Arquivo da tag: cistite

Confira as doenças mais comuns que levam as mulheres ao urologista

Médico tradicionalmente masculino tem papel importante também na saúde feminina

Culturalmente, estamos acostumados a ouvir que o urologista é o médico do homem e o ginecologista é o médico da mulher. De fato, a ginecologia é uma especialidade exclusivamente feminina, que trata das questões envolvendo o sistema reprodutor delas.

O que muitas pessoas não sabem é que o urologista, que é mais frequentado por homens, também é de grande importância para a saúde feminina. Além das questões inerentes ao sexo masculino, o urologista também cuida do sistema urinário, nesse caso, de ambos os gêneros.

Problemas relacionados à incontinência urinária, cistites, bexiga hiperativa e cálculos renais são tratados pelo especialista que, apesar de muitas pessoas não terem o conhecimento, também atende mulheres. Esse imbróglio cultural é refletido na própria sociedade médica: de cada 100 urologistas, apenas duas são mulheres, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) com seus médicos associados.

Apesar disso, as mulheres também podem frequentar o urologista, uma vez que são elas as mais acometidas de doenças como incontinência urinária, que é a perda involuntária de urina. Números internacionais da Urology Care Foundation apontam que uma em cada três mulheres podem sofrer com incontinência urinária em algum momento da vida. Na terceira idade, a chance de as mulheres desenvolverem a doença é duas vezes maior em relação aos homens, segundo a International Continence Society.

O Estudo Sabe (Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento), feito com pessoas acima de 60 anos, realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em conjunto com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), apontou que a prevalência de incontinência urinária é de 11,8% entre homens e 26,2% entre mulheres. A pesquisa foi feita em países da América Latina e no Caribe e a amostra brasileira contou com 2.143 idosos residentes na capital paulista.

Problemas como os que foram citados nas pesquisam levam as mulheres a procurarem o urologista. O especialista no assunto, Willy Baccaglini esclarece quais são os casos mais relatados por elas nas consultas. “A doença que acomete mulheres e que mais comumente as levam ao Urologista é a litíase urinária. Cálculos renais são uma das principais causas de procura de pronto atendimento. E, assim como na população masculina, os cálculos renais são bastante comuns. Outra causa relativamente comum de procura do urologista pelas mulheres é a infecção de urina de repetição. Porém, diferente dos cálculos renais, a maior parte das mulheres não sabe que o urologista é o médico mais adequado para o tratamento da infecção de urina de repetição”, afirma.

Segundo o especialista, existe uma característica feminina de, culturalmente, frequentar consultas médicas mais regulamente do que os homens, o que colabora com diagnósticos e tratamentos. “As mulheres, por iniciarem o acompanhamento de rotina mais cedo, estão mais acostumadas ao ambiente do consultório médico e habituadas as consultas de rotina. Sem contar o fato cultural das mulheres naturalmente se preocuparem mais com a própria saúde, além da saúde das pessoas a sua volta”.

Em relação à desinformação de muitas mulheres sobre a atuação do urologista,Baccaglini pontua que é justamente por isso que elas acabam demorando em procurar uma consulta nesta especialidade, o que pode complicar o tratamento.

“As mulheres que procuram o urologista, exceto aquelas que sofrem de cálculos renais, normalmente o fazem numa fase mais tardia de suas doenças. Isto ocorre porque boa parte delas desconhece o fato de que o urologista possa atender o público feminino.”, declara.

Também é fundamental saber reconhecer os sintomas e quais são os órgãos afetados em cada patologia, para saber qual médico procurar. Nos casos da especialidade de urologia, dentre as doenças já citadas que mais levam as mulheres a procurarem um médico, as principais são:

=Cistite: uma inflamação/infecção na bexiga que pode causar dores ao urinar e uma vontade constante de ir ao banheiro, mesmo que saia pouca urina. Em alguns casos, pode aparecer um pouco de sangue na urina.


=Urolitíase: muito comuns, tanto em mulheres quanto em homens, as chamadas “pedras” nos rins são pequenos cálculos ou cristais que se formam nos órgãos e podem causar fortes dores e cólicas renais, além de dificuldades para urinar.

=Incontinência urinária: é a perda de controle da bexiga e liberação involuntária de urina. Às vezes, ao tossir, espirrar ou até dar risada pode acabar liberando pequenas quantidades de xixi na roupa, ou em casos mais graves, a perda total do controle da micção.

=Bexiga hiperativa: trata-se da necessidade constante de ir ao banheiro e geralmente está associada à incontinência urinária. Pessoas que sofrem com isso costumam levantar durante a noite para ir ao banheiro, o que prejudica a qualidade do sono.

Situações como essas levam a uma reflexão importante, que é justamente conhecer qual a área de atuação de cada especialidade médica, para saber exatamente quem procurar quando identificar que algo está errado com o corpo. O autoconhecimento e reconhecimento dos sintomas são aliados fundamentais na prevenção, tratamento e cura de doenças.

Baccaglini acredita que a mulher está muito bem amparada pelo acompanhamento e prevenção de doenças pela área de ginecologia, mas faz um alerta a respeito da necessidade de procurar um urologista ao identificar sintomas como os citados acima. “Toda mulher que tenha alguma queixa urinária, ou que tenha mais de dois episódios de infecção de urina em um semestre ou mais do que três em um ano, devem procurar um urologista para avaliar a possibilidade de tratamento. E todo paciente com cálculo renal, seja homem, seja mulher, precisa ter um acompanhamento com um urologista”, finaliza o médico.

Fonte: Willy Baccaglini é médico urologista pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), médico dos hospitais Albert Einstein e São Luiz – Rede D’Or, é membro do Grupo de Oncologia e Coordenador do Grupo de Pesquisa. Seus principais interesses urológicos são Oncologia e Procedimentos Endoscópicos e Robóticos Minimamente Invasivos e Medicina Baseada em Evidências.

Veja dicas de como prevenir a infecção urinária durante o verão

Durante a época mais quente do ano, estima-se que problemas urinários, incluindo infecções, cresçam principalmente entre o público feminino

Para a maioria das pessoas, o verão é sinônimo de férias, sol, praia ou piscina e muita diversão. No entanto, este período também pode representar um grande desconforto, principalmente para as mulheres, provocado pela temida Infecção do Trato Urinário (ITU) ou apenas infecção urinária.

Nos meses de temperaturas mais elevadas, a desidratação é a principal causadora desse tipo da doença. Isso porque se perde mais líquidos com a respiração e o aumento da transpiração, e nem sempre essa água é reposta como deveria, gerando uma menor quantidade de urina.

“A micção é nossa principal forma de se proteger contra a infecção de urina. E temperaturas mais altas exigem um controle maior sobre nossa hidratação para que não se reduza muito nosso volume urinário”, explica Willy Baccaglini, médico urologista.

Outro fator que também corrobora para o surgimento da infecção é que nesta época do ano ocorre o aumento da umidade na região íntima e isso pode gerar um desequilíbrio no número de bactérias e germes presentes nessa área.

Mas, segundo Baccaglini, a bactéria Escherichia coli, que está naturalmente presente no intestino, está entre as principais inimigas do aparelho urinário. O fato é que a combinação entre a desidratação e o aumento da umidade vaginal são os principais causadores de infecções urinárias durante a temporada mais quente do ano.

Entenda por que as mulheres são mais suscetíveis ao problema

Dados do Ministério da Saúde indicam que cerca de 30% das mulheres vão apresentar infecção urinária leve ou grave pelo menos uma vez na vida, mas a questão não para por aí.

A mulher tem 50 vezes mais chances do que o homem de desenvolver a doença por uma questão simplesmente anatômica. “A uretra da mulher é muito mais curta do que a do homem, além de ser mais próxima do ânus, o que facilita que bactérias cheguem ao aparelho urinário”, esclarece Baccaglini.

Dicas de prevenção contra a infecção urinária

Como sempre, a prevenção é a melhor opção, ainda mais em época de férias, quando a prioridade é o descanso, mas, obviamente, sem deixar o cuidado com a saúde de lado. E algumas ações simples são primordiais para evitar o desconforto provocado pela doença. Confira as dicas do médico urologista para prevenir a infecção:

=Beba bastante água. O recomendado é pelo menos dois litros por dia. O hábito, além de manter a hidratação do corpo aumentar o fluxo urinário para a eliminação de bactérias, também traz diversos benefícios para a saúde como um todo.

=Redobre os cuidados com a higiene pessoal. Evite duchas vaginais e, quando for ao banheiro, usar o papel higiênico sempre da frente para trás.

=Não segure o xixi. Lembre-se que reter a urina da bexiga aumenta o número de bactérias no trato urinário.

Shutterstock

=Evite roupas íntimas apertadas e de tecido sintético. Elas retêm muito calor e aumentam a umidade da região.

=Troque os absorventes higiênicos com maior frequência. Assim, evita-se a proliferação de bactérias.

=Nada de ficar com o maiô ou biquíni molhados por muito tempo. Isso também aumenta a umidade da região íntima.

=Lave bem as mãos. Este é outro hábito que ajuda a prevenir a infecção urinária e outros tipos de doenças.

Entenda os diferentes tipos de infecção e se atente aos sintomas

É importante ressaltar que, dependendo da estrutura do trato urinário que for afetada, a infecção possui nomes diferente. “A uretrite, ataca diretamente a uretra, enquanto a cistite acomete a bexiga. A pielonefrite indica que a infecção já atingiu os rins e representa um caso mais grave”, explica o especialista.

Os casos mais comuns da doença são a uretrite e cistite, consideradas infecções do trato urinário baixo (ITU). Com maior incidência, estima-se que 50% a 80% das mulheres apresentarão ao menos um episódio de cistite ao longo da vida, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia.

“Para evitar o caso mais grave da infecção é imprescindível que a mulher, ao surgimento dos primeiros sintomas, procure o atendimento para que receba o tratamento de forma adequada”, alerta Baccaglini.

Fonte: Willy Baccaglini é especialista em uro-oncologia; mestre em Medicina Sexual pela FMABC; professor voluntário no curso de graduação de Medicina na FMABC. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU); Membro da American Urological Association, da European Urological Association e da Confederación Americana de Urología. Membro do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein como uro-oncologista. Atua em outros conceituados hospitais como Oswaldo Cruz e São Luiz.

Pouca ingestão de líquidos aumenta casos de cistite no inverno

Sensação de queimação ao urinar, desconforto, forte odor e presença de sangue na urina são alguns dos sintomas da doença

A cistite, uma das inflamações mais comuns no mundo, acomete milhões de pessoas todos os anos. E, no inverno, o número de casos dispara, uma vez que as pessoas acabam ingerindo menos líquidos e, consequentemente, urinando com menos frequência. Essa simples situação, que passa despercebida, pode evoluir para uma inflamação, uma infecção no sistema urinário e/ou outras complicações.

Não há uma relação casual direta, mas certos comportamentos aumentam o número de casos. Geralmente, a doença é causada pela bactéria Escherichia coli, que está presente no intestino e é muito importante para a digestão. Mas outros micro-organismos também podem ocasionar a doença. “A história de que ficar com os pés descalços no frio também é um agravante não passa de lenda. Essa relação não tem comprovação científica”, alerta a médica nefrologista da Fundação Pró-Renal, Luciana Cardon.

De acordo com a médica, quando a cistite é de causa infecciosa, por bactérias ou fungos, temos uma infecção urinária. “Se não houver o tratamento precoce da cistite bacteriana ou fúngica, esta infecção pode subir até os rins e causar o que chamamos de pielonefrite, podendo ocasionar redução no seu funcionamento agudamente ou deixar cicatrizes”, afirma. Luciana também alerta que quanto mais infecções, maior probabilidade de sequelas nos rins. Sintomas como febre, micção frequente e dores nas costas, nas laterais ou na região genital são um alerta.

Dor e forte odor são alguns dos sintomas

Woman holding hand near toilet bowl - health problem concept

Desejo de urinar com frequência, sensação de queimação ou ardência ao urinar, presença de sangue na urina, turva ou com cheiro forte, dor ou desconforto na região pélvica e febre baixa (inferior a 38 graus) são alguns dos sintomas ocasionados pela infecção. “Vale dizer que algumas cistites causam pouco ou nenhum sintoma. Tendo qualquer sintoma, o médico deve ser procurado para não ocorrer complicações, como a pielonefrite”, ressalta a nefrologista da Fundação Pró-Renal.

O risco da cistite aumenta quando a pessoa ingere pouca água, urina raramente, é sexualmente ativa (e não usa preservativo), usa diafragma para controle de natalidade, está grávida (a condição muda o corpo da mulher), possui sistema imunológico baixo (imunodeprimidos e diabéticos), sofre obstruções ao fluxo de urina ou/e faz uso prolongado de cateteres no trato urinário.

A cistite é mais comum em mulheres, por razões anatômicas, por serem sexualmente ativas ou após a menopausa, por redução de estrogênio – que protege a uretra contra bactérias – e traumatismos. Mas homens e crianças também estão propícios a desenvolver a infecção. É importante, caso a pessoa tenha esses sintomas, ir até a unidade de atendimento hospitalar mais próxima e procurar por atendimento médico.

Algumas dicas de como evitar a cistite

mulher meia idade tomando agua

Ingerir boas quantidades de líquidos diariamente, urinar após as relações sexuais, evitar reter a urina na bexiga por muito tempo e não utilizar roupas íntimas muito apertadas e que evitam a transpiração. No caso das mulheres, não usar absorventes internos e trocar os externos com frequência, para reduzir a umidade local. Já os homens, devem seguir as mesmas dicas e verificarem a saúde da próstata anualmente.

Fonte: Pró-Renal

 

 

Mulheres costumam ter até quatro infecções urinárias por ano

Se não tratadas adequadamente, podem causar sérias complicações à saúde

Quando o assunto é saúde feminina, é difícil não se referir às incômodas infecções urinárias. Queixa comum nos consultórios médicos, atinge 50 vezes mais mulheres do que homens. Isso se deve principalmente à anatomia feminina: uretra mais curta e mais próxima do ânus.

Causadas principalmente pela Escherichia coli, bactéria presente no intestino e importante para a digestão, as infecções são classificadas como uretrites (quando acometem a uretra), cistites (bexiga) e pielonefrite (rins). “A cistite, principalmente, é comum nas mulheres e causa grande desconforto. Muitas chegam a desenvolver até quatro infecções urinárias por ano. Mas, embora sejam comuns, devem sempre ser tratadas com orientação médica devido ao risco de evolução para quadros infecciosos mais graves”, alerta a professora livre docente do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, Silvana Quintana.

As principais queixas são: urinar em pequena quantidade em várias vezes (polaciúria) e ardência ao urinar (disúria). Sensação de peso ou dor pélvica, urina turva ou escura e presença de sangue na urina também são sintomas indicativos de uma infecção.

O mal-estar causado pelas infecções muitas vezes leva a paciente a buscar alternativas mais rápidas como o uso de medicamentos que aliviam os sintomas ou uso de sobras de antibióticos. “A legislação atual, que controla a venda de antibióticos, contribuiu muito para evitar a automedicação, mas ainda há quem busque alternativas caseiras ou faça uso de sobras de remédios”, comenta Silvana. “É importante frisar que toda medicação tem riscos, que podem ser potencializados se forem utilizadas doses e intervalos inadequados”, completa.

Prevenção

Alguns hábitos têm sido associados à prevenção de infecções urinárias:

mulher bebendo água ibbl

=Ingerir muita água, pois colabora com a eliminação de bactérias da bexiga;
=Urinar com frequência. Segurar a urina aumenta o risco de proliferação de bactérias. Urinar após uma relação sexual também favorece a eliminação de bactérias que possivelmente tenham entrado no trato urinário durante o coito;
=Caprichar na higiene mantendo a região genital sempre limpa. Após a evacuação, passar o papel higiênico de frente para trás e lavar a região com água e sabão;
=Tratar a prisão de ventre, pois também auxilia na proliferação de bactérias;
=Evitar roupas muito apertadas e cuidar da higiene das roupas íntimas;
=Trocar absorventes internos e externos com frequência de duas a três horas, no máximo.

Diagnóstico e tratamento

THERAPEUTIQUE FEMMEWOMAN  TAKING MEDICATION
FreegreatPicutes

Embora o exame de cultura de urina (urocultura) seja o padrão para o diagnóstico da infecção urinária, atualmente cresce o uso das técnicas de biologia molecular como opção para resultados mais rápidos e minuciosos para casos de infecções. O diagnóstico preciso da infecção e o tratamento correto são fundamentais, uma vez que as infecções urinárias podem evoluir para quadros graves como infecção renal (pielonefrite), sepse (infecção generalizada) e até mesmo danos permanentes nos rins. Em gestantes, aumentam as chances de parto prematuro ou bebê com peso abaixo do normal e óbito fetal.

Baseados na tecnologia de PCR (reação em cadeia da Polimerase) em tempo real, exames moleculares detectam diferentes patógenos causadores de uretrites e infecções sexualmente transmissíveis (IST). “O teste molecular oferece, em poucas horas, resultado preciso sobre as bactérias presentes na amostra. Desta forma, o médico pode prescrever o antibiótico específico para o patógeno identificado, evitando possíveis readequações no tratamento”, explica o responsável pelo laboratório da Mobius Life Science, Lucas França.

Geralmente, o tratamento de uma infecção urinária é feito com antibiótico associado a medicamentos para alívio do desconforto, como antissépticos e analgésicos. Os sintomas costumam desaparecer em poucos dias, mas é fundamental que o paciente complete o tratamento no prazo determinado pelo médico, sob risco de retorno ou agravamento da doença.

Fonte: Mobius Life Science

Cistite em gatos: causas, sintomas e tratamento

Médico veterinário explica como identificar a doença que causa muitas dores nos felinos

A cistite em gatos é um problema urinário bastante comum que provoca muita dor e incômodo. Trata-se de uma inflamação na bexiga que pode desencadear outros distúrbios no sistema urinário e, se não tratada adequadamente, motiva complicações graves. Em geral, felinos machos, entre dois e seis anos, são os mais afetados pela enfermidade.

“A identificação da cistite felina é feita por meio de exame clínico, testes de urina e exame de imagem, sendo importante que, ao fechar o diagnóstico, sejam identificados os possíveis agentes causadores do problema”, explica o médico veterinário da Equilíbrio, Marcello Machado.

Diferentemente da maior parte dos animais, as bactérias não são as principais causadoras da cistite em gatos. É mais comum que o aparecimento da patologia tenha relação com fatores como idade; alimentação incorreta; baixa ingestão de água; doenças anteriores; obesidade e estresse.

Gatos estressados, ansiosos e agressivos sofrem alterações no sistema endócrino, neurológico e de defesa do organismo, e isso aumenta a predisposição do pet ao desenvolvimento de cistite. Nesses casos, o diagnóstico é mais complicado e requer uma análise mais detalhada sobre cada sintoma.

usar-a-caixa-de-areia pet love

“A cistite causada por estresse ocorre quando o animal vive em um ambiente sem condições adequadas para o desenvolvimento saudável e não recebe os cuidados necessários referentes a alimentação, saúde, atenção e higiene”, conta Machado.

Sintomas

Quanto mais cedo a patologia for identificada, menos o felino sofrerá com os sintomas e menores as chances de complicações. Para isso, é fundamental manter uma rotina de acompanhamento veterinário e ter atenção às mudanças de comportamento do animal. Caso note algum dos sintomas de cistite em seu animal de estimação, como periúria; dor ao urinar; sangue na urina; diminuição na quantidade da urina; e urina com odor forte, procure a orientação de um especialista para realizar exames detalhados. Ainda existem casos de cistite idiopática, em que o agente causador é desconhecido.

Qual a melhor ração para cistite em gatos?

Os felinos diagnosticados com cistite devem receber medicação recomendada pelo veterinário e ter cuidados especiais com a ingestão de água e alimentação. A melhor ração para gato com cistite deve ter quantidades reguladas de sódio, magnésio e fósforo, baixo teor de proteínas e pH urinário adequado, tudo para cuidar da saúde do trato urinário do felino.

UR gatos urinaria

“Equilíbrio Veterinary Urinary foi desenvolvida para oferecer um auxílio no tratamento da cistite, pois proporciona uma nutrição completa ao animal e tem uma formulação específica para manter um pH adequado e não sobrecarregar o sistema urinário”, indica o médico veterinário da Equilíbrio.

Fonte: Total Alimentos

Cistite em gatos: causas, sintomas e tratamentos

A cistite em gatos é um problema urinário bastante comum que provoca muita dor e incômodo ao felino. Trata-se de uma inflamação na bexiga que pode ter origem em diferentes questões ou até ocorrer por causa desconhecida. “Além disso, a doença pode desencadear outros distúrbios no sistema urinário e, se não tratada adequadamente, motiva complicações graves”, explica o médico veterinário da Equilíbrio e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado.

Em geral, a ocorrência dessa enfermidade é mais frequente em animais machos entre dois e seis anos. “A identificação da cistite felina acontece por meio de exame clínico, testes de urina e exame de imagem, sendo importante que, ao fechar o diagnóstico, sejam identificados os possíveis agentes causadores do problema”, explica o médico veterinário.

Causas da cistite em gatos

Diferentemente da maior parte dos animais, as bactérias não são os principais causadores da cistite em gatos. É mais comum que o aparecimento da patologia tenha relação com fatores como:

gato água

-idade;
-alimentação incorreta;
-baixa ingestão de água;
-doenças anteriores;
-obesidade;
-estresse.

Gatos estressados, ansiosos e agressivos sofrem alterações no sistema endócrino, neurológico e de defesa do organismo, e isso aumenta a predisposição do pet ao desenvolvimento de cistite. Nesses casos, o diagnóstico é mais complicado e requer uma análise mais detalhada sobre cada sintoma.

“A cistite causada por estresse ocorre quando o animal vive em um ambiente sem condições adequadas para o desenvolvimento saudável e não recebe os cuidados necessários referentes a alimentação, saúde, atenção e higiene”, conta Machado.

Ainda existem casos de cistite idiopática, em que o agente causador é desconhecido.

Sintomas da cistite em gatos

Quanto mais cedo a patologia for identificada, menos o felino sofrerá com os sintomas e menores as chances de complicações. Para isso, é fundamental manter uma rotina de acompanhamento veterinário e ter atenção às mudanças de comportamento do animal. Caso note algum dos sintomas de cistite em seu animal de estimação, procure a orientação de um especialista para realizar exames detalhados:

usar-a-caixa-de-areia pet love

-periúria (urinar fora da caixa de areia);
-dor ao urinar;
-sangue na urina;
-diminuição na quantidade da urina;
-urina com odor forte.

Existem rações que ajudam a tratar a cistite em gatos?

Os felinos diagnosticados com cistite devem receber medicação recomendada pelo veterinário e ter cuidados especiais com a ingestão de água e alimentação. A melhor ração para gato com cistite deve ter quantidades reguladas de sódio, magnésio e fósforo.

“Equilíbrio Veterinary Urinary foi desenvolvida para oferecer um auxílio no tratamento da cistite, pois proporciona uma nutrição completa ao animal e tem uma formulação específica para não sobrecarregar o sistema urinário”, indica o médico veterinário da Equilíbrio.

UR gatos urinaria.png

Essa ração para gatos possui qualidade super premium, baixo teor de proteínas e pH urinário adequado, tudo para cuidar da saúde do trato urinário do felino.

Fonte: Total Alimentos

 

 

Produto com cranberry para prevenção de cistite

 

Mulheres que sofrem de cistite – infecção do trato urinário – sabem o quanto é complicado conviver com esse problema, especialmente quando se torna recorrente. No caso das grávidas, a incidência é maior e muito comum, pois nesse período, elas se tornam mais suscetíveis à doença. Neste contexto, a prevenção é de extrema importância, pois as opções disponíveis no mercado para tratamento são limitadas e muitos dos medicamentos não podem ser utilizados durante a gestação. Porém, esse cenário está prestes a mudar.

Vitaberry chega ao mercado como o único da categoria com Cranberry, Vitamina C e Zinco, agindo como poderoso aliado na prevenção de infecções do trato urinário e no fortalecimento do sistema imunológico, com altíssima concentração de cranberry, fruta conhecida secularmente pelos benefícios medicinais.

De acordo com a farmacêutica da Germed, Laís Meneghin Dalla Costa, a concepção do Vitaberry é resultado de uma extensa pesquisa realizada em parceria com um dos mais renomados e respeitados laboratórios do mundo, o Naturex DBS, sediado na Alemanha.

“Além de seus comprimidos serem mastigáveis, o que facilita sua administração, o produto é muito palatável e flavorizado com o sabor da própria fruta cranberry. O produto pode ser prescrito pelo médico ou adquirido diretamente no balcão das farmácias, mesmo sem receita”, afirma.

Outras vantagens destacadas pela farmacêutica são a proteção por 24 horas, devido a sua composição fitoquímica mais completa, e o preço acessível. A embalagem com 60 comprimidos possibilita o tratamento por 30 dias.

germed.png

A doença

A infecção urinária acontece com maior frequência em mulheres e é, geralmente, causada pela bactéria E. coli, quando esta passa a colonizar o trato urinário, especialmente a bexiga, o que resulta em cistite. Cerca de 60% delas tem ao menos um episódio de cistite quando na fase adulta.

De acordo com o ginecologista Ivanildo Archangelo a cistite é dolorosa e inconveniente e, se não tratada, pode resultar em sérias complicações, como septicemia e trabalho de parto prematuro. “Por isso, um medicamento que previna as infecções é de suma importância. O Vitaberry é mais um avanço na prevenção da doença e no mercado farmacêutico.”

Outro fator que chama a atenção é justamente a possibilidade de uso por gestantes, que tem poucas alternativas no mercado para prevenir o incômodo.

Benefícios do cranberry

cranberry Melodi2
Foto: Melodi2/Morguefile

O Cranberry é rico em proantocianidina, substância que inibe a aderência de bactérias do tipo E. coli na mucosa da bexiga, combatendo infecções do trato urinário. A fruta oferece ainda substâncias antioxidantes, como os flavonoides e ácidos fenólicos, que previnem doenças e retardam o envelhecimento.

Fonte: Germed Pharma