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Atividades físicas podem ser aliadas no tratamento de doenças respiratórias

Muitos pacientes de doenças respiratórias evitam praticar qualquer atividade física pelo medo de trazer à tona sintomas como tosse e falta de ar. Mas pesquisas apontam os benefícios da prática regular de atividades físicas para pacientes de asma e de DPOC. Com tratamento contínuo e acompanhamento de um pneumologista, é possível levar uma vida sem limitações.

A asma geralmente surge na infância, apresenta crises repetitivas de falta de ar e chiado no peito e é frequentemente chamada, erroneamente, como a bronquite. A DPOC é mais frequente em pessoas com mais de 40 anos, é causada principalmente pelo cigarro e popularmente pode ser entendida como bronquite com enfisema no pulmão, e se agrava progressivamente. Ambas são extremamente comuns no Brasil e são caracterizadas principalmente pela inflamação crônica dos brônquios e obstrução das vias aéreas. Outro aspecto em comum são os sintomas, como chiado no peito, falta de ar e tosse, que se manifestam com mais frequência quando a doença não está controlada.

asma mulher praia

Para mantê-las sob controle, especialistas recomendam então evitar a exposição a determinados alérgenos como ácaros, mofo e cigarro. Além disso, a prática frequente de esportes pode afastar reduzir as crises de asma e os sintomas da DPOC. O pneumologista e diretor da Comissão de Infecções Respiratórias da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia, Mauro Gomes, desmistifica a crença de que pacientes de doenças respiratórias não podem realizar esportes.

“Sintomas como tosse e falta de ar podem, sim, ser desencadeados por esforço físico, mas isso não deve ser uma desculpa para não os realizar. Ao fazer algum tipo de atividade aeróbica três vezes por semana, como corrida, natação ou ciclismo, você ajuda a fortalecer a musculatura do tórax e das pernas, melhora o condicionamento cardiorrespiratório e minimiza a sensação de falta de ar, que se torna se menos frequente” explica.

Gomes oferece algumas dicas de atividades e esporte que auxiliam no controle e tratamento das doenças. “A prática de qualquer atividade aeróbica é benéfica, seja caminhada, corrida, ciclismo ou outro esporte”

No caso da asma, 90% dos pacientes não têm controle sobre a doença no Brasil. O que é um dado muito preocupante, pois de acordo com o nível da gravidade, a asma pode provocar sérios impactos na vida do paciente, tais como insônia, fadiga, diminuição do nível de atividades. Para que os pacientes tenham um controle pessoal sobre a gravidade da asma, a Iniciativa Global para Asma (Gina) disponibiliza algumas perguntas de autoavaliação. Se nas últimas quatro semanas o paciente tiver sintomas diurnos mais de duas vezes por semana, despertares noturnos devido à asma, se fez uso do medicamento de alívio mais de duas vezes por semana e/ou se possui qualquer limitação de atividade devido à asma, é considerado que a doença não está sob controle.

Já a DPOC é causada principalmente pelo consumo de cigarro. Essa condição atinge cerca de 14,9% da população brasileira com idade superior a 40 anos e ainda assim 50% dos pacientes são diagnosticados quando a doença já está em estágio moderado. Assim como a Gina, a Iniciativa Global para a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (Gold) também possui indicadores chave para considerar o diagnóstico de DPOC e existem cinco perguntas básicas (Gold) que ajudam a identificar pacientes que podem ter a doença, a qual pode ser confundida com sinais do processo de envelhecimento:

• Ter mais de 40 anos;
• Ser fumante ou ex-fumante;
• Ter tosse frequente;
• Apresentar expectoração ou “catarro” constante
• Cansaço ou falta de ar ao fazer esforço, como subir escadas ou caminhar.

Gomes ressalta que aos primeiros sinais de cansaço, tosse, pigarro e falta de ar contínuos é recomendável buscar ajuda de um especialista, “No caso da DPOC, a prevenção é a melhor escolha para não desenvolver a doença, enquanto pacientes de asma devem estar sempre em alerta para os riscos de crises”.

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O tratamento contínuo com medicamentos apropriados de prevenção, melhoram significativamente a função pulmonar dos pacientes e minimizam o risco de crises. Tratamentos complementares como a prática de atividade física regular e vacinação também contribuem para uma melhor qualidade de vida.

Fonte: Boehringer Ingelheim

Doenças de inverno: será que é só um resfriado?

Espirros, coriza, congestão nasal e dores de cabeça podem ser sintomas de um resfriado. Porém, na maioria dos casos, esses sinais podem estar atrelados a doenças respiratórias crônicas. Segundo Alexandre Kawassaki, pneumologista do Hospital 9 de Julho, cerca de 10% dos brasileiros apresentam quadros variados de asma, enquanto 30% sofrem com rinite alérgica.

“Os sintomas dessas doenças são facilmente confundidos com o de um resfriado, o que dificulta o diagnóstico e o tratamento adequado, essencial para se evitar complicações, como infecções graves ou crises respiratórias” explica o especialista.

Segundo Kawassaki, além das quedas de temperatura, a baixa umidade do ar é responsável por boa parte das crises respiratórias. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde)*, o índice ideal da umidade do ar para manter o sistema respiratório em boas condições de saúde é em torno de 60%. Durante o inverno, esse número costuma cair para 30%. O especialista ressalta que os problemas respiratórios e as infecções por vírus e bactérias também se tornam mais frequentes por causa do ressecamento das mucosas das vias aéreas. Todos esses fatores podem desencadear e agravar os casos de asma, além de sangramento nasal e alergias.

Para saber diferenciar o resfriado de outros problemas, listamos abaixo as principais doenças respiratórias e quais são os seus sintomas. Confira:

asma pulmão

Asma/Bronquite: o nome correto da doença é asma, mas é mais conhecida por “bronquite”. Caracteriza-se pela inflamação dos brônquios, vias que conduzem o ar que é respirado até os alvéolos pulmonares (pequenas estruturas que fazem a troca gasosa entre o ar e sangue nos pulmões). No paciente com asma, os brônquios deixam de eliminar o muco pelas vias respiratórias e acumulam secreção, causando as inflamações e dificultando a passagem do ar.

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Pneumonia: Kawassaki alerta que algumas gripes podem evoluir para uma pneumonia. A doença é uma infecção dos alvéolos, estruturas pulmonares responsáveis pela oxigenação do sangue. Os principais sintomas são tosse, dores no peito e nas costas, febre e fadiga. Durante o inverno, são muito comuns as pneumonias virais, com origem por meio do mesmo vírus da gripe. O grupo de maior risco são crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade, por apresentarem consequências mais graves se a doença não for tratada rapidamente.

young woman is sneezing with painful face

Rinite: com a queda da umidade e o aumento da poluição do ar, as crises de rinite, inflamação da mucosa nasal, são mais comuns pela inalação de alérgenos (substâncias que causam alergia como a poeira e pelo de animais). Os sintomas podem ser vermelhidão nos olhos, coceira na região do nariz e garganta, por conta do ressecamento do ar, e espirros frequentes.

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Imagem: WebMD

Sinusite: é parecida com a rinite, muitas vezes sendo considerada mais grave. É caracterizada por tosse produtiva e sensação de secreção escorrendo pela garganta, podendo ocorrer dores no rosto, principalmente na região da testa e maxilas. Isso acontece devido a inflamação da mucosa dos seios da face que gera essa dor. A doença é normalmente tratada com o uso de antibióticos e lavagem nasal. Por isso, o diagnóstico precoce é importante para evitar a progressão da doença.

Para amenizar os sintomas, Kawassaki explica que é importante não ficar em ambientes fechados ou mantê-los, sempre que possível, umidificados e ventilados. “Outras dicas como fazer limpeza nasal com soro fisiológico diariamente, limpar os ambientes com panos úmidos para que a poeira não se espalhe também são algumas alternativas para passar o inverno mais saudável” explica o médico, que reforça “Em casos de piora dos sintomas, é importante procurar o atendimento médico o quanto antes”.

*Opas/OMS Brasil

Fonte: Hospital 9 de Julho

Asma ainda mata cerca de dois mil brasileiros por ano

A doença é a quarta maior causa de internação no país; desistência do tratamento é um problema a ser resolvido; cerca de 235 milhões de pessoas no mundo sofrem com este mal 

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A escritora, roteirista, atriz e apresentadora Fernanda Young faleceu na madrugada deste domingo, dia 25 de agosto, aos 49 anos, no sítio de sua família localizado em Gonçalves, Minas Gerais. Ela sofreu uma crise de asma seguida de parada cardíaca. Fernanda sofria de asma desde a infância.

A asma é uma doença grave. Responsável pela quarta causa de internação no Brasil e pela morte de duas mil pessoas por ano, a asma é definida como uma obstrução brônquica, geralmente ocasionada por um processo inflamatório. A asma pode ser alérgica e não alérgica. A mais comum e que atinge principalmente as crianças é a asma alérgica, desencadeada pelos alérgenos inalantes como poeira, ácaros, fungos e pólen.

Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença atinge cerca de 235 milhões de pessoas em todo o planeta. Estudos apontam que a asma é responsável pela morte de dois milhões de pessoas no mundo.

Sintomas

Inflamação dos brônquios, provocando falta de ar, sibilância, tosse, dor no peito e opressão torácica. Os sintomas costumam ser desencadeados por infecções respiratórias, exercício e exposição a alérgenos.

Tratamentos

asma

Os dois tipos de asma têm tratamentos muito eficientes. Existe o tratamento sintomático ou de resgate, quando são utilizados os broncodilatadores. Para o tratamento de controle ou anti-inflamatório, as principais medicações são os corticoides inalados isolados ou associados a broncodilatadores de longa duração e ainda os antileucotrienos. Quando o controle não é obtido com estas medicações, geralmente é necessária a utilização dos corticoides orais. Entretanto, devido aos efeitos indesejáveis, esta classe terapêutica deve ser evitada.

Uma pesquisa recente, que contou com a participação da Asbai, apontou que 73% dos pacientes com asma admitem não seguir todas as recomendações médicas. “Cerca de 47% dos pacientes dizem que não usam a medicação de forma regular. Uma das barreiras é o alto custo dos remédios e a dificuldade de encontra-los na rede pública”, explica o presidente da Asbai, Flavio Sano.

A prática regular de exercícios físicos é fundamental para pacientes com asma sob controle, já que amplia a capacidade respiratória.

Novidades no Tratamento

Gustavo Wandalsen, Coordenador do Departamento de Asma da Asbai, conta que os medicamentos mais novos para asma são destinados para pacientes com as formas mais graves da doença. “Estes medicamentos, denominados imunobiológicos, devem ser utilizados para pacientes refratários ao tratamento farmacológico tradicional. Quando prescritos corretamente, são capazes de reduzir as exacerbações, os sintomas da asma, assim como melhorar a qualidade de vida e a função pulmonar”, relata o especialista.

Fonte: Asbai

Inaladores/Nebulizadores: mitos e verdades que você precisa saber*

Inaladores/nebulizadores estão disponíveis desde o início do século XX. A nebulização de uma solução de droga é um método comum de geração de aerossol medicinal. Para administrar um fármaco por nebulização, ele deve primeiro ser disperso em um meio líquido (geralmente aquoso). Após a aplicação de uma força de dispersão (um jato de gás ou ondas ultrassônicas), as partículas da droga estarão contidas nas gotículas de aerossol, que são então inaladas.

Confira, agora, alguns mitos e verdades sobre o tema:

Os inaladores/nebulizadores servem para tratamento de diversas doenças respiratórias.

asma bombinha
Verdade: inaladores/nebulizadores compressores podem ser utilizados para distribuir uma vasta gama de medicamentos, tanto na formulação em solução quanto em suspensão (isto é, pode ser utilizada uma única unidade nebulizadora para administrar múltiplas medicações ao mesmo tempo). Por outro lado, inaladores/nebulizadores de dose medida (pó pressurizado e seco), conhecidos pelo público como “bombinhas”, são específicos para uma combinação droga-dispositivo, envolvem alto custo e precisam de ótima coordenação por parte do paciente. As medicações que podem ser usadas neles variam desde broncodilatadores comuns e corticosteroides inalatórios para pacientes com asma e doença pulmonar obstrutiva até antibióticos para pacientes com algumas infecções respiratórias.

Os inaladores/nebulizadores podem ser usados por qualquer perfil de paciente e em qualquer situação de enfermidade (crise ou para controle em longo prazo).

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Verdade: inaladores/nebulizadores são muito simples e eficazes para administrarem medicação e não precisam de uma coordenação entre inspiração e expiração, ou seja, o paciente não precisa fazer qualquer esforço e podem ser usados em qualquer idade. Eles são a melhor opção para pacientes que têm qualquer dificuldade (seja física ou mental) e para os que obrigatoriamente dependem de auxílio para usar os demais veículos como as “bombinhas”. Os inaladores/nebulizadores têm grande importância no tratamento de crises respiratórias, nas quais o paciente requer alívio rápido, e no tratamento contínuo de enfermidades como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica, como opção que promove conforto e conveniência. Durante a nebulização, a respiração deve ser feita pela boca, pois aumenta substancialmente a quantidade de medicação absorvida.

Todos os inaladores/nebulizadores têm performance e características, em geral, parecidas.

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Mito: há diferenças significativas em diversas características. A portabilidade é um ganho que os equipamentos mais modernos trazem e há modelos que cabem na palma da mão, facilitando bastante a mobilidade para situações de viagem, por exemplo. A intensidade de ruído também varia muito com os equipamentos e há diversos deles muito barulhentos, o que prejudica demasiadamente o paciente e seus familiares, em um cenário comum no qual a pessoa deva fazer inalação em uma média que pode chegar a quatro vezes ao dia. Entretanto, o item mais importante e principal variável de eficácia é a qualidade na geração de partículas de aerossol que precisam penetrar adequadamente no pulmão. As partículas grandes, de 5 a 15 µm, ficam retidas no nariz e na boca e apenas as de 1 a 4 µm passam para o fundo do pulmão.

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Como exemplo de investimento na qualidade da névoa, podemos citar a inovadora e exclusiva tecnologia de atomização direta presente em modelos de nebulizador mais modernos. Nesse processo de atomização direta, o medicamento é bombeado para cima pelo canal de medicamento, sendo misturado ao ar comprimido gerado por uma bomba de compressão. O medicamento se transforma em partículas finas e, ao entrar em contato com o ar comprimido, é pulverizado. Esse mecanismo evita sobremaneira o desperdício de medicamentos e produz partículas em tamanho adequado. Para demonstração científica, foram testados três dos principais medicamentos usados em terapia de asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (salbutamol, budesonida e cromoglicato dissódico) e comprovada a formação de partículas finas em elevada proporção. O resultado final desse processo é uma névoa de alta qualidade e concentração do medicamento com alto padrão de resultados.

Quanto maior a quantidade da névoa, mais eficaz é o inalador/nebulizador.

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Mito: o fluxo de jato tem relação direta com o tamanho das partículas que chegam ao pulmão (quanto menor, melhor). Quanto maiores a pressão e o fluxo de ar (principalmente no caso do aparelho de ar comprimido), menor será o tamanho das partículas geradas. Como vimos, a melhor absorção no pulmão ocorre com partículas menores com média de 3 µm. Portanto, o que mais importa é a qualidade da névoa gerada com maior concentração das partículas do medicamento de tamanho adequado para maior absorção pulmonar. Névoa em grande quantidade e sem medicamento, além de não funcionar, pode até ser prejudicial aos pacientes, uma vez que pode contribuir com o ressecamento das vias aéreas, o que é péssimo para pacientes que têm rinites e sinusites que se associam frequentemente à asma e a outras doenças alérgicas.

Conclusão: na seleção de um inalador/nebulizador como companheiro para tratamento das doenças respiratórias, escolha-o sempre guiado pela eficácia em transformar o medicamento em aerossol medicinal em primeiro lugar e considere os itens de conforto, como portabilidade e diminuição de ruídos, que contribuem para uma saudável parceria a longo prazo.

Referências Bibliográficas
Manual do Inalador/Nebulizador NE-C803
Martin AR, Finlay WH. Nebulizers for drug delivery to the lungs. Expert Opin Drug Deliv. 2015 Jun;12(6):889-900.

*Fabio Freire José é especialista em Clínica Médica pela Sociedade Brasileira de Clínica Médica

Dez dicas de limpeza para evitar doenças respiratórias no inverno

GetNinjas selecionou alguns cuidados simples e práticos que deixam a casa limpa e ajudam a evitar o aparecimento das alergias típicas dessa época do ano

O inverno é o período do ano em que as temperaturas caem, a umidade relativa do ar fica mais baixa e, como consequência, aumenta a incidência de doenças respiratórias como rinite, sinusite e asma. De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facil (ABORL-CCF), os casos de alergia nesta época crescem cerca de 40%.

Fazer a limpeza adequada da casa contribui bastante para reduzir a manifestação das alergias típicas da temporada. O GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços da América Latina, incluindo o de diarista, selecionou algumas dicas simples e práticas nesse sentido. Confira abaixo quais são elas:

Menos espanador e mais paninho

poeira movel sujo limpeza pano

A melhor maneira de retirar o pó dos móveis é utilizando um pano úmido. Ao contrário do espanador, que apenas transfere o pó de um lugar para outro da casa, o pano úmido consegue efetivamente retirar a sujeira dos espaços.

Lave bichos de pelúcia e cortinas

brinquedos ursos de pelucia pixabay
Pixabay

Todos estes objetos acumulam muita poeira, por isso é importante mantê-los sempre higienizados. Panos úmidos são práticos e eficazes na limpeza das persianas. Cortinas de tecido e pelúcias devem ser lavados a mão, preferencialmente. Aproveite os dias ensolarados e secos do período para fazer isso.

Limpe o sofá

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Por ser um dos móveis com maior potencial para acumular poeira, é recomendado limpá-lo a seco, utilizando um aspirador de pó. Tenha atenção especial aos “cantinhos”, famosos por acumular sujeira.

Higienize os tapetes

mulher limpando tapete diy network
Foto: DIY Network

Tapetes também são outros grandes acumuladores de poeira. Para fazer uma limpeza profunda, polvilhe bicarbonato de sódio por toda a superfície do objeto (utilize uma peneira para fazer isso) e o deixe agir. No dia seguinte, retire o produto com um aspirador.

Cuidado com os vidros

limpando janela pixabay
Pixabay

Vidros também podem acumular poeira. Para fazer uma limpeza profunda, dilua uma colher de sopa de bicarbonato de sódio em 250 ml de água e aplique o produto com um pano de algodão.

Atenção aos cobertores e edredons

varal edredon pixabay
Pixabay

As noites de inverno costumam ser mais frias, portanto perfeitas para dormir com um cobertor, uma manta ou um edredom. Antes de utilizá-los, no entanto, é importante lavá-los e deixá-los secar bem para ter certeza de que não transportem ácaros para a cama.

Menos vassoura, mais aspirador

mulher limpeza tapete

Varrer a casa é bom, mas pode suspender a poeira e os ácaros causadores das doenças respiratórias. Sempre que possível, opte por utilizar o aspirador de pó ou panos úmidos para fazer a higienização. Caso tenha de utilizar a vassoura, a envolva com um pano úmido de modo a realizar a limpeza com mais eficácia.

Armários entram na lista também!

armário aberto desenho pixabay
Pixabay

Limpe o móvel com uma solução de água e vinagre (diluídos em partes iguais). Após a higienização, feche as portas e deixe agir por duas horas. Na sequência, passe um pano com água e deixe secar naturalmente.

Utilize produtos de limpeza com moderação

produtos limpeza

Os produtos de limpeza convencionais costumam ter odores fortes que, por consequência, podem instigar as alergias. Escolha os que apresentam cheiros mais suaves ou mesmo os caseiros.

Deixe a luz entrar

janelas abertas
Foto: Emily Beeson/Morguefile

Tente manter as portas e janelas de casa abertas, sempre que possível. Aproveite os períodos da manhã e meio da tarde para deixar o sol entrar e arejar todos os espaços. Ele também é um excelente aliado na limpeza doméstica.

Informações: GetNinjas

Confira alguns mitos e verdades das alergias respiratórias

As doenças alérgicas são bastante comuns acometendo cerca de 30% da população mundial¹. Ou seja, se você não é alérgico, é muito provável que alguém muito próximo a você tem ou já teve alguma crise. Pensando nisso, gostaria de sugerir a lista abaixo com seis mitos comentados por Mariana Sasse, gerente médica da GSK, e que irão desmistificar algumas crenças e ajudarão os pacientes a entenderem melhor as crises alérgicas e como podem se prevenir.

1 – Apenas fatores novos desencadeiam alergias?

mulher espirro
Mito – É muito comum os pacientes chegarem ao consultório relacionando um quadro alérgico a algo novo utilizado, como xampu, sabonete, remédio ou roupa. A alergia é a resposta excessiva do organismo a alguma coisa que deveria ser tolerada². Pode ser um remédio que a pessoa usa há 20 anos, pode ser um sabonete que ela sempre usou e por algum motivo desenvolve a alergia. São agentes presentes na nossa rotina e bem conhecidos. No caso da alergia respiratória, normalmente são poeira, ácaros e mofo por exemplo².

2 – Rinite e asma. Uma desencadeia a outra?

asma bombinha
Depende – Existe uma relação muito frequente entre as duas doenças. Cerca de 80% das pessoas que têm asma, apresentam também rinite¹. Por outro lado, a rinite alérgica é considerada um fator de risco para a asma, sendo observado que em torno de 40% dos pacientes com rinite apresentam asma¹.

3 – O cigarro piora o quadro dos alérgicos?

cigarro
Verdade – O tabagismo causa inúmeros malefícios para a saúde. Ele é um irritante da mucosa nasal e respiratória³ e por isso é um fator que contribui para a sensibilidade da mucosa, piorando os casos alérgicos².

4 – As pessoas tendem a apresentar quadros alérgicos mais frequentes no inverno?

poeira movel sujo limpeza pano
Depende – A ocorrência da alergia se dá por sintomas sazonais ou perenes. Os sintomas sazonais estão relacionados, principalmente à sensibilização e à exposição ao pólen5. Quando a sensibilização se der por motivos perenes como, por exemplo, ácaros e poeira, os sintomas ocorrerão ao longo de todo o ano5.

5 – Todo remédio para alergia causa sono?

mulher gripe
Mito – Isso não é uma verdade. Hoje em dia, existem anti-histamínicos de várias gerações. Os de primeira geração realmente dão bastante sono, mas hoje já temos produtos que não causam sonolência, sendo bem tolerados e seguros¹.

6 – A alergia respiratória é considerada uma doença crônica?

janela
Verdade – A asma e a rinite são doenças inflamatórias crônicas das vias respiratórias, desencadeadas pela exposição frequente e repetida aos alérgenos inaláveis e agravada por poluentes ambientais¹. Por isso é fundamental que as pessoas tenham cuidados frequentes com a casa e com a saúde¹. Se você vai para uma casa de praia ou uma casa de campo, por exemplo, o ideal é que essa casa seja limpa (tirar poeira, aspirar o colchão, limpar cortinas), deixar as janelas abertas e que seja bem arejada¹.

Referências:
1 – Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia Regional do Rio de Janeiro. A doença do século XXI: alergia-perguntas e reposta. Rio de Janeiro: Revinter, 2012. 41 p.
2 – Adde, FV. et al. Asma ou bronquite? Qual o diagnóstico do meu filho? 2006 In: Sociedade de Pediatria de São Paulo.
3 – Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia. II Consenso Brasileiro sobre Rinites 2006. Rev Bras Alerg Imunopatol 2006; p 29-58.
4 – Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia. Previna-se contra as doenças alérgicas no outono. 
5 – Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial. III Consenso Brasileiro sobre Rinites. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology 2012; 75(6): 1/41.

 

Asma no inverno: cinco dicas para evitar as crises

As pessoas que sofrem com asma, ou que conhecem alguém que tem a doença, sabem que é preciso estar sempre em alerta para os riscos de crises. Como a condição acompanha o paciente ao longo da vida, o acompanhamento médico e os cuidados devem ser mantidos durante todas as estações. Apesar de haver muita preocupação com as doenças pulmonares crônicas durante o verão, o inverno também pode apresentar algumas armadilhas para esses pacientes. Confira alguns cuidados para evitar as crises durante a estação mais fria do ano!

1. Cuidado com ar-condicionado/aquecedores

arcondicionado

As mudanças de temperatura entre ambientes externos e internos são típicas do inverno. A tentativa de se aquecer pode acabar em armadilha para pacientes asmáticos, porque a oscilação de temperatura é um dos gatilhos para as crises. O pneumologista Mauro Gomes, diretor da Comissão de Infecções Respiratórias da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia, aponta que “a mucosa nasal das pessoas que possuem asma é mais sensível e detalhes como o ar mais seco, poeira, fumaça do cigarro, poluição e até mesmo o pólen podem ser estímulos para uma reação alérgica”, explica o médico. Além disso, a poluição das grandes cidades também pode contribuir para a piora da doença. A dica é manter sempre o ambiente arejado e fazer a limpeza das narinas para evitar ressecamento.

2. Roupas de cama e agasalhos

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Com as baixas temperaturas, blusas e cobertores são indispensáveis para se aquecer. Como vivemos em um país tropical, mantas e casacos peludos costumam sair dos armários só entre julho e setembro, o que pode ser um gatilho para os asmáticos, pois nesse tempo em que ficam guardados, acumulam muita poeira e ácaros. Os asmáticos devem saber se estão com a doença controlada. A Iniciativa Global para a Asma (Gina) afirma que há alguns indícios que podem indicar a falta de controle da asma, apresentados nas últimas quatro semanas: sintomas diurnos mais de duas vezes por semana, despertares noturnos, necessidade de medicamento de resgate mais de duas vezes por semana e limitações na rotina. Nesses casos, o médico afirma que “os alérgicos devem evitar o contato direto com agentes alergênicos como ácaros, poeira doméstica, mofo, fumaça, pelos de animais e pólen, e dar preferência aos edredons, cobertores, casacos e travesseiros fabricados com material sintético e/ou antialérgico”.

3. Deixe o cigarro de lado

cigarro parar fumar tabaco pixabay

A asma é uma doença crônica e inflamatória de causa alérgica que leva à falta de ar e chiado no peito, e aliada ao consumo de cigarro torna-se ainda pior. Em um estudo feito com mais de 10.000 pacientes asmáticos foi reportado que 59% dos pacientes tinham a doença fora de controle, 19% a tinham bem controlada e apenas 23% conviviam com ela totalmente controlada. O estudo indicou que os pacientes que convivem com ela mal controlada são mais frequentes entre fumantesii.

4. Esteja sempre com as vacinas em dia

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Foto: Milton Michida / Governo do Estado de S. Paulo

“Infecções virais, como gripes e resfriados, são muito comuns nesta época do ano e podem provocar ou piorar as reações alérgicas. Para minimizar as ocorrências de crises, é extremamente importante fazer o tratamento correto das alergias respiratórias durante todo o ano e estar sempre atento às campanhas de vacina contra gripe” afirma Gomes.

5. Não deixe o tratamento de lado

medico mulher teste pulmão

Quando a asma não é diagnosticada e tratada adequadamente, pode levar a internações e até à morte. Os dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) de 2015 indicam que as enfermidades crônicas não transmissíveis, como a asma, foram a causa de cerca de 72,6% das mortes no Brasil. O número é espantoso, porque 10% da população brasileira possui a condição no país. Uma das opções de tratamento é o tiotrópio, que melhora a função pulmonar e reduz em 21% o risco de exacerbações em pacientes com asma grave e muito grave.

Fonte: Boehringer Ingelheim

Hoje é o Dia Nacional de Prevenção da Alergia e o Dia Mundial de Combate à Asma

A baixa umidade do ar, característica do período, favorece o aumento de doenças, principalmente em crianças e idosos

A baixa umidade do ar, característica do clima nos meses de outono e inverno, favorece o aumento de alergias respiratórias, principalmente em crianças, idosos e portadores de doenças crônicas. Logo, 7 de maio se tornou o Dia Nacional de Prevenção da Alergia, a fim de conscientizar a população sobre os riscos de contrair doenças neste período. Neste ano, a data também coincide com a primeira terça-feira do mês do maio, na qual é celebrada o Dia Mundial de Combate à Asma.

A asma é uma doença comum das vias aéreas causada pela inflamação dos brônquios e provoca sintomas como falta de ar, dificuldade para respirar, sensação de aperto do peito, chiado e tosse.

Já a rinite alérgica é uma inflamação do nariz causada por alergias respiratórias que podem variar a causa, e, entre os sintomas estão espirros persistentes, obstrução nasal, coriza e coceira no nariz, que também podem ser acompanhados de coceiras nos olhos, garganta e ouvidos. Segundo a Asbai, Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia, cerca de 30% da população sofre com algum tipo de alergia, sendo a rinite uma das mais comuns.

Quando a temperatura está baixa, as pessoas se fecham mais em suas casas, criando ambientes propícios para o desenvolvimento de agentes precursores da doença, como ácaros e fungos. Milena Costa, médica otorrinolaringologista, explica que a asma e a rinite são doenças concomitantes e ainda que seus sintomas sejam diferentes, as duas possuem gatilhos em comum.

Vale lembrar que o tratamento adequado de ambas as doenças somente é determinado após diagnóstico do médico e, mesmo sendo crônicas, as duas podem ser controladas por meio de medicamentos e hábitos de prevenção, como:

spray nasal nariz sinusite

=Realizar lavagem nasal com soro fisiológico ao menos uma vez por dia;

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=Manter a casa bem arejada;

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=Evitar o acúmulo de poeira;

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=Limpar o ambiente com pano úmido;

gato na cama com mulher getty
Getty Images

=Evitar dormir com animais domésticos;

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=Trocar a roupa de cama duas vezes por semana e fazer revestimentos para os cobertores com capas laváveis.

Fonte: Milena Costa é médica otorrinolaringologista formada pela Faculdade de Medicina de Taubaté, com especialização pela Stanford University, na Califórnia, e atual residente no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Dez dicas de limpeza para evitar doenças respiratórias no outono

Outono é o período do ano em que as temperaturas ficam mais amenas, a umidade relativa do ar cai e, como consequência, aumenta a incidência de doenças respiratórias como rinite, sinusite e asma. De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facil (ABORL-CCF), os casos de alergia nesta época crescem cerca de 40%.

Fazer a limpeza adequada da casa contribui bastante para reduzir a manifestação das alergias típicas da temporada. O GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços da América Latina, incluindo o de diarista, selecionou algumas dicas simples e práticas nesse sentido. Confira abaixo quais são elas:

Menos espanador e mais paninho

limpeza moveis papasemar

A melhor maneira de retirar o pó dos móveis é utilizando um pano úmido. Ao contrário do espanador, que apenas transfere o pó de um lugar para outro da casa, o pano úmido consegue efetivamente retirar a sujeira dos espaços.

Lave bichos de pelúcia e cortinas

maquina de lavar

Todos estes objetos acumulam muita poeira, por isso é importante mantê-los sempre higienizados. Panos úmidos são práticos e eficazes na limpeza das persianas. Cortinas de tecido e pelúcias devem ser lavados a mão, preferencialmente. Aproveite os dias ensolarados e secos do período para fazer isso.

Limpe o sofá

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Pixabay

Por ser um dos móveis com maior potencial para acumular poeira, é recomendado limpá-lo a seco, utilizando um aspirador de pó. Tenha atenção especial aos “cantinhos”, famosos por acumular sujeira.

Higienize os tapetes

mulher limpeza tapete

Tapetes também são outros grandes acumuladores de poeira. Para fazer uma limpeza profunda, polvilhe bicarbonato de sódio por toda a superfície do objeto (utilize uma peneira para fazer isso) e o deixe agir. No dia seguinte, retire o produto com um aspirador.

Cuidado com os vidros

limpando janela pixabay
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Vidros também podem acumular poeira. Para fazer uma limpeza profunda, dilua uma colher de sopa de bicarbonato de sódio em 250 ml de água e aplique o produto com um pano de algodão.

Atenção aos cobertores e edredons

roupa de cama cobertor the sweethome

As noites de outono costumam ser mais frias, portanto perfeitas para dormir com um cobertor, uma manta ou um edredom. Antes de utilizá-los, no entanto, é importante lavá-los e deixá-los secar bem para ter certeza de que não transportem ácaros para a cama.

Menos vassoura, mais aspirador

limpeza carpete sun cline cleaning
Foto: Sun Cline Cleaning

Varrer a casa é bom, mas pode suspender a poeira e os ácaros causadores das doenças respiratórias. Sempre que possível, opte por utilizar o aspirador de pó ou panos úmidos para fazer a higienização. Caso tenha de utilizar a vassoura, a envolva com um pano úmido de modo a realizar a limpeza com mais eficácia.

Armários entram na lista também

armário deslizante

Limpe o móvel com uma solução de água e vinagre (diluídos em partes iguais). Após a higienização, feche as portas e deixe agir por duas horas. Na sequência, passe um pano com água e deixe secar naturalmente.

Utilize produtos de limpeza com moderação

produtos limpeza

Os produtos de limpeza convencionais costumam ter odores fortes que, por consequência, podem instigar as alergias. Escolha os que apresentam cheiros mais suaves.

Deixe a luz entrar

janelas abertas
Foto: Emily Beeson/Morguefile

Tente manter as portas e janelas de casa abertas, sempre que possível. Aproveite os períodos da manhã e meio da tarde para deixar o sol entrar e arejar todos os espaços. Ele também é um excelente aliado na limpeza doméstica.

Fonte: GetNinjas

Doenças respiratórias surgem também no verão

As doenças respiratórias, todos sabem, não têm hora para chegar. Podem ocorrer em diferentes estações do ano. No entanto, o verão e o clima seco são facilitadores para o aumento de alguns problemas evitáveis ou contornáveis, conforme informa o otorrinolaringologista Edson Ibrahim Mitre, ex-presidente do Departamento Científico de Otorrinolaringologia da Associação Paulista de Medicina e Secretário-Geral da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial. É o caso, por exemplo, da rinite alérgica.

Com o clima quente, também cresce a procura por postos de saúde e hospitais em virtude de complicações pulmonares, como a asma. Por diversas vezes, episódios alérgicos são desencadeados por substâncias inalantes: poeira, ácaros, fungos, insetos, perfumes e materiais de limpeza.

asma bombinha

Mas há outras causas corriqueiras, a exemplo da ingestão de alimentos com corantes ou de frutos do mar de procedência e validade desconhecidas. Mitre argumenta que crianças e idosos, em regra, são mais propensos a manifestar fragilidade em seus sistemas imunológicos. Consequentemente, apresentando maior vulnerabilidade a males inflamatórios e infecciosos respiratórios. Os quadros alérgicos não sofrem influência da idade.

Em termos de prevenção, a melhor dica é manter o asseio dos ambientes fechados. Conservar a casa limpa, retirar tapetes e cortinas são cuidados capazes de evitar a proliferação de fungos, principalmente em cidades litorâneas.

É aconselhável não abusar do uso de ar-condicionado para não desencadear complicações respiratórias com a secura do ar, já que esses aparelhos sugam a umidade do ambiente.

Os ventiladores representam risco menor, mas há de se atentar para que permaneçam sem acúmulo de poeira. Também é essencial se manter hidratado por via oral sempre que permanecer em espaços com ar condicionado, além, é claro, de realizar manutenção correta com a higienização periódica de filtros, arma eficiente contra a disseminação de ácaros, fungos e bactérias no ar.

mulher gripe nariz espirro

“O acúmulo de pó favorece o desencadeamento de crises de rinite alérgica e asma, além de elevar o risco de infecções respiratórias, como sinusite e pneumonia”, pontua Mitre.

Para pessoas com complicações crônicas de respiração, o ar-condicionado tem de ser evitado ao máximo e a hidratação reforçada. Promover a higiene nasal frequente, com soro fisiológico em temperatura ambiente, é de muita valia, mas não deixe jamais o recipiente aberto, pois representa perigo de contaminação. O ideal são frascos de uso único, ou sprays pressurizados.

Fonte: Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial