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Qual é a melhor escolha para fortalecer o assoalho pélvico?

Você sabia que a perda involuntária de urina é uma das maiores queixas de mulheres, especialmente na fase pós-menopausa? A chamada incontinência urinária, associada ou não ao esforço, atinge cerca de 20% delas em algum momento da vida. Isso acontece em decorrência de alterações no assoalho pélvico, região formada por músculos que sustentam útero, vagina, bexiga e reto.

“Há muitas mulheres que associam esse quadro à maturidade, como se ele fosse natural após determinada idade. No entanto, isso não é fato. É preciso buscar um especialista que solicitará exames específicos para diagnosticar o problema e orientar sobre a melhor de tratamento”, constata o médico Luiz Gustavo Oliveira Brito, vice-presidente da Comissão Nacional Especializada em Uroginecologia e Cirurgia Vaginal, da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

Há outros problemas relacionados à fragilidade do assoalho pélvico, como prolapso genital, popularmente conhecido como bexiga caída ou bola na vagina (é caracterizado pela perda de sustentação dos órgãos da região pélvica), incontinência fecal, ou perda de fezes de forma não voluntária (é decorrente principalmente do estiramento de um músculo específico no momento do parto) e dor pélvica crônica (dor na base da barriga quando ocorre por mais de seis meses). Há tratamentos eficientes para melhorar o quadro e oferecer mais qualidade de vida à paciente.

Conheça as indicações de cada um:

Dieta alimentar

FreeGreatPicture MULHER PESO BALANÇA

“Estudos comprovam que ao eliminar 5% do peso corporal há uma redução de 40% a 50% de episódios de perda não desejada de urina. A melhora é significativa e interessante principalmente para mulheres idosas que acreditam que isso não seria um problema, mas sim uma questão natural relacionada ao envelhecimento. Nós gostamos de deixar bem claro que, na verdade, perder urina não é normal em nenhuma idade e necessita de tratamento”, avisa o médico.

Cirurgia

Na verdade, não existe um método que seja 100% eficaz para qualquer tipo de incontinência. Mesmo a melhor das cirurgias (a escolha da técnica dependerá da gravidade do problema, do tipo de incontinência, bem como da experiência do médico e da concordância da paciente) promete uma taxa de cura de 90 a 95%, mas não mais do que isso. “Quando a mulher se submete a uma cirurgia para aquele tipo de perda urinária, à qual chamamos de incontinência urinária de esforço, ela precisa estar ciente de que existe uma taxa de falha. E com o passar do tempo, esse risco pode aumentar, pois alguns fatores influenciam o retorno do problema, como ganho de peso ou algumas doenças que afetam o sistema urinário”, alerta o Dr. Luiz Gustavo Oliveira Brito.

Laser

É uma técnica razoavelmente nova e pesquisas mostram mais benefícios nos casos de atrofia genital. Isso ocorre na menopausa e a mulher percebe ressecamento vaginal que pode gerar coceira, falta de lubrificação no momento do sexo, ardência, incômodo e incontinência urinária. De acordo com o especialista, neste caso, para pacientes que não podem utilizar terapia hormonal de nenhuma forma, incluindo a tópica, o laser é uma opção. “No entanto, se o problema for perda de urina, especificamente, há poucos trabalhos já realizados comprovando que essa tecnologia funciona. Os resultados apontam para uma alternativa interessante, porém ela ainda carece de um número maior de estudos”, afirma.

Exercício

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Desenho: healthyandnaturalworld

A fisioterapia é indicada para mulheres que apresentam alteração na condição muscular local. A avaliação é feita pelo exame de toque e mostra o quanto a mulher contrai e segura essa musculatura. Caso ela não tenha força de contração adequada, alguns exercícios podem ser realizados em casa para fortalecimento da região. Os mais comuns são chamados de exercícios de Kegel. A técnica consiste basicamente em uma série de contrações que podem ser realizadas pela mulher em qualquer local ou momento do dia.

Medicamento

Auxilia no combate da incontinência de urgência (perda de urina depois de uma vontade subida de urinar) ou apenas a urgência urinária – as duas formas são conhecidas como bexiga hiperativa. A medicação atua bloqueando a contração muscular involuntária. É bom salientar que esse problema pode ser agravado pelo frio, consumo de cigarro, bebida gasosa, café e por situações estressantes.

Injeção de toxina botulínica

Vials and Syringe
iStock

Indicada para bexiga hiperativa, a substância é aplicada nos músculos da parede da bexiga, paralisando-os e impedindo que se contraiam involuntariamente. Os efeitos duram, em média, nove meses. Depois é necessário refazer a aplicação. Apresenta ótimos resultados.

Fonte: Febrasgo

 

Quais problemas de visão podem ser corrigidos com cirurgias?

Dores de cabeça, perda da concentração, tonturas. Quem utiliza óculos sabe o quanto é ruim esquecê-los em casa. E pior do que os sintomas físicos, que causam diversos transtornos no trabalho e nos estudos, há aqueles famosos inconvenientes, como: sinalizar o ônibus errado e se passar por arrogante por não reconhecer amigos e parentes na rua. Tirando o fato de nunca enxergar por inteiro.

A boa notícia é que já é possível evitar este tipo de situação, eliminando por completo o uso de armações e lentes de contato. As cirurgias retrativas a laser estão se tornando cada vez mais comuns entre os brasileiros. Elas tratam as deficiências mais comuns entre a população, como: miopia, astigmatismo e hipermetropia, e podem ser encontradas em hospitais e clínicas de pequeno, grande e médio porte, espalhadas por todo o país.

“O procedimento é bem simples. Leva em torno de 20 minutos por olho, não existe internações e logo após o procedimento o paciente é liberado”, comenta Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica. A cirurgia refrativa trata-se de uma correção da visão com laser e existem duas técnicas de aplicação. A escolha dependerá da espessura da córnea, que varia de acordo com cada pessoa.

“Na maioria dos casos, o paciente retorna as suas atividades após três dias de repouso”, explica Korn. O tempo de descanso é importante para a regeneração do epitélio, que foi alterado para a correção visual. O acesso a este método tem se tornado mais acessível aos brasileiros devido ao aumento de especializações no assunto e da oferta de crédito no mercado, como ocorre pelo Centro Nacional – Cirurgia Plástica, entidade que fornece recursos, à base do crédito, para pacientes cirúrgicos. No caso, o cirurgião recebe do paciente, à vista, o valor de seus honorários e o paciente tem a opção de pagamento em parcelas.

Segundo análise do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mais de 35 milhões de pessoas no Brasil lidam com alguma dificuldade de visão, o número equivale a quase 19% da população. A pesquisa aponta também que torno de 500 mil pessoas receberam o diagnóstico de cegueira. Como diz o ditado, melhor prevenir do remediar. “As chances de sucesso das cirurgias refrativas são altíssimas. A maioria dos pacientes têm as expectativas atendidas, ficando livres de óculos”, finaliza Korn.

olho

Veja o quadro abaixo, que detalha as diferenças entre problemas de visão:

Miopia

Miopia é uma deficiência visual que dificulta a visualização de objetos que estão longe. A palavra miopia tem origem no grego “myopia”, que significa “olho fechado”, porque as pessoas com esta condição muitas vezes fecham ligeiramente os olhos na tentativa de ver o que está mais longe.

A miopia é causada por um aumento anormal do eixo ocular (miopia axial) ou por uma ação de refração demasiada intensa do cristalino (miopia de refração), fazendo com que a imagem se forme antes da retina.

Isto significa que em uma curta distância a visão ainda é possível, mas para além desta, a imagem não é nítida, sendo necessário o uso de lentes ou óculos. A miopia é geralmente congênita, embora com frequência se desenvolva só com o avançar dos anos, com tendência para aumentar durante a fase de crescimento.

Hipermetropia

A hipermetropia ocorre quando o olho é um pouco menor do que o normal, provocando uma focalização errada da imagem, que se forma após a retina. Ela também pode ser causada pela diminuição do poder refrativo do olho, causada por alterações no formato da córnea ou no cristalino.

Geralmente o paciente com hipermetropia tem boa visão de longe, pois se o seu grau não for muito elevado, é naturalmente corrigido pelo aumento do poder dióptrico do cristalino, em um processo chamado de acomodação. A maior parte das crianças apresenta hipermetropia, porque seus olhos normalmente são menores do que deveriam ser, porém elas têm um maior poder de acomodação e suportam graus muito mais elevados. São comuns casos de pessoas que necessitam de óculos na infância, mas deixam de usá-los na idade adulta, quando o olho atinge o tamanho ideal.

A hipermetropia também pode estar associada ao aparecimento de estrabismo acomodativo na infância, com o surgimento de sintomas ao redor dos dois anos de idade. Neste caso a correção total do problema pode ser feita com o uso de lentes de óculos adequadas.

Astigmatismo

Astigmatismo é uma imperfeição comum, leve e facilmente tratável na curvatura do olho. A maior parte do poder de foco no olho ocorre ao longo da superfície frontal, chamada córnea. A próxima estrutura envolvida na focagem é o cristalino, lente que fica atrás da íris, no interior do olho.

A córnea ideal tem uma superfície simetricamente curva, como uma bola de basquete. O astigmatismo é causado por uma córnea ou uma lente que não é simétrica. Como resultado, as pessoas com astigmatismo podem ter visão distorcida ou borrada.

O astigmatismo pode ocorrer em famílias e, na maioria dos casos, está associado com outros problemas de refração, como miopia ou hipermetropia. Ele também pode aumentar ao longo do tempo, devido à idade.

Segundo o diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica as chances de sucesso nos procedimentos oftalmológicos são altíssimas e a maioria dos pacientes têm suas expectativas atendidas, ficando livres de óculos.

Fonte: Centro Nacional – Cirurgia Plástica

 

 

Cirurgia bariátrica não pode ser entendida como questão estética, diz especialista

Dados revelam crescimento dos números de procedimentos para redução de estômago no Brasil

Uma pesquisa recém divulgada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) apontam para o crescimento no volume de intervenções realizadas no Brasil: houve um salto de 85% na quantidades de procedimentos feitos entre 2011 e 2018. Ao todo, a entidade estima que nos 7 anos contabilizados, 424.682 realizaram a chamada redução de estômago. Ainda de acordo SBCBM, no Brasil estima-se que 13,6 milhões de pessoas têm o perfil para se submeter ao procedimento.

Essa realidade é reforçada por dados do Ministério da Saúde: uma em cada cinco brasileiros está acima do peso. Atualmente, a obesidade é uma das condições de saúde mais presentes na população e está relacionada tanto a fatores genéticos quanto hábitos de vida pouco saudáveis, como alimentação desequilibrada e sedentarismo.

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Iluatração: Medscape

De acordo com o cirurgião bariátrico Thales Delmondes Galvão, contudo é preciso alertar a população sobre os critérios que tornam uma pessoa elegível à intervenção. Um dos fatores limitantes e essenciais para a realização da cirurgia está relacionado ao perfil de paciente.

“A redução de estômago é recomendada para pessoas com Índice de Massa Corporal (IMC) maior que 40, ou maior que 35, desde que possuam um conjunto de doenças associadas à obesidade, como diabetes, hipertensão e dislipidemias (anomalias dos lipídios no sangue). Além disso, a cirurgia também é recomendada para pacientes com o IMC maior que 30 com diabetes de difícil controle”, explica o médico.

Saúde x Estética

A imagem mais esbelta e a busca por padrões de medida tidos como os ideais salta aos olhos de quem desconhece o tema a fundo. Nas mídias sociais, páginas de pessoas que obtiveram rápida perda de peso ressaltam o apelo visual como principal fator de referência sobre o tema. No entanto, Galvão alerta que é preciso cautela para que a redução de estômago não seja encarada como uma mera cirurgia estética.

barriga emagrecer

“Conceitualmente, a beleza deve ser o último fator para o paciente procurar a cirurgia bariátrica. Por conta de todos os riscos presentes no diagnóstico, a qualidade de vida deve ser priorizada”, explica o médico.

Caso o paciente opte por realizar a redução de estômago, é necessário reforçar que a cirurgia não é a única ação a ser tomada para o início de uma vida mais saudável. O paciente deve buscar acompanhamento de uma equipe multidisciplinar que vai além do cirurgião e inclua ainda cardiologista, nutricionista, endocrinologista, fisioterapeuta, pneumologista e psicólogo. Desta forma, o apoio pré e pós o procedimento cirúrgico estará garantido.

Fonte: Thales Delmondes Galvão é especialista em Cirurgia Aparelho Digestivo, Especialista em Cirurgia Bariátrica, SBCBM

Mutirão de cirurgias de catarata e hérnia em São Paulo e Campinas

Nos meses de fevereiro e março a clínica de especialidades cirúrgicas Doutor Opera vai promover um mutirão para a realização de cirurgias de catarata e de hérnia, em São Paulo e em Campinas. Enquanto essas cirurgias custam cerca de R$ 10 mil na rede privada e pelo SUS é preciso aguardar até 10 anos para ser atendido, segundo estudo do CFM, os pacientes da Doutor Opera encontram atendimento rápido e sem burocracia e pagam, em média, R$ 3 mil. As cirurgias serão realizadas no Hospital Adventista de São Paulo e a expectativa é atender 200 pacientes.

Considerada um empreendimento social, a Doutor Opera tem como objetivo promover o acesso à saúde oferecendo estrutura hospitalar confortável e segura e profissionais de qualidade, sem nenhuma burocracia ou filas. Para realizar uma cirurgia através da clínica basta preencher um formulário no site ou entrar em contato com a central de agendamento pelo 0800 880 1871 ou por WhatsApp. Em seguida é agendada consulta com o médico especialista, solicitados exames e a cirurgia é marcada. Tudo resolvido em no máximo 15 dias.

“Milhares de pessoas não podem pagar por planos de saúde e a rede pública não consegue atender a demanda de pacientes e, apesar das cirurgias não serem consideradas urgentes, muitos casos se agravam devido a longa espera pela cirurgia. A Doutor Opera, com atuação nacional, chega para suprir essa necessidade. Nossa proposta é oferecer uma nova opção em realizar cirurgias eletivas para pessoas que aguardam atendimento pelo SUS, particular ou dos convênios, oferecendo estrutura hospitalar confortável e segura, profissionais de qualidade e custo acessível”, explica o cirurgião Marcelo Assis, coordenador médico da clínica.

Os pacotes cirúrgicos com redução de até 70% do valor de mercado só é possível graças ao sistema “Medical Lean”, desenvolvido pelos executivos da Doutor Opera. Trata-se de um sistema de eficiência de gestão administrativa, financeira e técnica aliado a parcerias com hospitais e médicos, otimizando espaços, reduzindo custos e ocupando tempo ociosos nos centros cirúrgicos.

Público-alvo

Mais de 900 mil pacientes esperam cerca de dez anos para realizar cirurgias eletivas pelo SUS, segundo levantamento feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em 2017. Esses pacientes junto aos mais de 3 milhões de pessoas que perderam convênio médico nos últimos quatro anos, é o público que a Doutor Opera, primeira clínica de especialidades cirúrgicas do Brasil espera atender.

Cirurgias eletivas ambulatoriais

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A clínica Doutor Opera oferece cirurgias de catarata, herniorrafias em geral, colecistectomia (vesícula), cirurgia de varizes, vasectomia, laqueadura e muitas outras das áreas de oftalmologia, cirurgia geral, urologia, ginecologia, cirurgia vascular, dermatologia, otorrinolaringologia, ortopedia e otorrinolaringologia. Um dos diferenciais do projeto é que ele também oferece suporte ao paciente desde o encaminhamento à avaliação médica, passando por exames, internação e pós-operatório, além do acesso ao suporte médico para os seus pacientes on line 24 horas por dia.

Possui unidades em funcionamento em Campinas e em São Paulo, parceria com 18 hospitais, 44 médicos e 70 profissionais envolvidos, call center e estrutura administrativa especializada.

Informações: Doutor Opera

 

Cirurgiã vascular explica as causas das dores nas pernas, de cãibras a artrite

Nem sempre a dor nas pernas é um problema óbvio e pode ser um grande incômodo para quem está em atividade constantemente, mas se sente impedido de se movimentar durante as tarefas rotineiras sem sentir dor. A maioria das dores ocorre devido ao uso excessivo das pernas ou a lesões menores e o desconforto geralmente desaparece em pouco tempo.

Porém, em muitos casos, algum problema pode estar impedindo sua melhora. Como suas causas são variadas, a cirurgiã vascular e angiologista Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular elenca as prováveis causas e recomenda que o diagnóstico preciso deve ser realizado por médico especialista em consultório, pois há ainda mais causas que são somente diagnosticadas com exames específicos.

– Cãibras – uma das principais causas da dor nas pernas é a cãibra muscular ou o espasmo que geralmente desencadeia dor súbita e aguda à medida que os músculos das pernas se contraem e podem formar um nódulo visível e duro sob a pele. Pode haver vermelhidão e inchaço na área circundante. “A fadiga e a desidratação muscular podem levar a cãibras nas pernas, bem como certos medicamentos, incluindo diuréticos e estatinas”, comenta Aline.

woman's legs

– Lesões – a dor nas pernas também é frequentemente um sinal de lesão, que pode ser tensão muscular, algo comum que acontece quando as fibras musculares se rompem como resultado do excesso de exercício. Outra lesão comum é a inflamação de um tendão, tendinite. Quando se inflama, pode ser difícil mover a articulação afetada. Também pode ocorrer a bursite do joelho, quando há inflamação. Tendão de Aquiles é um forte cordão fibroso que liga os músculos na parte de do osso do calcanhar, e ele pode se romper completamente ou apenas parcialmente, causando uma dor aguda que afetará a habilidade de caminhar.

– Flebite – pernas inchadas, doloridas, avermelhadas e aquecidas podem ser sinal de flebite (também conhecida como tromboflebite): inflamação na parede das veias, que ficam endurecidas devido à coagulação do sangue. É causada normalmente pelo fluxo do sangue mais lento, um dano local e mudanças na composição do sangue.

– Tendão de Aquiles – se o seu tendão de Aquiles se rompe, você pode sentir um estalido ou pressão, seguido de uma dor aguda imediata na parte traseira do tornozelo e da perna que provavelmente afetará sua habilidade de caminhar corretamente. “A cirurgia geralmente é a melhor opção para reparar uma ruptura do tendão de Aquiles, mas para muitas pessoas, no entanto, o tratamento não cirúrgico funciona tão bem”, alerta a cirurgiã.

dor nas costas uma vida sem dor

– Dor ciática – uma das dores mais comuns, irradia ao longo do caminho do nervo ciático, que se ramifica da parte inferior das costas aos quadris e nádegas e para baixo em cada perna. Normalmente, a ciática afeta apenas um lado do corpo e ocorre com mais frequência quando há uma hérnia de disco, esporão ósseo na coluna vertebral ou estreitamento da coluna vertebral (estenose espinhal), o que comprime parte do nervo. Isso causa inflamação, dor e, muitas vezes, algum entorpecimento na perna afetada. Embora a dor associada à ciática possa ser grave, a maioria dos casos é resolvida com tratamentos não-operatórios em algumas semanas. As pessoas que têm ciática severa, que está associada a fraqueza significativa da perna ou alterações no intestino ou na bexiga, podem ser candidatas a cirurgia.

– Aterosclerose – certas condições médicas geralmente levam a dor nas pernas, como a aterosclerose, estreitamento e endurecimento das artérias devido ao acúmulo de gordura e colesterol. “Se os tecidos na perna não recebem oxigênio suficiente, isso pode resultar em dor nas pernas, particularmente nas panturrilhas”, esclarece a médica.

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– Veias varicosas –  veias alargadas e nodosas, chamadas de varicosas também podem causar muita dor. Para muitas pessoas, pequenas varizes são simplesmente uma preocupação cosmética. Para outras pessoas, podem causar dor e desconforto. As varizes também podem indicar um maior risco de outros problemas circulatórios. O tratamento pode envolver medidas ou procedimentos médicos para fechar ou remover veias.

– Trombose –  trombose venosa profunda (TVP) pode causar dor e ocorre quando um coágulo de sangue se forma em uma veia. As TVPs geralmente se formam na perna após longos períodos de repouso na cama, causando dor de inchaço e cãibras.

– Artrite –  causa muita dor também e pode causar inchaço, dor e vermelhidão, em função da inflamação das articulações. “A gota é uma forma de artrite que pode ocorrer quando muito ácido úrico se acumula no corpo”, comenta Aline.

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– Hérnia de disco –  pode doer muito, pois é capaz de comprimir nervos na coluna vertebral, o que pode desencadear a dor que viaja de sua coluna para os braços e pernas.

Prevenção de dor nas pernas

– Procure sempre alongar-se antes dos exercícios físicos, para evitar dor nas pernas devido. Também é útil comer alimentos ricos em potássio, como banana e frango, para ajudar a prevenir lesões nos músculos das pernas e nos tendões.
– Faça pelo menos 30 minutos de exercícios por dia, cinco dias por semana.
– Mantenha um peso saudável.
– Evite fumar.
– Monitorize seu colesterol, açúcar no sangue e pressão arterial e tome medidas para mantê-los sob controle.
– Consulte sempre seu médico.

Fonte: Aline Lamaita é cirurgiã vascular e angiologista formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia e do American College of Phlebology. A médica possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina. 

 

Como cuidar do pet após uma cirurgia ortopédica?

Atenção ao comportamento e adequações da casa colaboram com a recuperação

Certas raças de cães e gatos são mais propensas a desenvolverem doenças nas articulações e ortopédicas, especialmente quando chegam à velhice. Por isso, há sempre aquela preocupação sobre os cuidados necessários para colaborar com a sua recuperação. Algumas das doenças ortopédicas conhecidas são artrites e artroses, comuns em pets com idade mais avançada.

Há também casos de displasia* coxofemoral (doença que apresenta alteração no desenvolvimento da articulação do quadril) que ocorre com mais frequência em cães de raças grandes, mas pode acometer gatos grandes como os Maine Coon e Ragdoll. Já os cachorros de raças pequenas como Maltês, Yorkshire e Poodle são predispostos à luxação de patela (também conhecida como rótula, esse osso auxilia nos movimentos e protege a articulação do joelho).

Segundo Karin Botteon, médica veterinária, membro da COMAC (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), e coordenadora técnica da Agener, “algumas dessas doenças podem predispor às fraturas ósseas e rupturas de ligamentos, geralmente como consequência de acidentes ou esforço em articulações já doentes”. Por isso, o cuidado tem que ser sempre redobrado.

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Como detectar o problema?

Infelizmente, as mascotes não conseguem se comunicar verbalmente com seus tutores para sinalizar que sofrem de dores ou incômodos. Por isso, é muito importante manter o olhar atento à falta de atividade, alimentação ou distúrbios de eliminação, ou seja, dificuldades em evacuar, urinar ou fazer isso em locais não usuais. Na presença desses ou mais sintomas, a avaliação do médico veterinário, através de exames clínicos e ortopédicos adequados, é fundamental para revelar o que impede o pet de viver normalmente.

Reabilitação pós-cirúrgico

Animais com doenças nas articulações e ortopédicas podem ser submetidos à cirurgia e retornam para a casa exigindo cuidados especiais que vão além de observar mudanças físicas como inchaços. Veja como colaborar com a sua recuperação:

Ambientes: se a casa tem pisos lisos, o recomendado é utilizar tapetes emborrachados para diminuir o atrito e evitar movimentos brutos como subir em camas, sofá e escadas para não forçar o membro debilitado. Adaptar o acesso com rampas ajuda muito.

Alimentação: animais obesos tendem a desenvolver mais doenças desse tipo, assim é muito importante uma dieta indicada pelo veterinário. A falta de apetite também deve ser observada, pois pode indicar que algo não anda bem.

Exercícios: dependendo do problema, não é recomendada a prática de exercícios por um tempo, pois isso pode sobrecarregar o membro em recuperação. Há casos em que são indicadas sessões de fisioterapia aplicadas pelo veterinário especializado. Somente ele pode indicar os exercícios corretos para se aplicar em casa.

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Um animal com boa rotina de exercícios, caminhadas e brincadeiras, não necessariamente irá desenvolver doenças ortopédicas. “Desde que não haja esforço maior do que aquele demandado para seu peso, idade e raça, os animais que praticam exercícios tendem a ter força na musculatura que pode ajudar na recuperação”, alerta Karin.

*Termo usado para determinar alteração do desenvolvimento de um órgão ou tecido do corpo animal e humano.

Fonte: COMAC (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal),

Cirurgia ortognática: sorriso mais bonito e melhora na mastigação

Muitos distúrbios ortodônticos podem ser resolvidos com tratamentos simples. Aparelhos fixos, móveis, placas de tratamento de DTM (Disfunção Temporomandibular), entre outros podem ser feitos a médio e longo prazo sem grandes problemas. Já alguns casos são um pouco mais complicados e precisam de intervenções mais diretas, incluindo até mesmo cirurgia.

Esse é o caso de quem precisa recorrer a cirurgia ortognática, que é mais comum do que parece. Ela é recomendada para quem possui algum tipo de deformidade óssea na região bucomaxilofacial.

Segundo o cirurgião bucomaxilofacial José Flávio Torezan, todos os pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico-ortodôntico têm em comum opiniões em que concordam com o resultado positivo da operação, compreendendo a complexidade da cirurgia. Primeiramente, sabem que o pós-operatório é delicado, com bastante inchaço, e em segundo lugar ficam extremamente felizes com a significativa melhora da estética, da mordida e da respiração, uma vez que a parte interna do nariz e vias aéreas ficam desobstruídas.

Tal procedimento é realizado por um cirurgião dentista, especialista em cirurgia Bucomaxilofacial, que trata doenças e problemas da boca e da face. “Nessa cirurgia são feitos cortes na gengiva e nos maxilares (tudo por dentro da boca) para reposicionar os ossos em novo local pré-programado, resultando em uma mordida correta e, por consequência, uma melhora muito acentuada no perfil e na estética da pessoa. A boa notícia é que vários planos de saúde e até o SUS costumam cobrir essa cirurgia dentro de seus serviços, por se tratar de um importante benefício à saúde da população, como foi o caso da estudante Paula”, explica o cirurgião.

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Para aqueles que necessitam do tratamento ortocirúrgico e ainda se sentem inseguros para realizar a operação, há certeza garantida quanto as técnicas de anestesia que estão cada vez mais seguras, apoiadas por equipes bem treinadas, com profissionais super preparados e instalações hospitalares de ponta, contando com materiais indispensáveis ao procedimento (meias elásticas de compressão nas pernas e massageadores que devem ser utilizados durante a intervenção para evitar as tromboses).

“O resguardo da saúde e da vida dos pacientes deve ser colocado em primeiro lugar. Estes devem ser sempre orientados pelo cirurgião responsável, de maneira a tratar o operado da forma mais humana e cautelosa”, conclui Torezan.

Fonte: José Flávio Torezan é cirurgião bucomaxilofacial em clínica privada com atividade exclusiva em cirurgia ortognática, cirurgia das ATM’S, cirurgias reconstrutivas maxilofaciais e tumores de boca; atua nos Hospitais Israelita Albert Einstein, Sírio Libanês, Alemão Osvaldo Cruz, Santa Catarina, São Luiz e Hospital do Coração, em São Paulo.

 

Mitos e verdades: tratamento de vasinhos e varizes no outono&inverno

Com a chegada das estações mais frias, os shorts e as minissaias são deixados no armário e entram em “cena” as calças, vestidos, saias longas e peças mais pesadas. As pernas ficam mais escondidas, os vasinhos e as varizes que incomodam nas estações mais quentes são esquecidos temporariamente. Porém, é justamente nesta época do ano que o tratamento é aconselhável e terá aproveitamento integral.

O cirurgião vascular e endovascular Robert Guimarães esclarece alguns mitos e verdades sobre tratamentos de vasinhos e varizes na época mais fria do ano.

É verdade que o outono e o inverno são as melhores épocas para tratar as varizes e os vasinhos?
Verdade: no outono e no inverno a exposição das pernas é muito menor o que evita a exposição aos raios solares, que são prejudiciais à recuperação da pele após as aplicações para vasinhos e para as pequenas cicatrizes e da cirurgia para varizes. Além disso, durante o período de recuperação, pós-procedimentos, a pele da perna pode apresentar manchas roxas e outras alterações desagradáveis, temporariamente. Com o frio, as pernas estarão necessariamente cobertas e protegidas (durante o tratamento e recuperação). E ainda, o uso (quando necessário) de meias elásticas de compressão se torna mais confortável.

É verdade que a exposição ao sol depois de ter realizado uma cirurgia de varizes e ter cicatrizes recentes pode deixar essas pequenas cicatrizes escurecidas?
Verdade: um estudo publicado por pesquisadores da Dinamarca, em 2007, que comparou a pigmentação das cicatrizes de pessoas que foram expostas aos raios ultravioletas e pessoas que não sofreram esta exposição,  mostrou que a cicatrizes expostas eram significativamente mais pigmentadas do que as não expostas. Em outras palavras, tomar sol tendo uma cicatriz recente deixa a cicatriz mais escura e evidente.

pernas

É verdade que o frio facilita a cicatrização após a cirurgia de varizes?
Mito: a temperatura ambiente não influencia a cicatrização e nem a recuperação após a cirurgia de varizes. O tempo de repouso e uso de meia elástica é o mesmo em qualquer época do ano.

É verdade que após a aplicação (escleroterapia) ou laser para vasinhos não devemos expor as pernas ao sol?
Controverso: não há nenhum trabalho científico que estudou especificamente o resultado da exposição da pele humana ao sol após o tratamento dos vasinhos comparando com a não exposição. Sendo assim, não é possível afirmar que o sol prejudique ou não o resultado estético do tratamento. Porém, por conta de resultados de estudos que mostraram maior pigmentação e tendência a manchas em peles que foram expostas ao sol logo após tratamento com outros tipos de laser, orienta-se evitar a exposição nos primeiros dias após a sessão.

É verdade que a pessoa que está bronzeada deve evitar fazer tratamento para vasinhos com laser?
Verdade: a luz do laser utilizado no tratamento dos vasinhos (Nd:YAG 1064 nm) é mais absorvida pelo pigmento vermelho do sangue (hemoglobina) do que pelo pigmento que dá cor à pele (melanina). Porém, quando a melanina está em grande quantidade, ela pode absorver parte dessa luz, levando ao aumento de temperatura e queimaduras da pele. Portanto, peles bronzeadas, morenas e negras têm maior propensão a complicações como essas no tratamento a laser. Nesses casos, geralmente, o médico precisa usar uma potência menor na máquina de laser ou até contraindicar o procedimento.

pernas veias

É verdade que não se deve realizar a cirurgia de varizes no verão?
Mito: não há impedimento para realizar a cirurgia de varizes em nenhuma estação do ano. Porém, a exposição ao sol não é recomendada nos primeiros meses após o procedimento para evitar o escurecimento das cicatrizes e deixando-as menos perceptíveis. Sendo assim, fica mais difícil ser operado na durante o verão, pois não será possível usar roupas como saia e shorts, muito menos ir à praia e piscina ou realizar outras atividades que exijam a exposição das pernas aos raios de sol após a cirurgia. Além disso, o tempo quente torna desconfortável o uso da meia elástica de compressão que é recomendado por pelo menos 30 dias após o procedimento cirúrgico. Por isso, vale a pena tratar as varizes e os vasinhos durante períodos de baixa temperatura, pois quando o próximo verão chegar as pernas estarão prontas para serem exibidas e admiradas.

Fonte: Robert Guimarães é Cirurgião Vascular e Endovascular Cirurgião Vascular e Endovascular formado pelo Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, com ampla experiência em procedimentos de alta complexidade e fleboestética. Atualmente atua nos principais hospitais de São Paulo como Beneficência Portuguesa de São Paulo, Hospital Santa Catarina, Hospital Alemão Osvaldo Cruz, Hospital São Luiz Itaim, Hospital São Luiz Jabaquara, Hospital Paulistano, Hospital Unimed Guarulhos.

Preparação psicológica é crucial para realização de cirurgias na face

Especialistas explicam porque alguns indivíduos precisam ter um acompanhamento psicológico antes, durante e após a cirurgia

A maioria das pessoas, ao optar pela realização de uma cirurgia na face, obviamente fica ansiosa para saber os resultados finais, e claro, espera sempre o melhor. Porém, é preciso tomar cuidado com essa expectativa, pois mesmo que seja para melhor, algumas mudanças são significativas e alguns indivíduos podem passar por um período de falta de identidade. Felizmente em todos os casos o resultado é positivo, mas durante esse processo um acompanhamento de perto deve ser realizado.

“A cirurgia ortognática, por exemplo, é estética e funcional, pois além de promover o equilíbrio facial, busca uma reabilitação do paciente, nas funções mastigatória, fonatória, respiratório e da ATM”, explica o cirurgião bucomaxilofacial  Alessandro Silva.

Tanto o cirurgião dentista, que será o responsável pelo procedimento, quanto o psicólogo, têm o dever de alertar o paciente sobre todo o andamento do tratamento.

“Além do resultado, precisamos levar em conta todo o processo pré operatório, pois muitas vezes, se preparar para uma cirurgia como essa, torna-se algo um pouco desgastante, e nós, que somos os especialistas, precisamos andar lado a lado nesse processo para incentivá-los”, diz a psicóloga Nivalda de Jesus.

A cirurgia ortognática é indicada apenas para diversos problemas específicos, segue alguns dos problemas mais comuns:

-Prognatismo – mandíbula grande e/ou maxila pequena;
-Retrognatismo – mandíbula pequena;
-Assimetrias – maxilares tortos;
-Atresia de maxila – mordida cruzada posterior; maxila estreita;
-Disfunção da ATM;
-Ronco e Apneia Obstrutiva do Sono.

Além do ato cirúrgico, a ortognática tem um longo período de preparação, realizada em trabalho conjunto entre o cirurgião, o ortodontista, fonoaudiólogo, psicólogo e até nutricionista. “De acordo com o problema de cada paciente, existe uma preparação de 12 a 18 meses, que inclui o tratamento com aparelho ortodôntico, fonoterapia e psicoterapia. Em seguida, é realizada a cirurgia e ainda há o período de finalização, em que é feito mais um tratamento ortodôntico por mais oito a 12 meses, também dependendo de cada caso”, relata Silva.

É importante ressaltar também outra “dificuldade” do pós-operatório, no qual o dentista indica o consumo alimentos líquido pastosos durante dez dias, pois ele está impossibilitado de mastigar, já que a cirurgia mexe totalmente nos maxilares e é nessa fase que entra a ajuda de uma nutricionista, que deve criar um cardápio de consumo líquido pastoso, porém, composto por todos ingredientes e substancias necessárias para a adequada e breve recuperação dos pacientes.

O preparo desse tipo de tratamento é dividido em três fases e, em cada uma delas, o acompanhamento de profissionais é muito importante. Na primeira etapa, que é o preparo cirúrgico, é preciso propiciar a “paciência” do indivíduo e esclarecer todos os passos que serão feitos nesses meses. A segunda fase é a própria cirurgia e, a terceira e última, é o pós-operatório e a finalização ortodôntica.

“Nessa etapa também é importante que o acompanhamento psicológico seja bem focado, pois até o paciente conseguir enxergar o resultado final e ficar satisfeito com o mesmo, leva um certo tempo”, conta a psicóloga. Segundo o dentista, “isso acontece, porque o rosto permanece por algumas semanas bem inchado, o que acaba dificultando a visibilidade do resultado, principalmente quando o paciente espera por algo pelo qual criou uma expectativa imediata, causando certa frustração dos indivíduos mais ansiosos”.

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Felizmente, depois do período recomendado pelos especialistas, o paciente finalmente consegue ver o resultado positivo e os feedbacks são 100% satisfatórios, como no caso do Felipe Ortega, hoje com 24 anos. “A autoestima e a qualidade de vida melhoram mil por cento. Vale a pena esperar cada dia. Muitas vezes dá vontade de desistir, porque são muitas etapas até chegar ao resultado final. Mas quando chega a hora certa, e você vê o resultado, a sensação é indescritível. Faria tudo outra vez. Eu me olho no espelho e pareço outra pessoa, muito melhor, claro. A mudança estética é maravilhosa, mas a minha saúde mudou da água para o vinho, consigo falar com clareza, respiro muito bem e até consigo comer melhor”, relata o paciente, que tinha 19 anos quando fez a cirurgia devido a um problema da mordida.

Por isso é tão importante termos todos esses profissionais durante todo esse processo, para que não aconteça a vontade do paciente em desistir pela “falta de paciência”, porque além de tratar de uma questão estética, trata-se de um problema de saúde, e o paciente precisa ter em mente que precisa passar por tudo isso para ter um futuro melhor.

Sobre  Alessandro Silva

Alessandro Silva é diretor da Interclin. Mestre e Especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pela UNICAMP, tem Doutorado em Cirurgia e Traumatologia BMF pela USP. O especialista é também Pós-Graduado em Cirurgia Ortognática em um dos maiores centros de deformidades dentofaciais dos Estados Unidos e do mundo (University of Pacifico – Kaiser Permanente Hospital, San Francisco, CA, USA).