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Lombalgia: confira 5 dicas para viver sem dor

Especialista em reumatologia ressalta práticas importantes para amenizar a dor que, segundo a OMS, afeta 80% da população e pode ter diferentes causas

A lombalgia, popularmente conhecida como “dor nas costas” pode ter diferentes causas, das mais simples até as mais complexas, assim como seu prognóstico. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a dor lombar é a segunda maior causa da busca por consultórios médicos por pacientes. O que representa que de cada dez pessoas, oito terão dores nas costas ao longo da vida.

Apesar de na maioria das vezes as dores não terem uma causa especifica e serem de fácil resolução, como melhorar a postura, é preciso ficar alerta aos sinais, pois podem ser sintomas de doenças reumáticas crônicas, tais como a atrite, artrose e espondilite anquilosante, uma doença inflamatória e autoimune causada por fatores genéticos e externos. Também é importante saber que a lombalgia, proveniente de doenças reumáticas, pode aparecer em indivíduos jovens (habitualmente antes dos 45 anos).

Para a especialista da Cobra Reumatologia, Luiza Fuoco um dos maiores problemas em boa parte da população sofrer com desconfortos constantes é a automedicação continuada com analgésicos, anti-inflamatórios ou relaxantes musculares, bem como a negligência em buscar um diagnóstico correto. Principalmente em casos de idosos, que pensam que a dor é parte da idade. Para ressaltar quais sintomas são considerados distintos e merecem avaliação médica e indicar formas de se amenizar a dor, a médica elaborou uma lista com cinco dicas úteis para se entender a problemática.

  • Embora as dores possam variar de intensidade, quando elas afetam a rotina do indivíduo e limitam suas atividades diárias é preciso procurar ajuda médica. Se as dores persistirem por mais de quatro semanas, temos um sinal de atenção. Se há perda de movimento e deformidades nas articulações então, é imprescindível que se procure um reumatologista urgente, pois as dores podem começar nas costas, mas afetam outros órgãos em caso de doenças reumáticas.
  • Automedicação nunca é indicado, nem em casos em que a dor seja de leve intensidade. A não ser que você tenha dormido de mau jeito, tenha sofrido uma pancada ou feito exercícios físicos, a dor não é normal e não deve ser tratada sem diagnóstico e indicação médica.
  • Para prevenir a lombalgia é muito importante manter uma vida saudável com prática de atividades físicas, alongamentos, manter uma boa postura e evitar hábitos que possam sobrecarregar a coluna, tais como carregar muito peso, ou mesmo esforços continuados.
  • Quando as dores começarem é imprescindível que o repouso seja em uma posição confortável, podem ser realizadas compressas no local da dor e também é possível integrar medicina complementar como sessões de massoterapia, acupuntura e relaxamento.
  • O emocional também afeta muito, quando a pessoa está com muito trabalho, ou até mesmo deprimida, a tensão muscular também aparece, causando dor, por isso, também é necessário cuidar da saúde mental.
  • Busque se informar por fontes confiáveis, infelizmente vivenciamos uma nova era que pouco se atenta à veracidade das informações. Portanto, é imprescindível que os conteúdos sobre saúde sejam disponibilizados por médicos ou especialistas.

Para maior entendimento da problemática, de todas as causas comuns de dores agudas e crônicas, e uma ampla análise sobre os diagnósticos e tratamentos – para cada tipo de dor, e outros pontos muito importantes, e pouco comentados, tais como; quais especialidades médicas estão envolvidas, cuidados com rotina, avaliação, medicamentos e cirurgias, a Cobra Reumatologia disponibiliza gratuitamente o e-book “Dor nas costas”. A publicação que pode ser baixada pelo site da clínica é uma parceria com a editora KPMO Cultura e Arte.

Fonte: Luiza Fuoco é especialista da Clínica de Reumatologia Cobra Reumatologia, graduada em medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e doutora pela Faculdade de Medicina da USP.

Sente dores? Dicas de quando procurar um reumatologista

Com o home office, muitas pessoas viram suas tarefas domésticas e do trabalho, se acumularem. O aumento de estresse e a fadiga trouxeram dores nas articulações, mas quando isso é considerado um problema para uma visita médica?

Tudo bem que muitos de nós tivemos nossas atividades duplicadas durante a pandemia, e, portanto, o cansaço e a dor física podem parecer normal, mas é preciso cuidado na avaliação. Por mais que o senso comum diga que algumas dores são “de rotina” e podem ser resolvidas com analgésicos, não há normalidade em sentir desconfortos, ressalta Natália Spolidoro, especialista na Cobra Reumatologia.

Pelo contrário, segundo a médica, quando há dor sem justificação, como pancadas, atividades físicas e mal jeito, é preciso procurar um médico especializado. Dores na articulação, fadiga constante, sensação de rigidez ao acordar e inchaço nas juntas podem ser sinais de doenças reumatológicas sérias, que podem chegar a afetar outros órgãos como coração, rins e cérebro.

Doenças reumatológicas podem afetar pessoas de qualquer idade, desde crianças, adultos jovens e idosos. Sobretudo, a reumatologia cuida dos tendões, ossos, ligamentos e músculos. Por isso também a grande confusão na busca pelo especialista, muitos procuram por ortopedistas, já que ambas especialidades lidam com dores e males com impacto nos músculos e ossos, mas apenas os reumatologistas são qualificados para diagnosticar e tratar problemas considerados crônicos, que geralmente se enquadram em patologias como artrite reumatoide, osteoporose, artrose, fibromialgia, espondilite anquilosante, entre outros.

Abaixo, Natália dá algumas dicas de quando é melhor procurar por um reumatologista, lembrando que diagnósticos precoces ajudam e muito na remissão e controle da doença reumática.

– Se há dor ou inchaço sem trauma, queda ou torção;

MedicalNewsToday

– Sintomas como vermelhidão, inflamação, rigidez de movimento e dor são crônicos;

– A fadiga e o mal-estar vão além do que apenas o cansaço, principalmente na parte da manhã;

– Se sente fraqueza muscular, mas não é sedentário.

Caso ainda tenha dúvidas sobre seus sintomas e quando é o momento certo para se preocupar, leia gratuitamente o e-book, “Quando devo procurar um Reumatologista?”, com conteúdo elaborado por Natália e edição da KPMO Cultura & Arte. Baixe aqui!

Fonte: Natália Spolidoro é reumatologista formada em Medicina pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro, é mestre e doutora em Reumatologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Na empresa Cobra Reumatologia atua como Médica Reumatologista, Pesquisadora, Diretora Regional em Brasília e Membro do Conselho Administrativo.

Dor nas costas: e-book gratuito explica tudo sobre o tema

A Cobra Reumatologia, em parceria com a editora KPMO Cultura e Arte, lança e-book gratuito e exclusivo com informações completas sobre todos os tipos de dores que podem acometer a coluna, fator estimado pela OMS como um dos mais incapacitantes do planeta

A Cobra Reumatologia, referência há mais de 75 anos no tratamento de doenças reumáticas, em conjunto com a editora KPMO Cultura e Arte, lançam o e-book exclusivo e gratuito “Dor nas costas”.

O livro organizado pela editora, faz parte da Coleção Cobra Reumatologia, uma série de produções que visa distribuir conteúdos confiáveis na área da saúde, diante de uma nova era que por vezes não se atenta à veracidade da informação.

Com uma narrativa bastante didática, a autora, doutora Luiza Fuoco – especialista da clínica e membro da comissão de Artrite Psoriásica na Sociedade Brasileira de Reumatologia, apresenta todas as partes da coluna, os níveis de preocupação que os leitores devem ter em relação as dores nas costas, bem como as causas mais comuns de dores agudas e crônicas, entre outros pontos importantes que devem ser levados em consideração para se compreender a problemática.

O e-book também faz uma ampla análise sobre os diagnósticos e tratamentos – para cada tipo de dor, e outros pontos muito importantes, e pouco comentados, tais como; quais especialidades médicas estão envolvidas, cuidados com rotina, avaliação, medicamentos e cirurgias.

Ainda, a abordagem permeia no processo de decisão do profissional, em relação a como ele poderá saber o que há de errado em apenas uma consulta. E para os leigos, a autora não deixa de falar sobre quais medidas tomar para que não tenha mais dores na coluna e também reponde às dúvidas comuns.

Na maioria das vezes, a dor surge de uma causa benigna, atribuída à contratura muscular (dor miofascial) secundária ao estresse físico do dia a dia, a postura inadequada, principalmente relacionada à ocupação do paciente, e a baixa qualidade do sono. Nessas situações, medicações para dor (analgésico, anti-inflamatório ou relaxante muscular), costumam melhorar as dores, assim como repouso ou calor local. Mas se mesmo com essas medidas as dores persistirem por cerca de 4 semanas, temos um sinal de atenção, que pode indicar que o caso é mais grave e exige uma analgesia mais potente para que o paciente saia da crise. – doutora Luiza Fouco (e-book Dor nas Costas)

O e-book está disponível no site da clínica.

Sobre a autora:

Especialista da Cobra Reumatologia, graduada em medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2005), Luiza Fuoco da Rocha tem especialização em Clínica Médica (UFRJ) e Reumatologia (USP). É doutora pela Faculdade de Medicina da USP, tendo defendido a tese: “Tradução e Validação do Questionário de Avaliação de Qualidade de Vida em Esclerose Sistêmica” (2013). Também faz parte da comissão de Artrite Psoriásica na Sociedade Brasileira de Reumatologia.