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Novas tecnologias revertem catarata de forma precisa, sem injeção e com rápida recuperação

Em outubro, a apresentadora Ana Maria Braga comparou a cirurgia para catarata a um milagre, por sua rapidez e conforto, a Zeiss reforça que diagnóstico precoce e inovações garantem bem-estar a pacientes

A catarata é hoje a principal causa de cegueira evitável no mundo, e seu tratamento exclusivamente cirúrgico ainda preocupa pacientes, que tendem a postergar exames por medo do procedimento. Casos recentes como da rápida recuperação da apresentadora Ana Maria Braga, porém, ajudam a esclarecer que avanços tecnológicos permitem hoje intervenções mais precisas e sem injeção local, garantindo mais segurança e bem-estar ao operado -como foi Ana, que declarou ter ficado surpresa com a agilidade e o conforto sentidos em sua experiência.

De acordo com a Pebmed (pesquisa médica e serviços tecnológicos da área da saúde), a catarata é a origem de metade dos casos de cegueira reversível em todo o mundo. No Brasil, os números divulgados no último ano pelo CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) impressionam devido ao crescimento de cirurgias de catarata realizadas pelo SUS (Sistema único de Saúde), que saltaram de 302.312, em 2009, para 600.844, em 2019 -aumento de aproximadamente 99%. Por isso, os avanços tecnológicos na área são fundamentais.

Diante do cenário, a alemã Zeiss, referência universal em tecnologia voltada à saúde ocular, alerta que um diagnóstico precoce é fator de extrema importância para evitar a perda da visão; estimula, ainda, o compartilhamento de informação atualizada sobre a reversão da enfermidade, que conta com o suporte de equipamentos em constante evolução para otimizar processos e minimizar incômodos.

Convidada pela Zeiss a oftalmologista Alessia Braz, diretora clínica da Univi (centro oftalmológico especializado no diagnóstico e tratamento de doenças oculares), responde às principais perguntas sobre o tratamento da catarata e ajuda a desmistificar crenças sobre a doença, que resume ser “a perda da transparência do cristalino, que é a lente interna do olho”.

O que é catarata?
É o processo de opacificação do cristalino. Considerado a lente natural do olho, o cristalino geralmente é incolor e permite a focalização de objetos.

Como ela se manifesta?
Embaçamento gradual da visão. Diminuição do contraste das cores e da forma dos objetos. Em alguns casos pode haver alteração do grau, com “indução de miopia”, chegando a dar a falsa impressão de melhora para ver de perto. Mancha branca na pupila pode surgir em casos avançados.

Quando ocorre?
O mais comum é haver a perda da transparência com o passar do tempo, configurando a catarata senil. Portanto, idosos são mais propensos à evolução da doença. Mas ela também pode ocorrer por questão congênita, trauma, uso de medicamentos como cortisona ou mesmo por alterações metabólicas como diabetes.

Como detectar?
Exames oftalmológicos periódicos com avaliação minuciosa permitem o diagnóstico precoce. Equipamentos modernos contribuem para a otimização desta etapa, a exemplo do IOLMaster 700, recém-lançado pela Zeiss, que permite a leitura fácil e precisa do comprimento completo do olho (comprimento axial), medindo a catarata avançada em 99% dos casos.

Tratamento


O tratamento é cirúrgico, com indicação cada vez mais precoce (a ideia de que a catarata precisa amadurecer para ser operada é conceito ultrapassado). No procedimento, o cristalino é substituído por uma lente intraocular, que corrige a visão. O cálculo do grau da lente a ser implantada é feito por equipamentos ultratecnológicos, como o IOLMaster 700, com muito mais precisão.

Avanços na cirurgia
Hoje, são feitas microincisões sem pontos nem injeção anestésica dentro do olho. A técnica ficou mais precisa; a anestesia é local, com colírio e sedação, e o paciente já sai movimentando todo o olho. São usados desde microscópios de alta resolução até aparelhos que permitem a remoção do cristalino com mais segurança.


Um desses dispositivos é o inovador Zeiss miLOOP, que acaba de ser lançado no Brasil e atua como uma espécie de laço em torno do cristalino opacificado para, minimizando o estresse em sua estrutura de sustentação, apertá-lo e fragmentá-lo, permitindo sua retirada com facilidade pelo cirurgião.

Reprodução Instagram

Pós-operatório
A lente intraocular pode permitir menor dependência dos óculos ou até mesmo uma total independência deles. Para o segundo caso, opera-se cada olho com intervalo de até três dias entre eles. O tampão de acrílico, como o usado por Ana Maria Braga, por exemplo, é uma medida protetiva para evitar contato durante banho ou sono.

Fonte: Zeiss

Cuidado: confira 12 doenças que não podem ficar sem tratamento médico

Especialistas do Hospital Cema listam as enfermidades de olhos, ouvidos, nariz e garganta que podem causar sequelas graves se não receberem os cuidados médicos necessários durante a pandemia

Existem inúmeras doenças que precisam de um acompanhamento médico rigoroso, sob pena de provocar danos graves e sequelas irreversíveis com a interrupção do tratamento. Por esse motivo, o Hospital Cema e suas unidades são considerados serviços essenciais e continuarão com atendimento normalmente, mesmo na fase vermelha no estado de São Paulo.

Em oftalmologia, por exemplo, algumas enfermidades podem levando à perda da visão; já em otorrinolaringologia há aquelas que causam surdez e problemas neuromotores.

Há questões médicas que não podem ficar para depois. “Infecções agudas ou crônicas precisam ser tratadas e acompanhadas adequadamente, assim como casos de paralisia facial periférica aguda ou surdez súbita, que podem provocar sequelas sensório-motoras permanentes”, explica o otorrinolaringologista do Hospital CEMA, Andy Vicente.

“No que diz respeito à saúde dos olhos, os problemas que podem gerar sequelas graves, caso não exista um tratamento adequado, é o glaucoma, que atrofia o nervo óptico; a retinopatia diabética e hipertensiva, que causa hemorragia na retina, e também o estrabismo, em crianças menores de 4 anos”, detalha o oftalmologista Pedro José Monteiro Cardoso.

Os especialistas listam abaixo quais doenças necessitam de um acompanhamento presencial qualificado:

Imagem mostra olhos saudáveis, com glaucoma e catarata – Ilustração/Shutterstock
  • Glaucoma – sem controle médico, o aumento da pressão intraocular danifica o nervo óptico. O paciente não percebe, pois, a perda é, inicialmente, periférica. Com o tempo os danos podem ser irreversíveis;
  • Doenças maculares – a falta de acompanhamento leva a uma perda progressiva da visão central;
  • Miopia – em adolescentes e pessoas com mais de 6 graus pode haver progressão da doença. Além disso, acima dos 6 graus é mais comum a ocorrência de descolamento da retina;
Imagem mostra olho normal e olho com a retinopatia diabética – Ilustração: Researchgate
  • Retinopatia diabética e hipertensiva – essas doenças podem levar a hemorragia e extravasamento do líquido da retina, levando a perda da visão.
  • Catarata – sem acompanhamento cirúrgico, a doença evolui para perda da visão. Embora a diminuição da visão seja reversível, a cirurgia, quando adiada por muito tempo, fica mais complicada, já que o cristalino – afetado pela doença – torna-se mais rígido;
  • Conjuntivite – se não tratada, pode levar a complicações mais graves na córnea;
  • Estrabismo – principalmente nos casos de crianças que tratam a ambliopia (olho preguiçoso) é essencial o acompanhamento;
Imagem: WebMD
  • Infecções agudas ou crônicas no aparelho respiratório e auditivo – amigdalites, otites, otomastoidites, sinusites e laringites necessitam de acompanhamento criterioso, principalmente quando os sintomas permanecem por mais de 5 dias. Tais doenças podem causar complicações, como abscessos, meningite, trombose venosa, entre outras.
  • Obstruções nasais – crianças com aumento significativo das amígdalas, pessoas com hipertrofia dos cornetos nasais ou polipose nasal severa, que apresentam como principal sintoma a obstrução nasal intensa, devem ser acompanhadas, já que podem prejudicar a qualidade de vida das pessoas afetadas e trazer outras complicações;
  • Doenças que causam déficits sensoriais e/ou motores — surdez súbita, vertigem súbita, labirintites crônicas e a paralisia facial periférica aguda (paralisia de Bell) também devem ser avaliadas e acompanhadas adequadamente para evitar sequelas sensório-motoras permanentes;
  • Apneia e ronco — pacientes que apresentam tais problemas também precisam de avaliação médica regular, pois a afecção pode provocar ou estar associada à comorbidades importantes, como hipertensão arterial, diabetes, arritmias cardíacas e até mesmo morte súbita;
  • Candidatos à implante coclear — pacientes que apresentam perda auditiva neurossensorial profunda bilateral congênita, principalmente crianças abaixo de 2 anos, e que podem se beneficiar de implantes cocleares, devem fazer reabilitação auditiva o mais precocemente possível, pois um atraso na realização desse procedimento pode provocar déficits cognitivos irreversíveis. Essa é uma situação considerada emergência neurolinguística. Tais pacientes precisam de um acompanhamento contínuo.

Ademais, algumas doenças otorrinolaringológicas possuem sintomas semelhantes a outras enfermidades mais graves, como tumores, granulomatoses (inflamação nas vias aéreas), doenças autoimunes e neurológicas. Por isso é tão importante que essas patologias sejam investigadas, tratadas e acompanhadas adequadamente.

Fonte: Cema

Falta de sono na pandemia é epidêmica, mostra estudo

O sono irregular altera o metabolismo, predispõe ao ganho de peso, doenças sistêmicas e catarata; entenda

Atire a primeira pedra quem não perdeu o sono durante a pandemia de coronavírus. O consolo é que você não está só. Uma pesquisa feita pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) mostra que 40% dos brasileiros perderam o sono neste período e o que é pior – ganharam peso.

Outro estudo recém-divulgado no Jama Internal Medicine, o primeiro longitudinal sobre sono, comprova os efeitos colaterais do hábito de dormir mal em nossa saúde. Os pesquisadores acompanharam por mais de dois anos 120 mil pessoas através de sensores que indicavam até sutis alterações no estado de vigília. A principal conclusão do estudo é que a perda de sono, mesmo leve, engorda. Você pode estar pensando que todos estão comendo mais e por isso ganharam peso. Não é bem assim.

O oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier, localizado em Campinas (SP), explica que os quilos extras têm relação com a quantidade de luz que penetra em nossos olhos. Isso porque, é a luz que controla todo nosso metabolismo. Desde que a lâmpada foi inventada estamos indo contra nossa natureza.

A claridade do dia, pontua, ativa a produção de dois hormônios secretados pelas glândulas suprarrenais que nos mantêm em estado de vigília: o cortisol e a adrenalina. O cortisol, explica, ajuda o organismo controlar o estresse, mantém o sistema imune e a glicemia em equilíbrio. Já a adrenalina regula os batimentos cardíacos, a pressão arterial e a frequência respiratória. Conforme vai escurecendo a produção desses hormônios diminui e a glândula pineal aumenta a produção da melatonina, hormônio indutor do sono.

Estresse da pandemia bagunça o relógio biológico

Na pandemia ficamos acuados em nossas casas. Um misto de solidão e incerteza. As rotinas foram alteradas. Adultos e crianças o dia inteiro com os olhos colados nas telas, e claro, tanto os olhos como nosso corpo sentem, ficam cheios de toxinas. Para diminuir o estrago, Queiroz Neto recomenda desligar o computador, celular ou videogame no começo da noite. Isso porque, é o excesso de luz azul emitida pelas telas que bagunçam nosso relógio biológico, não deixando a produção de melatonina acontecer.

Resultado: a adrenalina aumenta, o coração bate mais rápido, a pressão arterial sobe e o sono vai embora. Pior: O cortisol também fica elevado, inibe a produção de insulina e ficamos diabéticos, uma doença crônica com efeitos em todo nosso organismo, inclusive nos olhos.

Catarata

Foto: Jayzynism/Pixabay

“A falta de sono em quem já passou dos 50 anos pode ser o primeiro sinal da catarata nos que já passaram dos 50 anos”, afirma. Isso porque o turvamento do cristalino que caracteriza a doença também dificulta a entrada de luz nos olhos. Por isso, quem convive por muito tempo com a catarata, além de provocar efeitos colaterais na saúde, como a hipertensão e maior risco de diabetes. Os primeiros sinais da catarata elencados pelo médico são: troca frequente dos óculos, ofuscamento com faróis contra e fotofobia, perda da visão de contraste e dificuldade de dirigir à noite. A cirurgia é segura, rápida, feita com anestesia local e pode eliminar o uso de óculos dependendo da lente implantada em seu olho.

Cansaço visual

“Na frente de uma tela piscamos 20 vezes menos e fazemos um esforço visual concentrado para manter os olhos focados só para perto”, conta Queiroz Neto. Os sintomas que indicam estar na hora de dar uma pausa, são: visão embaçada, ardência, vermelhidão, sensação de areia nos olhos e dificuldade de focar. Isso acontece em todas as idades. As recomendações do oftalmologista são: olhar para um ponto distante, sair por instantes da frente da tela, piscar voluntariamente, calibrar a resolução da tela com o mínimo do brilho e bom contraste e manter os olhos lubrificados.

O oftalmologista ressalta que as crianças podem ter miopia acomodativa, uma dificuldade temporária de focar a distância. Por isso a OMS (Organização Mundial da Saúde recomenda que as telas só sejam usadas a partir de dois anos e por, no máximo, duas horas ininterruptas.

“Os estudos mostram que a miopia pode se tornar alta quanto mais cedo é contraída. Além disso, geralmente a progressão é mais intensa na infância”, afirma o médico. Por isso recomenda que toda criança passe por exame com um oftalmologista regularmente.

Fonte: Instituto Penido Burnier

Você sabia que a alimentação pode interferir na saúde dos olhos?

Especialista explica como uma dieta equilibrada é capaz de cuidar da nossa visão

Muito se fala a respeito de doenças cardiovasculares e diabetes, entre outros diagnósticos mais populares, que podem ser prevenidos com a adoção de hábitos saudáveis e uma boa alimentação. Mas você sabia que a inserção de uma dieta equilibrada no dia a dia é capaz de cuidar também da saúde dos olhos, prevenindo catarata, cegueira noturna, síndrome do olho seco, entre outros sintomas?

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no Brasil, mais de 35 milhões de pessoas, ou 19% da população, sofrem com algum problema de visão. Para não fazer parte ou contribuir para o aumento desta estatística é importante que as pessoas passem a compreender o real valor nutricional de tudo o que consomem.

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Ana Carolina Pallottini, consultora em nutrição da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), explica que as vitaminas A e C ajudam a fornecer nutrientes para o bom funcionamento das células dos nossos olhos.

MANGA FRUTA Steve Buissinne por Pixabay
Steve Buissinne/Pixabay

“Presentes em alimentos com coloração alaranjada, como mamão, manga e cenoura, a vitamina A auxilia na proteção da retina dos olhos”, destaca. Quando o organismo está com deficiência desta vitamina, a chamada cegueira noturna, que é a diminuição da visão em locais com menos luz, pode aparecer.

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Já os alimentos com coloração verde-escura são ricos em vitamina C. “Brócolis, couve e espinafre, por exemplo, são ótimos antioxidantes naturais, que facilitam a visão à distância e melhoram a percepção de brilho, além de estimular a produção de sangue aumentando a quantidade de oxigênio recebido pelas células dos olhos”, completa Ana Carolina.

Diabetes também podem levar a cegueira. Pessoas com diabetes precisam se atentar ao índice glicêmico dos alimentos, medida que representa o quão rapidamente os carboidratos são absorvidos pelo organismo.

PAO INTEGRAL klacomas por Pixabay
Klacomas/Pixabay

“Optar pela versão integral de massas, pães e biscoitos, por exemplo, é uma ótima ideia. Ainda mais quando estão aliados a molhos e acompanhamentos ricos nas vitaminas que mencionamos acima, bem como em ômega 3, que ajuda a lubrificar os olhos e mantém a integridade das células da retina, zinco, indicado para a prevenção de cegueira noturna, e cobre, que evita degeneração macular. Por isso, a escolha do cardápio deve ser balanceada, com todos os grupos alimentares”, finaliza.

Fonte: Abimapi

Quais problemas de saúde repentinos devemos observar após os 50 anos

Supere sua idade

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Mais de 9 em 10 adultos de meia idade ou idosos têm algum tipo de doença crônica e quase 8 em 10 têm mais de uma. Então, é provável que você tenha uma mais cedo ou mais tarde. Mas há coisas que você pode fazer para viver uma vida mais saudável.

Pressão alta

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À medida que você envelhece, seus vasos sanguíneos ficam menos flexíveis e isso pressiona o sistema que transporta sangue pelo seu corpo. Isso pode explicar porque cerca de 2 em cada 3 adultos acima de 60 anos têm pressão alta. Mas existem outras causas que você pode controlar: observe seu peso, faça exercícios, pare de fumar, encontre maneiras de lidar com o estresse e coma de forma saudável.

Diabetes

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Desde 1980, o número de adultos de meia-idade e mais velhos com diabetes quase dobrou. Nos Estados Unidos, já consideram a doença uma epidemia. O risco de contrair a doença aumenta após você atingir os 45 anos, e isso pode ser sério. Pode levar a doenças cardíacas, renais, cegueira e outros problemas. Converse com seu médico sobre a verificação de seu açúcar no sangue.

Doença cardíaca

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O acúmulo de placa nas artérias é uma das principais causas de doenças cardíacas. Começa na infância e piora com a idade. É por isso que as pessoas de 40 a 59 anos têm mais de cinco vezes mais chances de sofrer de doenças cardíacas do que as de 20 a 39 anos.

Obesidade

obesidade mulher obesa gorda pixabay
Pixabay

Se você pesa muito mais do que é saudável para a sua altura, pode ser considerado obeso – não está apenas com alguns quilos a mais. Obesidade está ligada a pelo menos 20 doenças crônicas, incluindo cardíacas, derrame, diabetes, câncer, pressão alta e artrite. A taxa mais alta entre todas as faixas etárias é em adultos com idades entre 40 e 59 anos – 41% dos quais são obesos.

Osteoartrite

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Os médicos atribuíram essa doença das articulações ao desgaste da idade, e isso é um fator (37% das pessoas com 45 anos ou mais têm osteoartrite do joelho). Mas genética e estilo de vida provavelmente têm algo a ver com isso também. E lesões articulares anteriores, falta de atividade física, diabetes e excesso de peso também podem desempenhar um papel.

Osteoporose

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Cerca de metade das mulheres com mais de 50 anos e até 25% dos homens nessa faixa etária têm fraturas porque perderam muita massa óssea e seus corpos não a substituíram. Algumas coisas que podem ajudar: uma dieta saudável rica em cálcio e vitamina D (você precisa de ossos fortes) e exercícios regulares de sustentação de peso, como dançar, correr ou subir escadas.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)

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Essa doença causa inflamação e bloqueia o ar dos pulmões. É uma doença lenta que você pode ter durante anos sem saber – os sintomas geralmente aparecem nos seus 40 ou 50 anos. Isso pode causar problemas para respirar e tossir, chiar e cuspir muco. Exercício, dieta saudável e evitar fumaça e poluição podem ajudar.

Perda de audição

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Talvez nada diga “você está envelhecendo” mais do que ter que perguntar: “O que você disse?”. Cerca de 18% dos americanos de 45 a 64 anos, por exemplo, têm algum tipo de problema de audição e tende a piorar com a idade. Barulho alto, doença e seus genes desempenham um papel. Alguns medicamentos também podem causar problemas auditivos. Consulte o seu médico se você não conseguir ouvir o que costumava ouvir.

Problemas de visão

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Esse borrão irritante quando você tenta ler o tipo pequeno em rótulos ou menus não é a única ameaça à sua visão à medida que envelhece. Cataratas (que ofuscam as lentes do seu olho) e glaucoma (um grupo de doenças oculares que danificam seu nervo óptico) podem prejudicar sua visão. Consulte seu oftalmologista para exames regulares.

Problemas de bexiga

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Foto: Trestletech

Você não pode ir ao banheiro quando precisa, ou precisa ir com muita frequência, são os problemas com o controle da bexiga que tendem a acontecer à medida que envelhecemos. Eles podem ser causados por problemas nos nervos, fraqueza muscular, tecido espessado ou aumento da próstata. Exercícios e mudanças no estilo de vida – beber menos cafeína ou não levantar coisas pesadas, por exemplo – geralmente ajudam.

Câncer

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A idade é o maior fator de risco para o câncer. A doença também afeta os jovens, mas suas chances de tê-la mais que dobram entre 45 e 54 anos. Você não pode controlar sua idade ou seus genes, mas pode ter algo a dizer em coisas como fumar ou passar muito tempo tomando sol.

Depressão

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Pessoas entre 40 e 59 anos têm uma taxa mais alta de depressão do que qualquer outra faixa etária. Muitas pessoas caem à medida que surgem problemas de saúde, perdem ou se afastam de entes queridos e outras mudanças na vida acontecem. No entanto, após 59, os números caem para apenas 7% das mulheres e 5% dos homens.

Dor nas costas

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Quanto mais velho você fica, mais comum essa dor se torna. Muitas coisas podem torná-lo mais propenso a tê-lo: estar acima do peso, fumar, não fazer exercícios suficientes ou ter doenças como artrite e câncer. Observe seu peso, exercite-se e obtenha bastante vitamina D e cálcio para manter seus ossos fortes. E fortaleça os músculos das costas – você precisará deles.

Demência

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A doença de Alzheimer, uma forma de demência, geralmente não aparece até os 65 anos. Uma em cada nove pessoas nessa faixa, ou mais, tem Alzheimer, mas a taxa sobe para 1 em cada 3 para as idades de 85 anos ou mais. Alguns fatores de risco (como idade e hereditariedade) são incontroláveis. Mas as evidências sugerem que uma dieta saudável para o coração e observar sua pressão e açúcar no sangue podem ajudar.

Fonte: WebMD

Centro Comercial Aricanduva realiza o 18° Mutirão da Catarata

As inscrições são gratuitas e vão até o dia 12 de agosto, de segunda a sábado, das 10h às 22h

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O Centro Comercial Aricanduva realiza o 18° Mutirão da Catarata. A ação é direcionada a pessoas com mais de 50 anos e com baixa visão e ocorre em parceria com o Instituto São Paulo de Ação Voluntária, com o Espaço Cultural Gilson Barreto e com a Cesmo Oftalmologia.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas entre as lojas Renner e Centauro do Shopping Aricanduva, de segunda a sábado, das 10h às 22h, até o dia 12 de agosto. Para participar é preciso levar documento com foto e comprovante de residência. Caso a inscrição seja para terceiros, o responsável deve levar seu documento pessoal junto com os documentos do paciente.

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Ao longo de 17 anos, o Mutirão permitiu que 260 mil pessoas fossem atendidas, com a realização de mais de 28 mil cirurgias. O evento recebeu o prêmio de melhor ação social em Shoppings Centers do Brasil, pela Fundação Getulio Vargas e pela Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce) em 2005.

Centro Comercial Aricanduva – Avenida Aricanduva, 5.555 – Vila Matilde – São Paulo

Abril Marrom alerta para cuidados com a saúde ocular e prevenção da cegueira

Nos últimos anos, a saúde ganhou campanhas nacionais e mundiais com foco na prevenção, diagnóstico e tratamento de diferentes doenças. Para marcar um mês inteiro de conscientização, essas campanhas são acompanhadas por cores. Contudo, a intenção não é apenas o calendário colorido de saúde, mas, principalmente, o alerta sobre os riscos das doenças quando não tratadas.

Neste sentido, em abril comemora-se o Abril Marrom, que surgiu em 2016, reforçando medidas para conter a evolução dos casos de cegueira que crescem a cada ano. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cegueira é problema que atinge atualmente mais de 1,2 milhão de pessoas no Brasil. Considerando que 80% dos casos de cegueira são evitáveis e/ou tratáveis, significa que quase 700 mil brasileiros cegos poderiam estar enxergando caso tivessem sido tratados a tempo.

Segundo o médico oftalmologista e secretário-geral do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Cristiano Caixeta Umbelino, “são muitos os fatores para o desenvolvimento da cegueira e pacientes que são acometidos por doenças sérias, sem o conhecimento necessário, acabam por negligenciar hábitos, sintomas e tratamentos, que incorrem nas consequências da perda da visão que, infelizmente, é bastante comum”.

Dentre algumas das doenças que causam a cegueira estão a catarata, o glaucoma e a retinopatia diabética, que precisam de acompanhamento médico regular e terapias especificas para controlar a sua evolução, baseadas em colírios, laser, cirurgias e tratamento farmacológico intravítreo.

Catarata

Doença caracterizada pela opacificação do cristalino que atrapalha a entrada de luz nos olhos, acarretando em diminuição da visão. A catarata pode ser classificada como secundária ou senil. A primeira pode estar relacionada a fatores tanto oculares quanto outros problemas de saúde; a segunda ocorre devido ao envelhecimento natural do cristalino, pela idade.

Por se tratar de uma doença progressiva, somente a facectomia, cirurgia de substituição do cristalino, gera resultados efetivos e definitivos para a recuperação da visão. Ao notar qualquer sinal de embaçamento na visão, dificuldade para dirigir à noite por conta do brilho dos faróis, visão com feixes de luz, é necessário buscar ajuda do médico oftalmologista.

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Imagem mostra olhos saudáveis, com glaucoma e com catarata – Shutterstock

Glaucoma

É caracterizada por danos no nervo óptico causada, especialmente, pelo aumento da pressão intraocular (PIO) e que pode levar à cegueira. Como o nervo óptico é o responsável por levar as informações ao cérebro, qualquer dano nessa região pode interferir na qualidade da visão.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 1 a 2% da população acima de 40 anos é portadora de algum tipo de glaucoma, que leva à cegueira irreversível. A doença não apresenta sintomas iniciais e por isso a visita regular ao médico oftalmologista é importante.

Retinopatia Diabética

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Imagem mostra olho normal e olho com a retinopatia diabética – Ilustração: Researchgate

Doença complexa e progressiva que afeta os vasos sanguíneos do olho, podendo levar a perda parcial ou total da visão. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, o diabetes atinge mais de 13 milhões de brasileiros, com evoluções para outras comorbidades, incluindo a retinopatia diabética.

A doença se dá pela disfunção nos vasos que levam sangue e oxigênio para as células da retina. Esses frequentemente se rompem ou extravasam sangue causando hemorragia e infiltração de gordura na retina. Pode também ocorrer um acúmulo de líquido e de proteínas na região da mácula, levando a formação do edema macular diabético. Todas estas alterações podem levar a perda parcial ou total da visão.

A retinopatia diabética também não apresenta sintomas no início. Porém, em estágio avançado, podem surgir alterações visuais súbitas e indolores. Para não alcançar este estágio, é importante que os portadores de diabetes visitem um médico oftalmologista para realizar o mapeamento da retina, além de consultar o endocrinologista para controle do diabetes.

Tratamentos

Os tratamentos são indicados de acordo com cada estágio. Para controle da doença sistêmica de base, o diabetes, é importante adotar hábitos alimentares saudáveis, atividades físicas e medicações especificas para controle da glicemia, enquanto para tratar a retinopatia diabética as terapias podem variar desde medicamentos administrados diretamente dentro do olho (injeções intravítreas de dexametasona – já presente no rol da ANS para cobertura dos planos de saúde – ou anti-VEGF), fotocoagulação a laser e cirurgia ocular.

Atualmente, a medicina tem evoluído também no desenvolvimento de medicações inovadoras que combinam mais de um princípio ativo em um único colírio, facilitando a aderência do paciente ao tratamento.

Para Caixeta, datas temáticas, como o Abril Marrom, são importantes para conscientizar a população sobre os cuidados necessários com os olhos e os perigos das doenças a que eles estão suscetíveis, e com isso gerar mudanças de hábitos.

“Ninguém deseja ter problemas de visão, porque isso compromete muito a qualidade de vida do paciente, mas infelizmente é comum acharmos que não acontecerá conosco. O fato é que muitas destas doenças têm tratamento, portanto exames oftalmológicos e aderência do paciente são fundamentais.”

Fonte: Cristiano Caixeta Umbelino tem Mestrado em Medicina – Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Especialista em Oftalmologia pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia em 2002. Vice-presidente do Centro de Estudos Jacques Tupinambá ligado ao Departamento de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo de gestões 2012 – 2014 e 2014-2016. Atualmente, ocupa o cargo de chefe da seção de glaucoma – Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, diretor Sociedade Brasileira de Glaucoma, Secretário-Geral Conselho Brasileiro de Oftalmologia

Salvar

Mutirão de cirurgias de catarata e hérnia em São Paulo e Campinas

Nos meses de fevereiro e março a clínica de especialidades cirúrgicas Doutor Opera vai promover um mutirão para a realização de cirurgias de catarata e de hérnia, em São Paulo e em Campinas. Enquanto essas cirurgias custam cerca de R$ 10 mil na rede privada e pelo SUS é preciso aguardar até 10 anos para ser atendido, segundo estudo do CFM, os pacientes da Doutor Opera encontram atendimento rápido e sem burocracia e pagam, em média, R$ 3 mil. As cirurgias serão realizadas no Hospital Adventista de São Paulo e a expectativa é atender 200 pacientes.

Considerada um empreendimento social, a Doutor Opera tem como objetivo promover o acesso à saúde oferecendo estrutura hospitalar confortável e segura e profissionais de qualidade, sem nenhuma burocracia ou filas. Para realizar uma cirurgia através da clínica basta preencher um formulário no site ou entrar em contato com a central de agendamento pelo 0800 880 1871 ou por WhatsApp. Em seguida é agendada consulta com o médico especialista, solicitados exames e a cirurgia é marcada. Tudo resolvido em no máximo 15 dias.

“Milhares de pessoas não podem pagar por planos de saúde e a rede pública não consegue atender a demanda de pacientes e, apesar das cirurgias não serem consideradas urgentes, muitos casos se agravam devido a longa espera pela cirurgia. A Doutor Opera, com atuação nacional, chega para suprir essa necessidade. Nossa proposta é oferecer uma nova opção em realizar cirurgias eletivas para pessoas que aguardam atendimento pelo SUS, particular ou dos convênios, oferecendo estrutura hospitalar confortável e segura, profissionais de qualidade e custo acessível”, explica o cirurgião Marcelo Assis, coordenador médico da clínica.

Os pacotes cirúrgicos com redução de até 70% do valor de mercado só é possível graças ao sistema “Medical Lean”, desenvolvido pelos executivos da Doutor Opera. Trata-se de um sistema de eficiência de gestão administrativa, financeira e técnica aliado a parcerias com hospitais e médicos, otimizando espaços, reduzindo custos e ocupando tempo ociosos nos centros cirúrgicos.

Público-alvo

Mais de 900 mil pacientes esperam cerca de dez anos para realizar cirurgias eletivas pelo SUS, segundo levantamento feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em 2017. Esses pacientes junto aos mais de 3 milhões de pessoas que perderam convênio médico nos últimos quatro anos, é o público que a Doutor Opera, primeira clínica de especialidades cirúrgicas do Brasil espera atender.

Cirurgias eletivas ambulatoriais

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A clínica Doutor Opera oferece cirurgias de catarata, herniorrafias em geral, colecistectomia (vesícula), cirurgia de varizes, vasectomia, laqueadura e muitas outras das áreas de oftalmologia, cirurgia geral, urologia, ginecologia, cirurgia vascular, dermatologia, otorrinolaringologia, ortopedia e otorrinolaringologia. Um dos diferenciais do projeto é que ele também oferece suporte ao paciente desde o encaminhamento à avaliação médica, passando por exames, internação e pós-operatório, além do acesso ao suporte médico para os seus pacientes on line 24 horas por dia.

Possui unidades em funcionamento em Campinas e em São Paulo, parceria com 18 hospitais, 44 médicos e 70 profissionais envolvidos, call center e estrutura administrativa especializada.

Informações: Doutor Opera

 

Proteção solar da cabeça aos pés: cuidados básicos para o corpo no verão

Da pele aos olhos, saiba quais são os pontos de atenção quando o assunto é proteção solar na estação mais ensolarada do ano

Com a chegada do verão, a preocupação com a exposição ao sol é maior. As pessoas agendam consultas com dermatologistas e adicionam um item no nécessaire: o protetor solar. Porém, não é apenas nessa estação que o sol é perigoso para a saúde. Durante todo o ano, as pessoas ficam expostas aos raios ultravioleta, que podem causar problemas em várias regiões do corpo.

A pele costuma ser a primeira parte a ser protegida e muitas pessoas se esquecem dos cuidados com os olhos. Só a catarata, um dos problemas provocados pelo sol, é responsável por cerca de 47,8% dos casos de cegueira no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Por isso, confira dicas para ter uma proteção completa para o verão.

Nos meses mais ensolarados e quentes, é comum passar mais tempo ao ar livre. Fazer isso sem proteção contra raios UV, mesmo que durante pouco tempo, é um risco à saúde. Ao atingir a pele, a radiação é absorvida pelo corpo, inclusive pelo DNA, o que pode levar a reações desordenadas das células – podendo provocar o câncer de pele. A maneira mais eficaz de proteger a pele é usando os protetores solares.

mulher tomando sol protetor solar

O ideal é escolher um para o corpo e outro para o rosto, sempre com a ajuda do dermatologista, que pode indicar os produtos mais adequados para cada pele. Durante os dias de clima fresco, as roupas complementam a proteção, criando uma barreira física contra os raios. Vale lembrar que horários no início da manhã e fim da tarde são os melhores para aproveitar o sol.

Outra parte do corpo que precisa de cuidados durante todas as estações, especialmente no verão, são os olhos. O primeiro passo para a proteção ocular contra os raios UV é o uso de óculos de sol. Além do benefício para a saúde, o acessório pode dar um ar moderno e sofisticado para qualquer look. No momento da compra, é importante procurar óticas de confiança e estar atento ao comprovante de que as lentes dos óculos têm a proteção necessária.

Mas, para as pessoas que precisam de correção visual, os óculos de sol podem ser um desafio, porque não é possível usá-lo com os óculos de grau. Apesar de existir a opção de comprar o acessório com lentes escuras ajustadas à receita, por demandar mais tempo, planejamento e investimento, a maioria das pessoas acaba não usando óculos de sol ou decide abandonar a armação de grau nos momentos de exposição ao sol, abrindo mão de uma visão nítida.

Os óculos de sol de armação pequena, que estão em alta nesse verão, podem ser prejudiciais aos olhos porque os deixam expostos. Essas escolhas atrapalham o verão, pois as pessoas ficam desprotegidas ou sem enxergar corretamente.

Thais Packer, oftalmologista da Johnson & Johnson Vision, indica que as lentes de contato são ótima escolha para dias ensolarados: “como as lentes não precisam de armação, elas garantem liberdade de movimento e visão perfeita para aproveitar o dia e praticar esportes. Muitos pacientes não sabem, mas todas as lentes de contato da marca Acuvue apresentam proteção contra raios ultravioletas”.

A especialista explica que as lentes são uma proteção bônus para os olhos, garantindo que os raios que passam pelas frestas dos óculos de sol não agridam a córnea.

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Quando o assunto é proteção solar nos olhos, os jovens são a faixa etária de maior risco. Há maior possibilidade de exposição da retina aos raios UV antes dos 25 anos de idade, porque o cristalino da retina permite maior passagem dessa radiação. Por isso, é fundamental que eles façam o acompanhamento com o oftalmologista e aprendam, desde pequenos, a cuidar dos olhos.

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Foto: J. Durham/MorgueFile

Assim,  Thais recomenda o uso de óculos de sol para todas as pessoas, principalmente essa faixa etária. A especialista também reforça que as lentes de contato podem ser usadas por crianças e adolescentes desde que seja de forma segura e responsável, com acompanhamento dos médicos e pais.

Além dos olhos e da pele, outras regiões do corpo podem ficar esquecidas. Antes de ir à praia e passar o dia todo tomando sol, também é importante passar protetor solar nas mãos, que são a parte mais exposta ao sol – inclusive em dias nublados. Os lábios, que têm uma pele sensível e mais fina, merecem cuidados. Alguns hidratantes e bálsamos possuem versões com filtro solar, mantendo a pele protegida e macia o ano todo.

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Os cabelos e o couro cabeludo são áreas que precisam de atenção, já que o sol incide diretamente neles e com grande intensidade no horário de pico de radiação UV. Para eles, é recomendado aplicação de óleos e séruns com proteção contra o sol e o calor, além de reforçar esse cuidado com o uso de chapéus e bonés.

Fonte: Johnson & Johnson Vision

 

Centro Comercial Aricanduva promove a 17ª edição do Mutirão da Catarata

Exames pré-operatórios e o agendamento de cirurgias são serviços oferecidos gratuitamente aos participantes do evento social

Além de gerar empregos e oferecer produtos e serviços, o Centro Comercial Aricanduva contribui ativamente para o desenvolvimento social da população da Zona Leste e adjacências. Dentre as iniciativas, se destaca o Mutirão da Catarata, maior ação de saúde ocular da região, que chega à 17ª edição neste ano. Aberto ao público, o evento acontecerá em 16 de setembro, no estacionamento do Shopping Interlar Aricanduva, a partir das 8 horas.

A ação possibilita o agendamento de cirurgias e exames pré-operatórios para pessoas acima de 50 anos, com baixa visão e, preferencialmente, com laudo médico positivo à catarata. A iniciativa conta com 600 voluntários, entre estudantes da área da saúde, médicos e enfermeiros, além de infraestrutra adequada, com cadeiras de rodas, banheiros químicos e lanches.

As inscrições podem ser realizadas até 6 de setembro na Alameda São Miguel, loja arco 427 (no corredor da Riachuelo), de segunda a sábado, das 10 às 22 horas. Para os interessados, é necessário comparecer no local munido de documento de identidade e comprovante de residência. As informações pessoais do acompanhante também deverão ser informadas no ato da inscrição.

Para garantir a eficiência no atendimento e o máximo de organização, o participante será notificado dias antes da cirurgia, com uma ligação de confirmação. Por conta da importância da ação para a região Leste de São Paulo, que possui mais de 7 milhões de moradores, o evento já foi premiado pela Fundação Getúlio Vargas e pela Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce) como melhor ação social em shopping center do Brasil.

Atualmente, a catarata afeta cerca de 46 milhões de pessoas e, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é a maior causa de cegueira reversível do mundo. A doença pode ser congênita ou adquirida e o único tratamento efetivo é a intervenção cirúrgica. O processo de perda de visão pode demorar anos ou meses, em um ou dois olhos. Diante deste cenário, o Centro Comercial Aricanduva reconhece a importância de atender às necessidades patológicas da população, em especial, de pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Entusiasmado com o evento, que acontece há quase duas décadas, Marcos Sérgio de Oliveira Novaes, Superintendente do Centro Comercial Aricanduva, ressalta a importância do projeto: “O Mutirão da Catarata favorece o bem-estar e favorece a saúde de pessoas, que sofrem de uma doença silenciosa, como é o caso da catarata. Além disso, ajuda a identificar outras patologias, como glaucomas, retinopatias e oclusões arteriais”.

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Centro Comercial Aricanduva – Mutirão da Catarata
Endereço: Avenida Aricanduva, 5555 – Vila Matilde. (Shopping Interlar Aricanduva)
Data: em 16 de setembro.
Horário: a partir das 8h.
Estacionamento Gratuito.