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Lamington Cake: receita australiana para adoçar o fim de semana

Adria ensina passo a passo para preparar um bolo incrível que une o sabor com os benefícios dos cereais integrais

Existem inúmeras maneiras de conhecer outras culturas, mas, com certeza, uma das mais gostosas é por meio da gastronomia. Por isso, a Adria ensina uma receita típica da Austrália: Lamington Cake.

Feito com pão de ló e cobertura cremosa, esse bolinho de textura aveludada e úmida surgiu na Austrália com o objetivo de homenagear Lord Lamington, governador de Queensland, entre 1896 a 1901. Há outras versões famosas para essa história, de que o doce tem esse nome como forma de reverenciar a esposa do lord, Mary Houghton Hozier, ou mesmo para lembrar a aldeia de Lamington, South Lanarkshire, na Escócia, local de origem de Lamington.

Curiosidades à parte, além de nos enriquecer culturalmente, essa delícia ainda pode deixar nosso café da tarde ou aquela sobremesa do fim de semana muito mais saborosa e cheia de nutrientes, graças ao biscoito Adria Plus Life Cacau e Cereais, comercializado em todo o Brasil, que levam a farinha de trigo integral na composição como primeiro ingrediente.

Quer saber como preparar o doce? Veja abaixo o passo a passo e aproveite:

Lamington Cake

Ingredientes:
1 bolo tipo pão de ló pronto
1 pacote de biscoitos Adria Plus Life Cacau e Cereais triturados
200 g de cream cheese em temperatura ambiente
200 g de coco ralado

Modo de Preparo:
Misture muito bem o cream cheese com os biscoitos Adria Plus Life Cacau e Cereais triturados. Corte pedaços do pão de ló em cubos, cubra os seis lados com essa pasta de cream cheese e biscoitos e, em seguida, passe-os no coco ralado.

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Fonte: Adria

Lamington, famosa sobremesa da Austrália, em versão zero açúcar

A Lowçucar, marca de varejo da Lightsweet, criou a campanha Receitas do Mundo com o objetivo de destacar as sobremesas internacionais mais famosas na versão zero açúcares.

As receitas transformadas poderão ser apreciadas por pessoas com restrições alimentares e também por aquelas que não dispensam um docinho com poucas calorias.

Para o projeto, a equipe da Lowçucar selecionou receitas de diversos países e, a nutricionista da empresa, Cristiane Yamane, junto com a culinarista Adriana Ramos, testaram as sugestões e selecionaram nove opções para serem preparadas com o Adoçante Culinária Lowçucar.

lamington

“Temos um time que nos permite elaborar ações diferentes, neste projeto contamos com a parceria da loja de departamento Camicado que gentilmente nos cedeu o espaço da Cozinha Gourmet e os utensílios para que pudéssemos colocar em prática esse projeto” explica Adriana Mary de Paula, Coordenadora de Marketing da Lightsweet.

Para compartilhar as receitas e ensinar o passo-a-passo, a Lowçucar irá publicar vídeos em sua fanpage – e dessa forma todos poderão acompanhar a nova série na rede social.

A primeira sugestão é o Lamington uma das sobremesas mais famosas da Austrália. O bolo cortado em cubos é mergulhado em uma calda de chocolate e depois passado no coco ralado.

Mas, por que Lamington?

Criado no final do século XIX, Lamington é a principal sobremesa do Austrália Day. Em Victoria (Estado da Austrália), muitas vezes é costume adicionar uma camada de geleia de framboesa ou ameixa. Servido com chá à tarde, os Lamingtons são tão populares na Austrália que os bolos se tornaram os meios favoritos de arrecadação de dinheiro para grupos escolares, igrejas e escoteiros. Essa aventura de ganhar dinheiro é chamada “Lamington Drives”. Lamingtons podem ser feitos com bolo caseiro e até mesmo com as sobras de bolo.

Lamingtons (Zero Açúcar)

Ingredientes:
1 embalagem de Pó para Bolo Lowçucar Zero Adição de Açúcares sabor Baunilha (300g)
2 ovos (100g)
¾ xícara (chá) de água (150ml)

Calda:
4 xícaras (chá) de leite desnatado (800ml)
1 colher (sopa) de margarina culinária (20g)
6 colheres (chá) de Adoçante Culinária Lowçucar (52g)
3 colheres (sopa) de Achocolatado New Choco Dark Lowçucar Zero Açúcares (30g)
2 colheres (sopa) de cacau em pó (20g)
2 xícaras (chá) de coco ralado sem açúcar (140g)

Modo de preparo:

Bolo:
Coloque todos os ingredientes na batedeira e bata por dois minutos em seguida coloque em uma forma de 27 cm untada e enfarinhada e leve para assar em forno preaquecido a 180ºC por aproximadamente 40 minutos. Reserve. Deixe esfriar.

Calda:
Coloque todos os ingredientes exceto o coco em uma panela e leve ao fogo por aproximadamente cinco minutos.

Montagem:
Corte o bolo em quadradinhos, passe na calda de chocolate e no coco.

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Rendimento: 19 porções de 60 gramas
Tempo de Preparo: 50 minutos
141 calorias por porção de 60 gramas

Fonte: Lightsweet

Conheça a origem das flores em diferentes lugares do mundo

Uma das maiores belezas que o mundo possui são as paisagens deslumbrantes proporcionadas pela flora e também pela diversificada fauna característica de cada região. Alguns lugares têm espécies diferentes de flores típicas, que além de embelezar, trazem as principais referências de seu país nativo.

Confira alguns exemplos de flores e suas origens pelo mundo, selecionadas pela Giuliana Flores, maior e-commerce de flores e presentes do país.

Brasil – Orquídea

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No país, existem cerca de 2.600 espécies de orquídeas, sendo um dos principais países em termos de seu plantio. Estas flores, que se adequam melhor em temperaturas de 25 a 30 graus durante o dia e 20 a 25 graus à noite, são geralmente cultivadas em casa. Milhares de brasileiros são admiradores das orquídeas, ocasionando várias feiras espalhadas pelo país que estimulam a produção artificial da espécie, logo, preservando as flores presentes na natureza.

Bulgária – Rosa

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Durante séculos, a Bulgária foi considerada a pátria das rosas. O Vale das Rosas, localizado no país, ao sul dos Balcãs, é famoso pela produção da flor, utilizada na produção de perfumes. Suas propriedades também são muito empregadas na indústria farmacêutica e de alimentos. Além disso, ela é oferecida aos hóspedes que estão de passagem, pois é considerada o símbolo da amizade.

Austrália – Golden Wattle

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No dia 1º de setembro, é celebrado o “Wattle Day” ou “Dia da Acacia pycnantha” na Austrália, reforçando o status da flor que simboliza prosperidade, renovação e recomeço. O emblema nacional é natural do sul do país e muito bem adaptado ao clima local, semelhante ao brasileiro e regiões de queimada, que na maior parte das vezes matam as plantas-mãe, porém estimulam a germinação de sementes armazenadas no solo. As acácias australianas são caracterizadas por terem cinco pequenas pétalas, geralmente amarelas, que são arranjadas ao redor de longos ramos.

Turquia – Tulipa

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Originárias da Turquia, as tulipas foram batizadas em virtude de sua forma que, de ponta cabeça, se assemelha a pequenos turbantes – tülbend, em turco otomano – que posteriormente, após sofrer influências francesas, mudou para tulipe. Desde 2006, o país celebra anualmente um festival dedicado às tulipas. A flor também é muito popular na Holanda, sendo uma das principais economias do país.

Egito – Lótus

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A Flor de Lótus é uma espécie aquática, geralmente encontrada sobre lagos. Sua delicadeza e elegância são admiradas entre diversos povos. Na cultura egípcia, a flor está associada ao renascimento. De acordo com lendas locais, o deus do sol nasceu de uma flor de Lótus, tornando-a sagrada. A planta está retratada no interior das pirâmides e nos antigos palácios do Egito. A Lótus geralmente brota na primavera e permanece aberta durante dois dias, permitindo que o fruto fique exposto após esse período.

Fonte: Giuliana Flores

 

 

Seis deliciosos destinos mundiais para comemorar o Dia Mundial do Macarrão

Clássicos pratos de macarrão têm feito parte do almoço e do jantar há muitos anos e, agora, este adorado alimento tem sua própria data, o Dia Mundial do Macarrão, comemorado amanhã, 25 de outubro. Atualmente, 71% dos viajantes brasileiros afirmam escolher um destino por sua ótima gastronomia, enquanto 40% planejam viajar para um destino apenas pela comida.

Então, por que não escolher um destino culinário como sua próxima aventura? A Booking.com, líder mundial em conectar os viajantes com opções incríveis de lugares para ficar, mergulhou em seus mais de 29 milhões de anúncios em mais de 141.000 destinos espalhados pelo mundo para apresentar 6 deliciosos, e às vezes surpreendentes, destinos onde os viajantes podem apreciar os pratos mais gostosos de macarrão.

Pequim, China

Miso Nikomi Udon - Nagoya, Japan

Uma crença comum é que o formato original do macarrão, o spaghetti, é originário da China, descendente dos noodles asiáticos e tenha sido levado para a Itália durante o século XIII. A maioria dos noodles hoje são produzidos à mão e podem ser encontrados em todas as barraquinhas de comida de rua e restaurantes na China. Um dos mais famosos mercados de rua é o Wangfujing Snack Street em Pequim, repleto de noodles, arroz, rolinhos primavera e outros pequenos pratos.

pequim the peninsula beijin

Onde se hospedar: o The Peninsula Beijing está a uma curta caminhada do Wangfujing Snack Street, além de oferecer diversas opções de cafés e restaurantes premiados no próprio hotel para uma melhor experiência de viagem gastronômica. Os hóspedes também podem aproveitar o spa, a piscina e o centro de bem-estar no hotel, ou se aventurar para conhecer alguns dos pontos turísticos locais, como o Templo do Céu e a Cidade Proibida.

Sicília, Itália

massa italiana

Não há nada melhor do que degustar macarrão em um dos destinos onde ele surgiu e com o qual ele é mais associado, a Itália. Seria difícil encontrar um restaurante na Sicília que não sirva o prato, já que a massa é um alimento básico da dieta siciliana. A Sicília também é bem conhecida por seus mercados gastronômicos. O Piazza Caracciolo em Palermo é o lugar perfeito para fazer seu próprio estoque de macarrão, hortifruti, vinhos e até mesmo artesanato local.

cosmopolitan palermo

Onde se hospedar: o Cosmopolitan B&B em Palermo é a hospedagem perfeita para um viajante fã de culinária. Localizado perto do mercado gastronômico Piazza Caracciolo, a propriedade também está a uma curta caminhada da feira local, o Mercato della Vucciria. Além da comida deliciosa bem à sua porta, os hóspedes também podem apreciar um delicioso e farto café da manhã, além de bolos caseiros.

Melbourne, Austrália

Cappelletti with Tomato Sauce

O italiano é um dos idiomas mais falados na Austrália (depois do inglês) e a influência italiana pode ser sentida em quase todas as maiores cidades da Austrália, mas não tanto quanto em Melbourne. A Lygon Street é conhecida como a Pequena Itália em Melbourne e famosa por suas massas. Esta região é lar de alguns dos melhores restaurantes, cafés e mercearias italianas, além de realizar anualmente a Lygon Street Festa, que comemora a influência e culinária italiana em Melbourne.

tyrian melbourne

Onde se hospedar: localizado a pouco mais de 1 km da Lygon Street, o Tyrian Serviced Apartments Fitzroy oferece apartamentos confortáveis independentes com uma cozinha totalmente equipada e um lounge. Os apartamentos estão pertíssimo de uma fantástica seleção de cafés e restaurantes. Também há diversas galerias de arte locais, os Jardins de Carlton e áreas de compras na região, ou seja, há sempre algo para fazer.

São Paulo, Brasil

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O Brasil possui o maior grupo de pessoas com descendência italiana fora da Itália e o impacto que essa comunidade teve na culinária de São Paulo vai desde os pratos básicos tradicionais italianos até fusões ítalo-brasileiras.

residencial be paulista

Onde se hospedar: a Bela Vista é um dos bairros italianos mais antigos de São Paulo e recomenda-se que os fãs de gastronomia se hospedem no Residencial Be Paulista. Estes apartamentos possuem uma academia e piscina ao ar livre, além de ficarem a uma curta caminhada das delícias dos restaurantes locais.

Nova York, EUA

carbonara massa pixabay

Os imigrantes italianos levaram os sabores exclusivos de sua terra natal para lugares fora da Itália, e quando falamos de comida ítalo-americana, Nova York é provavelmente o primeiro lugar que vem à cabeça. A Little Italy é um bairro agitado em Lower Manhattan, repleto de restaurantes italianos, onde os viajantes podem saborear autênticos pratos de macarrão.

noble den ny

Onde se hospedar: localizado na região de Little Italy, o NobleDEN Hotel oferece um refúgio completo. Os apartamentos estão a uma curta caminhada de bares e restaurantes premiados.

Manila, Filipinas

Pasta and chicken on the table

Assim como no Brasil, as comunidades italianas nas Filipinas adicionaram uma mistura italiana à culinária nacional. Recomenda-se que os fãs de gastronomia que buscam ter uma nova visão dos sabores antigos visitem qualquer restaurante italiano e peçam macarrão assado.

manila hotel

Onde se hospedar: o Manila Hotel é um belo hotel 5 estrelas localizado em Manila, a uma curta caminhada do icônico Intramuros da impressionante Catedral de Manila. O restaurante Mabuhay Palace serve autênticos pratos cantoneses, enquanto a mercearia do hotel oferece lanches e bebidas leves durante o dia.

Fonte: Booking.com

Way Beer lança linha de cervejas para celebrar a Copa do Mundo

Waycup traz rótulos exclusivos inspirados em seis países que vão disputar o mundial de futebol: Alemanha, Bélgica, Inglaterra, Brasil, Rússia e Austrália

No clima da Copa do Mundo, maior espetáculo esportivo do planeta, a Way Beer, uma das principais cervejarias artesanais do Brasil, acaba de lançar o projeto Waycup, com seis cervejas exclusivas homenageando países com tradição cervejeira e que estarão presentes na competição de futebol que será disputada a partir da próxima quinta-feira, dia 14 de junho, na Rússia. Os rótulos valorizam estilos tradicionais da Alemanha, Bélgica, Inglaterra, Brasil, Rússia e Austrália.

Foto: Priscilla Fiedler

Desenvolvidas pelo mestre cervejeiro Alessandro Oliveira, as bebidas estão disponíveis em chope e garrafas de 600ml a partir do mês de junho. Para homenagear a Alemanha, a Way Beer preparou uma tradicional Weizenbier, também chamada de Hefeweizen, um estilo de cerveja desenvolvido com malte de trigo, não filtrada com leve aroma de banana e cravo proveniente da fermentação.

Foto: Priscilla Fiedler

Já a cerveja australiana segue o estilo Australian Pale Ale, com corpo leve e grande presença de lúpulos do país que remetem a frutas tropicais e cítricas.

Foto: Priscilla Fiedler

Para celebrar a Inglaterra, nada melhor do que uma Extra Special Bitter (ESB), um dos grandes clássicos do mundo cervejeiro. Com sabor e aroma complexos de maltes de cevada, combinados ao aroma típico dos lúpulos aromáticos ingleses adicionados a receita, a cerveja tem coloração acobreada típica do estilo, límpida e brilhante. A bebida é pouco carbonatada e a baixa quantidade de gás forma um colarinho baixo e pouco persistente, como determina a Escola Inglesa.

Foto: Priscilla Fiedler

Se não tem tanta tradição no futebol, no mundo cervejeiro a Bélgica é uma grande referência. Para representar o estilo belga, a Way Beer preparou uma Belgian Dubbel, estilo criado nos mosteiros trapistas. O grande destaque da cerveja é a utilização de Calda de Açúcar produzida na Way Beer, que em conjunto com a levedura específica para este estilo produz um leve sabor e aroma de cravo, frutas secas e castanhas.

Foto: Priscilla Fiedler

A Rússia, país sede da Copa do Mundo 2018, também está presente na linha Waycup com uma tradicional Russian Imperial Stout, que tem esse nome devido ao fato da cerveja ser feita para os Czares Russos, especialmente para a família Imperial. A versão feita pela Way tem 15% de malte torrado e entre eles uma variação de malte chocolate, cevada torrada, centeio torrado e cevada não maltada, combinação que dá complexidade aos sabores e aromas da cerveja.

Foto: Priscilla Fiedler

Para completar a escalação da Waycup não poderia faltar o Brasil. Homenageando a seleção pentacampeã mundial de futebol a Way traz uma Amburana Ale Wood Aged, desenvolvida com malte nacional, levedura Ale isolada em Alambiques de Cachaça, açúcar de cana, açúcar mascavo e Amburana, madeira que retrata a tropicalidade brasileira.

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Os rótulos da linha Waycup custam a partir de R$ 15,00 e estão disponíveis em casas de cervejas especiais, bares e restaurantes de todo Brasil.

Informações: Way Beer 

 

Governo australiano promove massacre contra cangurus

Da Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

No ano passado, 83.000 cangurus foram mortos em King Island (Austrália), e segundo reportagem da BBC, um homem foi responsável por matar 30 mil deles.

Os moradores da região se queixam de que os cangurus estão em uma super população, com um número de indivíduos entre 500 mil e um milhão.

O florescimento da população se deu devido ao grande número de pastos favoráveis, feitos apenas para bois e vacas criados para consumo humano.

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Foto: Alamy

A matança dos animais é patrocinada pelo governo da Tasmânia, sob a fachada de um programa de gerenciamento da população dos cangurus, coordenada pelo atirador Shane Keeler e notadamente visando aos interesses dos fazendeiros.

Ele conta que, quando era um garoto, matava dez cangurus; agora, ele mata entre quatrocentos e quinhentos animais em uma só noite.

O programa permite uma temporada de caça aos cervos aberta permanentemente, mediante a alegação de que isso é necessário para controlar os números da população.

Ativistas de direitos animais dizem que os cangurus e outros marsupiais, demonizados como “parasitas dispensáveis”, são frequentemente submetidos a tratamentos horrendos.

Foto Lort Smith Animal Hospital
Ativistas dizem que maus-tratos a cangurus são relativamente comuns no país. Foto: Lort Smith Animal Hospital

“Esse é o maior massacre de animais selvagens terrestres do mundo”, disse Elise Burgess, porta-voz da Voiceless, uma organização ativista de reflexão concentrada na matança dos cangurus.

“A Australian Bureau of Statistics estima que, nos últimos 30 anos, 90 milhões de marsupiais de grande porte tenham sido mortos para fins comerciais – leia-se, para consumo humano”.

A Voiceless trabalha pela implementação de pesquisas sobre controle de natalidade e o estabelecimento de corredores florestais, ao invés dos métodos letais.

Enquanto isso, o governo se gaba de promover uma forma de matança “apropriada”, na qual, segundo as suas diretrizes, os animais devem ser mortos “ou com um tiro no cérebro para morte instantânea, ou decapitados, ou ainda com uma pancada na cabeça”, segundo a reportagem da BBC.

Cangurus feridos que forem encontrados devem ser mortos “sem demora”.

Há todo um sistema de treinamento para ensinar aos fazendeiros a matar os cangurus.

Matança em larga escala

No ano passado, o estado de Victoria mais que dobrou a sua cota de cangurus a serem mortos em Eastern Grey, passando a 169.488 animais, extensível até 2018.

Em 2014, New South Wales (NSW) permitiu a caça comercial dos cangurus com a cota de 2.388.424 de indivíduos.

Em 2012, 5.249.678 cangurus foram mortos para consumo em NSW, Queensland, e Austrálias Meridional e Ocidental.

Neste ano, no entanto, a Califórnia (EUA) restabeleceu uma proibição sobre o comércio de produtos derivados de cangurus, tais como carne, alimentos para a animais e couro, interrompendo uma moratória de 2007 sobre a primeira proibição imposta em 1971 por motivo de observância “ao bem estar dos animais”.

Segundo a reportagem, 8 mil dos 83 mil cangurus mortos foram processados na ilha; os corpos dos demais foram deixados para apodrecer e “servirem de fertilizante”.

Além de tentar justificar a matança dos animais com o pretexto da superpopulação, Keeler – o responsável pela matança dos milhares de animais – ainda se refere aos cangurus como um incômodo para o tráfego. “Eles são um perigo para os veículos que dirigem entre o aeroporto e Cape Wickham, especialmente à noite”.

Fonte: ANDA

N.R.: Neste momento, isso está acontecendo com os cangurus. Porém, este mesmo governo já afirmou que irá matar gatos considerados selvagens, que vivem em colônias. A desculpa é que eles estão matando muitos pássaros. É tão absurdo! Claro que sempre há outra saída. Muito triste dar este tipo de notícia!