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Para refrescar, prepare taças cremosas com frutas

O período de férias é ideal para relaxar e aproveitar as atividades voltadas ao lazer e ao bem-estar. Curtir a praia, a piscina, consumir alimentos refrescantes, tudo isso remete ao verão. E com esse clima, ninguém quer ficar muito tempo na cozinha, não é mesmo? Pensando nisso, a Black+Decker selecionou uma receita para lá de especial, perfeita para a hora da sobremesa ou para complementar aquele lanche da tarde. Vamos ao passo a passo?

Taças Cremosas com Frutas

Ingredientes:
• 1 lata de leite condensado
• 1 xícara de chá de leite
• 1 gema de ovo
• 1 colher de sopa de amido de milho
• 200 g de ricota
• Frutas picadas a gosto (morango, manga, uva, abacaxi, kiwi, pêssego etc)

Modo de preparo:
No liquidificador, bata o leite condensado, o leite, a gema e o amido de milho. Transfira para uma panela e leve ao fogo baixo. Cozinhe mexendo sempre até engrossar. Desligue o fogo, deixe esfriar e misture a ricota ao creme. Monte as taças individuais. Coloque o creme no fundo da taça, as frutas, o creme novamente e, por último, decore com morangos ou pedaços de outras frutas. Sirva gelado.

Fonte: Black & Decker

Naveia: leite sem lactose, naturalmente doce e vegano/plant-based chega ao mercado

Leite de aveia surge como uma evolução mais sustentável, mais saudável e mais gostosa do leite de origem animal

Felipe Melo, também conhecido como Felipe UFO, é um explorador nato. Depois de cinco anos trabalhando no mercado financeiro, sentia que precisava ver o mundo ao vivo, e não mais pela tela de um computador. Com 20 e poucos anos, tinha muitas perguntas, e sabia que não iria conseguir respondê-las através dos olhos dos outros. Precisava ver com seus próprios olhos, sentir, observar, soar, conversar, carimbar seu passaporte.

Sua primeira investida, que o possibilitava explorar o mundo, foi no mercado da moda. Felipe foi sócio da marca Langak durante dez anos. Em seguida, ajudou a criar e foi produtor/apresentador dos programas “Não Conta Lá em Casa”, exibido por oito anos no Multishow, e “Que Mundo É Esse?” na GloboNews. Foi nessa época que UFO percebeu que as perguntas que tinha ao sair do banco só aumentavam. Mas também já tinha algumas respostas.

Entendia que a relação do ser humano com o mundo precisava mudar, que tudo o que é feito gera uma consequência, e é preciso escolher o impacto a ser causado. Entendia também que se somos o que comemos, o mundo é o que consumimos. E o consumo consciente era uma ferramenta poderosa de transformação. Vegetariano há 23 anos e vegano há oito, precisava encontrar algo que pudesse causar o máximo de impacto positivo no que me movia: os animais e o planeta.

Felipe decidiu passar um ano sabático, em Berlim, na Alemanha, onde morava sua namorada, Alex Soderberg, uma sueca com um estreito elo com o Brasil. Alex viveu durante dois anos no país, por conta do trabalho do pai. “Eu saí do Brasil, mas o Brasil nunca saiu de mim. Sempre tive o sonho de voltar a morar aqui”, afirma.

Em Berlim, considerada a capital mundial do veganismo e a Meca para o movimento de sustentabilidade, Alex estudou e trabalhou com agricultura sustentável e na indústria de alimentos. Em uma plataforma de startups, buscava soluções inovadoras para os desafios de uma cadeia alimentar mais sustentável, tudo desde serviços logísticos com baixo impacto, embalagens biodegradáveis, produtos com propósito e um senso forte de responsabilidade ambiental e social.

“Os nossos assuntos preferidos sempre foram sobre as infinitas possibilidades de fortalecer esse mesmo movimento no Brasil. Quando começamos a estudar a indústria de laticínios no Brasil, um país com o maior rebanho de gado do mundo, e com 80% de suas pastagens em estado de degradação, fomos atrás da melhor maneira para mudar essa realidade. E enxergamos que uma verdadeira mudança só seria possível se tivéssemos uma bebida mais gostosa do que o leite de vaca e que com o tempo também poderia concorrer com o preço dos leites de origem animal. Uma missão difícil, porém mais necessária do que nunca”, conta Alex.

Em 2017, numa vinda ao Brasil, o casal apresentou para três amigos o projeto de uma empresa de laticínios vegetais. Daquele encontro se formou a sociedade que daria vida à Evolat, marca que tem como objetivo criar os laticínios vegetais mais gostosos e acessíveis possíveis. O primeiro produto da Evolat, lançado em novembro de 2020, é o Naveia, um leite feito de… aveia. Um produto mais sustentável comparado aos outros leites vegetais, como arroz e castanha, mas principalmente comparado ao leite de origem animal.

O objetivo da marca não é conquistar só o mercado vegano, mas também o não vegano, oferecendo uma opção que convence pelo sabor, e pelo preço, além de ser a escolha de consumo mais consciente. A princípio são três sabores: o original, já à venda, o barista, que fica perfeito no café, com lançamento no início deste ano e o achocolatado. Sem lactose, naturalmente doce e vegano/plant-based. A aveia é produzida no Rio Grande do Sul fazendo o produto ser 100% nacional.

Naveia por Naveia

Não somos uma marca com propósito, mas um propósito que criou uma marca! Pra começar, estamos longe de sermos perfeitos. Sim, somos um deleite vegetal (ok, gostoso pra caramba). Mas ser “vegetal” não é caso de medalha olímpica, Nobel da paz, nem homenagem em praça pública — a gente também leva multa no trânsito, esquece aniversário de amigo e acumula louça na pia como quase todo ser humano. Então, ufa, senta aqui porque vamos tocar a real: o que a gente quer é fazer diferença no mundo, oferecendo um produto que é a evolução do leite convencional. E chamamos de “evolução” com toda convicção, afinal, não dá mais pra suportarmos um tipo de atividade que traz tanta destruição e sofrimento ao
planeta.

Ainda temos muito o que aprender e fazer. E, assim como não somos perfeitos, também não somos uma panelinha. No máximo, um liquidificador que mistura tudo: veganos, vegetarianos, flexitarianos (sim, notamos vocês!), simpatizantes e todos os curiosos restantes. Por isso, se você escolheu viver sem consumir nada de origem animal, me abraça. Mas se você só quer um leite delicioso, que cabe no bolso e é bom pro seu corpo, pro mundo, pro futuro (e pra vaca!), ficaremos felizes de estar junto com você nessa escolha.

Uma saga de três anos…

A ideia surge em 2017, e as primeiras pesquisas começam em novembro de 2017. Os primeiros desenvolvimentos de produto começam em fevereiro de 2018, junto com um laboratório de alimentos em SP, especializado em desenvolvimento de alimentos de origem vegetal.Tivemos a sorte de encontrar uma PhD em Alimentos e Nutrição fantástica para nos ajudar. Pessoa incrível que acabou virando grande amiga e está no projeto com a gente desde então. Com todas as dificuldades de sermos os pioneiros no desenvolvimento de um leite de aveia no Brasil, todo esse desenvolvimento demora mesmo.

No início de 2019, sabendo do nosso projeto, fomos procurados por uma empresa alemã com anos de experiência na Europa em leite de aveia para fecharmos uma parceria nesse desenvolvimento no Brasil. A sorte foi ter uma das fundadoras metade sueca, metade austríaca e que morou por oito anos em Berlim, trabalhando com a indústria de alimentos.

Infinitos testes com a aveia do Brasil. A qualidade do produto final surpreendeu a todos. Já estávamos com o nosso primeiro produto, o Naveia Original, pronto no início de 2020, e prevíamos lançar em março desse ano. Aí veio a pandemia…

Seguramos o lançamento, pois entendíamos que não era o melhor momento para lançar um produto tão novo assim no mercado brasileiro. Ao mesmo tempo, queríamos seguir com o desenvolvimento dos próximos produtos, como o nosso leite barista (especialmente feito para misturar com café), só que o nosso laboratório parceiro entrou em lockdown. Com isso, tivemos que comprar todos os equipamentos mais essenciais para a nossa PhD continuar esse desenvolvimento em casa, até a reabertura do laboratório.

Dezembro de 2020, finalmente, fizemos o lançamento do Naveia Original e estamos com Naveia Barista pronto para ser lançado em janeiro de 2021. E muitos outros produtos já desenvolvidos para serem lançados ao longo do ano que vem.

Informações: Naveia

Covid-19: orientações nutricionais para reforçar sistema imunológico*

O nosso sistema imunológico tem como principal função a proteção contra infecções causadas por bactérias, vírus e outros patógenos. Fatores como genética, meio ambiente, estilo de vida, estado nutricional – ou mesmo a interação de todos esses fatores – influenciam o sistema imunológico, e isso pode explicar as grandes diferenças entre as pessoas neste quesito.

A nutrição tem sido estudada há décadas em seu importante papel na imunidade. Conforme ocorre com os outros sistemas corporais, o sistema imunológico depende de nutrientes adequados para seu bom funcionamento e estudos mostram que as células imunes podem ser particularmente sensíveis à ausência ou redução de certos nutrientes e componentes dos alimentos.

Pesquisas evidenciam que a deficiência ou inadequação nutricional está associada ao comprometimento da função imunológica, contribuindo para o aumento da morbidade e mortalidade por infecções. Dessa forma, melhorar o estado nutricional e a quantidade de vitaminas e minerais é essencial para garantir a saúde imunológica, seja por meio da ingestão alimentar ou de suplementos.

Alimentos indispensáveis para o sistema imunológico:

Ômega-3: peixes (sardinha, atum, arenque, salmão selvagem), castanhas, amêndoas, nozes

Pixabay

Compostos bioativos (antioxidantes e anti-inflamatórios): frutas vermelhas/arroxeadas, verduras, legumes e sementes em geral

Bazinga1k980/Pixabay

Prebióticos: (cebola, alho, alho-poró, chicória, farinha de banana verde, batata-doce, batata yacon, biomassa de banana verde) e fibras (cereais integrais, frutas, verduras, legumes, sementes) para a saúde do intestino

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Selênio: principal fonte castanha-do-pará (recomendado 3 unidades/dia)


Vitaminas do complexo B: levedura nutricional, sementes oleaginosas, cereais integrais

Foto: Scibosnian

Vitamina D: peixes de água salgada, ovos e manteiga

Vitamina E: azeite de oliva extravirgem, castanhas, avelã, semente de girassol, abacate

Steve Buissinne/Pixabay

Vitamina A: cenoura, batata-doce, folhas de brócolis, manga, couve

Vitamina C: abacaxi, acerola, laranja, kiwi, goiaba, brócolis, frutas cítricas, frutas vermelhas, talos da couve, salsa

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Zinco: sementes como gergelim, chia, linhaça, castanhas, amêndoas, cereais integrais, casca da tangerina, feijões, principalmente feijão azuki

Os alimentos desta lista devem fazer parte da composição diária da dieta. Suplementos nutricionais poderão ser indicados conforme necessidade individualizada. E deve-se evitar alimentos industrializados em geral, devido à baixa qualidade nutricional.

Além de manter um padrão saudável de alimentação, regular os níveis de estresse e sono também auxiliam no sistema imunológico. Níveis elevados de estresse contribuem para o aumento de cortisol circulante. Sabe-se que os níveis de cortisol interferem diretamente na qualidade do sono. Um sono inadequado pode causar menor eficiência das células imunitárias – ou, em outras palavras, baixar a imunidade.

*Gislaine Engelmann é nutricionista clínica do Hospital Dona Helena, de Joinville (SC)

Sete alimentos que você come em menor quantidade e te deixam mais satisfeito

Fazer dieta não significa passar fome: esses alimentos vão te ajudar a se sentir mais satisfeitos, ao mesmo tempo em que entregam alto teor de nutrientes

Não há nada pior do que ser refém daquela ideia de que, para se sentir saciado após uma refeição, é necessário comer muito. “A fome é conceituada como a sensação fisiológica que faz o organismo procurar e ingerir alimento para satisfazer as necessidades diárias de nutrientes. O ato de ingerir alimentos é mediado por uma série de sinais e estímulos.

Entre eles estão a redução da quantidade circulante de nutrientes como glicose, aminoácidos e ácidos graxos ou até a diminuição da temperatura corporal. Uma pessoa come para obter nutrientes e energia para o organismo e sua falta pode levá-la a procurar o que comer. Mas quando a refeição tem falta de fibras, proteínas e gorduras saudáveis, é mais provável que você se sinta com fome mais rápido”, afirma a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Esses nutrientes trazem alto grau de saciedade, portanto, comer o suficiente pode ajudar a manter a fome longe. E nada de achar que estamos falando de barras de proteína, suplementos de fibras e produtos de dieta: a lista abaixo está repleta do que podemos chamar de “comida de verdade”, que ajudarão na saciedade.

Ovos

São alimentos muito saudáveis, fontes de proteína de alto valor biológico como a albumina que contém todos os aminoácidos essenciais, que são aqueles que o organismo não é capaz de sintetizar. “É na clara que encontramos quase a totalidade dessas proteínas e a gema também é rica em nutrientes importantes como vitaminas, minerais, ácidos graxos e antioxidantes”, afirma a Dra. Marcella Garcez. Considerado um dos alimentos mais completos que existem, os ovos contam em sua composição com macronutrientes como as proteínas e ácidos graxos e as importantes quantidades de vitaminas, minerais e antioxidantes. Dois ovos cozidos têm em média 160kcal e 12g de proteína.

Amêndoas

Foto: Oana Durican/Pixabay

Um pequeno punhado de amêndoas oferece o trio vencedor de: proteínas vegetais, gorduras saudáveis para o coração e fibras que ajudam o intestino. “Podem ser consumidas como um lanche saudável ou um complemento de salada, por exemplo. Elas são ricas em magnésio, um mineral que regula a pressão arterial, previne disfunções nos ossos e traz uma importante proteção para a saúde cardiovascular”, diz a médica. Cada 30g de amêndoa traz 6,3g de proteína, mas para preservar os antioxidantes, o ideal é consumir a oleaginosa com casca e para os benefícios cardiovasculares é importante escolher as versões sem sal ou açúcar.

Grão-de-bico

Foto: Ulrike Leone/Pixabay

A combinação de proteínas e fibras vegetais do grão de bico também ajudam a reduzir os níveis de açúcar no sangue e fortalecer os ossos. Cada 100g do grão de bico traz 6,3g de proteína e 2,1g de gordura. O alimento pode ser ingerido cozido e com saladas, sopas e ensopados.

Salmão

Foto: Alfonso Charles/Pixabay

Rico em ácidos graxos do tipo ômega-3 (gorduras saudáveis) e proteínas que acabam com a fome, os peixes gordurosos como o salmão podem estar em seu menu algumas vezes por semana. “Além disso, os peixes de água fria ajudam na imunidade e são importantes para a função neurológica, sensibilidade cognitiva, aprendizado e comportamento”, diz a médica nutróloga. Cada 100g de salmão cru, traz 21,5g de proteína e 13,4g de gordura.

Pão integral

Sim, ele está na lista. O pão (o tipo integral) pode mantê-lo satisfeito graças ao seu índice glicêmico, mais baixo que o do pão branco. Isso significa que não aumentará o açúcar no sangue tão rapidamente, mas em vez disso, fornecerá energia duradoura para mantê-lo satisfeito. “As versões com grãos integrais também fornecem maior aporte nutricional e pelas fibras presentes, melhoram a saciedade”, diz a médica.

Carne magra

Cheia de proteínas, para construir músculos, ferro e zinco para a cicatrização de feridas, um pouco de carne ajuda muito – desde que a carne seja magra, como o frango. “As carnes brancas são melhores para a saúde do que as carnes vermelhas porque, em geral, possuem menos gordura e colesterol, sendo também mais fáceis de digerir”, afirma Marcella. Cada 100g de frango, contém em média 28g de proteína.

Tofu

Quando se trata de proteína, as plantas podem te dar um bom retorno – e o tofu é um ótimo exemplo. Versátil e fácil de usar, o tofu oferece proteína, gorduras boas e minerais como cálcio e potássio, principalmente para pratos veganos que não contam com queijos.

Por fim, a médica lembra que existem inúmeros alimentos capazes de aumentar a saciedade, de forma que o melhor a fazer é procurar um especialista. “A banana, por exemplo, é um fruto rico em fibras solúveis que quando chegam ao aparelho digestivo, absorvem água e retardam a digestão e ao permanecer mais tempo no estômago, prolonga a sensação de saciedade. Quando a banana é combinada a outro ingrediente rico em fibras como a aveia, a sensação de plenitude gástrica e suas funcionalidades são potencializadas, ainda assim deve ser consumida com equilíbrio e moderação”, finaliza a médica.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Amendoim Zero e Manjar Vegano: Sorvetes Rochinha amplia portfólio com saudabilidade para verão

Além das versões no palito, marca também lança o sabor Amarena Fabbri em pote de 150 ml

O verão 2021 tem novidades da Sorvetes Rochinha. A tradicional marca do litoral norte paulista reforça mais ainda o seu portfólio de produtos voltados à saudabilidade e uso de frutas de verdade com dois novos sabores em picolé – Amendoim Zero Adição de Açúcares e Manjar de Coco com Ameixa Vegano – e na linha take home com Amarena Fabbri.

Pioneira na fabricação de picolés com selos veganos no país, a Sorvetes Rochinha oferece agora um picolé cremoso, à base de puro leite de coco vegetal, em parceria com a Pamalani – referência na fabricação de ecoleites. O sabor Manjar de Coco com Ameixa Vegano, é uma aposta da marca que relembra a sobremesa tão tradicional do brasileiro, com aquele gostinho de coco com a calda de ameixas, com o selo vegano, sem lactose, livre de corantes e aromatizantes artificiais.

O sabor Amendoim ganhou uma versão zero adição de açúcares em parceria com os adoçantes sucralose Finn. O picolé é feito com pasta e amendoim picado e é uma ótima opção para quem tem dieta restritiva e para quem deseja diminuir a ingestão de açúcar, já que não tem adição, somente açúcares próprios dos ingredientes.

O novo produto entra no cardápio de opções zero da Sorvetes Rochinha, que já conta com Coco Branco, Chocolate e Morango Zero Adição de Açúcares – este último em parceria com a Cia Marítima.

Em potes para o varejo, a novidade é a chegada do sabor Natas com Amarena Fabbri – cerejas italianas feitas com receita centenária – em pote de 150 ml. A parceria com a Fabbri foi renovada após o sucesso de vendas com a versão picolé. A marca familiar italiana é pioneira na fabricação de amarenas há cinco gerações.  A carnuda fruta – da família das cerejas – tem uma textura crocante mergulhada em um xarope doce e aromático, feita em uma receita tradicional.

Segundo Lupercio Moraes, CEO da Sorvetes Rochinha, os novos produtos estão cada vez mais próximos do que o novo consumidor de sorvetes procura e isso ficou mais evidente durante a pandemia. “Já notávamos o maior procura por produtos com saudabilidade, com pegada vegana e com produtos plant based, até por isso já somos uma marca referência de sorvetes neste sentido. Durante a pandemia, notamos que o consumidor buscou ainda mais opções com saudabilidade. Os novos sabores reforçam o nosso posicionamento me oferecer sorvetes de fruta, com qualidade, e com opções de escolha pelo cliente”, ressalta Moraes.

Todos os lançamentos da Sorvetes Rochinha exaltam a fruta de verdade em diferentes esferas. “Quando desenvolvemos um novo produto, levamos em consideração que mais que uma sobremesa, o sorvete é um alimento, que pode aliar proteínas e vitaminas importantes para a vida saudável com sabor, fruta pura e muita refrescância”, explica a nutricionista da marca, Patricia Loiola.

Picolés 55 gramasCalorias
Manjar de Coco com Ameixa Vegano 104 Kcal – 437 kJ
Amendoim Zero Adição de Açúcares 84 Kcal – 353 kJ
Potes – Porção 90 gramas. 1 Bola. 
Natas com Amarena164 Kcal – 689 kJ

Informações: Sorvete Rochinha

Cozimento é o método mais eficaz para eliminar os antinutrientes da dieta

Manter uma alimentação saudável e benéfica ao organismo vai além da escolha dos alimentos no mercado. O cuidado com a preparação, até mesmo dos alimentos de origem vegetal, que detém inúmeros nutrientes, deve estar presente na rotina. Isso porque, segundo a nutricionista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Ariane Braz, o ideal é eliminar compostos químicos classificados como antinutrientes das refeições.

Apesar de pouco comentados, os antinutrientes estão presentes nos vegetais, grãos, verduras e frutas, e podem interferir na digestão, absorção de nutrientes e, até mesmo, causar reações adversas do organismo. “Essas substâncias atrapalham a digestão e absorção das proteínas, carboidratos, vitaminas e minerais, diminuindo o valor nutritivo dos alimentos. Em concentrações elevadas, provocam gases, flatulências e deficiência de vitaminas e minerais”, explica a nutricionista.

A fim de evitar essas consequências e garantir o que há de melhor no produto, é preciso alguns cuidados na preparação da comida. Segundo Ariane Braz, a prática mais eficiente é o cozimento dos alimentos de origem vegetal, apesar da perda de nutrientes que o processo acarreta. “Quando comparamos os riscos e benefícios, o processo acaba sendo vantajoso. Pois as altas temperaturas conseguem eliminar esses componentes que não são tão benéficos ao organismo”, reforça.

Além desta alternativa, o remolho – que consiste em deixar os alimentos de molho por algumas horas – entra como método adicional nesta busca por alimentos mais saudáveis. Ariane Braz atenta a maneira correta de realizar a técnica: “É preciso respeitar, no mínimo, 12 horas de remolho, desprezar a primeira água, e usar uma nova para o cozimento”, alerta. “No caso dos vegetais como espinafre, beterraba e acelga, o correto é prepará-los com água fervente e dispensar a primeira água de cozimento”, complementa.

Como eliminar os antinutrientes:

Deixar os alimentos de origem vegetal por, pelo menos, 12 horas de remolho. Troque a água para realizar o cozimento.

Mesmo após este processo, é indicado cozinhar os alimentos. As altas temperaturas são mais eficazes no processo de eliminar essas substâncias.

No caso dos vegetais como espinafre, beterraba e acelga, o correto é prepará-los com água fervente e dispensar a primeira água de cozimento.

Fonte: Hospital Edmundo Vasconcelos

Tônico energético natural promete aumentar energia

O cansaço é uma realidade da maioria dos brasileiros, em especial na população feminina. Quem é mulher sabe que, muitas vezes, os dias parecem ter bem mais de 24 horas e as semanas parecem meses. Conciliar família, carreira, afazeres domésticos, enfim, diversas responsabilidades, resulta em uma carga física e mental que geram cansaço acima da média.

De acordo com uma pesquisa feita pela organização espanhola Malasmadres, 86% das mulheres estão se sentindo desmotivadas e tristes, principalmente devido à quarentena, com o aumento do acúmulo de tarefas com a presença das crianças em casa sem escola, falta de ajuda de terceiros em função do isolamento, entre outros fatores.

Além disso, cansaço em excesso pode não ser apenas acúmulo de tarefas, mas também a falta de alguns nutrientes e vitaminas que por algum motivo (entre eles estresse) não estão sendo desenvolvidos pelo organismo.

Manter uma alimentação saudável e balanceada; recorrer a práticas esportivas; ter um tempo para si são atitudes fundamentais que devem ser incorporadas à rotina. Mas nem sempre e, ás vezes, nem todo dia, isso é possível. É preciso dar um “empurrãozinho” com suplementos especializados em aumentar a imunidade e os níveis de energia.

Shot energético natural

Com a proposta de fazer a diferença na vida das pessoas, utilizando recursos da natureza em prol do bem-estar, a plataforma MaDi Welness tem entre suas principais linhas de produtos o MaDi Boost. Trata-se de um tônico feito a partir de recursos naturais – extrato de própolis, mel, ginseng, guaraná, gengibre, hibiscos e acerola – que atua de forma sinérgica, fazendo deste produto uma fonte de energia natural diária para inibir a fadiga, estimular o sistema imunológico, cognitivo e favorecer o equilíbrio de corpo e mente.

Daniel Grande, CEO e um dos sócios-fundadores da MaDi Wellness, é ciente de que está entrando em um terreno disputado e que a oferta desses produtos é bem grande no mercado. “Mas quem já fez uso, assim como eu, das bebidas energéticas ou encapsulados a base de cafeína, sabe muito bem que a grande maioria deles está carregado de açúcar, estabilizantes, corantes e outras substâncias nocivas e, por vezes, acaba gerando efeitos indesejados como palpitações e o efeito rebote, justamente contrário ao de aumento de energia e bem estar físico e mental esperado”, destaca.

Foi por isso que a MaDi Wellness, por meio de seu time de especialistas, recorreu a estudos, pesquisas e recursos totalmente naturais para elaborar um produto que não trouxesse todos aqueles sintomas ruins como palpitação e outros efeitos, comuns no uso de energizantes. Nossa proposta é a de um boost natural, equilibrado e eficiente, que gere bem-estar sem efeitos colaterais”.

Ficha técnica Madi Boost

Auxilia para
=Aumentar a disposição para estudar, participar de uma reunião ou até mesmo para curtir um momento de lazer;
=Inibir a fadiga mental e física, aumentando a resistência ao estresse do dia a dia;
=Dar um “gás” para a prática de atividades físicas.

Valor – R$ 69,90 (6 unidades)

Sobre a MaDi
MaDi – Make a Difference. Somos uma plataforma de wellness que nasceu com o propósito de fazer a diferença na saúde e na qualidade de vida das pessoas através da comercialização de suplementos e alimentos com componentes provenientes direto da natureza, sendo puros, livres de contaminações e ricos em nutrientes.

Informações: MaDi

Alimentação sem carboidratos pode fazer mal à saúde?

Nutricionista da Dietbox fala sobre os malefícios decorrentes da dieta sem o nutriente

Quando o assunto é perda de peso, muitas pessoas optam por dietas restritivas para acelerar o processo, como, por exemplo, o corte de carboidratos. Mas fica uma questão: restringir a alimentação desta forma pode prejudicar a saúde?

Segundo Bettina Del Pino, nutricionista da Dietbox, startup de nutrição, retirar doces e farinha branca pode ser benéfico, mas, em longo prazo, a falta de carboidratos — principalmente os cereais e grãos integrais — pode afetar o bom funcionamento do organismo. “O ideal é fazer um acompanhamento nutricional para avaliar a necessidade de adotá-la e adaptá-la de acordo com as particularidades de cada pessoa”, explica a especialista.

“Diminuir ou cortar os carboidratos fará o organismo buscar outras fontes de energia. Ao utilizar outras reservas corporais, pode ocorrer uma redução de peso, mas não significa que esse emagrecimento será, necessariamente, um emagrecimento saudável”, completa.

Importância dos carboidratos

Alimentos fonte de carboidratos são excelentes aliados quando consumidos de forma correta e na quantidade adequada. São um dos grupos responsáveis por fornecer energia ao organismo para realizar as tarefas diárias, além de contribuir para o bom funcionamento do cérebro e para o crescimento muscular.

Entenda os riscos da dieta sem carboidratos

Eliminar totalmente os carboidratos da dieta pode causar sintomas, como dores de cabeça, falta de energia, alterações de humor, dificuldade de concentração e ansiedade.

O déficit do nutriente pode levar o indivíduo a consumir mais proteínas que o recomendado para promover a saciedade. Essa prática, se não for acompanhada por um profissional de nutrição, pode sobrecarregar os rins e o fígado, que trabalham mais para sintetizar as moléculas.

Além disso, o corpo pode consumir outras fontes energéticas, utilizando a reserva do tecido adiposo. Se for feita uma restrição muito severa, sem o balanço correto entre macro e micronutrientes, o corpo pode utilizar as reservas musculares, implicando em uma redução de peso não tão saudável.

“Com a falta de energia, proveniente dos carboidratos, o organismo procura outras fontes e o glicogênio, presente nos músculos, se torna o principal alvo. Isso resulta na perda de massa muscular, enquanto a gordura acumulada permanece no corpo, o que pode elevar os níveis de colesterol”, esclarece a nutricionista da Dietbox .

Perder peso com saúde

É fato que as dietas com baixo consumo de carboidratos podem auxiliar de forma considerável no emagrecimento, desde que aliadas à uma reeducação alimentar e acompanhadas por um profissional de nutrição para não acarretar prejuízos.

Bettina acrescenta que a redução moderada do nutriente proporciona outros benefícios, além da perda de peso, como queda das taxas de açúcares e do nível de triglicerídeos e ainda contribui na melhora do sistema cardiovascular em longo prazo.

“A combinação de uma alimentação equilibrada com a prática regular de atividades físicas e hábitos saudáveis é sempre o melhor caminho para emagrecer com saúde, sem cometer excessos. É importante também priorizar alimentos naturais, ricos em vitaminas e minerais, e evitar processados e ultra processados, com uma rotina alimentar adequada em quantidade e qualidade pelo profissional de nutrição”, completa Bettina.

Fonte: Dietbox

Vegetais que são fontes saudáveis ​​de carboidratos

Confira alguns vegetais que são fontes poderosas de carboidratos.

Brócolis

Foto: JPPI

Quantidade: 1 xícara picada, crua ou cozida
Carboidratos: 6 gramas
Você não tem que fervê-lo pode experimentar assá-lo com um pouco de azeite e uma pitada de queijo parmesão. Você continuará voltando para este deleite que fica com sabor de nozes.

Cenouras

Foto: Scarletina/Morguefile

Quantidade: 1 xícara, cru
Carboidratos: 12 gramas
Se cenouras cozidas empapadas não inspiram você, coma-as cruas. Deixe aquelas pequenas inteiras. Corte as maiores em um ângulo para tornar cada fatia maior. Use um ou ambos para obter um molho saudável e rico em proteínas feito de iogurte desnatado, suco de limão e endro fresco.

Milho

Foto: Alvimann/Morguefile

Quantidade: 1 xícara picada
Carboidratos: 30 gramas
Isso é muito carboidrato, mas também há cerca de 4 gramas de fibra, o que ajuda seu corpo a absorvê-los mais lentamente. É difícil superar o milho fresco assado na grelha no verão. Experimente espigas inteiras com casca no micro-ondas por alguns minutos antes de grelhá-las. Isso reduzirá o tempo de cozimento e evitará que sequem.

Batata doce

Pinterest

Quantidade: 1 xícara, picada ou amassada, crua ou cozida
Carboidratos: 27 gramas
Assim como as cenouras, este vegetal com amido é rico em fibras. Também é carregado com outros nutrientes como potássio, cálcio e vitamina C. Corte em fatias finas e leve ao forno com uma leve pincelada de azeite de oliva como acompanhamento ou lanche para mastigar, crocante e de sabor delicioso. Experimente como um substituto saudável das batatas fritas.

Beterraba

Quantidade: 1 xícara, picada ou fatiada
Carboidratos: 13 gramas
Se você quiser reduzir o tempo de cozimento, não cozinhe as beterrabas inteiras como muitas receitas sugerem. Descasque-as e corte-as em oito pedaços. Coloque-os pedaços em uma assadeira e leve ao forno a 210 graus por cerca de 20 minutos. Assim que estiverem prontas, você pode servi-las em uma salada com um pouco de rúcula, nozes e queijo feta desnatado.

Pastinaca (cherivia ou cherovia)

Lebensmittelfotos/Pixabay

Quantidade: 1 xícara
Carboidratos: 23 gramas
Embora a contagem de carboidratos seja alta, eles têm 6,5 gramas de fibra por porção. Asse a 180 graus por uma hora. Misture-os com outros vegetais de raiz, como batatas, rutabagas, nabos e beterrabas para um acompanhamento colorido que é um banquete para seus olhos e sua barriga.

Couve-de-Bruxelas

Kalhh/Pixabay

Quantidade: 1 xícara, cru ou cozido
Carboidratos: 12 gramas
São 8 gramas de fibra que ajudam a equilibrar os carboidratos. Se você tem más lembranças do vegetal sem gosto e cozido demais, não tenha medo. Misture-os em uma tigela com azeite, sal e pimenta. Asse a 260ºC por 20 minutos e regue com vinagre balsâmico.

Abobrinha

MootikaLLC/Pixabay

Quantidade: 1 xícara, fatiada
Carboidratos: 3,5 gramas
Você pode usar fatias cruas, junto com aipo e pepino, em vez de chips. Ou, para algo diferente, compre um cortador em espiral e faça macarrão de abobrinha em vez de macarrão em todos os seus pratos favoritos.

Abóbora Butternut

Lebensmittelfotos/Pixabay

Quantidade: 1 xícara, cozido
Carboidratos: 21 gramas
Junto com a vitamina C, é rica em fibras com 6,6 gramas. Você pode descascar, cortar em cubos e assar a 200 graus por cerca de 30 minutos. É um ótimo acompanhamento ou um saboroso recheio de taco. Corte ao meio e leve ao forno inteiro a 180 graus por uma hora e 20 minutos, ou até que esteja macia.

Abóbora Bolota

Diane Blanco/Pixabay

Quantidade: 1 xícara, cozida
Carboidratos: 30 gramas
É uma alta contagem de carboidratos, mas eles têm 9 gramas de fibra para equilibrar. Um minuto no micro-ondas em alta fará com que cada abóbora seja mais fácil de cortar pela metade. Coloque duas colheres de sopa de suco de laranja em cada metade e asse com o lado cortado para cima por 30-45 minutos. Um pouco de canela e noz-moscada vão bem. Ou use-os como taças de entrada e recheie-as com frango, cogumelos e couve.

Abóbora

Heartland Cardiology

Quantidade: 1 xícara, em cubos
Carboidratos: 8 gramas
Se você quiser um doce de abóbora que não seja um latte ou uma fatia de torta, experimente um smoothie. Jogue gelo, 1 banana, uma xícara de iogurte desnatado, ¼ xícara de purê de abóbora e uma pitada de canela e gengibre no liquidificador. Você pode diluir com leite desnatado, se necessário.

Espinafre

Foto: Clara Sander/Pixabay

Quantidade: 2 xícaras, cru
Carboidratos: 2 gramas
Quase não tem carboidratos e muitos nutrientes. Refogue, fresco ou congelado, no alho e azeite, para um acompanhamento simples que funciona com quase tudo. Você também pode usá-lo em saladas ou em omeletes para garantir que toda a família aproveite.

Grão-de-bico


Quantidade: 1 xícara, cozido
Carboidratos: 45 gramas
São ricos em proteínas e fibras. Use-os em saladas, sopas e curry indianos picantes. Ou adicione um pouco de azeitona, suco de limão, alho e tahine (feito de sementes de gergelim) e jogue tudo em um processador de alimentos. A pasta espessa resultante, conhecida como homus (foto), é perfeita para mergulhar com pão sírio, batatas fritas ou mesmo vegetais crus.

Pimentão vermelho

Pixabay

Quantidade: 1 xícara, cru ou cozido
Carboidratos: 9 gramas
Corte-os longitudinalmente para um delicioso e simples lanche cru, sozinho ou para mergulhar em um molho. Use-os com quase qualquer refogado para obter cor e sabor. Você também pode escurecer um na grelha ou no forno. Para um acompanhamento ou prato principal isolado, recheie-os com feijão, arroz, carne ou o que quer que soe bem. Asse a 200 graus por 35 minutos.

Feijões da Marinha

Freepik

Quantidade: 1 xícara, cozido
Carboidratos: 47 gramas
Adicione-os a uma salada simples de frango cozido, pepino, cebola, óleo e suco de limão para um almoço leve e refrescante de verão. Deixe o feijão de molho durante a noite para torná-lo mais fácil de digerir (leia-se: menos gases). Se você estiver com pressa, use 10 xícaras de água para cada quilo de feijão e ferva por 3 minutos. Em seguida, reserve por uma hora ou mais antes de começar a cozinhar.

Fonte: WebMD

Nutricionista ensina como evitar exageros na alimentação das festas de fim de ano

Dentre as orientações, nutricionista da Dietbox diz que se deve evitar jejuar durante o dia e beliscar no preparo das refeições

Mesa farta é convite para a “comilança” nas festas de fim de ano. Pode ser difícil resistir às tentações, que, muitas vezes, são mais calóricas que as refeições habituais. Mas, segundo Júlia Canabarro, nutricionista da startup de nutrição Dietbox, é possível aproveitar as datas sem cometer exageros.

“Se você é a pessoa responsável pela preparação do cardápio, pode fazer escolhas inteligentes já durante o processo. Por exemplo, evitar frituras e se atentar ao excesso de gorduras, condimentos, sal e embutidos nas preparações podem ser cuidados importantes para um cardápio mais saudável”, comenta Júlia.

A nutricionista da Dietbox dá outras dicas para minimizar os efeitos das festas de fim de ano e priorizar uma alimentação equilibrada. Confira:

Se alimente normalmente

“Não tente se restringir durante o dia para poder ‘se permitir’ à noite. O ideal é garantir a saciedade com consumo de frutas, fibras, cereais integrais e água para não chegar à noite faminto”, orienta.

Nada de beliscar durante a preparação

Beliscar os alimentos ao longo do processo de preparo não é uma boa ideia. “Normalmente, o ato de beliscar é feito sem pensar, movido pela ansiedade. Nestes casos, é comum nem percebermos o que estamos ingerindo”, comenta. “Fazer um lanche da tarde equilibrado para sustentar a fome até a hora do jantar, e claro, manter uma boa hidratação são medidas essenciais”, completa a nutricionista.

Escolha bem os alimentos que vão ao prato

No momento de montar o prato, a especialista da Dietbox ressalta a importância de priorizar as preparações mais naturais e, se possível, dar preferência a preparações assadas e temperos naturais. Já a porção servida pode depender da necessidade de cada pessoa, mas é essencial avaliar a saciedade e saber o momento de parar. “Apenas vale se atentar que, caso a quantidade ingerida seja muito alta, pode atrapalhar o sono e ainda causar problemas gastrointestinais”, pondera.

Evite líquidos durante as refeições

Júlia alerta para a ingestão em excesso de líquidos junto às refeições, pois a prática pode gerar grande desconforto gástrico. Os alcoólicos merecem atenção redobrada, pois trazem efeitos negativos ao metabolismo, incluindo a desidratação.

Não se sabote na sobremesa

A dica do jantar também se aplica na sobremesa: avalie a saciedade. “Para quem está em um planejamento um pouco mais restrito, talvez optar por frutas ou comer apenas um dos pratos doces seja a melhor alternativa. Assim, pode ficar mais fácil manter um pouco mais de controle sobre o que ingeriu”, aconselha.

Mesmo assim, cometeu algum exagero?

Se mesmo seguindo as orientações houve algum exagero, não tem problema. “No dia seguinte, não tente compensar fazendo uma restrição alimentar ou abusando de exercícios físicos. Um dia apenas não colocará tudo a perder. Procure comer alimentos leves e naturais como frutas, legumes e verduras, e hidrate-se muito”, conclui a nutricionista.

Fonte: Dietbox