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App Calm dá cinco dicas para começar a meditar em 2020

Você se sente ansioso? Se a sua resposta foi “sim”, não é à toa. Dados da ANS — Agência Nacional de Saúde — confirmam que o Brasil é o país mais ansioso do mundo, e que os brasileiros são os maiores consumidores de antidepressivos e ansiolíticos. Em resposta a esta realidade, as pessoas têm adotado cada vez mais a meditação e, com o avanço da tecnologia, esse hábito ganhou acessibilidade e chegou na palma da mão.

O aplicativo Calm, lançado em português em novembro de 2019, é o #1 para dormir, meditar e relaxar, e dá dicas de como ser mais feliz e saudável com ideias que se encaixam no seu dia a dia.

Comece apenas com 10 minutos de meditação

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Mais importante do que meditar várias horas seguidas — o que é considerado difícil por muitos, é meditar todos os dias um pouquinho. O recurso mais popular do Calm é uma meditação de exatos 10 minutos chamada Daily Calm, que já é o suficiente para aqueles que desejam iniciar a prática de meditação e perceber os resultados de aquietamento da mente e melhor raciocínio no dia a dia.

Experimente uma meditação de sete dias

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Foto: SelfSetFreeLiving

Da mesma maneira que praticar um pouquinho por dia é mais eficiente do que praticar muitas horas em dias espaçados; também é importante começar com objetivos curtos e que possam ser cumpridos. O programa de sete dias de meditação traz uma prática de curta duração (10 minutos), diferente para cada dia da semana, que possibilita no final do período perceber os resultados da constância da prática.

Medite com diferentes temas

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Para aprender algo novo diariamente, é possível explorar cada tema e conceito inspirador com conteúdo de áudio exclusivo que fortalece a aptidão mental e combate alguns dos maiores desafios de saúde mental da atualidade: estresse, ansiedade, insônia e depressão.

Explore horários diferentes e defina o que for melhor para você

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Não importa se é logo após acordar, naquele intervalo do trabalho — que te oferece a chance de respirar melhor e oxigenar melhor o cérebro para continuar produzindo — ou antes de dormir. Todo momento é potencial para a meditação. Por isso, experimente em diversas situações e horas do dia e mantenha a prática naquele momento que melhor se encaixa no seu cotidiano.

Sobre Calm

Calm é uma marca líder global em saúde e bem-estar com o aplicativo #1 para dormir, meditar e relaxar. A empresa tem como missão tornar o mundo mais feliz e mais saudável. Com centenas de horas de conteúdo original de áudio, o aplicativo Calm ajuda seus usuários a lidarem com alguns dos mais importantes problemas de saúde mental da era moderna, incluindo ansiedade, estresse e insônia. Eleito o app do ano para iPhone pela Apple em 2017 e a 19ª empresa de crescimento mais rápido pela revista Inc., conta com mais de 60 milhões de downloads até hoje e uma média de 75 mil novos usuários diariamente.

 

Quer parar de roer as unhas? Conheça produtos que irão ajudar

Se parar de roer as unhas faz parte da sua lista de metas para 2020, continue lendo. Não é um hábito bonito, muito menos higiênico ou saudável, mas você não está sozinho. Estudos apontam que aproximadamente 30% da população mundial têm este hábito, totalizando uma média de 2,2 bilhões de pessoas.

Em 2015, a revista científica Journal of Behaviour Therapy and Experimental Psychiatry publicou uma pesquisa com a seguinte explicação: a onicofagia, ato de roer as unhas, não é motivada pela ansiedade, como muitos pensam, e sim perfeccionismo. Os pesquisadores concluíram que esse costume pode ajudar a diminuir a irritação, o tédio ou a insatisfação. Verdade ou não, esse hábito prejudica a saúde das mãos de adultos e crianças.

Como recuperar os centímetros roídos?

A empresa suíça Mavala, expert em cuidados com unhas, mãos, pés e olhos há 60 anos, traz três itens que irão devolver a força das unhas, hidratar as cutículas e auxiliar na desistência deste mau hábito.

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Ao roer a unha, ela se torna frágil e descama, para fortalecê-la o sérum endurecedor Mavala Scientifique K+ traz em sua formulação um ingrediente ativo que melhora a junção das fibras de queratina, componente principal das unhas, permitindo selar as três principais camadas. Esta solução líquida penetra e endurece, evitando que elas se quebrem ou descamem. Preço sugerido: R$ 125,00.

Principais ingredientes:
– Dimetil ureia: endurecedor de unha com queratina.
– Lágrimas de cristal de resina: proveniente da árvore de Pistácia, nativa da ilha de Chios, na Grécia. Esse extrato promove o processo natural de queratinização das unhas. A placa é fortalecida de queratina, portanto se torna resistente.
– Complexo exclusivo de Mavala: regeneração, antirressecamento e fortificante.
– Sem formaldeído.

Modo de aplicar:
– Aplique com as unhas totalmente limpas e somente na borda livre (apenas na ponta da unha), evite que o produto encoste na cutícula ou na pele ao redor. Aguarde um minuto ou até a completa absorção do produto. Usar de duas a três vezes por semana.

Para nem sequer colocar o dedo na boca

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O Mavala Stop tem um sabor amargo e a aparência de um esmalte transparente, o que permite ser usado por homens. Ele também auxilia crianças a parar de chupar o dedo, mas, neste caso, o uso recomendado é acima de 3 anos de idade. O gosto permanecerá mesmo após lavar as mãos ou tomar banho por, em média, 48 horas. Preço sugerido: R$ 87,00.

Principais ingredientes:
– Ingrediente amargo, com sabor desagradável, que é liberado quando em contato com saliva.
Obs* dermatologicamente testado.

Modo de aplicar:
– Passe uma camada sobre toda a superfície da unha, ou sobre o esmalte, e deixe secar. Evite lavar as mãos diretamente após a aplicação. Reaplique a cada dois dias, até que o hábito tenha parado.

Nada de mordiscar as cutículas e peles

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O Cuticle Cream da Mavala irá hidratar de forma profunda as cutículas danificadas, além de reduzir a produção de pele, permitindo que seja removida da placa da unha e empurrada cuidadosamente para trás, sem usar alicates ou os dentes, neste caso. Preço sugerido: R$ 82,00.

Principais ingredientes
– Lanolina e Vaselina

Modo de aplicar
– Aplique o Cuticle Cream ao redor das unhas, especialmente na base, e nas pontas dos dedos. Massageie com em movimentos circulares e deixe absorver o produto. O ideal é aplicar diariamente antes de dormir, para que o produto possa agir ao longo da noite. Antes de esmaltar a unha, lembre-se de removê-lo, pois o Cuticle Cream forma uma camada oleosa e impede que a base ou o esmalte se fixem.

Informações: Mavala Brasil

Livro dá dicas para o caminho do autoconhecimento e combate à ansiedade

Criador do método “O código da realização” lança livro homônimo para ajudar as pessoas a enfrentarem desafios, atingirem seus objetivos com equilíbrio, produtividade e menos ansiedade

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil é o país com o maior número de pessoas que sofrem de ansiedade. Nas capitais, principalmente, temos a sensação que nossa vida está passando de forma incrivelmente rápida. Essa rotina de alta intensidade e velocidade se torna, por vezes, muito cansativa, com pouco tempo para pensar, organizar as ideias e objetivos maiores, que de fato impactariam nossa realidade positivamente.

Em decorrência disso, muitas pessoas abrem mão dos seus sonhos para focar apenas em uma rotina automatizada e em algumas vezes, em atividades que não fazem sentido para elas mesmas.

Uma proposta para solucionar essa fluidez desesperada vem do autor Wagner Mota, que, em seu novo livro, O código da realização, publicado pela Literare Books International, auxilia o leitor, propondo um método, em cinco passos para buscar e concretizar seus sonhos de forma equilibrada e aderente ao seu real propósito.

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O autor, que também é advogado, palestrante e coach, traz a relação entre vários âmbitos da vida, tais como: social, afetivo, profissional e explica como eles estão interligados, trazendo exemplos de como trabalharmos àquele aspecto mais negligenciado; o que acaba alavancando os demais. A palavra chave é o equilíbrio.

Para ser capaz de conciliar esses aspectos, o leitor aprenderá conceitos de grande relevância para a vida, como, por exemplo, aspectos da psicologia positiva, identificação de tipos de perfis, caminhos para o autoconhecimento, realização mais ágil dos objetivos e como aplicar este aprendizado em seu dia a dia. Cada técnica apresentada contém grande riqueza científica e social, e são evidenciadas algumas ferramentas, para englobar os diversos perfis que estejam dispostos às mudanças necessárias.

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Sobre o autor

Wagner Mota é autor, palestrante, advogado, estudioso de neurociência, mentor de carreira. Criador do método O código da realização com alunos em cinco países. Instrutor de Coaching; credenciado ao International Coaching Council – ICC. Master Business Administration pela Escola de Negócios da PUC/RS. Trabalhou durante 12 anos na área de RH da 4ª maior empresa do mundo em seu segmento – Sabesp e, desde 2011, atua como gestor jurídico na mesma Cia.; é consultor formado pela Adigo Desenvolvimento, com fundamentos na Antroposofia e especializado em análise de perfil. Estudioso da cultura e filosofia chinesa com formações como instrutor com mestres brasileiros e chineses. Ministra treinamentos, seminários e palestras. É cofundador da I9BR, também realiza trabalhos voluntários como mentor de carreira para jovens que desejam ingressar no mercado de trabalho.

Brasil é o país mais ansioso do mundo, segundo OMS

Janeiro Branco chama atenção para saúde mental

Em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou que o Brasil é o país mais ansioso do mundo, com 18,6 milhões de brasileiros sofrendo com sintomas do transtorno.

Já este ano, uma pesquisa da Funcional Health Tech — empresa especializada em inteligência de dados e serviços de gestão no setor de saúde — demonstrou que, de 2014 a 2018, o consumo de antidepressivos cresceu 23% no país. Todos esses dados só reforçam ainda mais a importância da campanha Janeiro Branco, uma ação que visa evidenciar temas ligados à saúde mental.

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“O Brasil acompanhou um movimento mundial, na década de 70, ao instituir a Reforma Psiquiátrica, que tirou a Saúde Mental da margem social e a colocou como sendo estrutura primordial dos Direitos Humanos no país. Expandimos a nossa compreensão a respeito da vida e do bem-estar emocional, estruturas fundamentais para lidar com nossa correria e turbulência do cotidiano. Com isso, direcionar um mês do calendário anual para discutir sobre a saúde emocional é um grande presente e precisamos aproveitá-lo com afinco”, destaca o psiquiatra da Clínica Maia, Ygor Czovny.

De acordo com a OMS, saúde mental não é apenas ausência de doença ou sintomas, mas um estado completo de bem-estar físico, emocional e social. “Se o indivíduo percebe que algum setor de sua vida está apresentando dificuldades, este é o momento de buscar ajuda e garantir um tratamento rápido e eficaz. É importante não esperar o total comprometimento emocional ou profissional, por exemplo, para ir atrás de suporte”, alerta o especialista.

Segundo o médico, alguns sinais podem indicar que a saúde emocional não vai bem e é preciso estar atento, são eles o excesso de pensamentos negativos, medos constantes, preocupações excessivas, que podem levar a quadros de insônia, compulsão alimentar, tristeza intensa e sintomas físicos de ansiedade como taquicardia, sudorese, frio na barriga.

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Foto: Shutterstock

“Vale ressaltar que a pessoa não deve hesitar ao procurar auxílio profissional para tratar uma saúde mental possivelmente debilitada. Quando temos, por exemplo, sinais de uma pneumonia, procuramos um médico clínico ou pneumologista, certo? Assim também é na saúde emocional: psiquiatra, psicólogo e terapeuta são os profissionais responsáveis pelo tratamento desses e outros sintomas de alerta que, em alguns casos, podem indicar um quadro psiquiátrico sério, mas perfeitamente tratável”, finaliza.

Fonte: Clínica Maia

Janeiro Branco: entenda a importância da campanha sobre saúde mental

Criado em 2014 por um grupo de psicólogos que, a partir de estudos, perceberam a necessidade de uma campanha de conscientização do cuidado com a saúde mental, o Janeiro Branco marca o primeiro mês do ano.

A psicóloga e psicanalista Andrea Ladislau explica, no entanto, que a saúde mental não merece atenção apenas no mês de Janeiro. É necessário cuidado durante todo o ano. “Se você possui equilíbrio e harmonia emocional, certamente você consegue resolver suas questões com muito menos sofrimento. O sofrimento e a angústia são gatilhos importantes para sinalizar que algo está errado. E é uma boa saúde mental que trará o sentido para sua vida”, afirma.

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Para Andrea, a terapia é uma excelente ferramenta na construção da plena saúde mental do ser humano. Através da terapia o indivíduo poderá ter contato com seu eu interior e administrar de forma leve os desafios que o mundo impõe a cada segundo.

Ainda segundo a psicanalista, o ser humano, de forma natural, possui uma preocupação exagerada com a estética, em função das cobranças do mundo moderno. Desta maneira acaba deixando de lado o cuidado e a atenção com a saúde mental.

“Uma mente doente pode estar acometida por diversos problemas e transtornos variados, como angústias, depressão, fobias exageradas, pânico, traumas e síndromes entre outros. A questão é que só vamos nos atentar para isso quando já estamos doentes mentalmente”, diz.

Cuidar da saúde mental requer buscar equilíbrio e leveza de forma a não se entregar a questões que possam atrapalhar a paz interior, de acordo com a psicanalista. Para isso, segundo Andrea, o autoconhecimento é um grande aliado neste processo.

“Devemos buscar conhecer nosso interior, nossas questões, nossos sentimentos, nossas reações e respeitar nossos limites. Ao fazer isso não estaremos negligenciando nosso eu. Assim, fica mais fácil lidar com o mundo a nossa volta e nos relacionarmos melhor com os outros. Se eu não me entendo e não me conheço, será muito mais difícil ter uma relação saudável com as pessoas a minha volta”, explica.

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Andrea enfatiza que, assim como o corpo possui limites, a mente também tem seus aspectos limitadores, o que pode ajudar muito ou também causar danos. “Preste atenção nas suas emoções e como lidar com elas. Um de nossos maiores tesouros e o que devemos almejar é a nossa qualidade de vida. Que passa tanto pelo aspecto da vivência em si, quanto da harmonia mental propriamente dita”, afirma. E complementa:

“Enfim, não seja negligente consigo mesmo. Respeite sua mente e seu corpo. Infelizmente, a urgência do mundo hoje, nos faz ver que todos os caminhos levam para a construção de indivíduos doentes mentalmente. Não seja um deles, busque seu equilíbrio, sua força motora e faça com que corpo e mente andem lado a lado para a conquista de uma vida feliz e consciente.”

Cuidados com a saúde mental

A OMS afirma que a saúde mental depende do bem-estar físico e social, lembrando que o conceito de saúde vai além da ausência de doenças. Esse conjunto é fundamental para que, como seres humanos, tenhamos plenas capacidades individuais e coletivas para pensar, nos emocionar, interagir uns com os outros e aproveitar a vida.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 300 milhões de pessoas sofrem por depressão em todo o mundo, um transtorno mental frequente que afeta todas as faixas etárias, de qualquer raça, etnia ou classe social. A doença é a principal causa de incapacidade e é pauta de destaque quando se fala em saúde da mente.

 

 “Cuidar da saúde mental não é frescura”

Em apoio ao movimento, o Instituto do Cérebro promoverá plantão psicológico gratuito neste primeiro mês de 2020

Ainda há muita discriminação e falta de informação em relação aos transtornos mentais, principalmente a depressão. A neuropsicóloga Marcella Bianca Neves, fundadora do Instituto do Cérebro e membro da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia – SBNP, reforça que apenas através de debates e conscientizações será possível quebrar esse tabu e alerta que a psicoterapia é fundamental para todas as pessoas.

“Atualmente, o preconceito é mascarado pela ignorância e pelos estereótipos que vitimizam os portadores de transtornos mentais – o que, além de dificultar a aceitação do distúrbio pelos próprios indivíduos, serve de empecilho para que se recuperem de uma doença tão perigosa quanto subestimada. O acompanhamento psicológico frequente é primordial para uma vida mais saudável e produtiva. Temos que mudar o paradigma de que a psicoterapia auxilia apenas indivíduos com graves problemas psicológicos. Cuidar da saúde mental não é frescura”, destaca Marcella.

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Foto: Shutterstock

De acordo com a especialista, qualquer comportamento que prejudique a autonomia na vida diária de uma pessoa merece atenção e os sintomas variam conforme o transtorno. “Em casos depressivos, por exemplo, sinais de isolamento social; tristeza; desânimo persistente; baixa autoestima; sentimentos de inutilidade; mudança de apetite; entre outros. Mas de modo geral, alterações no sono, confusão mental (temporal e espacial) e comportamentos disfuncionais tendem a ser sinais importantes para buscar ajuda profissional e iniciar uma investigação clínica”, pontua.

O Instituto do Cérebro Marcella Bianca incentiva as reflexões sobre as questões emocionais e afetivas e o cuidado com o bem-estar psíquico. Para contribuir com as ações da campanha Janeiro Branco, durante todo o mês de janeiro haverá plantão psicológico um dia por semana com atendimento gratuito à comunidade.

Consumo de antidepressivos no Brasil aumentou

Dados da Funcional Health Tech apontam que nos últimos quatro anos o consumo desses medicamentos aumentou 23%

Um estudo da Funcional Health Tech – empresa líder em inteligência de dados e serviços de gestão no setor de saúde – feito com base em 327 mil clientes da companhia, localizados em todo o país, demonstra que de 2014 a 2018 o consumo de antidepressivos cresceu 23%. Esse aumento contraria a tendência de consumo geral de medicamentos, que apresentou queda de 5% nesse período.

De acordo com o estudo, mulheres na faixa de 40 anos são as que mais utilizam antidepressivos. Ainda com base nos dados da Funcional Health Tech, foi criado um ranking de vendas de medicamentos, dividido por classes terapêuticas, que demonstra que a psiquiatria é a 10ª classe mais consumida no país. Dentro dessa classe, os medicamentos mais vendidos são antidepressivos e analépticos (drogas estimulantes do sistema nervoso central), depois sedativos e ansiolíticos (medicamentos usados no controle da ansiedade).

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“A saúde mental e a saúde física são duas vertentes fundamentais para o bom funcionamento do corpo humano”, diz Ricardo Ramos, médico e vice-presidente da Funcional Health Tech. “Ansiedade e depressão têm afetado a população do mundo todo e o cuidado especial com a ajuda de um médico especialista em saúde mental é muito importante”, ressalta.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em escala global, o número de pessoas com depressão aumentou 18,4% nos últimos dez anos. São 322 milhões de indivíduos, ou 4,4% da população da Terra. Na América Latina, o Brasil é o país mais ansioso e estressado. Cerca de 5,8% dos brasileiros sofrem de depressão e 9,3% de ansiedade.

 

Como lidar com a avalanche de estímulos ao consumo desta época do ano?*

O consumo paira sobre o imaginário neste período do ano. Mais recentemente, se inicia com a adoção massiva do comércio brasileiro à campanha Black Friday, em novembro, seguindo os estímulos dos tradicionais presentes de Natal e, depois, as promoções e queimas de estoque em janeiro. São inúmeros eventos que conduzem às compras de itens, muitas vezes, não essenciais.

Nesse sentido, o consumo pode ocorrer como resposta a uma emoção negativa (tristeza, baixa estima, tédio) ou mesmo pela necessidade de mostrar status social por meio do poder de compra. Além do quesito emocional, é inegável o impacto das campanhas publicitárias, a ponto de transformar alguns produtos e serviços em necessidades imediatas. São as ideias por detrás do “valer a pena” ao mostrar o “preço reduzido” ou a sensação de “poucas unidades” disponíveis daquele produto/serviço.

Diferentes teorias tentam explicar o comportamento de consumo. Alguns economistas destacam o aumento dos gastos diante da percepção de redução do preço. Sem contar aquelas pessoas que tendem a valorizar mais as possíveis perdas (ou faltas) do que os ganhos que virão do produto ou serviço que estão prestes a adquirir.

Mas o que desencadeia a decisão de comprar?

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Pode ser qualquer estímulo (ambiente, mídia, fala de alguém) que nos faça pensar sobre alguma ideia, conceito, produto ou necessidade. Ou seja, os gatilhos despertam interesse em coisas que não estávamos necessitando ou pensando até o momento que fomos estimulados por eles.

Como lidar com esses gatilhos e evitar armadilhas?

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• Identificar o que te faz querer consumir é o primeiro passo. Pergunte-se sobre o que te levou a querer o produto/serviço naquele momento? Estava triste? O desconto pareceu atraente? O atendimento na loja foi cordial e te fez sentir-se à vontade?
• Seja consciente de sua real necessidade e do motivo que te faz pensar que o produto/serviço é importante naquele momento.
• Questione-se sobre a disponibilidade do produto ou serviço no futuro: ele poderá acabar ou parar de ser oferecido? Você deve comprar naquela hora?

Em síntese, tenha clareza dos objetos ao seu redor, de como eles te afetam, e das estratégias de venda no comércio físico e virtual. A consciência é uma das principais formas de garantir que as decisões de consumo sejam realizadas adequadamente e que efetivamente trarão benefícios.

Por outro lado, deixar-se levar pela sedução barata de algum momento ocasionará a aquisição de bens e serviços desnecessários, decorrentes de pura falta de consciência. É preciso estar atento a si mesmo e ao seu ambiente até mesmo no momento das compras.

*Por Jeferson G. Pires, professor mestre do curso de Psicologia da Anhanguera São José (SC), Psicólogo e Doutorando em Psicologia- UFSC.

Estresse aumenta até 68% em dezembro, afirma pesquisa

Os dados são de uma pesquisa americana recentemente realizada pela Slumber Cloud que mostrou que 68% dos americanos acham esta época a mais estressante do ano. A médica especialista em psicossomática e cirurgiã do aparelho digestivo,  Maria José Femenias Vieira, de São Paulo, explica porque isso acontece.

Portrait of frustrated young woman near christmas tree

Quando começa dezembro inicia-se também uma alta carga de ansiedade e preocupação bem maior do que em qualquer outro período do ano. Os motivos variam entre a rotina intensa de preparativos para as férias de final de ano, a obrigação de comparecer às reuniões de amigos e familiares, os gastos excessivos que a época exige e os esforços aumentados para fechar as metas sob pressão antes que o ano termine. No mais, justamente nesta época do ano ainda é comum que todo mundo faça um ‘balanço’ do que foi conquistado, e pior, do que não foi alcançado – e aí que se abre ainda mais espaço para as frustrações.

“A sensação de ansiedade aumenta conforme o estresse gerado por cobranças externas e internas aumentam. Isso é uma resposta ao encerramento de um ciclo, o que é muito angustiante. Os sintomas mais comuns que aparecem associados a tudo isso é a irritabilidade, ansiedade e taquicardia”, revela a especialista.

Maria José comenta que identificar as doenças causadas pelo estresse é fundamental para conter os sintomas desse problema cada vez mais presente na sociedade moderna. “Por questões hormonais, o estresse afeta diretamente o funcionamento de diversos órgãos do corpo e pode causar insônia, distúrbios alimentares, prisão de ventre, depressão e até problemas no coração”, alerta a médica.

Durante períodos curtos, as alterações provocadas pelo estresse são até benéficas ao organismo, já que nos níveis normais, a liberação de hormônios que ocorre durante esses momentos tensos é até necessária para o equilíbrio das funções orgânicas. Mas a especialista em psicossomática alerta: “Quando passa uma determinada fase da vida e esses sintomas ainda são constantes, há o risco de evoluir para o estresse crônico e causar graves danos à saúde”, diz.

Maria José revela ainda que o estresse crônico diminui a defesa imunológica e deixa o indivíduo mais vulnerável a alguns sinais característicos desse problema. Os mais evidentes são: consumo descontrolado de álcool e de cigarros, cansaço e indisposição mental, tensão e dores musculares, desinteresse pelas coisas, preocupações excessivas, dificuldade de memória, aumento da ansiedade, falta de concentração, alterações no apetite, irritação constante, alteração de sono e de humor.

Aos primeiros sinais de qualquer um desses sintomas é essencial buscar o controle com a ajuda médica especializada. “Além de evitar o desenvolvimento de outros problemas de saúde, conhecer as doenças causadas pelo estresse – e adotar alternativas para vencê-las – pode sinalizar o caminho para uma vida plena, saudável e mais tranquila”, finaliza a médica.

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Fonte: Maria José Femenias Vieira é cirurgiã do aparelho digestivo, formada pela Faculdade de Medicina de Jundiaí e doutora em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo com Pós-Graduação em Cirurgia do Aparelho Digestório.
Médica do Serviço de Check-up do Hospital Alemão Oswaldo Cruz – São Paulo. Especialista em Cirurgia Geral pelo Colégio Brasileiro de Cirurgiões. Especialista em Psicossomática pelo Instituto Sedes Sapientiae – São Paulo. Autora do livro “Estresse” e coautora do livro “Psicossoma III – Interfaces da Psicossomática”, ambos da Editora – Casa do Psicólogo – São Paulo e Psicossoma IV.

Por que os casos de ansiedade e depressão aumentam no fim do ano?

Frustrações por metas não alcançadas, sentimentos de perdas e principalmente o luto, são alguns dos motivos para entristecer as pessoas neste período

A proximidade com as festas de fim de ano, para a maioria das pessoas é sinônimo de alegria e de diversão, para outros, de tristeza e frustração. Mas por que as sensações costumam variar tanto de pessoa para a pessoa? Por que uma época do ano, em específico, costuma mexer tanto com os sentimentos?

Segundo o psicólogo cognitivo comportamental Emerson Viana, existem inúmeros fatores para isso e o principal é que costumam ficar mais sensíveis e pensativos nesta época, principalmente porque tudo o que estiver relacionado a situações vividas em anos anteriores, costumam voltar com força neste momento e nem sempre essas lembranças são positivas. Muitas vezes essas lembranças são acompanhadas de frustrações pela perda de um amor, ou pela sensação que mais um ano está se acabando e não foi possível reatar laços perdidos no passado.

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O psicólogo explica ainda que isso é normal, pois tendemos a fazer uma retrospectiva sobre os meses que passaram, o que inclui tanto as conquistas, quanto as frustrações. Além disso, as famílias costumam se reunir mais neste período e isso pode ser bastante doloroso para aqueles que perderam entes queridos ou que possuem problemas familiares. “E esse misto de sentimento pode desencadear reações adversas em cada pessoa. Alguns lidarão com isso de maneira mais leve, enquanto outros sofrerão antes mesmo que essa época chegue” – garante.

Para lidar com todos esses sentimentos que circundam o fim de ano é necessário tomar algumas atitudes que incluem a presença de um profissional especializado. O indivíduo precisa, avaliar o que deu certo e o que não deu de maneira imparcial, buscando entender o porquê de cada uma destas resoluções e pontuar o que ele pode fazer para ajustar a rota para o ano seguinte. “Mas este exercício é importante para o autoconhecimento e não para que a pessoa se frustre ainda mais, por isso é importante ser realizada com ajuda de um profissional” – reforça.

Além disso, outra dica importante para evitar a frustração é estipular metas que são possíveis de serem realizadas. Se junto com a meta, não for criado um plano para conquistá-la, é quase impossível dela se realizar.

“Muitas pessoas chegam ao meu consultório frustradas com elas mesmas, por não terem alcançado os planos que traçaram no último dia do ano, mas quando começamos a terapia, fica evidente que isso não seria possível. Uma pessoa extremamente sedentária, jamais conseguirá se tornar uma atleta se não houver preparo e acompanhamento médico, por exemplo. Assim como realizar aquela tão sonhada viagem; se a pessoa não estiver disposta a economizar e abrir mão de algumas coisas. Assim, é importante buscar ajuda para alcançar suas metas.” – evidencia Viana.

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O psicólogo finaliza dizendo que muitos destes objetivos só são possíveis com dedicação e cuidado emocional. É importante conhecer a motivação para cada um destes sonhos; buscar entender o que eles significam e para isso a terapia é uma grande aliada na hora de lidar com emoções que são difíceis de serem compreendidas. O autoconhecimento ainda é o principal fator para um ano leve e feliz.

Fonte: Emerson Viana é psicólogo cognitivo comportamental formado pela Universidade Metodista de São Paulo. Neste período, estagiou em importantes centros de atendimento psíquico ampliando o seu conhecimento e adquirindo experiência no desenvolvimento pessoal de adolescentes e terceira idade. Fundador e diretor clínico da Clínica Viva Psicologia

Black Friday: dicas para controlar as compras impulsivas

Em época de Black Friday o espírito do poder de compra domina as propagandas e os desejos das pessoas. É fato que uma boa promoção pode trazer aquele bem tão desejado ainda mais rápido, porém é preciso ter cuidado para não cair na cilada de comprar apenas por impulso.

Segundo pesquisa recente realizada pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), cerca de 85% dos consumidores admitem fazer compras sem qualquer planejamento. No estudo, 47% dos entrevistados revelaram que o maior motivo para a gastança desenfreada é a ansiedade, seguida de perto pela a insatisfação com a própria aparência, que atinge 44% do público da pesquisa.

Lia Clerot_Psicóloga
Lia Clerot

Para a psicóloga Lia Clerot, o impulso é uma forma de compensação para suprir problemas de autoestima e inseguranças. “Acredito que a falta de visão de si mesmo e de amor próprio faz com que a pessoa desconte todas as suas frustrações e problemas em coisas externas, uns descontam na comida, outros na bebida e muitos nas compras”, ressalta a especialista.

Segundo ela é preciso estar atento aos sinais, pois a pessoa que sofre desse mal vive num vazio constante, já que o prazer da compra é muito efêmero e se vai muito rápido, às vezes horas depois do bem adquirido.

Um alvo fácil para as campanhas e promoções de fim se ano são os mais jovens, como crianças e adolescentes. Conectados a todo tempo na web, onde tudo acontece com certo imediatismo, eles convivem a todo tempo com essa urgência de conseguir o querem o mais rápido possível e transmitem essa sensação aos pais na hora de comprar.

“Nessa situação cabe aos pais avaliarem a necessidade de compra e não apenas satisfazer a vontade do filho. É válido ponderar quantos presentes a criança já ganhou, o real uso que ela fará dele e se precisa daquilo que está pedindo”, explica Lia.

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Uma dica da psicóloga é evitar o cartão de crédito e o motivo está estritamente ligado a ínsula cerebral (responsável por, entre outras funções, coordenar as emoções). “Quando saímos só com dinheiro na carteira e gastamos um grande volume, visualmente aquela movimentação nos impacta, já com o cartão cria-se a ilusão de que não houve um gasto já que não se viu quantitativamente o quanto se gastou, ali no ato de pagar o caixa”, finaliza.

Outra dica é contar até dez “pode parecer estranho, mas contar mentalmente aciona o aspecto racional e ajuda a controlar o impulso” revela. Outra boa medida é diferenciar a necessidade do desejo, por exemplo: se seu celular estraga, a compra de um novo é uma necessidade, porque você usa o telefone como meio de comunicação, mas se ele está em bom estado e você apenas quer um mais moderno, isso configura desejo.

Especilista em inteligência emocional - Fabricio Nogueira
Fabrício Nogueira

Para o especialista em inteligência emocional, Fabrício Nogueira, relembra que os sentimentos, às vezes, reforçam as compras impulsivas. “A aquisição instantânea de algo, muitas vezes, é feita para suprir um sentimento, mas ela não preenche o vazio e não soluciona os possíveis problemas emocionais, por isso, nesse momento é melhor refletir sobre a necessidade de compra dos bens de consumo,” afirma o especialista.

Compras Compulsivas mulher computador pensando

O desejo é uma sensação de imediatismo muito comum na sociedade moderna. “Vivemos a geração fast-food, ou seja, tudo é pra agora, e esse imediatismo é que acaba trazendo frustração e infelicidade. Acredito que a compra de algo que gostamos é importante, mas é necessário avaliar se temos a condição financeira para isso. A aquisição instantânea ou simplesmente ter algo porque o outro tem, não preenche o vazio e não resolve problemas, pensar melhor sobre as atitudes que tomamos é sempre uma boa solução para todas as áreas da nossa vida” ressalta Nogueira.

Fonte: Lia Clerot é formada em psicologia pela Universidade Católica de Brasília, com especialização em Terapia Familiar Sistêmica. Além da sua formação, buscou novos cursos para aprimoramento da profissão, sendo eles em Psicodrama, de coaching ontológico com um dos precursores da prática no Brasil, Homero Reis, além de um curso de formação do ICI- Integrated Coaching Institute, um dos mais reconhecidos do Brasil.

Champanhe sem álcool e efervescente diminui estresse, modula cortisol e reduz gordura

Já imaginou um champanhe efervescente que modula o hormônio cortisol – relacionado ao estresse? Lançamento da Biotec é formulado com Modulip, um ativo que diminui o cortisol, e ainda tem a vantagem de não conter álcool

Já imaginou suplementar o organismo com champanhe? É dessa forma que um lançamento da Biotec Dermocosméticos consegue diminuir o estresse. Por meio do Champanhe Antiestresse, efervescente e sem álcool, o produto consegue modular o cortisol.

“Ele é formulado com Modulip GC, um dipeptídeo obtido a partir de dois produtos naturais: o triptofano e ácido glutâmico da beterraba. O ativo protege as terminações nervosas dos malefícios do cortisol, também modulando esse hormônio que sofre um aumento quando estamos estressados”, afirma Mika Yamaguchi, farmacêutica e diretora científica da Biotec Dermocosméticos.

Adoçado com stevia, o champanhe também ajuda no emagrecimento, uma vez que o acúmulo de gordura foi relacionado ao estresse crônico e à alta produção de cortisol. “A secreção de cortisol induzida pelo estresse aumenta a deposição de gordura abdominal por induzir resposta negativa do Fator de Crescimento Neural (FCN). Modulip restabelece a secreção de Fator de Crescimento Neural (FCN) e normaliza a comunicação entre cérebro e tecido adiposo branco”, afirma Mika. Isso ajuda no emagrecimento e redução do efeito sanfona.

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Por fim, a farmacêutica lembra que é de fundamental importância consultar um médico para avaliação completa. “Somente o médico poderá indicar os produtos mais recomendados para cada caso”, finaliza.

Informações: Biotec Dermocosméticos – SAC: 0800-7706160