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Estudo aponta que café pode ajudar na prevenção ao câncer de mama

Efeitos foram observados em mulheres na pós-menopausa. Oncologista alerta que pesquisa não é definitiva

O café é uma das bebidas mais populares no mundo. O Brasil, por exemplo, é o segundo país que mais a consome, logo atrás dos Estados Unidos. Dados da Associação Brasileira de Indústria de Café (ABIC) apontam que 95% da população costuma degustar a bebida. Há quem beba como estimulante, outros buscam no café uma bebida relaxante, há quem não a dispense após o almoço ou durante o expediente de trabalho.

Para além do gosto pessoal de cada um, o grão é repleto de compostos antioxidantes, vitaminas e minerais que trazem diversos benefícios e pode até mesmo prevenir doenças. Emagrecimento, aumento da memória e prevenção a diabete e a doenças cardíacas estão entre os efeitos apontados por diversas pesquisas. Agora, um estudo espanhol sugere que a bebida também possa ser um importante aliado na prevenção ao câncer de mama em mulheres na pós-menopausa.

O estudo promete abrir novos horizontes para a prevenção justamente do câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma. Ele responde, atualmente, por cerca de 28% dos casos novos de câncer em mulheres. O estudo avaliou mais de 10 mil mulheres de meia-idade, que inicialmente não apresentavam a doença. Entre as mulheres na pós-menopausa, mais de 1 xícara de café por dia foi associada a uma menor incidência de câncer de mama, em comparação às mulheres que consumiram uma xícara de café ou menos por dia. Não houve diferenças significativas em relação às mulheres na pré-menopausa.

Entretanto, o oncologista da Oncologia D’Or Gilberto Amorim alerta que os possíveis benefícios do café não podem ser atribuídos exclusivamente à cafeína. “Há outros estudos que analisam a relação entre café e câncer. Há inclusive pesquisas com café descafeinado que também indicam redução de risco também”, observa Amorim, que explica que o café é composto por várias substâncias como diterpenes (lipídeos), ácidos fenólicos, melanoidinas, N-methylpyridinium, acrilamida, trigonelina, kahweol e cafestol, com concentrações variadas conforme o tipo de café, método de preparação, método de torra.

Gilberto observa que estudos apontam que os hábitos de vida que não sejam saudáveis são fatores de risco para incidência do câncer. Por outro lado, praticar atividade física regularmente, manter o peso corporal adequado, adotar uma alimentação mais saudável e evitar ou reduzir o consumo de bebidas alcoólicas são mudanças que contribuem para prevenir a doença. “Entretanto, ainda não é possível afirma que o consumo do café está entre esses hábitos”, conclui.

Fonte: Oncologia D’Or

Mamografia: tabu entre mulheres, procedimento é crucial para descoberta do câncer de mama

Além do autoexame, detecção da doença exige acompanhamento médico especializado e periódico

Para a engenheira química Claudia Giovanni Braga, de 44 anos, o autoexame sempre foi suficiente. Com a crença de que, somente após algum sintoma, seria necessário buscar ajuda profissional, Claudia detectou um nódulo no seio após realizar exames de rotina fornecidos pela empresa em que trabalha. “A mamografia não é algo que as mulheres querem fazer, ir ao ginecologista não é um compromisso divertido. Eu achava desnecessário fazer check-up sem ter sinais de alguma doença ou problemas”, explica.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer, o número de casos estimados de câncer de mama feminina no Brasil em 2019 foi de 59.700. Com um número ainda elevado de casos, o diagnóstico precoce segue como melhor caminho para a cura e recuperação das pacientes. De acordo com a médica Aline Moraes, responsável pelo setor de Check-Up do Hospital Marcelino Champagnat, a descoberta tardia não é somente uma questão de vida ou morte.

“O diagnóstico precoce possibilita uma gama muito maior de oportunidades de tratamento e formas menos agressivas, que vão comprometer menos a qualidade de vida da mulher”, ressalta Aline.

Claudia descobriu o nódulo ao passar pelo check-up do Hospital Marcelino Champagnat, serviço que oferece aos colaboradores de empresas parceiras uma bateria de exames e consultas completa, ao longo de aproximadamente seis horas de atendimento. “Todos os executivos da empresa fazem o check-up no Marcelino e, na minha vez, foi quando encontrei o nódulo. Fiz a consulta com a ginecologista, realizei o exame de mamografia e, vendo que não era suficiente para um diagnóstico completo, no mesmo dia já fiz o ultrassom e fui encaminhada para a biópsia”, conta.

Para Aline, coordenadora do setor, o diferencial é o acompanhamento do paciente, além da praticidade do modelo. “O fator agilidade é muito considerado nesse serviço de check up, mas a nossa dinâmica de continuidade e comparativo de exames a cada ano é essencial, já que nos apresenta um cenário completo do paciente e suas mudanças, permitindo um diagnóstico preciso e muito mais avançado”, explica.

No caso de Claudia, após a biópsia, que revelou um nódulo ainda benigno, o acompanhamento segue sendo realizado a cada seis meses para monitorar o caso.

“Toda vez que eu vou repetir o exame, eu vivo tudo de novo, sinto a mesma angústia da descoberta, mas isso tudo mudou minha visão sobre a importância do check up. Depois da minha experiência, eu virei uma defensora da mamografia e da saúde da mulher. Pedi para minha empresa fazer uma campanha sobre isso e tirar alguns tabus que são comuns para as mulheres e geram medo do exame. Sou uma defensora do preventivo”, finaliza.

Fonte: Hospital Marcelino Champagnat

Proteína vegetal pode prevenir doenças como câncer e aumentar longevidade

Proteína vegetal pode prevenir doenças como câncer e aumentar longevidade, diz estudo recente

Em revisão publicada em julho no British Medical Journal, pesquisadores descobriram que aqueles que ingeriram mais proteína vegetal em sua dieta tiveram um risco 8% menor de morte prematura do que pessoas que raramente ou nunca consumiram esse tipo de alimento.

Adicionar à dieta mais proteína vegetal de fontes como leguminosas, grãos inteiros e nozes pode ajudá-lo a viver mais. Essa é a conclusão de uma revisão publicada em julho de 2020 no BMJ (British Medical Journal), segundo a qual para cada aumento de 3% no consumo diário de proteína vegetal foi associado a um risco 5% menor de morte prematura por todas as causas.

“Em um estudo recente foi confirmado que uma dieta à base de plantas e limitada em produtos animais beneficia a pressão arterial e reduz o risco de ataques cardíacos, derrames e doenças cardiovasculares. Mas essa nova revisão dá mais destaque à proteína vegetal, associando o seu consumo a um menor risco de morte por diversas causas, e incentivando o consumo de legumes, nozes e grãos no lugar de carnes vermelhas e processadas”, diz a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Os pesquisadores examinaram dados agrupados de 32 estudos publicados anteriormente, representando 715.128 participantes. Durante os períodos de acompanhamento variando de 3,5 a 32 anos, 113.039 pessoas morreram, incluindo 16.429 mortes por doenças cardiovasculares e 22.303 mortes por câncer.

“No geral, as pessoas que consumiram a maior parte da proteína total tiveram 6% menos probabilidade de morrer prematuramente do que os indivíduos com a menor quantidade de proteína em suas dietas. Mas quando os pesquisadores analisaram diferentes fontes de proteína separadamente, eles descobriram que apenas a proteína vegetal – e não a proteína animal – estava ligada a uma vida mais longa”, explica a médica.

Além disso, as pessoas que consumiram a maior parte da proteína vegetal tiveram um risco 12% menor de morte prematura por doença cardiovascular. “O maior consumo de proteína vegetal em substituição às carnes processadas e vermelhas é um comportamento que pode ajudar a reduzir o risco de várias doenças e morte prematura.”

A médica lembra, também, que, no caso da longevidade, apesar da inclusão de mais proteínas de origem vegetal na dieta ser fundamental, é necessário levar em consideração outros fatores, incluindo índice de massa corporal (IMC), tabagismo, consumo de álcool, hábitos de exercício e consumo total de calorias. Apesar disso, outros estudos também já vincularam dietas à base de plantas a uma vida mais longa. Por exemplo, um estudo (Fruit, vegetable, and legume intake, and cardiovascular disease and deaths in 18 countries (PURE): a prospective cohort study) publicado em agosto de 2017 no The Lancet acompanhou 135.335 pessoas por uma média de 7,5 anos e descobriu que comer pelo menos três porções por dia de frutas, vegetais e legumes estava associado a um risco até 22% menor de morte prematura de todas as causas e um risco até 42% menor de morte prematura por doença cardiovascular.

Outro estudo (Nut consumption and risk of cardiovascular disease, total cancer, all-cause and cause-specific mortality: a systematic review and dose-response meta-analysis of prospective studies), publicado em dezembro de 2016 na BMC Medicine, descobriu que cada porção adicionada de 28 gramas de nozes por dia estava associada a um risco 21% menor de doenças cardiovasculares e a uma chance 22% menor de morte prematura por todas as causas. “A carne vermelha e processada, por outro lado, parece ter o efeito oposto na longevidade, sugerem estudos anteriores”, afirma a médica.

Mas afinal, por que isso acontece?

Pixabay

Segundo a médica, a proteína vegetal tende a ser rica em fibras, o que leva a uma maior satisfação e pode fazer com que as pessoas consumam menos calorias, além de ajudar a reduzir o colesterol.

“A fibra também é fermentada no intestino, o que aumenta a produção de bactérias benéficas que promovem a saúde do organismo como um todo. Além disso, a proteína vegetal é rica em antioxidantes que podem ajudar a prevenir ou retardar o desenvolvimento de muitas doenças crônicas, e polifenóis, que têm propriedades antioxidantes e têm sido associados a um menor risco de câncer”, afirma a nutróloga. “No geral, com todos esses compostos benéficos encontrados em proteínas vegetais, vemos redução da inflamação, menos toxinas, redução da pressão arterial e redução do risco de câncer, diabetes e doenças cardiovasculares”, acrescenta.

Pequenas maneiras de adicionar mais proteína vegetal à dieta

A médica dá algumas dicas para melhorar o consumo de proteínas vegetais:

*Para colher os benefícios das proteínas de origem vegetal, experimente adicionar uma porção dela no lugar de uma porção de proteínas de origem animal pelo menos uma vez por dia e, em seguida, vá aumentando a partir daí;

*Adicione sementes, nozes e leguminosas (feijões, ervilhas, lentilhas, grãos de bico) aos seus pratos, substituindo a proteína animal gradativamente até limitar seu consumo a três vezes por semana;

Foto: Milza/Morguefile

*Adicione 1 colher de sopa de semente de linhaça, gergelim ou chia moída ao seu smoothie ou vitamina matinal;

*Entre as grandes refeições, coma um punhado de nozes ou castanhas.

Stocksy

Por fim, a médica diz que uma grande mudança pode ser mais simples ao planejar os menus para a semana. “Busque também receitas de alimentos integrais à base de plantas. Isso ajudará a incluir mais das proteínas vegetais na sua rotina alimentar”, finaliza.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Câncer de Mama: o que é preciso saber sobre um dos cânceres mais comuns entre as mulheres

Atualmente o câncer de mama responde por aproximadamente 28% dos casos de câncer em mulheres, segundo o Ministério da Saúde

O câncer de mama, apesar de ser bastante falado, ainda é uma doença que carrega muita desinformação. Caracterizado pelo crescimento desenfreado das células das mamas é um tipo de câncer que não tem uma causa isolada. Por essa razão, é necessário ter atenção a fatores de risco como: idade, exposição à radiação, inicio de menstruação precoce ou menopausa tardia, terapia de reposição hormonal prolongada, não amamentação e, mais importante ainda, histórico familiar e mutação genética.

Nesse sentido, campanhas de conscientização como o Outubro Rosa ganham relevância, uma vez que não só elucidam a importância da prevenção mas também disseminam conteúdos importantes acerca dos sinais e sintomas que devem ser observados pela mulher: “A maioria dos casos teria que ser diagnosticada por mamografia, quando o tumor está pequeno e a paciente sem sintomas, no entanto existem casos em que é a mulher que palpa, por isso a importância de conhecer o corpo”, afirma o oncologista Felipe Ades.

Segundo o especialista, um tumor surge, geralmente, com o envelhecimento com mutações que ocorrem ao acaso, o que é responsável por 90% a 95% dos casos. Contudo, de 5% a 10% ocorrem devido a uma mutação genética não corrigida pelo organismo e, no que se refere ao câncer de mama, há dois genes considerados precursores, sendo eles: BRCA1 e BRCA2. Estes, quando mutados, perdem a capacidade protetora que suprime o desenvolvimento de cânceres, ou seja, ficam mais suscetíveis ao desenvolvimento de tumores malignos. Por isso, é importante que o paciente conheça a real causa do câncer, já que cerca de 55% a 65% das mulheres com a mutação no BRCA1 e 45% das mulheres com a mutação no BRCA2 desenvolverão a doença até os 70 anos de idade.

Uma vez que a mutação genética aumenta a predisposição ao desenvolvimento da doença, testes genéticos tornam-se grandes aliados no processo de monitoramento e detecção precoce, pois avaliam o risco, possibilitam a prevenção e, caso o paciente desenvolva o tumor maligno, otimizam o tratamento em um estágio inicial. Cabe pontuar que um teste genético positivo significa que o paciente tem a mutação em um dos genes analisados, o que não necessariamente assegura o desenvolvimento do câncer. “Mas existem diversas medidas que podem ser tomadas para reduzir o risco de desenvolver a doença, que podem orientar os exames de rastreamento. Além disso, quando uma pessoa é diagnosticada com a mutação, há indicação em se fazer o exame nos seus familiares, podendo-se descobrir a mesma condição em seus familiares de sangue diretos”, pontua Ades.

Deste modo, estar atento aos sintomas é um fator importante para um diagnóstico precoce. Por isso, nódulos suspeitos nas mamas, alterações no bico do peito, secreção anormal pelos mamilos e pele da mama avermelhada precisam ser investigados por um médico, que indicará os exames e procedimentos adequados a cada caso, viabilizando, posteriormente, um tratamento mais assertivo.

Quando detectado precocemente, o câncer de mama pode ser curado, com chances de 95%, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Além disso, o INCA pontua que cerca de 30% dos casos podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis, como a prática regular de exercícios físicos, alimentação balanceada, amamentação e evitar uso de hormônios sintéticos. “Por isso, é necessário que a paciente conheça o próprio corpo, mas, além disso, que ela não descuide dos exames preventivos anuais que, por diversas vezes, são responsáveis pelos diagnósticos precoces”, finaliza Ades.

Fonte: Felipe Ades é formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com especialidade em Oncologia Clinica pelo Instituto Nacional de Câncer (INCa). Passou 5 anos na Europa onde adquiriu os títulos de mestre no Institut Gustave Roussy em Paris e doutor (PhD) no Institut Jules Bordet em Bruxelas. Trabalhou em diversos aspectos da pesquisa em câncer, desde estudos em laboratório, testes de novos medicamentos com pacientes e políticas de saúde e saúde coletiva em câncer. Atualmente trabalha no Centro Paulista de Oncologia do Grupo Oncoclínicas e no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.

Hoje é Dia Mundial de Conscientização Sobre Linfomas

Doença mata mais de 4 mil pessoas por ano; diagnóstico precoce apresenta elevado índice de cura

Febre, surgimento de ínguas, perda de peso, de apetite, coceira na pele, fadiga e sudorese noturna anormal. Sintomas que podem indicar linfoma, doença que afeta o sistema linfático – parte do corpo responsável pela defesa do organismo contra doenças e infecções.

“Muitas vezes esses sinais são comuns a outros tipos de doenças, por isso uma avaliação médica é imprescindível. Alguns linfomas são extremamente agressivos, causando sintomas logo no início e progressão rápida (meses ou até mesmo semanas). Já outros têm a progressão mais lenta, os chamados ‘indolentes’, e podem ficar assintomáticos por meses ou anos”, explica Márcia Torresan Delamain, hematologista do Grupo SOnHe – Sasse Oncologia e Hematologia.

Celebrado anualmente em 15 de setembro, o Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas tem como principal objetivo alertar a população sobre a importância de identificar precocemente os sintomas da doença, facilitando, assim, seu tratamento. O índice de incidência da doença dobrou nos últimos anos segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) para este ano de 2020 são estimados 12.030 casos, sendo 6.580 homens e 5.450 mulheres, tendo 4.394 mortes, segundo Atlas de Mortalidade por Câncer.

“É difícil identificar a causa deste aumento, mas uma das possibilidades reconhecidas é o envelhecimento da população. Os linfomas independem de sexo e idade, embora acometam, sobretudo, a faixa acima dos 60 anos e a principal causa das mortes é justamente o desconhecimento sobre a doença que, caso seja diagnosticada precocemente, apresenta elevado índice de cura”, revela o hematologista.

De acordo com a médica, apesar de pouco conhecido pela população em geral, os linfomas não-Hodgkin, são o oitavo câncer mais comum em homens e o nono em mulheres.E, pode afetar pessoas de qualquer idade.

“Os linfócitos são um tipo de glóbulo branco. Eles circulam pelo sistema linfático e pelos linfonodos: pequenos órgãos distribuídos por todo o corpo com a função de filtrar a linfa e capturar eventuais invasores.Vale ressaltar que qualquer processo infeccioso pode causar aumento do tamanho dos linfonodos, porém, nos linfomas, esse aumento é mantido (não regride sem tratamento específico) e, geralmente, é indolor”, explica.

Ilustração WikiHow

Nos linfomas que acometem sistema nervoso central, o paciente pode apresentar dores de cabeça, perda ou redução de movimentos e sensibilidade, entre outros. “O quadro clínico é extremamente variável. Por isso, a importância da avaliação precoce por um médico. O tratamento dos linfomas consiste, geralmente, em quimioterapia, acompanhada ou não de radioterapia, sendo que, nos casos dos linfomas menos agressivos, a quimioterapia pode não ser necessária ao momento do diagnóstico. Ainda, em alguns casos, há a necessidade de transplante de medula”, comenta Márcia.

Fontes: Márcia Torresan Delamain é médica hematologista, graduada pela Faculdade de Medicina de Botucatu – Unesp e residência médica pela Unicamp. Tem título de especialista em Hematologia e Hemoterapia pela Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, com especialidade em Transplante de Medula Óssea. Mestre e Doutora pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp. Membro da Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia. Atua como médica assistente no Hemocentro – Unicamp e Oncologia Américas – e como hematologista do Grupo SOnHe – Sasse Oncologia e Hematologia atua no Instituto do Radium e Hospital Madre Theodora.