Arquivo da tag: ansiedade

Psicóloga e especialista do sono aponta 4 motivos que podem causar insônia

A insônia é um dos quadros mais graves do sono e que afeta milhares de pessoas no Brasil e no mundo. Apesar de não ser o único problema relacionado ao sono, é certamente um dos mais presentes na vida de quem não consegue dormir.

Para Laura Castro, psicóloga e sócia-fundadora da Vigilantes do Sono, primeiro programa digital de terapia cognitiva-comportamental para insônia (TCC-I) no Brasil, noites de insônia podem ocorrer eventualmente e ter como causa motivos distintos. “Ter noites de insônia diante de acontecimentos que nos agitam é normal. A insônia é uma resposta comum ao estresse e ocorre quando ficamos em estado de alerta”, diz. A especialista aponta que a perda de sono também está bastante relacionada a certos hábitos, como exposição excessiva à luz ou irregularidade nos horários de dormir.

Mesmo com uma série de motivos que podem fazer com que o indivíduo não consiga dormir, Laura aponta que a insônia crônica deve ser encarada com mais atenção. “A insônia crônica, por outro lado, que consideramos clinicamente relevante, persiste por meses e a frequência com que ocorre também é um critério importante para o diagnóstico clínico”.

De acordo com a especialista, são diversos os motivos que podem levar ao quadro mais grave da insônia. De modo geral, entretanto, ainda que existam outras condições médicas envolvidas e desafiando o sono, como dores crônicas, estão em nossos hábitos as razões pelas quais os sintomas de insônia se perpetuam. Abaixo, ela destaca quatro dos principais fatores que podem causar a perda de sono.

Estresse

É uma das condições que mais afeta o sono e pode desencadear diversos problemas de saúde. Segundo Laura, questões como dificuldades no trabalho ou estudo, brigas ou problemas de relacionamento, acidentes ou traumas, o recebimento de um diagnóstico que ameaça a vida, a maternidade e a paternidade são todos acontecimentos comuns da vida que podem causar estresse que, por consequência, desencadeia problemas no sono. “Isso acontece porque ficamos em um estado de alerta, o corpo se prepara para responder com rapidez, liberando hormônios e substâncias que nos mantém acordados para pensar, repensar, planejar, ou que nos impede de chegar em certas fases do sono para encontrar memórias que nos assombram”, ressalta Laura.

Ansiedade

Bem como o estresse, a ansiedade coloca o indivíduo em uma situação de agitação que possivelmente afetará o sono. Isso acontece, inclusive, quando há expectativa para que algo bom ocorra, como a véspera de uma viagem ou a expectativa de promoção no trabalho.
“São coisas que, apesar de serem positivas, geram uma ansiedade para que o momento esperado chegue logo na maioria das vezes, mas tantas outras como receio pelo desconhecido. Isso costuma ser a causa de comportamentos e hábitos que atrapalham a higiene do sono e podem perpetuar quadros de insônia aguda”, aponta.

Obesidade

Há condições físicas e doenças que predispõem as pessoas a desenvolverem distúrbios do sono e, neste cenário, a obesidade é uma delas. A condição aumenta as chances de apneia do sono, que pode, posteriormente, causar insônia também. Laura ressalta a importância de exercícios físicos como forma de ajudar no combate tanto da obesidade como dos problemas de sono. “A atividade física pode operar milagres. É recomendável exercícios que fazem a gente suar a camisa e gastar bastante energia, assim como os que proporcionam relaxamento intenso, como os praticados na água. O cuidado importante, é não fazer atividade física próxima ao horário de dormir, principalmente para quem já sofre por insônia”, destaca.

Pandemia

Embora a insônia já fosse algo que atingia milhares de pessoas mesmo antes da pandemia, o cenário de incerteza que tem acompanhado a disseminação do vírus é, ainda, um catalisador para o problema. O momento atual, que impede o convívio social, trouxe instabilidade econômica para muitas famílias, além do luto para aqueles que perderam entes queridos, é único na história recente e tem impactado de forma significativa a qualidade do sono das pessoas. “Como já é sabido, a era em que vivemos impede que nos encontremos com amigos, nos deixa mais sedentários, uma vez que passamos a ficar mais tempo em casa, sem contar com o excesso de exposição às telas, o que para muitos é uma realidade. Todos esses pontos são prejudiciais não apenas para o sono, mas também para a qualidade de vida no geral. Precisamos nos observar em relação aos sintomas para que a insônia ou outros distúrbios do sono não prejudiquem o nosso dia a dia ou levem à doenças mais graves”, finaliza a psicóloga.

Fonte: Vigilantes do Sono

Dia Mundial da Obesidade: há relação entre ansiedade e obesidade?

Nutróloga Esthela Oliveira comenta sobre o tema nesses tempos pandêmicos e faz um alerta sobre o aumento dos casos de sobrepeso na pandemia

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, 1 bilhão de pessoas já sofrem com o sobrepeso em todo o globo, número que se intensificou durante a pandemia do novo coronavírus. Estima-se que, até 2025, ao menos 20% da população brasileira adulta esteja obesa. Segunda a nutróloga Esthela Oliveira, este cenário se dá especialmente pelos altos níveis de estresse a que fomos submetidos após o surto de Covid-19.

“Desde que a pandemia começou, diversos estudos mostraram o aumento de casos de depressão, ansiedade e burnout, condições totalmente relacionadas ao estresse excessivo. A questão é que junto com elas vem as mudanças no estilo de vida e na alimentação, induzindo a um maior consumo calórico e ao sedentarismo, que levam diretamente ao sobrepeso”, analisa a nutróloga.

Não é de hoje que sabemos que o alto consumo calórico, especialmente de alimentos doces, traz a sensação de alívio para o estresse, mas Esthela explica que, como consequências deste looping de desequilíbrio emocional e alimentar, não há outro resultado senão um conjunto de comorbidades associadas à obesidade, como diabetes, doenças cardiovasculares e hipertensão.

“O cortisol liberado nos picos de ansiedade e estresse também estimula a liberação de adrenalina e insulina no organismo, como uma resposta metabólica de defesa, para fornecer mais energia aos músculos. No entanto, como isso acontece diversas vezes ao longo do dia, o sistema nervoso central entende que precisa de muito mais energia para sobreviver, fazendo com que a pessoa consuma mais comida, principalmente as altamente calóricas, para fazer essa reserva energética e trazer mais saciedade, resultando a longo prazo em diversos prejuízos à saúde”, explica a nutróloga.

Shutterstock

Além disso, a especialista ressalta que pessoas que sofrem com ansiedade, depressão e estresse, costumam se exercitar menos, o que durante a pandemia se tornou ainda mais comum, dificultando a manutenção ou perda de peso. “Por essa razão, reforçamos a importância de realizar um acompanhamento médico multidisciplinar, mesmo durante a pandemia, que abranja o tratamento do paciente em todas as esferas, para ajudá-lo a encontrar um equilíbrio entre a saúde emocional e física, adequando a dieta ideal a hábitos de vida que tornem sua rotina mais saudável e menos estressante”, conclui Esthela.

Fonte: Esthela Oliveira é médica do esporte, pós-graduada em nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), pós-graduada em Medicina Integrativa pelo Albert Einstein, conexão mente-corpo (Harvard). CEO e fundadora da Side Clinic.

Quatro benefícios da alimentação saudável para a saúde mental

Comer bem, praticar atividades físicas e balancear o tempo que se passa trabalhando com o lazer: são medidas simples que podem elevar significativamente a qualidade de vida. Mas você sabia que uma alimentação inadequada pode ser extremamente prejudicial à saúde mental? E que pode, ainda por cima, reduzir em até 20% a produtividade e eficiência de um colaborador? Este é um dado da Organização Internacional do Trabalho, que vem levando as empresas a buscarem ajuda em programas especializados para proporcionar uma melhor nutrição aos funcionários.

“Combater estes males se tornou uma preocupação e também um desafio dentro das organizações”, afirma Fernanda Mondin, head de nutrição da OrienteMe, healthtech especializada em saúde corporativa. Ela cita uma pesquisa realizada por profissionais da Saúde da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e da Faculdade de Ciências Médicas de Botucatu, indicando que o número de dias de trabalho perdidos em função da obesidade e doenças associadas (como diabetes) pode variar de 3,9 a 10,6 por ano.

A nutricionista alerta que alimentação saudável não é sinônimo de tratamento para a saúde mental. “A dieta pode ser usada como adjuvante de uma terapia específica, nunca como tratamento exclusivo de um transtorno mental diagnosticado”, reforça ela.

A especialista preparou uma lista com quatro benefícios da alimentação saudável para a saúde mental. Confira:

Controle e redução de ansiedade
Alguns alimentos ajudam a regular a flora intestinal e aumentam a produção de serotonina, também conhecida como hormônio da felicidade, promovendo o relaxamento e ajudando a combater a ansiedade. Entre eles estão aqueles ricos em magnésio, ômega-3, fibras, probióticos e triptofano, como banana, castanha-do-pará, amendoim e chocolate amargo (acima de 70% de cacau em sua composição). Além disso, é importante também diminuir o consumo de alimentos ricos em açúcares e farinha de trigo branca, já que estão associados com alterações na glicemia e na produção de serotonina.

Aumento de energia e disposição
O que comemos também têm relação direta com a energia que colocamos nas atividades que fazemos. Os carboidratos são importantes, mas devemos evitar aqueles produzidos com farinha branca porque se transformam rapidamente em açúcares – o que não é a opção mais saudável . Para ter mais energia e por mais tempo, é interessante investir em carboidratos integrais, como aveia, cereais em geral e batata doce.

Foto: Alfonso Charles/Pixabay

Melhora da memória
O acúmulo de várias atividades, somadas aos momentos de pressão, estresse, avanço da idade ou rotina com alimentação desregulada interferem no organismo e portanto, podem intensificar os danos ao nosso cérebro e nossa memória. “Existem maneiras de fazer com que os neurônios do cérebro conservem as informações sensoriais recebidas e ajudem a nossa memória a ter um melhor funcionamento, e uma delas é a alimentação saudável”, diz a especialista. Entre os alimentos recomendados, estão salmão, leite, ovos, nozes, tomate, brócolis, suco de uva e azeite de oliva.

iStock

Combate às doenças crônicas
Refeições balanceadas podem auxiliar na prevenção de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, obesidade e cardiovasculares. Inclusive, 30% das causas de morte no Brasil estão diretamente relacionadas a doenças do coração, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia. Para evitá-las, recomenda-se evitar ao máximo alimentos ultraprocessados, como salsicha, linguiça, presunto, salame e afins. Refrigerantes e bebidas alcoólicas também estão na lista dos vilões da saúde, assim como frituras e doces em excesso. Para caprichar nos cuidados, adote uma alimentação rica em frutas, legumes, cacau, folhas verde-escuras e, claro, água. “Hidratar-se também é essencial”, afirma ela.

Todos sabem que existe a relação entre alimentação saudável e a saúde mental; e elas caminham juntas, muito mais do que as pessoas imaginam. Em tempos difíceis, como estamos enfrentando atualmente, fica ainda mais complicado ter as duas frentes controladas, mas com pequenos hábitos alimentares saudáveis e mudanças na rotina é possível atingir o equilíbrio.
“Recentemente, lançamos ao mercado nosso mais novo braço de negócio, a nutrição, pois queremos ajudar as empresas e seus colaboradores a atingirem o equilíbrio e melhorarem, cada vez mais, a própria saúde”, finaliza Fernanda.

Fonte: OrienteMe

46% dos brasileiros afirmam ter algum problema de saúde mental e emocional

Entre os principais problemas estão o estresse (28%), seguido por insônia (18%), falta de concentração (13%) e depressão (10%)

Para entender os principais problemas e preocupações das pessoas com relação à sua saúde física e mental, especialmente em tempos tão complexos como este da pandemia da Covid-19, a DSM, empresa global de origem holandesa voltada para a saúde, nutrição e biociência, realizou a pesquisa “Health & Wellness 2021”. Aplicada em 11 países da América Latina, entre eles o Brasil, com mais de 6 mil pessoas, o levantamento constatou que 46% dos brasileiros declaram ter algum problema de saúde mental e/ou emocional, sendo o estresse o principal deles (28%), seguido de insônia (18%), falta de concentração (13%) e depressão (10%).

Essas enfermidades também estão entre as mais citadas pelos brasileiros quando questionados sobre quais são as principais preocupações em relação à própria saúde. Ser acometido pelo estresse aflige 60% das pessoas, já o cansaço físico e a falta de energia 58%, a imunidade e o sobrepeso são preocupantes para 55% dos entrevistados, respectivamente, e a depressão para 53%. As preocupações seguem essa mesma linha, segundo a pesquisa, quando se considera a América Latina: 63% tem receio com o estresse, 61% com falta de energia e cansaço, 59% com baixa imunidade, 58% com sobrepeso e 54% com depressão.

A pesquisa mostrou ainda que, além das pessoas darem atenção aos problemas mentais e emocionais, a saúde física também é valorizada. Prova disto é que 70% dos brasileiros entrevistados declaram estar ingerindo mais frutas e verduras, 59% afirmam ter reduzido o consumo de açúcar, enquanto 39% indicam que estão tentando cortar totalmente o açúcar da sua alimentação.

“O fato de as pessoas estarem atentas para criar hábitos mais saudáveis de alimentação é muito importante. Mas, boa parte da população não consegue manter uma rotina alimentar que forneça todos os nutrientes essenciais para a saúde nas quantidades recomendadas. Por isso, um dos maiores objetivos da área de Nutrição & Saúde Humana da DSM é inovar em soluções que ajudem as pessoas a garantir o aporte ótimo de nutrientes, seja por meio de alimentos fortificados ou suplementos nutricionais”, ressalta Giovani Saggioro, vice-presidente de Nutrição Humana para a DSM América Latina.

A pesquisa constatou que o Brasil foi o país que apresentou maior aumento no consumo de suplementos alimentares no comparativo entre 2019 e 2021, de 51% para 69% dos entrevistados. Os principais objetivos do uso de suplementos são ter mais energia, melhorar a performance em exercícios e fortalecer a imunidade. Já 72% fazem uso de vitaminas e minerais, seja para melhorar a saúde mental ou fortalecer a imunidade. Por outro lado, as pessoas adotam dietas saudáveis pensando principalmente na manutenção do peso, na saúde cardiovascular e na prevenção de doenças no futuro.

O conhecimento sobre como fortalecer o sistema imunológico apresentou bons resultados na América Latina. No Brasil, foi identificado que 30% dos consumidores de suplementos começaram a consumir o item de forma mais frequente e 17% declararam ter começado a tomar um tipo de suplemento por causa da pandemia. Outros 24% adicionaram novos suplementos aos que já consumiam antes da Covid-19. Além disso, 44% dos entrevistados afirmaram terem mudado seus hábitos alimentares exclusivamente para otimizar a imunidade.

Em relação aos nutrientes especificamente, 77% das pessoas consultadas têm conhecimento dos benefícios da vitamina C para a saúde e 59% fazem uso desse suplemento vitamínico. Já em relação à vitamina D, 70% reconhecem ser um bom aliado para a imunidade e 39% fazem uso do nutriente.

“A vitamina D foi o nutriente que obteve maior crescimento em adesão entre os consumidores durante a pandemia, juntamente com o ômega-3. Provavelmente, esses resultados estão associados ao crescente número de evidências científicas que relacionam a vitamina D e o ômega-3 com a otimização da imunidade”, reforça Saggioro.

Fonte: DSM

Como controlar seu estresse e ansiedade com uma simples técnica

O estresse e a ansiedade costumam ser nossos maiores adversários quando se trata de momentos importantes das nossas vidas. Quando algo é relevante e não pode dar errado como o ato de realizar provas, reuniões no trabalho, o dia de uma viagem importante ou até mesmo uma competição esportiva, essas experiências emocionantes e positivas podem, sem um gerenciamento emocional adequado, ter um impacto negativo nos resultados, no sucesso e até mesmo, a longo prazo, na nossa saúde.

O hipnoterapeuta Guilherme Alves atua com clientes que passam diariamente por estas crises e indica a técnica de aterramento 54321 como forma de controle destas emoções. A técnica é projetada para aliviar seu estado de espírito para que você possa passar por momentos estressantes. O objetivo com este exercício é usar os cinco sentidos para se concentrar no momento e evitar vários pensamentos ansiosos que podem atrapalhar o seu progresso.

Respirações profundas, lentas e longas são sua primeira prioridade para alcançar um estado de calma antes de prosseguir para as seguintes etapas:

5Veja: reconheça cinco coisas que você pode ver ao seu redor. As opções podem variar de uma caneta ou grampeador em seu escritório a um pássaro ou árvore enquanto você estiver na rua. Se você está em casa, pode olhar uma foto de família na parede ou um copo d’água na bancada da cozinha. Você pode escolher entre itens grandes e pequenos para manter suas opções em aberto.

Foto: Depositphotos

4O quê: reconheça quatro coisas que você pode tocar ao seu redor. Você pode começar com seu cabelo, mãos, cotovelos e outras partes do seu corpo se tiver pouco tempo. O chão sob seus pés, seja o do seu quarto ou do escritório no trabalho, também ajuda. Travesseiros, mesas, telefones e teclados podem atender a essa etapa. Percepção de sensações é a palavra chave.

3-Ouça: reconheça três coisas que você pode ouvir ao seu redor. Em vez de ouvir seus próprios pensamentos ou sons do corpo, como o estômago roncando, concentre-se nos ruídos externos. Os exemplos incluem alguém dirigindo um carro nas proximidades, o tic-tac de um relógio ou um cachorro latindo. Se você está no trabalho, pode ouvir a digitação e os passos das pessoas que passam por sua mesa.

2-Cheiro: reconheça duas coisas ao seu redor que você pode cheirar. Esta etapa pode ser um desafio em comparação com as outras, por isso é melhor ir para um lugar com mais fontes de cheiro, se você não sentir o cheiro de nada onde quer que esteja no momento. O ar livre tem muitas opções de cheiros, e o sabonete nos banheiros também ajuda. Sua mobília pode fornecer cheiros agradáveis para esta etapa quando você estiver em casa.

1-Saboreie: reconheça algo ao seu redor que você pode provar. Não precisa ser necessariamente comida, pois pasta de dente e aqueles fio dentais com gostinho que você usa pela manhã ou à noite são fontes fáceis. Você também pode ir com o gosto do seu café da manhã, do almoço ou jantar. Café, chá e outras bebidas que você precisa para passar o dia também funcionam. Lembrando que é para reconhecer e se lembrar do sabor e não para consumir.

Termine este exercício com uma respiração longa e profunda.

Com essas etapas, você poderá aproveitar ao máximo o momento. Concentrar-se em seus sentidos o ajudará a ser mais consciente, o que o ajudará a realizar suas tarefas e ter sucesso. Ao focar em você e no que sente, o seu pensamento fica no agora e foge do futuro que gera ansiedade. Fazendo isso, você se livra destas emoções indesejadas e se sente no controle de sua vida.

Pratique esta técnica para que possa melhorar a sua saúde e tornar divertidos aqueles grandes dias.

Ansiedade de separação: como ajudar o cão a se sentir calmo quando deixado sozinho

Especialista dá dicas para tornar o processo menos doloroso para donos e pets

Os cães, assim como os humanos, são animais muito sociais. Eles gostam de estar rodeados de outros animais ou dos seus donos e para eles, ficar isolado não é algo natural, por isso a “ansiedade de separação” é uma frase frequentemente usada quando um cachorro apresenta sintomas de ansiedade ao ser deixado sozinho.

“Alguns tendem a latir o dia todo, outros, de tão nervosos acabam até sofrendo acidentes ou destruindo algum móvel na tentativa de sair de casa”, explica o adestrador de animais e sócio proprietário da empresa de hospedagem e adestramento Simpatinhas, Júnior Ferreira.

Por outro lado, o adestrador alerta que se o pet estiver agindo dessa maneira, nem sempre pode significar que ele esteja passando pela ansiedade de separação. “Ás vezes pode ser que o animal esteja apenas entediado e os latidos podem acontecer porque ele não lhe foi ensinada nenhuma outra opção ou treinamento adequado”, explica.

Por isso, Júnior indica que nestes casos, é sempre melhor consultar um especialista no assunto para saber como melhor lidar com o animal. Mas enquanto isso, o adestrador listou algumas ideias para ajudar qualquer cãozinho a sentir-se mais confortável quando deixado sozinho em casa. Aprenda:

Siga uma rotina e crie um espaço pessoal para o pet
Os cães adoram uma rotina. Por isso, se os horários do dono forem previsíveis, ele terá mais facilidade em relaxar. Faça o possível para seguir a mesma rotina todos os dias.
Além disso, ao invés de dormir com o pet, dê a ele uma cama separada, onde você também poderá fazer carinho nele e dar alguma guloseima de vez em quando. “Isso vai ensinar o cachorro a gostar de ter seu próprio espaço e ser independente do dono e também ajudará a aliviar a ansiedade de separação”, explica o adestrador.

Tente não demonstrar emoções
Os cães captam nossas emoções, o que às vezes pode ser uma coisa boa. No entanto, se você está se sentindo ansioso por deixar seu cachorro sozinho em casa, adivinhe quem mais ficará ansioso? Em vez disso, tente pensar positivo sobre a sorte que seu animalzinho tem de ficar em casa em um ambiente relaxante e protegido.

Não deixe o cachorro sozinho por muito tempo
Se você adotou recentemente um novo cão ou filhote que ainda não se adaptou ao novo lar o melhor é começar deixando-o sozinho por apenas 10 minutos, desde o primeiro dia dele na casa e assim ir aumentando os períodos de tempo. Outra opção, de acordo com Júnior Ferreira, é deixar alguns itens que tenham o cheiro do dono, como roupas ou sapatos pela casa. Dessa forma eles relaxarão e lembrarão que o dono logo voltará. “Também remova fatores de estresse, como gargantilhas, coleiras, correntes ou grades, se o cão não gostar deles. Esconda guloseimas pela casa para que eles possam caçá-los enquanto você estiver fora. Por fim, sons suaves da natureza podem ajudar seu cão a relaxar e adormecer” – aconselha.

Coloque-o para se exercitar
Um cachorro cansado terá mais facilidade em se acalmar e relaxar. Por isso, é fundamental que o dono passe alguns minutos por dia passeando com o pet. Praticar exercícios pelo menos 30 minutos antes da partida relaxará o animal e desviará a sua atenção para a comida e o sono.
Alguns animais precisarão de mais exercícios do que apenas passeios diários, por isso leva-lo a algum parque e deixa-lo correr um pouco pode ser a solução. Utilizar brinquedos para distrai-lo também é excelente.

Não dê muita importância ao pet na hora de sair
Se o dono fizer um grande “evento” na hora de sair de casa, isso só deixará o cachorro mais ansioso e nervoso, prestando ainda mais atenção à partida e ao retorno do dono, podendo reforçar o medo do cão a sua ausência.
“Apesar de dar dó, é melhor ignorá-lo literalmente uns 20 minutos antes de sair e quando você sair de casa evite até mesmo olhar para o pet, apenas vá e com o tempo ele não ligará mais em ficar sozinho” – Orienta o adestrador.

Sobre a Simpatinhas
Empresa de Hospedagem e adestramento animal. Os profissionais da Simpatinhas atendem de maneira presencial solucionando desde os problemas mais comuns enfrentados pelos tutores, como: animal que puxa a coleira durante os passeios, implora por atenção, rouba comida, faz xixi fora do local indicado, não responde aos comandos básicos, morde ou late em excesso; até comportamentos mais complexos como reatividade, depressão e ansiedade. Júnior Ferreira, fundador da empresa lidera uma equipe de passeadores, administra o hotel para cães com serviço de day care e banho e tosa. Saiba mais em: @simpatinhas

Médico lista estratégias para se livrar da compulsão alimentar

Exagerar na quantidade de comida e continuar comendo, mesmo sem fome, é um comportamento muitas vezes rotineiro e nada saudável, mas que não deve ser confundido com a compulsão alimentar. Quem sofre desse transtorno consome grandes quantidades de alimentos de forma impulsiva em intervalos curtos e depois se sente culpado por essa prática.

O médico Paulo Lessa aponta que é necessário procurar ajuda profissional para resolver o problema. “Procure um médico que entenda do assunto e que tenha uma equipe multidisciplinar para te ajudar da melhor forma possível”, recomenda.

O profissional elencou cinco tipos de estratégias para lidar com a doença e fazer o tratamento adequado.

Descubra qual é o seu gatilho

Shutterstock

Será que existe alguma situação ou evento que acabe fazendo com que você coma mais? “Ansiedade e estresse são causas comuns para o desencadeamento de uma compulsão alimentar. Tratar desses problemas ajuda, e muito, a se livrar da alimentação desenfreada”, explica.

Invista em uma alimentação rica em fibras

“Alimentos ricos em fibras, como leguminosas, grãos, cereais, frutas e vegetais, promovem uma maior sensação de saciedade. Dessa maneira, a fome passará mais rápido e você terá mais tempo entre uma refeição e outra”, acrescenta o médico.

Não quebre o jejum com alimentos refinados

O jejum pode ser uma boa técnica para quem quer perder peso, mas ele deve ser quebrado com comida de verdade. “Nada de pão, bolo, macarrão e outros similares”, ressalta Lessa.

Coma sem pressa

A pressa é inimiga da perfeição e amiga da compulsão alimentar. “Quando estamos com fome e começamos a comer, nosso cérebro envia para o nosso corpo que estamos realizando essa ação e, então, começamos a sentir o efeito de saciedade. Porém, isso leva um tempo, então, quanto mais rápido você comer, mais alimentos você irá ingerir antes de se sentir satisfeito.”

Reduza o açúcar

O açúcar não causa problemas apenas no nosso corpo, como doenças ou ganho de peso, mas também modifica o nosso psicológico. “Alimentos ricos em açúcar liberam hormônios de relaxamento e bem-estar para o cérebro. Isso poderia ser bom, porém, a consequência é que acabamos ingerindo mais doces para prolongar esse prazer”, finaliza.

Ansiedade no trabalho: confira dicas de como resolver

No passado, o tema saúde mental era considerado um tabu. Hoje, porém, discussões sobre o assunto não são apenas necessárias, como é também uma questão a ser trabalhada diariamente nas organizações junto com os líderes e departamentos de RH.

Sabendo que mais de 970 milhões de pessoas em todo o mundo têm algum tipo de problema de saúde mental, não é difícil entender por que essas conversas são tão importantes, afinal, a saúde afeta vários aspectos de uma organização, desde a produtividade até a sinergia dentro do local de trabalho.

A ansiedade, uma das causas mais recorrentes nas pessoas, é um termo amplo usado para descrever diversas condições, incluindo transtorno de ansiedade generalizada, transtorno do pânico, agorafobia e transtorno de estresse pós-traumático. Segundo um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que o transtorno de ansiedade atinge diariamente 72% dos colaboradores de uma empresa, interferindo diretamente em suas vidas, no âmbito pessoal e, principalmente, profissional.

Um dos maiores desafios dos departamentos de recursos humanos e das lideranças das empresas é saber identificar quando um colaborador está com algum sintoma. Para isso, é muito importante prestar atenção à recorrência de sensações como: dificuldade de concentração, medo constante das coisas darem errado, fadiga, irritabilidade, tonturas, náuseas, palpitações cardíacas, sudorese, tensão muscular, falta de ar, dores de cabeça e boca seca.

“A ansiedade tem como característica principal um estado de preocupação constante, que se manifesta por meio de sintomas físicos e psíquicos, podendo comprometer a qualidade do sono e o bem estar da pessoa de uma forma geral. Níveis elevados de ansiedade podem trazer prejuízos funcionais a todas as áreas da vida do indivíduo, afetando desde seus relacionamentos até o trabalho”, afirma Luciene Bandeira, CEO e Responsável Técnica do Psicologia Viva, parceiro do Gympass.

Pensando nisso, o Gympass, plataforma completa de bem-estar corporativo, apresenta a seguir cinco importantes dicas de como combater a ansiedade no ambiente de trabalho. Confira:

Mova seu corpo

Estar atento a como o movimento o faz sentir e aos efeitos positivos dos hormônios liberados pode fazer muita diferença na maneira como você trabalha. Por isso, faça pausas: levante, respire, beba uma água, vá ao banheiro. Quando você faz uma pausa, seja porque está na hora ou porque você simplesmente sente necessidade, passe alguns minutos prestando atenção ao que está se passando pela sua mente e o que você sente.

Seja autoconsciente

Entenda quais são os gatilhos que geram ansiedade: mesmo que eles não possam ser eliminados de uma hora pra outra, conhecer e compreender essas razões ajuda a descobrir como agir e seguir em frente.

Tire folgas

Pesquisas mostram como pausas regulares são vitais para sua saúde mental, por isso, é muito valioso tirar um tempo para se distrair e reiniciar. Além de ajudar na sua saúde mental, essas pausas proporcionam mais tempo para refletir e ter autoconsciência.

Procure ajuda

Falar sobre ansiedade com uma pessoa que você pode confiar, seja um amigo ou um profissional, irá ajudá-lo a processar essas emoções intensas e a ter ideias para lidar com a situação. Não existe um momento errado para pedir ajuda. Fazê-lo quando precisa alivia potenciais sentimentos de culpa e pressão interna, além de fortalecer a confiança. O apoio profissional pode orientar uma empresa a construir uma equipe mais preparada, trazendo benefícios para todos. Programas de benefícios que sejam amplos, abrangentes, híbridos, múltiplas modalidades e formatos de cuidado com a mente e o corpo cumprem muito bem esse papel de manter todos os colaboradores motivados e um clima organizacional saudável.

Meditação Mindfulness (Atenção Plena)

Foto: SelfSetFreeLiving

Como uma característica marcante da ansiedade é a preocupação excessiva com o futuro, a Meditação Mindfulness, ou de Atenção Plena, é uma das formas mais eficazes para controlar este quadro. “Isto porque são técnicas com foco em vivenciar o momento presente, seja no trabalho ou na vida pessoal, trazendo a mente para o aqui e agora. Apesar de ser originada de filosofias orientais, inúmeros estudos médicos e científicos já foram publicados comprovando seus benefícios não apenas para redução de ansiedade, mas também para melhoria de foco e produtividade no trabalho”, afirma Rodrigo Roncaglio, CEO do Guia da Alma, plataforma de terapias holísticas parceira do Gympass.

Fonte: Gympass

“Coronofobia”: a nova vilã da saúde mental

Psiquiatra alerta para medo excessivo relacionado à Covid-19

O coronavírus continua trazendo muitos problemas nesses 17 meses de pandemia – o número de mortes por conta do vírus, juntamente com o medo da população mundial, continua crescendo. Essa aflição, quando excessiva, ganha um novo nome: coronofobia.

Sintomas de ansiedade e medo de contrair o vírus da Covid-19 têm feito com que pessoas se sintam inseguras em todo e qualquer lugar. Um estudo feito pela National Library of Medicine analisou 500 casos de ansiedade e depressão e certificou que todos estavam ligados à crise da Covid-19. O termo “coronofobia” foi criado no final de 2020 e traduz uma ansiedade grave diante do vírus e da pandemia, tanto em contraí-lo, quanto em disseminá-lo.

Freepik

Segundo a psiquiatra e professora de Saúde Mental no curso de Medicina da Universidade Positivo, Raquel Heep, quem tem essa fobia não percebe e acredita que o seu comportamento está correto e os outros é que estão errados, causando um sofrimento muito grande para a pessoa.

“É importante ressaltar que esse tipo de ansiedade não é saudável, fugindo dos padrões de incertezas que todos nós temos. É normal ter um certo grau de ansiedade, mas essa preocupação excessiva traz prejuízos físicos e funcionais. É claro que lavar as mãos, usar álcool em gel, máscara e manter o distanciamento social são atitudes necessárias, mas quem sofre com a coronofobia possui comportamentos como lavar as mãos a ponto de machucá-las e usar máscara dentro de casa, ou até mesmo para dormir. São pessoas que não saem de casa mesmo quando necessário”, aponta.

Pessoas com coronofobia também dão muita importância a sintomas que não são preocupantes e acabam até mesmo se automedicando, podendo gerar crises de pânico e problemas físicos. A professora recomenda que, quem identificar sinais de medo excessivo deve agendar uma avaliação com um profissional especializado em saúde mental, principalmente psicólogo ou psiquiatra, que vai avaliar a necessidade, ou não, de medicação para o controle da ansiedade.

“Esse segundo ciclo da pandemia trouxe mais inseguranças a todos nós, mas temos que nos manter esperançosos e não deixar que toda essa situação nos traga ainda mais prejuízos”, salienta.

Fonte: Universidade Positivo

Desconforto abdominal, queimação e dificuldade para digerir: o que pode ser?

Conheça a diferença entre azia, gastrite e úlcera, como fazer o diagnóstico e os tratamentos mais indicados

De acordo com a Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), ao menos metade da população brasileira sofre ou já sofreu com sintomas de má digestão. Com a chegada da pandemia, as queixas de problemas digestivos também se tornaram recorrentes em muitos consultórios médicos. Isso porque fatores como alimentação, ganho de peso e ansiedade podem desencadear disfunções como azia e refluxo. Outro fator trazido pelo período, foi o incremento na prescrição de medicamentos anti-inflamatórios e corticoides, que podem levar a doenças mais graves como gastrite e úlcera.

Foto: MD-Health

A pirose, termo técnico para a azia, é a manifestação de refluxo do ácido estomacal para o esôfago, que pode ser causado, comumente, por situações como alimentação em excesso ou ricas em gorduras, molhos industrializados, ingestão de álcool, café, refrigerantes, tabagismo e, até mesmo, por altos níveis de estresse. De acordo com o médico credenciado da Paraná Clínicas, especialista em cirurgia do aparelho digestivo pela Universidade de São Paulo (USP), André Rodrigues Martim Neto, a mudança dos hábitos alimentares ajuda a controlar esses problemas.

“O controle de peso é fundamental no manejo do refluxo, uma vez que o ganho de peso habitualmente é um fator desencadeante de sintomas como pirose e queimação, principalmente, ao deitar e após as refeições. Alimentos ricos em gorduras e proteínas podem precipitar a sensação prolongada de distensão. Fazer as refeições em quantidades adequadas e balanceadas ajuda no controle dos sintomas e, ocasionalmente, permite a retirada da medicação nos casos de refluxo”, explica.

Quando os sintomas de azia e desconforto abdominal se tornam recorrentes, com náuseas e vômitos associados, pode ser um sinal de doença mais grave como gastrite ou úlcera. Nesses casos, o médico ressalta que a consulta com um especialista é mandatória para que todos os sintomas sejam investigados e esclarecidos.

“A gastrite é um processo inflamatório da mucosa do estômago. Já as úlceras são lesões escavadas profundas presentes no estômago ou duodeno e ambas podem ser causadas por anti-inflamatórios, corticoides ou pela presença da bactéria Helicobacter Pilory. O tratamento mais eficaz vai depender da causa de cada uma delas, sendo geralmente associado a remédios específicos como antimicrobianos e bloqueadores de produção de ácido”, indica o cirurgião.

Estresse, ansiedade e outras vulnerabilidades

Os episódios de estresse e ansiedade também são considerados gatilhos para o aparecimento de sintomas típicos de gastrite ou refluxo. Segundo o médico credenciado da Paraná Clinicas, mesmo que os exames do paciente estejam normais, é possível que fatores emocionais desencadeiem queimação, azia, dores abdominais, náuseas e sensação de distensão. Contudo, é preciso uma avaliação clínica para excluir causas orgânicas, manejar os sintomas e analisar a associação da crise a outras doenças funcionais.

Da mesma forma, existem pessoas que são mais suscetíveis a desenvolver doenças gastroenterológicas. Entre eles, estão os portadores de doenças reumáticas, articulares ou com dor crônica devido ao uso de anti-inflamatórios e corticoides com mais frequência. Outros grupos são lembrados pelo médico: “Populações com maior vulnerabilidade social estão mais expostas a contaminação pela H. Pilory e, consequentemente, mais propensas a lesões ulceradas gastroduodenais. O tabagismo e bebidas alcoólicas elevam as chances de gastrites, úlceras gastroduodenais e câncer de esôfago e estômago”, pontua.

Acompanhamento e tratamento

Foto: @gballgiggs via Twenty20

O acompanhamento de pacientes com gastrite e úlcera por um médico especializado é fundamental para identificar mudanças de comportamento, sintomas, indicadores de complicações ou apenas para o controle de medicamentos e ajustes alimentares. “Portadores de lesões ulceradas devem ser acompanhados por especialista para avaliar a cicatrização, excluir malignidade e confirmar a erradicação do H. Pilory, quando presente. Pacientes com dispepsia funcional e gastrites devem ser acompanhados de acordo com os sintomas após a exclusão de doenças orgânicas mais graves” destaca Martim Neto.

O especialista afirma ainda que a utilização de medicamentos por tempo prolongado com o objetivo de inibir parcial ou totalmente a produção de ácido pelo estômago é parte integrante no tratamento de lesões gástricas e também do controle dos sintomas, mas deve ser acompanhado por especialista para controle da dosagem e identificação precoce de eventuais efeitos colaterais indesejados. O médico conclui alertando que receitas caseiras, como água com limão ou bicarbonato, podem trazer alivio parcial dos sintomas, porém podem atrasar o diagnóstico dificultando o tratamento posterior.

Fonte: Paraná Clínicas