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Long bob é o cabelo favorito do Brasil

O All Things Hair, canal de cabelos da Unilever, revela que o long bob é o cabelo mais popular do Brasil. O corte, considerado fácil de manter por muitas mulheres, apareceu com grande destaque quando analisada as palavras-chaves mais buscadas na internet quando se trata do assunto cabelo. Por meio da ferramenta SemRush verificou-se que de outubro de 2019 a setembro de 2020, o corte foi digitado no Google, em média, cerca de 165 mil vezes ao mês. 

“Eu acho que o long bob faz sucesso porque é prático. Não é tão longo, mas mesmo assim tem comprimento suficiente pra prendê-lo e dá um ar sofisticado a toda pessoa que o use”,  opina Virginia Barbosa, hair stylist do All Things Hair.

Janet Jackson na Ebony Magazine

A boxbraids também não ficaram atrás. O penteado registrou uma procura, em média, de 110 mil vezes, ao mês. A sua popularidade pode ser explicada pela grande popularidade da tendência natural dos últimos anos.  “Elas são a opção perfeita para quem tem fio cacheado e crespo e quer mudar o visual sem danificar os fios. Como a discussão sobre abandonar a progressiva e assumir o cabelo natural explodiu nos últimos anos, muitas mulheres que têm esses tipos de fios procuram formas para transição ou para mudar o visual”, explica Virginia. 

Entre as cores, o platinado se mostrou forte na pesquisa. Ele foi procurado cerca de 110 mil vezes ao mês. 

Região

Os cabelos mais populares também foram verificados, por meio do Google Trends, como aparecem nos 10 estados mais populosos do Brasil. O chanel de bico, por exemplo, teve a sua popularidade mais alta no estado de São Paulo, assim, como a cor chocolate. “Esse tom,  na verdade, já é um clássico. Diria que muita gente gosta pois é neutro e fica bom em todos os tons de pele”, opina Roma Rodrigues, sênior hairstylist do Retro Hair, em São Paulo. 

A trança boxeadora, por sua vez, parece fazer a cabeça das cariocas. O Google Trends aponta o Rio de Janeiro como o estado onde ela é mais popular. 

Os homens também estão procurando por estilos de cabelo na internet. O undercut, que foi buscado no Google, mensalmente, cerca de 33 mil vezes por todo o Brasil, se destacou mais no estado do Ceará. 

Fonte: All Things Hair

O que explica a alta nas vendas do vinho nacional?

Fatores econômicos, de logística, tributários, avanço da qualidade, diversidade, novas regiões produtoras, desenvolvimento do enoturismo, mudança de hábitos em razão da pandemia e locavorismo contribuem para o ganho de competitividade

Vinícola Miolo

O aumento da venda de vinhos nacionais este ano trouxe uma dose de ânimo à cadeia produtiva da uva e do vinho que há tempos vinha amargando queda na comercialização. Diversos fatores contribuíram para este aumento de competitividade que não está apenas ligado à pandemia do Coronavírus, mas a uma série de outras condições que se somam nos últimos 20 anos.

Melhora expressiva da qualidade, diversidade de estilos com o surgimento de novas regiões produtoras, melhor distribuição e acessibilidade, preço justo, avanços no enoturismo, mudança nos hábitos e, principalmente, o câmbio favorável, colaboraram para este incremento de 37,22% nas vendas de vinhos finos e espumantes, de janeiro a agosto em relação ao mesmo período do ano passado.

Assim, de gole em gole, o setor vitivinícola nacional vem conquistando mais espaço na mesa do brasileiro. Em 2019, por exemplo, segundo dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), o Brasil conseguiu romper a barreira dos 2 litros per capita – hoje em 2,13L -, um sonho de muitas safras e que ganha novas perspectivas.

“O que o setor vitivinícola brasileiro semeou desde o início da imigração italiana está sendo colhido. Mas o grande avanço veio nos últimos 20 anos com a profissionalização do setor, que transformou a vitivinicultura brasileira. Esperamos poder seguir brindando”, destaca o presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), Deunir Argenta.

Quanto à qualidade, a evolução é incontestável, atestada pelas 4.535 premiações conquistadas de 1995 a 2019 em concursos internacionais. Segundo dados da Associação Brasileira de Enologia (ABE), os espumantes lideram as premiações, mas os vinhos tranquilos vêm ampliando seu espaço. Das 259 premiações conquistadas em 14 países no ano passado, por exemplo, 94 foram para vinhos tranquilos, ou seja, quase 40% do total.

“O Brasil tem grandes rótulos de espumantes e de vinhos tranquilos, mas tem também uma diversidade que permite atender diferentes estilos e momentos com excelente relação custo-benefício”, avalia o presidente da ABE, enólogo Daniel Salvador. Atualmente, o Brasil possui 26 regiões produtoras de vinhos em 10 estados brasileiros (BA, ES, GO, MT, MG, PR, PE, RS, SC e SP), o que tem ofertado uma gama de vinhos com terroirs diversos.

A pandemia também impactou o consumo de vinho no Brasil. Em razão do fechamento de bares e restaurantes, o consumo da bebida em casa aumentou, levando as pessoas a visitarem lojas virtuais de vinícolas, comprando vinhos direto da fonte ou então em supermercados, que por serem essenciais nunca fecharam. Ganhando o status de ‘bebida da pandemia’, o vinho brasileiro mostrou estar melhor distribuído, com acessibilidade diante da aceleração do e-commerce e com preço competitivo.

Casa Valduga

A queda da Substituição Tributária (ST) em estados como o RS, SP, SC, PR e BA somam-se a uma série de conquistas que favorecem o vinho nacional. Neste sentido, agora a Uvibra trabalha em conjunto com o Governo do Rio Grande do Sul para que Rio de Janeiro e Minas Gerais sigam o mesmo exemplo.

Para o setor, é evidente que a variação cambial foi determinante para o aumento da competitividade do vinho nacional. “Com o aumento do dólar os importados ficaram mais caros, levando o consumidor a optar pelos nacionais e, assim, fazer grandes descobertas diante da confirmação da qualidade, da melhor distribuição e da acessibilidade favorecida, principalmente, pela aceleração do e-commerce”, analisa Argenta.

Vinícola Góes

Com a retomada segura do turismo, o enoturismo, grande responsável pelo sustento das pequenas vinícolas familiares que são maioria no setor, é mais um dos fortes aliados. Apostando em experiências sensoriais capazes de criar memórias para uma vida inteira, as vinícolas não medem esforços para criar novos atrativos em torno da cultura do vinho. E é justamente isso que vem fidelizando os apreciadores que, além de um bom vinho, buscam vivências únicas. Além disso, o locavorismo (preferência por comprar e consumir o que é local) é uma tendência que ganhou ainda mais adeptos durante a pandemia.

VENDA JANEIRO A AGOSTO (em litros)

PRODUTO20202019
Vinho Fino17.001.33310.137.214
Espumante Brut4.290.1155 .013.139
Espumante Moscatel2.910.0452 .486.218
 24.201.49317.636.571
Fonte: Sisdevin/SEAPDR (Dados coletados em 24/09/2020) | Elaboração: Uvibra

Brasil tem aumento de pessoas estressadas; mulheres são mais propensas

Dormência nos braços, sensação de fraqueza, dor de cabeça, tontura e falta de ar. Parece a descrição clara de sintomas de infarto, mas nem sempre estes sinais do corpo sinalizam um problema mais grave. A rotina muito atarefada da maioria das famílias, faz com que os compromissos profissionais e sociais tenham um ponto de começo, mas não um final.

A sensação é de que 24 horas seja pouco tempo na vida de quem trabalha, estuda, cuida da casa e dos filhos, por exemplo. E é ai que o estresse vai agindo em nosso organismo, liberando hormônios e substâncias químicas que deixam nosso corpo em estado de alerta.


A pandemia da Covid-19 fez o mundo parar e a grande maioria das pessoas passou a trabalhar remotamente. Porém, nem todo mundo se adapta à rotina do home office e acaba misturando o trabalho com a rotina do lar, gerando mais estresse. Antes da pandemia o Brasil já era o segundo no hanking de população mais estressada do mundo, de acordo com uma pesquisa realizada pelo International Stress Management Association (Isma – Brasil), de 2017.

Agora, uma pesquisa recente da Universidade do Rio de Janeiro (UERJ), mostrou que os casos de estresse e ansiedade aumentaram em 80% com o distanciamento social. O estudo mostrou ainda que as mulheres são as mais afetadas com a ansiedade e estresse durante a epidemia do novo coronavírus.


O médico cardiologista Augusto Vilela alerta para os cuidados com o excesso de estresse, que em altos níveis pode sim levar a um infarto ou acidente vascular cerebral (AVC). Embora os sintomas de estresse e infarto possam ser parecidos, existem algumas diferenças que ajudam no diagnóstico inicial. De acordo com Vilela, a maioria dos pacientes que está sofrendo um ataque cardíaco, apresenta dor aguda no meio do peito, no braço esquerdo, gerando formigamento e nas costas podendo refletir em outros pontos como nuca, ombros, mandíbula, queixo e estômago.

“É muito importante que em ambos os casos o paciente procure ajuda médica imediatamente. Somente um médico pode fazer um diagnóstico preciso, afinal, não se pode ‘brincar’ com doenças cardíacas”, avalia o médico.


Segundo o cardiologista, para combater o estresse, não devemos nos descuidar da alimentação saudável e atividade física, que dentre seus inúmeros benefícios, ajuda a liberar endorfina, hormônio responsável pela sensação de bem estar e prazer. Cuidar da mente também é fundamental, evitando notícias catastróficas em excesso, escolhendo boas leituras e amizades verdadeiras. “A ansiedade não ajuda a resolver os problemas e traz prejuízos para a saúde de todos”, completa.

 

Como o desmatamento da maior floresta tropical do mundo interfere na saúde da população?

Covid-19 e outras doenças chegam até nós como consequência da degradação ambiental

A preservação do meio ambiente nunca esteve tão em voga quanto ultimamente, o assunto é de extrema importância, não só pela vida dos seres vivos que ali habitam, mas também para a saúde ambiental do planeta e do ser humano.

A degradação ambiental ocorre há anos, e cada vez mais vemos de perto como esse descaso com as florestas interfere diretamente na vida da população. Estudos científicos já atestaram que o desmatamento gera uma cadeia de acontecimentos complexos, criando meios para que diferentes patógenos mortais se espalhem entre os humanos. Doença de Lyme e a malária, por exemplo, surgiram a partir daí.

São 40 mil espécies de plantas, milhões de insetos e 400 mamíferos que estima-se ter na Amazônia, floresta que ocupa sete milhões de quilômetros quadrados e faz parte de nove países da América do Sul. O especialista em Gestão de Resíduos Sólidos e fundador da Oceano Resíduos, Rafael Zarvos, alerta a necessidade das pessoas entenderem que desmatamento e doenças estão relacionados.

Doenças como a zika, que somada a dengue e chikungunya contabilizaram um aumento de 248% do número de casos no ano de 2019, é exemplo de enfermidade que veio da cena rural para a urbana pelo avanço do desmatamento em áreas florestais. “A destruição da natureza coloca em risco a nossa própria existência. O coronavírus, por exemplo, responsável pela pandemia que vivemos, é fruto do contato de humanos com morcegos”, destaca Rafael.

Em relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), é possível ver que a cada quatro meses o ser humano tem uma infecção originária de problemas relacionados ao meio ambiente, e que 75% das doenças são de origem animal. O consumo de carne crua de animais silvestres, o desmatamento, as mudanças climáticas e o tráfico ilegal de animais silvestres são fatores que contribuem para facilitar o contágio de seres humanos por patógenos que vivem na natureza e nas espécies que ali habitam.

Abaixo, artigo de Rafael Zarvos:

Meio ambiente, problema da destruição e pandemia. As pessoas precisam ter em mente que uma coisa está relacionada com a outra. Infelizmente, somos a única espécie capaz de de destruir e de ameaçar a nossa própria sobrevivência. A destruição da natureza coloca em risco a sobrevivência da espécie humana. A forma como a sociedade está transformando o meio ambiente e reduzindo os habitats, faz com que animais silvestres e seres humanos se aproximem.

Isso potencializa o risco de transmissão de variados patógenos aos seres humanos. Uma publicação recente da biblioteca nacional de medicina aponta que existem cerca de 165 espécies de doenças capaz de causar algum dano ao ser humano. Relatório da ONU mostra que a cada quatro meses a gente tem uma infecção originária de problemas relacionados ao meio ambiente, sendo que 75% das doenças que temos são de origem animal.

O impacto no meio ambiente de maneira negativa, acaba trazendo essas consequências que agora estamos vendo na pele, que é a pandemia originada pelo novo coronavírus. Em relação ao desmatamento, florestas estão sendo derrubadas para pasto, agronegócio. Mudanças climáticas, por conta da alteração da temperatura. Inclusive, uma publicação que saiu hoje (24) em um  jornal diz que a Groenlândia atingiu um ponto irreversível no degelo depois de 40 anos, e resultará no aumento de um milímetro por ano nos oceanos. Parece pouco, mas vai gerar impactos negativos a quem mora em ilhas e perto da costa. Um milímetro faz muita diferença.

A partir do momento que você tem mudanças climáticas com o aumento da temperatura, os micróbios começam a ter uma sobrevida maior. Tráfico ilegal de animais silvestres. Todos esses fatores contribuem, além do consumo da carne crua dos animais silvestres. Em relação ao coronavírus, por exemplo, tudo indica que a contaminação ocorreu pelo morcego no mercado chinês (mas ainda não está comprovado). Na história, para dar outro exemplo com origem já comprovada, o HIV, o vírus da Aids. Tudo indica que ele teria passado para o ser humano na década de 30 por meio de tribos africanas que faziam caça e domesticação de chimpanzés e macaco verde.

Passaram-se todas essas décadas, quando veio a explosão e, teoricamente, o marco zero teria ocorrido nos anos 1980 com um comissário americano que morreu nos Estados Unidos após viagem. Posteriormente, descobriu-se que surgiu, na verdade, em 1959, com registro de um rapaz no Congo que morreu de doença não detectada, mas que teve seu sangue congelado para posterior avaliação.

Ebola é outro exemplo de doença originária de animais silvestres, pois veio por meio do morcego de fruta. A gripe aviária, aqui no Brasil, a zika e por aí vai. Meio ambiente e doenças estão correlacionados, é preciso tomar cuidado. De acordo com o relatório da ONU, quanto maior a diversidade entre as espécies, mais difícil fica essa contaminação, pois passa de uma espécie para outra até chegar na gente. Se você elimina todas as espécies, ou se encurta a distância entre elas, você tem o que estamos vivendo agora: uma pandemia. E a relação de lixo descartado incorretamente e doenças?

A peste negra é um exemplo de doença que veio da falta de higiene. Se você descarta o lixo incorretamente, atrai vetores como o rato, por exemplo, que vai se aproximar e é vetor de doenças. Saneamento básico também. Cientistas especulam que o vírus que desencadeará a próxima pandemia já está em circulação, é só uma questão de tempo até sermos atingidos. Isso prova que está mais do que na hora de prestarmos atenção no consumo de produtos, além de pequenos hábitos do dia a dia que podem ser cruciais para ajudar o meio ambiente e a nós mesmos.

 

Brandy, o destilado de vinho parceiro do frio

Do Vale do São Francisco e com 15 anos de envelhecimento em barricas de carvalho, o Miolo Brandy Imperial é companhia perfeita para o inverno 

O Miolo Brandy Imperial 15 Anos nasce no nordeste brasileiro, elaborado a partir da destilação de vinhos finos que vêm de uvas viníferas cultivadas nos vinhedos próprios da Miolo às margens do Velho Chico. Perfeito para o inverno, tem uma forte carga de aromas e um dourado peculiar, de quem ficou maturando por 15 anos em barricas de carvalho americano, chegando a 38% de graduação alcoólica.

Grande parceiro para os dias mais frios, funciona muito bem sozinho. Versátil, serve como aperitivo ou então como digestivo, harmonizando com sobremesas, café, cigarrilha ou charuto, quando ganha destaque. Na temperatura ambiente ou apreciado “on the rocks” – com duas pedras de gelo -, para quem quer mais refrescância e a liberação de seus aromas, o Miolo Brandy Imperial 15 Anos é um clássico que impera em sua categoria. Seu excelente custo-benefício permite aos apreciadores degustar um destilado com qualidade superior.

Depois de fermentar e ser destilado em alambiques de cobre, segue para barris de carvalho, onde ganha complexidade aromática, apresentando notas de amêndoas, baunilha, chocolate, caramelo, mel e canela. Possui um bom equilíbrio, suavidade e ótimo volume de boca e persistência.

Informações: Miolo

 

A vez dos vinhos brasileiros

Mundo descobre qualidade e se encanta com diversidade dos rótulos nacionais e reconhecimento dos vinhos tranquilos cresce nos últimos anos

O espumante brasileiro abriu as portas para o mundo. O reconhecimento da qualidade das borbulhas ‘brazucas’ é fato consumado, defendido por críticos internacionais e avalizado pelas milhares de medalhas mundo afora, se confirmando no avanço das exportações e no aumento do consumo interno.

Foi com esta bebida que as vinícolas conseguiram espaço para mostrar o que vêm fazendo em relação aos vinhos tranquilos. E o que se vê nos últimos anos é um crescimento contínuo na valorização deste produto. Das 259 medalhas conquistadas em 2019, 37% foram para vinhos tranquilos, uma representatividade nunca antes alcançada.

vinho foto jeferson

A Associação Brasileira de Enologia (ABE), que atua focada na qualificação do enólogo e, consequentemente, na qualidade e promoção do vinho brasileiro, acompanha bem de perto esta evolução, tanto na coordenação do envio das amostras para concursos internacionais quanto pela Avaliação Nacional de Vinhos, que analisa cada safra há 28 anos, servindo de termômetro e parâmetro para os avanços do setor.

“Nos últimos dez anos fomos presenteados com safras espetaculares. Este ano, então, foi excepcional, tanto que a chamamos de ‘A Safra das Safras’. Nós, enólogos, e vinícolas, não perdemos tempo. Avançamos, evoluímos, e muito em tão pouco tempo, em tecnologia e conhecimento, aproveitando o que a mãe natureza nos deu. O resultado está aí para todos degustarem e vem agradando cada vez mais apreciadores de vinhos”, comemora o presidente da entidade, enólogo Daniel Salvador.

Ele alerta os consumidores para que descubram rótulos nacionais dos últimos anos, destacando a Safra de 2018 e agora a de 2020 que logo estará no mercado. “Se compararmos o Brasil a países do Velho Mundo, tradicionais na elaboração de vinhos como Portugal, França, Espanha e Itália, podemos dizer que evoluímos 100 anos em 10 anos. Tanto que somos convidados a participar de concursos mundiais com a chancela da Organização Internacional da Vinha e do Vinho, entidade com sede em Paris que está sob a presidência da brasileira Regina Vanderlinde. Ou seja, temos voz no mundo dos vinhos e isso nos orgulha e nos move a seguir investindo”, ressalta.

Este avanço refletiu diretamente no consumo interno, rompendo pela primeira vez a barreira dos 2 litros per capita no ano passado. Já é algo a comemorar, mas se comparado a Portugal, por exemplo, que lidera o ranking segundo a OIV, onde o consumo per capita ultrapassa os 60 litros, o Brasil tem muito para crescer. Em 2019, o consumo total no Brasil foi de 380,4 milhões de litros, destes pouco mais de 100 milhões são de vinhos finos, onde a produção nacional é de apenas 50 milhões de litros.

Diversidade, qualidade e preço

Esta tríplice de fatores tem influenciado diretamente a quebrar paradigmas em relação ao vinho brasileiro, que passa a ser mais valorizado no mercado interno. Com a pandemia, o hábito de apreciar um vinho em casa não apenas levou o consumidor a pesquisar e comprar mais pela internet como nos supermercados, como também vem permitindo conhecer melhor o que o Brasil tem feito. “Vinho é cultura, é arte, é história, é experiência. O melhor a fazer é provar diferentes rótulos para conhecer as preferências do próprio paladar. E sugiro, ainda, fazer isso entre amigos e às cegas, evitando preconceitos e fazendo novas descobertas. Façam isso com rótulos de diferentes procedências e verão que o Brasil dos vinhos é orgulho nacional”, provoca Salvador.

Verão_Vinhos branco e tinto

Além da qualidade, a diversidade de estilos também é um chamariz para quem aprecia vinhos e busca por novidades, característica peculiar ao Brasil que, por muitos especialistas, é considerado um continente diante das variantes de solo e clima do país. Hoje, são 26 regiões produtoras em 10 estados brasileiros e cada uma com suas particularidades. E para quem diz que o vinho brasileiro é caro, o mercado mostra que existem dezenas de opções de bons rótulos a partir de R$ 20, avançando conforme a categoria. Grande parte oscila entre R$ 40 e R$ 60, com excelente relação custo-benefício.

Fonte: ABE

Chocolate: uma delícia dos deuses

Aqui no Brasil essa guloseima feita do cacau encontrou um parceiro culinário, o leite condensado, e deu origem a um dos doces mais populares do Brasil: o brigadeiro

Hoje, 7 de julho, comemora-se o Dia Mundial do Chocolate, um dos alimentos mais consumidos e apreciados no mundo. Não se sabe ao certo o porquê da escolha da data, mas acredita-se que seja referente ao registro histórico da entrada do chocolate na Europa, ainda no século 15. Mas de qualquer forma é mais uma boa desculpa para apreciar esta delícia vinda do cacau.

E para celebrar a data, o Grupo Marajoara disponibiliza em seu portal e redes socais três receitas bem práticas para fazer um doce legitimamente brasileiro fruto da união entre o chocolate e o leite condensado: o brigadeiro. “Vamos ensinar a fazer o brigadeiro de micro-ondas, o brigadeiro frio e o brigadeiro tradicional”, explica Tauhana Porto, responsável pelas ações de marketing da marca.

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Antes de chegar ao continente europeu, o chocolate já era consumido pelas antigas civilizações Maias e Astecas, os povos originários das Américas, que consideravam o alimento sagrado. Aliás, o nome científico do cacau, Theobroma cacao, quer dizer “elixir dos deuses”. Uma lenda Maia diz que foram entidades divinas teriam dado o chocolate à humanidade. Isso talvez explique um pouco do fascínio e da sensação de bem-estar que esse alimento proporciona às pessoas.

Parceiro culinário

brigadeiro-02

E em meados do século 19, quando foi inventado outro alimento também adorado pelas pessoas no mundo inteiro, o leite condensado, o chocolate encontrou um grande parceiro culinário. E aqui no Brasil essa parceria deu origem a um dos doces mais populares no país, o brigadeiro.

Diz a história que a guloseima ganhou esse nome nas eleições de 1945, graças à campanha para Presidência da República do então candidato brigadeiro Eduardo Gomes, que tinha um slogan bem curioso: “Vote no brigadeiro que é bonito e solteiro.” Ele ganhou muito apoio de muitas mulheres, que começaram a fazer guloseimas, e entre elas o doce feito com chocolate em pó e leite condensado, e a iguaria ficou conhecida como o doce preferido do brigadeiro.

brigadeiro-03

Pois é, o chocolate além de cultura é bom para saúde também. Consumido moderadamente e num teor mais amargo traz benefícios como alívio do estresse, combate à ansiedade e a depressão e ainda é fonte de muita energia.

Fonte: Grupo Marajoara

Doenças raras: importância do diagnóstico precoce e de tratamento são desconhecidos no Brasil

Pesquisa inédita realizada pelo Ibope Inteligência aponta que boa parte da população ignora causas e oferta de cuidados gratuitos por meio do SUS

As informações sobre as doenças raras e a percepção que a sociedade tem sobre elas também são dados pouco comuns no Brasil. Para desmistificar esse cenário, a pesquisa Doenças Raras no Brasil – diagnóstico, causas e tratamento sob a ótica da população apresenta um levantamento inédito, realizado em diferentes regiões do País, que pode contribuir para destacar as lacunas que atrapalham a identificação dos casos e impactam no prognóstico dessas pessoas, trazendo fortes consequências para os pacientes e suas famílias, bem como para os sistemas de saúde.

Dúvidas sobre a importância do diagnóstico precoce, desconhecimento sobre a oferta de tratamentos gratuitos e desinformação a respeito do papel da hereditariedade em muitas dessas enfermidades constituem alguns dos pontos de atenção evidenciados pela pesquisa, que foi aplicada pelo Ibope Inteligência a 2 mil brasileiros, a partir dos 18 anos de idade, em uma parceria com a Pfizer. Participaram do trabalho várias regiões metropolitanas do Brasil: Rio de Janeiro, Fortaleza, Salvador e Porto Alegre. Em São Paulo, a amostra de entrevistados foi colhida na capital.

“Estamos falando de enfermidades que, juntas, afetam milhões de brasileiros. Em geral são quadros graves, de difícil identificação. Vários desses pacientes acabam levando muito tempo para obter um diagnóstico, o que dificulta o tratamento. Sabemos que existe muita desinformação sobre esse universo, mas há também uma forte carência de dados disponíveis. Por isso, o novo levantamento tem uma grande relevância”, afirma a diretora médica da Pfizer Brasil, Márjori Dulcine.

Diagnóstico precoce

istock- mulher consulta medico
iStock

Identificar precocemente uma doença rara pode fazer diferença na qualidade e no tempo de vida de muitos pacientes. Por outro lado, grande parte das pessoas não está convencida a respeito desse benefício. Quase metade dos entrevistados, ou 42% da amostra, tem dúvidas sobre a relevância dessa medida: 23% dizem que não sabem avaliar se a medida seria efetiva e cerca de um a cada cinco acredita, erroneamente, que “o diagnóstico precoce não faria diferença para as doenças raras, uma vez que a maioria dessas enfermidades não tem cura”.

“Grande parte dessas doenças progride com o passar do tempo, apresentando um aumento na intensidade dos sintomas e um risco maior de levar o paciente a um quadro de incapacidade. Por isso, é preciso conscientizar a população a respeito da importância do diagnóstico precoce. Muitas vezes, ao identificar a doença logo após os primeiros sintomas, o médico consegue controlar o quadro, retardando o seu avanço e evitando os danos irreversíveis”, comenta Márjori.

Tratamento

medico examinando paciente consulta

A maioria das pessoas ouvidas pela pesquisa também demonstra desconhecimento a respeito do enfrentamento das doenças raras no Brasil. Quase um terço dos participantes (28%) não tem nenhuma informação sobre o tratamento dessas enfermidades, enquanto um a cada cinco acredita, de forma equivocada, que nenhum dos tratamentos disponíveis no Brasil é oferecido no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Para alguns dos entrevistados existe a crença de que é possível tratar doenças raras apenas fora no Brasil, em países da Europa ou nos Estados Unidos: essa é a percepção de 12% dos ouvidos em Fortaleza, número superior à média geral das regiões entrevistadas, que é de 8%. Em Porto Alegre, porém, essa taxa cai para 6%. Salvador, contudo, apresenta o menor porcentual de entrevistados que dizem saber que alguns tipos de doenças raras contam com tratamento pela rede pública: 36% têm essa informação, ante 43% na capital gaúcha, como mostra a tabela abaixo:

Tabela 1 (002)

Atualmente, o SUS conta com 36 Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs) para doenças raras, com orientações que levam em conta as enfermidades desse segmento que são consideradas prioritárias para o Brasil pelo governo, como a polineuropatia amiloidótica familiar (PAF)¹, mais comum em descendentes de portugueses2. Grande parte desses tratamentos tem o objetivo de controlar a doença, mas não há cura para a maioria desses quadros. Esse é, contudo, outro ponto de confusão entre os respondentes da pesquisa: mais de um quarto dos entrevistados (26%) acredita que a maioria das doenças raras pode ser curada, taxa que sobe para 28% entre aqueles com 55 anos ou mais de idade¹.

Causas e fatores de risco

idoso idosa parkinson doente

Os dados da pesquisa também indicam que grande parte da amostra (65%) reconhece que a maioria das doenças raras é de origem genética. Por outro lado, uma parcela considerável dos entrevistados afirma desconhecer as causas dessas enfermidades: esse porcentual chega a 20% entre aqueles com 55 anos ou mais.

A relação de algumas dessas enfermidades com regiões específicas ou determinadas etnias constitui outro ponto ignorado por parte da amostra: 32% das pessoas dizem que a possibilidade de prevalência de algumas doenças raras em indivíduos de origem portuguesa, por exemplo, seria um mito, ao passo que outros 39% não sabem responder sobre a predominância de alguns desses quadros na população negra, como é o caso da doença falciforme.

Em outro aspecto, menos de um terço dos entrevistados está consciente de que algumas doenças raras estão relacionadas ao envelhecimento: apenas 29% dos indivíduos ouvidos reconhecem essa possibilidade, enquanto 32% não sabem opinar a esse respeito e 39% consideram essa associação um mito. “De fato, algumas doenças raras apresentam uma prevalência maior na população acima dos 60 anos, como é o caso da amiloidose cardíaca”, exemplifica Márjori.

Ainda em relação à amiloidose cardíaca, apenas 11% dos entrevistados disseram que associariam os sintomas da insuficiência cardíaca (condição que costuma acometer esses pacientes, com falta de ar, cansaço e inchaço nos pés)³ com a possibilidade de ter uma doença rara, uma vez que muitos desses sinais também podem estar ligados a enfermidades bem mais conhecidas, sobretudo as cardiovasculares. No Rio de Janeiro, por exemplo, que abriga um grande porcentual de idosos, 46% dos entrevistados disseram que não fariam essa associação.

Quando perguntados de forma específica sobre as amiloidoses, 73% dos respondentes afirmaram desconhecer totalmente esse grupo de enfermidades. Por outro lado, na pergunta identificada no quadro abaixo, dois tipos de amiloidoses são apontadas como enfermidades raras pelo público pesquisado em uma lista apresentada com outras enfermidades desse segmento, como hemofilia e esclerose múltipla:

Tabela 2 (002)
Hereditariedade e planejamento familiar

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A literatura médica indica que grande parte das doenças raras é hereditária, ou seja, pode ser transmitida entre as gerações de uma mesma família. Mas essa relação não está clara para muitos dos entrevistados. Entre aqueles de 25 a 34 anos, faixa etária em que o planejamento familiar é assunto frequente, metade dos respondentes ou acredita que essa associação é falsa ou não consegue avaliar sua veracidade. Tanto em São Paulo quanto em Fortaleza, menos da metade dos indivíduos ouvidos (48%) estão conscientes sobre o componente de hereditariedade de muitas dessas doenças.

Ainda em relação aos participantes de 25 a 34 anos, 46% deles desconhecem a possibilidade de evitar a transmissão aos filhos de alterações genéticas associadas às doenças raras a partir de técnicas de reprodução assistida. A taxa é acima da média geral de todos os participantes, que fica em 42%. Por outro lado, também a respeito do planejamento familiar, cerca de um terço do total de entrevistados tem percepções equivocadas sobre as uniões consanguíneas (quando há algum grau de parentesco entre as partes): 22% não sabem dizer se esse fator aumenta o risco de doenças raras nos filhos e 9% estão convictos de que essa associação seria falsa.

Especialidades médicas

computador médico consulta pixabay

Os resultados indicam, ainda, que a dimensão das doenças raras não é bem compreendida. Pelo menos metade da amostra não sabe avaliar se existem milhares dessas enfermidades ou se haveria poucas dezenas delas. De todo modo, um traço demonstra ser muito bem assimilado pelos participantes: a gravidade dessas doenças. Mais de 70% dos respondentes concordam que essas enfermidades costumam se agravar com o passar do tempo, podendo levar à incapacidade física.

Quando questionados sobre a reação que teriam caso recebessem o diagnóstico de uma doença rara, muitos entrevistados (27% da amostra) demonstram preocupação com a possibilidade de perder a liberdade para as tarefas do dia a dia. Essa foi a principal resposta dos respondentes para essa pergunta. Além disso, 20% deles afirmaram que, se estivessem nessa situação, provavelmente dariam mais valor às pessoas e questões que realmente importam.

Em relação ao auxílio médico, os resultados evidenciam que a população entrevistada carece de informações sobre as especialidades médicas mais indicadas para investigar sinais sugestivos de uma doença rara. Expostos à situação hipotética de descobrir uma enfermidade desse tipo em seu histórico familiar, 35% dos participantes afirmaram que, nessas condições, buscariam um médico mesmo se não apresentassem qualquer sintoma (mas, apesar da iniciativa, não saberiam qual especialidade buscar).

Apenas 1% dos respondentes mencionou a possibilidade de consultar um neurologista mediante a descoberta de uma doença rara em algum membro da família. Em algumas praças, contudo, a figura do geneticista ganha maior expressividade nas respostas para essa pergunta: em Porto Alegre, por exemplo, essa especialidade foi citada por 14% dos entrevistados, taxa que cai para 7% em Fortaleza. De modo geral, entre aqueles que especificam qual médico seria procurado, o clínico geral se destaca, quase um quinto da amostra mencionou essa opção, como demonstra o quadro abaixo:

Tabela 3 (002)
Referências:
1. Ministério da Saúde. Disponível para acesso em : http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/doencas-raras.
2. Planté-Bordeneuve V, Said G. Familial amyloid polyneuropathy. Lancet Neurol. 2011;10(12):1086-1097. doi:10.1016/S1474-4422(11)70246-0 .
3. Donnelly JP, Hanna M. Cardiac amyloidosis: An update on diagnosis and treatment . Cleve Clin J Med. 2017;84(12 Suppl 3):12-26. doi:10.3949/ccjm.84.s3.02

Promoção dará vinho por um ano inteiro

Para concorrer basta postar um vídeo contando como começou sua paixão pelo vinho brasileiro com a #euamovinhobrasileiro. Serão 12 caixas de vinhos de todo o país

O vinho brasileiro tem muita história para contar. E para celebrar o Dia do Vinho Brasileiro, comemorado no último domingo, 7 de junho, o setor vitivinícola brasileiro quer conhecer histórias de pessoas que se apaixonaram pelos vinhos do Brasil. O estímulo para que os apreciadores compartilhem suas memórias é o sorteio de vinho por um ano inteiro. Isso mesmo. O grande sortudo vai receber em casa uma caixa de vinho com seis garrafas por 12 meses, ou seja, 72 rótulos, contemplando a diversidade de terroirs do país, única no mundo.

A ação foi lançada oficialmente no dia 8, em uma live no canal Vinhos de Bicicleta, no YouTube, com a participação da sommelier argentina Cecília Aldaz, apresentadora do programa ‘Um Brinde ao Vinho’ do Mais Globosat; do chef, empresário e apresentador francês Olivier Anquier e do sommelier brasileiro Rodrigo Ferraz. O encontro, marcado por muitas histórias emocionantes, inusitadas e até engraçadas, foi acompanhado por 3.164 pessoas de diversas regiões brasileiras, até do exterior.

vinho brindes comida

Agora, quem quiser incrementar sua adega e conhecer e degustar esta diversidade de terroirs, que só o Brasil possui, precisa postar um vídeo de no máximo 1 minuto em seu perfil no Instagram com a tag #euamovinhobrasileiro e seguir o Insta @associacaobrasileiradeenologia. A ação é válida até o dia 5 de julho. O sorteio será via app e o resultado será divulgado no próprio dia 5 de julho nas redes sociais da Associação Brasileira de Enologia.

O Brasil possui 26 regiões produtoras de vinhos em dez estados brasileiros (BA, ES, GO, MT, MG, PR, PE, RS, SC e SP). Os 72 rótulos contemplarão toda esta diversidade de estilos com vinhos e espumantes em diversas categorias. Muitos deles exibirão medalhas conquistadas e reconhecidas pela qualidade. Até o final de 2019, os vinhos e espumantes brasileiros já haviam arrematado mais de 4.500 premiações em concursos internacionais realizados no mundo todo.

O sorteio também contemplará outras quatro pessoas que ganharão um ingresso para participar da Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2020 –, podendo degustar a representatividade da Safra das Safras no grande momento do vinho brasileiro que acontecerá dia 7 de novembro, em Bento Gonçalves. Esta é a maior degustação de vinhos de uma safra do mundo.

Junto com a ABE, também participam da ação a Agavi, Comissão Interestadual da Uva, Fecovinho, Fenavinho, Ibravin – Vinhos do Brasil, Sindinho RS e Uvibra, que convidam as vinícolas, confrarias, enólogos, sommeliers e apreciadores em geral a compartilhar a campanha em suas redes sociais. A ação foi desenvolvida pela Agência Gringa e Conceitocom Brasil.

Regiões produtoras de vinho no Brasil

miolo

Rio Grande do Sul
Alto Uruguai
Campanha
Campos de Cima da Serra
Depressão Central
Encosta do Sudeste
Encosta Inferior do Nordeste
Missões
Planalto Médio
Serra Gaúcha
Serra do Sudeste

Santa Catarina
Litoral Sul Catarinense
Planalto Catarinense
Vale do Rio do Peixe
Vale do Rio Tijucas

Paraná
Região da Grande Curitiba
Região de Maringá

saoroque6

São Paulo
Região de Jundiaí
Região de São Roque

Minas Gerais
Cerrado Mineiro
Região Sul – Sudoeste de Minas
Vale do Alto São Francisco

Espírito Santo
Região Serrana

Mato Grosso
Região de Nova Mutum

Goiás
Centro-Sul Goiano

vinicola terra nova

Bahia
Vale do Submédio São Francisco
Chapada Diamantina

Pernambuco
Região de Petrolina e Juazeiro

Destilaria lança uísque extraturfado

Para quem já gostava do aroma turfado do Pure Malt Whisky Union Distillery, com 20 ppm (partes por milhão) de fenol, agora pode mergulhar numa experiência ainda mais intensa. Isso porque a Union Distillery acaba de lançar a versão do Pure Malt Whisky Extraturfado, com 40 ppm de fenol, ou seja, o dobro de turfa. A novidade chega na linha Exclusive, como opção para quem aprecia uíques potentes.

“Ao lançar o Extraturfado estamos oferecendo um produto bem particular e exclusivo, mostrando nossa capacidade de produção ao fazer um uísque diferenciado. É uma nova experiência de consumo que mostra que o uísque brasileiro tem qualidade”, afirma o diretor Executivo da Union Distillery, Luciano Borsato.

Intenso no aroma e no sabor, o Union Distillery Pure Malt Whisky Extraturfado é resultado do processamento de cevada malteada turfada importada, com nível de fenol de 40 ppm. Todas garrafas são numeradas e a produção em pequenos lotes. Dono de um dourado levemente intenso, tem cor natural adquirida pelo contato com a madeira no processo de envelhecimento, mínimo, de 5 anos em barris de carvalho americano. Portanto, não contém adição de corante caramelo. Com 43,5%vv, é um produto não filtrado a frio.

O Union Distillery Pure Malt Whisky Extraturfado tem predominância de aromas de turfa com notas de lodo e alcatrão equilibradas com notas medicinais. A percepção secundária traz descritivos olfativos de amêndoas, damasco seco, mel e aromas frutados combinados com baunilha e madeira tostada.

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No paladar, proporciona um início adocicado, seguido do sabor típico do cereal turfado e da madeira ex-bourbon, baunilha, frutas e flores. Apresenta longa e intensa persistência, com finalização levemente picante. Agora, a Linha Exclusive tem o Union Distillery Pure Malt Whisky Turfado e o Union Distillery Pure Malt Whisky Extraturfado.

O que é a turfa?

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Turfa – Foto: ProMix

A turfa é um solo originado pelo acúmulo de materiais orgânicos em locais úmidos e que, depois de seca, é utilizada como combustível (espécie de carvão vegetal). No processo de malteação é utilizada para secar a cevada. A fumaça da queima da turfa, além de secar o cereal, deixa o grão com um toque defumado. Os aromas e sabores turfosos são transferidos para o uísque no processo de destilação. O grau de turfa no sabor e aroma do uísque é definido pelo nível fenólico presente no grão, medido em ppm (partes por milhão) de Phenol.

Na destilaria da Union Distillery, no Vale dos Vinhedos, o processo de destilação de cevada turfada ocorre num único período do ano. Em 2019, foi no mês de agosto. Este ano, o ‘Mês Turfado’ foi em abril e se repetirá somente em 2021. Isso porque os aromas da turfa são tão marcantes que impregnam os ambientes e equipamentos, exigindo uma profunda limpeza antes de seguir a rotina de produção.

Vendas online: Fone: 54 3452.5000 | WhatsApp: 54 9 8432.7123 | e-mail: loja.adm@uniondistillery.com.br