorizar as próprias perspectivas (de saúde) e a si mesmo. Nesse sentido, deve-se investir nas escolhas do presente, para que o futuro seja mais valioso.

Falhar no planejamento é o quinto motivo. O médico endocrinologista explica que não antever o próximo passo a ser dado é uma das principais razões que geram o abandono dos novos hábitos. “Planejar à noite o que irá fazer de manhã pode ser essencial para uma maior produtividade”, diz. Por sua vez, o abalo emocional e o cansaço físico são dois dos principais fatores que atrapalham o planejamento.

Shutterstock

A falta de confiança no caminho a seguir é a sexta causa da procrastinação. De acordo com Bomeny, uma das formas de obter motivação e esperança para persistir na busca de seus objetivos é obter conhecimento a respeito daquilo que tanto almeja. “Não é simplesmente seguir o cardápio alimentar, mas entender o impacto positivo e negativo do alimentos no seu corpo”, destaca. Desse modo, a meta começa a fazer mais sentido para a pessoa, que se torna verdadeiramente parte do processo e responsável pela própria saúde. “Quanto mais séria e comprometida a pessoa estiver com o próprio futuro, mais certa do caminho que está seguindo ela ficará”, afirma.

A sétima e última razão está intimamente relacionada à força de vontade. Nela, simplesmente a pessoa se recusa a seguir determinadas e necessárias etapas do processo. No caso do emagrecimento, por exemplo, muitos não gostam de fazer exercício físico. Outros não conseguem e se negam a aprender a cozinhar e planejar cada refeição. Conforme o médico endocrinologista, a solução destes empecilhos se encontra em pequenos estratagemas. No que diz respeito ao ato de cozinhar, a pessoa pode delegar a tarefa, no que se refere à atividade física, buscar ajuda de um profissional e comprometer-se com ele fará toda a diferença.

Em relação a este último item, Bomeny oferece uma valiosa dica: se está difícil realizar determinadas tarefas, divida-as em tarefas menores. “São ações pequenas demais para serem ignoradas em momentos nos quais a motivação está escassa, o que torna bem mais provável a sua realização no dia a dia”, conclui.

Fonte: Rodrigo Bomeny é formado pela Faculdade de Medicina da USP, especializou-se em Clínica Geral e Endocrinologia também pela Universidade de São Paulo, onde permanece exercendo a prática médica e atualizando-se até os dias de hoje. Especializou-se em Coaching pela International Association of Coaching e, posteriormente, em Health Coaching pela National Society of Health Coaches, Weight Management Specialist (Especialista em Emagrecimento) pela American Council on Exercise.

Novidade Kopehagen: zero lactose, zero glúten e zero adição de açúcares para comer de colher

A plataforma de saudabilidade da Kopenhagen lança os Spreads SoulGood em três sabores: Língua de gato, Lajotinha e avelãs

Quem não abre mão de um estilo de vida mais equilibrado e busca na alimentação uma fonte de energia e saúde ou aqueles que têm restrições alimtares vão amar a novidade que a Kopenhagen trouxe para a Linha SoulGood. São os spreads que, como o próprio nome sugere (spread em tradução livre é espalhar), são cremes para passar na torrada, rechear bolos e tortas, acompanhar frutas ou simplesmente para comer na colher.

Os Spreads SoulGood chegam em três sabores (Língua de gato, Lajotinha e Avelãs) e todos são zero lactose, zero glúten, zero adição de açúcares, ingredientes e adoçantes naturais, fonte de fibras, zero lactose e 100% sabor inconfundível de Kopenhagen.

“A Linha SoulGood, que na realidade é uma plataforma de negócios Kopenhagen, foi lançada em agosto de 2019 e, em pouco tempo, se solidificou a ponto de performar como os grandes clássicos da marca. Isso reforça a tendência de que as pessoas realmente estão em busca de alimentos mais saudáveis, seja para as grandes refeições do dia, ou mesmo para os momentos de indulgência, onde os produtos Kopenhagen são sempre uma excelente pedida”, afirma Maricy Porto diretora de Marketing Kopenhagen.

A marca SoulGood, que já conta com 9 produtos lançados, foi criada com a finalidade de inserir a Kopenhagen cada vez mais na rotina do consumidor que, muitas vezes, consumia os outros produtos mais indulgentes com certa moderação. Com a linha Soul Good o cenário mudou e agora mesmo aqueles que são amantes de atividades físicas ou que possuem uma dieta mais restritiva, podem consumir chocolate todos os dias.

Os Spreads SoulGood podem ser encontrados, a R$ 35,90, nas 400 lojas da marca espalhadas pelo Brasil e no e-commerce Kopenhagen.

Seis questões que podem te fazer incluir mais peixes na alimentação

Pesquisadora da Secretaria de Agricultura e Abastecimento informa que peixe é um alimento saudável para adultos e crianças

O peixe é um alimento rico em proteínas de alto valor biológico e minerais, como cálcio, zinco, magnésio e ferro, além de algumas espécies serem fonte de gordura boa, como o ômega 3. O pescado é um alimento altamente nutritivo e traz como mais uma vantagem a preparação rápida, em poucos minutos, trazendo praticidade para o dia a dia das famílias.

A pesquisadora do Instituto de Pesca (IP-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Cristiane Rodrigues Pinheiro Neiva, responde seis dúvidas frequentes sobre o consumo de pescado que vão te fazer incluir mais peixes na alimentação. Confira!

Quais as melhores espécies para consumir?

Pixabay

No Brasil é possível encontrar uma rica diversidade de espécies de pescado, ou seja, de peixes, crustáceos (camarões e caranguejos), moluscos (ostras, mexilhões, polvo e lula), répteis (rã e jacaré), além de algas. “Portanto, temos muitas oportunidades de variar o consumo de espécies marinhas ou de água doce, provenientes da pesca ou da aquicultura ou ainda em preparações simples ou gourmet”, diz Cristiane. Os consumidores podem variar a preparação utilizando pescados magros, como pescada, linguado, merluza ou bacalhau, e gordos, como sardinha, salmão, atum e cavalinha. “O sabor de cada espécie sofre influências do conteúdo de gordura, sendo, em geral, os peixes gordos considerados por alguns consumidores como os mais saborosos, enquanto os magros apresentam sabor suave e agradam paladares mais requintados”, explica a pesquisadora do IP.

Os benefícios à saúde são reais?

Sim. Segundo Cristiane, há muitos dados científicos sobre os benefícios que o consumo de pescado e algas trazem a saúde, como redução do risco de morte por doença coronária e derrame, diminuição do risco de diabetes, aumento do período de gestação e melhora do desenvolvimento cognitivo e do desenvolvimento neural infantil – quando consumido antes e durante a gestação – e redução do risco de câncer de tireoide em mulheres.

O pescado é um alimento do futuro?

De acordo com a pesquisadora do IP, o pescado representa um alimento importante para o futuro em termos de nutrição, segurança alimentar e sustentabilidade e é a terceira proteína mais consumida pela humanidade depois de cereais e leite. “Uma alimentação rica e segura na infância estimula uma alimentação saudável na vida adulta. Portanto, a criança que cresce comendo peixe, provavelmente será um consumidor saudável quando adulto”, afirma.

Não gosto do cheiro… o que fazer?

O cheiro de peixe pode ser desagradável para muitas pessoas e é um indicador de como está o frescor do pescado, sendo uma característica importante para ser observada na compra do produto. “Peixes frescos e com qualidade apresentam cheiro e sabor suaves, sendo os odores ruins sinais de deterioração. Escolha locais de compra que demonstrem e garantam a procedência e os cuidados higiênicos e sanitários necessários e recomendados pelas autoridades sanitárias”, explica Cristiane. Como o peixe e os frutos do mar estragam mais rápido do que outras carnes, organize-se quanto a quantidade comprada e sua conservação refrigerada até o momento do preparo. Na dúvida congele pequenas porções a serem consumidas de cada vez, descongele-as sob refrigeração e evite o recongelamento.

Como fazer com a presença de espinhas?

Lena Eriksson/Pixabay

Algumas espécies de peixe possuem pequenos ossos ou espinhas intramusculares, o que pode causar acidente na hora do consumo. A sugestão é atenção para a retirada desses espinhos antes do consumo ou o preparo de peixes sem esses organismos, como cação, pirarucu, pintado, tambaqui e bagre, principalmente, quando se for servir pratos à base de pescado para as crianças. Outra opção é a compra de filé ou de carne mecanicamente separada que apresentam menores chances de terem espinhas.

Peixe pode ser consumido por crianças?

Sim, podem. Os especialistas em saúde recomendam incluir o pescado de duas a três vezes por semana para adultos, com porções de 100 a 120g, e de uma a duas vezes por semana para as crianças com porções de 30g a mais, conforme a idade. O Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 anos, desenvolvido pelo Ministério da Saúde, recomenda a partir do sexto mês, pode-se fazer a introdução do peixe na dieta dos bebês.

As crianças podem ser mais receptivas ao pescado se a escolha começar por espécies com sabor mais suave como a pescada, a tilápia ou o linguado. Para conquistar o paladar infantil busque novas formas de preparo e inove nas receitas.

Cristiane sugere o preparo, por exemplo, de iscas ou pedaços de peixes empanados em casa. “Comece temperando o peixe com sal e limão, mergulhe as tiras no ovo batido e cubra com farinha de rosca caseira, regue com azeite, leve ao forno e sirva com um delicioso molho de iogurte ou mostarda com mel. O preparo ao forno de filés com azeite, tomates, cebolas e batatas em rodelas e ervas frescas, pode ser uma ótima alternativa a fritura! Não esqueça da praticidade dos enlatados no preparo de saladas de batata, patês e molhos para massas”, orienta a pesquisadora do IP.

Muitas crianças têm acompanhado o aumento de consumo de peixes crus, o qual pode acontecer com os cuidados relacionados a manipulação e conservação adequados antes do preparo para que não haja risco de contaminação microbiológica. “O peixe cru fica delicioso e mais seguro se servido como ceviche, mergulhado no caldo de limão, azeite e rodelas finas de cebola”, diz Cristiane.

Mais informações

Para mais informações sobre o consumo de pescado, acesse as publicações da série Pescado é Saúde, produzidas pelo IP e a Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro):

Pescado é Saúde – Aproveitamento Integral do Pescado
Pescado é saúde: salga, secagem e defumação
Pescado é saúde: uso do frio

Zaya apresenta o Pãozinho das Galáxias, sem glúten, integral e low carb

Aos amantes do pão e da praticidade, este lançamento é para você. A Zaya acaba de lançar a nova versão do Pãozinho das Galáxias, feito com farinha de castanha de caju. O produto é a melhor alternativa para quem deseja começar o dia com mais sabor e saúde, pois é sem glúten, integral, sem conservantes, sem ingredientes transgênicos e low carb.

Superprático, basta misturar com um ovo e levar para a frigideira. Em menos de 10 minutos é possível saborear um lanche nutritivo e delicioso, seja no café da manhã ou no lanche da tarde.

“Desenvolvemos, junto com a chef Paula Martins, do Viver sem Trigo, um produto delicioso composto somente por farinha de castanha de caju, farinha de linhaça dourada, a nossa farinha Zaya e fermento. Com pouco carboidrato, muitas fibras e extremamente prático para o dia a dia corrido. O Galáxias é perfeito para quem é adepto da dieta low carb e busca uma alternativa saudável para o pão tradicional”. conta Maria Clara Savietto, comercial da Zaya.

O Pãozinho das Galáxias pode ser adquirido no site da Zaya por R$ 35,90 em ou nos diversos pontos de venda da marca.

Sobre Zaya:

A Zaya é uma farinha multiuso revolucionária, composta por um único ingrediente: a mandioca. Por isso é sem glúten, integral, sem grãos, sem oleaginosas, paleo e sem conservantes. Ela é a substituta totalmente natural e surpreendente para a farinha de trigo, na maioria das receitas.

Imagine bolos, biscoitos, brownies, panquecas e crepes, todos saindo exatamente como você se lembra deles? Os alimentos feitos com a Farinha Zaya não têm aquele sabor ou textura seca, que geralmente encontramos nas farinhas sem glúten.

A Zaya tem o propósito de fornecer um alimento limpo, livre de transgênicos e aditivos químicos para que você possa realmente ter uma alimentação ainda mais saudável e nutritiva em seu dia a dia. Você não precisa mais sacrificar o sabor ou a textura dos alimentos pela sua saúde.

Informações: Zaya

Pesquisa Herbalife revela que pessoas mudaram alimentação na quarentena

Consumo de frutas e vegetais aumentou nos últimos meses, assim como a procura por alimentos e receitas saudáveis

Após sete meses de confinamento em casa, parece que as pessoas começaram a tomar consciência sobre a necessidade de adotar uma boa alimentação para ter uma vida mais saudável. Pelo menos é isso que mostra uma Pesquisa Global Sobre Hábitos Alimentares na Pandemia encomendada pela Herbalife Nutrition e conduzida pela One Poll. O estudo foi realizado em 30 países, com um total de 28 mil indivíduos, entre eles 1.000 brasileiros.

O levantamento, realizado entre 22 de setembro e 6 de outubro, revelou que, globalmente, 41% das pessoas fizeram uma grande mudança em sua dieta. Entre as novas medidas alimentares adotadas pela população, estão o aumento no consumo de frutas e verduras (51%), a ingestão de mais alimentos à base de plantas (43%) e o esforço para comer menos carne (43%).

Segundo os resultados da pesquisa, para 49% dos entrevistados essa mudança só foi possível por conta do tempo extra em casa, que permitiu pesquisar mais sobre alimentos saudáveis, enquanto 45% usaram as horas livres para cozinhar mais e aprender novas receitas.

Ficar longe de influências negativas, como snacks e sobremesas disponíveis no ambiente de trabalho e nas idas aos restaurantes, foi outro ponto que parece ter contribuído com a mudança na alimentação de 31% dos pesquisados. Outros 39% dos entrevistados também disseram que aproveitaram esse tempo para fazer uma mudança positiva.

“As dietas plant based são uma tendência global. Observamos novas gerações cada vez mais conscientes sobre impacto de suas escolhas à saúde e ao meio ambiente. As evidências científicas suportam que dietas com predominância de grãos, cerais integrais, hortaliças e frutas estão associadas a longevidade e estilo de vida mais saudável. Dietas ricas em proteínas vegetais, por exemplo, diminuem as chances de doenças do coração”, coloca a nutricionista Carolina Pimentel, Membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife Nutrition do Brasil.

Outro dado apresentado pela pesquisa foi que 72% dos entrevistados comem carne como parte de sua dieta, 21% são “flexitarianos” e o restante, veganos ou vegetarianos. As dietas plant-based parecem ser uma tendência: 62% dos entrevistados no mundo disseram que gostariam de incorporar mais alimentos à base de plantas em seu cardápio, apesar de não saberem ao certo como começar.

O levantamento também mostrou que 46% disseram estar mais abertos em relação aos vegetais e opções de “carnes” preparadas à base de proteína vegetal durante a pandemia. E 43% dos entrevistados também acreditam que, ao longo da vida, a maioria das pessoas vai fazer uma dieta baseada em vegetais.

Hábitos alimentares dos brasileiros

A pesquisa sobre hábitos alimentares na pandemia encomendada pela Herbalife Nutrition também identificou algumas mudanças adotadas pelos brasileiros.

Segundo 47% dos entrevistados, sua alimentação foi modificada nos últimos meses e, para 73%, a pandemia ajudou a manter essa mudança.

Dentre as novas medidas alimentares adotadas pelos brasileiros, estão o aumento no consumo de frutas e verduras (50%), a ingestão de mais alimentos à base de plantas (45%) e o esforço para comer menos carne (46%). Aliás, a intenção de incorporar mais alimentos plant-based na dieta apareceu para 70% dos entrevistados, mas que também reveleram não saberem ao certo como começar.

Em relação ao consumo de açúcar, 32% dos entrevistados brasileiros disseram ter reduzido a ingestão, diante de 26% na amostra global.

Uma explicação para a mudança pode ser a necessidade de perda de peso, uma vez que a Pesquisa Nacional de Saúde 2019 (PNS) divulgada neste mês pelo IBGE apontou que 60,3% da população brasileira acima dos 18 anos estão com excesso de peso.

“Atingimos o maior número de brasileiros com excesso de peso dos últimos anos. Todos precisamos repensar a importância do controle do peso por meio de uma alimentação saudável e prática diária de atividade física. Esta pesquisa aponta que os entrevistados já percebem a necessidade de mudar esses comportamentos”, finaliza a nutricionista Carolina.

Fonte: Herbalife Nutrition

Espírito Cacau combina benefícios da fruta com os do leite de coco em nova linha de chocolates

Marca lança barras 100% naturais e isentas de glúten e lactose para atender vegetarianos, veganos e pessoas que buscam uma alimentação saudável

De olho no crescimento do mercado de chocolates funcionais a Espírito Cacau, empresa capixaba three to bar, está lançando uma nova linha de barras que aliam os benefícios do cacau com as propriedades proporcionadas pelo leite de coco.

Elaborada com cacau de origem, uma das novidades é o Chocolate ao Leite de Coco 42% Cacau, onde o sabor intenso do chocolate da marca ganha uma textura mais cremosa e os benefícios do leite de coco que é rico em gordura saturada boa, fibras e ácido láurico para fortalecer o sistema imunológico. Além disso, o coco possui vitamina C, cálcio, magnésio, fósforo, zinco, potássio e ferro e ajuda ainda a controlar a glicemia e a manter a saciedade.

Já o outro lançamento, o Chocolate Branco ao Leite de Coco 33% Cacau, é feito com manteiga de cacau, que é rica em ácidos graxos e em fitoquímicos, substâncias que melhoraram o fluxo sanguíneo e previnem o envelhecimento precoce, protegendo a pele contra os danos dos raios ultravioletas do sol. Fonte de vitamina D, a manteiga de cacau também auxilia na absorção de cálcio que é essencial para a saúde dos ossos.

Com 80g, as novas barras são elaboradas com massa e manteiga de cacau, açúcar demerara orgânico e lecitina de girassol, sendo 100% naturais, isentas de glúten, lactose e conservantes, podendo inclusive serem consumidas por veganos e vegetarianos.

“Hoje o consumidor quer produtos cada vez mais naturais e que proporcionam benefícios ao organismo. Tantos os lançamentos, quanto toda linha Espírito Cacau, têm essa proposta. Nossos chocolates possuem diferentes teores de cacau cultivado em fazendas próprias onde controlamos todo o processo, desde o cultivo até produto final que é feito em nossa fábrica. Não utilizamos aromatizantes nem produtos químicos para melhorar o nosso chocolate. Usamos somente nossa massa e manteiga para preservar o terroir do Espírito Santo que vem produzindo os melhores cacaus do país”, acrescenta Paulo Gonçalves produtor de cacau e diretor da Espírito Cacau.

Pioneirismo e pureza

Desde 2013 a Espírito Cacau oferece chocolates 100% naturais, sendo considerada uma das pioneiras na produção chocolate de origem do Brasil. A marca capixaba usa apenas massa e manteiga de cacau cultivado em fazendas próprias, açúcar demerara e lecitina de girassol para produzir sua linha de barras composta pelas versões 31%, 46%, 55%, 70%, 85% Cacau e 85% Cacau com Nibs.

Os chocolates Espírito Cacau não possuem gordura hidrogenada, aromatizantes e conservantes em suas composições. Com baixas calorias, são fontes de antioxidantes, fibras e proteínas e, com exceção da versão 31% Cacau ao Leite, as demais barras não contém lactose ou glúten, podendo também ser consumidas por pessoas com alergias alimentares.

Para quem tem ingestão controlada de açúcares, a marca oferece as opções 46% Cacau Zero Açúcar e 70% Cacau Zero Açúcar, adoçadas com stevia e maltitol, e o 100% Cacau Nibs, que é amêndoa do cacau torrada para ser consumida com frutas, iogurtes, sobremesas e sorvetes, entre outras opções.

Com forte presença na região Sudeste, os chocolates Espírito Cacau podem ser encontrados em barras de 5g, 25g e 80g e na versão de 1 kg para food service em redes varejistas, lojas de produtos naturais como Natural da Terra e no Empório de Santa Luzia (SP), entre outros estabelecimentos.

Em Vitória (ES), a empresa possui uma loja conceito que, além da linha de barras, também oferece uma ampla variedade de bombons, sorvetes, bolos e deliciosas sobremesas elaboradas com os produtos da marca.

Informações: Espírito Cacau