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Dez vitaminas que ajudam unhas e cabelos e onde encontrá-las

Elas são encontradas em alguns alimentos e, se inseridas no dia a dia auxiliam nesse fortalecimento

Quem não sonha com cabelos fortes e brilhantes, iguais aqueles que vemos nas propagandas. Sem esquecer das sonhadas unhas resistentes que não quebram por nada. Mas você sabia, que algumas vitaminas encontradas nos alimentos podem te ajudar nessa tarefa?

Segundo a nutricionista e pesquisadora Aline Quissak, da Nutri Secrets, um adulto perde em média 100 fios por dia; porém, quando essa quantidade aumenta é bom ficar alerta. E se suas unhas não andam resistindo muito, elas também podem estar sofrendo.

Existem vários fatores que podem influenciar nesses problemas. Um dos principais é a sua alimentação, já que você pode não estar ingerindo as vitaminas, minerais e proteínas necessários. “Vitaminas A, C, E, do complexo B, zinco, ferro, potássio, biotina, betacaroteno e aminoácidos são importantes para a saúde dos fios e unhas, por isso é fundamental que a pessoa tenha esses alimentos na rotina”, explica a especialista.

A boa notícia é que você não precisa se desesperar. Ingerir alguns alimentos pode te dar aquela forcinha, e para te ajudar nesta tarefa, a nutricionista preparou uma lista especial com alguns deles:

Vitamina complexo B – feijões, lentilhas, ervilhas, brócolis, peixes, leites, aves;

Vitamina C – acerola, goiaba vermelha, laranja, limão, abacaxi, espinafre, rúcula;

Steve Buissinne/Pixabay

Vitamina E – castanhas, amendoim, alho, brócolis, tomate, manga, kiwi, salmão, semente de girassol;

Vitamina A – leite e derivados, espinafres, couve, acelga, agrião, cenoura, manga, mamão, abóbora;

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Zinco – castanhas, cereais integrais, grão de bico, aves, espinafre, semente de abóbora e de linhaça;

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Stocksy

Ferro – carne vermelha, ovo, feijão, lentilha, hortaliças verdes escuras;

Potássio – abacate, pera, banana, leite e derivados, abóbora, batata doce, aveia;

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Biotina – castanhas, amêndoas, nozes, avelãs, ovo, carnes vermelhas;

Betacaroteno – cenoura, batata doce, abóbora, caqui, manga, mamão, melão, melancia, damasco, tangerina;

Aminoácidos – ovo, aves, carne de vaca, atum, salmão, sardinha, quinoa, chia, couve, alface, acelga e milho.

Para finalizar, a nutricionista lembra que é sempre importante procurar um especialista para ajustes individuais. “Quando introduzimos esses alimentos em nossa rotina, eles nos ajudam a fortalecer unhas e cabelos, mas é importante procurar um médico e um nutricionista para analisar o caso”, completa Aline.

Fonte: Nutri Secrets

Receita de panqueca saudável

Que tal aproveitar o sábado com uma receita gostosa e saudável? A nutricionista, Aline Quissak, preparou essa delícia nutritiva e saudável.

Panqueca saudável

Ingredientes:

2 ovos
1 xícara de farinha de amêndoas
1 xícara de farinha de aveia
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 xícara de iogurte natural
1/4 de xícara de azeite de oliva extravirgem ou óleo de coco
2 colheres de sopa de mel/melado de cana
1 colher de sobremesa de essência de baunilha

Modo de preparo:

Misture as farinhas e o bicarbonato. Adicione os ovos, iogurte, azeite/óleo de coco e a baunilha. Mexa bem em um potinho até ficar uma massa lisa e cremosa. Em uma frigideira antiaderente coloque um fio de azeite ou óleo de coco e despeje a massa da panqueca, doure de um lado e depois do outro (cerca de 1 minuto de cada lado), está pronta. Você pode servir com frutas, chocolate 70% derretido, castanhas, mel/melado ou geleia 100% fruta.

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Rendimento: serve 4 pessoas

Fonte: Nutri Secrets

 

Mousse de chocolate funcional e saudável

Quem disse que para ser saudável nós precisamos abrir mão de tudo? Não mesmo. Por isso, a nutricionista e pesquisadora Aline Quissak, desenvolveu essa receita de mousse de chocolate super saudável e o melhor: com três ingredientes.

Mousse de chocolate funcional e saudável com três ingredientes

Ingredientes

1 xícara de creme de ricota (3 partes de ricota batida com 1 parte de iogurte natural)
180g de chocolate 70% cacau
1 colher de sopa de extrato de baunilha (opcional)
Amêndoas (30g) e frutas vermelhas para completar (60g)

Modo de preparo:

Derreta o chocolate e bata no liquidificador ou processador com o creme de ricota e a baunilha até ficar um creme homogêneo. Leve para gelar por 3 h ou durante a noite. Decore com as amêndoas e as frutas vermelhas.

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Durabilidade: 7 dias

Fonte: Nutri Secrets

 

Nutricionista ensina a fazer pãozinho que diminui a ansiedade

Pãozinho quentinho e crocante por fora, com aquela manteiguinha derretendo é pra fazer o coração de qualquer pessoa feliz. E se além disso ele diminuísse a ansiedade? A receita desenvolvida pela nutricionista e pesquisadora, Aline Quissak, tem esse poder.

O segredo? Queijo curado.São aqueles com alto teor de proteína, cromo e vitamina do complexo B. Como são zero em carboidrato, podemos adicionar na receita o fubá e a aveia, dois outros ingredientes funcionais para melhorar o humor e o estresse. Por terem triptofano, ácido fólico e carboidrato especial dão calma aos nossos neurônios agitados. Se você preferia, pode até usar farinha de arroz ou polvilho, a receita da certo, mas não tem a propriedade medicinal que controla a ansiedade. Confira o passo a passo.

Pãozinho que diminui a ansiedade

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Ingredientes:
5 colheres de sopa de fubá (orgânico)
3 colheres de sopa de farinha de aveia
1 ovo
1/4 de xícara de azeite de oliva extravirgem
1 xícara de queijo curado ralado (meia cura, canastra, parmesão)
1 colher de sobremesa de fermento (pode usar o natural: bicarbonato + vinagre de maçã)

Modo de preparo:
Amasse bem até modelar a massa em mini pãezinhos. Asse em forno baixo 150 graus por 15 min ou até estarem dourados. A consistência fica de uma broa. Pode adicionar o gergelim na hora de ir pro forno, ele melhora o valor nutricional e funcional. Esse pãozinho tem o perfeito equilíbrio entre carboidrato, proteína e gorduras do bem que as pessoas com ansiedade precisam.

pãozinho ansiedade (1)

Informações: Aline Quissak

Por que descontamos nossas emoções na comida?

Nutricionista fala sobre compulsão alimentar e como podemos contornar esse problema com alimentação e acompanhamento adequados

Raiva, tristeza, frustração e alegria são alguns dos sentimentos comuns ao nosso dia a dia. O problema aqui está justamente em como aliviamos essas sensações. Para se ter uma ideia, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mostram o Brasil em primeiro lugar quando o assunto é Transtorno da Compulsão Alimentar (TCA), atingindo 4,7% da população, o que significa quase o dobro da média mundial que é 2,6%.

Segundo Aline Quissak, nutricionista e pesquisadora, a compulsão alimentar é a vontade descontrolada que temos de comer: “Mesmo quando já está satisfeito, mesmo quando não cabe mais no estômago, a pessoa continua comendo. E esses alimentos, na maioria das vezes, são alimentos ricos em açúcar e gordura; mas podem ser também variados. Ou seja, a pessoa come tudo que está à disposição e em volumes muito grandes. A compulsão até pode iniciar com a ideia de comer por prazer, mas durante o processo a pessoa não está mais no controle do seu apetite; ela come e não para, até passar mal ou até acabar a comida que está exposta na sua frente”, esclarece.

shutterstock mulher comendo doces
Shutterstock

Essa compulsão é desencadeada por deficiência hormonal de Leptina – hormônio da saciedade -, CCK e grelina. Ou seja, mesmo após comer a quantidade suficiente para o nosso organismo, nós continuamos comendo.

“A desregulação hormonal é uma consequência. Mas a principal causa são as dietas restritivas a longo prazo. A longo prazo essas dietas ‘da moda’ fazem o paciente privar-se de alimentos sem substituir os maus hábitos. Isso gera uma inflamação no corpo, já que não somos feitos só de calorias e sim de vitaminas, minerais, antioxidantes e vários outros elementos que estão presentes nos alimentos. Sem eles, a deficiência pode causar não só compulsão alimentar como problemas de coração (AVC e trombose), diabetes e transtornos alimentares”, explica.

Outro problema comum é descontarmos nossas emoções na comida. De acordo com a nutricionista, isso acontece porque temos uma relação emocional com a comida. Todos temos um prato especial, que remete a alguma coisa boa. Quando estamos estressados, tristes, ansiosos, acabamos comendo esses alimentos em busca do prazer. Buscamos alimentos que nos trazem bons sentimentos.

O problema não é comer o que nos faz sentir bem, mesmo quando o alimento não é saudável, e sim achar que comer vai resolver nossos problemas. Como não resolve, continuamos comendo para manter o nível de prazer, e depois sentimos culpa por termos exagerado, o que acaba desencadeando um ciclo vicioso.

“A culpa aumenta um hormônio inflamatório chamado cortisol, que quando elevado libera um outro hormônio chamado insulina. A insulina alta ‘pede’ por carboidrato e traduz esse sinal no corpo como vontade de comer coisas com gasto de energia rápida: bolos, sorvetes, chocolates, salgadinhos, refrigerante, bala etc. Depois de tantos estímulos inflamatórios e desconexos entre comida e vontade de sentir prazer, os hormônios da fome ficam ‘confusos’ e acabam criando uma resistência, não sendo mais estimulados e liberados. A longo prazo eles ‘desligam’, e então comemos pelo prazer, sem conseguir parar, pois não temos mais a ativação dos hormônios de saciedade”, avalia a especialista.

Mas como controlar esses sentimentos e melhorar a alimentação? A primeira coisa é não deixar o corpo perceber que tem comida a disposição. Uma pessoa com compulsão não consegue ver um bolo e comer apenas uma fatia dele. Faça forminhas de cupcake e congele, ou já cozinhe em porções pequenas, como um bolo de caneca, por exemplo. Não deixar a comida na mesa – sirva-se no fogão e coma na mesa – , para os olhos não ficarem estimulados e você acabar repetindo. Sempre cozinhe apenas o suficiente para o número de pessoas da casa, assim você evita não só a tentação, como o desperdício.

Coma alimentos saudáveis, considerados anti-inflamatórios, pois eles vão ajudar a diminuir o cortisol (hormônio do estresse que aumenta a vontade de carboidrato). Evite alimentos industrializados e gordurosos, ricos em açúcar refinado, pois estes vão aumentar o cortisol e ainda vão estar à disposição quando a compulsão atacar. Coma de forma fracionada, ao longo do dia, para não ficar com fome e comer grandes volumes nas refeições principais. Se estiver estressado, ansioso, triste, tente respirar fundo e fazer algo que não envolva comida.

“Faça uma massagem, dê uma volta no quarteirão, converse com um amigo/familiar, mas não saia para comer ou não passe no supermercado para comprar comida. Nesta hora você não fará escolhas inteligentes pois estará sendo controlado pelos seus hormônios”, complementa Aline.

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Para finalizar, a nutricionista lembra da importância de procurar uma equipe multidisciplinar. Médicos especializados que vão te ajudar a resolver o problema com calma, visando a saúde. É importante ter o acompanhamento de um psicólogo, para te ajudar na sua relação emocional com a comida; um psiquiatra para avaliar se você precisa de um medicamento ou não; e de um nutricionista, que vai te ajudar a escolher os alimentos certos, para aliar à prática regular de atividades físicas.

Fonte: Nutri Secrets

Alimentos que são ainda melhores juntos

A combinação desses elementos pode favorecer ainda mais o seu organismo

Que uma alimentação balanceada faz bem para o nosso organismo, todo mundo já sabe. Mas você sabia que ao unir alguns alimentos, eles trazem ainda mais benefícios a nossa saúde? Segundo a nutricionista e pesquisadora Aline Quissak, existem alimentos que, quando consumidos juntos, acabam potencializando suas propriedades, e essa sinergia – combinação – faz muito bem para o nosso corpo. Abaixo, uma lista com alimentos que são ainda melhores juntos do que separados, para que você possa inserir no seu dia a dia.

1) Cúrcuma e Pimenta do Reino

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A curcumina presente na cúrcuma (açafrão da terra) é um dos anti-inflamatórios naturais mais poderosos que existem. Mas o infelizmente o nosso corpo não consegue absorver. E para isso precisa da piperina, encontrada na pimenta do reino, para potencializar sua absorção em mais de 1000x. Além disso, a melhor proporção para esse efeito é 3:1 (a cada 3 medidas de cúrcuma, uma de pimenta do reino).

Consumo recomendado: 1 colher de chá por dia de cúrcuma para efeitos medicinais dessa raiz.

2) Banana e Nozes

banana

A banana é a queridinha das frutas: prática, simples, docinha e com preço acessível. Ela é muito importante para a saúde do coração e da musculatura, é um importante para o pré-treino, por dar energia, além do fósforo que auxilia no condicionamento cardiorrespiratório. Porém, sozinha a banana tem pontuação inflamatória no nosso corpo. “Não significa que ela cause mal; como falamos, ela tem muitos benefícios. A orientação é não comer ela sozinha. A melhor opção nesse caso, é consumi-la com nozes, devido ao seu poder anti-inflamatório e a concentração de ômega 3. Assim, melhora a performance dos praticantes de atividades e a proteção do coração da população em geral”, explica Aline.

Consumo recomendado: 1 banana + 3 nozes

3) Beterraba e Laranja

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Você já deve ter ouvido que beterraba tem grandes quantidades de ferro, e é verdade. Se você tem anemia ou é vegano, saiba que o ferro da beterraba é chamado de “ferro não heme”, ou seja, um ferro não ativado. Por isso, quando adicionamos vitamina C, vinda da laranja ou do limão (se fizer suco use a laranja, se fizer salada opte pelo limão), ativamos o ferro que, aí sim, é absorvido pelo nosso organismo

Consumo recomendado: Para cada 50g de beterraba, 10g de suco de laranja ou limão.

4) Cacau e frutas vermelhas

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Foto: Max Straeten

Esses são dois alimentos que sozinhos já trariam muitos benefícios. Mas você sabia que quando unimos os antioxidantes do cacau com o ácido elágico das frutas vermelhas (morango, amora, mirtilo, framboesa), temos uma proteção potente para o tratamento do câncer de mama? “Por regular o estrogênio, essa combinação é ótima para mulheres com TPM intensificada”, lembra a nutricionista.

Consumo recomendado: 100g de morango + 20g de chocolate 70% cacau

5) Damascos ou tâmara e coco

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Tanto o damasco quanto as tâmaras possuem um nível elevado de potássio e vitamina A. Quando unimos potássio + vitamina A + o TCM – que é a gordura do coco -, ativamos as sinapses dos neurônios, melhorando a memória, o foco e a concentração.

Consumo recomendado: 2 damascos secos/tâmaras +20g de coco seco

6) Shitake, Shimeji e Tomate Cereja

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Os cogumelos têm as suas particularidades nutricionais, já que ele possui certos antioxidantes que não são encontrados em outros alimentos. O problema é que nem sempre conseguimos absorver essa quantidade de nutrientes. Para isso, unimos a eles a quercetina associada e licopeno do tomate cereja, que conseguem transportar nutrientes do shitake e Shimeji para o cérebro e para o coração. Para isso acontecer, eles precisam ser refogados por pelo menos 8 min.

Consumo recomendado: 1 xícara de chá (metade cogumelos, metade tomate cereja).

7) Acerola e Melão

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Acerola é a fruta mais anti-inflamatória existente no Brasil. Sozinha, é poderosa aliada no tratamento de doenças como artrite, artrose, câncer (que não seja de estômago), depressão e até Alzheimer. Quando juntamos essa fruta ao melão, temos o efeito anti-inflamatório prolongado, graças a glutationa.

Consumo recomendado: consumir as frutas de duas a três vezes na semana, para que elas tenham seu efeito durante a semana toda.

8) Café e Óleo de coco filtrado (TCM)

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O óleo de coco extravirgem possui, entre outras substâncias, uma gordura chamada TCM (triglicerídeos de cadeia média); quando o filtramos (Lotus de Coco), temos apenas o TCM isolado. Essa gordura é a única que não passa pelo fígado para ser metabolizado, passando direto para o sistema nervoso central. Por isso, quando unimos o TCM com a cafeína do café, ele carrega a carrega direto para o cérebro, dando energia rápida para quem consome a mistura. “Essa não é uma mistura termogênica como muitos acreditam, é uma mistura para aumentar o rendimento nos treinos ou dar um ‘up’ em quem está cansado”, alerta.

Consumo recomendado: Para cada xícara (80ml) uma colher de café (5ml). Não recomendado para quem sofre de ansiedade.

9) Linhaça e semente de abóbora

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As sementes são uma estratégia usada pelos nutricionistas para regular o ciclo da mulher. A linhaça já é uma “superfood”, mas quando consumimos junto com a semente de abóbora, ela cria um equilíbrio entre progesterona e estrogênio para melhorar o humor e disposição no início do ciclo de menstruação.

Consumo recomendado: 1 Colher de sopa de cada, do primeiro ao 15 dia, a partir do início da menstruação.

Feno grego: planta medicinal pouco conhecida e poderosa

Nutricionista fala sobre os benefícios para o nosso organismo, mas alerta que o consumo inadequado pode trazer riscos

O feno grego, também conhecido como alforva, é uma planta antiga e muito conhecida no continente asiático. Geralmente, são utilizadas suas sementes, nas quais se encontram mais propriedades medicinais, mas as folhas também podem ser manipuladas e preparadas como chá. Outra opção ainda, é o pó das sementes, que pode ser adicionado em receitas e preparações, ou transformado em cápsulas, nas quais a concentração e dosagem irá variar de acordo com cada objetivo.

O feno grego é rico em vários nutrientes, como vitaminas A, C e do complexo B, minerais como magnésio, ferro, cálcio, potássio, flavonoides, diosgenina (composto com propriedades parecidas ao estrógeno) e fibras.

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“Ele ajuda a reduzir os níveis de glicose no sangue, beneficiando os diabéticos. Diminui e melhora os níveis de colesterol, ajuda a diminuir os riscos de problemas cardiovasculares, tem funções antioxidantes e anticancerígenas, melhora a libido, é bom para os hormônios, anti-inflamatório, melhora a digestão, e pode ser usado ainda de forma tópica para tratar alguns problemas de pele e cabelos”, explica a nutricionista e pesquisadora Aline Quissak.

Ele possui também, propriedades capazes de auxiliar na libido, melhorar os sintomas da TPM e reduzir os da menopausa (ondas de calor e oscilações de humor), porque contém a diosgenina, que faz com que os hormônios femininos fiquem balanceados. Além disso, pode ser utilizado para estimular a produção de leite em mulheres que estão no período de amamentação.

“As lactantes podem começar a produzir mais leite dentro do período de 24h a 72h horas após o consumo do feno grego. A planta é considerada segura para as mães que amamentam desde que sempre seja usada com moderação”, previne a especialista.

A planta não traz benefícios apenas às mulheres. Pesquisas revelaram que ela pode promover bons níveis de testosterona em homens, melhorando o desempenho e as funções sexuais, bem como ajudar no ganho de massa muscular de forma natural e melhorar a disposição. E, apesar de todos esses benefícios, Aline alerta para o consumo exagerado que pode trazer riscos.

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“Essa planta pode causar alguns efeitos colaterais – em longo prazo -, ou se consumida de maneira inadequada, podendo provocar desconforto intestinal, náuseas, suor, mudanças no cheiro da urina e/ou leite materno. Pode causar ainda reações alérgicas, quando usada para aplicações na pele. O uso do feno grego é contraindicado durante a gravidez, pois pode causar contrações uterinas e, portanto, provocar trabalho de parto prematuro ou até mesmo o aborto. O consumo traz benefícios, mas deve ser feito com cautela e sempre após consultar um especialista. As recomendações para o uso precisam ser feitas de maneira individual”, finaliza.

Fonte: Nutri Secrets

Chá verde: sete benefícios que você não conhecia

Bebida milenar, tradicional na China e no Japão, o chá verde só chegou à Europa por volta do século XVII. Atualmente, ele é consumido no mundo todo, graças aos seus inúmeros benefícios. Feito a partir da infusão da planta Camellia sinensis, o chá verde é chamado assim porque, durante o processamento, suas folhas sofrem pouca oxidação. E não se deixe enganar, só a Camellia sinensis produz o verdadeiro chá verde.

Os benefícios mais comuns todos já sabem: ajuda na “queima” de gordura, é diurético, melhora a função cerebral e diminui o risco de alguns tipos de câncer. “Isso se dá graças a riqueza em polifenóis (catequinas e os flavonoides) que são poderosos antioxidantes. Essas substâncias são benéficas para a saúde, pois diminuem a formação dos radicais livres que degeneram as células no corpo, auxiliando no efeito antienvelhecimento”, explica a nutricionista e pesquisadora Aline Quissak.

Mas segundo a especialista, os benefícios não param por aí; o chá verde possuí uma gama enorme de substâncias que fazem bem ao nosso organismo. Confira sete benefícios desse chá para o seu dia a dia.

Cafeína

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Composto estimulante mais conhecido no chá, sua quantidade é suficiente para produzir uma boa resposta sem causar efeitos nervosos quando há o excesso da substância, como no café. Ajuda na queima de gorduras e melhora o desempenho dos exercícios, já que aumenta a concentração, tempo de reação, além de ajudar na memória e humor.

Aminoácido L-teanina

Esse aminoácido melhora a atividade de neurotransmissores com efeitos anti-ansiedade, ajuda no foco, reduz o estresse e tem potencial tranquilizante sem causar sonolência, afetando de forma positiva a química do cérebro. Alguns estudos sugerem que pessoas que tomam chá verde com frequência são menos propensas a ter depressão.

EGCG

É uma das principais propriedades medicinais da bebida, esse tipo de catequina tem um potencial anticancerígeno grande, com ação mais potente nos cânceres de bexiga e próstata.

Diurético

Por conter catequinas e cafeína, que é um estimulante físico e mental, o chá pode provocar aumento da diurese, eliminando principalmente o excesso de líquidos retidos no corpo e retirando toxinas através do xixi.

Doenças cardiovasculares

chá verde japones tradicional louça pixabay
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O chá é um grande amigo do coração, artérias e veias, pois os fortifica, atuando na prevenção de doenças circulatórias e cardíacas. Diminui as taxas de LDL (colesterol ruim), graças ao alto teor em polifenóis, que evitam que as partículas oxidadas prejudiquem as artérias e causem inflamações.

Sistema imunológico

Por conter potássio, manganês, vitaminas C, B1, B2, e K, ajuda a prevenir infecções e inflamações, pois esses minerais melhoram o funcionamento do sistema imunológico.

Neurônios

Alguns estudos indicam que as catequinas contidas no chá verde, podem ter efeitos de proteção nos neurônios, pois agem na prevenção da diminuição cognitiva que é causada pelo envelhecimento das células cerebrais. Com isso, diminui o risco de desenvolver Alzheimer, o mal de Parkinson e outras doenças neurodegenerativas.

Dúvidas

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Quanto eu devo consumir para obter esses benefícios? Segundo Aline, o ideal é tomar até 3 xícaras por dia, com no máximo 2 gramas de chá para cada xícara. Se não conseguir suportar seu amargor característico, bata com hortelã ou algumas frutas, como morango, maçã, amora, acerola e uva. Beba sempre entre o intervalo das refeições, porque ele reduz a absorção de alguns nutrientes, como o ferro, cálcio e ácido fólico.

Sua infusão não deve ser maior que 3 minutos e a água para fazer a extração não pode estar fervendo, já que o gosto amargo pode acentuar e alguns compostos bons se dissolvem na água muito quente. Evite tomá-lo de noite, para não atrapalhar o sono por conta da cafeína.

Apesar de todos esses benefícios, algumas pessoas devem evitar a bebida. “Gestantes devem evitar tomar o chá verde, já que ele pode dificultar a absorção de ácido fólico. E a cafeína, mesmo que presente em doses menores que no café, pode causar dores de cabeça, taquicardia e náuseas. Pessoas intolerantes à cafeína, com gastrites ou úlceras também devem evitar o consumo, já que ele pode provocar mais irritação no estômago”, alerta a nutricionista.

Mesmo sendo um produto natural, quando consumido em excesso pode fazer mal ao organismo, por isso, fique atento às dicas da quantidade recomendada, melhores horários para o consumo e suas contraindicações. Siga sempre as recomendações do seu nutricionista.

Fonte: Aline Quissak – Nutri Secrets

Receita de suco que promete disposição e produtividade

Início de semana é sempre difícil, pinta aquela preguiça e a gente acaba demorando para “funcionar”. A nutricionista Aline Quissak, preparou uma receita especial que promete turbinar a saúde, desintoxicar e dar muita disposição.

A sinergia dos alimentos escolhidos tem os nutrientes necessários para a limpeza do fígado, potencializando os efeitos de uma boa detox. A alquimia entre gengibre e abacaxi contém um alto poder anti-inflamatório, enquanto o chá verde com o espinafre e a laranja são o trio para revitalizar.

Já as nozes dão o toque todo especial de antioxidantes e nutrientes para melhorar o foco, concentração. Assim temos todos os ingredientes para começar bem a semana. Confira:

Suco da disposição e produtividade

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Ingredientes:

1 maço de espinafre
Suco de 1/2 laranja
1 colher de chá de gengibre ralado
2 nozes
200ml de chá verde
1 fatia média de abacaxi

Modo de preparo:

Bata tudo no liquidificador e sirva.

Nutricionista ensina a fazer bolo de banana natalino

A nutricionista e pesquisadorada Nutri Secrets, Aline Quissak, preparou uma receita especial e saudável para o Natal: “Bolo de Banana Natalino”. Muitos não sabem, mas a banana é um dos alimentos medicinais para a ansiedade, por conter magnésio que relaxa a musculatura, vitamina do complexo B e triptofano que formam a serotonina, hormônio da felicidade. Mas ela precisa ser associada a fibras para não causar picos de insulina no nosso sangue.

Por isso, nesta receita especial, unimos as nozes, farinha de amêndoas e linhaça. Os ovos e o iogurte são fontes de proteína e cromo para melhorar o cortisol, hormônio do estresse. Com o toque de canela, nozes e banana esse bolo trás o espírito natalino para fecharmos o ano mais relaxados e felizes.

Bolo de Banana Natalino

Ingredientes:

4 ovos
1 xícara de farinha de aveia
1 xícara de farinha de amêndoas
3 bananas bem maduras
4 colheres de sopa de melado de cana
1/2 xícara de nozes picadas
2 colheres de sopa de farinha de linhaça
120g de iogurte natural sem açúcar
1 colher de sobremesa de canela em pó
1/2 colher de sobremesa de bicarbonato de sódio ( não use fermento químico pois tem muito sódio e conservantes)

Modo de preparo:

Em um bowl coloque os ovos, o iogurte e o melado de cana, misture bem e reserve. Amasse 2 bananas e adicione na mistura. Misture aos poucos os ingredientes secos e finalize com o bicarbonato. Em uma forma pequena de 20cmx20cm adicione metade da massa. Pique a banana restante cobrindo a massa e coloque a outra metade. Leve para assar em forno pré-aquecido por 180 graus entre 20 a 25 min até fazer o teste do palito e sair seco.

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