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Almond Breeze amplia portfólio e lança primeiro Creme com Amêndoas do Brasil

O produto cumpre o papel do tradicional creme de leite

Estrogonofe, mousse, cobertura, goiabada com creme… essas e muitas outras receitas ganham, a partir de agora, uma nova opção de ingrediente saboroso e sem leite: o Creme com Amêndoas Almond Breeze, em embalagem de 200g. O produto é um lançamento da Blue Diamond, em parceria com o Laticínios Bela Vista, que licencia, no Brasil, a marca Almond Breeze.

Cremoso, naturalmente sem lactose e sem glúten, o lançamento apresenta alta performance em receitas doces e salgadas. O Creme com Amêndoas Almond Breeze é uma alternativa ao creme de leite de origem animal, tanto para receitas doces como salgadas, inclusive em preparos que precisam ser aquecidos.

“Em sua formulação, não há presença de amendoim, soja, leite ou qualquer outro tipo de proteína animal. Sendo assim, apresentamos um produto que é ideal para o público vegetariano, vegano ou alérgicos à proteína do leite, e que faz questão de apreciar preparos deliciosos. A performance deste creme sem leite em receitas é surpreendente!”, destaca o Diretor da Blue Diamond para a América Latina, Edgar Fernandes.

Novo sabor da Bebida com Amêndoas Almond BreezeTM

Além do lançamento inédito no Brasil, a marca oferece mais uma novidade na sua linha de bebidas vegetais: o Almond Breeze Amêndoa e Coco, uma inovadora e deliciosa combinação de ingredientes e sabores, disponível na embalagem de 1 litro. Além de ser naturalmente sem lactose e livre de proteínas de origem animal, o produto é rico em vitaminas e cálcio, sendo ideal para quem procura uma alimentação mais leve e saudável.

“Quando a Almond Breeze chegou ao Brasil, apresentamos para o público a bebida de amêndoas em três sabores: Original, Baunilha e Chocolate. Por ser uma opção de bebida saudável e ao mesmo tempo muito saborosa, ela caiu no gosto dos consumidores e, para atender diversos pedidos, desenvolvemos um novo produto, misturando as amêndoas da Califórnia com a brasilidade do coco. O resultado é um produto gostoso, saudável e refrescante, no ponto do paladar brasileiro”, conta Ricardo Ebel, Executivo da marca para o Brasil e o Cone Sul.

Os consumidores brasileiros poderão conhecer o primeiro Creme com Amêndoas do país e escolher o novo sabor da bebida vegetal Almond Breeze Amêndoa e Coco nas gôndolas dos principais pontos de vendas, além das opções de compra pelos sites de e-commerce, como Magazine Luiza, Extra, Amazon, Americanas.com.

Informações: Almond BreezeTM

Grupo Heineken anuncia a distribuição da cerveja Blue Moon no Brasil

Acordo de distribuição exclusiva com a cervejaria americana Molson Coors terá início no terceiro trimestre de 2021

O Grupo Heineken, segunda maior cervejaria do país, anuncia acordo de distribuição exclusiva da marca de cerveja Blue Moon no Brasil. O acordo, que terá início no terceiro trimestre de 2021, envolve a importação, venda e distribuição da cerveja em todo o território brasileiro, por meio da rota de distribuição do Grupo HEINEKEN, que inclui os centros de distribuição e rede de revendas exclusivas.

A Blue Moon é uma cerveja premiada, no estilo belga witbier – cerveja clara de trigo. A marca chega ao Grupo Heineken para fortalecer o portfólio de cervejas artesanais da Companhia, que também conta com as marcas Baden Baden, Lagunitas e Eisenbahn.

A força do modelo de distribuição do Grupo Heineken no Brasil, formado por mais de 30 centros de distribuição e uma rede de revendas exclusiva, aumentará a capilaridade da cerveja Blue Moon no País, que poderá ser encontrada em novas praças e mercados nacionalmente, nas versões lata e garrafa de 355ml.

“Nós celebramos muito a chegada da Blue Moon ao nosso portfólio, isso reforça o nosso compromisso de levar ainda mais qualidade para os consumidores e democratizar o acesso ao universo das cervejas artesanais, categoria com maior potencial de crescimento no Brasil. Temos uma ampla variedade de estilos e sabores, por isso a Blue Moon, que é uma cerveja premiada, com chancela de qualidade global, terá um papel fundamental em nosso portfólio, tornando-o ainda mais forte e completo, para apoiar o crescimento do grupo no Brasil”, afirma Mauricio Giamellaro, presidente do Grupo Heineken no Brasil.

Fonte: Grupo Heineken no Brasil

Dicas de Spencer Amereno para um coquetel perfeito

Head Bartender do Guilhotina bar sugere o passo a passo para caprichar e curtir com um dos drinks mais famosos

Em 9 de abril foi comemorado o Dia Nacional da Gim Tônica nos EUA. Não se sabe ao certo o motivo, mas podemos dizer que um coquetel tão saboroso e tradicional merece, sim, a própria data. E para aproveitar a comemoração, Spencer Amereno, premiado Head Bartender do Guilhotina Bar (eleito em 2019 o 15º melhor bar do mundo), sugere o passo a passo para montar o gin tônica perfeito.

Como montar o Gin & Tonic perfeito, por Spencer Amereno

=Primeiro, é preciso saber que um bom gin & tonic leva basicamente dois ingredientes, além do gelo e garnish – aquela guarnição que acompanha o coquetel. Então, certos detalhes do drinque vêm mais à tona do que em outras configurações de misturas. Pense nesta estrutura na hora de montar a sua combinação.

=Ao montar o coquetel, coloque primeiro o gelo. Sirva o gim em seguida e deixe a tônica para o final. Verta o líquido o mais perto possível do copo, sempre. A intenção é que, com gentileza, você não desperdice as microbolhas da tônica.

=Na hora de escolher o copo que será servido o drinque, lembre-se de que a taça bojuda (ou conhecida como taça balão) concentra mais os aromas do coquetel, mas na prática é mera questão cultural entre utilizar essa taça ou o copo highball, mais tradicional. Se for servir ou consumir o drinque na taça, é interessante carregar pela haste para não transferir calor com o copo e esquentar seu coquetel.

=O gelo é parte essencial do coquetel. Se quiser ser um ice expert, crie uma prateleira na parte superior da geladeira ou embaixo do freezer (algumas geladeiras já vêm com esse compartimento) para estocar suas pedras, esferas ou outros formatos. Use sempre fôrmas de silicone, pois, na mudança de estado físico de líquido para sólido, ocorre uma expansão e pode quebrá-las.

=Gosto de utilizar cítricos como garnish (casca ou fatia) nesse drinque, pois combinam super bem com gim e são muito aromáticos. Apenas tome cuidado, pois os óleos essenciais, por serem bem ácidos, podem eliminar algumas borbulhas da tônica. Use com moderação e criatividade.

Fonte: Guilhotina Bar

Berggren lança cerveja que leva em sua composição polpa natural de amora

A cerveja é uma Catharina Sour, primeiro estilo de cerveja brasileiro que foi aceito pelo BJCP (Beer Judge Certification Program), organização de certificação mundial para juízes de cerveja e bebidas fermentadas

Rica em vitamina C e vitamina A, e com propriedades antioxidante, anti-inflamatória e cicatrizante, além de minerais e ferro, a amora é uma fruta tropical encontrada na Ásia, África e América.

Utilizada em diversas receitas que vão desde sorvetes de frutas vermelhas até bolo, ela também pode ser uma ótima opção para quem quer se refrescar no calor com uma cerveja bem gelada que a leva em sua composição. Pensando nisso, a Berggren acaba de lançar a Sour Amora, uma cerveja que leva em sua receita uma carga generosa da polpa natural da fruta.

A Berggren Sour Amora possui uma cor roxa intensa e é levemente turva, uma característica do estilo, além do corpo leve, acidez lática presente e espuma branca. É uma bebida leve, saborosa, aromática e ideal para os dias quentes. O copo mais indicado para apreciar uma Catharina Sour é o flute, que também é utilizado para espumantes. A acidez presente nas cervejas Sour é capaz de limpar o paladar, então elas harmonizam com peixes, comidas mais gordurosas e frutos do mar.

A cerveja é uma Catharina Sour, primeiro estilo de cerveja brasileiro que foi aceito pelo BJCP (Beer Judge Certification Program), organização de certificação mundial para juízes de cerveja e bebidas fermentadas. Como o próprio nome já diz, o estilo foi criado por cervejarias de Santa Catarina em 2016, após um workshop com cervejarias locais. Porém, o estilo só foi reconhecido pelo BJCP em 2018.

Berggren Sour Amora garrafa de 355ml – Preço: R$ 15,00

Fonte: Berggren

Nestlé lançará mais de dez itens plant-based ao longo de 2021

A primeira novidade chega em março, com a marca Nescafé Dolce Gusto, que trará ao mercado as primeiras opções de bebidas vegetais em cápsulas

No ano em que completa 100 anos de presença no Brasil, a Nestlé vai investir na ampliação de seu portfólio plant-based, como parte de seu compromisso de ajudar a levar soluções nutricionais para atender diferentes perfis e necessidades da população brasileira. No total, serão mais de 12 novos itens lançados no mercado brasileiro ao longo de 2021. Nos últimos três anos, a companhia investiu cerca de R$ 40 milhões nesta frente.

As inovações são parte de uma estratégia global da Nestlé para estar ao lado dos consumidores em suas opções, tanto para aqueles que adotaram a alimentação vegana ou vegetariana, quanto para os flexitarianos – ou seja, pessoas que seguem uma mudança de comportamento para reduzir o consumo de itens de origem animal -, além daqueles que buscam adotar hábitos alimentares e estilos de vida diversificados.

Segundo pesquisa da GFI Brasil em parceria com o IBOPE, realizada em 2020, 49% dos brasileiros declaram terem reduzido o consumo de carne e 59% já incluem bebidas vegetais em sua dieta, sendo que 39% afirmam que já consomem alternativas vegetais pelo menos três vezes por semana. Os motivos para o consumo de produtos plant-based acompanham tanto um aumento da população vegetariana quanto um maior envolvimento das pessoas com questões ambientais e busca por novas opções mais equilibradas. No caso das bebidas vegetais, o consumo também é motivado por uma parcela da população que possui intolerâncias ou alergias relacionadas ao leite animal.

Pioneirismo no mercado de cápsulas

O primeiro lançamento plant-based da Nestlé no ano será com Nescafé Dolce Gusto, a primeira marca de cápsulas a adentrar esta categoria. Serão dois novos itens do portfólio de Lattes.

O Macchiato Amêndoas é um produto marcado pela combinação da leveza das notas de amêndoas com o sabor de café levemente tostado.

Já o Macchiato Coco, traz uma mistura de grãos de café do sudeste asiático com o sabor delicioso e a cremosidade do coco. Ambos os produtos têm torrefação média e intensidade 5, além de serem opções zero lactose.

As novidades já estão disponíveis para o consumidor em caixas com 12 cápsulas, exclusivamente no e-commerce de Nescafé Dolce Gusto.

Sorvete Vegano

Em junho de 2019, a Nestlé trouxe para o Brasil mais de 20 opções de produtos plant-based da marca Nature’s Heart, produzidos pela equatoriana Terrafertil, da qual a multinacional suíça é sócia majoritária desde o início de 2018. Agora em 2021, a marca inova ao lançar o primeiro sorvete vegano para a rede Bacio di Latte. O produto será feito com bebida vegetal de aveia da linha Nature’s Heart e estará disponível nas lojas da marca em todo o Brasil a partir de março.

Jornada Plant-based

As novidades vêm somar ao portfólio da companhia nessa frente, que já conta com opções como o Ninho na versão pronta para beber, o primeiro produto plant-based para atender necessidades específicas de crianças no Brasil, lançado em setembro de 2019. Desde 2015, a marca Nesfit também já traz opções nessa frente para o consumidor, sendo a primeira marca a lançar produtos plant-based da companhia no país. Em 2020, a Nestlé lançou Nesfit Sabor Natural, produto com 7g de proteína, além de versões vegetais em pó de Ninho e Molico.

Fonte: Nestlé

Demanda brasileira por vinhos de pequenos produtores chilenos cresce 100% na pandemia

Em 2020, o Brasil se tornou o principal mercado consumidor dos vinhos chilenos engarrafados. Enquanto o volume de exportações para a China despencou 28%, os envios para as prateleiras brasileiras aumentaram 39,32%, em comparação com 2019. Foram, ao todo, 8,3 milhões de caixas de 12 garrafas (750ml) que desembarcaram em solo nacional. Os dados são da Intelvid para a Wines of Chile, entidade sem fins lucrativos e que representa os viticultores do país andino.

O crescimento foi capitaneado por 30 vinícolas de larga escala; cuja participação no share cresceu de 76,99% para 83,68% em um ano. No entanto, grande parte desse volume foi de vinhos com preço mais baixo. Ainda de acordo com a Intelvid, as exportações com valor FOB (“free on board” ou “livre a bordo” quando o frete é coberto pelo destinatário) de mais de US$ 40 a caixa diminuíram 13% entre 2019 e 2020.

Já as vinícolas boutique de pequenas produções, que representaram menos de 1% deste mercado em crescimento, traçaram uma trajetória diferente no ano passado. Na contramão desta tendência pela exportação de vinhos mais baratos e industriais, a importadora Vinhos Novo Chile — que atua com 8 vinícolas de práticas artesanais, com maior valor agregado — apresentou um crescimento de mais de 100%.

De acordo com o CEO e curador da Vinhos Novo Chile, David Giacomini, os enófilos brasileiros estão aprimorando o paladar e buscando propostas sustentáveis para suas adegas.

Caixas para exportação saindo da La Recova / Divulgação

“Mesmo com a pandemia, conseguimos desenvolver diversas ações virtuais e degustações que aproximaram produtores de consumidores qualificados. Muitos nos revelaram ter se encantado com as histórias dos vinhateiros chilenos que desvendam novos terroirs, resgatam castas patrimoniais e se envolvem diretamente no processo de elaboração de seus vinhos”, comenta Giacomini, que é brasileiro e proprietário de uma das vinícolas representadas pela importadora, a La Recova.

Os vinhos de David, por exemplo, passaram a compor o catálogo de diversas lojas físicas e virtuais do país. Somente o site Da Girafa, que vende exclusivamente os rótulos da Novo Chile, teve um crescimento de mais de 100% nas vendas ao longo de 2020. O destaque foi para os tintos complexos da Erasmo (Vale do Maule) e da Laura Hartwig (Vale de Colchagua).

“Os brasileiros seguem com uma forte preferência pelos vinhos tintos, mas têm se permitido conhecer novas filosofias de produção”, aponta David. Para 2021, a perspectiva é de manutenção do crescimento.

“Só neste primeiro trimestre, fecharemos com aumento de 300% em relação aos três primeiros meses do ano passado. Em 2021, pretendemos consolidar nossa atuação no restante do país, com novos distribuidores em Pernambuco e Bahia. Hoje estamos presentes no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e cidades do interior de São Paulo, como Campinas e Araçatuba”, revela o empresário.

Segundo dados da ProChile, o país hispano-americano é o maior exportador de vinhos do Novo Mundo. Possui uma área total de vinhedos com uvas finas de 137 mil hectares e as regiões de O’Higgins e Maule concentram mais de 72% da produção.

Fonte: Novo Chile

Inspiração nos vinhos, resultado na cerveja: Alem Bier Merlot Grape Ale eleita a melhor do Brasil

Alem Bier Merlot Grape Ale foi escolhida como melhor entre as 3.162 inscritas no Concurso Brasileiro de Cervejas. Dois anos de maturação na cave da vinícola onde é produzida está entre os segredos da receita

Entre 3.126 cervejas, os juízes do Concurso Brasileiro de Cervejas escolheram a Alem Bier Merlot Grape Ale como melhor rótulo de 2021. Além do ouro conquistado na categoria Wild Beer, o rótulo também recebeu a maior nota de todo o evento e, portanto, foi a Best of Show. O resultado foi divulgado na última quinta-feira (18) e este é o segundo ano consecutivo que a marca tem um rótulo entre os três melhores do país. Em 2020, a Muscat Brett Saison ficou com a prata.

A Além Bier é fruto da experiência de quase cinco décadas da Vinícola Monte Reale, de Flores da Cunha (RS), que, em 2017, decidiu expandir a experiência sensorial para a cerveja. A criação da Merlot Grape Ale carrega essa história: é uma concepção colaborativa entre o cervejeiro e sommelier da marca, Carlo Mioranza, e o enólogo Giovani Giotto.

A produção iniciou com a colheita manual de uvas nas parreiras da Serra Gaúcha. Uma base de cervejas inspirada nas Ale italianas passou pela fermentação natural com as cascas e o suco da uva Merlot, em barricas de carvalho francês localizadas na cave da vinícola. Os túneis estão a cinco metros de profundidade e têm temperatura controlada.

A maturação de 24 meses trouxe notas próprias à fermentação espontânea, que acontece a partir da flora microbiológica da uva. Daí as características selvagens e complexas da cerveja, de acordo com Carlo. “Estamos vibrando muito com esse prêmio, especialmente neste rótulo que é muito simbólico: honra a sabedoria dos antepassados e, ao mesmo tempo, ilumina nossa visão para explorar novos caminhos nunca antes visitados”, comenta.

A Merlot Grape Ale não foi a única cerveja da marca premiada no evento. A Alem Bier Tripel Brett ficou com o ouro no estilo Wood and Barrel Aged Sour Beer, a Acerolinha levou a prata em Experimental Bier e a Angelina, colaborativa com a Balbúrdia Cervejeira, conquistou a prata na categoria Belgian-Style Fruit Beer. O bronze ficou com a Muscat Brett Saison, no estilo Speciality Saison.

Como encontrar as cervejas

Já é possível encontrar onze rótulos com a marca Alem Bier em supermercados e lojas especializadas, além do e-commerce Monte Reale. O rótulo que levou a medalha de ouro ainda não está disponível. O lançamento vai acontecer no segundo semestre, junto com outra novidade: um clube de assinaturas para apaixonados por cervejas diferenciadas.

Carlo conta que será possível receber em casa as criações mais exclusivas da Alem Bier de forma periódica e muito antes da chegada ao mercado. “Cervejas da nossa linha Barrel Session são produzidas em lotes muito pequenos, de cerca de 700 garrafas. Os assinantes do clube terão acesso garantido a esses lançamentos. A cave está cheia de rótulos excepcionais que estão maturando para o segundo semestre”, comenta.

Informações: Alem Bier

Vinhos para harmonizar com os pratos típicos da Páscoa

Vinícola Góes preparou dicas de vinhos para combinar com pratos tradicionais desta época

Faltam poucos dias para a Páscoa e já é o momento de pensar nas receitas que podem ser preparadas em casa para as celebrações da Semana Santa.

Nesta data, o bacalhau aparece com frequência na mesa das famílias brasileiras, então, que tal combinar um bom vinho e deixar a Páscoa com sabores ainda mais apetitosos?

A sommelier Silvia Mascella Rosa, da Vinícola Góes de São Roque (SP), preparou dicas de harmonização de vinho com este peixe reconhecido pelo sabor marcante.

Vinho Tinto Simis Carménère Reserva 2018

O bacalhau ao forno, com pimentão, tomate, batata, azeite e, em algumas preparações, com azeitonas e couve, é uma das receitas mais tradicionais aqui no Brasil. Os sabores intensos dos legumes, do azeite e dos temperos pedem, como acompanhamento, um vinho tinto com boa acidez, como o Carménère Simis.

Vinho fino tinto seco, da uva Carménère, tem origem na Viña Santa Irene, região do Vale do Curicó, a 200 km ao sul de Santiago no Chile, local considerado um dos melhores terroirs para essa uva. Em 2018, a Vinícola Góes e a Viña Santa Irene se uniram para produzir este vinho de corpo médio, taninos macios e de fácil consumo.

Vinho Branco Tempos de Góes Trópicos Lorena Seco

Uma iguaria que faz sucesso não só na Páscoa, em bares e restaurantes ou em casa, é o bolinho de bacalhau. Servido como aperitivo ou no começo da refeição, seu acompanhamento é, também, um vinho indicado para os aperitivos e até para uma torta de bacalhau como prato principal (ou até mesmo uma torta vegetariana): o vinho branco Trópicos Lorena Tempos de Góes. A uva Lorena é produzida nos vinhedos próprios da Vinícola Góes em São Roque (SP). Leve, aromático, muito refrescante, é um vinho bastante versátil e com menor teor alcoólico.

Vinho Branco Tempos de Góes Sauvignon Blanc Reserva 2019

Pra fechar com chave de ouro, que tal preparar uma receita com lombo de porco para o domingo de Páscoa? Se esta for a sua escolha, principalmente se o prato for preparado ao forno com ervas, a combinação sugerida é o Sauvignon Blanc Tempos de Góes. Seus aromas que lembram ervas e ligeiro frutado, vão harmonizar perfeitamente com a carne de porco branca. Com bom frescor e acidez, o paladar encontrará um delicioso equilíbrio entre a carne e a intensidade do vinho. Uma dica preciosa para temperar a carne de porco é utilizar um vinho branco seco. Evite os vinhos suaves, pois eles vão interferir no sabor final da carne.

Nem é preciso sair de casa para procurar o vinho, pois todos os rótulos da Vinícola Góes são encontrados na loja virtual. Basta clicar aqui.

Jim Beam lança combo Highball à venda pelo Mercado Livre

Com frete grátis e entrega para todo o Brasil, Jim Beam apresenta drinque refrescante pronto para fazer em casa

Jim Beam lança ação especial para que todos possam preparar o Jim Beam Highball em casa, o drinque leve e refrescante, sempre bem-vindo em qualquer momento.

O combo estará disponível com venda pelo Mercado Livre, com entrega em todo Brasil e frete grátis – disponibilidade enquanto durar o estoque. O combo, com a garrafa Jim Beam White, duas tônicas Prata e dois copos personalizados, custará R$ 109,00 ( à vista) e R$ 119,90 (parcelado).

Jim Beam Verão Highball – para comprar, clique aqui.

Descubra como os barris de madeira podem transformar o sabor e a cor das cachaças

Com a prática de envelhecimento da cachaça em barris, as características sensoriais da bebida aumentam em até 65%

O processo de transportar e conservar bebidas alcoólicas em barris de madeira é feito há mais de dois mil anos. No início era apenas uma forma de armazenar e deslocar grandes quantidades de vinho. Com o passar do tempo descobriu-se que esse tipo de armazenamento agregava sabor a bebidas fermentadas como o vinho e, posteriormente, a muitos tipos de destilados como a cachaça.

Com essa prática, as características sensoriais da bebida aumentam em até 65%. Se a cachaça pura já é bastante apreciada e consumida, após passar por barris ela ganha uma nova identidade e valor.

“Hoje em dia, as cachaças artesanais que são comercializadas costumam permanecer no mínimo um ano em tanques de inox, já que esse método contribui para oxidação de alguns compostos, além de ser um recipiente de estocagem onde ela descansa e aflora algumas características sensoriais”, explica Evandro Weber, diretor da Weber Haus. Porém, se o objetivo do produtor é mudar a cor e o sabor da bebida, é preciso passar pelo processo de envelhecimento.

“Nós deixamos todo o líquido por um ano em um barril de no máximo 700 litros”, diz Weber. O resultado do envelhecimento depende de algumas questões como qualidade da bebida, teor alcoólico, condições ambientais de armazenamento e a capacidade do barril. Para uma cachaça ser classificada como prata, ouro, premium, extrapremium ou reserva especial, é preciso levar em conta o tempo de maturação em barris e dornas de madeira.

É no processo de maturação que o álcool retira compostos da madeira, e o oxigênio presente nas porosidades do barril influencia na formação de aldeídos e ácidos que alteram a bebida. Hoje há diversos barris de madeira utilizados no envelhecimento da cachaça, sendo que cada um possui características distintas. A Weber Haus utiliza sete tipos de madeiras diferentes, e o resultado é inúmeros tipos de Blends:

Amburana

Foto: Against-Grain

Bastante popular no Brasil, é uma madeira bastante perfumada, possui aromas de groselha, manjericão, frutas mistas, mel, melado e rapadura. Ela também influencia na cor da bebida, deixando-a com tom amarelado ou dourado.

Bálsamo

Natural de Rio Grande do Sul, o aroma desta madeira é mais frutado e lembra especiarias. Quando a cachaça é envelhecida em Bálsamo, adquire uma coloração esverdeada. Já o sabor ganha um aspecto mais seco, com características de cravo, camomila, novalgina, canela, aniz, erva doce, amêndoa e cítrico.

Carvalho Francês

As cachaças envelhecidas em carvalho francês costumam ser pouco tânicas e sensorialmente possuem notas de nozes, amêndoas, baunilha, chocolate e tabaco.

Carvalho Americano


Já as cachaças envelhecidas em carvalho americano são conhecidas por conta do aroma bastante característico: notas de coco, baunilha, alcaçuz, amêndoa, mel e tabaco se fazem presente.

Cabriúva

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Natural desde o sul da Bahia até o Rio Grande do Sul, quando a cachaça é envelhecida por muito tempo em tonéis antigos de cabriúva, ela ganha uma cor dourada com tons esverdeados. O aroma intenso traz notas de aromas herbáceos intensos e nozes torradas.

Canela Sassafrás

O Sassafrás brasileiro (Ocotea odorífera) é nativo desde Santa Catarina até a Bahia. Quando uma cachaça é envelhecida nesse tipo de madeira, ela ganha um tom amarronzado e um gosto forte e bastante amadeirado além de aroma de menta, hortelã, pinho, cardamomo, cânfora, canela e pimenta.

Grapia


Pode ser encontrada em diversas regiões como Amapá, Pará e Mato Grosso do Sul. A Grapia é capaz de reduzir o teor alcoólico da cachaça, resultando em uma bebida mais suave e amadeirada. No aroma apresenta notas de abacaxi, compota de damasco, manga, herbáceo de cana e rapadura.

Fonte: Weber Haus