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Bolinho de chuva gourmet: releitura de receita clássica

A Água Doce ensina a preparar a releitura de uma receita tradicional e amada pelos brasileiros: o bolinho de chuva. Confira abaixo o passo a passo e se delicie.

Bolinho de Chuva Gourmet

Ingredientes
2 ovos
½ xícara (chá) de leite
1 lata de leite condensado
1 e ½ xícara (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) cheia de amido de milho
1 pitada de sal
1 colher (sopa) de fermento em pó
Doce de leite cremoso para acompanhar
Óleo para fritar
Açúcar e canela suficiente para envolver os bolinhos

Modo de preparo
Em uma vasilha, misture todos os ingredientes da receita, menos o fermento. Na sequência, acrescente o fermento e mexa mais um pouco. Em óleo quente, frite os bolinhos com auxílio de uma colher. Passe no açúcar misturado com canela e sirva com doce de leite cremoso.

Rendimento: cerca de 20 unidades

Fonte: Água Doce Sabores do Brasil

Chuvas aumentam risco de leptospirose canina

Veterinária orienta sobre vacinação e cuidados para evitar a doença, transmitida pela urina de rato

A leptospirose canina, zoonose que pode ser transmitida ao homem pelos animais, torna-se uma grande preocupação nesta época de chuvas. Por isso, a carteira de vacinação dos pets deve estar sempre em dia. A imunização é uma forma de proteger também a saúde de todos que convivem com os bichos de estimação em casa, alerta a veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas do Centro Veterinário Seres, do grupo Petz.

Transmissão

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A doença infecciosa é causada por uma bactéria chamada Leptospira, presente na urina de ratos e transmitida principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.

A contaminação ocorre quando o pet tem contato com a urina do rato que fica parada em poças d’água, além de esgotos, bueiros e lama. Mas os cães também podem ser infectados pela urina ou sangue de outros animais que estejam contaminados.

Sintomas

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Entre os principais sintomas que indicam a doença estão a insuficiência renal aguda, a gastroenterite hemorrágica, lesões oculares, encefalite e icterícia. O diagnóstico é feito por meio de exames de urina e de sangue, para constatar a presença da bactéria causadora do mal. Se a enfermidade for confirmada, o pet deverá ser isolado para o tratamento à base de antibióticos.

Cuidados

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Foto: Doglistener

Além da vacina que deve ser aplicada todos os anos, é necessário ter atenção nos passeios, manter a casa dedetizada e uma boa higienização no local onde os pets costumam ficar. “As pessoas devem ter cuidado na hora de passear para evitar que os pets brinquem em água parada, locais de enchente ou tenham contato, principalmente, com lixo e materiais trazidos de transbordo de bueiros”, orienta a veterinária. “Além disso, cães têm instinto caçador e podem ter contato com roedores, principalmente aqueles que vivem em casas”, completa.

Como proteger os pets

1 – Mantenha a vacinação contra a leptospirose em dia. Ela deve ser aplicada todos os anos.
2 – Retire as sobras de ração dos pets antes do anoitecer e mantenha limpas as vasilhas.
3 – O mesmo cuidado deve ser tomado com as vasilhas de água.
4 – Não deixe fezes dos pets pelo chão. Remova sempre e limpe o local com água sanitária.

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Pixabay

5 – Durante os passeios, tome cuidado para não passar perto de água parada e evite o contato com lama, lixo e material trazido de transbordo de bueiros.
6 – É importante manter a casa dedetizada e sempre limpa, assim como o local onde os pets costumam ficar.
7 – Procure o veterinário caso o pet tenha contato com água de enchente e apresente algum sinal no período de 30 dias.

Fonte: Petz

Salvar

Alerta de verão: mofo pode causar crises respiratórias

Na estação mais úmida do ano é comum a proliferação de mofo e bolor, fungos que irritam as vias aéreas e podem causar crises de asma e alergias

O verão não é só a estação mais quente do ano, como também é o período de maior incidência de chuva. A umidade da temporada é, no geral, benéfica para as vias respiratórias, porém é preciso ter cuidados extras para evitar a propagação de mofo, muito comum nessa temporada, que cresce em ambientes fechados e úmidos como armários e guarda-roupas. Além de danificar móveis, pinturas e roupas, o mofo pode ser muito prejudicial para a saúde e provocar crises alérgicas e de asma.

Estima-se que o Brasil tenha aproximadamente 20 milhões de pessoas com asma, segundo dados da SBPT (Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia)[i], doença que é a quarta causa de internação hospitalar no Brasil[ii]. Marcelo Fouad Rabahi, Professor Titular de Pneumologia na UFG (Universidade Federal de Goiás), explica que a presença de mofo nos ambientes é um fator desencadeante da asma: “Asma é uma doença crônica, ou seja, uma vez que o paciente é diagnosticado ele irá conviver com a condição para o resto da sua vida. Por isso, é importante ficar atento aos gatilhos que podem causar as crises de falta de ar, e o mofo – ou bolor – é um fator recorrente no verão”.

O mau cheiro e manchas escuras em paredes e móveis podem ser sinais da presença de bolor. Para evitar o crescimento de mofo durante o verão é importante caprichar na limpeza dos ambientes e móveis com produtos que eliminem os micro-organismos, como vinagre e água sanitária. Manter os espaços arejados e favorecer a entrada de luz do sol também ajudam a acabar com os fungos, já que eles se reproduzem em lugares úmidos, com pouca ventilação e baixa incidência solar.

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Foto: Photolibrary

Além de evitar contato com alérgenos que possam causar as crises, é importante que as pessoas diagnosticadas com asma tenham um acompanhamento médico e tratamento medicamentoso adequado para manter a doença controlada. Dados recentes do DATASUS (Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde do Brasil) mostram que três pessoas com idades entre 5 e 64 anos morrem a cada dia por asma no Brasil[iii], com mais de 2 mil óbitos entre 2009 e 2013. Ainda de acordo com os dados do Ministério da Saúde, entre 2011 e 2015, mais de 320 mil internações aconteceram por decorrência da asma.

São dados alarmantes para uma doença que pode ser controlada. Prof. Rabahi explica que isso acontece porque as pessoas costumam subestimar os sintomas da asma, até que um episódio mais grave aconteça. “As pessoas não dão importância aos pequenos sinais que mostram que a asma não está controlada, como desconforto ao dormir e dificuldade para realizar atividades de esforço físico, e acabam sendo surpreendidas quando sofrem piora. Assim, ficam mais suscetíveis a crises de falta de ar e exacerbações, que podem levar a internações e até a morte”.

Como saber se asma não está controlada?

Segundo o GINA (Global Initiative for Asthma)[iv], principal órgão internacional que reúne os estudos sobre a doença e elabora diretrizes de tratamento, é possível saber que a asma não está controlada caso a pessoa tenha sentido um dos itens listados abaixo pelo menos uma vez nas últimas quatro semanas:

§ Sintomas diurnos mais de duas vezes por semana;
§ Qualquer despertar noturno causado pela doença;
§ Uso de medicamentos para alívio da falta de ar mais de duas vezes por semana;
§ Se a asma estiver limitando as suas atividades cotidianas.

O especialista reforça: “Caso sejam identificados quaisquer sinais listados acima, procure seu médico para entender se seus sintomas realmente não estão controlados e rever os medicamentos e doses para o tratamento adequado, garantindo o controle da asma e a melhoria da sua qualidade de vida. Ao contrário do que muita gente pensa, é possível prevenir as crises e viver sem sintomas, uma pessoa com asma pode realizar as mesmas atividades que uma pessoa sem esse problema”, afirma Rabahi.

Confira o infográfico abaixo:

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[i] Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia para o Manejo da Asma. J Brasil Pneumol. 2012;38 (Supl 1):S1-S46.
[ii] SBPT – Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, Qual o impacto e a realidade da asma no Brasil? [Acesso em 25 Nov 2016] Disponível em: http://sbpt.org.br/espaco-saude-respiratoria-asma/
[iii] DATASUS. Informações de Saúde (TABNET) [Internet]. [Acesso em 30 Mai 2016]. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br
[iv] Global Initiative for Asthma. 2016 GINA Report, Global Strategy for Asthma Management and Prevention [Internet] 2016. [Acesso em 15/Ago/2016] Disponível em: http://ginasthma.org/2016-gina-report-global-strategy-for-asthma-management-and-prevention/

Fonte: Spiriva/Boehringer Ingelheim

Galochas e clogs para dias chuvosos

Para compor looks com estilo e conforto mesmo debaixo de chuva, a loja Perere destaca opções de calçados que podem molhar, são fáceis de limpar e estarão secos para o dia seguinte.

Uma das opções é a galocha, estilo de calçado que conquistou notoriedade no mundo da moda e pode ser usada em diferentes ocasiões durante o ano todo. Na Perere a linha de botas de borrachas, chamadas também de wellies -como são conhecidas mundialmente-, são da marca inglesa Joules, lisa e com estampas florais e pets.

Outra dica da Perere são os clogs de poliuretano da marca alemã Birkenstock: Super Birki. É um estilo de calçado versátil que também combina com peças de todas as estações. Há opções bem coloridas, como amarelo ouro e verde bandeira, com estampas pets, e casuais como preto e branco.

Pioneira em comfort shoes no Brasil, a loja Perere é referência há mais de 23 anos por garimpar no exterior e no País calçados de conforto de marcas de renome para oferecer ao mercado nacional. Seu mix de produtos inclui as grifes Birkenstock, Arche, Arcopédico, Mephisto, Wolky, Moheda, Joules, Loints of Holland, Natural Step, Flexx, Skechers, e marca própria Perere by Wirth.

A Perere está localizada em um dos bairros mais charmosos e movimentados da capital paulista, a Vila Madalena. E preza pelo melhor atendimento, com instalações acolhedoras e uma equipe de profissionais que estão há anos na loja, e já conhecem as preferências e necessidades de muitos clientes. Além disso, para quem não está em São Paulo ou não pode ir à loja, a Perere atende através do e-commerce, e-mail (lojaperere@lojaperere.com.br) e, recentemente, passou a suprir a demanda também pelo WhatsApp (11 94341-4321), com abrangência nacional.

 

Bota “repelente” a água é novidade Piccadilly

De novo, como dizia o compositor Tom Jobim “são as águas de março fechando o verão”. Característico pelos dias chuvosos, o mês de março apresenta um prelúdio da meia estação. Para enfrentar o período de ‘um dia chove e no outro também’ algumas marcas desenvolveram produtos especiais, inovadores e cheios de estilo – não, não é um guarda chuva.

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A Piccadilly desenvolveu a bota city proof repelente a água. Isso se dá devido a membrana impermeabilizante localizada entre a parte externa do cabedal e o forro, que protege os pés, impedindo a entrada de água no calçado. Tudo foi pensado para a proteção e bem estar da mulher em momentos inesperados, como dias de fortes chuvas ou uma rua que esteja com muita água.

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O mais legal é que a bota não tem uma aparência diferenciada de um modelo convencional, principalmente para que também seja útil em outras ocasiões. O objetivo foi criar uma tecnologia que ajudasse àquelas que vivem em regiões de grandes incertezas climáticas. Confira os dois modelos exclusivos da Piccadilly.

Os modelos estarão à venda por R$ 281,00.

Informações: Piccadilly