Arquivo da tag: azeite de oliva

Receita de rocambole de carne para o feriadão

O Carnaval deste ano virou outro feriado em família? A gente entende que as coisas podem ter saído um pouco do planejado, mas não há motivos para deixar de fazer desta data uma comemoração deliciosa!

Pensando nisso, a Castelo Alimentos criou a saborosa receita de Rocambole de Carne, ideal para um almoço super animado.

Rocambole de Carne

Ingredientes
500g de patinho magro moído
1 cebola picada
1 colher (chá) de sal
Pimenta do reino a gosto
1 ovo
Cerca de ½ xícara (chá) de aveia em flocos
1 colher (sopa) de Azeite de Oliva Castelo

Recheio
1 vidro de Palmito Açaí Castelo
1 cenoura ligeiramente cozida em cubos
4 colheres (sopa) de pimentão vermelho picado
2 colheres (sopa) de salsa picada

Modo de preparo
Misture a carne, a cebola, o sal, a pimenta e o ovo e vá adicionando a aveia até que fique uma massa firme. Reserve. Para o recheio, misture o Palmito Açaí Castelo picado, a cenoura, o pimentão e a salsa. Abra a massa de carne sobre um plástico em formato retangular untado com 1 fio de Azeite de Oliva Castelo. Espalhe o recheio por cima e enrole, apertando bem. Coloque em uma assadeira untada com azeite, pincele com o restante do Azeite de Oliva Castelo e leve ao forno médio (180℃), preaquecido por cerca de 30 minutos. Retire, espere amornar e corte em fatias. Sirva.

Dica: para evitar que o rocambole de carne abra durante o cozimento, aperte a parte de cima, central com as 2 mãos, formando um montinho central.

Rendimento: 6 porções
Tempo de Preparo: 50 minutos
Calorias: 200 a porção

Fonte: Castelo Alimentos

Mitos sobre o azeite: nutricionista explica sobre funcionalidade do produto

Aquecimento, cor e acidez ainda deixam consumidores em dúvida na hora de escolher ou preparar receitas com o famoso suco das azeitonas

O azeite de oliva é uma gordura proveniente da azeitona, o fruto da oliveira. Florescendo na primavera, as azeitonas passam pelo processo de maturação até ao outono, época em que acontece a colheita. A azeitona é um alimento presente em grande parte das cozinhas e o azeite é um dos elementos base da dieta mediterrânica, considerada uma das mais saudáveis do mundo.

Segundo um estudo realizado pela Fiesp o consumidor brasileiro busca cada vez mais por uma alimentação balanceada e saudável e, por esse motivo, o interesse pelo azeite cresce a cada ano no Brasil. Uma gordura rica em vitaminas e substâncias antioxidantes, o azeite é subdividido em três tipos:

Azeite Extravirgem

Nesta categoria, o produto deve ter até 0,8% de acidez e sem defeito organoléptico/sensorial, sendo este o tipo de azeite que tem melhor preservadas as suas qualidades de aroma e sabor. A acidez de até 0,8% é um indicativo de que todas as etapas de processamento (maturação da azeitona, colheita do fruto, limpeza, extração e embalagem) foram realizadas de forma adequada.

Azeite Virgem

Azeites que apresentam algum defeito sensorial e/ou com acidez acima de 2% são denominados azeite virgem. Azeites com acidez acima de 2% não são adequados para o consumo, sendo que estes produtos são submetidos a um processo químico denominado refinamento, o qual se reduz a acidez do produto adequando-o ao consumo.

Azeite de Oliva

O processo de refinamento nos azeites virgens remove, além da alta acidez, as substâncias aromáticas e de sabor, bem como os antioxidantes naturais, pigmentos de cor e as vitaminas do azeite. Nesta fração refinada do azeite, normalmente se adiciona uma pequena quantidade de azeite extra virgem para repor um pouco de sabor, aroma e cor ao produto final. Estes azeites, então, são denominados comercialmente como “Azeite de Oliva” e sua acidez é de até 1%.

Mas com tantas informações disponíveis atualmente sobre o produto, surgem também alguns mitos que permeiam o uso do azeite. Pensando nisso, a Andorinha, marca pertencente ao grupo Sovena e que importa para o Brasil os azeites e azeitonas do seu olival próprio em Portugal, nos ajuda a desmitificar quatro mitos sobre o azeite.

De acordo com a nutricionista Maria Julia Coto “A inserção do azeite na alimentação todos os dias apresenta inúmeros benefícios à saúde devido à sua elevada densidade nutricional. Por isso, é essencial desmistificar algumas dúvidas comuns que surgem em torno desse alimento, para assim, proporcionar maior conhecimento sobre o impacto das escolhas alimentares em boas condições de saúde a curto e a longo prazo, assim como o azeite é capaz de proporcionar.”

O azeite não pode ser exposto a altas temperaturas

Esse é um dos mitos mais recorrentes entre os consumidores, e isso faz com que o uso do azeite fique restrito apenas à finalização de pratos e ao tempero de saladas. Segundo as pesquisas, 1/3 dos consumidores acreditam que, quando aquecido, o azeite perde suas propriedades benéficas e por esse motivo não esquentam o produto. Mas, ao contrário do imaginário comum, o produto aquecido se mantém estável e benéfico ao combate de colesterol ruim e aumento do bom. Usado corretamente, em média até 180ºC, o azeite de oliva pode fazer a diferença para manter uma alimentação de qualidade.

De acordo com a nutricionista Maria Julia Coto, “diversos estudos científicos já comprovaram que o azeite pode ser aquecido em condições de uso doméstico sem prejuízos. É um mito acreditar que vira ‘gordura ruim’, pois estes estudos demonstraram que o aquecimento não altera o perfil de ácidos graxos do azeite, comprovando que não há uma mudança no perfil de gorduras, que se mantém de boa qualidade. Isso ocorre devido ao alto teor de antioxidantes presentes no azeite, moléculas que protegem as células de reações oxidativas. Assim, o azeite é capaz de manter a sua composição estável frente à oxidação térmica, sem que haja a formação relevante de compostos tóxicos ou gordura trans.”

O azeite de cor verde é melhor do que o dourado.

A ideia generalizada diz que a cor do azeite é fundamental na escolha. “Muitos consumidores preferem comprar azeites em tons verdes-dourados. E quando, visualizam azeites com colorações diferentes, acreditam que o produto esteja estragado. A crença de que o azeite amarelo é ruim, não é verdadeira visto que, os diferentes tons de azeite estão relacionados a variedade, as condições climáticas, a região e o ponto de maturação das azeitonas colhidas para a extração do óleo é que determinarão a cor”, explica a especialista.

A cor do azeite indica a tonalidade da azeitona no momento de colheita e extração do azeite. A mudança na coloração deve-se ao processo de amadurecimento do fruto. Além disso, o estágio de maturação das azeitonas também interfere no sabor do azeite. No início da safra, normalmente as azeitonas estão mais verdes e, por isso, originam azeites mais amargos e picantes, já no fim da safra, normalmente os azeites são mais doces e suaves. O importante é saber o que diferencia um tipo de azeite do outro e como escolher o mais adequado para cada ocasião de uso, ou de acordo com a sua preferência particular de paladar.

O azeite é como o vinho do Porto, melhora com o tempo.


Diferentemente do vinho, as características e as intensidades de sabor e aroma se mantêm melhor preservadas e são mais bem percebidas quando o azeite é “novo”, ou seja, quando consumido em data mais próxima de sua fabricação. De acordo com a especialista, muitas propriedades do alimento são termo e fotossensíveis, ou seja, quando exposto constantemente a luz e ao calor, o azeite pode sofrer o processo de oxidação.

O azeite deteriora-se ao longo do tempo, estar exposto à luz ou ao ar e temperatura elevada provocam sua oxidação — por isso é melhor consumi-lo mais cedo do que mais tarde.
“Para manter por mais tempo suas propriedades o ideal fechar muito bem embalagem após o consumo, para evitar contato excessivo com o oxigênio, e guardar em um local fresco protegido de calor e luz excessiva”, complementa.

A acidez do azeite de oliva reflete no aroma e sabor.

Diferente do que muitos pensam, a “acidez” do azeite não está relacionada a sensação de sabor ácido que alimentos como, por exemplo, o limão proporciona. Segundo a nutricionista, “Não é possível sentir no paladar, o grau de acidez indicado na embalagem do azeite serve apenas para indicar a classificação do azeite”.

Além disso, está relacionada ao teor de ácidos graxos livres da azeitona e só pode ser detectada por meio de testes laboratoriais. A acidez pode ser influenciada por alguns fatores, como qualidade da azeitona, pureza, maturação, estocagem e transporte, estando associada ao grau de degradação e oxidação do azeite. Levando isso em conta, um azeite com maior acidez apresenta maior oxidação e é nisso que se deve prestar atenção. Isso porque alguns produtos da oxidação de óleo são prejudiciais à saúde. Um azeite de boa qualidade não possui acidez maior do que 2% o que é o caso do portfólio Andorinha. As informações sobre a acidez do azeite, geralmente, podem ser encontradas no rótulo do produto.

Fonte: Andorinha

Robinson Crusoe lança no Brasil a ventrecha de atum em azeite de oliva

A parte mais nobre do atum, apreciada em países do Mediterrâneo, agora à disposição dos brasileiros

A Robinson Crusoe, empresa do Grupo espanhol Jealsa Rianxeira, um dos maiores produtores de pescados em conserva do mundo, acaba de acrescentar mais um item à sua linha gourmet – a Ventrecha de Atum em Azeite de Oliva.

Apreciada pelos paladares mais exigentes em países do Mediterrâneo, a Ventrecha é a parte inferior do atum. Com uma textura única, o produto une a delicadeza ao sabor intenso e proporciona uma experiência única. O azeite de oliva é o toque final que a Robinson Crusoe escolheu para o lançamento.

A Ventrecha é ideal para receitas que vão ao forno, conservas e até mesmo lanches. Além de ser riquíssima em ômega 3, o produto é versátil para a rotina dos brasileiros.

Um produto excepcional feito com a parte mais delicada e apreciada do atum, que atende aos mais altos padrões de qualidade e à mais rigorosa certificação global de sustentabilidade (MSC).

3D Ventrecha de Atum Robinson Crusoe 02 - PNG

Ventrecha – Preço sugerido: R$ 13,99

Informações:Robinson Crusoe

Azeite de oliva: nutricionista responde principais dúvidas e ensina receitas

Renata Guirau nutricionista do Oba Hortifruti dá dicas de como escolher, quais são as melhores formas de inserir o azeite na alimentação e os benefícios do consumo

Se existe um ingrediente que sempre está presente na cozinha, é o azeite de oliva! Prático e versátil, esse óleo é um dos itens mais utilizados na hora de agregar aroma e sabor nas mais variadas receitas. Para quem tem dúvidas sobre qual azeite escolher, como acrescentar na alimentação e como esse alimento pode beneficiar a saúde, a nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau, responde aos questionamentos que mais escuta no consultório.

Ao final, a profissional também ensina receitas simples nas quais o azeite ganha todo o destaque no prato: molho pesto, azeite aromático e até uma manteiga de azeite.

1. Quais são os benefícios do consumo do azeite?
Renata: Assim como outros tipos de óleos vegetais, o azeite é livre de colesterol ruim (LDL) e fonte de gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas (incluindo o ômega-9). O consumo auxilia no controle sérico de colesterol, ajuda a proteger a saúde cardiovascular e também a reduzir a inflamação do organismo.

Azeite Aromatizado (1) (002)

2. O azeite é mais saudável que outros tipos de óleo?
Renata: Como mencionado anteriormente, o azeite é um tipo de gordura que deve fazer parte da nossa alimentação, entretanto, ele sozinho não fornece todos os ácidos graxos essenciais que precisamos. Por isso, a recomendação é incluir outros tipos de gordura na dieta, principalmente o ômega-3 dos peixes. De qualquer forma, podemos considerar que é mais saudável que outros óleos vegetais, como o de soja e o de canola.

3. Qual a diferença entre os tipos virgem, extravirgem e refinado? Como escolher a melhor opção?
Renata: O que difere é principalmente o teor de acidez permitido em cada tipo. O azeite refinado pode ter acidez maior que 2%. É um produto geralmente obtido de azeitonas de qualidade inferior, sem padronização de sabor e que, por isso, precisa passar por refinamento industrial para padronização das características sensoriais. Já o azeite virgem deve ter acidez entre 1% a 2%. Ele deve ser extraído das azeitonas sem adição de nenhum produto químico. O azeite extravirgem é obtido desta mesma forma, mas deve ter acidez inferior a 1%. Também vale mencionar que o extravirgem é mais sensível ao calor, quando comparado às demais variedades. Na hora de escolher, os principais pontos a serem considerados são: o tipo de preparo (para cozinhar ou temperar) e o sabor que mais agrada. Há também quem goste de verificar a origem de produção.

4. Qual a melhor forma de inserir o azeite na alimentação?
Renata: A melhor maneira é usar no preparo de alimentos e no tempero de saladas. Também pode ser usado para regar carnes já prontas e massas. Outra opção, muito comum em países europeus, é regar pães com o azeite imediatamente antes do consumo. Dessa forma, conseguimos obter o sabor e aproveitar todos os benefícios do tempero.

Azeite Aromatizado (2) (002)

5. É verdade que aquecer o azeite pode ser prejudicial para a saúde?
Renata: Aquecer o azeite a altas temperaturas pode fazer com que ele produza uma substância chamada acroleína, que é irritante ao estômago. Isso acontece quando o azeite atinge temperatura suficiente para produzir uma fumaça esbranquiçada (o que chamamos de ponto de fumaça). Se o azeite for aquecido apenas para refogar algum tempero ou for utilizado para regar alguma preparação que será assada, dificilmente chegará a essa temperatura em que ele “queima”. Ainda assim, uma sugestão para esses preparos quentes seria usar o azeite virgem (e não o extravirgem), que é mais resistente à temperatura. É importante ressaltar que o azeite não é uma boa opção para o preparo de alimentos fritos sob imersão, como parmegiana, pastel e outros pratos em que o alimento é mergulhado na gordura fervendo.

6. O azeite engorda? Podemos consumi-lo à vontade?
Renata: O azeite engorda se for consumido em excesso, já que é uma gordura, ainda que boa. Todo alimento fonte de gordura será bastante calórico e deverá ser consumido com moderação. Não existe uma quantidade padrão indicada para cada pessoa. Pode ser consumido diariamente, desde que o suficiente para o preparo ou tempero dos alimentos. Dessa forma, não fará mal à saúde.

Agora que você já sabe como inserir o azeite de maneira saudável na sua alimentação, confira as receitas selecionadas pela nutricionista:

Molho Pesto

Molho Pesto (002)

Ingredientes
2 xícaras de folhas de manjericão fresco
1/2 xícara de nozes picadas
1 xícara de queijo parmesão ralado
2 dentes de alho picados
1 1/2 xícara de azeite
Sal a gosto

Modo de preparo:
Bata tudo no liquidificador ou mixer. Use para temperar saladas, acompanhando pães e torradas ou massas.

Azeite Aromatizado

azeite e pimenta

Ingredientes
100 ml de azeite extravirgem
1 dente de alho
1 ramo de alecrim
1 ramo de tomilho
1 pimenta dedo-de-moça fatiada

Preparo:
Coloque o azeite em um recipiente de vidro que possa ser bem fechado. Acrescente os temperos. Deixe descansando por pelo menos 5 dias antes de consumir. Use no preparo de receitas e para temperar saladas.

“Manteiga” de Azeite

Manteiga de Azeite (002)

Ingrediente
Azeite extravirgem
Manjericão a gosto (ou ervas de sua preferência)

Modo de preparo:
Separe uma forma de gelo. Cubra o fundo de cada espaço da forma de gelo com uma folha de manjericão. Acrescente o azeite, colocando mais uma folha no meio de cada espaço. Leve ao freezer e consuma em até 30 dias. Use em pães e torradas ou no preparo de receitas.

Fonte: Oba Hortifruti

Novidades Salon Line chegam ao mercado

Novos produtos da linha S.O.S Cachos Azeite de Oliva

 

shampoo-e-condicionador-sos-cachos-azeite-ombelgz6b56jxrp9rcxogewhnbyp6gs0zsvp4trxmo

A linha Azeite de Oliva Cachos Comportados – a grande surpresa de 2019 com dois grandes lançamentos na Beauty Fair – traz shampoo e condicionador para completar seu portfólio. Os dois novos produtos apresentam Azeite de Oliva, que auxilia na restauração da fibra, garantindo nutrição, maciez e cutículas seladas; e Óleo de Argan que nutre e hidrata a fibra capilar, ativos já conhecidos pelas apaixonadas por hidratação.

O shampoo garante uma limpeza nutritiva sem ressecar os fios, proporcionando um brilho intenso. Já o condicionador é o responsável por desembaraçar e selar as cutículas. Todos os produtos são veganos e possuem proteção UV.

 #Todecacho traz novo visual e exclusiva tecnologia Profix

Com o objetivo de reforçar o amadurecimento e crescimento da marca, a nova linha de finalizadores #Todecacho traz seis novos produtos com um visual mais clean, moderno e empoderado, sem deixar de lado a essência alegre e divertida da marca. São três cremes para pentear e três ativadores de cachos, que proporcionam desembaraço e fixação máxima.

A nova linha traz ao mercado a eficaz e exclusiva tecnologia Profix, que garante 72h de formatação, fixação e duração dos cachos e crespos, além de 24h de fragrância, ideal para quem procura uma finalização perfeita com volume controlado, brilho intenso e controle de frizz.

Os cremes para pentear e ativadores de cacho serão apresentados em duplas e diferenciados pelo tipo de curvatura correspondente. O creme para pentear e o ativador de cacho para todas as curvaturas possuem em suas fórmulas Babosa e Águas de rosas que proporcionam hidratação profunda, brilho intenso, fortalecimento e crescimento saudável dos fios.

O creme para pentear e ativador destinados a cabelos cacheados são compostos por Babosa e Goji Berry, responsável pela regeneração da fibra capilar e extramaciez. Já o creme e ativador para cabelos crespos contêm Babosa e Polpa de coco, que nutre e traz sedosidade aos fios.

salon line 111

Os lançamentos da nova linha de finalizadores são veganos e possuem proteção UV para os fios.

Onde encontrar: todos os produtos da marca estão disponíveis nas principais farmácias e perfumarias, além doe-commerce Salon Line.

 

Secretaria de Agricultura dá dicas para evitar a compra de azeites fraudados

Você sabe o que analisar na hora de comprar azeite de oliva extravirgem? Consegue reconhecer se o azeite está fraudado ao prová-lo? Sabe armazenar o produto de forma correta? A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo mantém o grupo Oliva SP que desenvolve pesquisas multidisciplinares na área de produção de azeite de oliva.

Coordenado pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), o grupo busca incentivar a produção paulista de azeites de alta qualidade e conscientizar os consumidores sobre as características de um bom produto. Pesquisas desenvolvidas pelo Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital-Apta) e Unicamp mostra que o produto fraudado além de doer no bolso do consumidor, também traz prejuízos para a saúde.

De acordo com a pesquisadora do Ital, Ana Maria Rauen Miguel, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) estabeleceu em 2012 legislação que traz as características de classificação do azeite de oliva em extravirgem, virgem e lampante, este último considerado inadequado para o consumo humano.

azeite

“O azeite extravirgem não pode ter a mistura de outro tipo de óleo, porém, uma fraude comum que ocorre no Brasil é a mistura de óleo de soja ao azeite, já que este é o mais barato dos óleos vegetais e tem sabor e odor neutros que não modificam o cheiro e o gosto do azeite. Na Europa é muito comum também a fraude com a mistura de óleo de amêndoas”, explica.

Além de doer no bolso do consumidor, o azeite fraudado também pode causar impacto na saúde. Pesquisa desenvolvida pelo Ital, em conjunto com a Unicamp, mostrou que os contaminantes ésteres de monocloropropanol e glicidol, cuja formação é induzida pelo calor, foram encontrados em azeites comercializados como extravirgens. Essas substâncias, porém, são formadas durante o refinamento de óleos vegetais sob alta temperatura e não deveriam ser verificadas em azeites sem a mistura desse tipo de óleo.

Além de identificar um novo método para verificação de fraude, o trabalho prova que o produto adulterado pode causar prejuízos para a saúde do consumidor. Essas substâncias são consideradas carcinógenas e algumas delas podem levar à supressão da função imunológica.

Segundo a pesquisadora da Apta, Edna Bertoncini, que coordena o Oliva SP, a grande dica para os consumidores é preferir os produtos brasileiros, que passam por um processo de logística mais rápido do que os produtos importados. “Diferentemente do vinho, um bom azeite de oliva precisa ser novo. Quanto mais novo, melhor. O Brasil – e São Paulo – produzem ótimos produtos, muitos deles premiados em concursos internacionais”, conta.

Edna explica que a melhor forma para identificar a fraude e a qualidade dos azeites é a realização de análises sensoriais. “O consumidor precisa aprender a degustar o produto. Com técnicas simples ele descobre com facilidade os produtos fraudados”, afirma.

Confira algumas dicas na hora de comprar e armazenar os produtos.

Supermercado

azeite

– Compre azeites envasados em embalagens bem escuras. A luz é um dos fatores que prejudicam a qualidade dos azeites.

– Produtos envazados em embalagens de metal (lata) podem ser uma boa opção.

– Verifique se os produtos estão expostos no supermercado em locais frescos e sem a incidência direta de luz.

– Analisar o índice de acidez não ajuda muito na compra do azeite, isso porque o produto é analisado no momento do envase e na logística de transporte até chegar a mesa do consumidor os índices de acidez podem não ser aquele expresso na embalagem.

– Opte por produtos com data de envase mais recente e só consuma azeites dentro do prazo de validade. A pesquisadora da Apta ressalta, porém, que a data de envase do azeite nem sempre corresponde ao dia em que ele foi extraído. É sabido que algumas empresas demoram muito a fazer o envase após a colheita das azeitonas.

 

– Prefira comprar embalagens menores do produto, assim é possível consumi-lo de forma mais rápida e dentro do prazo de validade.

– Desconfie de produtos muito baratos. Um litro de azeite extravirgem produzido na Europa custa de 6 a 10 Euros, ou seja, de R$ 30 a R$ 50, isso sem as taxas de importação e lucro do importador e revendedor. Produtos importados da Europa e vendidos no Brasil com preço abaixo disso, podem não ter a qualidade esperada. Os azeites da América do Sul podem chegar a preços menores no mercado brasileiro, em função da redução de impostos para o Mercosul.

– Observe o rótulo. Evite comprar azeites que foram produzidos e envasados em locais diferentes. Apenas a informação do local de envase não é suficiente para identificar a procedência do produto.

– Fique atento as pequenas letras do verso da embalagem. Alguns azeites são propagandeados como extravirgens na frente da embalagem e atrás, com letras pequenas, é explicado que o produto é refinado, ou seja, possui mistura de óleo.

Em casa

oleo de oliva

As análises degustativas ou sensoriais, segundo a pesquisadora da Apta, são as mais eficientes na hora de identificar se um azeite é mesmo extravirgem. Assim que comprar o produto, faça alguns testes para identificar seus defeitos:

– Coloque um pouco de azeite em um copo plástico. Ao cheirá-lo verifique se sente odor de ranço (de óleo velho, manteiga estragada), aquecimento (cheiro de azeitona em conserva), acético (cheiro de vinagre) e mofo. Esses odores ou defeitos não podem ser encontrados em azeites extravirgem. Se sentir algum desses odores, mesmo que em intensidade baixa, o azeite não é mais classificado como extravirgem.

– Os azeites extravirgens possuem os odores de frutado verde como folha verde, grama recém-cortada ou de frutado maduro, como banana e maçã. Lembre-se, a azeitona é uma fruta, então quanto mais cheiro de fruta verde o azeite tiver, melhor será sua qualidade.

– Após sentir o odor do azeite verificando se não há defeitos (ranço, aquecimento, acético, mofo) e se há qualidades (frutado verde ou maduro), deve-se colocar uma pequena quantidade do óleo na boca, rodá-lo pela boca e sentir se é amargo (percebido na lateral da língua) e picante (picadinhas sobre a língua e na garganta). Quanto mais amargo e picante for o azeite mais benefícios trará para a saúde, pois terá maior quantidade de polifenóis.

– Caso tenha comprado um azeite e ele apresentar defeitos e não ter as qualidades de frutado verde ou maduro ou o amargor e picância, não compre mais esta marca. Denuncie o produto e o seu lote para o supermercado, Procon e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Assim estará contribuindo para a seleção de bons azeites no mercado brasileiro.

azeite-de-oliva-76
Foto: Oliva

– Fique tranquilo se ao consumir o azeite perceber que o óleo não está translúcido. Essa é uma característica comum nos azeites e não é indicativo de fraude ou má qualidade. Fique atento, porém, se o produto não está fora da data de validade. Se tiver, não o consuma.

Armazenamento

azeite de oliva

Não adianta comprar um bom produto e armazená-lo de forma incorreta. O melhor azeite do mundo ficará rançoso um dia e, se mal conservado, esse dia será breve. Deixe o azeite sempre longe de locais quentes. Opte por guardá-lo em armários frescos e longe da luz. A temperatura correta de armazenagem é menor que 15ºC.

Outra coisa importante: não guarde o produto destampado.

Fonte: Apta

Os 10 melhores alimentos para o seu coração 

Uma dieta saudável não precisa ser chata ou sem graça… Vamos te mostrar como estes alimentos podem deixar seu coração feliz e saudável ao mesmo tempo. Descubra quais são esses alimentos que fazem sucesso nas dietas.

1) Aveia

aveia iogurte frutas pixabay
Pixabay

Comece o seu dia com uma tigela de mingau de aveia, que está lotada de ácidos graxos ômega-3, folato e potássio. Este superalimento rico em fibras pode reduzir os níveis de colesterol LDL (o “ruim”) e ajudar a manter as artérias limpas. Opte por flocos de aveia ou farelo de aveia ao invés das opções instantâneas – que contêm mais fibra – e adicione mais 4 gramas de fibra com uma banana.

2) Salmão

salmão.jpg
Rico em ácidos graxos ômega-3, o salmão pode efetivamente reduzir a pressão arterial e manter as artérias limpas. Consuma 2 porções por semana, o que pode reduzir o risco de sofrer um ataque cardíaco fulminante em até um terço. O salmão contém o carotenoide astaxantina, que é um poderoso antioxidante. Mas não se esqueça de escolher o salmão selvagem ao invés do salmão de criadouro, pois este pode conter inseticidas, pesticidas e metais pesados. Não é fã de salmão? Outros peixes oleosos como a cavala, o atum, o arenque e as sardinhas irão proporcionar os mesmos benefícios para o seu coração.

3) Nozes

nozes.jpg
Nozes estão cheias de ácidos graxos ômega-3 e, juntamente com amêndoas e macadâmias, estão carregadas com gordura mono e poli-insaturada. Além disso, as nozes aumentam a fibra na dieta e, assim como o azeite de oliva, elas são uma grande fonte de gordura saudável.

4) Azeite de Oliva

azeite.jpg
Cheio de gorduras monoinsaturadas, o azeite de oliva diminui o colesterol LDL (o “ruim”) e reduz o risco de desenvolver doenças cardíacas. Alguns estudos analisaram as incidências de doenças cardiovasculares em todo o mundo, mostraram que, enquanto os homens tinham uma predisposição para níveis elevados de colesterol, relativamente poucos morreram de doenças cardíacas, pois suas dietas tinham muitas gorduras saudáveis encontradas no azeite de oliva. Opte pelos azeites extravirgem ou virgem – eles são os menos processados – e use-os no lugar da manteiga para cozinhar.

5) Linhaça

linhaça.jpg
Cheio de fibra e ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, uma pequena quantidade de linhaça pode fazer muito bem para o seu coração. Adicione a uma tigela de mingau de aveia ou de cereais integrais um pouco de linhaça em pó para ter um café da manhã benéfico para o seu coração.

6) Bagas

blueberries-raspberries-strawberries e pixabay
Pixabay

Os mirtilos, framboesas, morangos – independentemente qual seja a sua favorita – estão cheios de anti-inflamatórios, que reduzem o risco de doenças cardíacas e câncer. Amoras silvestres e mirtilos são ótimas. Todas as bagas são ótimas para a saúde vascular.

7) Espinafre

espinafre.jpg
Espinafre pode ajudar a manter o seu coração em ótima forma graças à luteína, folato, potássio e fibra. Mas impulsionar as suas porções com qualquer tipo de vegetal irá com certeza trazer benefícios para o seu coração. Um estudo examinou homens sem doença cardíaca por um período de 12 anos. Aqueles que comeram pelo menos 2,5 porções de vegetais todos os dias reduziram o risco de doença cardíaca em cerca de 25% em comparação com aqueles que não consumiram nenhum vegetal. Cada porção adicional reduziu o risco em mais de 17%.

8) Leguminosas

leguminosas

Encha-se de fibra com lentilhas, grão-de-bico, feijão preto e feijão carioca. Eles estão repletos de ácidos graxos ômega-3, cálcio e fibras solúveis.

9) Abacate

abacate vitamina
Adicione à sua dieta um pouco de abacate através de sanduíches ou saladas de espinafre para aumentar a quantidade de gorduras saudáveis para o coração. Lotado de gordura monoinsaturada, o abacate pode ajudar a diminuir os níveis de colesterol LDL, aumentando a quantidade de colesterol HDL no seu corpo.

10) Soja

soja
Os grãos de soja pode reduzir o colesterol e, por possuir um baixo teor de gordura saturada, ainda é uma grande fonte de proteína magra para uma dieta saudável para o coração. Procure por fontes naturais de soja, como edamame, tempeh ou tofu orgânico. O leite de soja é uma grande adição a uma tigela de mingau de aveia ou cereais integrais. Mas tome cuidado com a quantidade de sal na sua soja: algumas variedades processadas como salsichas de soja podem conter adição de sódio, o que aumenta a pressão arterial.

Fonte: All Nuts

 

 

Azeite de oliva pode ser usado para tratar constipação?

A constipação é um problema digestivo comum que pode afetar pessoas de todas as idades. É definido por ter menos de três evacuações por semana ou movimentos intestinais secos, duros, pequenos ou difíceis de passar.

Embora algumas pessoas possam pensar que fazer uma evacuação diária é necessário, a Associação Americana de Gastroenterologia afirma que nem sempre é esse o caso. Algumas pessoas podem ter evacuações todos os dias e ainda ter constipação se as fezes estiverem secas e duras.

Outros podem ter apenas evacuações três vezes por semana, mas terem fezes regulares e moles. A dureza e consistência das fezes podem ser um melhor sinal de constipação do que a frequência de evacuações. Muitas pessoas experimentarão constipação em algum momento. Viajar, mudanças na rotina ou certos alimentos podem causar mais evacuações no curto prazo.

Embora a constipação geralmente não seja grave, muitas vezes é desconfortável. Pode causar dor de estômago, inchaço e náusea. A constipação a curto prazo geralmente desaparece sozinha após a pessoa retornar às rotinas normais e aos hábitos alimentares.

Em alguns casos, a constipação pode durar semanas ou mais. Isso pode levar a problemas de saúde a longo prazo, incluindo:

-Hemorroidas: veias dilatadas no ânus que podem causar dor, irritação, sangramento e coceira
-Pequenas fissuras no ânus que podem causar dor ou coceira
-Uma grande massa de fezes fica presa no reto
-Prolapso retal, onde o reto desliza para fora da sua posição normal

Tratando a constipação com azeite

azeite-de-oliva-5

O azeite pode ser uma maneira segura e saudável de fazer as fezes se moverem novamente. As gorduras no azeite podem ajudar a tornar o interior do intestino mais suave, tornando as fezes mais fáceis de passar. Também pode ajudar as fezes a manter mais água, mantendo-as mais suaves.

Uma colher de sopa de azeite, tomada com o estômago vazio pela manhã, pode aliviar a constipação para muitos adultos saudáveis. Tomar mais do que essa quantidade pode levar a diarreia e câimbras, por isso não é recomendado.

O azeite de oliva não é recomendado para bebês e crianças com constipação. A Academia Americana de Pediatria recomenda uma pequena quantidade de suco de maçã ou pera, xarope Karo ou purê de ameixas para bebês. Crianças pequenas e mais velhas podem obter alívio com alimentos ricos em fibras, como ameixas, damascos e cereais integrais. Se as mudanças na dieta não ajudarem, as crianças devem consultar um médico para tratamento adicional.

Outros benefícios do azeite para a saúde

azeite de oliva

O azeite de oliva não é apenas útil para a constipação, mas tem outros benefícios para a saúde também. É um alimento básico na dieta mediterrânea, que está ligada a um menor risco de certas doenças e uma vida mais longa.

O óleo tem efeitos anti-inflamatórios que podem reduzir o risco de diabetes, doenças cardíacas, certos tipos de câncer, artrite e doenças degenerativas, como Alzheimer ou  Parkinson. Também pode diminuir o risco de depressão de uma pessoa.

A American Heart Association (AHA) recomenda tomar azeite para melhorar a saúde do coração, devido às suas gorduras monoinsaturadas saudáveis. Pessoas saudáveis com mais de dois anos de idade devem receber 25% a 35% de suas calorias diárias de gorduras monoinsaturadas ou poli-insaturadas, segundo a AHA. Consumir principalmente gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas e limitar as gorduras saturadas e trans pode ajudar a melhorar os níveis de colesterol.

O azeite de oliva também contém vitamina E, um nutriente importante que está faltando na dieta de muitas pessoas.

Embora diferentes tipos de azeite estejam disponíveis nas lojas, o extravirgem pode oferecer mais benefícios para a saúde. Quando um óleo é rotulado de “extravirgem”, significa que o fruto foi simplesmente pressionado para extrair o óleo.

Outros tipos, como o azeite “light”, podem ter sido extraídos com produtos químicos ou em processos diferentes. Isso pode refinar e filtrar alguns dos compostos naturais da azeitona.

Outros óleos que podem ser usados no tratamento da constipação

colher de remedio shutterstock
Shutterstock

Usar óleos para alívio da constipação não é uma nova tendência. O óleo de mamona tem sido usado há anos para tratar a constipação, embora sua ação seja diferente dos efeitos suaves do azeite. O óleo de rícino afeta os músculos do intestino, fazendo com que eles se contraiam e se movam. Isso muitas vezes estimula as fezes a passarem pelo intestino.

Às vezes, as mulheres grávidas são aconselhadas a tomar óleo de mamona para induzir o parto em uma gravidez a termo tardia, pois isso pode causar a contração do útero. As mulheres grávidas devem discutir o uso do óleo de mamona ou quaisquer medicamentos ou suplementos com seu médico antes de tomá-los.

O óleo mineral ajuda a amolecer as fezes de maneira semelhante ao azeite. Um estudo no Journal of Renal Nutrition sugere que o azeite de oliva funcionou tão bem quanto o óleo mineral para pacientes submetidos à diálise que sofrem de constipação. Os pacientes tomaram quatro mililitros de azeite por dia.

Outros tratamentos

Para casos leves de constipação, as mudanças no estilo de vida, como beber mais água, fazer mais exercícios e comer mais fibras, são frequentemente recomendadas. Se essas medidas não fornecerem alívio suficiente, os laxantes podem ajudar. Eles devem ser usados ​​com moderação, a menos que um médico diga o contrário. Isso porque o intestino pode se tornar dependente deles para estimular seus músculos.

Muitas opções de tratamento estão disponíveis e funcionam de diferentes maneiras para aliviar a constipação:

colher remedio mel laxante

=Suplementos de fibra adicionam volume às fezes e facilitam a passagem. Exemplos: Citrucel, FiberCon, Metamucil.
=Amaciadores de fezes ajudam a obter fluido para as fezes e são frequentemente recomendados após cirurgia ou parto. Exemplos: Colace, docusate.
=Os laxantes osmóticos ajudam o intestino a manter mais fluido, em vez de absorvê-lo. Isso ajuda a suavizar as fezes. Exemplos: Leite de Magnésia, Miralax, Sorbitol.
=Os lubrificantes ajudam a tornar as fezes mais escorregadias para que possam passar facilmente do cólon. Embora o óleo de oliva seja considerado um lubrificante quando tomado como um laxante, outros lubrificantes estão disponíveis. Exemplos: óleo mineral, frota, zymenol.
=Os laxantes estimulantes causam contrações e movimentos no intestino. Em geral, eles só devem ser usados ​​com casos mais graves de constipação e sob orientação médica. Exemplos: Correctol, Dulcolax, Senocot.

Quando ver um médico

homem banheiro constipação diarreia SII

Algumas pessoas podem se tornar dependentes de laxante se o usarem por muito tempo, especialmente os estimulantes. As pessoas que sentem que não podem ter uma evacuação sem tomar um laxante primeiro devem conversar com seu médico. Com essa ajuda, podem ser desmamadas ou encontrar outras maneiras de aliviar a constipação.

Tratar constipação ocasional com azeite ou outro produto pode ajudar a evitar desconforto e tem benefícios para a saúde.

A constipação a longo prazo pode ser um sinal de outro problema de saúde ou pode ser uma reação a certos medicamentos. As pessoas que acham que seus movimentos intestinais são consistentemente duros, secos ou dolorosos devem consultar seu médico para aconselhamento.

Causas

A constipação pode ser causada por uma grande variedade de fatores. Alguns dos mais comuns incluem:

-Alterações hormonais, incluindo gravidez ou após o parto
-Certos medicamentos, incluindo pílulas de água, antiácidos, analgésicos receitados, antidepressivos e suplementos de ferro
-Demasiada pouca fibra na dieta
-Falta de exercício
-Alguns problemas de saúde, como tireoide subativa e diabetes
-Problemas com o sistema digestivo, como a síndrome do intestino irritável
-Cirurgia recente
-Quando se ignora ou adia a vontade de usar o banheiro

Às vezes, uma pessoa pode ter constipação sem uma causa clara. Os adultos mais velhos e as mulheres são mais afetados que outros grupos.

Por Jennifer Berry – Medical News Today

 

 

 

Quais cuidados devemos ter na escolha do azeite?

Preços muito abaixo do mercado exigem atenção redobrada do consumidor; qualquer suspeita em relação à qualidade do produto deve ser denunciada ao PROCON ou ao Ministério da Agricultura

A oferta de azeites extravirgem a preços muito baixos nas gôndolas dos supermercados de todo o país tem crescido consideravelmente, mesmo com a desvalorização cambial e o momento instável do país que, consequentemente, tendem a fazer com que os preços dos produtos subam.

“O consumidor deve ficar atento a informações como origem do azeite, local de envase, data de fabricação e validade, por exemplo. São questões importantes que podem auxiliar no momento da compra”, afirma Rita Bassi, presidente da OLIVA (Associação Brasileira de Produtores, Importadores e Comerciantes de Azeite de Oliveira).

No Brasil é possível encontrar azeites de diversos países, porém, independente da origem, é importante que o produto já venha envasado, pois isso diminui consideravelmente a possibilidade de fraudes.

“Em nosso programa de controle de qualidade de azeites coletamos cinco amostras do mesmo lote das marcas analisadas vendidas no varejo. Duas são enviadas para laboratórios credenciados pela OLIVA no Brasil, duas permanecem na OLIVA para contraprova, caso necessário, e uma é encaminhada para análise do COI – Conselho Oleícola Internacional, do qual a OLIVA é associada”, explica Rita Bassi.

O objetivo é assegurar que o consumidor possa comprar produto autêntico e sem misturas. Qualquer suspeita em relação a fraudes deve ser denunciada ao PROCON ou ao Ministério da Agricultura.

azeite-de-oliva-prova
Foto: Oliva

Principais características do azeite extravirgem:

É extraído da azeitona unicamente por processos mecânicos ou outros meios físicos, sob controle de temperatura adequada, mantendo-se a natureza original do produto. O azeite extravirgem deve ter acidez menor ou igual a 0,8%.

Dicas importantes:

· Azeites engarrafados na origem conservam as características do produto.

azeite-de-oliva-76
Foto: Oliva

· Manter a embalagem em local fresco e sem incidência de luz, pois ela pode modificar as características do azeite, comprometendo seu sabor. Por esse motivo dê preferência às embalagens escuras.
· A cor não é parâmetro para avaliação, pois pode variar dependendo do clima e variedade da azeitona, bem como maturação do fruto.

azeite-de-oliva-2
Foto: Oliva

· A acidez do azeite não está relacionada à qualidade e sim a proporção de ácidos graxos livres (expressos em ácido oleíco). A baixa acidez é consequência, entre outros fatores, das azeitonas estarem em perfeitas condições quando são prensadas ou do bom armazenamento do azeite. A porcentagem de acidez do azeite não tem sabor ou cheiro.

azeite-de-oliva-5
Foto: Oliva

· Sempre verificar a data de fabricação e validade do produto.

Fonte: Oliva