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Ceias de fim de ano: confira cuidados básicos para garantir produtos de qualidade

As festas de fim de ano envolvem diversos sentimentos e ritos típicos do período natalino. Além de viagens, passeios e trocas de presentes, a organização das ceias também mobiliza as famílias. E quando o assunto é alimentação, todo cuidado é pouco.

A escolha consciente dos ingredientes que compõem as receitas típicas de fim de ano é, para muitos, um desafio. Seja porque se tratam de itens que não fazem parte do nosso cotidiano ao longo do ano, seja porque temos a falsa sensação de que todo produto exposto está em bom estado para consumo e é seguro.

Segundo dados do Ministério da Saúde (Sinan/SVS), em 2017 foram registrados 598 surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA), a cujos riscos 47.218 pessoas foram expostas, sendo que 9.320 adoeceram e 12 morreram. Cerca de 36% das ocorrências tiveram como local de origem as residências, tendo como os 10 agentes etiológicos mais identificados foram Salmonella, Escherichia coli, Staphylococcus aureus, Coliformes, Bacillus cereus, Shigella, Rotavírus, Clostridium perfringens, Norovírus e o vírus da Hepatite A. Os dados reforçam o quanto é fundamental ter alguns parâmetros em mente ao visitar mercados e açougues.

“Comprar carnes, de qualquer tipo, por exemplo, exige que o consumidor esteja atento, em primeiro lugar, para a origem do produto. Se a carne não tiver inspeção. poderá causar problemas sérios de saúde a quem consumir”, adverte o presidente da Comissão Técnica de Alimentos do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), Ricardo Moreira Calil, doutor em Saúde Pública.

Confira dicas de como selecionar produtos, em especial aves, pescados e carnes, que não apresentem riscos à saúde dos convidados:

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Consuma somente alimentos de origem animal inspecionados: o consumidor deve verificar a existência do selo de inspeção. Ele deve estar impresso na embalagem e tem um número de registro, que pode ser federal – o SIF (Serviço de Inspeção Federal), estadual – no caso de São Paulo, o SISP (Serviço de Inspeção do Estado de São Paulo) – ou até mesmo municipal, geralmente com a sigla SIM (Serviço de Inspeção Municipal). “A carne sem este selo indica um produto não fiscalizado. Não é possível, portanto, saber se o produto tem origem idônea e qualidade aceitável”, explica o médico-veterinário Daniel Bertuzzi Vilela, membro da Comissão Técnica de Alimentos do CRMV-SP.

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Pixabay

Observe as condições de armazenamento e exposição das peças: de um modo geral, a carne fresca deve estar a uma temperatura de até 7°C e a congelada de, no mínimo, -15°C. Calil explica que as carnes, quando expostas, precisam apresentar cor e odor naturais e a superfície não pode estar muito ressecada, apesar da ação da refrigeração diminuir a umidade. “O ideal é comprar sempre carnes com boa refrigeração, sejam congeladas ou resfriadas devem estar conservadas na geladeira, balcão refrigerado ou câmara fria que obedeçam as faixas de temperatura ideais”, explica.

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Verifique se o estabelecimento do qual irá adquirir os produtos possui licença sanitária: documento administrativo expedido pelo órgão municipal de vigilância sanitária, atesta que o estabelecimento possui condições operativas, físico-estruturais e sanitárias. Segundo a legislação, esta documentação precisa estar em local visível aos consumidores, mas caso não esteja, Bertuzzi tem algumas dicas: “As informações sobre registro e licença são públicas e podem ser pesquisadas na internet. Caso não encontre, pergunte no próprio estabelecimento. Se ninguém souber responder, ligue para a Prefeitura.”

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Aimee Low/MorgueFile

Atente-se para a higiene do estabelecimento e das embalagens: os produtos de origem animal frescos devem sempre estar sob refrigeração e protegidos por embalagem ou dentro de um balcão fechado e refrigerado. Todos esses locais ou recipientes precisam estar limpos.

“A higiene é muito importante. Evitar estabelecimentos sujos e com equipamentos velhos e mal conservados é uma forma de se precaver. O açougueiro deve estar com uniforme limpo e utilizando proteção para os cabelos (gorro ou touca). Tente observar se ele tem onde higienizar as mãos e os utensílios”, instrui Bertuzzi.

Denunciar é uma boa ação!

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Encontrou um estabelecimento com produtos ou estruturas físicas que não atendem às condições sanitárias básicas? Primeiro, não compre nada!

Em segundo lugar, é importante abrir uma denúncia na Vigilância Sanitária. Alimentos de origem animal fora das condições e processos de qualidade oferecem riscos à saúde pública. Um exemplo de risco é a presença de agentes como a Salmonela, “uma bactéria que pode causar desde uma simples diarreia até sequelas mais graves, como problemas de articulação”, explica o médico-veterinário e membro da Comissão Técnica de Alimentos do CRMV-SP, Daniel Bertuzzi.

O médico-veterinário explica que as denúncias realizadas são anônimas, garantindo o poder de participação da população na fiscalização de produtos e estabelecimentos irregulares. “Somente pela denúncia podemos evitar que esse tipo de estabelecimento funcione irregularmente. Desta forma, você ajuda sua comunidade.”

Integridade dos alimentos também depende do consumidor

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Não basta apenas a preocupação com a aquisição de produtos de qualidade, o consumidor também deve tomar algumas medidas de precaução que começam ainda no mercado. Durante as compras, alimentos que precisam de refrigeração devem ser colocados por último no carrinho e as compras não devem ficar muito tempo no automóvel, em especial nos dias mais quentes. Considera-se que 2 horas é o prazo máximo de segurança para que a carne fresca ou congelada fique em temperatura ambiente sem comprometer a qualidade.

Chegar em casa com uma ave ou carne que somente será consumida na ceia é responsabilidade e tanto. Assim como nos estabelecimentos comerciais, é fundamental que esses alimentos sejam armazenados com refrigeração adequada (até 7°C para carnes frescas e mínimo de -15°C para congeladas).

“Quanto mais tempo o produto ficar sem a refrigeração adequada, maior a chance de perder qualidade e de se tornar cenário ideal para a multiplicação das bactérias capazes de deteriorar o alimento e causar danos ao nosso organismo”, orienta Dr. Ricardo Calil, presidente da Comissão Técnica de Alimentos do CRMV-SP.

Outro cuidado para evitar intoxicações, é com o armazenamento das sobras. “É importante que ao término das refeições, os alimentos que necessitem de refrigeração sejam guardados na geladeira ou congelados em pequenas porções”, orienta o médico-veterinário.

Fonte: CRMV-SP

Drogavet realiza ação com laços de amor animal

Em comemoração ao Dia Mundial dos Animais, comemorado ontem (4), a rede de manipulação veterinária reforça o compromisso entre a marca, os tutores e seus pets

Ontem, 4 de Outubro, os animais e seus tutores tiveram motivos de sobra para celebrar. Afinal, nesta data, comemora-se o Dia Mundial dos Animais. É fato que eles são considerados os melhores amigos do homem, pois trazem alegria à família, ajudam a melhorar o humor e minimizam a ansiedade. Sabendo de todos os benefícios desse amor genuíno, a DrogaVET criou uma ação exclusiva para celebrar a data.

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Até hoje, 5 de outubro, os clientes poderão receber, nas unidades da DrogaVET, uma fita que ​simboliza um amuleto. A ação tem como foco reforçar os laços da rede com seus clientes e, consequentemente, com os pets. Cada espécie, inclusive, será representada por uma cor diferente.

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Além disso, nos canais oficiais da marca, a empresa divulgará materiais informativos, ampliando o significado do Dia dos Animais, destacando o compromisso com a qualidade de vida, a saúde animal e por fim, conectando a ação ao verdadeiro sentido da fita: o amor animal entre humanos e pets.

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Informações: DrogaVET

Por que a perda do animal de estimação pode ser tão difícil de suportar?

Para algumas pessoas, a morte de um animal de estimação pode ser mais difícil do que a perda de um parente. Aqui está o porquê.

Quem disse que os diamantes são o melhor amigo de uma garota nunca possuiu um cachorro ou gato. Se você já perdeu um amado animal de estimação, sabe o quanto esse velho ditado é verdadeiro.

De cães a gatos, de canários a lagartos, nós humanos formamos ligações inquebráveis com nossos amigos peludos, emplumados e escamados. De certa forma, quase todos os pets são animais de terapia. Eles podem não ter certificados ou usar coletes especiais que lhes dão status de assento autorizado em aviões, mas eles melhoram muito nossas vidas de várias maneiras.

Numerosos estudos mostraram evidências de que os animais de estimação não apenas proporcionam companhia e trazem alegria, mas também ajudam as pessoas a se recuperarem ou lidarem melhor com uma ampla gama de problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas, câncer e distúrbios mentais.

E quando um animal de estimação morre, pode ser uma experiência emocionalmente devastadora que pode ter um impacto negativo em nossa saúde mental e física.

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Getty Images

Na verdade, o New England Journal of Medicine relata que uma mulher de 61 anos começou a sentir fortes dores no peito após a morte de seu cão. Ela foi internada no pronto-socorro, onde os médicos a diagnosticaram com Cardiomiopatia Takotsubo – também conhecida como “síndrome do coração partido” – uma condição com sintomas que imitam um ataque cardíaco.

Depois de ser tratada com medicamentos, ela finalmente se recuperou, mas a morte de seu Yorkshire Terrier literalmente quebrou seu coração. A perda de um animal de estimação pode ser tão difícil quanto perder uma pessoa – ou, em alguns casos, até pior.

Pesquisadores descobriram que o apoio social é essencial para a recuperação durante o processo de luto. No entanto, enquanto outros são rápidos em ajudar a confortar uma pessoa que está sofrendo com a perda de outra pessoa, a atitude da sociedade em relação à perda de pet é muito diferente.

As pessoas geralmente não recebem apoio suficiente após a morte de um animal de estimação, o que pode aumentar o sofrimento emocional e levar a sentimentos de vergonha e isolamento. Isso pode ser particularmente difícil para as crianças que estão experimentando a perda de um animal de estimação pela primeira vez.

A perda de animais de estimação pode ser especialmente difícil para as crianças

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Leah Carson, agora uma jovem adulta, lembra seu primeiro animal de estimação. Era uma cachorra mix de Golden Retriever chamada Sandy.

“Nós crescemos juntas e ela fez tudo com a nossa família. Lembro-me de brincar na neve, fazer caminhadas e [momentos doces como] Sandy me seguindo até o meu quarto quando cheguei da escola ”, diz Leah.  “Quando eu tinha 11 anos de idade, Sandy teve câncer e nós tivemos que colocá-la para dormir. Eu chorei uma tonelada. Eu estava tão triste e confusa. Foi a primeira vez que perdi alguém que amava. Depois, houve muito silêncio em sua ausência”.

As memórias que Leah tem de Sandy são ao mesmo tempo animadoras e dolorosas, especialmente para aqueles que experimentaram pessoalmente uma perda semelhante em uma idade jovem.

Roxanne Hawn, autora de “Heart Dog: Surviving the Loss of Your Canine Soul Mate” (coração de cachorro: sobrevivendo à perda de sua alma gêmea canina, em tradução livre) entende que as crianças são especialmente vulneráveis ​​a mal-entendidos e luto após a morte de um animal de estimação. Ela aponta que há uma variedade de maneiras pelas quais pais e adultos podem ajudar as crianças durante o processo de luto.

“Eu sugiro participar de projetos memoriais para focar sua dor e a tristeza de seus filhos de maneiras produtivas”, diz ela, acrescentando: “É melhor abraçar a dor por meio da ação do que ignorá-la.”

Roxanne diz que o luto como família pode ajudar as crianças a processar melhor a perda, e sugere atividades nas quais cada membro da família pode participar quando sentir a necessidade.

“Peça a todos que escrevam quantas lembranças felizes puderem em pedaços coloridos de papel e coloquem todos esses bons pensamentos em uma tigela bonita”, diz ela, oferecendo um exemplo. “Sempre que alguém experimentar um surto de pesar, pode pegar um desses pedaços de papel e, pelo menos por um instante, lembrar de um momento mais feliz. As crianças que ainda não sabem escrever ou soletrar podem contribuir com desenhos de seus animais de estimação. ”

Ela também sugere permitir que as crianças mantenham alguma lembrança de um animal de estimação com elas, como uma coleira ou um brinquedo favorito – especialmente durante os dias imediatamente após a perda -, pois isso pode ajudar.

A idade não facilita

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Com uma vida inteira de experiências, os idosos podem parecer estar melhor equipados para lidar com a perda de um animal de estimação, mas o oposto geralmente é verdadeiro.

“Perder um animal de estimação é extremamente difícil para os idosos. É mais do que o sofrimento normal ”, diz Lisa Frankel, PhD, psicoterapeuta de Los Angeles. “Os idosos já lidaram com tantas perdas: amigos, família, estrutura de vida, esperança, contato físico, comunidade”.

Ela acrescenta: “Animais de estimação, especialmente cães, dão a eles um propósito, companheirismo, uma razão para se exercitar e socializar. Quando um cachorro morre, tudo isso se vai”.

Na prática, Lisa trabalha com muitos pacientes que estão sofrendo de profunda tristeza pela perda de um animal de estimação. Ela aponta como sentimentos de culpa e vergonha muitas vezes podem complicar o processo de luto. Ela cita exemplos de pessoas que perderam seu animal de estimação quando atacaram coiotes ou porque foram atropelados por um carro, elas dizem que sentem que poderiam ter feito mais para salvar seu animal de estimação. Além disso, ela aponta outros que tomaram a difícil decisão de sacrificar o animal de estimação e que são assombrados pela decisão.

Ela insiste que as pessoas que perderam um animal de estimação nessas circunstâncias sejam compassivas e perdoem a si mesmas, além de passar tempo com outras pessoas que entendam seus sentimentos. Ela também sugere organizações como grupos de apoio a luto de animais de estimação, o que pode ser um grande conforto para alguns.

“A terapia individual pode ser útil também”, diz Lisa. “Muitas pessoas têm dificuldade em se abrir em grupos e se saem melhor com o aconselhamento individual. Se a terapia desencadear outras perdas ou traumas, essas perdas também podem ter que ser analisadas. O sofrimento que é realmente debilitante ou dura excepcionalmente por muito tempo pode ser complicado pela associação a outras perdas e traumas. A terapia individual pode ser realmente importante para entender essa conexão e trabalhar com ela.”

Como lidar

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Ilustração: LoveThisPic

Embora nenhuma abordagem ao enfrentamento funcione para todas as pessoas que perderam um animal de estimação, há muitas opções e recursos disponíveis para ajudar.

Além das sugestões oferecidas por Lisa, ela também recomenda dois livros, “How to ROAR: Pet Loss Grief Recovery” (como rugir: a recuperação do sofrimento da perda do animal de estimação) de Robin Jean Brown, e “The Loss of a Pet: A Guide to Coping with the Grieving Process When a Pet Dies” (a perda de um animal de estimação: um guia para lidar com o processo de luto quando um animal de estimação morre”) por Wallace Sife, fundador da Association for Pet Loss and Bereavement. Nenhum deles publicado no Brasil.

O blog Pet Loss Help publicou uma extensa lista de recursos de luto que inclui várias linhas diretas de suporte para perda de animais de estimação e informações sobre grupos de apoio em diferentes estados nos Estados Unidos, além de recursos online adicionais.

Você deveria adotar outro animal de estimação?

abrigo animais
Foto: Hamia

Nunca haverá outro animal de estimação como o que você perdeu, e o pensamento de adotar outro pode parecer desleal, mas não é. Animais de estimação enriquecem nossas vidas e nós, por outro lado, enriquecemos às deles.

Há muito a ganhar permitindo-se amar novamente e os tutores de animais de estimação têm muito amor para dar. Adotar um novo animal de estimação pode ser exatamente o que o médico pediu para ajudar a consertar um coração partido.

Fonte: HealthLine

Campanha de vacinação contra raiva começa segunda-feira (20) em São Paulo

Obrigatória para cães e gatos, vacinação é a forma mais eficaz de prevenir a doença; serão mais de 1.900 postos na cidade

A Campanha de Vacinação contra a Raiva para Cães e Gatos no município de São Paulo terá início na próxima segunda-feira (20) e se estenderá até o dia 2 de setembro. Serão mais de 1.900 postos de atendimento distribuídos pela cidade – entre fixos e volantes –, que funcionarão entre 10 e 16 horas, para vacinar os animais de estimação da população. Vale reforçar que a imunização anual é a mais eficaz e importante medida de prevenção e controle da doença.

O serviço, ofertado pela Divisão de Vigilância de Zoonoses (DVZ), da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), órgão da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo, é gratuito e obrigatório para cães e gatos, conforme a lei municipal 13.131/01. O proprietário do animal deve se atentar quanto ao transporte correto: no caso, cães na coleira e guia e gatos em caixas de transporte apropriadas (ou similar), para evitar fugas e/ou acidentes.

Todos os animais com mais de três meses devem ser vacinados, exceto os doentes (diarreia, secreção ocular ou nasal, falta de apetite, convalescentes de cirurgias ou outras enfermidades). Para cadelas prenhes, apesar de não haver contraindicação, a orientação é de que o tutor busque pela vacina fora da campanha, devido ao risco no transporte e no manejo. Bichos no cio também podem causar transtornos nos postos volantes; por isso, é indicado que se procure por um dos postos fixos de vacinação.

Sobre a doença

A raiva é uma doença transmissível, caracterizada pelo contágio direto; ou seja, pela mordida, arranhões ou lambedura de cães, gatos ou outros mamíferos, como, por exemplo, morcegos infectados.

O proprietário deverá identificar, no comprovante de vacinação, os dados do animal, como o nome e nº do Registro Geral Animal (RGA). É importante destacar que somente adultos com condições de conter os animais devem conduzi-los ao local de vacinação, para evitar possíveis transtornos.

A relação completa de postos, com local e data da vacinação, pode ser obtida clicando aqui ou pelo telefone 156.

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Campanha de Vacinação contra a Raiva para Cães e Gatos
Data: de 20 de agosto a 2 de setembro de 2018
Horário de funcionamento dos postos: das 10h às 16h
Informações: Prefeitura/Covisa ou pelo telefone 156

Alexandre Rossi e Estopinha dão dicas de comportamento animal na Cobasi Osasco

Evento faz parte do Bravecto Day, que acontece no dia 10 de junho, a partir das 12 horas

Amanhã, domingo, 10 de junho, a partir das 12 horas, acontece na Cobasi Osasco, localizada na Avenida dos Autonomistas, 1.768, o Bravecto Day. Um dia inteiro de atrações para a família e seus animais com barraca de pipoca e algodão doce, fotos e caricaturista.

As 16 horas, Alexandre Rossi e Estopinha promovem gratuitamente uma palestra com dicas sobre comportamento animal, correção de comportamentos inadequados e demonstração de alguns truques. O público ainda terá acesso a informações sobre proteção adequada contra pulgas e carrapatos e poderá tirar algumas de suas dúvidas com o Alexandre, além de conhecer e interagir com a cadelinha Estopinha.

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O Bravecto Day é resultado da parceria da Cobasi e da empresa MSD Saúde Animal.

Bravecto Day
Realização: Cobasi e MSD Saúde Animal
Local: Cobasi Osasco – Av. dos Autonomistas, 1768, 06020-010, Osasco – SP
Data: 10/06
Horário: A partir das 12h
Palestra com Alexandre e Estopinha Rossi: 16h
Evento gratuito. Classificação livre. Sujeito a lotação do espaço.

 

Puppyfi: a rede que ajudou mais de 3.500 animais a voltarem para casa

O Brasil acaba de ganhar uma rede social de ajuda para pets. A Puppify será um espaço para quem adora animais e tem uma proposta diferente das centenas de comunidades e aplicativos que apenas divulgam e ajudam a localizar animais perdidos.

De acordo com o CEO da startup, Alexandre Roa, na Puppify será possível cadastrar informações, notificar desaparecimento – inclusive criar anúncios para ampliar as buscas e imprimir cartazes – receber avisos de comentários e compartilhamentos via rede, celular e e-mail, discutir temas, entre outras opções.

“Nossa rede social será exatamente como as redes já conhecidas e consagradas, com direito a curtidas, comentários, publicação de fotos, atualização de status. Mas a Puppify tem uma missão maior que apenas mostrar os pets. Nós queremos ajudar a encontrar animais perdidos, localizar lares para adotar os abandonados e reunir aqueles que tratam e cuidam dos pets deixados nas ruas e precisam de medicação, dinheiro etc.”, conta Alexandre, que aposta na missão das pessoas como agentes transformadores da sociedade.

“A maioria das redes mostra o perfil, fotos que tirou. Mas estar na Puppyfi diz quem a pessoa é! Mostra que ela se importa em ajudar o próximo, ou seja, fala de valores”, completa o CEO.

A Puppify funcionará da seguinte forma:

1) O usuário faz um cadastro gratuito e coloca também o nome do seu pet, com foto, informações, telefones de contato;
2) Se ele está interessado nas discussões, ou em ajudar na localização de animais perdidos, ele pode navegar e notificar que está “na missão”;
3) Se ele quer encontrar seu animal perdido, ele pode colocar informações de contato, descrever o que houve, comprar destaque (assim com os banners de internet) e compartilhamentos na página do Facebook;
4) Se o pet foi encontrado, é possível notificar “Pet final feliz”, com direito a depoimento e agradecimentos;
5) Se a pessoa encontrou um animal abandonado e quer ajudá-lo a encontrar um lar, ele pode fazer o cadastro com descrições e contatos, caso alguém se interesse;
6) Pessoas físicas e ONG’s poderão se cadastrar para pedir ajuda financeira, ou medicamentos e outros itens necessários para manter os animais recolhidos.

História

A Puppify vem de um projeto anterior, que ajudou a localizar animais perdidos em vários países do mundo. Chamado Cães Achados & Perdidos, o site foi criado de forma despretensiosa. “Em 2013, um cliente perdeu seu pet e pediu para que eu ajudasse a divulgar fotos para tentar encontrá-lo. Eu não quis misturar com a página do meu estabelecimento e criei a página Cães Achados & Perdidos. Além de publicar a foto desse animalzinho desaparecido, comecei a divulgar na página todos os animais da cidade que se encontravam na mesma situação. Em pouco tempo, o negócio tomou uma grande proporção, com engajamento de famílias inteiras, grupos de apoio etc.”, conta Alexandre, que é veterinário e possui um hotel para cães em Curitiba, no Paraná.

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O sucesso foi tão grande que a comunidade reuniu mais de 40 mil seguidores e mais 1800 usuários ativos no site oficial. Nesses anos de atuação, mais de 3500 cães e mil gatos foram localizados e centenas de pets foram adotados. “A aceitação foi tão grande que expandimos para 10 países e chegamos a mais de 47 páginas”, completa Alexandre, que fez o MVP (mínimo produto viável) com a possibilidade das pessoas comprarem o destaque e os anúncios dos pets perdidos. Os resultados foram imediatos e a ideia da Puppify ganhou forma.

A expectativa agora é chegar aos 300 mil usuários já no primeiro ano de funcionamento, com crescimento totalmente orgânico. O faturamento virá da venda de anúncios e destaques e, no futuro, de espaços publicitários. “Nosso projeto é pear to pear. O conteúdo vem das pessoas, nós oferecemos o ambiente para isso acontecer”, aponta o CEO.

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Ajuda para pets

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem hoje mais de 50 milhões de cães e 22 milhões de gatos de estimação. Metade dos tutores desses animais consideram seus pets como membros da família. E de acordo com a Organização Mundial de Saúde, outros 30 milhões estão abandonados vivendo nas ruas. Esses dados apontam a relevância de uma rede capaz de auxiliar tanto na localização dos que fogem, ou se perdem após algum descuido, e situação de maus tratos à espera de um lar.

“As pessoas se envolvem e se colocam a disposição para ajudar nestes casos. O nosso modelo é totalmente colaborativo neste sentido, onde é possível fazer parte de uma causa nobre, algo traz uma sensação de pertencimento”, avalia Alexandre.

Informações: Puppyfi

Petz dará desconto de até 40% nas compras online na Black Friday

Rede de pet shops terá promoção em itens mais vendidos como rações, antipulgas e medicamentos, com entrega em todo o Brasil

A Petz, rede de pet shops com o maior número de lojas no país, vai oferecer até 40% de desconto nas compras online durante a Black Friday, a partir das 20 horas de hoje (23 de novembro). Mais de 100 produtos estarão em promoção, entre eles as marcas mais vendidas de rações, antipulgas e medicamentos veterinários. Para aproveitar os descontos, basta entrar no site e fazer as compras.

A estimativa para o dia da promoção é de um crescimento expressivo nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado. “Esperamos vender três vezes mais que em 2016, devido ao aumento do e-commerce da empresa, que triplicou de tamanho no último ano”, afirma o head de e-commerce da Petz, Daniel Nepomuceno. “É uma oportunidade para o cliente realizar as compras do mês com um desconto ou experimentar produtos novos que estarão com preços bem mais atrativos.”

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Outubro Rosa Animal alerta para o tumor mamário em cadelas e gatas

Campanha com ações gratuitas é promovida pela Associação Natureza em Forma

Outubro é o mês de conscientização do câncer de mama, um mal que pode atingir inclusive nossos animais de estimação. Por isso, é fundamental o trabalho de prevenção para cadelas e gatas. Com o intuito de informar os tutores sobre esses cuidados, a ONG de proteção animal Associação Natureza em Forma realizará no próximo domingo (29) o Outubro Rosa Animal, com aconselhamento sobre exames preventivos, triagem e encaminhamento de casos suspeitos para acompanhamento oncológico e outras orientações gratuitas.

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Castração é a melhor prevenção

Entre as formas de prevenção de tumores mamários em fêmeas, a mais recomendada ainda é a castração. “A cirurgia de castração antes do primeiro cio é o melhor método preventivo para cadelas e gatas. O uso de anticoncepcionais não é indicado para essas espécies, pois pode favorecer o surgimento de tumores”, alerta Carolina Vieira, veterinária oncologista voluntária da ONG.

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A Associação Natureza em Forma também conta com um centro cirúrgico solidário que, além de realizar cirurgias de castração, dá suporte ao tratamento oncológico veterinário.

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Outubro Rosa Animal
Quando: 29 de outubro (domingo), das 12h às 18h
Local: Associação Natureza em Forma
Endereço: R. General Jardim, 234/240 – República – São Paulo/SP
Tel: (11) 3151-2536 / 3151-4885

 

Petz promove megaevento de adoção de cães e gatos

Encontro será realizado simultaneamente em mais de 30 unidades da rede de pet shop pelo Brasil neste fim de semana, em parceira com 18 ONGs que cuidam de animais carentes

A Petz vai promover neste fim de semana o seu megaevento de adoção em comemoração ao Dia Mundial dos Animais e ao Dia Nacional da Adoção de Animais, celebrados em 4 de outubro. Os encontros serão realizados simultaneamente em mais de 30 unidades da rede de pet shop pelo Brasil, nos dias 7 e 8, com parceira de 18 ONGs que cuidam de animais abandonados e resgatados das ruas.

Todos os bichinhos têm certificado de saúde, atestando que são vermifugados, vacinados e castrados. Além disso, veterinários das ONGs parceiras vão prestar toda a assistência necessária durante os eventos. Os pets ficarão em uma área específica das unidades, onde poderão interagir e conquistar os clientes que visitam a loja.

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Campanha

A rede de pet shop estimula que animais resgatados das ruas ganhem um lar por meio do projeto Adote Petz. Em parceria com as ONGs, a empresa já registrou 3.521 adoções em suas lojas em 2017. A rede também lançou uma campanha publicitária para incentivar a adoção. Criada pela Ogilvy Brasil, a ação “Ame de Novo” mostra que o amor de cão ou gato é para sempre. Veja aqui o vídeo.

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Serviço

Dia 07 – Sábado

Petz Marginal Tietê (São Paulo/SP) – das 14h às 20h
Petz Bandeirantes (São Paulo/SP) – das 10h às 16h
Petz Limão (São Paulo/SP) – das 14h às 20h
Petz Augusta (São Paulo /SP) – das 10h às 17h
Petz Washington Luis (São Paulo/SP) – das 11h às 17h
Petz Mooca (São Paulo/SP) – das 11h às 17h
Petz Pompeia (São Paulo/SP) – das 11h às 17h
Petz Ipiranga (São Paulo/SP) – das 10h às 16h
Petz Jaguaré (São Paulo/SP) – das 10h às 16h
Petz Morumbi (São Paulo/SP) – das 11h às 17h
Petz Anália Franco (São Paulo/SP) – das 12h às 18h
Petz Aricanduva (São Paulo/SP) – das 12h às 20h
Petz Anália Franco (São Paulo/SP) – das 12h às 18h
Petz Aricanduva (São Paulo/SP) – das 12h às 20h
Petz Manuel Gaya (São Paulo/SP) – das 13h às 18h
Petz Santa Cecília (São Paulo/SP) – das 13h às 18h
Petz Tamboré (São Paulo/SP) – das 10h às 16h
Petz Guarulhos (Guarulhos/SP) – das 14h às 20h
Petz Santo André (Santo André/SP) – das 11h às 17
Petz Iguatemi Esplanada (Votorantim/SP) – das 10h às 16h
Petz Sorocaba (Sorocaba/SP) – das 11h às 16h
Petz Dom Pedro (Campinas/SP) – das 11h às 17h
Petz Jundiaí (Jundaí/SP) – das 11h às 17h
Petz São Caetano (São Caetano do Sul/SP) – das 11h às 17h
Petz Mogi (Mogi das Cruzes/SP) – das 11h às 17h
Petz Ana Costa (Santos/SP) – das 11h às 17h
Petz Bauru (Bauru/SP) – das 11h às 17h
Petz Plaza Avenida (São José do Rio Preto/SP) – das 13h às 18h
Petz Ribeirão Shopping (Ribeirão Preto/SP) – das13h às 18h
Petz Ayrton Senna (Rio de Janeiro / RJ) – das 11h às 17h
Petz Seminário (Curitiba/PR) – das 13 às 18h
Petz N. Sra. do Carmo (Belo Horizonte/MG) – das 11h às 16h
Petz Asa Norte (Brasília/DF) – das 11h às 17h
Petz Epia (Brasília/DF) – das 13h às 18
Petz SIA (Brasília/DF) – das 11h às 15h
Petz Passeio das Águas (Goiânia/GO) – das 14h às 19h

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Dia 08 – Domingo

Petz Marginal Tietê (São Paulo/SP) – das 14h às 20h
Petz Limão (São Paulo/SP) – das 14h às 20h
Petz Augusta (São Paulo /SP) – das 10h às 17h
Petz Washington Luis (São Paulo/SP) – das 11h às 17h
Petz Pompeia (São Paulo/SP) – das 11h às 17h
Petz Mooca (São Paulo/SP) – das 11h às 17h
Petz Anália Franco (São Paulo/SP) – das 12h às 18h
Petz Morumbi (São Paulo/SP) – das 11h às 17h
Petz Aricanduva (São Paulo/SP) – das 12h às 20h
Petz Manuel Gaya (São Paulo/SP) – das 13h às 18h
Petz Santa Cecília (São Paulo/SP) – das 13h às 18h
Petz Guarulhos (Guarulhos/SP) – das 14h às 20h
Petz Plaza Avenida (São José do Rio Preto/SP) – das 13h às 18h
Petz Santo André (Santo André/SP) – das 11h às 17
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Animal silvestre raro foi registrado no Noroeste de Minas Gerais

Cachorro-vinagre (Speothos venaticus) é só um dos animais ameaçados de extinção encontrados em área de preservação

Descrito pela primeira vez em 1842 por Peter Lund, naturalista tido como o pai da paleontologia no Brasil, o cachorro-vinagre (Speothos venaticus) é considerado uma das espécies mais raras da fauna brasileira. Tão rara que alguns especialistas consideram que dentro de 100 anos ele estará extinto no Cerrado. Os fatores determinantes para essa estimativa são a alta mortalidade causada por doenças e o abate feito por cães domésticos ou seres humanos.

Daí a importância de preservar áreas onde há registros da presença do cachorro-vinagre. Em Minas Gerais, a espécie foi vista há pouco tempo no Parque Estadual Veredas do Peruaçu, no norte do Estado, e mais recentemente no município de Paracatu, noroeste do Estado, em uma área com mais de 5 mil hectares preservados, mantida pela mineradora Kinross.

O local é considerado rico ecologicamente. Prova disso é que a equipe de monitoramento de fauna já registrou a presença do outas espécies importantes, como tatu-canastra (Priodontes maximus), tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), raposinha-do-campo (Lycalopex vetulus), lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), onça-parda (Puma concolor), gato-mourisco (Puma yagouaroundi), jaguatirica (Leopardus pardalis), lontra (Lontra longicaudis), anta (Tapirus terrestris), veado-campeiro (Ozotocerus bezoarticus) e cateto (Pecari tajacu).

“Essas espécies são componentes ecológicos muito importantes por atuarem no controle fitossanitário e ecológico das áreas, predarem roedores, aves, insetos, além de atuarem nos processos de dispersão de sementes e polinização de plantas, inclusive de arbustos e árvores de grande porte”, explica o biólogo Osmar Ferreira, Supervisor de Meio Ambiente da Kinross.

Muitos mamíferos silvestres estão na lista de animais ameaçados de extinção por vários fatores, todos relacionados à ação humana. Caça, desmatamentos e a presença de animais domésticos, como cães, gatos e gado, são algumas dessas ameaças. Osmar lembra que a presença de cães domésticos em todas as áreas estudadas de Paracatu é um grave problema que afeta os animais silvestres, especialmente espécies como o cachorro-vinagre, a raposinha-do-campo e o lobo-guará.

especie

“Os cães podem se tornar ou já se tornaram “ferais”, o que quer dizer que eles passaram a possuir hábitos de animais silvestres, inclusive predando outros mamíferos silvestres”, complementa o biólogo. Uma boa alternativa para evitar o problema, diz ele, é o controle de animais domésticos, que pode ser feito com o simples gesto dos proprietários alimentarem e oferecerem abrigo adequado aos animais. Outra alternativa seria a castração, para evitar a superpopulação.

Saiba mais sobre as espécies encontradas em Paracatu

Anta (T. terrestris): é considerada a jardineira das florestas por dispersar muitas sementes em grandes distâncias, contribuindo para manutenção das florestas.

Onça (P. concolor): junto com os demais felinos, apesar de algumas vezes serem considerados animais ameaçadores, preferem se alimentar de suas presas naturais, caçando seus próprios alimentos na natureza. O preconceito humano com relação a essas espécies acaba prejudicando suas populações, gerando caça e perseguições, hábitos proibidos por lei no Brasil.

Tatu-canastra (P. maximus): ocorre principalmente em áreas naturais de grande extensão, como parques e outras unidades de conservação. Ele já foi registrado várias vezes nas áreas da Kinross em Paracatu, mostrando que graças à preservação realizada pela mineradora, a região é rica ecologicamente.

Fonte: Kinross