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Champanhe sem álcool e efervescente diminui estresse, modula cortisol e reduz gordura

Já imaginou um champanhe efervescente que modula o hormônio cortisol – relacionado ao estresse? Lançamento da Biotec é formulado com Modulip, um ativo que diminui o cortisol, e ainda tem a vantagem de não conter álcool

Já imaginou suplementar o organismo com champanhe? É dessa forma que um lançamento da Biotec Dermocosméticos consegue diminuir o estresse. Por meio do Champanhe Antiestresse, efervescente e sem álcool, o produto consegue modular o cortisol.

“Ele é formulado com Modulip GC, um dipeptídeo obtido a partir de dois produtos naturais: o triptofano e ácido glutâmico da beterraba. O ativo protege as terminações nervosas dos malefícios do cortisol, também modulando esse hormônio que sofre um aumento quando estamos estressados”, afirma Mika Yamaguchi, farmacêutica e diretora científica da Biotec Dermocosméticos.

Adoçado com stevia, o champanhe também ajuda no emagrecimento, uma vez que o acúmulo de gordura foi relacionado ao estresse crônico e à alta produção de cortisol. “A secreção de cortisol induzida pelo estresse aumenta a deposição de gordura abdominal por induzir resposta negativa do Fator de Crescimento Neural (FCN). Modulip restabelece a secreção de Fator de Crescimento Neural (FCN) e normaliza a comunicação entre cérebro e tecido adiposo branco”, afirma Mika. Isso ajuda no emagrecimento e redução do efeito sanfona.

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Por fim, a farmacêutica lembra que é de fundamental importância consultar um médico para avaliação completa. “Somente o médico poderá indicar os produtos mais recomendados para cada caso”, finaliza.

Informações: Biotec Dermocosméticos – SAC: 0800-7706160

Como as emoções afetam as escolhas alimentares?

Terapeuta do emagrecimento fala sobre o tema e dá dicas para comermos com mais consciência

Você sabia que sua alimentação pode estar sendo afetada pelos seus sentimentos? E que, talvez, esses sentimentos – estresse, ansiedade, depressão – estejam dificultando hábitos mais saudáveis e até a perda de peso? Segundo a psicóloga clínica, especialista em saúde focada em emagrecimento, nutrição emocional e comportamental Daiana Peixé, nossas emoções afetam nossas escolhas porque o ser humano é guiado por duas forças: a busca pelo prazer e o medo da dor.

A consequência disso, é nossa tendência em optar por alimentos que estejam associados ao prazer, ao afeto, alimentos que preencham aquela determinada necessidade emocional, e se não estivermos atentos, isso pode causar não só o ganho de peso como também outros problemas relacionados a má alimentação.

“É por isso que as nossas emoções afetam tanto as nossas escolhas, inclusive alimentares. Se não estamos bem emocionalmente, automaticamente vamos buscar alternativas que ajudem a melhorar aquela situação, e na grande maioria das vezes a opção escolhida é por um prazer imediato, que não é tão saudável”, avalia a terapeuta.

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Vamos usar aqui o seguinte exemplo: você chega em casa após um dia cansativo de trabalho e pede uma pizza. Automaticamente, seu cérebro associa esse ato a algo bom, como uma “recompensa”, sendo assim, da próxima vez que você chegar em casa cansado, sua mente pedirá automaticamente por aquela recompensa. De acordo com Daiana, são essas escolhas emocionais que acabam fazendo com que a pessoa entre em um ciclo vicioso de dopamina e serotonina, atrelando imediatamente aquele alimento ao prazer.

“Isto acontece porque quando pensamos em determinado alimento, seja ele doce ou fritura (nossas escolhas mais comuns), temos uma descarga da dopamina, que é o prazer imediato, seguido de uma descarga de serotonina, que é o prazer de recompensa”, explica.

E por que o nosso cérebro entende isso como “recompensa”? Simples. Ao escolher a pizza, para compensar – mesmo que inconscientemente – a dor e o cansaço, e ainda ter o prazer imediato ao saborear, você acaba criando um hábito. Ou seja, automaticamente o seu cérebro vai atrelar a pizza a uma “recompensa” quando seus dias forem cansativos. Isso serve para explicar aquele seu desejo enorme por alimentos ricos em açúcar e fritura.

“É por causa desse ciclo de recompensa que as pessoas criam hábitos de comer um doce após o almoço, um chocolate quando se sentem tristes, uma coxinha para aliviar o estresse. É graças a este “prazer” que o nosso cérebro cria uma imagem e associa aquilo a algo bom. O grande problema, ocorre quando temos a queda da dopamina, pois, esse ciclo inicia novamente, tornando algo incontrolável”, complementa.

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Se você está com tal problema, a primeira coisa a ser feita para melhorar este cenário, é identificar a situação pela qual você está buscando aquele alimento, se é por necessidade física ou se é emocional. Isto feito, é preciso desenvolver novos hábitos, os quais vão ter o mesmo efeito de prazer causado pelo ciclo de dopamina e serotonina. Caso você venha a ter muita dificuldade, o aconselhado é procurar ajuda de um especialista.

“É importante ter consciência quando você sente fome, parar e se perguntar se você está realmente sentindo aquilo. Se a resposta for sim, tente analisar se é uma fome “física”, que precisa ser saciada para nutrir o seu corpo, ou se é fome “emocional”, aquela que você nutre a sua alma. Nem sempre é fácil ter essa consciência, muitas vezes precisamos de ajuda, e o ideal é sempre procurar um especialista para te orientar”, finaliza Daiana.

Oito passos para você criar novos hábitos alimentares

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1. Decida qual ciclo você prefere seguir: o do prazer da comida ou da vida saudável;

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2. Tenha consciência sobre sua fome emocional; avalie o ato, mostrando os ganhos imediatos e secundários de cada decisão;

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Foto: Shutterstock

3. Faça substituições saudáveis.

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4. Aprenda a mudar sua relação com o alimento que a fez entrar nesse ciclo.

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5. Ria! Rir ajuda a aumentar os níveis de dopamina. Veja filmes de comédia, se divirta mais.

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6. Treine sua consciência alimentar.

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7. Visualize sempre as recompensas imediatas e tardias de suas escolhas.

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8. Se não estiver conseguindo, procure ajuda.

Fonte: Daiana Peixé

Sete alimentos poderosos no combate à ansiedade

Especialista indica vitaminas e nutrientes que contribuem para reduzir sintomas de depressão e ansiedade

A ansiedade, quando excessiva, atrapalha o dia a dia e pode até mesmo desequilibrar o metabolismo. A nutricionista Cintya Bassi, do Grupo São Cristóvão Saúde, explica que a rotina carregada pode ser grande causadora de fadiga física e emocional, o que as leva a desenvolver esses quadros de ansiedade. Segundo ela, é importante ter cuidado com a alimentação nesses momentos, pois é frequente recorrer à comida como uma espécie de compensação ou válvula de escape.

“É comum pensarmos que somos merecedores da comida após enfrentarmos algum problema. Estes alimentos funcionam como ‘comfort food’ (comida de conforto), trazendo um alívio imediato às sensações ruins”, comenta. Por isso, é importante buscar alimentos que ajudem no combate aos sentimentos de irritabilidade.

A nutricionista indica a jabuticaba e a uva, que são fontes de vitaminas do complexo B, necessárias para o funcionamento adequado do sistema nervoso e de carboidratos que fornecem energia.

Veja a seguir uma lista com outros alimentos que combatem a ansiedade:

Alimentos que combatem a ansiedade

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Pinterest

=Acelga e espinafre: são dois exemplos de alimentos ricos em magnésio, o que estimula no cérebro a sensação de tranquilidade.

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=Frutas vermelhas: amoras, framboesa, cerejas e outras frutas vermelhas, bem como algumas especiarias, como o gengibre, que são alimentos antioxidantes e, portanto, reduzem os níveis de cortisol combatendo a ansiedade.

aspargos
=Lentilha, feijões e aspargos: alimentos ricos em ácido fólico atuam no sistema nervoso e ajudam a evitar a depressão colaborando para a produção de serotonina no cérebro.

banana
=Banana: essa fruta tem alto teor de triptofano, que também ajuda na produção de serotonina e, portanto, contribui para reduzir sintomas de depressão e ansiedade.

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=Probióticos: alimentos como iogurtes e vegetais em conserva são ricos em probióticos, que melhoram a saúde do intestino e reduz a ansiedade.

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Foto: Wunee/Morguefile

=Alface: a folha possui uma substância chamada lactucina, com ação calmante, e ácido fólico, vitamina cuja deficiência se associa à depressão.

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Pixabay

=Fibras: para manter em ordem os níveis de serotonina, hormônio ligado ao prazer, é importante que o intestino funcione bem, em que grande parte da substância é produzida. Por isso, consuma alimentos ricos em fibras e água para auxiliar o funcionamento.

Cintya ressalta que o alimento sozinho age como parte do tratamento contra a ansiedade, mas traz resultados melhores quando combinado com exercício físico e um estilo de vida equilibrado.

E o chocolate, funciona?

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“Desde que seja o chocolate com teor de cacau acima de 70%”, frisa a nutricionista. Ela explica que o cacau possui substâncias muito semelhantes a anandamida, que é um neurotransmissor sintetizado pelo nosso organismo naturalmente e conhecido popularmente como “substância da felicidade” e que atuam em áreas que regulam o humor, as sensações de dor e a memória.

Alimentos que devem ser evitados

Cintya explica que, assim como alguns ajudam a acalmar e reduzir a ansiedade, outros têm o efeito contrário. Alimentos estimulantes do sistema nervoso, por exemplo, devem ser consumidos com moderação. “É o caso dos energéticos, refrigerantes à base de cola e cafeína, chocolate ao leite, álcool, excesso de açúcar e gorduras”, comenta.

Entram nesse grupo alimentos como:

Doces industrializados
Refrigerantes e energéticos
Bebidas alcoólicas
Chá preto e café
Salsichas e outros embutidos

Ela recomenda, também, reduzir o consumo de carne vermelha devido à presença da tirosina, substância responsável pela produção de adrenalina, que aumenta a agitação.

Como evitar o impulso de comer mais durante momentos de ansiedade?

A nutricionista fala que é importante diferenciar a fome da vontade de comer. A maneira mais fácil de fazer isso, segundo ela, é beber um copo d’água e aguardar alguns minutos. “Se ainda assim o estômago parecer vazio, busque algo saudável e dedique tempo para as refeições, preparando e mastigando bem os alimentos”, reforça.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

A importância de entender o sentir para a saúde

Nesse mundo corrido e cheio de afazeres e tecnologias, que nos levam sempre para fora de nós mesmos, esquecemos a importância de entender o que sentimos em cada situação. Segundo a fisioterapeuta com foco em Saúde Integrativa, Frésia Sa, o resultado disso é muito descontentamento e as chamadas doenças emocionais

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“Precisamos retomar a importância de entender o sentir para a saúde”. A frase é da fisioterapeuta Frésia Sa, que realiza um trabalho de Saúde Integrativa, reunindo técnicas que descobrem e tratam a causa real de dores e doenças crônicas. Segundo ela, a modernidade e as tecnologias nos deram o entendimento do corpo, de uma forma nunca imaginada – chegamos à era dos clones e dos órgãos substituídos por similares eletrônicos – mas nos afastou do entendimento dos nossos sentimentos: “passamos a buscar a resposta cada vez mais do lado de fora, na informação e nos medicamentos, e esquecemos que, muitas vezes, ela está do lado de dentro, na nossa forma de sentir o mundo”.

Conforme explica Frésia, negligenciar o sentir nos trouxe, nessas últimas décadas, alguns problemas novos para lidar: “o descontentamento com a própria vida, síndromes, como a do pânico, dificuldades de gerenciar os ciclos de vida, como o sono, o envelhecimento do corpo, a nossa alimentação”. E o consequente aumento das chamadas doenças emocionais, como a ansiedade, o estresse e a depressão.

“Nós trabalhamos com a Saúde Integrativa exatamente para tentar preencher essa lacuna. Com essa forma de olhar para o paciente, nós englobamos sintomas físicos e emocionais, estilo de vida, objetivos, traumas conscientes e inconscientes, crenças enraizadas que podem ter origem familiar, social ou mesmo de situações vividas. Sob a nossa ótica, tudo no indivíduo faz parte do quadro de dor ou doença. E tudo no social em que ele está inserido pode influenciar”, explica a fisioterapeuta.

Frésia lembra que vivemos muito em modo automático e acreditamos, sem pensar muito, que seguir o que todos dizem ser correto é a melhor saída, sempre: “Temos muitos pacientes que chegam aqui com quadros agudos, que são amenizados com os tratamentos, mas que só são realmente revertidos quando a pessoa se dá conta de que é possível, sim, andar na contramão das crenças e criar seu próprio futuro”, revela.

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Ter essa autonomia de decisão, segundo ela, é libertador: “É ela que nos leva exatamente onde nós desejamos chegar. E, geralmente, na grande maioria dos casos, ela tem um efeito incrível sobre a nossa saúde integral. Sentir que temos capacidade de fazer nossas próprias escolhas, de que podemos seguir aquilo que sentimos, é uma das formas de atingirmos nosso potencial total de Saúde Integrativa”, finaliza.

Fonte: Biointegral Saúde

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Cardiologista alerta sobre diferenças entre crise de ansiedade e problemas cardíacos

O pico de ansiedade aumenta a produção de hormônios como cortisol e adrenalina, diminuindo o calibre das artérias, o que pode levar ao infarto ou ao AVC (acidente vascular cerebral)

Um levantamento da OMS (Organização Mundial da Saúde) revela dados preocupantes sobre a saúde psíquica dos brasileiros. O país ocupa o 4º lugar no ranking dos países com mais pessoas ansiosas, ficando atrás apenas do Paquistão – que lidera a pesquisa com 28% da população com quadro de ansiedade -, dos Estados Unidos (25%) e da Colômbia (24%). Cerca de 23% dos brasileiros já tiveram algum transtorno de ansiedade ao longo da vida, e os cardiologistas recebem, com cada vez mais frequência, pacientes com transtornos de ansiedade manifestando algum problema cardiológico.

Segundo o cardiologista e clínico geral do HCor, Abrão Cury, a ansiedade é a antecipação de uma possível situação de ameaça. O medo é algo comum e protege as pessoas de diversos perigos. “No entanto, quando a sensação de angústia é permanente, gera reações físicas e atrapalha atividades cotidianas, e é preciso averiguar se a ansiedade ganhou um patamar patológico”, explica Cury.

A base bioquímica do ataque de pânico é a baixa de serotonina – neurotransmissor responsável pelas reações de prazer e bem-estar -, que ocasiona diversos sintomas como a aceleração dos batimentos cardíacos, em uma resposta corporal às emoções intensas durante a crise. “Por isso, é comum os pacientes ansiosos procurarem o cardiologista ‘achando’ que estão tendo um infarto agudo do miocárdio”, alerta o cardiologista.

Quando os especialistas recebem essas reclamações, são solicitados os exames de eletrocardiograma, teste ergométrico e holter para verificar se há algum problema cardiológico ou como o coração reagiu após a pressão da crise. Por vezes, por se tratar apenas de manifestações emocionais, não é constatada nenhuma desordem nos resultados.

Cury alerta, no entanto, que os sintomas nunca devem ser ignorados. “O pico de ansiedade aumenta a produção de hormônios como cortisol e adrenalina, diminuindo o calibre das artérias, o que pode levar ao infarto ou ao AVC (acidente vascular cerebral). Por isso, é importante deixar de lado a timidez e a falta de tempo, e sempre procurar a ajuda de especialistas que indicarão os tratamentos mais adequados”, sugere o cardiologista.

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Queixas mais comuns de ansiedade nos consultórios cardiológicos:

Falta de ar;
Palpitações;
Dores no peito;
Dormência;
Formigamento;
Tremores em alguma parte do corpo.

Em alguns casos, o tratamento com medicação, psicoterapia e terapia ocupacional são suficientes. O acompanhamento dura, no mínimo, seis meses, mas pode perdurar por mais tempo, variando para cada paciente. “O uso de antidepressivo, ansiolítico e psicoterapia, aliados a prática regular de atividades físicas, alimentação saudável, boas noites de sono e tempo para se dedicar ao lazer aumentam a qualidade de vida e são os métodos mais recomendados aos ansiosos”, finaliza.

Fonte: HCor

 

Controle sua ansiedade de forma natural por meio da alimentação

Em um mundo cada vez mais agitado, onde as pessoas se sentem sob pressão o tempo todo, motivos para o estresse não faltam, gerando cada vez mais ansiedade. Enquanto alguns encontram na compulsão alimentar um refúgio para sua ansiedade, saiba que através da alimentação adequada também é possível controlar a ansiedade e viver uma vida mais plena.

Leone Gonçalves, preparador físico e nutricionista com especialização em nutrição ortomolecular, esclarece sobre a reação fisiológica do corpo à ansiedade: “Algumas pessoas podem manifestar uma ansiedade além do normal, por se preocuparem demais com os mínimos detalhes de tudo ao seu redor, até esse excesso de zelo se tornar um hábito. Neste caso, o estresse associado a essa postura, em vez de prepará-lo em um estado de alerta, praticamente o paralisa, com manifestação de sintomas físicos e emocionais, como a compulsão alimentar. A ansiedade gera compulsão alimentar, dai as pessoas comem muitas besteiras e ganham peso”.

Felizmente, o especialista aponta que existem formas simples e totalmente naturais para aliviar a mente, usando a alimentação como aliada. Confira:

Reduza a ingestão de cafeína

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Não é algo raro se sentir ansioso ou mais agitado depois de consumir bebidas com cafeína. Inclusive, o quadro de “transtorno de ansiedade induzido pela cafeína” é um diagnóstico médico oficial. A cafeína é um psicoestimulante, que mesmo após estimular o sistema nervoso central fica na corrente sanguínea e nos tecidos por até seis horas. A maioria das pessoas pode consumir até 300 mg de cafeína (três xícaras de 240 ml de café ou cinco xícaras de chá) antes de começar a ter problemas. No entanto, se você estiver consumindo mais que isso, diminua a quantidade e veja se o quadro de ansiedade apresenta alguma melhora.

Substitua o café pelo chá de camomila

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Foto: chamomileteaonline

A erva contém as substâncias apigenina e luteolina, que promovem o relaxamento. Num estudo, pacientes prestes a se submeterem a um cateterismo cardíaco foram tratados com chá de camomila para se observar quais efeitos ela exercia sobre o sistema cardiovascular. Embora não tivesse efeito mensurável, 10 dos 12 pacientes adormeceram durante esse procedimento que gera tanta ansiedade. Para ação calmante máxima, use dois saquinhos de chá de camomila para uma xícara de água e deixe em infusão, coberto, por 10 minutos. Beba três xícaras por dia quando estiver passando por momentos de tensão.

Cereais

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Um estudo da Universidade de Tufts, com 3 mil homens e mulheres, detectou que até 39% das pessoas têm níveis baixos de B12, ao passo que cerca de 9% são deficientes. Os pesquisadores levantaram a hipótese de que o problema esteja na absorção do nutriente. A vitamina B12 no cereal é mais bem absorvida do que em outros alimentos porque a vitamina é borrifada, como um suplemento. (Tome o leite até o último gole, que é onde ficam as vitaminas do cereal matinal.)

Tome banhos de sol

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A luz do sol é um tremendo inibidor de ansiedade. Portanto, experimente ficar ao sol 15 minutos por dia. Isso vai aumentar os níveis de vitamina D de forma natural, o que pode diminuir a depressão e a ansiedade.

Atum

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O atum tem altos níveis do aminoácido essencial lisina, um dos componentes dos neurotransmissores. Em estudo de 2004, homens que tinham altos níveis de ansiedade iniciaram a se sentir melhores quando experimentaram a ter alimentação enriquecida com lisina. Além disso, as taxas do aminoácido são mais altas na carne, no peixe e nas leguminosas, entre outras fontes.

Prefira o mel ao açúcarmel

Um estudo neozelandês de 2009 apurou que ratos alimentados com mel, que tem efeito antioxidante alto, tiveram menos ansiedade num labirinto complexo que os que receberam uma quantidade equivalente de sacarose. Assim, os estudos apontam que esta substituição do açúcar pelo mel também pode funcionar no ‘labirinto estressante’ da vida.

Alimentos ricos em ômega-3 são grandes aliados contra a ansiedade

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Indícios mostram que os ácidos graxos ômega-3, abundantes em peixes gordurosos, frutos secos e linhaça, reduzem os sintomas de ansiedade. Além disso, limitam no organismo os níveis de estressores químicos como adrenalina (epinefrina) e cortisol. Uma pesquisa israelense mostrou que alunos que receberam suplementos de óleo de peixe tiveram menos ansiedade nas provas; segundo medidas de seus hábitos de alimentação e de sono, níveis de cortisol e estados mentais.

Como lidar com a compulsão alimentar se nada resolver?

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Se você identificou o ciclo da compulsão alimentar, e percebeu que consome mais comida do que deveria, e acredita que as causas estejam muito além do simples estresse e da ansiedade natural por algo que se está a realizar, talvez também seja válido recorrer a um especialista da área de saúde, como um terapeuta ou psicólogo, que poderá ajudar a entender este acontecimento pelo viés mental e emocional, identificar a sua origem e qual a melhor forma de resolver a questão.

Fonte: Leone Gonçalves é preparador físico e nutricionista com especialização em nutrição ortomolecular, especialista em fitoterápicos e graduando em Biomedicina

Adultos na rede: inabilidade prejudica pessoas mais impulsivas e ansiosas, diz terapeuta

Especialista recomenda que pessoas usem a tecnologia com cuidado, para não gerar ainda mais solidão e afastamentos

Fala-se muito da tecnologia e crianças, os cuidados, os estímulos e tudo que podemos e devemos fazer para proteger nossos pequenos. Mas e os adultos, como estão lidando com essa novidade tecnológica? Quais as regras de tudo isso e qual a melhor maneira de utilizar?

Segundo a terapeuta transpessoal Wanessa Moreira, que também é master mentoring em coaching corpo e mente, “a inabilidade em usar algo de alcance tão grande e tão rápido, tem prejudicado e muito as pessoas mais impulsivas e ansiosas”.

E nesse compasso, as relações entre as pessoas estão sendo prejudicadas. “Sabe aquela frase: pronto falei? Vai lá e faz o textão, ou crítica uma outra pessoa, e mesmo que se arrependa depois, já foi, centenas ou milhares de pessoas já tiveram acesso… e agora?”, indaga a profissional que trabalha como orientadora pessoal.

Para a especialista, as pessoas tristes e magoadas saem impondo suas regras umas sobre as outras no ambiente virtual. “E para onde vai toda essa energia e tempo gasto? Coloca as pessoas ainda mais no estresse de sobrevivência e em uma frequência, uma vibração que rouba a nossa bateria de amor com a vida”, afirma Wanessa.

O resultado de tudo isso, de acordo com a terapeuta, é o aumento da irritação, reclamação e uma procura intensa por verdades, que nunca irão chegar. “E sabe por quê? Não há um lado certo, há sim o lado de cada um, e quando se perde o respeito, só é possível ver os erros que sobraram. E as pessoas vão se perdendo ao invés de usarem a conexão da tecnologia para se encontrar”, diz.

Não é sobre tirar um do outro e, sim, sobre um somar ao outro, exemplifica Wanessa: “Não preciso me incomodar porque o outro é feliz nas fotos das redes sociais, sejam fotos reais ou não, é o que a pessoa posta. Posso me inspirar no que ela está mostrando e aplicar na minha vida aquilo que eu busco”,argumenta a terapeuta.

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Portanto, a terapeuta transpessoal recomenda que as pessoas usem cada vez mais a tecnologia com o significado de ‘conexão’: “União, uma relação de dependência; em que há lógica, nexo e coerência, como o próprio dicionário define. Um significado que é tão rico por si só, ao invés de gerarmos mais ainda solidão e afastamentos”, recomenda.

Fonte: Wanessa Moreira é terapeuta, orientadora pessoal e Master Mentoring em Coaching Corpo e Mente, com pós-graduação em psicologia transpessoal.

OMS define Síndrome de Burnout como ‘estresse crônico’ e a inclui na lista oficial de doenças*

O esgotamento profissional, conhecido como “Síndrome de Burnout”, foi incluído na Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde (OMS). A lista, elaborada pela OMS, é baseada nas conclusões de especialistas de todo o mundo e utilizada para estabelecer tendências e estatísticas de saúde. A nova versão da classificação entra em vigor em 2022.

E você? Já ouviu falar em Síndrome de Burnout? Apesar de cada vez mais frequente, ainda é um diagnóstico pouco divulgado e conhecido. Consiste em um conjunto de sintomas depressivos e ansiosos diretamente relacionados ao trabalho. O portador pode sofrer crises de pânico, desânimo, choro fácil, tontura, dor de cabeça e outros sintomas presentes nos quadros de depressão e transtorno de ansiedade generalizada, simplesmente ao lembrar que precisa ir ao trabalho no dia seguinte, ou naquela manhã. Em casos mais graves a simples visualização de um comercial da empresa na TV, ou passar em frente a uma filial da empresa em que trabalha na rua, já pode despertar uma crise.

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As pressões no trabalho como a cobrança aos funcionários de metas quase inatingíveis, principalmente quando associados ao assédio moral, ameaças de demissão ou punição, bullying e a um ambiente de trabalho com muitos agentes estressores (atendimento ao público e riscos de violência por exemplo) aumentam as chances do surgimento da Síndrome.

Empresas com baixo investimento na qualidade de vida dos funcionários, sem políticas de bem-estar, responsabilidade social e sustentabilidade estão mais sujeitas a registrarem um maior número de casos de afastamento por licença médica causados por sintomas psiquiátricos. A prevenção com campanhas internas de saúde, um setor de recursos humanos competente e responsável, além do respeito as leis trabalhistas essenciais, já são um grande passo para evitar um aumento do absenteísmo.

Portanto, é importante que o trabalhador conheça e exija seus direitos e que os empreendedores se conscientizem da importância de cuidar de seus funcionários, principalmente oferecendo assistência psicológica e psiquiátrica preventiva e de suporte permanente. O diagnóstico precoce facilita o tratamento, por isso é importante fazer uma avaliação com um profissional da saúde mental, o mais rápido possível, ao menor sinal e suspeita da presença destes sintomas.

Inimigo número um do trabalho e dos colaboradores de uma organização, o estresse tem causado cada vez mais danos à saúde mental e física dos profissionais de uma empresa. Isso porque tal doença costuma agir de forma discreta e silenciosa, atacando em áreas onde um trabalhador já apresenta alguma sensibilidade, o que dificulta seu diagnóstico de imediato.

Como nem todos os profissionais são iguais, o corpo pode ser o principal meio de identificar se os resultados exigidos pelas companhias, bem como as cobranças, metas e o corre-corre do dia a dia estão impactando negativamente a saúde de um indivíduo.

Estresse mental

O estresse mental é o conjunto de todas as influências externas exercidas sobre um indivíduo, ao ponto de condiciona-lo mentalmente de forma negativa; aquele estado te tensão que se estabelece no nosso organismo quando é submetido a estímulos emocionais e físicos negativos.

Todos nos, quando submetidos a tensões emocionais (doenças importantes, nossas ou de familiares), a experiências frustrantes (excesso de atividades, desemprego), ou doloridas (lutos, separações), adoecemos com maior frequência e demoramos mais para nos curar: isso se chama estresse e não é nenhuma coincidência.

Se livrar dos sintomas do estresse mental significa eliminar todas as possibilidades para que esse distúrbio comprometa o equilíbrio da vida, impedindo que a pessoa viva o dia a dia da forma mais serena e simples possível.

Os sintomas mais comuns do stress mental são situações ligadas diretamente ao estilo de vida que muitos de nos tem na sociedade na qual vive, especialmente os ritmos aos quais somos obrigados a seguir para manter o equilíbrio entre todos os compromissos e obrigações que precisamos atender durante o dia.

Uma das manifestações mais comuns do estresse mental é a pessoa começar a ter duvidas quanto a sua capacidade de ser útil a sociedade, a família, aos amigos, a capacidade de ser competente. A sensação de passividade, o pessimismo, a desestima, são alguns dos sintomas mais comuns nesses pacientes, fatores que entram na vida da pessoa, levando-a se esvaziar de todas as energias físicas e emocionais, vivendo a vida como algo negativo sem conseguir se reerguer dos abismos do medo e da ansiedade.

O estresse mental leva a desenvolver uma grande variedade de distúrbios psicológicos, entre os quais a confusão mental e a incapacidade do individuo em pensar com lucidez e clareza, prejudicando assim a capacidade de seu poder decisional, o equilíbrio dos seus sentimentos e a forma de como vai se relacionando com os outros.

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A pessoa vitima do estresse mental, geralmente não percebe o seu problema, até conseguir prejudicar um bom numero de relacionamentos com os outros. A partir daí, se não buscar ajuda., começa um processo de alienação de todos e de tudo, cuja consequência é o afastamento.

Outra situação bem comum às vitimas do estresse mental, são frequentes ataques de pânico, por entrar em contato com maior frequência com os medos, as angustias, as inseguranças que envolvem todos os aspectos emocionais. As crises são acompanhadas de vários sintomas, como vertigens, calores intensos, diminuída lucidez mental, terror, arrepios, taquicardia e outras manifestações difíceis de segurar.

A insônia também é muito presente, dificultando para a pessoa com estresse mental a possibilidade de descansar adequadamente, reintegrando todas as energias necessárias para enfrentar o dia a dia em geral. O estresse mental traz situações de mal-estar durante a noite, como câimbras musculares, hiper-sudorese, secura da boca, mais intensas ainda quando a pessoa tenta adormecer.

Não existe o momento certo para o estresse mental se manifestar, pode ser durante uma reunião em família, no trabalho, durante um ato sexual, com uma atitude de hiperirritabilidade, bem esquisita ao olhar dos outros. A consequência disso é uma crescente dificuldade em querer manter relacionamentos, por perceber a dificuldade em ser no mínimo gentil e cortês com os outros.

Fisicamente, o corpo fica menos protegido contra vírus e bactérias, desenvolvendo uma baixa imunidade e expondo o paciente a um cada vez maior numero de doenças, que, se não tratadas em tempo e adequadamente, podem se transformar em patologias crônicas e problemas orgânicos graves. Aparelho respiratório, com problemas de gripes; distúrbios digestivos, com uma maior dificuldade do organismo em absorver os alimentos após as refeições, comprometendo todo o processo digestivo, gerando queimação, diarreia, obstipação e podendo provocar dores até durante a micção. Câimbras musculares e dores articulares, são bem comuns.

Precisamos dividir o nosso tempo em quatro momentos fundamentais: um para o trabalho, um para a família, um para o lazer e um  para o EU. A maior parte das pessoas não consegue esse tempo para o EU e confunde, mistura o tempo da família com o lazer. Vivem somente para o trabalho e para a família. Assim o estresse mental entra de forma sutil e imperceptível: quando você percebe, já foi vitima.

Reduzir as fontes geradoras de estresse, aproveitar para dedicar um pouco mais de tempo para si mesmo, talvez desenvolvendo alguma atividade física, se interessar por alguma atividade que se torne um hobby, tentar ficar longe dos problemas, seja dos físicos ou psicológicos, para poder se restabelecer e recuperar o próprio equilíbrio, são dicas valiosas.

Porém o certo, é ter o acompanhamento e a orientação de um profissional competente que possa ajuda-lo a se reequilibrar e voltar a vida. Existem hoje em dia diversas abordagens terapêuticas para ajudar pacientes com estresse mental e, na maioria dos casos, os resultados são satisfatórios, considerando também que não existe o médico, nem o bom tratamento em absoluto, mas, sim, o tratamento bom e o profissional bom para aquele paciente naquele momento e com aquele problema.

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A nossa proposta é sobre o processo terapêutico que se utiliza da Hipnose Dinâmica como ferramenta para identificar, nas estruturas inconscientes da mente humana, as causas que levam o paciente a desenvolver esse quadro patológico, permitindo ao médico e ao paciente, juntos, localizar e resolver as problemáticas nelas contidas. A Hipnose Dinâmica não causa danos e não pode obrigar alguém a cometer atos contrários aos seus princípios. É aplicada em caso de tabagismo, alcoolismo, drogadição, obesidade, gagueira, depressão, ansiedade, fobia, problemas sexuais e todos os problemas de origem psicossomática.

*Leonard F. Verea é médico psiquiatra formado pela Faculdade de Medicina e Cirurgia de Milão, Itália. Especializado em Medicina Psicossomática e Hipnose Dinâmica. Especialista em Medicina do Trabalho e Medicina do Tráfego. É membro de entidades nacionais e internacionais. Atua como diretor do Instituto Verea e da Unicap. Trouxe a Hipnose Dinâmica para o Brasil em 1985. 

 

Luto mal vivido pode causar transtornos de ansiedade e depressão

Psicóloga do Hapvida Saúde explica a importância de passar por todas as fases para enfrentar a situação

O luto é um estado psíquico extremamente doloroso, associado a morte e perdas. No entanto, por mais difícil que possa ser, é necessário viver o luto para não viver de luto. A psicóloga do Hapvida Saúde, Danielle Azevedo, explica que é imprescindível passar por todas as fases para o seu enfrentamento. O contrário pode provocar o “luto patológico”, levando à doenças como depressão, transtornos de ansiedade e outras enfermidades.

Como o luto se manifesta?

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O luto se manifesta de formas diferentes dependendo do cenário em que as pessoas estão vivendo e do modo como enfrentam a situação. A vivência do luto ocorre em cinco fases. A primeira fase pode ser reconhecida com base em reações e frases como: “Eu estou bem”, “não preciso de ajuda”. Em um segundo momento da fase do luto aparece a negação e raiva como o “isso não é justo comigo”, “por que comigo?”.

A terceira fase é a da barganha, quando as pessoas querem fazer uma negociação do tipo: “Eu faria qualquer coisa para tê-lo (a) de volta”. Nesse caso, tem pessoas que recorrem a espiritualidade e religiões para tentar amenizar a saudade e também a dificuldade de lidar com a perda.

Mais à frente, aparece a fase depressiva em que a pessoa se nega a sair de casa e que acredita que a dor que está sentindo não vai passar. Essa é a fase em que a pessoa está se despedindo do luto, quando começa a entender que é um sofrimento, mas que precisa sair do fundo do poço e que para isso só depende dela.

A última é a mais importante e mais demorada. Essa é a fase da aceitação que pode ser bastante prolongada para algumas pessoas. Também conhecida como a fase da conformidade quando as pessoas começam a dizer que a morte trouxe paz para quem partiu e para quem ficou.

Qual a importância de uma pessoa viver o luto pela perda de alguém querido?

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Aceitar o luto sempre vai ser o melhor caminho, porque quando as pessoas negam, elas encapsulam o seu sofrimento, fazem com que aquilo fique muito mais aparente. É como se a dor fosse muito mais ampla, mais intensa. É importante que as pessoas vivam, aceitem, sofram, chorem e revivam essas experiências porque vai chegar um momento que a saudade não vai doer mais, vai ser leve. Nesse momento, é quando a pessoa elabora a perda, seja qual for.

Buscar apoio de outras pessoas ajuda a superar a dor?

Buscar ajuda também ajuda a enfrentar o processo do luto. O mais importante é que a iniciativa parta da pessoa que está vivenciando o luto. Dependendo da situação, a ajuda psicológica é fundamental. Muita gente deixa de se alimentar, de trabalhar e aí interfere na vida psíquica e nesse ponto, a ajuda é essencial.

Também existe o luto patológico, como ele se manifesta?

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O luto patológico é quando a pessoa se sente impedida de viver em paz, passando a viver em função da ausência de quem partiu. Muita gente guarda as roupas, fantasia que a pessoa ainda continua por perto. Outras chegam até a colocar o prato na mesa como forma de simbolizar que a pessoas ainda está ali. Então, é como se essa pessoa não tivesse um descanso emocional. Com isso, se gera outros tipos de reações como as psicossomáticas, de comportamento, de bloqueio de relacionamento, sociabilidade. Sem contar nos transtornos de ansiedade, depressão e algumas outras coisas que podem ser ocasionadas por esse luto patológico.

Fonte: Hapvida

 

Nutricionista ensina a fazer pãozinho que diminui a ansiedade

Pãozinho quentinho e crocante por fora, com aquela manteiguinha derretendo é pra fazer o coração de qualquer pessoa feliz. E se além disso ele diminuísse a ansiedade? A receita desenvolvida pela nutricionista e pesquisadora, Aline Quissak, tem esse poder.

O segredo? Queijo curado.São aqueles com alto teor de proteína, cromo e vitamina do complexo B. Como são zero em carboidrato, podemos adicionar na receita o fubá e a aveia, dois outros ingredientes funcionais para melhorar o humor e o estresse. Por terem triptofano, ácido fólico e carboidrato especial dão calma aos nossos neurônios agitados. Se você preferia, pode até usar farinha de arroz ou polvilho, a receita da certo, mas não tem a propriedade medicinal que controla a ansiedade. Confira o passo a passo.

Pãozinho que diminui a ansiedade

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Ingredientes:
5 colheres de sopa de fubá (orgânico)
3 colheres de sopa de farinha de aveia
1 ovo
1/4 de xícara de azeite de oliva extravirgem
1 xícara de queijo curado ralado (meia cura, canastra, parmesão)
1 colher de sobremesa de fermento (pode usar o natural: bicarbonato + vinagre de maçã)

Modo de preparo:
Amasse bem até modelar a massa em mini pãezinhos. Asse em forno baixo 150 graus por 15 min ou até estarem dourados. A consistência fica de uma broa. Pode adicionar o gergelim na hora de ir pro forno, ele melhora o valor nutricional e funcional. Esse pãozinho tem o perfeito equilíbrio entre carboidrato, proteína e gorduras do bem que as pessoas com ansiedade precisam.

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Informações: Aline Quissak