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Quais problemas de visão podem ser corrigidos com cirurgias?

Dores de cabeça, perda da concentração, tonturas. Quem utiliza óculos sabe o quanto é ruim esquecê-los em casa. E pior do que os sintomas físicos, que causam diversos transtornos no trabalho e nos estudos, há aqueles famosos inconvenientes, como: sinalizar o ônibus errado e se passar por arrogante por não reconhecer amigos e parentes na rua. Tirando o fato de nunca enxergar por inteiro.

A boa notícia é que já é possível evitar este tipo de situação, eliminando por completo o uso de armações e lentes de contato. As cirurgias retrativas a laser estão se tornando cada vez mais comuns entre os brasileiros. Elas tratam as deficiências mais comuns entre a população, como: miopia, astigmatismo e hipermetropia, e podem ser encontradas em hospitais e clínicas de pequeno, grande e médio porte, espalhadas por todo o país.

“O procedimento é bem simples. Leva em torno de 20 minutos por olho, não existe internações e logo após o procedimento o paciente é liberado”, comenta Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica. A cirurgia refrativa trata-se de uma correção da visão com laser e existem duas técnicas de aplicação. A escolha dependerá da espessura da córnea, que varia de acordo com cada pessoa.

“Na maioria dos casos, o paciente retorna as suas atividades após três dias de repouso”, explica Korn. O tempo de descanso é importante para a regeneração do epitélio, que foi alterado para a correção visual. O acesso a este método tem se tornado mais acessível aos brasileiros devido ao aumento de especializações no assunto e da oferta de crédito no mercado, como ocorre pelo Centro Nacional – Cirurgia Plástica, entidade que fornece recursos, à base do crédito, para pacientes cirúrgicos. No caso, o cirurgião recebe do paciente, à vista, o valor de seus honorários e o paciente tem a opção de pagamento em parcelas.

Segundo análise do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mais de 35 milhões de pessoas no Brasil lidam com alguma dificuldade de visão, o número equivale a quase 19% da população. A pesquisa aponta também que torno de 500 mil pessoas receberam o diagnóstico de cegueira. Como diz o ditado, melhor prevenir do remediar. “As chances de sucesso das cirurgias refrativas são altíssimas. A maioria dos pacientes têm as expectativas atendidas, ficando livres de óculos”, finaliza Korn.

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Veja o quadro abaixo, que detalha as diferenças entre problemas de visão:

Miopia

Miopia é uma deficiência visual que dificulta a visualização de objetos que estão longe. A palavra miopia tem origem no grego “myopia”, que significa “olho fechado”, porque as pessoas com esta condição muitas vezes fecham ligeiramente os olhos na tentativa de ver o que está mais longe.

A miopia é causada por um aumento anormal do eixo ocular (miopia axial) ou por uma ação de refração demasiada intensa do cristalino (miopia de refração), fazendo com que a imagem se forme antes da retina.

Isto significa que em uma curta distância a visão ainda é possível, mas para além desta, a imagem não é nítida, sendo necessário o uso de lentes ou óculos. A miopia é geralmente congênita, embora com frequência se desenvolva só com o avançar dos anos, com tendência para aumentar durante a fase de crescimento.

Hipermetropia

A hipermetropia ocorre quando o olho é um pouco menor do que o normal, provocando uma focalização errada da imagem, que se forma após a retina. Ela também pode ser causada pela diminuição do poder refrativo do olho, causada por alterações no formato da córnea ou no cristalino.

Geralmente o paciente com hipermetropia tem boa visão de longe, pois se o seu grau não for muito elevado, é naturalmente corrigido pelo aumento do poder dióptrico do cristalino, em um processo chamado de acomodação. A maior parte das crianças apresenta hipermetropia, porque seus olhos normalmente são menores do que deveriam ser, porém elas têm um maior poder de acomodação e suportam graus muito mais elevados. São comuns casos de pessoas que necessitam de óculos na infância, mas deixam de usá-los na idade adulta, quando o olho atinge o tamanho ideal.

A hipermetropia também pode estar associada ao aparecimento de estrabismo acomodativo na infância, com o surgimento de sintomas ao redor dos dois anos de idade. Neste caso a correção total do problema pode ser feita com o uso de lentes de óculos adequadas.

Astigmatismo

Astigmatismo é uma imperfeição comum, leve e facilmente tratável na curvatura do olho. A maior parte do poder de foco no olho ocorre ao longo da superfície frontal, chamada córnea. A próxima estrutura envolvida na focagem é o cristalino, lente que fica atrás da íris, no interior do olho.

A córnea ideal tem uma superfície simetricamente curva, como uma bola de basquete. O astigmatismo é causado por uma córnea ou uma lente que não é simétrica. Como resultado, as pessoas com astigmatismo podem ter visão distorcida ou borrada.

O astigmatismo pode ocorrer em famílias e, na maioria dos casos, está associado com outros problemas de refração, como miopia ou hipermetropia. Ele também pode aumentar ao longo do tempo, devido à idade.

Segundo o diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica as chances de sucesso nos procedimentos oftalmológicos são altíssimas e a maioria dos pacientes têm suas expectativas atendidas, ficando livres de óculos.

Fonte: Centro Nacional – Cirurgia Plástica

 

 

Sobrancelhas caídas incomodam por entregar a idade

Ar de tristeza e cansaço nem sempre são disfarçados por produtos cosméticos

Costumamos ouvir que uma boa maquiagem pode fazer verdadeiros milagres. A make pode afinar o rosto, disfarçar as olheiras, engrossar lábios e até dar a sensação de olhos mais abertos. Porém, na prática, há pequenos defeitos faciais que são difíceis de disfarçar, especialmente para quem já se sente muito incomodado com o traço. Um deles são as sobrancelhas caídas, que costumam entregar a idade, além de dar um ar de cansaço e tristeza.

Entre os truques cosméticos muito utilizados no disfarce, a falta de firmeza nas sobrancelhas são a utilização de “prime” – uma espécie de pré-base -, e também o uso de sombras marrons; delineador na linha dos cílios superiores no estilo “olho de gato”; rímel nos cílios; o uso de cílios postiços e maquiar as sobrancelhas. Mas, se nada disso resolver, pode ficar mais aliviada, pois você não é a única pessoa com esta insatisfação.

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Foto: Wisegeek

A principal queixa que parte de pacientes que já alcançaram a maturidade, e que circulam nos consultórios cirúrgicos, é a aparência que a flacidez facial proporciona, principalmente na área dos olhos.

“Este resultado vem da saliência da testa e das bochechas, que deixam as pontas das sobrancelhas levemente caídas. E, apesar de darem um ar de simpatia e fragilidade, incomodam demais qualquer pessoa. A boa notícia é que a questão pode ser facilmente resolvida com uma simples cirurgia de correção”, explica Arnaldo Korn, do Centro Nacional de Cirurgia Plástica.

O procedimento cirúrgico para levantamento de sobrancelhas é simples. A cirurgia leva em torno de uma hora. O paciente recebe anestesia local e sedação. Depois disso, o tempo de internação é de aproximadamente cinco horas e o de repouso pós-cirurgia dura cerca de quatro dias. “A cirurgia plástica é recomendada para todas as idades e o interessado deve sempre procurar a opinião de um bom médico”, recomenda Korn.

A prática do rejuvenescimento facial está se tornando comum entre os brasileiros, devido ao aumento da expectativa de vida da população, principalmente na terceira idade. Nesta fase, as pessoas estão mais ativas no mercado de trabalho e na economia, por isso tem se preocupado mais com a aparência. Isso também se deve às facilidades de pagamento existentes na atualidade, como as oferecidas por empresas como o Centro Nacional – Cirurgia Plástica, que fazem uma intermediação entre o médico escolhido – que recebe à vista – e o paciente, que paga parcelado.

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Foto: Euniceman

Esse tipo de procedimento vai muito além da estética, pois também eleva a autoestima daqueles que se sentem desgastados fisicamente com o passar do tempo e querem ter um ar mais saudável e descansado, independentemente da idade.

Fonte: Centro Nacional – Cirurgia Plástica

Estética e beleza devem entrar no planejamento financeiro?

Em nome da sua autoestima, a beleza não deve ficar de fora dos seus sonhos

Todo início de ano requer uma reflexão sobre sob diversos aspectos da vida, inclusive o financeiro. O planejamento de gastos é de extrema importância para ter uma organização entre as despesas e investimentos, que merecem a devida atenção. E quanto mais controlado for, mais se obtém sucesso nos sonhos e planos para o futuro, alcançando os objetivos almejados.

Uma das técnicas mais usadas nesse projeto – que deve se iniciar anualmente e ter um acompanhamento e atualização mensal – é o uso de planilhas financeiras. Orçamentos domésticos devem ser diariamente lançados nesta organização. É necessário anotar todos os ganhos e gastos, até mesmo aquele consumo na rua, sem previsão. Os pequenos valores influenciam no resultado final e surpreende quem se controla financeiramente.

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Outras dicas importantes são: compare os preços e, sempre que possível, opte pelos preços mais em conta; pague à vista quando tiver desconto; utilize o cartão de crédito com critério e faça uma lista realista com metas. Tudo isso ajuda a ser assertivo nas aquisições.

No planejamento financeiro – diferente do que muitos pensam – deve entrar tudo, até mesmo aquele “sonho de tratamento estético ou cirurgia plástica”. O projeto de ficar mais bonita e ter aquele corpo perfeito também devem constar no programa de gastos no início do ano e nos acompanhamentos mensais. Afinal, investir em si mesmo é salutar e contribui para a autoestima e a felicidade individual, o que reflete em todas as demais áreas da vida.

“Ainda bem que, diferente de antigamente, as cirurgias plásticas estão muito mais acessíveis, mas tudo deve ser bem avaliado para a segurança do paciente. Porém, neste caso, como envolve a saúde, o ideal é pesquisar preços, sem abrir mão dos melhores médicos e hospitais”, afirma Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica, empresa especializada na intermediação financeira na área de procedimentos estéticos.

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É possível encontrar diversas opções que auxiliam em um planejamento do orçamento que inclui a beleza. Entre os mais procurados, está o financiamento de cirurgias plásticas. “É uma alternativa que realiza o sonho das pessoas sem pesar no bolso nestes tempos de crise”, analisa o diretor. Os parcelamentos podem ser feitos em até 48 meses.

Por que fazer cirurgia plástica no inverno?

Inchaço e desconforto são menores na estação, as roupas são mais confortáveis e ainda tem a vantagem de recuperação antes do verão

Quem disse que no inverno as pessoas não pensam no verão? Para quem quer estar em forma e bonita na estação mais quente do ano, onde há maior exposição do corpo nas praias, e o uso de roupas que deixam os contornos a mostra, já é hora de se preparar. Esse é um dos motivos que levam muitos brasileiros – líderes na procura por tratamentos estéticos no mundo – aos consultórios dos cirurgiões plásticos nesta época do ano.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, no inverno a procura por procedimentos cirúrgicos estéticos tem um aumento de 50%. Junho e julho se tornam, então, “meses de cirurgia plástica”, mas justamente por ser a época de férias e, sobretudo do inverno, período propício para cirurgias.

Esta é a melhor estação para se fazer uma cirurgia, pois traz algumas vantagens, principalmente se comparada ao verão. Por ser mais frio, o inchaço pode ser menor, se comparado com dias mais quentes.

“Isso é mais evidente para cirurgias como lipoaspiração, abdominoplastia, cirurgia da face, em que o inchaço é mais acentuado. Outro ponto a considerar, segundo os médicos especialistas, é que muitas cirurgias plásticas necessitam da recuperação do uso de cintas elásticas por mais de um mês, o que é melhor tolerado em dias frios”, diz  Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional de Cirurgia Plástica .

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Além disso, também são férias escolares – o que permite uma melhor programação da cirurgia com recuperação adequada, principalmente para aqueles que ainda não têm filhos e folgam nesta época. Logo, por estes motivos julho foi por muito tempo o mês mais procurado para cirurgias plásticas; mas claro que isso não é um fator decisivo para se escolher uma data. O mais importante é pesquisar um médico que seja especialista em cirurgia plástica (começando por investigar na internet) e buscar referências de outros pacientes.

“Outro fator essencial é que a pessoa tenha um determinado tempo para a recuperação; pois, se for malfeita, influenciará diretamente no resultado da cirurgia. Assim, é melhor se programar para que tenha tempo suficiente para a recuperação, sem ter que voltar ao trabalho antes do período ideal”, afirma o diretor.

Mas se o problema na programação da cirurgia é financeiro, não é necessário esperar o décimo terceiro, pois muitos especialistas trabalham com empresas que prestam serviços de assessoria administrativa e financeira – auxiliando, assim, o pagamento do procedimento em parcelas, como é o caso do Centro Nacional.

Só é necessário antecipar os preparativos e escolher bem o cirurgião pois, segundo SBCP, 94% dos procedimentos que têm complicações são realizados por profissionais que não são especialistas. O ideal é pesquisar no próprio site da entidade sobre o médico escolhido.