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Outubro Rosa: alimentação tem papel importante na prevenção do câncer de mama

A nutricionista clínica, Marinna Reis, explica a importância de uma alimentação balanceada na prevenção da doença e explica o porque alguns alimentos devem ser evitados

No decorrer deste mês, é colocada em foco a campanha “Outubro Rosa”, dedicada à conscientização e combate do câncer de mama. Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), no Brasil, as estimativas de incidência de câncer de mama para o ano de 2019 são de 59.700 casos novos, o que representa 29,5% dos cânceres em mulheres. Em 2016, ocorreram 16.069 mortes de mulheres por câncer de mama no país.

O câncer de mama é uma doença multifatorial — a herança genética é apenas um dos elementos que contribuem para o seu aparecimento (entre 5 % a 10% dos casos segundo o BioMed Research International). Fora este fator, a doença tem mais relação com hábitos de vida, como o sedentarismo, alimentação cheia de ultraprocessados e consumo de álcool.

Hábitos saudáveis, principalmente na alimentação, possuem um papel de extrema importância para a prevenção da doença, é o que explica a nutricionista clínica Marinna Reis: “A literatura reconhece que os fatores dietéticos representam cerca de 30% das causas de câncer, sendo somente superados pelo tabaco, como fator de risco prevenível. Hábitos alimentares nos quais há o consumo exagerado e frequente de gorduras saturadas e trans, carnes gordurosas, alimentos embutidos e/ou defumados e ultraprocessados, oferecem um grande risco”.

Segundo Marinna, estudos recentes também mostram evidências relacionando nutrição e sobrevida após diagnóstico de câncer de mama, que enfatizam os efeitos benéficos dos fitoquímicos presentes na dieta, por meio das atividades antioxidantes e na diminuição do risco de progressão deste tipo de câncer. Portanto, alimentos que apresentem esses compostos são antioxidantes e anti-inflamatórios , tornando-se benéficos na prevenção e tratamento da doença.

Alimentação e Prevenção

Alguns alimentos, merecem destaque na prevenção de patologias como o câncer de mama. Sendo eles fonte de ácidos graxos poli-insaturado (ômega 3 e linoléico conjugado), vitaminas A, C, E, assim como folato e selênio, e alguns fitoquímicos. Dietas baseadas no consumo de frutas, vegetais, grãos integrais e outras plantas parecem atuar na prevenção e controle, minimizando o impacto do acometimento por esta patologia. Ainda no âmbito da prevenção, especiarias como pimenta e gengibre também têm sua importância. Saiba quais outros alimentos têm seus benefícios na prevenção da doença;

Imunidade:

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inhame,

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açafrão,

sal de ervas
ervas,

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chás.

Prevenção:

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gengibre,

pimenta
pimenta.

Evitar:

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carne vermelha,

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farinha branca,

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açúcar,

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Pixabay

embutidos,

crackers biscoito bolacha agua e sal
industrializados.

A cura e novos hábitos

Para o tratamento do câncer de mama é indispensável um acompanhamento multiprofissional, no qual a equipe médica oncológica interage com os demais profissionais da saúde envolvidos para que o paciente tenha um bom prognóstico.Aos pacientes que passaram por todos os devidos tratamentos, a nutricionista reforça a importância de uma nova postura diante os hábitos alimentares.

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“É importante diminuir a quantidade de gordura em suas refeições, substituindo frituras por alimentos assados ou fervidos e o leite integral pelo desnatado. Reduzir a ingestão de carne vermelha (bovina, de porco e de cordeiro) a no máximo 3 ou 4 refeições por semana. Evite usar muito sal e consumir itens defumados (por exemplo, bacon, salsicha e frios) e em conserva, bem como alimentos ultraprocessados, pois possuem substâncias que podem fazer mal para o organismo. Além disso, o álcool é um conhecido fator de risco para o desenvolvimento de câncer, portanto, tente evitar” finaliza.

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Fonte: Marinna Reis é nutricionista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Pós-Graduada em Nutrição Hospitalar – Instituto Israelita de Pesquisa Albert Einstein, Pós-Graduada em Nutrição Esportiva Funcional, Pós-Graduada em Nutrição Esportiva Credenciada pelo método Nutricoaching. Atualmente é membro da Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral e membro júnior da Sociedade Europeia de Nutrição Clínica e Metabolismo (ESPEN).

Ação solidária oferece mamografia gratuita em São Paulo

Campanha, promovida pela ONG Américas Amigas, vai beneficiar mulheres em situação de vulnerabilidade

O câncer de mama é o segundo de maior incidência no mundo. Só no Brasil, são cerca de 60 mil novos casos por ano, com a morte de ao menos 17 mil pessoas no mesmo período de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Porém, se diagnosticado nos estágios iniciais, a enfermidade tem chance de cura de até 95%. Para aumentar a visibilidade e o alcance de informações sobre a prevenção e o tratamento do câncer de mama, surgiu o “Outubro Rosa”, iniciativa internacional que mobiliza a sociedade em prol da saúde da mulher.

Pensando nisso, a ONG Américas Amigas promove na cidade de São Paulo a campanha “Mulheres Amigas no Outubro Rosa”. A ação, realizada por meio de uma carreta que percorre diversas regiões da capital paulista, leva exames gratuitos de mamografia a mulheres em situação de vulnerabilidade. “O objetivo dessa campanha é ajudar as mulheres a realizarem o exame de mamografia e, assim, terem acesso ao diagnóstico precoce do câncer de mama”, destaca Andréa da Veiga Pereira, presidente da ONG.

A campanha conta com o apoio de grandes empresas do segmento da saúde, entre elas o laboratório DB Patologia, que faz parte do grupo Diagnósticos do Brasil, maior laboratório exclusivo de apoio no Brasil. “O hábito do autoexame e da realização de mamografias é de extrema importância para a prevenção do câncer de mama. Com a ação ‘Mulheres Amigas no Outubro Rosa’, o Grupo Diagnósticos do Brasil pretende aumentar, ainda mais, o foco de atuação no Outubro Rosa, ação que, anualmente, ajuda salvar a vida de muitas brasileiras”, conta Douglas Oliveira, gerente de produto do DB Patologia.

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A campanha Mulheres Amigas no Outubro Rosa espera atender ao menos 2 mil mulheres até o final do mês de outubro. O agendamento de horário para os exames deve ser feito por meio do site Américas Amigas. As mulheres selecionadas receberão uma confirmação via e-mail e telefone com o local e o horário da consulta. O laudo ficará pronto no mesmo dia e, caso seja detectada alguma anomalia, a mulher será encaminhada a um especialista para novos exames, que também serão gratuitos.

Outubro Rosa: Santa Casa de Mauá realiza mamografias a preços populares

Tradicionalmente, a campanha Outubro Rosa visa a conscientização das mulheres sobre a importância de realizar exames periódicos para a detecção do câncer de mama, doença que mais acomete o público feminino no País. Neste ano, o INCA – Instituto Nacional de Câncer estima cerca de 59,7 mil novos casos.

Para estimular as mulheres a fazerem o exame de mamografia e oferecer um atendimento de qualidade, a Santa Casa de Mauá realizará, até o dia 31 de outubro, o procedimento a preços populares com descontos de até 20%.

A mamografia é um exame não invasivo que captura imagens do seio feminino com o mamógrafo, e consegue detectar tumores malignos na mama. Quando diagnosticado em fase inicial, as possibilidades de êxito no tratamento chegam a 95%.

O câncer de mama é um tumor maligno, consequência de alterações genéticas em algum conjunto de células da mama, que passam a se dividir descontroladamente. Existem diversos tipos e subtipos de câncer de mama. No geral, o diagnóstico leva em conta se o tumor é ou não invasivo, seu tipo histológico, avaliação imunoistoquímica e sua extensão.

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O sintoma mais comum é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular, mas há tumores que são de consistência branda, globosos e bem definidos. Outros sinais são edema cutâneo, retração cutânea, dor, inversão do mamilo, hiperemia, descamação ou ulceração do mamilo e secreção papilar. O tratamento envolve cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e tratamento com anticorpos.

Mais informações ou agendamentos de consultas e exames, por meio do telefone (11) 2198-8300.

Outubro Rosa: alimentação x câncer de mama

Escolhas alimentares podem aumentar risco de desenvolvimento da doença

Há anos o mês de outubro é marcado pela campanha nacional de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que em 2018 foram diagnosticados 59.700 novos casos da doença, sendo que 30% poderiam ser prevenidos com alimentação balanceada, atividade física, eliminação do consumo de bebidas alcoólicas e outros hábitos ligados a um estilo de vida saudável.

Para ajudar a esclarecer como as escolhas alimentares atuam na prevenção do câncer de mama, Jéssica Santos, nutricionista da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, responde abaixo dúvidas sobre o assunto:

A carne vermelha em excesso aumenta a chance de desenvolver o câncer de mama?

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Sim, diferentes estudos realizados por instituições como Universidade de Harvard e Universidade de Leeds, da Inglaterra, apontam que o consumo excessivo de carne vermelha pode facilitar o desenvolvimento do câncer de mama. “Para quem deseja tirar o alimento do cardápio, sem perder o sabor e demais valores nutricionais, pode procurar por substitutos da carne à base de vegetais, como os feitos de proteína da ervilha ou de soja”, sugere.

Quais alimentos podem reduzir o risco da doença?

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Ao adotar uma alimentação balanceada e rica em alimentos in natura como frutas, legumes, vegetais e cereais integrais, menor serão as chances de células cancerígenas se desenvolverem. Isso porque fibras alimentares e antioxidantes, encontrados em frutas, leguminosas e cereais, atuam diretamente na eliminação de toxinas do organismo que podem desencadear tumores.

A obesidade é um fator de risco?

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Foto: Xenia/Morguefile

Sim, por estar associada a péssimos hábitos alimentares a obesidade também representa outro fator de risco do câncer de mama. Além de estar relacionada com diabetes e hipertensão que podem dificultar o tratamento do câncer.

Consumo de bebidas alcoólicas também aumenta o risco do surgimento do câncer de mama?

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Sim, bebidas alcoólicas em geral quando consumidas regularmente podem ajudar no desenvolvimento de células cancerígenas.

“De uma forma geral, a longo prazo, uma alimentação saudável e pobre em gorduras saturadas, açúcar e alimentos ultraprocessados, além de ajudar a prevenir o câncer de mama, também contribui para reduzir agressividade da doença quando afeta a paciente”, argumenta.

Sugestão de produtos

Substitutos da carne à base de vegetais Superbom

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A Superbom possui uma linha de proteínas 100% plant-based feitas a partir da proteína da ervilha, sem nenhum insumo de origem animal como a carne vermelha, associada ao desenvolvimento do câncer de mama.

Fonte: Superbom

 

 

Alguns mitos e verdades sobre o câncer de mama

O cenário do câncer de mama no Brasil e no mundo traz números expressivos. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), no país, quase 60 mil mulheres são atingidas pela doença por ano. A enfermidade está entre as mais comuns neste grupo, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma, além de ser a número um no ranking de causa de morte por câncer no mundo.

Diante desta dimensão, o problema ainda gera muitas dúvidas. O mastologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Yong Kyun Joo, explica o que é mito e verdade sobre o assunto:

1. Realizar o autoexame todo mês e não sentir nada exclui a necessidade de fazer a mamografia?

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Mito: apesar de importante, o autoexame feito como única forma de prevenção não é um método eficaz para detectar o câncer de mama. Isso porque o indivíduo só consegue apalpar o nódulo cancerígeno quando ele está em estágios avançados. Portanto, se você tem 40 anos ou mais, deve fazer mamografia todos os anos.

2. Apenas quem tem casos na família pode ter câncer de mama?

Mito: devemos sempre valorizar os antecedentes familiares, principalmente em parentes de primeiro grau. Porém, cerca de 90% das pacientes com diagnóstico de câncer de mama não tem nenhum histórico familiar, ou seja, a maioria não tem um componente hereditário.

3. Ter filhos diminui a chance de ter câncer de mama?

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Foto: Pixabay

Verdade: a gestação é um dos principais fatores protetores para câncer de mama, principalmente antes dos 30 anos. Isso porque o tecido mamário só atinge a sua diferenciação completa com a gestação, tornando-se, desta forma, menos suscetível à transformação maligna.

4. Homens também podem ter câncer de mama?

Verdade: é muito mais raro, com uma proporção de 1/100, mas homens também podem ter câncer de mama. Neles, a doença aparece mais tardiamente, geralmente na sexta ou sétima década de vida.

5. O ultrassom de mamas é um bom substituto para a mamografia no rastreamento de câncer mamário?

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Mito: embora o ultrassom seja muito mais confortável, ele não é eficaz para rastreamento como método isolado. Apesar de amplamente utilizado, o seu principal papel é complementar à mamografia, que é ainda o principal exame para a detecção do câncer de mama.

Fonte: Hospital Edmundo Vasconcelos

Brasil: morte por câncer de mama está abaixo da média mundial, mas país enfrenta desafios

Especialistas do Inca apresentam análise comparativa da doença no país, em relação ao resto do mundo

Na cerimônia de celebração do Outubro Rosa, a área técnica do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apresenta uma análise da situação do câncer de mama no Brasil, que mostra que a mortalidade da doença no país é baixa, em relação a outros países, mas precisamos avançar na prevenção e diminuição das desigualdades regionais e socioeconômicas.

O Brasil figura, em 2018, na segunda faixa mais alta de incidência de câncer de mama entre os todos os países com uma taxa de 62,9 casos por 100 mil mulheres (taxa padrão utilizada mundialmente). Os países são agrupados em cinco faixas.

Quanto à taxa de mortalidade de câncer de mama, o Brasil está situado na segunda faixa mais baixa com uma taxa de 13 por 100 mil, ao lado de países desenvolvidos como EUA, Canadá e Austrália, e melhor de que alguns deles, como a França e o Reino Unido.

“O fato de a taxa de incidência ser relativamente alta e a de mortalidade ser relativamente baixa mostra que o nosso sistema de saúde, apesar de todos os problemas, está salvando muitas vidas. Mas temos imensos desafios pela frente,” afirma Liz Almeida, chefe da Divisão de Pesquisa Populacional do INCA.

Um dos desafios é a redução das desigualdades entre as regiões e classes sociais. A mortalidade por câncer de mama está ligada principalmente ao acesso a diagnóstico e tratamento adequado no tempo oportuno. O objetivo é diagnosticar o câncer o mais precocemente possível, ainda nos estágios iniciais da doença, quando o tratamento é mais efetivo. Ano a ano, o Brasil vem conseguindo aumentar o percentual de casos diagnosticados nos estágios in situ e I de 17,3% em 2000 para 27,6% em 2015. Mas essa proporção continua muita baixa na região Norte (12,7%), em contraste com as regiões Sul (29,2%) e Sudeste (30,8%).

A desigualdade regional e social também se evidencia no acesso ao exame de mamografia de rastreamento, que deve ser realizado a cada dois anos por todas as mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos. O percentual de mulheres brasileiras nessa faixa que fizeram o exame em 2013, de acordo com a última Pesquisa Nacional de Saúde, foi de 60%, mas de apenas 38,7% na região Norte e 47,9% no Nordeste, bem abaixo das regiões Sul (64,5%) e Sudeste (67,9%).

Por nível de instrução, o índice médio de mulheres brasileiras com nível superior nesse faixa etária que realizou uma mamografia foi de 80%, mas de 50% entre as mulheres sem instrução e fundamental incompleto.

Segundo o Inca, são estimados 59.700 casos novos de câncer de mama em 2019.

O desafio da obesidade

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Pixabay

Entre os fatores que aumentam o risco de desenvolvimento do câncer de mama, alguns podem ser evitados e outros não. O envelhecimento, histórico familiar da doença e mutações genéticas herdadas são fatores que não podem ser evitados pela mulher.

Quanto à exposição das mamas à radiação ionizante, outro fator de risco, é possível reduzi-lo ao não se realizar exames desnecessários. Em alguns casos, como nas sessões de radioterapia relacionada ao tratamento de um outro câncer, a exposição à radiação é inevitável.

Três dos fatores de risco evitáveis estão ligados a estilo de vida: estar acima do peso, levar uma vida sedentária e tomar mais do que uma dose de bebida alcoólica por dia. Outro fator de risco evitável é o uso de hormônios após a menopausa, opção que deve ser descartada pela mulher.

Os especialistas do Inca estão particularmente preocupados com o excesso de peso corporal e o sedentarismo, fatores de risco não só para mama, como também para vários outros tipos de câncer e outras doenças. Segundo a pesquisa Vigitel 2018, realizada nas capitais brasileiras e DF, 53,9% das mulheres estão com excesso de peso e 20,7% estão obesas, proporções que cresceram muito neste século. A recomendação é que todos se exercitem regularmente durante uma média de 3 a 4 horas por semana e adotem uma dieta saudável, de acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, que pode ser obtido clicando aqui.

Rede de solidariedade

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Cabe às instituições envolvidas com o cuidado do câncer de mama e à sociedade brasileira unirem esforços para reduzir as desigualdades socioeconômicas e regionais de acesso a informações de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama.

Profissionais de saúde e mulheres devem conhecer os sinais e sintomas de alerta para o câncer de mama e o sistema de saúde deve estar preparado para priorizar os casos suspeitos e fornecer investigação diagnóstica no tempo adequado.

As informações sobre riscos e possíveis benefícios dos exames de rotina devem ser amplamente divulgadas para toda a sociedade. As mulheres na faixa de 50 a 69 anos devem realizar mamografias de rotina uma vez a cada dois anos. É importante também que os profissionais estejam atualizados em relação às condutas relacionadas aos laudos da mamografia.

Amigos, vizinhos, colegas de trabalho, grupos religiosos, ONGs etc., todos podem, e devem, contribuir no apoio a pacientes e familiares de todas as formas possíveis, por exemplo, na multiplicação de informações corretas e encorajando a busca pelos serviços de saúde.

“A obrigação do Estado é indiscutível. Mas as pessoas podem ajudar muito. Por exemplo, ajudar uma mulher a obter informações online sobre um exame ou consulta, o que requer o uso de dispositivos eletrônicos e conhecimento digital. Um grupo de amigos e vizinhos pode apoiar uma paciente no deslocamento para sessões de tratamento ou ajudando com as tarefas de vida diárias. O apoio pode ser também psicológico. Este é o verdadeiro espírito do Outubro Rosa,” ressalta Ana Cristina Pinho, diretora geral do Inca.

Exposição

A exposição “A Mulher e o Câncer de Mama no Brasil” pode ser conferida até sexta-feira, 11 de outubro, no embarque superior da Rodoviária Novo Rio. Os 22 painéis ilustram aspectos históricos, médicos e culturais das mamas, com foco especial no câncer e ações para o seu controle. A exposição é uma iniciativa do Inca e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

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Campanha

O Inca e o Ministério da Saúde lançaram a campanha Outubro Rosa 2019, que reforça três pilares estratégicos no controle da doença: prevenção primária, diagnóstico precoce e mamografia A campanha, que inclui cartazes, folders, banners e cards para impressão e utilização nas redes sociais, foi criada para divulgação não apenas em outubro, mas sim ao longo do ano inteiro, porque o cuidado com as mamas deve ser uma preocupação permanente. O mote da campanha é “Cada corpo tem uma história. O cuidado com as mamas faz parte dela”.

Fonte: Inca

Outubro Rosa: Campanha Like do Bem na luta contra o Câncer de Mama

Para cada curtida na fanpage Mundo Condor durante o mês de outubro, a companhia doará R$ 0,25 centavos à Femama; Condor também irá reverter parte do valor arrecadado nas vendas da edição especial da vassoura Outubro Rosa para a Femama

No Brasil, cerca de 60 mil mulheres são diagnosticadas com câncer de mama todos os anos, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Um dos grandes desafios do país é fazer com que essas pacientes tenham acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento, essenciais no processo de cura. Hoje, 56% das pessoas que utilizam o Sistema Único de Saúde (SUS) têm a confirmação da doença quando o câncer já está em estágio avançado.

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A Condor, indústria nacional com atuação nos segmentos de Limpeza, Beleza, Higiene Bucal, Pintura Imobiliária e Artística, se solidariza com a causa e participa, junto à Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama), de campanhas que apoiam as mulheres que lutam contra o câncer de mama.

Este ano, parte do valor arrecadado com a venda da edição especial da vassoura Condor para o Outubro Rosa será encaminhado à Femama.

Além disso, pelo oitavo ano consecutivo, a Condor promove a ação “Like do Bem”. Ao longo de outubro, mês de conscientização e luta contra o câncer de mama, cada curtida recebida na página Mundo Condor no Facebook será revertida em uma doação de R$ 0,25 centavos para a Femama. Em 2018, a fanpage Mundo Condor contabilizou 60.255 likes do bem.

“O Like do Bem é muito mais do que uma campanha de arrecadação. Nós entendemos essa ação como uma forma de contribuir para a conscientização e prevenção da doença, apoiando as mulheres que enfrentam o câncer de mama”, explica Marcelo Assaf, diretor de Marketing da Condor.

Este ano, o lema da Femama é #MeTrateDireito, e visa estimular o empoderamento de mulheres com câncer, exigindo um tratamento adequado para cada caso e à garantia e o respeito aos direitos das pacientes ao longo de toda a jornada de luta contra a doença.

“Assim como toda mulher é única, cada câncer de mama também é bastante singular. Os pacientes precisam receber atendimento adequado, incluindo o diagnóstico, tratamento, e o controle da doença”, afirma Maira Caleffi, presidente voluntária da Femama e Chefe do Serviço de Mastologia do Hospital Moinhos de Vento.

Durante todo o mês de outubro, as redes sociais da Condor terão posts alinhados com o tema #MeTrateDireito com informações sobre os direitos das pacientes e com orientações de como as mulheres devem agir.

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Preço sugerido: Vassoura Condor Outubro Rosa (brinde: esponja multiuso) – R$ 9,90

Fonte: Condor

 

Outubro Rosa: Ikesaki lança campanha de doação de cabelos para conscientização

As lojas Ikesaki receberão doações de cabelos durante todo o mês de outubro. Os cabelos recebidos serão doados para instituição que os transformará em perucas destinadas a pessoas em tratamento de câncer de mama
A Ikesaki, rede de hiperlojas de beleza profissional, lança neste mês de outubro uma campanha inédita, Fios que dão Vida, de incentivo à doação de cabelos. Ao final da campanha, eles serão encaminhados para uma instituição que recebe cabelos e os transforma em perucas para pessoas em tratamento de câncer de mama. A ação da Ikesaki acontece em apoio ao Outubro Rosa, criado na década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure, com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença.

“Entre os diversos aspectos do tratamento desta doença, as mulheres também se preocupam com os cabelos, que refletem autoestima, revelam personalidade e denotam vaidade e sensualidade”, declara Vivian Appezzato, do Marketing da Ikesaki. “As perucas confeccionadas serão entregues para mulheres que não podem custear a confecção de uma peruca de fios naturais. É um presente que resgata a autoestima”, ela afirma.

As doações poderão ser depositadas nas urnas disponibilizadas em qualquer loja da Ikesaki, de 5 a 31 de outubro. Os cabelos doados precisam estar limpos e secos, e ter pelo menos 15 centímetros. Eles podem ter qualquer cor ou já ter passado por químicas, e devem ser entregues presos por um elástico, dentro de um saco fechado.

Mobilização de cortes de cabelos gratuitos – Em 28 de outubro, das 9h às 18h, quem quiser doar cabelos para a campanha Fios que dão Vida pode comparecer a qualquer loja Ikesaki (ver endereços abaixo) e ganhar o corte de cabelo. Na sequência do corte, os fios serão doados para a campanha.

Convite aos profissionais cabeleireiros para aderirem à campanha nos salões – A Ikesaki convida os cabeleireiros e cabeleireiras dos salões de beleza a fazerem um corte gratuito para doação de fios para a Fios que Dão Vida em 28 de outubro. Os salões e profissionais que aderirem à campanha, postarem “Eu vou doar” e marcarem @Ikesaki nas redes sociais no dia 28 de outubro, serão repostados nas redes sociais da Ikesaki. Eles também podem acessar aqui para confirmar a participação.

“A intenção é criar uma grande mobilização, uma corrente do bem junto aos salões de beleza de todo o Brasil, em prol de uma grande causa”, diz Vivian Appezzato.

A Fios que Dão Vida já tem o apoio das seguintes personalidades do mundo da beleza e da arte: hair stylists Sylvio Rezende, Guilherme Plastina, Mauricio Pina, Jô Nascimento, Mari Nicácio, Sylvio Rezende, Roberto Capelli, Alisson Fernandes e Adriano Gomes; a manicure e youtuber Ana Paula Villar; a Miss São Paulo Karen Porfiro; a influencer Adriana Félix, do @blogsearrumamenina e as cantoras Aline Barros, Pepê e Neném. Clique aqui para assistir ao vídeo com as celebridades apoiadoras da campanha.

Endereços das hiperlojas da Ikesaki participantes da campanha Fios que dão Vida:

Ikesaki Galvão Bueno: Rua Galvão Bueno 37, São Paulo
Ikesaki Praça da Liberdade: Av. Liberdade, 146 – São Paulo
Ikesaki Santo Amaro: Praça Floriano Peixoto, 132 – São Paulo
Ikesaki São Miguel: Av. Marechal Tito, 1.015 – São Paulo
Ikesaki Shopping Metrô Tucuruvi: Avenida Doutor Antônio Maria Laet, 566 – São Paulo
Ikesaki Campinas: Rodovia D. Pedro I, km 137 – loja LO 10ª/11/12/13 Campinas
Ikesaki Osasco: Rua Antônio Agú, 800 – Osasco
Ikesaki Santo André: R. Luís Pinto Fláquer, 521 – Santo André

 

Outubro Rosa: cinco mitos e verdades sobre o tratamento do câncer de mama

Notícias falsas podem prejudicar pacientes em tratamento. Antes de repassar ou de seguir à risca informações que recebeu no WhatsApp ou redes sociais, é importante garantir que a orientação está correta

Neste mês de Outubro Rosa, o Instituto Oncoguia – ONG de apoio a pacientes com câncer, alerta para o risco que notícias falsas podem trazer para pacientes com câncer de mama.

“Quando uma mulher recebe o diagnóstico de um câncer, alguns segundos depois ela já estará cercada de notícias e dicas que, supostamente, irão ajudar nessa fase. Pedimos muito cuidado e cautela com isso, pois há o risco de algumas não serem verdadeiras e, pior, que envolvam tratamentos alternativos que podem prejudicar os tratamentos convencionais”, alerta a psico-oncologista e presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz.

Na opinião de Luciana, a principal forma de combater essas notícias falsas é garantindo o acesso a informação de qualidade, útil e adequada à fase do tratamento, engajando os pacientes ativamente em todas as decisões necessárias desse momento. “Fale com seu médico, procure por fontes confiáveis antes de acreditar em toda informação que você recebe”, orienta.

Para ampliar ainda mais as discussões sobre a importância da informação de qualidade, apoio e networking para pacientes com câncer de mama durante o Outubro Rosa, o Oncoguia realizará, no dia 12 de outubro, o “Encontro Oncoguia de Câncer de Mama para Pacientes em Tratamento: Inicial e Metastático”. O evento é gratuito e acontecerá em São Paulo, no Hotel Radisson Paulista. Para se inscrever e conferir a programação basta clicar aqui.

Abaixo, o Oncoguia separou algumas dúvidas bastante comuns recebidas pelo Oncoguia Confirma – canal de WhatsApp para o combate a fake news sobre câncer criado pela ONG em 2018, confira:

Crioablação é uma alternativa para curar o câncer de mama

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lustração: Drattai.com

Mito: crioterapia ou crioablação já é feita em casos muito selecionados, mas em nenhum centro (nem mesmo em Israel, de onde surgiu um vídeo que viralizou nas redes falando sobre esse procedimento) substitui o tratamento convencional de cirurgia, radioterapia, quimioterapia etc. A crioablação pode ser feita em alguns raros casos de metástases, com resultados equivalentes aos de uma radioablação ou de uma radiocirurgia. Porém, este ainda é um procedimento experimental em tumores primários de mama. “É uma técnica que, no futuro, é aceitável de imaginarmos. Porém, não sabemos quando este futuro será. Mais estudos são necessários. Estamos de olho nas pesquisas”, comenta Nivaldo Vieira, oncologista clínico e membro do comitê científico do Instituto Oncoguia.

Paciente com câncer de mama tem direito à cirurgia reparadora pelo SUS

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Verdade: é garantido por lei ao paciente com câncer de mama a realização da cirurgia plástica reparadora da mama retirada (total ou parcialmente) em decorrência do tratamento do tumor, assim como a realização da simetria. A reconstrução pode ocorrer no mesmo ato da cirurgia para retirada da mama, quando houver condições técnicas e clínicas. Ou seja, a indicação sempre dependerá do seu médico e do seu caso.

É possível tratar o câncer de mama com imunoterapia

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MedicalNewsToday

Verdade: em maio de 2019, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou a primeira imunoterapia para câncer de mama no Brasil. O tratamento pode beneficiar pacientes com câncer de mama triplo negativo. Outras possibilidades do uso de imunoterapia para pacientes com câncer de mama estão sendo discutidas e em breve poderá haver novidades.

Cuidado multidisciplinar faz a diferença no tratamento do câncer de mama

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Foto: Is-Med.com

Verdade: não só para pacientes com câncer de mama, mas com qualquer tipo de tumor, principalmente se for metastático, o envolvimento de uma equipe multidisciplinar pode garantir um tratamento mais integral e mais qualidade de vida aos pacientes oncológicos. Os especialistas que fazem parte da equipe multidisciplinar podem variar de acordo com as diferentes necessidades de cada paciente, mas podem compor esse time oncologista, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, nutricionista, psicólogo, paliativista, entre muitos outros.

Pacientes em tratamento de câncer não podem fazer atividade física

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Mito: há muito tempo acreditou-se que pacientes com doenças como o câncer deveriam fazer repouso. Mas isso já é passado e pesquisas científicas já comprovaram que a prática de atividade física por pacientes oncológicos é possível, segura e pode melhorar a disposição, reduzir dores e efeitos colaterais de tratamentos e garantir mais qualidade de vida aos pacientes. A única recomendação é que, antes de começar a se exercitar, o paciente peça orientações ao seu médico e as siga.

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Encontro Oncoguia de Câncer de Mama para Pacientes em Tratamento: Inicial e Metastático
Dia: 12/10/2019
Horário: das 8h às 18h30
Local: Radisson Paulista São Paulo
Alameda Santos, 85 – Cerqueira César
Inscrições gratuitas: Oncoguia

Proteínas vegetais têm benefícios semelhantes aos da carne

Soja é a principal fonte deste tipo de proteína e tem benefícios que auxiliam na recuperação muscular de jovens e adultos e no combate ao câncer de mama

Muitos ainda questionam, mas a verdade é que alimentos de origem vegetal também são fontes ricas em proteínas e se equiparam a outros advindos de fonte animal. Alimentos como ervilha, milho, batata e arroz suprem as necessidades proteicas do organismo humano em uma dieta equilibrada com nutrientes de qualidade. A soja, – principal fonte de proteína vegetal – é comprovada cientificamente como a de maior qualidade.

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A especialista em nutrição clínica Bárbara Peters, membro da Força-Tarefa Alimentos Funcionais do International Life Sciences Institute (ILSI) Brasil, esclarece algumas dúvidas sobre proteínas vegetais e sua composição.

“A proteína é um dos componentes mais importantes e mais abundantes dos seres vivos. Ela é formada por aminoácidos, que são fundamentais na formação de cadeias proteicas. A soja é a única dos vegetais que apresenta todos os aminoácidos em quantidades suficientes para atender as necessidades do ser humano”, afirma Bárbara, que lembra ainda que a soja tem como vantagem o custo menor – sendo uma excelente alternativa para o consumidor -, quando comparado à outras fontes de proteína

Ao optar por uma dieta livre de carnes, por exemplo, o acompanhamento de um nutricionista é fundamental. Para compensar a quantidade necessária de nutrientes, o ideal é que o paciente tenha refeições equilibradas ao longo do dia, com ingestão de proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e sais minerais. O objetivo é que todos os aminoácidos essenciais à saúde humana sejam ingeridos em quantidades diárias recomendadas segundo orientações do profissional.

“Ao comparar no mercado, não há como o consumidor saber qual das proteínas são de fato a mais ricas. Entretanto, por meio de estudos e procedimentos de análise de digestibilidade e valor nutricional, é comprovado que o bom resultado de uma alimentação rica em proteína depende da quantidade ingerida ao longo do dia para atingir o ideal, independente da fonte”, comenta Bárbara.

Ou seja, além da substituição da carne em dietas vegetarianas ou veganas, proteínas vegetais são uma alternativa equivalente aos alimentos de origem animal, de acordo com a ingestão da quantidade adequada.

Proteína da soja ajuda a combater o câncer?

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A relação entre a proteína da soja e o auxílio no combate ao câncer existe devido aos compostos orgânicos chamados isoflavonas, que estão presentes na soja. Como são estruturalmente semelhantes aos estrogênios endógenos, tem sido sugerido que elas podem ajudar a proteger contra cânceres associados a hormônios, especialmente o de mama.

De acordo com Bárbara, a alta ingestão de isoflavonas a partir de alimentos à base de soja em países asiáticos (variação média de 25 a 50 mg/dia) tem contribuído na redução do risco de câncer de mama. Em contrapartida, a incidência de câncer de mama permanece elevada na Europa, América do Norte e Austrália / Nova Zelândia, onde a ingestão média de isoflavonas em mulheres não asiáticas é geralmente menor que 2 mg/dia. No entanto, vários fatores hereditários e de estilo de vida provavelmente também contribuem para essa diferença.

“Alguns estudos de caso-controle também relataram que a exposição precoce à soja durante a infância e adolescência pode estar associada a um menor risco de câncer de mama mais tarde na vida”, afirmou, apontando que há também estudos que sugerem que a alta versus a baixa ingestão de isoflavonas pode estar associada a uma redução modesta no risco de recorrência (RR = 0,84, 95% CI: 0,71-0,99) em sobreviventes de câncer de mama.

Proteínas vegetais x manutenção do peso

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Tanto a manutenção quanto o crescimento do tecido muscular, acontecem quando a síntese proteica muscular é maior que sua degradação. Em qualquer treino de força ou resistência, é importante ter uma nutrição adequada para promover ganho muscular e garantir sua preservação. Proteínas de alta qualidade (como a da soja) e os aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs), são componentes nutricionais necessários para promover crescimento muscular.

A proteína de soja é a única de origem vegetal que é bem digerida e fornece todos os aminoácidos essenciais em quantidades apropriadas para ajudar no crescimento e reparação de tecidos, tanto para crianças quanto para adultos. Ou seja, a ingestão diária recomendada pode auxiliar na recuperação muscular, o que permite consciência na execução de exercícios físicos, e tem papel fundamental na manutenção do peso.

Em idosos, o papel da proteína é ainda maior. A partir dos 50 anos, é natural a perda gradual de tecido muscular e de sua recuperação. A ingestão de proteína da soja, por exemplo, ajuda a manter o que é naturalmente perdido, auxiliando no dia a dia e na prática de exercícios, que é altamente recomendado para uma vida saudável na terceira idade. Além disso, a proteína da soja oferece outras vantagens bem estabelecidas por estudos científicos, como redução do risco cardiovascular, diminuição do mau colesterol (LDL), e aumento do bom colesterol (HDL).