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Qual é a melhor escolha para fortalecer o assoalho pélvico?

Você sabia que a perda involuntária de urina é uma das maiores queixas de mulheres, especialmente na fase pós-menopausa? A chamada incontinência urinária, associada ou não ao esforço, atinge cerca de 20% delas em algum momento da vida. Isso acontece em decorrência de alterações no assoalho pélvico, região formada por músculos que sustentam útero, vagina, bexiga e reto.

“Há muitas mulheres que associam esse quadro à maturidade, como se ele fosse natural após determinada idade. No entanto, isso não é fato. É preciso buscar um especialista que solicitará exames específicos para diagnosticar o problema e orientar sobre a melhor de tratamento”, constata o médico Luiz Gustavo Oliveira Brito, vice-presidente da Comissão Nacional Especializada em Uroginecologia e Cirurgia Vaginal, da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

Há outros problemas relacionados à fragilidade do assoalho pélvico, como prolapso genital, popularmente conhecido como bexiga caída ou bola na vagina (é caracterizado pela perda de sustentação dos órgãos da região pélvica), incontinência fecal, ou perda de fezes de forma não voluntária (é decorrente principalmente do estiramento de um músculo específico no momento do parto) e dor pélvica crônica (dor na base da barriga quando ocorre por mais de seis meses). Há tratamentos eficientes para melhorar o quadro e oferecer mais qualidade de vida à paciente.

Conheça as indicações de cada um:

Dieta alimentar

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“Estudos comprovam que ao eliminar 5% do peso corporal há uma redução de 40% a 50% de episódios de perda não desejada de urina. A melhora é significativa e interessante principalmente para mulheres idosas que acreditam que isso não seria um problema, mas sim uma questão natural relacionada ao envelhecimento. Nós gostamos de deixar bem claro que, na verdade, perder urina não é normal em nenhuma idade e necessita de tratamento”, avisa o médico.

Cirurgia

Na verdade, não existe um método que seja 100% eficaz para qualquer tipo de incontinência. Mesmo a melhor das cirurgias (a escolha da técnica dependerá da gravidade do problema, do tipo de incontinência, bem como da experiência do médico e da concordância da paciente) promete uma taxa de cura de 90 a 95%, mas não mais do que isso. “Quando a mulher se submete a uma cirurgia para aquele tipo de perda urinária, à qual chamamos de incontinência urinária de esforço, ela precisa estar ciente de que existe uma taxa de falha. E com o passar do tempo, esse risco pode aumentar, pois alguns fatores influenciam o retorno do problema, como ganho de peso ou algumas doenças que afetam o sistema urinário”, alerta o Dr. Luiz Gustavo Oliveira Brito.

Laser

É uma técnica razoavelmente nova e pesquisas mostram mais benefícios nos casos de atrofia genital. Isso ocorre na menopausa e a mulher percebe ressecamento vaginal que pode gerar coceira, falta de lubrificação no momento do sexo, ardência, incômodo e incontinência urinária. De acordo com o especialista, neste caso, para pacientes que não podem utilizar terapia hormonal de nenhuma forma, incluindo a tópica, o laser é uma opção. “No entanto, se o problema for perda de urina, especificamente, há poucos trabalhos já realizados comprovando que essa tecnologia funciona. Os resultados apontam para uma alternativa interessante, porém ela ainda carece de um número maior de estudos”, afirma.

Exercício

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Desenho: healthyandnaturalworld

A fisioterapia é indicada para mulheres que apresentam alteração na condição muscular local. A avaliação é feita pelo exame de toque e mostra o quanto a mulher contrai e segura essa musculatura. Caso ela não tenha força de contração adequada, alguns exercícios podem ser realizados em casa para fortalecimento da região. Os mais comuns são chamados de exercícios de Kegel. A técnica consiste basicamente em uma série de contrações que podem ser realizadas pela mulher em qualquer local ou momento do dia.

Medicamento

Auxilia no combate da incontinência de urgência (perda de urina depois de uma vontade subida de urinar) ou apenas a urgência urinária – as duas formas são conhecidas como bexiga hiperativa. A medicação atua bloqueando a contração muscular involuntária. É bom salientar que esse problema pode ser agravado pelo frio, consumo de cigarro, bebida gasosa, café e por situações estressantes.

Injeção de toxina botulínica

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iStock

Indicada para bexiga hiperativa, a substância é aplicada nos músculos da parede da bexiga, paralisando-os e impedindo que se contraiam involuntariamente. Os efeitos duram, em média, nove meses. Depois é necessário refazer a aplicação. Apresenta ótimos resultados.

Fonte: Febrasgo

 

Dermatologista esclarece mitos e verdades sobre o botox

A toxina botulínica, popularmente conhecida como botox, é um dos procedimentos estéticos não cirúrgicos mais realizados no Brasil e no mundo, e não é à toa que surjam muitas dúvidas e inverdades sobre o assunto. Tendo em vista esta realidade, o dermatologista Gustavo Saczk desmistificou algumas questões sobre essa substância que é febre no mundo da estética.

Há oito anos atuando na dermatologia, o médico é chamado o ‘mestre do botox’ e surpreende por não fazer nenhuma marcação antes da aplicação, um dom aperfeiçoado com a prática.

Mitos e verdades

Botox  pode ser usado para preencher lábios, bigode chinês ou qualquer área que precise de volume.

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Mito: isso é feito por meio de preenchimento. A toxina botulínica não preenche ou aumenta o volume de determinada região. Ao contrário, o botox é usado para suavizar rugas e linhas de expressão por meio do relaxamento do músculo, sem preenchimento.

O efeito do botox não é permanente

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Verdade: ele dura de 4 a 6 meses. Lembrando que pacientes com muita expressão facial terão uma durabilidade menor da paralisação.

Sua expressão facial não vai ser alterada

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Verdade: isso se o dermatologista ou cirurgião plástico que fizer a aplicação respeitar os pontos corretos de aplicação. A ideia é diminuir as rugas sem alterar sua fisionomia.

 Cremes não substituem o botox

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Verdade: eles atuam junto, buscando melhorar sua beleza. O tratamento antissinais deve ser feito de forma global, em conjunto.

Nada substitui uma plástica se o paciente tem indicação, mas o botox será usado junto, assim como os cremes

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Verdade: não adianta achar que fazendo plástica você não precisará de botox caso ainda queira melhorar as rugas. As aplicações da toxina botulínica podem postergar a necessidade de uma intervenção cirúrgica, pois, além de atenuarem as rugas de expressão, podem prevenir o surgimento de novas rugas pela reeducação da mímica facial. Este tratamento também pode ser uma opção para pacientes com receio dos procedimentos mais invasivos ou mesmo para pacientes que buscam resultados eficazes sem períodos de recuperação.

Não existe uma idade mínima para o início do tratamento

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Verdade: o mais importante é ter a indicação apropriada para o tratamento. O Botox pode ser aplicado em qualquer idade, não causando resistência ou diminuindo seu efeito com o passar do tempo, se for aplicado corretamente. Assim, ele pode funcionar como preventivo no surgimento das rugas.

Seu efeito não é imediato

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Verdade: as primeiras mudanças são percebidas após 48 horas, entretanto, os efeitos podem ser notados de forma mais completa em até 15 dias após a aplicação.

Botox é diferente do preenchimento

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Verdade: como foi dito antes, ele faz a paralisação da musculatura no local em que é aplicado, não sendo capaz de corrigir rugas estáticas, que são mais profundas e que aparecem mesmo quando você não está movimentando o rosto. Mas pode suavizar rugas que estão começando a aparecer.

Se você tem excesso de pele nas pálpebras, o botox pode dar uma sensação de peso nos olhos

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Verdade: nesses casos, o dermatologista tem que ser criterioso na aplicação.

O tratamento tem duração, em média, de 6 meses

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Verdade: podendo ser mais ou menos tempo, dependendo do organismo de cada paciente. Ao término desse período é necessário procurar o dermatologista para fazer uma reaplicação.

Fonte: Gustavo Saczk é formado pela Universidade Federal do Paraná (2011), consolidou seu nome como um dos principais profissionais da área de saúde em Curitiba onde é considerado o ‘mestre do botox’ e surpreende por não fazer nenhuma marcação antes da aplicação, um dom aperfeiçoado com a prática. Também se destaca no tratamento de cicatrizes causadas pela acne. Criou o “Minuto de pele” – pílulas em vídeo de 1 minuto – onde ele fala sobre diversos assuntos da Dermatologia, seja estética, cirúrgica ou clínica. Também participa do quadro “Minuto de Pele”, uma vez por semana, na Rádio Clube FM, em Curitiba.

Ácido hialurônico e toxina botulínica: você sabe a diferença entre eles?

Conheça as principais características e indicações dos “queridinhos” do ramo de tratamentos dermatológicos

Consultórios dermatológicos são procurados, cada vez mais, por homens e mulheres que desejam investir em melhorias na pele e atenuar marcas no rosto. Para isso, recorrem a diversos tratamentos modernos que trazem resultados visíveis e naturais. Dentro dessa variedade de inovações técnicas, procedimentos com ácido hialurônico e com toxina botulínica são os mais recomendados, apesar de serem bem diferentes.

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Produto biológico da bactéria Clostridium botulinum, a toxina botulínica é uma neurotoxina que age como barreira entre os estímulos dos neurônios e os músculos da face, atuando como um paralisante muscular. Dessa forma, o produto é recomendado para rugas dinâmicas do rosto – ou seja, que se tornam mais aparentes diante movimentação facial.

Já o ácido hialurônico é uma substância natural da pele responsável por sua hidratação e elasticidade. Quando injetado na pele, o polímero preenche o espaço existente entre as células, possuindo também a capacidade de volumizar. Com o avanço da idade, o organismo reduz a produção natural de ácido hialurônico na pele que, consequentemente, perde sua firmeza e volume natural.

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Por isso, tratamentos com ácido hialurônico são indicados para devolver o aspecto jovem e saudável da pele. Um dos preenchedores de ácido hialurônico mais conhecidos do mercado, Restylane, repõe o volume perdido ao longo dos anos de forma natural. O procedimento reduz sulcos conhecidos como “bigode chinês” e “linhas de marionete”, destaca as maçãs do rosto e também tem o poder de atenuar rugas.

O tratamento com Restylane consiste em aplicações pouco invasivas que trazem resultados visíveis desde a primeira sessão. Enquanto os procedimentos com toxina botulínica trazem efeitos com duração de 4 a 5 meses, os resultados de Restylane continuam visíveis mesmo após 18 meses. Ele pode ser aplicado em três regiões da face: terço superior, terço inferior e terço médio. O produto está no mercado há mais de 20 anos e já atingiu a marca de 40 milhões de tratamentos pelo mundo.

É importante ressaltar que ambos os tratamentos dermatológicos devem ser realizados por médicos especializados e pensados de acordo com as características de cada indivíduo.

Fonte: Galderma

É possível ter a pele bonita e saudável em todas as estações do ano

A cada estação, um novo começo. A primavera é uma boa época para realizar procedimentos estéticos dermatológicos, como tratar olheiras, rugas ou flacidez, já que a recuperação é mais rápida neste período. Porém, devemos lembrar que a decisão mais importante ao fazer um procedimento é consultar o médico dermatologista, especialista indicado para fazer o diagnóstico de doenças da pele, cabelos e unhas e prescrever tratamentos específicos.

Alguns procedimentos são bastante comuns nesta época do ano. Os mais comuns são a aplicação de toxina botulínica, o preenchimento com ácido hialurônico, os tratamentos a laser, a radiofrequência, os peelings, o microagulhamento e o ultrassom microfocado, sendo que todo procedimento precisa de planejamento.

Portanto, levar em conta o tempo necessário para aguardar a recuperação da pele ou mesmo a época mais adequada para fazer tal procedimento, garantem um planejamento estético adequado e resultados mais seguros para o paciente e sua saúde.

Essa época também é indicada para realizar aplicação da toxina botulínica para hiperidrose (suor excessivo) nas axilas, mãos ou pés. A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) lembra que a rotina diária de cuidados com a pele envolve pelo menos três passos básicos: limpar, tratar e proteger.

“Não existe uma idade ideal para começar a cuidar da pele nem regra de tratamento para cada idade, mas de um modo geral, a partir dos 25 anos, medidas preventivas devem ser adotadas, usando produtos especializados para cuidados com a saúde da pele, além de tratamentos dermatológicos que induzem a produção de colágeno e reparam danos solares”, explica a dermatologista Sylvia Ypiranga.

Vale ressaltar que todo procedimento estético dermatológico deve ser acompanhado por um médico, para que eventuais complicações possam ser percebidas, diagnosticadas e tratadas.

Realizar uma visita ao consultório ou na clínica onde o procedimento será realizado, prestando a atenção aos detalhes, é um bom meio de saber se o local escolhido terá a estrutura e a segurança necessárias para iniciar o tratamento. Desconfie de locais que se dispõem a cobrar preços muito baixos, têm muita rotatividade de profissionais e não disponibilizam equipamentos e produtos de qualidade, por exemplo.

Verifique também se o local tem autorização de funcionamento expedida pela Secretaria Municipal de Saúde e da Vigilância Sanitária e confira a higiene do espaço e se os materiais são descartáveis. Lembre-se de que casas e imóveis residenciais não devem ser considerados para a prática de procedimentos invasivos. No consultório é possível observar os quesitos de biossegurança dos procedimentos.

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O conhecimento das técnicas de aplicação e da anatomia local também são fundamentais para o bem-estar e segurança do paciente.

Para encontrar um dermatologista associado à SBD clique aqui.

Alimentos que funcionam como “botox”

A nutricionista Paula Castilho, da Rede Nação Verde, explica como a alimentação pode ajudar na estética. Muitas mulheres estão investindo em alimentos saudáveis ao invés de procedimentos estéticos (cirúrgicos ou não). Além, do resultado esperado, elas ainda ganham melhora na qualidade de vida.

Esses alimentos evitam o desgaste das células, têm o poder de regenerar os tecidos e ainda conseguem controlar os danos pela radiação solar. Conheça os grandes aliados na luta contra o envelhecimento:

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Tomate – o licopeno, que dá a cor avermelhada à hortaliça, tem o poder de defender a pele contra os raios ultravioleta do sol. Ele protege as fibras de colágeno e contribui para a renovação celular. O ideal é saborear um tomate pequeno maduro, pelo menos três vezes por semana, com um pouco de azeite de oliva: ele é importante para melhorar a absorção do licopeno.

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Foto: Profet77/Pixabay

Iogurtes – se você escolher aqueles abastecidos de lactobacilos, o intestino e a pele vão agradecer. Eles reforçam a imunidade da pele, evitando, por exemplo, a formação de manchas após uma exposição prolongada ao sol. O ideal é optar pelos iogurtes com lactobacilos paracasei e johnsonii, uma porção duas vezes na semana basta.

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Chá-verde – os polifenóis, presentes em grande quantidade nas folhas desse chá, são famosos pela faxina que promovem no organismo, mandando embora as toxinas e os radicais livres. Como esses dois vilões costumam apagar a beleza da pele e abrir caminho para manchas e rugas é recomendado beber 3 a 4 xícaras por dia ou 1 a 2 xícaras, no caso dos chás verdes enriquecidos com outras substâncias antienvelhecimento, como vitamina C, selênio e zinco.

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Folhas verde-escuras – espinafre, couve, brócolis e repolho também saem na frente no quesito ação antioxidante. Para evitar que as células fiquem, digamos, enferrujadas e a pele envelheça antes da hora, a dica é consumir dois pratos de sobremesa por dia. Na hora da compra, escolha o espinafre que estiver mais próximo da luz – segundo um estudo publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry as folhas iluminadas preservam mais as vitaminas C, K, E e folato.

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Soja – com uma ação semelhante à do estrogênio, o hormônio produzido pelo corpo da mulher, as isoflavonas presentes na soja estimulam a renovação celular. O resultado é que as rugas demoram a aparecer, a pele fica mais hidratada, a textura melhora e ainda é possível prevenir manchas e ressecamento. A dica é consumir de 25 gramas de proteína de soja por dia, o equivalente a ½ xícara (chá). Vale também, segundo a nutricionista, incluir na dieta alimentos como quibe, tofu e missô, que são ricos nesse ingrediente.

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Foto: Kamuela/MorgueFile

Acerola – ela vem abarrotada de vitamina C, nutriente que contribui para a formação de dois aliados da beleza: o colágeno e a elastina. O primeiro mantém a firmeza da pele enquanto a elastina ajuda a pele a voltar à sua forma original depois de ela ter sido esticada. Como o corpo precisa de ambos, crie o hábito de degustar diariamente duas acerolas ou uma laranja. Os sucos devem ser consumidos assim que preparados, pois a vitamina C se degrada rapidamente.

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Castanhas – a vedete da castanha-do-brasil é a vitamina E, outro nutriente que também tem um efeito antioxidante. Ela é capaz de manter a pele jovem e viçosa e, de quebra, ainda protege a saúde coração. Mas, como essa delícia é bastante calórica, a nutricionista Andréa aconselha moderação no consumo. Duas unidades por dia ou um mix formado por uma castanha, uma noz e uma amêndoa, que contam com o mesmo efeito benéfico, são suficientes.

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Salmão – peixe rico em ômega-3, um ácido graxo capaz de evitar as marcas da ação danosa do sol. É um antioxidante natural e, quando consumido, deixa a pele mais macia e luminosa. Inclua-o no prato três vezes por semana. Basta um filé médio, de 100 gramas, que pode ser alternado com sardinha ou anchova.

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Frutinhas vermelhas e roxas – não se engane com o tamanho delas. Açaí, framboesa, amora, pitanga, groselha, uva roxa e mirtilo contêm altas doses de antocianinas. Elas neutralizam o efeito dos radicais livres e, evitam o envelhecimento precoce. Previnem os melasmas, as manchas escuras do rosto. Ingerir cinco unidades/dia.

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Foto: Pixabay

Melão cantaloupe – o tom alaranjado dessa fruta indica que ela é rica em betacaroteno, outro nutriente que exerce a função fotoprotetiva. Além de barrar a ação negativa da radiação solar, a fruta é rica em vitamina A, que reforça as defesas cutâneas. Consuma uma fatia ao dia e alterne com uma cenoura, dois damascos secos ou duas colheres de abóbora cozida.

Sorriso gengival: o que é e como tratar

Expressão máxima da felicidade, o sorriso é considerado peça-chave para uma boa autoestima e, muitas vezes, até para um bom convívio social. Vínculo de aproximação entre as pessoas, quando ele não é harmônico, pode comprometer a imagem pessoal, afetar a sociabilidade – deixando-a tímida e introspectiva pelo simples medo de sorrir –, comprometendo até mesmo a vida profissional.

“Uma das desordens bucais que mais incomoda, principalmente as mulheres – mais afetadas pelo problema – é o sorriso gengival”, afirma Paulo Coelho Andrade, mestre e especialista em implatodontia e odontologia estética que atende em Belo Horizonte (MG). O problema é caracterizado pela exposição excessiva da gengiva e pode ser identificado quando, ao sorrir, ela fica acima de 4mm.

O profissional conta que são inúmeras as situações que podem causar o problema, sendo quatro mais comuns: crescimento excessivo do maxilar superior; excesso de gengiva que cobre a dentição; dentes curtos ou lábio curto ou hiperativo. “Para corrigir o sorriso gengival é imprescindível um diagnóstico preciso sobre cada caso”.

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Foto: SmileGallery

O tratamento mais usual de correção é a gengivoplastia, cirurgia simples onde o dentista remove o excesso de tecido, deixando os dentes mais expostos. A anestesia é local e a cicatrização costuma levar de uma a duas semanas. Quando feitas com laser ou cauter, o conforto é maior e a cicatrização mais rápida.

Também tem se tornado cada vez mais comum a aplicação de toxina botulínica no músculo que move o lábio superior. A intenção é travá-lo quando a pessoa sorri. Desta forma, a gengiva não será muito exposta. Apesar de eficaz, este tratamento não é definitivo, sendo necessária a sua reaplicação a cada quatro meses.

Em casos mais graves, nos quais o problema é de ordem esquelética e o sorriso gengival ultrapassa a margem de 8 milímetros, a indicação é a cirurgia ortognática, que faz a retirada e reposição de osso do maxilar. A gengivoplastia e a aplicação de toxina botulínica são procedimentos menos invasivos, não causando nem inchaço, nem dor. Já a cirurgia ortognática é mais invasiva e demanda mais tempo de recuperação e volta à mastigação.

A ocorrência de dentes curtos é facilmente corrigida pelo uso de facetas de porcelana, técnica que reabilita a estética oral aumentando os dentes e deixando-os no formato e na cor desejada. Além disso, o uso de facetas é muito indicado quando se faz a gengivoplastia, pois ela irá recobrir a região das raízes expostas, caso seja de grande proporção. É imprescindível salientar que, para a realização de qualquer um dos procedimentos é necessário estar com a saúde bucal em dia. Escovação, uso de fio dental e limpezas periódicas (de 6 em 6 meses) mantém a salubridade da boca.

sorriso boca dentes perfeitos

Fonte: Paulo Coelho Andrade é mestre em Implantodontia pelo Centro de Pesquisas Odontológicas de Campinas e especialista em Implantodontia pela Associação Brasileira de Odontologia, ambos os títulos reconhecidos pelos Conselhos Estadual e Federal de Odontologia, já realizou mais de 50.000 implantes em 20 anos de implantodontia. Autor de vários artigos científicos, publicados dentro e fora do país, também é pós-graduado em Fixação Zigomática, Periodontia, Cirurgias Avançadas, Sedação e Odontologia Estética.

Fotos meramente ilustrativas

 

Toxina botulínica A é o procedimento queridinho das brasileiras

Dermatologista Ada Trindade comenta a técnica mais procurada entre os procedimentos minimamente invasivos

Sabe aquela pele lisinha, sem muitas rugas e com sensação de hidratação? Pois é, a toxina botulínica A é uma das grandes responsáveis por este efeito. Segundo o censo de 2016 da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), os procedimentos minimamente invasivos tiveram um aumento de 390% nos dois anos anteriores à pesquisa. E, atualmente, o tratamento realizado com esta substância representa 47,5% dos realizados.

Utilizada tanto para a prevenção do aparecimento das linhas de expressão quanto para o rejuvenescimento facial, a aplicação acontece por meio de uma agulha não cirúrgica reduzindo as chamadas rugas dinâmicas ou desenvolvidas pela mímica facial – que ficam na testa, entre as sobrancelhas e ao lado dos olhos, os chamados ‘pés de galinha’.

Para isso, a substância bloqueia os sinais nervosos dos músculos escolhidos, enfraquecendo-os e diminuindo marcas indesejadas e deixando a pele com aspecto de hidratada dando aquele ‘refresh’ no visual. Além de tudo isso, o procedimento ainda permite a correção de assimetrias faciais, melhorando uma sobrancelha mais arqueada que a outra, por exemplo.

Para a dermatologista Ada Trindade, a identificação com o método se deve à sua praticidade e ao resultado rapidamente percebido. “Qualquer médico que esteja habilitado a fazer consegue aplicar em seu próprio consultório. Os resultados começam a ser notados após o terceiro dia da aplicação, mas o pico de efetividade do produto acontece em torno de 15 dias depois, pouco tempo se comparado a uma cirurgia. Por isso é muito comum que as mulheres virem fãs e reapliquem a substância duas ou três vezes ao ano.”

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A procura pela aplicação de forma preventiva também está em crescimento. Mulheres mais jovens estão procurando o procedimento para se anteciparem aos sinais da passagem dos anos, garantindo que a qualidade da pele se mantenha por muito mais tempo. Segundo a dermatologista, não existe idade certa para começar, já que cada pele tem uma característica própria e o uso contínuo não altera a expressão facial. O fator determinante para investir na prevenção do envelhecimento com toxina botulínica A é a tendência genética de desenvolver rugas mais ou menos acentuadas.

Contudo, a médica aconselha que, “além da aplicação, o cuidado com a pele seja constante e desde cedo com o uso de hidratante e filtro solar diariamente, além de manter sempre em dia a consulta com seu médico especialista”. Com duração de 3 a 4 meses, a substância é contraindicada para grávidas, lactantes e pessoas com doenças neuromusculares.

Fonte: Ada Trindade é graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e possui título de especialista obtido pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)

Diferenças entre o preenchimento facial com ácido hialurônico e toxina botulínica

Muitos enganos surgem em torno dos tratamentos estéticos faciais minimamente invasivos, principalmente relacionados ao ácido hialurônico e à toxina botulínica A. Cada um dos procedimentos possui ações e finalidades distintas, que tornam de extrema importância o esclarecimento do assunto entre profissionais e pacientes.

A aplicação de toxina botulínica A está entre os tratamentos estéticos mais realizados no mundo, segundo a Sociedade Internacional de Cirurgias Plásticas – ISAPS. Dentro desse recorte, o Brasil está em segundo lugar no ranking dos países que mais utilizam a substância, com 1.1 milhão de aplicação em 2015, sendo o primeiro lugar dos Estados Unidos. Em relação aos preenchedores faciais de ácido hialurônico, o maior estudo global de tendências de beleza realizado pela Allergan, “The Changing Face of Beauty: A Global Report”, revelou no ano passado que, no Brasil, 76% das mulheres entrevistadas já realizaram o procedimento ou consideram fazer.

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Sobre as atuações de cada substância, a dermatologista Gabriela Casabona esclarece que a toxina botulínica A relaxa a musculatura depressora, prevenindo e tratando rugas leves, vistas com a nossa face em movimento. Enquanto os preenchedores faciais de ácido hialurônico atuam devolvendo a projeção correta de cada ângulo, devolvendo volume às áreas onde a gordura foi perdida e suavizando linhas mais pesadas. Em alguns casos, os tratamentos podem ser complementares, de acordo com a necessidade de cada paciente.

O preenchimento labial, realizado com ácido hialurônico, está entre os procedimentos que mais geram dúvidas. Nesse caso, como a intenção é dar volume e contorno, não é possível realizar o procedimento com toxina botulínica A. Mas, se o paciente desejar suavizar a região perioral também conhecido como “código de barras”, entre a boca e nariz, a substância é permitida com cautela.

tratamento botox

Gabriela também ressalta que as rugas não são o alvo exato dos tratamentos: “O objetivo é sempre trazer a melhor versão do paciente. Assim, as aplicações também são feitas com a finalidade de restaurar a aparência descansada e leveza da face”. Sobre a durabilidade de cada um, a dermatologista lembra que a toxina botulínica A dura em média de quatro a seis meses e o preenchimento de um a dois- anos, dependendo da área do rosto em que é aplicada, da técnica e produto utilizado, além do metabolismo e dos hábitos de cada paciente.

O sucesso dos resultados de ambos tratamentos dependem de uma avaliação tridimensional da face, que analisará a harmonia do rosto de forma global, ao invés de tratar regiões separadas. Um procedimento bem feito, devolve a jovialidade e traz leveza com naturalidade, sem evidenciar a existência de um tratamento minimamente invasivo.

Por isso, é importante procurar um dermatologista ou cirurgião plástico para uma avaliação e assim, identificar o melhor tratamento para você.

Fonte: Allergan

Dez mitos e verdades sobre a aplicação de botox

O Botox é um daqueles assuntos que costumam gerar um amplo debate entre as pessoas. Isso ocorre porque a maioria delas já ouviu falar dele, porém poucas sabem o que é essa substância e de que forma ela verdadeiramente funciona.

Pensando nessas questões, a Sadeb Clínica Médica preparou um infográfico no qual fala sobre os 10 principais mitos e verdades a respeito da aplicação da toxina botulínica. Confira:

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Os avanços da medicina estética e da dermatologia a serviço da autoestima

“O tempo é realmente implacável. Não poupa ninguém. Apesar do uso de bons cremes, filtro solar e limpeza de pele. Após os 50 anos, a flacidez e as rugas são inevitáveis. Com a menopausa, o efeito da queda de hormônios femininos faz com que os músculos faciais já não consigam dar tanta sustentação à pele.

A primeira coisa que a mulher pensa é: “acho que preciso dar uma puxadinha…” e estica as peles da lateral do rosto com as mãos de frente ao espelho. Mas aí vem a avaliação dos prós e dos contras. O custo de uma cirurgia plástica pesa bastante no bolso, e os eminentes riscos causados, ou por uma complicação ou mesmo por uma cirurgia mal sucedida, nos faz pensar duas vezes. Mas quero deixar bem claro que jamais direi desta água não beberei! Sou totalmente a favor de cirurgia plástica, desde que feita por profissionais competentes.

Voltando à minha linha de raciocínio, em meio as minhas dúvidas, acabei buscando recursos estéticos não tão invasivos, que amenizassem os meus problemas e me permitissem deixar adiar um pouco mais a cirurgia. Recomendada por uma amiga querida e, assim como eu, jornalista, Adriana de Castro, procurei a médica Priscilla Lotierzo para uma avaliação. Minha meta era melhorar o ar de cansada, ocasionado pela flacidez , e atenuar as rugas do meu rosto.

Segura e competente na área de medicina estética e cirurgia plástica, a Drª Priscilla fez uma avaliação do meu caso e recomendou a aplicação de toxina botulínica (botox) para as rugas da testa e região dos olhos. Já para a região da bochecha e do contorno da mandíbula, ela indicou a volumização facial com preenchimentos de ácido hialurônico, método revolucionário que proporciona um lifting quando aplicado em determinados locais do rosto, que melhora bastante o contorno facial.

Segundo a médica, no meu caso específico, os procedimentos não seriam tão eficazes quanto um lifting, mas poderiam amenizar bastante áreas do rosto que me incomodavam, já que eu ainda não estou disposta a partir para uma plástica.

Após as explicações sobre os procedimentos e seus resultados não tive medo de ser feliz! Subi na maca do consultório da Drª Priscila certa de que sairia dali com a minha autoestima revigorada.

Feitas as marcações no rosto para os procedimentos, a médica iniciou as aplicações pelo botox em pontos da testa. Em seguida, partiu para o preenchimento com ácido hialurônico em regiões do rosto como mandíbula, maçãs, queixo e acima dos lábios.

A dorzinha que senti durante as aplicações foi infinitamente menor do que a vontade de ter um rosto menos flácido. A gente tira de letra, principalmente com as delicadas e talentosas mãos da Drª Priscilla.

Ainda no consultório, após as aplicações, que levaram cerca de uma hora, observei no espelho que algo já havia mudado. Com o passar dos dias, a diferença foi ainda mais marcante. As bochechas e o maxilar preenchidos elevaram a minha expressão facial e até aquele papo embaixo do queixo retraiu e ficou bem menos visível. Ah, e quanto à testa, adeus ruguinhas.

Nos três primeiros dias, a gente fica um pouquinho inchada e com poucos e leves hematomas no rosto. Uma semana depois, já nem lembramos do procedimento, a não ser pelo resultado bacana que vemos ao olharmos no espelho. A mudança é sutil. As pessoas percebem que seu rosto está rejuvenescido, mas não entendem bem o que é.

Posso dizer que vale muito a pena passar por essa experiência em consultório, para dar um up no visual. Me impressionei muito e estou muito satisfeita com o resultado, nunca pensei que tratamentos de consultório dessem um resultado tao marcante!!! Sinto-me melhor esteticamente e minha autoestima deu uma turbinada. Recomendo muito.

Vejam abaixo o resultado dos procedimentos feitos no meu rosto nestas fotos de antes e depois”.

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Depoimento da jornalista e empresaria Vera Jardim.

Priscilla Lotierzo é cirurgiã plástica, graduada pela FMUSP, com residência em Cirurgia Plástica e Cosmiatria no Hospital das Clínicas da FMUSP. Autora de artigos médicos sobre o uso de substâncias preenchedoras para rejuvenescimento facial.