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Pesquisa: brasileiros desconhecem e têm preconceito com relação à dermatite atópica

Dados são divulgados pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), no dia 23 de setembro, data dedicada à conscientização sobre esse problema de saúde da pele

Três em cada dez brasileiros acreditam que a dermatite atópica, uma doença caracterizada por pele seca, lesões avermelhadas e coceira intensa, é um problema de saúde contagioso, ou seja, que pode ser transmitido pelo contato direto. Essa visão equivocada indica o preconceito com respeito a esse quadro que afeta de 15% a 25% das crianças e cerca de 7% dos adultos. A conclusão aparece em pesquisa divulgada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). O trabalho foi realizado pelo Instituto Datafolha, com apoio institucional da biofarmacêutica AbbVie.

Ontem (23), quando se comemorou o Dia da Conscientização da Dermatite Atópica, a SBD revelou que na percepção de 47% da população, esta enfermidade é causada por maus hábitos de higiene; 46% acreditam, erroneamente, que o paciente não poderia ter contato com crianças; e 36% entendem que pessoas com manifestações visíveis não deveriam sair de casa, ir à escola ou ao trabalho. No entendimento de 33%, elas não poderiam até mesmo usar o transporte público.

“É preciso combater o preconceito contra pessoas que apresentam a dermatite atópica. Trata-se de um problema de saúde que causa desconforto, mas pode ser tratado com a ajuda de médicos dermatologistas, com o apoio de outros profissionais da saúde. Neste processo, os pacientes devem ser respeitados em sua individualidade, evitando-se posturas agressivas ou restritivas contra eles”, ressaltou Mauro Enokihara, presidente da SBD, que neste mês promove uma campanha de conscientização sobre o tema.

Percepção

O preconceito é mais um sintoma visível da dermatite atópica, conforme demonstra o estudo que ajuda a compreender um pouco sobre a percepção que cerca esse problema de saúde. Os dados demonstram que, apesar de relativamente comum em diferentes faixas etárias, a dermatite atópica (DA) ainda é desconhecida por boa parte dos brasileiros. A pesquisa mostra que menos da metade da população (37%) a reconhece, e mesmo entre este público o conhecimento ainda é parcial.

A falta de informação leva apenas 4% dos entrevistados que conhecem a doença a afirmarem corretamente que dermatite atópica e eczema atópico são sinônimos. Para 21% deles, trata-se de uma reação alérgica e outros 21% a veem apenas como uma doença de pele. No entanto, entre os que ouviram falar sobre eczema atópico, 58% não sabem o que é a enfermidade.

Embora 59% dos brasileiros tenham apresentado pelo menos um dos sintomas característicos da dermatite atópica, o diagnóstico para esta doença ocorreu em apenas 1% dos casos. Outros 2% foram diagnosticados como alergia. Para o vice-presidente da SBD, Heitor de Sá Gonçalves, esse resultado revela duas situações.

“Em primeiro lugar, muitas pessoas não procuram a ajuda dos médicos para tratarem o desconforto causado pelas lesões e coceiras. Além disso, sabemos que há dificuldade de os próprios médicos reconhecerem os quadros que indicam a presença deste problema de saúde na população, o que impede o diagnóstico correto”, disse.

Sintomas

Os dados confirmam este entendimento. A pesquisa revelou que cerca de metade dos adultos que apresentaram três ou mais sintomas de dermatite atópica não procurou um médico (53%). Entre os que procuraram ajuda especializada, 33% dos pacientes e 67% dos cuidadores (ou responsáveis por crianças até 15 anos) precisaram ir em dois ou mais médicos diferentes em busca do tratamento adequado.

Tanto entre os adultos (32%) quanto entre as crianças (46%), o principal diagnóstico foi “alergia”. Por fim, ainda que apresentassem vários sinais, 34% dos adultos e 23% das crianças saíram das consultas sem diagnóstico, ainda que 44% dos pacientes e 54% dos cuidadores tenham alegado que a intensidade dos sinais e sintomas é moderada ou grave.

De acordo com o relato dos entrevistados, entre os pacientes adultos, 50% apresentam pelo menos quatro dos cinco sintomas da enfermidade como coceira (87%), pele seca (86%), pele irritada com vermelhidão (73%), descamação (55%) e ‘pequenas bolhas que se rompem e minam água’ (37%). Dentre eles, embora 28% relatem a presença de sintomas desde a infância, apenas 36% foram diagnosticados.

Entre os entrevistados com até dois sintomas, sete em cada dez não procuraram um médico (69%). Dos que buscaram, 26% dos adultos e 56% das crianças foram diagnosticados como alergia e 40% dos adultos e 52% das crianças não receberam nenhum diagnóstico, apenas recomendações e medicamentos.

Dermatologia

Foto: iStock

Com relação à especialidade da medicina indicada para tratar a dermatite atópica, os entrevistados reconhecem na dermatologia a mais preparada. Entre os brasileiros sem sinais da doença, 69% disseram que procurariam um dermatologista, 13% buscariam um clínico geral e 2% um alergista/imunologista.

“A percepção dos entrevistados sobre a dermatologia como sendo a área mais preparada para diagnosticar e tratar a dermatite atópica serve de estimulo aos nossos especialistas para que continuem a se qualificar para o oferecer aos pacientes e seus familiares o melhor atendimento”, finalizou o presidente da SBD.

A pesquisa do Datafolha ouviu 1.001 pessoas de todas as regiões do país, por telefone, entre 9 e 23 de outubro de 2020. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. Com idade média de 43 anos, esse grupo foi composto por 52% de mulheres, com idade média de 43 anos e 49% com renda familiar de até dois salários mínimos. Deste universo, 67% são economicamente ativos, sendo 19% assalariados registrados e 12%, trabalhadores temporários.

Fonte: SBD

Primavera: saiba quais são as doenças e alergias mais comuns e como evitá-las

Coriza, espirros, coceiras no nariz, olhos e garganta. Esses são alguns dos sintomas que um alérgico costuma sentir na primavera, que começou ontem, 22 de setembro. Nem é preciso o anúncio da estação mais florida e colorida do ano para quem sofre com alergias respiratórias. A beleza das flores e plantas também carrega os pólens pelo ar, que são responsáveis por provocar algumas doenças durante essa época do ano.

O azevém é uma planta da família das gramíneas bastante comum durante a primavera / Foto: Pixabay

Segundo o otorrinolaringologista e professor de Medicina da Universidade Positivo, Vinicius Ribas Fonseca, nesse período do ano, principalmente no Sul do país, há um número maior de plantas da família das Gramíneas, principalmente o Azevém, que libera muito pólen e, por isso, a alergia que mais costuma aparecer é a respiratória, que causa a rinite.

“Os principais sintomas são os espirros, coceiras no nariz, nos olhos, na garganta, nariz trancado e também uma dificuldade maior de respirar”, explica. Ele lembra que alguns sintomas podem ser parecidos com os da covid-19, mas são poucos, já que no quadro de alergia não se enquadram tosse, febre, dores no corpo nem sintomas gastrointestinais.

De acordo com o professor, para o tratamento de qualquer tipo de alergia é preciso reconhecer e se afastar do alergeno que causa o mal-estar. “Caso você não possa se afastar da substância causadora da alergia, o tratamento é feito com antialérgicos, corticoides nasais e uso de soro fisiológico nasal, e também o tratamento preventivo com algumas medicações que ajudam a diminuir a intensidade da crise, além das vacinas”, aponta Fonseca.

De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), cerca de 30% dos brasileiros têm algum tipo de alergia, sendo que, aproximadamente 20% são crianças. “Existe uma variedade muito grande de patologias respiratórias em crianças e bebês durante essa época do ano. Além da rinite alérgica há os vírus sazonais, adenovírus, rinovírus, vírus sinciciais respiratórios, e também o coronavírus, entre outros”, comenta Fonseca. Nesses casos, o professor recomenda fazer lavagens nasais, evitar o contato com outras crianças infectadas, hidratá-las bastante, além de garantir uma boa alimentação com vitaminas e proteínas suficientes para fortalecer o sistema imunológico da criança.

Coriza, espirros, coceiras no nariz, olhos e garganta são alguns dos sintomas da alergia – Foto: Pixabay

Segundo Fonseca, além dos fatores como o ambiente, estações do ano e mudança de clima, os fatores genéticos também influenciam nos casos alérgicos. “Existe uma tendência genética relacionada à alergia, então, crianças com pais com rinite alérgica têm mais chances de ter rinite. Por isso, quando chega essa época há uma conjunção de fatores para o aparecimento de sintomas alérgicos”, ressalta o professor.

Fonte: Universidade Positivo

Pacientes com dermatite atópica devem redobrar cuidados no outono

Estação de menor exposição solar contribui para a exacerbação da doença

Doença crônica, a dermatite atópica é uma inflamação na pele que costuma surgir na infância, podendo persistir na idade adulta, e apresenta sintomas que costumam aumentar em determinadas épocas do ano, como o outono — estação de transição entre o verão e o inverno. Segundo a doutora Bethânia Cavalli, dermatologista do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), os principais sintomas da doença são pele seca, coceira constante e intensa, vermelhidão, crostas e secreção.

Segundo a médica, em alguns casos, a dermatite atópica pode aparecer associada a outros distúrbios alérgicos, como bronquite, rinite e alergia alimentar. Em quadros mais graves da doença os sintomas refletem ainda no comportamento do paciente provocando ansiedade e depressão.

A chegada do outono exige que os pacientes portadores da doença tomem certos cuidados, pois as temperaturas baixas e o tempo seco da estação reduzem o nível de hidratação da pele causando irritação, ressecamento e até transpiração em excesso devido ao volume de roupas usadas no período.

“Quando nos referimos a esse tipo de doença, é preciso se atentar a características importantes do clima em questão, como a temperatura, a umidade, o vento e a radiação ultravioleta. Esses são elementos importantes e impactam, positivamente ou não, a evolução do quadro clínico da doença”, complementa a dermatologista.

Outro fator que merece atenção nesta época do ano é a poluição atmosférica. No outono costuma ocorrer o que especialistas chamam de inversão térmica – fenômeno meteorológico que bloqueia a circulação natural dos ventos. Esse bloqueio impede a dispersão dos poluentes, causando danos significativos à saúde da pele, principalmente se o ar estiver carregado de substâncias tóxicas, como tabaco, resíduos de materiais industriais ou de construção, fumaças e a presença de ácaros.

“Vários estudos associam a poluição com a exacerbação da dermatite atópica, pois as substâncias nocivas podem penetrar a pele pelos poros e pelos, induzindo uma resposta inflamatória e a alteração da barreira cutânea que agrava mais ainda a inflamação da pele”, complementa Bethânia.

Veja alguns cuidados que ajudam a evitar o agravamento da dermatite atópica no outono:

Engin Akyurt/Pixabay

=Prefira roupas de algodão e evite aquelas de materiais que provocam irritações

Foto: Yogini/Karine Basílio

=Utilize roupas leves e claras. Roupas muito apertadas e quentes podem causar sudorese

=Opte por lavar roupas com sabão de coco ou sabão neutro em vez de amaciantes, detergentes ou branqueadores

Foto: Emily Beeson/Morguefile

=Mantenha a temperatura do ambiente estável, arejando os cômodos da casa com a ventilação adequada evitando o uso excessivo de aquecedor

=Prefira carpetes, tapetes e brinquedos de materiais plástico, sintéticos ou madeira em vez de tecido de pelúcia

A médica recomenda ainda que os pacientes, ao menor sinal de inflamação na pele, “procure um médico especialista para que juntos planejem o tratamento mais adequado a fim de melhorar a coceira e as erupções, bem como evitar recorrências”, finaliza.

Fonte: Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual de São Paulo (Iamspe)

Ácaros, poeira e mofo podem causar alergias oculares; saiba como evitar

Oftalmologista Keila Monteiro de Carvalho ensina como evitar o problema

Eles podem até não ser vistos a “olho nu”, mas estão longe de passar despercebidos pelos olhos. Ácaros, poeiras, pólen, mofo, pelos de animais, produtos de limpeza (os chamados alérgenos), podem levar o sistema imunológico a uma reação exagerada, causando a alergia ocular.

“O problema é mais comum em indivíduos que já possuam algum tipo de alergia, como sinusite, rinite ou asma, mas estima-se que 15% da população mundial sofra este tipo de reação, que pode afetar pálpebras e córnea”, explica a oftalmologista Keila Monteiro de Carvalho, Professora Titular de Oftalmologia da Universidade Estadual de Campinas e Chefe do Departamento de Oftalmologia da FCM/Unicamp.

Healthline

A oftalmologista explica que os olhos costumam ser alvo fácil para as alergias porque, ao abri-los, a conjuntiva – a parte branca dos olhos– fica totalmente exposta, podendo, em contato com certos alérgenos, desencadear algum processo alérgico. Com sintomas semelhantes aos diferentes tipos de conjuntivite, como vermelhidão, desconforto ocular, irritação, coceira, lacrimejamento, inchaço e fotofobia (sensibilidade à luz), o que difere o problema é o tempo de duração dos sintomas, que em casos de conjuntivite infecciosa, por exemplo, podem persistir por uma a duas semanas, e na forma alérgica, com administração do anti-histamínico, tendem a aliviar já no segundo dia.

Para evitar o problema, a prevenção é o melhor remédio. “O primeiro passo é identificar e eliminar os alérgenos do ambiente. Isso fará com que os sintomas apresentem uma boa melhora. Também é importante realizar o tratamento com o oftalmologista em conjunto com o alergologista”, comenta Keila.

Mudanças simples em casa também podem contribuir em muito para reduzir a incidência da alergia. Entre as medidas que podem ser tomadas, pode-se manter o ambiente limpo, arejado e com exposição solar, para evitar o acúmulo de ácaros; diminuir a quantidade de travesseiros, roupas de cama, cortinas, bichos de pelúcia e objetos que acumulem poeira; e realizar a higienização do ar-condicionado semanalmente.

Mas, caso ocorra uma crise de alergia ocular, a médica explica que é fundamental evitar esfregar ou coçar os olhos, pois, além de estimular as alergias, isso pode facilitar o surgimento ou desenvolvimento de ceratocone. “Deve-se ainda evitar o uso de soro fisiológico para lavar o local, pois o sal do soro irrita ainda mais os olhos. O ideal é aplicar compressas frias sobre os olhos fechados”, orienta a oftalmologista.

Segundo a especialista, colírios específicos podem ser indicados pelo oftalmologista a fim de amenizar os sintomas. Também pode ser prescrita a imunoterapia (vacina para alergia). “O método consiste em injetar gradualmente um número crescente de alérgenos no indivíduo para estimular a imunidade do paciente às substâncias que causam a alergia”, explica ela.

“É importante ressaltar que, se não tratada corretaente, a alergia ocular pode evoluir, trazendo complicações à visão, como o surgimento de vasos anormais na periferia da córnea e úlceras. Por isso, caso os sintomas surjam, deve-se consultar um oftalmologista”, acrescenta a médica.

Fonte: Keila Monteiro de Carvalho é Professora Titular de Oftalmologia da Universidade Estadual de Campinas e Chefe do Departamento de Oftalmologia da FCM/Unicamp

Chegada da primavera pede cuidados para evitar doenças respiratórias

A baixa umidade do ar está entre os causadores de infecções e crises alérgicas. Conselho de Medicina recomenda adoção de ações preventivas e a consulta a um médico

Com a chegada da primavera, que começa oficialmente nesta segunda (23), o tempo seco e a disseminação do pólen das flores ajudam a aumentar o número das chamadas ‘doenças da primavera’. São as crises alérgicas e os problemas respiratórios motivados pelas características da estação e que afetam principalmente crianças e idosos.

mulher espirro

Em setembro, o conhecido mês das flores, as doenças sazonais mais comuns são: asma, catapora, caxumba, rinite e conjuntivite alérgica. As reincidências de crises de rinite alérgica podem desencadear sinusite, amigdalite, faringite e otites repetidas. Os sintomas mais habituais das alergias e doenças respiratórias provenientes desta época são tosse, espirros, obstrução nasal, coriza, coceira e irritação nos olhos.

mulher limpando tapete diy network
Foto: DIY Network

De acordo com a médica otorrinolaringologista e conselheira do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Regina Marquezini, medidas simples podem ajudar a evitar essa lista de incômodos. Entre eles estão: higienização de aparelhos de ar-condicionado; limpeza de tapetes, colchões, travesseiros, cortinas, objetos revestidos de pelúcias e outros materiais que possam acumular ácaros e poeira; manutenção de ambientes limpos e arejados e hidratação.

gripe espirro rinite

“É muito importante que se evite medicamentos caseiros ou a automedicação. Caso surjam esses ou outros sintomas, recomendamos sempre que um médico seja consultado para orientar sobre o melhor tratamento e os medicamentos mais adequados”, acrescentou a médica.

Fonte: Cremesp

Especialista recomenda oito cuidados para cães com dermatite atópica

Cães com dermatite atópica são aqueles alérgicos a proteínas presentes no ambiente, como ácaros, pólen, bolores etc. A doença, que se manifesta principalmente por meio do prurido (coceira) e lesões de pele, não tem cura.

Por conta disso, é fundamental que os tutores tenham cuidados especiais no manejo destes animais e procurem o tratamento médico mais eficiente e com os menores efeitos colaterais possíveis.

A médica veterinária Flávia Clare, da Universidade Severino Sombra e da Clínica VetCare, do Rio de Janeiro, faz oito recomendações para cães com este tipo de alergia:

1. Banhe o seu cãozinho apenas com produtos prescritos e não utilize perfumes. Evite água muito quente e o seque em temperatura ambiente ou com secador morno a frio.

banho em casa
2. Ao tosar, não utilize máquina. Corte os pelos com tesoura.

3. Limpe o ambiente onde o animal costuma ficar com sabão ou detergente neutro e enxague abundantemente.

4. Não deixar o cão em locais onde há acúmulo de poeira. Lave a caminha do animal uma vez por semana. Se possível, remova tapetes, carpetes e objetos onde o pó possa se acumular.

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5. Não deixe o cão por perto quando você utilizar desodorante ou perfumes.

6. Controle mensalmente a infestação de ectoparasitas (pulgas, carrapatos etc).

7. Evite alterações de dieta e petiscos. Consulte sempre o médico veterinário quanto a mudanças alimentares.

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8. Ao menor sinal de aumento da coceira ou aparecimento de lesões de pele, procure o médico veterinário.

Medicamento age na fonte da coceira e agrada tutores

Uma terapia inovadora tem contribuído de forma significativa para recuperar a saúde dos cães com dermatite atópica e outras dermatites alérgicas que causam coceira. Trata-se do Apoquel, da Zoetis, companhia líder em saúde animal. É o único tratamento desenvolvido para agir diretamente na fonte da coceira.

O medicamento tem efeito rápido e é seguro para o uso prolongado, pois tem a eficácia e a rapidez de ação dos corticoides, porém sem causar os efeitos colaterais desta categoria.

Lakeland Terrier x Border Collie bitch, Bess, gnawing an itchy spot on her leg
Foto: Warren Photographic

Os impactos positivos gerados por Apoquel são reconhecidos pelos tutores, como demonstra estudo internacional¹:

tabela

Considerando os benefícios do medicamento, 83% dos tutores que participaram da pesquisa consideram a experiência com Apoquel “excelente” ou “muito boa” e 62% afirmam que a qualidade de vida dos seus cães melhorou “extremamente”. A grande maioria dos tutores (94%) também reconhece melhorias para a própria qualidade de vida por conta da eficácia do tratamento de seus animais de estimação.

1Cosgrove SB, Cleaver DM, King VL, Gilmer AR, Daniels AE, Wren JA, Stegemann MR. Long-term compassionate use of oclacitinib in dogs with atopic and allergic skin disease: safety, efficacy and quality of life. Veterinary Dermatology, 26:171-e35, 2015

Fonte: Zoetis


	

Pets precisam de produtos específicos na hora do banho

Muitas pessoas costumam usar produtos humanos na hora de dar banho nos bichinhos de estimação, em especial, cães e gatos, o que pode desencadear diversos problemas dermatológicos.

“Os cães e gatos possuem uma pele com constituição e pH distintos da humana. Portanto, os produtos de higiene específicos para os pets foram desenvolvidos para respeitar estas características, além de possuírem uma formulação equilibrada e testada, que garante a limpeza e hidratação da pele, conferindo ainda um cuidado especial à pelagem, a fim de evitar cheiro desagradável, pelos embaraçados e, até mesmo, o surgimento de irritações e alergias”, aponta Aline Ramires Pedrosa, veterinária responsável da Petbrilho.

gato banho

Os produtos de higiene de uso humano, por outro lado, são mais ácidos, para atender o pH da pele humana. Geralmente, possuem formulações bem perfumadas, o que para os animais é uma grande desvantagem, uma vez que seus olfatos são muito mais sensíveis, além de possuírem componentes que não seriam bons de usar nos pets. “Eles podem causar um ressecamento intenso, irritações, coceira, alergias, entre outros transtornos à pele e ao pelo do animal”, diz Aline.

Na hora da compra dos produtos de higienização para pets é muito importante levar em consideração o tipo de pelagem do animal, desde a cor ao comprimento do pelo, assim como o tipo de pele – oleosa, seca, normal, sensível – buscando dentro da linha de produtos pet disponível, aqueles que atendam à demanda dessas caraterísticas mais individuais do animal.

cachorro banho star grooming

“Por exemplo, animais com pelos longos muitas vezes necessitam da complementação de um condicionador, que ajude a desembaraçar melhor o pelo. Já animais com pelos escuros tendem a perder mais facilmente o brilho do pelo, então pode-se usar um produto específico para manter a hidratação e brilho. Já animais com pele e/ou pelo oleosos, podem se dar bem com produtos com maior poder de limpeza e adstringência”, finaliza Aline.

Quatro dicas para deixar seus pets livres de pulgas

O melhor jeito de combater um inimigo é conhecê-lo bem. A pulga é um inseto sem asas, mas capaz de pular grandes distâncias. Pode também se esconder em frestas de pisos e tapetes e permanecer inerte durante meses, sendo muitas vezes imperceptível. A chegada do verão, com altas temperaturas aliadas à umidade, é propícia para “acordá-la”, fazendo com que saia à procura de sangue, atacando os animais, deixando-os irritados e impacientes por causa da coceira, a ponto de levá-los à exaustão, além de transmitir vermes que podem causar anemias.

Felizmente, o combate e a prevenção da pulga podem ser feitos por qualquer pessoa, basta seguir algumas dicas para que esse problema fique longe do seu bichinho. Confira quatro delas a seguir.

1) Higienize o ambiente.
Apenas 5% das pulgas ficam no animal, os outros 95% estão no ambiente. Ou seja: seu bichinho é apenas o hospedeiro das pulgas adultas, mas os ovos e as larvas ficam na sua casa. Por isso, é importante que o ambiente em que o animal convive e dorme seja constantemente limpo, principalmente se ele tiver carpete ou tapetes. Outra solução é substituí-los por pisos frios e bem rejuntados, a fim de evitar a proliferação das pulgas. Os pertences dos animais, como roupas e cobertores, também devem ser lavados com frequência.

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2) Fique atento aos lugares que o animal frequenta.
Além de se esconderem nas frestas dos pisos e em tapetes e carpetes, os locais de muita circulação de cães, como parques e pet shops, são territórios em que elas podem estar presentes. Caso seu pet tenha tido contato com animais desconhecidos, é importante que ele esteja com o medicamento antipulgas em dia. No caso dos felinos, esse cuidado é ainda mais importante, por seu comportamento explorador, que pode deixá-los mais suscetíveis.

3) Observe os sinais do seu animal.
Quanto antes as pulgas forem eliminadas do ambiente e do animal, menor serão as chances de proliferação. É importante observar os sinais que seu bichinho dá, como coceira excessiva, pele irritada e bolinhas amarronzadas entre os pelos, que são as fezes das pulgas, que podem ser detectadas no local onde dormem. No verão ou em ondas de calor, é recomendado tosar o animal para facilitar a visualização do parasita.

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4) Achou pulgas? Tome medidas imediatas para acabar com o problema.
Se seu cão ou gato tiver pulgas, é preciso recorrer a tratamentos específicos para esse controle, como pipetas Comfortis da Elanco, que começa a agir em 30 minutos e dura por um mês, além de oferecer apresentações desenvolvidas especificamente para cães e gatos. O fato de ser por via oral e flavorizado facilita a administração e leva a dose exata ao animal, evitando o desperdício. Também não sai com o banho, nem quando o animal encosta em móveis e tapetes, eliminando o risco de contaminação de crianças pequenas. É importante ainda contar com Comfortis que acaba não só com as pulgas adultas instaladas no bichinho, mas também controla a infestação – visto que 95% delas ficam no ambiente, agindo diretamente na pulga adulta e impedindo que ela se reproduza e continue o ciclo de infestação. Em alguns casos de infestação severa, é recomendada uma dedetização no ambiente para ajudar na eliminação de possíveis larvas e ovos do parasita escondidos no ambiente. Por fim, para as casas que têm cachorros e gatos convivendo juntos, é essencial que o tratamento seja feito para ambos, independentemente do animal que trouxe o problema para o local. Dessa forma, o ciclo de infestação é quebrado e todos ficam protegidos das pulgas.

Fonte: Elanco

Coceira pode ser sinal de alergia da primavera nos pets

Veterinária da Petz orienta sobre os cuidados para evitar e tratar dos problemas de pele nesta época do ano

Os pets também são sensíveis ao pólen na primavera e podem ter alergia ao contato com grama, plantas e flores. A médica veterinária Priscilla Neves Souza Beserra, da Petz, afirma que nesta época aumentam os casos de atopia, doença em que o fator ambiental contribui para as crises alérgicas. Além disso, a DAPE (dermatite alérgica a picada da ectoparasitas) também ficam mais frequentes por causa da maior quantidade de insetos (pulgas e carrapatos) no ambiente. E um dos sinais é a coceira, o que prejudica o bem-estar dos bichinhos.

“No caso dos animais alérgicos, o prurido (coceira) é um dos principais sintomas e, pode ser provocado pela inflamação da pele (dermatite), por causa do contato da grama, onde há elementos alérgicos como o pólen, como também insetos, e pela infecção secundária, causada por bactérias e fungos, aumentando o processo inflamatório da pele”, explica a veterinária. “As alergias são controladas e não curadas, por isso, um diagnóstico adequado e medidas de prevenção vão aumentar a chance de sucesso no controle da doença.”

Para evitar o contato com o pólen, uma dica é manter a grama de casa baixa e colocar os vasos de plantas no alto, para os pets não alcançarem. Outra indicação são os medicamentos que controlam os sintomas, permitindo que o bichinho possa ter qualidade de vida. “Em situações de crise alérgica, deve-se tratar os sintomas, como controle da coceira, e as inflamações e infecções, com o uso de antibióticos e anti-inflamatórios”, orienta a veterinária. Xampus terapêuticos e hidratantes também são importantes aliados no tratamento.

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Os principais cuidados para evitar problemas de pele:

. Usar xampus de boa qualidade no banho e realizar secagem adequada.

. Nos pets de pelagem longa, ter sempre um cuidado a mais com a secagem, evitando umidade e mantendo a escovação para evitar nós nos pelos.

. Utilizar produtos preventivos para evitar contato com pulgas e carrapatos que são grandes causadores de problemas de pele.

. Manter uma alimentação de boa qualidade para promover uma boa qualidade de pelagem.

gato coçando emmi p

. Evitar contato com produtos de limpeza que podem irritar a pele dos animais.

. É muito importante o uso de preventivos (repelentes), que previnam o contato dos animais com os insetos. Hoje há diversos produtos disponíveis no mercado, que devem ser escolhidos juntamente com o veterinário.

. E, ao surgir qualquer sintoma, sempre procurar um veterinário para realizar um diagnóstico precoce e adequado.

Fonte: Petz