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Práticas que contribuem para o desenvolvimento do amor próprio e autocuidado

Entender como aumentar a autoestima é muito importante para garantir bem-estar e qualidade de vida. No entanto, em meio à correria do dia a dia, dificilmente colocamos o nosso autocuidado em primeiro lugar. Apesar de não existir uma fórmula mágica para elevar a autoestima, manter hábitos que gerem esse cuidado consigo mesmo são fundamentais para homens e mulheres.

Diante deste cenário, a UAUBox , beautytech que une tecnologia ao mercado da beleza, elenca algumas dicas simples que podem ser adaptadas à rotina do dia a dia para que, com leveza, as pessoas consigam priorizar o seu bem-estar, além de cultivar o seu amor próprio.

Getty Images/iStockphoto

1 – Consciência
Viver com consciência significa saber claramente tudo o que diz respeito a nossas ações, nossos propósitos, valores e objetivos. Quando estamos conscientes de nossos pensamentos e comportamentos, podemos avaliar nossas ações. Quanto menos conhecimento temos de nós mesmos, menos livres somos. E isso é importante para a autoestima porque estar ciente da nossa realidade nos permite agir para mudar a única coisa que temos controle: nós mesmos neste exato momento. Refletir sobre quem somos e quem podemos nos tornar, é o primeiro passo em busca da autoestima genuína.

2 – Autoaceitação
Muito provavelmente é o pilar mais difícil de colocar em prática, pois, todos temos algo que gostaríamos de mudar, seja algo relacionado a si mesmo ou algo que aconteceu no passado. É preciso transformar a insatisfação em motivação para mudarmos. A autoaceitação consiste em se compreender, se perdoar e seguir em frente.

3 – Autorresponsabilidade
Ser vítima da sua própria vida é um comportamento de autossabotagem, nossas próprias ações são a única coisa sob nosso controle, e por isso, a chave para mudanças. Para ter mais autoestima é preciso ser responsável pela própria vida, trazer a responsabilidade para si e correr atrás do que nos faz bem.

4 – Autoconfiança
A insegurança está totalmente relacionada a não conhecer suas habilidades e autoconfiança a conhecê-las a fundo. Quem não tem autoestima precisa consultar a opinião do outro sobre suas forças. Autoconfiança é descobrir aquilo que você faz bem, treinar para se sentir confiante de verdade e reconhecer quando executa bem aquilo que se propôs a fazer.

Foto: August De Richelieu/Pexels

5 – Autorrespeito
Se respeitar é olhar para si mesmo com carinho e dedicação. É acreditar em si e se colocar em primeiro lugar, ao invés de se anular. Tem a ver com ouvir o que é importante para você mesmo e respeitar aquilo que ouviu. É saber dizer não quando a vontade é de não, e dizer sim quando realmente é for sim. Quando nosso comportamento está constantemente alinhado com nossos valores, adquirimos autoestima, pois podemos confiar em nós mesmos para cuidar de nossas necessidades e desejos.

6 – Autocomprometimento
Comprometer-se consigo mesmo, assim como quando nos comprometemos com quem é importante para nós. Essa é uma qualidade fundamental para que possamos alcançar nossos objetivos. É quando criamos o hábito de executar aquilo que nos propomos e quando desenvolvemos a habilidade de nos amar antes de tudo.

Fonte: UAUBox

Schraiber lança dupla de colônias que atuam em combinação com florais Saint Germain

Os produtos “2 em 1”, cuidam do corpo e da alma, em uma transformação de dentro pra fora na busca por equilíbrio e harmonia

Sentir-se bem é um ato de amor, de puro autocuidado. Num momento tão delicado do mundo, em que buscamos reequilibrar nossa autoestima, saúde e bem-estar, é indispensável fazer uso de produtos que estejam alinhados a esse propósito.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil segue como país mais ansioso do mundo desde 2017. Com a chegada da pandemia, esse quadro se agravou. O Ministério da Saúde realizou uma pesquisa durante os meses de abril e maio de 2020, quando as mortes pelo novo coronavírus aumentaram, e revelou que 8 entre 10 brasileiros estavam sofrendo de algum transtorno de ansiedade.

Por isso, após um longo período de pesquisa, a Schraiber – que fornece suplementos alimentares, probióticos, phytocosméticos e insumos homeopáticos há mais de 30 anos -, elaborou duas colônias que também atuam como florais e fazem parte da linha vegana da empresa, com o selo Cruelty Free and Vegan da PeTA (People for the Ethical Treatment of Animals).

Inovadoras, elas cuidam do corpo e da alma, em uma combinação com os florais Saint Germain, conhecidos por oferecer energias de alta potência vibratória, que ajudam no desenvolvimento da consciência humana, harmonizam os campos mentais e emocionais, e efetuam a conexão com o autoconhecimento.

A versão Deo Colônia Lavanda e Sândalo com florais Saint Germain de Autoestima é composta por aroma de flores, delicado, fresco e suave, proporciona relaxamento, paz e tranquilidade, buscando na intensidade das suas notas personalidade e fixação. Já os florais, atuam no poder pessoal e remetem à autoconfiança, trazendo energia e promovendo um momento de conexão com a natureza.

A Deo Colônia Jasmim e Bergamota com florais Saint Germain Antiestresse é composta com aroma exótico que desperta alegria, calma e aconchego. Os florais atuam de forma energética, entregando vitalidade, harmonia, bem-estar e equilíbrio.

Sugestão de uso: borrifar a deo colônia nas áreas de maior circulação sanguínea, como pulsos e nuca, para ter uma nota marcante e intensa.

Valor sugerido: R$ 64,90 cada

Onde encontrar: Loja Schraiber

Pandemia: dicas de como fortalecer as defesas do organismo e elevar a autoestima

Chefe de nutrologia do Instituto Dante Pazzanese, Daniel Magnoni, orienta sobre importância de manter os níveis adequados de vitaminas do Complexo B, (principalmente Biotina e Ácido Fólico), para proteção da pele e fortalecimento de unhas e cabelos, além de Cálcio e Vitamina D que auxiliam com o bom funcionamento do organismo

Muitos meses de pandemia, incertezas, home office, com ou sem crianças, restrições, má alimentação, correria, estresse e mais uma série de imprevistos que são resolvidos ao longo de cada semana. Como equilibrar a saúde diante de uma rotina tão atribulada? Mais ainda, como manter a boa aparência da pele, unhas e cabelos e participar de inúmeras reuniões on-line?

“Dietas que combinam vitaminas e minerais são muito importantes, não somente para imunidade, mas para o organismo de modo geral, pois a ação desses nutrientes auxilia não só com o sistema imunológico, mas também ajudam a reforçar a autoestima. Vitaminas do Complexo B, principalmente Biotina e Ácido Fólico, Cálcio e Vitamina D são essenciais nesse sentido, além de reforçar as defesas do organismo auxiliam na proteção da pele e fortalecimento de unhas e cabelos”, explica o chefe de nutrologia do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo, Daniel Magnoni.

Com a pandemia, cuidar da imunidade passou a ser item prioritário para 65% das pessoas. E 70% revelaram que consomem suplementos para apoiar o seu sistema imunológico, de acordo com um recente levantamento da DSM Nutrição e Saúde Humana, que entrevistou 12 mil pessoas, em 24 países, para entender as percepções e atitudes dos consumidores nas questões de saúde imunológica e nutricional.

“A alimentação das pessoas, que já não era ideal, piorou por conta da pandemia e a procura por suplementos aumentou. Mas é importante destacar que o médico deve ser procurado para uma avaliação mais precisa e orientações sobre suplementos, quando necessário. O segmento evoluiu de forma expressiva e hoje conta com várias opções em cápsulas, comprimidos, gotas, inclusive uma nova geração em formato de gomas mastigáveis, mais práticas, que reúnem vitaminas e minerais que suprem as necessidades diárias do organismo”, destaca Magnoni.

Aliados da imunidade e do bem-estar

Vitaminas do Complexo B – de maneira geral, as vitaminas que compõem o Complexo B, auxiliam com a absorção e ativação de nutrientes. Cada uma delas tem suas especificidades como, por exemplo: a Vitamina B7 (biotina), que também auxilia no combate à queda de cabelo, além de fortalecer as unhas e manter a saúde da pele e a Vitamina B9 (folacina ou ácido fólico), responsável pela formação de proteínas, entre elas a hemoglobina (presente nos glóbulos vermelhos no sangue).

Vitamina D – trata-se de um hormônio, classificado como vitamina, que é sintetizado pela exposição à luz solar. É um regulador do sistema imune e auxilia com a absorção de minerais como o cálcio, fundamental na formação de ossos e dentes.

Cálcio – ideal para manter a saúde óssea e auxiliar diretamente na prevenção de osteopenia e osteoporose, principalmente entre o público 60+. A combinação entre cálcio e a Vitamina D3 é fundamental para o metabolismo ósseo e a deficiência de qualquer um deles irá prejudicar que esse processo se realize.

Fonte: Instituto Dante Pazzanese

Como ajudar a alguém com baixa autoestima a melhorar

Você quer ajudar uma pessoa que tem baixa autoestima e não sabe como? Quer que ela se sinta melhor, só que não sabe o que dizer ou como lidar com ela?

Muita gente tem dificuldade com isso. Alguns acham que estão ajudando uma pessoa querida a se sentir melhor em relação a si mesma, mas acabam apenas piorando a situação.

É preciso entender o que significa baixa autoestima e como as pessoas que sofrem com isso pensam e agem para enfim conseguir ajudá-las. Quer saber como ajudar efetivamente alguém importante para você que está passando por isso? Então leia o texto até o final.

É possível aumentar a autoestima de alguém?

Nesse raciocínio, o melhor jeito de ajudar uma pessoa com baixa autoestima é incentivar que a pessoa tome atitudes que deixem ela orgulhosa de si mesma . Assim, ao invés de focar em pensar positivo, a gente está focando em agir positivo. No entanto, essas atitudes positivas vão ser diferentes para cada pessoa.

Muitas pessoas dizem, por exemplo, que fazer atitudes de organização, como limpar a casa, organizar sua rotina ou cuidar de um bichinho, faz com que elas se sintam muito orgulhosas de si. Isso tem impacto na autoestima.

Como ajudar uma pessoa com baixa autoestima?

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Como a gente falou ao longo desse texto, a baixa autoestima é uma opinião negativa que você tem de si mesmo. Essa opinião negativa não é apenas baseada no que você pensa sobre si mesmo, mas também baseada nas suas atitudes.

Quanto mais você preenche seu dia com atitudes que te deixem orgulhoso de si mesmo, maior será a sua autoestima. Por isso, o melhor jeito de ajudar uma pessoa com baixa autoestima não é fazendo elogios e convencendo ela de que os pensamentos dela estão errados. No lugar disso, você deve incentivá-la a praticar as ações que vão deixá-la orgulhosa de si mesma.

Fonte: Eurekka

Incontinência urinária é um agravante para a saúde mental das mulheres

Condição afeta mais de 68% do público feminino no Brasil; 56% das entrevistadas afirmaram que o escape de urina impacta na feminilidade

Um espirro, uma tosse, esforço ao pegar peso ou até mesmo uma boa gargalhada, se em qualquer uma destas situações (ou em todas elas), acontecer escape de urina já é considerado incontinência urinária. Incontinência urinária é toda perda involuntária de urina, independentemente do tipo ou da causa do escape. É uma condição que pode acometer pessoas de todas as idades, mas principalmente mulheres a partir de 35 anos. Como mostra a pesquisa do IPEC (Inteligência e Pesquisa e Consultoria) encomendada por Bigfral, um estudo nacional com duas mil pessoas entrevistadas.

Os dados da pesquisa também revelam que as mulheres têm sua feminilidade afetada, bem-estar e psicológico por conta da condição. “Embora a incontinência urinária (IU) não traga um risco iminente à vida, suas consequências podem ser drásticas e uma grande ameaça à autoestima das mulheres, apresentando sentimentos como estresse, impaciência, depressão, ansiedade e vergonha”, explica Ana Claudia Delmaschio, psicóloga da Associação Brasileira pela Continência BC Stuart.

Público feminino

O estudo apresentou que a incontinência urinária acomete 30% da população. As mulheres formam a maioria, representando 68% das pessoas afetadas. Porém 69% dos brasileiros afirmam não saber que perda de urina, em qualquer quantidade, é considerada incontinência urinária. Dessa maneira, o número de incidência pode ser subestimado e muito mais mulheres podem sofrer com os impactos psicológicos dessa condição.

Metade dessas pessoas apresentam perda de escapes de urina por esforço, seja por pegar peso, tossir, espirrar e até mesmo rir. 20% das mulheres afirmam que a incontinência começou durante ou após a gravidez, 15% após ou durante a menopausa e 15% na terceira idade.

É frequente que mulheres portadoras de incontinência urinária se isolem socialmente e afetivamente, evitando encontros familiares e com amigos com o intuito de evitar situações constrangedoras diante de um novo episódio de perda de urina. 61% dos entrevistados entendem que as perdas urinárias têm um grande impacto na escolha da pessoa evitar sair de casa e 77% afirmam que não frequentariam locais que não houvesse banheiros próximos se tivessem IU.

“É importante lembrar que a vida profissional também pode sofrer impacto, sendo comum o relato entre as mulheres incontinentes quanto ao medo de perder o emprego em função das constantes interrupções para ir ao toalete, dificuldade de deslocamento em trechos mais longos, dificuldade em poder fazer algum esforço físico que acarrete o escape de urina”, pontua Ana Claudia.

Feminilidade X Sexualidade

56% dos entrevistados afirmaram que a condição de escape de urina impacta na feminilidade, isso pode ser notado até nas mudanças do vestuário destas mulheres, “Muitas buscam vestir-se com roupas mais largas e escuras que disfarcem o uso de fraldas e absorventes ou no caso de ficarem molhadas”, completa a psicóloga.

Sobre a sexualidade, e 19% afirmam que evitaria ter relações com seu/sua parceira (o). Além de demonstrarem mais irritabilidade, cansaço, baixa autoestima, ansiedade e depressão.

Autocuidado

“Essas mulheres que perdem urina precisam receber informações para entenderem o que acontece com elas e consequentemente quais são as possibilidades de tratamento e o que se encaixa melhor no seu caso”. A pesquisa revelou que 69% das pessoas não sabiam que qualquer perda de urina é considerada incontinência urinária. “Isso reafirma a importância de promovermos campanhas de conscientização sobre o que é, quais os tipos e como tratar as incontinências urinárias, evitando dessa forma que tantas mulheres desenvolvam quadros mais graves de IU levando-as a desencadear problemas emocionais”, pontua a médica.

Conhecimento por tratamento

Sobre o tratamento da incontinência urinária, 35% das pessoas não sabem dizer se existe algum tipo de tratamento e 51% das pessoas procuram informações na internet.

“Muitas mulheres ainda acreditam que perder urina é normal e que não há nada a ser feito para mudar essa condição, mas essa ideia é absolutamente errada, incontinência urinária tem tratamento e quanto mais cedo buscarmos ajuda maiores as chances de cura”, diz a psicóloga.

“Precisamos entender que os produtos que estão disponíveis no mercado são de extrema importância para o manejo diário do problema e certamente terão grande serventia durante o tratamento e melhora do quadro, principalmente, por serem produtos específicos que se preocupam em ter uma boa absorção deixando a mulher mais confiante e segura durante as suas atividades diárias”, completa.

Sobre Bigfral:

A Bigfral é especialista em produtos para incontinência proporcionando a segurança que você precisa para o seu dia. Sempre atenta às tecnologias mais recentes para levar inovação, oferecendo opções de lenços, absorventes, roupas íntimas e fraldas. Uma marca da empresa belga Ontex, um dos mais importantes fabricantes internacionais de soluções de higiene pessoal há mais de 35 anos, presente em mais de 110 países.

Bigfral acredita que a parte mais bonita da vida deve ser compartilhada e que ninguém deveria deixar de se sentir parte da família e comunidade que vive pela insegurança de que algo pode acontecer. Buscar especialistas e tratamento é fundamental e Bigfral é o parceiro ideal para essa jornada. Bigfral traz segurança e confiança para que pessoas com incontinência urinária possam continuar pertencendo à vida familiar, inseridos na vida da comunidade, fazendo parte dos momentos importantes da vida com quem consideram especiais

Guia para resgatar a autoestima feminina

É possível amar a si mesma? A escritora Patrícia Cândido garante que sim em livro que ajuda as mulheres a redescobrirem a autoconfiança e não terem medo de serem elas mesmas

Vivemos em uma sociedade tóxica. Não é preciso muito para constatar essa afirmação. A maioria das mulheres já está cansada de saber que o mundo quer impor um padrão ideal de beleza: magras, jovens, altas, bem-comportadas, cabelos dos sonhos e unhas impecáveis, além de perfeitas em todas as áreas da vida. E sem reclamar!

Com a essência roubada por padrões estéticos e sociais, a maioria se coloca em segundo plano para atender aos desejos dos outros, ou seja, às exigências de uma sociedade marcada por estereótipos nocivos. Nesse contexto, as palavras da obra Manifesto da Autoestima soam como um manifesto, um verdadeiro grito de liberdade! E quem propõe que é possível resgatar a autoconfiança e ser feliz aqui e agora é a escritora, filósofa e palestrante, Patrícia Cândido, em livro recém-lançado pela Luz da Serra Editora.

Para isso, o primeiro passo é dizer chega! Chega de ser quem não somos! Depois desse exercício de autorreflexão, a autora propõe iniciar uma jornada de autoconhecimento com ferramentas que, como ela mesma diz, “vão ajudar a colar todos os caquinhos que se quebraram”. Patrícia Cândido apresenta ensinamentos poderosos para sair desse ciclo vicioso e redescobrir o amor próprio sem rótulos ou padrões.

“As mulheres, principalmente, vão muito atrás de ter uma vida perfeita em todos os aspectos, mas não é bem assim. Às vezes você sonha com uma maternidade que não existe, com um corpo inatingível, com coisas impossíveis de realizar. Nós idealizamos coisas que não existem na prática. A verdadeira autoestima é a capacidade de se autoapoiar em momentos de crise” – (Manifesto da Autoestima, p. 6)

Neste guia para resgatar a autoestima, Patrícia revela quais são as principais dores de quem está com baixa autoestima; como identificar o que traz autoconfiança; como trabalhar a autoimagem; os principais erros que podem ser encontrados no caminho; como trabalhar a resiliência e quais são as idealizações inatingíveis. Ao final da obra, a escritora traz três práticas para serem feitas em 21 dias e que ajudarão os leitores na tarefa de limpar o campo de energia de sentimentos nocivos.

Sobre a autora

Patrícia Cândido é escritora best-seller internacional, com mais de 16 obras publicadas. Filósofa e pesquisadora na área da espiritualidade há quase 20 anos, é mentora e palestrante internacional, com mais de 120 mil alunos em seus treinamentos. CEO do Grupo Luz da Serra, a autora se orgulha muito de dizer que é cofundadora de uma empresa genuinamente espiritualista. Como conferencista, ministrou mais de 2 mil palestras e workshops presenciais, somando um público superior a 50 mil pessoas.

Destaque no Canal Luz da Serra do YouTube, que conta com mais de 1,7 milhão de seguidores, ela aborda assuntos relacionados a bem-estar e espiritualidade que mudam a vida de milhares de pessoas diariamente. Patrícia é Embaixadora Mundial da Fitoenergética. Largamente reconhecida pela imprensa nacional, já colaborou com revistas como Negócios, Exame, Bons Fluidos e Glamour. Além de participar de programas como o Super Poderosas, da Band, e a Revista da Cidade, da TV Gazeta, já teve artigos publicados no Estadão, Catraca Livre e Mundo Positivo.

Título: Manifesto da Autoestima
Subtítulo: desprograme toda a insegurança que o mundo te impõe
Autora: Patrícia Cândido
Editora: Luz da Serra Editora
Preço: R$ 59,90
Páginas: 296
Formato: 16x23cm
Link de compra: Luz da Serra Editora ou Amazon

Carnaval, redes sociais e saúde mental – por Isabel Marçal*

A “revolução tecnológica”, da qual estamos a bordo, vem transformando o modo como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. O impacto da tecnologia – cada vez maior em nossa rotina diária – trouxe muitas mudanças positivas, porém, é preciso ficar atento aos malefícios que a utilização indiscriminada pode acarretar. Muitos estudos relacionam o tempo de uso da internet com questões de saúde mental. Depressão, transtornos alimentares e suicídio parecem estar ligados à vida online, notadamente ao uso de redes sociais.

jovem mulher usando celular pexels

Segundo a empresa britânica GlobalWebIndex – que estuda o tempo que usuários passam em redes sociais em todo o mundo – o Brasil é o segundo país que mais fica conectado em redes sociais. Em média, passamos 3 horas e 25 minutos por dia nas redes, atrás apenas dos filipinos, com um pouco mais de 4 horas. Supondo um tempo médio de sono de oito horas diárias, isso significa que usamos 20% do nosso dia conectado em redes sociais.

Existem épocas que as postagens nas redes sociais se tornam mais frequentes e praticamente “obrigatórias”. Quais são elas? Os eventos pré-estabelecidos culturalmente e que se tornaram fontes de bem-estar e realização. Passam por eles, aniversários, férias, Natal, Ano-Novo e Carnaval. Destes momentos, o Carnaval é tido como um ápice de alegria e satisfação.

Na visão antropológica é um ritual de reversão, no qual os papéis sociais são invertidos e as normas de comportamento são suspensas, fazendo com que possam ser realizados desejos reprimidos. No Brasil, essa é a maior festa popular e um dos maiores feriados do ano. São cinco dias, para os mais tradicionais, de momentos de pura diversão, sendo tudo registrado e postado em tempo real. E este é um cenário rico para que as comparações com os outros aparecem, impreterivelmente, quase que automática.

smartphone celular pixabay

“A baixa autoestima, sintoma bem contemporâneo do sofrimento moderno, se intensifica na relação virtual, ampliando a sensação e a suposição imaginária de que o outro pode, é ou possui o que lhe falta”, afirma psicanalista e colunista voluntária do Instituto Bem do Estar, Mirmila Musse. De acordo com um estudo da Royal Society For Public Health, do qual participaram 1.500 voluntários de 14 a 24 anos, sendo que 90% deles utilizam mídias sociais, o Instagram é o líder do ranking de redes sociais mais aliadas à sensação de solidão e ansiedade.

Além de ser descrito pelos jovens como mais viciante do que cigarros e álcool. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), essa faixa etária é a que mais sofre com problemas de saúde da mente, sendo a depressão uma das principais causas de adoecimento e deficiência entre eles. Enquanto o suicídio é a segunda maior causa de morte entre os indivíduos de 15 a 29 anos de idade.

As redes sociais mexem com o nosso instinto do reconhecimento social, aquela sensação boa que você tem quando recebe muitos likes em uma foto que acabou de postar. Os pesquisadores, do estudo citado acima, apontam que o Instagram é uma rede social muito focada na imagem, por isso, gera sentimentos de inadequação e ansiedade nos jovens. A interação na internet não gera uma recompensa social real – e isso pode levar a pioras em quadros de sofrimento psíquico.

O grande segredo para proteger sua saúde da mente dos malefícios das redes sociais reside em não permitir que sejam substitutas da vida real e da convivência com outros seres humanos. Além disso é necessário que alguns hábitos sejam adotados:

=preste atenção em como você se sente nas interações virtuais;
=pense em para que elas te servem e o que realmente quer consumir;
=restrinja redes que não te tragam benefícios;
=estabeleça o tempo que você gostaria de passar em cada rede;
=limite onde e quando utilizá-las;  
=pratique momentos ou até períodos de desconexão total, periodicamente.

amigas mulheres amizade

Aproveite o Carnaval para estar presente, curtindo o momento com as pessoas ao seu redor ou até sozinho, descansando. Desconecte-se do mundo paralelo – e por vezes imaginário – das redes sociais e sinta a alegria do Carnaval. A saúde da sua mente agradece.

*Isabel Marçal é cofundadora do Instituto Bem do Estar, Isabel Marçal é especialista em gestão de projetos sociais, com 15 anos de experiência no setor de Impacto Social. Apaixonada pela vida, seres humanos e suas relações. Sonha com uma sociedade mais saudável e justa, por isso, acredita que o primeiro passo esteja na consciência individual de cada ser humano.

 

Especialista ensina como melhorar a autoestima e ser mais confiante

Muitas vezes profissionais se sentem desmotivados, pressionados e desvalorizados, e acabam tendo uma queda de produtividade que está relacionada a sua autoestima em baixa, como consequência disto. O que fazer para recuperar a autoestima, elevar a confiança e dar a volta por cima?

A especialista em produtividade, palestrante e empresária Tathiane Deândhela revela que é preciso olhar mais para os seus pontos fortes! Ninguém é perfeito, mas para onde a gente olha, se para os talentos ou vulnerabilidades, pode impactar nossos resultados! Identificar seu potencial é importante no processo.

“Se você não é capaz, se você ainda não conseguiu pensar tão positivo ao seu respeito, ou se ainda não acredita no seu potencial, provavelmente vai se sentir inferior quando se deparar frente a situações que não conseguir resolver. A autoestima é fundamental para o sucesso. E isso é treinável. É preciso uma negociação interna e assumir o controle dos pensamentos e da mente pra que tenha sentimentos positivos e que estes te impulsionem a seguir pelo caminho certo”, afirma Tathiane.

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Tathiane Deândhela

Ela aponta que existem métodos para elevar a autoestima e se sentir pronto para o combate: “Uma psicóloga famosa, professora da Universidade de Harvard, começou a estudar os comportamentos do ser humano e percebeu que a comunicação não verbal, ou seja, os nossos gestos, interferem diretamente naquilo que nós pensamos e naquilo que nós sentimos. Assim como se eu penso que sou capaz, se penso positivo, tendo a ter sentimentos positivos que me impulsionam a ter um comportamento coerente com aquilo que penso e com aquilo que eu sinto. Também posso ter resultados com ações de dentro para fora. Logo, é possível, sim, por meio de atitudes mudar o mindset e reconquistar a autoconfiança necessária”.

Tathiane ensina como elevar a sua autoestima em apenas dois minutos. Confira:

Comece pelos seus comportamentos

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Procure observar uma pessoa que tem a autoestima muito elevada, ou alguém de sucesso. Geralmente elas andam com o corpo reto, pose de super-herói. Fique por dois minutos nesta mesma posição. Imagine como é ser uma pessoa que se sente poderosa, que tem autoconfiança e permaneça nesta postura.

Analise: como que essas pessoas andam? Como que elas agem? Qual é o comportamento em termos de gestos, a comunicação não verbal dessas pessoas? O que os estudos concluíram é que trabalhando a respiração e a postura, você terá modificações na forma da pessoa pensar e sentir. Ou seja: você pode se tornar um pouco mais autoconfiante de fato.

Procure estar feliz e motivado

autoestima mulher felicidade

“Eu costumo dizer muito uma frase: ‘Os pássaros não cantam só quando estão felizes. Mas eles cantam para ficar felizes’. Ou seja: se em determinado dia você não acordou tão bem, não tá muito bem humorado, ou às vezes não está conseguindo se perceber ali com a autoestima legal, ou não sente orgulho de si mesmo, então experimente 2 minutos com uma postura melhor”.

Se acordou mal, capriche na maquiagem, vista a sua melhor roupa, passe o seu melhor perfume. Isso já interfere no nosso estado interior. Ou seja, muitas vezes a gente tem que se produzir mais quando não está tão bem. Isso ajuda.

Experimente

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“Se você não é capaz de pensar, sentir e ter esse comportamento, então tenha o comportamento para gerar em você um sentimento positivo. Esse sentimento vai te fazer pensar que você pode, que você é capaz. Experimente, leva só dois minutos”, finaliza.

 

“Dores e as delícias” dos 50 anos: psicóloga explica pontos positivos e desafios

Especialista indica principais mudanças dessa fase e como aproveitar “o auge da vida”

É inegável que há mudanças físicas e psicológicas quando chegamos aos 50 anos. No entanto, ao contrário do que muita gente pensa, elas não são necessariamente mudanças negativas. Pelo contrário: é o auge da vida, quando nos sentimos mais confiantes, seguros e com ainda mais garra para realizar sonhos.

Para falar sobre o novo conceito de ter 50 anos, Vânia Calazans, psicóloga clínica e hipnoterapeuta cognitiva especialista em transtornos de ansiedade, conta quais são as dores e as delícias de chegar nessa década e já adianta: é bom, sim, completar meio século.

De acordo com ela, hoje é possível chegar aos 50 anos em plena forma física, mental e estética: “Existem muitos recursos como, atividade física, suplementação, dietas específicas e produtos de beleza e estética. Tudo isso facilita um envelhecimento mais saudável e traz autoconfiança”, explica a especialista. “Quando a mulher faz 50 anos, ela está no auge da vida”.

Veja abaixo as mudanças positivas e negativas que acontecem quando chegamos aos 50 anos.

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Autoconfiança: de acordo com Vânia, quando chegamos aos 50 anos a autoconfiança aumenta. “Normalmente a pessoa já está mais realizada profissionalmente, mais segura, se sentindo muito experiente. Então, aquelas inseguranças próprias de uma idade mais jovem, ficam para trás”, explica. “No caso da mulher, se aos 30 anos ela pensava em se casar, aos 50 está pensando em aproveitar a vida, viajar, desfrutar melhor a companhia das pessoas. Ela tem mais confiança para escolher com quem quer estar”, completa.

mulher estudando wiseGEEK

Autoestima: a psicóloga explica que a maioria das mulheres – o gênero que mais sofre com pressões sobre o corpo – já não se importa mais com a avaliação alheia, passando a aceitar seu próprio corpo, sua postura e se sentir confortável consigo mesma. “A mulher se sente mais autêntica. Ela sabe que pode ser uma mulher interessante, sedutora”.

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Maturidade: Vânia conta que existem vários estudos que mostram que pessoas acima dos 50 anos têm uma satisfação maior em relação à vida. Elas lidam melhor com frustrações, valorizam mais os bons momentos, priorizam a qualidade de vida, procuram alimentar uma vida social rica, divertida e já não têm tanto espaço emocional para se preocupar com bobagens. “Com essa mudança de olhar, a maturidade vem, sim, em função das experiências de vida. A pessoa com 50 anos já passou por inúmeras experiências e já sabe lidar melhor com dificuldades e sabe negociar de uma forma mais efetiva. Sabe aquela história de você ter razão ou ser feliz? Normalmente nesse momento as pessoas optam pela felicidade”, diz.

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Vida financeira mais estável: aos 50 anos, uma grande parte das pessoas já têm melhores condições financeiras do que aos 30 anos, por exemplo. Isso traz mais tranquilidade, e é um ponto muito positivo. “Normalmente a pessoa está com a vida mais resolvida. Há mais independência, mais autonomia e é possível planejar mais viagens, ou desfrutar melhor a companhia das pessoas”, aponta Vânia.

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Controle das emoções: quando jovens, somos por muitas vezes dominados pelas emoções. Com a maturidade, esse cenário geralmente muda, e traz muitos benefícios para as decisões ou situações que devemos lidar. “A partir dos 50 anos, as pessoas têm, sim, uma condição maior de lidar com emoções. Não há mais aquele ímpeto da juventude, aquela ânsia de viver as coisas tão intensamente”, diz Vânia. A vida, nesse momento, já ensinou muitas coisas por meio das experiências vividas, e esse aprendizado é muito rico, pois vai tornando as pessoas mais conscientes, fazendo com que elas tenham mais condições de lidar com as limitações que a vida nos impõe, e gerenciar melhor as frustrações, explica a psicóloga.

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Realização de sonhos: apesar de a realização de sonhos ser uma prioridade em todas as fases da vida, Vânia explica que, a partir dos 50 anos, sobra um pouco mais de espaço para eles. “Isso acontece porque a pessoa não está mais tão preocupada em enfrentar a vida. Normalmente muitos já criaram os filhos, já estão com vida profissional mais estabilizada e podem usufruir daquilo que construíram. É um momento da vida que sobra mais espaço e mais tempo para que a pessoa olhe para si, se enxergue e se priorize”, explica a psicóloga, acrescentando: “Ela passa a ir em busca daquilo que entende que vai trazer felicidade e satisfação”.

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Mudanças hormonais: a mulher aos 50 anos, por exemplo, está passando ou está próxima da fase da menopausa, e essa mudança hormonal impacta tanto fisicamente como emocionalmente. “Os sintomas psíquicos mais presentes são alteração de humor, tristeza, flutuação emocional, cansaço, desânimo, pouca paciência, pavio mais curto”, explica a psicóloga. Com isso, essa fase da vida pode ficar conturbada, caso a mulher não procure ajuda médica. “O ideal é consultar um ginecologista para entender a necessidade ou não de fazer reposição hormonal”, diz. Vale lembrar que nem todas as mulheres reagem da mesma forma na menopausa. “No entanto, muitas vezes por causa dos sintomas físicos, como insônia e ondas de calor, há interferência na vida social da mulher, pois esses fatos mexem muito com o humor, então ela se sente mais cansada e às vezes com falha de memória. A alteração hormonal também pode impactar na vida sexual da mulher”. Por isso, é importante manter uma alimentação equilibrada, a prática de atividade física e sempre consultar um médico para que essa transição hormonal seja tranquila.

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 Foto: Douglas Kirkland

E não pense que os homens escapam: por volta dessa idade, há o que se chama popularmente de andropausa, a deficiência androgênica do envelhecimento masculino. Por essa razão, é importante que os homens também consultem um médico para avaliar como está a saúde e equilibrar os hormônios, se for necessário.

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Perdas físicas: Vânia explica que é importante ter em mente que a partir dos 50 anos, as perdas físicas começam a ser mais frequentes, afinal, nem todos conseguem ter a mesma flexibilidade de antes. “É importante entender e aprender a lidar com as restrições que são inerentes a essa fase da vida. Isso, se não for bem trabalhado, pode trazer tristeza ou melancolia. A tecnologia nos permite acesso a inúmeras atividades que melhoram nossa qualidade de vida, mas se estiver difícil internalizar essas mudanças, a ajuda psicoterápica é bem-vinda. É preciso lembrar de valorizar os bons momentos e jamais se isolar, pois isso pode aumentar a tristeza e levar à depressão”, diz a psicóloga.

Estudos científicos

Dores

 

Delícias

 

Mulheres começam a sentir os sintomas da menopausa, como cansaço e alterações do sono. Em ambos os sexos, também aparecem sintomas físicos como fraqueza muscular, de cabelos e unhas, ganho de peso e ressecamento da pele. Os novos 50 buscam especialistas para manter vitalidade e atividades. (Fontes: Pesquisas Best Age, 2018; Instituto Lumina) A curva da felicidade tem o formato da letra U, e indica que a felicidade é maior no começo da vida, diminui ao longo dos anos e atinge seu ponto mais baixo por volta dos 45 anos. Depois volta a subir, mostrando que as pessoas mais velhas com boa saúde, estabilidade financeira e afetiva podem sentir-se tão felizes quanto as pessoas mais jovens, de acordo com a antropóloga brasileira Mirian Goldenberg, especialista em envelhecimento.
25% dos brasileiros nessa faixa etária temem mais as mudanças no corpo e a sensação de se sentirem feios do que a pobreza ou a doença. A segunda principal preocupação do brasileiro com 50 anos ou mais é a falta de dinheiro (20%), seguida pela solidão (18%), sentir-se inútil (14%), ser um peso para outras pessoas (11%). (Fonte: Instituto Locomotiva, 2019). O Youtube é a plataforma preferida de vídeos para pessoas entre 45-55 anos, com preferência três vezes maior que o segundo player. No canal, a troca de experiências intergeracionais é uma realidade (Fontes: Video Viewers, Provokers/Google, 2018).

 

Celebridades que comemoram 50 anos em 2019:

Adriana Esteves
Cate Blanchett

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Catherine Zeta-Jones
Dan Stulback
Dave Grohl
Dira Paes
Ellen Pompeo
Gerard Butler

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Gwen Stefani
Jack Black
Jason Bateman
Jason Priestley
Javier Bardem
Jay-Z

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Jennifer Aniston
Jennifer Lopez
Marcos Pasquim
Marilyn Mason

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Matthew McConaughey
Monica Martelli
Paul Rudd
Peter Dinklage
Renee Zellweger

 

 

Autoestima: fundamental em momentos de crise

Todo mundo precisa de autoestima. Principalmente quem busca realizar seus sonhos. Senão, como lidar com os momentos de crise, com as dificuldades ou até com aqueles comentários desanimadores, que ninguém merece escutar, mas que a gente acaba escutando.

Ter autoestima, se dar o devido valor e se tratar bem, nos devolve a vida que merecemos e pode, até mesmo, nos ajudar a encontrar pessoas que também nos estimam.  Recuperar o seu amor próprio para sentir-se melhor, reconhecer as pessoas que nos amam e melhorar nossos relacionamentos é possível.

A psiquiatra Hebe de Moura, que já atendeu milhares de pessoas que procuram melhorar a qualidade de vida, explica como é possível resgatar a nossa autoestima:

1) O que, afinal, é a autoestima?

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Foto: Shutterstock

A autoestima é a estima que temos por nós mesmos. Ela se traduz em uma sensação de aprovação que sentimos por nós que vem, em boa parte, da consciência do nosso próprio valor (de estimarmos o quanto valemos). Uma pessoa só estima, ou seja, só gosta, daquilo que valoriza, daquilo que tem valor para ela. Essa aprovação, essa consciência do nosso próprio valor, nos leva a uma aceitação de quem somos, que é a auto aceitação. Além disso, quando nos aprovamos e temos consciência do nosso valor, da nossa capacidade, passamos a ter também autoconfiança: a crença de que somos capazes.

2) Por que parece que algumas pessoas têm mais autoestima que outras?

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Na nossa maneira de ver, por incrível que pareça, todos temos a mesma autoestima. Ela nasce conosco, perfeita e continua perfeita sempre. Infelizmente, no decorrer da vida, as pessoas recebem muitas “desqualificações”: agressões, ofensas, ou um tratamento que não é o que merecemos, o que nos leva a diminuir a nossa “qualificação”, o nosso senso de valor. Isso pode nos levar a enxergar não mais o que verdadeiramente somos e o que “valemos”, mas o que outros acham que a gente vale (ou não vale). Desse modo, a ideia de valor que trazemos dentro de nós é corrompida, mas é porque a imagem que temos de nós mesmos está distorcida. É isso que, na nossa maneira de entender, leva aos problemas de autoestima: a distorção da autoimagem.
Porque, então, é como se tivéssemos que estimar, que gostar, não de quem verdadeiramente somos, mas de um estranho, de uma imagem adulterada, que não somos nós e que acreditamos que tem menos valor do que nós temos, na realidade!

3) Por que a autoestima é importante para vencer os desafios da vida?

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Ela traz confiança, segurança e uma postura que nos permitem depender menos do julgamento do outro e não nos abalarmos se esse juízo não for tão bom. Quem não tem a autoestima preservada tende a ser inseguro, carente e mais vulnerável a qualquer possível crítica, rejeição ou agressão.

4) Como lidar com um fora, a demissão do emprego ou o não, de um cliente?

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Quando sabemos o nosso verdadeiro valor, não é um fora, uma demissão ou um não, que vão alterar isso. O cliente pode não estar precisando do meu produto e, isso, não necessariamente é uma rejeição a mim ou diminui o meu valor. O mesmo acontece com um emprego ou na vida amorosa: ainda que a demissão ou o fora sejam uma rejeição a mim, isso não diminui a minha percepção do meu valor. Apenas me dá a indicação de que aquela empresa (ou parceiro) não precisa do que eu tenho para oferecer. Ou, mesmo, não me quer, talvez, porque ele não tenha condições de apreciar o meu valor! Isso pode, até, não ter a ver com o meu valor, mas com o que a pessoa é capaz de enxergar ou precisa naquele momento. Assim, qualquer rejeição pode ser absorvida, com o mínimo de dano (nesse caso, talvez, ainda haja um problema, pela quebra da expectativa).

5) Como identificar que a nossa estima é baixa?

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Em geral, a pessoa não tem autoconfiança, o que a leva a não confiar em sua própria opinião, o que as faz pensar demais, por ter medo de tomar decisões. Como ela não confia em sua capacidade, acaba tendo medo de desafios e se preocupando muito com o que vai ter que fazer, o que gera muita ansiedade. Como não acreditam que merecem nada, já que têm tão pouco valor, elas podem não ter a persistência necessária para obter resultados, e, por isso costumam conquistar menos.
Elas tendem a se avaliar com uma dureza excessiva mas, com os outros, podem ser indulgentes, até em exagero. Por isso, também, algumas dessas pessoas, que são muito ansiosas em relação ao fracasso e à rejeição dos outros, fazem de tudo para provar o seu valor. Nesse caso, elas podem se tornar muito bem-sucedidas, mas, ainda assim, se sentirem incapazes.

6) Uma pessoa com autoestima elevada é uma pessoa arrogante?

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Foto: FreeGreatPicture

A autoestima só leva à arrogância quando existe uma comparação do nosso valor, com o valor do outro. Se alguém se estima, isso é bom, mas, se o fato de ela acreditar que tem um grande valor, a leva, na comparação, a desprezar o outro, a acreditar que ele vale menos do que ela ou também, que ela é tão grande, que não precisa de ninguém para nada, é aí que a pessoa se torna arrogante.

Fonte: Hebe de Moura é médica psiquiatra, residente em São Paulo, formada pela Unifesp, coach, escritora e palestrante. Há 15 anos promove cursos, workshops e palestras relacionados à Consciência do Feminino e grupos terapêuticos, só para mulheres, sobre como vencer a depressão. Também realiza treinamentos em empresas. Autora dos livros “As 3 faces da Mulher” e “A Inteligência Feminina”, em seus 58 anos, já atendeu milhares de pessoas em busca de uma qualidade de vida melhor.