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Crimes contra animais também aumentam na quarentena e exigem atenção redobrada

Ocorrências podem ser sinalizadoras também de violência doméstica. “Teoria do elo” aponta para um padrão do perfil de agressores nos núcleos familiares

Com o isolamento social necessário para reduzir os casos de Covid-19, há maior convivência entre os familiares nas residências e destes com seus animais. E durante este período, infelizmente, dados têm demonstrado o aumento do número de casos de violência doméstica e de maus-tratos contra cães, gatos e outras espécies de estimação. Não é apenas na alta das estatísticas que esses crimes têm pontos em comum. Autores de crueldades contra animais são potenciais agressores/abusadores de pessoas. É o que explica a chamada “Teoria do Elo”.

Jon Ross via Flickr
Jon Ross/Flickr

O termo Teoria do Link – também conhecida como Teoria do Elo – surgiu há quase 50 anos, após estudos baseados em casos reais, nos Estados Unidos, levarem ao entendimento de que autores de crueldades contra animais são potenciais agressores/abusadores de pessoas, em especial de populações consideradas vulneráveis.

Um levantamento feito pelo autor do livro “Maus-tratos aos Animais e Violência Contra Pessoas”, Marcelo Robis Francisco Nassaro, mostra que, dentre as mais de 600 pessoas autuadas por maus-tratos a animais pela Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo, em 2013 e 2014, 34% possuíam registros por outros crimes, sendo que os mais violentos – de lesão corporal, homicídio e estupro – representam 20% do total registrado.

O novo cenário desenhado pela quarentena tem sido motivo de alerta para o aumento da violência doméstica – aquela praticada no núcleo familiar contra mulheres, idosos, crianças e adolescentes e pessoas com deficiência – , cujos números assustam. Segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, entre 1º de março e 18 de maio, houve crescimento nas denúncias de violência a grupos vulneráveis. O registro foi de 12,1 mil casos no País só neste período, sendo São Paulo o Estado com maior concentração (3,4 mil).

O recorte de violência doméstica sofrida por mulheres no Estado é ainda mais grave. Dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) mostram que 20 casos resultaram em feminicídio em março deste ano, uma alta de 53% se compararmos com os 13 registrados no mesmo mês do ano passado.

No que diz respeito a ocorrências de crimes contra cães, gatos e outras espécies de estimação, o aumento foi superior a 10%. Na Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (Depa) da SSP-SP, o número de denúncias passou de 4.108 no início de 2019 para 4.524 no mesmo período deste ano. Um dos fatores que podem ter contribuído para este acréscimo é o maior tempo de permanência das pessoas em ambiente doméstico e este contexto requer atenção redobrada, seja entre os médicos-veterinários, que podem vir a receber casos em suas clínicas, consultórios e hospitais, seja pela população em suas vizinhanças. Flagrantes e casos suspeitos devem ser notificados à polícia para a proteção dos animais e de famílias envolvidas.

cachorro com medo animal humane society
Animal Human Society

Perfil comum dos agressores é investigado

A médica-veterinária Tália Missen Tremori, que integra a Comissão Técnica de Medicina Veterinária Legal (CTMVL) do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), tem experiência no assunto em sua atuação profissional e acadêmica. Em um de seus trabalhos como orientadora de pesquisa, foram selecionados boletins de ocorrência registrados na Delegacia da Mulher do município de Botucatu.

A partir dos documentos, de entrevistadas concedidas pelas vítimas e de exames nos animais destas mulheres, algumas das conclusões deste pequeno recorte regional já foram alarmantes: “Um terço das vítimas confirmou que seus pets sofreram algum tipo de agressão”.

No sentido de auxiliar na elucidação de crimes contra animais, identificar seus autores e, assim, também chegar a possíveis vítimas humanas do criminoso, o recém-inaugurado Ambulatório de Corpo de Delito e Medicina Veterinária Legal do Hospital Veterinário da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, atende casos de animais vivos encaminhados pela polícia civil da região.

“Já recebemos seis cães com lesões graves, a maior parte de autoria desconhecida. Entendemos que o trabalho – desempenhado por profissionais, pesquisadores e estagiários –, pode ajudar na solução de casos em que famílias precisam ser salvas”, comenta a médica-veterinária Noeme Souza Rocha, responsável pela implantação do ambulatório, também integrante da CTMVL/CRMV-SP.

É preciso estar sensível aos pequenos sinais

gato com medo Diana Parkhouse via Flickr
Diana Parkhouse/Flickr

Entretanto, não são apenas os equipamentos policiais e os relacionados à Medicina Veterinária Legal que entram em contato com pets vítimas de maus-tratos e outros crimes. Os cidadãos podem identificar situações na rua onde moram, na casa ao lado ou a partir do relato de amigos ou familiares.

Quando há socorro, as clínicas, consultórios e hospitais médico-veterinários são locais com maior chance de receberem animais vítimas de crimes. “Já fiz atendimentos clínicos em que a tutora relatou que seu parceiro foi o autor da agressão contra o animal. Frequentemente, esse cônjuge pratica essa violência como forma de ameaça e agressão psicológica à mulher, o que já configura um contexto de violência doméstica”, comenta Tália.

Por isso, é crucial, principalmente em um momento de isolamento social, que os profissionais e a população estejam atentos a sinais – alguns bem claros, outros bastante discretos – que evidenciem contextos de violência doméstica.

GettyImages cachorro com medo
Getty Images

“O comportamento das pessoas e a forma como relatam o ocorrido deixam pistas. Além disso, em caso da presença do agressor, a reação dos animais também pode apresentar indícios”, comenta a médica-veterinária Cristiane Pizzuto, presidente da Comissão Técnica de Bem-Estar Animal (CTBEA) do CRMV-SP.

Aos médicos-veterinários em atendimento de casos, ela orienta a elaboração de um relatório técnico e a notificação à polícia, podendo contar com o apoio das informações disponíveis no Guia Prático Para Avaliação Inicial de Maus-tratos a cães e gatos do CRMV-SP, disponível aqui.

Tália enfatiza que levar os casos às autoridades é também um dever dos profissionais, previsto no Código de Ética do Médico-veterinário. “A atitude é uma responsabilidade, sendo que o principal resultado pode ser a interrupção de ciclos de violência, impedindo desdobramentos mais graves.”

Como denunciar

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Em caso de crimes contra animais, está disponível a Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (Depa), aqui.
Para denúncias de casos de violência doméstica, é possível registrar ocorrências por meio da Delegacia Eletrônica – aqui – e, também pelo Ligue 180.
Para ambos os casos, todas as delegacias de polícia físicas também podem ser procuradas. Em situações de flagrante, a Polícia Militar deve ser acionada pelo 190.

Fonte: CRMV-SP

Entenda a diferença entre o coronavírus humano e os coronavírus em animais

O uso indevido de produtos veterinários destinados à prevenção do coronavírus em animais, fora da indicação oficial contida em suas bulas, pode ocasionar graves reações adversas

A Zoetis esclarece que são falsos os conteúdos que associam o atual surto de coronavírus humano (SARS-CoV-2) aos coronavírus observados em animais de companhia e de produção.

Não devemos associar os produtos veterinários à recente pandemia de COVID-19 (causada pelo SARS-CoV-2), pois trata-se de tipos de vírus diferentes que possuem diferenças marcantes quanto aos seus hospedeiros e capacidade de provocar doença.

A diferença entre os vírus

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Os coronavírus pertencem à família Coronaviridae. Nessa família, temos os gêneros Alfa e Betacoronavírus, que geralmente infectam mamíferos, enquanto os Gama e Deltacoronavírus geralmente infectam pássaros e peixes. O coronavírus canino, que pode causar diarreia, e o coronavírus felino, que pode causar peritonite infecciosa felina (PIF), são ambos Alfacoronavírus. Estes já são conhecidos há décadas e não são transmitidos aos seres humanos.

O coronavírus bovino (BCov), que pode causar diarreia nos animais, e o Gamacoronavírus, que pode causar bronquite infecciosa das galinhas (BIG), são também conhecidos há muitos anos, não são transmitidos aos seres humanos e não estão associados ao atual surto de coronavírus.

Alerta

O uso indevido de produtos veterinários destinados à prevenção do coronavírus, tanto para animais de companhia e de produção, em quaisquer espécies fora da indicação oficial contida em suas bulas, pode ocasionar graves reações adversas.

“As vacinas veterinárias são indicadas apenas para aplicação em animais, conforme indicado em bula, e contêm cepas do coronavírus específicas para cada espécie. Os coronavírus animais, apesar de pertencerem à família Coronaviridae, não são relacionados ao atual vírus humano que causa a Covid-19 (SARS-CoV-2). Portanto, não faz o menor sentido injetar em seres humanos uma vacina destinada a cães para prevenir a Covid-19. Além de não funcionar, a vacina pode provocar reações adversas graves, como alergias, lesões no ponto de injeção e outros problemas sérios”, explica o médico-veterinário Alexandre Merlo, Gerente Técnico e de Pesquisa Aplicada da Zoetis.

Monitoramento

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Além do constante cuidado com a saúde das pessoas, a Zoetis segue monitorando um possível efeito do SARS-CoV-2, que causa a Covid-19, em animais de companhia e de produção, por meio do seu Centro Global para Doenças Emergentes. Até o momento, não há evidência de que estes animais transmitam o SARS-CoV-2 a seres humanos.

A Zoetis ressalta ainda que a situação pode mudar conforme a evolução do Covid-19, e que está comprometida em manter todos informados em caso de alterações relevantes.

Fonte: Zoetis

Quais os limites do turismo com animais selvagens?

Algumas notícias publicadas no último mês vêm chamando a atenção para uma discussão importante: a do contato entre turistas e animais selvagens em atrações. Grazi Massafera, em rápida passagem pela África do Sul, foi criticada ao tirar selfies segurando filhotes de leão, e a blogueira catarinense Ana Bruna Avila levou uma leve mordida no braço ao nadar com tubarões. Tudo isso nos faz refletir sobre os limites das experiências que envolvem animais, e ressalta a importância de buscar atividades que não sejam prejudiciais para os viajantes, nem, principalmente, para os animais.

Por vezes as intenções dos turistas são as melhores possíveis. Segundo pesquisa do World Animal Protection (Proteção Animal Mundial), realizada com 13 mil pessoas de 14 países, 48% dos viajantes que já realizou uma experiência com animais silvestres o fez por “amor aos animais”. Esse dado mostra como falta consciência sobre o dano causado e como é importante informar sobre a dura realidade dos bichos em algumas situações.

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Segundo a Wildilife Conservation Research Unit, (WildCRU), são 550.000 animais silvestres que sofrem no mundo todo por conta de atrações turísticas irresponsáveis. Entre o nado com golfinhos, o passeio montado em elefante e as fotos com animais aprisionados, não faltam exemplos negativos. Por outro lado, as possibilidades de passeios responsáveis existem também, e expor suas práticas é importante na hora da conscientização.

Exemplo disso são os safáris de observação, como os realizados pelo Sabi Sabi Private Game Reserve, hotel localizado na reserva de Sabi Sands, ao sudoeste do Kruger National Park, na África do Sul.

Essa experiência já segue duas diretrizes essenciais para o turismo responsável: os animais não são tirados de seu habitat natural e a única atividade realizada é a de observação. No Sabi Sabi, é possível ver os famosos Big 5: leão, elefante, leopardo, rinoceronte e búfalo, entre muitos outros animais, como girafas, guepardos e antílopes vivendo suas vidas livres e interagindo de acordo com os ciclos da natureza, sem interferência humana. Não à toa, os avistamentos do safári dependem do treinamento dos guias, que rastreiam pegadas e fezes, por exemplo, e também de sorte, afinal nenhuma situação é forçada ou estimulada.

Além disso, outros aspectos merecem destaque no que diz respeito à conservação da natureza, pilar da reserva que é seguido com primor a quatro décadas: a sustentabilidade é pensada na construção e funcionamento diário dos lodges – são 4 propriedades que fazem parte do Sabi Sabi -, incluindo políticas de reciclagem e economia de energia que causam o mínimo impacto nos arredores.

Além disso, durante a realização dos safáris, algumas regras devem ser respeitadas: nunca pode haver mais de 3 carros observando um felino ou 2 próximos de um grande mamífero, por exemplo, solos mais sensíveis devem ser evitados, nenhum tipo de interferência nos hábitos dos animais é permitido, o espaço deles deve ser respeitado.

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Tudo isso é garantido, especialmente, graças ao programa de treinamento oferecido pelo Sabi Sabi aos seus rangers – guias responsáveis por levar os hóspedes pela savana -, um dos mais intensos e exigentes do país. Nesse processo é adquirido um extenso conhecimento sobre comportamento animal, que faz com que os profissionais sejam capazes de entender os bichos e garantir que eles não sejam estressados pela presença dos turistas, respeitando sempre os limites por eles colocados.

Além disso, mais do que mostrar aos hóspedes onde estão os animais, os guias acabam tendo o papel de conscientiza-los sobre a situação das espécies, especialmente porque muitas delas se encontram duramente ameaçadas – e são protegidas pela reserva. Mais do que uma experiência de observação, o safári é uma verdadeira aula sobre a situação do nosso planeta e de sua vida selvagem.

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A oportunidade de ver os animais vivendo livremente é emocionante, seja na fofura de um filhote que bebe o leite da mãe, ou na dureza de um leão que caça e come um impala. São experiências que carregam um valor real, diferente das situações forçadas que rendem boas selfies às custas de maus tratos.

O verdadeiro “amor aos animais” está no cuidado, e disso o Sabi Sabi entende. Para quem busca viver a experiência única oferecida na reserva, é possível se hospedar em quatro lodges que contam com decoração inspirada em diferentes momentos históricos da África do Sul. Há o Selati Camp, em estilo colonial; o Bush Lodge, único que aceita crianças, e o Little Bush Camp, ambos repletos de referências étnicas e contemporâneas; e o Earth Lodge, cuja arquitetura e uso intenso de materiais naturais buscam refletir um futuro “eco-chic”, no qual luxo e natureza coexistem em completa harmonia.

Informações:Sabi Sabi Bush Ledge

 

Holi Vegan Festival celebra a primavera, o veganismo e ajuda os animais

É com muito orgulho que festejaremos o início da primavera com um colorido festival Holi no Centro de Tradições Veganas, onde a renda será revertida a três ONGs de proteção animal. Um dia de autoconhecimento, música, meditação, yoga, beleza e alegria, a programação será voltada ao desenvolvimento da percepção e a espiritualidade.

O ingresso solidário inclui um saquinho de pó para o esperado e emocionante momento do Holi (lembrando que o pó é biodegradável e lavável). A renda do evento será revertida às instituições Move Institute (educação, conscientização e ativismo focado na transformação de hábitos e formação de pensamento crítico); Santuário Vale da Rainha (resgate de animais vítimas da indústria pecuária) e Canto Da Terra (resgate de animais, campanhas de castração, atendimento veterinário solidário).

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Teremos em anexo às práticas descritas na programação principal, uma feira de Produtos Místicos, Naturais, de ONGs, Gastronomia Vegana, entre outros, além disso Flash Tattoo solidário, Reiki gratuito em animais e Maquiagem Criativa serão outros conteúdos que farão o dia especial.

Programação

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=10h às 10h30 Pranayama e Meditação com Ka Caires Scandolo;
(Pranayama é o conhecimento e controle do Prana. Para o Yôga antigo, é a expansão da bioenergia no corpo humano através de movimentos respiratórios conscientes e estruturados).
=11h às 12h30 Prática de Hatha Yoga com Rodrigo Selmo e Vinyasa Yoga com Carol Costa – ao som de cítara pelo músico Bião
=12h30 às 14h – intervalo
=14h às 16h Kirtan (processo milenar no qual trabalhamos nossa espiritualidade por meio do cantar em processo devocional ) – realizado pelo grupo do Templo Hare Krishna Bhakti Yoga
=16h às 18h Performance artística com Imaginarium Artes
(Companhia de circo, dança e teatro reconhecida em festivais da America Latina, que fará duas performances artísticas. “Mama Índia”, com uma honrosa e respeitosa representação de Shiva e Kali e “ Ritual Dance”, dança do feminino sagrado).
=18h – fechamento do festival com os pós coloridos.

Holi é um festival indiano, originalmente chamado de Holika, com início muitos séculos antes de Cristo, o evento celebra a chegada da primavera. O festival homenageia o deus Krishna e teve início como uma festa do triunfo do bem sobre o mal. Também promove a renovação dos relacionamentos de todas as castas e classes.

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Holi Vegan Festival
Data: 28 de setembro, sábado
Ingresso: R$ 35,00 venda pelo Sympla
Local: Centro de Tradições Veganas
Endereço: Praça Campo de Bagatelle, 300 – próximo ao metrô Tietê
Horário: abertura dos portões 9h30 às 18h

Campanhas de inverno começam a movimentar vaquinhas na Internet

· ONG´s e grupos de apoio buscam doações para poder proteger moradores de rua e animais do frio
· Arrecadações virtuais são oportunidade para qualquer pessoa ajudar a diminuir o sofrimento e até salvar vidas
· Para escolher qual campanha ajudar, basta fazer uma busca com as palavras “frio” ou “inverno” no site Vakinha

Com a proximidade inverno, começam a surgir na internet vaquinhas virtuais que visam arrecadar dinheiro para poder ajudar a proteger cidadãos em situação de rua e animais do frio, que além de aumentar o sofrimento também é a causa de muitas mortes.

No site Vakinha, maior plataforma do país de vaquinhas online, ONG´s e grupos de apoio de várias cidades buscam recursos para comprar desde água e cobertores até luvas e kits de higiene para populações de rua.

“Essa é uma grande oportunidade de ajudar a quem ajuda, viabilizando ações de solidariedade capazes de salvar vidas e ainda poder acompanhar a chegada da doação ao seu destino por meio das redes sociais”, explica Cristiano Meditsh, diretor de marketing do Vakinha.

É o caso da Organização Bem da Madrugada, de São Paulo, que se define como uma ação social, dividida em equipes responsáveis por alimentos, bebidas, roupas, sapatos, higiene pessoal e rações para animais, destinadas a atender a população em situação de rua. Em sua campanha no Vakinha, o valor arrecadado será totalmente usado para a compra de água e cobertores a serem distribuídos nas ações de inverno.

Também para ajudar moradores de rua de São Paulo, o grupo Anjos da Leste, busca doações para a compra de itens como luvas, meias e kits de higiene. E a vaquinha do Família do Bem visa doar cobertor, casaco e um kit higiene a 250 pessoas atendidas pelo projeto no centro da capital paulista.

Moradores de rua também são o foco da campanha “São Sebá sem frio”, que pretende arrecadar dinheiro para comprar cobertores e alimentos para os moradores de rua de São Sebastião, no litoral de São Paulo, que se compromete a divulgar e comprovar todo a compra e entrega de todo o material.

Morte de animais por frio

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BarkPost

Para ajudar animais, a campanha da ONG AuMigos pede doações para comprar cobertores para mais de 250 animais, que se encontram à espera de adoção em 120 canis localizados em Juquitiba, cidade do interior do Estado de São Paulo, conhecida por temperaturas muito baixas no inverno. Em sua página da campanha, a ONG explica que o objetivo é evitar que o frio mate os animais, algo que infelizmente já aconteceu.

Agasalhos novos para crianças

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Com o título “inverno mais quentinho”, a vaquinha criada por Rossana Bruksch, de Porto Alegre (RS), pretende fazer agasalhos para crianças carentes. Segundo a criadora da campanha, essas peças são as menos doadas. “Estou aprendendo a costurar com o objetivo principal de fazer roupas de criança para doação (…). Gostaria de poder contar com a sua colaboração para confeccioná-las”, explica Rossana, que colocou a foto de um conjuntinho de blusa e calça feitos por ela, em malha colegial ao custo de R$ 35,00 de material.

Conheça as campanhas (clique sobre o nome):

Organização Bem da Madrugada

Anjos da Leste

Família do Bem

São Sebá sem frio

Aumigos

Inverno mais quentinho

Outras vaquinhas de inverno também podem ser encontradas clicando aqui.

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Sobre o Vakinha

Criado em 2009 por empreendedores gaúchos, o Vakinha é o primeiro site de arrecadações online do país, inaugurando o sistema de crowdfunding, que só despontou no exterior meses depois. Ao longo de uma década se tornou líder no segmento de campanhas ligadas a solidariedade e causas sociais. Hoje ele é um diário de histórias contadas por milhares de pessoas que se juntam para salvar vidas e transformar sonhos em realidade.

Conheça e siga o blog criado apenas para os animais: Se Meu Pet Falasse

Está sentindo falta dos posts sobre animais?

Resolvi separar os assuntos e criar uma página apenas para eles, que são minha paixão, e merecem e precisam de porta-vozes neste mundo.

Neste novo blog continuo dando dicas de alimentação, saúde, vacinação, campanhas e feiras de adoção, direito animal, doações, meio ambiente e sustentabilidade.

Visite e siga: Se Meu Pet Falasse

A natureza e os animais precisam de você, especialmente nesta época atual, de trevas, em que a ignorância e a ambição financeira falam mais alto.

animais

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animais

Curitiba tem encontro de animais não-convencionais e feira de adoção

Cacatuas, corujas, jiboias e outros animais são atrações no fim de semana, que conta também com aula de agility, feira de adoção e oficina de slime para crianças

Do que as corujas se alimentam? Qual comprimento uma cobra píton pode atingir? Tenho perfil para ter um animal assim? Como adquirir um animal legalizado? Estas e outras perguntas podem ser respondidas ao público por quem convive diariamente com essas espécies. No próximo domingo (24), o pet center HiperZoo realiza o primeiro Encontro de Animais Exóticos e Não-convencionais do ano – uma oportunidade para curiosos e apaixonados por animais trocarem informações e experiências.

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O evento, que acontece das 14h às 18h, tem entrada gratuita e conta com a presença do Exotic World, grupo de tutores de animais não-convencionais, que levará espécies como jiboias, pítons, cacatuas, corujas, entre outros.

“Além da experiência divertida para as crianças, a ideia é promover a interação entre o público e os tutores desses animais. Quem está pensando em criar um animal exótico ou silvestre tem a chance de saber mais sobre a rotina dessas espécies e avaliar se também tem perfil para cuidar de um animal diferente”, comenta a sócia-proprietária do HiperZoo, Patrícia Maeoka.

O pet center é um dos poucos estabelecimentos de Curitiba autorizados a comercializar animais exóticos e silvestres e conta com consultório e uma equipe de profissionais aptos a orientar os clientes na escolha do animal de estimação. Segundo a proprietária, antes de efetivar uma venda, os consultores procuram avaliar a rotina e disponibilidade do cliente para verificar se ele se ajusta ao perfil do animal, além de alertá-lo sobre os cuidados necessários, expectativa de vida do bichinho e indicar cursos de manejo.

Atrações no sábado

cachorro brincando agility

Já os tutores de cães contam com uma aula de agility no sábado (23). Segundo Patrícia, a primeira edição superou as expectativas e, por isso, uma nova aula acontece com horário estendido – das 17h às 19h30. “O instrutor pretende atender um público ainda maior, mostrando como funciona esse esporte que integra tutor e cão em uma prova de obstáculos”, completa. A aula é ministrada pelo adestrador Allan Galvão, da Dog Walker Passos de Cão, e para participar, é preciso apresentar um cupom fiscal da loja.

O sábado também oferece programação para as crianças que visitarem o pet center: acontece mais uma oficina de slime em parceria com a Pearl.slime1putty. Serão seis turmas de no máximo 15 alunos, com duração de 30 minutos, das 14h às 17h. As inscrições custam R$ 25 por criança/turma e podem ser feitas durante o evento.

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Quem pretende aumentar a família também pode participar da feira de adoção, em parceria com a ONG Amigo Animal, que acontece das 11h às 16h. Para adotar um pet, o interessado deve ter mais de 21 anos, responder a uma entrevista sobre os motivos de adoção, aceitar receber a visita de um voluntário da ONG e apresentar RG, CPF e comprovante de endereço para assinar o termo de adoção. Quem deseja ter um gato como animal de estimação, também deve ter caixa de transporte e telas de proteção nas janelas de casa.

Feirinha de adoção com Amigo Animal
Quando: sábado, 23 de março, das 11h às 16h

Aula especial de Agility com Dog Walker Passos de Cão
Quando: sábado, 23 de março, das 17h às 19h30
Entrada: apresentação de cupom fiscal do HiperZoo
Vagas: 20 tutores acompanhados de seus cães

Oficina de slime para crianças
Quando: sábado, 23 de março, com turmas às 14h, 14h30, 15h, 15h30, 16h e 16h30
Entrada: R$25,00 por criança/turma
Vagas: 15 crianças por turma

Encontro de Animais Exóticos e Não-convencionais com Exotic World
Quando: domingo, 24 de março, das 14h às 18h
Entrada: gratuita. Para participar com um pet não-convencional é preciso apresentar nota fiscal e certificado de origem do animal, conforme normativas do Instituto Ambiental do Paraná (IAP).

HiperZoo – Rua Desembargador Westphalen, 3.448 – Curitiba/PR

Dia Nacional dos Animais: saiba a importância da castração

Especialista explica a importância do processo para os animais de companhia

Apesar de muitas pessoas acreditarem que a castração animal é uma forma de mutilação, os médicos veterinários afirmam o contrário, considerando uma maneira eficaz de prevenir doenças graves e evitar o abandono de filhotes de ninhadas não desejadas. Aproveitando o Dia Nacional dos Animais, comemorado hoje (14), o professor do curso de Medicina Veterinária da Anhanguera de Anápolis, Gabriel de A. Pfrimer, comenta que a castração é um importante procedimento para evitar a superpopulação de animais domésticos, que hoje é considerado um caso de saúde pública.

“A maioria dos filhotes abandonados não consegue um lar e permanece nas ruas. Quando atingem a maturidade procriam, dando origem a novos animais abandonados. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, apenas no Brasil devem existir aproximadamente 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães abandonados”, afirma.

cachorra e filhotes
Foto: Mel Schmitz/Morguefile

Para alguns a injeção anticoncepcional é a melhor opção de contraceptivo, mas para o especialista esse medicamento pode ocasionar diversos efeitos colaterais, como, por exemplo, a hiperplasia mamária benigna ou maligna; a piometra, que é a infecção de útero; e estudos recentes comprovam a possibilidade de algumas cadelas desenvolverem diabetes.

“Por muito tempo o anticoncepcional serviu como método de se evitar a gravidez nas fêmeas e para controle populacional de maneira geral no Brasil, muito pela falta de informação da população sobre os benefícios da castração e também por conta dos custos. Com as mudanças das técnicas cirúrgicas, medicamentos anestésicos cada vez mais funcionais e eficientes, houve uma diminuição no valor total da castração. Com um único gasto, as pessoas conseguem evitar uma série de transtornos que o anticoncepcional proporciona nas cadelas e gatas”, explica Gabriel.

O docente da Anhanguera esclarece que os problemas com o uso dos anticoncepcionais para as fêmeas podem vir tanto a curto, médio ou a longo prazo. “Existem fêmeas que na primeira aplicação desenvolvem os efeitos colaterais e têm fêmeas que passam a metade do ciclo reprodutivo sem problemas. Hoje dentro da classe da Medicina Veterinária nenhum profissional recomenda o uso de anticoncepcional, pois os efeitos prejudiciais são bem maiores que os benefícios”.

gata e filhotinhos gato

Para o especialista, a população deve ser conscientizada sobre os benefícios da castração. “Esse não é um ato de penitência ao animal, mas um ato de amor, uma forma saudável de se manter o controle populacional e evitar os prejuízos que os anticoncepcionais causam nos animais”, finaliza.

Fonte: Medicina Veterinária da Anhanguera de Anápolis

Prezunic realiza feira de adoção de cães e gatos na loja do Recreio no Rio

O Prezunic realiza, nessa quinta-feira (28), uma feira de adoção de animais no estacionamento da loja no Recreio, na cidade do Rio de Janeiro. O evento é ocorre em parceria com a ONG SOS Animal, que realiza o acolhimento de cães e gatos de forma responsável e os acolhe, proporcionando todo o tratamento necessário para que sejam adotados, após tomarem banho, passarem por castração, vacinas, vermífugos e receberem alimentação adequada.

Quem quiser se candidatar deve comparecer ao estacionamento da loja no Recreio, nessa quinta-feira, das 10h às 17h, e preencher um formulário para a verificar o perfil de cada família. Como em qualquer processo de adoção, é fundamental que os candidatos a adotar reúnam as condições necessárias.

Caogato

A proposta da feira de adoção é proporcionar aos animais a chance de ter um lar que ofereça carinho, proteção, acompanhamento veterinário e espaço suficiente para brincar, entre outros fatores. Tudo isso é checado antes da adoção.

Feira de Adoção Prezunic
Dia: quinta-feira, 28 de fevereiro
Hora: das 10h às 17h
Local: Estacionamento do Prezunic Recreio
Endereço: Avenida das Américas, 16.100 – Recreio dos Bandeirantes – Rio de Janeiro