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Aprenda a preparar um delicioso bolo de cupuaçu

O cupuaçu é uma fruta dada por uma árvore tradicionalmente da região norte do Brasil. Bastante usado em preparos culinários doces e azedos, seu sabor se assemelha ao do chocolate, o que o torna uma das principais estrelas da gastronomia Amazônica. Pensando nisso, a Primor separou a receita de bolo de cupuaçu para você fazer e apreciar esse fruto da melhor forma. Confira:

Bolo Cupuaçu

Ingredientes
• ¼ xícara(s) de Margarina Primor Todo Dia
• 400 grama(s) de açúcar
• 400 grama(s) de polpa de cupuaçu congelada
• 6 unidade(s) de ovos
• 1 xícara(s) de leite de coco
• 2 xícara(s) de farinha de trigo

Modo de Preparo

Caramelo:
Em uma panela, leve o açúcar, em fogo brando, para derreter até que o açúcar adquira uma cor bem dourada. Retire o caramelo do fogo, espalhe rapidamente em uma forma com furo no meio e reserve.

Massa:
Ao liquidificador leve o cupuaçu, os ovos, o leite de coco, o açúcar e a Margarina Primor Cremosa para bater até obter um creme homogêneo. Despeje o creme em uma vasilha e acrescente a farinha de trigo aos poucos, misturando manualmente até obter uma massa lisa e homogênea. Coloque a massa do bolo na assadeira caramelizada e leve para assar em banho-maria, no forno preaquecido, à temperatura de 170ºC, por cerca de 1 hora e 30 minutos ou até que ao enfiar um palito no centro do bolo, este saia seco.

Rendimento: 10 porções
Tempo de preparo: 120 minutos
Dificuldade: Fácil

Fonte: Primor

Dia da Terra: para 67%, governo decepcionará se não agir agora para combater mudanças climáticas

Pesquisa da Ipsos também apontou que 3 em cada 4 entrevistados do Brasil cobram ações de empresas no combate às mudanças climáticas

Quase sete entre cada dez brasileiros (67%) acreditam que, se o governo não agir agora para combater as mudanças climáticas, estará deixando a desejar com o povo do país. O dado faz parte do levantamento Earth Day 2021, realizado pela Ipsos com entrevistados de 30 nações na ocasião do Dia da Terra, celebrado em 22 de abril. Considerando os respondentes do mundo todo, o percentual é ligeiramente menor (65%).

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Ainda que responsabilize a esfera governamental, a população do Brasil também cobra ações do setor privado. Três em cada quatro pessoas (75%) afirmam que se as empresas locais não agirem agora para combater as mudanças climáticas, elas estarão falhando com seus clientes e funcionários. No mundo, são 68%.

Além disso, 77% dos entrevistados brasileiros concordam que falharão com as gerações futuras se, enquanto indivíduos, não agirem para combater as mudanças climáticas neste momento. Levando em conta os respondentes das 30 nações, o índice é de 72%.

Apesar da ampla cobrança por iniciativas, no Brasil, 45% das pessoas acham que o governo não tem um plano claro de como vai trabalhar, em conjunto com as empresas e a própria população, para enfrentar as mudanças climáticas. Por outro lado, 26% acreditam que o governo possui, sim, ações planejadas para lidar com a questão. Globalmente, a média de respondentes que não deposita confiança no plano de ação de seu governo é de 34%, contra 31% que acreditam haver um plano claro traçado por seus governantes para o combate das mudanças climáticas.

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“Enquanto 67% dos brasileiros concordam que se o governo não agir agora para combater a mudança climática estará decepcionando as pessoas, apenas 26% dizem que o governo realmente tem um plano claro de como fazer com que o próprio governo, empresas e pessoas atuem juntas nessa questão. Com o tema de meio ambiente ganhando cada vez mais espaço no noticiário, principalmente por conta da Amazônia, isso traz um claro alerta”, analisa Ronaldo Picciarelli, diretor de clientes na Ipsos no Brasil.

“75% dos brasileiros também esperam das empresas privadas ações de combate à mudança climática, do contrário estarão decepcionando seus clientes e empregados. Isso mostra que mesmo no cenário de pandemia e seus respectivos reflexos no bolso do consumidor, as ações verdes lideradas pelas marcas e empresas ainda continuam com alta relevância para seus consumidores”, completa.

Impactos no pós-Covid

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No Brasil, 37% das pessoas acreditam que o enfrentamento das mudanças climáticas deve ser uma prioridade do governo na retomada econômica pós-pandemia, enquanto 35% afirmam o contrário. Quando perguntados a respeito de quais comportamentos pessoais esperam mudar quando as restrições impostas pela crise humanitária acabarem, 45% dos entrevistados no país disseram que irão fazer o possível para evitar o desperdício de alimentos.

Além disso, 41% falaram que vão passar a fazer mais trajetos a pé ou de bicicleta, em vez de usar o carro. A queda no consumo foi a terceira opção mais citada, empatada com a adesão ao trabalho remoto. 35% dos brasileiros afirmaram que vão comprar somente o que realmente precisam, em vez de comprar roupas, sapatos e outras coisas só por diversão, e 35% disseram que vão trabalhar mais em casa, em vez de se deslocar até ao trabalho.

“A informação de que 41% dos entrevistados no Brasil têm intenção de se locomover menos de carro e mais a pé ou de bicicleta conversa com o fato de que 35% dos brasileiros pretendem trabalhar de casa após a pandemia, uma tendência que se intensificou bastante no último ano e que parece ter se estabelecido dentro do grupo de pessoas que tem essa possibilidade. Isso também afeta a diminuição da mobilidade nas cidades, migração de consumo em comércios mais próximos do lar, maior uso de entrega em domicílio (delivery), consumo de serviços e produtos dentro do lar, assim como uma possível migração de moradias longe dos centros comerciais”, comenta Picciarelli.

O que pode ser feito?

Pensando nas atitudes que podem ser tomadas a fim de limitar a própria contribuição para a mudança climática, 54% dos respondentes no Brasil afirmam que é provável que evitem produtos que tenham muita embalagem; 46% devem passar a reciclar materiais como vidro, papel e plástico; 46% revelam a possibilidade de consumir menos laticínios ou substituí-los por alternativas, como leite de soja; e 40% pretendem comer menos carne ou substituí-la por alternativas como feijão.

A pesquisa on-line foi realizada com 21.011 entrevistados sendo mil brasileiros, com idades entre 16 e 74 anos de 30 países. Os dados foram colhidos entre os dias 19 de fevereiro a 05 de março de 2021. A margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais.

Fonte: Ipsos

Natura Ekos e Gisele Bündchen se unem pela causa Amazônia Viva e pela beleza consciente

Em seu aniversário de 20 anos, a marca celebra suas ações na Amazônia, reforça seu compromisso em promover a conexão do indivíduo com a natureza através de seus produtos e modelo de negócios e anuncia Gisele Bündchen como embaixadora da marca na conservação da floresta

Há 20 anos, Natura Ekos surgia como uma marca vanguardista que, por acreditar na importância de compreendermos que somos natureza, trouxe uma proposta inédita: promover a união entre beleza, inovação e natureza, em uma rede sustentável de economia de floresta em pé.

Em 2021, Ekos celebra seu bem-sucedido modelo de negócio, que contribuiu ao longo desse período, para conservar dois milhões de hectares de floresta e reforça o seu papel como precursora do conceito de Biobeleza, trazendo Gisele Bündchen como aliada e embaixadora da marca. Pelo seu reconhecimento internacional e ativismo ambiental, Gisele assume esse posto para a marca Ekos, reforçando a causa “Amazônia Viva” da Natura.

Natura Ekos acaba de relançar toda a sua linha de produtos com fórmulas até 3x mais potentes, tornando ainda mais eficaz a categoria de produtos que constrói há anos, a de biocosméticos que ampliam o senso de beleza ao considerar o impacto positivo gerado nas pessoas e no planeta.

Com isso, a chegada de Gisele como embaixadora faz parte desse novo capítulo na história de Ekos. “Buscamos demonstrar que é possível desenvolver produtos excepcionais em performance e sensorial, ao mesmo tempo em que estabelecemos modelos de negócios que geram impacto positivo para toda a sociedade. Por essa razão, é com muito entusiasmo que anunciamos nossa parceria com Gisele Bündchen. Assim como Ekos, ela representa uma busca por uma beleza mais consciente e é engajada em causas urgentes relacionadas ao planeta e, especialmente, à Amazônia”, afirma Andrea Alvares, vice-presidente de Marca, Inovação, Internacionalização e Sustentabilidade da Natura.

“Para mim, é fundamental escolher produtos que façam bem para a nossa pele, mas que, em seu processo de fabricação, não prejudiquem o planeta. É importante ressaltar que podemos preservar o meio ambiente ao escolhermos produtos que valorizem a floresta e as pessoas que moram nela, empoderando as comunidades, gerando renda e construindo oportunidades de negócios sustentáveis”, comenta Gisele.

“Biobeleza é a combinação de fórmulas potentes que beneficiam nosso corpo, mas também ajudam a natureza a se regenerar”, completa a modelo e ativista que vê na parceria com Natura Ekos a possibilidade de amplificar a divulgação da mensagem sobre a importância de preservarmos a natureza: “Defendo a natureza porque sou parte dela e viver conectada e em harmonia com ela me traz alegria, faz parte da minha essência, de meu propósito de vida. Somos todos parte da natureza, por isso precisamos unir forças para promover mudanças significativas para que a floresta fique em pé e a natureza possa estar em equilíbrio e continuar nutrindo a todos nós”.

A vice-presidente da Natura lembra que a parceria entre Gisele e Ekos simboliza a importância da união para promover uma transformação positiva no planeta, que começa no indivíduo. “Há um poder transformador dentro de nós, no indivíduo, e que ganha força no coletivo que precisa ser ampliado”, conclui Andrea.

Desde o lançamento de Natura Ekos, nos anos 2000, a marca de cuidados pessoais estabelece um modelo de negócios que respeita os ciclos da natureza e contribui para a manutenção da floresta em pé. Atualmente, mais de sete mil famílias agroextrativistas fornecem insumos para o desenvolvimento das fórmulas e todo o processo produtivo é certificado pelo selo UEBT – que garante comércio justo, conservação da biodiversidade e relacionamento de confiança com a comunidade. Em 2019, a marca Natura lançou uma causa pública chamada “Amazônia Viva” que tem o intuito de promover a economia de floresta em pé como vetor de desenvolvimento para a Amazônia.

Pelo compromisso histórico da marca Natura com a sustentabilidade, as metas pela defesa da Amazônia foram intensificadas. No documento “Visão 2030: Compromisso com a Vida”, o grupo Natura &Co (que reúne Avon, Natura, The Body Shop e Aesop) mantém o compromisso público de zerar o desmatamento da Amazônia até 2025 ao manter articulação constante com diversas empresas, organizações e poder público em prol desse objetivo.

Fonte: Natura

Sabores da Amazônia tem menu assinado por Jhosy Bittencourtt e Adriano Cucato

Restaurante Amazônico, do Jardim Paulista, oferece ainda drinques exóticos e sobremesas especiais

O ano de 2021 começou com tudo para o Restaurante Amazônico, e não é à toa, que é considerado uma das maiores referências quando se fala em gastronomia manauara, especializado em pratos da região norte do Brasil, preparados pela chef Jhosy Bitencourtt e Adriano Cucato, com ingredientes a base de peixe e elementos de outros países, como a França, Espanha e Portugal.

Dadinho de Tapioca

Logo na entrada, é possível se deliciar com Homus – de feijão manteiguinha, com azeite trufado, abóbora assada na parrilla e vinagrete de ervas da Amazônia (R$ 49,00); Camarões na Crosta de Tapioca – Camarões rosa empanados na farinha de tapioca com maionese jambu e geleia de pimenta, dedo-de-moça (R$ 119,00); Ceviche A La Parrilla – Peixe Camorim com mexilhão na brasa, leite de tucupi, pimenta dedo de moça e cebola roxa (R$ 45,00 a R$ 60,00); ou o Gravilax – Peixe Regional curado a moda escandinava com ervas da Amazônia, geleia da estação e brotos (R$ 55,00).

O menu ainda traz opções como o Queijo Brie By Amazônico- queijo empanado com castanha-do-pará, minissalada de panc’s, vinagrete de guaraná e banana da terra crocante (R$ 52,00), Sashimi de Camorim – peixe fresco regado com leite de taperebá, raspas de limão siciliano, pimenta de cheiro e pipoca de tapioca (R$ 58,00) e Pérola do Mar – Viera Marinada com azeite, raspas de limão siciliano, camarão grelhado na Parrilla, crocante de pão e queijo grana Padano (R$ 65,00).

Costela de tambaqui
Medalhão de Filé Mignon
Patarashca

Entre os pratos principais estão a Paella Amazônica – arroz bomba com açafrão, frutos do mangue, ervas da floresta e tucupi (R$ 79,00), Filé de Peixe na Manteiga de Cumaru – com espuma de mangarataia, caviar de jambu e vinagrete de talo rúcula (R$ 89,00); Risoto de Pirarucu – com tomate cereja salteado, redução de tucupi, camarão grelhado e sal defumado (R$ 65,00). Costeletas de Tambaqui – com purê de Piracuí, jambu caramelizado e espuma de banana da terra defumada na parrilla (R$ 91,00), Medalhão de Filé Mignon no Sous Vide – flambado com cachaça de jambu, purê de batata amanteigado com castanha do Pará tostada (R$ 80,00) e Patarashca – peixe tambaqui da Amazônia marinado, assado na parrilla e servido na folha de bananeira com macaxeira frita e cuscuz amazônico (R$ 245), entre outras opções da casa.

Para acompanhar as iguarias o Restaurante Amazônico oferece drinques autorais como: Erva da Sedução – vodca, açaí, sumo de limão, xarope de açúcar, xarope de cumaru, espuma de cupuaçu e flor comestível (R$ 40,00); Akuanduba – gim, licor de jambu, sumo de tangerina, sumo de limão, xarope de açúcar, água com gás, angostura aromatics e alecrim (R$ 38,00). Além do Manaós Tiki, preparado com cachaça branca, sumo de limão, creme de coco, creme de manga e xarope de açúcar (39,00), entre outros.

As sobremesas reúnem sabores clássicos da Amazônia, como Banana da Terra Assada – na brasa, servida com pannacotta de canela diet e melaço de mandiocaba (R$ 26,00); Mousse de Chocopu – chocolate 70%, cupuaçu e praliné de castanha-do-pará (R$ 28,00); Brownie de Castanha – com sorvete de tapioca (R$ 29,00); Pudim de Tapioca e calda de açaí (R$ 20,00); Profiteroles – com recheio de creme de cumaru e açaí cristal (R$ 30,00). Além das opções de sorvetes com sabores da Amazônia (R$ 25,00).

Restaurante Amazônico: R. Colômbia, 217 – Jardim Paulista, São Paulo – SP. Horário de funcionamento: de terça a domingo. Almoço: das 12h às 15h de terça à sexta, e domingo das 12 às 17h. Aos sábados: das 12h às 24h30. Jantar: das 19 às 22 de terça a quinta, e de sexta 19 às 22h. Lotação: O restaurante está trabalhando com números limitados devido a pandemia Covid 19 – Reserva: (11) 95378-8320