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Life by Vivara lança coleção My Pet, My Life

A Life by Vivara, tradicionalmente conhecida pela pulseira que coleciona momentos
especiais através de pingentes, criou uma linha inovadora, descolada e fashion voltada para pets. Agora o seu cão também pode levar com ele os momentos divertidos que vocês passam juntos.

A coleção My Pet, My Life, possui seis opções de coleiras e guias em diferentes
tamanhos em couro, nas cores da Vivara, salmão e café. Para enfeitar seu melhor
amigo a marca desenvolveu trinta e cinco berloques em prata com variadas raças
como Jack Russell, Golden Retriever, Bulldog francês, Border Collie e Poodle, e
desenhos que remetem ao universo canino para colecionar e combinar.

As peças estão disponíveis nas lojas Vivara, quiosques e no e-commerce da marca, com preços a partir de R$ 120,00 os pingentes, R$200,00 as guias e coleiras a partir de R$ 350,00.

O passeio é do cachorro, e não do tutor

A famosa “voltinha” pode até ser um alívio para os tutores, mas não deixa de ser estressante para os animais se alguns cuidados básicos não forem seguidos

 

Ao caminhar pelos bairros de São Paulo é comum vermos pessoas passeando com os cães, seja tutor, dogwalker, ou, até mesmo, um zelador dos prédios da redondeza, que busca uma grana extra. O passeio, aparentemente simples, esconde cuidados que, se não realizados, transforma o momento que deveria ser divertido, em uma ocasião estressante para o animal. Por isso, é preciso ter em mente que este momento é do animal e não da pessoa que o leva. Para proporcionar uma recreação prazerosa, Carolina Rocha, veterinária e fundadora da PetAnjo, separou algumas dicas:

mulher cachorro passeio caminhada

Escolha uma rota tranquila: tente procurar um caminho mais arborizado e sem muito tumulto. Os episódios mais estressantes para os animais são: aproximação de outros cães, pessoas desconhecidas querendo fazer carinho, que sejam impedidos de farejar e fazer necessidades, barulho de skate, bicicleta, moto e crianças correndo. Evite essas situações;

Prestar atenção aos sinais corporais: medo, ansiedade, agressão, latidos, brincadeiras e temperatura corporal, principalmente em animais com focinhos curto;

cachorro na grama

Verifique o ambiente: todo animal é curioso, por isso, atenção aos objetos e restos de alimentos que estão no chão. Machucados como cortes e abrasões também ocorrem, é preciso estar atento ao espaço;

cachorros brincando

Animais soltos na rua: atenção também precisa estar voltada para outros animais abandonados ou sem guia. Ao perceber isso,  vire para o outro lado do cão, mude de sentido fazendo com que ele ignore o outro animal;

dachshund cachorro pixabay
Foto: Pixabay

Coleira: é importante verificar o estado da coleira e guia, e evitar puxões. Os animais precisam de espaço para cheirar e ter estímulos diferentes;

A02JAA Man walking dog

Tempo: todo cachorro, independente da raça, precisa ter pelo menos 30 minutos de passeios diários. Além de estimulação física, a caminhada traz benefícios mentais; Antes de sair para o passeio, mostre ao cachorro que ele está indo para algo divertido, mas calmo. Sempre dar um tom focado antes mesmo da caminhada. Isso evita ansiedade, reatividade e latidos do cão.

Além de todos esses cuidados, os tutores precisam ter consciência da importância de colocar seus cães nas mãos de profissionais que entendam do assunto. Saber que passear com o cachorro não é apenas colocá-lo para ir olhar a rua, pois situações que ocorrem durante essas caminhadas podem acabar causando um trauma ao animal e, muitas vezes, acidentes.

Fonte: Pet Anjo

Cuidados para curtir o carnaval com os cachorros

Blocos, bailes e desfiles de fantasias. O carnaval também tem programação para quem quer brincar junto com os pets. Mas, para se divertir sem comprometer a saúde dos melhores amigos, é importante tomar alguns cuidados. “As pessoas precisam ficar atentas a questões como hidratação, sol forte, aglomerações, som alto, além do cuidado com fantasias e adereços, já que alguns produtos podem comprometer a saúde dos pets”, explica a veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas da Petz. Ela aponta algumas dicas de bem-estar para os bichinhos caírem na folia:

1 – Escolha fantasias confortáveis

cachorros fantasias

Na hora,de montar o look dos pets, procure fantasias que não tapem os olhos, não dificultem a locomoção ou que sejam apertadas. “Para certificar-se do tamanho, basta sempre medir três dedos entre a roupinha e o corpo do pet, principalmente, na região do pescoço”, ensina a veterinária. O melhor é sempre optar por tecidos leves que favoreçam a circulação de ar. Para os bichinhos que não gostam de colocar roupinhas, uma opção são os adereços mais simples, como bandanas, laços, gravatinhas e até adesivos próprios para eles. Mechas e reflexos só devem ser feitos com profissionais especializados. Outra dica da veterinária é colocar fitas refletoras nas roupinhas dos bichos de estimação para que motoristas, motoqueiros ou ciclistas possam enxergá-los a distância, principalmente à noite.

2 – Atenção ao sol e à hidratação

cachorro bebendo agua

Ao participar de blocos de rua, bailes, concursos ou desfiles a céu aberto, os tutores precisam tomar cuidado também com o horário. A Dra. Karina explica que, debaixo de sol forte, os pets correm o risco de ter hipertermia – que é quando a temperatura corporal sobe excessivamente. “Por isso, o melhor é não expor o pet diretamente ao sol, por períodos prolongados, entre 10 e 16 horas, que é quando as temperaturas estão mais altas durante o dia”, recomenda. Levar garrafinhas d’água para que eles possam ingerir líquido em intervalos regulares. Também busque sempre caminhar perto da sombra, para evitar queimaduras nas patinhas. Além disso, também é fundamental utilizar protetor solar específico para os pets nas orelhas, focinho e barriga, principalmente nos de pelagem clara, que apresentam maior risco de desenvolver câncer de pele. “Todas essas medidas evitam o risco de problemas como insolação, queimaduras, entre outros, o que, claro, é muito importante para o bem-estar dos pets que participarem da folia”, orienta Karina.

3 – Barulho tem limite

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Foto: The Advocate

O som dos blocos e bailes costuma ser alto, o que pode assustar ou incomodar os pets, já que possuem capacidade auditiva maior do que a nossa. “Por isso, se possível, é sempre melhor optar por eventos mais tranquilos ou próprios para animais. Nestes ambientes, é mais fácil evitar o desconforto dos bichinhos”, aconselha.

4 – Multidão com segurança

guia dupla

Muitos pets não estão acostumados com multidões e podem estranhar ambientes com muita gente e até com outros animais. “De qualquer maneira, o uso de guias e coleiras é indispensável, seja qual for a situação. Afinal, esses acessórios evitam que os pets se percam dos donos ou entrem em conflito com outros bichinhos”, afirma Karina.

5 – Vacinação em dia

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Fundamental estar com a carteira de vacinação em dia, pois ele vai ter mais contato com outros pets, além das chuvas desta época do ano, que podem trazer risco de leptospirose.

Fonte: Petz

Bayer realiza ativação da marca Seresto em praias e praças do Rio de Janeiro

Ação irá distribuir brindes para pessoas que circularem pelos locais de distribuição, além de disseminar conhecimentos sobre a Leishmaniose visceral

Para disseminar os riscos que envolvem o contágio e a transmissão da Leishmaniose Visceral tanto aos animais de estimação quanto aos humanos, a Saúde Animal da Bayer realizará, durante o mês de setembro, às sextas-feiras – das 11 às 17 horas e sábados e domingos das 9h30 às 15h30, intervenções com a marca Seresto nas principais praças e praias da orla da zona sul do Rio de Janeiro.

A Leishmaniose Visceral Canina está presente em várias regiões do país, sendo o Verão e dias quentes períodos de maior incidência da doença, que é causada por um protozoário (a Leishmania) que acomete o cão e pode ser transmitido para o humano ao ser picado por flebotomíneos, ou “mosquito palha”, infectado. O cachorro é considerado o principal hospedeiro em ambientes urbanos, entretanto, animais silvestres, gatos e até mesmo o homem podem ser infectados, por isso a prevenção é muito importante.

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“A ação de intervenção tem o objetivo de informar a população sobre os riscos da doença, é preciso que todos conheçam o potencial de transmissão e contágio da Leishmaniose e, com isso, proteger sua família e, consequentemente, toda a comunidade. Seresto é uma inovação que protege cães e gatos por até oito meses, além disso, é o único produto no mundo disponível para a prevenção da doença na espécie felina”, afirma Ana Letícia Gulin, gerente de produto da Saúde Animal da Bayer.

A intervenção de Seresto consiste na abordagem dos transeuntes dos locais da ação para alertar sobre a doença e, caso os mesmos tenham pet, ganham um cupom de 20% de desconto em lojas parceiras da região, assim como um kit higiênico com sacolinhas para recolher as fezes do animal durante passeios.

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Foto: Alvimann/MorgueFile

Confira os locais da ação:

Sextas-feiras, nas praças, das 11h às 17h:

08/09: Nossa Senhora da Paz e Parcão Lagoa.
15/09: Nossa Senhora da Paz, Antero e Quental
22/09: General Osório e Parcão Lagoa

Sábados e domingos, orla Zona Sul, das 9h30 às 15h30

09 de setembro (sábado): Copacabana
10 de setembro (domingo): Leblon/Ipanema
16 de setembro (sábado): Ipanema/Leblon
17 de setembro (domingo): Copacabana
23 de setembro (sábado): Leblon/Ipanema
24 de setembro (domingo): Copacabana

 

Coleira antileishmaniose é método mais eficaz para controle da doença em cães

Veterinária da USP propõe uso da coleira nos animais como medida preventiva e de controle da doença, que é endêmica no Brasil

Por Ivanir Ferreira – Editorias: Ciências da Saúde

Doença tropical, a leishmaniose ainda leva ao sofrimento e à morte milhares de cães anualmente. O mais chocante é saber que, no Brasil, uma grande parte dos animais não morre pela doença em si, mas sacrificados ao serem diagnosticados. Isso porque o Ministério da Saúde proíbe o tratamento dos cães contaminados e recomenda a eutanásia.

No grupo cada vez maior de veterinários a questionar essa medida drástica, Anaiá da Paixão Sevá propõe o uso de coleira com inseticida em cães como método preventivo. Pesquisa realizada por ela na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP mostrou que, se houver um encoleiramento em massa dos cães (cerca de 75%), o método é bastante eficiente no controle da doença.

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Pesquisa comparou uso da coleira com inseticida à vacinação de cães sadios e à eutanásia de cães contaminados – Fotos: Arquivo da pesquisadora

Em um cenário de intervenção, quando comparado o uso da coleira com a vacinação de animais soronegativos (não contaminados) e com o sacrifício de animais soropositivos (com o parasita), foi encontrada a seguinte situação: a eficácia da coleira chegou a quase que 100% na diminuição de cães e humanos infectados, enquanto que a vacina atinge 80% e a eutanásia, 90% de redução.

O acessório, que dura de 4 a 6 meses, é impregnado de inseticida (deltrametrina) e tem a função de espantar e matar o mosquito-palha, vetor da doença. Assim, o método exclui a prática da eutanásia dos animais contaminados, protocolo polêmico utilizado pelos Centros de Controle de Zoonoses (CCZ) brasileiros.

Doença grave

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Coleira elimina o mosquito vetor da doença – Foto: Arquivo da pesquisadora

A leishmaniose é transmitida por meio da picada do mosquito infectado, o flebotomíneo, inseto comum em algumas regiões do Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, em áreas quentes e onde há acúmulo de matéria orgânica. A transmissão do parasita ocorre principalmente através da picada do inseto infectado, popularmente conhecido como mosquito-palha, tanto em animais como em seres humanos, não sendo possível a transmissão direta de animal para humanos e vice-versa.

Caso não seja tratada e dependendo das condições imunológicas do infectado, a leishmaniose pode evoluir e se tornar uma doença grave, trazendo consequências igualmente importantes para os cães e para as pessoas, podendo até levar à morte. Em humanos, os sintomas mais comuns são a febre prolongada, anemia, indisposição, palidez das mucosas, falta de apetite, perda de peso e aumento do abdome devido ao aumento do fígado e do baço. No animal, há a descamação e úlceras da pele, pelos opacos e quebradiços, febre, atrofia muscular, fraqueza, anorexia, lesões oculares e aumento exacerbado das unhas.

A pesquisa foi feita com dados coletados em Panorama, extremo oeste de São Paulo. Em 2013, o município tinha uma concentração de 30% de animais soropositivos. Segundo Anaiá, todos os métodos de controle aplicados em cães na região geraram impacto positivo inclusive nas populações humanas, porém, o que a pesquisadora chama a atenção é para a questão ética envolvida no protocolo da eutanásia. “Muitos dos animais sacrificados gozam de pleno vigor e estão aparentemente saudáveis, mesmo sendo soropositivos”.

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Anaiá Sevá: a eficácia da coleira chegou a quase que 100% na diminuição de cães e humanos infectados – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

A pesquisadora também levou em consideração a complexidade da operacionalização da eutanásia em animais soropositivos e a vacinação dos soronegativos. Para aplicar tanto um procedimento quanto o outro é necessário que um veterinário faça um exame de sangue para saber as condições de saúde do animal. O tempo de espera para obtenção do resultado pode ser suficiente para que o cão continue transmitindo a doença. No caso da vacina, também tem o custo das três dosagens que devem ser feitas no primeiro ano de imunização, passando depois para dosagem única a partir do segundo ano.

A pesquisa fez parte da tese Impacto de diferentes métodos de controle na dinâmica da leishmaniose visceral em áreas endêmicas do Brasil, de autoria de Anaiá da Paixão Sevá, sob orientação do professor Fernando Ferreira, do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia Experimental Aplicada às Zoonoses da FMVZ. O trabalho também teve a colaboração da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e do Instituto de Salud Carlos III, Espanha, onde Anaiá realizou doutorado-sanduíche.

Fonte: Jornal da USP