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Quais problemas de saúde repentinos devemos observar após os 50 anos

Supere sua idade

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Mais de 9 em 10 adultos de meia idade ou idosos têm algum tipo de doença crônica e quase 8 em 10 têm mais de uma. Então, é provável que você tenha uma mais cedo ou mais tarde. Mas há coisas que você pode fazer para viver uma vida mais saudável.

Pressão alta

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À medida que você envelhece, seus vasos sanguíneos ficam menos flexíveis e isso pressiona o sistema que transporta sangue pelo seu corpo. Isso pode explicar porque cerca de 2 em cada 3 adultos acima de 60 anos têm pressão alta. Mas existem outras causas que você pode controlar: observe seu peso, faça exercícios, pare de fumar, encontre maneiras de lidar com o estresse e coma de forma saudável.

Diabetes

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Desde 1980, o número de adultos de meia-idade e mais velhos com diabetes quase dobrou. Nos Estados Unidos, já consideram a doença uma epidemia. O risco de contrair a doença aumenta após você atingir os 45 anos, e isso pode ser sério. Pode levar a doenças cardíacas, renais, cegueira e outros problemas. Converse com seu médico sobre a verificação de seu açúcar no sangue.

Doença cardíaca

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O acúmulo de placa nas artérias é uma das principais causas de doenças cardíacas. Começa na infância e piora com a idade. É por isso que as pessoas de 40 a 59 anos têm mais de cinco vezes mais chances de sofrer de doenças cardíacas do que as de 20 a 39 anos.

Obesidade

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Pixabay

Se você pesa muito mais do que é saudável para a sua altura, pode ser considerado obeso – não está apenas com alguns quilos a mais. Obesidade está ligada a pelo menos 20 doenças crônicas, incluindo cardíacas, derrame, diabetes, câncer, pressão alta e artrite. A taxa mais alta entre todas as faixas etárias é em adultos com idades entre 40 e 59 anos – 41% dos quais são obesos.

Osteoartrite

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Os médicos atribuíram essa doença das articulações ao desgaste da idade, e isso é um fator (37% das pessoas com 45 anos ou mais têm osteoartrite do joelho). Mas genética e estilo de vida provavelmente têm algo a ver com isso também. E lesões articulares anteriores, falta de atividade física, diabetes e excesso de peso também podem desempenhar um papel.

Osteoporose

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Cerca de metade das mulheres com mais de 50 anos e até 25% dos homens nessa faixa etária têm fraturas porque perderam muita massa óssea e seus corpos não a substituíram. Algumas coisas que podem ajudar: uma dieta saudável rica em cálcio e vitamina D (você precisa de ossos fortes) e exercícios regulares de sustentação de peso, como dançar, correr ou subir escadas.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)

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Essa doença causa inflamação e bloqueia o ar dos pulmões. É uma doença lenta que você pode ter durante anos sem saber – os sintomas geralmente aparecem nos seus 40 ou 50 anos. Isso pode causar problemas para respirar e tossir, chiar e cuspir muco. Exercício, dieta saudável e evitar fumaça e poluição podem ajudar.

Perda de audição

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Talvez nada diga “você está envelhecendo” mais do que ter que perguntar: “O que você disse?”. Cerca de 18% dos americanos de 45 a 64 anos, por exemplo, têm algum tipo de problema de audição e tende a piorar com a idade. Barulho alto, doença e seus genes desempenham um papel. Alguns medicamentos também podem causar problemas auditivos. Consulte o seu médico se você não conseguir ouvir o que costumava ouvir.

Problemas de visão

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Esse borrão irritante quando você tenta ler o tipo pequeno em rótulos ou menus não é a única ameaça à sua visão à medida que envelhece. Cataratas (que ofuscam as lentes do seu olho) e glaucoma (um grupo de doenças oculares que danificam seu nervo óptico) podem prejudicar sua visão. Consulte seu oftalmologista para exames regulares.

Problemas de bexiga

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Foto: Trestletech

Você não pode ir ao banheiro quando precisa, ou precisa ir com muita frequência, são os problemas com o controle da bexiga que tendem a acontecer à medida que envelhecemos. Eles podem ser causados por problemas nos nervos, fraqueza muscular, tecido espessado ou aumento da próstata. Exercícios e mudanças no estilo de vida – beber menos cafeína ou não levantar coisas pesadas, por exemplo – geralmente ajudam.

Câncer

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A idade é o maior fator de risco para o câncer. A doença também afeta os jovens, mas suas chances de tê-la mais que dobram entre 45 e 54 anos. Você não pode controlar sua idade ou seus genes, mas pode ter algo a dizer em coisas como fumar ou passar muito tempo tomando sol.

Depressão

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Pessoas entre 40 e 59 anos têm uma taxa mais alta de depressão do que qualquer outra faixa etária. Muitas pessoas caem à medida que surgem problemas de saúde, perdem ou se afastam de entes queridos e outras mudanças na vida acontecem. No entanto, após 59, os números caem para apenas 7% das mulheres e 5% dos homens.

Dor nas costas

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Quanto mais velho você fica, mais comum essa dor se torna. Muitas coisas podem torná-lo mais propenso a tê-lo: estar acima do peso, fumar, não fazer exercícios suficientes ou ter doenças como artrite e câncer. Observe seu peso, exercite-se e obtenha bastante vitamina D e cálcio para manter seus ossos fortes. E fortaleça os músculos das costas – você precisará deles.

Demência

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A doença de Alzheimer, uma forma de demência, geralmente não aparece até os 65 anos. Uma em cada nove pessoas nessa faixa, ou mais, tem Alzheimer, mas a taxa sobe para 1 em cada 3 para as idades de 85 anos ou mais. Alguns fatores de risco (como idade e hereditariedade) são incontroláveis. Mas as evidências sugerem que uma dieta saudável para o coração e observar sua pressão e açúcar no sangue podem ajudar.

Fonte: WebMD

Centro Comercial Aricanduva realiza o 18° Mutirão da Catarata

As inscrições são gratuitas e vão até o dia 12 de agosto, de segunda a sábado, das 10h às 22h

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O Centro Comercial Aricanduva realiza o 18° Mutirão da Catarata. A ação é direcionada a pessoas com mais de 50 anos e com baixa visão e ocorre em parceria com o Instituto São Paulo de Ação Voluntária, com o Espaço Cultural Gilson Barreto e com a Cesmo Oftalmologia.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas entre as lojas Renner e Centauro do Shopping Aricanduva, de segunda a sábado, das 10h às 22h, até o dia 12 de agosto. Para participar é preciso levar documento com foto e comprovante de residência. Caso a inscrição seja para terceiros, o responsável deve levar seu documento pessoal junto com os documentos do paciente.

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Ao longo de 17 anos, o Mutirão permitiu que 260 mil pessoas fossem atendidas, com a realização de mais de 28 mil cirurgias. O evento recebeu o prêmio de melhor ação social em Shoppings Centers do Brasil, pela Fundação Getulio Vargas e pela Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce) em 2005.

Centro Comercial Aricanduva – Avenida Aricanduva, 5.555 – Vila Matilde – São Paulo

Abril Marrom alerta para cuidados com a saúde ocular e prevenção da cegueira

Nos últimos anos, a saúde ganhou campanhas nacionais e mundiais com foco na prevenção, diagnóstico e tratamento de diferentes doenças. Para marcar um mês inteiro de conscientização, essas campanhas são acompanhadas por cores. Contudo, a intenção não é apenas o calendário colorido de saúde, mas, principalmente, o alerta sobre os riscos das doenças quando não tratadas.

Neste sentido, em abril comemora-se o Abril Marrom, que surgiu em 2016, reforçando medidas para conter a evolução dos casos de cegueira que crescem a cada ano. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cegueira é problema que atinge atualmente mais de 1,2 milhão de pessoas no Brasil. Considerando que 80% dos casos de cegueira são evitáveis e/ou tratáveis, significa que quase 700 mil brasileiros cegos poderiam estar enxergando caso tivessem sido tratados a tempo.

Segundo o médico oftalmologista e secretário-geral do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Cristiano Caixeta Umbelino, “são muitos os fatores para o desenvolvimento da cegueira e pacientes que são acometidos por doenças sérias, sem o conhecimento necessário, acabam por negligenciar hábitos, sintomas e tratamentos, que incorrem nas consequências da perda da visão que, infelizmente, é bastante comum”.

Dentre algumas das doenças que causam a cegueira estão a catarata, o glaucoma e a retinopatia diabética, que precisam de acompanhamento médico regular e terapias especificas para controlar a sua evolução, baseadas em colírios, laser, cirurgias e tratamento farmacológico intravítreo.

Catarata

Doença caracterizada pela opacificação do cristalino que atrapalha a entrada de luz nos olhos, acarretando em diminuição da visão. A catarata pode ser classificada como secundária ou senil. A primeira pode estar relacionada a fatores tanto oculares quanto outros problemas de saúde; a segunda ocorre devido ao envelhecimento natural do cristalino, pela idade.

Por se tratar de uma doença progressiva, somente a facectomia, cirurgia de substituição do cristalino, gera resultados efetivos e definitivos para a recuperação da visão. Ao notar qualquer sinal de embaçamento na visão, dificuldade para dirigir à noite por conta do brilho dos faróis, visão com feixes de luz, é necessário buscar ajuda do médico oftalmologista.

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Imagem mostra olhos saudáveis, com glaucoma e com catarata – Shutterstock

Glaucoma

É caracterizada por danos no nervo óptico causada, especialmente, pelo aumento da pressão intraocular (PIO) e que pode levar à cegueira. Como o nervo óptico é o responsável por levar as informações ao cérebro, qualquer dano nessa região pode interferir na qualidade da visão.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 1 a 2% da população acima de 40 anos é portadora de algum tipo de glaucoma, que leva à cegueira irreversível. A doença não apresenta sintomas iniciais e por isso a visita regular ao médico oftalmologista é importante.

Retinopatia Diabética

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Imagem mostra olho normal e olho com a retinopatia diabética – Ilustração: Researchgate

Doença complexa e progressiva que afeta os vasos sanguíneos do olho, podendo levar a perda parcial ou total da visão. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, o diabetes atinge mais de 13 milhões de brasileiros, com evoluções para outras comorbidades, incluindo a retinopatia diabética.

A doença se dá pela disfunção nos vasos que levam sangue e oxigênio para as células da retina. Esses frequentemente se rompem ou extravasam sangue causando hemorragia e infiltração de gordura na retina. Pode também ocorrer um acúmulo de líquido e de proteínas na região da mácula, levando a formação do edema macular diabético. Todas estas alterações podem levar a perda parcial ou total da visão.

A retinopatia diabética também não apresenta sintomas no início. Porém, em estágio avançado, podem surgir alterações visuais súbitas e indolores. Para não alcançar este estágio, é importante que os portadores de diabetes visitem um médico oftalmologista para realizar o mapeamento da retina, além de consultar o endocrinologista para controle do diabetes.

Tratamentos

Os tratamentos são indicados de acordo com cada estágio. Para controle da doença sistêmica de base, o diabetes, é importante adotar hábitos alimentares saudáveis, atividades físicas e medicações especificas para controle da glicemia, enquanto para tratar a retinopatia diabética as terapias podem variar desde medicamentos administrados diretamente dentro do olho (injeções intravítreas de dexametasona – já presente no rol da ANS para cobertura dos planos de saúde – ou anti-VEGF), fotocoagulação a laser e cirurgia ocular.

Atualmente, a medicina tem evoluído também no desenvolvimento de medicações inovadoras que combinam mais de um princípio ativo em um único colírio, facilitando a aderência do paciente ao tratamento.

Para Caixeta, datas temáticas, como o Abril Marrom, são importantes para conscientizar a população sobre os cuidados necessários com os olhos e os perigos das doenças a que eles estão suscetíveis, e com isso gerar mudanças de hábitos.

“Ninguém deseja ter problemas de visão, porque isso compromete muito a qualidade de vida do paciente, mas infelizmente é comum acharmos que não acontecerá conosco. O fato é que muitas destas doenças têm tratamento, portanto exames oftalmológicos e aderência do paciente são fundamentais.”

Fonte: Cristiano Caixeta Umbelino tem Mestrado em Medicina – Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Especialista em Oftalmologia pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia em 2002. Vice-presidente do Centro de Estudos Jacques Tupinambá ligado ao Departamento de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo de gestões 2012 – 2014 e 2014-2016. Atualmente, ocupa o cargo de chefe da seção de glaucoma – Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, diretor Sociedade Brasileira de Glaucoma, Secretário-Geral Conselho Brasileiro de Oftalmologia

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Mutirão de cirurgias de catarata e hérnia em São Paulo e Campinas

Nos meses de fevereiro e março a clínica de especialidades cirúrgicas Doutor Opera vai promover um mutirão para a realização de cirurgias de catarata e de hérnia, em São Paulo e em Campinas. Enquanto essas cirurgias custam cerca de R$ 10 mil na rede privada e pelo SUS é preciso aguardar até 10 anos para ser atendido, segundo estudo do CFM, os pacientes da Doutor Opera encontram atendimento rápido e sem burocracia e pagam, em média, R$ 3 mil. As cirurgias serão realizadas no Hospital Adventista de São Paulo e a expectativa é atender 200 pacientes.

Considerada um empreendimento social, a Doutor Opera tem como objetivo promover o acesso à saúde oferecendo estrutura hospitalar confortável e segura e profissionais de qualidade, sem nenhuma burocracia ou filas. Para realizar uma cirurgia através da clínica basta preencher um formulário no site ou entrar em contato com a central de agendamento pelo 0800 880 1871 ou por WhatsApp. Em seguida é agendada consulta com o médico especialista, solicitados exames e a cirurgia é marcada. Tudo resolvido em no máximo 15 dias.

“Milhares de pessoas não podem pagar por planos de saúde e a rede pública não consegue atender a demanda de pacientes e, apesar das cirurgias não serem consideradas urgentes, muitos casos se agravam devido a longa espera pela cirurgia. A Doutor Opera, com atuação nacional, chega para suprir essa necessidade. Nossa proposta é oferecer uma nova opção em realizar cirurgias eletivas para pessoas que aguardam atendimento pelo SUS, particular ou dos convênios, oferecendo estrutura hospitalar confortável e segura, profissionais de qualidade e custo acessível”, explica o cirurgião Marcelo Assis, coordenador médico da clínica.

Os pacotes cirúrgicos com redução de até 70% do valor de mercado só é possível graças ao sistema “Medical Lean”, desenvolvido pelos executivos da Doutor Opera. Trata-se de um sistema de eficiência de gestão administrativa, financeira e técnica aliado a parcerias com hospitais e médicos, otimizando espaços, reduzindo custos e ocupando tempo ociosos nos centros cirúrgicos.

Público-alvo

Mais de 900 mil pacientes esperam cerca de dez anos para realizar cirurgias eletivas pelo SUS, segundo levantamento feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em 2017. Esses pacientes junto aos mais de 3 milhões de pessoas que perderam convênio médico nos últimos quatro anos, é o público que a Doutor Opera, primeira clínica de especialidades cirúrgicas do Brasil espera atender.

Cirurgias eletivas ambulatoriais

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A clínica Doutor Opera oferece cirurgias de catarata, herniorrafias em geral, colecistectomia (vesícula), cirurgia de varizes, vasectomia, laqueadura e muitas outras das áreas de oftalmologia, cirurgia geral, urologia, ginecologia, cirurgia vascular, dermatologia, otorrinolaringologia, ortopedia e otorrinolaringologia. Um dos diferenciais do projeto é que ele também oferece suporte ao paciente desde o encaminhamento à avaliação médica, passando por exames, internação e pós-operatório, além do acesso ao suporte médico para os seus pacientes on line 24 horas por dia.

Possui unidades em funcionamento em Campinas e em São Paulo, parceria com 18 hospitais, 44 médicos e 70 profissionais envolvidos, call center e estrutura administrativa especializada.

Informações: Doutor Opera

 

Proteção solar da cabeça aos pés: cuidados básicos para o corpo no verão

Da pele aos olhos, saiba quais são os pontos de atenção quando o assunto é proteção solar na estação mais ensolarada do ano

Com a chegada do verão, a preocupação com a exposição ao sol é maior. As pessoas agendam consultas com dermatologistas e adicionam um item no nécessaire: o protetor solar. Porém, não é apenas nessa estação que o sol é perigoso para a saúde. Durante todo o ano, as pessoas ficam expostas aos raios ultravioleta, que podem causar problemas em várias regiões do corpo.

A pele costuma ser a primeira parte a ser protegida e muitas pessoas se esquecem dos cuidados com os olhos. Só a catarata, um dos problemas provocados pelo sol, é responsável por cerca de 47,8% dos casos de cegueira no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Por isso, confira dicas para ter uma proteção completa para o verão.

Nos meses mais ensolarados e quentes, é comum passar mais tempo ao ar livre. Fazer isso sem proteção contra raios UV, mesmo que durante pouco tempo, é um risco à saúde. Ao atingir a pele, a radiação é absorvida pelo corpo, inclusive pelo DNA, o que pode levar a reações desordenadas das células – podendo provocar o câncer de pele. A maneira mais eficaz de proteger a pele é usando os protetores solares.

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O ideal é escolher um para o corpo e outro para o rosto, sempre com a ajuda do dermatologista, que pode indicar os produtos mais adequados para cada pele. Durante os dias de clima fresco, as roupas complementam a proteção, criando uma barreira física contra os raios. Vale lembrar que horários no início da manhã e fim da tarde são os melhores para aproveitar o sol.

Outra parte do corpo que precisa de cuidados durante todas as estações, especialmente no verão, são os olhos. O primeiro passo para a proteção ocular contra os raios UV é o uso de óculos de sol. Além do benefício para a saúde, o acessório pode dar um ar moderno e sofisticado para qualquer look. No momento da compra, é importante procurar óticas de confiança e estar atento ao comprovante de que as lentes dos óculos têm a proteção necessária.

Mas, para as pessoas que precisam de correção visual, os óculos de sol podem ser um desafio, porque não é possível usá-lo com os óculos de grau. Apesar de existir a opção de comprar o acessório com lentes escuras ajustadas à receita, por demandar mais tempo, planejamento e investimento, a maioria das pessoas acaba não usando óculos de sol ou decide abandonar a armação de grau nos momentos de exposição ao sol, abrindo mão de uma visão nítida.

Os óculos de sol de armação pequena, que estão em alta nesse verão, podem ser prejudiciais aos olhos porque os deixam expostos. Essas escolhas atrapalham o verão, pois as pessoas ficam desprotegidas ou sem enxergar corretamente.

Thais Packer, oftalmologista da Johnson & Johnson Vision, indica que as lentes de contato são ótima escolha para dias ensolarados: “como as lentes não precisam de armação, elas garantem liberdade de movimento e visão perfeita para aproveitar o dia e praticar esportes. Muitos pacientes não sabem, mas todas as lentes de contato da marca Acuvue apresentam proteção contra raios ultravioletas”.

A especialista explica que as lentes são uma proteção bônus para os olhos, garantindo que os raios que passam pelas frestas dos óculos de sol não agridam a córnea.

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Quando o assunto é proteção solar nos olhos, os jovens são a faixa etária de maior risco. Há maior possibilidade de exposição da retina aos raios UV antes dos 25 anos de idade, porque o cristalino da retina permite maior passagem dessa radiação. Por isso, é fundamental que eles façam o acompanhamento com o oftalmologista e aprendam, desde pequenos, a cuidar dos olhos.

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Foto: J. Durham/MorgueFile

Assim,  Thais recomenda o uso de óculos de sol para todas as pessoas, principalmente essa faixa etária. A especialista também reforça que as lentes de contato podem ser usadas por crianças e adolescentes desde que seja de forma segura e responsável, com acompanhamento dos médicos e pais.

Além dos olhos e da pele, outras regiões do corpo podem ficar esquecidas. Antes de ir à praia e passar o dia todo tomando sol, também é importante passar protetor solar nas mãos, que são a parte mais exposta ao sol – inclusive em dias nublados. Os lábios, que têm uma pele sensível e mais fina, merecem cuidados. Alguns hidratantes e bálsamos possuem versões com filtro solar, mantendo a pele protegida e macia o ano todo.

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Os cabelos e o couro cabeludo são áreas que precisam de atenção, já que o sol incide diretamente neles e com grande intensidade no horário de pico de radiação UV. Para eles, é recomendado aplicação de óleos e séruns com proteção contra o sol e o calor, além de reforçar esse cuidado com o uso de chapéus e bonés.

Fonte: Johnson & Johnson Vision

 

Centro Comercial Aricanduva promove a 17ª edição do Mutirão da Catarata

Exames pré-operatórios e o agendamento de cirurgias são serviços oferecidos gratuitamente aos participantes do evento social

Além de gerar empregos e oferecer produtos e serviços, o Centro Comercial Aricanduva contribui ativamente para o desenvolvimento social da população da Zona Leste e adjacências. Dentre as iniciativas, se destaca o Mutirão da Catarata, maior ação de saúde ocular da região, que chega à 17ª edição neste ano. Aberto ao público, o evento acontecerá em 16 de setembro, no estacionamento do Shopping Interlar Aricanduva, a partir das 8 horas.

A ação possibilita o agendamento de cirurgias e exames pré-operatórios para pessoas acima de 50 anos, com baixa visão e, preferencialmente, com laudo médico positivo à catarata. A iniciativa conta com 600 voluntários, entre estudantes da área da saúde, médicos e enfermeiros, além de infraestrutra adequada, com cadeiras de rodas, banheiros químicos e lanches.

As inscrições podem ser realizadas até 6 de setembro na Alameda São Miguel, loja arco 427 (no corredor da Riachuelo), de segunda a sábado, das 10 às 22 horas. Para os interessados, é necessário comparecer no local munido de documento de identidade e comprovante de residência. As informações pessoais do acompanhante também deverão ser informadas no ato da inscrição.

Para garantir a eficiência no atendimento e o máximo de organização, o participante será notificado dias antes da cirurgia, com uma ligação de confirmação. Por conta da importância da ação para a região Leste de São Paulo, que possui mais de 7 milhões de moradores, o evento já foi premiado pela Fundação Getúlio Vargas e pela Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce) como melhor ação social em shopping center do Brasil.

Atualmente, a catarata afeta cerca de 46 milhões de pessoas e, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é a maior causa de cegueira reversível do mundo. A doença pode ser congênita ou adquirida e o único tratamento efetivo é a intervenção cirúrgica. O processo de perda de visão pode demorar anos ou meses, em um ou dois olhos. Diante deste cenário, o Centro Comercial Aricanduva reconhece a importância de atender às necessidades patológicas da população, em especial, de pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Entusiasmado com o evento, que acontece há quase duas décadas, Marcos Sérgio de Oliveira Novaes, Superintendente do Centro Comercial Aricanduva, ressalta a importância do projeto: “O Mutirão da Catarata favorece o bem-estar e favorece a saúde de pessoas, que sofrem de uma doença silenciosa, como é o caso da catarata. Além disso, ajuda a identificar outras patologias, como glaucomas, retinopatias e oclusões arteriais”.

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Centro Comercial Aricanduva – Mutirão da Catarata
Endereço: Avenida Aricanduva, 5555 – Vila Matilde. (Shopping Interlar Aricanduva)
Data: em 16 de setembro.
Horário: a partir das 8h.
Estacionamento Gratuito.

 

Saiba como evitar doenças que afetam os olhos dos pets

Além da conjuntivite comum na época de tempo seco, veterinária da Petz explica sobre a importância do diagnóstico precoce para problemas como glaucoma e catarata, que podem cegar

Tropeçar e bater em objetos, olhos vermelhos e lacrimejantes, aumento de secreção, piscar compulsivamente e dores na região ocular são sinais de que alguma coisa não está bem com os pets. A veterinária Natalie Rodrigues, especialista em oftalmologia da Petz, explica que além da conjuntivite, comum nesta época de tempo seco, doenças graves como o glaucoma e catarata também afetam os pets. Por isso, a consulta veterinária todos os anos é essencial para a prevenção e o diagnóstico precoce.

“O glaucoma é a doença mais séria, porque normalmente o dono só consegue perceber quando o pet já está cego. Na maioria das vezes é uma doença dolorida na sua fase aguda e precisa ser diagnosticada e medicada o quanto antes. A catarata também pode cegar, porém na maioria das vezes, é resolvida com a cirurgia e o animal pode recuperar totalmente a visão. O quanto antes diagnosticada, melhor o sucesso da cirurgia”, afirma Natalie.

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Para o diagnóstico de uma doença ocular, o veterinário oftalmologista precisa examinar e fazer todos os testes: teste de fluoresceína, teste de schirmer, fundo do olho, pressão ocular. Os tratamentos são vários, depende do problema que o pet apresenta. Muitas doenças são tratadas com antibióticos, lágrimas artificiais, outras com procedimentos cirúrgicos.

Entre as raças mais propícias a terem problemas estão as braquicefálicas, de focinho achatado, como pug, shih tzu e buldogues, por apresentarem o bulbo ocular maior e a órbita mais rasa.

Prevenção

Além da visita ao veterinário oftalmologista duas vezes ao ano, Natalie orienta o uso de xampu específico só na cabeça, para não arder os olhos. E quando for passear de carro, não deixar que o pet fique com a cabeça para fora da janela, assim evita um ressecamento da córnea e as úlceras. Manter os pelos ao redor dos olhos limpos e curtos, ou se forem longos, manter de forma que não entrem dentro dos olhos.

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Outra dica é acostumar desde cedo a limpeza dos olhos com gaze e água filtrada ou soro fisiológico. Assim, caso um dia precise usar colírio ou pomada, o pet já está adaptado com a manipulação nessa região.

As doenças oculares nos pets

1 – Úlceras de córnea são feridas que ocorrem por trauma, bactérias e fungos.

2 – Ceratoconjuntivite seca (CCS) é uma doença ocular comum em cães, caracterizada pela deficiência da parte aquosa do filme lacrimal, na qual resulta em ressecamento, inflamação da conjuntiva e até pigmentação da córnea.

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3 – Distiquíase são cílios que nascem em lugar que não deveriam existir (rima palpebral) e podem ficar em contato com a córnea.

4 – Entrópio – inversão das pálpebras, que ficam em contato com a córnea, podendo causar úlceras.

5 – Glaucoma é uma neuropatia óptica que pode ocorrer o aumento da pressão intraocular.

6 – Catarata é a opacidade do cristalino, ou seja, da lente do olho que pode comprometer a visão.

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Foto: Warren Photographic

7 – Conjuntivite – com o tempo seco, os olhos dos pets podem ficar mais vermelhos, lacrimejar e coçar. Isso pode fazer com que eles tentem aliviar a coceira com as patinhas, provocando lesões ou até levar bactérias para os olhos, causando a infecção chamada de conjuntivite.

Fonte: Petz

Qual a pior coisa que poderia acontecer? Pessoas responderam “ficar cego”

Um ensaio publicado no The New York Times, em novembro de 2016, por Edward Hoagland, escritor, romancista, 84 anos, amante da natureza e de viagens, vem causando repercussão, pois expressou temores comuns sobre os efeitos da perda de visão sobre a qualidade de vida.

Hoagland, que ficou cego há cerca de quatro anos, projetou uma profunda tristeza ao descrever os desafios que ele enfrenta ao derramar café, para chegar ao banheiro, localizar um número de telefone, encontrar a comida no prato e saber com quem ele está falando, isso para não falar das compras e viagens, quando ele, muitas vezes, tem que depender da bondade de estranhos. E, naturalmente, ele lamenta profundamente não poder admirar a natureza, que inspirou a sua escrita, embora ele ainda possa ouvir os pássaros nas árvores, as folhas se mexendo com o vento e as ondas quebrando na praia.

Hoagland não está sozinho em sua angústia. De acordo com a Action for Blind People, uma ONG britânica, aqueles que perderam alguma ou toda a visão “lutam com uma gama de emoções: choque, raiva, tristeza, frustração e depressão”.

“Quando a visão falha, algumas pessoas se tornam socialmente desengajadas, o que leva ao isolamento e à solidão. A ansiedade sobre uma série de questões – quedas, erros de medicação, perda de emprego, erros sociais – é comum”, afirma o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

Enfrentando a cegueira

Um estudo recente de pesquisadores do Wilmer Eye Institute, da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins, descobriu que a maioria dos americanos considera a perda de visão a pior doença que pode acontecer a eles, superando condições como perda de membros, memória, audição ou fala, ou ainda descobrir que tem HIV / AIDS. “De fato, a baixa visão fica atrás da artrite e das doenças cardíacas como a terceira causa crônica mais comum de deficiência em pessoas com mais de 70 anos”, diz Virgílio Centurion.

Cerca de 23,7 milhões de adultos americanos relataram em 2015 que eram incapazes de ver ou tinham dificuldade em ver mesmo com lentes corretivas. Este número pode dobrar até 2050 com base no envelhecimento da população e no aumento da prevalência de doenças que podem causar perda de visão. No entanto, o estudo do Wilmer Eye Institute, com 2.044 adultos, descobriu que muitos americanos não têm conhecimento das doenças e dos fatores que podem colocar sua visão em risco e quais as medidas que podem tomar para reduzir seu risco.

A mensagem mais valiosa advinda do estudo sobre a perda de visão é a importância de fazer um exame completo do olho pelo menos uma vez, a cada dois anos, se não anualmente. Muitas condições de perda de visão podem ser efetivamente tratadas se detectadas precocemente, em muitos casos limitando ou eliminando os danos à visão.

Conhecer as doenças oculares

Quatro doenças oculares – degeneração macular relacionada à idade, retinopatia diabética, glaucoma e catarata – são responsáveis ​​pela maioria dos casos de cegueira de adultos e de baixa visão entre pessoas nos países desenvolvidos. Ao contrário de muitas outras doenças associadas com o envelhecimento, elas não causam dor e, muitas vezes, não apresentam sintomas iniciais e, portanto, não fazem o paciente automaticamente procurar cuidados médicos. Mas um exame completo, feito por um oftalmologista, pode detectá-las em seus estágios iniciais, iniciar um tratamento que possa retardar ou interromper sua progressão ou, no caso de catarata, restaurar a visão normal.

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Catarata

“As cataratas são a causa mais comum de perda de visão entre as pessoas com mais de 40 anos. Elas formam uma nuvem gradual no cristalino, um tecido normalmente transparente atrás da íris e da pupila que ajuda a focar imagens na retina. Conforme as cataratas progridem, torna-se cada vez mais difícil ver claramente, prejudicando a capacidade de ler, dirigir ou reconhecer rostos”, afirma Virgílio Centurion, autor do livro Cirurgia de Catarata com Femtosegundo, CICAFE, pela editora Cultura Médica.

Prevenir ou retardar o desenvolvimento da catarata envolve proteger os olhos de danos causados ​​pelo sol, não fumar, consumir uma dieta rica em vegetais e frutas e, se o paciente tiver diabetes, manter o açúcar no sangue sob controle.

No passado, os oftalmologistas geralmente aconselhavam os pacientes com catarata a esperar até que a catarata estivesse avançada ou “madura”, antes de removê-la cirurgicamente. Isso não é mais o caso hoje. A cirurgia de catarata agora é feita quando a condição começa a afetar a qualidade de vida de uma pessoa ou interfere na sua capacidade de realizar atividades normais.

“A cirurgia é quase sempre realizada sob anestesia local em regime ambulatorial. Se ambos os olhos têm catarata, como é geralmente o caso, o segundo olho é tipicamente tratado algumas semanas após o primeiro para evitar o risco raro de uma infecção pós-operatória em ambos os olhos. A operação envolve a remoção da lente nublada e, na maioria dos casos, a substituição por uma lente artificial clara que, muitas vezes, dá ao paciente uma visão melhor do que a que ele tinha, mesmo antes de desenvolver catarata”, conta Centurion.

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Degeneração macular

“A degeneração macular, uma das principais causas de perda de visão entre os americanos de 60 anos ou mais, envolve uma perda irreversível de células retinianas que rouba a visão central necessária para ler, assistir a um programa de TV ou identificar um rosto ou objeto à sua frente. Existem dois tipos, seca e úmida. No tipo seco, as células sensíveis à luz na mácula, uma estrutura próxima ao centro da retina, gradualmente se danificam. No tipo úmido, vasos sanguíneos anormais crescem sob a mácula”, afirma o oftalmologista Juan Caballero, que também integra o corpo clínico do IMO.

Para diminuir o risco de degeneração macular ou retardar sua progressão é recomendável não fumar, comer muitos vegetais verdes folhosos escuros, usar óculos escuros para bloquear a luz ultravioleta e tomar um ou mais suplementos formulados para apoiar a saúde macular. “Existem também tratamentos específicos para a doença em sua forma úmida, incluindo cirurgia a laser, terapia fotodinâmica e fármacos que são injetados no olho para retardar o crescimento de vasos sanguíneos anormais”, diz Juan Caballero.

Retinopatia diabética

“A retinopatia diabética, causa da maioria dos casos de cegueira em adultos americanos, também afeta a retina sensível à luz, prejudicando a visão de mais da metade das pessoas com diabetes com 18 anos ou mais. A prevenção mais eficaz é manter um nível normal de glicose no sangue através de medicação e um equilíbrio adequado de dieta e exercícios. A glicose no sangue deve ser monitorada rotineiramente, a pressão arterial elevada efetivamente tratada e o tabagismo evitado completamente”, destaca Caballero.

Glaucoma

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Cena do Filme Ray, sobre o músico Ray Charles, que teve glaucoma

“O glaucoma, outra causa principal de cegueira, envolve um aumento na pressão do fluido dentro do olho que danifica o nervo óptico. Afeta mais de quatro milhões de americanos, cerca de metade dos quais não sabem que têm a doença, e é especialmente comum entre negros e hispânicos. Pode ser detectado com um exame oftalmológico abrangente, que deve ser feito anualmente por negros e aqueles com uma história familiar da doença. Embora o glaucoma não seja curável, o tratamento para reduzir a pressão no olho é feito com colírios, e, em alguns casos, medicamentos ou cirurgia podem controlar a condição”, afirma a especialista em glaucoma do IMO, a oftalmologista Márcia Lucia Marques.

Fonte: IMO