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Como sua coluna pode “sobreviver” à era dos smartphones? Gislaine Milena Marton*

O smartphone faz parte do cotidiano das pessoas de praticamente todas as idades. E, na mesma proporção que são úteis para a vida, esses aparelhos podem prejudicar a postura. Há, inclusive, em trâmite no Senado Federal, um projeto de lei (PLS 55/2018) que obriga fabricantes de equipamentos eletrônicos a avisarem seus consumidores sobre os efeitos nocivos que o uso contínuo de celulares pode ter na coluna cervical.

jovem mulher usando celular pexels

A proposta já foi aprovada pela Comissão de Fiscalização e Controle (CTFC), agora será analisada pelo Plenário do Senado e, se aprovada, segue para a Câmara dos Deputados.

Achou exagero? Saiba que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 37% dos brasileiros convivem com dores ou danos na coluna cervical devido à má postura ao manusear aparelhos como smartphones, tablets e laptops.

Mas se não há como viver sem esses aparelhos tão úteis, é imprescindível ajustar essa convivência entre a tecnologia e a saúde da coluna. Para começar, sempre que for olhar o Instagram, Facebook ou enviar mensagem no WhatsApp mantenha o pescoço reto, apoie os cotovelos no tronco e flexione os braços de maneira que o celular fique na altura dos olhos. Se estiver sentado, a dica é colocar um travesseiro ou outro objeto em cima as pernas, como se fosse uma mesinha, para apoiar os cotovelos, ou apoiá-los diretamente em uma mesa mesmo.

Com essa simples reeducação postural, é possível aliviar a carga sobre os ombros, evitando que o peso da cabeça, que tem por volta de 6 kg, fique inclinada para frente, prejudicando toda a coluna e causando dores no pescoço, de cabeça, na cervical e nas costas. Esse hábito ruim ainda pode desencadear quadros de protusões discais, hérnias de disco, hipercifose (a famosa “corcunda’’), escoliose (quando a coluna forma um “S”), além de parestesias (“formigamentos”) nos braços e contrataturas musculares.

Por isso, é importante que se tenha um cuidado especial também com crianças e adolescentes nesse quesito. O fato de ficar “curvado” para lidar com o celular prejudica, e muito, a postura e o alinhamento da coluna da criança e do adolescente. Como eles estão em fase de crescimento, o momento é o ideal para corrigir esses erros posturais e afastar de uma vez os riscos de doenças da coluna mais graves que possam surgir. Por isso, pais, mães e responsáveis, fiquem atentos. A prevenção é o melhor remédio!

mulher celular cama

E, seja para adultos, pessoas mais jovens e crianças, o método da Reeducação Postural Global (RPG) é muito indicado e é ideal para prevenir alterações e possíveis deformidades decorrentes da má postura. Mas, é importante sempre lembrar de que alongamento e fortalecimento são os melhores amigos de uma coluna saudável, porque esses exercícios mantém a flexibilidade e amplitude dos movimentos e fortalecem a musculatura e as estruturas do pescoço, colaborando com uma boa postura. Por isso, é sempre importante investir em atividades que proporcionem tais resultados.

Então, de hoje em diante, sempre que for curtir uma foto nas redes sociais, pense: postura correta! Sua coluna agradecerá.

*Gislaine Milena Marton é fisioterapeuta e proprietária da clínica Quality Fisio & Pilates

Estudo relaciona uso do celular com dor nas mãos; massageador alivia sintoma

Segundo estudo conduzido por Universidade na Suécia, o polegar é uma das regiões mais sensíveis. O dispositivo home device iPalm massageia as mãos, além de proporcionar sensação de bem-estar e alívio das dores

Atualmente, é cada vez mais fácil observar pessoas que não largam o celular por nada e passam o dia todo digitando e enviando mensagens. No entanto, isso pode trazer problemas, segundo estudo de 2018 conduzido pela Universidade de Gothenburg, na Suécia.

mulher celular cama

De acordo com a publicação, os movimentos altamente repetitivos têm sido identificados como um potencial fator de risco para distúrbios musculoesqueléticos relacionados ao uso de telefones celulares, sendo que o polegar é o que mais sofre.

Uma das formas de diminuir o impacto do problema é por meio de massageadores, como iPalm, da Basall. O aparelho portátil alivia a tensão e recupera as energias com uma massagem por pressão de ar (bolsas pneumáticas) e compressa quente, trazendo uma sensação de relaxamento e conforto.

Prático, iPalm possibilita programar o tempo de massageamento, ajustar os níveis de compressão e a temperatura. O aparelho ainda conta com um botão para descarga de pressão. Indicado para quem trabalha com computadores, teclados e mouses por muito tempo; heavy-users de smartphones; artistas que usam os dedos com frequência; pessoas que têm enrijecimento de dedos e em pontos da palma das mãos. Auxilia como complemento de terapias SPA das mãos.

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Com apenas 1.129 gramas, o dispositivo segue o conceito de home device (equipamentos que podem ser usados em casa e qualquer lugar).

Informações: Basall

Meu filho não sai do celular, o que fazer? Especialista responde

Em 2018, o canal da Galinha Pintadinha ultrapassou em visualizações até mesmo grandes nomes da música mundial como Rihanna e Justin Bieber, ficando no ranking entre os mais populares do YouTube, e isto não foi à toa.

Uma pesquisa divulgada em setembro de 2018 pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil mostrou que 85% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos são usuárias de internet, o equivalente a 24,7 milhões que estão nesta faixa etária em todo o País. Se em 2012, 21% das crianças acessaram a rede por meio do celular, em 2018 são 93%. O aumento impressionante do acesso tem preocupado cada vez mais os pais e profissionais que lidam com os pequenos e coloca em questão o possível vício infantil em celulares. O que fazer?

criancas celulares

A neuropsicóloga Roselene Espírito Santo Wagner é uma das especialistas que tem estudado esta guinada no comportamento infantojuvenil: “Precisamos considerar que a tecnologia já está incorporada à vida. O celular hoje é mais que uma ferramenta, tornou-se uma dimensão humana muito frequentada. O smartphone hoje é mais que televisão, é biblioteca, jornal, cinema, playlist, dicionário. Estamos reféns dele. No entanto, embora seja inevitável a presença e o uso do celular no cotidiano, é necessário explicar e fazer a criança entender que a tecnologia é um meio para um fim, e não o contrário”.

Transações bancárias, notícias, imagens, e até consultas médicas. Tudo está ali na palma da mão. Basta um toque. Não temos mais como desconectar. Mas até onde isto é saudável para a criança e o adolescente? Roselene responde: “Todos nós devemos aprender a usar a tecnologia com parcimônia. Isto é, encarar como uma ferramenta de resolução de problemas de ordem prática, rápida e superficial. Esta ferramenta tecnológica pode ser usada inclusive com fins recreativos, porém, nós não devemos usá-la abusivamente, para não virarmos dependentes. A dependência é uma ‘doença comportamental’ em todos os seus aspectos, logo retirando o comportamento, retiramos também a doença. Mas a facilidade de se adquirir o hábito e transforma-lo em vício não condiz com a dificuldade de sair desta armadilha”.

Roselene traz algumas dicas para retirar as crianças do celular e evitar o vício dos pequenos. Confira:

Ensinar a criança a lidar com o tédio

idoso e criança

É necessário, em primeiro lugar, ensinar a criança a lidar com o tédio, para que comece a entender e trabalhar algo que acontecerá na vida, que é a frustração. Aprender a lidar com frustrações é pedagógico e terapêutico. Nosso cérebro se desenvolve de trás para frente. Portanto, não tenha medo de conversar e explicar as formas de lidar com a rotina e disciplina dentro dos sistemas familiares.

A área de Wernicke responsável pela compreensão, interpretação da fala, fica pronta antes da área de Broca, responsável pela emissão da fala. As crianças mesmo não falando tudo corretamente, compreendem o que lhes é explicado (de forma simples). Explique, converse e estabeleça limites.

Dar limites é dar amor

menino criança

Crianças precisam compreender o funcionamento do mundo. Cabe aos adultos, pais, cuidadores, explicar. Observar a natureza de seu filho, as inclinações naturais, os gostos, as habilidades, a estrutura do corpo para perceber onde ele “caberia melhor”. No âmbito de uma atividade física, isso significa dizer que o corpo já vem “talhado” com características que facilitariam uma atividade. Identificar no seu filho para quais atividades ele tem predisposição, gosto ou aptidão pode ajudar muito a produzir uma rotina na qual ele possa se adequar. E ter prazer nessa atividade.

Ensinar que um bom dia começa com a organização do seu espaço, o quarto em que dorme, produzir uma convivência de união familiar, onde todos os sistemas (conjugal, parental etc.) devem ser vistos como uma “equipe”. E nela, cada um pode colaborar com uma tarefa, como colocar a mesa, retirar as louças, levar o lixo. Tudo isto tem a ver com limites e educação.

Dê atividades para o seu filho

menina com gato e cachorro

Crianças gostam de ar livre. Leve seu filho para praticar atividades como pedalar, passear, caminhar. Vá à praia, à piscina. Ter lazer, atividades intelectuais, responsabilidades e até mesmo bom sono.

Crianças gostam de estar com outras crianças, em acampamentos, noite do pijama, sessão de cinema, piquenique.

Crianças amam animais. Visitar o zoológico, dar de presente um animal de estimação que ele possa “cuidar”, dentro de suas possibilidades iniciais. Conforme vai crescendo, vai se apropriando e tomando mais responsabilidades sobre este “ser vivo” que exige cuidados e carinho.

Todas essas atividades irão retirando o “tempo de uso” do smartphone. Claro que a retirada total é quase que impossível, pois há uma “necessidade ” do uso da tecnologia, inclusive por ser uma forma rápida, prática de “estudar”, fazer trabalho de aula e afins.

Qual a melhor forma de prevenção do vício em celular?

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Foto: Ben Kerckx / Pixabay

A Dependência Digital é de difícil tratamento, mas a melhor prevenção é a psicoeducação, no sentido de desenvolver uma rotina saudável desde crianças, pois os “nativos digitais”, nascidos na era “virtual” são mais propensos a tornarem-se “adictos virtuais”.

Então ainda que as crianças não sejam capazes de emitir e falar todas as palavras de forma correta, estão aptas a compreender quase tudo. Por isso, é preciso acompanhá-las em todas as fases de desenvolvimento. Ensinando, preparando, guiando e amando.

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Fonte: Roselene Espírito Santo Wagner é psicóloga clínica, psicanalista, neuropsicóloga, psicóloga bariátrica, terapeuta de casal e família com especialização em Psicologia na Dimensão do Envelhecimento.

“Dermatite do celular” pode causar irritação e vermelhidão na pele

Alergias acontecem por meio do contato com o níquel e cromo, dois componentes presentes em quase todo o celular

Passamos muito tempo de nossas vidas conectados a smartphones, de forma que substituímos o livro físico, a agenda de contatos, a câmera fotográfica e até mesmo a comunicação com as pessoas, pelos celulares. Toda essa exposição e uso excessivo dos dispositivos móveis tem aumentado a frequência de alguns problemas de pele, como rugas no pescoço (pela posição de olhar o celular), acne (pelo dispositivo carregar um alto número de bactérias e sujidades), manchas (pelo estímulo da produção de melanina pela luz visível do dispositivo) e, também, as alergias.

“O cromo e o níquel são dois componentes presentes nos celulares que estão relacionados com o aumento do número de alergias na pele”, afirma a médica Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Segundo especialistas, essa reação alérgica já vem sendo chamada de “dermatite do celular”.

Segundo a Associação Britânica de Dermatologistas, a alergia a níquel afeta 30% da população no Reino Unido e figura entre as dermatites de contato mais comuns. “E pior que o níquel está em quase todo o celular: na bateria de lítio (que traz níquel na composição) até o fio de ligação de cada chip (que é revestido com ele), passando pelo microfone, eletrônica e revestimentos decorativos”, afirma a médica.

O contato prolongado com esses componentes é o que pode trazer alergia, com sintomas como irritações e vermelhidão na pele. “As regiões mais acometidas são: bochecha, orelha e nos dedos. Geralmente pacientes que usam o celular mais para ligações têm problema na face, enquanto os que usam mais para mensagens de texto ou aplicativos sofrem com a dermatite nos dedos”, afirma a médica.

Além do níquel, a dermatologista diz que outras substâncias, como a borracha e a pintura do celular, também estão envolvidas no processo alérgico, que pode provocar a irritação da pele. “Com toque contínuo, por horas e dias seguidos, esses componentes poderiam causar manchas vermelhas, placas na pele e coceira insistente”, diz.

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Para se proteger, a médica diz que é necessário usar case e película no celular para evitar o contato direto com a substância. “Além disso, é recomendável bom senso no uso do celular, pois quanto menor o tempo de exposição, melhor será para sua pele. E, claro, percebendo qualquer alteração na pele, é necessário procurar um dermatologista para a indicação do melhor tratamento”, afirma a médica.

O tratamento pode ser feito por meio de cremes tópicos para alívio da vermelhidão e coceira. “Em casos mais graves, o médico pode avaliar e prescrever medicamentos orais para combater a inflamação ou aliviar a coceira, que pode ser intensa”, finaliza a dermatologista.

Fonte: Paola Pomerantzeff é dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), tem mais de 10 anos de atuação em Dermatologia Clínica. Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina Santo Amaro, a médica é especialista em Dermatologia pela Associação Médica Brasileira e pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, e participa periodicamente de Congressos, Jornadas e Simpósios nacionais e internacionais.

60% dos adolescentes ficam com celular ao alcance das mãos ao menos 12 horas por dia

Dados são da pesquisa on-line Phone Life Balance, realizada pela Motorola, que aponta ainda que a situação se intensifica durante as férias

“Quantas horas por dia o celular está ao alcance das suas mãos?” Essa foi a pergunta feita no questionário on-line Phone Life Balance, realizado globalmente pela Motorola em 2018 e que, no Brasil, contou com a participação de mais de 65 mil adolescentes. As respostas dos jovens, cujas idades variam entre 10 e 19 anos, refletem a importância do telefone celular na vida deles.

aula adolescente celular professor pixabay
Pixabay

Seis em cada dez adolescentes têm o celular ao alcance das mãos 12 horas por dia. Em outras palavras, 60% dos jovens. A relevância do celular na vida cotidiana dos jovens fica ainda mais clara quando se analisam os dois extremos da tabela: somente 1% disse ter o celular ao seu alcance por uma hora ou menos. Já no outro extremo, 30% afirmaram ter o celular ao seu lado durante as 24 horas do dia, ou seja, o deixam próximo até enquanto dormem.

“Assim como a pesquisa realizada no Brasil, as internacionais também confirmam que os adolescentes mantêm o celular ligado 24 horas por dia. A pergunta da pesquisa da Motorola dá um passo a mais: o telefone não só está ativo, como também fica nas mãos deles praticamente o tempo todo. Não é que eles tenham acesso enquanto realizam outra atividade, a atividade é o próprio celular”, explica Roxana Morduchowicz, especialista em cultura juvenil, consultora da Unesco e autora do livro Ruídos na Web.

Por ser um dispositivo portátil, o celular faz com que sua tela seja a que mais acompanha os adolescentes durante o dia. Em todo o mundo, o celular é a tela principal (e em muitos casos, a única) na vida dos jovens. Eles realizam todas as suas atividades nela: falam com amigos, escutam música, buscam informações, jogam e realizam as tarefas escolares.

“A vida diária dos adolescentes do século XXI se define por sua relação com as telas. As tecnologias vêm transformando a maneira como eles aprendem, leem, se informam, se divertem, assistem a filmes, séries, escutam música e se relacionam com os amigos. Trata-se, sem dúvida, de transformações muito recentes e muito dinâmicas: há dez anos, nenhum adolescente acessava as redes sociais e, hoje, não existe nenhum fora delas. Em apenas uma década, as redes sociais se converteram na principal atividade dos jovens, quando navegam pela internet”, afirma Roxana.

garotas com celular na mao

Por isso, segundo a especialista, não é de surpreender que eles deixem o celular ligado as 24 horas do dia, ou que, como demonstra o estudo, esteja ao alcance de suas mãos durante metade do dia. Essa situação se intensifica quando chegam as férias. Durante o recesso escolar, os jovens têm mais tempo livre e, portanto, muito mais horas para passar navegando pela rede no smartphone.

Um bom ponto de partida para tentar resolver essa questão é entrar em um acordo com o jovem, quanto ao tempo de uso do dispositivo e as tarefas que ele deve realizar. Dessa maneira, pais e filhos podem decidir em quais momentos podem ficar livres das telas e quais outras atividades podem realizar, para que a tecnologia não ocupe a totalidade do tempo livre nas férias.

Ler um livro, compartilhar uma atividade em família, ir a uma praça, a um clube, ao cinema, ao museu ou à casa de um amigo podem ser momentos apropriados para ficar livre da tecnologia e deixar o celular em segundo plano.

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A respeito da relação dos mais velhos com os celulares dos filhos, é importante que os adultos estejam atentos à maneira que eles usam as tecnologias. Isso se reflete na necessidade dos pais de incorporar uma nova pergunta ao diálogo familiar: “O que você fez hoje na internet, quais páginas você conheceu, com quem se comunicou, houve algo de que você gostou ou não?” Essa é a melhor maneira de conhecer, saber e compartilhar o uso que os filhos fazem das tecnologias, conclui a consultora.

Fonte: Motorola

Smartphones e computadores aceleram envelhecimento da visão

Uso excessivo de aparelhos eletrônicos pode antecipar a chegada de doenças como miopia, vista cansada e olhos secos, afirma oftalmologista Mário Filippo

Problemas oculares relacionados à predisposição genética podem se manifestar em diferentes períodos da vida, independentemente da faixa etária do indivíduo. No entanto, ao se aproximar dos 40, é comum que algumas complicações surjam, devido ao envelhecimento natural da visão – enfraquecimento dos músculos dos olhos e perda de elasticidade.

De acordo com o oftalmologista Mário Filippo, da COI, entre os fatores que potencializam esses prejuízos e podem até mesmo antecipá-los estão: uso excessivo de aparelhos eletrônicos, dietas inadequadas e ausência de proteção contra o sol.

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Com o passar dos anos, a musculatura da visão perde sua tonicidade e a contração da lente natural dos olhos, o cristalino, começa a ser prejudicada. “Isso causa o que é popularmente conhecido como ‘síndrome do braço-curto’, ou seja, quando as pessoas têm de afastar os objetos para conseguir enxergá-los ou ler alguma coisa”, explica Filippo. Denominado presbiopia, esse fenômeno tem início, de maneira geral, a partir dos 40 anos de idade.

O uso constante de celulares e computadores, no entanto, pode antecipar a chegada desse tipo de problema. “Ao manter o foco em telas de aparelhos eletrônicos por longos períodos de tempo, os músculos oculares ficam muito tempo contraídos, e a recorrência desse hábito pode predispor à miopia em crianças e adolescentes”, diz o especialista.

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Não à toa, um estudo publicado pela Associação Americana de Oftalmologia (AAO) aponta que aproximadamente cinco bilhões de pessoas terão algum tipo de problema na visão até 2050 – o que equivalerá a metade da população mundial.

Além disso, ficar muito tempo vidrado nas telas faz com que se pisque menos e reduz a lubrificação, causando secura – ainda mais para quem trabalha com o ar-condicionado ligado o dia inteiro. A recomendação de Filippo é que, de hora em hora, o indivíduo desfoque dos gadgets e olhe em direção ao horizonte para relaxar a musculatura e crie o costume de hidratar mais os olhos, por meio do uso de colírios lubrificantes ou lágrimas artificiais.

Outros maus hábitos

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Má alimentação, diabetes, tabagismo e exposição ao sol sem proteção também podem causar o surgimento ou agravar quadros de doenças relacionadas à visão, sobretudo para quem já atingiu a marca dos 50 anos, como a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), que causa a perda progressiva da visão central e pode levar à cegueira.

Para se prevenir, é recomendável buscar uma dieta balanceada, evitar o tabagismo, utilizar óculos de sol e, uma vez que pertença à faixa etária de risco, ir ao oftalmologista ao menos uma vez por ano: “O quanto antes um problema de saúde é identificado, melhor será o prognóstico”, lembra Filippo.

Fonte: COI

Dicas de como evitar males causados pelo uso excessivo de smartphones às articulações

O uso do celular foi incorporado em nossa rotina diária, pois trata-se de uma forma de conexão mais ampla com o mundo. Se utilizarmos a linha do tempo, vamos entender que esta realidade é muito recente, não mais que 20 anos. Contudo atingiu de forma muito rápida todas as camadas sociais.

Segundo dados do IBGE de 2018, cerca de 138 milhões de pessoas fazem uso do celular somente no Brasil, sendo em sua maioria o público jovem entre 25 e 34 anos, com quase 90%). Já a população acima dos 60 anos atinge 60%. Ou seja, sofremos uma mudança de hábito de comunicação e informações muito intensa e rápida.

O uso do celular para leitura de informações, ou mesmo como forma de escrita, implica em duas situações agravantes. A primeira delas envolve o movimento da coluna cervical no sentido de inclinação para frente (flexão do pescoço), para a visualização da tela do celular. A segunda envolve a digitação de textos, o que implica no uso coordenado do polegar para acionar as letras na tela do celular.

Para o ortopedista e cirurgião das mãos do HCor, Marcelo Rosa de Rezende, está comprovado que os movimentos repetitivos utilizados para digitar mensagens no teclado dos smartphones podem provocar tendinite, bursite, rizartrose (atinge a articulação da base do polegar), entre outros tipos de lesões ou disfunções articulares que afetam não só as mãos, mas também os braços, ombros e até os músculos presentes nesta região do corpo.

“Isso ocorre porque grande parte dos usuários ainda costuma passar horas com estes aparelhos entre os dedos, sem se dar conta do desgaste físico que estão sofrendo. Contudo, há meios de lidar com a situação. Medidas como alongamentos e pausas em períodos longos de uso ajudam a prevenir o problema. Porém, o melhor ainda é recorrer ao celular apenas em casos de real necessidade e, principalmente, procurar manter a postura corporal correta ao utilizá-lo”, afirma Rezende.

Cuidado com a postura!

Em relação a coluna cervical observamos que a postura, em flexão da coluna cervical, leva a um desequilíbrio da musculatura estabilizadora da região, o que induz aos vícios posturais a longo prazo, bem como de quadros de cervicalgia (dor no pescoço, com eventual irradiação para região posterior das costas e ombro). “Já o movimento de digitação utilizando os polegares, leva a uma sobrecarga decorrente do uso repetitivo da musculatura do polegar, o que causa o surgimento das tendinites nessa região”, esclarece.

garota adolescente menina celular

Uso do celular entre os jovens: um estudo sueco avaliou jovens que usam o celular para a escrita de textos durante anotações em sala de aula, e constatou que as pessoas que desenvolveram o quadro doloroso mais importante foram aqueles que eram mais habilidosos e, portanto, mais rápidos para a escrita no celular. “Ou seja, a destreza pode ser considerada uma vantagem. No entanto acarreta a um potencial maior para o desenvolvimento de tendinites no entorno do polegar”, explica o ortopedista.

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Uso do celular entre os idosos: se considerarmos que as pessoas mais idosas usam o celular de uma forma crescente, devemos estar atento para um grande risco representado pela queda. “Com a idade perdemos muito de nossas funções fisiológicas como às relacionadas ao aparelho músculo esquelético, visual, além das funções proprioceptivas (equilíbrio das articulações). Portanto, com o avanço da idade estamos naturalmente mais sujeitos as quedas – que associado ao eventual uso de celulares pode ser um dado agravante no aumento do número de pacientes que caem, podendo levar a fraturas em especial no membro superior”, diz.

Rezende ensina que, quando for digitar, é importante manter a postura corporal correta. Para isso, é preciso alinhar os braços e procurar apoia-los em uma mesa: “Tente deixar o aparelho afastado de si. A tendência é que os braços fiquem melhor acomodados e você não precise flexionar tanto o pescoço para baixo, na hora de verificar a tela. Embora essa seja a maneira mais segura de digitar, ela não precisa ser adotada de maneira rígida. O que cada usuário precisa fazer é tentar encontrar uma forma de manter os braços bem apoiados, o celular afastado e o pescoço o mais reto possível, para diminuir o risco de problemas causados por esforço repetitivo”.

Evite a qualquer custo!

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Não é só escrevendo mensagens, sem as devidas precauções, que podemos colocar a saúde das nossas articulações em risco. Segundo Rezende, existem hábitos na hora de falar ao telefone que também podem fazer muito mal, e precisam ser evitados a qualquer custo. Um deles é o de segurar o celular entre um dos ombros e a cabeça, enquanto as mãos estão ocupadas.

“Por mais rápida que seja a conversa, o melhor é interromper o que está fazendo, desocupar as mãos e levar o aparelho ao ouvido usando uma delas. Isso evita que o contorcionismo necessário nesse tipo de manobra prejudique o pescoço, os ombros e o maxilar”, alerta. “Com estes cuidados, é possível utilizar os smartphones de maneira mais segura e saudável”, enfatiza o ortopedista do HCor.

Para orientar os usuários sobre como utilizar os seus smartphones de maneira mais anatômica e menos danosa às articulações, o Marcelo Rezende tem algumas dicas. “Dores e incômodos provocados pelo uso continuo de celulares podem ser evitados ou mesmo reduzidos por meio de medidas relativamente simples”, afirma:

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=Procure usar o celular para leitura, na linha dos olhos, para evitar, assim, a flexão do pescoço.

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=Utilize o celular apenas para realizar textos curtos, e sempre com os antebraços apoiados.

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Pexels

=No caso do uso do polegar na digitação, é importante procurar utilizar ambos os polegares, e não somente um, e busque digitar numa velocidade menor.

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=Nunca desça escadas ou ande nas ruas e calçadas usando o celular. Pois o risco de queda é muito grande. Esta orientação vale para todos, em especial aos idosos.

Fonte: HCor

Samsung ensina a registrar a primavera com câmeras inteligentes dos smartphones

Com algumas das câmeras mais inovadoras lançadas ultimamente, os smartphones da Samsung Galaxy S9, S9+ e Galaxy Note9 são os dispositivos perfeitos para registrar a primavera.

A primavera, que começou em 22 de setembro no Hemisfério Sul, oferece um verdadeiro banquete aos olhos dos que apreciam a beleza e a natureza. E ainda mais em um país tropical, cujas paisagens ganham o colorido de gérberas, girassóis, cerejeiras, azaleias, entre outras. Floradas coloridas e exuberantes, que podem ser ainda mais destacadas pelas lentes das câmeras inteligentes da Samsung.

Veja a seguir quatro dicas para tirar o melhor proveito da primavera com os Galaxy S9, S9+ e Note9:

=Capte as cores reais das floradas

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Graças à Inteligência Artificial da câmera traseira, o Galaxy Note9 é capaz de identificar os objetos, cenários e elementos no quadro da câmera.

O aparelho consegue captar dentre 20 tipos de cenas que têm a capacidade de reconhecer, incluindo “flores” e “paisagens” – e nas quais aplica automaticamente o tom da cor, seguindo essa classificação*.

A função ainda corrige a saturação, o balanço de branco, o brilho e o contraste para fornecer a melhor imagem possível. Resultado: cores reais e fotos incríveis, de flores e paisagens.

=Invista na composição da imagem

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Algumas das imagens mais famosas de flores são feitas quando o fotógrafo as coloca em primeiro plano e desfoca o cenário ao fundo. Uma sugestão é buscar essa composição e apostar no Foco Dinâmico, recurso encontrado em smartphones como os Galaxy S9+ e o Note9.

Com ele, o usuário consegue reproduzir o chamado efeito bokeh, que ajusta a profundidade de campo da imagem e permite, em um só comando, desfocar o fundo das fotos, antes ou após o clique, fazendo a alteração na própria galeria de imagem.

=Aproveite a luz do início e do final do dia

Os melhores momentos para fotografar a primavera são o início da manhã e o final da tarde quando há um equilíbrio entre luz e sombra.

As câmeras traseiras dos Galaxy S9, S9+ e do Note9 trazem abertura dupla, que se adapta de maneira inteligente à luz disponível no ambiente. Quando há pouca luz no ambiente, como durante a noite, a abertura acionada é a F1.5; enquanto quando há muita luz disponível, a abertura requerida é F2.4, que ajuda as cenas muito brilhantes a se tornarem mais nítidas.

=Registre momentos quase imperceptíveis a olho nu

Com a função Super Câmera Lenta, esses smartphones têm capacidade de capturar vídeos em até 960 quadros por segundo, o que possibilita gravar de forma quatro vezes mais detalhada que a câmera lenta tradicional. O recurso cria sequências interessantíssimas em um jardim, captando, por exemplo, o pouso das abelhas, ou de beija-flores, para sugar o néctar, quase imperceptíveis a olho nu.

Preço e disponibilidade

Os Galaxy S9 e S9+ estão disponíveis nas cores cinza-titânio, ultravioleta, preto e azul e possuem preço sugerido de R$ 4.299,00, para o Galaxy S9, e R$ 4.899,00, para o Galaxy S9+.

Já o Galaxy Note9 pode ser encontrado nas versões nas cores azul e preto, com 128 GB de armazenamento interno e 6 GB de RAM, nas lojas e e-commerce, com preço sugerido a R$ 5.499,00. A edição na cor cobre, com 512 GB e 8 GB, está em pré-venda até o dia 28 de setembro e deve estar disponível nas lojas no dia 29, com sugestão de preço a R$ 6.499,00.

*A precisão pode variar de acordo com as configurações e condições do ambiente.

Informações: Samsung

Geração 6.0 conectada: avós e avôs acessam cada vez mais as redes sociais

Levantamento realizado pela TIM aponta que 61% dos clientes acima de 60 anos utilizam pacotes de internet

Hoje, dia 26 de julho, comemora-se o dia dos avós, pessoas que até pouco tempo atrás ainda eram consideradas “analógicas”. Porém, o desenvolvimento da tecnologia tem aberto espaço para as mais diversas faixas etárias, inclusive para os que têm 60 anos ou mais. A TIM fez um levantamento para analisar o comportamento de homens e mulheres dos segmentos pré, controle e pós, a partir dessa idade, e como é a relação deles com o avanço tecnológico nos dias atuais.

Os dados revelaram que 61% dos clientes acima dos 60 anos utilizam pacotes de dados. Isso pode ser atribuído pela popularização da internet via celular, bem como pelo crescimento do uso dos smartphones. O levantamento ainda aponta que as mulheres, quando o assunto é quem usa mais a internet, têm vantagem – 63% delas usam dados.

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Depositphotos

A pesquisa também levou em consideração onde estão os idosos mais conectados do país. Os “vovôs” e vovós” do Rio de Janeiro e da capital paulista são os maiores fãs da internet com, respectivamente, 72% e 71% das conexões brasileiras. Outro dado interesse é que quase a metade das pessoas acima de 60 anos, moradoras da região nordeste, utilizam a grande rede.

Curtidas e bate-papo pelo “zap”

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Foto: PC Tech Magazine

Quando o quesito é sobre o que acessam na internet, as redes sociais são os grandes destaques, seguidos pelos apps de comunicação e os de serviços de streaming de vídeo. Se somados, estes três primeiros itens configuram 55% dos aplicativos mais utilizados pela geração 6.0.

Os aplicativos para relacionamento, jogos e alimentação já aparecem como sendo alguns já buscados, mas ainda não despertaram interesse por parte deste público, com somente 1% de utilização pela base de clientes.

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Foto: Masterfile

O Facebook é o aplicativo mais utilizado por quem tem 60 anos ou mais. A plataforma foi apontada por 97,3% e só fica na frente do WhatsApp (97,1%). O Youtube também se destaca e está na terceira posição de aplicativos mais acessados, com 95,1%.

Fonte: TIM

Dicas para equilibrar bem-estar físico e mental sem gastar dinheiro*

Praticar atividades físicas é uma forma completa de se sentir bem, porém, não é a única que você deve adotar na sua vida

Depressão, transtorno de ansiedade, síndrome do pânico… essas e muitas outras doenças são um verdadeiro mal da vida moderna. Elas estão relacionadas a fatores biológicos, psicológicos e sociais, causando impacto tanto na sua saúde quanto no seu bem-estar.

Felizmente, uma boa parte dessas doenças ou de seus efeitos podem ser evitados se você adotar alguns bons hábitos sem custo para o seu bolso, mas que trarão muito valor para a sua vida. Praticar exercícios é apenas um deles!

Respirar

mulher prece rezando

No dia a dia, respiramos de forma incompleta, acelerada e pouco eficiente, mesmo sem perceber. Ao se deparar com um momento crítico, a melhor coisa a se fazer é permitir que a respiração se desacelere. Respirar de forma profunda, lenta e utilizando todo o potencial dos pulmões ativa áreas do cérebro que desestimulam a hiperventilação. Além disso, você será obrigado a focar sua atenção no momento presente, acalmando a mente. Existem várias técnicas de respiração, porém, uma delas é imbatível e pode ser feita em qualquer local: é a respiração diafragmática. Nesse tipo de respiração, é preciso respirar lenta e profundamente, percebendo a movimentação natural do diafragma, das costelas e das narinas.

Meditar

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Foto: Pinterest

A meditação possui muitas utilidades para as mentes inquietas. Ela é capaz de reduzir a ansiedade, melhorar a depressão, diminuir dores, desacelerar o coração, controlar a pressão e proporcionar uma boa noite de sono. É fácil começar a meditar, porém, para chegar ao estado de atenção plena, será preciso de exercícios graduais. Comece com um exercício de um minuto de observação de si mesmo ou do ambiente. Mantras também podem auxiliar nessa tarefa, pois eles evitam a dispersão, que é mais comum do que parece.

Dormir bem

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Para dormir bem, você precisará de duas coisas: quantidade e qualidade. Um adulto dorme, em média, oito horas por noite, tempo que pode variar. O ideal é que ele passe por todos os estágios do sono antes de despertar pela manhã. Se você passa a noite em claro, pode estar sofrendo com a perda de massa cerebral e estar à flor da pele. Por outro lado, uma mente descansada melhora a memória, a atenção e a concentração por todo o dia. Para garantir o sono, é essencial que você tenha horário para dormir e para acordar diariamente. Algumas atividades relaxantes antes de ir para a cama, como tomar um chá ou ler um livro, um jantar leve e um ambiente escuro ajudam a dormir melhor.

Cultivar amizades

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Se você não revê os amigos há muito tempo, se anda precisando desabafar, se quer pedir um conselho ou simplesmente dar uma boa risada, não hesite em conversar com as suas melhores amizades. A amizade influencia mais na saúde e no bem-estar do que fatores como dinheiro, genética, rotina e alimentação. Estar entre amigos e fazer novas amizades libera ocitocina, o “hormônio do amor”, que faz com que você se sinta bem. No entanto, procure cultivar apenas boas amizades. Amigos que estão sempre para baixo, mal-humorados ou reclamando fazem o mesmo com você.

Desapegar do celular

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O uso em excesso do celular pode ser prejudicial, contribuindo para o surgimento de transtornos. Ao exagerar, você passa a se importar demais com a vida virtual, deixa de interagir com o mundo real e fica ansioso quando está longe do item. Se você tem percebido esse tipo de comportamento na sua rotina, é hora de desapegar do dispositivo. No trânsito, ele é terminantemente proibido. Durante o trabalho, você pode deixá-lo na gaveta para focar nas suas atividades. E, ao chegar em casa, estabeleça um horário limite para o uso. Depois disso, vá curtir a família ou um filme.

Equilibrar a alimentação

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Você já sabe que adotar uma alimentação saudável é essencial para a saúde física. Sabia que ela é importante também para o bem-estar? Por isso, você deve aderir agora mesmo a essa dieta. Alguns alimentos possuem propriedades especiais que aumentam e estimulam a sensação de felicidade. É o caso de frutas, verduras, grãos, peixes e frutos do mar e do chocolate amargo, que devem ser consumidos diariamente.
Além disso, alguns hábitos na hora das refeições podem auxiliar, como: evitar o consumo de cafeína e álcool, se alimentar em um local relaxante e livre de distrações e não exagerar na quantidade de comida.

Fazer automassagem

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Foto:HomeLife

Massagens são terapêuticas e relaxantes por natureza e você não precisa investir em um profissional para desfrutar de seus benefícios. Você pode aprender algumas técnicas de automassagem. Fazendo alguns movimentos na região da cabeça, no pescoço, da coluna, dos pés e das pernas com as mãos ou objetos fáceis de encontrar em casa, é possível aliviar dores, dormir melhor e ter um dia mais produtivo.
Uma boa forma de massagear os pés, por exemplo, é rolando uma bolinha de tênis sob eles. Para o pescoço, faça uma leve pressão com as pontas dos dedos em cada vértebra. Já para as costas, deite-se no chão de barriga para cima abraçando os joelhos. Mova-se para lá e para cá, massageando a lombar.

Fazer exercícios

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Praticar exercícios físicos proporciona um sentimento de euforia, deixando de lado o estresse, a ansiedade e a depressão. Esses efeitos positivos já podem ser sentidos com um único treino, portanto, chega de ser sedentário. Para quem está com o orçamento reduzido, é possível treinar e se sentir bem sem custo. Exercícios na academia pública, corrida, yoga e bike são gratuitos, e, ainda, podem ser praticados a qualquer momento do dia. Além deles, a sua cidade com certeza oferece um centro de atividade física gratuita. Uma das principais vantagens dos exercícios é que, ao realizá-los, você consequentemente fará todas as mudanças anteriores, como se alimentar melhor, respirar de forma consciente e fazer novos amigos, o que vai contribuir muito para o seu bem-estar.

*Nayara Zonta é link builder da SEO Marketing