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Mitos e verdades sobre o uso de alimentos para cuidados da pele

Dermatologista especializado em medicina estética desmitifica lista de crenças sobre alimentos, quando utilizados para o tratamento da derme

Passar limão no rosto clareia a pele? Água de arroz realmente alivia a vermelhidão? Hidratação com óleo de coco é segura? Com a pandemia e o isolamento social, muitas pessoas decidiram olhar mais para si e, consequentemente, cuidar mais da saúde. E nessa onda de cuidados, o famoso skincare não ficou de fora. No entanto, ao procurar por soluções rápidas, simples e milagrosas na internet, o barato pode acabar saindo caro.

São inúmeras as receitas caseiras que se disseminaram nas redes sociais, que têm como objetivo tratar a pele. Porém, é preciso ter cuidado e entender até que ponto é possível investir em receitas que não são indicadas por um profissional de confiança. Pensando nisso, o médico dermatologista, especialista em medicina estética e membro da Doctoralia , Gabriel Monteiro de Castro, desmitifica algumas crenças sobre os benefícios dermatológicos dos alimentos, em um “pingue-pongue” de mitos e verdades. Confira:

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Pó de café no rosto: mito ou verdade?
Mito.
O que muitos procuram na cafeína é a ação estimuladora que, na circulação, de certa forma, pode melhorar um pouco a qualidade da pele e reduzir as olheiras, por exemplo. No entanto, quando passamos o pó de café direto no rosto, a cafeína não vai agir da forma que desejamos. Além disso, como há resíduos irregulares dos grãos no pó de café, uma esfoliação com o alimento pode ser bruta e causar sérias irritações no rosto. Por isso, se você está procurando um produto para esfoliação ou que atue na regeneração do rosto, é possível optar por produtos industrializados e testados dermatologicamente que são à base de cafeína.

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Pepinos nos olhos: mito ou verdade?
Verdade.
Estamos falando de um clássico, né? Seja em filmes ou na vida real, as rodelas de pepinos são sinônimos de hidratação ao rosto. Pelo pepino ter uma base de água, ele possui alguns ativos, mesmo que fracos, que são anti-inflamatórios e, quando gelado, pode ajudar também na diminuição do inchaço da pele. Mas vale destacar que os benefícios do pepino só são visíveis quando utilizado como um complemento na rotina diária, em conjunto com produtos que realmente possam atuar diariamente nessas “dores”.

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Água de arroz: mito ou verdade?
Mito.
A água de arroz para aliviar a vermelhidão e/ou como tônico é totalmente mito! Como hidratação, tanto para o rosto quanto para o cabelo, não estamos ganhando nenhum benefício de fato, só perdendo tempo. O arroz pode até ter alguns efeitos anti-inflamatórios e de redução da vermelhidão, mas somente a água do arroz não possui concentração mínima para ter o efeito necessário e, então, notar qualquer diferença na pele.

Limão como clareador: mito ou verdade?
Mito.
O limão, de fato, possui inúmeros benefícios, como a melhora da digestão, da imunidade e absorção de ferro. No entanto, para a pele, pode apresentar um perigo muito grave. Isso porque, em uma tentativa de utilizar alimentos cítricos como clareadores de forma leiga, os ácidos que a fruta contém podem queimar a pele e causar fitofotodermatose, onde a pele fica extremamente manchada com a exposição solar. Isso faz com que o paciente precise do auxílio de um especialista para realizar o tratamento – que pode ser longo – para tirar essas manchas. Então, todas as frutas cítricas são super contraindicadas para qualquer tipo de procedimento na derme.

O famoso abacate: mito ou verdade?
Totalmente verdade.
O abacate, assim como os alimentos que podem ter uma finalidade um pouquinho mais hidratante, como aloe vera (babosa), pode ser usado para pele ressecada, pois além de ser muito hidratante, contém óleos essenciais. Porém, precisamos tomar cuidado, uma vez que nem toda pele precisa de tantos óleos e hidratação assim. Então, dependendo do paciente, eu indicaria uma hidratação facial com abacate com mais regularidade.

Consulte sempre um médico

Além de desmascarar essas crenças bastante comuns, o especialista ainda garante que não é preciso gastar muito para cuidar da pele. “O essencial é investir em um bom filtro solar, pensando tanto no envelhecimento precoce quanto em doenças da pele, como o câncer de pele, e um hidratante específico, inclusive para peles oleosas, que também precisam de hidratação”, pontua o médico.

O especialista ainda destaca a importância de reforçar que nenhuma receita da internet garante a saúde da derme – isso apenas um especialista pode afirmar. “O correto é procurar um dermatologista para entender qual é o seu tipo de pele e as causas de uma possível anormalidade, se existir, para seguir com o tratamento ideal”, finaliza.

Fonte: Doctoralia

Quais alimentos são “amigos” do coração?

Aumento da ingestão de bebidas alcoólicas, comidas gordurosas e produtos ultraprocessados fizeram disparar número de casos de doenças cardiovasculares durante a pandemia

A receita para reduzir o risco de um infarto e de doenças cardiovasculares todo mundo sabe: alimentação balanceada, atividades físicas e controle do peso. Mas, durante a pandemia, o que se viu foi um aumento assustador no número de mortes causadas por problemas no coração: 132% – de acordo com uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

As mortes por doenças cardiovasculares não especificadas (por falta de um diagnóstico preciso), infartos e AVCs (acidentes vasculares cerebrais) aumentaram 132% em Manaus, 126% em Belém, 87% em Fortaleza, 71% em Recife, 38% no Rio de Janeiro e 31% em São Paulo entre março e maio de 2020, na comparação com o mesmo período de 2019. O crescimento se deve a diversos fatores, como a Covid-19, a hipertensão e a diabetes, agravadas por conta da pandemia, e, também, pela diminuição da frequência dos exames diagnósticos e acompanhamento de doenças.

O cenário requer atenção redobrada e muita preocupação com os alimentos que são ingeridos, assuntos que são abordados de forma ainda mais abrangente no Dia Mundial do Coração, lembrado hoje, 29 de setembro. Saber o que colocar e, principalmente, o que deixar de fora da lista de compras é uma das principais medidas em prol do coração e da saúde como um todo.

“Os estudos apontam mudanças benéficas na qualidade alimentar do brasileiro em alguns momentos na pandemia. Mas, em outros levantamentos, os dados são preocupantes”, reconhece a nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos, Bruna Nogueira. O aspecto positivo na avaliação dela foi que, no período mais crítico da pandemia, as pessoas aproveitaram um tempo maior em casa para preparar suas refeições, fazendo escolhas saudáveis e equilibradas de alimentos.

Também prestaram mais atenção aos rótulos, buscando incluir no dia a dia produtos, mesmo que industrializados, com ingredientes funcionais ou benéficos ao organismo. “O lado negativo foi que o uso de aplicativos de delivery de refeições e o consumo de doces, frituras, alimentos ultraprocessados e álcool também cresceram consideravelmente”, lamenta.

Na visão do cardiologista Paulo Negreiros, do Hospital Marcelino Champagnat, de Curitiba (PR), esse comportamento equivocado de alimentar-se mal foi potencializado com o aumento do sedentarismo. “Infelizmente, com a pandemia, houve um crescimento expressivo do consumo de fast food e diminuição da prática dos exercícios físicos. Essa combinação é catastrófica para o coração”, alerta.

Dados do periódico científico Nutrients (da University of South Australia) e da NutriNet Brasil sobre comportamento alimentar reforçam essa contradição. Pela amostra da NutriNet Brasil, vinculada à USP (Universidade de São Paulo), e que acompanha o comportamento alimentar dos brasileiros em todas as regiões, houve aumento de consumo de itens como frutas, hortaliças e feijão de 40,2% para 44,6% na pandemia.

Contudo, o consumo de alimentos ultraprocessados passou de 77,9% – número que já é altíssimo na comparação com outros países – para 79,6%. Com outro recorte, o periódico Nutrients constatou aumento no consumo de frutas e hortaliças durante o distanciamento social por parte dos adolescentes em cinco países, inclusive o Brasil. Mas também identificou o crescimento da ingestão de doces e frituras entre os jovens.

De acordo com a nutricionista, um padrão alimentar saudável deve ser rico em vegetais, cereais integrais (como farelo de aveia, arroz integral, aveia em flocos, quinoa), azeite de oliva, sementes (linhaça, chia, semente de abóbora, por exemplo), leguminosas, frutas, peixes e castanhas (castanha-do-brasil, amêndoas, nozes, pistache etc.). “Esses alimentos favorecem uma vida mais equilibrada e, ainda, atuam como cardioprotetores, já que são fontes de fibras, ômega-3, vitaminas, minerais e fitoativos, que são importantes nesse cuidado integrado”, esclarece.

Segundo Bruna, a combinação ideal seria a da chamada “dieta do Mediterrâneo”, à base de carnes magras (em destaque, a de peixe), e rica em frutas, verduras, legumes e grãos, evitando-se embutidos e industrializados. Os hábitos alimentares saudáveis e equilibrados podem atuar na prevenção e no tratamento dos eventos cardiovasculares, e, também, na redução de alguns fatores de risco associados ao desencadeamento das doenças cardiovasculares e crônicas, como: dislipidemias (redução dos níveis de HDL-c e/ou aumento dos níveis de colesterol total, LDL-c e/ou triglicerídeos no sangue), aumento da glicemia, inflamação e estresse oxidativo. “Um corpo bem nutrido é capaz de exercer o seu melhor potencial de saúde”, completa Paulo Negreiros.

Fora da lista pró-coração

Alimentos e produtos com alto teor de gorduras trans e saturadas, além de carboidratos simples, com alto índice glicêmico (com capacidade de gerar picos de glicemia) e ricos em aditivos artificiais, como embutidos, frituras, bebidas adoçadas, biscoitos recheados, farinhas refinadas, salgadinhos industrializados não saudáveis, carnes vermelhas, entre outros, impactam negativamente os níveis de glicemia, colesterol e triglicerídeos séricos.

Além de prejudicar a saúde do coração, eles podem levar ao ganho de peso, inflamação e estresse oxidativo, que também comprometem a performance física, reduzindo a vitalidade, a disposição e a qualidade de vida.

“Os fatores genéticos são os maiores preditivos das doenças do colesterol (dislipidemias), no entanto, uma dieta saudável é crucial para que se atinjam níveis aceitáveis de colesterol para prevenção de doenças cardiovasculares, apesar de os fatores genéticos de alguns poderem levar a níveis elevados de colesterol”, explica o cardiologista.

“Podemos dizer que a genética não é destino, isso porque o que irá determinar que um gene seja expressivo ou não, na maioria das vezes, é a interação do indivíduo com o ambiente e a nutrição”, acrescenta o especialista, que defende: “O trinômio ‘alimentação, exercício físico e saúde mental’ exercem maior influência do que o perfil genético e a idade isolados, além de reduzirem em 80% os riscos de doenças crônicas e cardiovasculares”.

Dentro da lista pró-coração

De acordo com Bruna Nogueira, a indústria de alimentos saudáveis evoluiu muito e, atualmente, oferece produtos que substituem ingredientes refinados por opções integrais e menos processadas, como farinha de trigo integral, aveia, açúcar mascavo, açúcar demerara e mel. “A tecnologia tem ajudado no desenvolvimento de produtos altamente nutritivos, saborosos e com baixo ou nenhum risco à saúde. É possível encontrar nas prateleiras dos supermercados muitos produtos industrializados com alto poder nutritivo”, destaca.

Confira quais são os alimentos considerados “cardioprotetores” e que devem ser presença constante na lista de compras:

Farelo de aveia – apresenta uma excelente concentração de fibras solúveis, principalmente beta-glucanas, além de avenantramidas, compostos bioativos com efeito anti-inflamatório e antioxidante. O consumo frequente contribui com a redução do colesterol total e do LDL-c de forma significativa, de acordo com diversos estudos recentes;

Frutas vermelhas e roxas – morango, açaí, cranberry, goji berry são algumas das frutas ricas em polifenóis, como as antocianinas, procianidinas, quercetina, ácidos fenólicos e polissacarídeos, além de fibras, que estão associadas à melhora dos níveis de colesterol, e favorecem a saúde cardiovascular.

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Sementes de chia e de linhaça – ambas são fontes de ômega-3 e de fibras solúveis e insolúveis, que trazem benefícios para a saúde do coração e redução do colesterol ruim.

Castanhas – nozes, castanha-do-Brasil, pistache, amêndoa, avelã e outras sementes são ricas em selênio, zinco, magnésio e compostos bioativos, que atuam em diferentes mecanismos para contribuir com a saúde cardiovascular.

Foto: Jules -Stonesoup

Cereais integrais (arroz integral, quinoa) – têm boa concentração de fibras que irão beneficiar a saúde do coração, uma vez que auxiliam desde a diminuição dos níveis de colesterol até a redução da inflamação.

Azeite de oliva – é considerado um grande cardioprotetor, por favorecer a redução dos níveis de colesterol LDL e total, e por estimular o aumento do HDL-c.

Fonte: Jasmine Alimentos

Confira lista com alguns dos piores alimentos para quem tem pressão alta

Pressão alta é algo muito comum e atinge muitas pessoas. Pior que elas poucas vezes conseguem mudar a dieta e evitar aqueles alimentos que podem piorar a situação. Se for o seu caso, confira a lista abaixo e tente riscar estes alimentos da sua rotina diária:

Comida de restaurante

Mircea Iancu/Pixabay

A lasanha que você ama no seu lugar favorito pode ser incrível, mas provavelmente está cheia de sódio. Pesquisas sugerem que a maior parte do sódio nas dietas vem de restaurantes e alimentos embalados. Procure opções de menu de baixo teor de sódio ou peça ao chef para fazer sua refeição sem sal. Experimente outros sabores, como peixes e legumes com sumo de limão. A maioria dos adultos não deve comer mais de 2.300 miligramas de sódio por dia. Isso é apenas uma colher de chá!

Refeições congeladas

Foto: Aimee Law

Elas são rápidos e convenientes. Mas elas também estão carregadas de sódio, por isso é melhor evitá-las. Se você precisa de algo rápido de vez em quando, procure opções com 600 miligramas de sódio ou menos.

Snacks salgados

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A maioria dos chips, biscoitos e pipoca de micro-ondas são ricos em sódio. Por exemplo, uma porção 28 gramas de batatas fritas simples tem cerca de 50-200 miligramas de sódio. Experimente nozes baixas doses ou mesmo sem sódio, sementes, chips ou pretzels quando o desejo bater. Ou experimente cenouras frescas ou palitos de aipo para uma crocância satisfatória.

Alimentos em conserva e seus sumos

Kimchi, chucrute e outros alimentos em conserva ou salgados muitas vezes têm bastante sódio. Cerca de 83 gramas de suco de picles têm cerca de 900 miligramas, dependendo da marca. Tente limitar a quantidade de alimentos em conserva que você come. E experimente marinadas feitas de vinagre, suco de abacaxi ou frutas cítricas como limões, limas e laranjas. Eles adicionam um sabor acre com menos sódio.

Pão

Não é especialmente salgado, mas tem muito sódio. Uma fatia de pão branco tem entre 80 e 230 miligramas. Da próxima vez que você fizer um sanduíche, pegue pão integral, um muffin inglês, ou uma tortilla para diminuir o sódio. Você também pode comer seu sanduíche “de cara aberta” com apenas uma fatia.

Sopa pronta

É deliciosa em um dia frio, mas muitas vezes é rica em sódio. Uma xícara de sopa de tomate pode ter entre 700 e 1.260 miligramas de sódio. Compre versões de baixo teor ou faça o sua própria versão com ervas e especiarias.

Suco e molho de tomate prontos

Três quartos de uma xícara de suco de tomate enlatado embala 660 miligramas de sódio. Procure por versões com baixo teor.

Carne processada

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A carne de um lanche normalmente tem cerca de 750 miligramas ou mais de sódio por porção. São cerca de seis fatias finas. Outras carnes processadas também ricas em sódio incluem cachorro-quente, carne enlatada, bacon e salsicha. Adicione carne de porco salgada, presunto e reposição à lista, também. Fique com peixe, frango e cortes magros de carne.

Pizza

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Seja congelada ou do seu local de entrega favorito, provavelmente é rica em sódio. Uma fatia de 114 gramas de pizza de queijo congelado tem de 370 a 730 miligramas. A mesma fatia em uma pizzaria tem ainda mais, a 510-760 miligramas. Para diminuir, peça uma pizza menor e abandone a borda recheada. Opte por borda fina e legumes para obter ainda mais benefícios para a saúde.

Cerveja, vinho e álcool

Cocktails

Suas chances de pressão alta aumentam quando você bebe muito álcool. Os homens não devem ficar com mais de duas doses por dia. As mulheres devem ficar em uma só. O vinho tinto tem sido ligado à saúde do coração, mas você ainda deve limitar a quantidade que bebe.

Queijo

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Alguns tipos são mais propensos a aumentar a pressão arterial do que outros. Escolha queijos que são naturalmente baixos em sódio, como o suíço, que tem 75 miligramas por uma porção. Cabra, ricota e mussarela fresca também são boas. Queijos processados e duros, como americano e cottage, têm mais sódio. Meia xícara de queijo cottage normal tem 455 miligramas.

Condimentos

Ketchup, molho de soja e molho de salada são todos ricos em sódio. Compre substitutos de baixo teor. Ou experimente suco de limão e vinagre para adicionar sabor.

Fonte: WebMD

Nutricionista lista sete alimentos que parecem saudáveis, mas não são

Juliana Vieira também indicou substitutos

Refrigerantes, salsicha, sorvete, entre outros, são alimentos que todos sabem que não são saudáveis. Mas tem aqueles que as pessoas consomem acreditando que fazem bem à saúde, o que não é verdade.

A nutricionista Juliana Vieira elencou sete desses alimentos:

Peito de peru – o mito de ser um alimento saudável é por ele ter poucas calorias e baixo teor de gorduras. Mas, em compensação, como todo embutido, tem aditivos químicos: sódio, conservantes e corantes e compostos nitrogenados, dentre eles o nitrito de sódio.
Substitua por ovo ou atum.

Nesfit – apesar de ser nomeado como integral, esse biscoito tem muito glúten, açúcar, gordura e sal. Não deve ser usado nem como opção de lanche de baixa caloria, muito menos como alimento saudável.
Substitua por bolacha de arroz.

Barra de cereal – dentre seus principais ingredientes, possui açúcar, xarope, maltodextrina, gordura hidrogenada.
Substitua por barra de proteína.

Suco de caixinha ou néctar de fruta – contém muito açúcar , corantes , aromas e sódio.
Substitua por suco natural ou água

Bisnaguinha- o pão é feito de farinha branca e açúcar, ou seja, tem poucos nutrientes e nada de fibras.
Substitua por bisnaguinha integral ou pão integral .

Empanados de frango – é uma mistura de ingredientes nada nutritivos, como partes de frango, pele, farinha e leite em pó e para dar gosto glutamato monossódico.
Substitua por empanar o frango com ovos e farinha de rosca ou aveia .

Refrigerantes zero – apesar de não terem calorias, eles contêm uma série de produtos químicos em sua fórmula que são nocivos à saúde, como corantes, acidulantes, conservantes, adoçantes e excesso de sódio. Além disso, não tem nenhum valor nutricional.
Substitua por água ou suco natural.

Pele saudável no verão: saiba quais os melhores alimentos para manter o rosto hidratado

Calor intenso pode causar aumento da oleosidade, perda de nutrientes e ressecamento severo da derme

O verão chega no fim deste mês, pouco antes do Natal. Trata-se da época do ano em que os dias são mais longos e as noites mais curtas. A exposição ao sol, porém, demanda cuidados redobrados com a pele.

A nutricionista Ellen D’arc, da Bio Mundo, indica alguns alimentos que promovem a manutenção da derme, uma vez que todos os tipos de pele estão sujeitos a alterações quando os termômetros marcam temperaturas altas. “O excesso de transpiração promove a perda de nutrientes importantes. Para repor, além da ingestão de alguns ingredientes naturais, eles também podem ser usados de forma tópica e trazer bons resultados”, afirma Ellen.

Para conter a oleosidade

Em dias mais quentes é comum que o corpo produza mais suor e o rosto fique com aquele brilho que incomoda muita gente. “Alguns ingredientes naturais encontrados na maçã en o pepino têm poderes adstringentes e oferecem limpeza para o rosto, além de serem extremamente benéficos para quem tem acnes, inclusive”, explica a especialista.

Além disso, a fruta promove a hidratação perfeita na hora de repor a água da pele e ficar longe dos óleos. Já o pepino tem propriedades clareadoras, ideal para diminuir a vermelhidão do sol e, de quebra, amenizar as olheiras. Ambos podem ser usados em rodelas ou terem extraídos o suco para aplicar com um algodão sobre a face higienizada.

Rosto seco nunca mais

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Se engana quem pensa que a pele seca leva vantagens diante do sol forte, isso porque, por ser mais sensível, há maior possibilidade de descamação, ressecamento acentuado e em situações mais graves até feridas. Para manter a cútis saudável e com um aspecto bonito, mel e aveia são bons itens para serem associados às máscaras faciais caseiras, já que suas propriedades altamente hidratantes atingem camadas profundas da derme.

“Outra vantagem é o poder anti-inflamatório, que ajuda na cicatrização de feridas e até a diminuir as linhas de expressão”. A hidratação do mel é proveniente das moléculas de açúcar, já a aveia possui grânulos perfeitos para uma esfoliação leve, podendo ser combinados entre si para potencializar os resultados.

Esfoliação natural

Uma superdica para limpar a pele é a esfoliação natural. A esfoliação com mel e açúcar além de limpar, promove a sua hidratação. Basta misturar uma colher de sopa de mel com uma colher de açúcar em um recipiente e depois aplicar no rosto em movimentos circulares suaves. Deixar agir por 10 minutos e remover com água.

Pele normal também precisa de cuidados

A pele normal também exige alguns cuidados e manutenções específicos. Mesmo que ela tenha um bom nível de hidratação, o uso de produtos inadequados pode causar alterações e desencadear aumento do suor ou ressecamento. O iogurte é um grande aliado nesses momentos por possuir ácido lático na fórmula. Ele é capaz de hidratar, combater os efeitos da poluição na pele e reduzir os poros.

“É um alimento abundante em proteínas essenciais, cálcio, vitamina B2, B12 e D” informa a profissional. Uma ótima dica é espalhar uma camada bem grossa sobre a pele limpa e deixar agir entre 15 a 20 minutos, isso irá promover uma limpeza suave e desobstruir os poros.

Fonte: Bio Mundo

Cientistas refutam conceito de alimentos “ultraprocessados” e revelam inconsistências no Guia Alimentar para a População Brasileira

Especialistas da USP em Engenharia e Ciência de Alimentos contestam a classificação usada no Guia Alimentar e identificam uma série de equívocos sobre processamento de alimentos, que acabam confundindo o consumidor.

Engenheiros de Alimentos e Docentes da Universidade de São Paulo publicaram um artigo com críticas ao sistema de classificação de alimentos NOVA, que consta do Guia Alimentar para a População Brasileira do Ministério da Saúde em 2014. Pesquisadores da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos, da Escola Politécnica e do Centro de Pesquisa em Alimentos (Food Research Center – FoRC) apontaram erros no conceito de processamento de alimentos e consideraram algumas informações como “alarmantes” e “descuidadas”.

In natura e minimamente processados

De acordo com o Guia, os alimentos da categoria 1 – in natura ou minimamente processados – são aqueles que não envolvem a adição de sal, açúcar, óleos, gorduras ou outras substâncias ao alimento original. No entanto, os Engenheiros de Alimentos e pesquisadores da USP esclarecem que o processamento mínimo de alimentos – predominantemente de origem vegetal, como frutas e hortaliças – pode sofrer intervenções químicas, como o tratamento com soluções contendo acidulantes, antioxidantes e antimicrobianos. Isso muitas vezes é necessário porque os vegetais submetidos ao descascamento, corte e fatiamento, como ocorre no processamento mínimo, deterioram-se mais rapidamente.

Outro equívoco pode ser observado nos exemplos de alimentos minimamente processados citados pelo Guia. “Leite pasteurizado, leite longa vida, leite em pó e sucos de fruta pasteurizados são submetidos a tratamentos térmicos, cuja intensidade varia de 72ºC a 145ºC. Portanto, todos os exemplos mencionados são de alimentos processados. Os minimamente processados disponíveis no mercado brasileiro não são submetidos a tratamentos térmicos”, informam os pesquisadores.

Ingredientes culinários processados

Em relação aos alimentos da categoria 2 (ingredientes culinários processados), o Guia chama atenção para o consumo excessivo de óleo, gorduras, sal e açúcar, que pode causar problemas de saúde. Os Engenheiros de Alimentos reconhecem a importância dessa informação, mas acreditam que é necessária melhor contextualização sobre os riscos do excesso e os benefícios de uma dieta equilibrada com óleos e gorduras. “Este grupo de alimentos é fonte de ácidos graxos essenciais e exerce papel fundamental no transporte e na absorção de vitaminas lipossolúveis e na síntese de hormônios, por exemplo”.

Processados

Segundo o Guia do Ministério da Saúde, os alimentos processados (categoria 3) são aqueles fabricados pela indústria com adição de sal ou açúcar a alimentos in natura, para torná-los duráveis e mais agradáveis ao paladar, e seu consumo deve ser limitado. O primeiro ponto destacado na análise dos pesquisadores da USP é que nem todos os alimentos processados têm adição de açúcar e/ou sal, como sucos integrais de frutas e hortaliças e leite pasteurizado ou longa vida. Outro fato a salientar é que a Indústria Brasileira de Alimentos vem gradativamente reduzindo os níveis de sal e açúcar em alimentos processados.

O Guia também informa que os métodos usados no processamento de alimentos prejudicam a sua composição nutricional, o que é refutado pelos pesquisadores. “Os nutrientes são substancialmente preservados durante o processamento, especialmente quando métodos não térmicos de estabilização são empregados. O processamento em escala doméstica muitas vezes é mais drástico e exerce um impacto significativamente mais negativo no valor nutricional do alimento comparado ao processo em escala industrial”.

De modo geral, o capítulo 2 do Guia apresenta informações incompletas ou equivocadas sobre o processamento de alimentos. Os Engenheiros de Alimentos e Pesquisadores da USP afirmam que o objetivo do processamento vai muito além de aumentar a duração dos alimentos e torná-los mais agradáveis ao paladar. Envolve tecnologias que proporcionam segurança ao consumidor, eliminando ou reduzindo agentes potencialmente patogênicos a níveis seguros; preservam a qualidade funcional, nutricional e sensorial do alimento por meio da inativação de enzimas e micro-organismos deteriorantes; reduzem desperdícios; favorecem as políticas de segurança alimentar, promovem a sustentabilidade entre muitos outros benefícios.

“Ultraprocessados”

Os autores do artigo questionam também o uso do termo “ultraprocessados” (categoria 4), que não é reconhecido pela Engenharia e Ciência de Alimentos. O termo em questão, concebido na Faculdade de Saúde Pública da USP em 2009, ganhou maior notoriedade com a proposta de classificação NOVA, também publicada pela Food and Agriculture Organization (FAO) da ONU em 2019. A Organização, porém, reforça que o conteúdo é de responsabilidade dos autores e não reflete necessariamente a visão da FAO e nem representa uma validação do sistema NOVA.

Segundo o Guia, os alimentos “ultraprocessados” devem ser evitados e podem ser facilmente identificados pelo elevado número de ingredientes, incluindo sal, açúcar, óleos e gorduras. Contudo, alimentos minimamente processados ou processados moderadamente também podem conter múltiplos ingredientes, como sucos mistos de frutas e hortaliças, saladas e vitaminas de frutas e mix de cereais integrais.

“Evitar o consumo de alguns desses alimentos, como pão integral ou enriquecido, cereais e leites especiais, poderia implicar na diminuição da ingestão de folato, cálcio e fibra alimentar. À luz da Engenharia e Ciência de Alimentos, o prefixo ‘ultra’ remete à intensidade de um determinado tratamento ou processo empregado na conservação do alimento, e não à sua composição”, afirmam os pesquisadores.

O artigo também esclarece que os aditivos (emulsificantes, antioxidantes, acidulantes, conservadores etc.) incorporados aos alimentos industrializados desempenham função tecnológica, algumas vezes relacionada à segurança microbiológica do produto. É o caso da adição de ácido cítrico a conservas de palmito, que impede a síntese da toxina botulínica. Antes de sua aprovação, os aditivos alimentares são submetidos a uma rigorosa série de protocolos de análise toxicológica por agências reconhecidas internacionalmente e sua aprovação pelos órgãos competentes é periodicamente reavaliada de acordo com os avanços da Ciência.

Alimentação saudável

Os cientistas incentivam as práticas alimentares saudáveis, com dietas ricas em fibras (frutas, hortaliças e cereais integrais) e a ingestão de alimentos com baixo teor de sal e açúcar. “Sempre que possível, recomenda-se o preparo dos próprios alimentos, o consumo de produtos orgânicos – industrializados ou não – advindos de produtores locais, bem como o consumo restrito de produtos indulgentes (hot dog, milk-shake etc) que, de maneira geral, são muito calóricos e pouco nutritivos”.

Para os autores, é essencial que o consumidor seja informado corretamente. A saudabilidade de um alimento não está relacionada ao número de ingredientes, intensidade ou número de processos e nem ao local de processamento – cozinha ou grande indústria -, e sim à disponibilidade de seus nutrientes e componentes funcionais.

Confira alimentos que podem fazer você envelhecer mais rápido

Já está mais que provado que uma alimentação saudável não só previne doenças como também faz bem para o corpo todo, incluindo pele, unhas e cabelos. Porém, o contrário também ocorre. Ou seja, dependendo daquilo que você ingere normalmente, não só sua saúde, mas também sua aparência pode ser afetada, para pior.

Confira uma lista de alimentos que você deve evitar se quiser manter-se jovem e saudável por mais tempo:

Alimentos picantes


Alguns gostam de calor … e alguns não o aguentam. Alimentos apimentados fazem os vasos sanguíneos incharem e até mesmo romper, causando manchas roxas em seu rosto. Se você tiver rosácea – comum em mulheres após a menopausa – o calor da especiaria pode desencadear um surto. Também aumenta a temperatura do corpo, de modo que você transpira para se refrescar. Quando o suor se mistura com as bactérias em sua pele, pode causar erupções e manchas.

Margarina


Sua pele é o maior órgão do corpo e tudo o que você come a afeta. A maioria das margarinas, especialmente as sólidas, contém gorduras trans. Elas aumentam o colesterol “ruim”, diminuem o colesterol “bom” e criam inflamação por todo o corpo. A inflamação está associada a doenças cardíacas e derrame, duas condições que podem dar a você uma aparência envelhecida.

Refrigerantes e bebidas energéticas


Quanto mais refrigerantes e bebidas energéticas você consome, mais rápido as células em seus tecidos envelhecem. Além da efervescência, eles têm mais calorias e adição de açúcar – 7 a 10 colheres de chá em 350ml – do que qualquer outra bebida. Combinado com as bactérias da boca, esse açúcar também forma ácido que desgasta o esmalte dos dentes e causa cáries. Outros contras incluem ganho de peso e maior risco de acidente vascular cerebral e demência.

Pratos congelados


Um jantar congelado pode acumular pela metade o sódio de uma dieta diária saudável. Quando há muito sal, você bebe mais do que o normal e inunda os rins. Qualquer água extra irá se mover para lugares em seu corpo que tenham menos sal, como seu rosto e mãos. Isso é o que faz você parecer inchado.

Álcool


Margaritas não ficam tão boas na sua pele como pareciam no copo. Se você já acordou com a boca com gosto amargo pela manhã, após uma noite de bebidas, sabe que o álcool desidrata. Isso causa um grande impacto na pele, que é 63% água. Mesmo se você beber um copo grande de água, ele hidratará todos os outros órgãos antes da pele. Quando você não se hidrata o suficente, sua pele parece, e se sente, seca, e não pode se defender contra as rugas.

Carnes processadas


Largue a calabresa: carnes processadas, como bacon, salsicha, presunto e cortes de delicatessen, são defumadas, curadas ou salgadas para durar mais tempo sem estragar. É o que as torna deliciosas e perigosas. O sódio e os conservantes químicos causam inflamação que pode desgastar seu corpo por dentro e por fora. Um pouco de inflamação é bom: ajuda a cicatrizar as células. Demais, pode causar doenças cardíacas, derrame e diabetes.

Frituras


A diferença entre a massa e um donut é um bom banho longo em óleo fervente. Esse banho promove radicais livres, ou moléculas instáveis ​​que danificam outras moléculas em suas células e acrescentam anos à sua pele. Você também pode encontrar radicais livres em outros alimentos fritos, como batatas, cachorros quentes e palitos de mussarela.

Produtos de panificação


Só porque eles não estão fritos, não significa que ficam bem em você. Produtos de padaria, como biscoitos e bolos, têm alto teor de gordura que obstrui as artérias e engorda. Eles também não economizam no açúcar, que pode causar diabetes, hipertensão e cáries (entre outras coisas). A inflamação é outro motivo para pular o sundae. Quanto mais inflamação você tiver, maiores serão as chances de artrite, depressão, doença de Alzheimer e alguns tipos de câncer.

Carnes carbonizadas


Que tal uma sigla? Fritar ou grelhar carne em alta temperatura cria produtos finais de glicação avançada, ou AGEs (Advanced Glycation End-products). Níveis baixos de AGEs são bons (seu próprio corpo os produz), mas grandes quantidades de carnes carbonizadas causam inflamação no seu corpo e desencadeia doenças cardíacas e diabetes e aumentam o risco de câncer.

Xarope de milho rico em frutose


Primo químico do açúcar de mesa, xarope de milho com alto teor de frutose adoça refrigerantes e sucos de frutas. Entre muitas outras desvantagens para a saúde, ele interfere na capacidade do seu corpo de empregar o cobre, que ajuda a formar o colágeno e a elastina que mantêm a pele saudável. Também é cheio de calorias e coloca você em risco de diabetes e doenças cardíacas.

Cafeína


A cafeína é um diurético: estimula o cérebro e estimula a necessidade de urinar. Isso pode causar desidratação. Quando você não tem água suficiente, sua pele para de liberar toxinas o que torna você mais sujeito a pele seca, psoríase e rugas.

Agave


Embora seja melhor para o seu corpo do que adoçantes artificiais, o agave tem 90% de frutose, um tipo de açúcar que só pode ser decomposto no fígado. Quando o fígado está sobrecarregado, ele transforma a frutose em gordura e produz mais radicais livres, os compostos que danificam as células.

Porém, lembre-se, não precisa eliminar os alimentos citados para sempre. O importante é não ingeri-los com frequência. Pense na palavra mágica: parcimônia.

Fotos: Getty Images

Fonte: WebMD

Nutrólogo aponta alimentos diuréticos que combatem a retenção de líquidos

O inchaço tem muita relação com a alimentação e, por isso, investir em alguns alimentos específicos pode ser a chave para a acabar eliminar o excesso de líquidos corporais

Pernas e pés inchados, barriga com um volume fora do normal…  A sensação de inchaço é uma queixa bastante comum, em especial naqueles que buscam uma reeducação alimentar para emagrecer. Conhecida como edema, essa condição é o resultado de um acúmulo de fluidos corporais que colabora para o peso extra na balança.

O problema é multifatorial, sendo o consumo excessivo de sódio, ingesta não adequada de água , baixo consumo de potássio, mal funcionamento intestinal e alteração no metabolismo hormonal, alguns fatores desencadeantes. Porém, o nutrólogo Sandro Ferraz aponta que as causas mais comuns estão relacionadas com a má alimentação. “Ao tratar o problema, é preciso readequar o cardápio e identificar quais alimentos podem estar causando a condição”, comenta.

Além da diminuição das refeições que podem causar a problemática, o nutrólogo recomenda a prática de exercícios físicos e a ingestão de, pelo menos, 2 a 3 litros de água por dia. “Alguns alimentos possuem ação diurética, ou seja, são capazes de aumentar a secreção urinária, o que ajuda a eliminar a retenção que causa inflamações. É na urina que são expelidas as toxinas que entram no corpo, seja pelo consumo de alimentos, seja por medicamentos”, aponta.

Confira alguns alimentos que podem te ajudar a diminuir o inchaço segundo o nutrólogo:

Cenoura


Fonte de vitamina A, a cenoura é não apenas um alimento que auxilia na visão e no processo digestório, como um potente desintoxicante para o organismo.

Melancia

Tendo como principal componente a água, a melancia é uma fruta hidratante, rica em vitamina C, do complexo B, cálcio, fósforo, potássio e sódio. Além de ajudar na diminuição do inchaço, também auxilia no bom funcionamento dos rins, intestino e estomago.

Pepino

Fonte de água, ferro, vitamina do complexo B e C, potássio, cálcio e fósforo, o alimento também é uma boa alternativa para quem busca purificar a pele e fortalecer unhas e cabelos.

Beterraba


Seja consumida em forma de suco, cozida ou ralada, a beterraba é um poderoso diurético, além de possuir vitamina C, ferro e fósforo, auxiliando na prevenção da anemia.

Alface

Pixabay

Ajuda no funcionamento do intestino, além de combater o inchaço, o estresse e a insônia. É uma fonte de água, vitaminas, minerais e fibras.

Fonte: Sandro Ferraz é formado pela UNIG-RJ, Pós-Graduado em Nutrologia pelo Grupo Educacional Facinepe, atuando nas áreas de emagrecimento e longevidade.

Superalimentos: descubra as vantagens de incluir sementes na alimentação

Bio Mundo explica os benefícios dos grãos de abóbora, chia e de girassol para um cardápio mais saudável

Pequeninas no tamanho, mas cheias de nutrientes e fibras. As sementes merecem atenção especial quando o objetivo é deixar a rotina alimentar mais natural. Isso porque esses ‘superalimentos’ possuem grandes concentrações de vitaminas, minerais, gorduras boas e proteínas que equilibram o organismo e ajudam a prevenir problemas de saúde. E de quebra ainda podem ser consumidos em lanches, saladas ou misturados com frutas ou shakes, entre outras opções.

Para potencializar o cardápio e torna-lo mais funcional e nutritivo, a Bio Mundo explica as vantagens de incluir as sementes de abóbora, chia e de girassol na alimentação. Mas atenção: o consumo desses grãos não deve ultrapassar mais do que duas colheres de sopa ao dia e o recomendado é beber muita água para que as fibras deem aquela forcinha para o intestino funcionar corretamente. Por isso, é importante sempre consultar um especialista antes de mudar qualquer dieta.

Beneficie-se da semente de abóbora:

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Foto: Max Straeten / Morguefile

Rico em proteínas, fibras, vitamina E e sais minerais, como ferro, zinco, manganês cobre e potássio, esse grão está disponível nas lojas da Bio Mundo em todo o país nas versões branca, com casca, ou verde, descascada. Na cozinha, a semente de abóbora pode ser consumida como aperitivo, óleo ou em forma de farinha e vai bem cozida ou moída para incrementar receitas doces e salgadas.

Incremente pratos com a semente de girassol:

SEMENTE GIRASSOL

Já esse grão é abundante em vitaminas E e B6, ácido fólico e minerais, como magnésio, ferro, selênio e potássio. Além disso, possui efeito antioxidante que proporciona à pele mais firmeza e retarda o envelhecimento precoce das células, inclusive as cerebrais. As sementes de girassol também têm valor antimicrobiano, anti-inflamatório, anti-hipertensivo e ajudam a reduzir o mau colesterol. O grão pode ser consumido em sucos, vitaminas, saladas, caldos e até doces.

Use a chia para fortalecer o corpo:

semente chia

Por último e, sem dúvidas, não menos importante, este grão é considerado um remédio natural e faz parte do variado mix que a Bio Mundo oferece aos seus consumidores. Fonte de ômega-3, proteínas e antioxidantes, a semente de chia diminui os índices glicêmicos e o colesterol. Quando colocada em água, cria um meio gelatinoso rico em fibras solúveis que auxiliam na sensação de saciedade e no funcionamento intestinal. Pode ser usada para dar um sabor extra em molhos, shakes, sucos e caldos.

Fonte: Bio Mundo

O poder dos alimentos contra a queda de cabelo

Soja, cenoura e castanhas são alguns exemplos de alimentos que ajudam a fortalecer os fios

Estudos apontam que a queda excessiva de cabelo pode ser sinal de alguma disfunção no organismo, inclusive causada pela má alimentação. Por isso, Jessica Santos, nutricionista da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, lista algumas comidas que podem ajudar a manter a saúde dos fios:

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Rachel Gorjestani/Pixabay

Soja, ervilha e feijão: as proteínas de leguminosas como soja, ervilha e feijão são essenciais para diminuir a queda de cabelo e ajudar na reposição de fios novos. Além disso, o nutriente também evita que o cabelo fique opaco e sem vida.

AVELÃ PIXABAY

Oleagionosas: a especialista aponta que castanhas, nozes e avelãs são fontes de zinco, mineral que contribui para o crescimento saudável dos fios, deixando-os mais fortes e resistentes à queda e quebra.

espinafre

Vegetais de folhas verde-escuras: devido à alta concentração de vitaminas A e C, que possuem ação antioxidante, vegetais como espinafre, brócolis e couve ajudam a evitar o envelhecimento das células capilares e, por consequência, na queda dos fios e caspa.

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Pixabay

Grãos integrais: alimentos como a aveia são ricos em vitaminas do complexo B, fundamentais para acelerar o crescimento dos fios e prevenir a queda. “Os grãos integrais inclusive possuem a vitamina B5, também conhecida por pantenol, substância presente em poderosos dermocosméticos para hidratar pele e cabelos”, esclarece.

Pouring water from bottle into glass on blue background
Pouring water from bottle into glass on blue background

Água: por último, mas não menos importante, está a importância de manter todo o organismo hidratado para evitar o ressecamento dos fios. “O consumo diário de água e de sucos integrais também contribuem para a hidratação dos fios”, completa.

Sugestões de produtos – Superbom

Abaixo a nutricionista indica alguns alimentos prontos, fáceis de serem encontrados em comércios que possuem os nutrientes necessários para deixar os cabelos livre de queda e com vida.

Proteínas da soja – Superbom

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A proteína presente na soja é essencial para a vitalidade dos cabelos. A Superbom tem uma linha de substitutos da carne feitas à base de soja que estão disponíveis nas versões: Bife, Carne, Salsicha, Almôndegas ao molho sugo, Vegan Meat, Salsicha defumada aperitivo, Hambúrguer, Salsicha defumada, Medalhão ao molho madeira, Molho bolonhesa, Cubinhos ao molho mexicano, Escalope ao molho caseiro e Jardineira ao molho caseiro.

Proteínas da ervilha – Superbom

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Alimentos à base de proteína da ervilha também são benefícios para as madeixas. As opções de carnes 100% plant-based feitas a partir da proteína da ervilha da Superbom estão disponíveis nas versões: Frango Vegano, Coxinha Vegana, Steak sabor Peixe e Burger Gourmet vegan.

Fonte: Superbom