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Como aproveitar o comfort food sem prejudicar sua saúde

“Quanto mais o ‘comer emocional’ estiver presente na alimentação, maiores as chances de isso afetar negativamente sua saúde física e mental”, diz especialista

Comfort food, ou comida afetiva, é um termo utilizado para definir um tipo de alimento que desperta reações emocionais nas pessoas, como uma lembrança do passado ou sensação de conforto imediato. A psicóloga do Grupo São Cristóvão Saúde, Aline Melo, explica que isso ocorre porque a mente humana relaciona alguns ingredientes, devido aos seus sabores e aromas, a situações e experiências de vida.

Dessa forma, a busca por determinados alimentos pode não estar apenas atrelada à questão nutricional. Segundo a psicóloga, devido a esse “poder” da comida afetiva, as pessoas podem recorrer a essa fonte de prazer quando se sentem estressadas, desmotivadas ou deprimidas. “É nesse ponto que a relação com a comida afetiva pode deixar de ser saudável”, alerta.

Alimentos considerados comfort food

Segundo a psicóloga, podemos classificar como comfort food alimentos de quatro categorias distintas:

– Nostalgia

bolo de fubá
Grupo de alimentos que são buscados por remeterem a um período vivenciado no passado, pode ser de uma região específica onde o indivíduo vivia quando criança ou, por exemplo, a refeição preferida feita pela mãe. “Ao ativar nossos sentidos, esse tipo de comida nos reconecta com o passado”, explica a psicóloga do São Cristóvão.

– Indulgência

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Quando a pessoa busca por um alimento específico, geralmente rico em gorduras, como uma forma de recompensar uma situação negativa, por exemplo, problemas no trabalho, uma briga no casamento etc.

– Conveniência

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Getty Images

Neste grupo estão os alimentos que podem ser consumidos de forma mais prática e acessível, como os industrializados de preparo instantâneo e os fast foods. “A intenção aqui é obter a satisfação e o prazer de forma rápida e simples, o que pode ser bastante prejudicial para a saúde em médio e longo prazo”, comenta a nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde, Ana Paula Gonçalves.

– Conforto físico

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Alimentos que geram sensações boas devido a ação química comprovada no cérebro. Podem ser alimentos ricos em açúcar, café, bebidas alcoólicas entre outros.

Quando o comfort food pode ser prejudicial

Aline ressalta que, quando a pessoa recorre à comida em busca dessa sensação de prazer instantânea, o ato de comer passa a significar algo que vai além do fornecimento de nutrientes para o funcionamento do corpo. “Nesse caso, o ato de comer se torna uma maneira de depositar e compensar sentimentos e emoções, como a ansiedade, o que pode gerar um hábito nocivo ao organismo”, comenta.

A busca frequente por essa sensação que o comfort food provoca pode levar a uma compulsão alimentar, que ocorre quando a pessoa ingere altas quantidades de comida em um pequeno intervalo de tempo. “Quanto mais o ‘comer emocional’ estiver presente na alimentação, maiores as chances de isso afetar negativamente sua saúde física e mental”, diz a psicóloga.

Além disso, conforme explica a nutricionista, é muito comum fazer essa associação afetiva a comidas gordurosas, como uma pizza ou lasanha. “É importante ter consciência sobre o consumo desses alimentos, que geralmente possuem teor mais elevado de carboidratos e calorias”, lembra.

hamburguer

Um exemplo disso são os fast foods, que também são alvos nesses momentos por proporcionarem satisfação imediata. “Muitas pessoas justificam o fast food como um ‘presente’ em meio a um dia desgastante, por exemplo, e essa atitude quando se torna frequente pode ser prejudicial, uma vez que lanches rápidos são mais calóricos e possuem baixo valor nutricional”, reforça a nutricionista.

A especialista alega que alimentos reconfortantes, em geral, são ricos em gordura saturada, que fazem com que o cérebro demore mais tempo para perceber o grau de saciedade, e nutrientes que agem como estimulantes na produção de hormônios ligados à sensação de prazer. “Normalmente, esses alimentos são consumidos sem maiores reflexões e assumem a característica de apenas proporcionar o prazer imediato”, completa a psicóloga do São Cristóvão.

Como ficar somente com o “lado bom” do comfort food

A maioria das comidas afetivas nos remetem à infância, refeições em família com receitas caseiras. Assim, a nutricionista aproveita esse aspecto para recomendar o uso de ingredientes naturais e menos calóricos que têm grande poder de instigar os sentidos humanos, como:

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Foto: Catkin/Pixabay

alecrim
tomilho
manjericão
cúrcuma
salsinha
alho
molho de tomate caseiro
adoçantes naturais (stevia ou xilitol)
massas integrais

Ingredientes como esses possuem aromas e sabores característicos que aguçam os sentidos e podem ser associados a refeições mais saudáveis, com menos condimentos e ingredientes industrializados, conforme explica Ana Paula Gonçalves.

“O prazer de se sentir bem não deve ter como única e exclusiva fonte uma refeição”, afirma a nutricionista, que recomenda incluir outras atividades na rotina diária para evitar o consumo excessivo de comida afetiva. Entretanto, mudar esse comportamento é um “processo muito importante e complexo, que exige um comprometimento do paciente em se conhecer e entender suas tensões emocionais, podendo contar com apoio profissional nessa jornada”, finaliza a psicóloga.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Obrigado lança coco ralado e leite de coco culinário

Obrigado, empresa baiana de água e produtos à base de coco, acaba de expandir seu portfólio com dois novos produtos de âmbito culinário: coco ralado e leite de coco, em duas versões, para agradar todos os gostos e paladares.

O coco ralado úmido e adoçado (50g e 100g), para quem gosta de produtos adocicados e a versão somente desidratada (também em 50g e 100g), para os consumidores de produtos mais naturais. E o leite de coco culinário (200ml e 500ml), nas versões tradicional e light. Em ambas, a garrafinha pet apresenta uma boca mais larga, facilitando o manuseio no preparo das receitas e tampa de rosquear, que permite o uso de apenas parte do produto, evitando o desperdício.

Focada no meio ambiente e reconhecida por sua água de coco (natural sem adição de açúcar e conservantes), a marca avança nas prateleiras, se fortalecendo na categoria de saudabilidade também com produtos para uso culinário. “Chegou o momento de expandirmos, aproveitando os benefícios do coco seco também para outros produtos. Ampliaremos assim o nosso espaço nas prateleiras de consumo e nos aproximaremos cada vez mais dos consumidores com produtos de qualidade e com garantia de origem”, afirma Roberto Lessa, CEO da companhia.

A Obrigado já tem em seu DNA o cuidado com o meio ambiente e sempre teve como objetivo aproveitar todos os benefícios que o coco oferece. Além do fruto verde, de onde a marca se consagrou como a água de coco pura de verdade, a companhia utiliza a polpa branca do coco seco para a extração do leite de coco. A casca do fruto é transformada em mantas e biorrolos biodegradáveis, que são usados para otimizar o processo de recuperação de áreas degradadas recuperando a vegetação de encostas e taludes.

Os produtos estão disponíveis para compra nas praças do Sudeste e Sul. Em junho, as novidades da Obrigado já estarão nos principais varejistas de todo o Brasil.

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Preços sugeridos:

Coco ralado (50g): R$ 2,60
Coco ralado (100g): R$ 4,15
Leite de coco culinário (200ml): R$ 4,50
Leite de coco culinário (500ml): R$ 9,50

Informações: Obrigado

Cinco alimentos que comemos mais no tempo frio e envelhecem a pele

Cuidado com os alimentos calóricos e fáceis demais nesse inverno. Além dos grandes problemas para o organismo, a pele também pode sofrer

Quando a temperatura começa a diminuir, é comum atacar a geladeira e desregular a alimentação. Afinal, quem não gosta de comer um brigadeiro de colher assistindo filmes e séries em um friozinho com chuva? “As pessoas sentem mais fome e desejo de alimentos com mais calorias no inverno, porque o nosso metabolismo fica naturalmente mais rápido pela tentativa de regular a temperatura corporal. O problema é que muitos desses alimentos que ingerimos mais no inverno podem acelerar o processo de envelhecimento cutâneo”, explica a dermatologista Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia. Abaixo, a especialista cita os grandes vilões:

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Doces – apesar de importante para conferir energia ao corpo, o carboidrato (ou açúcar) em excesso pode interagir com as proteínas e gorduras para causar os AGEs (Agentes avançados de glicação) que alteram as estruturas e funções do colágeno e elastina, causando desordens na pele, com aparecimento de rugas, flacidez e manchas. E o problema é que os doces são justamente muito ricos em açúcar. “A glicose em excesso pode causar desregulação dos genes pró-longevidade e aumentar a concentração de AGEs”, afirma a médica.

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Refeições rápidas de micro-ondas – para quem tem preguiça de cozinhar no frio, os alimentos rápidos e ultraprocessados, esquentados no micro-ondas, podem ser um perigo. “Além de vários aditivos químicos, há alta concentração de sódio e carboidratos nesses produtos. Com o alto consumo de sal, o corpo retém mais líquido e a pele sofre com isso, ficando desidratada e muitas vezes com sinais de inchaço e cansaço”, afirma a dermatologista. O sal em excesso prejudica ainda a circulação de sangue, o que tem influência direta na nutrição da pele.

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Carne vermelha – um bom ensopado de carne é capaz de nos deixar saciados por horas, mas a junção de carne vermelha com batata, molhos e sal em excesso podem cair como uma ‘bomba’ no nosso organismo, acabando por limitar a ação antioxidante. “A carne vermelha, rica em gordura saturada, aumenta o colesterol ruim e pode inibir a atividade da SIRT1 (proteína que estimula à longevidade celular) levando a uma vida útil celular reduzida. Isso tem relação direta com o processo de envelhecimento”, afirma a médica.

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Frituras – se a batata frita, um pastel quentinho e outros tipos de frituras como salgadinhos estão no seu cardápio de inverno, saiba que o óleo utilizado em altas temperaturas se torna uma gordura saturada, diminuindo a vida celular, além de adicionar muito sal à alimentação.

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Queijos “amarelos” – além do alto teor de gordura, os queijos prato, coalho, emental, brie, cheddar, mussarela, parmesão, entre outros, como são derivados de leite podem aumentar a expressão do hormônio IGF-1, que tem relação com a produção exacerbada de sebo e acne. “Se não tratada adequadamente, a acne pode deixar manchas e cicatrizes que deixam a pele com aspecto envelhecido”, afirma a médica.

Cardápio do bem

legumes cozidos

Para fugir dos problemas de inverno e ter uma alimentação que influencia beneficamente a pele, a dermatologista recomenda o consumo balanceado de proteínas, conjuntamente com verduras, legumes, frutas e oleaginosas. “Além disso, podemos prescrever suplementos com vitaminas e minerais com ação antioxidante e anti-inflamatória para atuar de maneira endógena contra os agressores ambientais que levam ao envelhecimento”, finaliza a médica.

Fonte: Valéria Marcondes é dermatologista da Clínica de Dermatologia Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia com título de especialista e da Academia Americana de Dermatologia. Foi fundadora e é membro da Sociedade de Laser.

Dicas para consumir alimentos ácidos sem prejudicar os dentes

Você sabia que hábitos como bochechar uma bebida ácida antes de engolir e consumir ácidos antes de dormir aceleram a degradação do dente?

Os ácidos presentes em comidas e bebidas, como sucos cítricos, refrigerantes, álcool e comida processada/refinada são um dos principais tipos de fontes responsáveis pela biocorrosão dos dentes, que é a perda da estrutura dental provocada por um processo químico de dissolução do esmalte por ácido, sem envolvimento de bactérias.

De acordo com Luis Calicchio, odontologista e sócio-diretor da Clínica Ateliê Oral, em São Paulo, a deficiência na produção de saliva, conhecida como xerostomia, é outro fator que predispõe pacientes à corrosão, pois ela tem um papel importante na proteção contra os agentes ácidos.

O especialista ainda alerta: “a biocorrosão, aliada à fricção e à tensão colocada na mordida, principalmente à noite durante o sono, período em que não existe um controle dos mecanismos conscientes, pode causar micro trincas na região cervical (próxima da gengiva e do esmalte dos dentes) e provocar, em pouco tempo, as chamadas lesões cervicais não cariosas (espécie de depressão no esmalte do dente) e a hipersensibilidade dentinária, que são, hoje, as doenças de maior incidência na boca do ser humano, chamadas de ‘mal do século’, com cerca de 80% da prevalência em pessoas jovens e de meia idade”, diz Calicchio.

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Para controlar a erosão, é indicado esperar 30 minutos para escovar os dentes depois de consumir ácidos, evitando, assim, a ação abrasiva das pastas dentais na superfície ainda amolecida do dente.

Outras recomendações para evitar a degradação são: evitar bochechar a bebida antes de engolir e também evitar consumir bebidas ácidas antes de dormir, quando os efeitos protetores da saliva estão reduzidos.

Para você não sofrer esse desgaste, o que pode ocorrer sem perceber, os especialistas do Ateliê Oral reuniram nove recomendações fáceis de adotar no dia a dia:

1. Evitar deixar bebidas ácidas por longo tempo na boca. Quando possível utilizar canudo.
2. Evitar escovar os dentes imediatamente após a ingestão de alimentos e bebidas ácidas e enxaguar a boca com água após a ingestão.
3. Encerrar as refeições com alimentos ricos em cálcio, como queijo, após a ingestão de alimentos ácidos.

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4. Evitar alimentos ácidos tarde da noite, período de diminuição do fluxo salivar.
5. Evitar jejum prolongado, a fim de manter o pH da saliva.
6. Beber água durante o dia para contribuir com a diluição de alimentos na boca.

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7. Evitar ingestão de frutas ácidas e fontes de fibras, barra de cereal, sem ingestão de água subsequente.
8. Evitar ingestão diária de gomas de mascar não cariogênica devido aos seus ingredientes ácidos.

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9. Ao comer frutas, escolha as menos ácidas e aquelas com textura mais macias.

Veja abaixo uma lista de alimentos e bebidas ácidas em ordem decrescente de acidez*

1- Refrigerante
2. Bebidas energéticas
3. Álcool
4. Açúcar
5. Bebidas gaseificadas
6. Comida processada/refinada

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7. Sucos Cítricos
8. Sorvete
9. Pipoca
10. Carne
11. Café
12. Queijo Amarelo
13. Chá

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Pixabay

14. Adoçantes artificiais
15. Massa
16. Pão
17. Suco de fruta pasteurizado
18. Ovos

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Foto: Tarasov/Pixabay

19. Peixe
20. Arroz
21. Leite de soja
22. Aveia

*Livro “Lesões cervicais não Cariosas e Hibersensibilidade dentária” – autor: Prof. Paulo Vinicius Soares e John Grippo (2017)

Fonte: Ateliê Oral

 

Cabelos cacheados exigem cuidados especiais

Hair stylist e nutricionista dão dicas e cuidados para você manter os cabelos cacheados sempre saudáveis

Os cabelos lisos reinaram por quase duas décadas, mas a tendência mudou e os cacheados com volume voltaram às passarelas, comerciais de TV e novelas. O crespo e black também estão em alta. Estamos entrando na era do cabelo natural. Mas não é porque o natural está na moda que você precisa sair por aí com um cabelo ressecado e sem forma. Um cabelo cacheado bem cuidado é um charme para mulheres em qualquer idade.

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De acordo com Gracy Balciunas, hair stylist da Depil Class Beauty & Hair, os cabelos cacheados nascem lisos e começam a formar cachos ao longo do fio. Essas ondulações dificultam que a oleosidade produzida na raiz chegue até as pontas tornando-os secos, porosos e com aquele indesejado frizz. Você sabe como cuidar dos seus cachos selvagens?

O ideal é lavá-los com água morna e produtos para cabelos crespos sempre massageando o couro cabeludo com delicadeza. O condicionar deve ser aplicado somente nos fios e ao secar tire somente o excesso de água com uma toalha macia. Desembarace os fios ainda molhados e para isso, use máscaras hidratantes de tratamento e um pente de madeira para eliminar o frizz.

“Finalizadores diários como, por exemplo, gloss, leave-in, reparadores de pontas, spray intensificador de brilho, pomadas e mousses ajudam a dar forma ao cacho. Tente secar os cabelos naturalmente e, se possível, faça hidratações duas vezes por mês no salão. Mantenha o corte em dia para evitar o ressecamento dos fios e preste atenção ao couro cabeludo para ver se há caspa ou algum machucado. Se a resposta for positiva, procure um tricologista para iniciar um tratamento”, orienta Gracy.

Além dos tratamentos e cuidados com os fios, para ter cabelos fortes, nutridos e belos é necessário estar atento ao que se coloca no prato. O cabelo é composto de muitos elementos. Por isso, é fundamental manter uma alimentação balanceada.

Segundo Débora Copelli de Lima, nutricionista, para um bom crescimento e qualidade dos fios é necessário incluir vitaminas no cardápio. As vitaminas do complexo B e, principalmente a B2, são fundamentais já que a falta delas e de minerais pode levar a perda de cabelo ou o surgimento de fios brancos precoces. Inclua carnes, peixes, frango e ovos. Outra vitamina B crucial é a biotina, ela promove o crescimento mais rápido dos fios e está presente em alimentos como ovos, batatas doces e espinafre. O ferro pode ser encontrado no espinafre e carnes magras, ele ajuda a manter os folículos capilares saudáveis.

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A atriz Viola Davis

“O Zinco prevene e trata a queda capilar. Ele está presente em ostras, espinafre, carne vermelha magra, leguminosas e ovos. O selênio, presente na castanha-do-pará, evita a queda capilar, mas cuidado porque muito selênio é tão ruim quanto pouco. Os ômegas 3 e 6 também são ótimos para parar a queda capilar e podem ajudar o cabelo a crescer. Inclua no cardápio salmão, castanhas, sementes e óleos de grainha, girassol, sésamo, abóbora e coco”, finaliza Débora.

Fontes
=Débora Copelli de Lima é nutricionista formada em Gastronomia e Nutrição pela FMU. Atualmente é Nutricionista Esportiva e Clínica, atua com uma equipe de futebol americano e lutadores de Muay Thai, além de praticantes de atividade física em geral.
=Graciele Balciunas é hair stylist com 19 anos de experiência em corte de cabelo, visagismo, colorista. Formada pelo Senac realizou diversos cursos e workshops complementares e de reciclagem em técnicas de cortes, tratamentos, colorimetria, técnicas de clareamentos, entre outras. Está há 16 anos na Depil Class.
=Depil Class Beauty & Hair

Greenpeople apresenta Cracker de Maçã

Presente em grandes sucessos da Greenpeople, a maçã ganha agora sua versão snack. A fruta é destaque no novo Cracker de Maçã, opção ao mesmo tempo saudável, crocante e docinha feita a partir da combinação com amêndoas, tâmaras, banana, agave, limão e cardamomo. A base vem do excedente da produção dos sucos, como um incentivo ao aproveitamento do alimento por completo.

Ótima pedida de lanche para comer em qualquer lugar, a novidade é rica em fibras, minerais e antioxidantes. É também vegana, sem glúten ou lactose, além do diferencial do processo de desidratação.

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Informações: Greenpeople

Remédios naturais: alimentos que nutrem e auxiliam no combate de doenças

Ana Lucia Hoefel, Professora do curso de Nutrição da FSG, listou 18 alimentos que servem como remédios naturais para o organismo

Em meio a rotina tão corrida que milhões de brasileiros levam todos os dias, ter uma alimentação rica em frutas, verduras, plantas, cereais e saladas está se tornando algo raro, resultando em diversos problemas de saúde, como a obesidade, diabetes, doença renal crônica, retinopatia, doenças neurológicas e até mesmo psiquiátricas.

A adoção de hábitos saudáveis no dia a dia é capaz de prevenir doenças e promover a saúde, fazendo dos alimentos o próprio remédio para o corpo. Pensando nisso, a professora Ana Lucia Hoefel, do curso de Nutrição do Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG), listou 18 alimentos cuja capacidade é promover saúde ao corpo e a mente. Confira:

maçã

Maçã: alimento riquíssimo em nutrientes, possui polifenóis, flavonoides, procianidinas, antocianinas, chalconas e taninos. Tem ação diurética, atua protegendo o aparelho digestivo e regulando o intestino, é anti-inflamatória e antioxidante.

aRomã: está entre os frutos mais saudáveis da terra, que contém centenas de sementes comestíveis. Rica em fibras, vitaminas, minerais e compostos bioativos ou fitoquímicos com efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes que os cientistas afirmam que são únicos na romã.

Abacate: incrivelmente nutritivo, contêm mais potássio do que bananas. Também é rico em ácidos graxos monoinsaturados, que auxiliam a manter os níveis de colesterol dentro das faixas adequadas.

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Azeite de oliva: outro alimento que contém gordura monoinsaturada, sendo também amigo do coração. Além disso, o azeite de oliva extra virgem, prensado a frio, contém mais de 800 substâncias com capacidade antioxidante. Ele apresenta potente propriedades anti-inflamatórias. Pode auxiliar na prevenção de acidentes vasculares cerebrais.

Canela: é uma das especiarias mais deliciosas e saudáveis do planeta. Estudos mostraram que ela é capaz de auxiliar no controle da glicemia. Além de possuir efeito termogênico podendo auxiliar no controle do peso corporal.

Cravo da Índia: tempero bastante utilizado na culinária popular, tem ação antimicrobiana e antifúngica. Pode ser usado para prevenção de cáries e também melhora o hálito.

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GreenMe

Linhaça:  possui quantidade apreciáveis de ácido graxo poli-insaturado do tipo W3, chamada gordura “boa”, que demonstraram ter efeitos saudáveis para o coração. Cada colher de sopa de semente de linhaça moída contém cerca de 1,8 gramas de ômega-3. Além disso, a linhaça possui lignanas, substâncias que podem ser convertidas, dentro no nosso organismo, em substâncias muito semelhantes ao estrogênio, hormônio feminino.

Cranberry: uma das mais importantes fontes dos fitoquímicos quercetina e miricetina da natureza, ambos são potentes antioxidantes e melhoram a circulação sanguínea. Auxilia como coadjuvante no tratamento de infecções do trato urinário, principalmente se causados pela bactéria Escherichia coli.

Uva: riquíssima em nutrientes, a uva é um alimento que deveria ser consumido diariamente. Riquíssima em vitamina C e potássio, sua casca possui ação antioxidante e anti-inflamatória. Além disso, protege contra certos tipos de câncer e doenças crônicas.

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Foto: Jorgeyu / Morguefile

Couve:  está entre os alimentos mais nutritivos da terra. Tem antioxidantes poderosos como a quercetina e Kempferol, fonte de vitamina C e potássio.

Gengibre: muito utilizado na atualidade, principalmente por sua ação termogênica. O gengibre tem ação anti-hemética, ou seja, auxilia na melhora de náuseas.

Alho: consumir alho diariamente ajuda a baixar os níveis de colesterol devido às propriedades anti-oxidantes do fitoquímico alicina. Estudos mostraram que o alho é imensamente benéfico para regular a pressão arterial e os níveis de açúcar no sangue.

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Foto: Pixabay

Açafrão da terra (cúrcuma longa): tem ação antidepressiva, estudos científicos mostraram que o uso de suplementos de cúrcuma, promove melhora nos sintomas depressivos. Além disso, tem ação antioxidante, anti-inflamatória e imunoestimulatória.

Nozes: são excepcionalmente nutritivas, possuem atividade antioxidante e ácidos graxos ômega-3. Esta riqueza de nutrientes contribui para os efeitos benéficos das nozes para a saúde, entre eles a redução da inflamação e a melhora dos fatores de risco para doenças cardíacas.

Salsa: possui ação anti-inflamatória e é riquíssima em vitamina C. Podemos destacar, que a vitamina C é uma vitamina capaz de deter radicais livres, além de ajudar na imunidade.

Manjericão: um tempero que não pode faltar à mesa, possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. Como antioxidante ajuda a combater radicais livres, que são sustâncias que estão por trás do surgimento de diversas patologias.

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Foto: CreativeCommons

Sálvia: tempero muito utilizado no Sul para temperar frango. Possui propriedades incríveis tais como reduzir flatulência gástrica e intestinal, efeito anti-inflamatório, antimicrobiano, anticarcinogênico. Estudos científicos já mostraram que, em pacientes com depressão auxilia na melhora do humor e também melhora a função cognitiva.

Orégano: tem efeito antifúngico, antioxidante, antimicrobiano e bactericida. No entanto, alguns cuidados devem ser tomados ao usá-lo em preparações. Ele deve ser sempre adicionado no final da preparação, não deve ser fervido e nem levado ao forno, pois, suas propriedades antioxidantes são perdidas.

Fonte: FSG é o Centro Universitário da Serra Gaúcha. Reconhecida há 20 anos pelo seu protagonismo no desenvolvimento de propostas educacionais instigadoras, é referência no cenário da educação superior.

Cinco benefícios das frutas vermelhas

Especialista fala sobre as propriedades desses alimentos e elenca as vantagens de inclui-los na dieta

Amora, morango, framboesa, mirtilo e cereja. Além dos tons avermelhados e o sabor marcante, essas frutas têm em comum algumas propriedades nutritivas como vitaminas, minerais e fitoquímicos, que desempenham funções antioxidantes para organismo, fortalecendo o sistema imunológico.

Também conhecidas como berries, essas frutas podem fazer parte das refeições diárias por meio de receitas, sucos, geleias ou in natura, trazendo benefícios para a saúde e praticidade para o dia a dia. Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, lista cinco benefícios das frutas vermelhas:

Beneficiam a visão

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Foto: Max Straeten

Por terem grandes quantidades de vitamina C, fósforo, cálcio e vitaminas do complexo B, as frutas vermelhas são aliadas à saúde dos olhos, melhorando a capacidade visual diurna e noturna.

Têm ação anticancerígena e desintoxicante

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Essas frutas são ricas em antocianinas, substância responsável pela coloração avermelhada/arroxeada desses alimentos, que combatem a inflamação e a ação dos radicais livres, sendo, portanto, anticancerígenas e antioxidantes. “Elas proporcionam maior proteção aos órgãos e aos tecidos do corpo, retardando a temida ação do tempo sobre todas as células, como as da pele, por exemplo“, conta.

São ricas em fibras

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A grande quantidade de fibras presente nas berries é ótima para quem procura melhorar o trabalho do sistema digestório. “É bom lembrar que além de beneficiar o intestino, as fibras são aliadas de quem quer reduzir os níveis de colesterol e glicose no sangue”, destaca.

Aumentam a saciedade

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Mais uma vez as fibras desses alimentos caem no gosto de quem quer ficar em dia com a balança. A alta quantidade da substância nas frutas vermelhas dá uma sensação de maior saciedade quando elas são ingeridas, diminuindo a vontade por doces ou snacks pouco saudáveis nos intervalos das refeições principais.

Combatem a anemia

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Frutas desse grupo quando consumidas com algum alimento rico em ferro, auxiliam e promovem uma maior absorção do mineral no organismo. “Por apresentarem bastante vitamina C, que facilita a assimilação do ferro no corpo, são ideais para quem sofre de anemia ou ainda para quem quer evitá-la”, pontua.

Sugestão de produtos

Geleias

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As geleias da Superbom são saborosas e ricas em nutrientes como vitaminas D, E, ferro e cálcio, opção ideal para rechear pães e torradas. Disponíveis nos sabores: morango com chia, amora, frutas vermelhas com chia, e uva.

Suco Antiox

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Suco 100% fruta com misto de maçã, blueberry, cranberry, romã e cenoura roxa, frutas com alto poder antioxidante. São diversos flavonoides e polifenóis que auxiliam na prevenção do envelhecimento celular causado pela oxidação natural do organismo.

Fonte: Superbom

Os benefícios dos iogurtes vegetais

A procura por alimentos mais saudáveis e que substituem os de origem animal têm sido cada vez maior. A população brasileira está mais consciente da necessidade da diminuição da exploração dos animais e dos benefícios que uma alimentação vegana traz à saúde e ao meio ambiente.

Entre os alimentos mais consumidos quando falamos de alimentação de origem animal, estão o leite e seus derivados. Felizmente o mercado vegano para esses produtos também está crescendo e é possível achá-los com facilidade.

Além dos vegetarianos e veganos, que fazem suas escolhas com base em uma visão que vai além da saúde, existe o grupo de pessoas que não consomem leite nem seus derivados devido à intolerância à lactose e alergia à proteína do leite.

A qualidade dos nutrientes presentes em iogurtes vegetais é muito grande e são sim, muito saborosos, nutritivos e benéficos para a sua saúde.

O que o iogurte vegetal tem de bom?

Os Iogurtes Vida Veg, por exemplo, tem como base em sua composição, o coco, amêndoa e soja. Cada um deles tem características específicas carregados de nutrientes que só fazem bem ao nosso corpo, prezando pelo uso de ingredientes naturais, saudáveis e agradáveis ao paladar.

Iogurte vegetal de coco

iogurte coco

=Rico em vitaminas (c, b, a) e minerais (sódio, potássio, cálcio, manganês, magnésio, fósforo, cobre e ferro).
=Aumento dos níveis do considerado “bom colesterol” (HDL) e redução do “mau colesterol” (LDL), auxiliando assim na prevenção de doenças cardiovasculares.
=Exerce função antioxidante prevenindo contra a ação dos radicais livres.
=Possui ação diurética, evitando retenção de líquidos e inchaço.
=Fonte de energia rápida. Importante na dieta de praticantes de atividade física, pois a polpa concentra um aporte maior de potássio (principal mineral perdido no suor) que participa da contração e relaxamento dos músculos.

Iogurte vegetal de amêndoa

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=Aumento dos níveis do considerado “bom colesterol” (HDL) e redução do “mau colesterol” (LDL), auxiliando assim na prevenção de doenças cardiovasculares.
=Alto teor de antioxidantes, Vitamina E e B2.
=Boa quantidade de magnésio e potássio.

Iogurte vegetal de soja

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=Rico em proteínas e boa fonte de minerais (cálcio, magnésio, zinco, potássio e fósforo);
=Ajuda a elevar os níveis do “bom colesterol” (HDL) e a reduzir o “mau colesterol” (LDL), atuando na prevenção de doenças cardiovasculares;
=Possui isoflavonas, substâncias que ajudam a atenuar os efeitos da menopausa nas mulheres;
=Ajuda a fortalecer os ossos e aumentar a densidade óssea;
=Rico em ômega-3 e ômega-6;
=No iogurte da Vida Veg a soja é fermentada e não transgênica, forma indicada para o consumo. Para se obter a matéria-prima, a soja é submetida a um tratamento térmico adequado para inativação dos fatores antinutricionais e microbiológicos, tornando-se um ingrediente funcional, de alto valor nutritivos.

Os iogurtes vegetais são ricos em nutrientes e muito importantes na manutenção da saúde do corpo. Não é preciso consumir produtos de origem animal para se manter saudável. Os vegetais oferecem tudo que nosso organismo precisa, basta manter a dieta equilibrada e o prato bem colorido.

Fonte: Vida Veg

Salvar

Insônia pode causar doenças cardiovasculares e neurológicas

Mal que atinge 75 milhões de brasileiros, a insônia pode ser freada com alimentação e mudança de hábitos noturnos, para não desencadearem problemas maiores de saúde

Uma noite de sono bem dormida, com oito horas de descanso, que garanta vigor para o dia seguinte é um privilégio. Isso porque, de acordo com a Associação Brasileira do Sono (ABS), 75 milhões de pessoas sofrem de insônia no Brasil. Este é o distúrbio do sono mais comum entre os brasileiros, à frente até do ronco e da apneia.

A insônia nada mais é que a dificuldade de iniciar o sono ou de mantê-lo e está ligada à baixa produção de melatonina, o hormônio que regula nosso relógio biológico. A baixa produção desta substância é mais comum em pessoas que já passaram dos 50 anos. Se o jovem apresenta sono desregulado, o caso deve ser investigado.

“A insônia, na maioria das vezes, é provocada ou agravada por um fator externo, como dores no corpo, trauma emocional e trabalho em turnos diferentes, por exemplo. Até mesmo o baixo nível socioeconômico e a preocupação com o desemprego podem estar entre as causas de insônia. O fator genético também pode influenciar, mas é uma parcela muito pequena, 5% a 15% dos casos apenas”, explica Louise Soares, fisioterapeuta e especialista em Saúde Integrativa.

Noites maldormidas podem levar a problemas maiores. Pesquisas demonstram que a insônia aumenta o risco de doenças como hipertensão, doenças cardiovasculares, derrames, doenças neurológicas e até a doença de Alzheimer.

O sono tem a função de reparar o sistema biológico, pois é durante a noite que alguns hormônios são produzidos pelo organismo, como o GH que é mais conhecido como “hormônio do crescimento” e também a Lepitina, que é responsável pelo apetite.

Alimentação saudável é um caminho

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Foto: LaniCooks

O que muitas pessoas não sabem é que a produção de melatonina pelo cérebro está diretamente ligada à alimentação saudável. Nas folhas verde-escuras, aveia sem glúten, chocolate, semente de girassol, amêndoas estão presentes o ácido fólico. Já no bife de fígado, no pistache, nas castanhas e no salmão estão presentes a vitamina B6. Essas duas substâncias ajudam no processo para a criação da melatonina.

“As pessoas têm muito preconceito com bife de fígado, mas ele é excepcional! Nele estão diversos elementos especiais e diversas vitaminas. Então eu recomendo que as pessoas consumam pelo menos uma vez por semana. Existem muitas opções para conseguir esses nutrientes que ajudam a produzir a melatonina. É só você querer e ter um pouco de criatividade”, afirma a especialista.

Louise alerta sobre o uso indiscriminado da melatonina não natural para conseguir boas noites de sono. Neste caso, as dosagens devem ser analisadas caso a caso e, se tomadas em doses exageradas, podem causar dependência e fazer com que a glândula presente no cérebro pare de produzir o hormônio.

Cuide do seu espaço

As mudanças na alimentação são apenas uma parte do processo que vai ajudar a resolver o problema da insônia. Os hábitos, principalmente no período noturno, também são cruciais para quem luta para ter uma boa noite de sono. Louise elencou algumas atividade que podem ser praticadas por quem sofre com a insônia:

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Terapia de higiene do sono: retirar e corrigir comportamentos que atrapalham o sono. Ou seja, não tire cochilos durante a tarde, regule os horários e procure dormir diariamente no mesmo horário. Evite comer muito tarde e, se for comer, prefira alimentos leves e de fácil digestão.

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Terapia de controle de estímulos: utilize a cama apenas para dormir ou para o ato sexual. Não leia, estude ou assista TV nela, pois isso se torna um estímulo para que o corpo entenda que a cama não é feita para dormir;

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Terapia da restrição do sono: limite seu tempo na cama. Se o relógio despertou, não enrole muito e levante rápido;

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Foto: Shutterstock

Terapias cognitivas: identifique os problemas emocionais que estão atrapalhando o seu sono. O trabalho de um psicólogo pode te ajudar a entender e solucionar essa dificuldade em conseguir dormir;

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Foto: Jeviniya-Pixabay

Técnicas de relaxamento: yoga e meditação ajudam a relaxar. Ouça músicas com ondas delta.

Cerca de 40% da população apresenta algum tipo de distúrbio do sono

Terapia Cognitivo-Comportamental Multicompetente: associe todas as técnicas anteriores.

Fonte: Louise Soares é fisioterapeuta e especialista em Saúde Integrativa