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Eleições 2022: entenda a relevância de um voto consciente

Professor de Ciências Políticas do UDF, Alan Camargo, explica sobre a importância da participação do indivíduo no período eleitoral e os primeiros passos para decidir o voto

As eleições políticas estão chegando e para auxiliar a escolha, é necessário estudo de cada um dos candidatos e muita pesquisa. Mas no Brasil, muitas pessoas ainda têm dificuldades neste período e o que muitos não imaginam é que os votos são de extrema importância para o país, pois reflete em todo o contexto social, cultural, político e econômico.

Pensando neste cenário, para ajudar os brasileiros no preparo para eleger os próximos líderes do Brasil, o professor de Ciências Políticas do Centro Universitário do Distrito Federal, Alan Camargo, aponta que antes de tudo, é preciso entender o que são as eleições e o seu papel dentro dos regimes democráticos. Em largos termos, as eleições são um processo de escolha de representantes que, uma vez selecionados a partir de regras previamente estabelecidas, assumem cargos em nome daqueles que os escolheram.

Segundo o professor, com o alvorecer do século XX e a consolidação das formas republicanas, as eleições tornaram-se mais organizadas e ampliadas, incorporando tecnologias e setores cada vez mais diversos da sociedade. É importante reconhecer que as práticas eleitorais foram canalizadas como estratégias de legitimação inclusive de regimes ditatoriais e totalitários, cujos líderes, em quase sua maioria, foram escolhidos através do voto popular. Isso nos desperta à reflexão, portanto, quanto aos riscos das escolhas mal direcionadas ou inconscientes pelo eleitor.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, é necessário apresentar, no ato da votação, documentos com foto que identifiquem o eleitor. Junto aos mesmos, deve haver a apresentação do título de eleitor, entretanto, em vista da maior acessibilidade dos recursos digitais, o TSE vem aceitando a identificação feita pelo aplicativo e-Título. O alistamento eleitoral é obrigatório a todos os indivíduos com mais de 18 anos de idade, sendo possível optar pelo local mais próximo ou conveniente para votar.

Também é importante falar sobre a ausência na hora de realizar a votação. Segundo o professor Alan Camargo, o não comparecimento às urnas não acarreta ônus ao indivíduo. Porém, deixar de justificar a ausência pode trazer complicações. “Caso esteja fora do seu domicílio eleitoral, porém em território brasileiro, o indivíduo poderá acessar o aplicativo e-Título, o site do Sistema de Justificativa na Internet, ou preencher o Requerimento de Justificativa Eleitoral, disponível no site do TSE, nos postos de atendimento da Justiça Eleitoral, bem como nos locais de votação, para expressar os motivos de sua ausência. O prazo para tais providências é até 60 dias após cada turno” explica.

O docente finaliza pontuando a importância e necessidade de um voto esperto e bem estudado. Tendo em vista o exposto, fica clara a importância de que a escolha política seja feita de maneira consciente pelo eleitor. É preciso que os indivíduos reconheçam quais as dificuldades enfrentam em seu dia a dia, tais como falta de transportes públicos, desemprego, inflação, dentre outras, e tracem o que esperam como resposta do poder público. O próximo passo é conhecer a quais cargos políticos compete a iniciativa para solucionar tais problemas: deputados federais, deputados estaduais, senadores, governadores ou Presidente da República. Isso porque, no Brasil, a Constituição Federal atribui a cada um dos entes federados, competências diferentes para tratar das questões sociais.

“Uma vez identificados os problemas de sua realidade, as expectativas de mudança e os cargos responsáveis por tal decisão, cabe ao cidadão mapear os candidatos que apresentem propostas condizentes aos seus interesses. Recomenda-se o acompanhamento contínuo às redes sociais dessas figuras, de modo a conhecer seus feitos e propostas, bem como reconhecer a repercussão junto aos internautas.

Imagem: TSE

Outra fonte para a tarefa é o site do Tribunal Superior Eleitoral, onde constam oficializadas todas as candidaturas validadas pela Justiça Eleitoral. Esses elementos formam um arcabouço para que o eleitor tome de maneira mais consciente a decisão de seu voto em meio ao referido “mercado eleitoral” em que os pleiteantes buscarão conquistar a simpatia e a adesão do eleitor. Quanto mais convicto de sua escolha, menores serão as chances de vender seu voto ou contribuir para fraudes e desvios da finalidade eleitoral”, conclui Alan Camargo.

Fonte: UDF Centro Universitário do Distrito Federal (UDF)

Dia da Independência do Brasil

Brasil

Não me convidaram
Pra esta festa pobre
Que os homens armaram
Pra me convencer
A pagar sem ver
Toda essa droga
Que já vem malhada
Antes d’eu nascer

Não me ofereceram
Nem um cigarro
Fiquei na porta
Estacionando os carros
Não me elegeram
Chefe de nada
O meu cartão de crédito
É uma navalha

Brasil!
Mostra tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil!
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim

Não me convidaram
Pra essa festa pobre
Que os homens armaram
Pra me convencer
A pagar sem ver
Toda essa droga
Que já vem malhada
Antes d’eu nascer

Não me sortearam
A garota do Fantástico
Não me subornaram
Será que é o meu fim?
Ver TV a cores
Na taba de um índio
Programada
Pra só dizer: Sim, sim

Brasil!
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil!
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim

Grande pátria
Desimportante
Em nenhum instante
Eu vou te trair
Não, não vou te trair

Brasil!
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil!
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim

Brasil!
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil!
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim

Confia em mim
Brasil!

Imazon

Composição: Cazuza / George Israel / Nilo Romero

Pesquisa revela quais são as vitaminas mais recomendadas para os brasileiros

Levantamento da Vitamine-se mostra os suplementos alimentares essenciais na rotina de mais de 60 mil pessoas

Uma pesquisa realizada pela Vitamine-se, startup brasileira que oferece suplementos personalizados, mostrou quais são as vitaminas mais indicadas para os brasileiros. O levantamento foi realizado com uma base de 61 mil respostas do Quiz proprietário da plataforma da empresa e revelou que os 5 compostos mais recomendados são: magnésio quelato, ômega 3, triptofano, vitamina D3 e luteína.

Em 2020, 59% dos lares brasileiros possuíam pelo menos uma pessoa consumindo suplementos alimentares, segundo pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (Abiad). Nesse sentido, o site da startup utiliza inteligência artificial e machine learning, aliado a experiência de nutricionistas para personalizar a experiência e recomendar os melhores nutrientes para o usuário — considerando o estilo de vida, objetivos e necessidades de cada pessoa.

“Normalmente, a busca por vitaminas e minerais se baseia em 2 pilares: saúde ou estética. Quando o nosso Quiz recomenda uma vitamina, ele se baseia nas principais preocupações da pessoa, visando o que ela quer resolver. Isso nos mostra que a maioria das pessoas está buscando um estilo de vida saudável, e a suplementação está muito relacionada a isso”, explica Thais Bonelly, Head de Nutrição na Vitamine-se.

E para que essas vitaminas servem? A nutricionista explica:

Foto: Jeltovski

Magnésio quelato: cerca de 60% do magnésio é encontrado nos ossos, enquanto o restante está nos chamados “tecidos moles” — músculos, veias e artérias, pele, articulações e órgãos. O magnésio está presente principalmente em alimentos integrais ou em suplementos. Sua maior funcionalidade é auxiliar no funcionamento neuromuscular e no equilíbrio dos eletrólitos, além de ajudar no metabolismo de proteínas, carboidratos, gorduras e a formação de dentes e ossos;

Ômega 3: segundo o Ministério da Saúde, o ômega 3 é considerado um alimento funcional, o que significa que seu consumo deve ser regulado na dieta. Rico em uma gordura saudável proveniente de peixes, o ômega 3 não é produzida pelo nosso corpo, mas é essencial para uma dieta balanceada. Auxilia na função cerebral e cardíaca;

Triptofano: 40% da população brasileira que sofre com algum transtorno do sono, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A alta procura pelo triptofano se da por ele ser um aminoácido que ajuda na produção da serotonina, neurotransmissor associado ao sono e que também está diretamente relacionado à regulação do humor e ao controle do estresse. Nosso corpo não consegue produzi-lo, então é importante obter através de suplementação ou alimentos ricos;

Vitamina D3: auxilia na formação de ossos e dentes e também na manutenção de níveis de cálcio no sangue. Suplementar pode ajudar a normalizar os níveis de vitamina D em pessoas com deficiência. Além disso, auxilia no bom funcionamento do sistema imunológico, no processo de divisão celular e no funcionamento muscular;

Luteína: essencial para o bom funcionamento do organismo, a Luteína pode ser suplementada se não houver um consumo adequado através da alimentação. Ajuda na saúde da visão, previne o envelhecimento precoce da pele e contribui para a proteção da mesma contra luz UV, azul e radicais livres.

A falta de vitaminas traz diversos problemas para a saúde, pois elas ajudam a manter o equilíbrio de muitas funções corporais. E, para quem quiser descobrir quais as vitaminas mais indicadas, o Quiz da Vitamine-se está disponível clicando aqui.

Fonte: Vitamine-se

MEU DESABAFO DE ANO NOVO; VOLTAMOS NO DIA 10 DE JANEIRO

Nós, do E De Repente 50, desejamos a todos que 2022 seja um ano muito melhor que 2021.

Os últimos anos têm sido difíceis, mas este, com certeza, foi o pior para mim. Como estamos às vésperas do Natal e quase chegando a 2022, gostaria de deixar uma mensagem de esperança, mas, desculpem, não acredito que o próximo ano será melhor. Simplesmente porque é ano de eleição e ano de Copa do Mundo, esta em data diferente, fim de ano, ainda bem. Mas vou focar na política, como desejar felicidades quando vemos tanta gente necessitada, e quando usamos a expressão “passando fome” não como uma hipérbole, mas no sentido literal? Pessoas pegando restos no lixo; em filas para ganhar ossos; famílias inteiras morando nas ruas? Milhões desempregados e sem perspectivas. Enquanto isso, temos os PIORES E MAIS DESCLASSIFICADOS políticos mandando no país. E um STF formado, em sua maioria, por medíocres, e saber que logo virão mais dois que nem como medíocres poderão ser classificados, escolhidos pela pior pessoa que já esteve à frente do governo do Brasil. Os excelentíssimos vereadores, deputados e senadores só votam o que significa melhora para eles próprios, como o fundo eleitoral de 2022 que será de absurdos 5,7 BILHÕES. E já se perguntou quanto este (des)governo vai destinar à saúde, educação, ciência? Pesquise. Pois é, vão ganhar quase SEIS BILHÕES – tirados de impostos que nós pagamos, para irem lá e mentirem, não fazerem nada para melhorar nossas vidas ou o país. Pagamos para que eles nos enganem, ou tentem…

Fico imaginando uma cena na véspera de Natal, enquanto milhares estarão sem nada, ou quase nada para ter UMA noite especial em um ano horrendo, na rua ou em suas residências, muito simples, estes seres abjetos com suas bocas cheias, escorrendo gordura pelos cantos (podia ser sangue), espumando restos enquanto riem da estupidez de quem os elegeu. E aquelas milhares de família que perderam entes queridos, ou amigos (eu perdi alguns) durante a pandemia? Não sei se conseguiram celebrar algo, nem que seja a graça de se estar vivo. Enquanto isso, um bando de canalhas não queriam que nos vacinássemos e, agora, não querem que crianças sejam vacinadas, querem prejudicar os outros – pois as vacinas só funcionam quando a maioria as toma – usando a falsa premissa do direito individual de não se vacinar.

Mas quando pensamos nos casais homoafetivos, estes mesmos hipócritas não os aceitam, algo que é totalmente pessoal – “todo mundo quer saber com quem você se deita, nada pode prosperar”. Já a vacina, que é um bem coletivo, querem controlar. É surreal. A começar pelo monstro cujo nome não quero falar, que pede sigilo de 100 anos (100 ANOS) sobre se ele se vacinou ou não, e também 100 anos de sigilo sobre o uso do cartão corporativo. Sim, enquanto o monstro quer dar a impressão de que é uma pessoa simples, É O PRESIDENTE – A FAMIGLIA – que mais gasta. Imagine, você é um qualquer do baixo clero, e vira presidente de um país. Quem nunca comeu melado…

Além de torcer pela morte e pelo vírus, o monstro também não se importa que vilipendiem a Amazônia, o Pantanal, a natureza, enfim, tudo que vive e pulsa. Assim como a população indígena, que está sendo dizimada. Poucos sabem, mas a mãe de meu pai era filha de índios, enquanto meu avô era europeu, branco como papel e com olhos azuis de doer. Somos todos esta mistura, somos todos vira-latas por aqui, e me corrói ver como eles estão sendo roubados e mortos. E a maioria só assiste a tudo e nada faz, especialmente quem poderia fazer algo. Não gosto nem um pouco do Collor (que, aliás, continua por aí) nem da Dilma (ou do PT), mas ambos foram impichados por MUITO MENOS que este de agora. Pois é, ouvi gente falando que preferia votar no diabo que no PT… e votou.

Agora, tem gente querendo votar naquele que foi preso e graças a caríssimos advogados e a ajuda do STF está de volta, como se fosse um inocente. Mas não é. Então, votaram no monstro para não votar no ladrão. Agora, querem votar no ladrão, para o monstro não ganhar. E NÃO EXISTEM OUTRAS PESSOAS? Melhores, mais dignas, mais preparadas? Então, não adianta criticarmos, praguejarmos e xingarmos estes que estão aí, pois foi o POVO que os colocou lá. Então, sinto muito, mas quem vota também tem culpa. Assim, aproveite 2022 para votar direito, porque não adianta votar no mesmo e querer que algo mude. Nem que se erre novamente, mas erre com alguém novo, não com quem não cumpriu nada, melhorou nada ou roubou para ficar lá… E isso vale pra todos os cargos, não só presidente. Tenho de agradecer aos amigos que me ajudaram a sobreviver a este ano horrendo. Não teria conseguido sem eles, especialmente ELAS. Prefiro ser feliz a estar certa, mas não vejo um 2022 com otimismo. Melhor que eu erre.

Nas montagens das fotos, os piores do ano. Faltam alguns, mas…

Como temos de ser resilientes neste país, desejo que 2022 seja um ano de grandes, e boas, mudanças para nós, brasileiros honestos, que desejamos um país melhor.

Voltamos dia 10 de janeiro. Obrigada e até lá.

Conheça os queijos típicos brasileiros

Tirolez explica as origens, as diferenças e as harmonizações adequadas para a melhor experiência de sabor

No Brasil, existe ampla variedade de queijos. Por isso, a Tirolez, uma das principais marcas de laticínios do país, explica sobre os tipos de queijos nacionais, suas variedades e como foram criados. Aprenda ainda as melhores harmonizações para criar experiências únicas e inesquecíveis de sabor.

Meia Cura: um clássico mineiro. O termo cura diz respeito ao ponto de maturação do queijo. Após a sua fabricação, o queijo fica em “descanso”, ou seja, em maturação. É neste momento que o queijo ganha todas as suas características próprias, como sabor, textura e aroma. O queijo Meia Cura é aquele que não é fresco nem curado. Seu período de maturação não é bem definido, podendo variar entre uma e cinco semanas. Possui sabor marcante e levemente ácido. É o ingrediente do tradicional pão de queijo e vai muito bem com café, além de poder ser usado em receitas diversas.

Queijo coalho: típico da região Nordeste e famoso nacionalmente por estar presente em churrascos, pronto para ser consumido no espeto. Seu maior diferencial é ser um dos pouquíssimos queijos no mundo que podem ser aquecidos, sem derreter, ficando crocante por fora e macio por dentro. Pode ser consumido assado ou frito, além de ser um dos ingredientes do famoso dadinho de tapioca.

Queijo Prato Esférico: criado pelos imigrantes dinamarqueses no Brasil em meados dos anos 1920. É um queijo suave, frutado e ligeiramente adocicado, que pode ser saboreado puro ou em lanches e sanduíches, quentes ou frios. Dá sabor especial também às omeletes.

Queijo Minas Frescal: é um tipo de queijo leve, suave e de consistência mole, que fica excelente em sanduíches quentes e frios. O queijo Minas Frescal pode ser harmonizado com doces e compotas. Quando somado à goiabada, dá origem ao delicioso Romeu e Julieta.

Queijo Minas Padrão: semelhante ao Minas Frescal, o Queijo Minas Padrão é suave, macio, amarelinho e ótimo para consumir no café da manhã com pão quentinho da padaria. Possui ótimo derretimento e pode acompanhar doces e compotas também.

Queijo Reino: a história deste queijo começou no tempo do Brasil Colonial. Naquela época, a família real portuguesa trazia da Europa o queijo tipo Edam. Como a viagem era feita por navios, o queijo passava meses dentro dos barris, alterando sua maturação, sabor e textura, além da casca, que se tornava avermelhada por causa da coloração do vinho, que ficava também nos barris. No fim da jornada, o queijo passava por tantas transformações, que acabava se tornando outro, o queijo “do Reino” de Portugal, como ficou conhecido na época.
O Queijo Reino tem sabor pronunciado e picante e uma textura firme, que derrete fácil na boca. Combina com vinho tinto. Além de servir como aperitivo e ou em diversas receitas, como pastéis, sanduíches quentes e frios, pode ser utilizado em receitas, derretido sobre carnes.

Fonte: Tirolez

Brasil bate recorde de consumo de vinho em ano de pandemia

Pesquisa revela aumento histórico de mais de 30% no consumo de vinho

O brasileiro nunca consumiu tanto vinho como neste último ano de pandemia. Em média foi consumido 2,78 litros de vinho per capita, o que representa um aumento de mais de 30%.

É o que releva um estudo divulgado pela plataforma Cupom Válido que reuniu dados do Statista, Euromonitor e Nielsen, sobre o consumo de vinho no Brasil e no mundo. O consumo total foi de 501 milhões de litros (contra 383 milhões no ano anterior), um valor nunca atingido na história. Ao considerar todos os países da América Latina, o Brasil ficou só atrás da Argentina.

Do total de 83 milhões de consumidores de vinho no Brasil, 46% tomam vinho pelo menos uma vez por semana, e 53% pelo menos uma vez por mês.

Vinhos preferidos pelos brasileiros

O vinho tinto é o preferido dos brasileiros, com 55% da preferência. O vinho branco fica em segundo lugar, com 25%. E por fim, o vinho do tipo rosé está em terceiro lugar de preferência nacional, com 20% do total.

No caso vinho tinto, o tipo preferido dos brasileiros são os da uva Malbec, originária da França e com quase 59% do plantio mundial. Em sequência seguem os tipos Cabernet Sauvignon e Merlot, respectivamente.

Para os vinhos do tipo branco, a primeira opção é a do tipo Chardonnay, mais conhecida como a “Rainha das uvas brancas”. A uva do tipo Sauvignon Blanc e Moscato, seguem na segunda e terceira posição, respectivamente.

Aproximadamente 59% dos consumidores de vinhos no país tem mais de 35 anos. Além disso, 30% dos consumidores desta bebida, utilizam os canais digitais, como portais ou lojas online para comprar vinhos.

Os brasileiros também podem são considerados consumidores abertos à novas experiências, já que mais de 70% estão dispostos a provar novos tipos vinhos, não ficando preso só a uma marca ou subtipo de uva.

Freepik

Vinhos nacionais versus importados

Segundo a pesquisa, no Brasil, 69% do total de vinho consumido é nacional, contra 31% importado. A alta do dólar foi um dos principais contribuidores pela queda no consumo de vinhos importados em comparação com o ano anterior.

Mais de 42% de todos os vinhos importados, são provenientes do Chile. Seguido por vinhos importados da Argentina e Portugal, com 16% e 15%, respectivamente.O estado brasileiro que mais importou vinho, foi a Santa Catarina, com 30% da importação total. Seguindo por São Paulo em segundo, e Espírito Santo em terceiro.

Cenário mundial do consumo de vinho

O vinho mais vendido do mundo é o da marca Barefoot, dos Estados Unidos. O segundo mais vendido é a Concha y Tore, do Chile. E a marca Gallo, também dos Estados Unidos, segue em terceira posição.

Os Estados Unidos é o país que mais consome vinho do mundo, no total são mais de 33 milhões de hectolitros por ano, ou 13% do consumo mundial. A França e Itália seguem em segunda e terceira posição, respectivamente. Levando em consideração o consumo per capita, a ordem muda, e a França segue na liderança, seguido por Portugal na segunda posição.

Confira o infográfico completo abaixo:

Fundação Dom Cabral e Hype50+ lançam estudo sobre impacto da longevidade na sociedade brasileira

Para investigar os múltiplos impactos sociais da extensão de vida do brasileiro, o FDC Longevidade – projeto desenvolvido pela Fundação Dom Cabral (FDC) com apoio técnico da Hype50+ e patrocínio da Unimed-BH – lança o TrendBook Sociedade.

Quais são as 10 profissões do futuro quando pensamos na longevidade dos brasileiros e na necessidade de criar oportunidades novas de trabalho associadas a novas demandas demográficas? Essa é uma das perguntas respondidas pelo TrendBook Sociedade. Embora as previsões do impacto da longevidade descrevam cenários de 2030 ou 2050, a realidade de 2021 já revela os efeitos do envelhecimento em diversas áreas, inclusive, na atividade profissional.

A carreira que mais cresceu na última década foi a de cuidador de idosos. Em dez anos, o Brasil passou de 5.263 cuidadores (2007) para 34.051, em 2017 – segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No entanto, apesar do crescimento de 547% no número de profissionais, a regulamentação e a velocidade de formação dos cuidadores não acompanham a necessidade de cuidado da população madura. Para  ver todo o estudo, clique aqui. 

A lacuna se repete, também, em outras profissões. Hoje, o Brasil tem um déficit de 28 mil geriatras; em Estados como Acre, Amapá e Roraima, o número de profissionais não passa de cinco, de acordo com dados do Ministério da Saúde e IBGE (PNAD | 2017). O TrendBook Sociedade, um mapeamento que compõe o terceiro eixo do projeto FDC Longevidade – iniciativa da Fundação Dom Cabral (FDC) com apoio técnico da Hype50+ e patrocínio da Unimed-BH – reflete que o descompasso tem uma raiz.

Para surgirem novos profissionais, é preciso uma formação em massa da força de trabalho. A limitação de cursos e grades curriculares, especialmente na área da saúde, que contemplem as necessidades do envelhecimento, é um dos maiores gargalos para atender às demandas do país. Até 2017, por exemplo, apenas duas universidades brasileiras ofereciam uma graduação em Gerontologia, segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. 

Em contrapartida, novas profissões nascem para atender às pessoas, mostrando mais uma vez que a sociedade caminha mais rápido que qualquer instituição. Dessa forma, uma carreira inexistente hoje pode ser a dos sonhos de quem prestar vestibular em 2030. O TrendBook Sociedade traz uma lista das 10 profissões ligadas à longevidade populacional. O estudo completo traz, ainda, análises aprofundadas sobre o impacto do envelhecimento populacional na sociedade; os capítulos do estudo investigam dimensões como as novas sociedades envelhecidas; cenários prateados; trabalho e previdência versus extensão da vida; mercado de trabalho; e mapa social da longevidade. Destaque, também, para entrevistas exclusivas com o gerontologista Alexandre Kalache e o economista Roberto Teixeira da Costa, além de artigo de Flávia Ranieri, arquiteta com especialização em Gerontologia, que compõem o conteúdo.

Longevidade: desafios e oportunidades

Foto: Meetcaregivers

De acordo com Michelle Queiroz, professora-associada da FDC e coordenadora do FDC Longevidade, o expressivo aumento da expectativa de vida, considerada uma conquista da humanidade, gera impactos profundos na sociedade que podem, inclusive, serem analisados a partir de inúmeras perspectivas.

“No recorte desta publicação, optamos por priorizar alguns dos principais desafios no campo do etarismo, previdência, trabalho e desigualdade social e, também, trouxemos exemplos de soluções e atores que fazem acontecer dentro deste ecossistema. Apesar de termos capítulos segmentados, facilitando a compreensão dos temas, na vida as linhas que as separam são quase inexistentes. Nossa intenção é descortinar olhares para uma visão integrada das diferentes dimensões de impacto, contribuindo para despertar o valor do engajamento social!”, avalia a especialista.

Segundo Layla Vallias – especialista em Economia Prateada, cofundadora da Hype50+ e Janno, coordenadora do estudo Tsunami Prateado (maior mapeamento brasileiro sobre longevidade) –, a prática de inovação, empreendedorismo e pesquisa de tendências traz o desafio de disseminar entre os gestores de grandes marcas, indústrias e governos dados que comprovam o quanto o envelhecimento da população apresenta oportunidades reais. “A revolução que estamos vivendo nos obriga a revisitar conceitos, quebrar padrões e discutir tabus. Para os mais estratégicos, é nesse oceano azul da longevidade que residem as grandes oportunidades para o futuro”, afirma.

Do ponto de vista do mercado de trabalho à luz da longevidade, a especialista aponta que as perspectivas são igualmente boas. “Todos os mercados e setores de trabalho serão profundamente impactados pelo envelhecimento da população; quem antes observar essa realidade e se preparar para atendê-la, sai na frente. Esse é um caminho sem volta: todos os profissionais, da saúde à hotelaria, da indústria de beleza à moradia deverão ser, necessariamente, profissionais capacitados para a longevidade”, defende.

Para o diretor-presidente da Unimed-BH, Samuel Flam, a longevidade ressignificou a forma como vemos a realidade. “Hoje, não estamos apenas vivendo mais; estamos vivendo com qualidade, mantendo a produtividade e cultivando hábitos saudáveis. Como empresa de saúde, a Unimed Belo Horizonte está atenta a esse cenário e vem contribuindo, há quase 50 anos, para promover mais saúde e qualidade de vida para a população com mais de 60 anos. Afinal, nossa vocação e nosso propósito são cuidar de pessoas. Por isso, para nós, é uma grande honra contribuir com este projeto, capitaneado pela Fundação Dom Cabral, com o objetivo de colocar a longevidade em perspectiva. Conhecer melhor essa geração, da qual faço parte, é fundamental para que possamos, dentro do que é possível, projetar o amanhã. Estamos certos de que esta pesquisa traduz o espírito de nosso tempo e servirá como importante insumo para o futuro”, analisa.

Insights do estudo

| 10 Profissões do futuro para cuidar do envelhecimento

Novas profissões nascem para atender às pessoas, mostrando mais uma vez que a sociedade caminha mais rápido que qualquer instituição. Dessa forma, uma profissão inexistente hoje pode ser a carreira dos sonhos de quem prestar vestibular em 2030. O TrendBook Sociedade traz uma lista das 10 profissões ligadas à longevidade populacional.

  1. Cuidador de Idosos | Responsável por auxiliar nas tarefas domésticas para garantir o bem-estar da pessoa idosa. Higiene pessoal, suporte no cuidado médico e acompanhamento em consultas são atribuições do trabalho.  Média salarial: R$ 1.271,82
  2. Geriatra | Esse profissional é o médico especialista no tratamento de idosos, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da longevidade. Atua ao lado de enfermeiros, fisioterapeutas e educadores físicos. Média salarial: R$ 8.271,27
  3. Gerontólogo| A Gerontologia estuda o processo de envelhecimento pela perspectiva social, psicológica e biológica. Média salarial: R$ 3.793,25
  4. Terapeuta ocupacional | Costuma trabalhar em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), clínicas e hospitais, apoiando os maduros a manter sua autonomia na sua rotina, a partir das habilidades, limitações e reservas de saúde de cada pessoa. Média salarial:  R$ 2.598,45
  5. Conselheiro de aposentadoria |Essa é uma das 10 tendências de profissão do futuro, segundo a Fundação Instituto Administração (FIA). Além do planejamento financeiro, esse profissional apoia na decisão de alternativas de investimento, escolha de plano de saúde, plano de carreira e programação do tempo. Média salarial: Não há.
  6. Consultor de bem-estar para idosos | Interdisciplinar, sem uma formação própria, essa profissão combina conhecimentos diversos de finanças, recursos humanos e até saúde e bem-estar. Pessoas formadas em Gerontologia ou terapia ocupacional podem exercê-la. Média salarial: Não há.
  7. Bioinformacionista | Vindo da Biomedicina, esse profissional combina as informações genéticas com a metodologia clínica para desenvolver medicamentos personalizados cada vez mais eficientes para doenças genéticas. Média salarial: Entre R$ 4 mil e R$ 7 mil.
  8. Cuidador remoto | Conhecido como Walker/Talker, por meio de uma plataforma on-line, essa pessoa é contratada para passar um tempo com os maduros, praticando a escuta ativa e a conversa, para diminuir a solidão e manter ativa sua sociabilidade. Média salarial: Não há.
  9. Curador de memórias pessoais | O trabalho envolve desde a investigação de notícias e biografias para pessoas que perderam a memória até criação de biografias, perfis póstumos, histórias de famílias e empresas. O resultado pode ser entregue na forma de livro, filme ou uma experiência em realidade virtual. Média salarial: Não há, mas o piso cobrado pelo trabalho é de R$ 1 mil.
  10. Especialista em adaptação de casa | Com a tendência de Aging in Place, é cada vez mais necessária a adaptação de casas de família para atender às necessidades dos idosos. As modificações vão do tipo de piso à altura da prateleira, largura dos corredores e adaptação do banheiro. Média salarial: Não há, mas pode ser comparada a de um arquiteto ou gerontólogo.

Trabalho e Previdência Versus Extensão da Vida

Mabel Amber/Pixabay

No capítulo, O Bê-á-Bá da Previdência, o TrendBook Sociedade traz uma análise sobre o sistema previdenciário nacional – um pacto entre gerações no qual trabalhadores de hoje são os responsáveis por custear a aposentadoria daqueles que saíram do mercado de trabalho – e a relação futura com o aumento da longevidade populacional. Em 1980, a proporção era de 9,2 pessoas em idade ativa trabalhando para cada aposentado; em 2060 serão 1,6 trabalhador para cada idoso. Na prática, há grandes desafios no modelo da previdência nacional, sendo o aumento da taxa do envelhecimento um dos principais.

Em entrevista ao estudo, o economista Roberto Teixeira da Costa analisa formas de encarar a aposentadoria e aponta como os brasileiros de diferentes gerações podem se preparar para o futuro. “Acredito que deveríamos criar mecanismos para redistribuição de renda para aposentados; recursos que mitiguem os problemas causados pela desigualdade”, avalia.
Estamos diante de uma condição social inédita. A geração baby boomer é a primeira a ingressar na aposentadoria em uma era em que as pessoas vivem mais de 100 anos.

O estudo analisa as previdências sociais pelo mundo e traz o Índice Global de Pensões, que aponta que muitos países estão promovendo mudanças em direção a sistemas mais sustentáveis. Entre as medidas comuns, aumento da idade para se aposentar; aumento do nível de poupança (dentro e fora dos fundos de pensão); ampliação da cobertura de pensões privadas para toda a força de trabalho, incluindo autônomos e contratados; preservar os fundos de aposentadoria, limitando o acesso aos benefícios antes da idade de aposentadoria; e aumento da confiança de todas as partes interessadas por meio da transparência dos planos de pensão.

As novas sociedades envelhecidas

Free Images

No capítulo, destaque para O Telhado Branco do Mundo que analisa A Década do Envelhecimento Saudável – parte da Estratégia Global sobre o Envelhecimento e a Saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS). O documento recomenda que até 2030 seja conduzido um plano de colaboração combinada, catalítica e sustentada em prol da temática. Um alerta pertinente recai para a questão de gênero. As mulheres costumam viver mais do que os homens; em 2017, elas eram 64% da população mundial 60+, sendo que 61% tinham mais de 80 anos.

As que nascerem entre 2020 e 2030 terão uma expectativa de vida de três anos a mais do que os homens nascidos no mesmo período. Entretanto, o estudo mostra que as mulheres maduras são mais pobres; têm menos economias e ativos que os homens por conta de uma jornada de vida de discriminação – algo que afeta a equidade de oportunidades.

Entre os países que integram a Organização para a Cooperação de Desenvolvimento Econômico (OCDE), a pensão paga às mulheres é, em média, 27% menor do que a dos homens. As maduras estão, em algumas partes do mundo, entre as mais vulneráveis à pobreza e em desvantagem quando o assunto abarca propriedades e heranças de terras. Por conta das barreiras educacionais, as mulheres são desproporcionalmente afetadas pela automação das funções, pelas mudanças tecnológicas e pela inteligência artificial. A força de trabalho feminina compõe o maior número de cuidadores não remunerados, incluindo o setor informal.

Preconceito contra um futuro longevo

O ageísmo está dentro de casa, nas ruas e nas empresas. Na pandemia, o grupo de 60+ foi o mais atingido pelo desemprego: mais de 1,3 milhão de pessoas com sessenta anos ou mais deixaram de trabalhar ou de procurar emprego, o que representa 64% dos brasileiros sem uma colocação profissional. Para a geriatra Karla Giacomin, vice-presidente do Centro de Longevidade Internacional-Brasil (ILC-Brazil), a invisibilidade no processo do envelhecimento e dos direitos relacionados à velhice prejudica a inclusão do tema nas pautas políticas.

Preparar o mundo para o envelhecimento

Foto: MedicalNewsToday

Cresce o número de cidadãos acima de 60 anos nas zonas urbanas do mundo; os governantes precisam levar em consideração as necessidades e demandas dessa população prateada. O estudo mostra que o número de pessoas 60+ irá crescer 16 vezes até 2050. Para auxiliar governos e países a criarem um ambiente age-friendly, a OMS criou um guia com diretrizes de como transformar cidades em espaços onde pessoas de todas as idades possam viver de forma saudável. O TrendBook Sociedade analisa as recomendações nos tópicos Engajamento social, Serviços municipais e Infraestrutura.

Cada vez mais sozinhos. No Brasil, já são mais de 4 milhões de 60+ que vivem sozinhos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); na cidade de São Paulo, dos mais de 1,8 milhão de idosos, 290.771 (16%) vivem sozinhos; desses, 22.680 têm mais de 90 anos. O estudo traz um mapa, por Estado, dos sessenta mais que residem sozinhos.

Cenários prateados

Na análise, iniciativas em vários países que mostram a adaptação das sociedades à conquista da longevidade. Prédios públicos, transporte, moradia, participação social, trabalho e engajamento cívico, comunicação e informação. Além disso, traz um ranking das melhores cidades brasileiras para viver após os sessenta anos: São Caetano do Sul, São Paulo (longevidade e bem-estar); São Paulo, capital (finanças); Atibaia, São Paulo (habitação); Birigui, São Paulo (educação e trabalho); Caraguatatuba, São Paulo (cultura e engajamento); Brusque, Santa Catarina (qualidade de vida); e Campo Largo, Paraná (cuidados com a saúde).

Ecossistema social da longevidade

Na análise, iniciativas de governos, empresas, sociedade civil, coletivos e indivíduos têm apoiado o envelhecimento do país em prol da qualidade de vida dos sessenta mais.
Embora as iniciativas sejam pontuais e muito associadas à saúde, despontam ações que ampliam o repertório governamental para abarcar setores como cultura, lazer e habitação. Por outro lado, a sociedade civil se mobiliza com iniciativas criativas para combater uma ameaça da longevidade, sobretudo em tempos de pandemia: a solidão. Incluir o idoso na ágora pública tende a ser a resposta dada por muitas das iniciativas, tanto governamentais quanto da sociedade civil.

Um aspecto interessante trazido pelo inusitado contexto de distanciamento social foi a nova dimensão de compreensão social do papel e dos desafios enfrentados pelos mais velhos na sociedade. De invisíveis, eles passaram a ser vistos como um grupo de risco que deveria ser protegido. Nesse cenário, muitos cidadãos decidiram conduzir iniciativas para combater o isolamento e o etarismo; ações para incluir os longevos de maneiras possíveis e seguras. Surgindo a partir do interesse de um indivíduo, de uma família, de uma comunidade, de uma universidade, de uma empresa ou até de uma rede internacional. O estudo traz iniciativas brasileiras como a Vila do Idoso (São Paulo); SESC (atividades culturais e esportivas); Governo da Paraíba (moradia); Brasília, Distrito Federal (Sua Vida Vale Muito); Me pede que eu canto (Rio de Janeiro, iniciativa da sociedade civil); Meninas de Sinhá (Belo Horizonte, Minas Gerais), entre outros. No Mapa Social da Longevidade, perfis de pessoas que estão transformando a forma de envelhecer no país.

Fonte: Hype50+

Dia Mundial da Água: mais de 6 milhões de famílias brasileiras não recebem água encanada

ONG faz alerta para a falta de acesso a esse recurso em meio à segunda onda da pandemia

Hoje, no Dia Mundial da Água (22), o acesso a esse importante recurso natural é celebrado. Com dia instituído em 1992 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e protagonista de um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS 6), o direito à água segue sendo negado a milhões de pessoas no mundo todo. No Brasil, 6,1 milhões das casas brasileiras não contam com abastecimento diário de água (IBGE, 2019). São 18,4 milhões de brasileiros sem poder lavar as mãos e se higienizar todos os dias. Situação que é agravada pela segunda, e mais forte, onda da pandemia do Coronavírus.

Pia comunitária instalada em São Paulo -foto: Bianca Moreira/Habitat Brasil

Diante desse cenário, a Habitat para a Humanidade Brasil, organização que atua para combater as desigualdades e garantir que pessoas em condições de pobreza tenham um lugar digno para viver, segue trabalhando para apoiar quem mais está sendo impactado pela pandemia.

ClipStock

Desde o ano passado, a organização vem desenvolvendo projetos com foco em acesso à água, saneamento básico e higienização. Mais de 450 pias comunitárias já foram instaladas em favelas e regiões periféricas para que mais de 130 mil pessoas possam higienizar as mãos todos os dias. A Habitat Brasil também está beneficiando famílias de baixa renda com melhorias em suas casas a fim de eliminar as precariedades que podem agravar a transmissão do novo vírus. As obras emergências vão desde a instalação de caixas d’água, como a reforma de banheiros, e adequação nas casas para melhorar a circulação de ar. Talita mora na comunidade do Boqueirão, em São Paulo, e foi uma das beneficiadas pelo projeto.

Talita posa em frente ao novo baheiro – Foto: Bianca Moreira/Habitat Brasil

“Minhas crianças tinham medo de usar o vaso porque ele não estava bem fixado, tinham medo de usar o banheiro à noite porque não tinha luz de madrugada. Antes nem pia tinha pra gente escovar os dentes. A gente tinha que escovar no chuveiro. Também não tinha descarga, toda vez que a gente usava o banheiro tínhamos que encher um balde. A Habitat reformou tudo. Eu agradeço imensamente. Essa reforma fez muita diferença na minha vida e na dos meus filhos”, conta Talita. Cerca de 110 famílias já foram atendidas desde setembro de 2020.

No Nordeste, a organização ainda atua com a construção de cisternas para coleta e armazenamento da água da chuva. Mais de 500 cisternas já foram construídas na região do semiárido pernambucano, beneficiando famílias que convivem com a seca.

“Além disso, seguimos monitorando e pautando o poder público pela garantia desses direitos. Neste Dia Mundial da Água, queremos lembrar que a democratização do saneamento básico e da água potável são demandas urgentes do nosso país e não descansaremos até que esses direitos sejam garantidos a todas e todos”, conclui Socorro Leite, Diretora Executiva da Habitat para a Humanidade Brasil.

Sobre a Habitat para a Humanidade Brasil

Habitat para a Humanidade Brasil é uma organização da sociedade civil que, desde 1992, atua para combater as desigualdades e garantir que pessoas em condições de pobreza tenham um lugar digno para viver. Presente em mais de 70 países, a organização promove incidência em políticas públicas pelo direito à cidade e soluções de acesso à moradia, água e saneamento, em articulação com diversos setores e comunidades.

Wine lança linha exclusiva de vinhos com a Miolo

Os cinco rótulos brasileiros da Ballade são produzidos nas regiões Nordeste e Sul do país

A Wine vem investindo cada vez mais na diversificação de seu portfólio e acaba de lançar mais uma linha de vinhos brasileiros, chamada Ballade, em uma parceria exclusiva com a Miolo, vinícola com o maior portfólio de vinhos finos do Brasil. Os rótulos, produzidos na região Sul e Nordeste do país, irão agradar a todos os gostos de consumidores, pois a linha inclui cinco vinhos: Merlot, Cabernet Sauvignon, Riesling, Frisante Moscatel e Rosé. Os vinhos são da Campanha Central/RS e o Frisante é do Vale do São Francisco/BA.

Segundo German Garfinkel, Diretor de B2B e Supply da Wine, a linha Ballade foi elaborada a quatro mãos, em um trabalho que envolveu diversas degustações e conversas com o time de enologia até chegarem ao resultado do produto final.

“A nossa expertise e entendimento do consumidor de vinhos, aliados ao conhecimento e saber-fazer da Miolo, resultaram nesta linha incrível que se destaca na relação custo benefício também. Elaboramos um Merlot muito moderno e amável, um Cabernet Sauvignon divertido e com bastante tipicidade, um Riesling delicado e elegante, um Rosé moderno e com acidez crocante que surpreenderá até os mais céticos quanto ao potencial do vinho brasileiro, e ainda um Frisante Moscatel Branco descontraído e agradável de ser consumido”, conta German.

Os sócios que assinam o Clube Winebox do Seu Jeito serão os primeiros a conhecer a linha Ballade, como uma forma de agradecimento, devolvendo a eles a confiança que nos é depositada mês a mês. Em março, o clube será composto pelos vinhos Merlot, Cabernet Sauvignon, Riesling e o Frisante Moscatel. Em abril, será a vez do Rosé. Depois, os cinco rótulos estarão disponíveis em nosso e-commerce para todos os apaixonados por vinho.

“Em 2020, tivemos um grande sucesso com vinhos brasileiros no Clube Essenciais, também em parceria com a Miolo, em homenagem ao mês da independência do Brasil. A Wine sempre reforçou a relevância do vinho brasileiro e, em 2021, não será diferente, até mesmo pelo fato de termos tido uma safra incrível recentemente. A Ballade veio para ser uma linha irreverente, acessível, para a pessoa curtir o vinho brasileiro e aproveitá-lo do seu jeito. A Miolo possui muitos estudos e tecnologia para fazer vinhos únicos”, afirma Cibele Siqueira, sommelière da Wine.

No e-commerce, os rótulos da Ballade poderão ser adquiridos individualmente, por R$ 34,90 cada garrafa. Confira abaixo as informações completa da linha:

Ballade Cabernet Sauvignon

Cultivado em vinhedos próprios localizados na região da Campanha Central (RS), no Sul do país, o Ballade Cabernet Sauvignon possui a coloração rubi e é ideal para acompanhar comidas de média estrutura, petiscos salgados, lasanhas, massas, risotos, pizzas, galeto assado ou carnes vermelhas assadas ou grelhadas. Um vinho jovem e equilibrado, de taninos finos e harmônicos.

Ballade Merlot

Este rótulo, também cultivado na região da Campanha Central (RS), possui um sabor frutado e equilibrado, com textura aveludada e médio corpo. É uma excelente opção para degustar com petiscos, massas, risotos, pizzas, galeto assado e carnes vermelhas grelhadas.

Ballade Riesling


Este é para os amantes de vinhos brancos. Uma opção descontraída, jovem, alegre e com bom frescor devido à sua acidez equilibrada. O Ballade Riesling é refrescante e harmoniza muito bem com saladas, peixes, aves, pizzas, massas de molhos leves e queijos frescos de massa mole.

Ballade Cabernet Rosé


Este Rosé é uma opção fácil para agradar todos os paladares. É um vinho leve, oriundo de um clima quente, que pode ser consumido com comidas leves, como saladas, peixes e mariscos, e de média estrutura, como carnes brancas, pizzas vegetarianas e queijos leves.

Ballade Frisante Moscatel Branco

O Moscatel é elaborado com uvas cultivadas na região do Vale do São Francisco, na Bahia, em vinhedo próprio, pelo método de fermentação natural Charmat. É a opção ideal para acompanhar antepastos, sobremesas e drinks.

Para Adriano Miolo, Diretor Superintendente da Miolo, a linha Ballade vai bem com tudo. “Já faz algum tempo que a experiência de beber vinho mudou, mas a melhor parte é que ela continua mudando e essa é a essência da Ballade: um vinho que acompanha o seu ritmo, o seu jeito e o seu momento. Ele é ideal para o agora, seja ele onde ou como for. Pode ser no jantar de hoje ou no momento descontraído do final de semana. Com perfil jovem, a linha apresenta duas opções de tinto, uma branca, uma rosé e um vinho frisante. Vai bem com tudo, sempre”, comenta o enólogo.

Informações: Wine

Mundialmente premiada com 17 medalhas, Vodka Kalvelage agora será vendida em São Paulo

Qualidade dos cereais e a forma como é destilada fazem da Kalvelage uma marca única e de qualidade ímpar

A Vodka Kalvelage traz em seu DNA todo o comprometimento, determinação e tradição milenar da família Kalvelage, que, representada por Ludwig Kalvelage, escolheu o Brasil como pátria em 1910 ao chegar em Santa Catarina buscando por novas oportunidades.

Mais de cem anos depois, os irmãos Marcos e Maurício Kalvelage, bisnetos do patrono Ludwig, começaram a produzir artesanalmente seus primeiros destilados. Não demorou até que o sucesso do produto entre amigos e familiares lhes desse a confiança necessária para em 2012 fundarem a Kalvelage Distillery, instalada em Santa Catarina, na região do Vale Europeu.

A qualidade da Vodka Kalvelage teve reconhecimento quase que imediato: após seu lançamento em 2013, no ano seguinte recebeu seu primeiro prêmio internacional, a medalha de prata no San Francisco World & Spirit Competition – foi a única da categoria da América Latina a receber esse prêmio.

Tal conquista foi de suma importância para agregar credibilidade ao seu produto e, consequentemente, trazer valorização para a produção nacional. Já no ano de 2015, o sucesso da Vodka Kalvelage foi decretado com a conquista da medalha de ouro no San Francisco World & Spirit Competition. Além disso, foi medalha de prata em 2016 no Hong Kong Internation Wine & Spirits Competition e também prata no New York World Spirits Competition. A qualidade das matérias-primas utilizadas na Vodka Kalvelage segue o padrão dos melhores produtores mundiais.

“Trabalhamos em cima de três pilares para garantir o melhor dos nossos destilados: Matérias primas de qualidade, processo de destilação/filtração e a água utilizada. É uma bebida com um sabor suave e com características únicas, que agrada todos apreciadores de uma bela vodka” – ressalta Marcos Kalvelage.

Hoje a marca conta com 17 medalhas internacionais tornando-a uma destilaria respeitada dentro do cenário de bebidas destiladas, fazendo com que os irmãos Kalvelage dessem um grande passo na conquista de um novo mercado:

“Sabemos de toda a competitividade e dos desafios de se ter um produto em São Paulo, no entanto, após termos conquistado vários prêmios internacionais e com toda a experiência adquirida ao longo desses anos, nos sentimos bastante confiantes e otimistas para investirmos nesse que é o mais importante mercado de bebidas do país”, explica Maurício Kalvelage.

Para começar essa nova etapa com o pé direito, o primeiro produto que será comercializado em São Paulo será a Vodka Kalvelage Vibe. Também mundialmente premiada, impõe respeito com suas seis medalhas em competições internacionais, com destaque para a medalha de ouro no Cathay Pacific Hong Kong International Wine and Spirit Competition 2018. Feita com 100% de cereais brasileiros e conhecida por ser uma vodka feita para coquetelaria, a Vibe tem 40% de volume alcoólico e promete agradar os apreciadores da bebida ao reunir aroma e sabor suave, conquistados pelos seus processos de produção e as matérias-primas utilizados em sua composição.

É uma bebida que permite misturas com frutas, refrigerantes ou até mesmo ser consumida pura. Essa versatilidade é uma característica importante e que impulsiona o consumo e expansão da vodka no mercado nacional.

A bebida, que vem em garrafa de um litro, será vendida em pontos de vendas, bares, empórios e restaurantes em diversas regiões de São Paulo. Preço médio: R$ 72,00