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Alimentação variada e saudável: confira os alimentos que estão na época em outubro


O mês de outubro traz uma variedade de frutas e hortaliças saborosas e nutritivas, que podem ser encontradas com maior facilidade nos supermercados, feiras e sacolões. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo lista alguns deles:

Manga tommy


É a variedade da fruta mais cultivada no país, e possui uma grande quantidade de nutrientes que são essenciais para saúde. De cor amarela avermelhada e polpa bem firme, essa fruta está associada ao fortalecimento do sistema imunológico, pelas suas boas quantidades de vitamina C. A manga é riquíssima em vitamina A, nutriente benéfico à saúde dos olhos.

Jabuticaba

Facily


A polpa da jabuticaba é rica em zinco, manganês, magnésio e potássio. Com todos esses minerais, ela desempenha papel essencial para as células cerebrais, retina, fígado, rins, músculos, cabelos e ossos. Sua casca apresenta poder antioxidante, auxiliando no fortalecimento do sistema imunológico, cicatrização e na prevenção de doenças cardíacas.

Caju

Foto: Giovanni42/Pixabay

Além da vitamina C, a fruta também contém zinco, ferro e cálcio, nutrientes eficazes no fortalecimento do sistema imunológico, no combate à anemia e no fortalecimento dos ossos. Na fruta também são encontrados muitos flavonoides, que possuem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, antimicrobianas, entre outras.

Maxixe

Cornershop


O maxixe faz parte da mesma família das abóboras, pepino, melão e melancia. Seu fruto apresenta formato oval, com casca espinhosa ou lisa, de cor verde clara. É fonte de minerais, como o zinco e é rico em cálcio e magnésio, que em conjunto são importantes para a saúde óssea e também ajudam a prevenir problemas cardiovasculares.

Mostarda

Stock Photo


Existem várias espécies de mostarda, todas da família das Brássicas, portanto próximas ao repolho e à couve-flor. O sabor picante é característico dessa hortaliça. É fonte de vitaminas C e A, de cálcio e possui teores moderados de ferro, sódio, potássio e magnésio. Os talos da mostarda são ótimas opções para enriquecer farofas, refogados e sopas. E a suas folhas podem ser usadas em pratos frios e quentes.

Alcachofra

Foto: Max Straeten/Morguefile

A alcachofra é uma hortaliça, pertencente à família Asterácea, a mesma da alface, chicória e girassol. É fonte de vitamina C, ácido fólico e minerais como magnésio e potássio. Possui poucas calorias. Pode ser utilizada em saladas, recheios, base para molhos ou acompanhamento de massas.

Receitas:

Geleia de Jabuticaba

Pinterest

Ingredientes
3 xícaras (chá) de jabuticaba (450g)
2 xícaras (chá) de água (480ml)
1/2 xícara (chá) + 3 colheres (sopa) de açúcar mascavo (105g)
Suco de 1/2 limão (12ml)

Modo de preparo
Em uma panela grande, coloque as jabuticabas já lavadas, cubra-as com água até a metade e leve para o fogo tempo suficiente para que as jabuticabas estourem e o caldo fique bem roxo, sobrando apenas as cascas. Em uma peneira coe o líquido e volte para o fogo, acrescentando o açúcar e o suco do limão. Mexa até que o líquido comece a engrossar, não deixe ficar muito grosso, pois fora do fogo ele já tende a ficar mais seco. Coloque em um recipiente de sua preferência e mantenha em temperatura ambiente. Dica: Quando esfria a geleia cria uma película em sua superfície, deixando-a semelhante a uma gelatina, basta misturar bem para que volte a consistência normal.

Rendimento: 18 Porções
Valor Calórico: 35 kcal
Peso da porção: 10g
Tempo de preparo: 55 min

Alcachofras recheadas

Cooking Channel

Ingredientes
4 alcachofras grandes (560g)
3 tomates pequenos (465g)
1 cebola pequena (100g)
1 dente de alho (2g)
3 ramos de salsinha (3g)
1 talo de salsão (50g)
2 colheres (sopa) de manteiga sem sal(40g)
Sal a gosto
½ xícara (chá) de pão amanhecido ralado (60g)
4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado (25g)

Modo de preparo
Lave as alcachofras e cozinhe-as com água e sal por 30 minutos. Após cozidas, escorra-as, corte a ponta das folhas e reserve. Lave, retire as sementes e a pele dos tomates, pique-os e reserve. Lave, descasque e pique a cebola e o alho. Lave e pique a salsinha e o salsão e reserve. Aqueça a manteiga, doure a cebola e o alho, acrescente o tomate e cozinhe até dissolver, acrescente o sal, o pão amanhecido, a salsinha e o salsão. Recheie as alcachofras com a farofa de pão, finalize cada uma delas com o queijo ralado e leve ao forno gratinar

Rendimento: 4 Porções
Valor Calórico: 332 kcal
Peso da porção: 280g
Tempo de preparo: 50 min

Fonte: Assessoria de Comunicação Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

A importância de consumir proteínas vegetais e como incluí-las na alimentação

Nutrientes são responsáveis pela construção e elasticidade dos tecidos, transporte de substâncias, composição de anticorpos e regulação hormonal no organismo

As proteínas fazem parte de um grupo de nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo. Participam da construção e manutenção dos músculos, transportam substâncias como minerais, açúcares, colesterol e oxigênio, ajudam na formação das células de defesa, compõe e regulam hormônios, entre outras tarefas.

E quando falamos das proteínas vegetais, a contribuição pode ser ainda maior, uma vez que sua digestão e absorção são mais rápidas, possuem pouca gordura, são livres de colesterol ruim (LDL), são ricas em fibras e nutrientes. Algumas delas ainda possuem isoflavonas, que podem ajudar a prevenir doenças cardíacas e alguns tipos de câncer.

Alimentos como sementes de gergelim, grão de bico, lentilha, quinoa, ervilha e soja apresentam grandes concentrações de proteína, podem e devem ser incluídos na alimentação, tanto de vegetarianos e veganos, como de pessoas que consomem também alimentos de origem animal, mas buscam um estilo de vida saudável, com refeições completas e nutritivas.

Aos que procuram maneiras de inserir esse tipo de nutriente na dieta, o SupraSoy conta com uma linha completa de produtos à base de proteína vegetal. São seis opções: Original (também disponível nos sabores chocolate, banana e iogurte), Light e Nature, que também podem ser utilizados como substitutos do leite de vaca, uma vez que são fonte de cálcio, elemento fundamental para a boa saúde dos ossos. Todos os produtos são enriquecidos com vitaminas, minerais, não possuem glúten nem lactose e podem ser consumidos como bebidas, adicionando água, ou utilizados no preparo de diversos pratos doces e salgados.

E pensando em tornar esse consumo ainda mais prazeroso, com refeições saborosas e práticas, o SupraSoy preparou algumas receitas que podem servir de inspiração. Confira:

Muffin de Brócolis e Queijo

Ingredientes
Recheio:

200 g de brócolis
1 colher (chá) de Azeite Extravirgem Nova Oliva
Sal e pimenta-do-reino a gosto
1 cebola média picada

Massa:
2 ovos
½ xícara (chá) de farinha de trigo
¼ de xícara (chá) de Azeite Nova Oliva Extravirgem
2 colheres (sopa) de amêndoas picadas
100 g de queijo parmesão sem lactose ralado
Sal e pimenta-do-reino a gosto
1 colher (chá) de fermento em pó
½ colher (sopa) de SupraSoy Sem Lactose Original
60 ml de água
Azeite para untar

Modo de Preparo
Recheio: em uma panela com água fervente, cozinhe os brócolis por 1 minuto, escorra-os e pique-os. Em uma frigideira, aqueça o Azeite Nova Oliva Extravirgem e refogue os brócolis junto com a cebola. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Deixe esfriar.
Massa: em uma tigela, bata ligeiramente os ovos e adicione a farinha, o azeite, as amêndoas, o queijo parmesão, o SupraSoy Sem Lactose Original dissolvido na água, o sal, a pimenta-do-reino, o fermento e misture bem.
Montagem: misture a massa com o recheio e coloque-os em forminhas para muffins, untadas com um pouco de azeite. Preaqueça o forno e asse a 280° C até dourarem. Sirva acompanhado de uma salada.

Penne com Shitake e Molho Branco

Ingredientes
Massa
500 g de macarrão penne cozido al dente

Refogado
2 colheres (sopa) de Azeite Nova Oliva Extravirgem
1 cebola pequena picada
1 dente de alho picado
150 g de cogumelos shitake cortados em tiras
2 talos de alho-poró cortados em tiras
Folhas de salsa a gosto

Molho
½ xícara (chá) de SupraSoy Light Zero Lactose dissolvido em 600 ml de água
4 colheres (sopa) de Azeite Nova Oliva Extravirgem
½ cebola picada
1 colher (sopa) de farinha de trigo
Sal e pimenta-do-reino a gosto
¼ de colher (chá) de noz-moscada ralada

Modo de Preparo
Refogado: em uma frigideira, aqueça o Azeite Nova Oliva ExtraVirgem e doure a cebola com o alho. Adicione os cogumelos shitake e refogue até que fiquem macios. Acrescente os talos de alho-poró, misture bem até murcharem e reserve.
Molho: em um recipiente, dilua o SupraSoy Light Zero Lactose na água. Em uma panela, aqueça o azeite e doure a cebola. Coloque em fogo baixo, polvilhe a farinha e deixe dourar. Aos poucos, e sem parar de mexer, acrescente o SupraSoy já preparado, tempere com o sal, a pimenta-do-reino e a noz-moscada. Cozinhe até engrossar, sem parar de mexer.
Finalização: sirva o macarrão penne com o molho branco bem quente e o refogado de shitake. Decore com folhas de salsa.

Dica: você pode substituir o penne por qualquer tipo de massa e, se preferir, quando o molho branco estiver pronto, para incrementar, acrescente 2 colheres (sopa) de pesto.

Smoothie Prático de Morango

Ingredientes
6 colheres (sopa) de SupraSoy Sem Lactose Sabor Iogurte dissolvido em 500 ml de água gelada
300 g de morangos sem talos, lavados e congelados
1 banana cortada em rodelas e congelada
Geleia de morango a gosto
Folhas de hortelã para decorar

Modo de Preparo
Dissolva o SupraSoy Sem Lactose Sabor Iogurte na água bem gelada, conforme o modo descrito na embalagem e reserve. Em um liquidificador, coloque os morangos, as rodelas de banana e, aos poucos, adicione o SupraSoy já dissolvido. Bata até adquirir uma mistura firme e homogênea.

Montagem
Em copos ou vidros de sua preferência, espalhe um pouco de geleia e coloque o smoothie. Para finalizar, decore com folhas de hortelã e sirva em seguida.

Dica: você pode substituir a geleia por outro sabor de sua preferência. Esta receita é ideal para um lanche saudável em um dia quente.

Cuscuz de Tapioca

Ingredientes

Calda:
1 xícara (chá) de SupraSoy Sem Lactose Original (130 g)
½ xícara (chá) de açúcar (80 g)
½ xícara (chá) de água quente

Cuscuz de Tapioca:

½ xícara (chá) de leite de coco (100 ml)
¼ de xícara (chá) de SupraSoy Sem Lactose Original (32 g)
2 colheres (sopa) de açúcar
¼ de xícara (chá) de coco ralado
1 xícara (chá) de tapioca granulada
Coco fresco para decorar

Modo de Preparo
Calda:
coloque no liquidificador o SupraSoy Sem Lactose Original, o açúcar, e a água e bata por 1 minuto. Passe para uma molheira e leve à geladeira até a hora de servir.
Cuscuz de tapioca: em uma panela, misture o leite de coco, SupraSoy Sem Lactose Original, o açúcar e leve ao fogo médio até levantar fervura. Despeje sobre a tapioca granulada e deixe-a hidratando por 30 minutos. Junte o coco ralado, misture e coloque em uma assadeira pequena (18 x 28 cm), apertando bem com as costas de uma colher. Polvilhe com o coco fresco, corte em quadrados e sirva com a calda gelada.

Dica: se preferir, sirva o cuscuz de tapioca com leite de coco adoçado.

Panna Cotta de Damasco

Ingredientes

Panna cotta:
4 colheres (sopa) de SupraSoy Sem Lactose Original dissolvido em 400 ml de água
200 g de creme de leite sem lactose
¼ de xícara (chá) de açúcar
1 colher (chá) de essência de baunilha
2 envelopes de gelatina em pó sem sabor

Calda:
350 g de geleia de damasco
6 colheres (sopa) de água

Modo de Preparo
Panna cotta: em um liquidificador, bata o SupraSoy Sem Lactose Original dissolvido na água, o creme de leite e o açúcar. Transfira a mistura para uma panela e adicione a essência de baunilha. Leve ao fogo, e, após ferver, reserve e deixe esfriar. Prepare a gelatina de acordo com as instruções da embalagem, acrescente a mistura e distribua em copinhos, deixando espaço suficiente para completar com a calda. Leve para gelar até ficar firme.
Calda: Coloque a geleia em uma tigela pequena e misture bem com a água, formando uma calda. Distribua a calda sobre a panna cotta e sirva.

Dica: para a calda, use geleia de frutas vermelhas ou com o sabor de sua preferência.

Fonte: Josapar

Profissionais alertam para o alto consumo de açúcar

Com mais tempo em casa e aumento de pedidos de refeições, ingestão de açúcar passou dos 68%

A pandemia de Covid-19 alterou vários hábitos entre os brasileiros. Muitas pessoas passaram a trabalhar na modalidade de home office, outras em modelos híbridos e tantas outras já retomaram suas atividades presenciais.

O fato é que com mais tempo em casa, muitas ações que faziam parte do dia a dia se transformaram, uma das consequências foi o elevado consumo de açúcar. A pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz em parceria com as universidades de Minas Gerais (UFMG) e de Campinas (Unicamp), mostrou que praticamente a metade das mulheres, por exemplo, estão consumindo chocolates e doces em dois ou mais dias da semana.

O estudo realizado com mais de 40 mil brasileiros mostrou que esse aumento representa 7% a mais do que antes da pandemia. Outros 63% dos entrevistados afirmaram que consomem doces duas vezes por semana ou mais.

Para o endocrinologista credenciado da Paraná Clínicas, empresa do Grupo SulAmérica, Caoê Indio do Brasil Von Linsingen os açúcares são importantes para o bom equilíbrio do organismo, mas precisam de moderação. “Os açúcares são fontes importantes de energia e contribuem com a palatabilidade da dieta, mas moderação é fundamental. O excesso contribui para ganho de peso e pode também precipitar diabetes nas pessoas predispostas”, esclareceu.

A Organização Mundial de Saúde (OMS), recomenda que no máximo 10% das calorias diárias devem vir do consumo de açúcar. Considerando uma média de 2.000 calorias ao dia, essa taxa equivale a 50 gramas de açúcar por dia (aproximadamente dez colheres de chá).

Outra pesquisa que tem chamado a atenção dos médicos foi publicada em setembro e realizada nos Estados Unidos. O estudo produzido pelo Centro de Controle de Doenças dos EUA, com mais de 400 mil pacientes, mostrou uma elevada taxa de índice de massa corporal (IMC) das crianças e adolescentes durante a pandemia de Covid-19. Segundo o estudo, a proporção estimada de pessoas com obesidade aumentou de 19,3% em agosto de 2019 para 22,4% em agosto do ano passado.

Um dos fatores que levaram a esse aumento pode ser o maior período em casa e o aumento dos pedidos de comida por meio de aplicativos. “Geralmente, a pessoa pede a refeição e já coloca um refrigerante, um suco ou uma sobremesa já aproveitando o mesmo pedido. Há ainda locais que oferecem a bebida como combo da refeição. Outra possibilidade é que as pessoas podiam fazer um bolo para comer a tarde, por exemplo, fazer um docinho. Hábitos que antes não faziam parte do dia a dia do trabalho nas empresas e escritórios”, contou o médico.

Outro fator que pode ter contribuído para esse elevado consumo é a falta de atividade física, além das crises de ansiedade, estimuladas, muitas vezes, pelo longo período de distanciamento das pessoas e outras situações comportamentais.

É possível notar também esse consumo excessivo entre as crianças: “A interrupção das aulas pode ter contribuindo para essa situação. Os pesquisadores observaram que durante a pandemia as crianças provavelmente estavam longe de ambientes escolares estruturados e podem ter experimentado aumento do estresse, horários irregulares de refeições, menor acesso a alimentos nutritivos, aumento do consumo de ultraprocessados, aumento do tempo de tela e menos oportunidades de atividade física. Essas mudanças foram mais pronunciadas entre crianças do ensino fundamental de 6 a 11 anos, cuja taxa de mudança de IMC mais do que dobrou em comparação com a taxa pré-pandemia”, enfatizou Von Linsingen.

Cuidados redobrados

Foto meramente ilustrativa: Cait’s Place

Além da quantidade usual, é preciso que as pessoas que já possuam diabetes fiquem atentos a esses níveis, pois o consumo elevado de açúcares pode descompensar a doença. Engana-se quem acha que apenas os alimentos processados ou ultraprocessados possuem altas taxas de açúcar, já que fazem parte do grupo de alimentos chamado de carboidratos.

Dentro dessa grande classificação alimentar, os carboidratos são separados em simples e complexos. O primeiro de mais fácil digestibilidade está presente em produtos como pães, bolos, biscoitos, açúcar refinado, sucos e refrigerantes. Já os complexos têm absorção mais demorada pelo organismo, são mais saudáveis e estão presentes nos arrozes, massas integrais, aveias e outros.

Reeducação

Mesmo com os mais saudáveis é preciso ficar atento à quantidade. Para Von Linsingen, é importante reduzir o consumo e respeitar o corpo. “Reduzir essa porcentagem para 5% (25 gramas ou 5 colheres de chá) é ainda melhor para a saúde. Lembrando que essa quantidade abrange tanto os açúcares adicionados nos alimentos processados e ultraprocessados, quanto nos açucares naturalmente presentes nos alimentos. Um desafio e tanto para o momento em que vivemos, com alterações na rotina e consequente aumento na ansiedade. O doce acaba vindo como uma recompensa”, explicou.

Para a nutricionista credenciada pela Paraná Clínicas, empresa do Grupo SulAmérica, Fernanda Gularte, a redução precisa ser lenta e gradativa para que o paciente não obtenha ainda mais vontade de consumir. “Muitas pessoas se empolgam no início da dieta e com o passar do tempo, começam a sofrer com essas substituições. Por isso, é preciso ir aos poucos, com paciência e criar um planejamento, para que assim, o objetivo seja alcançado”, enfatizou a profissional.

Para isso, a profissional separou algumas dicas:

-Reduza as bebida açucaradas
-Troque o tipo de chocolate para 60% cacau ou mais, e saiba o melhor horário de comer
-Reduza o açúcar do café

Fonte: Paraná Clínicas

Duckbill lança cardápio refrescante para a primavera

No início deste ano, a Duckbill Cookies & Coffee, rede de franquias especializada em cookies e coffee shop, passou a trabalhar com as campanhas anuais: Verão, Outono, Inverno, Primavera e Natal. Estamos na primavera e para comemorar a estação, a rede lançou um cardápio refrescante que está disponível em todas unidades da rede.

As novidades estão presentes nas mais de 100 unidades em funcionamento pelo Brasil e podem ser consumidas presencialmente ou através do pedido feito pelo iFood.

Duckbill Primavera Refrescante:

Violet Tea: base de limonada italiana e xarope de flor de violeta no shaken, chá de camomila e bastante gelo servidos de forma a criar um degradê de violeta para um leve dourado. Uma bebida refrescante, muito aromática e levemente cítrica.

Passion Lemonade: base de limonada italiana, xarope de maracujá vermelho, bastante gelo e um toque de caramelo servidos diretamente no copo para realçar suas cores vibrantes.

Freshen Pêssego: base de limonada italiana, xarope de pêssego, chá de capim cidreira e bastante gelo no shaken. Uma bebida bem suave, com uma doçura ímpar e um aroma inconfundível de cidreira bem presente.

Lemon Cold Brew: nosso maravilhoso café Duckbill infusionado por 12 horas. Com um paladar leve, refrescante, com doçura e acidez perfeitos misturados com nosso xarope de limão siciliano e muito, muuuito gelo!

Informações: DuckBill Cookies & Coffee

Dia Mundial da Alimentação: o papel do plant-based para uma vida mais saudável

Nutricionista da Superbom explica os benefícios de uma alimentação livre de produtos de origem animal

No último sábado, 16 de outubro, comemoramos o Dia Mundial da Alimentação. E é importante notar que cresce cada vez mais no Brasil o número de adeptos a uma alimentação que prioriza a remoção total ou parcial dos alimentos de origem animal, como forma de zelar não somente pelo meio ambiente, mas também pela saúde.

Mesmo que para alguns pareça ser uma mudança muito difícil, sabendo fazer as adaptações de forma correta e mantendo um cardápio saudável e nutritivo, é possível introduzir o novo hábito alimentar de uma forma mais prazerosa e simples.

Dados divulgados pelo Índice de Alimentação Saudável (HEI-2010) apontam que a dieta vegana (ou plant-based) possui o melhor índice de valor nutricional dentre as analisadas. Já a onívora, que conta com a ingestão de carnes, por outro lado, foi a indicada com o menor valor nutricional. Os estudos mostram que as alimentações pescovegetariana – quando peixes e frutos do mar são as únicas proteínas animais consumidas -, vegetariana e especialmente a vegana geram um Índice de Massa Corporal (IMC) abaixo das onívoras, sendo ideais para o combate da obesidade e aos malefícios causados por ela. Quando questionada sobre táticas de aderir a uma alimentação plant-based, Cyntia Maureen, nutricionista da Superbom , marca pioneira na produção de alimentos saudáveis, explica:

“Uma opção para os que buscam dar início ao novo estilo de alimentação é começar de uma forma mais sutil, através da ‘segunda sem carne’, por exemplo. Esse movimento consiste em se alimentar apenas de alimentos vegetais ao menos uma vez na semana. A ideia é que, aos poucos, as pessoas aumentem o número de refeições sem derivados de origem animal até que, quando se perceba, tenham virado vegetarianas ou até mesmo veganas. Com uma introdução mais gradativa, fica mais fácil de não desistir”.

A profissional continua e explica que, ao retirar a carne da alimentação, é fundamental investir nas leguminosas – fontes de proteína vegetal. Feijões, grão-de-bico, lentilha, ervilha, além de hortaliças verdes escuras, como brócolis, rúcula, couve e espinafre, estão entre as opções que podem fazer parte do novo cardápio. “É muito importante experimentar e incluir de tudo um pouco. A alimentação precisa ser colorida com as cores da natureza. Sendo assim, a dieta também deverá ser preenchida com verduras e legumes, como couve, abóbora cenoura, alface, couve-flor e carboidratos, como cereais ou tubérculos. O céu é o limite”, pontua Maureen.

Por fim, a profissional explica que, além da transição ser feita de forma gradual, é muito importante o acompanhamento de um nutricionista: “ele poderá auxiliar para que sejam feitas as substituições adequadas, o que evita a deficiência de algum nutriente no organismo e, consequentemente, no desenvolvimento de alguma enfermidade”.

Os produtos Superbom presentes nas receitas podem ser encontrados no Mercado Livre, Magalu, Shopee e mais de 25 mil pontos de vendas físicos ao redor do Brasil.

5 maneiras de evitar o desperdício de alimentos e ajudar o planeta*

Um dos maiores problemas que assolam o mundo é o desperdício de alimentos. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, cerca de 1,3 bilhão de toneladas é perdido ou vai para o lixo, impactando a insegurança alimentar no mundo, número que corresponde a um terço de todos os alimentos produzidos globalmente.

É um cenário difícil de entender especialmente quando temos a sorte de ter comida na geladeira ou na despensa sempre que sentimos fome. Mas esse privilégio também pode nos inspirar a fazer escolhas mais conscientes.

Uma pesquisa conduzida pela Herbalife Nutrition nos Estados Unidos sobre dietas a base de plantas mostrou que 40% das escolhas alimentares dos entrevistados são motivadas pelo interesse em ser mais ecologicamente correto. Reduzir o desperdício de alimentos é uma ação adicional e simples que pode ter um grande efeito.

Como causar um impacto positivo

Existem várias maneiras de reduzir o desperdício de alimentos e viver de forma mais sustentável. Confira cinco delas:

Planeje com antecedência


Preparar refeições nutritivas para a semana ou planejar o menu do próximo encontro em família são ótimas maneiras de garantir que você prepare apenas a comida que irá consumir e evitar servir quantidades além do que seus convidados podem comer.

Considere cozinhar com ingredientes mais sustentáveis

As pessoas estão buscando dietas baseadas em vegetais por muitas razões. Dentre elas: saudabilidade, perda de peso e preocuação com o meio ambiente. Para aqueles que estão começando, um cardápio flexível, baseado principalmente em vegetais com a inclusão ocasional de carnes, aves, peixes ou ovos, pode ser um bom início e é uma ótima maneira de manter uma dieta saudável e equilibrada. Ao mesmo tempo, ajuda a proteger o meio ambiente, reduzindo a energia e os recursos que a produção da carne vermelha requer.

Proporcione adequadamente o alimento em seu prato

Foto: Stocksnap/Pixabay

Deixe as panelas sobre o fogão e se sirva na cozinha. Este simples hábito evita a sobra de alimentos no prato. Com os pratos servidos na mesa é muito mais fácil colocar “apenas mais uma colherada”, que pode acabar sobrando. Aliás, os restos deixados no prato são uma das maiores fontes de desperdício de alimentos que acabam no lixo. Isso ainda ajuda a controlar as porções.

Reaproveite os alimentos que estão prestes a estragar

Christopher Chilton/Pixabay

Existem muitas maneiras de aproveitar os alimentos perecíveis, mesmo quando eles começam a parecer um pouco “tristes”. Quando seus tomates ficarem moles demais para serem usados na salada, considere transformá-los em molho caseiro. As bananas estão ficando marrons e moles? Descasque e congele para usar como ingrediente saudável para preparar deliciosos smoothies. Sopas, refogados e saladas também são ótimos pratos que podem incluir diferentes ingredientes com vida útil mais curta.

Doe o excedente para quem precisa

Foto: Onehundreddollarsamonth

Quando for organizar a despensa, considere doar os alimentos não perecíveis extras para bancos de alimentos e instituições de caridade locais. E da próxima vez que for limpar a geladeira, o freezer ou a despensa, preste atenção no que você jogou fora e faça um esforço para reduzir o desperdício de alimentos no futuro.

*Por Susan Bowerman, Diretora Sênior Global de Educação e Treinamento em Nutrição da Herbalife Nutrition

Confira seis benefícios da kombucha

A expert Ju Fuscaldo, da Experiências do Chá, empresa especializada na produção de kombuchas artesanais, esclarece os principais benefícios encontrados na bebida probiótica fermentada

Kombucha é uma bebida de origem chinesa que vem se popularizando entre aqueles que querem uma vida mais saudável. A produção é feita pela fermentação do S.C.O.B.Y., colônia de bactérias e leveduras que proporciona ao organismo uma série de benefícios.

De acordo com Ju Fuscaldo, especialista em chás e fundadora da Experiências do Chá, existem muitas qualidades probióticas encontradas no produto. “A Kombucha produz enzimas que auxiliam na digestão e tem vitaminas do complexo B e K, provenientes para o processo metabólico dos microrganismos. Outro ponto importante é que seu consumo regular faz com que os tecidos recebam mais oxigênio e a partir daí consigam produzir mais energia” comenta.

Confira mais benefícios encontrados na kombucha:

HealthLine

Kombucha fortalece o sistema imunológico e combate o envelhecimento precoce
Por ser uma bebida probiótica e com ação antioxidante é um ótimo complemento para a dieta detox. Auxilia na imunidade do corpo, pois deixa o organismo menos suscetível a doenças. Além de melhora na ingestão e absorção de nutrientes, combatendo assim a ação dos radicais livres contra o envelhecimento precoce.

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É um estimulante energético
Como possui o ferro, que é liberado durante o processo de fermentação, acaba sendo responsável por melhorar o transporte de oxigênio no sangue. Também tem uma pequena quantidade de cafeína, o que faz dela um estimulante para a produção de energia no nosso organismo.

Foto: BenefitsHeader

Bebida pode funcionar como antibiótico natural
A kombucha possui uma série de bactérias benéficas à saúde, ao consumir a bebida é possui destruir as ruins, que por sua vez podem causar infecções e intoxicação alimentar.

Kombucha ajuda contra inflamações
Uma dieta rica em fermentados, como a Kombucha, contribui de forma marcante com a redução de 19 compostos inflamatórios, entre eles a interleucina-6, que tende a desencadear diabetes tipo 2 e a artrite reumatoide.

Ótima para as articulações
Entre os nutrientes encontrados no produto estão a glucosaminas, responsável pela produção do ácido hialurônico, que previne a dor nas articulações e consegue preservar justamente a produção do colágeno.

Ilustração: Sepalika

Melhora o sistema digestório
Os micro-organismos presentes na fermentação da Kombucha ajudam na saúde intestinal, evitando incômodos, como a prisão de ventre e a diarreia. Ela produz enzimas que combatem o mal-estar digestivo.

Sobre a Experiências do Chá

Idealizada e liderada pela empresária e especialista em chás, Ju Fuscaldo, a Experiências do Chá é uma empresa especializada na cultura dos chás e na fabricação de Kombucha, bebida probiótica fermentada, saborosa, à base de chás, feita de forma artesanal, sem nenhum aditivo químico, e com todos os benefícios para o organismo preservados, disponíveis nos sabores: maçã e amora; pêssego, papaia e damasco; framboesa, hibisco e menta; original Camellia Sinensis e alfarroba e rooibos.

As bebidas podem ser adquiridas pela loja virtual da Experiências do Chá e no comércio varejista. A companhia possui fábrica na cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro, o local é aberto ao público, com agendamento prévio, e oferece aos visitantes uma experiência sensorial. A empresa também realiza workshops presenciais e on-line com conteúdos sobre todo o universo dos chás.

Fonte: Experiências do Chá

Rotina alimentar diferente para quem tem diabetes é mito?

Aplicativo mostra que alguns cuidados permitem uma vida sem restrições

Conviver com o diabetes atualmente já não é uma tarefa tão difícil quanto foi no passado. Com a ajuda da tecnologia, é possível monitorar índices de glicemia ao longo do dia e ajustar as doses de insulina de acordo com a alimentação e a rotina.

Segundo levantamento do aplicativo Glic, plataforma gratuita que conecta quem tem diabetes à equipe de saúde para facilitar a evolução da prescrição médica, o arroz, por exemplo, que já foi considerado um carboidrato vilão, é um dos alimentos mais consumidos pelos usuários da plataforma. Isso demonstra que, com os cuidados adequados, a rotina alimentar de quem tem diabetes não precisa ser diferente da rotina de quem não tem, sendo possível comer arroz, feijão, pão, queijos, ovos e frutas sem problemas. O importante é seguir monitorando em tempo real o que foi consumido para ajustar a glicemia.

Claudia Labate, CEO do Glic, defende que a educação em diabetes para quem recebeu o diagnóstico deve ser o mais humanizada possível, para evitar que a pessoa caia na desinformação ou deixe de se cuidar, piorando o quadro. “Quando a pessoa recebe a confirmação de diabetes, ela passa a acreditar que viverá uma vida de restrições por conta de algumas desinformações que são compartilhadas. Porém, fazendo alguns ajustes necessários, ter diabetes passa a ter menos impacto na rotina e a pessoa consegue comer e beber sem qualquer tipo de bloqueio”, reforça.

Pensando em facilitar a rotina de quem convive com o diabetes, para que o autocuidado se torne um hábito, Claudia traz algumas dicas:


Tecnologia como aliada
Aplicativos de saúde são uma ótima solução para quem quer ter uma rotina mais controlada com o diabetes. Dentro do Glic, por exemplo, é possível anotar tudo que é consumido durante o dia, identificando as glicemias por horário. Assim, o próprio app pode ajustar as doses de insulina. A ferramenta também permite compartilhar os relatórios com o médico a qualquer momento, sem a necessidade de uma consulta.



Calcular carboidratos
Arroz, feijão, batata, macarrão, ovos e legumes estão entre os alimentos mais consumidos por quem tem diabetes. Para que não seja preciso cortar nada da alimentação, uma sugestão é utilizar uma calculadora de carboidratos para adequar o consumo e torná-lo o mais saudável possível. Com pequenos ajustes, pode-se evitar qualquer restrição ao longo da vida.


Bebida alcoólica de forma moderada
Bebidas alcoólicas possuem altas calorias e podem prejudicar a rotina de quem tem diabetes. É importante manter um consumo social moderado e nunca de estômago vazio, para evitar hipossuficiência.

Sobre o Glic
O Glic é o primeiro app para diabetes e acompanhamento de glicemia do Brasil, desenvolvido para auxiliar a rotina de cuidados com o diabetes, por meio de diversas funcionalidades como: consulta e registro de carboidratos, cálculo de dose de insulina, lembretes de medicamentos e registro de glicemia. Além de participar do dia a dia de quem tem diabetes e seus cuidadores, ele se conecta com a equipe médica em tempo real, por um prontuário eletrônico, permitindo decisões mais esclarecidas para o tratamento do paciente.

Dieta MIND ligada a melhor desempenho cognitivo – por Rubens de Fraga Júnior*

O envelhecimento afeta o corpo e a mente. Por exemplo, o tecido do cérebro humano envelhecido às vezes desenvolve aglomerados anormais de proteínas que são a marca registrada da doença de Alzheimer. Como você pode proteger seu cérebro desses efeitos?

Pesquisadores do Rush University Medical Center descobriram que idosos podem se beneficiar de uma dieta específica chamada dieta MIND, mesmo quando desenvolvem esses depósitos de proteína, conhecidos como placas amiloides e emaranhados, que são uma patologia encontrada no cérebro e se acumulam entre as células nervosas, normalmente interferindo nas habilidades de pensamento e resolução de problemas.

Desenvolvido pela falecida Martha Clare Morris, ScD, que era uma epidemiologista nutricional do Rush, e seus colegas, a dieta MIND é um híbrido das dietas mediterrânea e DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension). Estudos de pesquisa anteriores descobriram que a dieta MIND pode reduzir o risco de uma pessoa desenvolver a demência na doença de Alzheimer.

Agora, um estudo mostrou que os participantes do estudo que seguiram a dieta MIND moderadamente não apresentaram problemas de cognição, de acordo com um artigo publicado em 14 de setembro no Journal of Alzheimer’s Disease.

“Algumas pessoas têm placas e emaranhados suficientes em seus cérebros para ter um diagnóstico post mortem da doença de Alzheimer, mas não desenvolvem demência clínica durante a vida”, disse Klodian Dhana, MD, Ph.D., principal autor do artigo e professor assistente na Divisão de Geriatria e Medicina Paliativa do Departamento de Medicina Interna do Rush Medical College.

“Alguns têm a capacidade de manter a função cognitiva, apesar do acúmulo dessas patologias no cérebro, e nosso estudo sugere que a dieta MIND está associada a melhores funções cognitivas, independentemente das patologias cerebrais relacionadas à doença de Alzheimer.

Pesquisadores examinaram as associações de dieta – desde o início do estudo até a morte – patologias cerebrais e funcionamento cognitivo em idosos que participaram do Projeto de Envelhecimento e Memória em andamento do Rush Alzheimer’s Disease Center, que começou em 1997 e inclui pessoas morando na grande Chicago. Os participantes eram em sua maioria brancos sem demência conhecida, e todos concordaram em se submeter a avaliações clínicas anuais enquanto vivos, além de autópsia cerebral após sua morte.

Os pesquisadores acompanharam 569 participantes, que foram convidados a completar avaliações anuais e testes cognitivos para ver se haviam desenvolvido problemas de memória e julgamento. A partir de 2004, os participantes receberam um questionário anual sobre a frequência com que comeram 144 itens alimentares no ano anterior.

Usando as respostas do questionário, os pesquisadores deram a cada participante uma pontuação da dieta MIND com base na frequência com que os participantes comeram alimentos específicos. A dieta MIND tem 15 componentes dietéticos, incluindo 10 “grupos de alimentos saudáveis para o cérebro” e cinco grupos não saudáveis – carne vermelha, manteiga e margarina em barra, queijo, doces e tortas e frituras ou fast food.

Para aderir e se beneficiar da dieta MIND, uma pessoa precisaria comer pelo menos três porções de grãos inteiros, um vegetal de folhas verdes e um outro vegetal todos os dias – junto com uma taça de vinho – lanche quase todos os dias com nozes, e feijão dia sim, dia não, comendo aves e frutas vermelhas pelo menos duas vezes por semana e peixes pelo menos uma vez por semana. A pessoa também deve limitar a ingestão de alimentos não saudáveis designados, limitando a manteiga a menos de 1 1/2 colher de chá por dia e comendo menos de uma porção por semana de doces e tortas, queijo gordo integral e frituras ou fast food.

Com base na frequência de ingestão relatada para os grupos de alimentos saudáveis e não saudáveis, os pesquisadores calcularam a pontuação da dieta MIND para cada participante durante o período do estudo. Uma média da pontuação da dieta MIND desde o início do estudo até a morte do participante foi usada na análise para limitar o erro de medição. Sete medidas de sensibilidade foram calculadas para confirmar a precisão dos resultados.

“Descobrimos que uma pontuação mais alta na dieta MIND foi associada a melhores habilidades de memória e raciocínio, independentemente da patologia da doença de Alzheimer e outras patologias cerebrais comuns relacionadas à idade. A dieta parecia ter uma capacidade protetora e pode contribuir para a resiliência cognitiva em idosos”, disse Dhana.

“Mudanças na dieta podem afetar o funcionamento cognitivo e o risco de demência, para melhor ou para pior”, continuou ele. “Existem mudanças bastante simples na dieta e no estilo de vida que uma pessoa pode fazer que podem ajudar a desacelerar o declínio cognitivo com o envelhecimento e contribuir para a saúde do cérebro”.

Fonte: Klodian Dhana et al, MIND Diet, Common Brain Pathologies, and Cognition in Community-Dwelling Older Adults, Journal of Alzheimer’s Disease (2021). DOI: 10.3233/JAD-210107

*Rubens de Fraga Júnior é professor titular da disciplina de gerontologia da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná. Médico especialista em geriatria e gerontologia pela SBGG.

Nutróloga do Albert Einstein lança livro sobre alimentação anticâncer

Chegamos ao período do movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, mês da campanha do Outubro Rosa, quando a doença fica em evidência para discussão sobre prevenções e tratamentos relacionados também a outros tipos de câncer.

De acordo com dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer), órgão do Ministério da Saúde, o câncer de mama é a primeira causa de morte por câncer em mulheres no Brasil. Em 2019, a taxa de mortalidade por essa doença, ajustada pela população mundial, foi 14,23 óbitos/100.000 mulheres. As regiões sudeste e sul apresentam também as taxas mais elevadas (Inca, 2021). O câncer está associado à obesidade, ao sedentarismo, ao alcoolismo, além de fatores genéticos e familiares. Quando descoberto em fases iniciais é potencialmente curável. Por isso, a prevenção é a melhor aliada.

Em relação à importância do tema e números crescentes, a alimentação é um fator que está muito ligado a essa doença e é importante que seja dada a devida atenção para evitar o desenvolvimento do câncer ou até mesmo para que sejam encontradas formas de cuidar da saúde por meio dos alimentos adequados após o diagnóstico.

Andrea Pereira, médica nutróloga do Departamento de Oncologia e Hematologia do Hospital Israelita Albert Einstein, explica o papel da alimentação adequada no combate ao câncer e como ela pode contribuir e influenciar no sucesso do tratamento e prevenção de recidivas no paciente oncológico, sendo que o conhecimento é, com certeza, uma fonte de empoderamento do paciente e das famílias.

A especialista ressalta um ingrediente que ganhou destaque em estudos recentes devido aos seus benefícios à saúde: a cúrcuma. Nesse estudo foi analisado o poder da curcumina, um polifenol extraído da cúrcuma longa também conhecida como açafrão, em pacientes com câncer.

“É usado 400 mg de curcumina em pacientes caquéticos (com perda de peso marcante e perda de massa muscular) com câncer. O estudo é focado em câncer de cabeça e pescoço e com uso da curcumina foi observado um aumento de massa muscular e redução de massa gorda nesses pacientes. Isso melhora a qualidade de vida deles. Geralmente, o paciente caquético já está em estágios mais avançados do câncer, então o propósito é melhorar a qualidade de vida dele”, esclarece a nutróloga .

Uma outra grande vantagem da curcumina que ela destaca é o baixo valor. Então, essa seria uma forma de ganhar massa muscular, já que esse é um processo difícil e, além disso, a curcumina funciona também como um anti-inflamatório.

A médica nutróloga que também é adepta ao conhecimento como fonte de empoderamento, lançará no próximo dia 26 de outubro, o livro “Dieta do Equilíbrio – a melhor dieta anticâncer”, e estará ao vivo em uma live com a Oncologista Aline Hada, para fazer o lançamento oficial e bater um papo sobre nutrição e câncer das 20h às 21h. O evento será transmitido no Youtube, Instagram e Facebook da médica.

O livro é baseado em dados científicos para provar essa relação da nutrição com o câncer e traz informações relacionadas não só aos alimentos como também à influência de vitaminas, atividades físicas e até mesmo o papel das mídias sociais e da internet nessa orientação alimentar.

Sobre Andrea Pereira | @dra.andrea.nutrologia

Médica nutróloga, Andrea Pereira tem Doutorado pela Endocrinologia da Unifesp em Obesidade e Cirurgia Bariátrica, Pós-Doutorado concluído pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa e outro em andamento na Medicina Esportiva da USP. Ela é também médica nutróloga do Departamento de Oncologia e Hematologia do Hospital Israelita Albert Einstein, além de presidente e cofundadora da ONG Obesidade Brasil.

Andrea é membro da Comunidade Canadense de Terapia Nutricional, membro do Núcleo de Saúde Alimentar da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica e membro do Núcleo de Cuidado Paliativo e Suporte da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica. No consultório, atende casos de Nutrologia Esportiva, Geriátrica, Oncológica, Hospitalar, Obesidade, Gestantes e Preventiva.