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O brasileiro sabe, de fato, quando deve ir ao pronto-socorro?

Aprenda a diferenciar as situações urgentes das que não são e confira as dicas de especialistas que ajudam a facilitar a rotina da saúde, minimizando as idas não essenciais aos hospitais

Normalmente, os cuidados com a saúde são vistos sob duas óticas, a prevenção e a urgência da situação. Nesse sentido, o Ministério da Saúde estabelece que os profissionais dos prontos-socorros de todo o país são responsáveis por oferecer assistência à sociedade que necessite de atendimento imediato ou está em uma emergência.

Por conta disso, o funcionamento desses locais, também conhecidos como PS, acontece 24 horas por dia. Mas são poucas as pessoas que recorrem aos hospitais apenas em emergências – segundo o Ministério, 50% a 70% dos brasileiros procuram pelo pronto atendimento em qualquer momento, mesmo quando o caso não é tão grave.

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Uma pesquisa do Instituto Data Popular (2014) revela que 6 em cada 10 brasileiros só vão ao médico quando já estão doentes. Ao interpretar esta situação, percebe-se que a urgência predomina a prevenção, portanto, prevenir é a melhor forma de diminuir os riscos de doenças graves.

Para Ricardo Salem, diretor médico da Care Plus, operadora de saúde premium pertencente ao Grupo Bupa, a saúde vai muito além do hospital e dos atendimentos nos PS e, pode estar diretamente conectada à medicina preventiva. Segundo ele, a falta de acompanhamento contínuo dos pacientes por um mesmo médico, que saiba todo o histórico de saúde, faz com que inúmeros brasileiros recorram aos prontos-socorros, mesmo sem estarem em uma situação, de fato, emergencial.

Levantamentos da Care Plus indicam que 70% das pessoas que passam diretamente em pronto atendimentos não retornam para pegar os exames realizados e, a cada 10 casos com os ‘médicos generalistas’, feitos por meio do programa Atenção Primária da empresa, apenas 1 é encaminhado para o pronto-socorro. A discrepância entre os dados se dá pela capacidade do médico generalista de tratar a mesma pessoa durante toda a vida.

A médica Martha Sallum ainda dá dicas para economizar o tempo e a energia gastos em diversos momentos nas idas ao PS, que não são emergenciais. Confira:

· Ter um médico de confiança na rede de atendimento;
· Preferir consultas agendadas, para evitar idas ao pronto-socorro nas situações que não são emergenciais;
· Manter o acompanhamento periódico sugerido pelo médico de confiança para evitar descompensações das doenças;
· Sintomas que duram meses ou semanas e que não tenham tido piora podem ser avaliados em consultas agendadas.

Saiba mais sobre a Atenção Primária

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A Atenção Primária é um programa da Care Plus que valoriza e humaniza a relação entre médico e paciente. O beneficiário pode ser acompanhado de perto, sempre que necessitar, por uma equipe multidisciplinar formada por psicólogo, nutricionista, enfermeiro e médico, dedicada ao atendimento personalizado, independentemente de sintoma ou especialidade e da idade de quem é atendido.

Ainda de acordo com Salem, a Care Plus conta com muitos parceiros que viabilizam novas formas contínuas de atendimento e são alternativas para a busca aos prontos-socorros.

“Por meio do programa Atenção Primária, disponibilizamos cuidado contínuo. O paciente pode ser acompanhado de modo presencial ou receber orientações por uma equipe especializada de enfermeiras via telefone. Se for um paciente que não apresenta nenhuma doença crônica, ele não precisa ir com frequência ao médico de Atenção Primária, mas será acompanhado periodicamente por um mesmo profissional. Isso também faz com que o paciente estabeleça um vínculo com a equipe que o está tratando, fator fundamental para que qualquer queixa seja direcionada rapidamente à equipe, que fica à disposição 24 horas”, explica Salem.

Fonte: Care Plus

Diabetes atinge 13 milhões de pessoas no Brasil

Dia Mundial do Diabetes alerta para prevenção da doença que registrou aumento de 60% nos diagnósticos em 10 anos

Criado em 1991, o Dia Mundial do Diabetes é uma forma de chamar a atenção da população para os riscos da doença e a importância de investimento em prevenção e tratamento adequados. O dia de hoje, 14 de novembro, destaca a necessidade de levar informação sobre a doença que acomete boa parte da população mundial e que, se não tratada, pode levar até à morte. Apenas entre 2006 e 2016, houve aumento de 60% no número de diagnósticos de diabetes no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde.

Diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou dificuldade de ação da insulina, hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de glicose (açúcar) transformando-as em energia para manutenção das células do nosso organismo. O diabetes se divide em dois grupos:

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– No tipo 1, as células responsáveis pela defesa do organismo acabam atacando outras, capazes de sintetizar insulina, por causa de um defeito no sistema imunológico.

– Já no tipo 2, o organismo não produz insulina suficiente para controlar a taxa de açúcar no sangue, ou não é capaz de usar adequadamente a que produz.

Além destes dois tipos principais, podemos ter outros como o diabetes gestacional, diabetes secundário ao uso de medicações, secundário a pancreatite, diabetes neonatal.

Entre os sintomas da doença, estão fome e sede constantes, fraqueza e fadiga, visão embaçada, infecções, perda de peso sem motivo aparente, náuseas e vômito. Se não tratada corretamente, ela pode causar complicações nas artérias que nutrem o coração, os olhos, os rins e os nervos. Em casos mais graves, pode até levar à morte.

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, o país possui mais de 13 milhões de pessoas com diabetes atualmente, o que representa 6,9% da população nacional. No mundo, este número é de uma a cada 11 pessoas.

“A prevalência de diabetes está intimamente relacionada à presença de fatores de risco, como, por exemplo, idade acima de 45 anos, excesso de peso, histórico familiar de diabetes, sedentarismo, presença de outras doenças associadas, como pressão alta e alteração de colesterol e triglicérides, e apneia do sono”, explica Renata Marques, diretora de Gestão de Saúde da Care Plus.

Apesar dos números alarmantes, o diabetes tem fácil diagnóstico. E para realizar o tratamento, é necessário o controle da glicose no sangue, por meio de um monitor de glicemia ou bombas de insulina.

Para auxiliar no tratamento de pacientes com diabetes, entre outras enfermidades, a Care Plus, maior operadora de saúde premium do Brasil, lançou em 1999 o Programa de Prevenção de Doenças Cardiovasculares. A operadora de saúde oferece atendimento integrado e especializado a fim de contribuir com a promoção de saúde e prevenção de doenças por meio de mudanças no estilo de vida dos participantes, com tratamentos individuais e especializados.

“Pelo fato do diabetes ser uma doença crônica, é muito importante que o paciente se sinta acolhido e assistido por uma equipe capacitada e que o acompanhe nessa jornada tão desafiadora que é a mudança de comportamento e a adoção de um estilo de vida mais saudável que contribuirá para o controle do diabetes e prevenção de complicações agudas e crônicas da doença”, considera Renata, diretora responsável pelo programa.

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O suporte oferecido aos pacientes inclui orientação e acompanhamento de atividades físicas, hábitos alimentares saudáveis, utilização de medicamentos e oferece ainda uma série de benefícios como subsídio para academia, parcerias com empresas de alimentos saudáveis e grupos de corrida, realização de exame que mede da taxa metabólica de repouso, quinto mês de medicamento gratuito, tratamento psicológico com tecnologia para monitoramento do stress, bonificação pela aderência ao acompanhamento, dentre outros.

Fonte: Care Plus

Setembro Amarelo alerta para os preocupantes números de depressão

No mês de prevenção ao suicídio, a atenção volta-se para a doença que se tornará a mais incapacitante a partir de 2020

Criado em 2015, o Setembro Amarelo tem como objetivo a conscientização para prevenção do suicídio. Em seu quinto ano, a campanha tem crescido devido ao aumento desenfreado de casos de transtornos mentais, como a depressão, muitas vezes responsáveis por criar nas pessoas o desejo de tirar a própria vida.

Para combater esse mal, o Setembro Amarelo alerta para a necessidade de falar sobre depressão, suicídio e outros transtornos que ainda são considerados tabus em diversos setores da sociedade. “É um mal silencioso, pois as pessoas fogem do assunto e, por medo ou desconhecimento, não veem os sinais de que uma pessoa próxima esteja com ideias suicidas”, aponta o movimento.

Dados divulgados pela própria OMS corroboram com o que diz o movimento. De acordo com o órgão, nove em cada 10 casos de suicídio poderiam ser evitados. Por isso, a necessidade de busca por ajuda de pessoas com transtornos mentais, mas também de sensibilização daquelas que estão ao redor de quem apresenta comportamentos que indicam tendências suicidas.

Alguma coisa está fora da ordem

Estudos chancelados pela OMS em 2018 mostram que 800 mil pessoas se suicidam todos os anos, e que essa é a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. No Brasil, os números também assustam. Em setembro do ano passado, o Ministério da Saúde revelou que, em média, um caso de suicídio acontece a cada 46 minutos no país.

Não por acaso, os dados ligados a transtornos psicológicos também são alarmantes. De acordo com a OMS, em estudo divulgado no ano passado, 300 milhões de pessoas sofrem com a depressão ao redor do mundo. Não à toa, essa será a doença mais incapacitante do planeta a partir de 2020.

“Muitos motivos podem levar pessoas a tirarem suas próprias vidas, como estresse, problemas financeiros ou amorosos, doenças crônicas e dores, mas o suicídio está diretamente ligado à depressão. E ambos têm apresentado números preocupantes”, afirma Melina Cury Haddad, psicóloga da Care Plus.

Até mesmo quem parece ter a vida dos sonhos está suscetível a esse mal. Recentemente, o comediante, ator e youTuber Whindersson Nunes precisou se afastar do público para se cuidar da depressão. Em 2018, o maior medalhista olímpico da história, o nadador norte-americano, Michael Phelps, também revelou lutar contra o distúrbio e a ansiedade. Outro que fala abertamente da dificuldade de lidar com a depressão é o premiado ator e humorista Jim Carrey.

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Novo cenário pede novos serviços de saúde

A atenção a comportamentos preocupantes nas pessoas ao redor, como alterações no humor, no sono e no apetite, desânimo, fadiga excessiva, entre outros, é fundamental. “Ao perceber algum colega ou familiar nessa situação, ofereça apoio, ouça com gentileza, adotando uma postura livre de julgamentos ou sermões, e auxilie a pessoa a procurar ajuda profissional, pois a depressão é uma doença e deve ser tratada como tal”, comenta Melina.

Foi justamente com isso em mente que a operadora de saúde Care Plus criou um novo programa. O Mental Health é focado em saúde mental e busca entender qual a melhor jornada para os pacientes que precisam de tratamento para doenças mentais. Trata-se de um programa que vai além do que a ANS exige e fornece tratamento personalizado, avaliando a necessidade de cada indivíduo para poder dar o melhor cuidado.

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Fonte: Care Plus