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Cinco alimentos que fortalecem o sistema respiratório

Nutricionista explica quais nutrientes atuam no bom funcionamento pulmonar

Com o atual cenário do novo coronavírus, somado à queda de temperatura, que favorece o aparecimento de alguns problemas respiratórios como sinusite, rinite e gripes, é preciso ficar ainda mais atento quanto à saúde pulmonar. “Poucos sabem, o bom funcionamento do pulmão está fortemente ligado a uma boa alimentação e outros hábitos saudáveis”, explica Jessica Santos, nutricionista da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis.

Pesquisas realizadas pela Universidade de Harvard, apontam que as pessoas mais afetadas por problemas respiratórios possuem deficiências de determinados nutrientes, como vitaminas C e E, além de ácidos graxos. Por isso, a especialista selecionou alguns alimentos que agem no fortalecimento do sistema respiratório. Confira abaixo:

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Mel: o alimento apresenta vários nutrientes como vitaminas e minerais, além de ter flavonoides, que produzem ações antioxidantes e anti-inflamatórias no organismo, amenizando a tosse e irritação na garganta. “Apesar de seus inúmeros benefícios, pessoas com diabetes precisam consumir com cautela por ser calórico e rico em glicose”, afirma.

gengibre

Gengibre: a raiz é eficaz no combate aos vírus e às bactérias de gripes e resfriados por possuir propriedades anti-inflamatórias eficazes na “limpeza” pulmonar, aliviando os sintomas de doenças respiratórias leves e facilitando a respiração. “O gengibre pode ser incluído em sucos e chás, para potencializar os benefícios para a saúde e ter ao mesmo tempo bebidas saborosas”, sugere.

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Tangerina: a fruta cítrica é rica em vitamina C, responsável pelo aumento da imunidade e fortalecimento dos alvéolos pulmonares. Além da fruta in natura também é possível apostar no suco de tangerina.

linhaça

Linhaça: tem ação emoliente sobre as mucosas, aliviando sintomas de problemas respiratórios, como nariz entupido e coriza. “Pode ser usada em diversas receitas, desde sucos até bolo”, esclarece.

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Alho: rico em vitaminas do complexo B e sais minerais antioxidantes, como zinco e selênio, age na prevenção de infecções por bactérias, fungos e vírus, por isso é um poderoso aliado para evitar doenças respiratórias e aliviar os sintomas.

Sugestão de produtos

Méis Superbom

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Linha de méis da Superbom, disponíveis no tipo orgânico (330g), tradicional (330g) e composto em tubetes (200g) de eucalipto, geleia real e própolis. Ricos em nutrientes que trazem benefícios para a saúde, todos ajudam a fortalecer o sistema respiratório.

Suco de tangerina

tangerina

O suco de tangerina da Superbom Integral é um suco 100% fruta, por isso conservar o sabor da fruta tem o valor energético da vitamina C, que ajuda a prevenir inflamações no sistema respiratório.

Fonte: Superbom

Divino Fogão ensina a preparar pé de moleque

Quer saber como preparar um pé de moleque? O Divino Fogão te explica como. Aproveitando que, se não fosse a pandemia, estaríamos aproveitando as festas juninas e julinas, nada melhor que preparar um doce típico desta época. Confira:

Pé de Moleque

Ingredientes:
1 xícara de açúcar
1 xícara de amendoim torrado/sem pele
1 lata de leite condensado

Modo de preparo:
Leve ao fogo baixo o açúcar e o amendoim, mexendo sempre até o açúcar caramelizar, sem deixar escurecer. Adicione o leite condensado em fio e mexa com colher de cabo longo, por cerca de 15 minutos ou até a massa se desprender do fundo da panela. Unte uma superfície lisa de mármore ou uma assadeira com manteiga, despeje a mistura e nivele com a ajuda de uma espátula ou rolo de massa. Deixe esfriar e corte em losangos.

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Tempo de Preparo: 1 hora
Rendimento: 30 porções
Fonte: Divino Fogão

Horta medicinal é benéfica para a saúde e o bem-estar

Professor Naturopata explica quais plantas podem tornar sua vida mais saudável

Muitas pessoas passaram a cuidar melhor das plantas e a se interessar mais em ter um pouco de natureza no lar a partir da permanência em casa em razão do distanciamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus.

Ter uma horta em casa é algo muito prazeroso e pode até ser terapêutico, pois as plantas fazem com que o ambiente adquira uma beleza natural, tornando-o mais leve e aconchegante. Além de contribuir com a decoração, o jardim pode conter plantas que são benéficas para a saúde física e psicológica, o que promove melhorias no bem-estar da família toda.

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Segundo Daniel Alan Costa, professor de fitoterapia na Escola de Educação Permanente do Hospital das Clínicas/Faculdade de Medicina da USP, naturopata e acupunturista especializado em Bases de Medicina Integrativa pelo Hospital Albert Einstein e diretor da Escola Brasileira de Naturopatia, as plantas filtram os poluentes presentes no ar, além de removerem gases que são tóxicos para a saúde e bem-estar.

“Há muitas espécies que são indicadas como um tratamento integrativo para aumentar a imunidade e tratar problemas de saúde como dores de cabeça, estresse, doenças no sistema digestivo e também nas vias respiratórias como gripes, resfriados, bronquite e até mesmo pneumonia”, destaca o naturopata.

Neste ponto, as espécies que mais se destacam e que podem ser cultivadas em casa são:

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Foto: CreativeCommons

Manjericão – além de ser rico em vitaminas, o manjericão também tem propriedades antibacterianas, antioxidantes, antiespasmódicas e digestivas e pode ser usado em saladas, massas, sopas e outras receitas. Também fica ótimo para aromatizar o azeite, por exemplo.

tomilho

Tomilho – fácil de ser plantado, o tomilho tem propriedades que ajudam o sistema respiratório, combatendo tosse e bronquite, além de melhorar infecções na boca e ouvido. Pode ser usado como chá, tempero ou com seu óleo essencial.

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Lavanda – a lavanda ou alfazema traz benefícios calmantes para o emocional, ajudando no combate ao estresse, ansiedade e insônia. Além disso, tem propriedades anti-inflamatórias, ajudando a melhorar peles com acne ou desidratadas, revigorando as células. Pode ser usada como óleo ou como chá.

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Foto: Maria Mas/Morguefile

Hortelã – muito utilizada para tratar problemas da garganta, a ingestão da hortelã pode ser feita tanto em forma de chá quanto ser adicionada em canja, sopas e outros pratos refogados.

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Foto: MGD©

Alecrim – a essência de alecrim ajuda a estimular o cérebro e melhorar a memória, já a sua ingestão em receitas como no pão ou em chás auxilia no tratamento de dores reumáticas e contusões, no combate a problemas respiratórios, além de equilibrar a pressão arterial e reduzir o estresse.

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Erva doce – Foto: Hheidi/Pixabay

Diversas outras espécies também podem ser utilizadas como um tratamento alternativo, como funcho doce, camomila, melissa (erva cidreira) e erva-doce. “Os recursos das plantas são muito valiosos para saúde, pois agem de forma natural no organismo humano, e raramente causam efeitos colaterais”, finaliza o naturopata.

Fonte: Daniel Alan Costa é especialista em Bases de Medicina Integrativa pelo Albert Einstein, professor de fitoterapia na Escola de Educação Permanente do Hospital das Clínicas/Faculdade de Medicina da USP, Naturopata, Acupunturista membro da WFCMS (World Federation Chinese Medicine Societies), coordenador do curso de pós-graduação em Naturopatia da UNIP e diretor da EBRAN – Escola Brasileira de Naturopatia.

No Dia do Chocolate, aprenda novas receitas com a guloseima

 

Chocolate com frutas: conheça combinações cheias de sabor

Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti, sugere as melhores misturas para os amantes do doce. A profissional também informa o passo a passo de duas receitas práticas e deliciosas com o alimento para celebrar o Dia Mundial do Chocolate, comemorado hoje (7).

Em 2019, o Brasil produziu cerca de 277 mil toneladas de chocolates no primeiro trimestre do ano. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), o volume foi 2,5% superior ao mesmo período do ano anterior. Na época, o país ocupava o sexto lugar no ranking global de vendas no varejo.

Popular em diversos países, o produto já possui até data comemorativa! Por ser tão querido nos quatro cantos do mundo, anualmente é celebrado o Dia Mundial do Chocolate, no dia 7 de julho. Esse carinho pelo doce pode ser explicado pelo seu excesso de sabor e, também, por trazer a sensação de bem-estar por conta da sua composição que possui feniletilamina, substância responsável por ativar a liberação de dopamina no cérebro.

Além de ser delicioso e, como citado anteriormente, trazer benefícios para a mente, o chocolate é extremamente versátil, pois permite a sua mistura com diferentes alimentos. Renata conta que as frutas são as combinações ideais, pois agregam fibras, vitaminas e também aumentam a saciedade na hora da ingestão.

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“O interessante nessa mistura é que o sabor adocicado rende mais por estar ‘diluído’ nas frutas. Além disso, o azedo contrasta muito bem com o chocolate, inclusive nas versões mais amargas”, complementa.

Entre as sugestões da nutricionista, morangos, uvas e kiwis são indicados para serem banhados em chocolate derretido. Lascas de coco seco e rodelas de banana nanica também entram como apostas interessantes na hora de fazer as misturas.

Para os dias de inverno, a profissional indica maçã e pera fatiadas para serem aquecidas no micro-ondas e combinadas com chocolate ao leite. Já os que preferem frutas secas podem unir damascos e oleaginosas, como as castanhas do Pará, com o chocolate derretido.

Guirau informa que é possível inserir o chocolate em uma dieta equilibrada, entretanto, frisa a importância de estar atento à quantidade e à qualidade na hora do consumo. Chocolates mais amargos, por exemplo, possuem mais cacau e menos açúcar, portanto, são indicados para o dia a dia. Ainda assim, é importante estar atento às porções.

“O excesso de qualquer tipo de chocolate é prejudicial à saúde, mas é possível manter o contexto de uma alimentação equilibrada com o consumo entre 10g e 20g por dia. Outra sugestão é optar pelo alimento na forma de sobremesa, após almoço ou jantar. Isso ajuda a reduzir a carga glicêmica que, por sua vez, fica maior quando ingerimos açúcar”, explica.

Versões saudáveis

De acordo com a revisão científica apresentada no Reviews in Cardiovacular Medicine, em 2018, os efeitos do cacau nos nossos organismos mostram que os flavonoides presentes no cacau, conhecidos como compostos bioativos, possuem ação antioxidante e ajudam a reduzir marcadores de inflamação. Isso significa que alguns fatores de risco para doenças cardiovasculares podem ser minimizados com o consumo de fontes de cacau.

“Versões acima de 85% de cacau já apresentam uma quantidade mais baixa de açúcar e mais alta de cacau e seus compostos antioxidantes. Apostar em chocolates com versões adoçadas com produtos naturais também são boas opções”, informa Guirau.

Além disso, a profissional informa que, na hora da escolha do alimento, é indicado optar por produtos com menos ingredientes na composição.

Agora que você já tem todas as dicas sobre o consumo do chocolate, confira duas receitas deliciosas para desfrutar o alimento com frutas maduras:

Creme de Coco com Chocolate

Creme de Chocolate com coco (002)

Ingredientes:
2 xícaras de polpa de coco verde batida no mixer
1 xícara de chocolate meio amargo

Modo de preparo:
Derreta o chocolate em banho maria e misture com o coco batido. Coloque em taças e leve para gelar.

Picolé de Maracujá com Cobertura de Chocolate

Picole de maracuja (002)

Ingredientes
Polpa de 1 maracujá
2 colheres de sopa de açúcar
200 ml de água
100g de chocolate ao leite
1 colheres de sopa de óleo de coco

Modo de preparo:
Faça um suco com o maracujá, a água e o açúcar. Coloque em forminhas de picolé e leve ao freezer. Derreta o chocolate em banho maria e misture com o óleo de coco, formando uma calda. Desenforme os picolés e cubra com a calda de chocolate. Leve novamente ao freezer por pelo menos 1 hora antes de servir.

Aventure-se com uma receita inovadora

Para os apreciadores da iguaria, não existe nada melhor do que uma receita especial para comemorar a data. Pensando nisso, a Black+Decker, marca líder no mercado, desenvolveu um empada de chocolate com recheio de brigadeiro gourmet que promete agradar todos os paladares. Vamos lá?

Empada de Chocolate com Recheio de Brigadeiro Gourmet

doce chocolate

Ingredientes

Massa:
• 550g de farinha de trigo
• 50g de coco
• 75g de cacau em pó 50%
• 325g de margarina
• 125g de gema de ovo
• 50g de óleo de coco

Recheio:
• 2 latas de leite condensado
• 100g de chocolate meio amargo
• 100g de creme de leite
• 40g de margarina
• 80g de chocolate em pó 50%

Modo de Preparo

Massa:
Em um bowl, misture os ingredientes secos, faça um orifício no centro e agregue a margarina, as gemas e o óleo de coco, misture os ingredientes até formar uma massa lisa. Em seguida, coloque um plástico e leve a geladeira por 30 minutos. Coloque a massa em formas de empada, recheie com o brigadeiro e cobra, leve ao forno de 20 a 25 minutos, deixe esfriar. O próximo passo é banhá-las no chocolate.

Recheio:
Em uma panela acrescente todos os ingredientes e leve ao fogo baixo até dar ponto de brigadeiro (soltar do fundo da panela). Em seguida, coloque em recipiente de vidro e cobra com plástico até esfriar.

Tempo de preparo: 1 hora
Dificuldade: fácil

 

Dia Mundial do Chocolate: o bem e o mal que cada um pode fazer para pele, circulação e saúde

Especialistas explicam os benefícios e malefícios de cada tipo de chocolate e dão dicas para consumir a guloseima sem prejudicar a saúde

Com a chegada do Dia Mundial do Chocolate, comemorado hoje (7), a tentação de consumir a guloseima cresce ainda mais. Enquanto alguns resistem e preferem se privar do consumo desse alimento delicioso, alegando que pode causar espinhas e outras doenças relacionadas à ingestão excessiva de açúcar e gordura, outros não veem a hora de apreciar um pedaço de chocolate, visando suas propriedades antioxidantes e promotoras de bem-estar.

Mas, afinal, o chocolate traz benefícios ou malefícios para a saúde? De acordo com a angiologista Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, a resposta para essa pergunta depende de uma série de fatores. “O chocolate pode, sim, ser uma boa opção desde que você saiba consumi-lo corretamente. Uma barra de chocolate pode ter vários componentes, como cacau, açúcar, gorduras e até oleaginosas, e a concentração de cada um desses ingredientes é o que vai determinar o benefício ou malefício para o consumo”, explica a médica.

Para entender melhor, confira abaixo a diferença entre cada tipo de chocolate:

chocolate amargo cacau elsenaju

Chocolate amargo – Para quem quer manter a saúde sem se privar de aproveitar a guloseima, o melhor é optar por produtos que tragam, no mínimo, 65% de cacau e massa de cacau como primeiro item da lista de ingredientes que aparece, geralmente, na parte de trás da embalagem. “O cacau é rico em polifenóis, substâncias que, se consumidas com frequência, possuem uma série de benefícios à saúde, incluindo poderosa ação antioxidante e preventiva da formação de radicais e efeito protetor contra os danos ao DNA das células. Além disso, o ingrediente possui propriedades analgésicas, antimicrobianas, anti-inflamatórias e anticarcinogênicas (previne o aparecimento de câncer)”, afirma a médica nutróloga e professora da Associação Brasileira de Nutrologia Marcella Garcez.

Segundo Aline, o chocolate amargo, por conta dos flavonoides presentes no cacau, ainda possui benefícios comprovados para a circulação, conferindo ação vasodilatadora, prevenindo a formação de placa de gordura dentro das artérias e controlando os níveis de colesterol no sangue.

Além disso, de acordo com a dermatologista Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o chocolate amargo não causa espinhas, ao contrário do que muitos acreditam. “Devido à alta concentração de cacau em sua fórmula, o chocolate amargo é, na verdade, um aliado da saúde da pele, pois suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias ajudam a conferir luminosidade e hidratação ao tecido cutâneo, além de auxiliarem na proteção aos danos dos raios UV, prevenirem rugas e combaterem os radicais livres”, destaca.

Marcella  ainda ressalta que o chocolate amargo é a melhor opção inclusive para crianças, que, apesar de serem resistentes às versões mais amargas devido ao paladar infantil, devem ser educadas desde pequenas a evitarem o excesso de açúcar na alimentação.

“Para quem não gosta do chocolate amargo, o chocolate meio amargo, com concentração de cacau de 40 a 50%, pode ser uma opção interessante e mais saborosa, pois, apesar de trazer mais açúcar que a versão amarga, também possui benefícios antioxidantes”, recomenda Aline. Porém, antes de oferecer chocolate para crianças é importante lembrar que o cacau é contraindicado para crianças menores de 12 meses de idade e o Ministério da Saúde não recomenda o consumo de açúcar para crianças menores de dois anos.

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Chocolate ao leite – este, por sua vez, não possui quantidade significativa de cacau e, por isso, não traz benefícios à saúde. “Para que o chocolate ao leite mantenha os benefícios do cacau é necessário que seja composto por, no mínimo, 35% do ingrediente, possuindo, nesse caso, metade da capacidade antioxidante do chocolate amargo. O problema é que, segundo resolução da Anvisa, um chocolate brasileiro precisa conter apenas 25% de cacau para ser considerado chocolate, concentração abaixo da necessária para realmente conferir benefícios à saúde”, diz Marcella.

Por conter grandes quantidades de açúcar e gordura em sua composição, o chocolate ao leite pode, na verdade, trazer malefícios à saúde quando consumido em excesso. “O açúcar está relacionado com a obesidade e com a diabetes mellitus. Estudos mais recentes vêm apontando o carboidrato como grande vilão também para o aumento de colesterol. A diabetes favorece o desenvolvimento de problemas arteriais, causando espessamento e acúmulo de placas de gordura dentro da parede das artérias, o que pode levar a seu entupimento. Dependendo da artéria afetada, pode ocorrer um infarto, um derrame ou um problema de claudicação ¬— quando se sente dificuldade de andar por falta de sangue nas pernas”, alerta Aline. “Já a gordura também favorece o aumento do colesterol e pode levar a um processo de aterosclerose, condição caracterizada pela formação de placas de gordura na parede das artérias.”

Além disso, essa alta quantidade de gorduras e açúcares presentes no chocolate ao leite o tornam um alimento de alto índice glicêmico. “Muitos estudos sugerem que a alta carga glicêmica na dieta habitual está envolvida com a ocorrência e gravidade da acne vulgar em pacientes predispostos, na medida em que favorece o aumento da secreção sebácea e desenvolvimento de acne. A gordura e o leite presentes em chocolates podem colaborar também para o agravamento do quadro”, explica Paola.

Estudos realizados pela Universidade de Miller School of Medicine, em Miami (EUA), mostraram que as pessoas que comeram mais chocolate ao leite tiveram aumento de acne e da inflamação na pele. E o mesmo vale para o chocolate branco.

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Foto: Enotovyj/Pixabay

Chocolate branco – por também favorecer a inflamação e o aumento da oleosidade da pele, o chocolate branco também deve ser evitado. “O chocolate branco é fabricado a partir da manteiga de cacau, sendo composto basicamente de gordura, açúcar, leite e aromatizantes. Por não ser feito com a massa de cacau, mas sim com a gordura da fruta, o chocolate branco não deveria nem ser considerado um chocolate, sendo, na verdade, apenas um doce”, afirma a médica nutróloga.

Dessa forma, é mais calórico e rico em gorduras, não possuindo funcionalidades e podendo causar danos à saúde. “Alguns chocolates brancos sequer têm algum resquício de cacau na composição, sendo produzidos apenas com óleos vegetais hidrogenados, cujo consumo resulta no aumento dos níveis do mau colesterol (LDL) e na redução do bom colesterol (HDL). Por isso, mesmo se você optar por esse tipo de chocolate, vale a pena dar uma olhada no rótulo”, destaca a angiologista. Por ser pró-inflamatório, o chocolate branco também pode retardar a circulação e colaborar para o aparecimento de doenças circulatórias.

Mas quem não abre mão do chocolate branco pode optar pelas versões sem açúcar para minimizar seus malefícios à saúde, sem esquecer que a guloseima ainda é rica em gorduras, podendo até mesmo trazer uma concentração maior de lipídios, para suprir a falta do açúcar. “Chocolates recheados e que trazem ingredientes que agregam ainda mais açúcar ao produto, como doce de leite e brigadeiro, também devem ser evitados”, recomenda Marcella.

Ruby chocolate food trend

Chocolate rosa – para quem procura por alternativas mais saudáveis ao chocolate ao leite e branco, mas não aprecia o chocolate amargo, vale a pena apostar no chocolate rosa, que tem se tornado tendência na internet e nas prateleiras dos mercados. Feito a partir da semente do cacau rubi, esse chocolate distingue-se dos demais devido a sua coloração rosada natural, não possuindo corantes artificiais em sua composição.

“Sendo geralmente mais caro que o chocolate amargo, o chocolate rosa se destaca pelo seu sabor diferenciado, sendo mais cremoso, frutado e adocicado, com um leve toque cítrico. Além disso, o chocolate feito a partir do cacau rubi possui uma quantidade maior de polifenóis do que o chocolate convencional, pois os flavonoides presentes no ingrediente são mantidos até o produto final devido ao processo de fermentação especial pelo qual as sementes passam para que não percam o sabor e a coloração natural”, explica Marcella. Pela maior quantidade de polifenóis, o chocolate rosa mostra-se uma boa opção para quem quer manter a saúde, desde que não seja muito rico em açúcar e gorduras.

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Pixabay

Chocolate com oleoginosas – outra opção saudável para substituir o chocolate ao leite e branco é o chocolate amargo combinado com oleaginosas, como avelã, noz e amendoim. “Apesar de serem calóricas, as oleaginosas adicionam nutrientes ao produto, como o ômega-3, que ajuda no controle do colesterol, possui propriedades anti-inflamatórias, melhora a circulação e o desempenho cognitivo”, afirma a nutróloga.

Porém, a dermatologista Paola ressalta que pacientes de pele oleosa devem evitar esse tipo de chocolate, pois as oleaginosas podem estimular a produção de oleosidade pelas glândulas sebáceas e, consequentemente, favorecer o aparecimento de cravos e espinhas.

Mas atenção. Mesmo que você opte pelo chocolate amargo é importante tomar cuidado com o consumo excessivo, pois, independentemente da concentração de cacau, o chocolate ainda tem açúcar e gorduras saturadas. “Existem, claro, as opções sem açúcar, adoçadas com edulcorantes, sendo assim ideais para pessoas que sofrem com diabetes ou estão em dieta de emagrecimento. Porém, o consumo desse tipo de chocolate também não deve ser indiscriminado, já que ainda contém calorias e gorduras”, ressalta Marcella.

No final das contas, é importante controlar o consumo diário. O ideal é consumir de 25g a 50g de chocolate por dia, dando preferência às opções com maior concentração de cacau, como o chocolate amargo e o chocolate rosa. “Ou seja, uma barra de 200g de chocolate deve ser consumida, em média, em uma semana”, recomenda Paola.

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Foto Alexandre Mazzo

Seguindo essas dicas, a guloseima pode ser consumida sem culpa, não havendo necessidade de estratégias para inibir o apetite antes do consumo ou para diminuir o índice glicêmico do alimento. “Isso porque, no geral, o chocolate possui baixo índice glicêmico e, se composto por mais de 65% de cacau, também é um alimento funcional, possuindo índice glicêmico ainda mais baixo”, finaliza Marcella.

 

Muito além da cerveja: conheça outras funções da cevada na alimentação

Fonte de fibras e vitaminas, o cereal, conhecido por ser ingrediente da cerveja, pode virar inúmeras receitas nutritivas, de pães a saladas

Sua popularidade como matéria-prima da cerveja não faz jus à importância e versatilidade que tem em tantas outras preparações. A cevada, ou cevadinha, como é conhecida, vai muito além de ser somente a alma dessa bebida milenar, que dá origem ao malte, responsável pelo corpo, cor e aroma da cerveja. Fonte de fibras, vitaminas e carboidratos, o grão pode ser facilmente inserido na alimentação para uma rotina alimentar mais equilibrada e nutritiva.

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Cevada – Foto: Pixabay

Esse cereal é um alimento natural que foi por muito tempo conhecido apenas como um ingrediente da cerveja, mas de alguns anos para cá, ganhou protagonismo em receitas brasileiras tradicionais por seu alto valor nutricional. Segundo a nutricionista da Ambev, Júlia Toledo: “A cevada é um cereal muito nutritivo, fonte de vitaminas do complexo B e minerais, como magnésio, selênio e fósforo. Seu consumo é recomendado como parte de uma dieta saudável, desempenhando um papel fundamental no fornecimento de energia para o corpo”.

Versátil e com sabor suave, a cevada pode ser introduzida no cardápio de formas distintas e consumida crua ou cozida. De acordo com Júlia, o grão pode ser adicionado em saladas, snacks, sopas e até mesmo em pães, que ganham mais sabor e nutrientes com o ingrediente. “As variações de massas também podem ser mais bem aproveitadas com a inclusão desse cereal. É possível encontrar no mercado uma outra versão de cevada: tostada ou moída, muito utilizada como substituta ao café, uma vez que não possui cafeína”, explica a nutricionista.

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Na cerveja, a cevada pode ser usada tanto in natura quanto malteada e o seu papel será propiciar corpo, cor, aroma, espuma e dulçor na bebida. Júlia comenta que as propriedades e benefícios da cevada também podem estar presentes na cerveja e reforça que o consumo moderado deve ser pautado sempre levando em consideração as características fisiológicas e metabólicas de cada indivíduo.

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Para Carolina Loureiro, beer sommelière da Ambev, a quantidade desse ingrediente na cerveja vai depender do estilo que está sendo produzido pelo mestre-cervejeiro, “As versões que possuem um corpo maior precisam de mais malte, por exemplo. Além da cevada, outros cereais são usados na produção da cerveja, dependendo das características e sabores de cada receita, como arroz, milho, aveia e trigo”, conta a especialista.

Ambev e a Bimbo Brasil produzem pães com malte cevada para doar a comunidades

Pensando exatamente nos benefícios do ingrediente e atuando em mais uma frente para auxiliar a população diante da crise da Covid-19, a Ambev e a Bimbo Brasil, empresa líder em panificados, vão produzir 540 mil fatias de pão feito justamente com o malte de cevada como ingrediente principal da receita, utilizado a partir da cadeia produtiva da cervejaria. O alimento foram destinados a 680 entidades do Mesa Brasil SESC e Cufa (Central Única das Favelas), que redirecionarão os pães para pessoas que vivem em comunidades vulneráveis.

As doações foram feitas em junho por meio do banco de alimentos Mesa Brasil SESC para as cidades de São Paulo (SP), Brasília (DF) e Gravataí (RS), e da Cufa, na cidade do Rio de Janeiro.

Suco detox de beterraba com abacaxi fortalece sistema imunológico e ajuda a emagrecer

Aprenda a receita do suco de beterraba com abacaxi da especialista em nutrição Gabi Lodewijks que ajuda a fortalecer o sistema imunológico e tem uma série de outros benefícios

Neste período da quarentena investir em boas escolhas nutricionais é apontado por diversos especialistas com algo mais do que necessário para manter a saúde em dia e fortalecer as defesas do corpo.

Neste sentido, a especialista em nutrição Gabi Lodewijks elaborou uma receita natural que traz diversos benefícios ao corpo, ajudando inclusive a fortalecer o sistema imunológico e combatendo outras doenças.

“Unimos nesta receita fácil de fazer e saborosa a beterraba, que é ótima para combater anemia, ajuda a melhorar o rendimento nos treinos e fortalece o sistema imune com o abacaxi, que é um poderoso antioxidante, diurético, digestivo, rico em vitamina C e que também fortalece o sistema imunológico. Tanto a beterraba quanto o abacaxi são ótimos para a recuperação pós atividade física então pode ser um ótimo pós treino, tendo em vista que a beterraba ajuda na recuperação muscular”, afirma Gabi.

Confira a receita de Gabi:

Suco detox de beterraba e abacaxi

suco detox beterraba

Ingredientes
1 colher sopa beterraba picada
1 colher sopa abacaxi
1 punhado de hortelã

Modo de preparo
Bata todos os ingredientes no liquidificador por alguns minutos e está pronto. Rende um copo americano (250ml). O ideal é consumir na hora. Pode ser levado à geladeira mas não deve consumir depois de 24 horas, pois muitos nutrientes e vitaminas desnaturam durante este período, perdendo a eficácia.

Nutricionista ensina como driblar a compulsão alimentar

Em tempos difíceis, como este de isolamento físico, é natural que as pessoas busquem ferramentas para manter a qualidade de vida e tentar se aproximar ao máximo da “rotina normal”. Porém, neste processo, algumas coisas fogem do controle e podem gerar transtornos prejudiciais à saúde, como, por exemplo, a compulsão alimentar (caracterizada por uma vontade de comer mesmo sem fome).

Mudar esse padrão nem sempre é fácil e, pensando nisso, a nutricionista chefe da n2b, Aryane Emerick, dá seis dicas de como lidar com a compulsão alimentar. Confira abaixo:

O que gera compulsão alimentar?

shutterstock mulher comendo doces
Shutterstock

A compulsão pode ser gerada por vários gatilhos, não tem apenas um fator. Vou citar algumas coisas que podem gerá-la: restrições ou dietas muito rígidas que geram um comer transtornado, obsessão com a própria imagem por uma insatisfação causada por mídias sociais que vinculam imagens de corpos e ditam ser “perfeitos”, fatores genéticos ou dificuldades emocionais como depressão ou ansiedade.

A compulsão é necessariamente uma necessidade física ou psicológica? Ou pode ser os dois?

mulher comendo sorvete na cama

É uma necessidade psicológica, que faz com que você busque escapes tentando minimizá-la. Tem relação com a pessoa e as emoções que ela está sentindo, assim pode se manifestar como compulsão alimentar, é importante saber que a compulsão não é um episódio de gula, está ligada ao emocional e, por isso, é importante dar atenção ao que causa esse gatilho.

Existem alimentos que podem minimizar os efeitos da compulsão?

chá camomila
Foto: chamomileteaonline

O melhor método para minimizar os efeitos da compulsão é entender qual gatilho a está causando. O ideal é reduzir as distrações externas e tentar apreciar a comida, comendo mais lentamente para que consiga observar quando está satisfeito. Sobre os alimentos que ajudam:
-Manter se bem hidratado é essencial;
-Alguns chás que auxiliam a relaxar durante o dia e modulam alguns sintomas são o de camomila, erva cidreira, folhas de maracujá e, durante a noite, para ajudar no sono, mulungu ou camomila;
-Alimentos fontes de magnésio como vegetais verdes escuros (espinafre, couve, brócolis), semente de abóbora;
-Alimentos fontes de ômega 3 (sardinha, atum, salmão, chia, linhaça) e frutas, legumes e verduras que são ricos em antioxidantes, pois uma alimentação mais anti-inflamatória é melhor nesses casos;
-Alimentos que você mastigue mais, pois ajudam na saciedade, como pipoca, semente de abóbora ou girassol, chips de frutas.

Qual a diferença entre compulsão alimentar e vontade de comer?

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Hoje em dia, comer coisas gostosas é traduzido como compulsão, porque julgam isso como proibido, mas a compulsão não se trata disso. Compulsão é consumir uma quantidade de comida maior do que comeria em situações similares. Nela, você come muito rápido, com sensação de perda de controle, até sentir um desconforto físico, e pode ter combinações estranhas. A pessoa faz isso porque quer aliviar uma emoção por meio da alimentação. Após isso, sentimentos como culpa, angústia, vergonha, sensação de depreciação podem surgir. A vontade de comer é conhecida como fome emocional ou psicológica, aquela que temos ausência de sinais físicos (o estômago não está roncando), sentimos desejo por um alimento específico (por exemplo, chocolate) e normalmente surge não muito tempo desde a última refeição. A vontade de comer também pode estar ligada aos sentimentos, assim como a compulsão, mas não observamos uma quantidade tão grande. Em ambos os casos, trabalhar a respiração com a meditação, organizar o dia, realizar atividade física, ler e ouvir música pode ajudar.

Quais as dicas e hábitos para quem busca acabar com a compulsão?

mulher sessão terapia psicologa

Alguns hábitos importantes são:
-Estabelecer horários, criar uma rotina de atividades durante o dia para se ocupar;
-Não pular as refeições (principalmente as maiores como almoço e jantar);
-Ficar atento para diferenciar se está sentindo fome mesmo ou vontade de comer;
-Mantenha se hidratado, pelo menos dois litros de água por dia, e use chás para relaxar;
-Nas refeições, não se esqueça de caprichar nas fibras: alimentos integrais, verduras, legumes para ter saciedade ao longo do dia;
-Com a ajuda de um profissional habilitado identifique os gatilhos que causam os episódios de compulsão e trace atitudes para driblá-los.

Como lidar com a compulsão neste momento de pandemia?

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É importante que você comece a identificar junto com seu psicólogo quais são os gatilhos que te levam a esses episódios de compulsão e ansiedade para trabalhar isso. Estratégias usadas como trabalhar a respiração por meio da meditação, ouvir uma música que gosta, praticar atividade física podem ajudar nesse controle. Sobre a alimentação, incluir os alimentos que citei acima como bons e manter uma alimentação equilibrada, ter opções saudáveis próximas é essencial. Se hidratar bem é importante. Buscar alimentos fontes de fibras para trazer mais saciedade, por exemplo, a semente de abóbora que você mastiga bastante, é rica em fibras e em magnésio que também ajudam, por exemplo.

Aposte na alimentação saudável para manutenção de um humor estável

Como os alimentos que consumimos têm influência no nosso humor diário, nesse momento de pandemia é fundamental fazer boas opções para evitar alimentos com altos índices de açúcares que promovem melhora apenas a curto prazo

Aqueles que tiveram sua rotina afetada pelo isolamento social para diminuição do contágio com o Novo Coronavírus sabem que a ansiedade tem afetado demais o humor. “O isolamento social impõe alterações importantes na rotina das pessoas, principalmente com relação às atividades fora de casa, como trabalhar, encontrar outras pessoas, ir à academia, essas são maneiras de distrair a mente e criar estímulos. O fato de ficarmos sem todas estas atividades faz com que a mente seja menos estimulada. Isso somado às incertezas acerca do futuro e das consequências da pandemia, é natural que a ansiedade aumente sobretudo em quem já tem predisposição”, afirma o cirurgião plástico Paolo Rubez, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e especialista em Cirurgia de Enxaqueca pela Case Western University.

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Mas a novidade é que dá para amenizar a situação com uma alimentação saudável: “Todos sabemos que uma alimentação equilibrada é imprescindível para a construção de uma saúde perfeita. Além disso, temos ciência também que a alimentação possui influência sobre o nosso humor”, afirma Marcella Garcez, médica nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia.

Rubez explica que a ansiedade e a depressão são interligadas. “Os pensamentos causados pela ansiedade normalmente são relacionados às incertezas e inseguranças e, portanto, é normal que promovam impacto negativo no humor, podendo, consequentemente, desencadear ou agravar a depressão”, diz o cirurgião plástico.

Já para a médica nutróloga, pesquisas recentes sugerem que não apenas os alimentos que comemos afetam o nosso humor, mas também o nosso humor pode influenciar na escolha dos alimentos que comemos. “Os nutrientes encontrados em alimentos saudáveis trabalham para que o sistema nervoso e trato gastrointestinal produzam serotonina, popularmente conhecido como hormônio do bem-estar, de forma sustentada. Os alimentos com altos índices de açúcar (doces e carboidratos farináceos), por sua vez, aumentam a energia e promovem uma melhora a curto prazo, mas os efeitos positivos são passageiros”.

Segundo Marcella, existem alguns alimentos saudáveis que estimulam a produção do neurotransmissor: “A banana é rica em carboidratos que estimulam a serotonina, além da vitamina B6, que promove energia; o brócolis é rico em ácido fólico, que ajuda a liberar serotonina e renova as células; o espinafre e as folhas escuras, por serem ricas em magnésio, aumentam a produção de energia e possuem potássio e vitaminas A, C e do complexo B, que mantêm o sistema nervoso em tranquilidade; sementes de girassol e abóbora também são ótimas opções, já que ajudam a regular o sono que, por consequência, melhora o humor”, recomenda.

Segundo a médica, também é fundamental verificar se a escolha da alimentação não está sendo afetada pelo mau-humor ou ansiedade, já que alguns recentes estudos mostram que as pessoas com um estado de espírito negativo têm maiores probabilidade de escolher alimentos açucarados, gordurosos ou excessivamente salgados, do que alimentos nutritivos.

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“Esses alimentos, apesar de contribuírem para uma melhora momentânea do humor, podem gerar, posteriormente, sentimentos indesejados como a culpa, causando degradação ainda maior do estado de espírito. Para evitar esse círculo vicioso, uma boa estratégia é apostar na alimentação saudável, com inclusão de frutas, verduras e legumes, e realizar atividade física moderada e regularmente; isso, além de trazer benefícios à saúde e contribuir para a produção dos hormônios que causam bem-estar, ajuda no controle ao consumo dos alimentos pobres nutricionalmente”, explica a nutróloga.

“A prática de alguma atividade física, mesmo em casa, gera a liberação de neurotransmissores responsáveis pelo bem-estar”, acrescenta Garcez.

Por fim, a nutróloga ressalta que, nesse momento, o ideal é realizar acompanhamento nutrológico com um médico capacitado e preferencialmente membro da Associação Brasileira de Nutrologia, pois ele fará um plano de alimentação e suplementação de acordo com as necessidades de cada paciente.

Fontes:
Marcella Garcez é médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de SP.
Paolo Rubez é cirurgião plástico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS) e da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS). Mestre em Cirurgia Plástica pela Escola Paulista de Medicina da Unifesp. Especialista em Cirurgia de Enxaqueca pela Case Western University, com o Dr Bahman Guyuron (em Cleveland – EUA) e em Rinoplastia Estética e Reparadora, pela mesma Universidade, e pela Escola Paulista de Medicina/Unifesp.

Receita de Peixe Empanado com Farinha de Coco

A Santo Óleo ensina uma receita de peixe empanado com farinha de coco frito com algumas trocas inteligentes, com ingredientes mais saudáveis provenientes do coco, que podem ser consumidos sem culpa: farinha de coco para empanar e óleo de coco para fritar.

A farinha de coco é de baixo índice glicêmico, possui muitas fibras e micronutrientes (vitaminas e minerais). É por isso que é muito mais saudável que a de trigo, usada originalmente para empanar o peixe frito que costumamos comer no dia a dia.

A farinha de coco é feita a partir do resíduo da produção de leite de coco. Existem dois tipos,  a marrom, que assim como o óleo de coco virgem, aproveita a parte marrom da fruta, aquela casca fina que envolve a polpa. Já a farinha branca é feita do resíduo somente da polpa do coco, assim como o óleo de coco extravirgem.

Para fritar, é usado o óleo de coco, que aguenta altas temperaturas, é anti-inflamatório, não aumenta o colesterol e os triglicerídeos (se usado na quantidade adequada) e não entope as artérias.

Peixe Empanado com Farinha de Coco

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Ingredientes:

500g de filés de tilápia;
3 colheres de sopa de farinha de coco branca Santo Óleo;
3 colheres de sopa de farinha de coco marrom Santo Óleo;
3 colheres de sopa de farinha de mandioca;
2 colheres de sopa de chia;
Óleo de coco Santo Óleo pra fritar;
Limão, sal e pimenta para temperar o peixe;

Modo de preparo:

Tempere os filés de tilápia com pimenta do reino, sal e limão. Deixe temperando pelo menos 30 minutos na geladeira. Misture as farinhas com a chia e empane os filés. Derreta óleo de coco na frigideira (não precisa colocar grandes quantidades, apenas o suficiente para não grudar) e frite os filés já empanados dos dois lados até dourarem.

Mais sobre Santo Óleo Produtos naturais

Santo Óleo é uma indústria especializada em extrair o melhor de cada produto natural, seja na linha óleo ou na linha seca. Catarinense de coração e brasileira de corpo e alma, a Santo é a opção mais saudável do dia a dia. Todos os produtos são 101% naturais. Isso mesmo, cento e um por cento. A marca não aceita, em hipótese alguma, que ^à Fonte Natural de Vida seja misturado qualquer outro tipo de ingrediente não natural e/ou agentes químicos. O lema é que as pessoas consigam aliar saúde e bem-estar, a um produto de imensa qualidade e que só faz o bem.