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Pés e mãos tendem a inchar no verão: entenda o motivo

O calor típico do verão brasileiro é sinônimo de pés e mãos inchados para algumas pessoas. O incômodo é resultado de um processo natural do organismo no intuito de controlar a temperatura corporal entre 36ºC e 36,5ºC, a fim de manter o funcionamento padrão dos órgãos.

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Segundo o cirurgião vascular do Hospital Edmundo Vasconcelos, Walter Campos, esse controle de temperatura ocorre por meio da vasodilatação das artérias, que tendem a concentrar o calor nas extremidades e por isso, os pés e mãos são os mais afetados com o inchaço.

“O fluxo sanguíneo dos membros aumenta, dilatando as veias e causando uma maior pressão capilar- sistema responsável pela troca de nutrientes do sangue. Essa pressão tende a liberar líquidos no tecido, ocasionando o inchaço”, acrescenta.

Apesar de não ser uma sensação agradável, o médico esclarece que não há nada com que se preocupar e todos estão sujeitos a esse tipo de edema periférico em dias quentes. A atenção deve ser focada somente quando o inchaço apresentar características atípicas, como uma diferença de retenção de líquido entre os membros associada a vermelhidão.

“É importante que, quando surgir alguma característica diferente da habitual em dias de temperaturas altas, a pessoa procure um médico para investigar a causa e iniciar o tratamento adequado”, explica.

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Infelizmente, não há maneiras de evitar esse inchaço natural. Segundo Campos, pode ser controlado com tratamento e uso de meias elásticas. E, diferentemente, do que muitos acreditam, a hidratação não ameniza o incômodo, é apenas essencial na reposição de líquidos perdidos pelo suor.

Fonte: Hospital Edmundo Vasconcelos

Drinques menos calóricos para quem quer curtir o verão e manter o corpo em dia

Alternativas incluem saborosos e refrescantes drinques, ideais para a época mais quente do ano

O álcool diminui a queima de gordura do organismo, mas, nesta época do ano, costuma ser difícil deixar de lado aquele drinque refrescante. Para a saúde e o corpo ficarem em dia, algumas dicas são essenciais, é o que conta a nutricionista Helenice Tatewaki, do Boteco Todos os Santos – um dos mais famosos bares de música ao vivo da noite paulistana, localizado na Vila Madalena.

O álcool faz efeito no metabolismo de homens e mulheres de forma diferente, mas em ambos, altera os hormônios relacionados ao emagrecimento e ganho de músculos. “Isso ocorre porque passamos a usá-lo como fonte energética no lugar da gordura corporal”, comenta a nutricionista.

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Uma das soluções para amenizar esse efeito é consumir bebidas menos calóricas e com teor alcoólico menor, como o refrescante Aperol Spritz, feito à base de espumante e Aperol combinados com água gaseificada e suco de laranja. A bebida servida em uma taça de 250mL conta com apenas 133 calorias e é uma boa opção para os que desejam se preparar para o verão. Segundo Helenice, isso acontece – principalmente – quando comparamos o Aperol Spritz com uma caipirinha tradicional de limão, que possui 300 calorias.

moscow mule

Uma bebida muito comentada no país atualmente é Moscow Mule, feita com vodca e suco de limão, e se enquadra também na “categoria” refrescante. “O drinque, que tem como característica a caneca de cobre, conta com 110 calorias e pode ficar ainda mais leve se o açúcar for substituído por outro ingrediente como adoçante”, orienta a nutricionista.

“Pé na areia, caipirinha, água de coco, cervejinha”, já avisa o samba de Diogo Nogueira, conectando muito bem o verão e as bebidas mais pedidas da estação. Mas para os que querem manter o corpo em dia, vale buscar alternativas mais saudáveis e menos calóricas, principalmente quando alinhadas a uma alimentação balanceada e a prática de esportes.

Além dos drinques refrescantes, não devemos esquecer do consumo de água, que é a melhor aliada para manter a saúde em dia. Além disso, ela é capaz de diminuir drasticamente os efeitos da temida ressaca. Isso se a cada 350 ml de álcool, forem consumidos 100 ml de água, ajudando no processamento da bebida no organismo. Para aproveitar a estação mais quente do ano, estar confortável com o próprio corpo é fundamental.

Boteco Todos os Santos – Rua Aspicuelta, 585 – Vila Madalena – São Paulo

Cinco passos para dormir bem no verão

Elevação das frequências cardíaca e respiratória atrapalham o descanso durante essa época do ano

Um sono de qualidade nem sempre é fácil quando os termômetros marcam altas temperaturas. As noites quentes dificultam a tarefa de dormir oito horas diárias e isso se deve, dentre diversos aspectos, à queda da melatonina – hormônio que induz à sonolência – relacionada à elevação da exposição solar. O resultado é irritabilidade e indisposição no dia seguinte.

Para evitar esses desconfortos, a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, dá algumas orientações para recuperar a qualidade do sono nesse período do ano. “Pequenas mudanças na rotina já são suficientes para promover bem-estar e descanso completo”, explica a especialista.

A consultora destaca cinco dicas para deixar as noites mais agradáveis durante o clima quente. Confira:

Atente-se às condições do ambiente

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Um lugar arejado e fresco é ideal para o momento de repouso. Ar-condicionado e umidificadores podem ser grandes aliados, a temperatura adequada para estimular o sono é entre 21°C e 24°C. Outra alternativa viável é o ventilador. “Ligar o ventilador em cima do corpo não é o mais recomendado, uma vez que provoca o ressecamento das mucosas e comprometem a respiração. Direcionar o vento para as janelas é uma opção mais inteligente porque auxilia na expulsão do ar quente”, sugere.

Opte por uma alimentação leve

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Alguns hábitos alimentares noturnos aumentam a chance da insônia aparecer, como as refeições pesadas e gordurosas, cafeína, carnes em grande quantidade e consumo de álcool. O indicado é ter uma alimentação leve e que facilite a digestão. Frutas, legumes e verduras são sempre uma boa pedida. “E não se esqueça da água. Hidratação é fundamental para regular a temperatura corpórea. Outra recomendação é fazer a última refeição três horas antes de se deitar”, pontua a especialista.

Um banho refrescante pode ajudar

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Por mais que a água gelada seja tentadora em dias quentes, o efeito de uma chuveirada muito fria trará resultados opostos ao que se espera. Isso porque na tentativa de manter os 36°C, o corpo aumentará a própria temperatura. “Uma ducha levemente morna, além de aliviar a tensão, evitará o efeito rebote”, comenta Renata. Já na escolha da roupa de dormir, tecidos de algodão ou linho são as melhores opções, pois facilitam a transpiração.

Evite alguns hábitos

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Fazer exercícios físicos ou ficar no celular são exemplos simples de atividades que, quando feitas perto do momento de deitar, tornam-se inimigas do bom repouso. Eles mantêm o metabolismo e o cérebro ativados, enquanto deveriam relaxar. A falta de um horário regular para dormir e acordar também pode atrapalhar o sono. “Criar e manter uma rotina é eficiente para dormir tranquilamente sem deixar de fazer todas as tarefas diárias. O corpo também se habitua aos horários, o que facilita o processo de adormecer também no verão”, acrescenta.

Bons travesseiros e colchão são fundamentais

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Mesmo seguindo todos os passos anteriores, sem uma cama confortável é impossível ter uma noite bem dormida. “A escolha de um colchão adequado, que mantenha a coluna alinhada, e um travesseiro que acomode e dê o suporte necessário para a cabeça é indispensável”. Lençóis e fronhas devem seguir a mesma linha dos pijamas e serem feitos de tecidos leves e finos. Manter a saúde do travesseiro é essencial para ter boas noites de sono. O ideal é sempre arejá-lo e ventilá-lo, sempre protegido por uma fronha e sob luz indireta (nunca diretamente ao sol). “Também é aconselhável o uso de uma capa impermeável, para evitar que o suor e outras secreções migrem para o travesseiro e sirvam de alimento para os ácaros, ocasionando um aumento da sua proliferação”, finaliza a consultora.

Fonte: Duoflex

Salada Caesar com grelhado é opção leve para dias quentes

A Família Burger, tradicional hamburgueria localizada em Perdizes, zona oeste de São Paulo, oferece a opção Salada Caesar e um grelhado (hambúrguer de picanha, filé de picanha, filé mignon ou filé de frango), uma opção leve e nutritiva para os dias mais quentes. A salada leva alface lisa, molho de mostarda, lascas de parmesão e croutons por cima por (R$ 38,45).

Salada Caesar

Ingredientes:
10 folhas de alface lisa
Molho de mostarda à gosto
100g de lascas de queijo parmesão
Croutons

Ingredientes dos Croutons:
8 fatias de pão de forma
1 colher (café) de alho em pó
4 colheres (sopa) de azeite de oliva
Pitada de orégano
Pitada de sal

Modo de preparo croutons:
Prepare os croutons, cortando cubinhos de 2 cm com as fatias de pão de forma (sem casca). Coloque os cubinhos em uma assadeira e leve ao forno médio por 5 minutos. Prepare uma mistura com as 4 colheres (sopa) do azeite, o alho em pó, pitada de orégano e sal. Retire os croutons do forno e regue com a mistura de azeite. Misture bem e leve novamente ao forno para que os cubinhos de pão fiquem bem dourados. Retire do forno e reserva.

Modo de preparo da salada:
Lave bem todas as folhas de alface em água corrente. Coloque as folhas em uma bacia com água e esterilize por aproximadamente meia hora.

Montagem:
Rasgue grosseiramente as folhas de alface e coloque em uma saladeira funda ou em um prato grande. Acrescente metade dos croutons e metade das lascas de queijo ralado. Regue com a quantidade de molho de mostarda desejada e mistura bem. Cubra com os croutons e o queijo restantes.

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Fonte: Família Burger

Nutricionista dá dicas para evitar a intoxicação alimentar em dias quentes

Os maiores vilões são a água, maionese, frango, carne bovina, ovos e, principalmente, a ostra. Se forem mal preparados ou indevidamente manuseados, esses produtos ficam suscetíveis a contaminações. Quando ingeridos, esses agentes podem causar diversos problemas

Com as altas temperaturas aumentam os casos de intoxicação alimentar, como é popularmente chamada a gastroenterocolite aguda, causada principalmente pela ingestão de água ou alimentos contaminados por micro-organismos. Nesta época do ano, grande parte da população frequenta praias e clubes, lugares bastante propícios para contrair uma intoxicação alimentar. Por isso, é preciso ficar atento. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, janeiro e fevereiro são os meses em que há mais notificações de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA’s).

A principal causa do aumento de intoxicação alimentar são as altas temperaturas da estação que podem comprometer a conservação de alimentos e favorecer a proliferação dos microorganismos nocivos à saúde, entre eles bactérias (salmonela e estafilococos) e vírus (rotavírus).

De acordo com a nutricionista do Clinic Check-up do HCor, Maria Fernanda D’Ottavio, essa ocorrência está ligada à temperatura mais alta nesse período, o que favorece a proliferação de micro-organismos nocivos à saúde. “Nessa época, temos que ter mais cuidado com o que comemos e onde comemos”, alerta a nutricionista.

Fique atento aos vilões!

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Os maiores vilões são água, maionese, frango, carne bovina, ovos e, principalmente, a ostra. Se forem mal preparados ou indevidamente manuseados, esses produtos ficam suscetíveis a contaminações. Quando ingeridos, esses agentes podem causar diversos problemas. “De modo geral, os sintomas mais comuns são vômito, diarreia, náuseas, dor abdominal e cólicas, às vezes com presença de febre, ou até mesmo paralisia, se for caso de botulismo. A manifestação dos sintomas, após a ingestão, pode variar de horas (no caso da salmonela) até semanas (hepatite A)”, esclarece Maria Fernanda.

Cuidado redobrado com a alimentação no verão

Para a nutricionista do HCor, poucos casos exigem internação, mas é importante que um posto médico seja procurado assim que os sintomas se manifestarem. Para amenizar o mal-estar, o ideal é muito repouso e hidratação. “Os cuidados que temos usualmente com os alimentos devem ser redobrados, principalmente ao nos alimentarmos fora de casa. Na praia, os cuidados devem ser ainda maiores, já que além do calor intenso, vários alimentos são vendidos sem os devidos cuidados com a higiene”, recomenda.

Dicas da nutricionista do HCor para evitar a intoxicação alimentar no período de altas temperaturas:

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Pixabay

=Evitar alimentos crus ou malcozidos. Prefira alimentos que passem por altas temperaturas para serem preparados;

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Morguefile

=Atente-se à temperatura dos refrigeradores onde os alimentos são armazenados. Temperaturas inferiores a 4ºC são mais seguras para evitar a proliferação de micro-organismos;

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=Consuma imediatamente os alimentos cozidos. Caso sobre, guarde-os em recipientes na geladeira;

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=Mantenha os alimentos crus longe dos cozidos;

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=Não consuma alimentos com alteração de odor, cor e sabor;

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=Evitar alimentos em conserva como palmito e molhos caseiros como maionese;

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=Não ingira alimentos em embalagens danificadas;

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=Evitar porções feitas com excessiva antecipação;

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=Consuma apenas água potável;

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=Evite o consumo de alimentos em ambulantes. Prefira quiosques, lanchonetes ou estabelecimento com estrutura e higiene adequada;

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=Atente-se a higiene do local, desde higiene pessoal dos funcionários e também dos utensílios e local.

Fonte: HCor

Receita de suco detox com açai é a combinação perfeita para encarar o calor

Em alta durante os dias de calor, suco antioxidante do Mr. Fit pode ser saboreado também em casa

As elevadas temperaturas seguidas sendo registradas nos termômetros pedem, a tiracolo, uma bebida bem refrescante para manter o corpo hidratado! Nos dias quentes, para cuidar da saúde corporal, a rede Mr. Fit, franquia de fast-food saudável, revela uma deliciosa receita de suco antioxidante com açaí.

Com ingredientes simples e fáceis de encontrar em supermercados ou nas feiras, a bebida auxilia na prevenção de doenças, como o câncer, problemas no coração e enfermidades na pele, além de combater o envelhecimento precoce e ajudar no bom funcionamento das funções cerebrais.

Suco Antioxidante do Mr. Fit

Ingredientes
½ colher (sopa) de semente de linhaça (5g)
1 colher (sopa) de beterraba ralada (10g)
50 ml de suco de laranja
½ porção de polpa de limão (50g)
100g de açaí puro (sem adição de açúcar)
100 ml de água de coco gelada

Modo de preparo
Bater todos os ingredientes no liquidificador até formar uma mistura homogênea. Rende 300 ml.

suco açai

Informações: Mr. Fit

Oscilação de temperatura em um mesmo dia pode ‘estressar’ e desidratar a pele

Em um mesmo dia, a diferença de temperatura entre máximas e mínimas pode chegar a 15ºC. Isso faz com que a nossa pele fique estressada, pois recebe estímulos diferentes do meio ambiente. Dermatologista explica como prevenir problemas

Nos últimos dias, principalmente o sudeste do Brasil tem virado refém das oscilações de temperatura em um mesmo dia, de forma que o calor provocado pelo sol, em questão de horas, vence e é vencido pelo frio de inverno.

“Num intervalo de 24 horas, experimentamos temperaturas muito altas e muito baixas, com diferenças de máximas e mínimas que podem chegar a 15ºC. Isso é motivo de preocupação para a imunidade do nosso corpo e pode causar também problemas de pele, por conta desse estresse constante das oscilações”, diz o dermatologista Jardis Volpe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

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“Quando falamos em estresse por conta das oscilações, estamos nos referindo aos estímulos que o meio ambiente dá à pele: enquanto o calor instiga a produção de oleosidade, o frio (juntamente com a baixa umidade do ar) retira até 25% da umidade da nossa pele, causando ressecamento”, completa o médico.

O dermatologista explica que, por meio do suor, o corpo regula sua temperatura, preservando calor durante temperaturas quentes e frias, respectivamente: “O problema é que as grandes variações em um mesmo dia podem confundir nosso corpo e aumentar o estresse fisiológico. Com isso, fisiologicamente nosso corpo tem dificuldade na regulação da ingestão de líquidos, resultando em desidratação, cãibras musculares e fadiga, que podem deixar a pele com aspecto cansado, sem viço e desidratada”.

O problema é que, no período noturno, geralmente o frio é mais rigoroso e algumas pessoas usam o aquecedor, como forme de ter uma noite menos “gelada”. “Mas esse aquecimento retira muita umidade da nossa pele, favorecendo ressecamento, vermelhidão, secura e irritação. A situação pode piorar se no dia seguinte o calor tomar conta, pois a pele ficará mais oleosa e não necessariamente mais hidratada, pois hidratação da pele é um equilíbrio entre água e óleo. Nesse caso, teríamos excesso de óleo e falta de água”, diz. Além de manter a pele hidratada, o dermatologista diz que o umidificador de ar pode ajudar.

Para enfrentar o problema, que também pode causar rachaduras na pele, levando a uma maior secura e sensibilidade, o dermatologista indica cremes reparadores e altamente hidratantes, com substâncias que promovam hidratação imediata e duradoura, como Hyaxel e Overnight Repair (que deve ser usado à noite). Outra boa dica é manter sempre por perto o hidratante com antioxidantes como Alistin, Exo-P e Vitamina C e o protetor solar.

Para potencializar ainda mais o efeito do hidratante, o médico indica evitar contato com poeira, poluição do ar e lugares lotados. “Lave as mãos frequentemente com sabão e água morna. E use um hidratante específico para as mãos. Também é importante manter-se hidratado, portanto beba muita água”, diz o médico.

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Outro cuidado é com relação à dieta, de forma que é necessário comer bem durante o almoço e jantar para ajudar o corpo a lidar com as flutuações de temperatura e resistir a infecções. “Prefira alimentos quentes durante o período noturno e alimentos frescos durante o dia. Chá e café durante o dia devem ser evitados, pois eles ajudam a causar desidratação. Os nutracêuticos também podem ser aliados nesse processo, com substâncias como InCell e FC Oral, para promover nutrição e hidratação celular, de dentro para fora”, finaliza.

Fonte: Jardis Volpe é dermatologista; diretor clínico da Clínica Volpe (São Paulo). Formado pela Universidade de São Paulo (USP); Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia; Membro da Sociedade Americana de Laser, da SBD e da Academia Americana de Dermatologia; Pós-graduação em Dermatocosmiatria pela FMABC; Atualização em Laser pela Harvard Medical Scho

Doctor Feet lança tratamento quente para o inverno

Rede de podologia investe em novos produtos e passa a oferecer cremes quentes em todas as unidades

Com o mote da campanha “Xô Frio! Seus pés aquecidos e bem cuidados nesse inverno”, a Doctor Feet, maior rede de podologia do Brasil, lança no mês de julho seu mais novo procedimento. Com o objetivo de proporcionar maior conforto durante a sessão, o Tratamento de Podologia Quente, serviço desenvolvido exclusivamente pela rede e destinado para todos os públicos – homens, mulheres, atletas, idosos, crianças e gestantes -, já está disponível em todas as unidades de São Paulo/do país pelo valor promocional de lançamento de R$ 119,00, que corresponde ao atual tratamento tradicional completo.

Aplicado para assepsia e emoliência, momentos de higienização e preparo dos pés para posterior limpeza das cutículas, assim como desbaste de calosidades, o acondicionamento em equipamento apropriado o mantém em temperatura elevada, fator essencial para provocar a confortável sensação durante todo o procedimento. O lançamento vem para corroborar com a proposta da Doctor Feet de ser referência em tratamento para os pés e tornar cada vez mais agradável a experiência nas cabines de atendimento.

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Informações: Doctor Feet

Os tecidos mais indicados para se manter fresco e confortável no verão

Manter-se fresco em dias quentes não é uma tarefa fácil, principalmente para quem precisa se deslocar durante o dia. O sol escaldante e o tempo mais abafado incomodam e refletem na roupa. Muitos podem não perceber, mas o segredo para o bem-estar nesses dias está justamente no tipo de tecido das roupas.

Claro que as reações em relação ao calor variam de pessoa para pessoa, mas o tecido adequado e algumas dicas podem amenizar essa sensação de calor excessivo. Ricardo Monteiro, gerente operacional da rede Quality Lavanderia, explica quais são tecidos mais indicados, e conhecidos, para se manter fresco e confortável nesta estação:

Tecidos Naturais

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Opte por tecidos naturais e leves, que deixam o corpo respirar naturalmente, não impedindo o fluxo de ar circular. Há vários tecidos para isso, o algodão é o mais conhecido de todos. Mas também há as roupas compostas por seda, linho e cetim, apostas tão fáceis de encontrar quanto o algodão.

“As fibras naturais vegetais, como o algodão, linho e viscose, respiram e deixam o corpo transpirar normalmente. Permitem tanto a penetração do ar externo como a saída do calor do nosso corpo, ou seja, é possível se sentir mais confortável”, ressalta Monteiro.

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Nesse sentido, também há os tecidos naturais como lã e seda, de acordo com Monteiro, e as roupas oriundas desses materiais são mais indicadas para os dias frios. “Os tecidos naturais animais, lã e seda, são ótimos para o frio, pois, diferentemente dos tecidos naturais vegetais, bloqueiam a saída do ar quente do corpo e a entrada do ar frio, protegendo da sensação fria causada no inverno, por exemplo.”

Tecidos Sintéticos

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Existem vários tecidos sintéticos que permitem o corpo respirar, como a poliamida e o polipropileno. A respirabilidade é a propriedade que um tecido tem de transportar o vapor (suor) para o lado externo da roupa, fundamental para manter o equilíbrio térmico do corpo. Vale ressaltar que algumas roupas unem em sua composição as matérias-primas sintéticas e naturais, o que auxilia também nesse processo de respirabilidade da peça.

Monteiro ainda destaca que “as fibras sintéticas são umas das mais importantes propriedades das roupas para aventuras e esportes. E podem casar perfeitamente com fibras naturais, mantendo o mesmo conforto. Porém, a utilização ou escolha incorreta de uma fibra não respirável deixará a roupa menos confortável, por isso é preciso estar atento à etiqueta.”

Tecidos para evitar são poliéster e acrílico, por serem mais ‘fechados’, isto é, o ar não passa pelo tecido, evitando a transpiração e até possibilitando o mal cheiro.

Uma sugestão para controlar o excesso de suor e as marcas nas camisetas, principalmente para quem usa roupa social, é vestir uma camiseta branca, de algodão, por baixo. Isso absolve o suor e evita que transpareça na roupa principal.

Tecido com cor escura interfere na sensação de calor?

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Não é mito que se deve evitar usar roupa preta no verão. As cores escuras, principalmente o preto, absorvem e seguram mais o calor, tanto o externo, como o interno, deixando assim o corpo mais quente.

“Quanto mais escuro o tecido de uma roupa, maior o FPU (Fator de Proteção Ultravioleta), isso ocorre porque o pigmento ajuda a absorver os raios ultravioleta. Por causa disso, a cor escura pode aumentar o FPU do tecido em até cinco vezes, sendo as roupas claras as mais indicadas para serem usadas sob o sol, pois esquentam menos, são mais confortáveis e ajudam a proteger contra a insolação”, esclarece Monteiro.

“As condições climáticas afetam o metabolismo e a transpiração do corpo. O calor e o frio, associados a roupas inadequadas reduzem o nível de proteção e conforto térmico, por isso, seguindo essas indicações é possível passar o verão de maneira confortável sem perder o estilo”, conclui Monteiro.

Fonte: Quality Lavanderia

Frutos do mar estão entre os alimentos que mais causam alergias

Calor, praia e frutos do mar são a combinação perfeita para aproveitar o verão. Mas é preciso ficar atento, pois o camarão está entre os principais alimentos causadores de alergias. Mesmo a pessoa que nunca apresentou nenhuma reação pode se tornar alérgica. As alergias são imprevisíveis e podem ocorrer em qualquer fase da vida.

No Brasil não há estatísticas oficiais, porém, a prevalência parece se assemelhar com a literatura internacional, que mostra cerca de 8% das crianças, com até dois anos de idade, e 2% dos adultos com algum tipo de alergia alimentar.

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“O fato de já ter comido camarão e nunca ter apresentado reação não significa que, em algum momento da vida, a pessoa não possa ter alergia por este alimento. Indivíduos com asma, rinite e dermatite atópica são um pouco mais predispostos do que a população geral, mas isso não é uma regra”, alerta Renata Cocco, Coordenadora do Departamento Científico de Alergia Alimentar da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai).

A anafilaxia é a reação alérgica mais grave e pode ser fatal, caso a pessoa não seja imediatamente tratada com adrenalina. Vários fatores podem desencadear uma crise de anafilaxia, entre elas ferroadas de inseto, alimentos, medicamentos, exposição ao látex etc.

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Os sintomas da anafilaxia são urticária gigante, geralmente acompanhada de angioedema (inchaço), comprometimento respiratório (como falta de ar, chegando à insuficiência respiratória), sintomas gastrointestinais (cólicas, vômitos e diarreia agudos) e comprometimento cardiocirculatório, com hipotensão e choque, sendo que em questão de minutos o paciente pode evoluir para morte.

“Quem já teve qualquer tipo de reação alérgica pode apresentar outra crise ainda mais grave em uma outra exposição e o uso de anti-histamínicos ou corticoide prévios não previne o aparecimento de sintomas”, comenta a especialista da ASBAI, que aponta abaixo algumas dicas que ajudam na prevenção de uma possível reação alérgica causada por alimentos:

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– Para quem já sabe que é alérgico a determinado alimento, a regra é evitá-lo.
– Leia os rótulos de produtos industrializados (alimentares ou não) para ter certeza se os ingredientes não contêm a substância que causa a alergia.
– Cuidado com restaurantes, especialmente os por quilo, pois há muita contaminação cruzada (ex.: arroz mexido com a mesma colher do camarão).
– O consumo de frutos do mar com álcool (ex: a “caipirinha na praia”) pode aumentar a absorção intestinal e o risco de reações.
– Para quem já apresentou reações graves anteriormente, tenha sempre por perto a adrenalina autoinjetável, já que pode acontecer exposição acidental.

Primeiros-socorros no caso de anafilaxia

A única forma de salvar uma pessoa em crise de anafilaxia é com a aplicação da adrenalina autoinjetável.

“Aplique a medicação e, em seguida, corra para o hospital mais próximo. A aplicação da adrenalina autoinjetável é simples e mesmo pessoas não habilitadas conseguem utilizar a medicação com segurança”, explica a médica.

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O dispositivo usado para a aplicação da adrenalina ainda não é comercializado no Brasil e só pode ser obtido via importação ou nos prontos-socorros.

Fonte: Associação Brasileira de Alergia e Imunologia