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Emagreci e pareço mais velha. Por quê? E o que posso fazer?

Problema comum em quem emagreceu demais, a perda do volume facial tende a deixar o rosto com mais flacidez, rugas, olheiras mais intensas, além de um ar mais triste e cansado. Saiba o que fazer para ter o corpo de agora com o rosto vivo de antes

Perder peso não é fácil. E essa parece ser a luta de muitos brasileiros, uma vez que mais da metade da população do país está em sobrepeso enquanto a obesidade atinge uma em cada cinco pessoas, segundo dados do final do ano passado do Ministério da Saúde. Mas para quem conseguiu fazer uma reeducação alimentar, reduziu as quantidades, optou por uma atividade física e está mais magro, surge um outro problema: parecer mais velho.

“Quando pensamos em perda de peso, pensamos sempre na perda de volume e de gordura corporal, num corpo mais esguio, em mais energia e numa autoconfiança perdida que fora agora reconquistada. Até aqui, tudo bem, são efeitos naturais dos quilos perdidos. Mas um processo de perda de peso tem ainda implicações também no rosto, afinal perdemos gordura no corpo inteiro, e isso nem sempre agrada”, afirma o cirurgião plástico Mário Farinazzo, membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Chefe do Setor de Rinologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

De acordo com o médico a perda de peso causa a redução do volume que mantinha a pele mais esticada. “Com essa redução, há uma ‘sobra’ da pele, obviamente se considerarmos uma perda expressiva de gordura”, diz o médico. “Este fenômeno é particularmente mais importante no rosto, sendo mais significativo no terço inferior e no pescoço”, afirma o especialista. A acentuação da flacidez do rosto e do pescoço parece ser a consequência mais clara, porém, mais rugas, mais olheiras e mudança da expressão facial aparecem também.

De acordo com Marcella Garcez, médica nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia, o ideal é que qualquer emagrecimento rápido ou que conte com perda ponderal de mais de 10% do peso corporal, tenha acompanhamento médico.

“Só assim é possível descartar patologias e carências que agravam os sinais físicos de um emagrecimento não orientado. Como em muitas ocasiões a perda de peso não é monitorada, as intervenções nutrológicas devem ser incorporadas assim que o aspecto de envelhecimento precoce ou acelerado pelo emagrecimento for notado. Com mudanças no hábito alimentar e a prescrição individualizada de suplementos alimentares, muito do aspecto indesejável pode ser minimizado”, diz a médica. “Mas o objetivo nessa situação é obter as melhores respostas e resultados nos procedimentos estéticos ou cirúrgicos eleitos para corrigir cada alteração”, completa.

Apesar de não ser possível combater a genética e de haver fatores que não controlamos, perder peso de forma gradual, ter uma boa alimentação, privilegiar a hidratação, ter uma boa rotina de beleza e não ter hábitos nocivos são formas de atenuar os efeitos da perda de peso. Mas vamos entender o que acontece de fato no processo de emagrecimento expressivo e o que pode ser feito:

desenfo rosto antes e depois

#1 Menos firmeza – flacidez da pele do rosto e do pescoço não é apenas uma consequência do passar dos anos. Quem diz adeus a alguns (ou muitos) quilos pode deparar-se também com esta realidade, visto que a perda de peso leva a uma diminuição do tecido celular subcutâneo na face, havendo redução do volume geral. “Isso faz com que a pele fique mais flácida e com aparência mais enrugada. Além disso, um processo de emagrecimento rápido leva a um aumento da produção de radicais livres, que levam a um maior dano no colagênio, contribuindo para o aumento da flacidez”, esclarece o médico. “A flacidez excessiva que ocorre nos processos de emagrecimento muito rápidos geralmente se dá pelo menor aporte proteico que traz como consequência a redução na síntese de fibras colágenas, que dão estrutura à derme. Além de aminoácidos provenientes de proteínas, as fibras de colágeno precisam de vitamina C para serem formadas e ainda a estrutura de matriz extracelular é composta de minerais como silício. Portanto uma orientação alimentar com aumento de consumo alimentar ou suplementar de proteínas, vitamina C e silício são condicionais nessa situação”, diz Marcella.

Boas formas de atenuar o problema é conciliar a dieta com uma rotina de aplicação de cremes antienvelhecimento de composição com ação antioxidante, como vitamina C, E e resveratrol, que aumentam a firmeza e dão luminosidade à pele. “A aplicação de cremes com retinoides leva a um aumento da produção de colágeno, ajudando a combater a flacidez”. Em clínica, há opções para prevenção e tratamento do problema, como procedimentos como radiofrequência, ultrassom microfocado, preenchimento de ácido hialurônico, mesoterapia, peelings, lasers, entre outros. “A radiofrequência e o ultrassom microfocado são boas opções para a flacidez leve a moderada, enquanto os preenchedores representam uma boa estratégia para devolver um pouco do volume perdido com o processo de emagrecimento”, afirma o médico.

mulher rosto flacido antes depois brightside

#2 Mais rugas – você emagreceu e notou que tem mais rugas? É normal. “Quando perdemos peso, a pele perde a capacidade de retrair por causa do dano no colágeno e na elastina, que são fundamentais para a elasticidade da pele”, explica o cirurgião. “A perda de gordura na face também leva ao aparecimento de mais rugas, pois a pele não tem capacidade para se retrair quando perde o que está debaixo de si, e quanto mais idade a pessoa tem, pior é a capacidade de recuperação. Há rugas que podem aparecer ou ficar ainda mais pronunciadas se já existiam”, argumenta. De acordo com Marcella, as rugas ocorrem em grande parte pelos mesmos motivos que causam a flacidez da pele, porém a radiação ultravioleta agrava ou acelera muito o aparecimento das linhas mais demarcadas.

“Por isso, além de um aporte proteico, de vitamina e silício, para prevenir rugas ou manter os resultados dos tratamentos, o ideal é aumentar a ingestão alimentar ou suplementar de antioxidantes que tenham atividade fotoprotetora oral, como é o caso dos carotenoides, os ácidos graxos ômega 3 e os polifenóis provenientes de frutas vermelhas”, diz a médica. Nas rugas, os preenchedores e a toxina botulínica, segundo o médico, acabam surtindo bons efeitos. “No caso das demarcações mais profundas, quando são muitas, a cirurgia das rugas, ou ritidoplastia, pode trazer mais resultados”, diz o cirurgião.

olheira

#3 Olheiras mais intensas – menos peso pode levar a mais olheiras? Sim. Mais uma vez, a perda de gordura no rosto é a responsável. “Grande parte da nossa gordura facial está, digamos, na zona das bochechas, e quando essa gordura desaparece, essa zona ‘despenca’ e a olheira fica mais pronunciada, podendo apresentar uma cor mais azulada ou azul acastanhada”, afirma o dermatologista Jardis Volpe.

“No caso das olheiras, depois de descartar situações patológicas e equívocos de hábito alimentar, uma hidratação por via oral adequada e a redução do consumo excessivo de sódio deve ser orientado, para evitar a formação frequente de olheiras fundas e bolsas que agravam a flacidez e o envelhecimento precoce na região”, afirma a nutróloga Marcella. Segundo Volpe, os preenchimentos faciais com ácido hialurônico podem ajudar a corrigir a profundidade da olheira e os cuidados diários devem ser feitos com cremes específicos para a área dos olhos, em formulações com retinol, meiyanol, hyaxel, alistin e vitamina C. “Além disso, podemos usar suplementações com Exsynutriment e Bio-Arct”, diz o dermatologista.

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#4 Ar mais cansado e triste – quando a almofada entre a pele e o músculo, que é a gordura, diminui, é comum que a pele fique mais flácida e algumas regiões ao redor dos olhos e da boca ficam muito semelhantes à expressão que usamos quando estamos tristes ou cansados. Os exemplos mais comuns são o aumento da olheira e a queda dos cantos da boca. E esse é um dos principais motivos da consulta pós-perda de peso.

“A pessoa sente-se mais triste, ou seja, a pessoa fica com o rosto mais triste, e é essa tristeza que identificamos e queremos tratar. Quando o fazemos, não estamos apenas a tratar a pele e outras estruturas, estamos também a tratar a expressão. Temos de diagnosticar as emoções da pessoa, não apenas o tipo de pele e o seu estado, temos de identificar a expressão da pessoa, o que transmite”, afirma o cirurgião plástico.

“Se a perda de peso não foi acompanhada, o período de tratamento da pele deve ser, por meio de orientações alimentares e suplementares que preparam o organismo para obter melhores e mais duradouros resultados para os procedimentos corretivos. Além das questões estéticas, um hábito alimentar equilibrado, variado e natural, acompanhado de suplementos alimentares individualizados, são capazes de auxiliar o organismo a manter-se saudável e prevenir disfunções próprias do envelhecimento acelerado”, completa a nutróloga.

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Por fim, os médicos destacam que a mudança de hábitos após o emagrecimento deve priorizar uma alimentação mais balanceada, evitar o cigarro, praticar atividade física e ter uma rotina skincare adequada à pele.

Fontes:

Mário Farinazzo é cirurgião plástico, membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Chefe do Setor de Rinologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Formado em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o médico é especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Professor de Trauma da Face e Rinoplastia da Unifesp e Cirurgião Instrutor do Dallas Rinoplasthy e Dallas Cosmetic Surgery and Medicine Annual Meetings.  
Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.
Jardis Volpe é dermatologista; Diretor Clínico da Clínica Volpe (São Paulo). Formado pela Universidade de São Paulo (USP); Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia; Membro da Sociedade Americana de Laser, da SBD e da Academia Americana de Dermatologia; Pós-graduação em Dermatocosmiatria pela FMABC; Atualização em Laser pela Harvard Medical School.

 

Envelhecimento causa pele enrugada como pergaminho, mas maus hábitos influenciam

A pele enrugada, também conhecida como “pele de pergaminho” ou “pele de elefante”, é uma condição em que a pele sofre pela diminuição do colágeno, ficando mais flácida, enrugada e com perda de elasticidade

O enrugamento da pele é um sinal comum do envelhecimento. Nossa pele vai perdendo elasticidade ao longo do tempo, fazendo com que sua textura fique cada vez mais enrugada, sendo essa a principal causa da “pele de pergaminho” ou “pele de elefante”. No entanto, a maioria de nós tem pele enrugada antes mesmo de alcançar a velhice.

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“Se você olhar para os cotovelos, por exemplo, verá que a pele tem uma textura enrugada como um fino papel amassado. Quando envelhecemos, a tendência é que esse tipo de pele tome conta do pescoço, braços, mãos, pernas e rosto. Esse envelhecimento da pele tem influência genética, mas se dá principalmente por fatores externos, como a exposição aos raios ultravioletas, por exemplo”, explica Paolo Rubez, cirurgião plástico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Segundo Rubez, rugas se formam a partir de expressões faciais repetidas. “Por exemplo, um sulco se forma abaixo da superfície da pele quando sorrimos ou franzimos a testa. No entanto, fatores externos agravam o problema, como a exposição aos raios do sol e o fumo. Essa pele mais enrugada é causada pela diminuição da produção de colágeno, que torna a pele mais flácida e com falta de elasticidade. A exposição ao sol, a desidratação e o tabagismo potencializam o problema”, diz.

Para ajudar a aumentar a elasticidade da sua pele e retardar o aparecimento da pele de pergaminho, é importante manter-se bem hidratado, evitar muita exposição ao sol e utilizar protetor solar com no mínimo FPS 30 todos os dias, além de ter uma dieta saudável e equilibrada, repleta de alimentos ricos em antioxidantes. Uma vez que a pele já está envelhecida, alguns tratamentos podem ser aplicados. Rubez fala um pouco sobre eles:

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Toxina Botulínica: a aplicação da toxina pode ser tanto corretiva quanto preventiva. “O bloqueio dos movimentos musculares da face resulta em uma redução das linhas de expressão e impede que uma ruga dinâmica se torne uma ruga estática”, informa o médico.

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Preenchimento facial: “Feito com ácido hialurônico, o preenchimento facial é um dos principais procedimentos estéticos realizados atualmente, devido aos bons resultados alcançados e pela segurança da substância, que já é presente no nosso organismo. O ácido hidrata e traz vitalidade à pele, pois atrai moléculas de água entre as células, proporcionando volume às áreas tratadas, melhorando o contorno facial e promovendo uma aparência mais harmônica.”

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Bioestimuladores de colágeno: aplicados através de cânulas ou agulhas eles promovem a produção de colágeno pelo organismo. “Há um benefício grande da flacidez e qualidade da pele, a partir de 2 a 3 sessões e os efeitos podem durar até 2 anos”.

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Lifting facial: “É a cirurgia plástica recomendada para rejuvenescimento facial. Indicada para casos mais avançados de envelhecimento da pele da face, mais comum em pacientes a partir de 50 anos e que precisam de um tratamento mais acentuado”, afirma o cirurgião plástico. O lifting facial elimina rugas, flacidez e remove o excesso de pele, além de “levantar o rosto”, amenizando sulcos e melhorando o contorno da face, segundo o cirurgião.

É necessário que qualquer um dos tratamentos citados seja conduzido por um cirurgião plástico qualificado, pois só ele saberá avaliar as demandas do paciente e os cuidados pré e pós-procedimentos.

Fonte: Paolo Rubez é cirurgião plástico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS) e da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS). Mestre em Cirurgia Plástica pela Escola Paulista de Medicina da Unifesp. Especialista em Cirurgia de Enxaqueca pela Case Western University, com Bahman Guyuron (em Cleveland – EUA) e em Rinoplastia Estética e Reparadora, pela mesma Universidade, e pela Escola Paulista de Medicina/Unifesp. 

Sete cuidados que a mulher madura precisa ter com a pele

O cirurgião plástico Marco Cassol, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), indica alguns cuidados que as mulheres, com mais de 40 anos, têm de tomar para ter uma pele saudável e bonita. Confira:

mulher pele rosto

1) Usar protetor solar. O sol é maravilhoso e benéfico (melhora o humor e é fundamental para a síntese de vitamina D), mas devemos ter prudência na exposição: antes das 10h e depois das 15h.

2) Nutrição. A pele é um reflexo da saúde do corpo todo, por isso, o ideal é consumir menos alimentos calóricos e mais fibras. O suco anti-inflamatório é ótimo. Basta tomar duas vezes por dia. É só bater no liquidificador 500 ml de água com 1/2 cenoura, 1 pedaço de gengibre, 1 folha de couve, 1/4 beterraba, 4 laranjas com bagaço (cortar a laranja em 4 e retirar a casca e sementes), 1 maçã (retirar as sementes), 2 limões espremidos, 1 morango, 2 ameixas secas e colocar uma colher de chá de quinoa, psyllium, amaranto, chia ou linhaça.

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3) Nutricosméticos. São microcomponentes em cápsulas ingeridos pela boca. A moderna cosmética passa necessariamente pela tecnologia e produz resultados clínicos práticos. Alguns dos princípios ativos:

Bio-arct – biomassa marinha padronizada originária de uma alga vermelha encontrada no mar ártico, a Chondrus crispus. Nos mares gelados, especialmente no inverno, esta alga concentra o dipeptíteo citrulil-arginina para assegurar reservas energéticas para a Primavera. Melhora osmoregulação, detoxificação, metabolismo e síntese energética.
Exsynutriment – silício orgânico reestruturador que se apresenta solúvel, de uso oral. Promove efeito lifting e alta hidratação cutânea; aumenta a síntese de colágeno e elastina; potencializa a fixação de cálcio no tecido ósseo; e estimula a reposição de cabelos mais resistentes e espessos. Ligado à queratina, promove dureza e estabilidade das unhas. Também age na manutenção da elasticidade da parede dos vasos sanguíneos e do miocárdio.
Fosfolipídeos Caviar Oral – consiste em uma associação de fosfolipídeos de origem marinha (principalmente fosfatidilcolina) e lipídeos neutros extraídos das ovas de arenque. É particularmente rico em ácidos graxos poli-insaturados (PUFA); omega-3 (DHA e EPA) na proporção 20:10; e contem vitamina E e Astaxantina.
Glycoxil – Estrutura dipeptídica que mimetiza um peptídeo do organismo, tornando possível a biossíntese em larga escala e de forma sustentável. Constituída de carcinina, cujo nome químico é beta-alanil-histamina, apresenta propriedade antiglicante, antiglicoxidante e desglicante.
In.Cell – ingrediente funcional preparado a partir da gema do ovo esterelizado que oferece os aminoácido essenciais de forma 100% disponível. Estes aminoácidos são essenciais para a formação de diversas proteínas, enzimas e ácido nucleico. Adquirido por meio de suplementação, é rico em ácido graxos monoinsaturados, ômega-9 e ômega-7. Fornece um perfil completo de ácidos graxos essenciais mono e poli-insaturados (ômegas 3, 7, 9) nas proporções adequadas para o consumo humano.

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4) Uso de estimuladores da derme profunda sem machucar a epiderme (camada superficial). O dermaroller é um ótimo exemplo.

 

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5) Dermocosméticos. Cremes com princípios ativos que retardam o envelhecimento da pele. Alguns deles são:

Adipofill – ajuda a reverter a lipodistrofia e reduz os sinais visíveis do envelhecimento estrutural, conferindo um efeito PLUMP. Promove uma pele mais firme.
Arct-Alg – biomassa marinha padronizada originária de uma alga vermelha encontrada no mar ártico, a Chondrus crispus, que concentra o biopeptídeo citrulilarginina, aminoácido taurina e agentes osmorreguladores e triplica a produção de óxido nítrico.
Connect-cell – neuropeptídeo envolvido na preservação da capacidade neurosensorial da pele. Combate a neurodegeneração e melhora a conexão e comunicação celular, aumentando a resistência da pele contra o estresse ambiental.
Densiskin D+ – complexo biológico exclusivo. Ajuda a atenuar as linhas e marcas de expressão por efeito de bioadesão molecular. Estimula a biosíntese de colágeno e aumenta a densidade cutânea.
OTZ 10 – protetor contra danos causados por IRA, UVA e UVB, que no processo de neutralização gera pró-taurina, um aminoácido protetor do DNA, osmorregulador e que diminui a expressão gênica de MMP1 (enzimas degradadoras de colágeno).
Sculptessence – poliosídeo purificado da linhaça e rico em xilose que tem ação remodeladora do contorno facial. Restaura a substância fundamental da pele, estimula a síntese de GAGs e protege a degradação do colágeno.
Phloretin Lemma – flavonoide antioxidante com potente efeito regenerador do foto dano e clareamento cutâneo. Reduz linhas finas de expressão e rugas e promove o clareamento e a uniformidade da pele.
Synovea HR – antioxidante e clareador, quatro vezes mais potente e seguro que a hidroquinona, age regulando cinco diferentes etapas do processo de melanogênese. Também inibe a tirosinase, a peroxidase (H2O2) e estimula a produção de glutadiona, a conversão de glutadiona oxidada em glutadiona e protege proteína e o DNA. Promove rejuvenescimento, clareamento e a uniformidade da pele.

6) Ulthera. Ultrassom microfocado que realiza um lifting facial sem cirurgia e pode ser feito uma vez por ano. O procedimento é bem desconfortável, mas os resultados são expressivos. Não é indicado para pacientes com muita flacidez ou face muito pesada (mais comum em homens). Neste caso há necessidade de lifting cirúrgico.

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7) Não abusar do uso de toxina botulínica (botox). O corpo produz anticorpos contra a toxina botulínica que inativam a paralisia do músculo em pouco tempo e suspendem os resultados. Dependendo da marca usada, pode ser mais pura ou menos. Também não abusar do uso de preenchedores para não ficar com a face estigmatizada (por exemplo, lábios muito grandes e artificiais).

Fonte: Marco Cassol é cirurgião plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS) e da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) com mais de 20 anos de experiência. É formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Especialista em plástica facial.

 

Cirurgia de contorno corporal: como funciona e quais os cuidados necessários?

Cirurgia deve ser planejada de forma responsável para que riscos sejam diminuídos e os resultados potencializados

Atingir uma meta de peso é um desafio que exige bastante empenho e dedicação, e certamente deve ser bastante valorizado. No entanto, após uma perda de peso significativa, é natural que haja um excesso de pele e isso é incômodo para muitas pessoas. Por esse motivo, muitas delas acabam procurando o procedimento de contorno corporal.

“A cirurgia de contorno corporal (ou body lifting) tem como propósito ajudar as pessoas que ainda estão insatisfeitas com seu corpo, mesmo depois de perder peso através de dieta, exercício ou cirurgia bariátrica. Os resultados do Body Lifting são visíveis quase que imediatamente, mas pode levar de um a dois anos até que se perceba o efeito completo da cirurgia. Como toda cirurgia, o procedimento pede um planejamento cuidadoso para a maximização dos resultados”, explica Mário Farinazzo, cirurgião plástico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Quando se decidir pela cirurgia, o paciente já deve ter atingido o seu peso alvo (ou o mais próximo disso possível). Ainda que o tratamento de contorno corporal possa incluir lipoaspiração para ajudar a remover pequenas áreas isoladas de gordura, a cirurgia plástica não deve servir como perda de peso.

Se a perda de peso foi alcançada através de cirurgia bariátrica, dieta ou rotina de exercícios físicos, é imprescindível que o paciente consiga manter um peso estável a longo prazo antes de decidir realizar a cirurgia de contorno corporal. “Variações de peso significativas podem afetar de forma negativa o resultado, além de aumentar o risco de complicações durante ou após o contorno corporal”, enfatiza o cirurgião plástico.

Para realizar a cirurgia de body lifting, bem como qualquer outra cirurgia, é necessário que o paciente esteja com uma boa condição de saúde. Caso tenha passado por uma cirurgia bariátrica recentemente e está se adaptando a um novo plano de dieta, convém dar ao corpo algum tempo para se acostumar antes de um novo procedimento cirúrgico. “É importante manter hábitos alimentares saudáveis e com os nutrientes necessários para uma recuperação adequada. Não recomendo fazer dieta durante a recuperação de abdominoplastia, mas sim fornecer ao corpo o suficiente dos alimentos certos”, diz Farinazzo.

corpo mulher

Majoritariamente, o objetivo principal das pessoas que buscam a cirurgia de contorno corporal é estético, porém, é importante que o paciente tenha objetivos claros e realistas sobre o que o contorno corporal pode ou não proporcionar, como explica o médico: “Quando a lipoaspiração é adicionada ao Body Lifting, há um resultado melhor, pois ela é capaz de tratar também aquelas pequenas áreas de gordura que se acumulam em lugares como quadris e cintura”.

Após a recuperação total da cirurgia, o médico ressalta ainda a importância da prática de atividades físicas regulares e alimentação adequada. “Uma dieta rica em boas fontes de energia, vitaminas e sais minerais contribuem para um melhor resultado. Praticar exercícios físicos é importante também para a manutenção do peso e da saúde”, conclui o cirurgião plástico.

Fonte: Mário Farinazzo é cirurgião plástico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Chefe do Departamento de Rinologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Formado em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Professor de Trauma da Face e Rinoplastia da Unifesp e Cirurgião Instrutor do Dallas Rinoplasthy e Dallas Cosmetic Surgery and Medicine Annual Meetings.

A importância da água e de alguns alimentos para a cicatrização

Uma das coisas mais importantes nos pós-operatório é a importância da boa hidratação e alimentação para a recuperação do corpo e boa cicatrização.

Após uma cirurgia, o corpo como um todo entende que sofreu uma agressão e dispara vários mecanismos de defesa, mudando assim todo seu metabolismo. Uma das formas para uma boa recuperação é manter o corpo hidratado, com ingestão de dois a três litros de água por dia.

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A água é um dos principais elementos necessários para nossas reações enzimáticas e para manter o bem-estar de nosso metabolismo, além de ser umas das precauções para evitar eventos tromboembólicos. Faz os rins funcionarem adequadamente excretando os metabólitos tóxicos.

“Após tratamentos estéticos ou cirurgias plásticas há uma série de cuidados para que o resultado do procedimento seja favorável, bem como para mantê-lo. Entre eles, há um método muito simples, eficaz e econômico que é beber água”, afirma o cirurgião plástico Juliano Souto Ferreira .

Segundo o especialista, a água não deve ser ingerida nem muito e nem pouco. Na dose certa, ela evita desidratação e não potencializa o efeito diurético, aquela vontade de fazer xixi muitas vezes.

Portanto, o ideal é que, no período de recuperação de uma cirurgia, sejam ingeridos por volta de dois litros de água por dia.

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De forma geral a alimentação deve ser baseada em proteínas de alto valor biológico, como carnes, frango, peixes e ovos. Muito importante: os bons carboidratos de baixos índices glicêmicos para dar a energia necessária para a recuperação. Vitaminas como a C é muito importante para a formação do colágeno e uma boa cicatrização. Por isso é contraindicado fazer dietas restritivas nos primeiros 30 dias de pós cirurgia sem orientação adequada.

Isto também vale para manter bem a saúde, independente de fazer uma cirurgia ou não.

Fonte: Juliano Souto Ferreira é Cirurgião Plástico, formado pela Universidade do Oeste Paulista (Unoeste). Fez residência médica de cirurgia geral no Hospital Prof. Dr. Alipio Corrêa Neto. Residência de cirurgia plástica no Hospital dos Defeitos da Face (atual Hospital da Cruz Vermelha Brasileira). Membro especialista em cirurgia plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Preceptor da residência de cirurgia plástica do Hospital da Cruz Vermelha Brasileira. Médico do corpo clínico do Hospital São Luiz do Itaim e do corpo clínico do Hospital Sírio Libanês.

Quatro estruturas da face que são alteradas no processo de envelhecimento

Apesar da queixa do paciente focar apenas uma das estruturas da face, como pele (flácida) ou (perda de) gordura, o problema pode estar relacionado com os músculos e lingamento ou com o envelhecimento dos ossos, que perdem projeção e estrutura

Durante o processo de envelhecimento, o rosto sofre alterações em várias estruturas da face. “Apesar da queixa mais comum focar em apenas uma estrutura, geralmente a pele, que pode estar flácida ou com rugas, um exame clínico adequado visualiza a face como um todo, a estrutura óssea, a quantidade e qualidade de tecidos como gordura, músculos e ligamentos e a qualidade e aparência da pele e ainda a proporcionalidade entre os segmentos da face”, afirma a cirurgiã plástica Beatriz Lassance, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e da ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery).

“É uma avaliação global da face tanto em repouso como dinamicamente durante os movimentos da musculatura”, acrescenta.

Como o processo de envelhecimento é complexo, a correta avaliação do que pode ser feito é primordial, segundo a médica. Ela explica abaixo as principais alterações em quatro estruturas da face:

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Ossos — “Algumas áreas perdem projeção e espessura dos ossos, por exemplo, as maçãs do rosto ficam mais apagadas”;

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Gordura — “Existem compartimentos de gordura na face que diminuem com emagrecimento ou envelhecimento, e isso faz com que os tecidos mais superficiais tenham menos estrutura, ficando flácidos.”

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Músculos e ligamentos — “Com o passar do tempo, eles ficam mais frouxos, é o que chamamos de flacidez”;

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Pele — “Ela perde elasticidade e firmeza e acompanha a flacidez dos tecidos abaixo.”

A importância de se visitar um médico para análise completa da pele é justamente evitar a aplicação de preenchedores, por exemplo, em locais incorretos. “Por exemplo, o preenchedor mais utilizado é o ácido hialurônico mas também podemos utilizar a hidroxiapatita de cálcio. O produto pode ser aplicado com agulhas ou com microcânula, que diminui muito o desconforto e riscos de hematomas. Dependendo da estrutura a ser tratada pode ser injetado profundamente próximo ao osso, ou na gordura (subcutâneo) ou ainda sob a pele. Para isso temos produtos com diferentes coesividades, ou seja, mais ou menos espessos, para cada plano de tratamento”, afirma a médica.

Beatriz diz que o bigode chinês, ou o sulco nasogeniano, é uma queixa muito comum. “A causa pode ser diminuição da parte óssea do osso malar (o osso da maçã do rosto) ou dos compartimentos de gordura da face, fazendo com que os tecidos mais superficiais “caiam” e dobrem sobre o ligamento que formam o sulco do bigode chinês. Se simplesmente preenchermos o sulco, a parte inferior vai ficar ainda mais pesada e pode piorar o aspecto de cansado”, diz a médica.

“O ideal é preencher com ácido hialurônico de alta coesividade sobre o osso e simular o aumento dessa estrutura óssea ou repor o volume que foi perdido, dando aspecto de lifting e pode ser usado o método MD codes para repor este volume.

Segundo a cirurgiã plástica, quando o envelhecimento da pele está associado à flacidez dos tecidos mais profundos, como músculos e ligamentos, que pioram o aspecto da pele, dependendo do caso a cirurgia se faz necessária. “Procure sempre um cirurgião plástico que, com o correto diagnóstico, pode escolher como tratar estas estruturas. O envelhecimento é inevitável, mas pode ser tratado para obter um aspecto saudável e feliz do rosto”, finaliza.

Fonte: Beatriz Lassance é cirurgiã plástica formada na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e residência em cirurgia plástica na Faculdade de Medicina do ABC. Trabalhou no Onze Lieve Vrouwe Gusthuis – Amsterdam -NL, é Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da International Society of Aesthetic Plastic Surgery e da American Society of Plastic Surgery. Além disso, é membro do American College of LifeStyle Medicine e do Colégio Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida.

Pecados capitais de beleza que danificam e deixam a pele mais vulnerável a agressores ambientais

Se você não usa filtro solar em dias nublados, aplica produtos noturnos de manhã e nem muda seus hábitos após a realização de um procedimento, saiba que está cometendo pecados capitais contra sua pele

Mesmo quem já tem uma rotina de cuidados com a pele pode enfrentar alguns problemas, por falta de informação, preguiça ou ansiedade em ver resultados rápidos. Mas é necessário ter cuidado e cautela, pois alguns desleixos ou abusos podem ser considerados pecados capitais contra à pele: e eles favorecem o envelhecimento precoce. A seguir, alguns dos melhores experts em beleza e saúde da pele listam os pecados que, definitivamente, você deve evitar.

Não usar filtro solar no frio, em dias nublados ou chuvosos

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Pode parecer fora de realidade, mas as queimaduras solares também acontecem em dias nublados, no outono e no inverno. “Isso ocorre porque as nuvens absorvem por volta de 10% da radiação ultravioleta, ou seja, apesar do dia não estar ensolarado, ele tem praticamente a mesma intensidade de radiação ultravioleta que um dia megaensolarado”, destaca a dermatologista Paola Pomerantzeff. Ela lembra que o índice mínimo de filtros solares recomendado é FPS 30. “Mas, para algumas peles muito sensíveis ou com manchas, o ideal é abusar de um FPS mais alto, porque há, sim, diferença de proteção entre FPS. E o protetor deve garantir proteção contra UVA, radiação ultravioleta A, um tipo de radiação que atinge a pele mais profundamente, causa o fotoenvelhecimento, aparecimento das rugas e manchas”, afirma. O fotoprotetor deve ser usado todo dia e repassado após três horas em exposição direta e após quatro horas em ambientes fechados.

Abusar do uso de retinoides

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Nenhum retinoide (retinol ou ácido retinoico) deve ser usado sem que haja a prescrição de um dermatologista. Dito isto, vamos entender por que isso acontece: “Estamos falando de um ácido (vitamina A ácida), que pode provocar irritabilidade, hipersensibilidade, até uma queimadura, quando mal utilizado, em concentração acima do que a pele pode suportar, ou muitas vezes sendo utilizado de uma maneira inadequada, sem orientação médica”, diz a dermatologista Claudia Marçal. Outro problema que pode surgir na pele, com o excesso desse ácido, são os vasinhos: “Quando fazemos peeling ou usamos ácidos, estamos criando um processo inflamatório, ‘queimando a pele’ para ela descamar. Se esse processo for excessivo, abusivo, pode gerar, sim, os vasinhos no rosto”, argumenta a angiologista Aline Lamaita. De acordo com Claudia, geralmente os retinoides são prescritos no inverno e não devem ser usados de maneira contínua, pois a pele fica mais fina, avermelhada e delicada, o que a deixa susceptível a agressores ambientais, como mormaço, calor, luz visível, poluição e especialmente o sol. “O uso dele é obrigatoriamente noturno, o ideal é começar com a aplicação de duas a três vezes por semana, intercalados com nutritivos adequados à pele, como Overnight Repair, Progenitrix, Vitamina C e nutriomega 3, 6, 7 e 9”, diz a dermatologista. E lembre-se: no dia seguinte, é necessário lavar o rosto e usar um filtro solar potente.

Usar bons produtos na hora errada

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Quando usamos produtos noturnos durante o dia, corremos o risco de fotossensibilização, segundo o dermatologista Jardis Volpe. Um dos principais erros, nesse sentido, é fazer uso de ácidos de manhã. “Esses produtos podem fazer a pele descamar e deixá-la mais sensível, o que é um perigo tendo em vista que a radiação solar e a poluição podem causar muito mais danos”, explica o médico. “Então é importante que esses produtos, quando prescritos pelo dermatologista para uso à noite, ou quando o paciente vê no rótulo os posicionamentos ‘over night’, ‘creme para noite’, ‘night cream’, sejam utilizados de fato à noite”, afirma. Durante o período noturno, a pele vai experimentar um tempo de reparação celular, então, os cremes devem ajudá-la a renovar as células. Por outro lado, durante o período matutino, a fotoproteção da pele é essencial, então, além do filtro solar, devemos apostar em ativos antioxidantes com ações específicas contra poluição e outras agressões ambientais. “Podemos usar cremes com Exo-P (antipoluição), Vitamina C (antioxidante) e Alistin (antioxidante)”, diz o médico.

Negligenciar as “áreas esquecidas”

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Na rotina de beleza diária da pele, muitas pessoas concentram-se no rosto, afinal é a região onde surgem rugas e linhas de expressão. “Porém, outras regiões do corpo, como joelhos e cotovelos, também sofrem igualmente, e, às vezes, até mais (por conta das características da pele da região), com os danos externos que levam ao processo de envelhecimento precoce. Logo, necessitam de cuidados tanto quanto o rosto”, diz a dermatologista Kédima Nassif. No caso dos joelhos e cotovelos, abuse da vitamina E e óleos naturais. Para o pescoço, colo e a área atrás da orelha, o ideal é estender os cuidados do rosto, com hidratantes associados a antioxidantes com Vitamina C, Alistin e Hyaxel, além da fotoproteção. “Também é necessário usar cremes específicos para área dos olhos, e lembre-se de usar um fotoprotetor, já que, nos últimos anos, a incidência de câncer de pele aumentou em 10% nas pálpebras. Vale a pena também apostar nos óculos escuros com proteção UV”, acrescenta Kédima.

Acreditar que a pele é “imutável”

Pele mulher
É um erro comum insistir em cosméticos e fórmulas que foram boas e deram resultados dez anos atrás. “Conforme vão mudando as características da pele, os cuidados que devemos ter com ela se modificam também. Como na adolescência, em que a pele tem tendência a ser mais oleosa, na faixa dos 50 anos há cada vez mais um ressecamento cutâneo. Por isso, manter uma rotina igual para cuidar da pele será ineficaz para as diferentes fases da vida”, afirma Paola. Como algumas substâncias devem ser inseridas em cada etapa da vida, o melhor a fazer é consultar um médico dermatologista que, após avaliação, prescreverá o produto ideal.

Acreditar que procedimentos fazem milagres

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É muito comum que as pessoas procurem por procedimentos para rejuvenescer acreditando que sairão do consultório quase que irreconhecíveis. “Porém, não existem procedimentos que rejuvenescerão o rosto em uma única sessão de maneira rápida e simples, pois é impossível reverter de uma única vez todos os danos do envelhecimento causados ao longo de anos”, diz a cirurgiã plástica Beatriz Lassance. “O ideal então é conversar com seu médico para verificar a possibilidade da combinação de diferentes procedimentos que, realizados em uma determinada sequência e ao longo de um certo tempo, potencializarão os resultados esperados”, recomenda a cirurgiã. Após a cirurgia, também é preciso adequar alguns hábitos, como parar de fumar, diminuir a quantidade de açúcar e sal na alimentação e ter muito cuidado com bebidas alcoólicas. “Quem ingere álcool em excesso, sente muita sede, principalmente no dia seguinte. Isso acontece porque o organismo precisa de água para metabolizar o álcool. No entanto, se não houver água suficiente, o organismo busca nos tecidos periféricos a água para realizar o seu trabalho. E esse é o grande problema, pois a perda d’água afeta a pele, diminuindo o viço e colaborando para o ressecamento e a descamação”, explica o cirurgião plástico Paolo Rubez. “Além disso, o álcool é especialmente maléfico após a realização de um procedimento estético, afetando na recuperação e até mesmo nos resultados”, acrescenta o médico.

Pensar que os cremes mais caros serão a salvação da sua pele

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Para quem fica muito ligado em novidade, é bom saber que nem sempre comprar um produto inovador vai ser a salvação. “Essa paciente precisa ter a orientação de um especialista, de seu dermatologista. Porque muitas vezes esse produto não é adequado para o tipo de pele, época do ano, fototipo e condições naturais genéticas daquela pele”, afirma Claudia. Além disso, os cremes não fazem milagres. “Quando falamos sobre investimento em anti-aging, isso tem de partir da mudança da qualidade de vida dessa pessoa, pois nós sabemos que a genética é importante, mas ela não responde pela maior parte, quando falamos em equilíbrio e longevidade com qualidade de vida. Então, os tripés de sustentação como alimentação, atividade física e proteção à ação danosa da radiação ultravioleta. Além disso, ter uma vida com menos estresse é fundamental”, diz a médica. “Muitas vezes, essa paciente precisa de nutracêuticos como Exsynutriment, InCell e Bio-Arct para promover, de dentro para fora, um estímulo às proteínas de sustentação da pele. E hoje temos muitas tecnologias em consultório que podem ser indicadas para um tratamento completo e eficaz do paciente”, finaliza a médica.

Fontes:
.Aline Lamaita: Cirurgiã vascular e angiologista, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia, do American College of Phlebology, e do American College of Lifestyle Medicine. Formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina.
.Beatriz Lassance: Cirurgiã Plástica formada na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e residência em cirurgia plástica na Faculdade de Medicina do ABC. Trabalhou no Onze Lieve Vrouwe Gusthuis – Amsterdam -NL e é Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery) e da American Society of Plastic Surgery.
.Claudia Marçal:  médica membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), da American Academy Of Dermatology (AAD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). Possui especialização pela AMB e Continuing Medical Education na Harvard Medical School. É proprietária do Espaço Cariz, em Campinas – SP.
.Jardis Volpe: Dermatologista; Diretor Clínico da Clínica Volpe (São Paulo). Formado pela Universidade de São Paulo (USP); Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia; Membro da Sociedade Americana de Laser, da SBD e da Academia Americana de Dermatologia; Pós-graduação em Dermatocosmiatria pela FMABC; Atualização em Laser pela Harvard Medical School.
.Kédima Nassif: membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica e da Associação Brasileira de Restauração Capilar. Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais, possui Residência Médica em Dermatologia também pela UFMG; realizou complementação em Tricologia no Hospital do Servidor Público Municipal, transplante capilar pela FMABC e em Cosmiatria e Laser pela FMABC.
.Paola Pomerantzeff: médica membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), tem mais de 10 anos de atuação em Dermatologia Clínica. Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina Santo Amaro, é especialista em Dermatologia pela Associação Médica Brasileira e pela Sociedade Brasileira de Dermatologia.
.Paolo Rubez: cirurgião plástico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS) e da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (Isaps), é Mestre em Cirurgia Plástica pela Escola Paulista de Medicina da Unifesp. O médico é especialista em Cirurgia de Enxaqueca pela Case Western University, com o Dr Bahman Guyuron (em Cleveland – EUA) e em Rinoplastia Estética e Reparadora, pela mesma Universidade, e pela Escola Paulista de Medicina/Unifesp.

Malefícios do álcool para a pele, em especial após procedimento estético

Álcool pode envelhecer a pele e é completamente contraindicado após a realização de um procedimento estético, principalmente no caso dos invasivos

Você já deve ter percebido que, após o consumo excessivo de álcool, sua pele fica naturalmente mais desidratada. Se isso acontece com frequência, há uma piora da qualidade da pele, que acelera o envelhecimento cutâneo.

“Quem ingere álcool em excesso, sente muita sede, principalmente no dia seguinte. Isso acontece porque o organismo precisa de água para metabolizar o álcool. No entanto, se não houver água suficiente, o organismo busca nos tecidos periféricos a água para realizar o seu trabalho. E esse é o grande problema, pois a perda d’água afeta a pele, diminuindo o viço e colaborando para o ressecamento e a descamação”, explica Paolo Rubez, cirurgião plástico e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

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“Além disso, o álcool é especialmente maléfico após a realização de um procedimento estético, afetando na recuperação e até mesmo nos resultados”, acrescenta. Segundo o médico, quanto mais elevado o teor alcoólico da bebida, mais difícil a recuperação da pele ou mais intenso o dano causado.

“A exceção é o vinho tinto, que contém altos níveis de polifenóis antioxidantes, dentre eles o resveratrol, e pode ser consumido moderadamente, com cerca de meia taça por dia. Ele traz benefícios para a pele”, afirma.

Abaixo, o especialista explica três razões para se afastar do álcool após os procedimentos estéticos:

Aumenta o inchaço – “O álcool dilata os vasos sanguíneos e o resultado disso é o inchaço do corpo. Como a desidratação também é uma consequência do álcool, isso faz com que o corpo retenha o máximo de água possível, piorando a sensação de inchaço. Uma área extremamente susceptível é o nariz, então o paciente deve redobrar atenção após rinoplastias.”

Aumenta o sangramento – “Em procedimentos que demandam tempo de recuperação, como as cirurgias invasivas, o álcool é especialmente maléfico, pois ele afina o sangue e aumenta o risco de pacientes terem sangramento e prolongando a recuperação.”

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Foto: Emilysimagery/Morguefile

Resseca a pele – álcool aumenta a perda de água no corpo e causa desidratação da pele (e nem sempre beber água serve como medida para combater isso). “Para resultados otimizados, os cirurgiões podem recomendar a suspensão do consumo duas semanas antes e depois da cirurgia plástica – o tempo pode variar de acordo com o procedimento a ser realizado”, finaliza.

Fonte: Paolo Rubez é cirurgião plástico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS) e da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (Isaps), Dr. Paolo Rubez é Mestre em Cirurgia Plástica pela Escola Paulista de Medicina da Unifesp. O médico é especialista em Cirurgia de Enxaqueca pela Case Western University, com Bahman Guyuron (em Cleveland – EUA) e em Rinoplastia Estética e Reparadora, pela mesma Universidade e pela Escola Paulista de Medicina/Unifesp.

Levantar os seios, colocar implante ou fazer preenchimento: entenda as diferenças

Silicone não é a única alternativa para quem quer realçar os seios

O procedimento mais falado para mudar a insatisfação da mulher com as medidas do sutiã é o implante de silicone, mas essa não é a única solução e pode até não ser a mais indicada para todos os casos. As alternativas são a lipoenxertia e a mastopexia, que colocam ‘tudo no lugar’ com um menor risco de rejeição. Pedro Lozano, cirurgião plástico integrante da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, explica tudo sobre cada método.

A primeira alternativa é o implante de silicone. Esse método proporciona aumento do volume, forma e tamanho das mamas. “Com a grande variedade de formatos e volumes de implantes disponíveis no mercado, conseguimos um resultado bastante satisfatório. Analisamos sempre o perfil da paciente e decidimos em conjunto qual o mais indicado”, conta o doutor.

Outra opção é a enxertia de gordura. Essa técnica é comumente associada com a lipoaspiração. A gordurinha que está sobrando em um lugar é aplicada em outro para dar contorno e realçar o corpo. “São práticas muito usadas em conjunto por se complementarem e o resultado é ótimo, com risco mínimo de rejeição”, afirma o especialista.

Já a mastopexia não muda o volume dos seios. O cirurgião trabalha com o tecido das mamas para levantar e ajustar, dando um aspecto natural e removendo a flacidez. “Esse procedimento é muito usado em caso de emagrecimento, gravidez e pós-amamentação, ou como consequência da idade. É como voltar no tempo e recuperar os seios da fase jovem da mulher”, indica Lozano.

A combinação das técnicas também é bastante solicitada. “É possível fazer o levantamento das mamas e o implante mamário no mesmo procedimento”, explica Lozano. É comum as mães solicitarem esses dois métodos ao final do período de amamentação, para deixar os seios mais firmes e volumosos.

Diante de tantas variáveis, o melhor é contar com um profissional de confiança para essa avaliação em conjunto e, assim, decidir qual a opção mais adequada para o tipo físico da paciente.

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“Há sempre a preocupação de adequar os procedimentos com a expectativa da paciente. Procuro explicar muito bem e sanar todas as dúvidas para só então decidir o que fazer para alcançar o resultado desejado. O importante é a paciente sair satisfeita e com a autoestima reestabelecida. A confiança e a autoimagem de uma mulher são fundamentais para uma vida saudável”, finaliza o cirurgião.

Fonte: Pedro Lozano é integrante da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, possui graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Botucatu – Universidade Estadual Paulista (Unesp), Residência (Especialização) em Cirurgia Geral: Faculdade de Medicina de Botucatu – Unesp, Botucatu, Residência Médica (Especialização) em Cirurgia Plástica pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), Título de Especialista em Cirurgia Plástica: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – SBCP, é Professor de Habilidades Cirúrgicas da Universidade Cidade de São Paulo – (Unicid). Diretor e responsável técnico da Clínica Vix – Medicina & Saúde.

Tendências em cirurgia plástica: procedimentos para quem quer repaginar a face

Cirurgiã Plástica  Beatriz Lassance apontou as principais tendências no que diz respeito a cirurgias faciais para quem quer realizar os procedimentos e começar o próximo ano de cara nova

Com dezembro cada vez mais próximo, chega também a temporada de festas e as pessoas começam a se preparar para ela. Com isso, os consultórios dermatológicos e de cirurgia plástica começam a encher. Afinal, quem não quer começar o próximo ano de cara nova? Para ajudar quem ainda está em dúvida sobre quais são os melhores procedimentos para repaginar a face e arrasar nas festas de fim de ano, Beatriz Lassance, cirurgiã plástica e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, listou as principais tendências faciais em cirurgia plástica e explicou como cada uma delas funciona. Confira:

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– Rinoplastia:  procedimento que altera a estética do nariz por meio da manipulação de estruturas como cartilagem, osso e pele, visando proporcionar um aspecto natural e conferir harmonia à face. Com a rinoplastia é possível alterar o tamanho ou formato do nariz, mudar a largura das narinas, realinhar o ângulo entre o nariz e o lábio superior e até mesmo resolver problemas respiratórios.

“Devido às estruturas delicadas do nariz, a rinoplastia é um procedimento extremamente complexo e pode durar de uma a três horas. Feita sob anestesia geral, a rinoplastia pode ser realizada de duas maneiras: aberta ou fechada, sendo que ambas as técnicas envolvem incisões na região interna da narina e a decisão de qual técnica vai ser utilizada depende da complexidade da cirurgia”, explica a cirurgiã.

“Após a cirurgia é comum o surgimento de inchaço na região, por esse motivo só é possível visualizar o resultado definitivo depois de um ano da cirurgia, mas parte do resultado é visível após um mês da cirurgia.” O tempo de recuperação da cirurgia também vai depender da técnica, mas, normalmente, o downtime é de duas semanas e durante este período você deve permanecer em repouso, evitar exercícios físicos e o tabagismo.

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– Preenchimento facial: procedimento que utiliza substâncias como o ácido hialurônico para dar estrutura ao rosto, conferir volume aos compartimentos de gordura que perderam seu conteúdo com o tempo ou até mesmo preencher pequenas rugas. Segundo a especialista, o ácido hialurônico é o mais seguro dos preenchedores injetáveis, pois é uma substância produzida naturalmente pelo organismo e tratada com um processo de crosslink que dificulta sua absorção, deixando o gel por mais tempo no local em que é aplicado.

“As sessões demoram cerca de uma hora e, na maioria dos casos, o ideal é que o preenchimento seja realizado gradativamente e em mais de uma sessão, para que não haja o risco de hipercorreção”, completa. “O preenchimento não deixa cicatrizes e seu resultado é imediato, porém, devido aos edemas e inchaços comuns neste procedimento, o resultado definitivo pode levar alguns dias para aparecer.” Como as substâncias utilizadas normalmente são absorvíveis, o preenchimento não é permanente e dura cerca de 12 a 18 meses. Após esse período, o procedimento pode ser feito novamente de acordo com a vontade e necessidade do paciente.

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– Lifting: também conhecido como ritidoplastia, é a técnica que pode ser realizada no terço superior, médio ou inferior da face, reposicionando tecidos como ligamentos, musculatura e pele, para tratar flacidez de grau moderado ou grave, o que ameniza rugas e vincos e recupera os contornos faciais. O objetivo é deixar o rosto com aspecto mais descansado, saudável e o mais natural possível, sem parecer que foi operado.

“Feito sob anestesia, o procedimento, que pode durar de três a seis horas, é realizado a partir de incisões que vão ser feitas de acordo com o tipo de lifting ideal para cada paciente. E como os pacientes não querem que ninguém note que eles foram submetidos a um lifting facial, as cicatrizes são posicionadas de forma que fiquem perceptíveis. e os resultados naturais”, afirma a médica.

No pós-operatório o tempo de internação é de aproximadamente 24 horas, podendo ser maior dependendo da necessidade do paciente, e há um período de inchaço que tende a melhorar após uma semana do procedimento, quando os resultados ficam visíveis. Durante esse período é recomendado que o paciente não faça esforços físicos e evite a exposição solar.

Fonte: Beatriz Lassance é cirurgiã plástica formada na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e residência em cirurgia plástica na Faculdade de Medicina do ABC. Trabalhou no Onze Lieve Vrouwe Gusthuis – Amsterdam -NL e é Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery) e da American Society of Plastic Surgery.