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Envelhecimento dos dentes: entenda por que acontece e quais os sinais

Presidente da Odontocompany aponta para as principais causas do surgimento do quadro e como preveni-las

Nem todo mundo sabe, mas os dentes também sofrem com o envelhecimento causado pelo avanço da idade. Quando este é o assunto, as pessoas geralmente associam à perda da estética do rosto, como o aparecimento de rugas, por exemplo. No entanto, assim como o restante do corpo, a arcada dentária também passa pelo mesmo processo, que é natural e se caracteriza por alterações que podem ser mais ou menos evidentes conforme os anos passam.

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O cirurgião dentista, fundador e presidente da OdontoCompany, maior rede de clínicas odontológicas do mundo, Paulo Zahr, destaca que isso acontece porque alguns tecidos de formação de células dentárias acabam deixando de ser renovados diante do aumento da idade. “À medida que envelhecemos, surgem sinais estéticos e na funcionalidade dos dentes, como recessão da gengiva, que expõe parte do dente; mobilidade dentária, quando há amolecimento dos dentes e possibilidade de se deslocarem em vários sentidos; e o amarelamento dos dentes e desgastes nas bordas”, explica.

O cirurgião também aponta para a associação desse processo com outros problemas de saúde. “O envelhecimento dos dentes pode estar acompanhado de doenças, que podem tanto acontecer com o aumento da idade quanto de maneira precoce, com pessoas que não tiveram cuidado adequado na fase juvenil”, aponta.

Alguns destes principais problemas são as cáries, que podem acontecer quando o esmalte dentário começa a se desgastar. Isso quer dizer que, por exemplo, uma pessoa mais jovem, com hábito de escovação adequado, tem menos propensão de desenvolver cárie do que alguém mais velho, que já tem certa vulnerabilidade ao esmalte. Por isso, é importante redobrar os cuidados com a ingestão de alimentos que contêm açúcar e aumentar a frequência de higienização em todas as faixas etárias.

Outro sinal do envelhecimento é o surgimento da sensibilidade dentária. Ele é caracterizado por dor ou incômodo ao ingerir alimentos quentes ou frios, muito doce ou ácidos, e geralmente acontece devido à diminuição da margem gengival. “A partir dos 40 anos também existe uma maior incidência de doença periodontal, uma inflamação dos tecidos de sustentação do dente. A principal causa é o acúmulo excessivo de placa bacteriana e, por isso, a limpeza é fundamental. Além disso, outro problema muito comum com o avanço da idade é a xerostomia, quando há redução no processo de produção de saliva”, completa.

Como prevenção, é importante realizar visitas regulares ao dentista para avaliar os cuidados e tratar da melhor forma possível a saúde dentária.

Fonte: OdontoCompany

Dia do Beijo: Hinode realiza promoção especial

Na semana que comemora a data, os batons da marca estão com até 20% off

O Dia do Beijo é comemorado todo 13 de abril e, neste ano, com a liberação da máscara e o retorno dos passeios com os amigos, ele tem um gostinho especial. Para celebrar a data e deixá-la ainda mais colorida, a Hinode oferece até 20% de desconto nos batons Dazzle em compras realizadas pelo e-commerce da marca durante os dias 11 a 17/04.

Entre os destaques da promoção estão os Batons Líquido Mattify, nas cores Vermelho, Champagne, Roxo, Fúcsia, Rosa Intenso, Marrom, Vinho e Nude, opção para quem deseja lábios lindos e coloridos por mais tempo. O efeito matte deixa a boca com uma coloração fosca e sedosa. Esses batons geralmente são vendidos por 36,90 reais cada, mas quem comprar no e-commerce na semana do beijo, encontra deles por 29,99. Cada.

Outra opção que está com desconto é a linha de Batom Hidratante Dazzle, que traz os tons Cacau, Terracota, Amêndoa, Amora, Passione, Red Sun e Violet, Rosa Lilac e os Nudes Classic e Rose. Com uma fórmula antioxidante e Vitamina E, que hidrata e evita o ressecamento dos lábios, a textura fina garante fácil aplicação e conforto durante o uso e ainda alta cobertura e fixação prolongada. Durante a promoção eles passam de 39,90 para 31,99 cada.

Os descontos são válidos para compras efetuadas durante a semana do beijo, de 11 a 17/04, no e-commerce oficial da marca.

Hidragloss: gloss labial que garante hidratação para os lábios por até 24 horas é novidade da Vult

Produto, que contém complexo de vitaminas e Ácido Hialurônico, é a novidade do mês de abril da marca
 
Em seu aniversário de 18 anos, comemorado em abril, Vult trará o lançamento de mais um produto que é hit no mundo da beleza. Item queridinho da make nos anos 2000, o gloss voltou com tudo e está ainda melhor! O Hidragloss é um gloss labial que entrega a tendência do efeito molhado (sem ser pegajoso!) junto com uma super hidratação para os lábios por até 24 horas.   Enriquecido com um complexo de ativos que nutre, revitaliza e hidrata os lábios, o produto possui um blend de vitaminas E e F, além de ácido hialurônico e óleos de semente de uva e girassol.   Disponível em três cores (Rubi, Bronze e Rosado), o Hidragloss tem textura leve não pegajosa, que desliza confortavelmente nos lábios e não escorre durante o uso, promovendo uma hidratação profunda por 24 horas.   Assim como todo o portfólio de maquiagens Vult, o produto é dermatologicamente testado, livre de crueldade animal e vegano. 
Preço regular: R$ 29,90
O Hidragloss estará disponível para compra no e-commerce oficial da marca no mês de abril e nas principais redes de farmácias e perfumarias em todo o Brasil.  

Dia do Sorriso: especialista dá cinco dicas para você cuidar da sua saúde bucal

Escovar os dentes, usar fio dental e se manter hidratado são algumas das dicas de Natália Lombardo, dentista e sócia fundadora da SouSmile

Nesta sexta-feira, 1º de outubro, é comemorado o Dia do Sorriso. A data teve origem a partir do desenhista americano Harvey Ball, autor do círculo amarelo sorridente, que se tornou um ícone mundial. Além de melhorar o dia das pessoas, o simples ato de sorrir tem efeito positivo na saúde psicológica. O sorriso colabora na liberação da endorfina, hormônio associado ao bem estar que é liberado a partir do movimento dos músculos do rosto.

Ter um sorriso saudável é muito importante para a nossa autoestima, por isso, Natália Lombardo, dentista e sócia fundadora da SouSmile, startup brasileira de alinhadores dentais, dá dicas de como cuidar da sua saúde bucal e manter o sorriso bonito:

Escovação é o passo mais importante

A escovação é a principal ferramenta para prevenção, independente das pastas, é a maneira mais efetiva de prevenir a formação de cáries e doenças na gengiva, como gengivite e doenças periodontais. O ideal é escovar os dentes após cada refeição e a pasta de dentes deve conter flúor.

Fio dental evita cáries e garante a saúde da gengiva

O uso do fio dental vai garantir a prevenção de cáries entre os dentes, que são difíceis de diagnosticar, e principalmente garantir a saúde da gengiva. É ideal que seja utilizado após cada refeição ou pelo menos uma vez ao dia

A alimentação também influencia a saúde bucal

A alimentação também é fator importante, principalmente a frequência em que comemos. Quando nos alimentamos, nossa saliva fica ácida para o início da digestão, é um processo biológico, mas essa acidez é um ponto de partida para formação das cáries se estiver instalada de maneira prolongada. Se a frequência de alimentação tiver um intervalo menor que uma hora, a saliva não tem tempo de se recuperar para se manter neutra e o ambiente ácido da saliva se mantém por muito tempo. A alimentação também pode influenciar na coloração dos dentes, se a dieta for composta por alimentos com muitos corantes (naturais e artificiais) pode ocorrer um escurecimento dos dentes.

Se manter hidratado

Beber a quantidade ideal de água, além de outros benefícios para a saúde, vai garantir que a produção de saliva fique ideal. A saliva é uma proteção natural dos dentes e boca seca é sinônimo de problemas bucais

Visite periodicamente um dentista

Foto: Zahnreinigung/Pixabay

Por último, mas não menos importante, Natália indica que é importante fazer visitas ao dentista para garantir que tudo está indo bem. Além disso, realizar limpezas periódicas garante que se alguma coisa foi negligenciada durante o dia a dia, não irá evoluir para um caso mais grave.

Fonte: SouSmile

O que você precisa saber antes de usar enxaguantes bucais

Produto é vendido livremente, mas seu uso requer orientação de um cirurgião-dentista

Um sorriso saudável deve ser sempre acompanhado do cuidado com a higiene da boca, que deve ser feita a partir da escovação correta dos dentes e língua, uso de fio dental e escovas interdentais quando necessário. Além desses, pode ser adicionado o enxaguante bucal, produto que se tornou parte da etapa de limpeza oral de muitos brasileiros.

Presente em lojas, farmácias e supermercados – com diversas fórmulas na sua composição e especificações – alguns enxaguantes bucais vão além de refrescar a boca, desempenham também o papel de auxiliar no processo de higienização, ajudando no controle e combate de problemas bucais, tais como: a cárie e gengivite. Porém, ainda há muitas dúvidas sobre seu uso e qual, entre tantos, é o mais recomendado para o dia a dia.

“O enxaguante bucal pode, em alguns casos, ser indicado para quem tem dificuldade de higienização oral. Nos casos de pacientes com doença periodontal ou que possuam risco de desenvolvê-la, o uso do enxaguante está associado ao controle diário do biofilme dental (placa bacteriana)”, diz Roney Veludo Araujo, cirurgião-dentista e membro da Câmara Técnica de Periodontia do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (Crosp).

Mesmo auxiliando na limpeza e na prevenção de doenças bucais, os enxaguatórios não eliminam o mau hálito, apenas aliviam momentaneamente o sintoma, já que o incômodo pode ser multifatorial, tendo como causa outras doenças além das bucais, como diabetes e distúrbios gastrointestinais, o que necessita de avaliação de um especialista para o tratamento.

Os enxaguantes devem servir apenas como complemento à limpeza, portanto, não substituem a escovação mecânica e o uso de fio dental, que garantem uma efetiva higiene dos dentes e da boca. “A placa bacteriana que está na superfície dentária só é removida por meio da associação de: fio ou fita dental, escova dental e escovas acessórias, como a interdental”, completa o cirurgião-dentista.

Quais são os enxaguantes disponíveis no mercado?

O cirurgião-dentista Camillo Anauate Netto, integrante da Câmara Técnica de Dentística do Crosp explica que o mercado oferece dois tipos de enxaguantes: os chamados ‘cosméticos’ e os medicamentosos ou terapêuticos.

“Os enxaguatórios cosméticos oferecem a sensação de frescor e de sabor agradável na boca, mas não são efetivos contra os microrganismos que provocam cárie, problemas periodontais, gengivites, periodontites ou até o mau hálito. Já o outro grupo contém propriedades antibacterianas efetivas no combate aos microrganismos presentes no biofilme dental (placa bacteriana), responsáveis pela cárie dental, gengivite e mau hálito”, diz o profissional.

Os enxaguantes bucais contendo flúor são recomendados para prevenção da cárie dental, já que o composto ajuda a fortalecer o esmalte do dente e combate os microrganismos que provocam a cárie presentes na placa bacteriana, com indicação predominante para crianças acima de 6-7 anos de idade. Nessa faixa etária, as crianças já sabem bochechar sem o risco de engolir a solução.

Outro tipo de enxaguante com função terapêutica são os que possuem digluconato de clorexidina a 0,12%. A solução tem indicação para o combate aos microrganismos do biofilme dental responsáveis pela doença periodontal, recomendado também após procedimentos mais invasivos, como cirurgias, raspagem de cálculos supra e subgengivais para remoção de tártaro ou infecções da cavidade oral. Seu uso contínuo, entretanto, deve ser controlado para evitar alguns possíveis efeitos colaterais indesejáveis.

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Alguns enxaguatórios utilizam álcool em sua composição para conservar e também diluir os princípios ativos que estão presentes nesses produtos, porém são vistos com ressalvas já que o álcool, em uso rotineiro, pode causar irritação nas mucosas da boca.

Fonte: Crosp

ISTs e saúde bucal: a boca também pode ser infectada no ato sexual

Infecções sexualmente transmissíveis são contraídas pela boca no sexo desprotegido

Uma das preocupações atuais da Odontologia é com o risco de infecções adquiridas nas relações sexuais sem preservativos e que podem afetar a saúde bucal. Isso porque o sexo desprotegido tornou-se mais frequente, principalmente entre a população mais jovem. De acordo com uma pesquisa do Ministério da Saúde de 2017, quase metade dos jovens entre 15 e 24 anos não usam camisinha. Apenas 56,6% dos jovens dessa faixa de idade usam a proteção.

Doenças como Aids, sífilis, herpes genitais, HPV, Hepatite (A, B e C) e gonorreia também são transmitidas pelo sexo oral sem uso de preservativo, representando as chamadas ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), uma terminologia recentemente adotada para substituir a anterior demonimada DST (doenças sexualmente transmissíveis). Esses males podem ser contraídos e se manifestarem na região da boca e não só isso: problemas como gengivite e cárie dentária profunda aumentam o risco de contágio, o que requer atenção de um cirurgião-dentista no diagnóstico e tratamento.

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“Tivemos recentemente uma epidemia de sífilis em que diversos casos de manifestações bucais da doença foram diagnosticados. Os cirurgiões-dentistas estão recebendo esses indivíduos em seus consultórios e podem ajudar a diagnosticar e quebrar a cadeia de transmissão”, diz Desiree Rosa Cavalcanti, integrante da Câmara Técnica de Estomatologia do Conselho Regional de Odontologia (Crosp).

Os sintomas mais comuns de ISTs na boca são:
=Manchas ou placas brancas;
=Feridas na boca, dolorosas ou não;
=Feridas na pele ao redor da boca;
=Orofaringe avermelhada;
=Dor ao engolir;
=Placas brancas nas amígdalas, semelhantes à amigdalite;
=Secreções branco-amareladas.

“Depende do tipo de IST contraída. A sífilis, por exemplo, pode se manifestar na boca em qualquer uma de suas fases (primária, secundária ou terciária), sendo que a fase secundária é a mais encontrada e se caracteriza por manchas ou placas branco-pálidas, que podem ser dolorosas e acometer qualquer parte da boca, mas principalmente língua, mucosa labial e gengivas”, explica Denise.

Darwin Laganzon/Pixabay

“Já no caso do HIV (vírus da Aids), a presença de lesões na boca pode estar relacionada a um estágio de descontrole da doença ou ocorrer antes do diagnóstico e tratamento, enquanto a gonorreia e a clamídia oral podem afetar a orofaringe, gerando eritema, dor e desconforto ao engolir”, detalha.

Ainda segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, o não uso de preservativos impactou diretamente no aumento de casos de HIV entre jovens. Na faixa etária de 20 a 24 anos, a taxa de detecção subiu de 14,9 casos por 100 mil habitantes, em 2006, para o patamar de 22,2 casos em 2016. Entre os jovens de 15 a 19 anos, aumentou de 3,0 para 5,4 no mesmo período.

Diante desse cenário, ressalta-se a importância do preservativo, que ainda é a melhor forma de prevenção contra uma IST, seja de transmissão oral ou não. Mas, para deixar a saúde bucal longe dos riscos também é preciso manter uma boa higiene da boca para evitar problemas bucais como úlceras, gengivite ou doenças periodontais, que podem servir como meio de entrada de vírus e de bactérias causadores das infecções sexualmente transmissíveis.

Além disso, é essencial a realização de testes diagnósticos e a busca pelo tratamento rápido e adequado para o caso de suspeita de IST por contágio oral. “É importante que o cirurgião-dentista seja assertivo em sua comunicação com o paciente. Ele deve ser sincero, discreto e transmitir confiança. Um ambiente adequado e reservado em que ele possa estar a sós com o paciente facilita muito a comunicação para explicar o que o faz suspeitar de uma IST e recomendar a realização de testes diagnósticos, como os testes rápidos e a citologia esfoliativa. Sífilis, HIV, hepatites B e C já possuem testes rápidos eficazes e a maioria dos pacientes aceita a realização dos testes, especialmente diante de um profissional que lhe traz segurança”, completa a cirurgiã-dentista.

Fonte: CRO-SP

Dor ou desconforto na mandíbula? Melhor procurar um cirurgião-dentista

Ao digitar mandíbula no Google logo aparecem sugestões de pesquisa com as palavras estalando, travada, doendo, deslocada, torta, para frente ou inflamada. Todos esses termos têm um ou mais problemas em comum, mas não é na internet que serão encontradas as soluções para eles. Sentir dor na mandíbula pode ser sinal de luxação ou trismo. Mas, o que isso quer dizer? O cirurgião-dentista Carlos Alberto Novelli Assef, integrante da Câmara Técnica de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), explica.

Luxação mandibular

“As luxações mandibulares provocam dor intensa e desconforto ao paciente devido à extrema distensão dos músculos envolvidos na abertura da boca, assim como das estruturas internas ligamentares da Articulação Temporomandibular, denominada ATM”, informa o especialista. É mais comum ouvir falar em deslocamento, mas o problema é o mesmo e os sinais não devem ser ignorados, pois as causas podem ser variadas:

=Alterações anatômicas das estruturas da ATM – que é uma das articulações mais complexas do corpo humano, responsável por ligar a mandíbula ao crânio e por dar flexibilidade ao osso, possibilitando a mastigação e a fala;
=Remodelações das cavidades glenóides, das eminências do osso temporal ou do côndilo mandibular, ou seja, mudanças nas estruturas ósseas;
=Degeneração dos tecidos;
=Fragilidades ligamentares da ATM ou dos músculos masseter e pterigóideo medial (músculos da mastigação);
=Traumas.

O tratamento depende do que originou a luxação. “A solução definitiva vai desde fisioterapias isotônicas, visando o fortalecimento e reduzindo a amplitude da elasticidade dos músculos envolvidos, até a indicação de cirurgia nos casos mais graves em que a anamnese (análise clínica) e os diagnósticos de imagem específicas indicarem essa necessidade”, detalha Assef.

Muitos pacientes, por lidarem com os deslocamentos recorrentes, optam por reposicionar a mandíbula por conta própria, o que não é indicado. “Procurar um profissional especialista é sempre o mais recomendado para que a situação seja controlada ou resolvida com um tratamento adequado. Além do mais, a única forma de evitar as luxações recidivantes é buscar a solução definitiva, pois mesmo o autocontrole para limitar a abertura da boca nem sempre é indicado”.

Sem o atendimento especializado, o desconforto pode ser constante, levando ao transtorno psicossocial ocasionado pela insegurança de abrir a boca somente o necessário, e podendo gerar alterações teciduais e acelerar o processo degenerativo dos ossos.

Trismo

Imagem: OralTrismus

Ao contrário do deslocamento, o trismo limita a abertura da boca, causando um travamento da mandíbula. Entre algumas das causas, estão:
=Redução da amplitude ou elasticidade muscular;
=Processo inflamatório;
=Traumas;
=Bruxismo ou travamentos de mordida noturnos;
=Fatores psicossomáticos (estresse/ansiedade).

“O sinal mais frequente é a limitação de abertura da boca ao acordar e que melhora ao longo do dia. Normalmente, quando ocorre um episódio desses, a chance de se tornar frequente é muito grande, pois pode haver o comprometimento das estruturas intra-articulares ou processo inflamatório dos músculos da mastigação”, sugere o cirurgião-dentista. Em casos em que a abertura da boca não volta ao normal, é preciso procurar ajuda profissional o quanto antes.

O tratamento é basicamente clínico, com terapia medicamentosa, fisioterápica e avaliação dos fatores psicossomáticos que desencadearam a doença. Mas, quando crônico e grave, o paciente pode precisar de uma intervenção cirúrgica, assim como nos casos de luxação.

Fonte: CRO-SP

Tabagismo aumenta riscos de câncer de boca e de contaminação e agravamento da Covid 19

Especialista alerta sobre o uso de novos tipos de cigarros de uso compartilhado como o narguilé e o cigarro eletrônico

Os brasileiros passaram a consumir mais cigarro durante a pandemia da Covid-19. De acordo com pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), feita em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais e da Universidade Estadual de Campinas, cerca de 34% dos que se declararam fumantes passaram a consumir mais cigarros por dia durante o período de isolamento social.

Os fumantes também podem ficar ainda mais expostos ao contágio pelo coronavírus, já que o constante manuseio do cigarro com as mãos e o possível contato com a boca, além da necessidade de tirar a máscara para fumar, podem aumentar a possibilidade de contágio pelo vírus. Além disso, o estudo publicado no dia 29 de dezembro pelo periódico Thorax, com mais de 2,4 milhões de participantes no Reino Unido, indica que os fumantes eram 14% mais propensos a terem sintomas clássicos e evidentes da Covid-19 (tosse persistente, falta de ar e febre) do que os não fumantes.

Ely Pineiro/Getty Images

Diante desse número preocupante, campanhas de conscientização sobre os riscos do cigarro e do tabagismo para a saúde, principalmente durante a pandemia, passaram a ganhar mais relevância e devem pautar o Dia Mundial do Combate ao Fumo, celebrado hoje, 31 de maio. No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), cerca de 443 pessoas morrem por dia por causa do tabagismo.

A pneumologista Fernanda Miranda, que atende no Órion Complex, alerta que não existe alternativa saudável para a prática do tabagismo. “Os cigarros eletrônicos, que são apresentados como uma alternativa ao fumo, são também compostos por nicotina e causam dependência da mesma maneira. Outro que pode ser tão ou até mais prejudicial para a saúde é o narguilé. Cada sessão deste instrumento corresponde a 100 cigarros fumados”, detalha Fernanda Miranda. Além disso, o compartilhamento de narguilés é um fator muito preocupante pois também pode contribuir para a disseminação do vírus.

A pneumologista alerta que o cigarro pode causar mais de 50 doenças e, do ponto de vista pulmonar, a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e o câncer de pulmão são as mais frequentes. Esta última neoplasia teve a terceira maior incidência entre homens em 2020, segundo o INCA, com quase 18 mil ocorrências (7,9% dos novos casos) e foi a quarta com mais incidência entre as mulheres, com mais 12 mil casos (5,6%).

Combate ao tabagismo

De acordo com a pneumologista, apesar das campanhas e das restrições impostas aos fumantes, principalmente em espaços públicos, ainda há pessoas que começam a fumar por curiosidade, principalmente os mais jovens. “Depois disso, muitos fumantes encontram dificuldades em parar de fumar pelo fato de a nicotina ser uma droga com alto poder de levar à dependência química. Ela atua no cérebro e quanto mais se usa, mais difícil é de se deixar o vício”, destaca a especialista.

Ações feitas pelo Ministério da Saúde têm contribuído para o controle em relação ao fumo. Uma delas é o Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT), por meio do INCA, que busca reduzir a prevalência de fumantes e a mortalidade relacionada ao uso de tabaco por meio de ações educativas e de atenção à saúde. Segundo Miranda, essas ações são importantes para que o país continue sua busca por reduzir ainda mais os números relacionados ao tabagismo.

Ela ainda ressalta que a ajuda multiprofissional formada por médicos e terapeutas pode ser eficaz para o tratamento contra o fumo. “O suporte psicológico, terapia cognitivo comportamental e tratamento medicamentoso são importantes aliados no tratamento do tabagismo”, destaca Miranda.

As ameaças disfarçadas do tabagismo para a sua saúde bucal

70% das pessoas com câncer de boca fumam e o problema não está só no cigarro industrializado

Maio é o mês marcado pela luta contra o fumo, graças ao Dia Mundial sem Tabaco (31/5). Essa é uma das principais datas no calendário da Saúde e da Odontologia, uma vez que o tabagismo aumenta e muito o risco de câncer de boca, um dos tipos mais comuns entre fumantes – 70% das pessoas com câncer de boca fumam, revela o Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Diante desse cenário, o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (Crosp) faz um alerta para os ‘novos cigarros’, opções mais atraentes do que o industrializado, mas que escondem grandes perigos. São os narguilés, os vapes – cigarros eletrônicos – e até as versões disfarçadas de naturais, com camomila, sálvia, jasmim ou essências de sabor, em que o próprio fumante prepara o cigarro.

“Não existe consumo seguro de tabaco. Se tem tabaco, sempre tem o risco, pois são as substâncias que estão nele que prejudicam a saúde bucal e, consequentemente, o corpo em geral. Nicotina, alcatrão, monóxido de carbono e até a fumaça e o calor geram danos à mucosa da boca”, avisa a cirurgiã-dentista Silmara Regina da Silva, integrante da Câmara Técnica de Estomatologia do Crosp.

São poucos os estudos que abordam os diferentes formatos, mas já se sabe, por exemplo, que “uma hora de cigarro eletrônico equivale a 10 cigarros convencionais fumados”, explica o presidente da mesma Câmara Técnica do Crosp, Fábio de Abreu Alves. A comparação é importante, pois as versões eletrônicas chamam a atenção por emitir menos fumaça e pela discrição, já a ameaça está na alta concentração de nicotina, provocando a dependência de forma mais intensa.

Mas, até o surgimento de problemas, existe um caminho: dos menos graves, como manchas nos dentes e doenças periodontais, ou seja, que afetam os tecidos de suporte, levando, muitas vezes, à perda de dentes e ao insucesso dos implantes dentários; até os de maior complexidade, sendo o câncer de boca o mais preocupante. Ainda segundo o Inca, a estimativa é de que 15 mil pessoas tenham desenvolvido a doença em 2020 no Brasil, além das mais de 6,6 mil mortes registradas em 2019.

Esse percurso do tabagismo no corpo é silencioso e aumenta em até oito vezes o risco de uma pessoa desenvolver câncer de boca em relação a quem não fuma. “A doença é mais comum a partir dos 40 anos porque o tempo e a quantidade ingerida são fatores que influenciam. Mas, dependendo da suscetibilidade da pessoa, uma quantidade pequena já pode desencadear o câncer”, afirma Silmara. “Os sinais surgem em feridas que não cicatrizam por mais de 15 dias, manchas vermelhas ou esbranquiçadas e nódulos (caroços) em qualquer região da boca: língua, gengiva, bochecha ou palato (céu da boca), por exemplo. Ao notar um desses sintomas, é preciso procurar imediatamente por um serviço de Saúde”, enfatiza.

Por não existir consumo seguro, também não há meios de prevenir os efeitos do cigarro na cavidade oral. “Nenhum cuidado com higiene bucal pode evitar os riscos trazidos pelo tabaco. Contudo, bons hábitos como a correta higienização, o consumo de frutas e vegetais e a periodicidade das consultas com o cirurgião-dentista são fundamentais para fazer o diagnóstico precoce e tratamento das possíveis alterações”, conta Silmara.

Alves recomenda que as visitas dos fumantes ao consultório sejam de duas a três vezes por ano. “O câncer de boca na fase inicial, em geral, não tem sintomas, por isso é tão importante a avaliação da cavidade oral por exames odontológicos. O diagnóstico precoce oferece 90% de chance de cura. No diagnóstico tardio, essa chance diminui para 50%”.

O enfrentamento à dependência

O tabagismo é uma doença crônica de dependência química da nicotina, presente no tabaco, e faz parte do grupo de transtornos mentais e comportamentais pelo uso de substância psicoativa, conforme a Revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10).

“O Brasil é o segundo país no mundo, depois da Turquia, a promover um modelo exitoso de implementação da Convenção-Quadro para Controle do Tabaco (primeiro tratado internacional de saúde pública, assinado e ratificado por 181 países), um conjunto de medidas que permite o enfrentamento ao tabagismo. Isso possibilitou uma queda significativa na prevalência da doença, mas há muito a ser feito”, fala a coordenadora Estadual do Programa Nacional de Controle de Tabagismo de São Paulo, pelo Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), e integrante da Comissão de Políticas Públicas do Crosp, Sandra Marques.

No ano passado, com o desafio da pandemia do novo coronavírus e o agravamento das condições de saúde mental, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou a campanha Comprometa-se a parar de fumar durante a Covid-19 para o Dia Mundial sem Tabaco de 2021. “O cirurgião-dentista tem papel fundamental na estratégia de ampliação das ações de enfrentamento ao tabagismo e integralidade do cuidado. Assumir esse protagonismo perante um grave problema de saúde pública nos remete à concepção do papel que exercemos enquanto profissionais de Saúde. Precisamos desmistificar a dependência química e entendê-la como patologia para tratá-la”, completa.

Saúde bucal em dia aumenta chance de sobrevivência em casos de intubação por Covid-19

Os altos índices de mortalidade em casos de entubação por Covid-19 preocupam a sociedade brasileira. Uma pesquisa realizada pela BBC News Brasil revela que 80% dos procedimentos realizados por causa da doença em 2020 resultaram em morte.

Os motivos nem sempre são explicados somente pelo vírus. Há casos em que o quadro clínico é agravado por algum outro fator com potencial de levar a óbito, principalmente uma infecção não dimensionada. Neste caso, o perigo pode já estar morando na boca do paciente.

O alerta é feito pelo cirurgião-dentista André Luiz Pataro, doutor (PhD) e mestre em Odontologia e especialista em Periodontia. “A boca é a porta de entrada de muitas bactérias e vírus, inclusive a Covid-19. No processo de ventilação mecânica, o tubo é introduzido exatamente a partir dessa via. Se houver qualquer infecção no local, a chance de ela ser transportada pelo tubo até o pulmão é enorme, e isso pode ser fatal”, explica.

A Academia Americana de Periodontia (AAP) também já comprovou por meio de estudos que problemas gengivais podem estar associados a complicações mais graves da Covid-19. Pataro esclarece que o problema não está na decisão de intubação nessas circunstâncias, mas, antes de tudo, no cuidado do paciente com a própria saúde bucal.

“Nós, brasileiros, temos o hábito de evitar as idas periódicas ao dentista para a prevenção bucal, e esse comportamento pode influenciar na expressão de casos mais graves de Covid-19, incluindo a necessidade de intubações. Agora, mais que nunca, a prevenção bucal é um passo importante para diminuir complicações causadas pela Covid-19”, salienta o cirurgião-dentista.

Outra medida necessária para conter os óbitos provocados por infecção deve partir dos hospitais públicos e privados. Segundo o Conselho Federal de Odontologia (CFO), existem hoje em todo o país cerca de apenas 2 mil dentistas hospitalares, número muito aquém da demanda diante da quantidade de internações nas UTIs por causa do novo coronavírus.

“O atendimento na UTI é feito por uma equipe multidisciplinar, mas são poucos os hospitais que dispõem de um dentista nessas equipes. É ele que pode avaliar o quadro infeccioso da boca do paciente e, juntamente com a equipe de saúde multidisciplinar, avaliar os menores riscos de agravamento do paciente, ou vir a cuidar do mesmo após uma intubação de emergência”, conclui Pataro.

Foto: Zahnreinigung/Pixabay

Sendo assim, pensando-se em manutenção da saúde como um todo, com ou sem infecção por Covid-19, a prevenção da saúde bucal é fundamental para o equilíbrio e saúde sistêmica.

Fonte: André Luiz Pataro é doutor (PhD), mestre e graduado em Odontologia pela UFMG. Também é professor adjunto pela Faculdade Arnaldo e autor de artigos publicados em revistas internacionais de impacto. É membro da Sociedade Brasileira de Periodontia e autor do livro “Guia do Dentista – os caminhos para a realização profissional”

Avon: aprenda maquiagem da influenciadora Camilla de Lucas para campanha “É Tempo de Recolorir”

Marca nº1 em maquiagem no Brasil*, a Avon traz o passo a passo da produção que a influenciadora e humorista Camilla de Lucas usou na capa da nova campanha da marca “É Tempo de Recolorir”, uma ação da companhia que visa agradecer seus consumidores pela preferência durante o ano de 2020 por meio de descontos e ofertas imperdíveis em itens selecionados no portfólio de make, além do compromisso da marca em não realizar reajustes de preços em relação ao ano passado.

Olhos e boca coloridos e vibrantes são a tendência para esse novo ano. O hit do momento para as sombras serão os tons de lilás e roxo. Para que todos possam se inspirar e começar 2021 com muito alto astral e por dentro das novidades, veja o passo a passo abaixo e aproveite a oportunidade de reabastecer o nécessaire.

Com o isolamento social, o foco das maquiagens está concentrado no olhar, para ser destaque mesmo com o uso de máscaras. Aproveite as dicas e explore novas cores. A indicação da Avon é o Quarteto de Sombras Mediterrâneo. Com tecnologia Color Lock, possui primer e garante uma aplicação uniforme, de qualidade e com opções de cores da estação. As sombras são numeradas o que facilita para quem está começando.

Passo 1 – Inicie essa produção pelos olhos.. Com um pincel fofo, contorne o côncavo com o tom marrom nº3, fazendo um movimento de vai e vem para dar profundidade ao olhar.
Passo 2 – Aplique o tom lilás nº2 por toda a pálpebra móvel. Umedeça o pincel com um fixador de maquiagem para obter uma cor mais vibrante.
Passo 3 – Com o roxo nº 4, escureça o canto externo. Esfume todas as sombras para que não existam marcações entre elas.
Passo 4 – Finalize com a cor clara nº1 a parte interna dos olhos e rente os cílios inferiores. Use essa mesma cor para iluminar o arco das sobrancelhas e realçar o olhar.
Além do pincel que já está incluso no Quarteto, a Avon possui uma linha completa para auxiliar seus consumidores a melhores obterem resultados na maquiagem.


Passo 5 – Hora da preparação de pele! Aplique com um pincel de sua preferência (comum ou flat) uma base de acabamento matte e leve, o verão é uma estação que costuma pedir esse tipo de produto para um uso mais confortável da maquiagem.

A indicação da Avon é a Base Líquida Power Stay, tem efeito matte leve e confortável, com tecnologia ComforLast que mantém os pigmentos no lugar e garante aparência de maquiagem recém aplicada. O tom da influenciadora é a #520NQ. Essa e outras cores fazem parte do compromisso da marca de ampliar seu portfólio para que os produtos representem melhor as belezas do Brasil e, assim, enaltecer os tons e subtons das brasileiras. Se tiver com alguma dúvida qual é a sua base procure, por exemplo, pela #avon540F nas redes sociais e encontre outras pessoas que usam esse mesmo tom. Para facilitar no processo de encontrar o produto ideal, a Avon disponibiliza em seu site um teste que auxiliará aqueles que tiverem dúvida ou dificuldades. Uma plataforma excelente para não ter mais medo de comprar online sua base dentro do portfólio da marca. Acesse aqui e descubra.

Passo 6 – Sentiu a necessidade de corrigir alguma imperfeição? Use a própria base, ao invés de um corretivo. Reaplique nos locais desejados usando os dedos e com batidinhas para construir as camadas e ter um efeito mais natural, tendência para o começo desse ano.
Passo 7 – Corretivo para iluminar e não corrigir. Com um tom abaixo da sua cor de pele, passe o produto abaixo dos olhos em um formato de triângulo invertido e dê leves batidinhas com os dedos.


Passo 8 – Volte para os olhos e aplique a máscara de cílios. Pode parecer estranho o uso desse produto agora, mas evitará que os cílios já finalizados fiquem sujos de base ou outros produtos de pele.


Passo 9 – Hora do batom! Um toque de cor na boca pode ser o que todos precisam para olhar novamente para si e ressignificar momentos difíceis. O batom matte é o preferido da brasileira e combina com as temperaturas elevadas de um país tropical. A cor rosa combinará perfeitamente com os olhos dessa maquiagem. A influenciadora escolheu para esse look o Batom Ultramatte Rosa Floral. Esse item é a escolha para aqueles que buscam conforto, cor intensa e acabamento matte sem ressecar, desliza suavemente e possui FPS 15. Lábios saudáveis sempre! Camilla amou esse produto e afirmou, “Não deixas os lábios secos, fica muito confortável, e com qualidade internacional, tá? O único problema é escolher minha cor favorita, é uma mais linda que a outra”.

Passo10 – Dê um toque extra a essa produção passando um gloss por cima do batom. Hoje existem opções que não deixam a boca grudenta e dão aquele aspecto espelhado que segue tendência. A sugestão da Avon é o Brilho Labial Avon Ultra Gloss. Ele hidrata, sem deixar os lábios grudentos, com uma cor leve e brilho natural. Sua fórmula é composta por óleo de jojoba, avocado e coco e vitamina E.

Todos os itens usados pela Camilla fazem parte da promoção “É Tempo de Recolorir”, uma seleção das maquiagens mais vendidas da Avon descontos especiais de até 40%. Todos os produtos Avon podem ser adquiridos por meio das revendedoras Avon ou pelo e-commerce

SAC: 0800 708 2866, de segunda a sábado das 8h às 20h