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Comida funciona como um abraço na quarentena, mas é preciso cuidado

Escolhas alimentares neste período são relacionadas a memórias afetivas e podem ser tratadas como compensatórias, mas o perigo está no exagero e descontrole

Para a médica nutróloga Ana Luisa Vilela, de São Paulo, a comida proporciona um alívio emocional, principalmente em situações de fragilidade, como essa que o mundo todo está enfrentando. O grande problema está que, em casa, as pessoas estão dedicando muito tempo à culinária, mas nem sempre fazem isso com cautela.

“Além deste período desencadear um descontrole, e consequente aumento de peso, pode ainda abrir espaço para outras doenças como diabetes, hipertensão, colesterol… e por aí vai”, alerta.

Para entender melhor, a médica separou algumas divisões que fazem entender um pouco mais sobre a alimentação e o vínculo emocional.

arroz com feijao goya foods

• Comidas nostálgicas: são aquelas que remetem a uma época boa, mas que hoje não se tem mais o costume de consumir este prato. “Pode ser o simples arroz com feijão ou uma mania que se tinha há tempos de como montar um lanche, por exemplo, mas a pessoa gosta de se sentir reconectado com as suas raízes por meio daqueles alimentos”, diz.

fast food
• Comidas de indulgência: são os fast-foods e alimentos gordurosos. “Esses recompensam o prazer no momento de tristeza”.

best frozen lasagna
• Comidas de conveniência: aqueles que não exigem preparo, como industrializados, e prezam pela praticidade. “Sucos de caixinha, lasanha congelada, salgadinhos de pacote…”, lembra a médica.

mulher comendo chocolate
• Comidas de conforto físico: são os alimentos e bebidas que oferecem o prazer físico imediato e momentâneo. “As bebidas alcoólicas, sorvete, um chocolate ou qualquer alimento com muito açúcar que proporcione uma resposta rápida do cérebro”, avisa.

A médica explica que o sistema de recompensa cerebral estabelece sensações como bem-estar, conforto, prazer e saciedade porque é composto por neurônios que se comunicam entre si por meio de um neurotransmissor que é a dopamina.

“Os alimentos ricos em açúcar estimulam a maior quantidade de dopamina. Com mais dopamina há uma melhora no sistema de recompensa. Além disso, as altas fontes de carboidratos, especialmente os simples, fazem com que o corpo produza mais insulina e aumente a energia, o que irá proporcionar uma sensação de bem-estar. Mas, tudo isso é momentâneo, não podemos esquecer que a pandemia vai passar e que é difícil correr atrás do prejuízo depois. No mais, agora é hora de cuidar da saúde, mais do que nunca”, finaliza.

Ana Luisa Vilela é graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Itajubá – MG, especialista pelo Instituto Garrido de Obesidade e Gastroenterologia (Beneficência Portuguesa de São Paulo) e pós graduada em Nutrição Médica pelo Instituto Ganep de Nutrição Humana também na Beneficência Portuguesa de São Paulo e estágio concluído pelo Hospital das Clinicas de São Paulo – HCFMUSP. Hoje, dedica-se à frente da rede da Clínica Slim Form.

Médica dá dicas de como sair da quarentena de maneira segura

O anúncio da possível flexibilização da quarentena progressiva no estado de São Paulo não permite que o sinal de alerta da população seja desligado. Conforme afirmado pelas autoridades, a retomada só será possível nas cidades e regiões que apresentarem redução consistente do número de casos.

Para isso, é extremamente necessário um esforço consciente de toda a população. Para ajudar nessa missão, a da médica nutróloga Ana Luisa Vilela, de São Paulo, dá algumas dicas para reabrir a economia sem prejudicar a saúde.

mulher usando mascara cirurgica health magazine
Foto: Health Magazine

• Jamais esquecer ou deixar de lado os cuidados rigorosos com a higiene como usar máscaras sempre sem tocar nas mesmas e trocando-as a cada 2 horas de uso;
• Fazer uso do álcool 70% frequentemente na ausência de torneiras com água e sabão para lavar as mãos;
• Não tocar olhos, nariz e boca enquanto estiver na rua;

depositphotos mulher banho cabelo chuveiro
Depositphotos

• Assim que chegar em casa, continua sendo essencial lavar as mãos, higienizar os sapatos, tomar banho e lavar toda a roupa que foi para a rua;
• Os que podem sair precisam ter atenção com as crianças e idosos, que devem contar com ajuda para conseguirem se manter em casa seguros. O mesmo vale para pessoas com saúde debilitada ou doenças crônicas, que devem se manter em isolamento;
• Não interromper tratamentos e uso de medicações – mesmo que eles não tenham nenhuma ligação com o vírus do momento. Os cuidados com outros problemas de saúde não podem ser negligenciados;

mulher bicicleta mascara freepik
Freepik

• Movimente-se mais, sem se unir ou provocar aglomerações;
• Tente reduzir os quilos a mais que foram adquiridos durante a quarentena com dieta regrada e saudável – sem restrições e nem exageros;
• Mantenha-se sempre em um ambiente arejado, mesmo nos dias mais frios;

mulher mascara oculos touca sol ivabalk por Pixabay
Ivabalk/Pixabay

• Tome banho de sol em horários recomendados para se nutrir de vitamina D.

Fonte: Ana Luisa Vilela é graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Itajubá – MG, especialista pelo Instituto Garrido de Obesidade e Gastroenterologia (Beneficência Portuguesa de São Paulo) e pós graduada em Nutrição Médica pelo Instituto Ganep de Nutrição Humana também na Beneficência Portuguesa de São Paulo e estágio concluído pelo Hospital das Clinicas de São Paulo – HCFMUSP. 

Alimentos que minimizam os efeitos do tempo seco

O tempo seco auxilia no aumento da transmissão do novo coronavírus, favorecido pela combinação do ar frio e baixa umidade, mas a alimentação pode ajudar nesse combate

Se o tempo seco e os dias frios já aumentam naturalmente os casos de gripes e resfriados, em época de pandemia os alertas ficam em nível máximo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o ideal para a saúde humana é que a umidade do ar seja superior a 60%. Para driblar o problema, a médica nutróloga Ana Luisa Vilela, da capital paulista, ensina como minimizar os malefícios desse clima por meio da alimentação.

melao

Engana-se quem acha que a regra de ingestão de dois litros por dia é a solução para tudo. “A real quantidade de consumo ao dia varia de acordo com alguns padrões individuais e não adianta encher a barriga de água junto com as refeições. O consumo deve ser feito entre os intervalos e nunca durante para não comprometer a absorção dos nutrientes e aumentam ainda o consumo de bons alimentos ricos em água na alimentação”, alerta a médica.

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Foto: 1zoomme

Por isso que alguns cuidados são fundamentais para atravessar o clima e essa fase de contágio sem esquecer da dieta e da saúde. “A melancia e o melão, por exemplo, apresentam cerca de 90% de concentração de água, além de serem ricas em vitaminas e minerais, que colaboram para manter a hidratação, inclusive a da pele”, diz.

cebola e alho - hot black
Foto: Hotblack

Para Ana alguns alimentos ricos em enxofre ajudam a descongestionar as vias respiratórias nesses dias secos do ano, pois evitam o muco provocado pela poluição. “O enxofre, junto com o consumo de água, torna mais fácil a eliminação desse muco nas vias respiratórias. São eles: gengibre, cebola, alho, batata doce, salsinha e cebolinha”, finaliza.

Fonte: Ana Luisa Vilela é graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Itajubá – MG, especialista pelo Instituto Garrido de Obesidade e Gastroenterologia (Beneficência Portuguesa de São Paulo) e pós graduada em Nutrição Médica pelo Instituto GANEP de Nutrição Humana também na Beneficência Portuguesa de São Paulo e estágio concluído pelo Hospital das Clinicas de São Paulo – HCFMUSP. 

Como congelar alimentos e evitar o desperdício

Em época de pandemia não pode haver desperdício de alimentos. Por isso, congelar alguns deles pode ser uma boa saída para não jogar nada fora. A médica nutróloga Ana Luisa Vilela, de São Paulo, explica a melhor maneira de fazer o congelamento e, assim, manter os produtos em casa em um estado mais próximo ao original, já que o processo imobiliza a água presente nele e isso dificulta as reações microbiológicas.

“Assim, evitamos o crescimento de micro-organismos que podem causar intoxicações, mas para congelar qualquer alimento, é necessário estar atento a dois importantes itens: temperatura, que deve ser de pelo menos -18ºC, e ao tempo que os produtos ficam no freezer”, avisa a médica que deixa algumas dicas:

agua arroz pixabay
Pixabay

Arroz (3 meses) em recipientes de plástico com total vedação na tampa, próprios para o freezer.

Carnes cozidas (2 a 3 meses) congeladas em embalagens ou saquinhos sempre de plástico.

Aves cozidas (4 meses) armazenadas em recipientes de plástico com vedação completa, para evitar a entrada de bactérias.

carne moida pixabay

Carnes e aves cruas (até 12 meses) podem ser conservadas em recipientes de plástico, específicos para congelamento de alimentos, ou nas próprias bandejas do mercado e armazenadas sem tempero.

Leite se for retirar da embalagem original, ele deve ser colocado em um recipiente que possa ir ao freezer e que seja grande o suficiente para deixar espaço para a expansão do leite ao congelar. O leite congelado pode ficar no freezer por até 4 meses, e para descongelar o recomendado é fazer isso lentamente na geladeira e pode ser consumido sem problemas e é tão nutritivo quanto o leite fresco.

Peixes magros (4 a 6 meses) podem ser armazenado em potes de plástico com tampa e pode ser mantido no freezer por um período de quatro a seis meses. Já os mais gordurosos (2 meses) como o salmão, duram menos tempo.

Massas prontas (3 meses) mas precisam ser congeladas em embalagens de plástico e o molho, o ideal é uma embalagem de vidro.

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Fit Foodie Finds

Molhos e sopas (2 a 3 meses) congelados em recipientes de vidro bem tampados.

Queijo (1 mês) os frescos não devem ser congelados por conterem muito líquido. Os demais, embora sejam mais consistentes, têm uma durabilidade curta devido à facilidade de entrada de bactérias por isso, devem ficar congelados por no máximo um mês.

Fonte: Ana Luisa Vilela é graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Itajubá – MG, especialista pelo Instituto Garrido de Obesidade e Gastroenterologia (Beneficência Portuguesa de São Paulo) e pós-graduada em Nutrição Médica pelo Instituto GANEP de Nutrição Humana também na Beneficência Portuguesa de São Paulo e estágio concluído pelo Hospital das Clinicas de São Paulo – HCFMUSP. Hoje, dedica-se a frente da rede da Clínica Slim Form a melhorar a autoestima de seus pacientes com sobrepeso com tratamentos personalizados que aliam beleza e saúde.

Guia da alimentação segura e adequada na quarentena

Segundo as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) os cuidados com a alimentação precisam ser redobrados durante a quarentena. Para a médica nutróloga Ana Luisa Vilela, de São Paulo, além da higienização correta dos alimentos, alguns ajudam a fortalecer o sistema imunológico.

“Cuidar da alimentação nesse momento é essencial para garantir a saúde, em especial os idosos, que já possuem o sistema imunológico mais debilitado pela idade e precisam reforçar as barreiras de proteção do organismo”, explica a médica.

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• Higienização: “É preciso ter cautela com o que levamos para casa, por isso desinfetar as embalagens quando chegar do mercado com álcool 70% ou água e sabão ou descartá-las em lixos lacrados”.

lavando os legumes

• Descontaminação de vegetais: “Lave-os vegetais com uma escovinha em água morna para retirar a sujeira visível a olho nu e mergulhe-os com a casca de molho em uma bacia com 1 litro de água e 1 colher de bicarbonato de sódio ou de água sanitária, durante 15 minutos e lavar abundante”.

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• Reduzir o consumo de bebida alcoólica que pode debilitar o organismo e atrapalhar a imunidade;

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• Controlar o sal e o açúcar de adição;

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Foto: Onehundreddollarsamonth

• Não estocar alimentos. “Além de não ter necessidade, quando há muita comida estocada é sinal de não ter comida fresca”.

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Pxfuel

• Aproveitar mais de todos os alimentos para não ter desperdício. “Cascas de legumes como beterraba, mandioquinha, batata podem ser assadas no forno e virarem saborosos chips”.

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Pixabay

• Aproveite os chás. “O consumo de bebidas quentes ajuda na expectoração dos fluídos, diminuindo assim a contaminação das vias aéreas além de ajudar no combate a gripes e resfriados em geral”.

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• Reforçar a vitamina C, em frutas como acerola, laranja, goiaba, caju, limão. “Esses alimentos são capazes de turbinar o sistema imunológico”, finaliza Ana Luisa.

Fonte: Ana Luisa Vilela é graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Itajubá – MG, especialista pelo Instituto Garrido de Obesidade e Gastroenterologia (Beneficência Portuguesa de São Paulo) e pós graduada em Nutrição Médica pelo Instituto Ganep de Nutrição Humana também na Beneficência Portuguesa de São Paulo e estágio concluído pelo Hospital das Clinicas de São Paulo – HCFMUSP. Hoje, dedica-se a frente da rede da Clínica Slim Form a melhorar a autoestima de seus pacientes com sobrepeso com tratamentos personalizados que aliam beleza e saúde.

Alimentos para se alcançar uma dieta imunoprotetora

O problema que já tira o sossego de todos, o coronavírus, pode ser amenizado com uma dieta imunoprotetora. Para a médica nutróloga Ana Luisa Vilela, de São Paulo, alguns alimentos são capazes de fortalecer o sistema imunológico e, assim, ajudarem o organismo a combater o vírus graças a proteção contra as infeções.

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Foto: Hotblack

• Alho e cebola – função imunoprotetora quando consumidos cru;

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Foto: Profet77/Pixabay

• Iogurtes e leite fermentado – possuem lactobacilos que além de estimularem o sistema imune, protegem as barreiras intestinais, evitando assim as infecções;

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• Salmão e frutas – ricas em selênio que fortalece o sistema imunológico e o bom funcionamento da tireoide. O salmão que contem ômega 3 é ainda um potente antioxidante;

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Stocksy

• Chá preto ou verde – possuem aminoácido que atua no aumento da imunidade e o consumo quente ajuda na expectoração dos fluídos, diminuindo assim a contaminação das vias aéreas;

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• Acerola – rica em vitamina C capaz de turbinar o sistema imunológico;

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Stocksy

• Ovos – ricos em acido fólico e complexo B que ajuda na composição do sangue;

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• Tofu – rico em ferro, aumenta a energia e restauração celular;

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• Agrião, rúcula, couve e brócolis – vitamina A que protege as mucosas, impedindo a transmissão de doenças;

girassol

• Óleos vegetais (girassol e milho) – ricos em vitamina E que agem como antioxidante e protegendo o papel celular;

castanhas

• Ostras e castanhas – atuam em processos químicos associados a imunidade.

Fonte: Ana Luisa Vilela é graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Itajubá – MG, especialista pelo Instituto Garrido de Obesidade e Gastroenterologia (Beneficência Portuguesa de São Paulo) e pós graduada em Nutrição Médica pelo Instituto GANEP de Nutrição Humana também na Beneficência Portuguesa de São Paulo e estágio concluído pelo Hospital das Clinicas de São Paulo – HCFMUSP. Hoje, dedica-se a frente da rede da Clínica Slim Form a melhorar a autoestima de seus pacientes com sobrepeso com tratamentos personalizados que aliam beleza e saúde.

Nova dieta pode prevenir catástrofes ambientais, diz pesquisa

Uma nova dieta planetária estudada na Universidade de Harvard (EUA) pode ajudar a evitar 11 milhões de mortes por ano. Isso é o que dizem pesquisadores que desenvolveram uma dieta que promete salvar vidas e o meio ambiente apenas com mudança de hábitos alimentares. A médica nutróloga Ana Luisa Vilela, especialista em emagrecimento da capital paulista, conta como isso pode ser encaixado na rotina.

Ao contrário do que muitos estão imaginando a dieta não é vegana ou vegetariana. “É apenas mais fracionada, sendo mais restritiva para alguns itens que podem estar destruindo a humanidade e farta em outros que não destroem o meio ambiente – o que naturalmente já significa ser uma mais saudável e também mais equilibrada”, fala a médica.

E não é difícil de aderir. Para colocar em prática, Ana conta que é preciso obedecer ao tamanho das porções recomendadas pelos cientistas. Então é preciso diminuir a quantidade de carnes vermelhas, substituindo-as pelas brancas. Assim, as verduras e legumes serão a fonte do restante de proteína que o corpo necessita.

“As leguminosas (como feijões, grão de bico e lentilhas) deve então entrar na alimentação diariamente, assim como todas as frutas, verduras e legumes, que devem representar metade de cada refeição. Isso permite uma alimentação saudável, completa e muito flexível nas combinações”, garante a especialista.

Os pesquisadores afirmam ainda que a dieta vai evitar cerca de 11 milhões mortes ao ano. A médica conta que isso se deve as doenças relacionadas a dietas pouco saudáveis que levam a ataques cardíacos, derrames, hipertensão, diabetes e câncer, por exemplo.

Além disso, como a dieta é bem fracionada pretende reduzir o impacto ambiental que a indústria agropecuária tem gerado na água, na terra e nas mudanças climáticas e ainda pode reduzir o desperdício de comida – já que as porções são bem controladas em gramas, sendo:

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Pixabay

=Nozes: 50g por dia

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=Feijão, grão de bico, lentilhas e outras leguminosas: 75g por dia

peixe
=Peixe: 28g por dia

OVOS
=Ovos: 13g por dia (pouco mais de um por semana)

frango picante
=Carne: 14g de carne vermelha por dia e 29g de frango por dia

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=Carboidratos: 232g por dia de grãos integrais, como pão e arroz, e 50g por dia de legumes e verduras ricos em amido

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=Laticínios: 250g, o equivalente a um copo de leite

verduras legumes frutas
=Legumes (300g) e frutas (200g)

Fonte: Ana Luisa Vilela é graduada pela Faculdade de Medicina de Itajubá – MG, especialista pelo Instituto Garrido de Obesidade e Gastroenterologia (Beneficência Portuguesa de São Paulo) e pós graduada em Nutrição Médica pelo Instituto GANEP de Nutrição Humana também na Beneficência Portuguesa de São Paulo e estágio concluído pelo Hospital das Clinicas de São Paulo – HCFMUSP. Hoje, dedica-se, na rede da Clínica Slim Form, a melhorar a autoestima de seus pacientes com sobrepeso com tratamentos personalizados que aliam beleza e saúde.

Por que a fome aumenta quando a temperatura cai?

A nutróloga especialista em emagrecimento Ana Luisa Vilela, da Clínica Slim Form, conta porque é tão comum acabar comendo mais e sentindo vontade daquelas delícias mais calóricas durante o inverno. E, afinal, por que isso acontece?

“O gasto energético nesta época do ano é maior, já que o organismo se esforça mais para manter a temperatura corporal estável. Esse aumento de apetite é uma resposta do corpo que solicita mais energia, e a resposta disso é a ingestão de mais alimentos que, muitas vezes, são mais calóricos”, explica a nutróloga.

Mas se a vontade de comer vem à tona, com certeza não é de alimentos crus e frios, Por isso a ingestão de saladas, legumes e frutas, diminui nessa época e dá espaço para as gorduras e açúcares. “Os excessos nas gorduras são resultado da necessidade do organismo de produzir serotonina: um neurotransmissor que promove a sensação de bem-estar, que é diminuído principalmente em pessoas que não se sentem confortáveis com as temperaturas mais baixas”, fala a médica.

Os descontos na comida, além de engordarem, podem ainda desenvolver doenças como hipertensão e obesidade, além de contribuir para o aumento dos níveis de colesterol e triglicéride – que elevam os riscos de problemas cardiovasculares – é o que alerta da médica que deixa algumas dicas para os dias mais frios:

salmão com café

– Aumente o consumo de proteínas, que demoram mais para serem metabolizadas e liberadas, assim a sensação de saciedade aumenta;

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– Evite os excessos de carboidratos, pães, bolos e massas brancas;

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– Evite as sopas tipo creme;

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Pixabay

– Abuse de chás que, além de esquentar o corpo, aumentam sensação de bem estar e diminuem a vontade de doces e açúcares;

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– Prefira as frutas típicas desta época que ainda são ricas em vitamina C, como: morangos, limão e maracujá;

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– Na hora de consumir chocolate em barra ou em pó para as bebidas quentes, use a versão 70% cacau.

Fonte: Ana Luisa Vilela é graduada pela Faculdade de Medicina de Itajubá – MG, especialista pelo Instituto Garrido de Obesidade e Gastroenterologia (Beneficência Portuguesa de São Paulo) e pós graduada em Nutrição Médica pelo Instituto Ganep de Nutrição Humana também na Beneficência Portuguesa de São Paulo e estágio concluído pelo Hospital das Clinicas de São Paulo – HCFMUSP. Hoje, está à frente da rede da Clínica Slim Form

 

Dez alimentos que devem ser abolidos em 2018

Se emagrecer está entre as principais metas de 2018, a nutróloga Ana Luisa Vilela – médica especialista em emagrecimento da capital paulista – foi além e separou uma lista com os dez alimentos que devem ser riscados da lista do supermercado. Ela conta que esses dez itens não servem apenas para entrar em 2018 com mais saúde, mas também colabora para evitar alguma doenças e ainda perder de maneira bem mais simples do que se imagina.

Tirando alguns alimentos que são ricos em sódio, gorduras e calorias vazias, a médica afirma que é possível melhor muito a qualidade de vida. Confira a lista:

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1- Embutidos e defumados: são ricos em sais e gorduras podem induzir doenças no trato gastrointestinal se consumidos em excesso;

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2- Sal de adição: colabora para a retenção de líquidos e é o inimigo de quem tem pressão alta e problemas cardíacos;

Balas Caramelizadas

3- Corantes sintéticos: são normalmente encontrados em alimentos com pigmento forte industrializado como balas sucos em pó podem causar alergias graves.

batata frita

4- Frituras em óleo: o óleo oxidado usado em frituras e um veneno para nosso colesterol aumentando muito o risco de distúrbios cardiovasculares;

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5- Salsicha: é um alimento rico em gorduras, corantes e possui baixa qualidade. Se for consumir, dê preferência então para as salsichas artesanais com alimentos selecionados;

fast food

6- Biscoitos industrializados, margarina e sanduíches fast food: são ricos em gorduras e carnes processaras muito calóricos estimulam o comer rápido são macios deixando o ato de mastigar em segundo plano. O biscoitos são recheados com recheios artificiais ricos em gorduras açúcares e corantes e você nunca come um só, o que aumenta ainda mais a ingesta de gorduras ruins e calorias e induz as crianças a só comerem besteiras deixando de lado os bons alimentos como frutas e legumes.

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7- Macarrão instantâneo: alimento que já vem industrializado pré frito, rico em sal e gorduras e calorias e com baixa ingesta de nutrientes. São famosos por serem uma opção barata e rápida porém pouco saudável.

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8- Açúcar branco: além de serem calorias vazias, engorda, aumenta o risco de diabetes quando consumidos em grande quantidade.

balas

9- Balas e Marshmallow: ricos em gorduras, aumentam o ganho de peso e são calorias sem nenhum nutriente. Também pioram a qualidade dos dentes.

carne de porco gordura pixabay
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10- Gordura visível em carnes de origem animal: mesmo sabendo a delícia que é um torresmo ou aquela gordurinha da picanha, ou a pele crocante do frango, todas são maléficas para a saúde. É melhor investir em carnes magras como filé de frango ou peixes e sempre tirar aquelas gordurinhas visíveis. Esses excessos prejudicam o bom funcionamento do coração.

Fonte: Ana Luisa Vilela é graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Itajubá – MG, especialista pelo Instituto Garrido de Obesidade e Gastroenterologia (Beneficência Portuguesa de São Paulo) e pós graduada em Nutrição Médica pelo Instituto GANEP de Nutrição Humana também na Beneficência Portuguesa de São Paulo e estágio concluído pelo Hospital das Clinicas de São Paulo – HCFMUSP. Hoje, está à frente da rede da Clínica Slim Form a melhorar a autoestima de seus pacientes com sobrepeso com tratamentos personalizados que aliam beleza e saúde.

Horário de verão pode influenciar também na dieta

Os dez primeiros dias depois que o horário de verão entra em vigor são fundamentais para que a alimentação também acerte os ponteiros. Ana Luisa Vilela, especialista em emagrecimento e nutróloga de São Paulo, esclarece que o desequilíbrio no organismo durante esses dias pode afetar os hábitos alimentares e influenciar também nos ponteiros da balança.

”Mesmo sem fome, é preciso manter os horários das principais refeições. Pode adiantar meia hora, não mais do que isso”, orienta a médica.

Já que o sono – um dos principais aliados do controle alimentar – é o mais afetado pela mudança de horário, consequentemente a produção natural de hormônios no corpo também sofre transformações.

Para driblar os efeitos do novo horário,  Ana Luisa dá algumas orientações para essa readaptação:

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· Consuma ainda mais líquidos para auxiliar na hidratação desses dias mais quentes;

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· Tente manter os horários das refeições na primeira semana mesmo sem fome, e então nos próximos dias o organismo já estará adaptado;

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· As carnes magras são sempre boas opções, principalmente à noite;

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· Aproveite o calor para consumir alimentos leves e in natura, como frutas, verduras e legumes;

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· Coma de três em três horas para evitar a fome excessiva.

Fonte: Slim Form