Arquivo da tag: bebidas

Cervejaria Goose Island convida público para a segunda edição da Block Party

Após sucesso no ano passado, evento volta a agitar o bairro de Pinheiros, como muita cerveja, música, comida e diversão

Dizem que tudo o que é bom dura pouco. Mas será que não mereceria um repeteco? Assim, Goose Island traz novamente para São Paulo a Block Party, uma festa repleta de música, gastronomia, atividades e, logicamente, muita cerveja. Tudo isso para unir ainda mais a comunidade no mesmo propósito: curtir e aproveitar tudo aquilo que o bairro de Pinheiros tem para dar. A segunda edição acontece no dia 9 de novembro, das 15 às 24 horas, na Praça Victor Civita.

goose2.jpg

Com sua forte ligação com a região onde está localizada seu Brewhouse, Goose Island pretende levar todo seu lifestyle urbano e divertido para a festa. Tudo isso sem deixar de lado os ares de Chicago, cidade natal da marca.

Ao todo, quatro bares ficarão espalhados pelo local, com seis tipos de cerveja da marca: IPA, Midway IPA, Piney Pils, English Bitter, Dublin Stout e American Wheat. Além disso, haverá espaço para uma cervejaria convidada, drinques e água. No espaço gastronômico, a comida fica por conta de Meats, Poke Haus, Fry Society, Butchers Truck e Brigadeiro Doceria.

Como em qualquer grande festa, não vai faltar boa música. As apresentações serão comandadas por Filippi Dias Trio Jazz, Dead Fish e Big Chico Band. Já nos intervalos de cada banda, o DJ Pedrinho Bertho e Thiago DJ 89 comandam o som.

Para evitar o acúmulo de resíduos, que estragariam qualquer comemoração, a Green Minning vai cuidar da coleta dos materiais em um trabalho de logística reversa.

“A primeira edição da Block Party foi um sucesso. Então, queremos presentar as pessoas mais uma vez. Se a cidade conta com diversos eventos anuais, queremos tornar essa festa um deles. Tudo isso, com o estilo de Goose Island: cerveja, música, comida boa e diversão. Tudo isso valorizando cada vez mais nossa casa em São Paulo: o bairro de Pinheiros”, afirmou Thiago Leitão, gerente de marketing de Goose Island.

goose

Os ingressos para a Block Party custam R$ 30,00 (com direito a um chope Goose e um copo personalizado) e podem ser comprados clicando aqui.

Block Party Goose Island
Local: Praça Victor Civita
Rua Sumidouro, 580 – Pinheiros
Data: 9/11
Horário: das 15h às 24h
Ingresso: R$ 30,00 (com direito a um chope Goose Island e um copo personalizado)

Sour: conheça as cervejas ácidas

Beer Sommelier explica o processo de produção das brejas azedinhas e fala os principais estilos

O consumo de cerveja aumentou, de acordo com a pesquisa da Kantar Worldpanel. O estudo aponta que a quantidade domicílios brasileiros que consomem cerveja aumenta mais de 1% a cada ano. Fazendo parte do universo cervejeiro, a sour chegou para conquistar o paladar dos brasileiros com seu gosto azedinho e único.

cervejas várias shutterstock
Shutterstock

De acordo com o sommelier de cervejas Eduardo Meira, à frente do Beer Club, cervejas sour são ótimas para enfrentar no calor:  “As sour são refrescantes por conta do seu teor cítrico. São centenas de opções de combinações e sabores. As mais comuns são as sour com goiaba e maracujá, que causam uma explosão de sabores na boca. Existem algumas que exploram mais o sabor adocicado, como é o caso das com manga, mas que não perdem sua essência cítrica”.

Segundo o especialista, o processo de fabricação é complicado. “Todas as sour são produzidas com leveduras selvagens e o processo de fabricação não é barato. Essas cervejas demoram mais para fermentar e isso torna o processo mais longo. Há cervejas sour fermentadas naturalmente e artificialmente, mas eu prefiro as naturais”, diz o sommelier.

Alguns estilos são mais famosos no mundo das sour. “Lambic é o estilo mais famoso entre as sour. Ele se caracteriza pela fermentação natural e permanecem de 2 a 3 anos maturando no barril de carvalho. Essas cervejas não produzem espuma por não serem carbonatadas. As colorações das Lambic podem variar do amarelo claro ao dourado fechado e seu sabor é bem cítrico”, fala Meira.

cerveja acida shutterstock
Shutterstock

Outro estilo famoso é o Berliner Weisse. “Estilo tradicional de Berlim, a Berliner Weisse possui ¼ de trigo e sua coloração é amarelo esbranquiçada. Essa cerveja não é filtrada e possui amargor quase zero. Seus sabores podem variar, mas são preferencialmente frutadas e podem ser servidas com suco limão e xarope de framboesa”, conclui.

Beer Club: CLS 403, Bloco D, loja 28 – Brasília-DF – Horário de funcionamento: de terça a quinta, das 17h à 1h30. Sextas e sábados, das 12h à 1h30

Nova marca de cervejas enlatadas Orchid alia leveza e diversidade a preços acessíveis

Chegam ao mercado ainda este mês as lindas latas de cervejas da Orchid. A nova marca foi inspirada nas orquídeas que, com sua delicadeza estética e sua riqueza de aromas fugazes, nos despertam para a efemeridade das sensações e dos momentos.

A riqueza de aromas e sabores das cervejas da linha Orchid – além de sua belíssima identidade visual (porque a gente bebe primeiro com os olhos) – conferem a esses rótulos personalidades únicas.

A linha conta com cinco diferentes estilos de cervejas – Lager, Witbier, Session IPA, Catharina Sour com amora e a Chocolate Porter. Todos chegarão ao mercado a preços bastante competitivos. Isso porque parte da proposta da linha Orchid é tornar acessível a todos a profundidade do universo da cerveja artesanal, trazendo para o consumo cotidiano qualidade, sabor e refrescância.

Confira abaixo os detalhes sobre os cinco rótulos:

cerveja lager

Orchid Lager
Cor/turbidez: amarelo dourado/ límpida
Teor alcoólico: 5,2% vol.
Descrição: cerveja clara, sabor suave que lembra biscoito, com amargor leve e refrescante.
Harmoniza com: queijos suaves, mix de castanhas, peixes grelhados.
Embalagem: lata 473ml

cerveja witbier

Orchid Witbier
Cor/turbidez: amarelo palha/ levemente turva
Teor alcoólico: 5,0% vol.
Descrição: cerveja de trigo, leve e refrescante,tem aroma de laranja e toques de especiarias.
Harmoniza com: saladas de folhas com frutas,sushis e sashimis, cuscuz.
Embalagem: lata 473ml

cerveja ipa

Orchid Session IPA
Cor/turbidez: amarelo claro/ levemente turva
Teor alcóolico: 4,5% vol.
Descrição: com amargor levemente pronunciado,tem lúpulos americanos cítricos e frutados.
Harmoniza com: castanhas, pratos levementeapimentados, massas com queijo.
Embalagem: lata 473ml

cerveja catharina

Orchid Catharina Sour
Cor/turbidez: rosa claro/ levemente turva
Teor alcóolico: 4,1% vol.
Descrição: uma cerveja do primeiro estilo oficialmente brasileiro, essa Catharina Sour tem amora, e é marcada por uma leve acidez e bastante refrescância.
Harmonização: saladas, queijo de cabra, frutos domar e sobremesas com frutas.
Embalagem: lata 473ml

cerv chocolate

Orchid Chocolate Porter
Cor/turbidez: marrom/ NA
Teor alcóolico: 5,7% vol.
Descrição: uma cerveja escura, do estilo Porter,com adição de cacau, e por isso, traz uma leve tosta, lembrando chocolate.
Harmonização: nozes e castanhas, chocolates, sobremesas com café e baunilha.
Embalagem: lata 473ml

As cervejas Orchid estão disponíveis para venda em empórios e redes varejistas, inclusive na rede Pão de Açúcar.

Drinques horripilantes divertem no Halloween do Olívio e Fortunato Bar

Para aproveitar o Halloween de uma forma divertida, bares da capital paulista incrementam sua carta com drinks e decorações especiais para a data

É o caso do Olívio Bar, conhecido por seus drinques criativos e instagramáveis, que criou o Cocktail Halloween For Share, servido em um vulcão fulmegante com caveiras. Ideal para compartilhar, é feito com Tônica Schweppes, gin, xarope se folha de gergelim, limão, guaraná indígena em pó, tintura de ervas (R$ 59,00 para 2 pessoas).

drinks halloween_DRK_Feltran fotografia_Leo Feltran_17_10_2019
Foto: Leo Feltran

Outro que não pode faltar na data é o Olívio O+, drinque que lembra uma bolsa de sangue e vem pendurado em um suporte que remete aos dos hospitais. A bebida divertida é feita de Rum, Campari, Groselha, Limão e Melancia (R$ 32,00).

Olivio bar_drinks_foto Feltran fotografia_Leo Feltran_21/10/2019
Foto Leo Feltran

Já o Fortunato Bar, oferece o Drink Poção de Halloween, assinado pelo mixologista Marquinho Félix. A bebida vem com um pequeno frasco de poção para ser misturado pelo próprio cliente, e leva rum, shrub de abóbora, gengibre, limão e campari (R$ 32).

Fortunato Bar
Foto: Ligia Skowronski

Os drinques estarão disponíveis até dia 2 de novembro.

Olívio Bar: Rua Delfina, 196 – Vila Madalena. Horário de funcionamento: terça e quarta, das 12h às 15h e  das 17hàs 24h. Quinta e sexta, das 12h às 15h e das 17h à 1h. Sábado, das 12h à  1h. Domingo, das 14h às 22h

Fortunato Bar: Rua Joaquim Távora, 1356 – Vila Mariana – Horário de funcionamento: segunda e terça, das 17h às 23h; quarta e quinta, das 17h às 23h30; sexta, das 16h30 às 23h30; sábado, das 12h às 23h30; e domingo, das 12h às 23h

SP Lovers Coffee & Wine dá dicas de harmonização de vinhos e massas

A casa, que tem no menu opções de diferentes molhos, tem também um vinho para cada escolha

Dia do Macarrão, um dos prato mais antigos no mundo todo. Inventado na China e eternizado pelos italianos, é prato favorito e mais pedido em muitos países. Para comemorar essa deliciosa data – criada na Itália em 1995 – o SP Lovers Coffee & Wine juntou duas paixões: massas e vinhos.

Em seu menu são servidas diariamente massas artesanais que podem ser acompanhadas dos molhos de Ragu de Carne, Tomates Frescos com Manjericão ou Molho de Queijo Gorgonzola (R$ 29 cada). E para harmonizar com cada uma delas, o sommelier da casa indicou um vinho:

Para o linguini com molho de Ragu de Carne, a sugestão é o vinho argentino Mi Terruno Malbec, que tem boa estrutura e corpo médio, e que sai a R$ 55,90. Já, para o Penne Gratinado com Molho de Gorgonzola, a indição é o francês Le Cazelou, um vinho de corte, muito agradável, onde prevalesce a variedade Syrah, junto de Mmerlot e Grenache Noir, resultando em taninos elegantes (R$ 73,90). O Talharim com Molho de Tomates Frescos e Manjericão harmoniza com o vinho chileno Anya Pinot Noir, de corpo leve e taninos aveludados, e que custa R$ 63,50.

lovers coffee.jpg

A casa tem ainda outras comidinhas como tortas, quiches, antepastos e tábua de queijo. E para quem preferir uma opção doce, as tortas diversas, banoffee e bolos estão entre as pedidas.

Lovers Coffee & Wine – Rua Oscar Freire, 1921 – Pinheiros – São Paulo. Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 10h às 22h. Sábado, das 10h às 18h. Pet friendly.

Confira alguns mitos e verdades sobre os vinhos

Garrafas devem ser guardadas deitadas? O vinho verde não é verde? Como segurar a taça? Vinho tinto só combina com carnes vermelhas? Sommelier responde essas e outras dúvidas a respeito da bebida.

O vinho é uma das bebidas mais consumidas em todo o mundo, e deve ser apreciado por todos, sem medo ou qualquer tipo de receio. Para te ajudar a desfrutar melhor de todos os aromas e sabores da bebida, o sommelier da Enoteca Decanter Blumenau, Sidney Lucas, responde as dúvidas mais comuns a respeito dos vinhos. Confira:

O queijo é a melhor opção para acompanhar vinhos?

vinho merlot com queijos concha

Mito. É, sim, uma ótima opção, porém, é necessário saber que não se coloca qualquer queijo com qualquer vinho. Existem alguns tipos de queijos de sabor muito intenso que acabam anulando o sabor do vinho. Como é o caso do roquefort ou o gorgonzola que ficam ótimos com vinho do Porto, mas podem anular os tintos mais delicados. Portanto, para que isso não venha a acontecer, é necessário escolher os vinhos de acordo com o que vai ser servido. Por exemplo, queijos leves para bebidas leves, e queijos mais gordurosos com um vinho mais encorpado e de preferência com um pouquinho a mais de acidez.

Vinho branco é feito somente com uva branca?

Verão_ Vinho branco

Mito. Os vinhos brancos podem ser produzidos com uvas brancas e tintas, visto que a polpa de ambas é clara. Quando feito com uvas brancas, o mosto – suco das uvas depois de prensadas – tem contato com as cascas por algumas horas enquanto fermenta, já com as uvas tintas, não há contato com as cascas para não colorir o mosto.

Para garantir qualidade, as garrafas devem ser guardadas deitadas?

vinhos
Foto: Jeronimo Heitor Coelho

Parcialmente verdade. Por muitos anos, houve a suposição de que, se a garrafa estivesse em pé, a rolha poderia ficar seca, gerando danos de qualidade a bebida. Porém, o sommelier explica que para armazenamento por um curto período, de até um ou dois anos por exemplo, a qualidade do vinho se mantém, independentemente da posição da garrafa.

O vinho verde não é verde?

vinho verde

Verdade. O vinho verde pode ser um espumante, rosé e até mesmo um tinto. A bebida tem esse nome por conta da região em que é produzido na região Demarcada dos Vinhos Verdes (RDVV) no Minho, que fica localizada ao norte de Portugal. O local é conhecido pelas suas belíssimas paisagens.

Deve-se  segurar a taça de vinho pelo bojo

shutterstock maturidade mulher brinde vinho

Mito. Nunca segure a taça pelo bojo! É recomendado segurar pela haste da taça, garantindo que a bebida não fique quente e permaneça em sua temperatura ideal, já que, assim, evitamos o contato das mãos.

Vinhos brancos só combinam com carnes brancas e tintos com carnes vermelhas

churrasco e vinho branco uvinum

Mito. É perfeitamente possível beber um vinho branco comendo carne vermelha ou tinto com vinho branco. A maneira de cocção do prato e também a quantidade e tipos de condimentos utilizados são tão ou mais importantes do que o tipo de carne. Por exemplo, um filé de peixe grelhado com um risoto de alcachofras teria como par ideal um vinho branco leve, já uma moqueca baiana pode ser acompanhada por um branco potente e barricado ou um tinto leve sem passagem por barricas. Neste caso, ambos são peixes, o que define que tipo de vinho harmonizar é o modo de preparo e ingredientes. Outro exemplo: um medalhão de filé grelhado guarnecido com arroz de amêndoas pode ser acompanhado por um Chardonnay barricado do Novo Mundo, já este mesmo filé cortado em tiras é adicionado ao arroz arbóreo e funghi secchi, dando forma a um risoto, passa a “exigir” um tinto encorpado”, comenta Lucas.

Espumante e champagne são a mesma coisa

vinho champanhe

Mito. Todo champagne é um espumante, mas, nem todo espumante é um champagne. Confuso, não é? Calma, pra ficar mais simples, siga essa dica: apenas o espumante produzido na região francesa de Champagne pode ser chamado de champagne.

Vinho pode ir para a geladeira

vinhos na geladeira.jpg

Verdade. Após aberto, o vinho deve ser mantido em uma temperatura mais baixa que o ambiente, diminuindo a oxidação e garantindo mais durabilidade. Mas, atenção, os vinhos duram em média três dias após abertos. Portanto, beba o quanto antes!

Vinho com gelo

chandon_ginger_passion_4

Parcialmente verdade. Prefira não gastar muito dinheiro com o vinho, já que o mesmo será um pouco descaracterizado. O sommelier lembra que você deve ingerir a bebida da maneira que preferir, ou seja, beba da maneira que você goste. Portanto, branco, rosé e espumantes podem ser ingeridos com alguns cubos de gelo para refrescar, principalmente, na estação mais quente do ano: o verão. Só lembre que, ao acrescentar gelo ao vinho, você estará diluindo a bebida. Então, avalie bem se esse é o seu objetivo ou se prefere desfrutar bem dos sabores e aromas da bebida.

Vinhos com tampa de rosca são falsificados ou tem qualidade inferior

vinho rosca rolha nhpr
Foto: NHPR

Mito. As tampas de rosca são muito utilizadas para diminuir custos, além disso, dificultam a proliferação de bactérias. Portanto, pode beber sem medo, eles não são falsificados e nem de qualidade inferior.

Vinhos têm corante

vinho tinto.jpg

Mito. Algumas pessoas acreditam que o sedimento que fica no fundo da taça é corante. Porém, esse sedimento significa que o vinho é de uma produção totalmente natural, já que alguns vinhos não são filtrados. Os sedimentos também se formam devido à matéria do corante natural do vinho passar para o estado sólido depois de alguns anos na garrafa.

O vinho do Porto não é produzido na região que lhe dá o nome

784_vinho_do_porto_messias_tawny_750ml_1

Verdade! Os vinhos do Porto são produzidos no Douro, ao norte de Portugal. O vinho só ficou famoso dessa forma, porque, antigamente ele ficava armazenado na região do Porto.

Fonte: Decanter

Casillero del Diablo apresenta Red Blend, o vinho com espírito rebelde

Rótulo focado no público com atitude, que busca o consumo descomplicado de vinho, tem venda, inicialmente, apenas pela Evino

Um blend descomplicado com espírito rebelde. Esta é a definição do Red Blend, nova variação da Casillero del Diablo que acaba de chegar ao Brasil. O rótulo é voltado para um público moderno, que deseja um vinho premium e acessível ao mesmo tempo. O Red Blend está à venda inicialmente pelo aplicativo e pelo site da Evino, referência nacional em vendas online de vinhos, ao custo de R$ 49,90, na compra de uma garrafa, e por R$ 46,90, para quem adquirir três garrafas. Posteriormente, o vinho será distribuído também no varejo convencional.

O Red Blend é uma nova linha da marca Casillero del Diablo, sendo a 10ª variação a ser lançada no Brasil. Com um rótulo alusivo ao grafite urbano, o Red Blend faz parte das inovações disruptivas da marca. De acordo com o vídeo de lançamento, Red Blend foi pensado para atender aqueles com espírito rebelde, que procuram o desconhecido e gostam de quebrar as regras.

Composto por diferentes uvas do Valle Central do Chile, o Red Blend tem sabor aveludado com toque de ameixas e de taninos firmes. O aroma tem presença marcante de cereja e ameixa, além de notas de chocolate amargo. Por ser um blend, não tem pré-definição de harmonizações, embora seja um perfeito acompanhamento para variados tipos de carne.

Entre os reconhecimentos recentes, o Red Blend foi classificado como de “Great Value” pela Ultimate Wine Challenge 2019 e recebeu 90 pontos da Mesa de Cata de La CAV, grandes premiações da categoria de vinho. “Esse é um rótulo que chega com força ao Brasil por ser um blend de muita personalidade e claro, de alta qualidade”, afirma Lais Colla, gerente de Marketing de Casillero del Diablo no Brasil.

red blend.jpg

“O Casillero del Diablo é o vinho mais vendido no Brasil e trazer o Red Blend em primeira mão para o país é uma oportunidade única”, finaliza Ari Gorenstein, cofundador e co-CEO da Evino.

Informações: Evino

Conheça três drinques autorais Ferra Jockey

Ferra Jockey Bar e Lounge possui uma carta de drinques dividida em clássicos e autorais. Apesar dos primeiros serem os queridinhos do público, misturas inusitadas e surpreendentes estão ganhando destaque. Dentre as oito opções de assinatura da casa, confira três que esbanjam sabor e refrescância:

Screenshot-2019-08-26-Recentes---Google-Drive-4-
Ferra – blend de runs, suco de grapefruit, calda artesanal de maracujá, angostura bitter e perfume de priprioca – Valor: R$3 6,00

Screenshot-2019-08-27-Recentes---Google-Drive
Botanic – vodca, manjericão, lima-da-pérsia, limão siciliano, açúcar orgânico e espuma de jambu com cardamomo – Valor: R$ 35,00

Screenshot-2019-08-26-Recentes---Google-Drive-3-
Royals – gin, pitaya rosa, calda de baunilha, limão siciliano, espumante rosé e perfume de laranja – Valor: R$ 37,00

ferra jockey fachada

Ferra Jockey: Av. Lineu de Paula Machado, 1263 – Jardim Everest, São Paulo – SP. Horário de funcionamento: de segunda e terça-feira, fechado (para eventos). Quarta a sexta-feira; almoço, das 12h às 15h; jantar – das 19h às 23h. Sábado, das 12h às 24h. Domingo: almoço, das 12h às 20h

Doktor Bräu cria cervejas exclusivas para Festival de Microcervejarias do Pão de Açúcar

A marca mais vendida e a mais votada em pesquisa do grupo estará nas prateleiras das lojas da rede em 2020

Cinco rótulos para fazer a alegria dos cervejeiros iniciantes e experientes

Session Neipa, Irish Red Ale, Pilsen, American IPA, APA são as cervejas da Doktor Bräu no Festival que acontece de 03 a 30 de outubro . As duas primeiras foram desenvolvidas especialmente para a ação, já as receitas das outras três, que fazem parte do portfólio da Doktor Bräu, foram modificadas e serão encontradas apenas no Pão de Açúcar.

“Decidimos fazer cervejas mais leves e suaves, com menos amargor, porém com muito aroma e sabor tanto para conquistar o público que está entrando no universo das cervejas artesanais quanto surpreender os cervejeiros experientes”, explica Nuberto Hopfgartner, sócio da Doktor Bräu.

As bebidas exclusivas do Pão de Açúcar foram criadas com a intenção de atrair o público habituado às cervejas convencionais para as artesanais. Hopfgartner acredita que o consumo dos rótulos da Doktor Bräu – 16 da linha regular – em empórios e bares especializados vai aumentar com a ação, baseado na sinergia: quando o cliente descobrir que nesses estabelecimentos ele encontra outras cervejas da marca que conheceu no supermercado, vai pintar curiosidade, interesse em outros estilos, vontade de partir para novas experiências.

Importante ressaltar que as bebidas do Festival e as dos bares e empórios especializados em cervejas artesanais não são concorrentes. Enquanto as do Pão de Açúcar são de transição, mais leves, as outras são encorpadas, com maior teor alcoólico, amargor acentuado e notoriedade de maltes, entre outras características, dependendo do estilo. “Mas todas têm algo em comum: o nosso compromisso de elaborar cervejas com qualidade inquestionável para proporcionar a cada gole, uma experiência única e inesquecível”, destaca Hopfgartner, o próprio Doktor.

E se estiver em dúvida sobre o que combina bem com as cervejas exclusivas do Pão de Açúcar, seguem algumas sugestões que valorizam tanto as bebidas quanto os pratos. Mas você pode fazer as próprias combinações e extrair grande prazer das experiências de degustar uma boa cerveja artesanal.

Os cinco rótulos exclusivo da Doktor Bräu para o Pão de Açúcar

Pilsen (lata 473ml): pastel de pizza, escondidinho de carne seca; bisteca com feijão tropeiro; copa lombo defumada; fraldinha na brasa; lombo de porco com laranja; camarão na moranga; brandade de bacalhau gratinado.

Irishi Red Ale (garrafa 500ml): feijoada; linguini com molho sugo de tomates pelados; tambaqui na brasa; bruschetta caprese com manjericão, queijo gruyere ou brie e geleia de pimenta; javali ao molho de açaí.

APA (lata 473ml): quibe cru com azeite extravirgem, cebolinha e hortelã; costela no bafo com sal grosso defumado; mariscos ao vapor; pasteis apimentados; pizza de calabresa; costelinha de porco ao molho barbecue.

American IPA (lata 473ml): picles; frango ao alho e legumes salteados com manjerona; carré de cordeiro; comidas tailandesas, indianas ou com toque generoso de curry.

Session Neipa (garrafa 500ml): maminha na manteiga; hambúrgueres 30/70 de carne/gordura; batata rústica com cheddar; moqueca de peixe apimentada; peixe branco na brasa; salmão ao molho tarê; carré de cordeiro com geleia de hortelã; bobó de camarão; picanha com alto marmoreio; prime rib.

Ao final do festival, duas cervejarias estarão no portfólio do Pão de Açúcar durante o ano de 2020: a mais vendida durante o evento e a mais votada na pesquisa. Então se você quiser continuar a encontrar as cervejas da Doktor Bräu nas prateleiras do Pão de Açúcar, não deixe de votar aqui.

Cachaça Mazzaropi lança novas versões, com vários sabores do Brasil

Produzidas em alambique de cobre, as novas cachaças contam com notas de especiarias, aromas florais, frutados ou tostado de café e chocolate. Entre as novidades está o armazenamento, metade em tonéis de madeiras nacionais e o restante em barris de carvalho

A cachaça é um símbolo do Brasil. E, assim como o país é variado em suas regiões, os estilos da bebida espelham essa diversidade. E agora os tipos oferecidos pela Cachaça Mazzaropi, também. A marca, com produção em alambique de cobre, acaba de lançar oito variedades, com sabores que vão do cítrico ao caramelo.

Cachaça Mazzaropi

Quatro delas, produzidas em 2011, foram armazenadas em tonéis de 20 mil litros. Enquanto a branca traz o gosto suave da cana de açúcar, a bálsamo presenteia o paladar com especiarias que lembram o anis. Já a tatajuba e a grápia, ambas com a tonalidade de um castanho intenso, tem, respectivamente, o adocicado de frutas maduras e um doce levemente cítrico.

As outras variedades da Cachaça Mazzaropi são envelhecidas em barris. Produzida em 2006, a cachaça de sete anos preenche a boca com uma mistura de chocolate, café, baunilha e amêndoas, com aromas florais. A umburana, armazenada em barris dessa madeira brasileira, tem um tom marcante de amarelo e aromas amendoados mais doces. Já o sabor de caramelo é intenso, com tostado de café e chocolate, na bebida envelhecida por cinco anos no carvalho francês. Pelo mesmo tempo, quando envelhecida em carvalho americano, a confere um sabor de caramelo suave, com notas de baunilha e coco.

Casa do Jeca Cachaça Mazzaropi P

Desde o período colonial, a cachaça se confunde com a história do país. Com cuidados e novas técnicas, a bebida popular foi elevada a exemplar de alta qualidade e pode ser encontrada em cartas de restaurantes e bares. A Cachaça Mazzaropi já recebeu vários prêmios, como o primeiro lugar para a cachaça de 7 anos no Concurso de Avaliação da Qualidade da Cachaça, promovido pela USP São Carlos, em 2012. As envelhecidas em carvalho francês e americano ficaram com o segundo lugar.

Parte do imaginário do brasileiro, a cachaça também aparece nos filmes de Amácio Mazzaropi, ator e cineasta que tão bem retratou a vida da gente do país. Essa proximidade com o tema levou os administradores dos Hotéis Mazzaropi a investirem na produção da bebida em alambique.

Casa do Jeca Cachaça Mazzaropi - P

As diferentes versões da bebida podem ser compradas no Hotel Fazenda Mazzaropi e no Museu Mazzaropi (ambos em Taubaté), no Hotel Vila Inglesa (Campos do Jordão) e em diversos pontos no país.

Informações: Cachaça Mazzaropi – Tel.: (12) 3634.3481